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PATRIMÓNIO INDUSTRIAL EM PORTUGAL 2009 01


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Sobre o p-fólio

por João Mesquita - Terça, 29 Junho 2010, 00:26

Colegas,
Não sei se este é o lugar adequado, mas... aqui vai:
A minha relação com o ensino superior é provavelmente, parafraseando
uma expressão inglesa meio irónica, a mesma que Maomé tem com o
presunto. Por isso peço desculpa por ainda aqui andar a chatear quem
não tem obrigação nenhuma de me aturar...
Quem sabe se por cansaço, distracção ou muita peguiça no estudo,
talvez tenha respondido às perguntas com alguma falta de coerência
e articulação. Ou talvez esteja a ser apenas demasiado rigoroso comigo
mesmo.
Quanto à questão 4, não compreendi sequer a sua existência. Custou-me
responder-lhe, porque tenho memória de peixe de aquário mas também

por motivos epistemológicos relevantes : é suposto, no ensino


superior, apelar para a inteligência dos alunos (supondo
optimisticamente que a têm), a sua autonomia e a sua capacidade de
reflectir sobre - e resolver - problemas (se não complexos, pelo menos)
ÚTEIS.
Apetece perguntar se o ensino superior se destina a promover a nossa
endurance, obrigando a decorar isto, aquilo e mais isto durante três
anos, ao fim dos quais a nossa sobrevivência nos garante um diploma e
nos habilita a um trabalho bem remunerado algures.
Apetece também perguntar se era suposto respondermos a tal pergunta
copiando por colegas, fazendo cábulas ou, suspeitando de uma
armadilha num ponto denso e escuro da selva, decorarmos aquilo tudo -
ou ainda, quais garotinhas aplicadinhas de liceu, inventarmos uma
mnemónica!!!!
Seriam treze ou catorze (apetece dizer quatorze, em honra da multidão
de textos brasileiros, cheios de erros de concordância de numero e
género, que todos deveríamos ter lido) os elementos obrigatórios?
Seriam elementos do registo de pré-inventário ou do pré-registo de
inventário? Ter-nos-á servido para alguma coisa enumerá-los, contando
pelos dedos e recordando-os por uns voláteis cinco minutos, para além
de ganhar uns pontos numa dada avaliação? Quem saberá, deixada esta
UC para trás, o que é ou para que serve o "Identificador" ou a
"Designação"?
Caro professor:
Os anarquistas têm um slogan, ingénuo ou talvez idiota: «Paz aos
homens, guerra às instituições». Dado que é difícil separar as estruturas
e situações dos indivíduos que lhes dão corpo, é complicado combater
uma acção sem implicar um qualquer agente... Espero que não se sinta
visado, que encare este meu arrozoado pedante com desportivismo e
que, sobretudo, não coloque os colegas de anos vindouros na posição de
responder a questões como aquela que referi!
Imaginando que os alunos, por trabalho em demasia ou mesmo por
desinteresse, não irão debater os textos entre eles ou consigo, espero
que mesmo assim, perante o expectável silêncio geral, comente os
textos, dê orientações sobre o seu interesse ou propósito, nível de
detalhe que deve ser absorvido, necessidade de entender ou decorar,
repetição mais ou menos interessante do que já foi dito neste ou noutro
documento, etc., etc., etc.
Cumprimentos a todos e votos de um percurso académico compensador!
(Uma piada parva diz que o ensino superior serve para aumentar a nossa
religiosidade porque, a partir de dada altura todos, professores e
alunos, somos encontrados nos sítios mais estranhos a suspirar «Ai meu
Deus! Ai meu Deus!», de tão fartos que estamos. Espero que estes anos
a bulir, avaliando ou sendo avaliados, nos sirvam para coisas mais
interessantes...)
Responder

Re: Sobre o p-fólio


por Ana Silva - Quarta, 30 Junho 2010, 22:19

Caro professor e colegas,


Não pretendo "esgrimir" contra ou a favor de ninguém e até concordo
que às vezes a forma do João se exprimir, pode dar origem a mal
entendidos, por parte de quem o não conheça, mas permitam-me
salientar que admiro o facto de o joão ser um dos poucos, para não
dizer o unico, que tem a coragem de expressar "coisas" com as quais
quase todos concordamos mas que não temos a coragem de expôr,
perante todos (alunos e professores).
Este sistema de ensino é complicado (em algumas UC's mais do que
noutras), porque nos falta o "contacto directo" com o professor. Falo por
mim, mas estou certa que muitos concordam que nos faz falta o
contacto pessoal com os professores e se eles não forem comunicadores
de excelência ( e ninguém é perfeito) e não conseguirem estabelecer
esse elo de ligação com os alunos, ficaremos numa situação em que "se
vocês não dizem nada, eu também não digo" e a comunicação, o diálogo
e o aprofundamento e compreensão da matéria ficam comprometidos!
É um facto que 99% dos alunos que escolhem este tipo de ensino, têm a
vida complicadíssima e o tempo é sempre escasso! Também é um facto
que a certas UC's as pessoas discutem a matéria e "sentem" o apoio do
professor!
E mais não digo. Perdoem-me a intromissão, mas não gosto de
injustiças.
Mensagem superior | Editar | Apagar | Responder

Re: Sobre o p-fólio


por João Mesquita - Quarta, 30 Junho 2010, 20:44
Caro colega,
Compreendo perfeitamente a sua interpretação daquilo que eu disse.
Mas...
Gostava de lhe lembrar que alunos somo todos, o colega e eu...
Portanto, se digo que "os alunos não participaram" não estou, por
definição, a colocar-me de fora, não se trata de sacudir a água do
capote!!! Este ano participei pouquíssimo em tudo, ainda menos do que
no ano passado, e nem sequer o fiz por ter uma vida profissional ou
familiar muito complicada... Não participei porque não me lembrei, ou
porque não tive, bastantes vezes, tempo.
Como diz, e bem, quem diz o que quer sujeita-se a ouvir o que não
quer... Não me ocorreu chamar mentecapto a ninguém, foi uma "forma
de dizer" que passo a explicar: estava a apelar para que o professor
respeitasse a nossa inteligência mas, porque seria arrogante afirmar a
priori que a temos, coloquei o parêntesis por brincadeira... Mais uma
vez, alunos somos todos e eu nem menos nem mais do que os outros.
Quanto ao pedido para fazer um aviso claro e ruidoso aos, ou admoestar
os, colegas que aí vêm para o ano, tratou-se tão somente de não os
deixar distrair-se para serem depois, como eu fui, apanhados "com as
calças na mão". Não se tratou de pedir que o professor que desse
umas palmatoadas em meninos mal comportados: o meu pedido era
que o professor não ficasse de lado, a ver a banda passar, enquanto
ninguém participava, uma vez que, se ninguém participa, o professor
não dá feedback! Se o professor avisar: «Se vocês não falam eu também
não», todos ficam a saber com o que contam e, se precisarem de
esclarecimentos sobre este ou aquele texto, já sabem que é melhor
falarem, discutirem e insistirem.
Quanto à carta de Nizhny Tagil tem toda a razão, mas como eu já tinha
referido a questão dos elementos do KIT, não me apeteceu "bater mais
no ceguinho"... Ainda bem que achou os elementos do registo fáceis de
entender e não coisas para decorar, a cabeça de nós todos é diferente e
eu, para essas coisas tenho-a, pelos vistos, mais fraca do que a sua.
No essencial espero que me tenha compreendido agora, não estava a
criticar ninguém, muito menos os outros - dado que como o colega disse
e é evidente, não fiz nada de diferente desses mesmos "outros".
Estava a descrever uma situação da qual sou parte plena e exemplo
acabado. Diz que eu generalizei e que não o devia ter feito. Tem razão
até certo ponto: mas eu não conheço, nem estava a referir-me a,
pessoas em concreto - salvo obviamente a mim próprio - estava a falar
de uma situação geral, de um ponto de vista geral, pelo que não seria
possível dizer as coisas de outro modo. Se o colega não tivesse partido
do princípio de que eu, de forma arrogante ou hipócrita, estava a
criticarquem quer que fosse, teria entendido melhor a coisa. Mas fui eu
que me pus a jeito, por ter dito o que disse da forma que disse... Como
é costume dizer-se (claro que também é, no limite, uma generalização
abusiva), a culpa de não haver compreensão é sempre do emissor: eu
devia ter sido mais claro, devia ter cortado nos floreados e devia ter
evitado o uso de algumas expressões que, por serem fortes, se mal
entendidas poderiam ser (como foram) causa de ofensa ou indignação.
Agradeço o seu post, é sempre bom que as pessoas digam o que pensam!
No meu caso, por vezes é bom que alguém me chame a atenção quando
digo as coisas meio à toa, como se os outros tivessem a obrigação de me
entender... Peço desculpa pelo mal estar que lhe causei, e mais uma
vez lhe garanto que não me passou pela cabeça "atribuir as culpas" de
coisa nenhuma a nenhum colega, presente ou futuro, geral ou particular
!
Se voltarmos a falar por qualquer motivo, terei o cuidado de ser menos
leviano na forma de expressão para que o conteúdo da mensagem não
se perca...
Tudo de bom para si,
João Mesquita
Mensagem superior | Responder

Re: Sobre o p-fólio


por Paula Antunes - Quarta, 30 Junho 2010, 19:57

Colegas, depois de ler tudo de todos e não querendo ser políticamente


correcta (porque quem me conhece sabe que o não sou) devo dizer que
consigo compreender os 3. Também compreendo que assim de repente ,
ler de "chofre" isto ou qualquer outra coisa que o João escreva...vai
sempre descambar em interpretações menos positivas. Eu própria já
tive vontade de lhe bater (e eu tenho 1,50 m e ele p'raí um 1,80 m e
tal, vá riam) e só depois de o conhecer pessoalmente consegui perceber
quem é e como é o João Mesquita.
Ainda ontem em conversa pessoalmente lhe dizia isso mesmo(que nem
sempre será entendido). O próprio tem consciência disso.
Não venho aqui defender o João, nem atacar ninguém até porque como
já disse compreendo os vários pontos de vista. Venho só dizer que ele é
provavelmente dos melhores colegas que eu tenho (dos que conheço
pessoalmente, note-se) e que sim...nem sempre é fácil de entender e
que falando pessoalmente acho que não só eu , mas uma turma inteira
mudou de opinião acerca dele.
Talvez não tenha transmitido exactamente o que queria, mas acreditem
que no fundo ele não tinha intenção de visar os colegas, ou seja o "alvo"
prende-se mais com o método geral de ensino e nem sequer é
especificamente com esta unidade, nem com o professor.
A "coisa" escrita às vezes não soa bem...é verdade.

Colegas, não penso morrer tão cedo (pelo menos não me apetece), mas
já vou num belo testamento...não vos maço mais.
Votos de muitas felicidades e muito sucesso.

Paula

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Re: Sobre o p-fólio


por Isabel Fachada - Quarta, 30 Junho 2010, 09:43

Bom dia colegas,


Ontem quando li o comentário do colega João Mesquita, fiquei
estupefacta. Achei-o muito infeliz!
Pessoalmente, não tive tempo para andar nos "post" porque
trabalho, sou casada, tenho 2 filhos, além de viver uma situação grave
de doença com o meu filho. Sabe o que fiz nas horas livres ? Estudei!!
Por isso, concordo plenamente com as palavras do colega António Sousa.
Saudações académicas.
Isabel Fachada

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Re: Sobre o p-fólio


por António Sousa - Quarta, 30 Junho 2010, 01:20

Caro Colega, João Mesquita.


Há dias atrás e a propósito do seu outro post, com o título “p-fólio”, estive para
lhe lhe dirigir algumas palavras, mas quando já estava quase no fim da
mensagem, desisiti de o fazer optando por deixar as coisas como estavam!
E porque pensei responder-lhe anteriormente? Eu explico!
Porque não aceitei, nem aceito, aquela sua critica aos colegas de que “eles” não
participam nos fóruns, ao jeito do “sacudo a água do meu capote e sou visto
como aluno interessado”. No meu tempo, e tenho 46 anos, na escola, a este
género de critica/comportamente dávamos um nome… pouco simpático!
Senão vejamos, o que dizia o colega (dirigindo-se ao Professor):
“… a participação dos alunos foi quase nula e, sem essa participação, não foi
possível o feedback dos docentes...
“…pedia-lhe que, em relação aos colegas do ano que vem, fizesse um aviso
bem claro e ruidoso de que não é possível fazer esta UC decentemente indo só
de vez em quando ver o que se passa…”
“…Não seria um aluno minimamente sério se lhe pedisse que tivesse menos
rigor mas creio que lhe posso e devo pedir para admoestar os colegas do
próximo ano lectivo (…)
Isto revoltou-me! E sabe porquê?
Porque havendo colegas (poucos é certo, mas houve) que colocaram questões nos
“fóruns dos temas”, o colega João Mesquita, apenas participou nos fóruns
relativos aos e-fólio A, e-fólio B e p-fólio, ou seja, quando “a coisa apertou” …,
nunca me apercebi que tivesse colocado questões nos outros fóruns!
E mais, no fórum de apresentação, em 26 alunos que se apresentaram,
nenhum foi o colega João Mesquita! E tanto que o professor pediu que nos
apresentássemos.
Sabe, João, nem todos temos tempo ou acha que não gostaria de colocar questões
e vir debater os temas? A minha profissão não me dá! Não tenho “horas para
desfrutar” como muitos de vós certamente também não terão. Nunca janto antes
das 21H00, estou um bocado com os meus filhos, e depois estudo das 23H00 às
02H00 ou 03H00 e às 07H00 levanto-me, todos os dias! Tive 6 UC no 1º
semestre, todas por avaliação contínua, pois temia que se assim não fosse,
“adiava” o pegar nos livros e quando chegassem os exames, nada estava estudado
(o ano passado, com este sistema, fiz 5 + 5 e fi-las todas!) Mas este ano, no 1º
semestre, reprovei à “menos difícil” (Artes Decorativas em Portugal),
precisamente porque achando-a a mais acessível… descuidei-me! E mesmo agora
no recurso, temo ter voltado a desleixar-me, pois preocupei-me, demais com as
outras 5 do 2º semestre! Para além desta "pressão" também tive, pelo meio (em
Março), tive uma prova/concurso da minha vida profissional que me fez estudar
os Códigos Penal e de Processo Penal, Leis Orgânicas e legislação vária (que
nem imagina, quanta) prova essa, para a qual os meus colegas estavam preparar-
se desde Janeiro... e eu a dividir os serões, com o estudo das UC do 1º semestre!
Assim, como perceberá – e tendo eu o ano passado feito 10 UC em Avaliação
Contínua –, não lhe reconheço legitimidade para que me critique (e aos autros
que seguramente também têm as suas razões, ou mesmo que não) pelo facto de
não vir “discutir temas” que, acredito, seria mais proveitoso para mim e para os
outros, mas, e sobretudo, pelos visto, para si!
E porque resolvi escrever hoje?
1º - Porque neste seu post sobre o “p-fólio” de ontem, e a propósito do pedido
que faz para que o professor, no futuro, comente (!?) os textos que fornece, não
deixa de voltar “à carga” voltando a fazer um juízo de valor – desnecessário para
efeitos que visava (aquele pedido) – e aludindo aos colegas vindouros transmite a
ideia de que “é espectável, por motivos vários, não venham aos fóruns”. Depois
e de novo, com o seu “mau hábito” de tecer comentários a propósitos “dos
estudantes” (em geral), diz “(…)É suposto, no ensino superior, apelar para a
inteligência dos alunos (supondo optimisticamente que a têm)”. Eu até percebo
onde quereria chegar, mas depois daquela crítica reiterada, não pode dizê-lo!
Não pode escrever uma coisa destas!
Não pode referir-se aos outros assim!”
Está a chamar mentecaptos aos outros a que propósito?
Com que legitimidade?
Obviamente que sujeita-se a ouvir o que não quer! E que se calhar até nem
merece! Mas não acha, que depois de uma afirmação daquela é legítimo
perguntar-lhe “quem se julga ser para generalizar?” Percebe-me!?
2º - A segunda questão que me levou a escrever hoje, é relativa ao p-fólio e à
questão de fundo. Também neste assunto, penso que não tem a mínima razão no
quem refere! Efectivamente, para “quem percebeu “esta coisa” do
INVENTÁRIO” não precisou de decorar o que quer fosse! Bastou compreender!
E para compreender, bastaria p.ex., imaginar um edifício passível de ser
inventariado. A partir daí bastava indicar, desde logo, o óbvio “a CATEGORIA e
TIPO” (e estas seriam elementares) e depois interiorizando as seguintes respostas
“O Quê? (NOME) Onde? (LOCALIZAÇÃO) Como? (ACESSO) Quando?
(ÉPOCA DE CONSTRUÇÃO) Quem? (AUTOR / DATA) e depois era “fixar”
mais duas ou três (que hoje e, após uma correcção que, seguramente, já fez, já
fixou). É certo que eu não respondi a todas mas fi-lo (acho) que a sete, e só não
respondi a todas porque…, sinceramente, não me debrucei muito sobre isto, antes
tendo-me preocupado com outras coisas.
Razão teria o colega se tivesse centrado a sua “indignação” no facto de a
matéria incluir “definições várias” de Património Industrial e Arqueologia
Industrial”, p.ex., na Carta de Nizhny Tagil, no Kit do Património, nos textos de
José Amado Mendes, e de Manuel Vaz Guedes, na Convenção do Património
Mundial que a UNESCO adoptou, etc, ai sim, é questionável o termos que
“decorar” cada uma delas e não esquecer de quem é a versão que temos na
memória, já que são muito parecidas.
Aí sim, era de sugerir ao Professor, que em vez de pedir a definição “x” fosse
talvez "mais aceitavel" que pedisse “uma definição de P.I. ou A.I. – já que não
divergem muito – e que disséssemos "de quem era "a definição que
escolheramos" (para que soube o que sabiamos do que estavamos a falar, a que
texto estudados nos referiamos, etc).
Isto sim, julgo ser uma “sugestão plausível” ou “critica construtiva” ao contrário
da que fez, que desculpe-me a frontalidade, foi “bastante deselegante” e que “raia
um nível muito baixo”.
Sendo o colega um indivíduo, que se percebe, culto, é-lhe, também por isso,
exigido alguma contenção!
Votos dos maiores sucessos académicos.
António Sousa
(Est. 62586)

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