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Núcleo de Estudos em

Universidade Federal de Pernambuco Finanças e Investimentos

Estrutura de Capital

Charles Ulises De Montreuil Carmona, Corrdenador do Núcleo


de Estudos em Finanças e Investimentos (NEFI/UFPE).
Universidade Federal de Pernambuco ·NEFI·
Av. Professor Moraes Rego, 1235 – Cidade Universitária
Recife/PE. CEP: 50670-901.
Fone: (81) 21268368

Site: http://www.dca.ufpe.br/nefi
E-mail:nefi@dca.ufpe.br
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ESTRUTURA DE CAPITAL

A estrutura de capital é determinada pelo composto de endividamento a longo


prazo que uma empresa utiliza para financiar suas operações.
As decisões inadequadas de estrutura de capital podem resultar em um elevado
custo de capital, o qual tornaria mais difícil encontrar investimentos aceitáveis.
Boas decisões empresariais objetivam a diminuição do custo de capital da
empresa, tornando mais fácil achar investimentos aceitáveis que aumentarão a
riqueza dos proprietários.

Tipos Básicos de Capital


Os dois tipos básicos de capital são: capital de terceiros e capital próprio. O termo
capital denota fundos da empresa a longo prazo.

Balanço Patrimonial

Ativos Passivos Circulantes


Exigível a longo Prazo Capital de Terceiros
Patrimônio Liquido Capital Total
Ação Preferencial
Ação Ordinária Capital Próprio
Lucros retidos

Teoria Básica da Estrutura de Capital


Encontram-se muitos debates na literatura financeira, procurando definir se existe
uma estrutura “ótima” de capital. Os que acreditam na existência de uma estrutura
“ótima” de capital são partidários da assim chamada abordagem tradicional, e os
que discordam, são considerados defensores da abordagem M-M (Modigliani e
Miller).

Suposições:
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Sobre as quais se baseia o modelo tradicional de estrutura de capital ( e os


modelos anteriores a ele, LDAC e LAJIR):
1) Financiamento através de debêntures e ações (ou seja, as fontes de
financiamento são restritas a duas dimensões).
2) Taxa de distribuição de dividendos de 100% (ou seja, elimina-se a
possibilidade dos lucros retidos como fonte de financiamento).
3) Inexistência de imposto de renda (Portanto, Ri = Rd)
4) Risco do negócio constante (esta suposição permite isolar os efeitos do Risco
financeiro).
5) LAJIR (Lucro antes de Juros e Imposto de Renda) constante.
6) Existem variações na alavancagem financeira (a mesma que será definida
inicialmente como a relação entre o Capital de terceiros, ou endividamento, e o
Capital próprio)

Questão-Chave do Capítulo:
Poderá a empresa influenciar seu valor e seu custo total de capital, alterando sua
estrutura financeira?
Nesta seção concentraremos nossa atenção no que ocorre com o valor da firma e
com o seu custo de capital, quando a relação entre o Capital de terceiros e o
Capital próprio, ou seja, quando o grau de alavancagem sofre modificações.

Definições:
Iremos a examinar a três seguintes taxas:

Ri (Custo do Capital de terceiros da firma)

J Despesas ⋅ anuais ⋅ de ⋅ Juros


Ri = =
D Valor ⋅ de ⋅ mercado ⋅ do ⋅ Capital ⋅ de ⋅ terceiros

RS (Custo do Capital de próprio da firma)

LDAC Lucros ⋅ disponiveis ⋅ aos ⋅ acionistas


RS = =
E Valor ⋅ de ⋅ mercado ⋅ das ⋅ Aç oes⋅ emitidas
4

Custo de Capital da empresa (Ra):

LAJIR Lucros ⋅ antes ⋅ de ⋅ Juros ⋅ e ⋅ IR


Ra = =
V Valor ⋅ de ⋅ mercado ⋅ da ⋅ firma

O Custo Ra , também pode ser definido em termos de Custo promédio


Ponderado:
 D   E 
Ra = Ri ⋅   + RS ⋅  
 D + E  D + E

onde: V=D+E

Observemos que se precisamos achar, por exemplo, RS , podemos fazer uso


desta última equação. Mudando os termos na equação resulta:
D
RS = Ra + ( Ra − Ri ) ⋅
E

Daqui em diante, passaremos a responder a Questão-Chave do Capítulo para o


qual precisamos saber o que ocorre com Ri, RS, e Ra, quando o grau de
alavancagem definido por D/E aumenta. Para cumprir com nosso objetivo
analisaremos 5 diferentes abordagens: 1) Abordagem pelo LDAC, 2) Abordagem
pelo LAJIR, 3) Abordagem Tradicional, 4) Enfoque de Modigliani e Miller (M-M) e,
finalmente, 5) Análise LAJIR-LPA.

1) Abordagem pelo Lucro Disponivel aos Acionistas (LDAC)a

Para ilustrar esta abordagem suponhamos que uma firma possua Capital de
terceiros no montante de $3.000 representados por títulos a juros de 5%,
admitimos que o valor previsto do LAJIR seja de $1.000, e que o custo do Capital
próprio, Rs, seja de 10%. Dispondo desses dados, poderemos calcular o valor da
empresa:
5

LAJIR Lucro antes de Juros e Imposto de Renda $1.000


J Juros do Capital de terceiros (150)
LDAC Lucros disponíveis aos Acionistas 850
Rs Custo do Capital Próprio 0,10
E Valor de mercado das ações 8.500
D Valor de mercado do Capital de terceiros 3.000
V Valor total da firma $11.500

Com essa informacao estimamos o Ra


LAJIR $1000
Ra = ⇒ Ra = = 8,7%
V 11500
Admitamos agora que a empresa aumente seu montante de Capital de terceiros
de $3.000 para $6.000, e utiliza a receita adicional para recomprar suas ações (ou
seja, aumentou a relacao D/E):

LAJIR Lucro antes de Juros e Imposto de Renda $1.000


J Juros do Capital de terceiros (300)
LDAC Lucros disponíveis aos Acionistas 700
Rs Custo do Capital Próprio 0,10
E Valor de mercado das ações 7.000
D Valor de mercado do Capital de terceiros 6.000
V Valor total da firma $13.000

LAJIR $1000
novo custo: Ra = = = 7,7%
V $13000

De acordo com a abordagem, a firma poderá elevar seu valor total, V, e reduzir
seu custo de capital Ra, se aumentar seu grau de alavancagem. Como resultado o
preço da ação aumenta.

a
Denomina-se assim porque capitaliza (dividimos pela taxa apropriada) o LDAC.
6

Custos (%)

RS
10

Ra
5
Ri

Alavancagem D/E

Figura 1. Custos de Capital: abordagem pelo LADC

Segundo as hipóteses básicas desta abordagem, Ri e RS não se alteram a medida


que a relação D/E aumenta, e o Ra diminuirá. A estrutura ótima de capital será
aquela em que o Valor V é máximo. Logo, também será maximizado o preço da
ação. A estrutura ótima de capital será a que estiver mais à direita. Observar no
gráfico que, no limite, Ra = Ri (crescendo a proporção de capital de terceiros, que
são mais baratos, na estrutura de capital, o custo médio ponderado de capital Ra,
diminuirá, aproximando-se ao custo de capital de terceiros, ou seja, Ri).
A importância desta abordagem consiste em indicar a possibilidade de a firma
reduzir continuamente seu custo de capital, elevando seu valor graças ao uso
mais intenso de recursos de terceiros.

2) Abordagem pelo LAJIR


Neste caso, é feita a hipótese que o custo de capital da empresa, Ra, é
constante para todos os graus de alavancagem. Utilizamos o mesmo exemplo
anterior, acrescentamos a hipótese de Ra ser igual a 10%.
Para um capital de terceiros de $3.000, temos:

LAJIR $1.000
7

Ra 0,10
V Valor total da firma $10.000
D Valor de mercado do Cap.de Terceiros 3.000
E Valor de mercado das ações $7.000

LDAC 850
⇒ RS = = ⇒ 12,1% (neste exemplo, os valores dos LDAC foram calculados
E 7.000
na abordagem anterior).
De acordo com a presente abordagem, o LAJIR deverá ser capitalizado ao custo
de capital da empresa (constante), para ser obtido o valor total de mercado da
empresa.

Suponhamos, como anteriormente, que a firma aumente o montante de Capital de


terceiros de $3.000 para $6.000, utilizando os recursos para readquirir ações:

LAJIR $1.000
Ra 0,10
V Valor total da firma $10.000
D Valor de mercado do Cap.de Terceiros 6.000
E Valor de mercado das ações $4.000

o novo custo do Capital próprio é:


LDAC 700
RS = = ⇒ 17,5%
E 4.000
Observamos que RS cresce à medida que aumenta o grau de alavancagem.
A hipótese crítica desta abordagem é a de ser Ra constante, qualquer que seja o
grau de alavancagem. Em conseqüência, a divisão entre o Capital de terceiros e o
Capital próprio torna-se irrelevante. Um aumento na utilização do Capital de
terceiros “supostamente mais barato”, é contrabalançado integralmente pelo
aumento, RS ( a média ponderada de Ri e RS permanece igual).
Como o custo de capital da empresa não pode ser modificado mediante a
manipulação do grau de alavancagem, esta abordagem implica a inexistência de
uma única estrutura ótima de capital. Todas as estruturas são ótimas.
8

Custos (%)
RS

15

10 Ra

5 Ri

D/E

Figura 2. Abordagem pelo LAJIR

3) Abordagem Tradicional
Esta abordagem pressupõe a existência de uma estrutura ótima de capital
e admite que a empresa possa aumentar seu valor total mediante a utilização
judiciosa de seu grau de alavancagem.
Suponhamos que nossa empresa fictícia possua $3.000 em Capital de terceiros a
juros de 5%. Admitamos que a taxa de capital próprio, RS, seja de 11%.

LAJIR $1.000
J Juros (150)
LDAC 850
RS 0,11
E Valor de merc. das ações $7.727
D Valor de merc.do Capital de Terceiros 3.000
V Valor total da firma $10.727

Aqui temos que:


LAJIR .
1000
Ra = = ⇒ Ra = 9,3%
V 10.727
Se por dados do exemplo, quando D/E = 0 ⇒ Ra = 10% (isto pode ser melhor
visualizado na figura 3).
9

Significa que a firma pode reduzir reduzir seu custo de capital, passando de 10%
a 9,3%.

Suponhamos que nossa firma tivesse aumentado seu capital de terceiros de


$3.000 para $6.000, utilizando os recursos obtidos para readquirir ações.
Admitamos ainda que o custo do Capital de terceiros eleva-se para 6% e que o
custo do Capital próprio, a esse nível de alavancagem seja de 14%b.
LAJIR $1.000
J Juros (360)
LDAC 640
RS 0,14
E Valor de merc. das ações $4.571
D Valor de merc.do Capital de Terceiros 6.000
V Valor total da firma $10.571

O novo custo de capital da firma:


.
LAJIR 1000
Ra = = ⇒ Ra = 9,5%
V 10.571

Custos (%)
RS

Ra
10

Ri
5

X D/E

Figura 3. Abordagem Tradicional


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Podemos observar da figura 3, como o custo de caiptal da empresa, Ra, diminui


com o grau de alavancagem, até certo ponto a partir do qual o custo de capital
aumenta. A estrutura ótima de capital é determinada no ponto de mínimo de Ra ;
na ilustração, é o ponto X.
Portanto, a abordagem tradicional implica a dependência entre o custo de capital
e a estrutura financeira da firma, além de pressupor a existência de uma estrutura
ótima de capital.

4) Enfoque de Modigliani e Miller (M-M)


M-M Afirmam que a relação entre a alavancagem e o custo de capital pode ser
explicada pela abordagem do LAJIR. Para eles o custo de capital da empresa Ra,
permanece constante em todos os graus de alavancagem (D/E). As conclusões
mais importante de M-M são:
1) O valor de mercado da firma e seu custo de capital independem de sua
estrutura financeira.
2) O custo previsto de uma ação é igual à taxa de capitalização da empresa,
acrescentando um prêmio por riscos financeiros:
D
RS = Ra + ( Ra − Ri ) ⋅
E

Por ser extremamente importantes, consideramos as suposições feitas para o


modelo:
a) Os mercados de capitais obedecem ao regime de concorrência perfeita. O
conhecimento do mercado é absoluto e os investidores têm expectativas
homogêneas em relação às possibilidades de ganhos futurosc.
b) As empresas podem colocadas em classes do “mesmo retorno”. Todas as
empresas situadas em uma dada classe, possuem o mesmo grau de risco
empresarial.
c) Admite-se a inexistência de impostos sobre os lucros das empresasd.

b
É suposto que, de uma maneira lógica, o custo de capital próprio, Rs, aumenta com o grau de
alavancagem, em razão do aumento do risco financeiro da empresa.
c
Em geral, são as mesmas suposições feitas para o modelo CAPM.
d
Em trabalhos posteriores, M-M desconsideraram essa suposição e chegam às mesmas
conclusões.
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Exemplo: Consideremos duas firmas, “A” e “B”, situadas na mesma classe de


risco. As duas empresas são idênticas exceto pelo fato que:
• O grau de alavancagem de “A” é nulo e RS = 10%.
• A firma “B” apresenta títulos de dívidas, a 5%, no valor total de $30.000. Seu
RS= 11%.

Empresa A Empresa B
LAJIR $10.000 $10.000
J Juros ------- 1.500
LDAC 10.000 8.500
RS 0,10 0,11
E Valor de m. das ações 100.000 77.272
D Valor de m. Cap. terceiros ------- 30.000
V Valor da firma $100.000 $107.272

Custo da empresa Ra = LAJIR / V 10% 9,3%


Avancagem: D / E 0 38,8%
(*) O maior RS da empresa B, deve-se a seu maior risco financeiro.

M-M afirmam ser imposível a continuação desta situação, pois as possilidades


dos investidores realizarem ganhos comprando ações da empresa “A”, com um
RS menor, fará com que os valores totais (V) das duas firmas se igualem.
Os investidores inicialmente compram ações da empresa “A” obtendo um lucro
adicional. Estas transações continuam até que o preço das ações da empresa “B”
baixam o suficiente, diminuindo o valor de mercado de suas ações e, em
conseqüência, o valor da firma. O caso inverso acontece com “A”.
Se o LAJIR e o “V” são iguais para as duas firmas:
⇒ Ra (empresa “A”) = Ra (empresa “B”)

5) Análise LAJIR-LPA (Lucros antes de Juros e IR - Lucro por Ação)


Um dos métodos mais utilizados para o estudo do efeito do grau de alavancagem,
consiste em analisar a relação que existe entre o LAJIR e os lucros por ação.
Exemplo: (Financiamento por Capital próprio vs. Financiamento por capital de
terceiros).
Suponhamos que a empresa deseja comparar o impacto, sobre os lucros por
ação, do financiamento de um programa de expansão orçado em $10 milhões,
mediante a emissão de ações ordinárias, ao preço unitário de $50 ou através de
títulos de dívida a 8%. A alíquota de IR é de 50% e a empresa atualmente
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mantém uma estrutura de capital integralmente constituída de capital próprio,


representada por 800.000 ações ordinárias. Se escolhemos um LAJIR hipotético
de $8 milhões, obtemos:
Financiamento por Financiamento por
Capital Próprio Capital de terceiros
LAJIR $8.000.000 $8.000.000
(*)
Juros ---------- 800.000
Lucro antes de IR 8.000.000 7.200.000
Impostos (50%) 4.000.000 3.600.000
Lucros após IR 4.000.000 3.600.000
(**)
no. de ações existentes 1.000.000 800.000
Lucro por ação (LPA) $4 $ 4,5

(*) 8% x $10.000.000 = $800.000


(**) Para obter $10.000.000 precisamos emitir 200.000 ações, porque
200.000 x $50 = $10.000.000
como já temos 800.000 ações
⇒ novo no. de ações: 200.000 + 800.000 = 1.000.000
A figura 4, na seqüência, apresenta os LPA para diferentes níveis de LAJIR
utilizando linhas retas:

LPA(Lucro por ação)


Capital de terceiros

$4,50
Ação ordinária
$4

Vantagem para Capital de terceiros

Vantagem para Capital próprio

8 LAJIR (em milhões)

Figura 4. Gráfico LAJIR-LPA


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O uso do método gráfico fornece informações sobre o impacto diferencial dos


métodos alternativos de financiamento, em relação aos lucros por ação.
Agora passaremos a estudar um exemplo que considera como uma terceira forma
de financiamento a combinação de Capital de terceiros e Capital Próprio.

Exemplo: Suponhamos que nossa firma está estudando a possibilidade de


financiamento de um programa de expansão de $10 milhões: a) Unicamente com
ações ordinárias, b) Com Capital de terceiros, e, c) mitade com ações ordinárias
a $50 e a outra mitade com Capital de terceiros a 8%.
A alíquota de IR é igual a t = 50%, e a empresa possui 800.000 ações.
Espera-se que o LAJIR varie de acordo com as condições econômicas:
Recessão: LAJIR de $2 milhões
Normal : LAJIR de $6 milhões
Expansão: LAJIR de $10 milhões

Resposta: Construindo a tabela seguinte, obtemos as principais conclusões:


Em caso de, Recessão ⇒ optar por financiamento por ações ordinárias.
Normal ou Expansão ⇒ optar por Financ. com Cap. de terceiros.

Observações.- No último exemplo vimos como o Capital de terceiros e o Capital


próprio, em forma conjunta, representaram uma terceira possibilidade de
financiamento. Na prática, uma forma de medir a variação entre entre estes dois
capitais é utilizando o Indice Exigível de longo prazo-Patrimônio líquido (I).
Este índice é determinado com as informações do Balanço da empresa:
Exigivel ⋅ de ⋅ LP Capital ⋅ de ⋅ terceiros( CT )
I= ≈
Patrimonio ⋅ Liquido Capital ⋅ Pr oprio( CP )
Desta última relação, vemos que foi aproveitada a definição do índice, para
aproximá-la à nossa conhecida expressão de alavancagem (D/E ou CT/CP).
CT CT
Então, I = ⇒ CP =
CP I
Além do mais, sabemos que:
CT CT ( I + 1 )
T = financiamento total = CT + CP = CT + =
I I
14

I
Portanto, CT = T ⋅
( I + 1)
Como o financiamento total requerido (T) e o índice são informações dadas, logo,
sempre poderemos estimar o Capital de terceiros e o Capital próprio. Exemplo:
Tabela: Estrutura de capital associadas a índices Exigíveis a Longo Prazo-
Patrimônio Líquido.
Indice Financiamento Total (T) Cap.terceiros Capital Próprio Taxa de Juros CT Juros ($)
(1) (2) (3) (2)-(3) (4) (3)x(4)
0% $10.000.000 0 $10.000.000 8% 0
10 10.000.000 (*)909.090 9.090.909 8% 72.727
20 10.000.000 1.666.667 8.333.333 8% 133.333
30 10.000.000 2.307.692 7.692.308 8% 184.615
40 10.000.000 2.857.143 7.142.857 8% 228.571
50 10.000.000 3.333.333 6.666.667 8% 266.667

100 10.000.000 5.000.000 5.000.000 8% 400.000

Para calcular o capital de terceiros fazemos:


(*) Se I = 10%, ou seja, 0,1 temos: CT = T * I / I+1 = 10.000.000 * 0,1 / (0,1+1) = $909.090

O objetivo desta tabela é: a)Determinar as quantidades monetárias de Capital de


terceiros e Capital próprio, e, b) Determinar os Juros($) do capital de terceiros.
Neste exemplo a taxa de juros é constante para todos os valores do índice, não
obstante, estas taxas poderão variar (como bem sabemos, isso acontece na
prática).

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Referências Bibliográficas

BREALEY, Richard A.; MYERS, Stewart C. Princípios de Finanças Empresariais.


McGraw-Hill: Portugal, 1998.

GITMAN, Lawrence J. Princípios de Administração Financeira. Editora Harbra:


São Paulo, 2002.

HORNE, James C. Van. Fundamentos de Administración Financiera. Editorial


Dossat: Madrid, 1979.

JOHNSON, Robert W. Administração Financeira. Editora da Universidade de São


Paulo: São Paulo, 1969.

ROSS, Stephen A; WESTERFIELD, Randolph W.; JAFFE, Jeffrey F.


Administração Financeira. Editora Atlas S.A.: São Paulo, 1995.