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DESENREDO Dori Caymme Introduo: D (1) (2) G/D (1) (2) D

D D Em Por toda ter_ra que passo me espanta tu_do que vejo A7 D A morte te_ce seu fio de vida fei_ta ao avesso D7 G A7 D O olhar que prende anda solto, o olhar que solta anda preso G/A G D/F# Em A7 D (intr.) Mas quando chego eu me enre_do nas tranas do teu desejo O mundo to_do marcado a ferro, fo_go e desprezo A vida o fi_o do tempo, a morte o fim _ do novelo O olhar que assusta anda morto, o olhar que avisa anda aceso Mas quando eu chego eu me perco nas tramas do teu segredo D , Minas, Minas G/A G D/F# hora de partir, eu (intr.)

Em A7 D (intr.) vou, vou me embora pra bem longe

A cera da vela queimando, o homem fazendo seu preo A morte que a vida anda armando, a vida que a morte anda tendo O olhar mais fraco anda afoito, o olhar mais forte, indefeso Mas quando eu chego eu me enrosco nas cordas do teu cabelo D , Minas, Minas G/A G D/F# hora de partir, eu

Em A7 D (intr.) vou, vou me embora pra bem longe