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Länge:
355 Seiten
1 Stunde
Herausgeber:
Freigegeben:
Jul 3, 2019
Format:
Buch

Beschreibung

O livro é uma análise do papel da mãe de Jesus no projeto do reino de Deus e a sua condição de primeira testemunha de Jesus Cristo. Foi escrito por professores, pastores evangélicos e um sociólogo católico e une a reflexão teológica à análise social e histórica do século I na compreensão da história de vida e simbolismo dessa mulher. A primeira seg
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Jul 3, 2019
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Apenas Maria - Marco Aurelio Nunes De Barros E Decio Luiz Constante De Moraes

Apenas Maria

Decio Luiz Constante de Moraes (Organizador)

Marco Aurélio Nunes de Barros (Organizador)

Deivinson Bignon

Neucir Valetim

Rosemere Baptista do Nascimento

B277 Barros, Marco A. N de & Moraes, Decio L. C.

de (coordenadores). [et all.]- - Niterói: Pensar

Livros, 2018. Capa: Ana Clara Rodrigues

Barros.

Bibliografia:

ISBN: 978-85-53113-00-2

CDD 200

Apenas Maria

Dedico esta obra ao Senhor Jesus,

Autor e Consumador da minha fé, a

quem devo tudo que sou. Ao meu

saudoso pai Luiz Carlos (in memoriam),

pelo muito que fez para que eu me

tornasse a pessoa que sou. A minha

querida e saudosa mãe Adelina (in

memoriam), pois em uma obra que trata

de uma mãe tão especial, como foi

Maria,

não

poderia

deixar

de

homenagear a minha, que soube

desempenhar a missão de mãe de

forma exemplar e singular até o fim de

seus dias.

Rosemere Baptista do Nascimento

Dedico esta obra a Deus em primeiro

lugar, as pessoas que amam e

especialmente a minha irmã Maria

Nelma, uma Maria e mulher virtuosa!

Decio Moraes

A todas as mães cristãs de nosso país.

Deivison Bignon

Dedico este livro a minha mãe, Rita de

Figueiredo Valentim (in memoriam) que

cumpriu o seu papel histórico, como

mãe, esposa e zelosa cristã.

Neucir Valentim

Essa obra é a todas as mulheres que

me ensinaram, com seu amor, a superar

"a ilusão de que ser homem bastaria,

que o mundo masculino tudo me daria

do que quisesse ser", como cantou

Gilberto Gil, mas é, muito em particular,

às duas mulheres mais importantes de

minha vida: Maria Nunes de Barros

(minha mãe) e Ana Clara Rodrigues

Barros (minha filha).

Marco Barros

APRESENTAÇÃO.

Escrever sobre a mãe de Jesus, junto com irmãos

evangálicos e não romanos no segundo maior país cristão

do mundo e no mesmo ano em que grupos de católicos

brasileiros comemoravam 300 anos da festa de

Aparecida, foi uma proposta ousada e arriscada.

O senso comum tem produzido, ao longo da

história dos cristãos, muitos motivos para imensas

críticas, separações e rivalidades e a forma como a mãe

de Jesus é entendida nesse contexto de distinções é uma

das muitas diferenças entre cristão católicos romanos,

não romanos e não católicos.

Essas rivalidades já foram motivo suficiente para

que massacres tivessem sido realizados entre irmãos de

fé, basta lembrar a luta entre cristãos em Constantinopla

no ano de 476 D.C., onde mais de quatro mil cristãos se

mataram por divergências religiosas.

Sempre cabe lembrar que, em quase todas as

vezes, as divergências religiosas foram e são exploradas

pelos interessados na tomada ou na manutenção do

poder mundano, como fizeram imperadores como Leão

III, no caso das guerras dos iconoclastas contra

iconófilos, ou como se faz agora na perseguição aos

muçulmanos no mundo ocidental.

Seja hoje ou no passado, a boa-fé dos cristãos,

grupo humano que desde o final do século II já

representava, no mundo conhecido de então, um número

representativo de pessoas e nos dias atuais representa

mais de um terço da humanidade, é alvo dos mais

diversos interesses políticos e econômicos.

Escrever um livro nesse contexto exigiria uma

grande disposição, de todos os interessados, a buscar o

que nos una em primeiro lugar e a tornar isso mais

importante do que qualquer coisa que nos separasse.

Parece-me que esse espírito comum de unidade foi

facilmente alcançado, simplesmente pela atenção de

todos às palavras do mestre: a verdade vos libertará (Jo

8, 32), pois essa obra mesmo não tendo pretensão

doutrinária ou catequética é profundamente evangélica e

inspiradora.

Foi exatamente em torno da boa notícia que nos

trouxe o filho de Maria e nosso Salvador, Jesus Cristo,

que esses cristãos diferentes, que num primeiro olhar

pouco possuem em comum, puderam se reunir e criar

algo cheio de amor, conselho fraternal, esperança e valor

evangélico.

Essa obra tem sua própria história, que resumo

brevemente a seguir.

Primeiramente esse livro seria escrito dentro dos

meus limites de segurança, mas sem oportunismo ou

má intenção: convidei meu amigo, Décio Moraes, pastor e

teólogo congregacional, e alguém com sensibilidade para

escrever sobre a pessoa da mãe de Jesus, para o desafio

amoroso a que eu o estava provocando.

Escrever a quatro-mãos (duas romanas e duas não

católicas) um livro sobre um tema caro e delicado: Maria,

seria algo desafiador, mas ao mesmo tempo poderia ser

um singelo sinal da busca pela unidade tão sonhada,

entre os cristãos que eu, como católico, alimento

essencialmente.

Lembro-me de Décio dizendo-me que nos vários

anos de trabalho evangélico, como pastor, fiel e líder

entre os congregacionais que muito poucas vezes ele

havia assistido pregações sobre Maria e que lembrava

apenas dele próprio pregando sobre esse tema.

Para que o livro ganhasse vida, fizemos todo o

dever de casa: definimos a filosofia da obra, as questões

teológicas mais importantes, a estrutura do texto, a

divisão dos capítulos, a distribuição das tarefas de

escrita individual e em parceria, definimos a estratégia de

captação de recursos para editoração, o marketing pré e

pós redação, o marketing de distribuição e venda, o

sistema de premiação para os apoiadores e etc.

Mas, Deus não quis assim...

O tempo passou, a vida nos exigiu estar em outras

atividades e atendendo a outras necessidades e a obra foi

quase inviabilizada. Porém, um chamado é um chamado!

Com tempo se esgotando, resolvi repensar a

proposta, e pedi ao meu amigo para consultar, algumas

outras pessoas que pudessem participar do esforço

necessário para essa proposta e que possuíssem

capacidade para escrever com qualidade e profundidade.

Fiz um pedido extra: Que se possível tivéssemos uma

mulher nesse novo grupo de autores.

Homens podem ser generosos, gentis, acolhedores,

cuidadores, sensíveis e delicados, mas nunca verão o

mundo da mesma forma que uma mulher o vê, e

estávamos escrevendo sobre uma mulher, a mais bem-

aventurada de todas as mulheres. Precisávamos ter uma

mulher conosco nessa jornada!

Assim se formou um grupo maravilhosamente

generoso composto dos pastores Neucir Valentim,

Deivison Bignon e da irmã Rosemere Nascimento, além

dos coordenadores dessa obra coletiva, o Pastor Décio

Moraes e eu, Marco Barros.

A obra é constituída por esta apresentação e mais

cinco textos de cada um dos autores. Em cada texto o

leitor poderá constatar a profundidade das reflexões

propostas, o contexto de referências dos evangelhos que

sustentam às opiniões dos autores e um profundo

respeito e carinho pela mãe de jesus.

O texto desse livro é muito rico e criativo, há desde

alegorias e ilustrações poéticas sobre a entrega da

mensagem pelo arcanjo à escolhida de Deus, até um

belíssimo acróstico ou uma reflexão sobre os cuidados de

Jesus para com a sua mãe.

Porém, o que marca a essência do trabalho coletivo

é a justa reflexão sobre Maria, no projeto de salvação e de

construção do reino de Deus entre nós e como no silêncio

e na aparente posição coadjuvante, há uma espécie

muito particular e profunda de participação na obra de

Jesus.

Boa Leitura.

Marco Aurelio Nunes de Barros

E SERÁS CONSIDERADA BEM-

AVENTURADA.

Rosemere Baptista do Nascimento

Bem-aventurada ou muito feliz. Enganam-se

aqueles que pensam que a felicidade aqui citada é

baseada em momentos passageiros ou situações

rotineiras. A felicidade desfrutada pela pessoa bem-

aventurada é um sentimento firmado em Deus, profundo,

que independe dos acontecimentos externos.

A Bíblia relata sobre alguém que desfrutou desse

sentimento: Maria! "Pois, desde agora, todas as

gerações me considerarão bem-aventurada, porque o

Poderoso me fez grandes coisas. Santo é o seu nome" .

Lucas 1:48b-49.

Sem dúvida, Maria pode ser considerada a mulher

mais feliz da humanidade.

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