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DIMENSIONAMENTO DE BACIAS DE RETENÇÃO DO ESCOAMENTO

DIMENSIONAMENTO DE BACIAS DE RETENÇÃO DO ESCOAMENTO H. MATA-LIMA 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA R URAL,

H. MATA-LIMA

1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO 2003

OBJECTIVO

OBJECTIVO Referir multifuncionalidade das a Bacias de Retenção do escoamento; Os critérios de dimensionamento; O

Referir

multifuncionalidade

das

a

Bacias de Retenção do escoamento; Os critérios de dimensionamento; O papel importante que assumem na gestão do escoamento (quantidade e qualidade), na bacia, evitando Picos superiores a capacidade das estruturas hidráulicas preexistentes.

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TÓPICOS A ABORDAR

TÓPICOS A ABORDAR Tipologias de Bacias de Retenção (Detenção?) do Escoamento; Método de “ Soil Conservation

Tipologias de Bacias de Retenção (Detenção?) do Escoamento; Método de “ Soil Conservation Service vs Método Racional; Métodos Expeditos de Cálculo do Volume da Bacia - Estudo Prévio; Modelo Numérico - Projecto de Execução; Dispositivos de Descarga; Estabilidade dos Taludes da Bacia.

1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO 2003

TIPOLOGIA

DE

BACIAS

DE

RETENÇÃO DO ESCOAMENTO

Bacia de Retenção Permanente (BRP);

DO ESCOAMENTO Bacia de Retenção Permanente (BRP); Bacia de Retenção Temporária (BRT); Seca BRT Húmida

Bacia de Retenção Temporária (BRT);

Seca BRT Húmida
Seca
BRT
Húmida
Bacia de Retenção Temporária (BRT); Seca BRT Húmida 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA R URAL, ISA,

1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO 2003

Bacias de Retenção em Série Bacias de Retenção em Paralelo Apresenta vantagens estratégicas 1º SIMPÓSIO
Bacias de Retenção em Série Bacias de Retenção em Paralelo
Bacias de Retenção
em Série
Bacias de Retenção
em Paralelo

Apresenta

vantagens

estratégicas

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EXEMPLOS DE BACIAS

Bacia seca de Liourat, Vitrolles. (Fonte: Manual do IEP)
Bacia seca de Liourat, Vitrolles.
(Fonte: Manual do IEP)
Bacia seca de Liourat, Vitrolles. (Fonte: Manual do IEP) Bacia seca de Chemin de Clères, Rouen,

Bacia seca de Chemin de Clères, Rouen, França

1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO 2003

Bacia junto a auto-estrada, impe rmeabilizada com geomembrana 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA R URAL,

Bacia junto a auto-estrada, impermeabilizada com geomembrana

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BACIAS HÚMIDAS

COM UM VOLUME DE ÁGUA PERMANENTE 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e
COM UM VOLUME DE ÁGUA PERMANENTE
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Parâmetros Eficiência de Remoção (%) Sólido suspenso total 50 - 70 Fósforo total 10 -
Parâmetros
Eficiência de
Remoção (%)
Sólido suspenso total
50
- 70
Fósforo total
10
- 20
Azoto total
(Nitrogen)
10
- 20
Zinco (Zinc)
30
- 60
Chumbo (Lead)
75
- 90
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14 NOVEMBRO 2003

EXEMPLO DE BACIA ENTERRADA

EXEMPLO DE BACIA ENTERRADA 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA R URAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO

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MÉTODOS DE CÁLCULO DE CAUDAIS Q =λ C CIA p f MÉTODO RACIONAL: adequado para
MÉTODOS DE CÁLCULO DE
CAUDAIS
Q
C CIA
p
f
MÉTODO RACIONAL: adequado
para o cálculo de caudal de ponta
instantâneo importante para o
dimensionamento de estruturas
hidráulicas urbanas.
(
P
− 0.2
S
)
2
R =
P
+ 0.8
S
25400
S =
− 254
C
N
MÉTODO DE SCS: i ) mais versátil
que o anterior; ii ) permitir estimar a
evolução do escoamento ao longo
do tempo ( hidrograma ); iii )
adequado para o cálculo de
2
. 083RA
Q =
p
t
volumes de armazenamento.
p
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CÁLCULO DO VOLUME DA BACIA

- Estudo - Prévio - Projecto de Execução -
-
Estudo
-
Prévio
-
Projecto de
Execução
-

MÉTODOS EXPEDITOS

método do Higrograma Triangular Simplificado (HTS);

método de Regressão de Pagan (RP);

método de Wycoff & Singh (WS); MODELO NUMÉRICO

método de Puls ou Level Pool Routing .

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MÉTODO DE HTS

1 V = t ( Q − Q ) b i o V - [m
1
V =
t
(
Q
Q
)
b
i
o
V
-
[m
3 ]
2
8
t
- [h]
t
=
t
t
= 0.67 t
b
p
p
c
3
Q
- [m 3 /s]
t c =t lag /0.6
L
- [m]
0.7
⎛ 1000
0.8
2.587 L
− 9 ⎞ ⎟
CN
t
=
lag
0.5
1900 i
SCS (1972); SCS (1986); USDA (1997)
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MÉTODO DE PAGAN CURVA DO MÉTODO DE PAGAM 4000 3500 3000 2500 2000 1500 1000
MÉTODO DE PAGAN
CURVA DO MÉTODO DE PAGAM
4000
3500
3000
2500
2000
1500
1000
SP = -2883,1Ln(Q o /Q i ) + 13408
500
Os dados ajustaram-se a curva logarítmica
0
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
Q o /Q i [%]
V
= ηSPQ
; η= 35.3107
max
i
cfs
m 3
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SP [ft 3 /cfs]
MÉTODO DE WYCOFF & SINGH 0.753 ⎛ Q ⎞ o 1.291 ⎜ 1 − ⎟
MÉTODO DE WYCOFF & SINGH
0.753
Q
o
1.291 ⎜ 1 −
V
Q
i
=
V
0.411
E
⎛ t ⎞
p
t
b
V
- volume a armazenar [in]
V E - volume do escoamento produzido [in]
Q
- caudal [cfs]
t - [h]
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MÉTODO NUMÉRICO

Baseia-se no princípio de conservação da massa ∂ V = − I O ∂ t
Baseia-se no princípio de conservação da massa
V = −
I
O
t
Faz-se um balanço de input e output da bacia
V - volume de armazenamento
I - caudal afluente ( inflow)
O - outflow ou caudal efluente (dado pela lei de vazão do
dispositivo de descarga)
Esquema de resolução numérica:
1) Desc. Soleira espessa
1.5
Q = CLH
2V
2V
i
+
1
i
+
O
=
I
+
I
+
− O
i
+
1
i
i
+
1
i
2) Orifício com saída livre
Δ
t
Δ
t
Q = CA
2gH
2V +
O objectivo é estudar a relação O vs
3) Combinação de 1 e 2
O
Δ
t
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CASO DE ESTUDO SINTÉTICO

QUADRO 1 – Características da bacia. Área Perímetro Comprimento da Altitudes Declive Curve number A
QUADRO 1 – Características da bacia.
Área
Perímetro
Comprimento da
Altitudes
Declive
Curve number
A
P
bacia
L
Máxima
Mínima
médio
CN
i
ha
km 2
km
m
m
m
m/m
[ - ]
51
0.51
21.1
1077
380
246
0.124
65
QUADRO 2 – Parâmetros a e b da curva I-D-F (Matos, 1987)
Período
de
Retorno,
T
10
20
50
100
(anos)
a
353.25
416.59
495.54
553.04
b
-0.634
-0.644
-0.653
-0.653
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RESULTADOS OBTIDOS Métodos Expeditos: HTS WYCOFF PAGAN 3,0 2,5 2,0 1,5 1,0 0,5 0,0 10
RESULTADOS OBTIDOS
Métodos Expeditos:
HTS
WYCOFF
PAGAN
3,0
2,5
2,0
1,5
1,0
0,5
0,0
10
20
50
100
Período de Retorno, T [anos]
Que período de retorno considerar???
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Volume, V [10 3 m 3 ]

Modelo Numérico

V de 1000 m 3 (T = 10 anos) Dimensões: Dispositivos de descarga
V de 1000 m 3 (T = 10 anos)
Dimensões:
Dispositivos de descarga

Profundidade = 1.20 m de coluna de água.

Taludes 1V:3H

Profundidade = 1.20 m de coluna de água. Taludes 1V:3H 1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA R

1º SIMPÓSIO NACIONAL DE ENGENHARIA RURAL, ISA, 13 e 14 NOVEMBRO 2003

RESULTADOS N í vel da água na bacia vs Descarga C ur va d e
RESULTADOS
N í vel da água na bacia vs
Descarga
C ur va d e A r maz enament o vs
Descarg a
4,0
3.0
3,5
2.5
3,0
2,5
2.0
2,0
1.5
1,5
1.0
1,0
0,5
0.5
0,0
0.0
0,00
2,38
3,60
4,82
6,05
7,29
8,55
10,42
12,80
0.00
0.20
0.31
0.39
0.45
0.51
0.56
1.20
2.33
2V/Δ T+O [m 3 /s]
Descarga [m 3 /s]
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Decarga da bacia [m 3 /s]

ESTABILIDADE DOS TALUDES DA BACIA

TALUDE PROTEGIDO COM TALUDE PROTEGIDO COM
TALUDE PROTEGIDO COM
TALUDE PROTEGIDO COM

VEGETAÇÃO - declive máximo de 1V:3H

ENROCAMENTO - declive máximo de 1V:2H

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RECOMENDAÇÕES FINAIS

Taludes com declive superior a
Taludes
com
declive
superior a

altura

3 m - avaliação de estabilidade

acentuado

e

geotécnica O comprimento (L) da bacia dever ser L > 2B Os métodos expeditos usados na fase de estudo prévio devem ser validados pelo modelo numérico - projecto de execução Deve considerar um factor de segurança de 1.2 para prevenir a acumulação de sedimentos ou

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