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Kay Sokolowsky - W h o the fuck is Alice

Kay Sokolowsky, 1963 geboren, lebt und arbeitet als Journalist in


Hamburg. Letzte Buchveröffentlichung (zusammen mit Jürgen
Roth): »Gauner, Schwindler, Lumpenhunde. Eine Geschichte des
Betrugs«, Leipzig 2000.

Edition
TIAMAT
Deutsche Erstveröffentlichung
Herausgeber:
Klaus Bittermann
1. Auflage: Berlin, 2000
© Verlag Klaus Bittermann
Grimmstr. 26 — 10967 Berlin
Druck und Bindung: Fuldaer Verlagsanstalt
Buchumschlag unter Verwendung eines Bildes von
F.W. Bernstein
ISBN: 3-89320-029-0
Kay Sokolowsky

Who the fuck is Alice

Was m a n wissen m u ß , u m
Alice Schwarzer
vergessen zu können

Critica
Diabolis
71

Edition
TIAMAT
INHALT

Vorwort
Eine Dame verschwindet - 7

7. Frenzy

Coming Home - 1 6
Air America - 1 8
G.I. J a n e - 22
H o w I w o n the war - 25

77. Der unsichtbare Dritte

A l l e s a g e n : I love y o u - 30
Was Sie schon i m m e r über Sex wissen wollten —
S c h a t t e n u n d N e b e l - 38
I n n e n l e b e n — 46
V e r b r e c h e n u n d a n d e r e K l e i n i g k e i t e n - 54
W a s gibt's N e u e s , P u s s y ? - 59
E i n e a n d e r e F r a u - 64

777. Endlich sind wir reich

D i a m a n t e n f i e b e r - 80
M a n lebt n u r z w e i m a l - 8 6
S a g n i e m a l s n i e - 95
L e b e n u n d s t e r b e n l a s s e n - 101

Nachwort
B e r ü c h t i g t o d e r : F a h r t z u r H ö l l e - 107

B i b l i o g r a p h i e - 125
Vorwort

Eine Dame verschwindet

Notwendige Bemerkungen zu Apo, Lärm und


diesem Buch
A l s p o l i t i s c h e B e w e g u n g ist, e i n g a n g s d e s 2 1 . J a h r h u n -
d e r t s , d e r F e m i n i s m u s n i c h t n u r t o t - es s c h e i n t sogar,
als h a b e e s i h n nie g e g e b e n . D i e F ä d e n d e r M a c h t , die
Instrumente der Unterdrückung ruhen so sicher in
m ä n n l i c h e r H a n d w i e v o r d r e i ß i g J a h r e n , als e i n e j u n g e
Journalistin namens Alice Schwarzer in Paris dem
» M o u v e m e n t de liberation des femmes« beitrat.
Kurz v o r m Millennium gehört der Bauch noch i m m e r
nicht den Frauen, sondern den Mullahs in R o m , Tübin-
gen und Teheran sowie »Pro familia«; weiterhin werden
Frauen schlechter bezahlt, seltener befördert, schneller
g e f e u e r t als M ä n n e r ; die P r o s t i t u t i o n e r n ä h r t m e h r
Zuhälter denn je; unverbrüchlich wird in Ehen erpreßt,
g e s c h l a g e n , v e r g e w a l t i g t ; u n d die P o r n o g r a p h i s i e r u n g
d e s A l l t a g s s c h r e i t e t n i c h t b l o ß v o r a n , sie r a s t . Ein Vier-
teljahrhundert, schreibt 1993 die Herausgeberin der
Z e i t s c h r i f t » v o n F r a u e n für F r a u e n « a n l ä ß l i c h i h r e s
B e s c h l u s s e s , E M M A solle f o r t a n » v o n F r a u e n für M e n -
schen« p r o d u z i e r t w e r d e n - ein Vierteljahrhundert Neue
Frauenbewegung nach 5.000 Jahren Patriarchat, ein
langer Weg ... In den alternativen Strukturen blühen
Frauenzentren und Frauenprojekte, der lange Gang
durch die Institutionen brachte Frauenförderpläne und
Frauenämter, Karrierefrauen sind in. Nicht viel, aber
mehr als nichts. M e h r als n i c h t s ist l e i d e r so g u t w i e
nichts. Was das M i l c h m ä d c h e n selbst einmal ahnte,
d a m a l s , 1 9 8 1 , als S c h w a r z e r d a s p o l i t i s c h e Ziel d e r » R a -
d i k a l - F e m i n i s t i n n e n « so b e s c h r i e b : [...] daß sie Verhält-

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nisse schaffen wollen, in denen Biologie nicht länger
Vorwand sein kann für Ideologie, für Ausübung von
Macht oder Ausbeutung.
L a g s e i n e r z e i t die F r a g e n a h , w a s d e n n g e w o n n e n
wäre, v e r s c h w ä n d e » B i o l o g i e « a u s d e m L e g i t i m a t i o n s -
a p p a r a t d e r A u s b e u t e r u n d I d e o l o g e n , w ä h r e n d die U n -
terdrückung m u n t e r weiterwütet, so existieren im Jahre
1993 für die C h e f d e n k e r i n s c h o n g a r n i c h t m e h r d e r
Z w a n g o d e r die A u s b e u t u n g , o b g l e i c h die s e h r w o h l
e x i s t i e r e n , u n d w i e . Sie k l a g t n u r m e h r a u f s a l l g e m e i n -
ste ü b e r die von Männern okkupierte Hälfte der Welt, die
zurückzuerobern P r o g r a m m d e s » F e m i n i s m u s « sei ( d e m
inzwischen, p r o g r a m m a t i s c h , d a s einst a n g e k l e b t e »radi-
kal« a b g e h t ) . A u s d e m R u f n a c h E m a n z i p a t i o n ist d e r
Wunsch nach R e - U s u r p a t i o n g e w o r d e n , Karrierefrauen
sind in, die B e s e i t i g u n g o p p r e s s i v e r V e r h ä l t n i s s e , elitä-
rer S t r u k t u r e n , die A b s c h a f f u n g v o n D o m i n a n z u n d
Hierarchie hingegen mega-out.
Das globale Scheitern antiautoritärer Bewegungen
hat, u n b e s t r i t t e n , m i t d e n B e h a r r u n g s k r ä f t e n d e s K a p i -
talismus und d e m Kollaps des Staatssozialismus weit
m e h r z u tun als m i t d e r K o r r u p t h e i t j e n e r a l t e n 68er,
die e i n s t K l a s s e n k a m p f s p i e l t e n u n d h e u t e B o m b e n a u f
serbische Krankenhäuser werfen lassen. Jedoch ent-
s c h u l d i g e n die V e r h ä l t n i s s e n i c h t a l l e s , w a s e i n e r t u t ,
w e n n e r e s straflos a u c h l a s s e n k ö n n t e ; u n d g l e i c h w i e
Joseph Fischer von niemandem gepreßt wurde, den
Minister der äußersten Mittel zu spielen, stand keiner
mit d e r M P h i n t e r A l i c e S c h w a r z e r , als sie 1995 d e n
Euthanasie-Propagandisten P e t e r S i n g e r z u m interna-
tional anerkannten Denker und Moralisten nobilitierte,
wiewohl dieser doch die Biologie zur Basis seiner Ideolo-
gie, p a r d o n : Praktischen Ethik bestimmt hat; saß sie
nicht i n B e u g e h a f t , u m 1 9 9 6 d r e i ß i g S e i t e n i h r e s H a u s -
blatts e i n e m D o s s i e r ü b e r die H e r r l i c h k e i t , e i n e L a n d s -
knechtin zu sein, zu reservieren; herrschte durchaus
nicht d a s K r i e g s r e c h t , als S c h w a r z e r 1 9 9 8 k e i n e P a r t e i -

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en, sondern nur noch F r a u e n kannte u n d sich mit Kory-
phäen des revolutionären Kampfes wie Lore Peschel-
Gutzeit ( S P D ) , Rita S ü s s m u t h ( C D U ) , Ursula M ä n n l e
( C S U ) zu B o n n verschwisterte, um ein »Frauenbündnis«
z u installieren, d a s i m m e r h i n ü b e r e i n Z e n s u r r e c h t betr.
P o r n o g r a p h i e i m a l l e r w e i t e s t e n S i n n e u n d tiefe B e -
s c h n e i d u n g e n d e s D a t e n s c h u t z g e s e t z e s eins w u r d e , a m
E n d e a b e r e b e n s o v i e l e r r e i c h t e w i e e i n s t die » R a d i k a l -
F e m i n i s t i n n e n « v s . die biologistische Ideologie. I m J a n u -
ar 1999 (das »Frauenbündnis« w a r längst Geschichte
r e s p . e i n e r i h r e r T r e p p e n w i t z e , ein M e d i e n - E i , d a s s c h o n
k o m i s c h r o c h , als e s g e l e g t w u r d e ) f a n d , o h n e N o t , o h n e
i r g e n d e i n e n a n d e r e n D r u c k als d e n d e s g e s a m t d e u t s c h
a n g e s a g t e n R e v i s i o n i s m u s , die R e i s e A l i c e S c h w a r z e r s
h e i m ins R e i c h a n s Z i e l , n ä m l i c h i n d a s W o h n z i m m e r
von Hitlers Lieblingsregisseurin Riefenstahl.
Der Weg war lang, doch w a r er auch weit? Die U m -
w e g e , I r r u n g e n u n d D e r w i s c h t ä n z e , v o n d e n e n die B i o -
g r a p h i e n s o vieler ü b e r l e b e n d e r A p o - H e l d e n s o voll sind,
mögen auf naivere Gemüter abenteuerlich, auf Morali-
sten d e g o u t a n t w i r k e n , u n d i n g e w i s s e m M a ß e r e c h t
hätten beide Fraktionen. Dennoch erkennt der Betrach-
ter, d e r d i e s e F i g u r e n d a r a n m i ß t , w a s sie seit i h r e r
Adoleszenz gesagt und geschrieben haben - und nicht
a n d e m B o h e i , d a s diese W o r t e l o s t r a t e n - , z i e m l i c h
s c h n e l l , d a ß die a l l e r m e i s t e n P r o t a g o n i s t e n d e r a n t i a u -
t o r i t ä r e n B e w e g u n g sich i m G r u n d e stets t r e u g e b l i e b e n ,
d a ß sie v o n B e g i n n a n selber P a r a d e e x e m p l a r e d e s a u t o -
ritären Charakters gewesen sind (und wie auch anders,
als K i n d e r v o n P i m p f e n , W e h r m a c h t s s o l d a t e n u n d B l i t z -
mädel); überdies mit einer nachgerade stupenden Unfä-
h i g k e i t g e s c h l a g e n z u i r g e n d e i n e r tieferen Reflexion, d e r
über sich selbst inklusive. Die Schlichtheit dieser Köpfe,
v o n D a n i e l C o h n - B e n d i t u n d R a i n e r L a n g h a n s bis z u , d e
m o r t u i s nil nisi v e r u m , R u d i D u t s c h k e , h a t sich n i c h t
ü b e r N a c h t e i n g e s t e l l t , sie w a r e v i d e n t i n j e d e r i h r e r
E i n l a s s u n g e n e x o v o . E i n z i g die L a u t s t ä r k e , m i t d e r sie

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ihre G e d a n k e n i n die W e l t b l i e s e n , d a s p a t h e t i s c h e A u s -
plärren gerade der trivialsten T h e o r e m e hat viele deut-
s c h e H e r b s t e l a n g v e r h i n d e r t , die h e i ß e L u f t i n all d e m
Winde zu gewahren. M a n darf allerdings mit Fug be-
zweifeln, daß irgendeiner der alten Helden von 1968
i r g e n d w a s g r ö ß e r e s als B e z i r k s r a t v o n E i m s b ü t t e l o d e r
C v D v o n Cosmopolitan g e w o r d e n w ä r e , h ä t t e n die m a ß -
losen R e a k t i o n e n d e r a t t a c k i e r t e n R e a k t i o n ä r e die K a m -
pagnen der selbsternannten Vblksbefreier nicht aus-
sehen lassen wie Anschläge aufs Gefüge der Welt.
E s w u c h e r t e i n M y t h e n g e w ö l l e r u n d u m die A p o u n d
die E r s c h i e ß u n g B e n n o O h n e s o r g s a n n o 1 9 6 7 , d a s a m
Knde n i e m a n d e m d i e n t e als d e n s t i m m s t ä r k s t e n A n g e -
bern j e n e r Z e i t . M i t n i c h t e n s t a n d e n s i c h d a m a l s K r ä f t e
des F a s c h i s m u s u n d Repräsentanten der Befreiung
g e g e n ü b e r . K e i n e s w e g s ä h n e l t e n die S t r a ß e n s c h l a c h t e n
zwischen Bereitschaftspolizei und Studenten auch nur
entfernt den Blutfesten im vietnamesischen Dschungel.
D e r b l i n d w ü t e n d e H a ß v o n BILD u n d B . Z . a u f e i n e n
•Mob«, d e m z u m a l die U n o r d e n t l i c h k e i t v e r ü b e l t w u r d e ,
dessen revolutionärste Forderung lautete: »Ami go hö-
rne!«, e r r e g t e U n w i l l e n n i c h t allein bei d e n r e b e l l i e r e n -
den Kräften (»Springer raus!«), sondern auch bei der
liberal-bourgeoisen M e d i e n k o n k u r r e n z , d e r e s teils p e i n -
lich, teils s k a n d a l ö s e r s c h e i n e n m u ß t e , w i e die n a c h -
wachsende Intelligenz dämonisiert w u r d e .
D a s G e h e t z , d a s E n d e d e r 6 0 e r die S p r i n g e r - B l ä t t e r
e n t f e s s e l t e n , u m alle D e u t s c h e n , die s c h o n u n t e r H i t l e r
b r a v g e w e s e n w a r e n , z u m o b i l i s i e r e n g e g e n die A p o ,
diente zwar den Lebens-Legenden der attackierten
•Chaoten« vortrefflich. D e r A u s n a h m e z u s t a n d j e d o c h ,
den ü b e r l e b t z u h a b e n die H e l d e n j e n e r T a g e b i s h e u t e
s t o l z r e k l a m i e r e n , f a n d a u ß e r h a l b der BlLD-Schlagzeilen
n i r g e n d s statt. W i e ü b r i g e n s a u c h die R e v o l u t i o n n i c h t .
I lermann L. Gremliza faßte ihren Erfolg so z u s a m m e n :
"Was d e r >neuen O p p o s i t i o n z u m O p f e r f i e l , w a r e n n i c h t
Nato, I m p e r i a l i s m u s u n d N o t s t a n d s v e r f a s s u n g , s o n d e r n

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j e n e h i s t o r i s c h e n F e s s e l n , w e l c h e die B u n d e s r e p u b l i k
zwei Jahrzehnte lang daran gehindert hatten, politisch
u n d kulturell das Weltniveau zu erreichen, das ihrer
ökonomischen Potenz entsprochen hätte.« Es gereicht
der außerparlamentarischen Opposition zur weiteren
S c h a n d e , d a ß a u c h d i e s e s Ziel n i c h t e r r e i c h t w o r d e n ist.
D i e M e d i e n a l l e r d i n g s , z u m a l seit sie v o l l g e m a c h t w e r -
den von den Veteranen der simulierten Revolution,
h a b e n u m die H o - H o - H o s e n s c h e i ß e r , die e i n s t t o d e s m u -
tig v o r W a s s e r w e r f e r n R e i ß a u s n a h m e n , e i n e A u r e o l e
g e w o b e n , die d e m M u t u n d erst r e c h t d e n F o l g e n i h r e r
A k t i o n e n l e i d e r g a r n i c h t g e b ü h r t . » U n d d o c h ist e s
w a h r : o h n e die KURSBUCH-Revolution k e i n e TRANSAT-
LANTIK-Kultur, o h n e die S t u d e n t e n b e w e g u n g k e i n S i e -
geszug der Nouvelle Cuisine« (Gremliza).
Alice Schwarzer traf in den 70er Jahren auf Gegner,
deren Misogynie und Schweinegesinnung es den mei-
s t e n , die s c h o n d a m a l s b e m e r k t e n , w i e b l a ß die Texte
der aufstrebenden »Radikal-Feministin« waren, tabu
erscheinen ließ, ihre Kritik auch zu äußern. Hätten
n i c h t a b e r t a u s e n d N e a n d e r t a l e r u n d a n d e r e N a z i s sie
als » M i ß H ä n g e t i t t « a n g e s p u c k t , i h r e g a r n i c h t m a l g u -
ten G e d a n k e n hätten niemals Furore gemacht.
D i e v i e l l e i c h t e l e n d e s t e aller S o l i d a r i t ä t e n , die n o t o r i -
s c h e » l i n k e « , d e r z u f o l g e V e r r a t e s s c h o n ist, w e n n e i n e m
a n d e n K a r r e n g e p i n k e l t w i r d , d e r o d e r die s i c h i r g e n d -
w e l c h e » V e r d i e n s t e « e r w o r b e n h a t u m die » E n t l a r v u n g
f a s c h i s t i s c h e r K o n t i n u i t ä t e n « o. dgl. - dies a u t o m a t i s c h e
Tabu zugunsten aller Krachmandeln, die vielleicht
Hohlnüsse, aber welche von »uns« sind, hat zur Karriere
s o g u t w i e aller 6 8 e r - S c h r e i h ä l s e m e h r b e i g e t r a g e n als
d a s , w a s sie t a t e n , u n d d a s , w a s d i e s e n T a t e n folgte. D a ß
die H e l d e n d e s V o l k e s i h r e r s e i t s n i e m a l s d i e s e b l i n d e
Solidarität erwiesen, vielmehr keine Gelegenheit aus-
ließen, Konkurrenten niederzubeißen und zu denunzie-
r e n , d a ß die v i e l b e s c h w o r e n e » S e l b s t z e r f l e i s c h u n g d e r
L i n k e n « v o r a l l e m v o n j e n e n p r a k t i z i e r t w u r d e , die i h r e

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i"'htische Ü b e r z e u g u n g von der Tagesverfassung des
Zeitgeistes, nie von so was O d e m wie einer Gesell-
• I I I Itsanalyse a b h ä n g i g m a c h t e n — d a ß also n u r diejeni-
gen t r ü b e n T a s s e n , die a u s s c h l i e ß l i c h b e i m F o u l s p i e l die
< 'leversten w a r e n , i n h ö h e r e Ä m t e r u n d W ü r d e n r e s p . z u
Htaatspreisen u n d A p a n a g e n g e l a n g t e n , ist, a n g e s i c h t s
der h e r r s c h e n d e n V e r h ä l t n i s s e , s i c h e r l i c h k e i n G r u n d
i n E m p ö r u n g , a b e r e i n e L e k t i o n , die k o m m e n d e R e v o -
1111 mnäre b e s s e r l e r n e n sollten, w o l l e n sie n i c h t a u c h a u f
l'oseure wie Bernd Rabehl, Joseph Fischer oder Antje
Vollmer h e r e i n f a l l e n . G e g e n S c h w a r z e r z u p o l e m i s i e r e n
Int e i n e s g e w i ß n i c h t : ein A n s c h l a g a u f d e n F e m i n i s m u s .
Der A n s c h l a g w a r u n d ist S c h w a r z e r selbst. Die e i n m a l i -
ge Kombination aus Selbstgerechtigkeit, Oberflächlich-
keit, u n d D a m p f q u a t s c h e r e i , m i t d e r sie s i c h als b e r ü h m -
teste d e u t s c h e F e m i n i s t i n e t a b l i e r t e , h a t d e r S a c h e , für
die sie e i n s t a n d , viel m e h r g e s c h a d e t , als die S k a n d a l e ,
Üe sie alle p a a r J a h r e i n s z e n i e r t e , i r g e n d w e m n a c h h a l -
tig n ü t z t e n a u ß e r ihr.
A l l e s ü b e r A l i c e w i s s e n , u m sie v e r g e s s e n z u k ö n n e n . . .
und z w a r a u c h die J o u r n a l i s t i n S c h w a r z e r : Ein Anfang!
Ich m a g n i c h t v e r h e h l e n , w i e v e r ä r g e r t , a u f s p e i n l i c h s t e
b e r ü h r t , d u r c h w e g e n t t ä u s c h t m i c h die L e k t ü r e d e s
S c h w a r z e r s c h e n ( E u v r e s h a t . W e s h a l b e i n e A u t o r i n , die
so jämmerlich schreibt, jemals respektiert werden konn-
te, w a r u m f a u l e S ä t z e , d e r e n H a l t b a r k e i t s d a t u m l ä n g s t
v e r s t r i c h e n w a r , als sie a n d i e Ö f f e n t l i c h k e i t g e l a n g t e n ,
nicht e t w a G e g e n s t ä n d e s c h a l l e n d e n G e l ä c h t e r s g e w o r -
den sind, sondern mit jeder Neuerscheinung das Gerau-
n e ü b e r » B e h u t s a m k e i t d e s Stils«, » B r i s a n z « , w o n i c h t
» B r i l l a n z « , w i e d e r a n h e b t - die A n t w o r t a u f d i e s e F r a -
g e n z u f i n d e n , m o t i v i e r t dieses B u c h i n w e n i g s t e n s d e m -
selben M a ß e wie der Wunsch, eine Galionsfigur der
mittlerweile a u c h nicht m e h r s o n e u e n L i n k e n ü b e r B o r d
zu werfen, auf daß wenigstens beim Untergang Rein-
schiff sei.

13
Frenzy

Alice Schwarzer über Krieg, Friedensdienst


und Yankees
Coming Home

M a i 1 9 9 9 : D e u t s c h l a n d f ü h r t z u m e r s t e n M a l seit v i e r -
undfünfzig Jahren wieder einen Angriffskrieg - und
E M M A erscheint mit einer lächelnden Simone de Beau-
v o i r a u f d e m Titel: » D i e P i o n i e r i n d e r G i r l i e s « . E s gilt
n ä m l i c h , W e r b u n g z u m a c h e n für e i n e r e v i d i e r t e N e u -
ausgabe der Gespräche aus zehn Jahren, die Alice
S c h w a r z e r einst m i t der Weggefährtin der neuen Frauen-
bewegung führte u n d pünktlich zum 50. Jahrestag des
»Anderen Geschlechts« recycelt. Aber das erheblichere
und aktuellere T h e m a dieser Frühlingstage wird von
E M M A keineswegs ignoriert: Die Haupttitelzeile, gelb
u n t e r l e g t , lautet: » K r i e g z u h a u s e « . W e n n e s s c h o n e i n i g e
Zeit dauert, das schwarze Zackenmonster, das von links
u n t e n m i t b l u t r o t e r S p u r a u f die K e h l e d e r B e a u v o i r
zielt, als S t e a l t h b o m b e r z u i d e n t i f i z i e r e n u n d die z i e m -
l i c h k r y p t i s c h e H e a d l i n e e b e n n i c h t a u f die b e w e g t e Z e i t
der Philosophin mit Jean-Paul Sartre zu beziehen, so
braucht es noch länger, dieses Wirrwarr von Signalen
(deutsche Nationalfarben, Mordinstrument, fröhliche
Feministin) mit den beiden anderen Titelthemen zu
vereinbaren: »Lesbenboom im Fernsehen« und »Europa-
W a h l - E c h t e C h a n c e für F r a u e n ! «
Offenbar war das Umschlagbild schon lange layoutet,
als die e r s t e n M a r s c h f l u g k ö r p e r i n B e l g r a d e r Ö l t a n k s
einschlugen, u n d offensichtlich w a r es der H e r a u s g e b e -
r i n w i c h t i g e r , ihr n e u e s t e s B u c h z u p r o m o t e n , als p o t e n -

16
tielle K u n d i n n e n a u s d e m r e a l g r ü n e n R e v i e r m i t e i n e m
a l l z u d e u t l i c h e n C o v e r gegen d e n K o s o v o k r i e g z u v e r -
schrecken. Opposition zu Scharping, Fischer und Solana
ist d i e s e r T a g e w e n i g p o p u l ä r , u n d F r a u S c h w a r z e r , die
für die B l L D - Z e i t u n g n i c h t n u r s c h r e i b t , s o n d e r n sie
a u c h liest, w e i ß d a s . D i e H e a d l i n e , die viel b e d e u t e n
kann — v o m täglichen Zoff u m s Haushaltsgeld und dem
w ö c h e n t l i c h e n u m S e x bis h i n , vielleicht, z u m » m a s s e n -
h a f t e n W i d e r s t a n d « g e g e n die h u m a n i t ä r e n K a t a s t r o -
p h e n p o l i t i k e r - , s p r i c h t a b e r g e r a d e n i c h t v o n d e n Toten
u n d Z e r s t ö r u n g e n , w e l c h e die N a t o a u f d e m B a l k a n , also
g a n z u n d g a r n i c h t » z u h a u s e « f a b r i z i e r t , sie w e n d e t sich
v o l l e n d s ins O b s z ö n e , m o n t i e r t u n t e r d a s P o r t r ä t e i n e r
M a d a m e d e B e a u v o i r , die fast p l a t z t v o r g u t e r L a u n e .
D e r h i s t o r i s c h e B a n k r o t t all d e s s e n , w a s » 1 9 6 8 « m a l
b e d e u t e t e , d u r c h die L a s e r b o m b e n e i n e r v o n l a u t e r A l t -
68ern regierten »Internationalen Staatengemeinschaft«,
m i t h i n a u c h die offizielle A u ß e r d i e n s t s t e l l u n g d e s s e i -
nerzeit b e g r ü n d e t e n F e m i n i s m u s , f i n d e t a u f d e m E M M A -
Titel k e i n e n N i e d e r s c h l a g ; d e r alte Q u a r k w i r d e i n f a c h
weitergerührt, »Lesbenboom« inklusive.
Fünf Seiten später deutlichere Worte, und zwar von
der Chefin persönlich. Lesern, denen frühere Texte
Schwarzers nicht vertraut sind, könnte ihr Editorial
»Der gerechte Krieg« durchaus wie das Bekenntnis einer
u n b e u g s a m e n Pazifistin e r s c h e i n e n , als A b s a g e g a r a n
d e n H e r z o g s c h e n » R u c k « , der i n d e n letzten J a h r e n a u c h
d u r c h E M M A u n d A l i c e g e g a n g e n ist. K r i e g s g e g n e r s i n d
i m F r ü h j a h r '99 r a r g e s ä t , u n d n o c h r a r e r w e l c h e , die
schreiben: Es hätte gerade Deutschland gut angestan-
den, sich zurückzuhalten, 58 Jahre nach unserem Bom-
benangriff auf Belgrad und 100.000 toten Serben, die
zusammen mit Rußland gegen Hitler gekämpft hatten.
Sollte die A u t o r i n , n a c h e t l i c h e n r e a k t i o n ä r e n I r r u n g e n
u n d z a h l r e i c h e n B a n n f l ü c h e n a u f die L i n k e , z u r ü c k g e -
kehrt sein in das Lager der Fundamentalopposition;
radical again?

17
Air America

W e n n » r a d i k a l « a u c h die n a t i o n a l e E r n e u e r u n g s f r o n t
meint: j a . Der böse Bube hinter d e m Überfall auf J u g o -
s l a w i e n sitzt n ä m l i c h , S c h w a r z e r w e i ß e s s o g u t w i e
Horst Mahler, in Washington, D. C. »Versehentliche«
Bombardierungen von Wohnblocks oder auch mal einem
albanischen Flüchtlingstreck. Sorry. Für Clinton »bedau-
erliche Kollateralschäden«, die leider unvermeidlich
sind. S c h a d e für S c h w a r z e r , d a ß e i n e s der, a l l e r d i n g s ,
w i d e r w ä r t i g s t e n W ö r t e r d e r n e u e r e n Zeit n u r i n B r ü s s e l ,
c/o N a t o - Z e n t r a l e , zu h ö r e n w a r . Denn, so US-Generäle
sportlich, dieser »top fight« muß »unbedingt gewonnen
werden«. F r a n z ö s i s c h e , i t a l i e n i s c h e , t ü r k i s c h e u n d d e u t -
s c h e G e n e r ä l e , die a n d e r O p e r a t i o n » A l l i e d force« b e t e i -
ligt w a r e n , sind also, S c h w a r z e r w e i t e r g e p l a p p e r t , d u r c h
Zaudern und Zögern, bisweilen sogar durch Sehnsucht
nach einem Fiasko aufgefallen? Die betreffende Quelle
s ä h e m a n g e r n , w i e ü b r i g e n s a u c h j e n e für d e n o m i n ö s e n
B e g r i f f »top f i g h t « , d e r e n g l i s c h n u r a n m u t e t , t a t s ä c h l i c h
arg nach dem Rascheln von Langenscheidt-Seiten
klingt.
Das Streuen von Anglizismen dient Schwarzer dazu,
s i c h als K o s m o p o l i t i n a u s z u w e i s e n , m e h r j e d o c h d e m
A u s d r u c k d e r V e r a c h t u n g - so r e d e t sie seit J a h r e n viel
l i e b e r v o n »old b o y s « u n d » y o u n g b o y s « als v o n alten u n d
neuen Machos. Schwarzer spekuliert beim Austeilen von
E n g l i s c h - B r o c k e n a u f die l a n g e n Z ä h n e , die g u t e n D e u t -
s c h e n a l l e m a l w a c h s e n , w e n n sie's m i t » A m i s « u n d i h r e r
S p r a c h e z u t u n k r i e g e n . D i e V e r a c h t u n g für alles, w a s
aus »Amerika« kommt, zittert i m m e r w i e d e r d u r c h
S c h w a r z e r s T e x t e . 1 9 8 1 z. B., in So fing es an!, w a r es
der Gelegenheitshistorikerin einen langen Absatz und
viel G e s p r e i z e w e r t , die n a t i o n a l e A u t o n o m i e i h r e r S a -
c h e zu b e k r ä f t i g e n : Auch dies ein falsches Gerücht, das
sich hartnäckig hält: Die neue deutsche Frauenbewegung
sei ein Ableger, sozusagen die kleine Schwester der ame-

18
rikanischen Frauenbewegung; die deutschen Frauen
hätten Analysen und Ideen direkt aus den USA impor-
tiert. A l l e i n d a s G e r ü c h t e r s c h i e n i h r s e i n e r z e i t als d e r -
a r t s c h w e r e r M a k e l , d a ß sie e s g l e i c h n o c h m a l b e s c h w ö -
r e n m u ß t e : Zwar hat die Tatsache, daß es in Amerika
bereits eine Frauenbewegung gab, in dieser Zeit ganz
sicherlich eine anregende und mutmachende Wirkung
auf die Europäerinnen gehabt. Ganz und gar unabhän-
gig aber von dem, was sich jenseits des Atlantik tat,
wuchs hier in verschiedenen Ländern fast gleichzeitig -
und ebenso unabhängig voneinander! - das Unbehagen
der Frauen bis hin zum Eklat und offensiven Protest.
1 9 9 2 , in Krieg, e i n e r T e x t s a m m l u n g d i v e r s e r J o u r n a l i -
stinnen, irreführend unter d e m Autorennamen Alice
S c h w a r z e r veröffentlicht (sie w a r n u r H e r a u s g e b e r i n d e s
B a n d e s ) , ist sie s i c h - in d e m A u f s a t z Der Männerkrieg
- n i c h t z u b l ö d , d e n n sie g l a u b t j a d a r a n , z u b e h a u p t e n ,
a m Ü b e r f a l l i r a k i s c h e r T r u p p e n a u f K u w a i t t r ü g e n die
Y a n k e e s die S c h u l d : Am 25. Juli 1990 ließ Saddam bei
der amerikanischen Botschaft in Bagdad vorfühlen, wie
die USA wohl auf einen Einmarsch [...] reagieren wür-
den. Die inzwischen vielzitierte Antwort der US-Bot-
schafterin April Glaspie lautete: »Unsere Seite hat keine
Meinung zu innerarabischen Konflikten.« Damit war
Saddam grünes Licht gegeben zur Besetzung seines
Nachbarn, der ihm schon lange ein Dorn im Auge war
[...]. A l l e i n d e r letzte S a t z , d i e s e m i n d e s t e n s F r i e d e r i k e -
Kempnersche Metaphernkatastrophe, in der S a d d a m
einen »Nachbarn« und nicht etwa den Nachbarstaat
besetzt bzw. besetzen läßt u n d damit zugleich den Sta-
chel, der i h m »schon lange« im A u g e stak, okkupiert -
bloß dieser eine Satz genügte, um j e d e weitere ernst-
hafte Beschäftigung mit dieser Publizistin einzustellen.
Z u m a l d a e r k e i n e A u s n a h m e , s o n d e r n die R e g e l i n i h -
r e m W e r k darstellt.
D e r W i d e r w i l l e S c h w a r z e r s g e g e n die U S A s c h l u g
w ä h r e n d des zweiten Golfkriegs um in offensive P a r a -

19
noia: Zwölf Tage später hielt der Präsident eine denk-
würdige Ansprache zur »Lage der Nation«. Bush wört-
lich: »Heute abend trete ich vor dieses Haus und vor das
amerikanische Volk mit einem Aufruf zur Erneuerung.«
Denn »auf dem Spiel steht mehr als ein kleines Land, es
ist eine große Idee, eine neue Weltordnung, in der unter-
schiedliche Nationen in einer gemeinsamen Sache zu-
sammenstehen«. Unter Führung der USA [...]. Schwar-
zers K o n s p i r a t i o n s p h a n t a s i e , e i n m a l e n t f e s s e l t , w a l z t e
über Petitessen wie z. B. militärische Dienstgrade ein-
fach hinweg: »Wir sind hier nicht nur wegen der Benzin-
preise. Wir legen die Zukunft der Welt für die nächsten
100 Jahre fest.« (US-Hauptfeldwebel J. Kendall). So ist
es, Colonel Kendall. Die schnellste B e f ö r d e r u n g aller
Zeiten: Vom Spieß z u m Regimentschef in nur einem
A b s a t z . D a ß a n d e n D e t a i l s die G l a u b w ü r d i g k e i t j e d e r
A n a l y s e z u s c h a n d e n g e h e n k a n n , h a t die A u t o r i n a l -
l e r d i n g s n o c h n i e g e s t ö r t . D e n n : Hier geht es um die Er-
oberung der Welt. Drei Lektionen sollen der Welt dabei
eingebombt werden. Erstens: Die USA wird [!] im näch-
sten Jahrhundert die Führungsmacht. Zweitens: Der
Westen hält die Kontrolle über die arabischen Olfelder.
Drittens: Der weiße Mann bleibt der Größte. Wenn Colin
P o w e l l d a s g e a h n t h ä t t e ... A b e r sei 1 9 9 1 d e r h ö c h s t e
U S - M i l i t ä r a u c h e i n S c h w a r z e r g e w e s e n , e r h a t bei d e r
Schwarzer so wenig verloren wie irgendein anderes
M o m e n t der Realität, das nicht in ihr Klischeeraster
paßt.
Die Solidarität mit Saddam - für die verzweifelten
Araber ein Held — p r ä s e n t i e r t S c h w a r z e r als h i s t o r i s c h e
K o n s e q u e n z : Allein in der ersten Nacht fallen mehr Bom-
ben auf Bagdad als auf Dresden im ganzen Zweiten
Weltkrieg. D i e A n a l o g i e , die sie h e r s t e l l t , ist '91 die i d e e
fixe der meisten deutschen Golfkriegsgegner gewesen:
G e g e n » v e r z w e i f e l t e A r a b e r « w i e d e r h o l t e n die » a n g l o -
a m e r i k a n i s c h e n « A l l i i e r t e n j e n e » V e r b r e c h e n « , die sie
einst (»Dresden«!) an den Deutschen verübt hatten.

20
I n d e s sie H . M . E n z e n s b e r g e r s E t i k e t t i e r u n g d e s i r a k i -
s c h e n D i k t a t o r s als » W i e d e r g ä n g e r H i t l e r s « z u R e c h t
dämonisierend n e n n t , v e r t e u f e l t sie die A m e r i k a n e r als
überheblich-rassistische Westler, die ihre G e g n e r n u r als
arabische Untermenschen wahrzunehmen vermögen. Sie
m u ß es nicht aussprechen, um ihrem Publikum zu sug-
gerieren, wo der wahre Wiedergänger hockt: im Weißen
Haus. Der Beginn der »Operation Wüstensturm« wird
v o n ihr, o h n e U m s c h w e i f e u n d o h n e S c h e u v o r f a l s c h e n
V e r g l e i c h e n , so p a r a p h r a s i e r t : Am 17. Januar eröffneten
die Amerikaner ihren »Blitzkrieg«.
Die »Analyse« Alice Schwarzers deckt sich mit allem
D u m m e n , w a s s e i n e r z e i t die F r i e d e n s b e w e g u n g g e g e n
den zweiten Golfkrieg vorzubringen hatte. Vor lauter
Mitleid mit d e m Staat, der einen kleineren Staat über-
f a l l e n u n d d a b e i die ü b l i c h e n K r i e g s g r e u e l a n g e r i c h t e t
h a t , s t i m m t S c h w a r z e r - als A r c h ä o l o g i n u n d A l t e r t u m s -
w i s s e n s c h a f t l e r i n bis d a h i n n i c h t i n E r s c h e i n u n g g e t r e -
ten — ein Loblied auf den Orient an, das Rosemarie
S c h i m m e l n i c h t s c h ö n e r , u n d b e s t i m m t n i c h t falscher,
h ä t t e s i n g e n k ö n n e n : Bagdad ist eine Wiege der morgen-
und abendländischen Kultur. Hier erzählte einst Schehe-
razade 1001 Nacht lang dem mächtigen Harun al Ra-
schid Geschichten, um ihren Kopf zu retten. Und hier
reichte Eva Adam den Apfel. Der Irak, so will es die
alttestamentarische Legende, ist das Gebiet, auf dem
einst das Paradies lag. » S o will es« freilich n i c h t die
»Legende«, in der Höhen- und Breitengrade nirgends
v o r k o m m e n , s o n d e r n s o r a t e n T h e o l o g e n , die i r g e n d
e t w a s K o n k r e t e s i n die G e n e s i s h i n e i n z u d i c h t e n s i c h
a b m ü h e n . A b e r i n e r n s t e n Z e i t e n h a t e i n e »Vollblutjour-
n a l i s t i n « s i c h u m w i c h t i g e r e s z u k ü m m e r n als u m R e -
c h e r c h e o d e r b l o ß e i n e n B l i c k ins L e x i k o n . S c h l i e ß l i c h
geht's ums G a n z e : Jetzt werden die Menschen dort ein
zweites Mal vertrieben. Aber diesmal hat Gott offensicht-
lich nicht die Hand im Spiel.
Ein »Schwurbel« (Eckhard Henscheid), nicht zu ent-

21
w i r r e n . Ist d e n n d e r I r a k u n t e r H u s s e i n e i n P a r a d i e s
g e w e s e n , e h e die B o m b e n e i n s c h l u g e n ? N i c h t e i n m a l
Schwarzer glaubt das - schon eine Seite später beklagt
sie, wie grausam der pseudo-sozialistische Militärdikta-
tor [...]gegen seine Feinde drinnen und draußen vorging,
daß er Oppositionelle folterte und Kurden wie Iraner mit
Giftgas erstickte. Im T e x t » D e r M ä n n e r k r i e g « - d e r die
Eigenheiten der Autorin paradigmatisch vorführt - w ü -
t e t die e x t r a g r o b e R h e t o r i k : E s k ü m m e r t sie k e i n e n
S t a u b , w a s sie v o r z w e i M i n u t e n n o c h g e s c h n a r r t h a t ;
fortwährend wird mit dem Vorschlaghammer psycholo-
gisiert - Schon als zehnjähriger Militärkadett träumte
[ G e n e r a l N o r m a n S c h w a r z k o p f ] davon, ein »zweiter Ale-
xander der Große« zu werden und sein Vaterland in »die
Schlacht aller Schlachten« zu führen -, skandalisiert -
bevor sie in ihre mit Computern und Videokameras aus-
gerüsteten Cockpits steigen [...], nehmen sie einen letzten
Schluck Cola und machen sich im Wüstenzelt mit Porno-
videos scharf (diese Information sickerte durch, obwohl
die Militärzensur sie gerne [...] unterdrückt hätte) -,
h y p e r t r o p h i e r t - Seit dem 17. Januar 1991 befinden wir
uns im dritten Weltkrieg. Den endlich, endlich!, nicht
» w i r D e u t s c h e n « , s o n d e r n die a n d e r e n a n g e f a n g e n h a -
ben.

G. I. Jane

S c h w a r z e r r e c h n e t m i t L e s e r n , die v o n L o g i k e b e n s o w e -
n i g h a l t e n w i e sie s e l b s t , u n d sie d a r f e s . W e n n ihr s o n s t
k e i n e V e r d i e n s t e a n z u r e c h n e n s i n d - d i e s e r e i n e sollte
i h r u n b e n o m m e n b l e i b e n : b e w i e s e n z u h a b e n , d a ß die
» L i n k e « i n D e u t s c h l a n d , für die S c h w a r z e r e i n e r n s t -
z u n e h m e n d e r B e z u g s p u n k t ist, n i c h t allein n o m i n e l l ,
s o n d e r n a u c h i n t e l l e k t u e l l e i n s c h l e c h t e r W i t z ist. E s
liegen nicht Jahre, sondern nur vier Buchseiten zwi-
schen Schwarzers anklagender Enthüllung, daß S a d d a m

22
Darling von Ost und West g e w e s e n ist, s o l a n g e er Krieg
gegen den fundamentalistischen Iran führte, und Alices
e n t h ü l l e n d e r A n k l a g e : Die Lage der Frauen in den isla-
mischen, zum Fundamentalismus neigenden Ländern
war schon vor Beginn des Krieges dramatisch. Jetzt aber
werden die gedemütigten Moslems ihren Haß noch mehr
auf den eigenen Frauen abladen - und auch das ist mit
die Schuld der weißen Herren. D i e n ä m l i c h , die u n g l ä u -
bigen H u n d e , zogen erst gegen den F u n d a m e n t a l i s m u s
z u F e l d , u m a l s d a n n , die p e r f i d e n P a t r i a r c h e n , m i t d e m
»Big Islamo« (Jürgen Roth) gemeinsame Sache zu ma-
c h e n : Denn im Golfkrieg fließen die beiden großen Strö-
me der Menschenverachtung zusammen: Rassismus und
Sexismus. A l s o w u r d e K u w a i t v o m I r a k u s u r p i e r t , w e i l
H u s s e i n s M ä n n e r d e n W e i b e r n dort o r d e n t l i c h h e i m -
leuchten wollten? U n d die B - l - B o m b e r flogen, weil
G e o r g e B u s h e i n e n alten R o c h u s der weißen Kolonialher-
ren a u f Schwarze, Asiaten und Araber austoben wollte?
» A u c h d a s ist m i t « e i n e W a h r h e i t , a c c o r d i n g t o A l i c e .
Z u l e t z t s c h l ä g t die a l b e r n e T i r a d e u m i n b l a n k e n N o n -
s e n s : Dem gilt es - mehr denn je! — die universale Forde-
rung entgegenzusetzen: Alle Menschen sind gleich! [...]
Aber noch sind wir ungleich. Und heute ungleicher als
vor dem 17. Januar! Und darum ist auch das rasche
»Wir« der weltweiten Sisterhood-Kampagne nicht immer
angebracht, ja manchmal sogar verschleiernd. Was
S c h w a r z e r m e i n t , a b e r k a u m s a g e n k a n n , w e i l sie d a z u
m e h r b e s i t z e n m ü ß t e als T a l e n t fürs G e p l ä r r , w e i ß sie
v e r m u t l i c h s e l b e r n i c h t : D ü r f e n »wir« j e t z t f o r d e r n , a l l e n
anderen gleich zu sein, oder entlarvt sich die S c h w e -
s t e r n s c h a f t , d e r e n »Wir« d o c h a l l e i n die g e m e i n s a m e
A b l e h n u n g d e s K r i e g e s m e i n t , b e r e i t s als H i l f s t r u p p e
des Pentagon? Was Schwarzer an der »sisterhood« nicht
s c h m e c k t ( u n d d a ß i h r die S a c h e n i c h t p a ß t , v e r r ä t die
e n g l i s c h e V o k a b e l ) , ist d e n n a u c h n i c h t d a s » w i r « , s o n -
d e r n die F o r d e r u n g n a c h u n b e d i n g t e r F r i e d f e r t i g k e i t .
S i e , die d e n K r i e g v e r a c h t e t , w o i m m e r sie z u v o r n i c h t

23
um Erlaubnis gefragt wurde, kennt nämlich durchaus
gerechte Waffengänge. 1993, z u m Einsatz von Bundes-
wehrsoldaten in Somalia — d e m ersten bewaffneten
A u s l a n d s a u f e n t h a l t d e u t s c h e r T r u p p e n seit P r a g '68 - ,
fielen i h r v o r a l l e m d i e s e F r a g e n e i n : Was tun »unsere
Jungs« in Somalia eigentlich gegen die Klitorisbeschnei-
dung? [...] Worauf wartet Deutschland, um den Somalie-
rinnen zur Hilfe zu eilen und die sexuelle Folter zu been-
den? U n d i m J u n i 1 9 8 4 f ü h r t e sie e i n b e a c h t l i c h p l a t t e s
P l ä d o y e r (Von Flintenweibern und Flintenkerlen) für das
e i n g e b o r n e R e c h t d e r F r a u , e x e r z i e r e n z u d ü r f e n : Was
nun die freiwillige Beteiligung an der, so oder so existie-
renden, Bundeswehr angeht: das ist jedermanns und
jederfraus eigene Sache. »Sie w o l l e n in a n d e r e M e n s c h e n
Löcher schießen? Kein Problem: Ihre Sache! Gez. i. A.
A l i c e S c h w a r z e r . « D i e B u n d e s w e h r gibt's »so o d e r s o « ;
u n d e s s i n d w i e i m m e r die N e b e n s ä t z e , i n d e n e n die
vormals »radikalen« Kräfte ihren Frieden mit d e m
Hauptwiderspruch machen.
Auf dem Weg zur Menschwerdung haben auch Frauen
die Last der Selbstverantwortung auf sich zu nehmen.
Wenn sie aus Gewissensgründen nicht beim Militär mit-
machen wollen, haben sie dies aus freier Entscheidung
zu tun und nicht, weil man es ihnen verbietet. D e n n es
z ä h l t zweifellos z u r » M e n s c h w e r d u n g « , e i n m a l m i t d e r
Z a h n b ü r s t e ein K l o s e t t g e r e i n i g t o d e r m i t G a s g r a n a t e n
ein M G - N e s t ausgeräuchert zu haben. Schwarzer hat
n o c h e i n e n G r u n d , für F r a u e n e t w a s e i n z u f o r d e r n , w a s
i n e i n e r W e l t , i n d e r e s e i n e »freie E n t s c h e i d u n g « t a t -
s ä c h l i c h g ä b e , k e i n e m M a n n e r l a u b t w ä r e : Ich bin, als
kämpferische Feministin, grundsätzlich gegen jeden
Ausschluß von Frauen aus politischen oder beruflichen
Bereichen und besonders gegen einen Ausschluß, der
auch noch offen sexistisch begründet wird (wie im Falle
der Bundeswehr mit der »Natur der Frau«). So also stellt
E m a n z i p a t i o n s i c h e i n : W e n n alle a m g a n z f a l s c h e n
Leben teilhaben dürfen (und dabei anderen das ihre

24
nehmen). S c h w a r z e r v e r w a h r t s i c h , [in] aller Entschie-
denheit, gegen die Aufteilung der Welt in kriegerische
Männer und friedliebende Frauen; und da sie mit den
waltenden Verhältnissen immerhin so weit im reinen
ist, d a ß sie e i n e K a m p a g n e g e g e n d a s M i l i t ä r n i c h t m a l
ü b e r l e g t , eröffnet sie, als kämpferische Pazifistin, l i e b e r
gleich eine für die totale M i l i t a r i s i e r u n g d e r M e n s c h h e i t .
Denn: Die Problematik Bundeswehr ist für mich keine
geschlechtsspezifische. (Einem Satz wie diesem einen
Sinn zu schenken, i n d e m m a n ihn interpretiert, hat
e t w a s F r a g w ü r d i g e s . I m G r u n d e ließe d i e s M i n i m o n s t e r
v o n V e r b l a s e n h e i t s p h r a s e sich j a a u c h s o , »so o d e r so«,
lesen: »Der Barras hat nicht Sack noch Dudeln.«) Ob
man I frau zur Waffe greift, das ist keine Frage des Ge-
schlechts, sondern eine Frage der Lage. Nicht: der Lage-
besprechung?

How I won the war

Im Juni 1984 verkündet Alice Schwarzer mit hoher E m -


phase, Krieg u n d Gewalt seien kein Privileg der M ä n -
ner, F r i e d e n s l i e b e u n d S a n f t m ü t i g k e i t k e i n e r e i n e F r a u -
e n s a c h e . A c h t J a h r e später, als d e r g r o ß e S a t a n U S A
d e n a r m e n Teufel S a d d a m z u m Ü b e r f a l l a u f K u w a i t v e r -
f ü h r t , u m e n d l i c h w i e d e r , w i e einst g e g e n D e u t s c h l a n d ,
B o m b e n a u f »Verzweifelte« w e r f e n z u k ö n n e n , l ä ß t sie
die A n t h o l o g i e Krieg f r i s c h w e g so Untertiteln: Was Män-
nerwahn anrichtet und wie Frauen Widerstand leisten.
Und schreibt zum Geleit: In allen westlichen Ländern
waren mehr Frauen als Männer gegen den Golfkrieg,
waren mehr Männer als Frauen dafür. [...] Frauen sind
in der Tat »lieber Drückeberger als Mittäter« [...]. Die
Gleichung lautet: Männlichkeit = Nationalismus =
Kriegslust.
E i n , ä h e m , g e w i s s e r W i d e r s p r u c h s c h e i n t h i e r auf.
O d e r v i e l l e i c h t v o l l e s V e r t r a u e n i n die D o o f h e i t u n d

25
Gedächtnislosigkeit der eigenen K l i e n t e l 7
K m von jeder-
lei S k r u p e l u n d Reflexion b e f r e i t e r < >ppnrt iimsmiiH? Das
verhohlene Eingeständnis Schwar/.ei die : l a l / . e , d i e sie
h i n t e r s i c h l ä ß t , s e l b e r für d r e i G r o H c h c n nicht e r n s t z u
nehmen? Alles zusammen? Die S o l d a t i n n e n , die a m
» W ü s t e n s t u r m « beteiligt w a r e n , und / w a r i n den I Inifor-
m e n d e s U S - K o n t i n g e n t s , k o m m e n in Krieg nicht v o r ; s i e
w ü r d e n die subterrane A r g u m e n t a i dei Autorin ja
auch nur stören. A u ß e r d e m sind sie als Y a n k e e s von
Natur aus verdorben und mit deutschen Krauen im
Tarnanzug nicht im m i n d e s t e n zu vergleichen Im Janu-
ar '96, der »Wüstensturm ist lunee verweht, wärmt
A l i c e d e n k a l t e n K a f f e e w i e d e r a u l u n d lallt K M M A m i t
d e m »Dossier: Flintenweiber in die ItundeHwehr?« (und,
als G a b e f ü r d e n S o l d a t i n n e n s p i n d , mit e i n e m n a c k t e n
Männchen auf Cover und m e h r n e i l ie,ei Kotostrecke)
erscheinen. Überzeugt, die J a h n lullten aul d e n Artikel
g e w i r k t w i e a u f W e i n o d e r w e n i g s t e n s K . e . e u n d ihn
reifer g e m a c h t , l ä ß t sie Von Flintenweibern und Flinten-
kerlen e i n f a c h n o c h m a l (Inn Ken D a s inul.l w o h l d e r
E r k e n n t n i s g e w i n n a u s d e m < lolll< 1117; sein I lud so s i n d
w i r p l ö t z l i c h w i e d e r (es ist i m S c h w u r / e r s e h e n K o s m o s
echt alles wurscht 1 alle gleich, gleich c.ewallbereit und
w a f f e n f ä h i g , u n d nicht m i h i ungleich r e s p . »unglei-
c h e r « : Verwerflich untre, wenn ICH Finnen /.../ nicht
selbstverständlich einen uneingeschränkten Zugang zur
Bundeswehr fordet I C H . also auch den Dienst an der Waf-
fe. E i n e S a i s o n s p ä t e r - d i e » k ä m p f e r i s c h e I'azifistin«
wird nimmer müde, eventuellen Nnchwuchssorgen der
Hardthöhe zu wehren H c h m u c k ! sich K M M A mit d e m
Titel » P i l o t i n n e n — F r a u e n h e b e n a b « u n d d e m H e l d e n -
porträt einer MundeHwehilhegerin
W a s a b e r bleibt, s u b s p o c i e d i e s e s E i e r t a n z e s u m d e n
S t a h l h u t für d i e F r a u u n d a n d r e r s e i t s d e n » M ä n n e r -
w a h n « , a n g e s i c h t s all d e r I ' s e u d o p s y c h o l o g i e , d e r U n l o -
gik, der eingeschränkten W a h r n e h m u n g , des falschen
Pathos und der echten Halbbildung, die S c h w a r z e r bei

26
jeder Gelegenheit zu demonstrieren nicht m ü d e wird -
was bleibt da von Schwarzers Opposition gegen den
Kosovo-Krieg? Z u n ä c h s t ein E M M A - C o v e r , d e m die Pro-
m o t i o n e i n e s B u c h e s d e r H e r a u s g e b e r i n w i c h t i g e r ist als
d e r erste A n g r i f f s k r i e g d e r B u n d e s w e h r (die, s o die S t r a -
tegin 1984, nicht mehr ist als eine Sandkasten-Armee,
u n d deren A n g e h ö r i g e , so die M u t t e r aller Schlichten
1992, so sympathisch »unmännliche« Soldaten sind).
Z w e i t e n s die V e r f ü g u n g d e s E u r o p ä i s c h e n G e r i c h t s h o f s ,
A n f a n g 2000, die S t e u e r u n g von Panzern und a n d e r e n
F r i e d e n s b r i n g e r n sei a u c h i n d e r B u n d e s w e h r f o r t a n
Frauen zu gestatten - ein juristischer Erfolg, den
Schwarzer mit tiefster Befriedigung zwar nicht selber
e r f o c h t e n ( a u s d e m A l t e r ist sie l a n g e h e r a u s ) , a b e r e r -
fahren hat.
Vor allem j e d o c h bleibt u n d rast ein geradezu m a n i -
scher Antiamerikanismus, und Alice Schwarzer wird
ihren D e u t s c h e n - die B o m b e n a u f Belgrad k e i n e s w e g s
so bedrohlich für ihr »Zuhause« fanden wie vormals
R a k e t e n a u f B a g d a d - trotz d e r f a l s c h e n A n t w o r t a u f die
»Frage der Lage« sympathisch bleiben durch einen A b -
s a t z w i e d i e s e n : Eines ist sicher: Wenn dieser Krieg, der
allein Deutschland täglich 5 Millionen DM kostet, vorbei
ist, zieht sich unser amerikanischer Freund auf seinen
fernen, sicheren Kontinent zurück. Und dann - netter
Nebeneffekt oder angestrebtes Ziel? - steht Amerika da
als Nr. 1 in der »neuen Weltordnung«, während der Kon-
kurrent Europa vor seinen Scherben steht. Es gab gut
t a u s e n d G r ü n d e , die B o m b a r d i e r u n g J u g o s l a w i e n s zu
verurteilen. Dieser w a r der letzte.

27
II

Der unsichtbare Dritte

Alice Schwarzer über Kritiker, kleine Unter


schiede und militante Juden
Alle sagen: I love you

Alice S c h w a r z e r reiste durch die 70er u n d frühen 80er


J a h r e a u f d e m T i c k e t d e r L i n k e n , u n d sie f u h r n i c h t
s c h l e c h t d a m i t . D a s m e d i a l e G e t ö s e , d a s sie alle p a a r
Jahre zu entfachen verstand, das Gegeifer u n d Geschrei,
das ihre »Tabubrüche« bei Rechten u n d echten Nazis
e n t f e s s e l t e n , ließ e s u n e r h ö r t e r s c h e i n e n , sie e t w a n i c h t
für » e i n e v o n u n s « z u h a l t e n , u n d l e g t e n n a h e , i h r e n
»Mut« mit Solidaritätsadressen, E M M A - A b o s und Buch-
käufen zu belohnen.
D a n k b a r f ü r d e n Z o f f u m A l i c e , d e r a n g e b l i c h stets
a u f s n e u e d i e N S - T r a d i t i o n e n , die r e a k t i o n ä r e P r ä g u n g
d e r B u n d e s r e p u b l i k a u f d e c k t e (als h ä t t e n d i e u n d j e n e
sich j e m a l s v e r b o r g e n ) , d a n k b a r i n s b e s o n d e r e f ü r d i e
Standhaftigkeit Schwarzers in den Winden der Boule-
v a r d p r e s s e , für die vorbildliche K ä m p f e r i n n e n p o s e a n g e -
sichts e i n e s G e g n e r s , d e n m i t d e r G e s t a p o u n d G o e b b e l s
z u v e r w e c h s e l n » m a n / f r a u « l e i d e r s e h r g e n e i g t war,
durfte die P u b l i z i s t i n s i c h z i e m l i c h gefeit v o r K r i t i k a u s
d e n » e i g e n e n R e i h e n « w ä h n e n . D a ß e s k e i n e K u n s t ist,
i n einer r e p r e s s i v e n Gesellschaft e i n e n S k a n d a l a n z u z e t -
t e l n , d a ß » M u t « (eine der Z e n t r a l v o k a b e l n d e r 6 8 e r ) d i e
allerletzte Kategorie sein sollte, w e n n es das W e r k u n d
eben nicht das Leben eines Schriftstellers zu beurteilen
gilt — d i e s e B i n s e n w e i s h e i t e n w a r e n d a m a l s u n d s i n d b i s
heute wenig populär. Die e n o r m e n M ä n g e l in Schwar-

30
zers » A n a l y s e n « u n d » P r o v o k a t i o n e n « , d i e Defizite d e s
Stils u n d s o h i n d e r I d e e n w u r d e n d e s h a l b g r o ß z ü g i g
ignoriert.
Sie h a t t e S i m o n e d e B e a u v o i r i n t e r v i e w t - also m u ß t e
sie s e l b s t e i n e s e r i ö s e T h e o r e t i k e r i n s e i n . I h r B u c h Der
»kleine Unterschied« und seine großen Folgen (1975) war
e i n s e n s a t i o n e l l e r E r f o l g — a l s o l a s e n sie a u c h d i e , a u f
die e s a n k a m , die » u n t e r d r ü c k t e n V o l k s m a s s e n « . I h r e t -
wegen w a r 1974 eine »Panorama«-Sendung zensiert
w o r d e n - also h a t t e n die M ä c h t i g e n A n g s t v o r i h r u n d
ihren Wahrheiten. Die außerordentliche Aufmerksam-
keit, die S c h w a r z e r bei d e r w e s t d e u t s c h e n L i n k e n g e n o ß ,
e r s t r e c k t e sich s o g u t w i e g a r n i c h t a u f i h r e Texte; d e r
L ä r m u m die A u t o r i n g e n ü g t e d e n m e i s t e n als G e w ä h r
für die S e r i o s i t ä t i h r e r A r b e i t e n . D a b e i h ä t t e e i n e t w a s
m e h r als o b e r f l ä c h l i c h e s S t u d i u m d e r f r ü h e n S t ü c k e
d e n e n , die S c h w a r z e r einst b e w u n d e r t e n u n d sich s p ä t e r
e n t t ä u s c h t v o n ihr a b w a n d t e n , viel K u m m e r e r s p a r t .
W o h l , es g a b , seit S c h w a r z e r sich 1971 mit d e m
STERN-Cover » I c h h a b e a b g e t r i e b e n « e i n e n N a m e n g e -
m a c h t hatte, eine A b l e h n u n g ihrer Arbeit auch aus
»linken Z u s a m m e n h ä n g e n « . Etlichen Häuptlingen der
B e w e g u n g mißfiel, als F a s l e r der E m a n z i p a t i o n b e s c h u l -
digt z u w e r d e n , die i n i h r e n W G s s i c h n i c h t a n d e r s auf-
f ü h r t e n als d e r o r d i n ä r e P a s c h a . E i n i g e n F r a u e n mißfiel
die D o m i n a n z , die die b e r ü h m t e s t e » E m a n z e « d e s L a n -
d e s ü b e r d e n D i s k u r s u n d s e i n e öffentliche W a h r n e h -
m u n g errungen hatte: Verletzte Eitelkeiten, Neid, dog-
m a t i s c h e I n t o l e r a n z u n d e c h t e N e u r o s e n s p i e l t e n aller-
dings eine erheblich kleinere Rolle in der feministischen
K r i t i k , als S c h w a r z e r m e h r f a c h b e h a u p t e t h a t , z . B . i n
Warum gerade sie? (1989):
(Einem) Menschen, den ich ernst nehme, (...) gebe ich
die Chance einer (offenen!) sachlichen Kritik, statt ihn
der Demontage einer (heimlichen) unsachlichen Häme
auszuliefern. Die Wurzeln für ein solches Verhalten von
Frauen gegenüber Frauen sind im mangelnden Selbst-

31
wertgefühl und dem daraus resultierenden Selbsthaß zu
finden. A l l e r d i n g s m ö g e n m a n c h e F e m i n i s t i n n e n bei d e r
Ablehnung Schwarzers durchaus v o m Zorn motiviert
w o r d e n s e i n , d a ß »die A l i c e « fast j e d e n e r r e i c h b a r e n
F l e i s c h t r o g b e s e t z t hielt.
D i e z i e m l i c h r a r e fundierte K r i t i k a n d e r T h e o r e t i k e -
r i n S c h w a r z e r f a n d sich v o r a l l e m in COURAGE, d e m
l a n g j ä h r i g e n K o n k u r r e n z b l a t t v o n EMMA; h i n u n d w i e -
d e r a u c h bei M a r x i s t e n , d e n e n e s p a r t o u t n i c h t e i n l e u c h -
ten wollte, daß eine Befreiung der F r a u e n zu haben sein
könnte ohne Überwindung der Klassengesellschaft.
I n s g e s a m t a b e r ü b e r w o g d a s W o h l w o l l e n d e r L i n k e n für
A l i c e S c h w a r z e r b e i w e i t e m die A b l e h n u n g . W a r u m die
A u t o r i n t r o t z d e m m i t r e i c h l i c h F u r o r a u f die p a a r G e g -
n e r a u s d e n e i g e n e n K r e i s e n r e a g i e r t e , ist z u k l ä r e n .

Was Sie schon immer über Sex wissen wollten

Der »kleine Unterschied«, Schwarzers drittes Buch, ist


ihr interessantestes und bedeutendstes: Die sexuelle
U n t e r d r ü c k u n g der F r a u , die E h e als O r t d e r p e r m a n e n -
ten Ausbeutung und Vergewaltigung waren in Deutsch-
l a n d v o r h e r k e i n e T h e m e n g e w e s e n , s o n d e r n eine Selbst-
verständlichkeit. Nie wieder haben deutsche Männer
sich v o n einer Feministin so bedroht gefühlt, nie wieder
auch hat Schwarzer so konsequent polemisiert und eine
T h e s e s o s t r i n g e n t d u r c h g e h a l t e n w i e hier. R a n k ü n e
u n d offener H a ß d e r C h a u v i n i s t e n u n d P a t r i a r c h e n ,
d o c h e b e n s o die D a n k b a r k e i t v i e l e r w e i b l i c h e r L e s e r
w a r e n v e r d i e n t . D a ß die A u t o r i n n i c h t m ü d e w i r d , a u f
diese, in jeder Beziehung ungeheure, Resonanz zu ver-
w e i s e n , w e n n sie ü b e r sich u n d i h r e A r b e i t s p r i c h t , ist
penetrant, aber verständlich.
Der »kleine Unterschied« unterstellte S c h w a r z e r s z w e i -
felhaftes C r e d o Das Private ist politisch z u m e r s t e n u n d
letzten M a l d e m D i e n s t d e r A u f k l ä r u n g . D e r u n a n g e n e h -

32
m e S o u n d d e s B u c h s - d a s z u m g r ö ß e r e n Teil illustrier-
t e n k o m p a t i b l e R e p o r t a g e n ( u n d n i c h t , w i e die V e r f a s s e -
rin sie betitelt, » P r o t o k o l l e « ) , z u m k l e i n e r e n s e m i w i s s e n -
schaftliche Exkurse u n d P a m p h l e t e enthält - zeigte
Wirkung. Er strahlt eine Selbstgewißheit u n d Arroganz
aus, die, weil v o n einer F r a u intoniert, die C h a u v i n i -
s t e n vielleicht n o c h m e h r p r o v o z i e r t e n als S c h w a r z e r s
Verachtung für den Zipfel und die Zipfelträger. Und
sollte b l o ß e i n e N i c h t s - a l s - G a t t i n d u r c h A l i c e s R i e s e n e g o
couragiert w o r d e n sein, sich von ihrem H a u s t y r a n n e n
u n d -zuhälter zu scheiden, w ä r e das ein Verdienst, mit
d e m die A u t o r i n r e n o m m i e r e n d ü r f t e b i s a n s E n d e i h r e r
T a g e . U n d d a s t u t sie a u c h . S c h w a r z e r k o l p o r t i e r t , d a ß
e s e t l i c h e F r a u e n g e g e b e n h a b e , die n a c h L e k t ü r e d e s
Kleinen Unterschieds die Flucht aus ihrer Ehehölle
antraten.
D e n n o c h w ä r e e s v e r f e h l t , d i e s e s B u c h als die e i n e
A u s n a h m e von der sprachlichen A r m u t und der Flach-
h e i t d e r R e f l e x i o n z u r e k l a m i e r e n , die alle Texte A l i c e
S c h w a r z e r s d u r c h d r i n g e n . D i e A u t o r i n ist sich stets t r e u
g e b l i e b e n : Sie s c h r i e b 1975 g e n a u s o m i s e r a b e l w i e 1 9 9 9 ;
sie pflegte i m m e r e i n e n f a t a l e n Eifer, d a s , w a s a n d e r e
tiefer g e d a c h t u n d b e s s e r g e s a g t h a t t e n als sie, e r s t z u
t r i v i a l i s i e r e n u n d d a n n als G r o ß l e i s t u n g i h r e s o m n i p r ä -
s e n t e n I n t e l l e k t s z u s e r v i e r e n . Sie w i c h d a m a l s w i e
heute keinem rutsch, keinem Selbstmitleid und keinem
K l i s c h e e a u s , u m die K u n d s c h a f t , die sie a v i s i e r t e , b e i
der Stange zu halten. Wiglaf Droste, einer der wenigen,
die s i c h n i e i n S c h w a r z e r g e t ä u s c h t h a b e n , v e r s u c h t e i n
KONKRET ( 4 / 9 6 ) , d e n E n n u i i h r e s QEuvres positiv zu w e n -
d e n : » S o s c h r e i b e n z u m ü s s e n , d a s ist G e r e c h t i g k e i t . «
S o w a s l e s e n zu m ü s s e n , d a s ist N ö t i g u n g : Und in
diesem Zipfel liegt das Mannestum? Liegt die magische
Kraß, [...] die Welt zu beherrschen? Die Zipfelträger
zumindest scheinen davon überzeugt zu sein ... Ich mei-
ne, er ist nicht mehr als ein Vorwand. (Sie m e i n t , u n d
d e r Zipfel ist. W a s sie n u n a b e r m e i n t , s a g t sie n i c h t ,

33
jedenfalls nicht richtig. Denn Meinung und Schreibung
p a s s e n in i h r e n Texten selten z u s a m m e n . ) Nicht dieser
biologische Unterschied, aber seine ideologischen Folgen
müßten restlos abgeschafft werden! (Verflixter Konjunk-
tiv: O b w o h l S c h w a r z e r will, d a ß die A b l e i t u n g m ä n n -
licher Herrschaft aus d e m G e m ä c h t ein E n d e h a b e n
muß, f o r m u l i e r t sie i h r e n B r a n d r u f , als g ä b e e s z u i h m
e i n e A l t e r n a t i v e , als w ä r e sie i h r e r S a c h e g a r n i c h t m a l
sicher. H ä t t e sie e i n e n S c h i m m e r v o n G r a m m a t i k , sie
m ü ß t e sich um falsche D e u t u n g e n weniger sorgen.)
Nicht Penis und Uterus machen uns zu Männern und
Frauen, sondern Macht und Ohnmacht. (Und alle, die
h i e r drei » o d e r « v e r m i s s e n , k r i e g e n v o n i h r e r D e u t s c h -
lehrerin eine Eins rauf mit Mappe.)
» N o c h n a c h h a l t i g e r als bei d e r § - 2 1 8 - A k t i o n « , s c h r e i b t
B a s c h a M i k a in i h r e m leider auch nicht ganz dichten
B u c h Alice Schwarzer ( 1 9 9 8 ) , » e n t f a l t e t s i c h h i e r [ihre]
Stärke, ein T h e m a zu riechen u n d medial so aufzuberei-
ten, daß es schlagartig populär wird.« Diese Stärke aber
ist die g e n e r e l l e S c h w ä c h e aller Texte S c h w a r z e r s ; fort-
w ä h r e n d schielt sie a u f d e n ö f f e n t l i c h e n Effekt i h r e r
Sätze u n d vergißt darüber deren sprachliche Integrität.
Die Mutterschaft ist - so wie sie heute verstanden wird -
das stabilste Glied in der Fessel der Frauen. Im Namen
dieser an sich zweifelsohne positiven Fähigkeit werden
Frauen dazu verurteilt, ihr Leben lang für andere zu
kochen, zu putzen, zu waschen und zu trösten. Was denn
n u n ? Ist die M u t t e r s c h a f t e i n K o n s t r u k t d e s P a t r i a r -
chats, das wenigstens daheim den Arsch noch w a r m auf
d e n E i m e r s e t z e n will? O d e r e i n e » z w e i f e l s o h n e positive«
G a b e , die F r a u e n , v e r m u t l i c h q u a C h r o m o s o m e n s a t z ,
v o r b e h a l t e n b l e i b t ? S c h w a r z e r , die e s sich, b e i aller
G e r i n g s c h ä t z u n g für s o l c h e T a n t e n , m i t d e n H a u s f r a u e n
n i c h t v e r d e r b e n m ö c h t e , o p t i e r t v o r s i c h t s h a l b e r für g a r
keine Definition.
D i e p o l e m i s c h e S c h ä r f e i h r e r Texte n a h m u n d n i m m t
je j ä h e r ab, desto m e h r zu befürchten steht, daß eine

34
potentielle K u n d i n sich getroffen fühlen könnte. Alice
S c h w a r z e r ist, d a f ü r w u r d e sie m i t t l e r w e i l e oft g e n u g
gelobt, belohnt u n d gepriesen, wahrlich eine große und
g e b o r e n e J o u r n a l i s t i n : Sie h a t S c h w i e r i g k e i t e n m i t d e r
S p r a c h e u n d s c h r e i b t d a r u m m i t H ä n d e n u n d F ü ß e n ; sie
verklärt alles, w a s ihr widerfährt, sogleich z u m Modell-
fall; sie g l a u b t , z u a l l e m e i n e M e i n u n g n i c h t n u r h a b e n ,
s o n d e r n a u c h ä u ß e r n z u m ü s s e n . D a b e i schielt sie fort-
w ä h r e n d a u f s P u b l i k u m , d a s sie n i c h t v e r g r ä t z e n , s o n -
d e r n e r o b e r n o d e r w e n i g s t e n s bei d e r S t a n g e h a l t e n will,
u n d m e r k t , g a n z L e i t a r t i k e l s c h m o c k , n i c h t , w i e sie sich
wechselweise aufplustert und anbiedert und fortwäh-
rend selbst widerspricht.
A u c h Der »kleine Unterschied«, in d e m sie s i c h e i n M a l
M ü h e gegeben hat, verfällt am E n d e in p l u m p e Rheto-
r i k , i n die U n f ä h i g k e i t , e i n e n v e r m u r k s t e n S a t z z u strei-
c h e n , u n d B e g e i s t e r u n g a m e i g e n e n G e r e d e . W i e alle
A u t o d i d a k t e n t u t sie sich s c h w e r m i t S y s t e m a t i k u n d
Methode, aber um so leichter mit der triumphierenden
Ausbreitung ihres kreuz und quer zusammengelesenen
W i s s e n s - u n d m a c h t die A k a d e m i k e r , u m d e r e n A n -
e r k e n n u n g sie w i r b t u n d d i e i h r die W e i h e n i m m e r v o r -
aushaben werden, auch schon mal madig und trumpft
d a n n m i t d e r S c h u l e d e s L e b e n s auf: Ich hatte [...] keinen
Hochschulabschluß, ja nicht einmal Abitur, aber ein
gerütteltes Maß an Lebenserfahrungen. [...] Dieser auto-
didaktische Weg [...] stellt sich im Rückblick in meinen
Augen als Vorteil dar: die Entfremdung des klassischen
Bildungsweges war mir erspart geblieben. Ein Prosemi-
nar in M e t h o d i k u n d Begriffsklärung leider auch.
Schwarzers diskursive Schwäche demonstriert exem-
plarisch das vorletzte K a p i t e l v o n Der »kleine Unter-
schied«: Frauen arbeiten doppelt soviel wie Männer.
Z u n ä c h s t w i r d d e r K - G r ü p p l e r i n die R e v e r e n z e r w i e s e n :
Doch mit dem Kampf um gleichen Lohn wird es nicht
getan sein. Frauen müssen gleichzeitig die Kriterien und
Normen der Arbeitswelt in Frage stellen! [...]Solange die

35
weibliche Innenwelt und die männliche Außenwelt un-
erschüttert bleiben, werden Lagerwechslerinnen, das
heißt Frauen im Männerlager, immer auch Verräterin-
nen ihrer zurückgebliebenen Schwestern sein - ohne
selbst wirklich entkommen zu können.
F ü n f z e h n S e i t e n s p ä t e r fällt S c h w a r z e r e i n , d a ß n u n a
bisserl w a s K o n s t r u k t i v e s n o t t u t , d a s P a t r i a r c h a t v i e l -
leicht d o c h a m b e s t e n v o n i n n e n z u e r s c h ü t t e r n u n d die
Vergrätzung der »Lagerwechslerinnen« marktstrate-
gisch e i n g r o ß e r F e h l e r w ä r e : [Nur] die Berufstätigkeit
gewährt der Frau eine relative ökonomische Unabhän-
gigkeit vom eigenen Mann; nur die Berufsarbeit lindert
die soziale Isolation und hebt das Selbstwertgefühl von
Frauen; nur die Berufstätigkeit bricht zumindest partiell
die traditionelle Frauenrolle auf. Dies alles im F e t t d r u c k
d e r Ü b e r z e u g u n g - d e r freilich a u c h d e m f o l g e n d e n ,
z i e m l i c h b r a c h i a l die K o n t r a d i k t i o n e n z u s a m m e n z w i n -
genden R e s ü m e e nicht abgeht: Wir Frauen müssen ver-
stärkt in Männerdomänen eindringen - aber ohne uns
vorbehaltlos zu integrieren. Wir müssen gleichzeitig
wagen, männliche Spielregeln und Inhalte in Frage zu
stellen: Leistung um der Leistung willen, Entfremdung,
Konkurrenz und Profit sind nicht unbedingt nachah-
menswerte Maximen. » W i r F r a u e n « s o l l e n also » V e r r ä t e -
r i n n e n « sein, u m die R e v o l u t i o n , die e s s c h o n b r a u c h t ,
d a m i t »wir« k e i n e w e r d e n , a n z e t t e l n z u k ö n n e n ? B z w . :
D a s P a t r i a r c h a t w i r d k l e i n b e i g e b e n , w e n n »wir« u n s
dem Leistungs- und Wettbewerbsdruck entziehen und
die D o m ä n e n infiltrieren, i n die e s a l l e r d i n g s k e i n e n
h i n e i n l ä ß t u n d e r s t r e c h t k e i n e , d e r u n d die sich d e n
Spielregeln des Patriarchats nicht unterwirft?
D a s also k o m m t d a v o n , w e n n die » r a d i k a l e F e m i n i -
stin« d e n K a p i t a l i s m u s , d i e s e n a l t e n H e r m a p h r o d i t e n ,
für e i n e r e i n e M ä n n e r s a c h e h ä l t u n d d a s b i ß c h e n i m
Vbrbeigehn abgelauschten Histomat aus Gründen des
Z e i t g e i s t s i n die e i g e n e I d e o l o g i e h i n e i n q u e t s c h e n m ö c h -
te — ö d e s t e S o z i a l d e m o k r a t i e : Wir dürfen uns nicht mit

36
der abstrakten Forderung nach »Vergesellschaftung« von
Haus und Erziehungsarbeit begnügen. Wir müssen hier
und heute die Übernahme der Hälfte der Hausarbeiten
durch die Männer fordern, statt uns mit ihrer gnädigen
Mithilfe zu bescheiden. Daß auf der Maximalforderung
b e h a r r e n sollte, w e r w e n i g s t e n s m a r g i n a l w a s ä n d e r n
w i l l , d a ß v o r d e m S t a t u s q u o k a p i t u l i e r t h a t , w e r lieber
seine Reformierung erwägt, statt an der »abstrakten«
Utopie festzuhalten, kapiert Schwarzer heute noch
s c h l e c h t e r als d a m a l s . D i e I d o l i s i e r u n g v o n F r a u e n ,
gleich w e l c h e r i d e o l o g i s c h e n E i n f ä r b u n g o d e r K l a s s e n -
p r ä g u n g , die i n » M ä n n e r d o m ä n e n « e i n g e d r u n g e n s i n d ,
wurde neben Getöse und Gefuchtel bald zu ihrer lieb-
sten B e s c h ä f t i g u n g . U n d n i e m a l s w i e d e r f i e l d a s b ö s e
W o r t v o n d e r » L a g e r w e c h s l e r i n « . D e r w e i l ist die H a u s -
arbeit, 25 Jahre und 50 Auflagen nach der Minimalfor-
d e r u n g im Kleinen Unterschied, Weiberkram geblieben
durch und durch. Um mit der Spezialistin zu reden:
Nicht alles, was sich das Etikett des Feminismus anhef-
tet, ist deswegen schon Beitrag zur Befreiung der Frauen.
G e m e s s e n an d e r h a l b e n G a r h e i t d e s Kleinen Unter-
schieds, wirken die zeitgenössischen Reaktionen der
C h a u v i n i s t e n n u r n o c h t o l l w ü t i g e r . » H i e r h a t « , kläffte
die S Ü D D E U T S C H E Z E I T U N G , »eine »frustrierte Tucke<
a n d e r e frustrierte T ü c k e n s c h a m l o s exploriert, u m e i n e n
Bestseller zu schreiben.« Die STUTTGARTER ZEITUNG
b ö l k t e : » D e r d r e s s i e r t e M a n n ist t o t , e s l e b e die u n t e r -
d r ü c k t e F r a u o h n e O r g a s m u s . « I n der M ü n c h n e r A B E N D -
Z E I T U N G m e l d e t e sich ein Pitbull z u W o r t : S c h w a r z e r sei
» h ä ß l i c h w i e die N a c h t e u l e m i t d e m S e x e i n e r S t r a ß e n l a -
t e r n e « . B I L D e r k l ä r t e sie z u m » M a n n w e i b « . I m S T E R N
p i ß t e e i n L e s e r die A u t o r i n als » M i ß H ä n g e t i t t « a n . U n d
Augsteins S P I E G E L freute sich über diese Zuschrift: »Mir
ist d e r A r s c h d e r O . l i e b e r als d e r K o p f d e r S . «
S. e r k l ä r t e die d e m e n t e n T i r a d e n a u f i h r e A r t : So
wurde mit Frauen, die sich in Männergesellschaften für
Frauen einsetzten, noch allemal verfahren: Nicht Inhalte

37
stehen zur Debatte, sondern Äußerliches. Daß die zotige
Rezeption ihres Buchs einiges mit seinen Thesen zu tun
hatte - M ä n n e r seien unfähig zur partnerschaftlichen
Sexualität und ihr Genital objektiv erbärmlich -,
s c h w a n t e S c h w a r z e r z w a r , a b e r s o e i n f a c h m o c h t e sie
s i c h die A n g e l e g e n h e i t n i c h t m a c h e n : Es handelt sich
um ein weltweites Männerkomplott mit Tradition. Da
t r a u t e sie d e n H o r d e n m ä n n c h e n , die s i c h v o n ihr a u f d e n
S c h w a n z getreten fühlten, allerdings zuviel zu. D e n n
n a t ü r l i c h b e g l e i t e t e die D u m p f h e i t e n d e r » Z i p f e l t r ä g e r «
kein Schreibverbot und kein Verlagsbann, im Gegenteil.
Schwarzer war zu einer öffentlichen Person geworden,
g e f r a g t v o n allen M e d i e n . W a s sie f ü r e i n e Diffamie-
rungskampagne hielt, w a r eine g a n z s p o n t a n e , a u t h e n t i -
s c h e E x p l o s i o n v o n F r a u e n h a ß , a n die die L u n t e g e l e g t
zu haben irgendeiner Weltzentrale des Patriarchats
s c h o n d e s h a l b n i c h t z u z u s c h r e i b e n w a r , w e i l e s die e i n -
f a c h n i c h t gibt.

Schatten und Nebel

Schwarzers bedenkliche Neigung zum Verschwörungs-


d e n k e n allein, w i e B a s c h a M i k a e s n a h e l e g t , a u s d e r
M a s s i e r u n g » v e r l e t z e n d e r E r f a h r u n g e n « a b z u l e i t e n (»In
solchen Situationen sind auch Erwachsene ihren alten
K i n d e r ä n g s t e n s c h u t z l o s e r als s o n s t a u s g e l i e f e r t « ) , v e r -
harmlost ein besonders prekäres M o m e n t in der Ideolo-
gie d e r » R a d i k a l f e m i n i s t i n « . I n d e m sie s i c h u n e n t w e g t
als Opfer, das Opfer, e i n e r g l o b a l e n M ä n n e r k o n s p i r a t i o n
v o r s t e l l t , p a n z e r t sie s i c h z u g l e i c h g e g e n K r i t i k j e d e r
A r t . Sie w i r d u m g e t r i e b e n v o n d e r I l l u s i o n , w a s a u c h
i m m e r an übler Herrschaftspolitik getrieben werde,
folge e i n e m g r ö ß e r e n P l a n , d e n d e r Ö f f e n t l i c h k e i t z u
e n t h ü l l e n ihr, S c h w e s t e r A l i c e , v o r b e h a l t e n sei — u n d
e b e n w e i l sie i h n e n t h ü l l e , sei sie g e f ä h r d e t e r als die
m e i s t e n . G r o ß ist i h r M i t l e i d m i t d e n O p f e r n d e r G e -

38
s c h i c h t e , d o c h a u s i h r e r E m p a t h i e d e d u z i e r t sie, e s d ü r f e
n i e m a n d a n d e r e r als sie i m N a m e n d i e s e r O p f e r s p r e -
chen. Kein M e n s c h hat jemals so exemplarisch gelebt, so
scharf hinter den Schleier der M a j a geblickt wie Alice
Schwarzer: Ich gehöre zu den Wegbereiterinnen [des]
neuen Feminismus. Als Journalistin, Aktivistin und
Theoretikerin bin ich Handelnde, Behandelte und Chro-
nistin zugleich. Die in diesem Buch zusammengestellten
Arbeiten [...] zeigen, hoffe ich, wie umfassend der Blick
engagierter Feministinnen auf die Welt ist (Aus dem
Vorwort zu: Mit Leidenschaft).
W i e w o h l e s ihr, z u m G l ü c k , e r s p a r t g e b l i e b e n ist, die
R e a k t i o n d e r R e a k t i o n ä r e a u f i h r e A r b e i t j e a n d e r s als
via Feuilleton und Leserbrief erdulden zu müssen, und
o b s c h o n sie k e i n e B e u g e h a f t , k e i n e n M o r d a n s c h l a g u n d
ü b e r h a u p t n i e e i n e s c h l i m m e r e D r o h u n g als d i e , i m
Fernsehen auftreten zu müssen, zu gewärtigen hatte,
g e n i e r t sie s i c h k e i n e s w e g s , die D e n u n z i a t i o n e n , die sie
t r a f e n , m i t d e r P e i n u n d A g o n i e z u v e r g l e i c h e n , die a n -
deren, weniger von sich selbst besoffenen F r a u e n vor
E r f i n d u n g d e s P r e s s e r e c h t s a n g e t a n w u r d e n : Moderne
Hexenprozesse können auf den Scheiterhaufen verzich-
ten, sie haben den Blätterwald. Und moderne Rauch-
s p u r e n h a b e n d e n V o r t e i l , d a ß sie m i t D r u c k e r s c h w ä r z e
aufgemalt werden. Feministinnen, das hat Tradition,
sind die Kugel kaum wert. Sie werden getötet durch
Lächerlichkeit und Diffamierung. Und anschließend von
Joachim Fuchsberger reanimiert. Nun war ich zwar
nicht länger totzuschweigen, sollte aber möglichst rasch
durch Lächerlichkeit getötet werden. U n d w e n n sie n i c h t
g e s t o r b e n ist, d a n n l a c h e n h e u t e n o c h die H ü h n e r . Ich
soll das nicht mehr sagen dürfen. Bei Zuwiderhandlung
droht mir die Todesstrafe: Rufmord. Aber vor der Exeku-
t i o n w i r d die H ö c h s t s t r a f e v o l l s t r e c k t : die B u n d e s v e r -
dienstkreuzigung.
Alice Schwarzer glaubt, mit Leib u n d Seele eine M ä r -
t y r e r i n z u sein, u n d d a r u m s c h m e i ß t sie sich, u n g e b e t e n ,

39
u n g e z w u n g e n , u n v e r s c h ä m t , a n F r a u e n r a n , die e i n i g e s
m e h r r i s k i e r t e n als eine A b s a g e v o m B e r t e l s m a n n - L e k -
torat: Ich bin Feministin, das heißt, ich gehöre zu der
Sorte Menschen, deren mutigste Vertreterinnen bei den
Nazis ganz oben auf der Liste gestanden haben und die
fast alle ins Exil flüchten mußten (wie Anita Augspurg,
Lida Gustava Heymann oder Helene Stöcker). Die Obs-
z ö n i t ä t d i e s e s V e r g l e i c h s , diese F r e c h h e i t , g e p a a r t m i t
einer grotesken Selbstverherrlichung - das m u ß frau
s i c h erst m a l t r a u e n . F o r m u l i e r t h a t S c h w a r z e r , d a s
B l u t l a m m d e r » M ä n n e r m e d i e n « , v o n d e n e n sie e n t w e d e r
totgelacht oder ins Grab beleidigt wurde, den klebrigen
S a t z 1 9 9 1 , als d e r » M ä n n e r w a h n « r u n d u m K u w a i t t r i -
u m p h i e r t e , für d a s B l a t t , i n d e m v o r m a l s e i n A . i h r e m
K o p f v o r g e z o g e n w o r d e n w a r , für d e n SPIEGEL. S o perfi-
d e n ä m l i c h v e r f o l g e n die m o d e r n e n N a z i s : Sie b e d r o h e n
eine der »mutigsten Vertreterinnen« jener »Sorte
M e n s c h « , die » g a n z o b e n a u f d e r L i s t e « s t e h t , w e n n d e r
R e d a k t i o n n a c h e i n e m G a s t k o m m e n t a r z u m u t e ist, m i t
Aufträgen und einem Seitengeld nicht unter 2.000
Mark.
Die KZ-Koketterie war halb Halluzination, halb Tak-
tik. Schwarzers Artikel Von Menschenhaß und Men-
schenliebe zielt a u f H e n r y k M . B r o d e r , d e r zuvor, g l e i c h -
falls im SPIEGEL, unter dem Titel »Mein Kampf« deutsche
Kriegsgegnerinnen angriff und ihren Pazifismus mit
Antisemitismus gleichsetzte. Die Autorin, die sich ange-
s p r o c h e n f ü h l e n d u r f t e , n i m m t g e g e n B r o d e r , d e r als
J u d e z u » d e r S o r t e M e n s c h « zählt, für die die Todeslisten
d e r N a z i s ü b e r h a u p t e r s t e r f u n d e n w u r d e n , für s i c h i n
Anspruch, daß es ihr im Dritten Reich bestimmt noch
s c h l i m m e r e r g a n g e n w ä r e . D a b e i r e c h n e t sie fest m i t
L e s e r n , die eine g e b o r e n e A n t i - A n t i s e m i t i n s c h o n d a r a n
e r k e n n e n , d a ß sie m i t d e n J u d e n , w e n n s c h o n n i c h t l a u t
A h n e n p a ß , s o d o c h i d e e l l , p r a k t i s c h i n e i n e m B o o t sitzt.
O b w o h l Broder, der willige Helfer der neuesten Fascho-
Verschwörung gegen kämpferische Feministinnen und

40
Pazifistinnen, es eigentlich gar nicht verdient hat, mit
d e r » g a n z o b e n « t h r o n e n d e n Verfolgten die P l a n k e z u
teilen: Die Skrupel der Nachkriegszeit sind vorbei, auch
wir Deutschen haben jetzt eine intellektuelle Rechte -
und die versucht nun, kritische Stimmen ausgerechnet
im Namen der deutschen Schuld mundtot zu machen.
Kein Wort wahr, ein infernalischer Quatsch, nicht zu
quaken und zu wagen ohne anderthalb Jahrzehnte Rou-
tine in S e l b s t m i t l e i d u n d -Verklärung u n d H e u l w e i b e r e i .
»Wir Deutschen« hatten eine »intellektuelle Rechte«
n i c h t n u r »jetzt«, s o n d e r n i m m e r , seit w i r »wir D e u t s c h e «
s a g e n ( u n d die d e u t s c h e G r a m m a t i k b e i s e i t e l a s s e n ,
w e n n »wir Deutschen« schreiben). »Mundtot« gemacht
w u r d e nicht eine einzige »kritische Stimme« w ä h r e n d
des Golfkriegs. Es war im Gegenteil unmöglich, d e m
Gejammer und Gegreine solcher Stimmen wie z. B. der
Alice Schwarzers zu entkommen. Wer aber einem Juden
vorwirft, »ausgerechnet im Namen der deutschen
Schuld« deutsche Kriegsgegner Innen Antisemitlnnen zu
n e n n e n , d e r r e s p . die h a t n i e b e g r i f f e n , d a ß e s a u f u n b e -
fangene Betrachter ziemlich antisemitisch wirkt, Bro-
der, d e n die » d e u t s c h e S c h u l d « u m g e r a d e m a l e i n J a h r
v e r p a ß t e , i n die N ä h e e i n e s V o r g a n g s z u z e r r e n , d e r
»ausgerechnet« ist u n d a u ß e r d e m ein K o m p l o t t der
»Rechten«.
Einem jüdischen Menschen gegenüber werde ich, die
1942 Geborene, mein Leben lang Deutsche sein - schwe-
ren, aber bewußten Herzens. A l s sei » D e u t s c h e s e i n « e i n e
v i e l e schlaflose N ä c h t e h i n d u r c h e r w o g e n e m o r a l i s c h e
E n t s c h e i d u n g u n d n i c h t s c h l i c h t die l e b e n s l a n g e F o l g e
einer Geburt in Wuppertal! D a s Herz, das schwer, aber
b e w u ß t d e m J u d e n , d e r a u c h e i n M e n s c h ist, e n t g e g e n -
g e h a l t e n w i r d , dies H e r z c h e n m a g ' s freilich nit l e i d e n ,
w e n n d e r M e n s c h , d e r v o r a l l e m e i n J u d e ist, s i c h er-
frecht, »den Deutschen« insgesamt zu unterstellen, sie
seien in Sachen Golfkrieg bestenfalls naive Trottel,
schlimmerenfalls aber hämische Antisemiten. Dem Her-

41
a u s g e b e r des S P I E G E L , i n d e m e r s t B r o d e r s e i n e , d a n n
S c h w a r z e r ihre M e i n u n g g e i g t e , w i r d g e p e t z t , d a ß d e r
jüdische Mensch 1982 bei einem Treffen Überlebender
aus den KZs die schockierten Anwesenden persönlich
über zwei besonders üble Antisemiten [aufklärte], ihre
Namen: Rudolf Augstein und Alice Schwarzer. Gebracht
hat's e h e r nix. B r o d e r w u r d e v i e r J a h r e n a c h d e m K r i e g
gegen den Gasraketendiktator in die Redaktion des
S P I E G E L a u f g e n o m m e n . S o viel S o u v e r ä n i t ä t u n d P l u r a -
l i s m u s e i n e s H e r a u s g e b e r s w ü n s c h t e » m a n / frau« d e r
E M M A . D i e aber, d a z u u n t e n m e h r ( B r o d e r spielt a u c h
d o r t eine H a u p t r o l l e ) , i h r e e i g e n e A u f f a s s u n g v o n d e r
Freiheit der Meinung hat.
[Der] Vergleich Saddam Husseins mit Hitler [ist] nicht
nur ahistorisch, a p o d i z i e r t S c h w a r z e r ( d i e , als h e r z e n s -
schwere Deutsche, allemal m e h r von der Geschichte
v e r s t e h t als die Broders, die b e k a n n t l i c h um so schriller
tönen, je lauter die Schreie der Opfer werden) — sondern
auch zynisch und eine ungeheuerliche Verniedlichung
der Verbrechen der Nazis - und damit eine Verharmlo-
sung der Shoah. » W i r D e u t s c h e n « l e r n e n : D e r J u d e B r o -
der, d e r t ö n t , d a m i t die O p f e r ü b e r h ö r t w e r d e n , u n d d e n
S c h w a r z e r als e i n e n R e p r ä s e n t a n t e n d e r N e u e n R e c h t e n
d e m a s k i e r t , v e r h a r m l o s t die E r m o r d u n g d e r e u r o p ä i -
s c h e n J u d e n , w e n n e r die d e u t s c h e n O p p o n e n t e n d e s
Golfkriegs antisemitischer Motive zeiht u n d den Antise-
miten Hussein mit d e m Antisemiten Hitler vergleicht.
Schwarzer aber hat den M u t - den Todesmut einer Ruf-
g e m o r d e t e n , die i m S P I E G E L drei u n r e d i g i e r t e S e i t e n
k r i e g t —, e i n e n J u d e n als A u s c h w i t z - V e r h a r m l o s e r u n d
g a r - L e u g n e r zu e n t l a r v e n . Ja, wir sind »die Kinder
unserer Eltern«. Aber nicht nur. Und nicht immer. Es
g i b t n ä m l i c h e i n e A u s n a h m e , u n d die h e i ß t A l i c e , u n d
sie h a t z w a r E l t e r n , » a b e r « d e r e n K i n d ist A l i c e » n i c h t
nur«: Es gibt auch antifaschistische Eltern. Ihnen ver-
danke ich meine Politisierung, [...] die in die Frauenbe-
wegung mündete. Merkt hier j e m a n d was? Merkte, bei-

42
s p i e l s w e i s e , 1 9 9 1 i r g e n d e i n SPIEGEL-Leser, d a ß S c h w a r -
zer, e r s t e n s , für s i c h b e a n s p r u c h t , e i n K i n d i h r e r E l t e r n
n i c h t z u s e i n , aber, z w e i t e n s , a u s e i n e m i n t e g r e n , j a
»antifaschistischen«, also tätig widerstehendem Eltern-
hause zu stammen? (Das übrigens, der Biographie der
H e l d i n die E h r e z u e r w e i s e n , e i n G r o ß e l t e r n h a u s g e w e -
s e n ist.) W o r a u s , w a s die g r o t t e n s c h l e c h t e R a b u l i s t i n
Schwarzer nicht gewahrt, der gewiefte Rabulist mit F u g
b l o ß f o l g e r n k a n n , d a ß sie d e n a n t i f a s c h i s t i s c h e n » E l -
tern« » n i c h t n u r « , » n i c h t i m m e r « , a b e r oft g e n u g K u m -
m e r bereitet hat - z. B. jetzt, bei der Apologie gegen den
menschfbrmigen J u d e n Broder.
E s ist bei d e n D e u t s c h e n , w e n n sie als D e u t s c h e n i c h t
apostrophiert und noch weniger attackiert werden m ö -
g e n , l e i d e r i m m e r d a s s e l b e : Sie v e r l e u g n e n i n i h r e n
empörten Repliken zuerst und vor allem das einzig Kost-
bare ihrer Herkunft, ihre arme Mutter Sprache. Schwie-
rigkeiten mit der Grammatik, der Semantik, der Syntax
u n d a n d e r e n » M ä n n e r d o m ä n e n « h a t S c h w a r z e r , die
enorme Journalistin, schon i m m e r gehabt. Aber so unbe-
holfen wie b e i m U m g a n g mit Kritikern aus den eigenen
K r e i s e n , K r i t i k e r n , die i h r e n G e s c h ä f t e n w i r k l i c h s c h a -
d e n k ö n n t e n , zeigt sie s i c h n i r g e n d s . Sie f a s e l t s i c h ,
w e n n e s u m B r o d e r g e h t , u m S i n n u n d V e r s t a n d : Wer
beim jetzigen Wissensstand immer noch den Golfkrieg
rechtfertigt, ist kriegslüstern oder prosemitisch. Prosemi-
tismus aber ist nur die verhüllte Seite des Antisemitis-
mus [...]. M a l davon abgesehen, daß ein U n w o r t wie
»Prosemitismus« nicht nur »ahistorisch«, sondern auch
d e n u n z i a t o r i s c h ist ( z u r B i l d u n g e i n e r s o l c h e n V o k a b e l ,
s c h r i e b d a m a l s KONKRET, seien »nur deutsche Antise-
m i t l n n e n « f ä h i g ) - w e l c h e m W a h n u n t e r l i e g t die B e -
h a u p t u n g , P a r t e i n a h m e für J u d e n sei i n W a h r h e i t n u r
»die v e r h ü l l t e Seite« d e s J u d e n h a s s e s ? W e l c h e r I d e o l o g i e
die T h e s e , B r o d e r sei v o r a l l e m e i n » v e r h ü l l t e r « H i t l e r ?
Prosemitismus, e r l ä u t e r t die A n t i - A n t i s e m i t i n in i h r e r
E i g e n s c h a f t als A n t i - P r o s e m i t i n , sei die Bigotterie derer,

43
die nicht zu Ende gedacht und gefühlt haben und die
nun ihre unverarbeitete Schuld mit übereifrigem Beifall
für die israelische Aggressionspolitik eines Shamir über-
tönen wollen. E r s t » ü b e r t ö n e n « sie schrill d i e » S c h r e i e
der Opfer«, dann ihre »unverarbeitete Schuld«. W a r u m
der in Polen geborene Broder eine »Schuld« zu verarbei-
t e n h a t , die a b z u t r a g e n d o c h e h e r j e n e n K i n d e r n W u p -
p e r t a l e r A r i e r o b l i e g t , die m i t s c h w e r e n , a b e r b e w u ß t e n
Herzen durchs Leben galoppieren, u n d weshalb sein
E n g a g e m e n t f ü r Israel d a s E r g e b n i s e i n e r » n i c h t z u
Ende« gedachten u n d gefühlten Beschäftigung mit dem
H o l o c a u s t ist - m a n w ü ß t e e s g e r n , erfährt's a b e r n i c h t .
Die Monstrosität des Vorgangs - ein J u d e , der die
Deutschen des Antisemitismus bezichtigt, wird selbst
a l s A n t i s e m i t b e s c h i m p f t - ist i m L a n d d e r T ä t e r s o
selbstverständlich, daß es praktisch keinen Widerspruch
g e g e n die P e t z e d e r » r a d i k a l e n F e m i n i s t i n « , »Pazifistin«
u n d » A n t i f a s c h i s t i n « setzte. S c h w a r z e r r e c h n e t e fest m i t
d e r I g n o r a n z u n d D u m m h e i t e i n e r Ö f f e n t l i c h k e i t , die j a
auch nicht bezweifelt, daß am Antisemitismus i m m e r
die J u d e n selber schuld sind. Die Tausendschaft der
n o t o r i s c h e n U n t e r s c h r i f t s t e l l e r , die e i n p a a r J a h r e f r ü -
her wegen Jenningers »Faszinosum« vor Empörung
k a u m laufen konnten, fand an den seltsamen Analogien
der Kollegin Schwarzer nichts auszusetzen, obzwar hier
mal ein G r u n d zur »Betroffenheit« gewesen wäre.
A b e r das nämliche Pack fand es ja gleichfalls völlig in
O r d n u n g , als d e r S c h w a r z e r - F r e u n d u n d n a c h m a l i g e
Biograph Gert v. Paczensky, deutlich anspielend auf
e i n e P o l e m i k B r o d e r s g e g e n die E M M A - C h e f i n 1984 d e s -
s e n A u f n a h m e i n d i e d e u t s c h e A b t e i l u n g d e s P.E.N.-
Clubs verhinderte. »Broder betreibt seine schriftstel-
lerische Karriere letzthin im Wesentlichen, indem er
Leute diffamiert, deren Sicht des Israelproblems i h m
nicht gefällt«, schrieb er ans Präsidium u n d holte sich
als M i t a u t o g r a p h e n die b e w ä h r t e n Kräfte H e i n r i c h
Albertz u n d H e l m u t Gollwitzer. W e n n der J u d stört,

44
m u ß er halt draußenbleiben, während wir das Problem
Israel, und wie es sich am besten beseitigen läßt, erör-
tern: So was nennt m a n dann wohl verarbeitete Schuld.
I n i h r e m SPIEGEL-Aufsatz ist S c h w a r z e r m i t d e r E n t -
l a r v u n g B r o d e r s als A n t i s e m i t ü b r i g e n s n o c h n i c h t a m
E n d e ; n u n gilt's, i h n a u ß e r d e m als N e o n a z i z u d e n u n z i e -
ren. Ich habe lange im Ausland gelebt und gelernt, daß
faschistoides Denken und Handeln kein deutsches Patent
ist und auch kein Privileg der Täter. Ich a b e r k a n n d e r
F r a u , die z w a r i m A u s l a n d g e l e b t , a b e r i m L e b e n n i c h t s
g e l e r n t h a t als S c h w a d r o n i e r e n u n d N i e d e r w a l z e n , v e r -
sichern, daß es durchaus z u m Selbstverständnis der
T ä t e r g e h ö r t , h i n t e r h e r z u m a u l e n , die a n d e r e n s e i e n
d o c h k e i n b i ß c h e n besser. Und ich habe das Empfinden
dafür bekommen, was - auch als Erbe des Faschismus -
typisch deutsch ist: rigides Schwarzweiß-Denken zum
Beispiel, bornierte Freund-Feind-Muster und-Denkver-
bote.
U n d i c h h a b e trotz a u s f ü h r l i c h e r S c h w a r z e r l e k t ü r e
i m m e r n o c h k e i n e E m p a t h i e für i h r e P a r a d o x a b e k o m -
m e n : B e w e i s t die i n t e r n a t i o n a l e P r ä s e n z » f a s c h i s t o i d e n
H a n d e l n s « p f e i l g r a d , d a ß e s » t y p i s c h d e u t s c h « ist? K ö n -
n e n die T ä t e r s i c h n u n e t w a s a u f i h r e F a r b e n b l i n d h e i t
e i n b i l d e n o d e r h a t alle W e l t d a s P a t e n t , i n s c h w a r z w e i ß
z u d e n k e n ? H ä t t e d e r z u s t ä n d i g e R e s s o r t l e i t e r d e s SPIE-
GEL j e d e r v o l o n t ä r i n , die i h m m i t e i n e m S c h m u s u n d
Scheiß dieses Kalibers g e k o m m e n wäre, nicht auf der
Stelle u n d m i t F u g e i n e n Tritt u n d d e n R a t g e g e b e n , d a s
S c h r e i b e n für i m m e r z u l a s s e n ? F r e i l i c h - bei A l i c e w ä r e
er g a n z s c h ö n a u f g e l a u f e n : [Denkverbote] habe ich noch
nie hingenommen! D a s h ä t t e n E r n s t N o l t e o d e r K l a u s
Röhl wackrer nicht schreien können. Schwarzers A n -
m a ß u n g , G e g a c k e r u n d G e d a c k e l für » D e n k e n « a u s z u -
geben, ein D e n k e n , fortwährend bedroht von Tabuisie-
r u n g u n d S c h w e i g e h a f t - d i e s e r m a n i s c h e D ü n k e l sollte
allerdings nicht länger h i n g e n o m m e n werden. Z u m a l da
»Tante Denunziante« (Wiglaf Droste) selber nie etwas

45
a n d e r e s g e t a n h a t , als i h r e U m w e l t i n » F r e u n d - F e i n d -
Mustern« wahrzunehmen.

Innenleben

Gleich, wie m a n z u m Polemiker Broder steht, zu seinen


e i g e n a r t i g e n p a t r i o t i s c h e n P a r o x y s m e n seit d e r W i e d e r -
v e r e i n i g u n g u n d s e i n e m reichlich a b g e h a n g e n e n S a r k a s -
m u s - e s bleibt i h m d a s V e r d i e n s t , m e h r als j e d e r a n d e r e
K r i t i k e r S c h w a r z e r getroffen u n d z u h ö c h s t i n t e r e s s a n -
ten Reaktionen gereizt zu haben. Die Geschichte dieser
tiefen A b n e i g u n g b e g i n n t b e r e i t s 1 9 8 1 . D a s F e b r u a r h e f t
von E M M A veröffentlichte eine Reportage Ingrid Strobls
über Leid u n d Elend der Palästinenser in Israel, das,
d e m antizionistischen Geist der Zeit verpflichtet, von
Strobl durchgehend »Palästina« genannt wurde. Broder
e r w i d e r t e i n d e r Z E I T m i t d e m P a m p h l e t »Ihr seid die
K i n d e r e u r e r E l t e r n « u n d der, a n d e n V e r n i c h t u n g s -
phantasien des ordinären Hisbollahmörders gemessen,
gar nicht so falschen Behauptung, w e r im Sinne der
F a t a h » P a l ä s t i n a « statt I s r a e l s a g e , n e h m e P a r t e i f ü r
»eine zweite Endlösung«.
S c h w a r z e r , m i t N a c h d r u c k a u f d e m f a l s c h e n F u ß er-
wischt, fühlte ihr I m a g e bedroht wie nie. Die P a r a d e r a -
d i k a l e , die e s s i c h i n T a l k s h o w s u n d d e n W o h n z i m m e r n
der Stars gemütlich zu m a c h e n begann, wehrte sich
deshalb zunächst auch nicht im Hausblatt, sondern in
K O N K R E T , der letzten Publikumszeitschrift der Linken,
g e g e n die v e r h e e r e n d e n A n w ü r f e . D a n a c h ließ sie » S i n d
w i r alle A n t i s e m i t e n ? « a u c h v o n E M M A v e r b r e i t e n . I m
S a m m e l b a n d Mit Leidenschaft e r s c h i e n d e r A r t i k e l e i n
drittes Mal, m i t s a m t einer eigenartig v e r k l e m m t e n
r e d a k t i o n e l l e n E i n l e i t u n g , w e l c h e a n g e b l i c h »wir« E M -
MA-Frauen verfaßt hatten, dessen k r u m m e r Sound j e -
d o c h g a n z n a c h d e r C h e f i n k l i n g t : [Trotz] der Fragwür-
digkeit von Broders Vorgehensweisen (gemeint ist Bro-

46
d e r s A r g u m e n t a t i o n ) [finden wir] seine Vorwürfe extrem
gravierend. In d e r T a t : S c h w e r e r als d e r S c h i m p f d i e s e s
»in u n s e r e n K r e i s e n « r e c h t b e k a n n t e n J o u r n a l i s t e n u n d
J u d e n , S c h w a r z e r sei e i n e v e r k a p p t e A n t i s e m i t i n , h a t t e
bis dahin keine Kritik gewogen.
Sie f ä n g t , m a l w i e d e r z u s c h w a c h (vor E m p ö r u n g ? ) für
den Konjunktiv, so a n : Alle deutschen Linken sind Anti-
semiten. Jeder, der das Los der Palästinenser beklagt
oder Israel als imperialistischen Staat kritisiert, will
Israel vernichten [...] Schlimmeres, klagt Schwarzer,
könnte man einem Deutschen 37 Jahre nach Auschwitz
nicht anlasten als die Absicht, »eine zweite Endlösung«
anzustreben. D i e s e r S a t z m a r k i e r t e i n e e c h t e W e n d e in
d e r G e s c h i c h t e d e u t s c h e n S e l b s t m i t l e i d s . G a l t bis d a h i n ,
e s k ö n n e für e i n e n D e u t s c h e n n i c h t s S c h l i m m e r e s g e b e n
als s e i n e o d e r s e i n e r E l t e r n S c h u l d a n d e r E r m o r d u n g
der e u r o p ä i s c h e n J u d e n , h a t Betroffenheitsprofi S c h w a r -
zer, 3 7 J a h r e n a c h A u s c h w i t z , p l ö t z l i c h e n t d e c k t , w a s
wirklich den R u f ruiniert: Nicht der begangene Völker-
m o r d , s o n d e r n die U n t e r s t e l l u n g , i h n , als » L i n k e « ü b e r -
dies, heimlich zu wünschen. N o c h ehe der erste Absatz
z u E n d e ist, h a t sich S c h w a r z e r b e r e i t s als u n s c h u l d i g e s
O p f e r i n P o s e u n d d e n KONKRET-Lesern, die j a »alle«
m i t g e t r o f f e n s e i e n i n ihr, a n die B r u s t g e w o r f e n — u m
m i t j e n e r ü b e r l e g e n e n M o r a l , d i e , w i e sie g l a u b t , G e b l ö k
verleiht, Broder (damals B ü r g e r des Staates Israel u n d
m i t e i n e r g e w i s s e n E m p f i n d l i c h k e i t für a n t i z i o n i s t i s c h e
Töne aus Deutschland ausgestattet) darüber zu beleh-
ren, wie der Jude mit den Deutschen reden darf und wie
n u n g a r n i c h t . In keiner Frage muß man sich [...] vor
Pauschalierung so hüten wie in dieser. Broder hütet
sich nicht. [...] Er ist dabei so leichtsinnig wie demago-
gisch, seine Methoden sind so fragwürdig wie seine Moti-
ve.
D e m a g o g i e h e i ß t , l i n k e A n t i z i o n i s t e n als J u d e n h a s s e r ,
L e i c h t s i n n , d i e S y m p a t h i e f ü r F a t a h - A t t e n t ä t e r als
z e i t g e m ä ß e n A n t i s e m i t i s m u s zu b e z e i c h n e n - nicht aber,

47
» u n t e r u n s « e i n e n P o l e m i k e r als V o l k s v e r h e t z e r m i t
»fragwürdigen Motiven« zu denunzieren. Unzulässige
M e t h o d e n sind für S c h w a r z e r alle, die i h r e F e i n d e g e g e n
sie b e m ü h e n - w e s h a l b die F r a u m i t d e m S t i n k e f i n g e r
a u f B r o d e r s » P a u s c h a l i s i e r u n g « z e i g t , o b w o h l sie s e l b s t
noch keiner Verallgemeinerung aus dem Weg gegangen
ist. Zum Beispiel d i e s e r : Existenziell nötig scheint mir
ein Land für die Juden, und zwar nicht nur für die, die
heute dort leben, sondern auch für die, die dort leben
könnten. Auch, wenn dies nicht wirklich eine Lösung ist,
nicht sein kann. Denn gelöst werden kann die jüdische
Entwurzelung und Heimatlosigkeit auf lange Sicht
nicht, höchstens gelindert.
D i e g e b ü r t i g e n Israelis, v o n d e n e n e s s c h o n 1981 m e h r
g e g e b e n h a t als z u g e w a n d e r t e , d ü r f t e n m i t E r s t a u n e n
v e r n o m m e n h a b e n , d a ß sie i n I s r a e l » h e i m a t l o s « s i n d -
aber der Ewige Jude, von dem auch Schwarzer mal läu-
t e n h ö r t e , ist b e k a n n t l i c h v e r d a m m t , e i n u n s t e t e r G a s t
a u f E r d e n z u sein. U n d w a s will e s b e d e u t e n , d a ß Israel
» n i c h t w i r k l i c h e i n e L ö s u n g « für s e i n e e c h t e n u n d p o t e n -
tiellen E i n w o h n e r »sein k a n n « ? W a s a n d e r e s , als d a ß
m a n alle J u d e n g e n a u s o g u t g l e i c h m o r g e n a u s » P a l ä s t i -
na« nach, beispielsweise, Madagaskar umsiedeln könn-
te?
Ich teile, teilt S c h w a r z e r s c h w e r b e w u ß t m i t , [Hermann
Peter] Piwitts Meinung nicht, daß wir Deutschen heute
lernen könnten und sollten, »Juden bzw. Israelis für ganz
normale Menschen zu nehmen«. [...] Das Verhältnis zwi-
schen Juden und Deutschen läßt sich nicht mehr »nor-
malisieren«, v e r f ü g t sie, in d e r i r r i g e n A n n a h m e , es
b e d e u t e e i n e V e r h ö h n u n g d e r Opfer, die Ü b e r l e b e n d e n
u n d i h r e N a c h k o m m e n e r s t e i n m a l für M e n s c h e n u n d
n i c h t für J u d e n zu h a l t e n . Schon der Gedanke scheint
mir eine Ungeheuerlichkeit — d e r G e d a n k e n ä m l i c h , e i n
Deutscher könnte einen Juden wie seinesgleichen be-
handeln. Wie? Schwarzer hat es bestimmt nicht so ge-
m e i n t ? A b e r sie h a t e s g e s c h r i e b e n .

48
Wenn m a n dergleichen Beamtenphraselei überhaupt
n o c h » s c h r e i b e n « n e n n e n darf: Andererseits [...] weise ich
auch in aller Entschiedenheit Broders Verallgemeine-
rung in bezug auf die deutsche Linke und seine mangel-
hafte politische Analyse in bezug auf das Israel-Palästi-
nenser-Problem zurück. Und in Innsbruck am Inn ist
I n n u n g s t a g . Falls j e d o c h z w i s c h e n D e u t s c h e n u n d J u d e n
n i m m e r etwas normal sein wird, hat es mindestens w a s
O b s o l e t e s , d e n Verstoß H e n r y k B r o d e r s g e g e n die N o r -
m e n d e r p o l i t i s c h e n A n a l y s e , die A . S c h w a r z e r g e p r ä g t
h a t , z u r ü g e n . » A n d e r e r s e i t s « h a t die D e n k e r i n e s j a
n i c h t s o s a g e n w o l l e n , w i e sie's p l a p p e r t . N a t ü r l i c h
k ö n n t e n w i r alle p r i m a m i t e i n a n d e r a u s k o m m e n , h ö r t e n
wir nur a u f sie: Nein, weder Masochismus noch Dema-
gogie bringen uns - Juden und Deutsche - da weiter. Da
hilft nur selbstkritische Ehrlichkeit. Auf beiden Seiten.
N e i n , d a h e l f e n k e i n e P i l l e n , d a s ist s c h o n i r g e n d w i e
irre - die T ä t e r q u ä l t die L i e b e z u m L e i d o b d e r L e i d e n ,
die sie v e r h ä n g t e n , die O p f e r ü b e n s i c h i n A u f w i e g e l e i ,
u n d i n d e r M i t t e n bittet S c h w a r z e r u m e i n e T u g e n d , für
die sie s e l b s t n i e e i n B e i s p i e l a b g a b . D i e » t y p i s c h d e u t -
s c h e « S e l b s t g e r e c h t i g k e i t , die A l i c e m o t i v i e r t u n d v o r
jeder tieferen Einsicht schützt, bringt »uns« eventuell
a u c h n i c h t viel w e i t e r . A b e r e s ist g u t fürs E g o , w e n n
w e n i g s t e n s i n d e r E i n b i l d u n g » b e i d e S e i t e n « g l e i c h viel
G r u n d z u r R e u e h a b e n . Die richtige Haltung scheint mir
eine Empfindsamkeit zu sein, die weder unser Deutsch-
sein - mit seinem ganzen schmerzlichen Erbe - verleug-
net, noch in die dunklen Niederungen eines fatalistischen
mea culpa hinabkriecht. Sollten irgendwann Seminare
für G e s i n n u n g s k i t s c h installiert w e r d e n , a n d i e s e m S a t z
h ä t t e n sie Stoff, z u b e i ß e n z w e i S e m e s t e r l a n g - v o m
Schmerz der Erblast bis zur Attitüde der Sensitivität.
S c h w a r z e r , die sich k e i n e r S c h u l d b e w u ß t w a r , b e v o r
B r o d e r a u f d e n P l a n u n d i h r e r I d e o l o g i e i n die W e i c h -
teile t r a t ( h i n t e r h e r a b e r e b e n s o w e n i g ) , h a t t e s c h o n
1 9 7 9 , als B e o b a c h t e r i n d e s M a j d a n e k - P r o z e s s e s i n D ü s -

49
seldorf, vor a l l e m dies a n z u m e r k e n : Nein, schuldig fühl-
te ich mich nicht, aber das Wort von der Kollektiv schäm
leuchtete mir sehr ein. Ein Wort, erfunden v o m ersten
B u n d e s p r ä s i d e n t e n , j e n e m T h e o d o r H e u s s , d e r 1933
m a n n h a f t s e i n e N e i n s t i m m e v e r w e i g e r t e , als H i t l e r
darum bat, z u m Völkermord ermächtigt zu werden.
»Was ich mit Majdanek zu tun habe« markiert Schwar-
z e r s e r s t e a u s f ü h r l i c h e S t e l l u n g n a h m e z u r S h o a h ; ein
Musterfall »linker« Vergangenheitsbewältigung und
z u g l e i c h das e r s t e M a l , d a die F r a u für alle J a h r e s z e i t e n
als G e w i s s e n d e r N a t i o n p o s i e r t e . D i e M a s k e s t a n d i h r
g u t : S o w o h l die » t y p i s c h d e u t s c h e « h e r o i s c h e B e t r o f f e n -
h e i t (in Frankreich [...] habe ich mich geschämt für mei-
nen deutschen Kopf) w i e a u c h die s t r e n g s u b j e k t i v e h i -
s t o r i s c h e W a h r n e h m u n g (Sicher, die Mehrheit der Deut-
schen hat tatsächlich nichts gewußt von der Vernich-
tung) h a t t e u n d h a t A l i c e S c h w a r z e r b e s t e n s drauf.
Z u n ä c h s t stellt sie klar, d a ß sie sich d e n K n o b e l b e c h e r
e i g e n t l i c h n i c h t a n z i e h e n m u ß : Ich persönlich habe das
Glück, aus einem antifaschistischen Zuhause zu kom-
men. Kein großer, kein politischer Widerstand, aber
immerhin eine kleine, private Resistenz: Einkaufen in
jüdischen Läden auch nach 38 ( z w e i f e l l o s e i n e L e i s t u n g ,
n a c h '38 ü b e r h a u p t n o c h L ä d e n z u f i n d e n , die n i c h t
arisiert waren), Kriegsgefangene mit durchfüttern,
Schwarzsender hören, sich um den Heil-Hitler-Gruß
herummauscheln. Das »Glück«, das andere Spezialhisto-
riker eine »Gnade« nannten, reklamierten so ziemlich
alle D e u t s c h e n aus S c h w a r z e r s G e n e r a t i o n : E i n m a l B B C
in den Volksempfänger gedreht, und Papi war Antifa-
schist. A u s N a z i f a m i l i e n k a m e n i m m e r die a n d e r e n .
D e r e n E l t e r n freilich a u c h n i c h t s d a f ü r k o n n t e n , h a t t e n
d o c h n i c h t die E i n w o h n e r d e s D e u t s c h e n R e i c h s , s o n -
dern Interessengruppen [...] das Nazi-Regime an die
Macht gebracht [...] als Bollwerk gegen Revolution und
Kommunismus.
Durchdrungen von der nationalen Entschuldungs-

50
m y t h o l o g i e , b i l d e t S c h w a r z e r s i c h e i n , s c h o n als K i n d
sensibilisiert w o r d e n zu s e i n w i e k e i n e : So kam es, daß
das erste große Unrecht, das mir schmerzlich bewußt
wurde, das gegen die Juden begangene war. Nicht zuletzt
die Auschwitz-Fotos nährten in mir einen flammenden
Gerechtigkeitssinn... Die Ermordung der europäischen
J u d e n b l o ß e i n A k t d e r U n g e r e c h t i g k e i t ? Ist d a s ihr
Ernst? Aber ja: Das alles ist möglich, wenn Menschen
sich über Menschen erheben; wenn Ideologie und Macht
ihnen die Verfügungsgewalt geben, bis hin zur Entschei-
dung über Leben und Tod. Der Begriff Antisemitismus
k o m m t i n d i e s e m Text n u r a n e i n e r e i n z i g e n Stelle vor,
u n d die w i d m e t sich e b e n n i c h t d e n D e u t s c h e n . D a ß die
Vernichtung der J u d e n einziges Ziel, universales Motiv
d e r b r a u n e n I d e o l o g i e g e w e s e n ist, k a n n e i n e , die n i c h t
einmal den Unterschied zwischen Faschismus und Na-
tionalsozialismus verstanden hat, allerdings nicht wis-
s e n . D i e s e I g n o r a n z teilt sie m i t fast j e d e m r u n d u m '68
auffällig g e w o r d e n e n » L i n k e n « . W a r u m » d a s alles« v i e l -
leicht ü b e r a l l » m ö g l i c h ist«, w o » M e n s c h e n s i c h ü b e r
M e n s c h e n e r h e b e n « , j e d o c h n u r i n D e u t s c h l a n d z u r Tat
w u r d e , fragt sie sich n i c h t , w e i l ihre a n a l y t i s c h e n F ä h i g -
keiten im Ungefähren verharren.
E i n e n l a n g e n A b s a t z w i d m e t die k o l l e k t i v V e r s c h ä m t e
dafür der Schuld des A u s l a n d s , in d e m ein »deutscher
Kopf« s c h o n m a l u n a n g e n e h m auffällt. [Je] länger ich im
Ausland blieb, um so mitverantwortlicher fühlte ich
mich für das, was in meiner Heimat geschehen war.
S o w a s ihr, d i e z u m Z e i t p u n k t d e r W a n n s e e - K o n f e r e n z
g e r a d e m a l g e b o r e n u n d seit f r ü h e s t e r J u g e n d v o n d e n
Flammen der Gerechtigkeit verzehrt worden war! Die
welschen Lümmel hatten's nötig, das 1942 geborene
Kind zu t r a k t i e r e n : Es war kein Widerspruch, daß ich
gleichzeitig und gerade in Frankreich die internationa-
len Dimensionen und Verflechtungen des Faschismus
begriff. Ich sah, daß Antisemitismus keine teutonische
Erfindung ist. Ich lernte, daß Hitler ohne die Komplicen-

hl
schaft des Auslandes nie hätte an die Macht kommen
können. (Die V e r k o m m e n h e i t u n d » K o m p l i c e n s c h a f t « d e r
eingeborenen »kritischen Öffentlichkeit« manifestierte
s i c h , w i e m a n s i e h t , nicht e r s t a n l ä ß l i c h d e r M o r a l k e u -
lentirade Martin Walsers, sondern schon zwei Jahrzehn-
t e zuvor. D i e a u s g e p r ä g t e U n - » E m p f i n d s a m k e i t « e r k l ä r -
t e r » A n t i f a s c h i s t e n « für d e r l e i e x k u l p a t o r i s c h e s V e r -
s c h w ö r u n g s g e s c h w ä t z sorgte für e x a k t g a r k e i n e n A u f -
s c h r e i g e g e n S c h w a r z e r . ) Und - ich sah auch am franzö-
sischen Stecken den Dreck, sah die Massaker von Viet-
nam und Algerien.
D i e S e h e r i n , die i n ihrer u n e n d l i c h e n s e m a n t i s c h e n
L e i c h t f e r t i g k e i t M a s s e n m o r d als D r e c k a m S t e c k e n
v e r h a r m l o s t , will a l l e r d i n g s n i c h t die e i n e n m i t d e m
einen Verbrechen verrechnen: [Die] Last der anderen
nahm mir nicht meine Bürde. (Auch hat das Grauen von
Algier oder Dien-Bien-Phu eben doch nie das unfaßbare
Maß des Schreckens von Auschwitz oder Majdanek er-
reicht.) Sie m ö c h t e n u r d a r a u f h i n w e i s e n , d a ß die D e u t -
s c h e n n i c h t die e i n z i g e n s i n d , die s i c h z u s c h ä m e n h a -
b e n . A u ß e r d e m - h i e r s c h e i n t z u m e r s t e n M a l die a b e n -
t e u e r l i c h e , d u r c h n i c h t s als R e s s e n t i m e n t , I d e o l o g i e u n d
Ahnungslosigkeit gedeckte »Faschismus«-Theorie Schw-
a r z e r s a u f - sei d e r S a d i s m u s d e s D r i t t e n R e i c h s s o w i e s o
keine nationale Spezialität gewesen, sondern Folge
patriarchaler Verrohung: Da behandelten Menschen
andere Menschen [...] plötzlich wie Vieh! Gründe und
Erklärungen dafür gibt es viele, als Auslöser jedoch
genügte eines: Es wurde erlaubt, ja, wurde gutgeheißen.
Die Juden. Die anderen. Die Untermenschen. Aus keiner
S k l a v e n h a l t e r g e s e l l s c h a f t ist überliefert, d a ß die G r u n d -
herren bloßen Übermutes halber ihre Leibeigenen in
G a s k a m m e r n trieben, a u s k e i n e r als d e r d e u t s c h e n , aber
v o r d e r F l a m m e d e r G e r e c h t i g k e i t w i r d alles z u A s c h e ,
w a s n i c h t z w i s c h e n die P a p p d e c k e l e i n e r P i x i - F i b e l u n d
z u r a n t i f a s c h i s t i s c h e n L e g e n d e d i e s e r F r a u p a ß t . Wobei
wir nicht die Augen davor verschließen dürfen, daß in

52
einem Männerstaat wie dem Dritten Reich das Frausein
nicht vor dem Schuldigwerden schützte. Gleichwie es
s o g a r M ä n n e r g e g e b e n h a b e n soll, die g e f o l t e r t u n d
e r m o r d e t w u r d e n im » M ä n n e r s t a a t « . Auch Frauen sind
eben nicht »von Natur aus« gut, und da wo sie die mora-
lische Pervertiertheit und die faktische Macht haben,
lassen auch sie sich zum Mißbrauch verführen.
D a m i t h ä t t e S c h w a r z e r alles b e i s a m m e n , w a s e i n e
deutsch-radikale Feministin braucht, um mit dem N a -
t i o n a l s o z i a l i s m u s u n d ihrer » B ü r d e « f e r t i g z u w e r d e n : D e r
m ö r d e r i s c h e H a ß a u f die J u d e n ist » k e i n e t e u t o n i s c h e
Erfindung«; ohne das »Ausland« wäre Hitler nie Reichs-
k a n z l e r g e w o r d e n ; m a s s a k r i e r t h a b e n a u c h j e n e , die u n s
einreden, sogar ein 1942 geborenes Kind müsse den
deutschen Kopf s c h u l d s c h w e r senken. Frauen mochten
sich zwar im Tausendjährigen Reich schuldig g e m a c h t
haben, erfunden aber hatten dieses Reich Männer; noch
die g r a u e n h a f t e s t e S c h e r g i n , die » m o r a l i s c h P e r v e r t i e r -
t e s t e « , w a r » v e r f ü h r t « w o r d e n . U n d , nicht zuletzt, h a b e
ich persönlich das Glück, aus einem antifaschistischen
Zuhause zu kommen.
Z u r S t r a f e für s o viel H e i l i g k e i t s t e h t U n s c h u l d s l a m m
A l i c e n u n selbst m i t e i n e m B e i n i n der B l a u s ä u r e d u s c h e :
[...] Hand in Hand mit der Verharmlosung gestrigen
Unrechts geht die Verschleierung heutiger Machtstruktu-
ren, geht die Dämonisierung der »anderen« heute, die
nicht mehr »Juden«, sondern »Radikale« etc. heißen. Die
»radikale« Feministin hat mit M a j d a n e k tatsächlich zu
t u n - i n d e m sie k e i n e U n v e r s c h ä m t h e i t a u s l ä ß t , u m d a s
V e r n i c h t u n g s l a g e r z u r M e t a p h e r für d e n V e r d r u ß , d e n
sie erfährt, v e r k o m m e n z u l a s s e n . D i e s e M ä r t y r e r l n n e n -
p o s e e i n z u n e h m e n , dürfte d a s letzte u n d e i n z i g e Ziel d e r
S h o a h - E x e g e s e n A l i c e S c h w a r z e r s sein. U n f ä h i g , i r g e n d -
e i n e r Kritik a r g u m e n t a t i v z u b e g e g n e n , b r a u c h t e sie d e n
N i m b u s der Verfolgten, des ewigen Opfers, um j e d e Kri-
t i k a n i h r e m G e s c h r e i b e u n d G e s p r e i z e als » f a s c h i s t i -
schen« A k t diskreditieren zu können.

53
Verbrechen und andere Kleinigkeiten

1981, von Broder erwischt, zeigt Schwarzer sich erst


r e c h t v o n d e m U n s i n n ü b e r z e u g t , d e n sie z w e i J a h r e
zuvor ins Blaue gepredigt hatte. Einem Juden, einer
Jüdin gegenüber werde ich bis an den Rest meines Le-
bens Deutsche sein. V o n Z o l l b e a m t e n , die i h r e n A u s w e i s
k o n t r o l l i e r e n , n i c h t zu r e d e n . So wie damals, als ich vor
vielen Jahren (die Schlampigkeit des Schwarzer-Stils
h a t fast w a s S i n g u l ä r e s , M o n u m e n t a l e s ) in Paris Waj-
das »La Passagere«* [...]sah [...]. Ich erinnere mich noch
genau an den erstaunten Blick meines französischen
Freundes, als ich mit tief gesenktem (blonden) Kopf und
Tränen der Beschämung aus dem Kino kam.

* Resp. aus ganz anderem Grund rot werden sollte: »Pasazer-


ka«, der Film, an dessen Vorführung sich »genau« zu erinnern
Schwarzer vorgibt, ist tatsächlich das Werk eines polnischen
Regisseurs, jedoch nicht Andrzej Wajdas, des einzigen polni-
schen Regisseurs, den die Riesencineastin und -rechercheurin
vermutlich kennt, sondern die (fragmentarische) letzte Arbeit
von Andrzej Münk. Auch Schwarzers Synopsis - ein Film, der
in einer Mischung von Dokumentarmaterial und Spielfilm die
rückblickende Begegnung zwischen einer entkommenen KZ-
Insassin und einer flüchtenden KZ-Wärterin schildert - läßt
an der Tüchtigkeit ihres Gedächtnisses zweifeln: Dokumentar-
bilder kommen in »Pasazerka« nicht vor, und degoutanten
Blödsinn wie eine Begegnung, die zurückblickt, ein irgendwie
surreales Kaffeekränzchen also zwischen Mörderin und Über-
lebender, wird man gleichfalls vergeblich suchen. Es geht bei
Münk vielmehr um die Lügen, welche die vormalige Aufsehe-
rin eines Vernichtungslagers um ihre Vergangenheit spinnt,
als sie unter den Passagieren einer Schiffsreise eine frühere
Gefangene zu erkennen glaubt. Ist es jetzt erstaunlich oder
kein Wunder, daß Schwarzer diese Geschichte vergessen hat?
Und irrt sie sich nicht ebenso, wenn sie behauptet, den Film in
Paris statt im Spätprogramm des deutschen Fernsehens, ja -
ihn überhaupt gesehen zu haben?

54
D a ist e r w i e d e r , d e r d e u t s c h e ( b l o n d e ) Kopf, d e r v o r
S c h a m h e r n i e d e r s i n k t , o b w o h l er's g a r n i c h t n ö t i g h a t .
Warum? fragte er, du kannst doch nichts dazu, du bist
doch erst 1942 geboren. Ja, ich kann nichts dazu, nicht
direkt, aber es geht mich an! M o t t o e i n e r B e r u f s b e t r o f f e -
n e n : Es g e h t m i c h a n , w e i l i c h u n s c h u l d i g b i n . Dies ist
geschehen in meiner Sprache und aus der Kultur, die
auch mein Erbe ist. Dies ist mein Land. Mein Land, das
ich hasse und liebe. Die Patriotin mit d e m zerrißnen
H e r z e n ( s c h w e r a b e r b e w u ß t ) ist e r w a c h t , u n d z w a r n a c h -
d e m sie e i n e n Spielfilm ü b e r die » E n d l ö s u n g « g e s e h e n
h a t . Das Land Hitlers ( k a m d e r n i c h t a u s Ö s t e r r r e i c h ? ) ,
aber auch das Land Heines. Und außerdem das Land
A l i c e S c h w a r z e r s . D i e j e d o c h , b e i a l l e m H a ß u n d aller
Liebe, so direkt nichts dazu kann.
Im Absatz, der d e m Kino der Erinnerung voransteht,
philosophiert sie: So wenig, wie Frau oder Proletarier-
Sein ein Schicksal bleiben muß, so wenig ist Deutschsein
eine nicht korrigierbare Bestimmung. Im Gegenteil: Es
sollte uns zusätzliche Verpflichtung sein. Ein Sein, das
S c h i c k s a l n i c h t sei, soll ü b e r e i n e B e s t i m m u n g h i n a u s ,
die k e i n e i s t , v e r p f l i c h t e n ? D u d e u t s c h ? J a , d u viel
d e u t s c h : [Ich] erinnere mich auch — a u c h ? — sehr gut an
meine sehr frühe, damals noch kindliche Wut und Ent-
schlossenheit, es nie mehr so weit kommen zu lassen. A
S c h m a r r n w a s b o r n . Sie h a t e i n m i s e r a b l e s G e d ä c h t n i s ,
sie ist z u f a u l , e i n F i l m l e x i k o n a u f z u s c h l a g e n , sie f ü h r t
die O s t m a r k h e i m ins R e i c h . A b e r , d a s s t i m m t , sie » k a n n
nichts dazu«.
U n d diese 1-a-Nachkriegsgermanin mit der G r a m m a -
tik u n d d e m R e f l e x i o n s a p p a r a t e i n e r S c h ü l e r z e i t u n g s -
volontärsaspirantin m a ß t sich an, e i n e m J u d e n , der ihr
a u f die S c h l i c h e k a m , N a c h h i l f e u n t e r r i c h t i n V e r g a n g e n -
heitsbewältigung zu erteilen. Goldenen Rat gleich die-
sem: [Nur umfassender politischer Durchblick] bringt
uns wirklich weiter ... Darum sind Texte wie die von
Broder nicht nur unzureichend, sondern gefährlich.

55
U n z u r e i c h e n d ? Weil e r D e u t s c h e n , d i e d e n U b e r l e b e n -
den des deutschen Völkermords moralisch k o m m e n ,
n i c h t ü b e r d e n W e g t r a u t ? W ü r d e B r o d e r freilich a u s
einer antifaschistisch eingestellten Familie stammen,
die, um Widerstand zu leisten, in L ä d e n einkaufte, die
e s n i c h t g a b , u n d n i c h t a u s e i n e r S i p p e v o n Entwurzel-
ten, die v o r l a u t e r T o d e s a n g s t k e i n e Z e i t f a n d e n , i h n
betr. Unrecht zu sensibilisieren: Er hätte evtl. den
Durchblick, d e r z. B. A l i c e S c h w a r z e r d a b e i hilft, es nie
mehr so weit kommen zu lassen, d a ß J u d e n e i n e m an-
lasten, die zweite Endlösung anzustreben.
S o aber, partiell b l i n d , ist B r o d e r gefährlich. F ü r w e n ?
F ü r A l i c e S c h w a r z e r u n d alle a n d e r e n , die d e n I s r a e l i s
d a s R e c h t a b s p r e c h e n , Israel i h r e H e i m a t z u n e n n e n ?
Die Gesinnungskumpanei der »kritischen Deutschen«,
die E m p ö r u n g d e r i n e i g e n e r S a c h e b e s o n d e r s f l a m m e n d
G e r e c h t e n , d i e S c h w a r z e r s P a m p h l e t » S i n d w i r alle
A n t i s e m i t e n ? « i n j e d e m W o r t , j e d e m K l i s c h e e anruft u n d
aufreizt, half ihr damals aus der K l e m m e u n d hat ihr
s e i t h e r i m m e r w i e d e r g e h o l f e n , w e n n e s g a l t , die G e -
s c h ä f t s g r u n d l a g e n z u s c h ü t z e n . Sie t a t d a b e i i h r M ö g -
lichstes, Broder bei d e m Geschwörl anzuschwärzen, von
d e s s e n G u n s t sie a b h ä n g i g ist: [...] was soll man halten
von einem Autor, der in einer Zeit, in der Linken-Schelte
in und Rechts-Attitüde schick ist, die deutsche Linke
ausgerechnet in der ZEIT denunziert? U n d w a s soll m a n
h a l t e n v o n e i n e r A u t o r i n , die e i n e m » D e n u n z i a n t e n «
vorwirft, »ausgerechnet« denen, die sich für seine D e -
nunziationen interessieren, sein Wissen verkauft zu
h a b e n ? E i n e r A u t o r i n ü b e r d i e s , die d i e alte T a n t e Z E I T
als O r g a n d e r ü b e l s t e n R e a k t i o n identifiziert, w e n n e i n
F e i n d d a r i n v e r ö f f e n t l i c h t , bei a n d e r e n G e l e g e n h e i t e n
freilich n i c h t v e r h e h l t , seit i h r e r J u g e n d d i e Z E I T - G r ä f i n
D ö n h o f f als i h r »Vorbild« a n g e s c h m a c h t e t z u h a b e n .
Übrigens erkundigte sich kein Leser von K O N K R E T ,
k e i n e L e s e r i n v o n E M M A u n d n i e m a n d , d e r Mit Leiden-
schaft z u r e z e n s i e r e n h a t t e , b e i d e r P u b l i z i s t i n m i t d e n

56
tadellosen Methoden und den strahlend reinen Motiven,
w a n n d e n n i n d e r B u n d e s r e p u b l i k j e m a l s Linken-Schelte
t a b u u n d Rechts-Attitüde ein Makel g e w e s e n ist. Die
Antwort hätte interessant werden können.
Schwarzer sucht den Schulterschluß mit der »deut-
schen Linken« u n d m a c h t sich zu diesem Z w e c k Broder
als V e r r ä t e r a n d e r S a c h e z u r e c h t — sie k e n n t i h r P u b l i -
k u m a u s d e m Effeff. W o S o l i d a r i t ä t v o n j e h e r m i t N i b e -
l u n g e n t r e u e v e r w e c h s e l t , w o die Triftigkeit e i n e s A r g u -
ments i m m e r zuerst nach d e m Absender beurteilt wor-
d e n ist, da g e n ü g t e s , e i n ausgerechnet in der ZEIT zu
streuen, um ein »eh schon verdächtig« zu ernten. Broder
denunziere die gesamte deutsche Linke, die ohne Zweifel
ihre Widersprüche und Unzulänglichkeiten hat (und
gerade wir Feministinnen wissen da leider nur allzugut,
wovon wir reden), aber doch auch ihre Verdienste (und
das nicht zuletzt im auch heute weitergeführten antifa-
schistischen Kampf!). Ein Kampf, den Alice d ' A r c auch
heute n o c h k ä m p f t , gilt e s d o c h , H e n r y k M . B r o d e r t r o t -
zig als H e l f e r s h e l f e r d e r R e a k t i o n b l o ß z u s t e l l e n u n d
t a p f e r d e n A u s f a l l d e r V e r d i e n s t e zu v e r h i n d e r n . Gerade
wir Feministinnen (ob es sich j e m a l s herumsprechen
w i r d , d a ß S ä t z e , i n d e n e n die P h r a s e » g e r a d e w i r « v o r -
k o m m t , t o d s i c h e r faul s i n d ? ) h a b e n , seit » u n s « die G l u t
der Gerechtigkeit z u m Schreien brachte, Schwierigkei-
ten damit, den gar nicht mal kleinen Unterschied zwi-
schen dem Regiment der S c h w a n z - und d e m Regime der
Blutfahnenträger zu kapieren.
Damals — als ich vor vielen Jahren v o n d e n B i l d e r n
befreiter Konzentrationslager sensibilisiert wurde -
habe ich mich noch für die anderen entrüstet. Damals
war mir noch nicht klar, daß auch ich selbst zu einer
minderen Rasse gehöre: zu der der Frauen. Vom Genozid
an meinem Geschlecht, von den Millionen ermordeter
»Hexen« habe ich erst sehr viel später erfahren. D e r um-
fassende politische Durchblick, den Schwarzer sich nach-
sagt, b r i n g t sie o f f e n b a r n u r d a h i n , A u s c h w i t z z u r e l a t i -

57
v i e r e n . U n d v i e l l e i c h t h ä t t e sie die i n t e r e s s a n t e a n t h r o -
p o l o g i s c h e E n t d e c k u n g d e r Rasse d e r F r a u e n n i e erfah-
ren, h ä t t e i h r B r o d e r nicht v e r r a t e n , d a ß sie e i n e zweite
Endlösung p l a n t . N u n a b e r b l e i b t i h r n i c h t s ü b r i g , sie
m u ß d a m i t h e r a u s : [Noch] heute schärft mein Blick für
Antisemitismus den für Sexismus. Beides gedeiht auf
demselben Boden. Sie, die sich e i n e S e i t e z u v o r ü b e r
unreflektierten Antisemitismus beklagte (als gäbe es
e i n e n a n d e r e n ) , h a t , m a n m u ß e s i h r l a s s e n , i n d e r Tat
nicht den H a u c h einer A h n u n g v o n den Motiven des
H o l o c a u s t . D e s t o m e h r v e r s t e h t sie v o n d e n G r u n d r e g e l n
d e s R u f m o r d s : Aber so wenig, wie das Betroffensein vom
Sexismus vor Antisemitismus schützt, so wenig schützt,
leider, auch das Betroffensein von Antisemitismus vor
Sexismus (Broders mehrfach publizierte gockelhaft
selbstgefällige Frauenverachtung ist ein trauriges Exem-
pel dafür). D i e F r a u , die sich t r a u t , i h r e D i s k r i m i n i e -
rung mit der Ausrottung der europäischen Juden zu
v e r g l e i c h e n , ist a m Ziel: Sie h a t » b e w i e s e n « , d a ß d e r
H o l o c a u s t e h e r zufällig die J u d e n h e i m s u c h t e , H e r r e n -
m e n s c h e n t u m w e n i g e r e i n e F r a g e d e r i d e o l o g i s c h e n als
der chromosomalen Ausstattung und Broder auch bloß
e i n v e r h i n d e r t e r S S - M a n n ist.
Und dennoch, dennoch geht uns sein Text etwas an.
Und sei es nur wegen dieses einen einzigen Problems, das
den ganzen Text durchzieht: nämlich die Quasi-Unmög-
lichkeit, als Jude 37 Jahre nach Auschwitz überhaupt in
Deutschland zu leben. Ein feiner Z u g von F r a u Schwar-
zer, H e r r n B r o d e r d a r ü b e r a u f z u k l ä r e n , w a s i h n t a t s ä c h -
lich u m t r e i b t : N i c h t i h r A n t i z i o n i s m u s , s o n d e r n s e i n e
Unbehaustheit. Ahasver k o m m t zur Ruhe nicht, darum
v e r g r e i f t e r sich i m T o n , h a t k e i n e n D u r c h b l i c k u n d w i r d
g e f ä h r l i c h . D e n n o c h , d e n n o c h sollte e i n e A u t o r i n , die
v o n s i c h b e h a u p t e t : Aber ich sehe die Kette der Progrome
[sic\] - sollte e i n e A u t o r i n , die m i t d e n W ö r t e r n , d e m
Gedächtnis, der Geschichte solche Probleme hat wie
Alice Schwarzer, eher Abstand davon nehmen, anderen

58
i n d e r S e e l e z u l e s e n . Sie k ö n n t e m e h r ü b e r s i c h s e l b e r
v e r r a t e n , als i h r p a ß t .

Was gibt's Neues, Pussy?

Z i e m l i c h v e r d r i e ß l i c h , s o viel Z e i t u n d A u f m e r k s a m k e i t
den seltsamen Verrenkungen Alice Schwarzers im U m -
g a n g m i t d e m , w a s sie d a s » d e u t s c h e E r b e « n e n n t , w i d -
m e n zu müssen. Wo steckt hier denn der Skandal? Vie-
les v o n d e m , w a s i h r ins P a p i e r s i c k e r t e , w e n n sie s i c h
als » A n t i f a s c h i s t i n « a u f s p i e l t e , ist n i c h t d ü m m e r u n d
n i c h t s c h l i m m e r als die a l l e r m e i s t e n Ä u ß e r u n g e n i h r e r
Z e i t - u n d A b t e i l u n g s g e f ä h r t e n . W e d e r l e u g n e t sie A u -
s c h w i t z , n o c h p l a n t sie, w i e P r o v o k a t e u r B r o d e r b e h a u p -
t e t , die » z w e i t e E n d l ö s u n g « .
N e i n , S c h w a r z e r h a ß t die J u d e n nicht. Sie s i n d ihr n u r
ein wenig unheimlich. U n d gehen ihr zuweilen richtig
a u f die N e r v e n . D a n n r u t s c h e n i h r s c h o n m a l B e m e r -
kungen raus. Allzeit lässig in Angelegenheiten der
Sprache, mangelt es ihr leider auch an Empfindlichkeit
für a n t i s e m i t i s c h e K l i s c h e e s . N e i n , nie w ü r d e sie e s
e i n e m J u d e n k r u m m n e h m e n , d a ß e r e i n J u d e ist. D o c h
h a t sie e i n e V o r s t e l l u n g d a v o n , w i e e i g e n u n d a n d e r s sie
t i c k e n , die J u d e n . U n s e r e H e l d i n t u t n i c h t b l o ß s o , sie
s c h ä m t sich w i r k l i c h für A u s c h w i t z . Sie g ä b e alles d a r -
u m , n i c h t z u d e n K i n d e r n d e r T ä t e r z u z ä h l e n . U n d sie
h a t sich s e l b s t z i e m l i c h g u t e i n g e r e d e t , z u d i e s e n K i n -
dern nur nominell zu gehören. Das versteht ihr Publi-
k u m , d a s v e r s t e h e n die D e u t s c h e n . A l i c e S c h w a r z e r ist
k e i n e F a s c h i s t i n u n d a u f k e i n e n Fall e i n e w a s c h e c h t e
A n t i s e m i t i n . U n d w e i l n i e m a n d d e s s e n g e w i s s e r ist als
sie, s p a r t sie sich j e d e tiefere E r w ä g u n g u n d S e l b s t k r i t i k
u n d b e l ä ß t e s bei d e n » a n t i f a s c h i s t i s c h e n « P h r a s e n u n d
a u t o m a t i s c h e n R e u e g e s t e n , m i t d e n e n seit 1 9 4 5 all i h r e
L a n d s l e u t e h e r v o r r a g e n d d u r c h die Zeit g e k o m m e n sind.
A b e r s e l b s t v e r s t ä n d l i c h sind die v e r k l e m m t e n , h a l b g e -

59
bildeten, weinerlichen, von Mythologie und Ressenti-
ment durchzogenen Einlassungen Schwarzers zum
T h e m a , d a s sie n i c h t losläßt, w i e g e r n sie e s a u c h l o s w ä -
r e , e i n S k a n d a l . D e n n e s g e h t h i e r n i c h t ( a u c h w e n n Stil
u n d A h n u n g s l o s i g k e i t der A u t o r i n d a r a n e r i n n e r n ) u m
i r g e n d e i n e schlichte S e e l e , die i n d e r O r t s g r u p p e n s i t -
zung der D A G gern mal große Reden schwingt. Sondern
u m die n a c h B a r b a r a E l i g m a n n b e k a n n t e s t e J o u r n a l i -
stin D e u t s c h l a n d s , e i n e F r a u m i t G e m e i n d e , e i n e I n t e -
grationsfigur. S c h w a r z e r s A r t i k e l u n d B ü c h e r , m i s e r a b e l
geschrieben, erbärmlich redigiert, ein gigantisch nichti-
ges Konvolut aus Gefuchtel und Geschnatter, haben
e t w a s , d a s i h r e n W o r t e n fehlt: G e w i c h t . D i e V e r a n t w o r -
t u n g , die P r o m i n e n z i h r a u f e r l e g t , ist d e r A u t o r i n w o h l
b e w u ß t u n d a n g e n e h m : Seit Der »kleine Unterschied« ihr
einen N a m e n verschaffte, versucht sie, ihre B e r ü h m t -
h e i t politisch z u n u t z e n ; g e g e n d e n A b t r e i b u n g s p a r a g r a -
phen, gegen Pornographie, gegen das Wehrdienstgesetz
u n d v o r a l l e m : f ür i h r e n K r a m .
W a s S c h w a r z e r j e d o c h nie z u d e n k e n g a b , ist die F r a g -
würdigkeit von Prominenz in der medialisierten Gesell-
schaft. D a ß die Ä u ß e r u n g e n einer siebzehnjährigen
S c h w i m m e r i n ebensoviel W i r k u n g haben wie eine E M -
MA-Initiative z u m Verbot von Pornographie, daß über
einen Fake bei »Wetten, daß!« mit derselben Heftigkeit
d i s k u t i e r t w i r d w i e ü b e r e i n e L i v e - A b t r e i b u n g bei » P a -
n o r a m a « , h a t sie k e i n e s w e g s g e l e h r t , d a ß p u b l i z i s t i s c h e r
Erfolg im Fernsehzeitalter eine zweischneidige Angele-
g e n h e i t u n d e h e r m i t I r o n i e z u b e t r a c h t e n ist.
Stolz w i e e i n e S c h u l s p r e c h e r i n , die e s bei der A b i t u r r e -
d e geschafft h a t , d a s K o l l e g i u m z u k o n s t e r n i e r e n , b e -
r i c h t e t sie im a u t o b i o g r a p h i s c h e n V o r w o r t v o n Mit Lei-
denschaft über ihre 1975 wochenlang berühmte TV-
Z ä n k e r e i m i t E s t e r Vilar, d e r z u R e c h t v e r g e s s e n e n
A u t o r i n d e s » D r e s s i e r t e n M a n n e s « : Der WDR hatte die
Sendung - neckisch, neckisch - für den Nachmittag von
Weiberfastnacht angesetzt. Das ganze war wohl auch von

60
der Redaktion selbst durchaus als Gag, als »Weiberzank«
geplant gewesen. Die Ernsthaftigkeit und Betroffenheit
allerdings, mit der ich mich dann dem Gespräch stellte,
durchkreuzte diese Absicht. (Ich w a r eine Spielverderbe-
r i n , e r k l ä r t die e r k l ä r t e F r e u n d i n d e s r h e i n i s c h e n K a r -
nevals, önn fiese M o p p - schweren Herzens, aber be-
wußt.) So kam es, daß die Sendung nicht nur femini-
stisch, sondern auch journalistisch zur Provokation
wurde. ( M a n b e a c h t e die R a n g f o l g e : E r s t J o u r n a l i s m u s ,
danach Geschlechterkampf. Schwarzer weiß, worauf es
im Gewerbe ankommt.)
Feministisch, weil danach bundesweit der Haussegen
schief hing. Geschlechterkampf per TV in jede Wohn-
stube! Die Zuschauer waren in zwei Lager gespalten: in
Frauen und Männer. [...] Journalistisch, weil ich die
Spielregeln verletzt hatte. ( H a t t e sie n a t ü r l i c h n i c h t . I h r e
»Provokation« war das beste, was d e m Sender passieren
konnte.) Statt cool-objektiv drüberzustehen und ein Ge-
spräch ä la Frühschoppen zu führen, war ich empört wie
Millionen Frauen (die h i n t e r i h r s t a n d e n w i e e i n M a n n ) ,
und - zeigte das auch. ( E i n e P a r e n t h e s e , g e m e i ß e l t a u s
Q u a r k . Sie e m p ö r t e s i c h - u n d r i s k i e r t e n i c h t s d a b e i . )
Didaktisch und aufklärerisch hatte Schwarzer vs.
V i l a r z w a r n i c h t s e r r e i c h t (sie s e l b s t zitiert: GONG: »Die
Männer stimmten für Esther, die Frauen für Alice«).
D o c h die e n o r m e Ü b e r s c h ä t z u n g d e s d ü m m s t e n , n i c h t i g -
s t e n u n d f l ü c h t i g s t e n aller M e d i e n , d e s F e r n s e h e n s , die
eitle V e r w e c h s l u n g v o n B r e i t e n - m i t T i e f e n w i r k u n g , die
kindische Illusion, der Eklat (der wie ein M o t t o über
S c h w a r z e r s B i o g r a p h i e h ä n g t : »L'eclat c'est m o ü « ) stifte
ein P u b l i k u m , das nicht mal aus d e m Holocaust gelernt
hat, z u m Nachdenken an - diese umfassende Unfähig-
keit, Quote und Cui bono auseinanderzuhalten, hat
Schwarzer auch heute, nach Hunderten TV-Auftritten,
n i c h t a b g e l e g t . S i e g e n i e ß t j e d e S e k u n d e , die sie v o r
e i n e r K a m e r a v e r b r i n g e n darf, sie p l u s t e r t s i c h auf,
strahlt, h e c h e l t , b l u b b e r t u n d h a t s i c h t l i c h bei j e d e m

61
W o r t , d a s sie s c h n a t t e r t , d a s G e f ü h l , e s b e w e g e w e n i g -
s t e n s die W e l t . D r e i ß i g K a n ä l e s i n d i n d e n Ä t h e r g e g r a -
ben und genauso viele Daily-Talkshows gestartet wor-
d e n seit i h r e m e r n s t h a f t b e t r o f f e n e n G e s p r ä c h m i t e i n e r
jämmerlichen Närrin; ein Vierteljahrhundert nach
Schwarzers zensiertem »Panorama«-Live-Feature über
e i n e » s c h m e r z l o s e « A b t r e i b u n g h e i ß e n die b e l i e b t e s t e n
»Nachrichtenmagazine« der Republik »Explosiv« und
»Extra« und präsentieren am liebsten Blut u n d ver-
w a n d t e F l ü s s i g k e i t e n . D i e E i n s i c h t aber, es sei u. a.
ihren »Tabubrüchen« zu verdanken, daß ein Inferno
n a m e n s »Birte K a r a l u s « , e i n V e i t s t a n z w i e » b r i s a n t «
p a s s i e r t , w i r d S c h w a r z e r nie e r r e i c h e n . Sie g l a u b t , e s
w ä r e g u t , m i t allen M i t t e l n für die e i g e n e S a c h e z u w e r -
b e n , m e r k t a b e r n i e , d a ß j e d e s E n g a g e m e n t , e g a l für
w e l c h e S a c h e , i m » F ä n s ä n « (F. W . B e r n s t e i n ) sofort m i t
dem Ruch von blanker Reklame besprüht wird. Je wil-
d e r die O b e r - E M M A sich als e h r l i c h e H a u t aufspielte u n d
g e b ä r d e t e , d e s t o g e l a s s e n e r , g l e i c h g ü l t i g e r z e i g t e sich
d a s P u b l i k u m . Sie v e r w a n d e l t e s i c h i n e i n e z i e m l i c h
gewitzte Zirkusanimateurin und n a h m es nicht wahr.
Sie n i m m t s i c h a u f d e m B i l d s c h i r m w e i t e r h i n e r n s t , o b
als Q u i z n u d e l z w i s c h e n S e p p M a i e r u n d » B l a c k y « F u c h s -
b e r g e r , o b als M o d e r a t o r i n e i n e r l o k a l e n T a l k s h o w n a -
m e n s »Zeil um Z e h n « : Endlich mal nicht die Interviewte
im Fernsehen, sondern die Interviewerin! Endlich mal
nicht Objekt, sondern Subjekt! (Zit. n. A. D ü n n e b i e r u. G.
v. Paczensky, »Das bewegte Leben der Alice Schwar-
zer«.) K e i n Z w e i f e l : W ä r e sie 2 0 J a h r e s p ä t e r g e b o r e n
w o r d e n , sie h ä t t e h e u t e d e n J o b v o n B ä r b e l Schäfer. U n d
sie w ü r d e i h n k a u m s c h l e c h t e r e r l e d i g e n .
D a r u m also g e h t es: E i n e r P r o m i n e n t e n , die a n n i m m t ,
im Dienst der Aufklärung zu wirken, tatsächlich jedoch
m i t n i c h t s p r u n k e n k a n n als m i t e i n e m a l l e r d i n g s h e r -
v o r r a g e n d e n R i e c h e r f ü r die B e d ü r f n i s s e d e s B o u l e v a r d s
und seiner H y ä n e n , einer Infotainerin der ersten Stun-
d e , die g l a u b t , s o u v e r ä n m i t d e n Männermedien u m z u -

62
gehen, in Wirklichkeit aber in den Karteikästen der
R e d a k t i o n e n als z u v e r l ä s s i g e D a m p f i a b e r i n u n d a m ü -
s a n t e Q u e r u l a n t i n v e r b u c h t ist - k u r z , d e m ( m i t t l e r w e i -
le etwas verglommenen) Star Alice Schwarzer das halb-
v e r d a u t e G e r e d e ü b e r » u n s e r s c h m e r z l i c h e s E r b e « , die
antisemitischen Phrasen und den fürchterlichen Unfug
über Motive und Traditionen des Nationalsozialismus
als g r ö ß t e n , w i e w o h l u n g e w o l l t e n , p e r p e t u i e r t e n S k a n -
dal d e r K a r r i e r e n a c h z u w e i s e n . Sie h a t , h o f f e n t l i c h ,
keinen Schaden angerichtet in den Köpfen ihrer Fans,
z u m i n d e s t k e i n e n , d e r n i c h t s c h o n d a r i n w a r . A b e r die
Diskrepanz zwischen Schwarzers Image und der dubio-
s e n Ideologie, die sie v e r b r e i t e t , sollte d o c h e i n m a l b e s e i -
tigt w e r d e n , a u f d a ß i h r e p o l i t i s c h e n E i n l a s s u n g e n fort-
a n als d a s e r k a n n t w e r d e n , w a s sie s i n d : G a s t k o m m e n -
tare für die BlLD-Zeitung.
N e i n , sie ist k e i n e F a s c h i s t i n , erst r e c h t k e i n N a z i u n d
auf j e d e n Fall keine waschechte Antisemitin. Doch es
g i b t g u t e G r ü n d e , w a r u m e i n V o r g a n g , v o n d e m die
reichlich speichelleckerischen Biographen Dünnebier
u n d P a c z e n s k y h u d e l n , sich n i c h t w i e d e r h o l e n sollte: Die
jüdischen Gemeinden Deutschlands luden Alice Schwar-
z e r » i m N o v e m b e r 1992« e i n , » i h r e n J u g e n d k o n g r e ß i n
M ü n c h e n zu eröffnen, organisiert v o m Zentralrat u n d
der Zentralwohlfahrtsstelle der Juden in Deutschland«.
Der hämische K o m m e n t a r der Autoren - »Broders Reso-
n a n z bei d e n j ü d i s c h e n G e m e i n d e n (sei) n i c h t g e r a d e
imponierend« - könnte genauso von ihrer Heldin formu-
liert w o r d e n sein. D i e freilich b e i d e r E r ö f f n u n g s r e d e
nicht aus d e m Brief vorgelesen hat, von welchem das
f o l g e n d e K a p i t e l h a n d e l t u n d d e n die j ü d i s c h e n G e m e i n -
d e n bitte p r ü f e n m ö g e n , e h e sie S c h w a r z e r w i e d e r a u f
ihre Kinder loslassen.

63
Eine andere Frau

A l s B r o d e r i m F e b r u a r 1981 v i a ZEIT s e i n e n e r s t e n A n -
griff g e g e n S c h w a r z e r f ü h r t e , l e b t e e r m i t d e r E M M A -
Redaktionssekretärin Hildegard Recher zusammen.
Recher kündigte kurz nach Veröffentlichung von »Ihr
s e i d die K i n d e r e u r e r E l t e r n « d e n J o b , b o t a b e r a n , z u
» b l e i b e n , bis e i n e p a s s e n d e N a c h f o l g e r i n g e f u n d e n sei,
w a s n a c h M e i n u n g aller B e t e i l i g t e n b i s J a h r e s e n d e
d a u e r n k o n n t e . A l s e i n e n K ü n d i g u n g s g r u n d n a n n t e sie
die K a m p a g n e i h r e s F r e u n d e s g e g e n E M M A , die sie
s e l b s t p o l i t i s c h a b s u r d finde« (so D ü n n e b i e r / P a c z e n s k y
- u n d e s ist d o c h g a n z z a u b e r h a f t , w i e die E i n f ü h l u n g
der H a g i o g r a p h e n n o c h ihre G r a m m a t i k affiziert u n d sie
s c h r e i b e n l ä ß t , w a s sie g a r n i c h t m e i n e n : d a ß R e c h e r
»selbst« die Z e i t s c h r i f t , d e r sie a u f u n b e s t i m m t e Zeit
w e i t e r die T r e u e h a l t e n w o l l t e , » p o l i t i s c h a b s u r d « f a n d ) .
» E i n p a a r W o c h e n s p ä t e r teilte sie m i t , sie h a b e sich v o n
B r o d e r g e t r e n n t . [...] D o c h b a l d d a n a c h n a h m sie i h r e
B e z i e h u n g z u B r o d e r w i e d e r auf, w a s E M M A erst s e h r
viel s p ä t e r erfuhr.« W a s E M M A s e l b s t v e r s t ä n d l i c h a u c h
einen feuchten Schmutz anging. Aber der feuchte
S c h m u t z f ä n g t j e t z t e r s t richtig a n .
»Ende 1981 verließ Recher die E M M A . Mit Alice
S c h w a r z e r v e r a b r e d e t e sie, d a ß sie n a c h e i n e m h a l b e n
J a h r ü b e r l e g e n w e r d e , o b sie n i c h t d o c h w i e d e r bei i h r
a r b e i t e n w o l l e . A u c h die E M M A sollte d a r ü b e r n a c h d e n -
ken.« D i e j ä h e Identifikation v o n d e r E M M A m i t d e r A l i c e
ist, m a g die C h e f i n e s h i e u n d d a a u c h b e s t r i t t e n h a b e n ,
sachlich völlig korrekt und deutet an - n a c h d e m Recher
zuvor eine »enge Vertraute« genannt worden war -,
w o r u m sich bei d i e s e r A f f ä r e z u n ä c h s t alles d r e h t e :
Eifersucht u n d enttäuschte Liebe. »[Als] klar war, daß
R e c h e r sich w e i g e r t e , z w i s c h e n B r o d e r u n d E M M A z u
w ä h l e n , l e h n t e S c h w a r z e r i h r e R ü c k k e h r z u E M M A ab.«
Soweit Hedwig Dünnebier und Gert v. Courths-Mah-
ler. L e i d e r h a t die A r b e i t g e b e r i n i h r e n E i g e n t u m s a n -

64
s p r a c h a u f d a s P r i v a t l e b e n e i n e r E x - A n g e s t e l l t e n , die
d o c h n u r i h r e n J o b w i e d e r h a b e n w o l l t e , n i c h t für s i c h
b e h a l t e n u n d R e c h e r n i c h t e i n f a c h m i t der, s o g a r b e i
männlichen Managern üblichen, Begründung abge-
speist, e s sei d i e Stelle i n z w i s c h e n a n d e r w e i t i g b e s e t z t .
Schwarzer w a r so töricht, Recher einen Brief zu schrei-
ben, in dem Ranküne, R e s s e n t i m e n t , Anti-Prosemitis-
mus u n d v e r l e t z t e Eitelkeit a u f s U n a p p e t i t l i c h s t e e i n g e -
k o c h t sind. I n t e r v i e w t v o m STERN ( 4 0 / 8 2 ) - d e r w i s s e n
w o l l t e , w i e die b e r ü h m t e n N e u b ü r g e r I s r a e l s H e n r y k M .
Broder und Lea Fleischmann zur Besetzung des Südli-
b a n o n d u r c h die i s r a e l i s c h e A r m e e s t ü n d e n - w i e s B r o -
d e r e n p a s s a n t a u f d e n Fall s e i n e r F r e u n d i n h i n . D r e i
Hefte später konterte Alice Schwarzer mit einem Leser-
b r i e f an d e n STERN, irrig h o f f e n d , R e c h e r w ü r d e sich
nicht t r a u e n , d a s A b l e h n u n g s s c h r e i b e n a n D r i t t e a u s z u -
händigen.
W a s sie a b e r tat. D e r STERN i l l u s t r i e r t e S c h w a r z e r s
L e s e r b r i e f u n d e i n e R e p l i k R e c h e r s m i t drei f a k s i m i l i e r -
t e n A u s r i s s e n a u s d e m h e i k l e n Brief. M i t g u t e n A u g e n
( o d e r e i n e r b r a u c h b a r e n L e s e l u p e ) l ä ß t sich d e n f o t o k o -
p i e r t e n F e t z c h e n d i e s e n t n e h m e n : [...] man kann doch
nicht die Geliebte eines militanten Juden sein (dessen
psychologische Strukturen mir ganz persönlich auch in
ihrem Wahn ein ganzes Stück nachvollziehbar sind - nur
steht es gerade den Opfern ja bekanntlich immer schlecht
an, Therapeut zu spielen...) und gleichzeitig bei einem
Projekt mitmachen, daß in seinen Augen eine »zweite
Endlösung» vorantreibt... ?! [...] Was unter den gegebenen
Umständen maximal denkbar gewesen wäre, Hildegard,
wäre, daß Du uns mitgeteilt hättest, daß Du die Bezie-
hung zu Broder wieder hast (was, soweit es nichts mit
EMMA ZU tun hat, in der Tat Dein verdammtes Recht und
Deine Angelegenheit ist), und: daß Du selbst als Erste
Dir und uns eingestanden hättest, daß Du Dich damit
entschieden hast: und zwar gegen EMMA. Vielleicht hät-
test Du uns auch noch die Frage zumuten können, ob es

65
nicht dennoch und trotzalledem irgendwie machbar wä-
re... Und wir hätten Dir, schweren Herzens, antworten
müssen: Nein. [...] Mit lieben Grüßen und dem tiefen
Wunsch, daß es Dir gut, bzw. besser gehn möge, Deine
Alice.
D i e s die v o l l s t ä n d i g e n S ä t z e d e r STERN-Kopie. D r e i
weitere w e r d e n von Dünnebier/Paczensky überliefert:
Broder hat öffentlich (!) gegen EMMA, Ingrid und mich
den schwersten Vorwurf erhoben, den ein jüdischer
Mensch überhaupt erheben kann (ich sei für eine »zweite
Endlösung«), [...] Als wir damals die große Aussprache
hatten, war für uns alle drei (!!!) sonnenklar, daß eine
EMMA-Frau — h i e r l a s s e n d i e B i o g r a p h e n e i n e T e x t s t e l l e
aus — keine enge Verbindung mehr zu diesem Menschen
halten könnte. Und Dir vorweg schien es am allerklar-
sten. Und daher trifft nicht Ingrid (oder jetzt auch ich)
nun etwa eine Entscheidung (nämlich Dich vor eine
Alternative zu stellen), sondern Du hast eine Entschei-
dung getroffen: nämlich, Dich trotz der ganz klaren Un-
vereinbarkeit wieder Broder zuzuwenden.
Ich halte nichts von Schwarzers D o g m a , das Private
sei p o l i t i s c h , m i r e r s c h e i n t e s w i e d i e b e s o n d e r s p e r f i d e
A u s r e d e einer miserablen Theoretikerin und Journali-
s t i n für T e x t e , d i e , a b z ü g l i c h i h r e s j e m o d i s c h e n » l i n k e n «
Politjargons, entweder egomane Besinnungsaufsätze
oder verkitschte u n d ebenfalls e g o m a n e Riesen-Klatsch-
r i e m e n sind. W e r a u f » p i k a n t e « D e t a i l s a u s d e m I n t i m l e -
b e n Alice Schwarzers spitzt respektive den N a c h w e i s
e r w a r t e t , die T o p - E m a n z e sei a u c h b l o ß e i n a u t o r i t ä r e r
Stinkbesen, greife besser zu B a s c h a M i k a s Biographie.
E s ist m i r v ö l l i g g l e i c h g ü l t i g , o b S c h w a r z e r i h r e L o h n -
a b h ä n g i g e n b e h a n d e l t w i e L e i b e i g e n e , w ä h r e n d sie s i c h
in Leitartikeln ü b e r die a n d a u e r n d e Diskriminierung
v o n A r b e i t n e h m e r i n n e n a u f r e g t . E s ist k o m p l e t t u n e r -
heblich, welche E M M A - R e d a k t e u r i n w a n n , w a r u m und
w o s o b l ö d w a r , d e r C h e f i n v o r z u w e r f e n , d a ß die j a a u c h
b l o ß e i n e C h e f i n sei u n d a u ß e r d e m v o m B e s t s e l l e r g e l d

66
r
ein schönes Ferienhaus erworben habe. Egal, egal, egal.
N i c h t e g a l j e d o c h ist d i e s e r e i n e F a l l , u n d e i n z i g d a r -
u m w i r d e r hier, trotz s e i n e r I n t i m i t ä t e n , v o n d e n e n
m a n lieber nie erfahren hätte, dokumentiert u n d darge-
stellt. D e n n i n i h m o f f e n b a r t s i c h d e r g a n z e M i e f u n d
miese Loyalitätsschwindel der 68er-Linken, ihre K o n -
troll- und Schnüffelwut, ihr Verfolgungswahn u n d Sek-
t i e r e r t u m u n d ihr w i d e r w ä r t i g e r P u r i t a n i s m u s , d e n v o m
b o u r g e o i s e n n u r e i n e s u n t e r s c h e i d e t : die A b w e s e n h e i t
g u t e r M a n i e r e n . I m ü b r i g e n » e n t h ü l l e « ich h i e r n i c h t s .
Die Beteiligten selbst h a b e n das Private, das Politische
u n d d a s P u b l i z i s t i s c h e heillos v e r m i s c h t . D e n n o c h bleibt
es verwunderlich (oder gerade nicht, bedenkt m a n das
Milieu), wie auch diese Angelegenheit, dieser weinerli-
che und geifernde Erguß, diese Demonstration einer
S p r a c h e , die alles v e r r ä t , n u r n i c h t die A u f g e k l ä r t h e i t
der Verfasserin - wie auch diese häßliche Geschichte im
N u v e r g e s s e n w a r d u n d S c h w a r z e r s i c h fast u n v e r s e h r t
a u s ihr h e r a u s g e w u n d e n h a t .
E r s t m a l a b e r m a c h t e sie s i c h l ä c h e r l i c h . I m B r i e f a n
d e n STERN s c h r e i b t sie: Broder behauptet, seiner Freun-
din sei »eine weitere Beschäftigung bei EMMA verweigert«
worden mit der Begründung, sie sei »als Geliebte eines
militanten Juden für EMMA nicht mehr tragbar« gewe-
sen. Dieses stimmt nicht und ist nie gesagt, gedacht oder
gar geschrieben worden. Die beigefügte Kopie wies j e -
d o c h n a c h , d a ß g e n a u »dieses« s t i m m t e , g e s a g t , g e d a c h t
u n d i n aller A u s f ü h r l i c h k e i t h i n g e s c h r i e b e n w o r d e n war.
F o l g l i c h v e r z i c h t e n D ü n n e b i e r / P a c z e n s k y , die n i e e i n
k r i t i s c h e s W o r t ü b e r die F r e u n d i n v e r l i e r e n w ü r d e n , i n
ihrer D a r s t e l l u n g des Falls darauf, S c h w a r z e r s b l a m a b l e
S c h w i n d e l e i a u c h n u r z u e r w ä h n e n . L i e b e r w i d m e n die
S c h ö n r e d n e r d e n P l a t z , d e n die f e h l e n d e H ä l f t e d e r
Wahrheit gelassen hat, einer kindischen und echt
Schwarzerschen Verdachtsblase: »Protestierende Leser-
briefe zu d r u c k e n , l e h n t e d e r STERN e b e n s o ab w i e e i n e n
k l a r s t e l l e n d e n L e s e r b r i e f I n g r i d S t r o b l s . « (Als h ä t t e e s

67
n i c h t g e l a n g t , d a ß die H e r a u s g e b e r i n s e l b s t s i c h s c h o n
u m K o p f u n d K r a g e n g e r e d e t h a t t e ! D o c h w e i l die b e i d e n
Hofpoeten diese Flecken aus der Geschichte retuschiert
h a b e n , k ö n n e n sie m u n t e r D r e c k a u f d a s B l a t t w e r f e n ,
d a s nicht n u r k e i n e p r o t e s t i e r e n d e n , s o n d e r n sogar ü b e r -
haupt keine Leserbriefe zur Angelegenheit m e h r ab-
d r u c k e n m o c h t e . ) » S p ä t e R a c h e für E M M A S K l a g e g e g e n
die STERN-Mädchentitel? J e d e n f a l l s k e i n B e w e i s für
S o u v e r ä n i t ä t - u n d Seriosität.« D i e h a b e n ' s n ö t i g .
Im übereilten Verteidigungsschreiben k o m m t Schwar-
zer j e t z t z u r S a c h e , die i h r e m R u f a m g e f ä h r l i c h s t e n z u
werden drohte, zum Unwort v o m »militanten Juden« -
e i n Begriff, d e m m a n eines a u f k e i n e n F a l l n a c h s a g e n
k a n n : » P r o s e m i t i s m u s « . EMMA sieht zwar, wie viele, den
selbstgerecht zionistischen Kurs - mit den inzwischen
leider bekannten Folgen - den Leute wie Broder steuern,
kritisch. EMMA war jedoch immer - und wird dies auch
immer bleiben - eine Zeitschrift, die entschieden und
militant [!] gegen jede Art von Antisemitismus zu Felde
zieht.
W e l c h e i n e A p o l o g i e , die alles z u r ü c k n e h m e n w i l l ,
i n d e m sie alles b e s t ä t i g t ! S c h w a r z e r s dreiste L ü g e , sie
habe keineswegs auf eine Beschäftigung Rechers ver-
z i c h t e t , w e i l die m i t F e i n d B r o d e r z u s a m m e n l e b e , j a ,
»nie« d e r g l e i c h e n b l o ß » g e d a c h t « , m a g n o c h h i n g e h e n als
d e r d e s p e r a t e V e r s u c h , die e i g e n e R a n k ü n e z u k a s c h i e -
ren und den irritierten Nachfragen aus »unseren Krei-
sen« b e r u h i g e n d e n B e s c h e i d z u erteilen. D o c h b e r e i t s i m
zweiten Satz - es hat was Zwanghaftes, Bekenntnis-
wütiges - insinuiert Schwarzer, eine vernünftigere Ent-
s c h e i d u n g als j e n e , die » F r e u n d i n « e i n e s M a n n e s , d e r
d e n » s e l b s t g e r e c h t z i o n i s t i s c h e n K u r s « s t e u e r e , »mit d e n
i n z w i s c h e n l e i d e r b e k a n n t e n F o l g e n « (sie m e i n t d e n
Libanonkrieg), eine Kollaborateurin also auf die
S c h w a r z e r - L i s t e z u s e t z e n , sei für E M M A n i c h t z u treffen
gewesen.
D i e F o r m u l i e r u n g » m i l i t a n t e r J u d e « als i h r g e i s t i g e s

68
E i g e n t u m l e u g n e n d ( » D i e s e s s t i m m t n i c h t « ) , liefert sie
d o c h , n a c h g e r a d e g e t r i e b e n , die E r k l ä r u n g , w i e sie d a s ,
w a s sie n i e m a l s g e d a c h t , g e s a g t , g e s c h r i e b e n h a b e n will,
v e r s t a n d e n h a b e n m ö c h t e . Sie a h n t i n z w i s c h e n , i n w e l -
c h e T r a d i t i o n sie v o n L e u t e n g e s t e l l t w e r d e n k ö n n t e , die
für A b f ä l l i g k e i t e n a u s d e u t s c h e m H a l s e g e g e n J u d e n
»sensibilisiert« w o r d e n s i n d . U n d setzt, u m s i c h z u r e t -
t e n , a u f die e r s t e E n t g l e i s u n g - o b s c h o n d i e , w i e sie
f l u n k e r t , g a r n i c h t v o n i h r ist - e i n e z w e i t e , n o c h ü b l e r e ,
die v o m » s e l b s t g e r e c h t e n Z i o n i s m u s « . N u n s a ß B r o d e r
damals weder im israelischen Kabinett noch im Gene-
ralstab, aber allein w e g e n seiner Z u s t i m m u n g z u m
K r i e g g e g e n die P L O ließ e r s i c h d e m T y p u s b ö s e r J u -
d e n b u b e s u b s u m i e r e n , m i t w e l c h e m die 6 8 e r - L i n k e u n d
eben auch Schwarzer immer schon gehadert hatten.
D i e V e r s c h i e b u n g d e s seit A u s c h w i t z v e r p ö n t e n A n t i -
s e m i t i s m u s d e r E l t e r n h i n z u e i n e m A n t i z i o n i s m u s bei
d e n K i n d e r n , die d e n I s r a e l i s als V e r b r e c h e n g e g e n die
M e n s c h l i c h k e i t v o r h i e l t e n , sich a u s i h r e m S t a a t n i c h t
vertreiben lassen zu wollen - diese Transmutation w a r
Anfang der 80er Jahre noch lange kein T h e m a . Erst
M i t t e d e r 90er, d a die ( w e s t d e u t s c h e ) L i n k e z e r f a l l e n
w a r i n d e n s e h r g r o ß e n Teil j e n e r , die l ä n g s t h e i m i n s
Bürgertum gefunden - und das Maul nur noch einmal
a u f g e k r i e g t h a t t e n , als K r i e g g e g e n e i n e n M a s s e n m ö r -
d e r g e f ü h r t w u r d e , der die E i n w o h n e r Israels m i t G a s r a -
keten ausrotten wollte -, u n d in das marginale Häuflein
derer, die M a r x u n d A d o r n o w i r k l i c h v e r s t a n d e n h a t t e n :
Erst, da das Desaster der 68er in Gestalten wie Joseph
Fischer und eben auch der Bundesverdienstkreuzträge-
rin A l i c e S c h w a r z e r i k o n i s i e r t w a r , b e g a n n e n die v e r -
bliebenen Linken zu überprüfen, wieviel brauner Anteil
im C o m m o n sense »unserer Kreise« gesteckt hatte. U n d
erschraken nicht wenig. Aber auch Broder war da schon
h e i m g e h o l t z u m SPIEGEL u n d d a m i t beschäftigt, die p a a r
k o r r e k t e n G e d a n k e n , die e r m a l g e ä u ß e r t h a t t e , a u f s
Niveau seines Brotherrn zu bringen.

69
B a c k i n 1 9 8 3 , leistete einer, d e r s i c h s p ä t e s t e n s z u m
M a u e r f a l l b e s i n n e n u n d n o c h später, w ä h r e n d d e s Golf-
k r i e g s , d a f ü r s o r g e n sollte, d a ß i h n n i e m a n d m e h r m i t
denen verwechseln könnte, auf deren Bündniswürdig-
keit er mal gerechnet hatte, H e r m a n n L. Gremliza, der
B e d r ä n g t e n Schützenhilfe. Im J a n u a r h e f t v o n KONKRET,
u n t e r d e m Titel » A l i c e , g e b . E i c h m a n n ? « , g e l a n g e s i h m ,
die G e n o s s i n , die n i e eine w a r , als O p f e r v o n B r o d e r u n d
R e c h e r z u v e r k a u f e n , w i e w o h l sie d o c h n u r v o l l s t r e c k e -
rin i h r e s R e s s e n t i m e n t s , i h r e r W u t u n d E i f e r s u c h t g e w e -
s e n w a r . G r e m l i z a s P l ä d o y e r h a t S c h w a r z e r alles g e l i e -
fert, w a s i h r a n A r g u m e n t e n n i e e i n g e f a l l e n w ä r e . D a -
m a l s , als A l i c e n o c h e i n e n R u f als » L i n k e « a u f r e c h t z u e r -
h a l t e n h a t t e , w ä r e e i n KONKRET-Leitartikel, d e r sich
m e h r um den Inhalt des Briefs an Hildegard Recher u n d
w e n i g e r u m s e i n e F a k s i m i l i e r u n g i m STERN g e k ü m m e r t
h ä t t e , v i e l l e i c h t die letzte G e l e g e n h e i t g e w e s e n , d e r
r a s e n d ü b e r s c h ä t z t e n F r e i h e i t s k ä m p f e r i n S c h w a r z e r die
S c h n u t e z u v e r b i n d e n u n d sie w e n i g s t e n s i m » l i n k e n
D i s k u r s « nie w i e d e r w a h r n e h m e n z u m ü s s e n . G r e m l i z a
hat seinen Irrtum längst erkannt und benannt. Wenn
j e t z t v o n s e i n e m 8 3 e r - P l ä d o y e r die R e d e ist, d a n n n i c h t ,
u m i h n v o r z u f ü h r e n , s o n d e r n w e i l die e l e n d e B ü n d e l e i
d e r A p o - L i n k e n g l e i c h w i e die P a r a n o i a , die s i c h d a n k
R A F u n d B K A i n » u n s e r e n K r e i s e n « seit M i t t e d e r 7 0 e r
eingenistet hatte, vor k e i n e m haltmachte, der sich da-
mals exponierte, auch vor d e m Gescheitesten nicht.
»Alice S c h w a r z e r « , h e b t G r e m l i z a a n , »ist ein S y n o n y m
für F e m i n i s m u s . « J a , leider. » D e r d e u t s c h e M a n n , u n d
n i c h t n u r d e r b ü r g e r l i c h e , gibt i h r die S c h u l d d a r a n , d a ß
er z w a r vielleicht noch so lebt wie zuvor, aber schon mit
s c h l e c h t e m G e w i s s e n u n d g e f ä h r l i c h . « D a s ist, p r ä z i s ,
w a s d e n »linken« M y t h o s S c h w a r z e r s s o l a n g e b e f ö r d e r t e
u n d u n a n t a s t b a r m a c h t e : A n d e n V e r h ä l t n i s s e n h a t sie
vielleicht nichts geändert, aber w e n n einer heute seine
Frau mißhandelt, tut es i h m , möglicherweise, hinterher
leid. » D e m M a n n e « , f ä h r t G r e m l i z a fort, »ist j e t z t e i n

70
w e n i g g e h o l f e n w o r d e n : A l i c e S c h w a r z e r w u r d e als A n t i -
semiten e n t l a r v t u n d d e r S i p p e n h a f t u n g n a c h A r t d e r
N ü r n b e r g e r G e s e t z e ü b e r f ü h r t . [...] Soll s o l c h e i n e F r a u
einem M a n n , und gar einem linken, noch Vorschriften
m a c h e n d ü r f e n ? « N a t ü r l i c h n i c h t . U n d diese F r a u m i t
ihrem halbgaren Brei aus Meinung und Spekulation
s c h o n g a r n i c h t , h ä t t e sie a u c h n i e i m L e b e n e i g e n a r t i g e
A n s i c h t e n ü b e r die J u d e n g e ä u ß e r t . G r e m l i z a b e h a u p t e t
(von ihm haben es Dünnebier/Paczensky) eine K a m p a -
gne, wo keine war, vielmehr ein Schreiben Schwarzers
a n die Ö f f e n t l i c h k e i t g e l a n g t e , d a s sie r e i c h l i c h alt a u s -
s e h e n ließ: » [ D e r ] E i n d r u c k , d e n d e r v o n A l i c e w e g e n
seiner Arsch & Titten-Geschäfte denunzierte« - denun-
ziert ist g u t - »STERN e r w e c k t h a t , ist e i n g e w o l l t f a l -
scher. A l i c e h a t t e n i c h t g e s c h r i e b e n , H i l d e g a r d sei als
die >Geliebte e i n e s m i l i t a n t e n J u d e n u n g e e i g n e t e D a s
hätte schon deshalb keinen Sinn gemacht, weil weder
A l i c e n o c h H i l d e g a r d i n d e r B e z e i c h n u n g >militanter
Jude< e t w a s D i f f a m i e r e n d e s s e h e n . « D e s w e g e n teilte
A l i c e d e m STERN a u c h m i t , sie h a b e »dieses« nie g e d a c h t ,
g e s a g t , g e s c h r i e b e n . D a ß H i l d e g a r d ( o die f ü r c h t e r l i c h e
Duzerei j e n e r Zeit!) das U n w o r t okay fand, m ü s s e n wir
e i n f a c h m a l g l a u b e n . G r e m l i z a zitiert j e t z t e i n i g e s , w a s
i m STERN-Faksimile d u r c h a u s z u e n t z i f f e r n w a r (er
f l u n k e r t d a s G e g e n t e i l ) , u n t e r s c h l e i f t freilich g e r a d e die
degoutantesten Passagen. Darin beschreibt Schwarzer
Broder als eifernden Irren: Seine psychologischein]
Strukturen seien ihr auch im Wahn ein ganzes Stück
nachvollziehbar, der Wahn aber heißt selbstgerecht zio-
nistischer Kurs mit seinen bekannten Folgen. Broder,
dieser Mensch, h a b e , e b e n w e i l er e i n p a a r J a h r z e h n t e
f r ü h e r ins V e r n i c h t u n g s l a g e r g e t r i e b e n w o r d e n w ä r e ,
d a s R e c h t u n d die B e f ä h i g u n g n i c h t , sich p o l e m i s c h ü b e r
jene zu äußern, deren Eltern den Holocaust erfunden
hatten: nur steht es gerade den Opfern ja bekanntlich
immer schlecht an, Therapeut zu spielen... Eine Infamie,
ein Hirndreck u n d eine Büberei, dieser Verweis auf

71
Broders angebliche Befangenheit, der Gremlizas Auf-
m e r k s a m k e i t l e i d e r völlig e n t g i n g , o b w o h l h i e r die g e -
s a m m e l t e A r r o g a n z d e r A p o - » L i n k e n « g e g e n die l e b e n -
d e n J u d e n z u b e s i c h t i g e n ist. W ä h r e n d die S c h e i n h e i l i g e
darauf pocht, rein zufällig im L a n d der Täter geboren
w o r d e n z u s e i n u n d ü b e r d e r T r a d i t i o n , i n d e r sie auf-
w u c h s , z u s c h w e b e n wie die T a u b e ü b e r m P f u h l , n e n n t
sie e i n e n , d e r für A u s c h w i t z z u s p ä t g e b o r e n w u r d e ,
sogleich ein Opfer, das »bekanntlich« der Objektivität
d e s U r t e i l s e n t b e h r t . U n d w e i l e s , d a s p r o j i z i e r t e Opfer,
g e w i s s e v o r b e h a l t e h e g t g e g e n die g r o ß m ä u l i g e n R a t -
schläge deutscher MegaWiderstandskämpfer und Hyper-
a n t i f a s c h i s t e n a n die A d r e s s e I s r a e l s , w i r d e s , er, B r o d e r
als b l u t r ü n s t i g e r V e r r ü c k t e r g e s c h m ä h t . Ü b e r die d e u t -
s c h e G e s c h i c h t e d ü r f e n n u r D e u t s c h e r i c h t e n - d a s ist
der Konsens und permanente Skandal der bundesrepu-
blikanischen »Vergangenheitsbewältigung«, von Heuss
über Augstein bis Schwarzer. W a r u m hat Gremliza den
Mist nicht gewittert?
W e n n die S o l i d a r i t ä t d e n B l i c k s o s e h r t r ü b t , d a ß e i n
F a k s i m i l e als » n i c h t z u entziffern« a u s g e g e b e n w i r d , i n
w e l c h e m w i r k l i c h u n l e s e r l i c h n u r die S a t z m o n s t e r d e r
V e r f a s s e r i n s i n d , d a n n läuft m a n s c h o n m a l g e g e n d e n
B u s . G r e m l i z a : » D i e b u n d e s d e u t s c h e L i n k e ist, v o n e i n
paar Idioten abgesehen, antifaschistisch u n d steht an
der Seite der Opfer von Auschwitz u n d Treblinka.« Ein
Irrtum in eigener Sache u n d eine infernalische Meta-
pher, die d e m g r o ß e n S t i l i s t e n n u r i n s o l i d a r i s c h e m
E i f e r a u f s P a p i e r g e r a t e n sein k a n n . A n d e r S e i t e der
O p f e r s t e h e n allein die a n d e r e n Opfer. W e r s i c h d e n n o c h
d o r t h i n d r ä n g e l t , w o h i n , als D e u t s c h e r , e r z u l e t z t g e -
hört, der wird auch in anderen Dingen anmaßend: »Des-
h a l b h a t [die L i n k e ] s o l a n g e g e b r a u c h t z u b e g r e i f e n ,
d a ß d e r S t a a t I s r a e l n i c h t n u r e i n O r t ist, a n d e m J u d e n
e n d l i c h frei v o n d e r A n g s t v o r P o g r o m e n l e b e n k ö n n e n ,
s o n d e r n leider z u g l e i c h e i n A u ß e n p o s t e n d e r w e s t l i c h e n ,
a u s b e u t e n d e n Welt m i t t e n i n e i n e m Teil d e r a u s g e b e u t e -

72
t e n . I s r a e l ist a u c h d a s s t a a t s f b r m i g e E i n g r e i f k o m m a n -
do der U S A im N a h e n Osten. Einen Staat, der diese
R o l l e m i t aller G e w a l t spielt, k a n n C a r s t e n s ( S A ) v e r -
t e i d i g e n , n i c h t a b e r e i n e L i n k e , die s i c h e r n s t n i m m t . «
U n d w i e e r n s t die sich g e n o m m e n h a t , die » L i n k e « !
O h n e j e d o c h b e s o n d e r s viel A n l a ß d a z u z u h a b e n a u ß e r
ihrer strahlenden Ignoranz und Selbstverliebtheit.
Gremlizas antiisraelische »Analyse« funktioniert nur,
w e i l e r k u r z e r h a n d v e r g i ß t , w a s s i c h 1983 z u m z e h n t e n
Mal jährte, der »Jom-Kippur-Krieg«, in d e m es ägypti-
s c h e n u n d s y r i s c h e n S o l d a t e n fast g e l u n g e n w ä r e , w o v o n
die a r a b i s c h e n N a c h b a r n Israels seit 1949 t r ä u m t e n : D i e
v e r h a ß t e n J u d e n »ins M e e r z u r ü c k z u w e r f e n « , e i n B l u t -
bad anzurichten, das sich sogar mit den Verbrechen der
Nazis hätte messen lassen können. Von einem Land, das
ohne den Schutz der U S A - über dessen U m f a n g linke
deutsche Antizionisten i m m e r die p h a n t a s t i s c h s t e n
V o r s t e l l u n g e n h a t t e n , weil's s o s c h ö n i n d e n » a n t i i m p e -
rialistischen« G e s a m t z u s a m m e n h a n g p a ß t e - 1 9 7 4 n i c h t
m e h r existiert hätte, von diesem täglich mit der A u s -
l ö s c h u n g b e d r o h t e n S t a a t als d e m » E i n g r e i f k o m m a n d o «
der Yankees zu reden, zeugt von einer Selbstgerechtig-
k e i t bzw. B o r n i e r t h e i t , a n die Z i o n i s t B r o d e r n i e h e r a n -
langen konnte. Dieser Mix aus Antiamerikanismus und
I s r a e l h a ß a b e r w a r d e r N e n n e r , a u f d e n sich fast alle
Apo-»Linken« geeinigt hatten. Wie i m m e r ihre weitere
politische B i o g r a p h i e v e r l i e f - die w e n i g s t e n h a b e n d i e -
s e n A s p e k t i h r e r Ideologie revidiert. G r e m l i z a i m m e r h i n
w u ß t e es einige J a h r e später besser. Seine v e h e m e n t e n
Apologien des UN-Krieges gegen S a d d a m Hussein nah-
men jede zionismusfeindliche Phrase früherer Jahre
z u r ü c k - a u c h w e n n diese m a s s i v e A b k e h r v o m e i n s t i -
gen Credo der »linken« Blase das Blatt, das er heraus-
gibt, via A b o n n e m e n t s k ü n d i g u n g e n fast i n d e n B a n k r o t t
geführt hätte.
Zum Abschluß seines Leitartikels kümmert sich
G r e m l i z a , 1 9 8 3 , u m d e n f a m i l i ä r e n Teil d e r R e c h e r - A f f ä -

73
r e . » B l e i b t die F r a g e n a c h d e r S i p p e n h a f t u n g . D i e C h a n -
c e , i n d i e s e r S a c h e V e r s t ä n d n i s für A l i c e S c h w a r z e r z u
s c h a f f e n , ist nicht s e h r g r o ß . E s a u s O p p o r t u n i s m u s
n i c h t z u v e r s u c h e n , b e d e u t e t aber, a u f ein S t ü c k g e m e i n -
samer linker Geschichte zu spucken.« Was das Stück
s i c h r e d l i c h v e r d i e n t h a t t e . » E s ist d i e s e r a l l t ä g l i c h e
Verrat, der aus unserer politischen Kultur allmählich
e i n e n E m m e n t a l e r K ä s e m a c h t . « D e r K ä s e a b e r ist e i n e
A r g u m e n t a t i o n , die e s »Verrat« n e n n t , w e n n j e m a n d
S c h w a r z e r a u s seiner l i n k e n G e s c h i c h t e streicht, weil's
i h m nicht g e l i n g e n w i l l , e m a n z i p a t o r i s c h e s G e s c h r e i m i t
Gutsherrinnengehabe sowie der Denunziation eines
m i ß l i e b i g e n J o u r n a l i s t e n als » m i l i t a n t e n J u d e n « i n e i n s
z u d e n k e n . Die Schnüffeleien S c h w a r z e r s i m Privatleben
H i l d e g a r d R e c h e r s , ihre s c h w e r b e l e i d i g t e n G r e i n e r e i e n
- [Du] hättest uns auch die Frage zumuten können, ob es
nicht dennoch und trotzalledem machbar wäre —, ihr
Begehren nach einem Treuebeweis der Bewerberin, der
noch deren Intimleben einschließt: All diese Hinweise
auf ein, h m , gestörtes Verhältnis Schwarzers zu Mei-
nungsfreiheit und Intimsphäre anderer verdreht G r e m -
liza z u e i n e m A k t d e r N o t w e h r : » D i e R e d a k t i o n e i n e r
k l e i n e n , k ä m p f e r i s c h e n Z e i t s c h r i f t , die d e r G e w a l t e i n e r
überwältigenden und jederzeit zur Überwältigung berei-
t e n M e h r h e i t a u s g e s e t z t ist, m u ß s i c h s c h ü t z e n . [...] B e i
E M M A k a n n es nicht anders sein, nur schlimmer. Denn
e s h e g t i n der N a t u r s o w o h l d e r S a c h e w i e ihrer P r o t a g o -
n i s t i n , d a ß A l i c e S c h w a r z e r m i t H a u t u n d H a a r e n >dran<
ist. [...] W e r s e i n e A r b e i t u n t e r s o l c h e n U m s t ä n d e n fort-
s e t z e n will, m u ß s i c h e r s e i n , d a ß w e n i g s t e n s i n d e r e n g -
s t e n U m g e b u n g , i m K r e i s der« - A c h t u n g , Sie w a t e n i n
Revolutionssimulationskitsch! - »täglichen Mitstreite-
r i n n e n k e i n e s i c h b e f i n d e t , die d e n G e g n e r n >Material<
zuträgt.«

O b L i n k e sich d a m a l s w i r k l i c h s o g e f ü h l t h a b e n ? S t e t s
m i t a n d e r t h a l b B e i n e n »in S a n t a F u o d e r O c h s e n z o l l «
( G r e m l i z a ) , i n K n a s t o d e r I r r e n h a u s a l s o ? O b die P a r a -

74
n o i a , die s i c h h i e r p r ä s e n t i e r t , n i c h t v o r a l l e m A u s d r u c k
e i n e r u n g e h e u r e n O h n m a c h t g e w e s e n ist u n d o b d a s
A u s m a ß der Repression in der B R D jener Jahre nicht
vielleicht m ä c h t i g ü b e r t r i e b e n w u r d e , u m die e i g e n e
Bedeutungslosigkeit im politischen Geschäft wegzuträu-
m e n ? D e r S y s t e m f e i n d j e n e r J a h r e h a t t e sein V e r g n ü g e n
m i t d e r Polizei u n d d e m S t a a t s s c h u t z , u n b e s t r i t t e n -
a b e r die A t m o s p h ä r e v o n G e s i n n u n g s t e r r o r , o m n i l a t e r a -
l e m S p i t z e l t u m u n d » G e w a l t « , die G r e m l i z a e v o z i e r t ,
legt über Rasterfahndung u n d Springerpresse eine Be-
d e u t u n g , die sich G e s t a p o u n d VÖLKISCHER BEOBACHTER
einst mit weit härteren Mitteln erwerben mußten. Sinn
d e s p a t h e t i s c h e n G e r a u n e s i s t , H i l d e g a r d R e c h e r als
g o t t s e i d a n k r e c h t z e i t i g e n t t a r n t e A g e n t i n d e r feindli-
chen Mächte hinzustellen. Eine Unverschämtheit, von
der Gremliza, in »Scene«-gemäßester Verblendung, so-
g a r g l a u b t e , sie, R e c h e r , » h ä t t e d a s e i n s e h e n k ö n n e n « .
Statt Schwarzer z u z u m u t e n , die Möglichkeit einer Wie-
dereinstellung zu erwägen, und zwar aus den einzigen
relevanten Gründen: Qualifikation und Referenzen.
A c h , w a s tat m a n d a m a l s n i c h t alles für d i e G e n o s s e n !
Zur Not posierte der Herausgeber eines Monatsblatts,
d a s v o n d e r U n g u n s t s e i n e r L e s e r viel m e h r b e d r o h t w a r
als v o n d e n B ü t t e l n d e s S t a a t e s , als L e n i n i n Z ü r i c h u n d
machte einen mißtrauischen Internatsdrachen, der in
d e n B e t t e n seiner S c h ü t z l i n g e n a c h S p e r m a n e c k e n f a h n -
d e t , z u r K r u p s k a j a . G r e m l i z a tat's n i c h t w i e d e r u n d
später Buße. Vorerst j e d o c h hatte seine Intervention
Schwarzers Ruf restauriert und den von Recher und
Broder bei der »Linken« ruiniert. Die Versuche des »mi-
litanten Juden«, Schwarzer bei ihrer Klientel zu dis-
k r e d i t i e r e n , s e t z t e n s i c h n u r z a g h a f t fort u n d f a n d e n i n
»unseren Kreisen« praktisch keine Resonanz mehr.
Vermutlich noch bedeutender fürs schnelle E n d e einer
S c h w a r z e r - D e b a t t e , die b e i m Fall R e c h e r d r i n g e n d a n g e -
sagt gewesen wäre, wirkte der Libanonkrieg. Der Prä-
ventivschlag der israelischen A r m e e gegen militärische

75
S t e l l u n g e n u n d L a g e r d e r P L O » b e w i e s « j e n e n , die d a f ü r
natürlich keinen Beweis m e h r brauchten, wie der Zio-
n i s t w i r k l i c h d r a u f ist: m i l i t a n t u n d s e l b s t g e r e c h t .
S c h w a r z e r , die a u f d e m l i n k e n T i c k e t n u r s o l a n g e
r e i s t e , w i e ' s g u t fürs G e s c h ä f t w a r , b e g a n n m i t d e r v o n
ihr i n i t i i e r t e n » P o r N o ! « - K a m p a g n e ( 1 9 8 7 ) - die sie a u s -
drücklich, im Sinne ihrer schwer dementen Gewährs-
f r a u A n d r e a D w o r k i n , als A t t a c k e a u f die »linke« Tole-
r a n z für P o r n o g r a p h i e v e r s t a n d e n w i s s e n w o l l t e - , s i c h
v o n d e r » S c e n e « , der e s j ä h r l i c h s c h l e c h t e r g i n g , a b z u s e t -
z e n . 1 9 9 1 , z u m G o l f k r i e g , w a r e s s o w e i t , u n d sie k o n n t e
d e m M a n n , d e r i m G e g e n s a t z z u ihr j e n e n d ü m m e r e n
Ansichten nicht treu geblieben war, mit denen er ihr
e i n s t d a s I m a g e g e r e t t e t , e n d l i c h h e i m z a h l e n , d a ß sie
ihn mal z u m Überleben gebraucht hatte. Die »Solidari-
t ä t « , a n die z u a p p e l l i e r e n d e n P r o f i t e u r e n v o n 6 8 nie
s c h w e r f i e l , h a b e n sie, v o n A n t j e V o l l m e r ü b e r R e i n h a r d
M o h r bis A l i c e S c h w a r z e r , s e l b e r nie g e ü b t .
A c h t Jahre nach »Alice, geb. Eichmann?« - Bomben
fielen a u f B a g d a d u n d KONKRET r e c h t f e r t i g t e die » O p e -
r a t i o n W ü s t e n s t u r m « - w u r d e die A n g e l e g e n h e i t r u n d
und regelrecht paradigmatisch. Von Menschenhaß und
Menschenliebe, e i n Text, d e r h i e r b e r e i t s m e h r m a l s b e -
m ü h t w o r d e n ist, w e i l D u m m h e i t , V o r u r t e i l , D e m a g o g i e
der Autorin in ihm selten deutlich zusammentreffen,
demonstriert auch ihre narzißtische Undankbarkeit.
K a u m paßt ihr nicht, was der »Genosse« meint, kreidet
sie i h m a n , w a s i n W i r k l i c h k e i t n u r a u f s i e , die s a t u r i e r -
te S p i t z e n j o u r n a l i s t i n , p a ß t : Der Golfkrieg hat nun auch
in der deutschen Nachkriegs-Intellegenzia neue, eigent-
lich überfällige, auf jeden Fall aber klare Fronten gezo-
gen. W ä r e G e o r g e B u s h i h r n i c h t z u v o r g e k o m m e n , sie
hätte den »Desert Storm« erfinden müssen, um ihre
e i n s t i g e n W a s s e r t r ä g e r v e r l e u g n e n zu k ö n n e n . Auf der
einen Seite stehen die alerten Wendehälse, die Broders,
Enzenbergers und Gremlizas. Auf der anderen Seite steht
die »naive Friedensbewegung«. G r e m l i z a ein W e n d e h a l s ?

76
D a r a n m u ß e s l i e g e n , d a ß bis h e u t e k e i n M i n i p r ä o d e r
OB ein passendes S c h m u c k b a n d gefunden hat, an wel-
chem dem Genossen, der zu Schwarzers Gunsten sogar
einmal gelogen hatte, ein Verdienstkreuz u m g e h ä n g t
w e r d e n konnte. Die feine D a m e beläßt es nicht bei d e m
einen Rufmord. Sie ergänzt ihn mit etwas Anthropolo-
gie, abgelauscht bei Alfred Rosenberg.
»KONKRET-Autor Wolfgang Pohrt, der nur Verachtung
und Haß< für deutsche Pazifisten (und vor allem Pazifi-
stinnen) hat und sich dabei aufsein Judesein beruft [...]
Eilfertig sekundiert ihm KONKRET-Herausgeber und
Nicht-Jude Gremliza [...] G e z e i c h n e t : A l i c e G l o b k e « (zit.
n . K O N K R E T 5 / 9 1 ) . S a g e keiner, H e r m a n n L . G r e m l i z a ,
d e r d a s A u t o g r a m m e r f a n d , sei v e r g e ß l i c h für e i g e n e
V e r f e h l u n g e n . E r fügt a n : » W e r J u d e ist, b e s t i m m t sie,
u n d d e s h a l b b e k o m m t G r e m l i z a trotz d u b i o s e r A h n e n t a -
fel ( V o r f a h r e n : G r e m l i c a i n P a w l o v i c e / M ä h r e n ) e i n e n
A r i e r p a ß , w ä h r e n d P o h r t als V o l l j u d e e i n g r o ß e s g e l b e s
J e i n g e s t e m p e l t k r i e g t , o b w o h l er n i c h t n u r m i t k e i n e r
Zeile je sich aufsein Judesein b e r u f e n h a t , s o n d e r n a u c h
k e i n e r ist u n d s i c h n i c h t e i n m a l d u r c h die R e z e n s i o n
eines jüdischen Theaterstücks verdächtig gemacht hat.
Daß Frau Schwarzer ihn zum Juden ernennt, hat nur
e i n e n e i n z i g e n G r u n d : Sie k o n n t e sich e i n s o e n t s c h i e d e -
n e s E n g a g e m e n t e i n e s A r i e r s bzw. Nicht-Juden z u g u n -
s t e n d e r E x i s t e n z d e s S t a a t e s Israel e i n f a c h n i c h t v o r -
stellen. N i c h t e i n m a l e i n e m d e r v o n i h r s o g e n a n n t e n
Prosemiten w ü r d e sie d a s z u t r a u e n . D a z u ist n u r e i n
J u d e fähig. [...] Relativ gesehen, s c h r e i b t F r a u S c h w a r -
zer, die d e s h a l b w ä h r e n d d e s G o l f k r i e g s zum ersten Mal
in meinem Leben stolz war, Deutsche zu sein, [...] machen
wir Deutschen Fortschritte. U n d z w a r in e i n e R i c h t u n g ,
aus.welcher wir herkommen.« Nichts hinzuzufügen.
I n w e l c h e R i c h t u n g a b e r d e r Fall R e c h e r , die P o l e m i -
k e n v o n u n d g e g e n B r o d e r , die B e m e r k u n g e n S c h w a r -
z e r s ü b e r d a s , w a s sie m i t M a j d a n e k z u t u n h a b e , ü b e r
die t o t e n u n d die l e b e n d e n J u d e n s o w i e d a s » J u d e - S e i n «

77
zielten, worauf dieser jahrzehntelange K a m p f mit der
G e s c h i c h t e , d e r sie z u e n t k o m m e n t r a c h t e t e , u m e s s i c h
mit ihr richten zu können, hinauswollte, w a r doch nur
eines: Vergessen m a c h e n , daß Alice S. sich mal Verdien-
ste u m die S t ö r u n g d e u t s c h e r V e r h ä l t n i s s e e r w o r b e n
h a t t e , u n d v e r k ü n d e n , w i e fern u n d leid d a s S c h w a n z -
a b - G e t ö s e d e r J u g e n d i h r m i t t l e r w e i l e g e w o r d e n ist: Ich
mag an den Kölnern, daß sie so schräg und so ironisch
sind, daß sie am liebsten über sich selbst lachen. Die
Berliner lachen am liebsten über andere. Das ist der
kleine Unterschied (zit. n. Dünnebier/Paczensky). Und
s o l c h e i n S t a t e m e n t e i n f a c h d e r Zipfel.

78
III

Endlich sind wir reich

Alice Schwarzer über berühmte Frauen,


ein Stück Blech
und die Lizenz zum Töten
Diamantenfieber

1 9 6 8 , S c h w a r z e r w a r 2 6 J a h r e alt u n d R e d a k t e u r i n d e r
S a t i r e z e i t s c h r i f t P A R D O N , w u r d e sie z u m e r s t e n M a l m i t
einem Star gesichtet. Für eine Reportage über den »Club
M e d i t e r r a n e e « i n A g a d i r flog sie, b e g l e i t e t v o m K o l l e g e n
R o b e r t G e r n h a r d t , zu d e r S t ä t t e , die d e r S T E R N - ihr,
um ein dickes, doch richtiges Wort zu gebrauchen:
S c h i c k s a l s b l a t t - e i n i g e W o c h e n z u v o r als » D a s D o r f d e r
freien L i e b e « g e f e i e r t h a t t e .
M i t »freier L i e b e « läuft i n A g a d i r '68 n i c h t viel. A b e r
kurz vor dem Heimflug taucht Schlagersänger und Blon-
dinenjäger Udo Jürgens im »Club« auf und baggert
S c h w a r z e r a u f s heftigste a n . P A R D O N illustriert d e n
Reisebericht mit e i n e m Foto des Flirts, über dessen
w e i t e r e n V e r l a u f D ü n n e b i e r / P a c z e n s k y eilig v e r s i c h e r n ,
»die R o l l e n r e p o r t e r i n « sei » n i c h t p f l i c h t b e w u ß t g e n u g «
g e w e s e n , »die R o l l e b i s z u E n d e z u s p i e l e n « .
1 9 9 8 , d e r S T E R N b e g i e ß t sein 5 0 . E r s c h e i n u n g s j a h r ,
treffen sich die a l t e n B e k a n n t e n wieder. V o r m E i n g a n g
z u m Festsaal erwischt die lokale Klatschpresse eine
fröhliche Schwarzer nebst einem lächelnden Jürgens,
u n d b e i d e v e r s t e h e n sich o f f e n b a r b l e n d e n d . U n d d a s
n a c h d r e i ß i g J a h r e n ! N u n s p r i c h t e s allenfalls g e g e n d e n
Geschmack, sicherlich nicht gegen den Charakter Alice
S c h w a r z e r s , a n d e r S e i t e e i n e s S c h l a g e r f u z z i s die J u b i -
l ä u m s p a r t y z u b e s u c h e n . M a n w u n d e r t sich j e d o c h , d a ß
die P u b l i z i s t i n h i e r a u f t a u c h t , bei e i n e r F e i e r z u E h r e n

80
des, den Leibbiographen zufolge, Zentralorgans der
Anti-Schwarzer-Konspiration. U n d m a n w u n d e r t sich
n o c h viel m e h r , d a ß e i n e V o l k s t r i b u n i n , die für P ä d e r a -
s t e n S o n d e r g e r i c h t e g e f o r d e r t h a t , die a u ß e r d e m k e i n e n
W o o d y - A l l e n - F i l m m e h r a n s e h e n m a g , seit M i a F a r r o w
im Zuge des Scheidungsverfahrens den Regisseur b e -
z i c h t i g t e , sich a n d e n e i g e n e n K i n d e r n v e r g a n g e n z u
h a b e n , u n d die in EMMA 1/98, a c h t M o n a t e v o r d e r
STERN-Cour, dem Lo/fta-Dichter Vladimir Nabokov
u n t e r s t e l l t e , die P ä d o p h i l i e s e i n e s s i n i s t r e n H e l d e n
H u m b e r t H u m b e r t zu teilen - m a n w u n d e r t sich wirk-
lich s e h r u n d s c h w e r , w a r u m d i e s e e r b i t t e r t e F e i n d i n
der Kinderschändung dermaßen vergnügt neben d e m
S ä n g e r v o n » S i e b z e h n J a h r ' , b l o n d e s H a a r « i n die L i n s e
grinst.
I h r e u n e r h ö r t e F r e c h h e i t g e g e n N a b o k o v h a t t e sie s o
begründet: [Er], Literaturprofessor wie sein Romanheld,
unterrichtete sechs Jahre lang - am Frauencollege Wel-
lesley. Da sind die Kleinsten zwar schon 16, aber immer
noch besser als erwachsene »Mütterkühe«. Das wissen die
Nabokovs und die Nabokovianer dieser Welt selbst nur
zu gut: Kunst hat eben immer auch etwas mit Leben zu
tun - und genauso ist es ja auch gemeint. Rufmord hat
e b e n i m m e r a u c h e t w a s mit D r e c k s g e s i n n u n g z u t u n -
u n d g e n a u s o d u m m g e d a c h t ist e s j a a u c h w i e g e m e i n t .
Unter den vielen Versuchen Schwarzers, einen Skandal
z u e r z e u g e n , d e r n i e m a n d e m d i e n t a u ß e r ihr, g e h ö r t
diese p o s t u m e V e r u n g l i m p f u n g , a c h w a s : B e k o t u n g d e s
Jahrhundertgenies Nabokov zu den primitivsten, den
blockwärterinnenhaftesten.
D o c h g e w i ß l i c h h ä t t e die M i s t s c h l e u d e r i n i h r h e i t e r -
stes G e s i c h t a u f g e s e t z t , w ä r e e s i h r e i n m a l v e r g ö n n t
gewesen, neben Nabokov zu posieren. Unversieglich
s c h e i n t i h r e F r e u d e darüber, bei d e r P r o m i n e n z n i c h t
a m Z a u n s t e h e n z u m ü s s e n , s o n d e r n diese L e u t e k e n n e n
u n d a n k u m p e l n z u d ü r f e n . W i e s o viele N a t u r g e s e t z e
i h r e s M e t i e r s b e g r e i f t sie a u c h d i e s e s n i c h t : D a ß die

81
A u f m e r k s a m k e i t b z w . G e d u l d , die S t a r s u n d a n d e r e
S o c i e t y - P l a g e n S c h w a r z e r e n t g e g e n b r i n g e n seit d e n
PARDON-Tagen, n i c h t s m i t i h r e r u m w e r f e n d e n P e r s ö n -
lichkeit zu schaffen h a b e n , sondern allein mit d e m G e -
w e r b e , d a s sie b e t r e i b t .
W e i l sie als J o u r n a l i s t i n e i n e N u l l ist, g i b t S c h w a r z e r
i h r e n T a n t e n k l a t s c h als l i t e r a r i s c h e G r o ß t a t a u s : Ich
ließ die Leser/innen durchgängig meine Präsenz und
meine Haltung spüren, schreibt sie in Mit Leidenschaft
ü b e r Der »kleine Unterschied«. Und in Warum gerade
sie? ( 1 9 8 9 ) , e i n e r S a m m l u n g v o n H o m e - s t o r i e s ü b e r
p r o m i n e n t e » F r e u n d i n n e n « , p l a u d e r t sie d a s M o t i v i h r e r
A r t v o n K l a t s c h j o u r n a l i s m u s u n b e d a c h t a u s : Sie will s o
sein wie die. Befragung ist immer auch Selbstbefragung.
In so manchen dieser Porträts steckt unübersehbar auch
ein Stück von mir. So teile ich mit Dönhoff und Rossan-
da den Beruf und mit Jelinek das zentrale Thema, ist
Trotta meine Generation und Bausch aus meiner Hei-
matstadt. (Und, nun m u ß es heraus, auch der Autor
dieses Pamphlets hat ganz intime, introspektive Motive,
d a s P h ä n o m e n S c h w a r z e r z u e r f o r s c h e n , »teilt« e r d o c h
m i t i h r d e n Beruf, ü b e r d i e s d e n Z w a n g , e i n e Brille z u
t r a g e n , u n d s o g a r d i e s e l b e S t a a t s a n g e h ö r i g k e i t . ) Diese
Porträts wollen und können kein umfassendes, kein
»objektives« Bild der Geschilderten liefern, sondern nur
meinen Blick auf sie zeigen. D e n n d a s m a g sich die F r a u
mit d e m Monster-Ego nicht mal von den angehimmelten
S t a r s a u s t r e i b e n l a s s e n : sich selbst w i c h t i g e r z u n e h m e n
als d a s S u j e t .
D i e I n t e r v i e w s u n d S t a r s c h n i t t e in Warum gerade sie?
h a b e n d a h e r a u ß e r G r o ß f r a u e n g e h a b e , T r a t s c h u n d ei-
n i g e n p o l i t i s c h e n S t a t e m e n t s , die S c h w a r z e r s e l b s t als
erste vergaß, nur verquaste Psychologie und vermuste
S ä t z e z u b i e t e n . ( E i n p a a r K o t z p r o b e n gefällig? Bravo
hat recht. [Gianna Nannini] rockt wie ein Kerl. Und sie
schreit sich die Seele aus dem Hals wie ein Weib. Über
I r m g a r d K e u n : Nein, Frausein ist nicht alles, auch nicht

82
in der Literatur. Es braucht auch die Kraft, es auch noch
zu bleiben [...]. Ü b e r d i e E M M A - A n g e s t e l l t e F r a n z i s k a
Becker: [Die] Schärfe [wird] zweifellos erträglicher [...]
durch die Zärtlichkeit, die sie, trotzalledem, immer auch
für Menschen hat. Ü b e r die M a c h t d e s S c h i c k s a l s : Diese
Stadt [Wuppertal] ist wohl nicht zufällig der Geburtsort
von Pina Bausch — S c h w a r z e r m e r k t w a s , f a s t -, Ge-
burtsort im direkten wie im künstlerischen Sinne. Ge-
b r a u c h s a n w e i s u n g f ü r I n g e M e y s e l : Zum Umgang mit
ihrer Seele gehört ein Samthandschuh, zu dem mit ihrem
Dickkopf eine eiserne Faust. Synästhetische Kalamität
in d e r G a r d e r o b e v o n N i n a H a g e n : [...] die darf man
eigentlich gar nicht lesen, die muß man hören und se-
hen.)
Z w e i d e r f ü n f z e h n F r a u e n , die S c h w a r z e r s I d o l a t r i e
anheimfielen, s i n d s p ä t e r O b j e k t e e i g e n e r B ü c h e r g e w o r -
d e n . D i e e i n e h e i ß t M a r i o n Dönhoff. D i e a n d e r e , R o m y
S c h n e i d e r , d ü r f t e die l e i d e r n i c h t v e r h i n d e r t e B i o g r a -
phin wohl nur interessiert haben, um postum aus einem
Statement, das j e n e vor ewigen Zeiten so k ü h n wie
selbstmitleidig hingefaselt hatte, Kapital schlagen zu
k ö n n e n . » W i r s i n d die b e i d e n m e i s t b e s c h i m p f t e n F r a u e n
Deutschlands«, freute sich Romy Schneider, laut
S c h w a r z e r s A u s k u n f t , 1976 w ä h r e n d e i n e r N a c h t s i t z u n g
mit sehr viel S c h a m p u s , und die Meistbeschimpfte fühl-
te sich 22 J a h r e d a n a c h verpflichtet, d e m t r u n k e n e n
Gerede ein D e n k m a l zu setzen. Es w u r d e daraus ihr
lausigstes, unleserlichstes u n d am liederlichsten ver-
fertigtes B u c h , nicht mal wert, v e r h ö h n t zu werden.
A b e r A n l a ß für ein Gerichtsverfahren.
E n d e 1998 strengte die Filmautorin Claudia Holldack
eine Urheberschaftsklage gegen Schwarzers Hausverlag
K i e p e n h e u e r & W i t s c h an. D a s i m g l e i c h e n J a h r e r s c h i e -
nene B u c h Romy Schneider-Mythos und Leben enthält
etliche voluminöse Zitate aus d e m Skript des D o k u m e n -
tarfilms »Rosemarie M a g d a l e n a Albach«. Holldack u n d
ihre Co-Autorin Christiane Höllger reklamierten, die

83
von ihnen angeführten Tagebuchnotizen u n d Briefe
R o m y Schneiders seien nicht authentisch, sondern fin-
giert, geistiges E i g e n t u m , das ihnen, Holldack und Höll-
ger, u n g e f r a g t e n t w u n d e n w o r d e n sei. D e r V e r l a g solle
d a h e r die S c h w a r t e a u s d e m H a n d e l n e h m e n . D a s L a n d -
g e r i c h t H a m b u r g w i e s die K l a g e a b ; die K l ä g e r i n g i n g i n
Revision. A m 9.3.2000 entschied auch das O L G H a m -
burg gegen Holldack.
Die großzügige Ausschlachtung des Filmskripts durch
S c h w a r z e r sei, s o d e r Richter, k e i n P l a g i a t g e w e s e n ,
s o n d e r n statthaft, w e i l die K l ä g e r i n n e n i h r e B e h a u p -
tung »nicht konkret genug glaubhaft gemacht« hätten.
D a m i t w a r d i e , für s e i n e M a n d a n t i n e h e r b l a m a b l e ,
Strategie des Verteidigers J o a c h i m Kersten aufgegan-
g e n . E r h a t t e a r g u m e n t i e r t , die A u t h e n t i z i t ä t d e s u m -
s t r i t t e n e n M a t e r i a l s sei » n a c h d e m E m p f ä n g e r h o r i z o n t «
nicht anzuzweifeln. Kurz: Die Publizistin Schwarzer
k a m u n g e s c h o r e n d a v o n , w e i l sie m a l w i e d e r a u f e i n e
Grundregel ihres Berufs verzichtet hatte: I m m e r schön
die Q u e l l e n p r ü f e n ! ( U n d erst r e c h t , w e n n m a n g r o ß -
spurig verspricht, »Mythos und Leben« zu trennen.)
D i e i n H a m b u r g v e r h a n d e l t e n P a s s a g e n w a r e n für
A l i c e S c h w a r z e r s R o m y - T r a t s c h alles a n d e r e als n e b e n -
s ä c h l i c h . E s g i n g u m B r i e f e , die S c h n e i d e r a n l ä ß l i c h d e r
Verfilmung von »Gruppenbild mit Dame« an Heinrich
B o l l g e r i c h t e t h a b e n soll. B o l l b e k a m d i e P o s t n i e .
S c h w a r z e r b e h a u p t e t , R o m y h a b e sich n i c h t g e t r a u t , sie
a b z u s c h i c k e n . V i e l l e i c h t a b e r k o n n t e B o l l die Briefe n i e
e r h a l t e n , w e i l S c h n e i d e r sie g a r n i c h t g e s c h r i e b e n h a t ?
S o n d e r n H o l l d a c k u n d H ö l l w i g ? Diese Briefe, s c h a l m e i t
S c h w a r z e r i n i h r e m B u c h , d a s o h n e z a h l r e i c h e , oft m e h r -
seitige A b s c h r i f t e n a u s a n d e r e n S c h n e i d e r - E r i n n e r u n -
g e n n i e e i n e s g e w o r d e n w ä r e , sagen unendlich viel über
Romy Schneider selbst [...], über ihre Zweifel und Un-
wertgefühle - aber auch über ihre Sensibilität und Krea-
tivität. Die Filmemacherinnen wiesen hingegen nach-
d r ü c k l i c h d a r a u f h i n , d a ß die S c h a u s p i e l e r i n » i n t e l l e k -

84
tuell g a r n i c h t i n d e r L a g e « g e w e s e n sei, d e r g l e i c h e n z u
verfassen.
Vor Gericht stand Alice Schwarzers legerer U m g a n g
mit fremden Werken übrigens nicht z u m ersten Mal.
1994 h a t t e sie d e m F o t o g r a f e n H e l m u t N e w t o n 2 0 . 0 0 0
Mark wegen unerlaubten Nachdrucks seiner Bilder
z a h l e n m ü s s e n . U n d o b w o h l sie d i e s m a l f r e i g e s p r o c h e n
w o r d e n ist, b l e i b t e i n e F r a g e , die s i c h a l l e r d i n g s v o n
s e l b s t b e a n t w o r t e t : W a s t a u g t e i n e B i o g r a p h i n , die i h r e
Dokumente ungeprüft aus zweiter Hand bezieht?
S c h w a r z e r , bei d e r U r t e i l s v e r k ü n d u n g n i c h t a n w e s e n d ,
ließ h e r n a c h , bescheiden wie immer, verlauten, sie
»freue« sich »für R o m y S c h n e i d e r « .
P l a g i a t s p r o z e s s e m u ß sie i m F a l l i h r e s , n e b e n Der
»kleine Unterschied«, erfolgreichsten B u c h e s nicht f ü r c h -
ten. Marion Dönhoff- Ein widerständiges Leben (1996)
g e r i e t z u r v o l l s t e n Z u f r i e d e n h e i t d e r A b g e b i l d e t e n , frei
v o n i r g e n d w e l c h e n S t e l l e n , w e l c h e n i c h t die G r ä f i n
h ö c h s t e i g e n a b g e s e g n e t h ä t t e , frei a b e r a u c h v o n d e n
abenteuerlichen Psychologeleien, mit denen Schwarzer
i h r e n R o m y - M y t h o s a u f m o t z t . W a s s i n d diese a l l e r d i n g s
g e g e n die viel a b e n t e u e r l i c h e r e n n e u e n G l a u b e n s b e -
k e n n t n i s s e S c h w a r z e r s ! Sie j a m m e r t g e m e i n s a m m i t
Dönhoff über den Verrat der Alliierten an den tapferen
M ä n n e r n d e s 2 0 . J u l i , die n a t ü r l i c h d u r c h die B a n k
Superdemokraten und astreine Semitenfreunde waren.
S c h w a r z e r s c h w ä r m t w i e eine g a n z e d e u t s c h s c h l e s i s c h e
T r a c h t e n g r u p p e ü b e r die v e r l o r e n e n L ä n d e r e i e n i m
O s t e n , u n d i n i h r e r m i m e t i s c h e n D e m u t r u t s c h t sie a u c h
d a n n a u f d e n K n i e n , w e n n sie ihre u r a l t e H e l d i n bei d e r
Regression ertappt: Am Abend hocken wir im ersten
Stock [des Dönhoff-Hauses] auf dem Gastbett [...]. Hier
wird, gezielt und wenig, ferngesehen, »eigentlich nur die
Nachrichtensendungen«. Wir wollen die Sieben-Uhr-
Nachrichten sehen, doch mich beschleicht der Verdacht,
daß sie die nicht zufällig zu früh angeschaltet hat. Denn
meine Gastgeberin guckt mit runden Augen die Mainzel-

85
männchen und kommentiert selbstvergessen: »Wirklich
erstaunlich. Die lassen sich jeden Tag was Neues einfal-
len...« Später erfahre ich, daß sie sich »über Pumuckl
halbtot lachen kann«. D a s h a b e n F r a u Gräfin n u n d a -
von, einer Bürgerlichen zu trauen.

Man lebt nur zweimal

Die devote Haltung Schwarzers gegenüber Dönhoff war


bereits in den 80ern gut entwickelt. Einer Autorin der
f e m i n i s t i s c h e n W i n k e l z e i t u n g LILA LOTTA, die v o n e i n e r
selbsterbrüllten »Radikalfeministin« mehr erwartet
hatte als G a r t e n l a u b e n g e s c h i c h t e n ü b e r weibliche Re-
bellen ( s o l c h e i n U n t e r t i t e l m u ß e i n e m bei e i n e m B u c h
ü b e r , u . a., I n g e M e y s e l e r s t m a l e i n f a l l e n ) , p l a t z t e d e r
K r a g e n , als EMMA im N o v e m b e r 1987 S c h w a r z e r s e r s t e s
H u l d i g u n g s s c h r e i b e n a n die ZEIT-Generalin M a r i o n G .
D ö n h o f f v e r ö f f e n t l i c h t e . In Warum gerade sie? setzt sich
die A u t o r i n a u f i h r e ü b l i c h e W e i s e m i t d i e s e r K r i t i k
auseinander. [Der] Schwarzer-Text über Dönhoff sei eine
einzige »peinliche, unterwürfige Lobhudelei«; mehr noch:
eine Perversion, denn aus den Sätzen spräche »die Sehn-
sucht nach einer Domina«. Sie hat schon eminente
Schwierigkeiten mit den Metaphern. U n d tischt d e m
P u b l i k u m e i n e n d i c k e n H u n d auf, d e m n o c h u n t e r s Fell
geguckt werden soll: In dem Dönhoff-Porträt stehen
Geschlechts- und Klassenidentität im Mittelpunkt. Die
zentrale Frage bei diesem ungewöhnlichen Weg [?] ist die
nach den Gründen der Abweichung von der »typischen«
Frauenrolle, also die nach den »männlichen« Seiten
dieser sich so unweiblich in die Weltgeschäfte einmi-
schenden Frau. Deshalb beginnt das Interview, das
Schwarzer der weltgeschäftigen Frau aufdrängte, mit
diesen aufmüpfigen Worten: Ob es Ihnen paßt oder
nicht, Gräfin. Z u m i n d e s t die Klassenidentität d e r B e f r a -
gerin wäre damit geklärt.

86
Sie ist n i c h t p e r v e r s , sie s e h n t sich n i c h t n a c h e i n e r
D o m i n a , sie will n u r a n m e r k e n : Ich hätte lieber Sie als
Bundespräsidentin. U n d d e r K r i t i k e r i n , die s i c h e r d r e i -
stet h a t , d e n v e r b a l e n K n i e f a l l S c h w a r z e r s v o r d e r O b e r -
stiefelin d e s d e u t s c h e n J o u r n a l i s m u s als d a s z u b e n e n -
n e n , w a s e r w a r : d e v o t , reibt's die F r a u , die w e i ß , w a s
s i c h bei H o f g e h ö r t , j e t z t r i c h t i g ein: Hier haben wir es
also wieder: Das sogenannte — so n u r v o n d e r w e l t b e -
r ü h m t e n S o z i o l o g i n S c h w a r z e r g e n a n n t e - »Angst-vorm-
Erfolg-Syndrom«, die unreflektierte Übernahme linker
Kriterien als »feministisch« und die Begrenzung von
Frauen aufs Sexuelle. E i n e K l a t s c h - u n d K l i m b i m k o l u m -
n i s t i n , die n i e e i n e G e l e g e n h e i t a u s l i e ß , p o l i t i s c h e F r a -
gen auf den Bezirk zwischen Scham und Dreieck zu
reduzieren, beschwert sich, daß andere es ihr n a c h m a -
c h e n . H a t w a s S ü ß e s . Ist z u m D i a b e t i s c h w e r d e n .
Einmal in Fahrt, geht die »kleine Schwester« aus Bonn
noch weiter. Sie wirft mir gar eine »Identifikation mit
den Machtstrukturen selbst« vor, ja setzt darum EMMA
gleich mit den Anhängerinnen des »Nationalsozialismus
und der chilenischen Junta«. Was, wie S c h w a r z e r bei
anderen Gelegenheiten »analysiert« hat, schon d a r u m
e i n U n s i n n sei, w e i l N a t i o n a l s o z i a l i s m u s u . ä . e h r e i n e
Männerkisten seien. Am Geschütz, das aufgefahren
wird, erkennen wir: Hier geht es nicht um sachliche
Auseinandersetzung, sondern um persönliche Diffamie-
rung. D i e S c h w a r z e r - M a s c h e : e i n e P o l e m i k als p e r s ö n l i -
c h e B e l e i d i g u n g , e i n e n p o l i t i s c h e n A n g r i f f als e i n e n
u n t e r die G ü r t e l l i n i e z u i n t e r p r e t i e r e n (sie g e h ö r t z u
d e n e n , die i h r e H o s e n u n t e r d e n A c h s e l n t r a g e n ) u n d
d e r a r t j e d e K r i t i k als a b g e f e i m t u n d p a t h o l o g i s c h a b -
zuwerten - diese in einem Vierteljahrhundert der Laut-
sprecherei automatisierte Routine des Abtuns und Psy-
c h o l o g i s i e r e n s w e i s t einerseits d a r a u f h i n , d a ß e s v ö l l i g
u n m ö g l i c h ist, A l i c e S c h w a r z e r s S e l b s t b e s o f f e n h e i t u n d
-besessenheit argumentativ zu durchbrechen. Anderer-
seits s c h e i n t sie a n die g e b e n e d e i t e K o r r e k t h e i t u n d

87
U n z e r s t ö r b a r k e i t i h r e r Texte t a t s ä c h l i c h z u g l a u b e n .
U n d d a r u m i n s z e n i e r t sie s i c h als H e i l i g e M u t t e r , w e l -
c h e n i e fehlt, als L a m m G o t t e s , w e l c h e s u n a b l ä s s i g die
Wahrheit verkündet u n d dafür von allen gehetzt und
v e r l e u m d e t w i r d . E i n S c h a f ist S c h w a r z e r zweifellos u n d
» v i e l l e i c h t g a r ein O c h s ' « ( J o e K r o t h ) .
A b e r sie ist nie h a r m l o s . N a n n t e B r o d e r sie e i n e A n t i -
s e m i t i n , s c h i m p f t e sie i h n e i n e n F a s c h i s t e n . U n d e b e n s o
k e h r t sie LILA LOTTAs A n w u r f , e i n e v e r k a p p t e B r a u n e
z u s e i n , s c h l i c h t u m . Ü b e r die S t r e i t k u l t u r d e s K i n d e r -
g a r t e n s - »selber, ä t s c h ! « - ist »eine d e r f a s z i n i e r e n d s t e n
F r a u e n d e r G e g e n w a r t « ( K i e p e n h e u e r & W i t s c h ) nie
hinausgewachsen: Eine solche Vorgehensweise scheint
mir typisch deutsch. Hier spricht, ein halbes Jahrhun-
dert nach Nazi-Deutschland, das tief gestörte Verhältnis
der Deutschen im Umgang mit Autoritäten, Widersprü-
chen und Nuancen: Undenkbar, daß man ein und diesel-
be Person schätzen und kritisieren kann, daß sie unange-
paßt und angepaßt ist, daß sie weit geht und zu kurz
greift. Noch die Töchter und Söhne, die Enkelinnen und
Enkel ( s o w i e die N i c h t e n u n d N e f f e n , C o u s i n s u n d C o u -
s i n e n , die S c h w a g e r , S c h w ä h e r u n d S c h w i e g e r m ü t t e r )
sind geprägt vom strammdeutschen Schwarz-Weiß-1
Freund-Feind-Denken. Da beherrschen strahlend Ge-
rechte und dunkel Rechtlose das Weltbild; da kann es
nur Verherrlichung oder Vernichtung geben; da fällt
Toleranz, (Selbst-)Kritik und Veränderung schwer.
D e r S c h w a c h s i n n , d e r D ü n k e l , h i e r w e r d e n sie W o r t .
S c h w a r z e r m u ß s i c h als A u t o r i t ä t s f i x i e r t e a t t a c k i e r e n
l a s s e n . U n d s c h l ä g t z u r ü c k , i n d e m sie, e r s t e n s , d a s
d u r c h H i t l e r »gestörte V e r h ä l t n i s i m U m g a n g mit« A u t o -
rität und, überraschenderweise, auch den N u a n c e n
b e k l a g t ( w a r u m n i c h t g l e i c h die U m g e h u n g d e s V e r h a l -
tens mit nuanciert Gestörten?), und, zweitens, die, wie-
d e r u m q u a Hitler, u n t e r die D e u t s c h e n g e f a l l e n e O b s e s -
s i o n fürs P o l a r i s i e r e n - h i e » G e r e c h t e « , da » R e c h t l o s e « -
v e r a n t w o r t l i c h m a c h t für die Diffamation g e g e n sie, die

88
F r a u m i t d e n a l l e r d i n g s e r h e b l i c h e n u n d z i e m l i c h seriel-
l e n W i d e r s p r ü c h e n . E s g e h t i m zitierten A b s a t z v i e l e s
durcheinander. Diesen Wust zu entwirren, strengt zwar
an, lehrt jedoch einiges über Schwarzers Denkmuster
u n d m e h r n o c h ü b e r i h r ä u ß e r s t freies » V e r h ä l t n i s i m
U m g a n g mit« d e m Nationalsozialismus.
E i n s : » T y p i s c h d e u t s c h « soll e s sein, A u t o r i t ä t e n n i c h t
über den W e g zu trauen, j a , die Autorität an sich unter
V e r d a c h t z u s t e l l e n ? G l a u b t sie d a s i m E r n s t ? S e l b s t v e r -
s t ä n d l i c h n i c h t . Sie w o l l t e s a g e n : D e r M i ß b r a u c h v o n
A u t o r i t ä t d u r c h die N S - D i k t a t u r h a t d e n N a c h g e b o r e -
nen einen generellen Verdacht gegen jederlei Stärke und
D o m i n a n z injiziert. Sie w o l l t e d a s j e d o c h n i c h t s a g e n ,
w e i l sie, bei aller B o r n i e r t h e i t u n d P a r t i a l k o g n i t i o n ,
i m m e r h i n a h n t , d a ß die D e u t s c h e n s e h r w o h l a u c h h e u t e
s e h r geil s i n d a u f F ü h r e r f i g u r e n u n d s c h a m l o s s i c h
spreizende Kraftmeierinnen. Das »gestörte Verhältnis
der Deutschen«, von d e m Schwarzer schwafelt, meint
allein die b l a s s e E r k e n n t n i s d e r 68er, e s s e i e n P r o m i -
n e n z u n d D o m i n a n z k e i n e W e r t e p e r se. T r ü b m i s c h e n
sich h i e r e i n A l i c e s E r i n n e r u n g e n a n j e n e T a g e , d a sie
v o n » M i t s t r e i t e r i n n e n « a n g e f e i n d e t w o r d e n w a r , w e i l sie
sich a u f j e d e r B ü h n e , die a n d e r e g e b a u t , s o g l e i c h b r e i t -
gemacht hatte.
Z w e i : S c h w a r z e r b e g e g n e t D ö n h o f f u n d erfindet h e r -
n a c h die a l l e r l i e b l i c h s t e n N a m e n für die F r a u , die unwi-
derruflich e i n e n Platz in unserer Geschichte hat: Unsere
Vorreiterin ... Das lebende Denkmal des seriösen Journa-
lismus ... Vorbild mehrerer Journalisten-Generationen.
Diese Schwärmereien stoßen einer »kleinen Schwester«
aus Bonn s a u e r auf. Es g e h t s c h l i e ß l i c h um die C h e f i n
e i n e r Z e i t u n g , a u f die b i s l a n g n o c h j e d e B u n d e s r e g i e -
r u n g z ä h l e n k o n n t e , u m eine J o u r n a l i s t i n , d e r e n Klas-
senidentität s i c h in all i h r e n s t i l d ü r r e n , gedankenfla-
chen und garantiert staatstragenden Leitartikeln mani-
festiert h a t . L I L A L O T T A unterstellt A l i c e S c h w a r z e r
d a h e r A u t o r i t ä t s f i x i e r t h e i t u n d D e v o t i o n . E s fällt n i c h t

89
l e i c h t , die I r o n i e i n S ä t z e n w i e d e n f o l g e n d e n für m e h r
d e n n e i n e r h e t o r i s c h e P o s e zu h a l t e n : Mit einer Mi-
schung von Strenge und Neugierde richtet [Dönhoff]
diesen für alle guten Journalisten so charakteristischen,
genauen Blick auf mich und die EMMA-Räume. Innerlich
schlage ich die Hacken zusammen. »Nett haben Sie es
hier.« - »Danke, Gräfin. Wir haben auch extra für sie
geputzt.« S c h w a r z e r , die i n i h r e m A u f s a t z n o c h m e h r -
mals H a l t u n g a n n i m m t resp. schmierseift, leidet es nit,
von irgendeiner Provinzhenne angegackert zu werden,
u n d erklärt jetzt, wie zu verstehen sei, w a s sich durch-
w e g w i e e i n e H e l d i n n e n h y m n e liest. N u a n c e n h a b e e s
d a r i n , K r i t i k s o w i e s o , u n d n a t ü r l i c h w i s s e a u c h sie, d a ß
D ö n h o f f unangepaßt und angepaßt sei. W e r ihr »Verhält-
nis i m U m g a n g m i t « d e r G r ä f i n für e i n e R u t s c h p a r t i e
a u f d e r S c h l e i m s p u r u n d p o t e n t i e l l f a s c h i s t o i d h a l t e , sei
s c h l i c h t Unwillens, a u c h a m p o l i t i s c h e n G e g n e r e i n g u -
tes Haar zu finden. Und dies Schwarz-Weiß-1Freund-
Feind-Denken i m K e r n d e r b l a n k e F a s c h i s m u s . S u m m a :
S c h w a r z e r k n ü p p e l t die F e i n d i n i n B o n n als S A - E r b i n
n i e d e r , w e i l LILA LOTTA d e r g r ä f l i c h e n F r e u n d i n n i c h t s
Nuanciertes abgewinnen kann, und jammert simultan,
e s g ä b e bei d e n » s t r a m m d e u t s c h e n « A u t o r i t ä t s h a s s e r n
nur Verherrlichung oder Vernichtung. Sie schreibt tat-
s ä c h l i c h i m m e r z u ü b e r sich s e l b s t .
D r e i : S c h w a r z e r will w e g v o m I m a g e d e r » R a d i k a l e n « ,
w e i l e s sich 1987 n i c h t m e h r r e c h n e t . Sie v e r k ü n d e t d e m
P u b l i k u m i h r e H e i m k e h r i n s b ü r g e r l i c h e L a g e r ( d a s sie
freilich nie v e r l a s s e n h a t t e ) , i n d e m sie D ö n h o f f z u m
I n t e r v i e w e i n l ä d t u n d als ihr Idol seit J a h r z e h n t e n a n -
h i m m e l t . D a s b i r g t G e f a h r e n . I r g e n d w e r k ö n n t e sich
e r i n n e r n , w a s sie n u r s e c h s J a h r e f r ü h e r v o n d e r ZEIT
hielt: [Ein] Blatt, das auf Seite 1 die Reagan-Regierung
bejubelt und dessen Verleger stolzes Präsidiumsmitglied
einer neuen internationalen Vereinigung von 400 kon-
servativen bis rechten Intellektuellen ist, die im Februar
'81 ein Manifest zur >Rettung der freien Welt< lancierten

90
[...]. ZEIT-Geist. A b e r da g a l t es j a , d e n ZEIT-Schreiber
Henryk M. Broder zu diskreditieren. U n d der Karriere
wäre strammdeutsches Strammstehen vor d e m autoritä-
r e n F e u d a l f o s s i l a b t r ä g l i c h g e w e s e n . J e t z t a b e r gilt e s ,
d e n p a a r L e s e r n , die e i n G e d ä c h t n i s h a b e n , d e n aller-
n e u e s t e n O p p o r t u n i s m u s als r u n d u m p r o g r e s s i v e , t o p -
aufgeklärte Haltung zu verkaufen. U n d nebenbei eine
K u n d s c h a f t a n z u p e i l e n , die e s g a r n i c h t oft g e n u g h ö r e n
k a n n , w i e sie D e u t s c h l a n d zivilisiert u n d b a s i s d e m o k r a -
tisiert, i n d e s sie d o c h b l o ß m i t ein p a a r J a h r e n V e r s p ä -
t u n g die P l ä t z e e i n n i m m t , die d e r G r o ß e P l a n für sie
reserviert hat. Wer es nicht packt, so wendig wie
S c h w a r z e r d a s L a g e r u n d die M e i n u n g z u w e c h s e l n , d e m
u n d d e r fehlt es l e i d e r an d e r Toleranz, (Selbst-)Kritik
und Veränderung, o h n e die es n o c h k e i n e E x - M a o i s t i n
zur Bundestags-Vizepräsidentin gebracht hat. Reaktio-
när, e i n h a l b e r N a z i n a c h g e r a d e ist, w e r w e i t e r h i n l i n k s
steht u n d nicht begreift, daß auf dieser Spur nur über-
holt w e r d e n darf. U m d a n a c h r e c h t s e i n z u f ä d e l n . Auf
der Treppe fällt mir ein, daß ich [Dönhoff] ja noch gar
nicht nach ihrem Porsche befragt habe, in dem sie immer
mit 90 Sachen über die Elbchaussee brettern soll. Der
N u a n c e eine Chance!
A l i c e S c h w a r z e r setzt sich v o n i h r e r » r a d i k a l e n « Ver-
g a n g e n h e i t a b , w i l l d e r W e l t b e w e i s e n , d a ß sie viel u m -
g ä n g l i c h e r g e w o r d e n ist bzw. e i n u n g e s t ö r t e s » V e r h ä l t -
nis i m U m g a n g m i t « K n a l l c h a r g e n e n t w i c k e l t h a t , u n d
sie v e r s p ü r t definitiv k e i n e L u s t m e h r , sich für D i n g e
v e r a n t w o r t e n zu m ü s s e n , die i h r m a l d e n (blonden) Kopf
niederdrückten. Tempi sowas von passati! U n d über-
h a u p t : W a s b r a u c h t die d e u t s c h e F r a u d e r 8 0 e r J a h r e ?
Die unreflektierte Übernahme linker Kriterien als »femi-
nistisch« e t w a ? I wo — L e i t s t e r n e b r a u c h t sie! U n d w e n
h a t die d e u t s c h e F r a u ? A l i c e S c h w a r z e r ! U n d w a r u m t u t
die d e u t s c h e F r a u s i c h s o s c h w e r , S c h w a r z e r z u f o l g e n ?
Weil noch etwas typisch Deutsches [...] für uns Frauen
verschärfend [hinzukommt]: die gänzliche Abwesenheit

91
von Vorbildern. So gründlich wie in Hitlerdeutschland
wurde die individuelle und kollektive Existenz von Frau-
en in keinem Land ausradiert. Sie h a t w i r k l i c h k e i n e
Ahnung. Sie s p i n n t : Dabei blieben nicht nur Feministin-
nen auf der Strecke, sondern alle Frauen, die etwas Her-
vorragendes geleistet hatten. Der reine Nonsens, geboren
aus Ignoranz, Viertelbildung u n d d e m Willen zur Ge-
schichtsfälschung. »Hitlerdeutschland« »radierte« F r a u -
en nur »aus« (den Jargon hat Schwarzer wahrlich
d r a u f ) , w e n n sie J ü d i n n e n w a r e n . F r a u e n w ä h l t e n , u n -
t e r s t ü t z t e n u n d b e j u b e l t e n die N S D A P , u n d w ä r e die
U n i v e r s a l h y s t e r i k e r i n n i c h t f o r t w ä h r e n d d a m i t beschäf-
tigt, die G e s c h i c h t e d e r » R a s s e « F r a u als die v o n O p f e r n
h e r z u r i c h t e n , sie h ä t t e v i e l l e i c h t w a h r g e n o m m e n , w a s
ernsthaftere Feministinnen in den Jahren zuvor er-
forscht hatten.
Für den präfeministischen Bund Deutscher Frauen-
v e r e i n e ( B D F ) z . B., d e r i m M a i 1933 d u r c h S e l b s t a u f l ö -
s u n g e n t w e d e r - je n a c h L e s a r t - d e r G l e i c h s c h a l t u n g
eilfertig z u v o r k a m o d e r s e i n e V e r a c h t u n g für die n e u e n
H e r r s c h e r b e k u n d e t e , für d e n B D F u n d seine G l i e d e r u n -
g e n a l s o b e l e g t e M a r i o n K a p l a n 1 9 8 4 e i n e seit A n f a n g
der 30er Jahre zunehmende Assimilation nationalsozia-
listischer Ideologie mit i m m e r offenerem Antisemitis-
m u s . Ebenfalls 1984 wies Marlies D ü r k o p nach, daß der
Austritt des Jüdischen Frauenbundes aus dem B D F
k u r z v o r d e s s e n A u f l ö s u n g die k o n s e q u e n t e R e a k t i o n a u f
ein Schreiben des BDF-Vorstandes ans Innenministeri-
u m w a r , i n d e m die E n t f e r n u n g aller j ü d i s c h e n M i t g l i e -
der aus d e m Bund versprochen wurde, der Ȇberzeu-
g u n g « f o l g e n d , » d a ß die n e u e Z e i t a n v i e l e n S t e l l e n n e u e
M e n s c h e n und neue Zielsetzungen erfordert«. Es wäre
kein allzu großes Übel gewesen, hätten diese Kollabora-
t e u r i n n e n t a t s ä c h l i c h auf der Strecke bleiben müssen.
Aber NS-Frauenschaft und Bund deutscher Mädel konn-
ten erfahrene Vereinsmeierinnen bestens gebrauchen.
Die beträchtliche Forschungsliteratur z u m Antisemi-

92
I.ismus u n d P r o t o f a s c h i s m u s i n d e r F r a u e n b e w e g u n g d e r
2 0 e r J a h r e , d i e b e r e i t s 1 9 8 9 v o r l a g , als S c h w a r z e r d i e
N a z i - F r a u e n n o c h » a u s r a d i e r t e « , i g n o r i e r t sie k u r z e r -
h a n d . A l l e r d i n g s i s t i h r die B e h a u p t u n g , i m D r i t t e n
R e i c h sei d i e kollektive Existenz von Frauen ausgelöscht
w o r d e n , selbst n i c h t g e h e u e r . S o k o l l e k t i v k o r p o r i e r t w i e
u n t e r d e n N a z i s w a r e n F r a u e n n i e z u v o r u n d nie w i e d e r ,
und v o m B d M hat auch Schwarzer mal läuten hören.
D e s h a l b n i m m t sie z w a r n i c h t d i e o b s z ö n e H a l l u z i n a t i o n
zurück, in »Hitlerdeutschland« h a b e ein Genozid an den
Frauen stattgefunden, r ä u m t aber ein, daß auch die
N a z i s n i c h t s o l e i c h t a u f alle W e i b e r v e r z i c h t e n k o n n t e n :
Nur die tröstenden Mütter und rettenden Engel, die
»wahren Frauen« durften überleben - allerdings auch sie
nur verstümmelt. Daher der N a m e »Trümmerfrauen«.
M a n verliert allmählich die Lust, dieser Ballung von
Kitsch und Quatsch, Blödsinn und Mythologiemüll ana-
lytisch b e i z u k o m m e n . Die berühmteste »Schwester« von
a l l e n , sie ist z u g l e i c h d i e g e i s t i g a r m s e l i g s t e , i m G r u n d e
unwert j e d e r seriösen Diskussion, ihr »Werk« ein ein-
ziges aufgeregtes, narzißtisches, inkontinentes G e p l a p -
per; und wäre dieses Buch nicht ausdrücklich auch der
B a g a g e g e w i d m e t , als d e r e n H e l d i n u n d w ü r d i g e R e -
p r ä s e n t a n t i n S c h w a r z e r füglich b e n a n n t w e r d e n darf,
b ö t e die B e s c h ä f t i g u n g m i t e i n e r d e r e n e r v i e r e n d s t e n
F r a u e n der G e g e n w a r t nicht gleichzeitig die C h a n c e ,
ihren A n h a n g bloßzustellen und es künftig unmöglich zu
m a c h e n , sie b e i f ä l l i g z u zitieren, o h n e z u m G e s p ö t t z u
w e r d e n - ich hätte spätestens jetzt A n l a ß , abzubrechen
u n d e i n z u r ä u m e n : I m o a g n i m m e r . E i n e A u t o r i n , die
v o m V ö l k e r m o r d a n d e r d e u t s c h e n F r a u p h a n t a s i e r t , ist
k e i n Fall für d e n P o l e m i k e r , s o n d e r n f ü r d e n N e r v e n -
arzt. D o c h v o n d e m , r i c h t i g e r : der N e r v e n ä r z t i n h a t sie's
j a . Die »wissenschaftliche« Gewährsfrau der Schwarzer-
schen Faschismustheorie heißt Margarete Mitscherlich.
D e r E m p i r i e u n d Q u e l l e n s k e p s i s f e i n d w i e alle P s y c h o -
analytiker, brachte Frau Mitscherlich, g e m e i n s a m mit

QQ
i h r e m gleichfalls r a s e n d ü b e r s c h ä t z t e n G a t t e n A l e x a n -
der, e i n s t die P h r a s e v o n d e r » U n f ä h i g k e i t zu t r a u e r n « -
um den versäumten Vatermord an Adolf Hitler nämlich
- in die a l l g e m e i n e S p r a c h j a u c h e e i n u n d s e t z t e solo
1983 mit einem Aufsatz nach, der den Antisemitismus
zu einer reinen und angeborenen »Männerkrankheit«
erklärte und eventuelle Fälle weiblicher Antisemiten
mit deren »Abhängigkeit von der A n e r k e n n u n g der U m -
welt« rechtfertigte. Kein Wunder, daß Schwarzer u n d
die S c h w ä t z e r i n b e f r e u n d e t sind. I n d e m E x k u r s g e g e n
L I L A L O T T A , d e r die W e i g e r u n g , a u t o r i t ä r e I k o n e n z u
b e w u n d e r n , z u n ä c h s t als Ü b e r r e a k t i o n a u f die N a z i -
Diktatur, d a n n als t r a n s f o r m i e r t e n N a t i o n a l s o z i a l i s m u s
entlarvte, darf zum Schluß auch spekulatives Psychola-
t e i n n i c h t f e h l e n , u n d d a s p a s s e n d e Z i t a t liefert ... e i n -
m a l d ü r f e n Sie r a t e n .
Deutsche Frauen haben also noch weniger Grund als
alle anderen Frauen auf der Welt, stolz zu sein auf sich
und ihre Geschichte. U n d z w a r n i c h t , w e i l sie m i t g e h o l -
fen h a b e n , die J u d e n E u r o p a s z u e r m o r d e n , s o n d e r n weil
sie z u t r ö s t e n d e n M ü t t e r n , r e t t e n d e n E n g e l n v e r s t ü m -
melt wurden. Menschen aber, männliche wie weibliche,
»brauchen Ideale, Vorbilder, Ziele, an denen wir uns
orientieren können«, schreibt die deutsch-dänische Psy-
choanalytikerin Margarete Mitscherlich-Nielsen und
stellt fest, daß der »Unfähigkeit zur Bewunderung« im-
mer auch »Gefühle des Neides und der Rivalität« zugrun-
de liegen. E r s t w a r die U n f ä h i g k e i t zu t r a u e r n , d a n n die
U n f ä h i g k e i t z u b e w u n d e r n . U n d A l i c e , die v o r e i n e r
G r ä f i n die H a c k e n z u s a m m e n s c h l ä g t , m u ß alles a u s -
b a d e n . D a b e i will sie d e n v e r i r r t e n S e e l e n , die e i n e n
Scheiß auf Vorbilder und Standartenführer geben, doch
n u r h e l f e n : [Ich] hoffe, daß diese Porträts auch anderen
Frauen Mut machen. D e n M u t n ä m l i c h , die W i d e r s p r ü -
c h e in d e r e i g e n e n B i o g r a p h i e - g e s t e r n » R a d i k a l f e m i n i -
stin«, h e u t e G a s t a u t o r i n d e r B U N T E N , g e s t e r n » S c h w e s -
t e r « , h e u t e F u n k e n m a r i e c h e n - als A k t d e r B e f r e i u n g z u

94
verkaufen. Frauen, die bisher nur Wir sagen konnten,
müssen lernen, endlich auch Ich zu sagen. Von Alice
Schwarzer lernen heißt »Ich«-Sagen lernen. U n d welche
E i g e n s c h a f t e n m u ß die m u t i g e F r a u v e r g e s s e n , u m z u
w e r d e n wie A l i c e ? [Den] aufmerksamen Blick, die soziale
Verantwortlichkeit, die »Nächstenliebe«. Die Karrieristin
mit den Ellbogen weiß allerdings: Es braucht schon
einiges, bis Frauen auch das ablegen. D a n n aber steht
i h n e n die W e l t offen, d a n n w e r d e n a u c h sie g e p r i e s e n
w e r d e n für Stolz, Stärke und Kampf u n d w a s es s o n s t
n o c h h a t a n S p o r t p a l a s t - V o k a b e l n , d a n n , e n d l i c h ! , ist
d e r STERN k e i n e B a s t i o n der F r a u e n v e r a c h t u n g m e h r ,
sondern ein guter K u m p e l , dessen Geburtstagsfeier mit
V e r g n ü g e n u n d stiller D a n k b a r k e i t für s o viele n e t t e
Gerichtsstunden besucht wird. U n d wer genau hinsieht,
d e r e r k e n n t i m K n o p f l o c h der Haifischin ein s c h w a r z r o t -
goldenes Schleifchen.

Sag niemals nie

Alice S c h w a r z e r h a t sich zweifellos v e r d i e n t g e m a c h t u m


die M a r g i n a l i s i e r u n g d e r L i n k e n , die L i q u i d a t i o n d e r
F r a u e n b e w e g u n g , die V e r w a n d l u n g v o n E n g a g e m e n t i n
M e d i e n s p e k t a k e l . A m 2 6 . J a n u a r 1 9 9 6 e r h i e l t sie die
Q u i t t u n g dafür: B u n d e s p r ä s i d e n t R o m a n H e r z o g ließ ihr
ein Bundesverdienstkreuz schicken und anstecken.
W a r u m sie d a s S t ü c k B l e c h a n n a h m u n d H e r z o g n i c h t
d e n V o g e l z e i g t e , m u ß t e sie s c h o n e r k l ä r e n : I m m e r h i n
g e h ö r t e sie j e t z t offiziell z u m E s t a b l i s h m e n t d e r R e p u -
b l i k u n d w a r u n w i d e r r u f l i c h aus » u n s e r e n « K r e i s e n i n
j e n e e i n g e t r e t e n , v o n d e n e n sie z w ö l f J a h r e f r ü h e r n o c h ,
als G r ü n d u n g s m i t g l i e d d e s R e e m t s m a - I n s t i t u t s f ü r
S o z i a l f o r s c h u n g , g e w u ß t h a t t e , E m a n z i p a t i o n sei n i c h t
m i t d e n e n , s o n d e r n n u r g e g e n sie zu h a b e n : Für uns
Feministinnen scheint mir gerade darum ein offensives,
gleichberechtigtes Engagement an der Seite anderer
gesellschaftskritischer Kräfte wieder verstärkt notwen-
dig. Ihre Ordens-Apologie Die Ehre der Geschlechter,
z u e r s t v e r ö f f e n t l i c h t i n E M M A 3/96, h i e r zitiert n a c h d e r
T e x t s a m m l u n g So sehe ich das! ( 1 9 9 7 ) , g i b t n u n a b e r
mit keinem Wort zu, was sogar d e m C D U - M a n n Herzog
aufgefallen war: D a ß Alice Schwarzers Gesellschafts-
k r i t i k s i c h m i t t l e r w e i l e d a r i n e r s c h ö p f t , die E i n k l e i d u n g
v o n F r a u e n i n N a t o - O l i v u n d d a s S t a n d r e c h t für P ä d e r a -
s t e n z u f o r d e r n . V i e l m e h r v e r k l ä r t sie i h r e n i n n e r e n
Frieden mit Deutschland zu einem A k t des angewand-
t e n F e m i n i s m u s . D i e s e r Text k r ö n t d a s G e b i r g s m a s s i v
a u s M u r k s u n d M o d d e r , w e l c h e s die S c h r e i b e r i n i n d r e i
Jahrzehnten aufgetürmt hat.
Als ich jung war, erhielt Jean-Paul Sartre den Nobel-
preis - und lehnte ihn ab. Ich weiß nicht mehr, warum er
das tat, aber es hat mir kolossal imponiert. So unabhän-
gig, so stolz, so lässig ... Schwarzers kolossale Vergeß-
lichkeit k o m m t nicht v o n ungefähr. Sartre hatte den
Preis 1964 mit diesen G r ü n d e n ausgeschlagen: »Der
Schriftsteller sollte sich [...] w e i g e r n , sich in e i n e I n s t i t u -
t i o n v e r w a n d e l n z u l a s s e n « . Er, S a r t r e , w i s s e » s e h r g u t ,
d a ß d e r N o b e l p r e i s als s o l c h e r k e i n l i t e r a r i s c h e r P r e i s
d e s W e s t b l o c k s ist«, d o c h d e r P r e i s sei d a s , » w a s m a n
aus ihm macht. Der einzige im kulturellen Bereich heu-
t e m ö g l i c h e K a m p f ist d e r für e i n e friedliche K o e x i s t e n z
der beiden Kulturen, der des Ostens und der des W e -
s t e n s . P e r s ö n l i c h e m p f i n d e ich d e n W i d e r s t r e i t z w i s c h e n
den beiden Kulturen sehr zwiespältig. Selbstverständ-
lich« a b e r hoffe er, » d a ß >der B e s s e r e siegt<. D a s h e i ß t
der S o z i a l i s m u s « (zit. n. A n n i e C o h e n - S o l a l : Sartre 1905-
1980, R e i n b e k 1 9 9 8 ) . D e r c o o l e D a n d y r e s p . S n o b , d e n
Schwarzer aus Sartre zu schnitzen versucht, hatte also
n u r e i n e » U n a b h ä n g i g k e i t « w a h r e n w o l l e n : die d e s S y -
s t e m f e i n d e s . Sie w e i ß n i c h t m e h r , w a s d e n M a n n einst
b e w o g , d o c h sie w e i ß , d a ß sie's a u f g a r k e i n e n Fall er-
z ä h l e n darf.
In denselben Jahren erhielt Simone de Beauvoir den

96
französischen Literaturpreis Prix de Concourt [!] - und
nahm ihn an. [...] War [sie] weniger unabhängig, weniger
stolz, weniger lässig...? Ich habe damals nicht darüber
nachgedacht. Als ich älter wurde, dachte ich zunehmend
nach. Und bekam »zunehmend« Lektoren, denen es
völlig w u r s c h t ist, w a s sie s c h r e i b t , die alles w e g d r u k -
k e n , n i c h t s ü b e r p r ü f e n , die d ü m m s t e n F e h l e r u n k o r -
r i g i e r t l a s s e n , w e i l sie g e n a u w i s s e n , v o n w e l c h e m H i r n -
s c h l a g die S t a m m l e s e r S c h w a r z e r s sind.
Das Problem jedoch, das Alice angeblich bewegte mit
z u n e h m e n d e r D e n k e , ist s o w e n i g e i n e s , w i e e s e i n e n
» C o n c o u r t « - P r e i s g i b t . Sie k o n s t r u i e r t e i n e A n a l o g i e , die
s c h o n d e r k u r z e B l i c k ins L e x i k o n z u n i c h t e m a c h t . D e n n
d e n P r i x d e G o n c o u r t erhielt B e a u v o i r k e i n e s w e g s i n
denselben Jahren wie Sartre das Nobelpreis-Angebot.
S o n d e r n g e n a u z e h n J a h r e früher, 1954. Sie w u r d e a u c h
nicht für ihr L e b e n s w e r k a u s g e z e i c h n e t , s o n d e r n für d e n
R o m a n » L e s m a n d a r i n s d e P a r i s « . » U n a b h ä n g i g « bei d e r
p f u s c h e r h a f t f i n g i e r t e n A n e k d o t e ist v o r a l l e m S c h w a r -
zer, u n d z w a r u n a b h ä n g i g v o n d e r Pflicht z u r R e c h e r c h e
s o w i e s a g e n h a f t »lässig« i m U m g a n g m i t F a k t e n u n d
D a t e n . D e r s c h l a m p i g e Stil w e i s t ü b e r d i e s d a r a u f h i n ,
daß Schwarzer vor dem Anruf aus dem Präsidialamt
garantiert keine Sekunde über den eventuell geringeren
Stolz der M a d a m e de Beauvoir nachgedacht hat, son-
d e r n e r s t ca. f ü n f S e k u n d e n v o r N i e d e r s c h r i f t d e r Ehre
der Geschlechter, zunehmend nervös nach e i n e m Auf-
hänger u n d N a m e - d r o p s suchend, d a r a u f k a m , sich mal
w i e d e r a n die F r a u a n z u w a n z e n , als d e r e n S t e l l v e r t r e t e -
r i n a u f d e u t s c h e m B o d e n sie sich s c h o n l a n g e a u f f ü h r t .
N u n a b e r lief die S u a d a w i e g e s c h m i e r t .
Da ist mir dann ziemlich rasch aufgefallen, daß es
einige Dinge gibt, die mann uns Frauen hartnäckig ver-
wehrt. Macht zum Beispiel, Geld, Kreativität, Lust - und
Ehre. Die Ehre, die Sartre einst so lässig in den Wind
geschlagen hatte. V o n d e m d i c k e n S c h e c k , m i t d e m d e r
N o b e l p r e i s v e r z u c k e r t w i r d , nicht z u r e d e n . B l o ß n i c h t

97
zu reden! D e n n Schwarzer müßte sonst erzählen, w a r u m
sie die L ä s s i g k e i t n i c h t a u f b r a c h t e , e i n S t ü c k B l e c h
a b z u l e h n e n , d a s — a n d e r s a u c h als d e r s e h r o r d e n t l i c h
d o t i e r t e G o n c o u r t - P r e i s - k e i n e z w e i M a r k w e r t ist. D a
s c h w a f e l t sie d o c h l i e b e r v o n d e r » E h r e « , für die sich
n o c h n i e m a n d i r g e n d w a s h a t k a u f e n k ö n n e n als e i n
H o l z b e i n u n d u m die e s b e i L i t e r a t u r p r e i s e n n i e m a l s
g e g a n g e n ist. Sie k ö n n t e d a s w i s s e n , w e n n sie n u r w o l l -
t e , a b e r l i e b e r h a t sie die S c h a m l o s i g k e i t , i h r e n v a t e r -
l ä n d i s c h e n Fall i n d e n W i n d s c h a t t e n z w e i e r M e n s c h e n
z u stellen, die d u r c h P a t r i o t i s m u s nicht a u f g e f a l l e n sind.
Denn das wäre unter deren Ehre gewesen.
Jüngst nun bekam ich eine - im Vergleich zum Nobel-
preis - sehr kleine Ehre angetragen: nämlich das Bun-
desverdienstkreuz, das alljährlich ein paar tausend Mal
an jene deutschen Bürger verliehen wird, die sich, wie
auch immer, um »Volk und Staat« verdient gemacht
haben. E i n N i c h t s , d e r O r d e n , soll d a s h e i ß e n , H i n z u n d
K u n z k r i e g e n d e n , e i g e n t l i c h e i n e B e l e i d i g u n g , ihr, A l i c e
S c h w a r z e r , a n g e s i c h t s i h r e r M e r i t e n u m die S e l b s t g e -
r e c h t i g k e i t d e s d e u t s c h e n V o l k e s u n d die m e d i a l e M o -
dernisierung des Staates so ein Allerweltsteil anzubie-
ten. Sie w ü r d e sich a c h s o g e r n »in e i n e I n s t i t u t i o n v e r -
w a n d e l n « l a s s e n , a b e r w i e soll d a s g e h e n m i t e i n e r A u s -
z e i c h n u n g , die u . a . o r d i n ä r e n F e u e r w e h r l e u t e n v e r l i e -
h e n w i r d ? D o c h h a l t , i h r fällt s c h o n w i e d e r w a s ein: Ja,
ja, ganz recht, an Bürger - die Zahl der geehrten Bürge-
rinnen ist verschwindend gering. Sie nennt keine Zah-
l e n , sie h a t sich a u c h g a r n i c h t d r u m g e k ü m m e r t , Z a h -
l e n n e n n e n z u k ö n n e n : v e r s t e h t s i c h d o c h e h v o n selbst.
Wird hoffentlich kein S c h w e i n gegenrechnen. A b e r ein
toftes W o r t s p i e l h a t sie p a r a t : Wir Frauen sind schließ-
lich das Geschlecht, das bisher bestenfalls seine Ehre zu
verlieren hatte - aber selten Ehre zu gewinnen. Und was
war mit dem Mutterschaftskreuz?
Ich erbat Bedenkzeit, denn Medaillen und Kreuze sind
mir fremd. Und hatten nicht gerade wir Feministinnen

98
immer Hohn und Spott über diese Art von Glitzerkram
gegossen? H a t t e n » w i r « , u n d v ö l l i g zu R e c h t . Also startete
ich eine kleine Umfrage: die höflich Kritischen zuerst,
sodann die hemmungslos Autoritären. Eine »Umfrage«
a l s o , die n i c h t s w e r t w a r , w e i l S c h w a r z e r s o w i e s o s c h o n
wußte, wer aus welchen Motiven was antworten würde,
e i n e U m f r a g e , die n e b e n b e i a u c h u n t e r s c h l u g , d a ß A l i c e
m i t F r a u e n , die d e n a u t o r i t ä r e n C h a r a k t e r nicht pflegen
m ö g e n , s c h o n 1989 offiziell-essayistisch g e b r o c h e n hatte.
Sie g i b t sich d e n n o c h ü b e r r a s c h t . Und siehe da: da war
nicht eine, die nicht spontan dafür war. Die Apostelin-
n e n w i s s e n , w a s sich g e h ö r t . » U n d s i e h e d a « , s p r i c h t d e r
T r u n k e n b o l d , »da w a r i n m e i n e r P i n t e keiner, d e r m i c h
für e i n e n m i e s e n S c h l u c k s p e c h t hielt.« Drei Argumente
vor allem wurden angeführt: Nr. 1: Uns Frauen steht es
gut an, endlich auch mal geehrt, statt immer nur durch
den Dreck gezogen zu werden. Die deutsche Frau muß
b e k a n n t l i c h seit U r z e i t e n für j e d e s U n g e m a c h d e n K o p f
h i n h a l t e n . K a u m w i r d z . B . die T r e u h a n d b e i m Ver-
schleudern ostdeutschen Vermögens ertappt, machen
irgendwelche Schwanzträger willkürlich Birgit Breuel
haftbar. B r e u e l - e i n e F r a u ! N u r ein B e i s p i e l - v o n e i n i -
g e n ! D i e P r e s s e ist j e d e n f a l l s voll m i t F ä l l e n , die u n s
l e i d e r g e r a d e n i c h t e i n f a l l e n , für die g e n e r e l l e V e r -
schmutzung der F r a u durch den M a n n . U n d »uns Frau-
e n s t e h t e s g u t a n « , e i n e U r k u n d e z u e r h a l t e n , die » u n s «
bestätigt, im G e m e i n w e s e n Deutschland eine verdienst-
volle Rolle zu spielen. Einst fraßen wir Dreck, heut' aber
alles.
Argument Nr. 2: Gerade du kriegst doch dann das
Kreuz dafür, daß du dich für Frauen eingesetzt hast, und
das ist doch ganz toll. F ü r S c h w a r z e r . M i t d e r die M ä n -
n e r w o h l i h r K r e u z h a t t e n . G e r a d e sie k r i e g t e i n s . N i c h t
die o d e r j e n e o d e r s o n s t i r g e n d e i n e . S o n d e r n A l i c e . E i n s t
w o l l t e sie die G l e i c h b e r e c h t i g u n g . D a s h a t sie v e r s e m -
m e l t . S t a t t d e s s e n alles p l a t t g e m a c h t u n d a n die W a n d
gedrückt, was ihrem »Radikalfeminismus« im Weg
stand. Aber der Einsatz, der n i m m e r m ü d e Einsatz in
e i g e n e r S a c h e , d e r z ä h l t . N u n b e k o m m t sie d a f ü r e i n e n
Orden. Vom Präsidenten. Einem Mann. Einem C D U -
M a n n . Toll, d u !
Argument Nr. 3 ist m i t A b s t a n d d a s I r i s i e r e n d s t e : Mit
einem Bundesverdienstkreuz für dich dürfen wir Frauen
uns alle angesprochen fühlen! W i e wäre solchem Grö-
ß e n w a h n zu widersprechen? W a r u m sollten Frauen wie,
u m n u r z w e i N a m e n z u n e n n e n , Christel D o r m a g e n o d e r
K a t h a r i n a R u t s c h k y , w a r u m ü b e r h a u p t sollte i r g e n d -
e i n e F r a u , die a u f E M M A u n d d e r e n H e r a u s g e b e r i n k e i -
n e n Pfifferling g i b t , s i c h » a n g e s p r o c h e n « f ü h l e n , w e n n
Alice Schwarzer einen Orden b e k o m m t ? Was geht in
diesem K o p f noch vor außer Eitelkeit und Allmachts-
g e l ü s t e n ? S c h r u m m b r u m m ? Paffelhaffel? K r r r k z ? Und
so habe ich mir das Kreuz anheften lassen ( u n d die ü b e r -
l i e f e r t e n F o t o g r a f i e n d e s V o r g a n g s z e i g e n e i n e F r a u , die
p l a t z t v o r G l ü c k u n d g l ä n z t v o r F r e u d e ) und werde be-
stimmt diese oder jene passende Gelegenheit finden, es
auch zu tragen (ob die Verleiher die Gelegenheit auch
immer passend finden, steht noch auf einem anderen
Blatt).
Eine Partisanin des Patriotismus, u n b e q u e m wie eh
und je. Gelegenheiten, das Protokoll zu verletzen, hatte
sie s e i t h e r e i n i g e , g e n u t z t h a t sie k e i n e ; k a n n j a ( w e r ' s
g l a u b t ) n o c h k o m m e n . H e r g e b e n w i r d sie d a s S y m b o l
d e s F r i e d e n s , d e n D e u t s c h l a n d m i t i h r u n d sie m i t d i e s e r
N a t i o n g e m a c h t h a t , j e d o c h nie i m L e b e n . U n d s o k l ä r t
sich a u c h , w i e e r n s t S c h w a r z e r i h r e n » E i n s a t z « g e g e n
d e n K o s o v o - K r i e g m e i n t e . S t a t t die S c h l e i f e , m i t d e r sie
a n d e n B o m b e n s t a a t g e b u n d e n ist, g l e i c h n a c h d e m
ersten Tbrnadoflug d e m Präsidialamt zurückzuschicken
u n d also w e n i g s t e n s e i n m a l i m L e b e n e t w a s R i c h t i g e s z u
t u n , b e l i e ß sie e s b e i a n t i a m e r i k a n i s c h e m G e m a u l e u n d
e i n e m F r i e d e n s r u f i n d e r BlLD-Zeitung ( 6 . 4 . 1 9 9 9 ) , d e r
v o r w e g zugab, w a s eine Bundesverdienstkreuzträgerin
schon akzeptieren m u ß , um den Präsidenten nicht zu

100
vorstimmen: Es gibt Situationen, da bleibt auch einer
Verteidigungsarmee keine andere Wahl. Und wenn der
n ä c h s t e K r i e g die Flammen hochschlagen l ä ß t , w i r d sie
gar nichts m e h r zu mäkeln haben an ihrer Regierung,
die j e t z t w e i ß , w i e d a s g e h t : S i t u a t i o n e n s c h a f f e n , die
absolut keine Wahl lassen. E m p ö r e n wird Schwarzer
sich nur, sollten die Y a n k e e s s c h o n w i e d e r die d e u t s c h e
Armee beim Verteidigen ihres Grundrechts auf einen
A n g r i f f s k r i e g a n d e r L e i n e f ü h r e n , u n d sie w i r d d e n
passenden Satz e i n f a c h w i e d e r h o l e n : Amerika hat gut
bomben. Es ist weit weg.

Leben und sterben lassen

N o c h w e i t e r w e g als die V e r d a m m t e n S t a a t e n liegt A u -


s t r a l i e n , w o z w a r gleichfalls e n g l i s c h g e s p r o c h e n w i r d ,
was Schwarzer nicht besonders mag, aber wenigstens
e i n e r die W ö r t e r s o b e n u t z t , wie's d e r N a t i o n a l f e m i n i s t i n
gefällt. E r h e i ß t P e t e r Singer, p l ä d i e r t für die A b l ö s u n g
d e s T i e r s c h u t z e s d u r c h e i n » T i e r r e c h t « u n d d e n k t öffent-
lich d a r ü b e r n a c h , w e l c h e N e u g e b o r e n e n b e s s e r d e n
G n a d e n t o d s t e r b e n sollten als die K r a n k e n k a s s e n z u
belasten. Seit sein g e m e i n s a m mit der Deutschen Helga
K u h s e verfaßtes B u c h » M u ß dieses Kind am Leben blei-
b e n ? « für viel Ä r g e r , d o c h zugleich eine s t e i g e n d e A k z e p -
tanz der Euthanasie auch in Deutschland gesorgt hat,
ergreift S c h w a r z e r P a r t e i für d e n , i h r e r B e h a u p t u n g
nach, international anerkanntein] Denker und Morali-
sten].
D e r m e d i o k r e » P h i l o s o p h « , der seine K a r r i e r e a u f p u r e
Provokation gebaut hat, in den Disziplinen Soziologie
u n d G e s c h i c h t e e i n e v o l l k o m m e n e N u l l ist u n d a u s s e i -
n e m A t h e i s m u s i n aller Plattheit folgert, zivilisatorische
Großerrungenschaften wie das Mitleid und der Schutz
d e r S c h u t z l o s e s t e n s e i e n z u v e r w e r f e n , w e i l sie s i c h a u f
die G e b o t e e i n e s e r f u n d e n e n G o t t e s b e r u f e n ; S i n g e r , d e r

101
H i g h - T e c h - B a r b a r u n d B i o l o g i s t , für d e s s e n » P r a k t i s c h e
E t h i k « sich die G e s e t z g e b e r d e s a u f d ä m m e r n d e n e u g e n i -
schen Zeitalters dereinst herzlich bedanken werden;
S i n g e r , d e r die G r e n z e n f e s t l e g t , die V o l k s m e d i z i n e r u n d
Versicherungsmathematiker schon kennen müssen, um
z u w i s s e n , w e l c h e als n ä c h s t e z u ü b e r s c h r e i t e n sei: P e t e r
S i n g e r ist d e r M a n n , d e n A l i c e S c h w a r z e r b r a u c h t e , u m
ihre Version des »Feminismus« endgültig ins vergrößer-
te und täglich deutschere Deutschland überführen zu
k ö n n e n . D e r S k a n d a l , a u f d e n sie d a b e i s p e k u l i e r t e ,
b l i e b freilich a u s - w i e ü b e r h a u p t die S k a n d a l f ä h i g k e i t
S c h w a r z e r s n a c h g e l a s s e n h a t , seit sie T a b u s b r i c h t , die
hierzulande im Ernst noch nie welche waren.
In EMMA 1/1995 » a n a l y s i e r t « die C h e f i n z u m e r s t e n
M a l , w o r u m e s bei u n d r u n d u m S i n g e r »in W a h r h e i t
geht«. In Schwarzers Version der Wahrheit, versteht
sich. Sie k l a g t z u n ä c h s t , s e i n u n d K u h s e s E u t h a n a s i e -
buch werde nur in Deutschland so vernichtend bekämpft,
u n d ü b e r h a u p t sei » M u ß d i e s e s K i n d a m L e b e n b l e i b e n ? «
uor allem eine Reaktion auf den Terror christlicher Fun-
damentalisten. D i e d e n N e r v h a b e n , n i c h t n u r die A b -
t r e i b u n g vor, s o n d e r n a u c h n a c h d e r G e b u r t z u g e i ß e l n ,
die Eiferer. S c h w a r z e r , u n g e l e n k u m die r i c h t i g e n W o r t e
r i n g e n d u n d sie w i e ü b l i c h n i c h t f i n d e n d , v e r t e i d i g t
i h r e n n e u e s t e n G e n o s s e n n i c h t viel a n d e r s als d e r sich
s e l b s t seit J a h r e n . U n d o b s c h o n sie d e k l a m i e r t , e s s t ü n -
de Singer in Deutschland klein und verloren gegen ein
Heer von Feinden, das sein Buch und ihn »vernichten«
wolle, stimmt natürlich das Gegenteil. Peter Singer wird
seit E n d e d e r 8 0 e r J a h r e , u n d z w a r m a ß g e b l i c h i n d e r
Dönhoff-ZEIT, v o m h e i m i s c h e n F e u i l l e t o n p r o t e g i e r t .
Seine Bücher müssen nicht unterm Ladentisch gehan-
d e l t w e r d e n , die z u s t ä n d i g e n F a k u l t ä t e n h a b e n s e i n e
b i o e t h i s c h e n A u s m e r z u n g s t h e s e n d a n k b a r i n die L e h r -
p l ä n e a u f g e n o m m e n , u n d d e n s e h r w e n i g e n , die i h n u n d
s e i n W e r k a t t a c k i e r e n , m u ß t e e s s c h o n als E r f o l g v o r -
k o m m e n , w e n n sie i h n bei ö f f e n t l i c h e n S e m i n a r e n a m

102
R e d e n h i n d e r n k o n n t e n . S c h w a r z e r m i s c h t e s i c h i n die
» D e b a t t e « e r s t e i n , als sie l ä n g s t e n t s c h i e d e n w a r , i m
Sinne Peter Singers nämlich, und das macht ihre Ein-
lassungen jenseits der Widerwärtigkeit auch noch lä-
cherlich.
Sie b a s t e l t sich d e n » D e n k e r « , d e r z u r Tat aufruft, als
Opfer zurecht, weil in der manisch dichotomen Welt
d i e s e r F r a u j e d e r , d e s s e n P a r t e i sie ergreift, e i n O p f e r
s e i n m u ß . U m s o w e n i g e r k a n n sie e s e r t r a g e n , d a ß d i e ,
a u f w e l c h e sie z u g u n s t e n i h r e s n e u e s t e n S c h ü t z l i n g s
einteufelt, ihn einen »Mörder-Philosophen« heißen u n d
sich s e l b e r m i t d e m N a m e n b e l e g e n , d e s s e n V e r g a b e
a u s s c h l i e ß l i c h A l i c e z u s t e h t . Angebliche Opfer waren es,
Menschen, die im Namen von Behinderten auftreten (und
es selber sind oder stellvertretend für sie sprechen). Da-
m i t die e c h t e n B e h i n d e r t e n n i c h t s o auffallen, v e r s t e c k t
sie sie i n e i n e r K l a m m e r u n d d a r i n n o c h e i n m a l , h i n t e r
d e n s e l b e n L e u t e n , die sie s c h o n v o r d e r K l a m m e r e r -
w ä h n t h a t . W o z u d e r A u f w a n d ? B e h i n d e r t e , die l e b e n ,
k ö n n e n schließlich keine Opfer Peter Singers sein. D a ß
sie a u c h n i e m a l s w e l c h e w e r d e n w o l l e n , l e g i t i m i e r t i h -
ren Protest zwar mindestens so gut wie nur je eine K a m -
p a g n e v o n E M M A . D o c h d a r a u f gäb's s c h o n eine p a s s e n d e
A n t w o r t , die n ö t i g e G e m e i n h e i t d e s G e i s t e s v o r a u s g e -
s e t z t , u n d ich s t e h e n i c h t a n , l e t z t e r e b e i S c h w a r z e r z u
bezweifeln, also, weshalb denn nicht hinschnarren:
Komme mir nun kein Behinderten-Politiker mit dem
bigotten Argument, [...] das Motiv »Abbruch wegen Be-
hinderung« [sei] ein Verbrechen! Auch ich wäre nicht auf
der Welt, wenn unsere Müttergeneration das Recht auf
Abtreibung gehabt hätte. Ich war, wie so viele Kinder, ein
unerwünschtes Kind. Sie h a t d a s t a t s ä c h l i c h g e s c h r i e -
ben.
A b e r b e v o r sie i h r p o t e n t i e l l e s N i c h t s e i n m i t d e r d a n k
Singer wieder diskutablen Abschaffung behinderter
M e n s c h e n h e i l l o s v e r r ü h r e n u n d der E u g e n i k d a s W o r t
r e d e n k a n n , d a s sie u n t e r d e n N a z i s , d e n e n sie i h r L e b e n

103
verdankt, eher nicht ins KZ gebracht hätte, jedenfalls
n i c h t als G e f a n g e n e - b e v o r sie die B e s t i a l i t ä t zu ä u ß e r n
w a g t , m u ß die r o u t i n i e r t e R e t o u r k u t s c h e r i n die F e i n d e
Singers erst einmal in den Verdacht j e n e r Ideologie
s t e l l e n , für die E u t h a n a s i e e i n S t a a t s z i e l w a r . Sie k r a m t
dazu einen mehrmals bewährten Unfug aus: Kuhses
und Singers so offenes und gewagtes Denken scheine
fremd in dem noch immer vom Schwarz-und-Weiß, Gut-
und-Böse, Falsch-und-Richtig geprägten geistigen deut-
schen Klima, das Ambivalenzen abwehrt, Denkrisiken
verfolgt und in Schubladen einschließt. Die Nazis und
ihre Mitläuferinnen haben eben nicht nur Millionen
Menschen getötet, sie haben auch eine ganze Geisteshal-
tung vernichtet. » N i c h t n u r « ist g u t . H ä t t e n die N a z i s es
beim Weltkrieg und Völkermord belassen - der Schaden
w ä r e r e p a r a b e l . A b e r w e i l sie a u ß e r d e m die A m b i v a l e n -
z e n a u s d e m d e u t s c h e n G e i s t e s k l i m a g e t i l g t h a b e n , soll
heute der Euthanasie-Propagandist Singer »vernichtet«
w e r d e n , u n d g e g e n d i e s e n V o r g a n g ist die S h o a h g e r a d e -
zu eine Quantite negligeable. Ich verstehe Schwarzer
f a l s c h ? M ö g l i c h . A b e r w i e soll m a n e i n e A u t o r i n v e r s t e -
h e n , die G r a m m a t i k u n d Stil a u f s a m b i v a l e n t e s t e h a n d -
habt, wie einer Schriftstellerin Wohlwollen erweisen,
der dauernd Wörter wie »Denkrisiken« aufs Blatt laufen,
v e r m u t l i c h w e i l sie n o c h n i e r i s k i e r t h a t , z u d e n k e n , e h e
sie d e r S p r a c h e G e w a l t a n t u t ?
N e i n , S c h w a r z e r w e i ß s e h r w o h l , w a s sie t r e i b t . A n t i -
f a s c h i s t e n , die d e n Titel v e r d i e n t u n d n i c h t d u r c h E l t e r n
erworben haben, die d e m j ü d i s c h e n G e m ü s e h ä n d l e r
a u c h d a n n die T r e u e n o c h h i e l t e n , als d e r l ä n g s t i m
V i e h w a g g o n v e r s c h w u n d e n w a r , die p a a r L e u t e , d e n e n
k l a r ist, w a s p a s s i e r t , w e n n m a n i n D e u t s c h l a n d »offen
u n d gewagt« über Euthanasie redet, sollen denunziert
w e r d e n , t r e u d e r T e c h n i k , w e l c h e die S p r i n g e r - P r e s s e ,
deren Starkolumnistin Alice ohne jegliche Denkrisiken
i n d e n 9 0 e r n g e w o r d e n ist, Ä o n e n u n d e i n e W i e d e r v e r -
einigung früher zur Erledigung der A p o eingeführt hat-

104
t e : W e r » D u N a z i ! « s c h r e i t , ist s e l b e r einer. U n d w e r e i n e
E t h i k a b l e h n t , d e r e n P r a x i s für Z e h n t a u s e n d e E i n w o h -
ner des Dritten Reichs bedeutete, in Lastwagen mit
Dieselruß erstickt zu werden, zu d e m hat Schwarzer
dies zu b e m e r k e n : Ist der Grund dafür wirklich die neue
Sensibilität nach der schrecklichen deutschen Einteilung
in »wertes« und »unwertes« Leben? Oder spielt nicht auch
die gute alte deutsche Mitläuferinnen-Mentalität des
Sich-Raushaltens eine Rolle? Denn es ist ja soviel ein-
facher, irgendwelche Dogmen und (Gottes)Gesetze ent-
scheiden zu lassen, als sich selbst der Verantwortung zu
stellen - und vielleicht zum Handeln bereit zu sein. Alle,
soll d a s b e d e u t e n , die m i t d e m E u t h a n a s i s t e n S i n g e r
n i c h t e i n e r M e i n u n g s i n d , h ä t t e n b e s t i m m t e b e n s o feige
w e g g e s c h a u t , als die D e p o r t a t i o n e n n a c h T h e r e s i e n s t a d t
u n d B i r k e n a u a n l i e f e n . E i n e V o l t e , d e r a r t voll v o n flam-
mendem Gerechtigkeitssinn und verwandten Demenzen,
d a ß sie n i e m a n d e m a u ß e r A l i c e S c h w a r z e r e i n f a l l e n
k o n n t e . D i e viel z u w e n i g e n D e m o n s t r a n t e n , die S i n g e r s
L e s e r e i s e n d u r c h D e u t s c h l a n d s a b o t i e r t e n , als » S i c h -
R a u s h a l t e r « z u e n t l a r v e n , die sich » d e r V e r a n t w o r t u n g «
n i c h t »stellen« m ö g e n , h a t w a s . U n d s a g t e i c h , w a s g e -
n a u d a s h a t , b e k ä m e J o a c h i m K e r s t e n , d i e s m a l als V e r -
treter der Klägerin, einiges zu tun.
D e r A r t i k e l , i n d e m die A u t o r i n all j e n e z u N a z i s er-
klärt, welche das Erbgesundheitsgesetz und andere
Ambivalenzen auch in australischer Auslegung nicht
g u t h e i ß e n w o l l e n , e n d e t m i t e i n e m S a t z , d e n s e i n e Ver-
fasserin nicht b e r e u e n sollte u n d dessen B a s i s d e m a g o g i e
s o g a r i h r e n P o p u l i s m u s t r a n s z e n d i e r t e . Außerdem: der
Staat sind wir. F ü r d i e s e n A u f s c h r e i , d e r e i n B e k e n n t n i s
ist u n d g l e i c h z e i t i g e i n V e r r a t all d e s s e n , w a s sie i n d e n
7 0 e r u n d f r ü h e n 8 0 e r J a h r e n i m g l e i c h e n Tonfall g e -
p l ä r r t h a t t e , für d i e s e n F a h n e n e i d m u ß t e sie e i n f a c h
gekreuzigt werden; u n d R o m a n Herzog tat ihr ein paar
M o n a t e später den Gefallen.
1996, Singer stand z u m Interview bereit, trug Alice

105
Schwarzer nach, was im Vorjahr der Redaktionsschluß
oder, w a h r s c h e i n l i c h e r , i h r e S c h l u d r i g k e i t u n t e r s c h l a -
g e n h a t t e : S i n g e r ist S o h n j ü d i s c h e r E m i g r a n t e n . U n d
obwohl Schwarzer gegen Broder keine Schwierigkeiten
h a t t e , d i e s e Hypothek als B e l e g für d e s s e n m e n t a l e V e r -
w i r r u n g a n z u f ü h r e n , t r u m p f t sie m i t d e r E r b l a s t i m Fall
des Australiers, der das Verhältnis der Deutschen im
U m g a n g m i t J u d e n nie k e n n e n l e r n e n m u ß t e , a u f w i e
nur je ein Anti-»Prosemit«, dessen beste Freunde be-
kanntlich i m m e r J u d e n sind.
Sie s t a n d n e b e n a n , als d e r » D e n k e r « v o r m B o n n e r
Presseclub, vis-ä-vis seiner Kontrahenten und ihrer
Slogans, blaß w u r d e . Zu schwer ist die Hypothek der
Worte »Singer raus!« für das Kind der vom [!] Rassen-
wahn Geflüchteten und das Enkelkind der im Konzen-
trationslager Ermordeten (EMMA 4/96). Vom Wahn be-
s e s s e n , n i c h t » v o n « i h m f l ü c h t e n d , p r ä s e n t i e r t sich die
Schwarzer: Es scheint wie eine Verschwörung zu sein.
Singer ist zum Unberührbaren gemacht worden. D e r sich
immerhin aussuchen kann, in welche Talkshow er mor-
g e n g e h e n w i r d . Erst nach Jahren der Diffamation und
Hätz ausgerechnet in Deutschland ( w o die g u t e n G r ü n d e
a n j e d e H a u s e c k e m i t B l u t g e p i n s e l t w o r d e n s i n d ) wagt
sich hie und da eine differenzierende Stimme hervor
(EMMA berichtete mehrfach [...]). Soll man das Lüge
nennen? Rasende Reklame? Oder entfesselten Solipsis-
m u s ? I n e i n e m S c h w a r z e r e n g v e r w a n d t e n Fall e m p f a h l
J ü r g e n R o t h : »Bitte e i n w e i s e n . « A b e r w o h i n ?
Die ambivalente Spitzenfeministin fand selber den
O r t , a n d e n sie g e h ö r t . Sie r e i s t e n a c h P ö c k i n g , w o e i n e
F r a u r e s i d i e r t , die d e n M a n n , d e r D e n k r i s i k e n w e n i g e r
g e s c h e u t als i r g e n d e i n a n d e r e r i n d e r d e u t s c h e n G e -
s c h i c h t e , zum Träumen g e b r a c h t h a t t e .

106
Nachwort

Berüchtigt

oder: Fahrt zur Hölle


»Down, down, down. Would the fall
never come to an end?«
Lewis Carroll: Alice's Adventures
under Ground

Wahrscheinlich nicht, solange das G r u b e n l ä m p c h e n


n o c h g l ü h t u n d die H e l d i n i h r e n F a l l für e i n e K a r r i e r e
h ä l t , w e l c h e sie nicht e t w a tiefer u n d tiefer i n die h i e s i g e
G r u n d o r d n u n g treibt, sondern höher u n d höher, j e n e n
Kreisen entgegen, in denen Geschichte Mythos, Lüge
Legende heißt und deren erlesene Bewohner über das
r a r e P r i v i l e g v e r f ü g e n , s c h o n z u L e b z e i t e n s t r e n g e r duf-
t e n z u d ü r f e n als alle a n d e r e n . D o w n , d o w n , d o w n , u m
dahin zu gelangen, wo auf den Fläschchen »Trink mich«
steht u n d den Küchlein »Iß mich«, u n d z w a r in Alfred
Bioleks Handschrift; hinab, hinab, hinab — dorthin, wo
eines M e n s c h e n G r ö ß e d a v o n a b h ä n g t , w a s z u s c h l u c k e n
e r b e r e i t ist u n d w i e w e n i g e s i h n e k e l t , g e l e g e n t l i c h a m
Bodensatz zu lecken; wo, kurz, der blanke Wille z u m
Wichtigtun triumphiert über j e d e n G e s c h m a c k und Ver-
stand.
Alice Schwarzers Abenteuer mit und in Deutschland,
u n v e r s i e g l i c h l a r m o y a n t e r z ä h l t u n d e r z ä h l t b y herseif,
b i s e s n u r d e n e n n i c h t a u s d e n O h r e n k a m , die e h a u f
D u r c h z u g g e s c h a l t e t h a t t e n , o d e r d e n e n , die v o m S o u n d
der Erzählerin schlicht nicht g e n u g kriegen, von diesem
kumpelhaften, anmeiernden, keiner rhetorischen

108
D u m p f m e i s t e r e i a u s w e i c h e n d e n Tonfall - S c h w a r z e r s
Fährnisse auf d e m W e g zur inneren Einheit, ihrer eig-
nen u n d der ihrer Nation, haben gleichwohl, im Pöckin-
ger Audienzsaal der Leni Riefenstahl, ein vorläufiges
Ende gefunden, dem Schwarzer nur m e h r einen Epilog
anzufügen vermag, ohne es aber wirklich zu müssen.
( Z w i n g e n u n d m u n d t o t m a c h e n freilich ließe die F r a u ,
die 1 9 8 5 , in Mit Leidenschaft, um gar keinen Preis... die
manchmal recht dünne Luft der Konfrontation wieder
tauschen m o c h t e gegen die stickige des Sich-Einreihens,
des Sich-Beugens, diese autonome Feministin, die 1984
als w i s s e n s c h a f t l i c h e B e i r ä t i n d e s b l u t j u n g e n H a m b u r -
g e r I n s t i t u t s für S o z i a l f o r s c h u n g v e r s p r a c h , den beson-
deren Freiraum, den wir hier haben und in dem laut
etwas gesagt werden kann, was zur Zeit woanders noch
nicht einmal mehr leise gedacht werden darf, zu nutzen,
p r e s s i e r e n also u n d k n e b e l n ließe d i e s e F r e i g e i s t i n sich
n i c h t e i n m a l d u r c h die V e r l e i h u n g d e s B u n d e s v e r d i e n s t -
k r e u z e s , d a s S c h w a r z e r , g l e i c h n a c h E m p f a n g , als indi-
rekte, diskrete Ermutigung für kritisches, eben manch-
mal auch Ihnen unbequem werdendes Engagement zu
verstehen, Herr Bundespräsident, sich genehmigte.)
D e r Fall d e r A l i c e S c h w a r z e r , d e r e i n e c h t n e u d e u t -
s c h e r A u f s t i e g ist, v o n d e r a n t i a u t o r i t ä r e n B e w e g u n g
d u r c h die b ü r g e r l i c h e Initiative h i n a n z u r b o u r g e o i s e n
A u t o r i t ä t , die s i c h n i c h t länger, d. h. s c h o n seit l a n g e m
nicht m e h r gefallen lassen mag, d a ß der nivellierende
Gruppendruck und gleichzeitig verdeckte Machtstruktu-
ren - hinter deren schützendem »Wir« Einzelne im Na-
men eines Kollektivs die Drähte z i e h e n - i h r d a s o b s e s s i -
v e » I c h « - S a g e n v e r s a u e r n : D i e s e r tiefe Fall n a c h o b e n
wäre der Rede nicht noch der Beobachtung wert, hätte
e s s e i n e H e l d i n d a m i t b e w e n d e n l a s s e n , sich, w i e g e ü b t ,
bei j e d e r G e l e g e n h e i t für die e i g e n e n V e r d i e n s t e z u l o -
b e n - i m N a m e n e i n e s » W i r F r a u e n « - K o l l e k t i v s , d a s sich
n i c h t w e h r e n k a n n , w e i l e s s o w e n i g d a ist w i e ein
s e l b s t b e w u ß t e s P r o l e t a r i a t - , die D r ä h t e z u z u p f e n , a n

109
denen außer ein paar Volontariaten z u m Glück wenig
hängt, u n d ansonsten ein Heft am Leben zu erhalten,
das, w ä r e es ein Kind, geradezu einen Modellfall abgäbe
für die » p r a k t i s c h e E t h i k « d e s S c h w a r z e r - F r e u n d e s P e -
t e r Singer. A b e r d a n n - a u s d e r petrifizierten » B o n n e r «
w a r die s t e i n d u m m e » B e r l i n e r « R e p u b l i k e r w a c h s e n -
traf Alice auf Leni, und es schlugen unvermittelt zwei
H e r z e n im 0 8 / 1 5 - T a k t : Wie alle Legenden ist auch die
Riefenstahl aus der Nähe nur ein Mensch, in dem Fall
noch ein weiblicher dazu, also bescheiden und verbind-
lich im Auftritt.
Also e r l e d i g t sich i n e i n e m S a t z j e g l i c h e M ü h s a l u n d
alles Gewese aus drei J a h r z e h n t e n Radikalfeminismus,
schrumpft ein zur Feststellung, daß F r a u Riefenstahl
e i n e F r a u u n d s o g a r e i n M e n s c h ist u n d , w g . w e i b l i c h
noch dazu, keine L e g e n d e , sondern ein A u s b u n d an
g u t e n M a n i e r e n . W a s A l i c e S c h w a r z e r bei d e r L i e b l i n g s -
r e g i s s e u r i n A d o l f H i t l e r s z u s u c h e n h a t t e a u ß e r zur
Begrüßung [...] Kaffee und Kuchen, wird aus der 16-
S e i t e n - S t r e c k e , die E M M A 1/99 d e r C h e f i n f r e i r ä u m t ,
n i c h t a u f A n h i e b klar. S t a r k n a c h R e k o n s t r u k t i o n d e s
N i e g e w e s e n e n riecht ein A b s a t z etwa in der Mitte der
Huldigung: Mir fiel irgendwann Anfang der 80er der
Ton auf, in dem über Riefenstahl geredet wurde. Diese
Selbstgerechtigkeit und Gehässigkeit, hinter der immer
etwas anderes steckt.
A n f a n g d e r 8 0 e r ? A l s ü b e r »die N a z i s s e « ( E r i c h K u b y )
a u s n a h m s w e i s e k e i n G e r e d e w a r ? J e d o c h s e h r viel A u f -
r e g u n g u m die F r a u , die i h r h e u t e die S t a n d a r t e h ä l t
u n d die sich d a m a l s v o n H e n r y k M . B r o d e r e i n e » A n t i s e -
mitin« n e n n e n lassen m u ß t e , a u s nicht untriftigen G r ü n -
den? Bis dahin hatte Schwarzer Beschimpfungen er-
tragen müssen, deren Motive, Vokabular und Absicht
die K o r r e k t h e i t d e s s e n , w a s sie s c h r i e b u n d t r i e b , n a c h -
gerade zu belegen schienen. N u n allerdings - es ging um
das Israel-Palästinenser-Problem — hatte die Vor-allem-
Feministin sich zu weit aus d e m Fenster gelehnt und,

110
i n d e m sie v o n A n g e l e g e n h e i t e n r e d e t e b z w . r e d e n l i e ß ,
die m i t S e x i s m u s n i c h t s , m i t d e u t s c h e r Ideologie alles z u
t u n h a t t e n , e r h e b l i c h e Defizite i n k r i t i s c h e r u n d F a -
s c h i s m u s t h e o r i e b e k a n n t . I h r e R e a k t i o n a u f die A t t a c k e
des militanten Juden Broder zeigte n i c h t allein, daß
S c h w a r z e r u n f ä h i g ist, i r g e n d e i n e K r i t i k a n d e r s d e n n
als Diffamierung, lieber noch: Diffamation wahrzuneh-
m e n . D i e A p o l o g i e p r o d o m o , die sie g l e i c h drei M a l a b -
d r u c k e n ließ — s o w i c h t i g w a r ihr die R e t t u n g e i n e s h a r t
erkämpften Images — markiert zugleich den Punkt, von
d e m a u s d e r freie Fall d e r A l i c e S c h w a r z e r h i n a b a n d e n
Kaffeetisch Leni Riefenstahls einsetzte. Die Huldigung
an G o e b b e l s ' P r o t e g e ist in Sind wir alle Antisemiten?
präformiert.
J e d e Zeile d e s R e c h t f e r t i g u n g s a r t i k e l s v o n '81 ä u ß e r t
ein U n b e w u ß t s e i n , d e m a u f z u h e l f e n S c h w a r z e r , g a n z
K i n d d e s L a n d e s , das ich hasse und liebe, d u r c h a u s nie
bereit g e w e s e n ist. Sie plärrte, Schlimmeres (könne) man
einem Deutschen 37 Jahre nach Auschwitz nicht anla-
sten als die Absicht, »eine zweite Endlösung« anzustre-
ben. Es w i r d alle d i e j e n i g e n , die an d e r e r s t e n » E n d l ö -
sung« mitgewirkt hatten, gefreut haben zu hören, daß
ihre V e r b r e c h e n allenfalls d a s Z w e i t s c h l i m m s t e g e w e s e n
sind, was einem Deutschen nach Auschwitz angelastet
werden kann. In keiner Frage muß man sich darum
auch vor Pauschalisierung so hüten wie in dieser. Broder
hütet sich nicht. Im Gegenteil, er drischt drauflos, was
das Zeug hält. Er ist dabei so leichtsinnig wie demago-
gisch, seine Methoden sind so fragwürdig wie seine Moti-
ve.
D i e P a u s c h a l i e r u n g , die sie m e i n t e , w i e w o h l d a s W o r t
i h r f r e m d w a r , b e t r a f die d e u t s c h e L i n k e , die B r o d e r i n
s e i n e r P o l e m i k a u c h m e i n t e , u n d für die p r o t o t o z u
s p r e c h e n s i c h S c h w a r z e r 1981 e r l a u b e n durfte, w e i l die
R e c h t e m i t d e m » M a n n w e i b « (BILD) k e i n e n B i s s e n B r o t ,
g e s c h w e i g e e i n F e r n s e h k o c h s t u d i o t e i l e n w o l l t e u n d weil
k a u m j e m a n d g e m e r k t h a t t e , d a ß die F r a u , die s o oft

111
»ich« s a g t , sofort v o n » u n s « r e d e t u n d e i n schützendes
»Wir« r e k l a m i e r t , w e n n m a n a u s d r ü c k l i c h i h r a n d e n
K a r r e n fährt.
W a s a b e r n i c h t h e i ß e n soll, sie h a b e n i c h t d e n m e i s t e n
L i n k e n , die s i c h a n n o '81 d a f ü r h i e l t e n , a u s d e m A b -
g r u n d d e s H e r z e n s g e s c h w a f e l t , als sie i h r V e r h ä l t n i s
zum Völkermord so faßte: Die richtige Haltung scheint
mir eine Empfindsamkeit zu sein, die weder unser
Deutschsein - mit seinem ganzen schmerzlichen Erbe -
verleugnet, noch in die dunklen Niederungen eines fatali-
stischen mea culpa hinabkriecht. Ja, es schmerzte und
s c h m e r z t u n s e r e H e l d i n i n d e r T a t sehr, d i e s e s E r b e , s o
sehr, d a ß sie s i c h zuletzt v o n e i n e m Juden polnischer
Herkunft v o r b u c h s t a b i e r e n l a s s e n m o c h t e , auf wessen
S e i t e t a t s ä c h l i c h g e l i t t e n w o r d e n ist. V i e l e J a h r e später,
in den dunklen Niederungen hoch überm Starnberger
S e e , sollte S c h w a r z e r einer K r e a t u r b e g e g n e n , d e r w a h r -
lich n i e m a n d vorwerfen k a n n , ihr Deutschsein j e m a l s
verleugnet oder auch nur ein M a l » m e a culpa« gesagt zu
h a b e n , u n d die d e g o u t a n t e D i k t i o n d e s P l ä d o y e r s w i d e r
B r o d e r o h n e P r o b l e m ü b e r t r a g e n a u f die so besonders
begabte Leni Riefenstahl: (Die) Vereinfacher haben die
lauteste Stimme; nicht selten, weil sie eigene Abgründe
übertönen müssen.
1 9 8 1 l a u t e t e d e r g l e i c h e S c h w a c h s i n n d e r g e s t a l t Aber
so wenig, wie das Betroffensein vom Sexismus vor Antise-
mitismus schützt, so wenig schützt, leider, auch das
Betroffensein von Antisemitismus vor Sexismus. [...]
Beides, A n t i s e m i t i s m u s u n d S e x i s m u s , gedeiht auf dem-
selben Boden. S c h w a r z e r ist von diesem monströsen
T h e o r e m seit j e h e r a u t h e n t i s c h u n d f e l s e n f e s t ü b e r -
zeugt, noch heute schärft mein Blick für Antisemitismus
den für Sexismus, u n d w e n n sie a u f d i e Kette der Progro-
me [!] s i e h t , d a n n sieht sie w i r k l i c h n i c h t s als d e n Geno-
zid an meinem Geschlecht. Einen umfassenden politi-
schen Durchblick f o r d e r t e die F l a c h d e n k e r i n , die i h r e s -
g l e i c h e n Masochismus, d e n J u d e n a b e r Demagogie atte-

112
stierte, 1 9 8 1 e i n , u n d d a ß d e r alte Text, d e r s i c h h e u t e
w i e e i n E m p f e h l u n g s s c h r e i b e n a n die P ö c k i n g e r L e m u r e
liest, die » L i n k e « A l i c e S c h w a r z e r n i c h t z u r p e r s o n a n o n
grata unter den Linken machte, läßt sich allein mit dem
u m f a s s e n d e n p o l i t i s c h e n D u r c h b l i c k e n t s c h u l d i g e n , für
d e n d e u t s c h e L i n k e w e l t b e r ü h m t sind.
Damals, so Schwarzer Ende der Neunziger über
S c h w a r z e r A n f a n g d e r A c h t z i g e r , kannte ich ihre Filme
noch nicht und hatte ihre Fotos nur flüchtig betrachtet.
I m m e r h i n w u ß t e die s e l b s t e r n a n n t e A h n u n g s l o s e s c h o n
1979 ü b e r R i e f e n s t a h l s o v i e l , d a ß sie, i m B e s i n n u n g s -
artikel Was ich mit Majdanek zu tun habe, zu Recht
e m p ö r t n o t i e r e n k o n n t e : In der sich als liberal verstehen-
den ZEIT stand jüngst... ein sogenanntes Psychogramm
des ehemaligen NS-Rüstungsministers Albert Speer ...
Drei Folgen, in Farbe, hochsensibel, mit Familienfotos
und einem ganzseitigen Farbporträt Speers, neu aufge-
nommen von Leni Riefenstahl (!). Das Ausrufezeichen
s t a m m t e v o n S c h w a r z e r ( u n d fehlt a u c h n i c h t i m N a c h -
d r u c k s e c h s J a h r e s p ä t e r ) , die i h r e n A b s c h e u v o r d e r
Porträtfotografin des Arbeitssklavenhalters aber schon
lange vergessen hat und eine NS-Kontinuität nicht mal
m e h r e r k e n n t , w e n n sie i h r die H a n d s c h ü t t e l t . E i n e
F r a g e , bei d e r G e l e g e n h e i t , w o r ü b e r d e r A r c h i t e k t u n d
die A b b i l d n e r i n d e r R e i c h s p a r t e i t a g e d e n n s o g e p l a u d e r t
h a b e n a n l ä ß l i c h d e s ZEIT-Klassentreffens, k o m m t d e r
Frau, der irgendwann Anfang der 80er etwas auffiel,
n i c h t i n d e n S i n n . Sie ist n ä m l i c h m ä c h t i g b e s c h ä f t i g t
damit, einen wirklich offenen Blick [...] zu richten.
Ich begann, genauer hinzusehen und hinzuhören.
Jetzt, im November 1998, hatte ich einen Anlaß: Im
Filmmuseum Potsdam wird die erste Riefenstahl-Retro-
spektive in Deutschland gezeigt. Die Erregung ist vor-
programmiert. Und die Voreingenommenheit auch. Dem
m u ß begegnet werden, daran hat Schwarzer, die, unbe-
stritten, noch nie gekniffen hat, w e n n es galt, Tabus zu
brechen, keinen Zweifel mehr. Vorgestern der Para-

113
g r a p h 2 1 8 , h e u t e d e r » T r i u m p h d e s W i l l e n s « , die U n t e r -
s c h i e d e s i n d , v o n d e m N i v e a u a u s , a u f d e m die b e k e n -
nende Dönhoff-Verehrerin sich mittlerweile befindet,
k a u m als g r a d u e l l e zu e r k e n n e n . »Wer sich Ärger ein-
handeln möchte, sollte ein Buch über Leni Riefenstahl
schreiben«, notiert [...] Ausstellungsmacherin Bärbel
Dalichow [...] Ich entschloß mich, selbst mit Riefenstahl
zu reden.
D i e s e r L ö w i n n e n m u t vor e i n e m S p r e c h v e r b o t , d a s sich
die R e c h t e n i e a u f e r l e g t h a t u n d d e s s e n A b s c h a f f u n g
e b e n die R e t r o s p e k t i v e i n P o t s d a m ( s o w i e e i n e s i m u l t a -
ne in Köln) aufs deutlichste verkündet, diese lächerliche
S i m u l a t i o n v o n C o u r a g e , w o e s d o c h s p ä t e s t e n s seit
Bianca Jaggers flammendem Bekenntnis, Mitte der
Siebziger, z u » d i e s e r F r a u m i t s o l c h e n k r e a t i v e n Kräf-
ten« eher schon Schneid erfordert, faschistische Propa-
g a n d a , s t a t t »cool« o d e r » P o p « , w e i t e r h i n d e n giftigen
D r e c k zu n e n n e n , d e r sie ist — A l i c e S c h w a r z e r s K ä m p f e -
rinnenpose angesichts dieser Frau, dieses Werks und
d i e s e s L a n d e s , d a s die a n g e b l i c h Gehetzte n i e v e r k o m -
m e n l i e ß , i m G e g e n t e i l , e n t w e r t e t z w a r n i c h t die M e r i -
t e n , die S c h w a r z e r e i n s t m a l s e r w a r b , e r l a u b t a b e r die
F r a g e , o b e i n e j o u r n a l i s t i s c h e K a r r i e r e , die i m K a f f e e -
k r ä n z c h e n m i t L e n i R i e f e n s t a h l gipfelt, n i c h t a u c h o h n e
d e n bestialischen H a ß , d e n S c h w a r z e r e h e d e m a u s z u h a l -
t e n h a t t e , o h n e die » M e n s c h e n h a t z « ( C h r i s t i a n S c h u l t z -
G e r s t e i n ) , die n a c h d e m Kleinen Unterschied ( 1 9 7 5 ) a u f
sie eröffnet w o r d e n w a r , z u h a b e n g e w e s e n w ä r e .
I h r A r b e i t s c r e d o f o r m u l i e r t e A l i c e S c h w a r z e r 1985 so:
Es ging und geht mir um einen Journalismus, der seine
politische Funktion transparent macht und bewußt er-
füllt. D a r f m a n u n t e r s t e l l e n , d a ß sie d i e s e P h r a s e , h e r -
eingeweht aus einer sagenhaft banalen Medienkritik,
die m a l g r ä ß l i c h i n M o d e w a r , als die b e t e i l i g t e n K r i t i -
ker noch vergeblich um einen Platz am Fleischtrog an-
standen, ernst gemeint hat? Mit Leidenschaft? Dann
d ü r f t e i h r R i e f e n s t a h l - S t ü c k g e t r o s t als A b s c h i e d u n d

114
U b e r w i n d u n g dieser M a x i m e z u w e r t e n s e i n , b e w u ß t - , j a
besinnungslos seiner politischen Funktion - der zur
forcierten Normalisierung Deutschlands - , transparent
allein i n s e i n e m B e m ü h e n , d e n F r a u e n , die n o c h E M M A
l e s e n , allen E r n s t e s e i n e f a n a t i s c h e H e r r e n m e n s c h i n als
Vorbild zu empfehlen. Einen Journalismus gelobte
S c h w a r z e r ' 8 5 , der sich gegen die Lüge von der Objektivi-
tät wendet und damit die Spielregeln bricht, die nur
denen nutzen, die sie aufgestellt haben. Heute, als ge-
fragter Talkshowgast, Quizclownin, zwiefach Biogra-
phierte, Karnevalsprinzessin und Verdienstkreuzträge-
r i n , als J o u r n a l i s t i n a l s o , d i e n a c h allen R e g e l n m i t s p i e l t
und gar nicht daran denkt, ein S y s t e m zu verändern,
d a s e b e n n i c h t s o ist, w i e e s ist, w e i l e s d e n M ä n n e r n
dient, sondern weil der Kapitalismus, der alte H e r m -
a p h r o d i t , e s s o b r a u c h t , h e u t e p l ä d i e r t sie i m U m g a n g
mit einer Nazi-Ikone für einen wirklich offenen Blick
u n d genaue Kritik - d i e o b j e k t i v e G e s t e , d i e in d e r T a t
e i n e L ü g e ist, r e g i e r t d i e R i e f e n s t a h l - H o m m a g e s o r i g i d ,
daß praktisch kein Satz darin vorkommt, der nicht ver-
kitscht wäre, schönredete, verleugnete oder kurzerhand
fälschte.
M ö g e n einige der vielen D u m m h e i t e n u n d Dreistigkei-
ten im neueren Werk Alice Schwarzers noch zu »ent-
s c h u l d i g e n « s e i n d u r c h d i e objektiven B e d i n g u n g e n d e r
b ü r g e r l i c h e n M e d i e n , d e n e n sie s i c h m i t H a u t u n d H a a r
ergeben hat, k a n n am Titelstück der J a n u a r - ' 9 9 - E M M A
k a u m e i n W o r t als b l o ß e s P r o d u k t d e r a l l w a l t e n d e n
Medienmaschine mehr gerechtfertigt werden. Denn
S c h w a r z e r u n t e r l ä ß t d a s , w a s d o c h d a s m i n d e s t e ist, u m
einen Unterschied des bürgerlichen Journalismus von
offener D e m a g o g i e noch markieren zu k ö n n e n : eine
Recherche. Offenbar über kein anderes Material ver-
fügend als den Begleitband zur P o t s d a m e r S c h a u , tut
S c h w a r z e r s o , als w i s s e sie m e h r als d e s s e n A u t o r e n u n d
u n t e r s c h l ä g t l e i c h t h i n , w a s sie d a r a u s e r f a h r e n h a t , i h r
j e d o c h nicht in den K r a m paßt. Die großteils solid bis

115
v o r z ü g l i c h g e a r b e i t e t e n E s s a y s d e s B u c h e s , die A k r i b i e
u n d Q u e l l e n s o r g f a l t , die z u m a l C l a u d i a L e n s s e n u n d
Felix Moeller in biographischen Angelegenheiten der
Riefenstahl walten lassen, sind Schwarzer so u n a n g e -
n e h m , j a ä r g e r l i c h , d a ß sie, die k e i n p l a t t e s P s y c h o g e -
s e i c h a u s l ä ß t , u m i h r e Leni w e i ß z u w a s c h e n , L e n s s e n s
hochpräzisen und nüchternen Aufsatz zu »Leben und
Werk« einer unterschwelligen Voreingenommenheit und
permanenten Psychologisierung zeiht. Schwer zu sagen,
w a s h i e r w i d e r l i c h e r a n m u t e t : die D e n u n z i a t i o n d e r
Konkurrentin oder die schamlose Unredlichkeit des
Verfahrens.
D i e A p o l o g e t i n k o l p o r t i e r t - o f f e n b a r a n n e h m e n d , es
k a m ' i h r s c h o n k e i n e r a u f die S c h l i c h e - , R i e f e n s t a h l
h a b e nur ein einziges Mal im Auftrag der N S D A P ins-
z e n i e r t , u n d z w a r » T r i u m p h d e s W i l l e n s « ( 1 9 3 4 ) , weniger
aus politischem Interesse ... und eher in der Hoffnung,
danach die Freiheit zu haben, »nie mehr Filme für die
Partei machen zu müssen«.
Tatsächlich hatte Riefenstahl schon 1933 d e m Führer
einen Parteitagsfilm geschenkt, »Sieg des Glaubens«,
u n d l e g t e i h m 1 9 3 5 m i t »Tag d e r F r e i h e i t « e i n e w e i t e r e
glühende Beschwörung der NS-Religion zu Füßen, (»Am
E n d e v o n >Sieg d e s Glaubens««, referiert L e n s s e n , »sieht
m a n eine Hakenkreuzfahne in den Wolken, am E n d e
v o n >Triumph d e s Willens« d e n R e i c h s a d l e r - d i e s e s M a l
b i l d e t e i n e Fliegerstaffel e i n H a k e n k r e u z , d a z u ist d a s
D e u t s c h l a n d l i e d zu h ö r e n . « ) 70 Jahre Arbeit, davon drei
Monate im Dienste Hitlers - und sie gilt lebenslang als
Nazi-Künstlerin. Klagt Schwarzer tief erschüttert, wo-
möglich sogar mit der Riefenstahl-Filmographie vor
sich.
W i d e r b e s s e r e s W i s s e n - d a s i h r u n t e r s t e l l t sei, w e i l
sie a n d e r n f a l l s als i g n o r a n t e I d i o t i n n o c h z u f r e u n d l i c h
apostrophiert wäre - betet Alice Schwarzer jede der
S a g e n u n d L ü g e n n a c h , d i e R i e f e n s t a h l seit '45 u m s i c h
und ihr Werk verbreitet. Dem »Triumph des Willens«

116
folgt 1936 der Auftrag (des IOC), einen Film über die
Olympischen Spiele in Berlin zu drehen. Beim Historiker
M o e l l e r , d e r für d e n A u s s t e l l u n g s b a n d die V e r b i n d u n -
g e n R i e f e n s t a h l s z u r P a r t e i s p i t z e u n t e r s u c h t h a t , liest
sich d a s a n d e r s : » S c h o n b e v o r die e r s t e n G o e b b e l s - T a g e -
b ü c h e r b e k a n n t w u r d e n , w a r e i n e w e i t e r e L e g e n d e ...
nicht m e h r zu halten. (Beim Olympiafilm) handelte es
sich n i c h t u m e i n e u n a b h ä n g i g e A r b e i t i m A u f t r a g d e s
Olympischen Komitees, sondern um einen Staatsauf-
tragsfilm des Propagandaministeriums ...« 4 0 0 . 0 0 0
Reichsmark Gage plus Zulagen spendierte Goebbels der
w i l l i g e n H e l f e r i n für d a s S t ü c k , i n d e m die ä s t h e t i s c h e n
Ideale des Nationalsozialismus so vollendet abgebildet
waren wie vormals in den Parteitagsstreifen seine rest-
los ä s t h e t i s i e r t e I d e o l o g i e .
» D i e r e i n e O b e r f l ä c h e ist s c h o n die A u s s a g e « , k o n s t a -
tiert Georg Seeßlen in Tanz den Adolf Hitler (1994),
»(Riefenstahls) Körper- und Heldenbilder, ihre Orna-
mente von Massen und Formen, ihre Raumerfahrungen
u n d -Ordnungen ... l a s s e n n i c h t s a n d e r e s z u , w e i s e n a u f
n i c h t s a n d e r e s als sich s e l b s t , s c h l i e ß e n alles a n d e r e
a u s . J e d e s B i l d ... v o n L e n i R i e f e n s t a h l ist e i n e G e w a l t -
tat, die v o l l s t ä n d i g e E r s e t z u n g d e r o r g a n i s c h e n W e l t
d u r c h die k r i e g e r i s c h e P o s e . « S c h w a r z e r sieht d a s , s a g e n
wir mal, nicht so: Der zweiteilige Dokumentarfilm »Fest
der Völker« und »Fest der Schönheit« verwandelt simplen
Sport in hehre Kunst und setzt bis heute Maßstäbe in der
Sportberichterstattung.
Die Obszönität der Riefenstahlschen Bilder, diese
endlose Serie symbolischer Erektionen, Penetrationen
u n d E j a k u l a t i o n e n , all die s a d o m a s o c h i s t i s c h e n I n s p i r a -
t i o n e n u n d die b i s z u m E x z e ß s e x u a l i s i e r t e M i s e - e n -
s c e n e will die » P o r N o « - A k t i v i s t i n n i c h t e i n m a l w a h r -
n e h m e n . Z u m » T r i u m p h d e s W i l l e n s « fällt i h r s t a t t d e s -
s e n d i e s e i n : . . . ein Film, der so göttlich war, wie sich die
Nazis gerne selbst sahen... anonyme irdische Menschen,
verklärt zur heroischen Verkörperung einer großen Idee.

117
D e n N a t i o n a l s o z i a l i s m u s als e i n e g r o ß e I d e e z u b e z e i c h -
n e n , h ä t t e selbst B r o d e r i h r n i c h t z u g e t r a u t . D o c h die
hemmungslose Identifikation m i t d e m G e g e n s t a n d -
v u l g o : d e r offene Blick - n i m m t S c h w a r z e r alle B e d e n -
k e n ; d e r f o l g e n d e A b s a t z steht n i c h t e t w a i n e i n e m S k i n -
h e a d - F a n z i n e , s o n d e r n in E M M A : (Als) die Nazis an die
Macht kamen, schwärmte Leni Riefenstahl für den Füh-
rer, wie Millionen andere Deutsche auch. Nur bei ihr
kam hinzu - der Führer schwärmte auch für Leni. Ihre
archaischen, mythischen, poetischen Bilder brachten ihn
zum Träumen.
D e r Führer, ein heimlicher Schwärmer. Mit einer
g r o ß e n I d e e ... G a b e s d e n n k e i n e e i n z i g e R e d a k t e u r i n ,
die r a s e n d e C h e f i n z u r R ä s o n z u b r i n g e n ? Ist d o r t , i n
Köln, Alteburger Straße, nach den zahlreichen Vernich-
t u n g s p h a n t a s i e n , die w ä h r e n d d e r l e t z t e n J a h r e als
n e o f e m i n i s t i s c h e A n a l y s e v e r h ö k e r t w u r d e n (»Ich k a -
s t r i e r u n d s e z i e r d i c h « , 2 / 9 6 ; » E i n e Waffe h a b e n . U n d
w e n n e r d a n n d a s t e h t , sie a u s d e r T a s c h e z i e h e n . L a n g -
s a m , cool. G e n i e ß e n , w i e s i c h s e i n e s e l b s t g e f ä l l i g e A r r o -
ganz, seine Bedrohlichkeit, in Angst verwandelt. Seine
Angst. Ihn das Fürchten lehren. Zielen. Abdrücken.
Vielleicht wirklich abdrücken«, 6/96; »Rapperin Alina:
e n d l i c h K l a r t e x t « : » T ö t e t alle K i n d e r s c h ä n d e r / in u n s e r
aller H e r r e n l ä n d e r « , 3/98) — ist d o r t i n z w i s c h e n j e d e f r a u
wahnsinnig geworden?
Einer der ersten Sätze, die Riefenstahl ...zu mir sagt,
ist: »Ich möchte auf keinen Fall, daß Sie denken, ich
wolle mich rehabilitieren.« Nein. Wie oft soll sie es auch
noch sagen. U n d sie m u ß die R e h a b i l i t a t i o n g a r n i c h t
w o l l e n ; d a s G e s c h ä f t e r l e d i g t , o h n e N o t u n d voll s o l i d a -
risch, Alice Schwarzer. Warum ... wird gerade Riefen-
stahl zum Symbol für die nicht geleistete Trauerarbeit
von Millionen! Ist es, weil die angeblich besondere
Schuld dieser einen Frau den Wahn der Millionen Män-
ner verdeckt?
Fünf Propagandafilme für die Nazis, herzliche

118
F r e u n d s c h a f t z u Hitler, b e s t e s B e n e h m e n m i t d e r g e -
samten politischen Elite, kein Wort der Reue nach dem
Krieg, nur G e j a m m e r u n d ein unermüdliches Prozessie-
r e n u m die V e r l e i h r e c h t e a n i h r e r b r a u n e n W a r e - d o c h
S c h w a r z e r p h a n t a s i e r t s i c h die e x e m p l a r i s c h e F a s c h i -
stin als a r m e S ü n d e n z i e g e z u r e c h t . Die offenbare R i e f e n -
s t a h l - L ü g e , d e r N a t i o n a l s o z i a l i s m u s sei i h r i m G r u n d e
f r e m d g e w e s e n , P o l i t i k n i e i h r e S a c h e , die »Verstri-
ckung« ins R e g i m e das fatale Resultat einer »dämoni-
s c h e n « M e s m e r i s i e r u n g d u r c h Hitler, w i r d v o n S c h w a r -
zer affirmativ ü b e r n o m m e n u n d s o g a r ü b e r h ö h t . Sie will
i n d e r T ä t e r i n e i n O p f e r s e h e n , weil e s Täterinnen i m
R e i c h d e s Männerwahns n i c h t g e b e n k o n n t e ( a u c h d a s
w u ß t e sie, z u Z e i t e n d e s M a j d a n e k - P r o z e s s e s , e i n m a l
b e s s e r ) . S i e stilisiert, m i t w e i t m e h r P h a n t a s i e als B e -
weisen, Riefenstahl z u m schier prototypischen Opfer
männlicher u n d sexueller Gewalt u n d scheut sich nicht,
die V i t a i h r e r L e n i s o l a n g e z u v e r b i e g e n , b i s e s d e r
9 6 j ä h r i g e n für e i n e E h r e n m i t g l i e d s c h a f t i m W N k n a p p
reichen könnte.
Die erhaltenen Zeugnisse über Riefenstahl und ihre
herzlichen Kontakte zu diversen Nazigrößen wie Speer
oder Martin Bormann erwähnt Schwarzer nicht, obwohl
e i n i g e d a v o n ihr, i m A u s s t e l l u n g s b a n d , v o r l a g e n . D i e
M y t h i s i e r u n g , die sie i m N a m e n u n d n a c h d e m Vorbild
der Traum-Frau betreibt, läßt eine Geschichtsschrei-
b u n g n i c h t z u , die a u t h e n t i s c h e n Q u e l l e n e h e r v e r t r a u t
als e i n e r n o t o r i s c h e n L e u g n e r i n . D a ß J u l i u s S t r e i c h e r
bei R i e f e n s t a h l e i n - u n d a u s g i n g , sie d u z t e u n d m i t m e h r
als f r e u n d l i c h e n B r i e f e n b e d a c h t e , v e r s c h w e i g t A l i c e
S c h w a r z e r e b e n s o w i e die z a h l r e i c h e n w o h l w o l l e n d e n
Tagebucheintragungen Joseph Goebbels' über die
Reichsregisseurin.
L i e b e r k ä u t sie d e r e n a l t e M ä r v o n d e m ihr brutal
nachstellende(n) Goebbels w i e d e r , d e r L e n i i m m e r z u an
die W ä s c h e w o l l t e , s t a n d h a f t a b g e w i e s e n w u r d e u n d sie
mit w a c h s e n d e m H a ß verfolgte, peinigte u n d boykottier-

119
te. Das klingt im Tagebuch der »Verkörperung des M e -
p h i s t o « ( R i e f e n s t a h l ) d o c h e i n w e n i g a n d e r s : » . . . bei Frl.
R i e f e n s t a h l O l y m p i a f i l m z, T. a n g e s c h a u t . U n b e s c h r e i b -
l i c h g u t . ... E i n e g a n z g r o ß e L e i s t u n g . ... D i e L e n i k a n n
schon sehr viel. Ich bin begeistert. U n d Leni sehr glück-
lich« (Notiz v o m 24.11.37).
D i e L e n i aber, die » s c h o n s e h r v i e l « k a n n u n d die d e r
A l i c e 1998 e r z ä h l t , sie h a b e seit 1 9 3 9 » A g g r e s s i o n e n «
g e g e n Hitler e m p f u n d e n , denn sie »haßt Kriege«, d i e s e l b e
Riefenstahl, v o n der S c h w a r z e r betroffen berichtet: Auch
sie selber kann dem Grauen nicht mehr immer aus dem
Weggehen. Dreharbeiten an der Front in Polen bricht sie
nach zwei Tagen ab, nachdem sie ... nach ihren eigenen
Worten in den Kriegswirren von einem deutschen Sol-
daten mit den Worten bedroht wurde: »Schieß das Weib
nieder!« — d i e s e L e n i R i e f e n s t a h l telegrafiert am 14.
J u n i 1 9 4 0 ins F ü h r e r h a u p t q u a r t i e r : » M i t u n b e s c h r e i b l i -
c h e r F r e u d e , t i e f b e w e g t u n d erfüllt m i t h e i s s e m D a n k ,
erleben wir mit Ihnen mein Führer, Ihren und Deutsch-
lands grössten Sieg, den Einzug Deutscher Truppen in
P a r i s . M e h r als j e d e V o r s t e l l u n g s k r a f t m e n s c h l i c h e r
F a n t a s i e v o l l b r i n g e n Sie T a t e n , die o h n e g l e i c h e n i n d e r
G e s c h i c h t e d e r M e n s c h h e i t s i n d , w i e sollen w i r I h n e n
n u r d a n k e n ? G l ü c k w ü n s c h e a u s z u s p r e c h e n , d a s ist viel
z u w e n i g , u m I h n e n die G e f ü h l e a u s z u s p r e c h e n , die
mich bewegen.«
In Kenntnis solcher Dokumente versteigt Schwarzer
sich z u d e r L i e b l i n g s b e h a u p t u n g aller R i e f e n s t a h l - A p o -
stel: Wären nicht die Nationalsozialisten 1933 an die
Macht gekommen, sondern die Kommunisten -Leni Rie-
fenstahl wäre vermutlich neben Sergej Eisenstein... eine
Ikone der roten Filmkunst geworden. Und sie hätte wohl
einen nicht minder beflügelten Film über einen roten
Parteitag geliefert, wie sie ihn... den Braunen ablieferte.
Der brillante Werkvergleich beider Regisseure, den
Oksana Bulgakowa im Begleitband zur Potsdamer A u s -
s t e l l u n g v o r l e g t e u n d der f u n d a m e n t a l e D i s k r e p a n z e n i n

120
beider Ästhetik benennt, schert Schwarzer ebensowenig
wie Siegfried Kracauers nicht gerade verschollenes
Standardwerk zur faschistischen Filmästhetik, Von
Caligari zu Hitler ( 1 9 4 7 ) . L e n i R i e f e n s t a h l g e h ö r t e d e m
Nationalsozialismus mit Leib und einer Art Seele an;
d a ß sie n a c h '45 n u r n o c h e i n e n Spielfilm (»Tiefland«,
1 9 5 4 ) fertigstellte u n d s i c h l i e b e r a u f s F o t o g r a f i e r e n
nackter »Naturvölker« und stummer Meerestiere ver-
l e g t e , w a r n i c h t die K o n s e q u e n z i h r e r i n n e r e n Z w e i f e l ,
s o n d e r n die e i n e r nie ü b e r w u n d e n e n Affinität z u m S S -
Staat und seiner Ideologie.
Z u m S c h l u ß ihres i r r w i t z i g e n A r t i k e l s s c h e i n t S c h w a r -
zer fast e i n e A h n u n g d a v o n zu b e s c h l e i c h e n : Da sieht
man die weit über 90jährige im Tauchanzug, wie sie sich
... (einem) Rochen nähert. Der Fisch hat einen Durch-
messer von anderthalb Metern und einen Schwanz wie
ein Schwert. Er kann mit einem Schlag einen Menschen
töten. Ein Fall für Leni.
D o w n , d o w n , down. Wird dieser Fall niemals aufhö-
ren? Wahrscheinlich nicht, solange das faschistische
Bild, an d e m Riefenstahl maßgeblich mitinszeniert hat,
seine faszinierten Fans von M a d o n n a über R a m m s t e i n
bis n u n a u c h A l i c e S c h w a r z e r f i n d e t u n d s o l a n g e e i n e
G r a b e s r u h e h e r r s c h t i m n e u e n D e u t s c h l a n d , w e n n die
L e i h m u t t e r d e r N a t i o n f r e c h w e g h i n s c h m i e r t : Ohne das
mörderische Zwischenspiel des Tausendjährigen Reiches
würde die Riefenstahl-Euphorie heutzutage vermutlich
noch viel weiter gehen.
D e n N a t i o n a l s o z i a l i s m u s n u n a b e r m a l als Z w i s c h e n -
spiel b e i s e i t e l a s s e n , um e i n e so begabte N a z i - K ü n s t l e r i n
für d e n K u l t u r - u n d T r a d i t i o n s b e s t a n d d e r B e r l i n e r
R e p u b l i k zu r e t t e n (ihr früher Autorenfilm [!] »Das blaue
Licht« von 1932 wäre ein Kultfilm der Frauenbewegung
wie der Ökobewegung), die Ergebenheitsadressen der
R i e f e n s t a h l a n i h r e n g e l i e b t e n F ü h r e r als e i n e d e r g r o -
ßen platonischen R o m a n z e n des Säkulums anschmach-
ten, um diesem Führer auch einmal eine menschliche

121
Seite a b g e w i n n e n zu können, u n d jetzt evtl. endlich ein
radikalfeministisches Porträt der armen Eva Braun
verfassen... D a s w ä r e n Aufgaben, die auch d e m Fall der
A l i c e S c h w a r z e r e i n e F o r t s e t z u n g (die aber, w i e g e s a g t ,
nur ein Epilog sein k a n n ) gewährleisteten.
Deutsche sein nach Auschwitz, daran rieb ich mich,
politisch wie menschlich, schon sehr früh wund — die
W u n d e n , m i t d e n e n sie 1985 n o c h r e n o m m i e r t e , s i n d
verheilt, nicht mal N a r b e n m e h r zu sehen. Ihr entspann-
tes Verhältnis zur moralischen Repression, anläßlich
v o n »PorNo!« 1 9 8 7 g e ä u ß e r t ; i h r e F r e u d e ü b e r d i e e i n -
heimische Golfkriegsopposition '91, verbunden mit d e m
ö f f e n t l i c h e n B e k e n n t n i s , sie sei zum ersten Mal in mei-
nem Leben stolz Deutsche zu sein; i h r e e k e l e r r e g e n d
devote Dönhoff-Liebeserklärung '96, in der die greise
Gräfin jeglichen Feudalhirnschamott unwidersprochen,
nicht selten abgenickt von der Autorin, ausbreiten darf
(Auch Marion Dönhoff findet die ganzen »Nürnberger
Prozesse« höchst fragwürdig. »Die Alliierten wollten es
den Deutschen mal so richtig zeigen....«In Nürnberg, so
sieht es Dönhoff auch heute noch, »wollten sie die Guten
von den Schlechten trennen. Da sie den deutschen Wider-
stand leugneten, gab es für sie keine Guten - und so
geriet die ganze Veranstaltung zu einer Art Vernichtung
der Deutschen . . . « ) ; S c h w a r z e r s E n g a g e m e n t z u r s e l b e n
Zeit für lebenslange Sicherheitsverwahrung von Rinder-
s c h ä n d e r n u n d g e g e n eine l i b e r a l e S t r a f p r o z e ß o r d n u n g
(Ausschließliche Zulassung von spezialisierten Psych-
iatern als Gerichtsgutachter!) und das berüchtigte EM-
M A - D o s s i e r ü b e r die H e r r l i c h k e i t , Soldatin zu sein,
gleichfalls im Dönhoff-Coming-out-Jahr erschienen;
schließlich die Romy-Schneider-Biographie von 1998,
dieser sogar für Schwarzers Verhältnisse u n v e r s c h ä m t
s c h l u d r i g e Text (Romy Schneider ist mit ihren abgründi-
gen Unwertgefühlen also keine Ausnahme ... Ein paar
Wochen lang sieht es so aus, als würde der Schmerz sie
niederknüppeln), d e r i n j e d e r Z e i l e d a r u m b e t t e l t , s e i n e r

122
V e r f a s s e r i n die M o d e r a t i o n v o n » M o n a Lisa« o d e r w e n i g -
stens »Herzblatt« anzutragen -
- all d i e s e S t a t i o n e n m u ß t e A l i c e u n t e r d e m G r u n d
passieren, um hinab, hinab, hinab nach Pöcking zu
g e l a n g e n , w e g v o n d e r L i n k e n u n d d e m Radikalfeminis-
mus, w e i t e r u n d w e i t e r u n d w e i t e r w e g ; all d i e s e A v e n -
t i u r e n d e s w e r t r e a k t i o n ä r e n M i t t e l s t a n d e s m u ß t e sie
b e s t e h e n , u m als die n e u e R e c h t e e n d l i c h s o g a r v o n L e n i
Riefenstahl registriert u n d e m p f a n g e n zu w e r d e n , von
d i e s e r erprobten, aber gefährlichen Mischung. »So Alice
r a n off, t h i n k i n g w h i l e s h e r a n ( a s w e l l s h e m i g h t ) w h a t
a w o n d e r f u l d r e a m it h a d b e e n . «

123
Bibliographie

Alice Schwarzer: Der »kleine Unterschied« und seine


großen Folgen. Frauen über sich - Beginn einer Befrei-
ung. E r w e i t e r t e A u s g a b e . F r a n k f u r t a. M. 1 9 7 7
Alice S c h w a r z e r : So fing es an! 10 Jahre Frauenbewe-
gung. K ö l n 1 9 8 1
Alice Schwarzer: Mit Leidenschaft. Gegen Männergewalt
und Männermedien / Gegen den kleinen Unterschied
und die große Wende I Gegen Partnerschafts-Lüge und
Neue Weiblichkeit I Gegen Bonner Popanze und alter-
native Paschas / Gegen Männer-Macht und Frauen-
Ohnmacht I Für Selbstbestimmung und gleiche Rech-
te! R e i n b e k bei H a m b u r g 1 9 8 5
Alice Schwarzer: Warum gerade sie? Weibliche Rebellen
-15 Begegnungen mit berühmten Frauen. Frankfurt a.
M.1989
Alice Schwarzer (Hrsg.): Krieg. Was Männerwahn an-
richtet und wie Frauen Widerstand leisten. Frankfurt
a. M . 1 9 9 2
Alice Schwarzer: Marion Dönhoff. Ein widerständiges
Leben. Köln 1996
A l i c e S c h w a r z e r : So sehe ich das! K ö l n 1 9 9 7
Alice Schwarzer: Romy Schneider. Mythos und Leben.
Köln 1998

125
Das Nachwort »Berüchtigt« ist die revidierte Fassung eines
Artikels für KONKRET 3/99.
Schmankerl am äußersten Rande: Die Redaktion versah
mein Stück seinerzeit mit der Autorenzeile: »Kay Sokolowsky
schrieb in KONKRET 2/99 über Utopien im Krabbeltierfilm«.
Gemeint war eine Sammelkritik der Trickfilme »Das große
Krabbeln« und »AntZ«. - Die Schlußseite von E M M A 3/99 -
unter dem Rubrum »Die lieben Kolleginnen« nach alter Übung
Schwarzerfeindliche Pressezitate versammelnd, die sich dort
von selber richten sollen - brachte drei Absätze aus meinem
Text, die zwar der Chronologie des Originals nicht folgten,
dafür aber auch nichts enthielten, was der Chefin wirklich
unangenehm werden konnte. Die EMMA-Redaktion klebte
unters Zitat diese Autorenzeile: »Kay Sokolowsky (Experte für
Krabbeltierfilme)«. In dubio bleibt halt alles beim Alten: Erst
kommen Alice und EMMA, dann die Laudatoren, Clacqueure,
Spezis usw., und ganz am Schluß stehen die Experten für
Krabbeltierfilme. Die durchschnittliche Leserin reagierte pro-
grammgemäß: Barbara Thiel teilte aus Stuttgart mit, sie sei
entsetzt darüber, »wieviel Gift die lieben Kolleginnen versprit-
zen«, und sie habe »Frau Schwarzer auch noch nie als >erbärm-
lich schlechte Schreiberin< erlebt« (EMMA 4/99). Ob hier das
Geheimnis liegt, welches sich mir nie erschlossen hat? Daß
man Schwarzers Episteln »erleben« muß statt lesen?

126
Aus der Reihe Critica Diabolis

21. Hannah Arendt, Nach Auschwitz, 26.-DM


33. Wolfgang Pohrt, Das Jahr danach, 36.-DM
36. Eike Geisel, Die Banalität der Guten, 26.-DM
37. Bittermann (Hg.), Der rasende Mob, 24.- DM
44. Das Wörterbuch des Gutmenschen Bd.l, 28.-DM
45. Bittermann (Hg.), Serbien muß sterbien, 28.-DM
50. Harry Mulisch, Die Zukunft von gestern, 10.-DM
52. Rebecca West, Gewächshaus mit Alpenveilchen, 32.-DM
53. Das Wörterbuch des Gutmenschen Bd.2, 28.-DM
55. Wolfgang Pohrt, Theorie des Gebrauchswerts, 34.-DM
56. Mathias Wedel, Erich währt am längsten, 26.-DM
57. Georg Seeßlen, Natural Born Nazis, 28.-DM
59. Bittermann/Roth (Hg.), Wieder keine Anspielstation, 28.-
60. Guy Debord, Panegyrikus, 32.-DM
61. Albert Hefele, Grauenhafte Sportarten, 24.-DM
62. Susanne Fischer/Fanny Müller, Stadt Land Mord, 10.-DM
63. Jane Kramer, Unter Deutschen, 10.-DM
65. Guy Debord, Die Gesellschaft des Spektakels, 40.-DM
66. Fritz Eckenga, Kucken, ob's tropft, 24.- DM
68. Wolfgang Pohrt, Brothers in Crime, 32.- DM
70. Fanny Müller, Das fehlte noch! 28.-DM
71. Kay Sokolowsky, Who the fuck is Alice Schwarzer, 24.-DM
73. Robert Kurz, Dabeisein ist alles, ca. 28.-DM
74. Kurt Scheel, Ich & John Wayne, 39.80 DM
75. Eike Geisel, Triumph des guten Willens, 30.-DM
76. Kahl/Schneider, Böse Mädchen kommen überall, 24.-DM
77. Fritz Eckenga, Ich muß es ja wissen, 24.-DM
78. Hefele/Roth, Alle meine Endspiele, 30.- DM
79. Susanne Fischer, Versuch über die Sahnetorte, 26.- DM
80. Das Who's who peinlicher Personen, Jahrbuch 98, 26.-DM
81. Elke Schubert (Hg.), Wenn Frauen zu sehr schreiben..., 24.-
82. Bittermann/Roth (Hg.), Journalismus als Eiertanz, 34.-DM
83. Roger Willemsen, Bild dir meine Meinung, 32.- DM
85. Robert Kurz, Die Welt als Wille und Design, 28.-DM
86. Wie Dr. Joseph Fischer lernte, die Bombe zu lieben, 30.-
87. Bittermann (Hg.), It's a Zoni, 26.- DM
88. Das Who's who peinlicher Personen, Jahrbuch 99, 26.- DM
89. Henscheid, Meine Jahre mit Sepp Herberger, 39.80 DM
90. Wiglaf Droste, Bombardiert Belgien! 28.-DM
91. Fritz Tietz, Die Kunst einen Papst zu erlegen, 24.-DM
92. Joe Bauer, Ich gebe alles. Ein mentaler Anpfiff, 28.-DM
93. Klaus Bittermann (Hg.), Meine Regierung, 28.-DM
94. Christian Gasser, Mein erster Sanyo, 28.- DM
95. Das Who's who peinlicher Personen, Jahrbuch 2000, 26.-
96. Arnulf Rating, Das haben wir gerne, 28.-DM

Aus der Reihe

Klaus Bittermann (Hg.)


Vom Feeling her ein gutes Gefühl, 18.- DM

Michael Rudolf,
1516 Biere. Der Atlas für die Bierwelt, 28.- DM

Michael Rudolf,
Chefarzt Dr. Fischer im Wechselbad der Gefühle, 24.- DM

Achim Greser,
Der Führer privat, 29.80 DM

Fritz Eckenga & Günther Rückert


Mona Lisa muß neu geschrieben werden, 32.- DM

I n t e r n e t : http://www.txt.de/tiaiiiat