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ECONOMIA

Microeconomia: Ramo da ciência econômica que estuda o comportamento dos agentes


econômicos (unidades individuais) em relação ao mercado consumidores, empresas,
donos dos recursos de produção. Chamada também por teoria dos preços.
Exemplo: como as pessoas e as empresas se comportam quando ocorrem oscilações nos
preços.

Macroeconomia: Estuda o desempenho global, ou seja, a economia como um todo.


Produção de bens e serviços, taxas de inflação, taxas de desemprego, poupança,
consumo, investimentos e governo.
Exemplo: quais seriam as causas de um desemprego em massa.

- MICROECONOMIA

1) DEMANDA

Demanda ou procura é a quantidade de bens ou serviços que os agentes


econômicos estariam dispostos e aptos a consumir num determinado momento, num
determinado mercado por diferentes fatores determinantes. Para se estudar a influência
dessas variáveis utiliza-se a hipótese do coeteris paribus, ou seja, considera-se cada
uma delas afetando separadamente as decisões do consumidor.

1. Agentes econômicos: famílias, empresas e governo;

2. Requisitos básicos da demanda:

- Disposição: ter vontade, querer;

- Aptidão: ter aptidão de compra, poder comprar.

Se esses dois requisitos estiverem presentes (disposição e aptidão), temos uma


demanda real ou efetiva. Se, no máximo, um desses requisitos estiver presente, temos,
então, uma demanda potencial.

3. Fatores determinantes da demanda:

• Se a renda dos consumidores aumenta e a demanda do produto também, temos


um bem normal;
• Bem inferior, cuja demanda varia em sentido inverso às variações da renda;
exemplo se o consumidor ficar mais rico, diminuirá o consumo de carne de
segunda, e aumentará o consumo da carne de primeira;
• Bens de consumo saciado, quando a demanda do bem, quase não é influenciada
pela renda dos consumidores (arroz, farinha, sal, etc.), muitas vezes ocorre a
diminuição do consumo deste tipo de bem, devido ao aumento da renda;
• Bens substitutos, quando há uma relação direta entre o preço de um bem e a
quantidade de outro. Exemplo: um aumento no preço da carne deve elevar a
demanda de peixe;
• Bens complementares: São bens que podem ser utilizados em conjunto ou que
ficam melhores utilizados. Ex: Se aumentar o preço da impressora e a
quantidade demandada de cartuchos diminuir é porque a impressora e o cartucho
são complementares no consumo;
• Gosto;
• Preferência;
• Propaganda;
• Número de consumidores – Status.

Lei Geral da Demanda

Há uma relação inversamente proporcional entre a quantidade procurada e o


preço do bem. Quanto mais caro, menos se compra. É a chamada Lei Geral da
Demanda. Essa relação pode ser observada a partir dos conceitos de escala de procura,
curva de procura ou função demanda.

A relação preço/quantidade procurada pode ser representada por uma escala de


procura, conforme apresentada a seguir:

Alternativa de preço ($) Quantidade Demandada


1,00 12.000
3,00 8.000
6,00 4.000
8,00 3.000
10,00 2.000

A curva da demanda é negativamente inclinada devido ao efeito conjunto de


dois fatores: o efeito substituição e o efeito renda. Se o preço de um bem aumenta, a
queda da quantidade demanda será provocada por esses dois efeitos somados:

a) Efeito substituição: se um bem possui um substituto, ou seja, outro bem similar que
satisfaça a mesma necessidade, quando seu preço aumenta, o consumidor passa
adquirir o bem substituto, reduzindo assim sua demanda. Exemplo: Fósforo.

b) Efeito renda: quando aumenta o preço de um bem, o consumidor perde o poder


aquisitivo, e a demanda por esse produto diminui.

-
Curva da Demanda
Demanda individual: Representa as quantidades que cada indivíduo esta disposto a
consumir de um produto num dado período de tempo em função do nível de preços.

Demanda de mercado: Será determinada pela demanda individual. Representa o


comportamento de um grupo de consumidores diante dos movimentos de preços.

2) OFERTA

Oferta é a quantidade de bens e serviços que um ou mais agentes econômicos


estariam habilitados e interessados em colocar num certo momento, num certo mercado,
por diferentes fatores determinantes. Da mesma maneira que a demanda, a oferta
depende de vários fatores.

1. Fatores determinantes da oferta:

• Preço do bem;
• Preço dos fatores de produção;
• Tecnologia;
• Preço de outros bens relacionados (substitutos/complementares);
• Importação/exportação;
• Clima;
• Subsídios/impostos.

Lei Geral da Oferta

Diferentemente da função demanda, a função de oferta mostra uma correlação


direta entre a quantidade ofertada e nível de preços. É a chamada Lei Geral da Oferta.
Podemos expressar uma escala de oferta de um bem X, ou seja, dada uma série de
preços, quais seriam as quantidades ofertadas a cada preço:

Preço ( $ ) Quantidade Ofertada

1,00 1.000
3,00 5.000
6,00 9.000
8,00 11.000
10,00 13.000

Tal como destacamos ao falar da demanda, a oferta não pode ser considerada
uma quantidade fixa, mas apenas uma relação entre a quantidade oferecida e o preço, o
qual dita a quantidade no mercado.
A tabela e a curva crescente de oferta mostram como a quantidade oferecida
aumenta junto com o preço, refletindo o comportamento dos produtores.
- Curva da Oferta

3) EQUILÍBRIO DE MERCADO

A interação das curvas de demanda e de oferta determina o preço e a quantidade


de equilíbrio de um bem ou serviço em um dado mercado. Veja o quadro a seguir
representativo da oferta e da demanda do bem X:

Preço Quantidade Situação de Mercado


Procurada Ofertada

1,00 11 1 Excesso de procura (escassez de oferta)


3,00 9 3 Excesso de procura (escassez de oferta)
6,00 6 6 Equilíbrio entre oferta e procura
8,00 4 8 Excesso de oferta (escassez de procura)
10,00 2 10 Excesso de oferta (escassez de procura)

Como se observa na tabela, existe equilíbrio entre oferta e demanda do bem X,


quando o preço é igual a 6,00 unidades monetárias.

- equilíbrio de mercado
Oferta individual: Representa as quantidades que um produtor esta disposto a oferecer
ao mercado. Será alterada por fatores como inovação tecnológica. Investimento em
tecnologia vai afetar a oferta de um produtor.

Oferta de mercado: Será determinada pelas curvas de oferta individuais. Representa o


comportamento dos produtores. A alteração nos preços levará a entrada ou saída de
produtores no mercado deslocando a curva de oferta de mercado.

4) RESUMO – DEMANDA, OFERTA E EQUILÍBRIO DE MERCADO

- O funcionamento de uma economia de mercado repousa num conjunto de regras, por


meio do qual se compram e vendem os bens produzidos.
- Em todo mercado que se utiliza do dinheiro, existem dois tipos de agentes bem
diferenciados: os compradores e os vendedores, O mercado é o lugar onde ambos os
agentes se põem em contato.
- O preço de um bem é sua relação de troca por dinheiro, isto é, o número de reais
necessários para obter, em troca, uma unidade do bem.
- A quantidade que os indivíduos demandam de um bem, em determinado momento,
depende fundamentalmente de seu preço. Quanto maior o preço de um bem, menor será
a quantidade que os indivíduos estarão dispostos a comprar. A demanda também
depende de outros fatores, tais como: os gostos ou preferências dos indivíduos, a renda
e os preços dos bens relacionados etc.
- A oferta mostra, para diferentes preços, as quantidades que os produtores estariam
dispostos a apresentar. Quando são baixos, os preços são suficientes apenas para cobrir
os custos de produção. Nesse caso, a oferta será reduzida. Conforme aumentam os
preços, cresce a quantidade oferecida.
- Preço de equilíbrio é aquele em que coincidem os planos dos demandantes e dos
ofertantes ou produtores.
- No sistema de economia de mercado, todos os bens e serviços e os fatores produtivos
têm seu preço. Os preços atuam como guia para que livremente se designem os recursos
produtivos e se resolvam os três problemas básicos: o que produzir?; como produzir?; e
para quem produzir?
- Ao fazer compras, os consumidores revelam suas preferências nos mercados. Isso
condiciona os produtores e, dessa forma, decide-se o que produzir. A concorrência entre
os produtores em busca do lucro determina como se deve produzir. A oferta e a
demanda no mercado de fatores produtivos determinam para quem se deve produzir.
- Na economia de mercado, o livre funcionamento dos preços, dos bens, serviços e
fatores produtivos resolve os problemas fundamentais.

Conceitos básicos

- Mercado: conjunto de compradores e vendedores de determinado bem e em


determinado espaço de tempo;
- Economia de mercado:
- Preço.
- Oferta (tabela e curva): unidades que os vendedores, no seu conjunto, estariam
dispostos a vender a cada preço possível;
- Oferta individual.
- Oferta de mercado.
- Demanda (tabela e curva): quantidade de um determinado bem, que os compradores,
estarão disponíveis para comprar, a cada novel de preço.
- Demanda individual.
- Demanda de mercado.
- Excesso de oferta.
- Excesso de demanda.
- Preço de equilíbrio.
- Quantidade de equilíbrio.
- Equilíbrio de mercado.

5) ELASTICIDADE

O conceito de elasticidade é usado para medir a reação das pessoas frente a


mudanças em variáveis econômicas.

a) Elasticidade-preço da demanda

A elasticidade-preço da demanda (Ed) mede a reação dos consumidores às


mudanças no preço. É o resultado da divisão entra a diferença entre a quantidade
demandada e a diferença entre as mudanças dos preços.

Elasticidade = Δ% Quantidade Demandada.


preço Quantidade
demanda ______________________________ x 100

Δ% do Preço
Preço
Determinantes:
• Necessidade x Luxo
• Disponibilidade de bens substitutos
• Definição no mercado
• Horizonte de tempo de análise

Demanda será mais elástica:


• Se o bem for de luxo
• Maior o horizonte de tempo de análise
• Maior quantidade de bens substitutos
• Mercado restrito

Inelástica: A quantidade de demandada não responde com muita intensidade a


alterações nos preços.
- EPd < 1
Elástica: A quantidade demandada responde com muita intensidade a alterações nos
preços.
- EPd > 1

Perfeitamente inelástica: A quantidade demandada não muda se houver alteração


nos preços.

Perfeitamente Elástica: A quantidade demandada muda infinitivamente com as


alterações nos preços.
Unitária: A quantidade demandada muda na mesma proporção em que o preço
se altera.
- EPd =
1

- Elasticidade e Receita Total

Receita total é a quantidade de dinheiro paga por compradores e recebidas por


vendedores após a venda de um bem, ou seja, o preço do bem vezes a quantidade
vendida daquele bem.
RT = P x Q.

b)
Elasticidade-renda da demanda

A elasticidade renda da demanda vai medir a variação na quantidade demandada


quando a renda varia. É o resultado da divisão entre a mudança percentual na
quantidade sobre a mudança percentual na renda.

Er = Δ% Quantidade Demandada
Δ% Renda do Consumidor

Tipos de Bens:

• Bens normais
• Bens inferiores
* Um aumento na renda dos indivíduos aumenta a quantidade demandada de bens
normais, mas diminui a de bens inferiores.
* Bens que consumidores consideram como necessários tendem a ter uma demanda
inelástica. Ex: comida, combustível, serviços de saúde.
* Bens que consumidores consideram como sendo de luxo ou supérfluos tendem a ter
uma demanda elástica. Ex: lanchas, casacos de pele, jóias.

c) Elasticidade preço da oferta

A elasticidade preço da oferta vai medir a variação da quantidade ofertada de um


bem muda devido a uma mudança no preço daquele bem.

Eo = Δ% Quantidade Ofertada
Δ% Preço do bem
Determinantes:

• Habilidade dos produtores de mudar de quantidade produzida de um


determinado bem. Ex: livros,automóveis oferta elástica; terreno a beira da praia
oferta inelástica.
• Tempo – a oferta é mais elástica no longo prazo.

Perfeitamente elástica: Es = infinito

Elástica: Eo >1

Unitária:
Eo = 1
Perfeitamente inelástica: Eo = 0

Inelástica: Eo < 1

6)
RESUMO

ELASTICIDADE

- A elasticidade-preço da demanda mede o quanto a quantidade demandada muda


devido a uma alteração nos preços.

- Se a curva de demanda é elástica, receita total cai quando preço aumenta.

- Se é inelástica, receita total aumenta quando aumenta o preço aumenta.

- A elasticidade-preço da oferta mede o quanto a quantidade ofertada muda devido a


uma alteração nos preços.

- Na maioria dos mercados, a oferta é mais elástica no longo do prazo do que no curto
prazo.

7) ESTRUTURAS DE MERCADO

As várias formas ou estruturas de mercados dependem fundamentalmente de três


características:
a) Número de empresas que compõe esse mercado;
b) Tipo do produto (se as empresas fabricam produtos idênticos ou diferenciados);
c) Se existem ou não barreiras ao acesso de novas empresas nesse mercado.

A maior parte dos modelos existentes pressupõe que as empresas maximizam o


lucro total, especificamente para o caso de estruturas oligopolistas de mercado, veremos
que existe uma teoria alternativa, que pressupõe que a empresa maximiza o mark-up,
que é margem entre a receita e os custos diretos (ou variáveis) de produção.

a) Concorrência pura ou perfeita

Mercado atomizado: mercado com infinitos vendedores e compradores (como átomos”),


de forma que um agente isolado não tem condições de afetar o preço de mercado.Assim,
o preço de mercado é um dado fixado para empresas e consumidores (são price-takers,
isto é, tomadores de preços pelo mercado)

Produtos Homogêneos: todas as firmas oferecem um produto semelhante, homogêneo.


Não há diferenças de embalagem, qualidade nesse mercado. Mobilidade de firmas: não
há barreiras para o ingresso de empresas no mercado.

Racionalidade: os empresários sempre maximizam lucro e os consumidores maximizam


satisfação ou utilidade derivada do consumo de um bem, ou seja, os agentes agem
racionalmente.

Transparência do mercado: consumidores e vendedores têm acesso a toda informação


relevante, sem custos, isto é, conhecem os preços, qualidade, os custos , as receitas e os
lucros dos concorrentes;

Obs.: Uma característica do mercado em concorrência perfeita é que, a longo prazo,


não existem lucros extras ou extraordinários (onde as receitas supram os custos), mas
apenas os chamados lucros normais, que representam a remuneração implícita do
empresário (seu custo de oportunidade, ou o que ele ganharia se aplicasse seu capital em
outra atividade.

b) Monopólio

- uma única empresa produtora do bem ou serviço;


- não há produtos substitutos próximos;
- existem barreiras à entrada de firmas concorrentes.

As barreiras de acesso podem ocorrer de várias formas:

- Monopólio puro ou natural = devido à alta escala de produção requerida, exigindo um


elevado montante de investimento. A empresa monopolística já está estabelecida em
grandes dimensões e tem condições de operar com baixos custos. Torna-se muito difícil
alguma empresa conseguir oferecer a um preço equivalente à firma monopolista;
- Patentes = direito único de produzir o bem.
- Controle de matérias-primas chaves = o controle das minas de bauxita pelas empresas
produtoras de alumínio. Monopólio estatal ou institucional, protegido pela legislação,
normalmente em setores estratégicos ou de infra-estrutura.

Obs.: Diferentemente da concorrência perfeita, como existem barreiras à entrada de


novas empresas, os lucros extraordinários devem persistir também a longo prazo em
mercados monopolizados.

c) Oligopólio

Definido de duas formas:

- pequeno nº. de empresas no setor. Ex. Indústria automobilística.


- ou um pequeno nº. de empresas domina um setor com muitas empresas. Ex.: Brahma e
Antártica.
Devido à existência de empresas dominantes, elas têm o poder de fixar os preços
de venda em seus termos, defrontando-se normalmente com demandas relativamente
inelásticas, em que os consumidores têm baixo poder de reação a alterações de preços.
No oligopólio, assim como no monopólio, há barreiras para a entrada de novas
empresas no setor.

Tipos de oligopólio:

- com produto homogêneo (alumínio, cimento);


- com produto diferenciado (automóveis).

Obs.: A longo prazo os lucros extraordinários permanecem, pois as barreiras à entrada


de novas firmas persistirão.

Formas de atuação das empresas:

- concorrem entre si, via guerra de preços ou de promoções (forma de atuação pouco
freqüente);
- formam cartéis (conluios, trustes). Cartel é uma organização (formal ou informal) de
produtores dentro de um setor, que determina a política para todas as empresas do
cartel. O cartel fixa preços e a repartição (cota) do mercado entre as empresas.

c) Concorrência monopolista

- muitas empresas, produzindo um dado bem ou serviço;


- cada empresa produz um produto diferenciado, mas com substitutos próximos;
- cada empresa tem um certo poder sobre os preços, dado que os produtos são
diferenciados, e o consumidor tem opções de escolha, de acordo com sua preferência.
Obs.: Como não existem barreiras para a entrada de firmas, a longo prazo há tendência
apenas para lucros normais (RT=CT), como em concorrência perfeita, ou seja, os
lucros extraordinários a curto prazo atraem novas firmas para o mercado, aumentando a
oferta do produto, até chegar-se a um ponto em que persistirão lucros normais, quando
então cessa a entrada de concorrentes.

d) Estruturas de mercado de fatores de produção


Concorrência Perfeita = existe uma oferta abundante do fator de produção (ex.: mão-de-
obra não especializada), o que torna o preço desse fator constante.

Monopsônio = Há somente um comprador para muitos vendedores dos serviços dos


insumos.

Oligopsônio = Existem poucos compradores que dominam o mercado para muitos


vendedores. Ex.: Indústria de laticínios.

Monopólio bilateral = Ocorre quando um monopsonista, na compra do fator de


produção, defronta-se com um monopolista na venda desse fator.

8) CUSTOS ECONÔMICOS

Custo total: é a soma do custo fixo com o custo variável.

Custo fixo médio: è o custo fixo dividido pelas quantidades. Quanto menor as
quantidades produzidas maior será esse custo.

Custo variável médio: é o custo variável dividido pelas quantidades. Apresenta


menores disparidades que o custo fixo médio.

Custo total médio: é o custo total dividido pelas quantidades. Primeiramente ele tende
a decrescer (economias crescentes), depois fica estável (economias constantes) e depois
tende a crescer (economias decrescentes).

Custo marginal: é o custo da empresa para produção de uma unidade adicional. Tende
a decrescer e depois crescer.

Custo de oportunidade: Representa, o sacrifício que se faz, em termos do que se deixa


de produzir, ao optarmos por uma dada produção. São custos implícitos, que não
envolvem desembolso. Também são chamados de alternativos, porque um empresário
ao invés de optar por produzir poderia estar direcionando esse dinheiro para aplicações
financeiras.

Custo contábil: Envolvem dispêndio monetário, é um custo explicito.

- ADAM SMITH (1723-1790)

Não acreditava na ordem natural dos negócios. Confiava no egoísmo natural dos
homens e na harmonia de seus interesses. Afirmava que todo esforço individual na
procura do melhor leva naturalmente à preferência pelo emprego mais vantajoso para a
sociedade. Adam Smith enfatizava o mercado como regulador da divisão do trabalho,
fazia distinção entre valor de uso e valor de troca e admitia que só neste último há
interesse econômico. Ele analisou a distribuição da renda entre salário, lucro e renda da
terra. Smith acreditava que a concorrência levaria ao desenvolvimento econômico e que
os benefícios dele decorrentes seriam partilhados por todos.
O Princípio da Mão Invisível é um princípio econômico enunciado em 1776 por
Adam Smith na sua obra "A Riqueza das Nações" e que sustenta que num mercado livre
em que cada agente econômico atua com vista apenas à persecução dos seus próprios
objetivos, é atingida uma situação eficiente que beneficia todos. O mecanismo de
mercado funciona assim como uma "mão invisível" que conduz os agentes econômicos
para uma situação ótima do ponte de vista da eficiência.

Tendo em conta este princípio, Adam Smith defendia a não intervenção do


Estado em questões econômicas ("laissez-faire") pois qualquer intervenção traria
certamente ineficiências. Este princípio apresenta, contudo, algumas limitações pois
apenas pode ser aplicado em situações de concorrência perfeita em que não se verificam
quaisquer falhas de mercado. De fato, falhas de mercado como as situações de
concorrência imperfeita ou a existência de externalidades ou mesmo a distribuição
eticamente injusta do rendimento, obrigam à intervenção do Estado de forma a corrigir
ou minimizar o impacto dessas falhas.

Principais Características das Estruturas Básicas de Mercado

Característica Concorrência Monopólio Oligopólio Concorrência


Perfeita Monopolista
1. Quanto ao Muito grande Só há uma empresa Pequeno Grande
número de
empresas
2. Quanto ao Homogêneo. Não há Não há substitutos Pode ser homogêneo Diferenciado
produto diferenças próximos ou diferenciado
3.Quanto ao Não há possibilidade As empresas têm Embora dificultado Pouca margem
controle das de manobras pelas grande poder para pela interdependência de manobra,
empresas sobre empresas manter preços entre as empresas, devido à
os preços relativamente estas tendem a existência de
elevados formar cartéis substitutos
próximo.
4.Quanto à Não é possível A empresa É intensa, sobretudo É intensa
concorrência Nem seria eficaz. geralmente recorre a quando há
extrapreço campanhas diferenciação do
institucionais produto.
5.Quanto as Não há barreiras Barreiras de acesso Barreiras de acesso Não há barreiras
condições de de novas empresas de novas empresas
ingresso no
mercado