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TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

SUMÁRIO

3.1.

- TRIBUTAÇÃO FEDERAL

2

3.2.

- TRIBUTAÇÃO ESTADUAL

1

0

3.3.

- TRIBUTAÇÃO MUNICIPAL

1

1

3.4.

- REGRAS TRABALHISTAS

1

2

3.5.

- REGRAS PREVIDENCIÁRIAS

1

5

3.6.

- IMPOSTOS RETIDOS

1

6

3.8.

- COMENTÁRIOS GERAIS SOBRE A ATIVIDADE

1

7

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3.1. - TRIBUTAÇÃO FEDERAL

O contribuinte poderá optar por um dos seguintes regimes tributários:

a) SIMPLES NACIONAL;

b) LUCRO PRESUMIDO;

c) LUCRO REAL.

SIMPLES NACIONAL:

Com as alterações introduzidas pela Lei Complementar nº. 127/2007, publicada no DOU de 15.08.2007, na LC nº. 123/2006, o setor de revenda a varejo de GÁS - GLP não sofreu alterações em sua tributação, com efeitos retroativos a 1º. 07.2007.

Caso a empresa seja optante pelo SIMPLES Nacional, recolherá o imposto con- forme o faturamento acumulado dos últimos 12 meses, variando as alíquotas de acor- do com a atividade desempenhada.

Abaixo, o tipo de RECEITA e sua tributação perante o Simples Nacional:

Revenda de GÁS - GLP:

De Julho/2007 em diante:

Tributação pelo Anexo I da LC nº. 123/2006, com ICMS embutido. Pagamento de INSS patronal sobre a folha de pagamento embutido no DAS

TABELA APLICÁVEL NESTAS RECEITAS:

ANEXO I – SEÇÃO II – TABELA 4 (receita com substituição tributária do COFINS, PIS E DO ICMS).

Receita de venda – demais produtos – Loja de Conveniência:

Tributação pelo Anexo I da LC nº. 123/2006, com ICMS (Tabelas do Anexo I da Res- olução CGSN nº. 5/2007). Pagamento do INSS dentro das tabelas do Simples Recolhimento em GPS apenas dos valores descontados de empregados e contribuintes individuais

LUCRO PRESUMIDO:

Já na modalidade de tributação com base no LUCRO PRESUMIDO, o contribuinte ofe- recerá sua receita bruta a tributação aplicando os seguintes percentuais:

1) REVENDA DE GÁS GLP IRPJ - TRIMESTRAL – 1,6% de percentual de presunção com uma alíquota de 15% = 0,24% de percentual direto sobre a receita bruta - código darf 2089 vencimento último dia útil do mês seguinte ao encerramento do trimestre.

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CSLL - TRIMESTRAL - 12% de percentual de presunção com uma alíquota de 9% = 1,08% de percentual direto sobre a receita bruta - código darf 2372 vencimento último dia útil do mês seguinte ao encerramento do trimestre.

PIS - MENSAL = 0,00% sobre a receita bruta – modalidade cumulativa do imposto - có- digo darf 8109 vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador do imposto – NÃO INCIDÊNCIA DE PIS NA VENDA POR TRATAR-SE DE RECEITA DE VENDA DE PRODU- TOS CUJO IMPOSTO FOI OBJETO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

COFINS MENSAL = 0,00% sobre a receita bruta – modalidade cumulativa do imposto - código darf 2172 vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador do imposto - NÃO INCIDÊNCIA DE COFINS NA VENDA POR TRATAR-SE DE RECEITA DE VENDA DE PRODUTOS CUJO IMPOSTO FOI OBJETO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

Os impostos trimestrais IRPJ E CSLL devem ser apurados e recolhidos de forma TRIMESTRAL, lembramos
Os impostos trimestrais IRPJ E CSLL devem ser apurados e recolhidos de forma
TRIMESTRAL, lembramos que o contribuinte nestas condições PODERÁ efetuar
os pagamentos de forma MENSAL desde que não altere de forma alguma os da-
dos identificadores do DARF os quais são: a) data de período de apuração (PA) e
b) data de vencimento do imposto (DV) exemplo: recolhimento mensal do IRPJ E
CSLL relativos ao 1º trimestre do ano: nos três darf’s distintos indique: período
de apuração: 31/03/xx e, na data de vencimento indique: 30/04/xx.

2) RECEITA DE VENDA DE DEMAIS PRODUTOS - CONVENIÊNCIA

IRPJ - TRIMESTRAL - 8% de percentual de presunção com uma alíquota de 15% =1,20% de percentual direto sobre a receita bruta - código darf 2089 vencimento último dia útil do mês seguinte ao encerramento do trimestre.

CSLL - TRIMESTRAL - 12% de percentual de presunção com uma alíquota de 9% = 1,08% de percentual direto sobre a receita bruta - código darf 2372 vencimento último dia útil do mês seguinte ao encerramento do trimestre.

PIS - MENSAL = 0,65% sobre a receita bruta – modalidade cumulativa do imposto - có- digo darf 8109 vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador do imposto.

COFINS MENSAL = 3,00% sobre a receita bruta – modalidade cumulativa do imposto - código darf 2172 vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador do imposto.

Os impostos trimestrais IRPJ E CSLL devem ser apurados e recolhidos de forma TRIMESTRAL, lembramos
Os impostos trimestrais IRPJ E CSLL devem ser apurados e recolhidos de forma
TRIMESTRAL, lembramos que o contribuinte nestas condições PODERÁ efetuar
os pagamentos de forma MENSAL desde que não altere de forma alguma os da-
dos identificadores do DARF os quais são: a) data de período de apuração (PA) e
b) data de vencimento do imposto (DV) exemplo: recolhimento mensal do IRPJ E
CSLL relativos ao 1º trimestre do ano: nos três darf’s distintos indique: período
de apuração: 31/03/xx e, na data de vencimento indique: 30/04/xx.
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LUCRO REAL:

1) REVENDA DE GÁS GLP

IRPJ = 15% de alíquota direta sobre o lucro líquido contábil ajustado Código do darf:

3373 – para apuração TRIMESTRAL – vencimento: último dia útil do encerramento do

trimestre;

5993 – para apuração por estimativa mensal (balanço anual) – vencimento: último dia

útil do mês seguinte ao mês de apuração.

CSLL = 9,00% de alíquota direta sobre o lucro líquido contábil ajustado Código do darf:

6012 – para apuração TRIMESTRAL - – vencimento: ultimo dia útil do encerramento

do trimestre;

2484 – para apuração por estimativa mensal (balanço anual) – vencimento: ultimo dia

útil do mês seguinte ao mês de apuração.

PIS - MENSAL = 0,00% modalidade não cumulativa do imposto – código darf 6912 – vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador - NÃO INCIDÊNCIA DE PIS NA VENDA POR TRATAR-SE DE RECEITA DE VENDA DE PRODUTOS CUJO IMPOSTO FOI OBJETO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

COFINS MENSAL = 0,00% modalidade não cumulativa do imposto – código darf 5856 – vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador - NÃO INCIDÊNCIA DE COFINS NA VENDA POR TRATAR-SE DE RECEITA DE VENDA DE PRODUTOS CUJO IMPOSTO FOI OBJETO DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

O IRPJ E A CSLL poderão ser recolhidos com base no encerramento do balanço trimestral ajustado pelo LALUR ou anual com base na estimativa mensal nas regras do lucro presumido, sendo os recolhimentos mensais considerados “antecipação” do imposto devido no encerramento do balanço ajustado pelo LALUR em 31 de dezembro de cada ano.

2) RECEITA DE VENDA DE DEMAIS PRODUTOS - CONVENIÊNCIA

IRPJ = 15% de alíquota direta sobre o lucro líquido contábil ajustado Código do darf:

3373 – para apuração TRIMESTRAL – vencimento: último dia útil do encerramento do

trimestre;

5993 – para apuração por estimativa mensal (balanço anual) – vencimento: último dia

útil do mês seguinte ao mês de apuração.

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CSLL = 9,00% de alíquota direta sobre o lucro líquido contábil ajustado Código do darf:

6012 – para apuração TRIMESTRAL - – vencimento: ultimo dia útil do encerramento

do trimestre;

2484 – para apuração por estimativa mensal (balanço anual) – vencimento: ultimo dia

útil do mês seguinte ao mês de apuração.

PIS - MENSAL = 1,65% modalidade não cumulativa do imposto – código darf 6912

– vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador - 1,65% do faturamento bruto

mensal deduzido a mesma alíquota (1,65%) sobre as despesas e custos da empresa,

comprovados mediante notas fiscais de aquisição de produtos e serviços.

COFINS MENSAL = 7,60% modalidade não cumulativa do imposto – código darf 5856

– vencimento dia 20 do mês seguinte ao fato gerador - 7,6% do faturamento bruto

mensal deduzido a mesma alíquota (7,6%) sobre as despesas e custos da empresa,

comprovados mediante notas fiscais de aquisição de produtos e serviços.

RECEITAS FINANCEIRAS – PIS E COFINS Os Decretos nºs 5.164/2004 e 5.442/2005 reduziram a 0 (zero) as alíquotas da Contri- buição para o PIS/PASEP e da COFINS incidentes sobre as receitas financeiras , inclu- sive decorrentes de operações realizadas para fins de hedge, auferidas pelas pessoas jurídicas sujeitas à incidência não-cumulativa das referidas contribuições, ainda que somente sobre partes de suas receitas.

O benefício não alcança as receitas financeiras oriundas de juros sobre capital próprio.

As pessoas jurídicas não incluídas na incidência não-cumulativa (LUCRO PRE- SUMIDO) das contribuições devem continuar tributando as receitas financeiras às alí- quotas normais de 0,65% (sessenta e cinco centésimos por cento) para o PIS/PASEP e de 3% (três por cento) para a COFINS.

PIS E COFINS NÃO CUMULATIVOS – CRÉDITOS APROPRIÁVEIS Dos valores de Contribuição para o PIS/PASEP e COFINS apurados, a pessoa jurídica submetida à incidência não-cumulativa poderá descontar créditos, calculados medi- ante a aplicação das alíquotas de 7,6% (sete inteiros e seis décimos por cento) (CO- FINS) e 1,65% (um inteiro e sessenta e cinco centésimos por cento) (Contribuição para o PIS/PASEP) sobre os valores:

I - das aquisições de bens para revenda efetuadas no mês;

II - das aquisições, efetuadas no mês, de bens e serviços utilizados como insumos na fabricação de produtos destinados à venda ou na prestação de serviços, in- clusive combustíveis e lubrificantes;

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III

- dos bens recebidos em devolução, no mês, cuja receita de venda tenha inte-

grado o faturamento do mês ou de mês anterior, e tenha sido tributada no re- gime de incidência não-cumulativa;

O crédito será determinado mediante a aplicação das alíquotas incidentes na venda sobre o valor
O crédito será determinado mediante a aplicação das alíquotas incidentes na
venda sobre o valor ou unidade de medida, conforme o caso, dos produtos rece-
bidos em devolução no mês.

IV

a)

b)

- das despesas e custos incorridos no mês, relativos:

à energia elétrica consumida nos estabelecimentos da pessoa jurídica;

a aluguéis de prédios, máquinas e equipamentos, utilizados nas atividades da empresa;

vedado o crédito relativo a aluguel de bens que já tenham integrado o pat- rimônio
vedado o crédito relativo a aluguel de bens que já tenham integrado o pat-
rimônio da pessoa jurídica.
É

c)

a contraprestação de operações de arrendamento mercantil pagas a pessoa jurídica, exceto quando esta for optante pelo SIMPLES;

vedado o crédito relativo à contraprestação de arrendamento mercantil de bens que já tenham integrado
vedado o crédito relativo à contraprestação de arrendamento mercantil de
bens que já tenham integrado o patrimônio da pessoa jurídica.
É

d)

armazenagem de mercadoria e frete na operação de venda, nos casos dos nºs I

e II, quando o ônus for suportado pelo vendedor;

V - dos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês, relativos a má- quinas, equipamentos e outros bens incorporados ao ativo imobilizado adquiri- dos a partir de 1º de maio de 2004, ou fabricados, a partir de 1º de dezembro de 2005, para locação a terceiros ou para utilização na produção de bens destina- dos à venda, ou na prestação de serviços (Art. 31 da Lei nº. 10.865/2004 e art. 43 da Lei nº 11.196/2005);

VI

- dos encargos de depreciação e amortização, incorridos no mês, relativos a

edificações e benfeitorias em imóveis próprios ou de terceiros, adquiridas ou realizadas a partir de maio de 2004, utilizados nas atividades da empresa.

1) O direito ao desconto de créditos de que tratam os nºs V e VI
1) O direito ao desconto de créditos de que tratam os nºs V e VI não se aplica ao
valor decorrente da reavaliação de bens e direitos do ativo permanente.
2) É vedado tomar créditos sobre os encargos de depreciação acelerada incen-
tivada, a que se refere o art. 313 do Regulamento do Imposto de Renda - RIR de
1999 e na hipótese de aquisição de bens usados.

As vendas efetuadas com suspensão, isenção, alíquota 0 (zero) ou não-incidên- cia da Contribuição para o PIS/PASEP e da COFINS não impedem a manutenção, pelo

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vendedor, dos créditos vinculados a essas operações (Art. 17 da Lei nº 11.033/2004).

ADICIONAL DO IMPOSTO DE RENDA pessoa jurídica – somente no caso de opção pela tributação com base no LUCRO PRESUMIDO ou REAL.

Se a base de cálculo for maior que os R$ 60.000,00, no trimestre, as alíquotas acima sofrerão aumento de 10%, aplicáveis somente sobre a parcela que exceder esse teto trimestral ou proporcional, se for o caso. (veja que base de cálculo do imposto não é a receita bruta da empresa)

A parcela do lucro, apurado anualmente, que exceder a R$ 240.000,00 (duzen- tos e quarenta mil reais) sujeita-se à incidência de adicional de imposto de renda à alíquota de dez por cento. Este limite será igual a R$ 20.000,00 (vinte mil reais) multi- plicado pelo número de meses do período de apuração, quando este for inferior a doze meses.

COMO APURAR A BASE DE CÁLCULO DO IRPJ

Exemplo: empresa comercial tributada com base no LUCRO PRESUMIDO:

Receita bruta do trimestre ou período R$ 200.000,00 x 8% (percentual de presunção de lucro para sua atividade) = R$ 16.000,00 = base de cálculo do IRPJ.

LIMITES PROPORCIONAIS

Os limites proporcionais são os seguintes:

 

1 mês

20.000,00

2

meses

40.000,00

3

meses

60.000,00

4

meses

80.000,00

5

meses

100.000,00

6

meses

120.000,00

3

meses

140.000,00

4

meses

160.000,00

9

meses

180.000,00

10

meses

200.000,00

11

meses

220.000,00

12

meses

240.000,00

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BASE DE CÁLCULO

Para a determinação da base de cálculo do adicional, inclusive para o cálculo do limite proporcional, a pessoa jurídica deverá acrescer, à base de cálculo do impos- to, os rendimentos e ganhos líquidos produzidos por aplicação financeira de renda fixa e de renda variável, quando submetidos à incidência na fonte ou aos recolhimentos mensais previstos em regras específicas de tributação a que estão sujeitos, bem como os juros sobre o capital próprio auferidos a que se refere o artigo 9º da Lei nº 9.249/95.

EXEMPLOS DE CÁLCULO DO IRPJ 1) - Lucro Real ou Presumido Trimestral Alíquota normal de 15% sobre o total; (+) adicional de 10% sobre a parcela do lucro real ou base de cálculo do lucro pre- sumido/arbitrado que ultrapassar a R$ 60.0000,00 no trimestre;

Exemplo 1:

Lucro Real, Presumido ou Arbitrado Trimestral.

R$ 100.000,00

Cálculo:

Alíquota normal de 15% sobre 100.000,00

15.000,00

Adicional de 10% sobre 40.000,00 (100.000 - 60.000)

4.000,00

IRPJ devido no mês

19.000,00

2) - Lucro Real Anual Alíquota normal de 15% sobre o total do lucro real; (+) adicional de 10% sobre a parcela do lucro real anual que ultrapassar R$ 240.000,00

Exemplo 2:

Lucro Real Anual

R$ 1000.000,00

Cálculo:

Alíquota normal de 15% sobre 1000.000,00

150.000,00

Adicional de 10% sobre 760.000,00 (1000.000 - 240.000)

76.000,00

IRPJ devido no ano

226.000,00

3) - Estimativa Mensal Calculada Sobre o Lucro Real do Período em Curso, (suspensão ou redução) Alíquota normal de 15% sobre o total do lucro real do período; (+) adicional de 10% sobre a parcela do lucro real do período em curso que exceder a R$ 20.000,00 vezes o número de meses do período;

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

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Exemplo 3:

Lucro Real do Período em Curso (JAN a AGO)

R$ 250.000,00

Cálculo:

Alíquota normal de 15% sobre 250.000,00

37.500,00

Adicional de 10% sobre 90.000,00 (250.000 – 160.000)

9.000,00

IRPJ devido no ano

46.500,00

4) - Estimativa Mensal Calculada Sobre a Receita Bruta. (art. 228 do RIR/99) Alíquota normal de 15% sobre o total da base de cálculo mensal; (+) adicional de 10% sobre a base de cálculo mensal da estimativa que ultrapassar a R$ 20.000,00.

O adicional incide apenas, unicamente e exclusivamente sobre o IRPJ, não hav- endo nenhuma forma
O adicional incide apenas, unicamente e exclusivamente sobre o IRPJ, não hav-
endo nenhuma forma de adicional da CSLL, PIS/PASEP ou COFINS.

O recolhimento do adicional do IRPJ deve ser feito através do mesmo DARF do IRPJ normal utilizando o mesmo código do DARF sempre na mesma data de venci- mento do IRPJ da pessoa jurídica

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3.2. - TRIBUTAÇÃO ESTADUAL

INCIDÊNCIA, BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTA. SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO ICMS, NÃO HAVENDO DÉBITOS NAS SAÍDAS.

Atualmente, a Legislação vigente estabelece a aplicação do sistema de recolhi- mento do ICMS por substituição tributária nas Operações com Combustíveis, cigarros, bebidas, refrigerantes e outros.

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3.3. - TRIBUTAÇÃO MUNICIPAL

ISS (somente para prestadoras de serviços): conforme Lei Complementar 116/2003 o ISS pode variar de 2% à 5% - recomenda-se obter a tabela de serviços em cada município, junto ao Setor de Arrecadação.

O QUE NÃO CABE Á ATIVIDADE DE REVENDA DE GÁS

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3.4. - REGRAS TRABALHISTAS

Para o cálculo dos custos da mão-de-obra, é necessário se determinar quais as incidências sociais (INSS, FGTS) e trabalhistas (provisão de férias, 13º salário e Des- canso Semanal Remunerado - DSR) sobre os valores das remunerações pagas.

Assim sendo, nos cálculos apresentados estão apenas os quesitos básicos rel- ativos ás férias, 13º salário, DSR e encargos sociais - FGTS e INSS. Para obter o valor real, acrescente-se o Vale Transporte e as médias de incidência de aviso prévio, auxí- lio afastamento por doença ou acidente e indenização de aviso prévio.

ESTATÍSTICAS POR EMPRESA

O aviso prévio (indenizado) não está incluso nas planilhas de cálculo apresen-

tadas, porque para se calcular o valor exato (ou estimado) é necessário saber qual o “índice de rotatividade” da empresa.

Por exemplo: se a média dos empregados da empresa permanecem 20 meses, então o índice de rotatividade/ano é 12/20 = 60%. Então a “previsão de indenização” mensal seria de 60% dividido por 12 = 5% + encargos sociais e trabalhistas.

Quanto ao auxílio-doença, é a mesma sistemática, ou seja, é necessário que cada empresa saiba quantos dias/ano/empregado foram pagos, para calcular, esta- tisticamente, qual a sua previsão mensal.

Exemplo:

No ano de 2.006 a empresa pagou um total de 400 dias de atestados/auxílio doença/afastamentos, num total desembolsado de R$ 14.800,00 no ano, a este título. A empresa teve 200 funcionários que trabalharam no ano de 2.007 (tanto admitidos quanto demitidos e aqueles que permaneceram na empresa).

O total da folha de pagamento salarial do ano de 2.007 foi de R$ 1.530.000,00.

Então o “índice” de atestados foi de R$ 14.800,00 dividido por R$ 1.530.000,00 igual a 0,96732% sobre a folha. Acrescer a este índice os respectivos encargos sociais e tra-

balhistas.

1ª SITUAÇÃO - EMPRESA OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL CÁLCULO SOBRE UM SALÁRIO DE MENSALISTA

13º salário

 

8,33%

Férias

 

11,11%

INSS

0,00%

 
TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

SAT

0,00%

 

Sal.Educação

0,00%

 

INCRA/SEST/SEBRAE/SENAT

0,00%

 

FGTS

8,00%

 

FGTS/Rescisão (a partir de 1.1.2001)

4,00%

 

Total Previdenciário

 

12,00%

Previdenciário s/13º e Férias

 

2,33%

SOMA BÁSICO

 

33,78%

Conclusão: sobre um salário de mensalista de R$ 1.000,00, uma empresa op- tante pelo Simples Nacional terá um custo mínimo de encargos de R$ 337,80, totali- zando o custo total de mão-de-obra para este salário de R$ 1.337,80.

2ª SITUAÇÃO - EMPRESA OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL CÁLCULO SOBRE UM SALÁRIO/HORA

Nesta situação, o custo percentual deve ser acrescido do Descanso Semanal Remunerado (DSR), e pode ser calculado como segue:

13º salário

 

9,75%

Férias

 

13,00%

DSR - Descanso Semanal Remunerado

 

16,99%

INSS

0,00%

 

SAT

0,00%

 

Sal.Educação

0,00%

 

INCRA/SEST/SEBRAE/SENAT

0,00%

 

FGTS

8,00%

 

FGTS/Rescisão (a partir de 1.1.2001)

4,00%

 

Total Previdenciário

 

12,00%

Previdenciário s/13º/Férias/DSR

 

4,77%

SOMA BÁSICO

 

56,50%

Conclusão: sobre um salário/hora de R$ 5,00, uma empresa optante pelo Sim- ples Nacional terá um custo mínimo de encargos de R$ 2,825/hora, totalizando o custo total de mão-de-obra para esta hora de R$ 7,825.

3ª SITUAÇÃO - EMPRESA NÃO OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL CÁLCULO SOBRE UM SALÁRIO DE MENSALISTA

13º salário

8,33%

Férias

11,11%

Editora Conjural Consultoria : Fone (41) 3552-1095 / Fax (41) 3642-4635 www.conjural.com.br

13 | PÁGINA

11,11% Editora Conjural Consultoria : Fone (41) 3552-1095 / Fax (41) 3642-4635 www.conjural.com.br 13 | PÁGINA
TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

INSS

20,00%

 

SAT/até

3,00%

 

Sal.Educação

2,50%

 

INCRA/SENAI/SESI/SEBRAE

3,30%

 

FGTS (a partir de 01.10.2001)

8,50%

 

FGTS/Resc. (a partir de 01.10.2001)

4,00%

 

Total Previdenciário

 

41,30%

Previdenciário s/13º e Férias

 

8,03%

SOMA BÁSICO

 

68,77%

Conclusão: sobre um salário de mensalista de R$ 1.000,00, uma empresa não optante pelo Simples Nacional terá um custo mínimo de encargos de R$ 687,70, totali- zando o custo total de mão-de-obra para este salário de R$ 1.687,70.

4ª SITUAÇÃO - EMPRESA NÃO OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL CÁLCULO SOBRE UM SALÁRIO/HORA

Nesta situação, o custo percentual deve ser acrescido do Descanso Semanal Remu- nerado (DSR), e pode ser calculado como segue:

13º salário

 

9,75%

Férias

 

13,00%

DSR - Descanso Semanal Remunerado

 

16,99%

INSS

20,00%

 

SAT/até

3,00%

 

Sal.Educação

2,50%

 

INCRA/SENAI/SESI/SEBRAE

3,30%

 

FGTS (a partir de 01.10.2001)

8,50%

 

FGTS/Resc. (a partir de 01.10.2001)

4,00%

 

Total Previdenciário

 

41,30%

Previdenciário s/13º/Férias/DSR

 

16,41%

SOMA BÁSICO

 

97,45%

Conclusão: sobre um salário/hora de R$ 5,00, uma empresa não optante pelo Simples Nacional terá um custo mínimo de encargos de R$ 4,8725/hora, totalizando o custo total de mão-de-obra para esta hora de R$ 9,8725.

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

3.5. - REGRAS PREVIDENCIÁRIAS

1. SIMPLES NACIONAL

FGTS: sobre a folha de pagamento: 8% INSS: a contribuição ao INSS é calculada mediante a aplicação da correspondente

alíquota, de forma não cumulativa, sobre o seu salário-de-contribuição mensal dos colaboradores, de acordo com os seguintes valores:

até 868,29

7,65%

de 868,30 a 1.140,00

8,65%

de 1.140,01 a 1.447,14

9,00%

de 1.447,15 a 2.894,28

11,00%

Os sócios (contribuinte individual) contribuem com 11% sobre o valor auferido no mês. É importante ressaltar que deverá ser respeitado o valor mínimo (piso) de um salário mínimo vigente.

2. SE A EMPRESA NÃO FOR OPTANTE PELO SIMPLES NACIONAL, HAVERÁ DUAS FOR-

MAS DE OPÇÃO, UMA ATRAVÉS DO LUCRO REAL E OUTRA DO LUCRO PRESUMIDO.

FGTS: 8% sobre a remuneração do empregado. INSS: a contribuição ao INSS é calculada sobre a parte patronal e a parte do em- pregado Contribuição previdenciária patronal, em regra, é de:

- 20% referente à contribuição previdenciária patronal sobre o total da folha de paga- mento, inclusive pró-labore;

- 5,8% (Sal. Educação + Incra + Senai + Sesi + Sebrae) ALERTA CONJURAL: Essa é a

regra geral, mas as alíquotas variam conforme o código FPAS da empresa;

- de 1% a 3% sobre o total das remunerações pagas a título de salário, referente ao

Seguro de Acidente de trabalho (SAT) (o percentual varia em função do grau de risco da atividade exercida pela empresa).

Contribuição previdenciária do empregado é de:

- a contribuição destes segurados é calculada mediante a aplicação da correspon-

dente alíquota, de forma não cumulativa, sobre o seu salário-de-contribuição mensal, de acordo com os seguintes valores:

Até 868,29

7,65%

de 868,30 a 1.140,00

8,65%

de 1.140,01 a 1.447,14

9,00%

de 1.447,15 a 2.894,28

11,00%

Os sócios (contribuinte individual) contribuem com 11% sobre o valor auferido no mês. É importante ressaltar que deverá ser respeitado o valor mínimo (piso) de um salário mínimo vigente.

Apurar-se-á a soma de todos os valores da contribuição previdenciária patronal e do empregado para
Apurar-se-á a soma de todos os valores da contribuição previdenciária patronal
e do empregado para recolhimento na guia GPS até o dia 10 do mês seguinte ao
mês de competência, devendo o recolhimento ser antecipado caso caia em dia
não útil.
TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

3.6. - IMPOSTOS RETIDOS

Na atividade de revenda de combustíveis e lubrificantes, ainda com prestação de serviços em geral como lavagem, lubrificação, borracharia e outros não há incidên- cia de retenção na fonte na fonte de impostos ou contribuições.

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

3.8. - COMENTÁRIOS GERAIS SOBRE A ATIVIDADE

A atividade deverá sempre ser exercida na modalidade de pessoa jurídica, quer

como empresário individual ou por sociedade empresária limitada.

Se pessoa jurídica esta poderá ser constituída na forma jurídica de EMPRESÁRIO INDIVIDUAL ou SOCIEDADE EMPRESÁRIA LIMITADA.

Registro do ato constitutivo na respectiva JUNTA COMERCIAL do estado de ori- gem da empresa. Regime tributário Indicado:

1º Simples Nacional (a partir de julho de 2007); 2º Lucro Presumido, POR SER CONSIDERADO MUITO VANTAJOSO.

REGISTROS ESPECÍFICOS E OBRIGATÓRIOS DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA:

• CNPJ (com descrição de venda de GLP)

• Contrato Social (com descrição de venda de GLP)

• Inscrição Estadual (com descrição de venda de GLP)

• Alvará da Firma (com descrição de venda de GLP)

• Comprovante do Estabelecimento (água, luz ou telefone)

• Identidade e CPF do Proprietário - Registro do Imóvel. Em caso de imóvel aluga- do,

• contrato de locação. - Licença do Corpo de Bombeiros

• Ficha cadastro da ANP

ESTRUTURA FÍSICA:

É necessário que interessado tenha espaço físico que comporte a área de ar- mazenamento de vasilhames conforme a CLASSE de atuação da revenda.

Cada classe equivale ao armazenamento máximo do número de vasilhames que serão responsáveis pelo giro do produto na revenda. Classe I: até 40 botijas (área mínima de 5x5m) Classe II: até 120 botijas (área mínima 8x10m) Classe III: até 480 botijas Classe IV: até 1.920 botijas Classe V: até 3.840 botijas

• A área de armazenamento de cada classe possui distanciamento mínimos de escolas, hospitais, igrejas e outros de grandes aglomerações de pessoas;

• De acordo com cada classe, é necessário a instalação de extintores, balança e

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

detector de gás;

• Também há distanciamento mínimo de vias públicas;

• É permitida a sua instalação em Postos de Combustíveis Automotivos;

• O armazenamento e a comercialização do GLP é regido pelas normas de segu- rança e fiscalizado pela ANP (Agência Nacional de Petróleo e Biocombustíveis):

Portaria 27/96 e Portaria 297/2003;

• Preços e rentabilidade de cada classe;

• Outros investimentos.

Certifique-se de que todas as determinações obrigatórias para o setor de re- venda de combustíveis estão sendo cumpridas

1. REGISTROS OBRIGATÓRIOS

• ANP - Agência Nacional do Petróleo para comércio de combustíveis automotivos (validade: verificar com a ANP a cada 3 meses);

• ANP Agência Nacional do Petróleo para comércio de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP);

• IBAMA - Cadastro de Empresas com Atividades Potencialmente Poluidoras;

• Ministério da Fazenda - CNPJ;

• Secretaria de Estado da Fazenda - Inscrição Estadual;

• Alvará da Prefeitura Municipal (validade: conforme a prefeitura local);

• INSS

• Alvará do Corpo de Bombeiros - (validade: de 2 a 3 anos).

2. EQUIPAMENTOS OBRIGATÓRIOS

• 1 (uma) proveta de 100ml;

• 1 (uma) proveta de 1000ml;

• 1 (um) densímetro para derivados de petróleo, escala de densidade 0,700/0,750 g/ml, de fácil visualização (mínimo 50cmx70cm);

• 1 (um) densímetro para derivados de petróleo de 0,750/0,800 g/ml;

• 1 (um) densímetro para derivados de petróleo de 0,800/0,850 g/ml;

• 1 (um) densímetro para derivados de petróleo de 0,850/0,900 g/ml;

• 1 (um) densímetro específico para álcool etílico e suas misturas com água de 0,750/0,800 g/ml;

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

1 (um) densímetro específico para álcool etílico e suas misturas com água de 0,800/0,850 g/ml;

1 (uma) tabela de conversão de densidade para derivados de petróleo;

1 (uma) tabela de conversão de densidade para álcool (teor alcoólico);

Solução aquosa de cloreto de sódio a 10% p/v (100g de sal para cada litro de água);

1 (um) termômetro para derivados de petróleo 5Co/+50Co;

Termodensímetro nas bombas de AEHC;

Medida de volume padrão de 20 litros aferida anualmente pelo Inmetro;

Régua medidora ou equipamento metrológico para tanques.

3. PLACAS OBRIGATÓRIAS

• Proibido fumar na Pista de Abastecimento;

• Proibido o uso de celular na Pista de Abastecimento;

• Periculosidade/nocividade dos produtos nas bombas;

• Tipo de combustível nas bombas (comum, aditivada, premium, podium);

• Placa de preços na entrada do Posto (mínimo 0,95mxl,80m);

• Placa de Identificação do Posto de fácil visualização (mínimo 50cmx70cm);

• Placa informativa com o número de registro do aditivo junto à ANP e a descrição dos benefícios do combustível aditivado.

4. HORÁRIO OBRIGATÓRIO DE FUNCIONAMENTO

• No mínimo de segunda à sábado das 6h às 20h, ou em outro horário que vier a ser estabelecido pela ANP;

• 24 Horas;

-

• Funcionar na localidade em que se realizar eleição Municipal, Estadual ou Federal, independentemente do dia da semana.

5. IMPOSTOS OBRIGATÓRIOS

• Imposto de Renda Pessoa Jurídica;

• ICMS;

• COFINS;

• PIS;

O ICMS, o PIS e a COFINS são pagos pelo posto, antecipadamente, através de substituição
O ICMS, o PIS e a COFINS são pagos pelo posto, antecipadamente, através de
substituição tributária.
TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

TRIBUTAÇÃO DAS ATIVIDADES

6. OUTRAS OBRIGATORIEDADES

• Vender exclusivamente através das bombas;

• Não entregar combustível no domicílio do consumidor;

• Não alienar, emprestar ou permutar combustíveis;

• Destinar o óleo queimado somente às indústrias de refino cadastradas na ANP;

• Efetuar análises de qualidade dos produtos;

• Preencher diariamente o Livro de Movimentação de Combustíveis (LMC);

• Coletar amostra testemunha de cada compartimento do caminhão-tanque que contenha o combustível a ser recebido, mantendo sempre as duas últimas;

• Preencher o registro de análise de qualidade, conforme a Portaria 248 da ANP;

• PCMSO (Plano de Controle Médico e Saúde Ocupacional);

• PPRA (Plano de Prevenção de Riscos Ambientais);

• PPP (Perfil Profissiográfico Previdenciário);

• ECF (Emissor de Cupom Fiscal);

• TEF (Transmissor Eletrônico de Fundos) - Venda com cartão;

• Extintores com prazo de validade, selo e lacre (teste hidrostático);

• Local do extintor deve estar sinalizado com setas e a carreta com pintura no solo.