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Sistemas Digitais para Computação Caderno de Laboratório Aulas Introdutória e 01 a 04 PROF. MSc.

Sistemas Digitais para Computação

Caderno de Laboratório

Aulas Introdutória e 01 a 04

PROF. MSc. MÁRIO OLIVEIRA ORSI PROF. MSc. CARLOS ALEXANDRE FERREIRA DE LIMA Agosto 2010

AULA Introdutória

1. Introdução

A utilização do laboratório é destinada à aplicação da parte teórica apresentada na preleção, complementado de forma fundamental o ensino da disciplina Sistemas Digitais I. As aulas foram organizadas de forma a abranger todo o conteúdo do nosso programa.

2. Apresentação

Cada aula corresponde a um Relatório que deverá ser preenchido seguindo as orientações contidas nas atividades previstas e com todas as informações e dados solicitados pelo professor ou no próprio relatório. A partir da 6ª aula é iniciada a implementação de um projeto que será completado até o final do semestre.

AULAS

1-

Portas Lógicas Básicas

5

2-

Circuitos combinacionais de Portas Lógicas Básicas

12

3-

Portas Lógicas NAND

13

4-

Portas Lógicas NOR

15

5-

Projeto final etapa 1 (Circuito Decodificador e Display)

17

6-

Circuitos XOR e XNOR

19

7-

Projeto final etapa 2 (Circuito somador e subtrator)

22

8-

Projeto final etapa 3 (Correção BCD e sinal)

25

9-

Projeto final etapa 4 (Seletor)

34

10- Projeto final etapa 5 (Pulso 1 e Pulso 2)

38

11-

Projeto final etapa 6 (Contador BCD)

40

12- Projeto final etapa 7 (Gerador de sinais de controle)

43

13- Projeto final etapa 8 (Registrador A e B; Conclusão )

45

3.

Projeto Final do Laboratório

Trata-se do projeto de uma calculadora BCD (Bynare Coded Decimal Quatro bits representam um algarismo decimal) sendo dividido para a implementação em oito partes descritas abaixo e mostradas no diagrama de blocos funcionais Fig 1.

Projeto Final: Calculadora BCD

1 a parte: Decodificador e Display

2 a parte: Somador e Subtrator

3 a parte: Correção BCD e Sinal

4 a parte: Seletor

5 a parte: Chaves sem Rebatimento Pulso 1 e Pulso 2

6 a parte: Contador BCD

7 a parte: Gerador de Sinais de Controle

8 a parte: Registrador A e B

O projeto deverá ser implementado por grupos de no máximo 5 alunos, observando que o relatório é sempre individual.

SINAL DISPLAY I DECODIFICADOR SELETOR 3:1 MONITOR SOMADOR / GERADOR DE SINAIS SUBTRATOR BCD DE
SINAL
DISPLAY
I
DECODIFICADOR
SELETOR 3:1
MONITOR
SOMADOR /
GERADOR
DE SINAIS
SUBTRATOR BCD
DE
CONTRÔLE
REG B
REG A
MODO
+ / -
PULSO 2
PULSO 1
CONTADOR BCD

Fig 1 CALCULADORA BCD

4.

Regras de Avaliação

Todas as aulas de laboratório são avaliativas. Cada Relatório individual preenchido tem o valor máximo de 7 pontos. A participação do aluno na realização nos experimentos corresponderá a nota máxima de 3 pontos. Não haverá reposição de práticas de laboratório. Os alunos que faltarem à determinada prática de laboratório terão automaticamente nota zero na participação naquela prática. Na composição das médias N1 e N2 da disciplina, a nota da parte prática (laboratório) terá o valor máximo de 3 pontos. Correspondendo, portanto:

nota N1 lab 50% N1 Média da Avaliação das primeiras aulas e projeto final (etapas completadas) nota N2 lab 50% N2 Avaliação do projeto da calculadora BCD (Relatório individual completo tem o valor máximo de 7 pontos e a participação do aluno no grupo corresponderá ao valor máximo de 3 pontos)

5. Normas do Laboratório

Para as aulas de laboratório os alunos deverão seguir as seguintes normas:

a) Chegar pontualmente à aula de prática de laboratório;

b) Ler atentamente as instruções relativas à sua experiência;

c) Examinar os aparelhos (módulos de testes) que serão utilizados nas experiências de modo a se familiarizar com o funcionamento deles;

d) Anotar todas as explicações dadas pelo professor, pois essas notas serão úteis na elaboração do relatório;

e) Elaborar o relatório com clareza usando inicialmente o lápis e depois de concluído os testes preencher com caneta;

f) Levar para o laboratório o material necessário: este caderno, lápis etc.

g) Começar o experimento somente após a autorização do professor;

h) Em hipótese alguma brincar com materiais, componentes e equipamentos destinados aos experimentos;

i) No final da aula, antes das saída dos alunos, o professor verificará o funcionamento dos equipamentos utilizados. Em caso de dano de algum material ou equipamento decorrente de mau uso por parte do(s) aluno(s), o professor deverá comunicar ao coordenador responsável pelo laboratório para que sejam tomadas as devidas providências.

6. Referências

Livro texto:

TOCCI, Ronald J., " Sistemas Digitais - Princípios e Aplicações", 7' Ed., Ed LTC- Livros Técnicos e

Científicos Editora S.A.

Rio de Janeiro, 2000

Bibliografia complementar:

IDOETA, Ivan V e Capuano, Francisco G., "Elementos de Eletrônica Digital ", Vol. 1 e 2, Ed. Makron Books - São Paulo 1997

BIGNELL, James W. & DONOVAN. Robert L. Eletrônica Digital, Vol. 1: Lógica Combinacional MAKRON Books São Paulo, 1995

AULA 1 Portas Lógicas Básicas

Referência Livro Texto: Capítulo 4 - 4.9 a 4.14

Objetivo: Familiarização com equipamento de experiências - recursos principais; Normas básicas de segurança e Procedimentos para o Inicio de Experiências; Conhecer e testar as Portas Lógicas Básicas; Cis 7404, 7408 e 7432, 7400 e 7402.

1.

Familiarização com equipamento de experiências

1.1

Objetivo

Propiciar um primeiro contato do aluno com os equipamentos, kits de montagens práticas, através de verificação geral do funcionamento do kit - Modulo 8810 (Módulo de Treinamento e Teste Lógico) e da inserção de componentes, além de introduzir normas básicas de prevenção de acidentes.

1.2 Introdução

Os sistemas digitais utilizam variáveis que podem assumir valores definidos em forma de patamares (valores discretos). A importância de se estudá-los cresce com as freqüentes aplicações, seja nas áreas tecnológicas, ou mesmo no cotidiano doméstico. Na prática, os circuitos que executam funções digitais são construídos com componentes eletrônicos que manipulam a informação representada por níveis de tensão, usualmente dois, um dito alto, outro baixo. Circuitos digitais de dois estados (sistema binário), pela semelhança da escolha entre duas situações mutuamente exclusivas, são comumente chamados de circuitos lógicos. De maneira geral, os circuitos digitais são mais simples que os lineares, o que possibilita reunir-se num único equipamento quase todo o aparato necessário à realização de experiências, pesquisa e desenvolvimento de pequenos projetos, desde que os recursos estejam adequadamente combinados para permitir montagens de forma rápida e confiável. Os kits de montagem têm normalmente três fontes (+5, +15 e 15V), permitindo a montagem de circuitos integrados digitais de diversas tecnologias: DTL, TTL, MOS e CMOS.

1.3 Placa de montagem de circuitos (PROTOBOARD):

É uma placa onde podem ser montadas todas as experiências do curso. Ela é constituída por conjuntos de 5 pinos conectados entre si (fig a). Por isto, quando qualquer componente (fig b) é inserido, os pontos remanescentes ficam disponíveis, tanto para se ligar fios de interconexão como outros componentes, ou mesmo para obtenção de pontos de teste do circuito.

1

2

3

4

5

1

2

3

4

5

(a)
(a)
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 (a) 74LS00 (b) 74LS00 A placa
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 (a) 74LS00 (b) 74LS00 A placa

74LS00

1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 (a) 74LS00 (b) 74LS00 A placa
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 (a) 74LS00 (b) 74LS00 A placa
1 2 3 4 5 1 2 3 4 5 (a) 74LS00 (b) 74LS00 A placa

(b)

74LS00
74LS00

A placa de montagem aceita fios sólidos números 22 ou 24 (AWG) para a implementação dos circuitos. O espaçamento entre os grupos de 5 pinos é compatível com os circuitos integrados (digitais ou lineares), com o encapsulamento TOS, DIP (fig c) e muitos componentes discretos. Existem ainda 12 grupos de 30 pinos interconectados (fig d), que são convenientes para se injetar sinais comuns como VCC, VDD, VSS, terra ou outro sinal qualquer que requeira mais de 5 ligações.

(c)

sinal qualquer que requeira mais de 5 ligações. ( c ) (d) 1.4 Chaves de Codificação

(d)

qualquer que requeira mais de 5 ligações. ( c ) (d) 1.4 Chaves de Codificação e

1.4 Chaves de Codificação e LEDs de monitoração:

Podem ser utilizadas chaves para introdução e retirada de informações. Basicamente consiste de chaves interruptoras liga-desliga que fornecerão os níveis lógicos necessários para o circuito implementado na placa de montagem. O acesso elétrico às chaves (modulo 8810) se dá pela barra de bornes localizada logo abaixo da Placa de montagem de circuitos. As lâmpadas indicadoras - semicondutor (LED) são usadas para mostrar em determinado ponto do circuito da placa de montagem se o sinal estará ALTO ou BAIXO, estando acesas ou apagadas, respectivamente. O acesso elétrico às chaves (modulo 8810) é feito por intermédio da barra de bornes logo abaixo dos LEDs.

1.5

Fontes de Alimentação - As fontes necessárias para o laboratório são:

1.5.1 Alimentação AC - fornecida na bancada para todos os equipamentos. A alimentação é de 220 VAC.

1.5.2 Alimentação DC - A tensão utilizada será de +5V, compatível com a lógica TTL, fornecida pelos equipamentos (ex. modulo 8810) nos experimentos deste curso.

1.6 Ponta de Prova: Para verificação dos níveis de tensão nos pontos de teste e alimentação do circuito nos experimentos poderá ser usado um multiteste ou a ponta de prova do modulo 8810 que possui a seguintes indicações no display:

A

aberto

1

2 a 5 V

0

0 a 0,8 V

F

- tensão fora de intervalos válidos

P

- pulsante

1.7 Precauções sobre o equipamento (módulo 8810):

1.7.1 O detector de nível lógico PP não deverá ser usado para tensões situadas fora da faixa de 0V e 5V.

1.7.2 É um bom procedimento Não fazer ligações no BOARD com a chave geral ligada.

1.7.3 Nunca monte circuitos que solicitem mais que 1 A de cada fonte (+5), pois, neste caso, a fonte que estiver sobrecarregada irá se desligar do circuito.

2. Normas de segurança e Procedimentos para o Inicio de Experiências

Certifique-se de que a chave geral do equipamento está desligada

Examine criteriosamente o painel do modulo e procure reconhecer todos os componentes descritos na parte teórica

Conecte o plug ~ tomada de força (220V/6OHz) entrada de energia.

Ligue a chave geral e, observando os indicadores acesos, confira se a situação é normal. Qualquer suspeita de mau funcionamento, desligue o módulo e comunique ao professor.

Outras Recomendações:

Antes de iniciar a experiência, certificar-se de que a tensão disponível é adequada.

Testar o funcionamento dos equipamentos (modulo 8810) e kits de montagens.

Executar a montagem ou alteração com equipamentos desligados.

Não interconectar saídas dos dispositivos, dos circuitos ou de fonte (evitar curto-circuito).

Nunca ligar as saídas das fontes diretamente ao comum.

“SE ALGUM ACIDENTE OCORRER DURANTE A EXPERIÊNCIA, ANOTE E COMUNIQUE-O IMEDIATAMENTE AO PROFESSOR”

3.

Teste das portas dos Circuitos integrados:

3.1 Fundamentos teóricos

A lógica TTL (Transistor - Transistor - Logic) - 0 curso está estruturado em cima da lógica TTL com circuitos integrados (CI) da série 74XX.

da lógica TTL com circuitos integrados (CI) da série 74XX. 3.1.1 Configuração de pinos e encapsulamento

3.1.1

Configuração de pinos e encapsulamento - 0 curso utilizará a configuração DIP (Dual-In-line-Package), com 14, 16 e 24 pinos.

O pino 1 é identificado por uma marca indicativa no circuito integrado, como mostra as figuras a seguir, e a contagem se faz no sentido anti-horário, olhando-se o circuito por cima.

3.1.2 Definição do

nível lógico - nos circuitos digitais somente dois níveis lógicos são permitidos e cada família lógica tem

níveis

estes

rigidamente definidos. Na família TTL, o nível lógico "ALTO" é definido como qualquer tensão entre 2 e 5V e

"BAIXO" para qualquer tensão entre 0 a 0,8V.

"ALTO" é definido como qualquer tensão entre 2 e 5V e "BAIXO" para qualquer tensão entre

3.1.3 Representação dos níveis - Há muitas representações para um dado nível lógico. Um nível "ALTO* freqüentemente representado como "1" (um) ou "VERDADE" e o nível "BAIXO" como "0"(zero) ou "FALSO". Em toda experiência deste curso, se fará uso da lógica positiva, que é definida como se tendo o nível lógico "1" ou "ALTO" como a tensão mais alta do circuito e "0"(zero) ou “BAIXO" com a tensão mais baixa do circuito.

Nota: Em um circuito integrado (CI) da lógica TTL, quando um terminal de entrada de sinal é deixado aberto, sem ser conectado a nenhum ponto, isto será interpretado como um nível “1” ou “ALTO”. Isto não deve ser utilizado normalmente, pois pode acarretar problemas de ruído.

3.1.4 Outras Definições:

Em todas as experiências, iremos usar símbolos de notação americana, mais largamente empregada na representação de circuitos lógicos.

Operação estática e operação dinâmica Operação estática é a operação dos componentes, com níveis determinados de tensão, sem haver transição de um nível para outro continuamente.

Operação dinâmica é a operação com pulsos repetitivos, com transição nos terminais.

Tabela da verdade é uma tabela que relaciona os níveis das entradas com os níveis obtidos nas saídas. Nas colunas das entradas fazemos uma combinação de todos os possíveis níveis para obtermos, em cada caso, os respectivos níveis das saídas.

4. Teste o funcionamento dos módulos 8810; Descrição:

4.1 Utilizando os cabinhos de conexão, teste os indicadores de saída com as chaves de dados (conecte uma saída de uma chave a cada um dos LEDs L0 a L9).

4.2 Teste a saída do gerador de onda quadrada em 0,1Hz, 1Hz, 10Hz, 100Hz, e 1KHz, 10 KHz, 100KHz utilizando um dos indicadores Leds.

4.3 Conecte a ponta de prova (PP) na parte de trás do Kit: Com a ponta de prova instalada, coloque-a em um dos terminais +5V. O indicador do Detector de Níveis lógicos (Display da ponta de prova), localizado no canto superior direito do painel, deverá indicar 1. Em seguida, coloque-a em um os terminais comum e verifique a indicação do Detector. Deveremos Ter 0.

4.4 Verifique as operações 0 e 1 da chave A de entrada, do seguinte modo:

operações 0 e 1 da chave A de entrada, do seguinte modo:  Com a chave

Com a chave geral desligada, ligue um fio da saída A até L0 e outro fio da saída A até L1.

A seguir, ligue a chave geral e complete a tabela abaixo, com 0para o LED apagado e 1para o LED aceso;

Entrada

 

Saídas

 

A

L

0

L

1

0

   

1

   

Repita o procedimento anterior para todas as demais chaves de entrada, usando outros indicadores LEDs de saída:

5.

Procedimentos Experimentais:

5.1

Colocar os circuitos integrados abaixo no modulo ou kit de montagem.

5.2

Interligar a alimentação.

5.3

Conectar com fios os níveis lógicos na(s) entrada(s) de cada porta lógica e a saída em um LED de monitoração.

5.4

Testar as portas de cada um dos CIs 7408, 7432 conforme Layout e Tabela Verdade correspondente:

6

PESQUISAR e ANEXAR COPIA DOS ESQUEMAS DOS CIRCUITOS ELETRICOS das portas AND, NAND, OR, NOR, NOT da família TTL. (capitulo 8 livro texto)

COPIA DOS ESQUEMAS DOS CIRCUITOS ELETRICOS das portas AND, NAND, OR, NOR, NOT da família TTL.
1 2 3
1
2
3
1 2 3 11

11

AULA 2 Circuitos Combinacionais de Portas Lógicas Básicas

Objetivo: Implementação de circuitos combinacionais com as Portas Lógicas Básicas; CIs 7408 e 7432; Determinação da função de circuito obtendo sua expressão lógica e tabela verdade

1.

Fundamentos Teóricos: Referência Livro Texto: Capítulo 3.1 a 3.8 e Capítulo 3

1.1

No circuito (abaixo), escrever sua expressão lógica, construir a tabela verdade (esperada) preenchendo a tabela abaixo.

A

B

C

B C
B C
B C
B C
B C
verdade (esperada) preenchendo a tabela abaixo. A B C A B C 0 0 0 0

A

B

C

0

0

0

0

0

1

0

1

0

0

1

1

1

0

0

1

0

1

1

1

0

1

1

1

S

0 0 0 0 1 0 1 0 0 1 1 1 0 0 1 0

S =

s

2.

Procedimentos Experimentais:

2.1

Testar o funcionamento do módulo ou kit de montagem.

2.2

Colocar o(s) CI(s) no módulo ou kit de montagem e testar as portas do CI (Aula 1).

2.3

Numerar o esquema acima de acordo com o layout dos CIs (Aula 1).

2.4

Montar o circuito no módulo ou kit de montagem fazendo todas as interligações.

2.5

Usar as chaves de níveis 0,1 nas entradas para verificar a tabela verdade.

AULA 3 Portas Lógicas NAND

Referência Livro Texto: Capítulo 3.9, 3.11 e 3.12

Objetivo: Portas Lógicas NAND; De Morgan; Relações de equivalência; Obtenção do circuito e da expressão a partir da tabela verdade e montagem do circuito.

1.

Fundamentos Teóricos: considerando a referência acima

1.1

A partir da tabela abaixo, escrever a expressão (fórmula de interpolação) e fazer a simplificação.

A

B

0

0

0

0

1

1

1

1

0

0

1

1

0

0

1

1

C S

0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 C S

0

0

1

0

0

0

1

1

0

0

1

1

0

1

1

1

1.2 Converter a expressão obtida acima para uso de portas NAND de 2 entradas (Uniformização em portas NAND -2 ENTRADAS):

1.3

Esquematizar o circuito com portas NAND de 2 entradas

A

B

C

2. Procedimentos Experimentais:

2.1 Testar o funcionamento do módulo ou kit de montagem.

2.2

2.3

Colocar o(s) CI(s) no módulo ou kit de montagem e testar as portas do CI (Aula 1).

Numerar o esquema de acordo com o layout do CI 7400 (Aula 1) fig abaixo.

2.4

2.5

1 2 3
1
2
3

Montar o circuito no módulo ou kit de montagem fazendo todas as interligações.

Usar as chaves de níveis 0,1 nas entradas para verificar a tabela verdade.

AULA 4 Portas Lógicas NOR

Objetivo: Portas Lógicas NOR; Obtenção da expressão Lógica a partir da Tabela e Simplificação (DeMorgan e Mapa K); montagem do circuito.

1.

Fundamentos Teóricos: Referência Livro Texto: Capítulo 3.10 e 4.1 a 4.4

1.1

A partir da tabela abaixo, escrever a expressão (fórmula de interpolação) e fazer a simplificação

A

B

0

0

0

0

1

1

1

1

0

0

1

1

0

0

1

1

C S

0 0 1 1 1 1 0 0 1 1 0 0 1 1 C S

0

1

1

0

0

1

1

1

0

0

1

1

0

0

1

1

·

Formula de Interpolação

S =

Simplificação

1.2 Reescrever a expressão convertendo a expressão obtida acima para uso de portas NOR de 2 entradas (Uniformização em portas NOR -2 ENTRADAS)

1.3

Esquematizar o circuito com portas NOR de 2 entradas.

A B C

2.

2.1

2.2

2.3

2.4

2.5

A B C

Procedimentos Experimentais:

Testar o funcionamento do módulo ou kit de montagem.

Colocar o(s) CI(s) no módulo ou kit de montagem e testar as portas do CI (Aula 1).

Numerar o esquema de acordo com o layout do CI 7402 (Aula 1) fig abaixo.

de acordo com o layout do CI 7402 (Aula 1) fig abaixo. Montar o circuito no

Montar o circuito no módulo ou kit de montagem fazendo todas as interligações.

Usar as chaves de níveis 0,1 nas entradas para verificar a tabela verdade.