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Política Nacional da Atenção Básica PNAB

Universidade Vale do Rio Verde Curso de Enfermagem Prof. André Luiz de Miranda

Não há como pensarmos em organização e realização de

ações de saúde, sem antes estabelecermos consensos de

qual conceito de SAÚDE estamos tratando!!!!!!

consensos de qual conceito de SAÚDE estamos tratando!!!!!! Qual é essa ATENÇÃO? Qual é essa Rede

Qual é essa ATENÇÃO?

Qual é essa Rede de Atenção?

Como se organiza a oferta dessa atenção

Qual é esse Sistema de Atenção?

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Saúde-doença e Sociedade

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Saúde-doença e Sociedade Determinantes da saúde-doença

Dahlgren e Whitehead, 1992

Condições sócio-econômicas,

culturais e ambientais

Condições de vida e trabalho

Suporte social

e comunitário

Estilo de vida

Idade, sexo e

fatores hereditários

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Saúde-doença e Sociedade

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Saúde-doença e Sociedade

É preciso conceber um contínuo entre saúde e doença, em

que o fenômeno doença é apenas uma parte (e não restrita

a fatores biológicos), além de ser apenas um episódio da

vida de um indivíduo no qual a variável contínua passa a

ser condições de saúde. É importante compreender que os indivíduos não são saudáveis ou doentes, mas apresentam

diferentes graus de saúde ou doença nas suas condições de vida. E, que estes níveis de condição de saúde podem

variar dependendo da quantidade, da combinação, da

importância e do significado de fatores que o determinam

(que é singular) e, ainda, das condições dos indivíduos de

enfrentá-los.”

WAGNER, G.

“Saúde é um fenômeno clínico e sociológico vivido

culturalmente.”

MINAYO, M.C.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A Saúde é

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A Saúde é um dos direitos fundamentais que

provém a dignidade humana?

COSTITUIÇÃO BRASILEIRA

CAPÍTULO II - Dos Direitos Sociais

Art. 6.º (*) São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, o

lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade

e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta

Constituição.

LOS 8.080 - 1990

TÍTULO I - Das Disposições Gerais

Art. 2º - A saúde é um direito fundamental do ser humano, devendo o

Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno

exercício.

“A Saúde como Direito de Todos e

Dever do Estado”

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Atenção Básica Caracteriza-se

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Atenção Básica

Caracteriza-se por um conjunto de ações promoção

e proteção da saúde, prevenção de agravos,

diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção

da saúde, desenvolvida no individual e nos

coletivos, por meio de práticas gerenciais e

sanitárias democráticas e participativas.

No SUS, se constitui-se como um nível hierárquico

da atenção, que deve estar organizado em todos os

municípios do país.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Deve: Atenção Básica

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Deve:

Atenção Básica

Ser baseada na realidade local

Considerar os sujeitos em sua singularidade, complexidade, integridade e inserção sócio-cultural

Orientar-se:

Pelos princípios do SUS: universalidade, equidade,

integralidade, controle social, hierarquização

Pelos princípios próprios: acessibilidade, vínculo,

coordenação, continuidade do cuidado, territorialização

e adscrição de clientela, responsabilização,

humanização.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Elementos fundamentais dos

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Elementos fundamentais

dos Serviços de Atenção Básica

Capacidade para organizar os serviços e

a rede de atenção

Prestação de serviços

Desempenho clínico

Resultados da atenção

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Saúde da Família

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de

Atenção Básica

Saúde da Família

Constitui uma estratégia para o fortalecimento e organização da APS no Brasil

Possibilita a organização do Sistema

Municipal de Saúde para contemplar os

pontos essenciais de qualidade na ABS

mantendo o foco da atenção nas famílias da

comunidade

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A estratégia Saúde

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A estratégia Saúde da Família

Busca o fortalecimento da atenção por meio da

ampliação do acesso, a qualificação e

reorientação das práticas de saúde no modelo de

Promoção da Saúde

Pró-atividade perante indivíduos, famílias e

comunidade

Foco na Família produção social do processo

saúde-doença

Humanização, Acolhimento, Vínculo e Cuidado

ao longo do tempo Ações de prevenção,

promoção, tratamento, recuperação e manutenção

da saúde

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A estratégia Saúde

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A estratégia Saúde da Família

Integralidade, planejamento e coordenação do

cuidado

Território e comunidade adstrita

Trabalho em equipe

Co-responsabilidade entre profissionais e

famílias assistidas

Estímulo à participação social

Intersetorialidade das ações

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A estratégia Saúde

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A estratégia Saúde da Família

Objetiva

A Reorganização do Modelo de Atenção à Saúde - SUS

A Reorientação das Práticas Profissionais

Com base no conceito ampliado do processo

saúde-doença

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A estratégia Saúde

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A estratégia Saúde da Família

Princípios gerais

Caráter substitutivo

Atuação no território cadastramento,

diagnóstico situacional, ações pactuadas

comunidade, postura pró-ativa

Planejamento e programação

Integração com instituições e organizações

sociais

Construção de cidadania

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica A Produção do

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

A Produção do Cuidado na SF

1. Pró-Atividade na comunidade e

Acolhimento

2. Vinculação das famílias à uma equipe

3. Responsabilização de cada membro da

equipe

4. Vínculo (afetivo e solidário)

planejamento de ações (respeitando os

modos do usuário-família)

5. Plano Terapêutico (medicamentoso, cirúrgico, de promoção e prevenção)

6. Cuidado longitudinal e Auto-cuidado

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Conteúdo

princípios gerais

responsabilidades de cada esfera de governo

infra-estrutura e recursos necessários

características do processo de trabalho

atribuições dos profissionais

diretrizes para educação permanente

regras de financiamento

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Principais Mudanças

Revisão de toda a regulamentação da

Atenção Básica

Revogação de 27 Portarias, reunindo em um único documento quase toda a

regulamentação em vigor

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Principais Mudanças

Saúde da Família definida como estratégia de

organização da AB

Caráter substitutivo da SF em relação à AB

Parâmetro de pessoas por ESF: até 4.000

Integração SB e ESF: responsabilidade pela mesma população e território

Definição de carga horária de 40 horas semanais

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Principais Mudanças

Definição de Infra estrutura e recursos necessários

Educação permanente: responsabilidade conjunta SES e SMS, com recursos das 3 esferas

Responsabilidade Municipal

Definir e implantar o modelo de ABS em seu território

Contratualizar o trabalho em atenção primária

Manter a rede de unidades básicas de saúde em funcionamento (gestão e gerência)

Co-financiar as ações de atenção primária

Alimentar os sistemas de informação

Avaliar o desempenho das equipes de atenção primária sob sua

supervisão.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Responsabilidade Estadual

Acompanhar a implantação e execução das ações de atenção primária em seu território

Regular as relações inter-municipais

Coordenar a execução das políticas de qualificação de

recursos humanos em seu território

Co-financiar as ações de atenção primária

Auxiliar na execução das estratégias de avaliação da

atenção primária em seu território.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Responsabilidade Federal

Elaborar as diretrizes da política nacional de atenção primária em saúde

Co-financiar o sistema de atenção primária

Ordenar a formação de recursos humanos

Propor mecanismos para a programação, controle,

regulação e avaliação da atenção primária

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Principais Mudanças - Financiamento

Definição do Teto Financeiro do Bloco AB diminuição das rubricas

de transferência

Atualização da base populacional IBGE 2005 - PAB

Fim do financiamento por faixa de cobertura: duas modalidades de incentivo para ESF

ESF mod 1R$ 8.100,00 e ESF mod 2 R$ 5.400,00

Compensação de Especificidades Regionais

Definição de irregularidades e fluxos para suas adequações e

suspensão de recursos

Incentivo implantação: ampliação do recurso e uso para investimento e realização do Curso Introdutório

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Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Principais Mudanças - Financiamento

Valores do PAB fixo 13 reais por habitante ano

Um município de 4000 habitantes recebe R4.400,00 por mes

Valor do Incentivo da Saúde da Família R$5.400,00 ou R$8.100,00 por mês, mais R$350,00 por ACS

Valor do incentivo de Saúde Bucal R$1.700,00 ou R$ 2.200,00

Definição de recursos em estruturação das UBS para municípios que:

em suas UBS, recebam alunos de graduação contemplados no PROSAÚDE R$ 100.000,00/curso

tiverem médicos cursando residência em medicina de família e

comunidade, credenciada pela CNRM R$30.000,00/aluno residente

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Financiamento para 4.000 habitantes

1. PAB fixo

Valor do PAB fixo = R$ 13,00 por habitante/ano

4.000 habitantes X R$ 13,00 por habitante/ano = R$ 52.000,00 por ano R$ 52.000,00 por ano / 12 meses = R$ 4.400,00 por mês PAB Fixo

2. PAB Saúde da Família

Critério - 1 equipe SF deve cobrir no máximo 4.000 habitantes

(PNAB)

Valor do PAB SF - Modalidade 1 = R$ 8.100,00 por equipe/mês

Valor do PAB SF - Modalidade 2 = R$ 5.400,00 por equipe/mês

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Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Financiamento para 4.000 habitantes

3. PAB Agentes Comunitários de Saúde

Valor do PAB ACS - R$ 350,00 por ACS/mês em 13 parcelas no ano

R$ 350,00 por ACS/mês x 13 parcelas/ano = R$ 4.550,00 por ACS/ano

Critérios:

3.1. Na Região Norte, Maranhão, Mato Grosso e área rural - 1 ACS deverá

cobrir em média 280 pessoas (PNAB) é a base para cálculo do

financiamento 4.000 habitantes/ 280 pessoas = 14 ACS (máximo de ACS por ESF)

14 ACS por ESF x R$ 4.550,00 por ACS/ano = R$ 63.700,00/ ano

R$ 63.700,00/ ano / 12 meses = R$ 5.308,33/mês

3.2. Demais áreas do país (PNAB) - 1 ACS deverá cobrir em média 400 pessoas (PNAB) é a base para cálculo do financiamento

4.000 habitantes/ 400 pessoas = 6 ACS (mínimo recomendável por ESF)

10 ACS por ESF x R$ 4.550,00 por ACS/ano = R$ 27.300,00/ ano R$ 45.500,00/ ano / 12 meses = R$ 2.275,00/mês

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Financiamento para 4.000 habitantes

4. PAB Saúde Bucal

Critério segue o critério da SF para implantação - 1 equipe SF deve

cobrir no máximo 4.000 habitantes (PNAB)]

Valor do PAB SB - Modalidade 1 (sem THD) = R$ 1.700,00 por equipe/mês

Valor do PAB SB - Modalidade 2 (com THD) = R$ 2.200,00 por

equipe/mês

*THD Técnico de Higiene Dental

Critério - Caso a Saúde Bucal seja da equipe de Saúde da Família da Modalidade 1, essa equipe recebe 50% a mais sobre esses valores

Valor do PAB SB - Modalidade 1 (sem THD) nas ESF M1 = R$ 2.550,00

por equipe/mês

Valor do PAB SB - Modalidade 2 (com THD) nas ESF M1 = R$ 3.300,00

por equipe/mês

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Financiamento para 4.000 habitantes

No mínimo - 4000 habitantes com uma equipe de SF Modalidade 2 e 6 ACS, sem Saúde Bucal recebe por mês do governo federal para atenção básica:

PAB fixo = R$ 4.400,00 por mês PAB Fixo

PAB SF = R$ 5.400,00 por equipe/mês

PAB ACS = R$ 2.275,00/mês

PAB SB = R$ 0,00

Valor mínimo repassado para 4.000 habitantes com SF = R$ 12.075,00 ao mês

No Máximo - 4000 habitantes com uma equipe de SF Modalidade 1 e 14 ACS, e Saúde Bucal Modalidade 2 recebe por mês do governo federal para atenção básica

PAB fixo = R$ 4.400,00 por mês PAB Fixo

PAB SF = R$ 8.100,00 por equipe/mês PAB ACS = R$ 5.308,33/mês

PAB SB = R$ 3.300,00/mês

Valor máximo repassado para 4.000 habitantes com SF e SB (M2) = R$

21.108,33 ao mês

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Implantação de Equipes

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Implantação de Equipes de Saúde da

Família, Saúde Bucal e Agentes

Comunitários de Saúde

BRASIL, FEVEREIRO/2007

Nº ESF 27.035

Nº MUNICÍPIOS - 5.110

Nº ACS 219.636

Nº MUNICÍPIOS - 5.301

- 5.110 Nº ACS – 219.636 Nº MUNICÍPIOS - 5.301 Nº ESB – 15.339 Nº MUNICÍPIOS

Nº ESB 15.339

Nº MUNICÍPIOS 4.324

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

ESF/ACS/SBNº MUNICÍPIOS – 4.324 FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica ESF/ACS ACS SEM

ESF/ACSNº MUNICÍPIOS – 4.324 FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica ESF/ACS/SB ACS SEM

ACSMUNICÍPIOS – 4.324 FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica ESF/ACS/SB ESF/ACS SEM ESF,

SEM ESF, ACS E ESB– 15.339 Nº MUNICÍPIOS – 4.324 FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica ESF/ACS/SB

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução da População

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução da População Coberta por Equipes

de Saúde da Família Implantadas BRASIL

1998

Equipes de Saúde da Família Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005

1999

de Saúde da Família Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE:

2000

Saúde da Família Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB

2001

da Família Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB -

2002

Família Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB - Sistema

2003

Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB - Sistema de

2004

Implantadas – BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB - Sistema de

2005

– BRASIL 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 FONTE: SIAB - Sistema de Informação

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

0% 0 a 25% 25 a 50% 50 a 75% 75 a 100%

0%

0 a 25%

25 a 50%

50 a 75%

75 a 100%

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução do Número

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução do Número de Municípios com Equipes de Saúde da Família Implantadas

BRASIL - 1994 FEVEREIRO/2007

MUNICÍPIOS

6.000 5.000 4.000 3.000 2.000 1.000 - 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001
6.000
5.000
4.000
3.000
2.000
1.000
-
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
55
150
228
567
1.134
1.647
2.766
3.684
4.161
4.488
4.664
4.986
5.106
5.110
Nº MUNICÍPIOS

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Meta e Evolução

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Meta e Evolução do Número de Equipes de Saúde da Família

Implantadas

(x 1.000)

BRASIL -

1994 FEVEREIRO/2007

Implantadas (x 1.000) BRASIL - 1994 – FEVEREIRO/2007 META REALIZADO 30 25 20 15 10 5

META

(x 1.000) BRASIL - 1994 – FEVEREIRO/2007 META REALIZADO 30 25 20 15 10 5 META

REALIZADO

30

25

20

15

10

5

30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000
30 25 20 15 10 5 META 0 1994 0,3 1995 1996 1997 1998 1999 2000

META0 1994 0,3

0

1994

0,3

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

0,7

0,8

1,6

4,0

5,0

10,5

17,0

20,0

21,0

23,0

25,0

26,0

30,0

REALIZADO0,3

0,3

0,7 0,8 1,6 3,1 4,3 8,6 13,2 16,7 19,1 21,2 24,6 26,7 27,0
0,7
0,8
1,6
3,1
4,3
8,6
13,2
16,7
19,1
21,2
24,6
26,7
27,0

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Meta e Evolução

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Meta e Evolução do Número de Agentes Comunitários de Saúde

Implantados

BRASIL - 1994 - FEVEREIRO/2007

(X 1.000)

META REALIZADO 271,0 216,8 162,6 108,4 54,2 0,0 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000
META
REALIZADO
271,0
216,8
162,6
108,4
54,2
0,0
1994
1995
1996
1997
1998
1999
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
29,1
34,5
44,5
54,9
89,0
107,3
117,5
130,0
150,0
180,0
193,2
210,0
216,8
235,0
M ETA
29,1
34,5
44,5
54,9
79,7
105,5
135,2
152,9
175,5
176,8
192,7
208,1
219,5
219,6
REALIZADO

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução do Número

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução do Número de Equipes de Saúde Bucal

BRASIL - 2001 - FEVEREIRO/2007

1 7 . 5 0 0

2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339
2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2.248 4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2.248

4.261

6.170

8.951

12.603

15.086

15.339

4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339 1 4 . 0 0 0 1 0 . 5
4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339 1 4 . 0 0 0 1 0 . 5
4.261 6.170 8.951 12.603 15.086 15.339 1 4 . 0 0 0 1 0 . 5

1 4 . 0 0 0

1 0 . 5 0 0

7

. 0 0 0

3

. 5 0 0

0

ESB

ESB

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução dos Recursos

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução dos Recursos Financeiros do PAB - Piso de Atenção Básica

BRASIL 2000 2007

(x R$ 1.000.000,00)

8

.0 0 0

6

.0 0 0

4

.0 0 0

2

.0 0 0

2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 6 5 1,9 898, 1.2 7 0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 6 5 1,9 898, 1.2 7 0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 6 5 1,9 898, 1.2 7 0
2000
2001
2002
2003
2004
2005
2006
2007
6 5 1,9
898,
1.2
7 0
1.6
6 2
2 .19 1
2
.6 7
3
.2 4
4 .0 6 4
1.5 6 2
1.7 4 4
1.7
6 6
1.9
0 2
2 .13 4
2
.3 3
2
.4 7
2 .9 7

0

Va riá v e l*

Va riá v e l*F ixo

Va riá v e l* F ixo
Va riá v e l* F ixo

F ixoVa riá v e l*

F ixo
F ixo

(*) A fração Variável é composta pelo PACS Programa Agentes Comunitários de Saúde; PSF Programa Saúde da Família; e ESB Equipes de Saúde Bucal. (**) Orçamento. (***) Conforme PLOA 2007

FONTE: Fundo Nacional de Saúde.

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução da População

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução da População Coberta por Equipes de Saúde da Família Implantadas

Rio de Janeiro

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução da População

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução da População Coberta

por Equipes de Saúde da Família

Implantadas - Rio de Janeiro

1998

de Saúde da Família Implantadas - Rio de Janeiro 1998 1999 2 0 0 0 FONTE:

1999

de Saúde da Família Implantadas - Rio de Janeiro 1998 1999 2 0 0 0 FONTE:

2000

Família Implantadas - Rio de Janeiro 1998 1999 2 0 0 0 FONTE: SIAB - Sistema

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

2001

Família Implantadas - Rio de Janeiro 1998 1999 2 0 0 0 FONTE: SIAB - Sistema
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Evolução da População

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Evolução da População Coberta

por Equipes de Saúde da Família

Implantadas - Rio de Janeiro

2002

de Saúde da Família Implantadas - Rio de Janeiro 2002 2003 2004 FONTE: SIAB - Sistema

2003

de Saúde da Família Implantadas - Rio de Janeiro 2002 2003 2004 FONTE: SIAB - Sistema

2004

da Família Implantadas - Rio de Janeiro 2002 2003 2004 FONTE: SIAB - Sistema de Informação

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

2005

da Família Implantadas - Rio de Janeiro 2002 2003 2004 FONTE: SIAB - Sistema de Informação
Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Ano: Dezembro/2006 FONTE:

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Ano:

Dezembro/2006

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Evolução da População Coberta

por Equipes de Saúde da Família

Implantadas - Rio de Janeiro

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Ano: Janeiro/2007 FONTE:

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Ano: Janeiro/2007

FONTE: SIAB - Sistema de Informação da Atenção Básica

Evolução da População Coberta

por Equipes de Saúde da Família

Implantadas - Rio de Janeiro

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Política Nacional da

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Política Nacional da Atenção Básica

Define indicadores de acompanhamento do Pacto da

Atenção Básica de 2006, para fins de aumento do

PAB apontando para valorização de gestão por

desempenho:

1. Media anual de consultas médicas básicas por

habitante

2. Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou

mais consultas de pré-natal

3. Razão de CCO pela população de mulheres de 25 a

59 anos

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 1 Media

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 1

Media anual de consultas médicas básicas por

habitante

Análise realizada em junho 2006

Metro II

Metro I

28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57 25,00
28,57

28,57

28,57
28,57 25,00

25,00

28,57 25,00
28,57 25,00

71,43

75,00

0,00

10,00

20,00

30,00

40,00

50,00

60,00

70,00

80,00

90,00

100,00

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 1 Media

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 1

Media anual de consultas médicas básicas por

habitante 5,62 Maricá Tanguá 5,61 Japeri 4,01 Magé 4,00 Seropédica 3,46 Nova Iguaçu 3,14 Nilópolis
habitante
5,62
Maricá
Tanguá
5,61
Japeri
4,01
Magé
4,00
Seropédica
3,46
Nova Iguaçu
3,14
Nilópolis
3,08
Rio Bonito
3,04
Silva Jardim
2,93
Queimados
2,91
Itaguaí
2,17
São João de Meriti
1,82
Belford Roxo
1,61
Itaboraí
1,54
Duque de Caxias
1,44
Rio de Janeiro
1,10
Niterói
1,10
Mesquita
0,90
abaixo de 1,5 (parametro)
acima de 1,5 (parametro)
São Gonçalo
0,53
0,00
1,50
3,00
4,50
6,00

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 2 Proporção

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 2

Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou

mais consultas de pré-natal

Metro II

Metro I

71,43 50,00
71,43 50,00
71,43 50,00
71,43 50,00

71,43

71,43 50,00
71,43 50,00

50,00

50,00
50,00
50,00
71,43 50,00
71,43 50,00
71,43 50,00
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57

50,00

50,00 28,57

28,57

50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57
50,00 28,57

0,00

10,00

20,00

30,00

40,00

50,00

60,00

70,00

80,00

90,00

100,00

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 2 Proporção

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 2

Proporção de nascidos vivos de mães com 4 ou

mais consultas de pré-natal

Niterói 95,23 São Gonçalo 94,73 Itaboraí 92,62 Mesquita 90,95 Belford Roxo 90,89 Tanguá 89,65 Nilópolis
Niterói
95,23
São Gonçalo
94,73
Itaboraí
92,62
Mesquita
90,95
Belford Roxo
90,89
Tanguá
89,65
Nilópolis
89,51
Rio de Janeiro
88,56
88,16
Seropédica
Rio Bonito
87,91
São João de Meriti
87,46
Japeri
85,96
Silva Jardim
85,63
Itaguaí
85,47
Maricá
84,47
Duque de Caxias
83,88
Nova Iguaçu
83,21
Magé
81,32
Queimados
78,98
0,00
10,00
20,00
30,00
40,00
50,00
60,00
70,00
80,00
90,00
100,00

abaixo de 86 (média nacional)30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 80,00 90,00 100,00 acima de 86 (média nacional) Análise realizada em

acima de 86 (média nacional)30,00 40,00 50,00 60,00 70,00 80,00 90,00 100,00 abaixo de 86 (média nacional) Análise realizada em

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 3 Razão

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 3

Razão de CCO pela população de mulheres de

25 a 59 anos

Metro II

Metro I

100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00
100,00 100,00

100,00

100,00

0,00

10,00

20,00

30,00

40,00

50,00

60,00

70,00

80,00

90,00

100,00

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 3 Razão

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 3

Razão de CCO pela população de mulheres de

25 a 59 anos

RIO BONITO

ITABORAI

SILVA JARDIM

NOVA IGUACU

DUQUE DE CAXIAS

NILOPOLIS

MESQUITA

TANGUA

NITEROI

SAO JOAO DE MERITI

SEROPEDICA

MARICA

RIO DE JANEIRO

ITAGUAI

JAPERI

MAGE

QUEIMADOS

BELFORD ROXO

SAO GONCALO

0,19 0,18 0,17 0,17 0,15 0,14 0,14 0,14 0,13 0,11 0,11 0,11 0,10 0,09 0,09
0,19
0,18
0,17
0,17
0,15
0,14
0,14
0,14
0,13
0,11
0,11
0,11
0,10
0,09
0,09
0,08
0,08
0,06
0,05
0,00
0,05
0,10
0,15
0,20

abaixo de 0,3 (parametro)0,09 0,09 0,08 0,08 0,06 0,05 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 acima de 0,3 (parametro) Análise

0,05 0,00 0,05 0,10 0,15 0,20 abaixo de 0,3 (parametro) acima de 0,3 (parametro) Análise realizada

acima de 0,3 (parametro)

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 4 Cobertura

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 4

Cobertura de 3º dose de tetravalente maior ou

igual a 95%

Metro II

Metro I

57,14 41,67
57,14 41,67
57,14 41,67

57,14

41,67

57,14 41,67
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86

42,86

42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
42,86
58,33
58,33
58,33
58,33
58,33

58,33

0,00

10,00

20,00

30,00

40,00

50,00

60,00

70,00

80,00

90,00

100,00

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com Resultado Maior que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

% de Municípios com resultados Menor que o Parâmetro

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica INDICADOR 4 Cobertura

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

INDICADOR 4

Cobertura de 3º dose de tetravalente maior ou

igual a 95%

Tanguá

Maricá

Queimados

Mesquita

São Gonçalo

Niterói

Itaguaí

Rio de Janeiro

São João de Meriti

Japeri

Nova Iguaçu

Duque de Caxias

Rio Bonito

Belford Roxo

Magé

Nilópolis

Itaboraí

Seropédica

Silva Jardim

152,33 150,00 139,86 132,78 131,46 106,93 106,42 105,06 102,66 92,34 91,74 90,37 89,86 88,21 86,80
152,33
150,00
139,86
132,78
131,46
106,93
106,42
105,06
102,66
92,34
91,74
90,37
89,86
88,21
86,80
84,07
82,92
76,29
55,33
0,00
20,00
40,00
60,00
80,00
100,00
120,00
140,00
160,00
abaixo de 95% (parametro)
acima de 95% (parametro)

Análise realizada em junho 2006

Ministério da Saúde Secretaria de Atenção a Saúde Departamento de Atenção Básica Antonio Dercy Silveira

Ministério da Saúde

Secretaria de Atenção a Saúde

Departamento de Atenção Básica

Antonio Dercy Silveira Filho

Departamento de Atenção Básica /SAS/MS DA

B/SAS/MS

telefones: (61) 3315-2497 ou 3315-2898

www.saude.gov.br/dab