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Conceitos de Administração

Conceitos de Administração Clássicos  Administrar é o ato de prever, organizar, comandar, coordenar e controlar.

Clássicos

Administrar é o ato de prever, organizar, comandar, coordenar

e controlar.

É a arte ou ciência de realizar coisas, de produzir algum bem através

de pessoas. É um processo de planejar, organizar, dirigir e controlar a aplicação de recursos visando a realização de objetivos.

Humanístico

Administrar é buscar constantemente o ponto de equilíbrio entre

a função econômica e a função social.

Burocrático

É a aplicação racional dos recursos disponíveis (meios) aos objetos (fins) pretendidos, a fim de garantir a máxima eficiência possível no alcance desses objetivos.

Comportamental Administrar

é

o

processo

de

satisfatoriamente um trabalho.

Sistêmico

realizar

adequadamente

e

Consiste na realização de bens e serviços através do funcionamento

cooperado e harmonioso dos diversos elementos ou partes que compõem o processo produtivo.

Neoclássico É interpretar os objetivos propostos pela organização e transformá-los em ação organizacional por meio do planejamento, organização, direção e controle de todos os esforços realizados em todas as áreas e em todos os níveis da organização, a fim de alcançar tais objetivos da maneira mais adequada à situação.

È a arte das artes. Por isso, é a organizadora de talentos.” (Jean-Jacques) “Administração 2
È a arte das artes. Por isso, é a organizadora de talentos.” (Jean-Jacques) “Administração 2

È a arte

das artes. Por isso, é a organizadora de talentos.” (Jean-Jacques)

“Administração

OS ELEMENTOS DO CONCEITO DE ADMINISTRAÇÃO

Recursos Recursos Materiais Financeiros Atividades Administrativas Utilização eficiente e eficaz dos recursos
Recursos
Recursos
Materiais
Financeiros
Atividades
Administrativas
Utilização eficiente e
eficaz dos recursos
Recursos
Recursos
Informacionais
Humanos
Alcance de Metas
Alcance de
Metas
4
4
4

FUNÇÕES DO ADMINISTRADOR

Basicamente as funções do administrador são:

Basicamente as funções do administrador são:  Planejamento;  Organização;  Direção; e 

Planejamento;

Organização;

Direção; e

Controle.

As funções administrativas e suas características

1-PLANEJAMENTO * Estabelecer objetivos e emissões; * Examinar as alternativas; * Determinar as necessidades de
1-PLANEJAMENTO
* Estabelecer objetivos e
emissões;
* Examinar as alternativas;
* Determinar as
necessidades de recursos;
* Criar estratégias para o
alcance de objetivos.
3-ORGANIZAÇÃO * Desenhar cargos e tarefas específicas; * Criar estrutura organizacional; * Definir posições de
3-ORGANIZAÇÃO
* Desenhar cargos e tarefas
específicas;
* Criar estrutura
organizacional;
* Definir posições de staff;
* Coordenar as atividades de
trabalho;
* Estabelecer políticas e
procedimentos;
2- DIREÇÃO * Conduzir e motivar os empregados na realização das metas organizacionais; * Estabelecer
2- DIREÇÃO
* Conduzir e motivar os
empregados na realização
das metas organizacionais;
* Estabelecer comunicação
com os trabalhadores;
* Apresentar soluções dos
conflitos;
* Gerenciar mudanças.
4-CONTROLE * Medir o desempenho; * Estabelecer a comparação do desempenho com os padrões; *
4-CONTROLE
* Medir o desempenho;
* Estabelecer a comparação
do desempenho com os
padrões;
* Tomar as ações
necessárias para melhoria do
desempenho.

PROCESSO ADMINISTRATIVO

Planejamento Controle Organização Direção
Planejamento
Controle
Organização
Direção

Recursos

Humanos

Financeiros

Materiais

Informacionais

Tecnológicos

Mercadológicos

Administrativos

Resultados

metas

Melhoria de

desempenho

Aumento de

Alcance

de

capacidades

e

recursos

para

metas

futuras

Melhoria de desempenho  Aumento de Alcance de capacidades e recursos para metas futuras 7

CATEGORIA

PAPEL

ATIVIDADES

INTERPESSOAL

Representação

(Figura de Proa)

Liderança

Representar a organização

Dirigir e motivar pessoas

Ligação

Manter rede de comunicação dentro e fora da organização

Monitoração

Mandar e receber informações

INFORMACIONAL

Disseminação

Enviar informações para os membros de uma organização

Porta-Voz

Transmitir informações para pessoas de fora

Empreendimento

Iniciar projetos, assumir riscos, identificar novas idéias.

DECISORIAL

Resolução de Conflitos

Alocação de

Recursos

Resolver conflitos, tomar ação corretiva em disputas ou crises.

Decidir a quem atribuir recursos

Negociação

Representar os interesses em negociações sindicais, em vendas

PAPÉIS

INTERPESSOAIS

PAPÉIS

INFORMACIONAIS

PAPÉIS DECISÓRIOS

Relações entre pessoas

Atividades para

manter e desenvolver uma rede de informações.

Eventos e situações

em que se deve fazer uma escolha ou opção.

Como utilizar a

Como o

Habilidades humanas

administrador

intercambia e processa a informação.

informação em suas decisões.

Representação

Monitoração

Empreendimento

Liderança

Disseminação

Solução de conflitos

Ligação

Porta-voz

Alocação de recursos

Negociação

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CLASSIFICAÇÃO DOS RECURSOS EMPRESARIAIS

RECURSOS

CONTEÚDO PRINCIPAL

DENOMINAÇÃO

TRADICIONAL

Materiais e Físicos

Edifícios e terrenos

Natureza

Máquinas

Equipamentos

Instalações

Matérias-primas

Materiais

Tecnologia de produção

Financeiros

Capital

Capital

Fluxo de dinheiro

Crédito

Receita

Financiamentos

Investimentos

Humanos

Diretores

Trabalho

Gerentes

Chefes

Supervisores

Funcionários

Operários

Técnicos

Mercadológicos

Mercado de clientes, consumidores ou usuários

Não tem correspondente

Administrativos

Planejamento

Organização

Direção

Controle

Empresa

OS RECURSOS EMPRESARIAIS E AS ESPECIALIDADES DA ADMINISTRAÇÃO

Recursos
Recursos
Áreas da Administração
Áreas da
Administração
Administração Administrativos Geral Administração da Materiais Produção Financeiros Administração
Administração
Administrativos
Geral
Administração da
Materiais
Produção
Financeiros
Administração
Financeira
Administração de
Humanos
Recursos Humanos
Administração
Mercadológicos
Mercadológica
Contexto Empresarial

FUNÇÕES ORGANIZACIONAIS

Função de Produção;

FUNÇÕES ORGANIZACIONAIS  Função de Produção;  Função de Financeira;  Função de Marketing; IH 129
FUNÇÕES ORGANIZACIONAIS  Função de Produção;  Função de Financeira;  Função de Marketing; IH 129

Função de Financeira;

Função de Marketing;

de Produção;  Função de Financeira;  Função de Marketing; IH 129  Função de Recursos
IH 129
IH 129

Função de Recursos Humanos.

.

FUNÇÃO DE PRODUÇÃO

É a atividade de transformação de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor.

de matéria-prima em utilidades necessárias ao consumidor. - Engenharia do Produto - Desenvolvimento do Produto -

- Engenharia do Produto

- Desenvolvimento do Produto

- Especificação do Produto

- Planejamento e Controle da Produção

- Programação da Produção

- Controle na Produção

- Engenharia do Processo

- Desenvolvimento do Processo

- Elementos de Saída do Sistema Produtivo

Administração da Produção

de Saída do Sistema Produtivo Administração da Produção Forma e projeto do produto, pesquisa, valor econômico,
de Saída do Sistema Produtivo Administração da Produção Forma e projeto do produto, pesquisa, valor econômico,
de Saída do Sistema Produtivo Administração da Produção Forma e projeto do produto, pesquisa, valor econômico,
de Saída do Sistema Produtivo Administração da Produção Forma e projeto do produto, pesquisa, valor econômico,

Forma e projeto do produto, pesquisa, valor econômico, desenho, construção do modelo-protótipo, material a ser usado.

construção do modelo-protótipo, material a ser usado. Mão-de-obra, matéria-prima, mercado consumidor, infra-
construção do modelo-protótipo, material a ser usado. Mão-de-obra, matéria-prima, mercado consumidor, infra-
construção do modelo-protótipo, material a ser usado. Mão-de-obra, matéria-prima, mercado consumidor, infra-
construção do modelo-protótipo, material a ser usado. Mão-de-obra, matéria-prima, mercado consumidor, infra-

Mão-de-obra, matéria-prima, mercado consumidor, infra- estrutura, métodos e técnicas de programação, estabelecimentos de padrões.

e técnicas de programação, estabelecimentos de padrões. Layout, fluxo de materiais, atividades auxiliares
e técnicas de programação, estabelecimentos de padrões. Layout, fluxo de materiais, atividades auxiliares
e técnicas de programação, estabelecimentos de padrões. Layout, fluxo de materiais, atividades auxiliares
e técnicas de programação, estabelecimentos de padrões. Layout, fluxo de materiais, atividades auxiliares

Layout, fluxo de materiais, atividades auxiliares (ferramentaria, almoxerifado, armazenagem, manutenção, resíduos da produção).

armazenagem, manutenção, resíduos da produção). Especificar e acumular elementos de entrada, instalação de
armazenagem, manutenção, resíduos da produção). Especificar e acumular elementos de entrada, instalação de
armazenagem, manutenção, resíduos da produção). Especificar e acumular elementos de entrada, instalação de
armazenagem, manutenção, resíduos da produção). Especificar e acumular elementos de entrada, instalação de

Especificar e acumular elementos de entrada, instalação de processo de transformação (tipos de processo, máquinas e equipamentos), coordenação e operação (rotinas, divisão de trabalho, programação).

FUNÇÃO FINANCEIRA

É a atividade encarregada da obtenção e utilização de capital.

encarregada da obtenção e utilização de capital. A Decisão de Financiamento - Determinar a melhor forma

A Decisão de Financiamento - Determinar a melhor forma de financiar as operações da empresa. Qual a composição de fontes de fundos mais adequada.

A Decisão de Investimento - Alocação de capital a projetos de investimentos; seleção de novos investimentos.

A Decisão de Distribuição de Dividendos - Porcentagem dos lucros a ser distribuída aos acionistas (em dinheiro, bonificações, recompra de ações).

FUNÇÃO DE MARKETING

É o desempenho das atividades empresariais que dirige o fluxo de mercadorias e serviços do produtor ao consumidor final.

IH 129
IH 129

Planejamento e Desenvolvimento do Produtor

final. IH 129 Planejamento e Desenvolvimento do Produtor Determinar as necessidades do mercado definindo suas
final. IH 129 Planejamento e Desenvolvimento do Produtor Determinar as necessidades do mercado definindo suas
final. IH 129 Planejamento e Desenvolvimento do Produtor Determinar as necessidades do mercado definindo suas
final. IH 129 Planejamento e Desenvolvimento do Produtor Determinar as necessidades do mercado definindo suas

Determinar as necessidades do mercado definindo suas preferências; cuidado com a aparência e o desempenho do produto.

Criação de Demanda - Propaganda, publicidade, promoções de vendas, embalagem.

Vendas - Preocupação com os postos de vendas (vendedor, catálogo, representantes).

Assistência ao Cliente - Atenção que a empresa dá ao cliente, certificando se o produto satisfaz suas necessidades.

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FUNÇÃO DE RECURSOS HUMANOS

Representa todo esforço da organização, no sentido de atrair profissionais do mercado de trabalho, prepará-los, adaptá-los, desenvolvê-los e incorporá-los de forma permanente ao esforço produtivo.

e incorporá-los de forma permanente ao esforço produtivo. Emprego - recursos humanos. Determinação Preocupa com a

Emprego -

recursos humanos. Determinação

Preocupa

com a

procura

das

e obtenção dos

ou

necessidades

- planejamento de mão-de-obra

- Recrutamento (interno e externo)

- Seleção

Desenvolvimento - Preocupação com a qualidade e a melhoria do desempenho da mão-de-obra.

- Avaliação e Desempenho

- Treinamento

- Promoção

- Transferência

Utilização - É o indivíduo em contato direto com o seu trabalho.

- Medida de Eficácia

- Medida de Eficiência

- Aplicação de Normas

- Desligamento

Compensação - É a recompensa de forma monetária ou não

- Estudo de Cargo

- Estudo de Salários

- Benefícios Salários diretos (férias pagas, assistência médica, planos de pensão)

Manutenção - É a preocupação com o bom ambiente de trabalho, tanto em condições físicas e humanas.

- Orientação

- Aconselhamento

- Higiene e Segurança

- Comunicação

- Relação

com

os

Governamentais

Órgãos

Sindicais

e

Missão

“É a razão de existir de uma organização. A declaração de missão formal é uma definição amplamente explícita do escopo comercial básico e das operações que diferenciam a organização dos tipos similares de empresas. O conteúdo de uma declaração de missão frequentemente foca no mercado e nos clientes identificando os campos desejados de empenho. As declarações de missão geralmente revelam a filosofia da empresa assim como

o seu propósito.”

(Daft:1999)

“Declaração de missão é um objetivo amplo baseado nas premissas de planejamento da organização, pressupostos básicos sobre os propósitos da organização, seus valores, suas competências especiais e seu lugar no mundo.” (Stoner e Freeman:1995)

Que necessidade estamos atendendo?
Que necessidade
estamos atendendo?
Em que negócio estamos?
Em que negócio
estamos?
Quem são nossos clientes? Qual o nosso papel na sociedade?
Quem são
nossos clientes?
Qual o nosso papel na
sociedade?
Qual a importância da Missão?
Qual a importância
da Missão?

Criar valor para clientes,

governamentais, fornecedores, concorrentes, etc

Orientar comportamento e estimular a iniciativa de cada um de seus membros.

comunidades, instituições

acionistas,

os

colaboradores,

Nível Formulação de Institucional Nível Intermediário Nível Operacional políticas gerais, componentes
Nível Formulação de Institucional Nível Intermediário Nível Operacional
Nível
Formulação
de
Institucional
Nível
Intermediário
Nível
Operacional

políticas

gerais,

componentes estratégicos.

Elaboração de planos e programas específicos componentes táticos

Execução

de

e

componentes

rotinas

procedimentos

técnicos.

NÍVEL INSTITUCIONAL OU ESTRATÉGICO

Corresponde ao nível mais alto da empresa.

Composto dos diretores, dos proprietários ou acionistas,

conselho administrativo e dos altos executivos.

Responsável pela definição dos objetivos e das estratégias.

Lida com a incerteza e riscos em decorrência da realidade ambiental que externamente envolve a empresa.

Estabelece objetivos empresariais.

Elabora planejamento estratégico e políticas.

NÍVEL INTERMEDIÁRIO – MEDIADOR OU GERÊNCIAL

Responsável pela articulação interna entre os dois níveis.

Composto da média administração, isto é, pessoas ou órgãos

que transformam as estratégias empresariais em programas de ação.

Administra o nível operacional procurando filtrar as

incertezas.

Cuida da escolha e captação dos recursos necessários, bem como da distribuição e colocação do que foi produzido.

Estabelece objetivos departamentais.

Elabora planos táticos.

NÍVEL OPERACIONAL – TÉCNICO

Localizado na parte inferior da empresa, onde as tarefas são executadas e as operações realizadas.

Está relacionado diretamente com a produção.

Neste nível estão as máquinas e equipamentos, as linhas de montagem, os balcões de atendimento e etc.

Verifica e analisa alternativas operacionais.

Implementa a operação do dia a dia.

Seleção

Percepção

Limites ou Fronteiras

Ambiental

Ambiental

MAPEAMENTO AMBIENTAL
MAPEAMENTO
AMBIENTAL
É determinar e selecionar os fatores externos que possam interferir no objetivo da empresa definindo
É determinar e selecionar os fatores externos que possam interferir no objetivo da empresa definindo

É determinar e selecionar os fatores externos que possam interferir no objetivo da empresa definindo os limites da mesma.

Para que se faça um mapeamento ambiental deve-se levar em conta:

SELEÇÃO AMBIENTAL

PERCEPÇÃO AMBIENTAL

CONSONÂNCIA E DISSONÂNCIA

LIMITES DA EMPRESA

SELEÇÃO AMBIENTAL

Como o ambiente externo é muito complexo, a empresa seleciona uma pequena porção de variáveis que realmente influencia no conhecimento e nas experiências da mesma.

PERCEPÇÃO AMBIENTAL

É uma construção, um conjunto de informações selecionadas e estruturadas em função da experiência anterior, das necessidades e das intenções da empresa numa determinada situação.

CONSONÂNCIA E DISSONÂNCIA

É

a

ferramenta

utilizada

pela

empresa

para

confirmar, na prática, suas presunções a respeito do seu ambiente.

LIMITES DA EMPRESA

Delimita ou separa a empresa do contexto ambiental que a envolve. Pode ser definido em termos de valores e atitudes de seus empregados, em termos legais e em termos fiscais.

A EMPRESA E SEU AMBIENTE GERAL E AMBIENTE DE TAREFA Ambiente Geral Variáveis Variáveis Tecnológicas
A EMPRESA E SEU AMBIENTE GERAL E AMBIENTE DE
TAREFA
Ambiente
Geral
Variáveis
Variáveis
Tecnológicas
Ambiente
Políticas
de
Tarefa
Clientes
Fornecedores
Variáveis
Variáveis
Legais
Empresa
Econômicas
Concorrentes
Grupos
Regulamentadores
Variáveis
Variáveis
Demográficas
Sociais
Variáveis
Ecológicas

Variáveis Ambientais (Incontroláveis)

Econômicas Políticas Legais Sociais Ecológicas Tecnológicas Demográficas (Ambiente Geral)

Ecológicas Tecnológicas Demográficas (Ambiente Geral) Mapeamento Perceptivo Esforço Entradas Resultados

Mapeamento

Perceptivo

Esforço Entradas Resultados Empresarial (Controlável) Retroação da Informação
Esforço
Entradas
Resultados
Empresarial
(Controlável)
Retroação da Informação

Tipos de

Ambiente

Ambiente Estável

Ambiente Mutável

Estrutura organizacional simples em face da simplicidade do ambiente.

Estrutura organizacional simples em face da simplicidade do ambiente.

Ambiente

Homogêneo

 

Reações padronizadas ao ambiente por meio de regras e regulamentos.

Reações não padronizadas, mas voltadas ao planejamento contingencial e à absorção de incertezas.

 

Os departamentos são aplicadores de regras e regulamentos.

Tomada de decisão departamental descentralizada.

Ambiente

Estrutura organizacional complexa com várias divisões funcionais, cada uma correspondendo a um segmento do ambiente.

Estrutura organizacional complexa e diferenciada para lidar com multivariados segmentos ambientais.

Heterogêneo

Divisões de base geográfica ou semelhante por causa da heterogeneidade ambiental.

Descentralização para lidar com a absorção da incerteza e planejamento contingencial descentralizado.

IMPERATIVO AMBIENTAL

Ambiente

Estável

Certeza e

Mecanísticas

AMBIENTAL Ambiente Estável Certeza e Mecanísticas Organizações Previsibilidade Burocracia Ambiente

Organizações AMBIENTAL Ambiente Estável Certeza e Mecanísticas Previsibilidade Burocracia Ambiente Instável Incerteza e

PrevisibilidadeAmbiente Estável Certeza e Mecanísticas Organizações Burocracia Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas

BurocraciaCerteza e Mecanísticas Organizações Previsibilidade Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas Adhocracia

Ambiente

Instável

Incerteza e

Orgânicas

Previsibilidade Burocracia Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas Adhocracia Organizações Imprevisibilidade 28

AdhocraciaOrganizações Previsibilidade Burocracia Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas Organizações Imprevisibilidade 28

Organizações Organizações Previsibilidade Burocracia Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas Adhocracia Imprevisibilidade 28

ImprevisibilidadeOrganizações Previsibilidade Burocracia Ambiente Instável Incerteza e Orgânicas Adhocracia Organizações 28

Variáveis

Sistemas Mecanísticos

Sistemas Orgânicos

Estrutura

Organizacional

Organização burocrática

(burocracia)

Organização flexível

Desenho de

Estáveis, definidos e ocupados por especialistas.

Mutáveis, redefinidos constantemente.

Cargos

Processo

Decisões centralizadas na cúpula da empresa.

Decisões

Decisorial

descentralizadas

Comunicações

Predominantes verticais.

Predominantes

horizontais

Confiabilidade

Nas regras e nos regulamentos formalizados por escrito impostos pela empresa.

Nas comunicações informais entre as pessoas.

Princípios

Predominantes

Teoria Clássica da Administração.

Teoria das Relações Humanas

Ambiente de

Estável.

Instável.

Tarefa

AS EMPRESAS COMO SISTEMAS ABERTOS

O QUE É SISTEMA?

“SISTEMA é um conjunto de elementos materiais ou não, que dependem reciprocamente, uns dos outros de maneira a formar um todo organizado.”

“SISTEMA é um conjunto de atividades interligadas de forma que todos estejam numa relação direta de maneira a possibilitar que determinados objetivos sejam alcançados.”

“SISTEMA é um conjunto de órgãos, atividades ou informações (entrada) que se relacionam em funcionamento harmônico e coordenado (processo ou processamento), visando a obtenção de determinados resultados ou informações organizacionais (saída).”

Concluímos que:

Todo sistema é um conjunto de partes ou elementos. (órgãos e atividades) Tais partes ou elementos devem estar interligados, dependendo uma das outras. (inter-relacionamento) Desenvolvendo uma atividade ou função. (processamento, operação) Do processamento obtém-se resultados ou produtos. (finalidades, objetivos, propósitos)

O SISTEMA PODE SER: ABERTO OU FECHADO

FECHADO:

Quando tem pouquíssimas entradas ou saídas em relação ao

ambiente;

Quando as entradas ou saídas são limitadas ou previsíveis;

Guardam entre si uma relação de causa e efeito que podem ser conhecida.

ex.: sistemas mecânicos ou determinísticos.

ABERTO:

Quando tem muitas entradas e saídas em relação ao meio ambiente;

Relaciona com meio externo, do qual depende para o seu funcionamento;

São mais complexos e de difícil caracterização; Ex.: sistemas vivos e orgânicos.

TODO SISTEMA EMPRESARIAL É UM SISTEMA ABERTO.

ELEMENTOS DO SISTEMA ABERTO

ENTRADA insumos ou matéria prima (IMPUT) PROCESSO OU PROCESAMENTO (OPERAÇÃO) SAÍDA OU PRODUTO São os resultados (OUTPUT) RETROAÇÃO OU RETROINFORMAÇÃO – Sensor que verifica os desvios (FEEDBACK)

HÁ DOIS TIPOS DE RETROAÇÃO

POSITIVA Aquela que estimula a entrada de insumos para dar seqüência ao processamento.

NEGATIVA Aquela que freia ou reduz o processamento, quando a operação concretizou com algum erro ou desvio.

OPERAÇÃO

OU

PROCESSAMENTO

INPUTS

ENTRADA
ENTRADA

INSUMOS

desvio. OPERAÇÃO OU PROCESSAMENTO INPUTS ENTRADA INSUMOS OUTPUTS SAÍDA FEEDBACK RETROAÇÃO PRODUTOS CONTROLE 32

OUTPUTS

SAÍDA FEEDBACK RETROAÇÃO
SAÍDA
FEEDBACK
RETROAÇÃO

PRODUTOS

CONTROLE

HOMEOSTASIA Quando o sistema alcança o ponto de equilíbrio. È a estabilidade.

ENTROPIA Quando o sistema se desorganiza ou se desintegra.

EXEMPLOS:

SISTEMAS

ENTRADA

PROCESSO

SAÍDA

Aparelho

Alimentos (pão, carne

 

Digestão

Nutrientes

digestivo

)

Fezes

Escola

Criança

Aprendizagem

Criança

analfabeta

Alfabetizada

Fábrica

Insumos (couro, cola

 

Processamento

Produtos

)

(sapatos,

 

sandálias

)

SUBSISTEMA E SUPERSISTEMA

Um SISTEMA é composto por vários subsistemas.

Um SUPERSISTEMA é constituído por vários sistemas. PROCESSO ENTRADA SAÍDA DE Couro LIMPEZA Couro sujo
Um SUPERSISTEMA é constituído por vários sistemas.
PROCESSO
ENTRADA
SAÍDA
DE
Couro
LIMPEZA
Couro
sujo
FEEDBACK
limpo
PROCESSO
ENTRADA
SAÍDA
DE
Couro
CORTE
Couro
limpo
cortado
FEEDBACK
PROCESSO
ENTRADA
SAÍDA
DE
Couro
COSTURA
Sandálias
cortado
FEEDBACK
FEEDBACK

CONCLUSÃO:

Quando se usa o enfoque sistêmico em administração, a atenção deve estar voltada para a saída.

O objetivo é analisar o produto final em função da sua utilidade e propósito, do que simplesmente como um produto.

ATERNATIVAS

SOLUÇÕES

A 1 0 1 A 1 A 1 0 2 ALTERNATIVA A 2 EXCLUIDA A
A 1 0 1
A
1
A 1 0 2
ALTERNATIVA
A
2
EXCLUIDA
A 3 0 1
S
A 3
A 3 0 2
A 3 0 3
A 4
A 4 0 1
A ALTERNATIVA
5
EXCLUIDA

A MAIS PROVÁVEL

A 3
A 3

SITUAÇÃO

De uma forma simples, podemos definir planejamento como a função administrativa de determinar adiantadamente o

De uma forma simples, podemos definir planejamento como a função administrativa de determinar adiantadamente o que o grupo deve fazer e quais as metas que devem ser atingidas.

É preparar para enfrentar o futuro previsível ou incerto, visando assumir os riscos certos e aproveitar as oportunidades que ele oferece, tornando-o mais favorável.

O que

O

que

Onde

Onde

Quando

Quando

Como

Como

Por que

Por

que

Quem

Quem

que Onde Quando Como Por que Quem deve ser feito? será feito? será feito? será feito?

deve ser feito?

será feito?

será feito?

será feito?

deverá ser feito?

vai fazer?

O

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3

EEt tta aap ppa aas ss ddo oo PPl lla aan nne eej jja aam mme een nnt tto oo EEs sst ttr rra aat tté éég ggi iic cco oo: ::

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COMPONENTES BÁSICOS DA ESTRATÉGIA EMPRESARIAL

O QUE HÁ NO AMBIENTE?

OBJETIVOS

DA

EMPRESA

EMPRESARIAL O QUE HÁ NO AMBIENTE? OBJETIVOS DA EMPRESA ANÁLISE AMBIENTAL ANÁLISE ORGANIZACIONAL O QUE TEMOS

ANÁLISE

AMBIENTAL

NO AMBIENTE? OBJETIVOS DA EMPRESA ANÁLISE AMBIENTAL ANÁLISE ORGANIZACIONAL O QUE TEMOS NA EMPRESA? 

ANÁLISE

ORGANIZACIONAL

DA EMPRESA ANÁLISE AMBIENTAL ANÁLISE ORGANIZACIONAL O QUE TEMOS NA EMPRESA?  OPORTUNUDADES  AMEAÇAS 

O QUE TEMOS NA EMPRESA?

OPORTUNUDADES

AMEAÇAS

RESTRIÇÕES

COAÇÕES

CONTINGÊNCIAS

PONTOS FORTES

PONTOS FRACOS

RECURSOS DISPONÍVEIS

CAPACIDADES

HABILIDADES

 PONTOS FRACOS  RECURSOS DISPONÍVEIS  CAPACIDADES  HABILIDADES ESTRATÉGICA EMPRESARIAL O QUE FAZER? 38

ESTRATÉGICA

EMPRESARIAL

O QUE FAZER?

Estratégias Cooperativas Ajuste ou Negociação; Cooptação ou Coopção; Coalizão. Estratégias Competitivas Ou de

Estratégias

Cooperativas

Ajuste ou Negociação;

Cooptação ou Coopção;

Coalizão.

Estratégias Competitivas Ou de Concorrência

Defensiva;

Ofensiva;

Analítica;

Reativa.

SÍMBOLOS DE FLUXOGRAMAS MAIS USADOS (VERTICAL)

SÍMBOLOS DE FLUXOGRAMAS MAIS USADOS (VERTICAL) ou OPERAÇÃO: Ex.: emissão de um documento, notação de um

ouSÍMBOLOS DE FLUXOGRAMAS MAIS USADOS (VERTICAL) OPERAÇÃO: Ex.: emissão de um documento, notação de um registro.

SÍMBOLOS DE FLUXOGRAMAS MAIS USADOS (VERTICAL) ou OPERAÇÃO: Ex.: emissão de um documento, notação de um

OPERAÇÃO:

Ex.: emissão de um documento, notação de um registro.

Ex.: emissão de um documento, notação de um registro. TRANSPORTE: quando um objeto ou documento é

TRANSPORTE: quando um objeto ou documento é movimentado de um lugar para o outro.

INSPEÇÃO, VERIFICAÇÃO:

documento (controle), verificação de uma assinatura.

Conferência de um

verificação de uma assinatura. Conferência de um DEMORA, ATRASO OU ESPERA: outra parte para dar continuidade.

DEMORA, ATRASO OU ESPERA:

outra parte para dar continuidade.

Chegada de uma

ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO: Parada quase que definitiva ou prolongada.Conferência de um DEMORA, ATRASO OU ESPERA: outra parte para dar continuidade. Chegada de uma ARQUIVAMENTO

ARQUIVAMENTO DEFINITIVOoutra parte para dar continuidade. Chegada de uma ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO: Parada quase que definitiva ou prolongada.

SÍMBOLOS DE FLUXOGRAMA DE BLOCO

GERMINAL OU TERMINAL: representa o INÍCIO ou FIMSÍMBOLOS DE FLUXOGRAMA DE BLOCO DECISÃO DE LÓGICA: há sempre mais de uma alternativa como correspondência

DECISÃO DE LÓGICA: há sempre mais de uma alternativa como correspondênciaDE BLOCO GERMINAL OU TERMINAL: representa o INÍCIO ou FIM OPERAÇÃO, PROCESSAMENTO: Executada eletronicamente ou

há sempre mais de uma alternativa como correspondência OPERAÇÃO, PROCESSAMENTO: Executada eletronicamente ou

OPERAÇÃO, PROCESSAMENTO: Executada eletronicamente ou mecanicamente.

3 2 1
3 2
1

DOCUMENTO: Os desenhos superpostos indicam o número de vias.

Os desenhos superpostos indicam o número de vias. ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO ARQUIVAMENTO DEFINITIVO OPERAÇÃO

ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO

ARQUIVAMENTO DEFINITIVOindicam o número de vias. ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO OPERAÇÃO EXECUTADA MANUALMENTE ou ENTRADA ou SAÍDA.

OPERAÇÃO EXECUTADA MANUALMENTE ou ENTRADA ou SAÍDA.indicam o número de vias. ARQUIVAMENTO TEMPORÁRIO ARQUIVAMENTO DEFINITIVO OPERAÇÃO PRÉ-DEFINITIVA CONEXÃO FLUXO 41

DEFINITIVO OPERAÇÃO EXECUTADA MANUALMENTE ou ENTRADA ou SAÍDA. OPERAÇÃO PRÉ-DEFINITIVA CONEXÃO FLUXO 41

OPERAÇÃO PRÉ-DEFINITIVA

CONEXÃOARQUIVAMENTO DEFINITIVO OPERAÇÃO EXECUTADA MANUALMENTE ou ENTRADA ou SAÍDA. OPERAÇÃO PRÉ-DEFINITIVA FLUXO 41

FLUXOARQUIVAMENTO DEFINITIVO OPERAÇÃO EXECUTADA MANUALMENTE ou ENTRADA ou SAÍDA. OPERAÇÃO PRÉ-DEFINITIVA CONEXÃO 41

 

N Rotina

 

N Folha

FLUXOGRAMA

 

001

001

 

DATA

 

NOME DA ROTINA

 

/

/

Pagamento de uma conta de água em atraso

X

Atual

 

Proposta

ÓRGÃO

 

ANALISTA

Departamento Financeiro

LUCIA HELENA

Símbolos Ordem Tempo Distância Executante Descrição das Fases Cód. Q T C E A 20´
Símbolos
Ordem
Tempo
Distância
Executante
Descrição das Fases
Cód.
Q
T
C
E
A 20´
1
CL
Cliente chega e entra na fila do caixa
Q
T
C
E
A 3´
2
CX
Necessidade de pegar autorização no 3º andar
1
Q
T
C
E
A 3´
3
CL
Cliente no elevador 3º andar
1
Q
T
C
E
A 2´
4
F
Porteiro/ Voltar após o almoço
1
Q
T
C
E
A 5´
5
CL
Cliente se retira
1
Q
T
C
E
A 2´
6
CL
Cliente volta ás 14:15hs e vai ao 3º andar
1
Q
T
C
E
A 5´
7
CL
Cliente no balcão funcionário explica
1
Q
T
C
E
A 8´
8
F
Funcionário consulta listagem de débito
1
Q
T
C
E
A 2´
9
F
Funcionário calcula juros e correção
3
Q
T
C
E
A 3´
10
CL
Cliente desce ao térreo
1
Q
T
C
E
A 15´
11
CL
Cliente na fila do caixa
Q
T
C
E
A 2´
12
CX
Caixa não aceita cheque
Q
T
C
E
A 1´
13
CL
Cliente paga em dinheiro
Q
T
C
E
A 3´
14
CX
Caixa recebe e autentica documento
Q
T
C
E
A 1´
15
CX
Caixa entrega comprovante
 Novo Processo Q T C E A 1 20´ CL Cliente entrou na fila
 Novo Processo
Q
T
C
E
A
1 20´
CL
Cliente entrou na fila
4
Q
T
C
E
A
2 2´
CX
Cálculo do valor
Q
T
C
E
A
3 2´
CX
Recusa de receber o cheque
Q
T
C
E
A
4 1´
CL
Pagar em dinheiro
Q
T
C
E
A
5 3´
CX
Caixa recebe e autentica documento
Q
T
C
E
A
6 1´
CX
Caixa entrega comprovante
 

Método Atual

Método Proposto

Diferença

1-ELIMINAR

2-COMBINAR

SIMBOLOGIA

Quant.

Tempo

Quant.

Tempo

Quant.

Tempo

3-TROCAR

4-MELHORAR

Operação

3

3

0

OBSERVAÇÕES

Transporte

4

13´

0

4

13´

 

Controle

5

20´

1

4

18´

 

Espera

2

35´

1

20´

1

15´

 

Arquivamento

1

1

0

 

Total

15

75´

6

29´

9

46´

DISTÂNCIA TOTAL

         

LISTA DE VERIFICAÇÃO DE ADMISSÃO DE EMPREGADO

   

VERIFICAÇÃO DOS REQUISITOS MÍNIMOS

ENTREVISTA DE TRIAGEM

o

ANÁLISE DE CARTEIRA PROFISSIONAL (afastamentos médicos)

o

   

o

PREENCHIMENTO DA FICHA

 

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

 

o

ENTREVISTA DE SELEÇÃO

SITUAÇÃO SÓCIO-ECONÔMICA

o

o

ASPIRAÇÃO PROFISSIONAL

     

TESTE DE NÍVEL MENTAL, APTIDÕES ESPEFÍFICAS E PERSONALIDADE.

AVALIAÇÃO

o

PSICOLÓGICA

o

CONHECIMENTOS SOBRE INFORMÁTICA

   
 

TIPO DE TRABALHO QUE IRÁ FAZER

 

o

 

INFORMAÇÕES

o

POLÍTICA SALARIAL

SOBRE

o

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

BENEFÍCIOS E DESCONTOS

   
   

o

o

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA ADMINSSÃO

INFORMAÇÕES DE TERCEIROS

o

REFERÊNCIA SOBRE A IDONEIDADE MORAL DO CANDIDATO.

     

EXAME CLÍNICO E DENTÁRIO

SELEÇÃO

o

EXAME DE VISÃO E AUDIÇÃO

MÉDICA

o

o

EXAMES DE LABORATÓRIO

CRONOGRAMA DE LANÇAMENTO DE NOVO PRODUTO GRÁFICO DE GANTT

PERÍODO

JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL MAIO ATIVIDADES 1 2 3 4 1 2 3 4 1
JANEIRO
FEVEREIRO
MARÇO
ABRIL
MAIO
ATIVIDADES
1
2
3
4
1
2
3
4
1
2
3
4
1
2
3
4
1
2
3
4
PESQUISA DE
MERCADO
DEFINIÇÃO DO
NOVO PRODUTO
PRODUÇÃO DA
EMBALAGEM
PRODUÇÃO DO
PRODUTO
PRODUÇÃO DE
MATERIAL
RECRUTAMENTO
DE VENDEDORES
SELEÇÃO DE
VENDEDORES
TREINAMENTO DE
VENDEDORES
DIVULGAÇÃO DO
PRODUTO NA TV
COMERCIALIZAÇÃ
O DO PRODUTO

PREVISTA

TREINAMENTO DE VENDEDORES DIVULGAÇÃO DO PRODUTO NA TV COMERCIALIZAÇÃ O DO PRODUTO PREVISTA REALIZADA 44

REALIZADA

TREINAMENTO DE VENDEDORES DIVULGAÇÃO DO PRODUTO NA TV COMERCIALIZAÇÃ O DO PRODUTO PREVISTA REALIZADA 44
AÇÃO EMPRESARIAL
AÇÃO
EMPRESARIAL

Descoberta do negócio. Formulação dos objetivos.

ESTRATÉGIA EMPRESARIAL
ESTRATÉGIA
EMPRESARIAL

Combinar oportunidades ambientais com capacidade empresarial.

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
PLANEJAMENTO
ESTRATÉGICO

Operar com incerteza. Mapeamento ambiental.

PLANEJAMENTO TÁTICO
PLANEJAMENTO
TÁTICO

Tradução e interpretação das decisões estratégicas - Absorção da incerteza.

PLANEJAMENTO OPERACIONAL
PLANEJAMENTO
OPERACIONAL

Tradução e interpretação das decisões estratégicas - Absorção da incerteza.

NÍVEIS DA EMPRESA

PLANEJAMENTO

CONTEÚDO

EXTENSÃO DE TEMPO

AMPLITUDE

   

GENÉRICO

 

MACROORIENTADO ABORDA A EMPRESA COMO UMA TOTALIDADE

INSTITUCIONAL

ESTRATÉGICO

E

LONGO

SINTÉTICO

PRAZO

INTERMEDIÁRIO

TÁTICO

MENOS GENÉRICO E MAIS DETALHADO

MÉDIO

ABORDA CADA UNIDADE DA EMPRESA OU CADA CONJUNTO DE RECURSOS SEPARADAMENTE.

PRAZO

OPERACIONAL

OPERACIONAL

DETALHADO

 

MICROORIENTADO ABORDA CADA TAREFA OU OPERAÇÃO ISOLADAMENTE

E

CURTO

ANALÍTICO

PRAZO

ORGANIZAÇÃO

ORGANIZAÇÃO É o agrupamento de atividades necessárias para atingir os objetivos da empresa e a atribuição

É o agrupamento de atividades necessárias para atingir os objetivos da empresa e a atribuição de cada agrupamento a um executivo com devida autoridade para atingir tais atividades.

da empresa e a atribuição de cada agrupamento a um executivo com devida autoridade para atingir
ESTRUTURA LINEAR A B C D E F G H I
ESTRUTURA LINEAR
A
B
C
D
E
F
G
H
I

ESTRUTURA LINEAR

Presidente

Diretor

Gerente

Chefe

Supervisor

Estrutura Funcional Presidente Gerente Gerente Diretor de de de Tesoureiro Vendas Produção Pessoal Gerente
Estrutura Funcional
Presidente
Gerente
Gerente
Diretor
de
de
de
Tesoureiro
Vendas
Produção
Pessoal
Gerente
Gerente
Gerente
Contabili
Crédito
de
de
de
Emprego
Treina-
dade
Divisão A
Divisão B
Divisão C
mento
Vendedor Individual
Organização Funcional

ESTURTURALINHA/STAFF

DIRETOR GERAL DEPARTAMENTO JURÍDICO DEPARTAMENTO DE COMPRAS DEPARTAMENTO DE RH DEPTº DE ENGENHARIA. DE
DIRETOR
GERAL
DEPARTAMENTO
JURÍDICO
DEPARTAMENTO
DE COMPRAS
DEPARTAMENTO
DE RH
DEPTº DE
ENGENHARIA. DE
PRODUTOS
DIRETORIA DE
DIRETORIA
DIRETOR
PRODUÇÃO OU
FINANCEIRA
COMERCIAL
OPERAÇÃO
ANÁLISE
CONTROLE
CONTROLE
ENGENHARIA
PESQUISA
DE
ORÇAMEN-
DE
DE
DE
PROPAGANDA
CUSTO
TÁRIO
QUALIDADE
MANUTENÇÃO
MERCADO
CONTAS
CONTAS
VENDAS
VENDAS
VENDAS
TESOU-
FABRI-
MONTA-
ACABA-
A
A
REG.
REG.
REG.
RARIA
CAÇÃO
GEM
MENTO
PAGAR
RECEBE
CENTRO
NORTE
SUL
Departamento de linha
Departamento de STAFF

AGRUPAMENTO POR FUNÇÃO

Presidente

Diretor

Financeiro

Diretor

de

Produção

Diretor

de

Vendas

AGRUPAMENTO POR PRODUTO OU SERVIÇO

Diretoria
Diretoria
Divisão de Produtos Farmacêuticos
Divisão de Produtos
Farmacêuticos

Analgésicos

Antibióticos

Xaropes

Divisão de Produtos Veterinários
Divisão de
Produtos
Veterinários
Divisão de Produtos Químicos
Divisão de
Produtos
Químicos

Pigmentos

Fosfatos

Inseticidas

Vacinas

Medicamentos

AGRUPAMENTO POR PROCESSO OU EQUIPAMENTO

DEPARTAMENTO DE PRODUÇÃO SEÇÃO SEÇÃO SEÇÃO SEÇÃO CONTROLE USINAGEM MONTAGEM EMBALAGEM CORTE
DEPARTAMENTO
DE
PRODUÇÃO
SEÇÃO
SEÇÃO
SEÇÃO
SEÇÃO
CONTROLE
USINAGEM
MONTAGEM
EMBALAGEM
CORTE

AGRUPAMENTO GEOGRÁFICO

DIVISÃO DE OPERAÇÃO REGIÃO REGIÃO REGIÃO CENTRO NORTE SUL AGÊNCIA AGÊNCIA AGÊNCIA AGÊNCIA AGÊNCIA
DIVISÃO DE
OPERAÇÃO
REGIÃO
REGIÃO
REGIÃO
CENTRO
NORTE
SUL
AGÊNCIA
AGÊNCIA
AGÊNCIA
AGÊNCIA
AGÊNCIA
AGÊNCIA
MATO
SÃO
PORTO
BRASÍLIA
MANAUS
BELÉM
GROSSO
PAULO
ALEGRE

AGRUPAMENTO POR CLIENTE

DIVISÃO DE VENDAS
DIVISÃO DE
VENDAS
DEPARTAMENTO MASCULINO
DEPARTAMENTO
MASCULINO
POR CLIENTE DIVISÃO DE VENDAS DEPARTAMENTO MASCULINO Seção Roupas Seção Calçados DEPARTAMENTO FEMININO
POR CLIENTE DIVISÃO DE VENDAS DEPARTAMENTO MASCULINO Seção Roupas Seção Calçados DEPARTAMENTO FEMININO
Seção Roupas
Seção
Roupas
Seção Calçados
Seção
Calçados
DEPARTAMENTO FEMININO Seção Seção Perfumaria Modas Seção Lingerie
DEPARTAMENTO
FEMININO
Seção
Seção
Perfumaria
Modas
Seção
Lingerie
DEPARTAMNTO INFANTIL
DEPARTAMNTO
INFANTIL
Seção Seção Perfumaria Modas Seção Lingerie DEPARTAMNTO INFANTIL Seção Roupas Seção Calçados 56
Seção Seção Perfumaria Modas Seção Lingerie DEPARTAMNTO INFANTIL Seção Roupas Seção Calçados 56
Seção Roupas
Seção
Roupas
Seção Calçados
Seção
Calçados

AGRUPAMENTO POR COMBINAÇÃO OU MATRICIAL

PRESIDENTE SECRETARIA GERAL DIRETOR DE DIRETOR DIRETOR OPERAÇÃO COMERCIAL ADMINISTRATIVO SUPERINTENDENTE
PRESIDENTE
SECRETARIA
GERAL
DIRETOR DE
DIRETOR
DIRETOR
OPERAÇÃO
COMERCIAL
ADMINISTRATIVO
SUPERINTENDENTE
SUPERINTENDENTE
SUPERINTENDENTE
FÁBRICA DE
FABRICA DE
FABRICA DE
MOTORES
FERRAMENTAS
PNEUS
GERENTE
GERENTE
DE
DE
FABRICAÇÃO
MANUTENÇÃO
SUPERVISOR
SUPERVISOR
SUPERVISOR
DE
DE
DE
USINAGEM
MONTAGEM
TESTEFINAL

57

DESENHO ORGANIZACIONAL

Apresenta quatro características principais:

1 - DIFERENCIAÇÃO – Significa divisão do trabalho em departamento ou subsistemas. Refere-se à divisão de trabalho organizacional mais adequado ao alcance dos objetivos empresariais. Pode ser dividida em três maneiras.

DIFERENCIAÇÂO HORIZONTAL – em departamentalização ou em divisões.

DIFERENCIAÇÃO VERTICAL – em níveis hierárquicos ou maior número de escalões de autoridade.

EM TAREFAS

ESPECIALIZADAS – através da criação de órgãos ou cargos especializados de staff (assessoria).

DIFERENCIAÇÃO

2 – FORMALIZAÇÃO – Significa a existência de REGRAS E REGULAMENTOS. É a técnica de prescrever como, quando e por quem as tarefas deverão ser executadas. Representa o uso de normas em uma empresa que governa o comportamento dos participantes. A formalização pode ser feita através de:

CARGO – refere-se à discrição do cargo FLUXO DE TRABALHO – que são instruções e procedimentos detalhados sobre como executar as tarefas. REGRAS E REGULAMENTOS – especifica quem pode ou não fazer certas coisas, quando, onde, para quem e com que permissão.

3

CENTRALIZAÇÃO

– dispersão do poder dentro da empresa. Refere-se ao DIREITO DE TOMAR DECISÃO.

ou

refere-se

à

concentração

MAIOR CENTRALIZAÇÃO maior concentração do PODER nos níveis mais elevados.

MAIOR DESCENTRALIZAÇÃO mais distribuída e DELEGADA a autoridade aos níveis mais baixos.

4 - INTEGRAÇÃO – refere-se aos meios de coordenação. A integração é o processo de interligar e inter-relacionar os cargos ou atividades.

TÉCNICAS DE INTERGRAÇÃO:

Lay-out Departamentalização Hierarquia Administrativa Regras e Procedimentos Comissões e força de tarefa

NÍVEIS DE HIERARQUIA São os níveis de administração que existem dentro de uma empresa. Determinam

NÍVEIS DE HIERARQUIA

São os níveis de administração que existem dentro de uma empresa. Determinam os limites de autoridade e responsabilidade.

CADEIA DE COMANDO

Retrata os relacionamentos de autoridade – responsabilidade que une superiores e subordinados através de toda a organização.

UNIDADE DE COMANDO

“Ninguém pode servir a dois senhores” (Cristo) Cada empregado individual, em uma organização, dirige e presta contas somente a um superior imediato.

RELAÇÃO DE AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE

AUTORIDADE

RELAÇÃO DE AUTORIDADE E RESPONSABILIDADE AUTORIDADE  É o direito de comandar os outros a agir

É o direito de comandar os outros a agir ou não agir, a fim de serem alcançados certos objetivos.

É o direito para fazer alguma coisa.

O direito de tomar decisões, de dar ordens e requerer obediência; ou simplesmente o direito de desempenhar um trabalho que foi designado.

EXTENSÃO DA AUTORIDADE – É determinada pelas obrigações para as quais o incumbido do cargo é responsável.

AUTORIDADE É DELEGADA – em degraus diferentes:

CENTRALIZADA ou DESCENTRALIZADA.

FORMAL – É delegada pelo superior de linha imediata.

INFORMAL

de

relações informais entre pessoas.

É a autoridade conseguida, conquistada pela posição, perícia e conhecimento.

É

a

autoridade

desenvolvida

por

meio

RESPONSABILIDADE – Refere-se à obrigação que uma pessoa tem de fazer alguma coisa para outrem.

RESPONSABILIADADE É INTRANSFERÍVEL

a

responsabilidade de uma outra pessoa pelo desempenho ou dever.

Delegar responsabilidade a uma outra

pessoa não exime alguém da sua responsabilidade e obrigação original de prestar contas.

Ninguém

pode

assumir

ou

aceitar

AUTORIDADE flui em sentido descendente, ao passo que a RESPONSABILIDADE final, flui em sentido ascendente.

DIRIGIR – significa interpretar os planos para os outros e dar as instruções sobre como
DIRIGIR – significa interpretar os planos para os outros e dar as instruções sobre como

DIRIGIR significa interpretar os planos para os outros e dar as instruções sobre como executa-los.

É a função administrativa de gerir a organização à medida que ativamente executa os planos.

Dirigir é uma função complexa que inclui todas as atividades que visam encorajar os subordinados a trabalhar efetivamente.

Enquanto o planejamento, organização e controle são impessoais A DIREÇÃO constitui um processo inter- pessoal que determina relações entre pessoas.

são impessoais – A DIREÇÃO constitui um processo inter- pessoal que determina relações entre pessoas. 63

Planejou

os

objetivos,

detalhou

os

programas

e

procedimentos,

cabe

a

função

de

DIREÇÃO

colocá-los

em

funcionamento. Para que o PLANEJAMENTO e ORGANIZAÇÃO sejam eficazes, eles precisam ser complementados pela orientação, através da:

COMUNICAÇÃO; LIDERANÇA; e MOTIVAÇÂO

As pessoas precisam ser:

GUIADAS

MOTIVADAS

ESTIMULADAS

ENTUSIASMADAS

A direção está relacionada diretamente com a atuação sobre os recursos humanos da empresa. Da mesma forma como empresas são diferentes entre si, as pessoas e os grupos são diferentes entre si, as pessoas e os grupos são variáveis diferentes entre si.

PESSOAS COMO PESSOAS – (características próprias, personalidade, individualidade e valores, atitudes, motivação e etc.) PESSOAS COMO RECURSOS – (Dotadas de habilidades, capacidades, destrezas, conhecimentos e etc.) Nossa preocupação: Pessoas como recursos sem jamais esquecer a roupagem.

Em decorrência da autoridade disposta dentro dos três níveis da Empresa a função de direção está distribuída da seguinte forma:

Estilo de Direção; DIREÇÃO Sistema Administrativo. Institucional Motivação; GERÊNCIA Intermediário
Estilo de Direção;
DIREÇÃO
Sistema Administrativo.
Institucional
Motivação;
GERÊNCIA
Intermediário
Liderança;
Comunicação.
SUPERVISÃO
Operacional
Há duas concepções opostas de estilos de direção chamadas: Teoria X ou Tradicional (Escola Clássica)

Há duas concepções opostas de estilos de direção chamadas:

Teoria X ou Tradicional (Escola Clássica)

Teoria Y ou Moderna (Teoria Comportamental)

A Teoria X representa um ESTILO DE DIREÇÃO em que se

observa: o BITOLAMENTO da criatividade individual, o ESTREITAMENTO da atividade profissional através do método preestabelecido e da rotina de trabalho.

A Teoria X leva as pessoas a fazerem exatamente aquilo que

a organização pretende que elas façam, independente de suas opiniões ou objetivos pessoais.

A Teoria Y desenvolve um ESTILO DE DIREÇÃO aberto e dinâmico, extremamente democrático, liberta potenciais, encoraja o crescimento individual. É um processo de criar oportunidades.

RENSIS LIKERT aponta quatro sistemas administrativos: o AUTORITÁRIO-COERCITIVO o AUTORITÁRIO BENEVOLENTE o
RENSIS LIKERT aponta quatro sistemas administrativos: o AUTORITÁRIO-COERCITIVO o AUTORITÁRIO BENEVOLENTE o

RENSIS LIKERT aponta quatro sistemas administrativos:

o

AUTORITÁRIO-COERCITIVO

o

AUTORITÁRIO BENEVOLENTE

o

CONSULTIVO

o

PARTICIPATIVO

BENEVOLENTE o CONSULTIVO o PARTICIPATIVO AUTORITÁRIO-COERCITIVO – Autocrático, forte,

AUTORITÁRIO-COERCITIVO Autocrático, forte, coercitivo e arbitrário, é mais duro e fechado. O controle é rígido. Geralmente é encontrado em empresas que utilizam mão-de-obra intensiva e tecnologia rudimentar, o pessoal empregado é de nível extremamente baixo. Ex: construção civil.

AUTORITÁRIO-BENEVOLENTE Autoritário, porém mais suave que o sistema 1. É mais condescendente e menos rígido. Frequentemente encontrado em empresas industriais mão-de-obra mais especializada e tecnologia mais apurada. Ex: área de produção e montagem; escritórios de certas fábricas.

de produção e montagem; escritórios de certas fábricas. CONSULTIVO – Que pende mais para o lado
de produção e montagem; escritórios de certas fábricas. CONSULTIVO – Que pende mais para o lado

CONSULTIVO Que pende mais para o lado participativo do que para o lado autocrático e impositivo. Há um abrandamento de arbitrariedade organizacional. Usualmente empregado em empresas de serviços e certas áreas administrativas de empresas industriais mais organizadas e avançadas em termos de relações com empregados. EX:

bancos e financeiras.

de relações com empregados. EX: bancos e financeiras. PARTICIPATIVO – mais democrático e participativo por

PARTICIPATIVO mais democrático e participativo por excelência. É o mais aberto de todos os sistemas. É pouco encontrado. Tem sido localizado em empresas que utilizam sofisticadas tecnologias e onde o pessoal é extremamente especializado e desenvolvido. Ex: serviços de propaganda; consultoria.

GERÊNCIA Intermediário Motivação; Liderança; Comunicação. Constituem os principais meios de dirigir as pessoas
GERÊNCIA Intermediário Motivação; Liderança; Comunicação. Constituem os principais meios de dirigir as pessoas
GERÊNCIA Intermediário
GERÊNCIA
Intermediário

Motivação;

Liderança;

Comunicação.

Constituem os principais meios de dirigir as pessoas dentro das empresas.

MOTIVAÇÃO

MOTIVAÇÃO MOTIVAÇÃO HUMANA – É tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma,

MOTIVAÇÃO HUMANA – É tudo aquilo que impulsiona a pessoa a agir de determinada forma, isto é, tudo aquilo que

dá origem a alguma propensão

a um comportamento específico.

É o ato de estimular alguém a agir da maneira por que se deseja.

de

É

uma

maneira

obter

mais

por

menos, com

maior

cooperação.

MOTIVAÇÃO - é um ato de estímulo que pode estar no próprio administrador, no empregado, nos pensamentos, palavras ou ações dos companheiros.

FATORES DE MOTIVAÇÃO

DISPOSITIVOS DE MOTIVAÇÃO Financeiro e não financeiro, abstratos ou concretos, imediatos ou futuros, pessoais ou impessoais, individual ou em grupo.

AMBIENTE INTERNO E EXTERNO Tradição da empresa. Condições econômicas da empresa (passadas, presentes e futuras).

econômicas da empresa (passadas, presentes e futuras). PESSOA MOTIVADORA – O executivo possui personalidade

PESSOA MOTIVADORA – O executivo possui personalidade atraente, representa confiança, lealdade, alta produção, capacidade e competência.

PESSOAS QUE ESTÃO SENDO MOTIVADAS – Estudar de perto a composição individual e de grupo, suas diferenças tais como:

o

CONHECIMENTO

PESSOAL

o

EDUCAÇÃO

o

IDADE

o

ESTADO CIVIL

o

SITUAÇÃO FINANCEIRA

o

SAÚDE

o

AFILIAÇÕES POLÍTICAS

o

CRENÇAS REIGIOSAS

o

COMPOSIÇÃO

PSICOÓGICA

o

AFIIAÇÕES SINDICAIS

o

EXPERIÊNCIA DE OUTRAS EMPRESAS

HIERARQUIA DAS NECESSIDADES

A Teoria da Motivação, desenvolvida por Maslow, afirma que as

necessidades humanas estão organizadas em uma hierarquia de

necessidades, formando uma espécie de pirâmide. Auto- realização estima sociais segurança fisiológica
necessidades, formando uma espécie de pirâmide.
Auto-
realização
estima
sociais
segurança
fisiológica

Necessidades

Secundárias

Necessidades

Primárias

O Comportamento Humano é motivado por diversas causas, que

escapam do controle do homem. Estas causas são as necessidades humanas:

FISIOLÓGICAS – Relacionadas com a sobrevivência do indivíduo (alimentação, sono, abrigo, atividade física, satisfação sexual)

PSICOLÓGICAS – São exclusivas do homem. São apreendidas e adquiridas no decorrer da vida. (segurança íntima, afeição, autoconfiança)

AUTO-REALIZAÇÃO – São produtos da educação e da cultura. É a síntese de todas as necessidades. É estar em contínuo auto-desenvolvimento.

A HIERARQUIA DAS NECESSIDADES

A HIERARQUIA DAS NECESSIDADES AUTO-REALIZAÇÃO ESTIMA SOCIAIS NECESSIDADES DO EGO ORGULHO SEGURANÇA AUTO-
AUTO-REALIZAÇÃO
AUTO-REALIZAÇÃO
ESTIMA SOCIAIS NECESSIDADES DO EGO ORGULHO SEGURANÇA AUTO- AUTO-RESPEITO REALIZAÇÃO PROGRESSO RELACIONA-
ESTIMA
SOCIAIS
NECESSIDADES
DO EGO
ORGULHO
SEGURANÇA
AUTO-
AUTO-RESPEITO
REALIZAÇÃO
PROGRESSO
RELACIONA-
AUTO-DESENVOL-
CONFIANÇA
SEGURANÇA
MENTO
VIMENTO
NECESSIDADES
PROTEÇÃO
AUTO-SATISFAÇÃO
ACEITAÇÃO
DE STATUS
Contra:
FISIOLÓGICA
AFEIÇÃO
RECONHECI-
PERIGO
AMIZADE
MENTO
DOENÇA
COMPREENÇÃO
APRECIAÇÃO
ALIMENTO
INCERTEZA
CONSIDERAÇÃO
ADMIRAÇÃO
REPOUSO
DESEMPREGO
PELOS OUTROS
ABRIGO
ROUBO
SEXO
COMPORTA- ESTÍMULO EQUILÍBRIO NECESSIDADE TENSÃO MENTO OU SATISFA- OU INTERNO AÇÃO ÇÃO INSENTIVO
COMPORTA-
ESTÍMULO
EQUILÍBRIO
NECESSIDADE
TENSÃO
MENTO OU
SATISFA-
OU
INTERNO
AÇÃO
ÇÃO
INSENTIVO

ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM A SATISFAÇÃO DE UMA NECESSIDADE

EQUILÍBRIO

INTERNO

ESTÍMULO

OU

INSENTIVO

NECESSIDADE

TENSÃO

COMPORTA-

MENTO OU

AÇÃO

BARREIRA

NECESSIDADE TENSÃO COMPORTA- MENTO OU AÇÃO BARREIRA ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA
NECESSIDADE TENSÃO COMPORTA- MENTO OU AÇÃO BARREIRA ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA
NECESSIDADE TENSÃO COMPORTA- MENTO OU AÇÃO BARREIRA ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA
NECESSIDADE TENSÃO COMPORTA- MENTO OU AÇÃO BARREIRA ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA
NECESSIDADE TENSÃO COMPORTA- MENTO OU AÇÃO BARREIRA ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA

ETAPAS DO CICLO MOTIVACIONAL COM FRUSTAÇÃO DE UMA NECESSIDADE

ESTILOS DE LIDERANÇA

A liderança é estudada em termos de estilos de comportamento do líder em relação aos subordinados.

de comportamento do líder em relação aos subordinados. DEMOCRÁTICO – Pressupõe alguma espécie de influência

DEMOCRÁTICO – Pressupõe alguma espécie de influência ou participação dos subordinados no processo de decisão. Há também o uso da autoridade. É participativo em um extremo e consultivo em outro.

É participativo em um extremo e consultivo em outro. AUTOCRÁTICO – Autoridade concentrada – É o

AUTOCRÁTICO – Autoridade concentrada – É o uso formal da autoridade e de seus instrumentos. Não há participação ou influência dos subordinados no processo decisório.

ou influência dos subordinados no processo decisório. LIBERAL – O dirigente transfere sua autoridade para os

LIBERAL – O dirigente transfere sua autoridade para os subordinados. Ele abdica racionalmente do poder de decisão. Pode ser:

BENÉFICO delega poder

NOCIVO omiti, não assume.

LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER
LíDER
SUBOR-
DINADO
ÊNFASE NO
LíDER
LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER E SUBORDINADO LíDER SUBOR-
LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER E SUBORDINADO
LíDER
SUBOR-
DINADO
ÊNFASE NO
LíDER E
SUBORDINADO
NO LíDER LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER E SUBORDINADO LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO SUBORDINADO
LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO SUBORDINADO
LíDER
SUBOR-
DINADO
ÊNFASE NO
SUBORDINADO
NO LíDER LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO LíDER E SUBORDINADO LíDER SUBOR- DINADO ÊNFASE NO SUBORDINADO

COMUNICAÇÃO

É o processo de transferir significado sob a forma de idéias ou informações de uma pessoa para outra.

É uma inter-relação por meio de palavras, letras, símbolos ou mensagens. Num processo de comunicação entre duas pessoas ou entre dois órgãos da empresa destacam-se:

REMETENTE

DESTINO

MENSAGEM

COMPREENSÃO

empresa destacam-se: REMETENTE DESTINO MENSAGEM COMPREENSÃO  FONTE  RECEBEDOR  CONTEÚDO  OBJETIVO A

FONTE RECEBEDOR

CONTEÚDO OBJETIVO

A mensagem passa por oito etapas:

RUÍDO
RUÍDO

EMISSOR

RECEBEDOR

IDEA- CODIFI TRANS ÇÃO CAÇÃO MISSÃO
IDEA- CODIFI
TRANS
ÇÃO
CAÇÃO
MISSÃO
RECEP DESCO AÇÃO ÇÃO DIFICA ÇÃO
RECEP
DESCO
AÇÃO
ÇÃO
DIFICA
ÇÃO

CANAL

RETROAÇÃO

IDEAÇÃO: Criação de uma idéia ou algum fato que mereça ser comunicado. CODIFICAÇÂO: Feita através de símbolos, códigos e seleciona os meios apropriados (mídia).

o

TRANSMISSÃO:

equipamento a ser usado. CANAL: Espaço compreendido entre o transmissor e o receptor.

Escolha

do

canal

adequado,

significa

RECEPÇÃO: Captação da mensagem e interpretação dos símbolos ou códigos empregados. DESCODIFICAÇÃO: É o entendimento e interpretação dos símbolos ou códigos empregados. AÇÃO: Finalmente o recebedor age ou responde de alguma forma.

RUÍDO: São as interferências estranhas à mensagem, tornando-a menos eficaz. RETROAÇÃO: A mensagem caminha em duas mãos. É a resposta da mensagem enviada.

A COMUNICAÇÃO é uma atividade administrativa que tem dois propósitos principais:

Proporcionar informação e compreensão necessária ao esforço das pessoas.

Habilidade de trabalhar

+

Proporcionar as atitudes necessárias para a

motivação cooperação e satisfação no cargo.

Vontade de

trabalhar

=

Melhor comunicação conduz a um

melhor desempenho nos cargos.

Trabalho de equipe

A MENSAGEM TEM QUE SER:

ORDENADA, NÍTIDA, BEM ESTRUTURADA, SIMPLES, CLARA, PRECISA E CONCISA

BARREIRAS À COMUNICAÇÃO

NA FONTE:

Codificação pouco clara, falta de clareza.

Significados diversos.

Fontes concorrentes.

Mensagens desejadas.

NA TRANSMIÇÃO:

Muitos intermediários que distorcem.

Canais sobrecarregados.

Prioridades conflitantes.

NO RECEPTOR:

Desatenção.

Falta de interesse.

Avaliação prematura.

Má interpretação.

Preocupação com o próprio ponto de vista.

COMUNICAÇÕES FORMAIS E INFORMAIS

FORMAIS A mensagem é enviada, transmitida e recebida por meio de um padrão de autoridade determinada pela hierarquia da empresa – cadeia de comando.

INFORMAIS São aquelas que ocorrem fora dos canais formais de comunicação, se desenvolvem casualmente em cadeias de segmentos por meio de grupos sociais.

COMUNICAÇÃO ORAL E ESCRITA

ORAIS A principal vantagem é a sua potencialidade para um intercâmbio rápido e completo.

ESCRITA São geralmente formuladas com maior cuidado que as orais. Podem ser arquivadas como documentos legais ou fonte de informação. Tempo, custo, rapidez, preferências pessoais, habilidades individuais, recursos disponíveis e outras considerações servem como critérios de decisão para a escolha de um desses dois tipos de comunicação.

COMUNICAÇÕES DESCENTES, ASCENDENTES E LATERAIS

Refere-se geralmente ao fluxo direcional das mensagens e informações dentro de uma estrutura organizacional.

DESCENDENTES Aquelas que fluem de cima para baixo. Relatórios administrativos, jornais internos, manuais, cartas circulares, políticas, procedimentos, regras, regulamentos e etc.

ASCENDENTES São aquelas que fluem de baixo para cima. Conversas informais com superiores, memorandos, reclamações, sugestões, relatórios de desempenho, pesquisa de opinião e etc.

LATERAIS OU Consiste no intercâmbio de informações

interdepartamentais ou inter-cargos. Este tipo de comunicação ajuda a ligar e a unir os componentes de uma organização e servem como forças coordenadoras e integradoras dentro da estrutura empresarial.

HORIZONTAIS

SUPERVISÃO

SUPERVISÃO É AVALIAR OS ESFORÇOS E CONDIÇÕES ATUAIS. Consiste em observar se os planos estão sendo

É AVALIAR OS ESFORÇOS E CONDIÇÕES ATUAIS.

Consiste em observar se os planos estão sendo executados em conformidade com o que foi pré-estabelecido, se não há desvios nos cursos de ação e se houver o que precisa ser feito para recolocá-los no curso desejado.

É A FUNÇÃO DE DIREÇÃO DESENVOLVIDA NO NÍVEL OPERACIONAL, DE PRIMEIRA LINHA.

São eles os responsáveis pelo trabalho do dia, estão face a face com os grupos de pessoas não-administrativos.

CARATERÍSTICAS PRINCIPAIS DA SUPERVISÃO DE PRIMEIRA LINHA

DIRIGIR O TRABALHO DE PESSOAL NÃO

ADMINISTRATIVO - Constitui a principal característica da supervisão de primeira linha que se encarrega da responsabilidade de direção do trabalho

do pessoal não administrativo da empresa.

REPRESENTA ADMINISTRAÇÃO FRENTE AO PESSOAL

NÃO-ADMINISTRATIVO – São eles que aplicam as regras, regulamentos, procedimentos, políticas e diretrizes vindas de cima para baixo. Representa a própria empresa e sua administração frente ao pessoal de execução e operacional.

DEPENDE DE PERÍCIA TÉCNICA – Supervisor precisa conhecer o

trabalhador que supervisiona com relativa profundidade. É necessário conhecer cada técnica, cada etapa das diversas operações. Eles precisam de considerável habilidade técnica para poder instruir, desenvolver, dirigir e avaliar técnicos e demais subordinados.

COMUNICAM EM DUAS LINGUAGENS (ascendente e

descendente) – Ascendente com o pessoal administrativo, através de

valores tipicamente administrativos.

Descendente com o pessoal de operação através de pontos estritamente ligados às tarefas e as técnicas utilizadas.

CRISE PESSOAL DE IDENTIDADE – Apresentam uma enorme

dificuldade quanto à sua identificação e a sua colocação dentro da hierarquia da empresa. Não são executores (funcionários não administrativos), mas também não são facilmente aceitos pelos outros administradores dos níveis mais elevados da organização. Seu status e sua especialização são bastante diferentes porque dirige pessoal de execução e de operação.

AUTORIDADE RESTRITA – Recebe pressão de dois lados: um

lado representando o interesse da administração e da empresa, e o outro lado representando os interesses dos empregados. È a fatia do meio do sanduíche.

É

CONTROLE

o

processo

de

garantir

que

os

objetivos

organizacionais e gerenciais estejam sendo cumpridos.

organizacionais e gerenciais estejam sendo cumpridos. É seja, medir e corrigir o desempenho para assegurar que

É

seja,

medir e corrigir o desempenho

para

assegurar que os objetivos da

empresa

para sejam realizados.

delineados

planos

de

e

restringir

a

função

de

regular

ou

atividade,

subordinados

e

os

alcançá-los

Controlar é comparar os resultados reais com aqueles que você gostaria que fosse.

O

CIBERNÉTICO

CONTROLE

É

UM

PROCESSO

REGULATÓRIO-

TAREFA

OU

OPERAÇÃO

LOCALIZA-

ÇÃO DE

DESVIOS

ENTRADA

OU OPERAÇÃO LOCALIZA- ÇÃO DE DESVIOS ENTRADA SAÍDA OBJETIVOS RETROAÇÃO MÃO-DE-OBRA MATÉRIA PRIMA

SAÍDA

OPERAÇÃO LOCALIZA- ÇÃO DE DESVIOS ENTRADA SAÍDA OBJETIVOS RETROAÇÃO MÃO-DE-OBRA MATÉRIA PRIMA PLANOS
OPERAÇÃO LOCALIZA- ÇÃO DE DESVIOS ENTRADA SAÍDA OBJETIVOS RETROAÇÃO MÃO-DE-OBRA MATÉRIA PRIMA PLANOS

OBJETIVOS

RETROAÇÃO

MÃO-DE-OBRA MATÉRIA PRIMA PLANOS

PROCESSO DE CORREÇÃO
PROCESSO
DE
CORREÇÃO
MÃO-DE-OBRA MATÉRIA PRIMA PLANOS PROCESSO DE CORREÇÃO AÇÃO CORRETIVA O controle relaciona com as demais

AÇÃO

CORRETIVA

O controle relaciona com as demais funções administrativas:

organização, direção e principalmente com o PLANEJAMENTO.

FATORES DE CONTROLE

1. FUNÇÕES – Controle de trabalho executado por um funcionário que desempenha a função de vender um determinado bem.

2. PROCEDIMENTOS – Uma seqüência de operações de venda, desde o planejamento das vendas até a seleção e treinamento de vendedores.

3. ESTRUTURA

O

trabalho

organização.

feito

em

cada

unidade

da

4. PESSOAL – Cada pessoa em seu trabalho, particularmente no nível de supervisão.

5. RECURSOS – Todos os tipos de recursos: máquinas, equipamentos, financeiros, tecnológicos, insumos, informações e etc.

TIPOS DE CONTROLE

CONTROLE DE INFORMAÇÃO ANTECIPADA

CONTROLE DE CONCORRENTE

CONTROLE DE RETROINFORMAÇÃO

CONTROLE DE INFORMAÇÃO ANTECIPADA – Procura

prever de antemão problemas ou desvios do padrão. É um controle

agressivo, permite que a ação corretiva seja iniciada antes da ocorrência do problema. Ex.: placas de sinalização.

O

O CONTROLE DE CONCORRENTE – Ocorre quando uma atividade está sendo executada. Ex.: O piloto de avião, motorista

de carro.

O CONTROLE DE RETROINFORMAÇÃO – Também conhecido como pós-ação. A atividade medida já ocorreu. Ex.:

Situações disciplinares, resultados financeiros, questionários de desempenho. Todos os três tipos são apropriados. Os dois primeiros possuem a característica de permitirem à administração fazer mudanças corretivas e ainda atingir o objetivo. Mas há pontos negativos:

1. São caros 2. Muitas atividades não prestam a monitoração freqüente ou contínua 3. Controles excessivos se tornam contraproducente.

ATIVIDADE AINDA NÃO OCORREU

se tornam contraproducente. ATIVIDADE AINDA NÃO OCORREU CONTROLE ANTECIPADO ATIVIDADE ESTÁ OCORRENDO CONTROLE

CONTROLE

ANTECIPADO

ATIVIDADE ESTÁ OCORRENDO
ATIVIDADE
ESTÁ
OCORRENDO

CONTROLE

CONCORRENTE

ATIVIDADE

OCORREU

ANTECIPADO ATIVIDADE ESTÁ OCORRENDO CONTROLE CONCORRENTE ATIVIDADE JÁ OCORREU CONTROLE DE RETROINFORMAÇÃO 86

CONTROLE DE RETROINFORMAÇÃO

86

ETAPAS DO PROCESSO DE CONTROLE

Estabelecimento de padrões.

Mensuração do desempenho a ser controlado.

Comparação do desempenho atual com o padrão.

Tomada de ação corretiva para ajustar o desempenho atual ao padrão desejado.

ESTABELECIMENTO DE PADRÕES – Padrões são normas que proporcionam a compreensão daquilo que se deverá fazer. Representam o desempenho desejado.

TIPOS DE PADRÕES UTILIZADOS:

PADRÕES DE QUANTIDADE – Número de empregados, volume de produção, volume de vendas, índice de acidentes, percentagem de rotação do estoque, etc.

PADRÕES DE QUALIDADE – Qualidade do produto ou serviço, funcionamento das máquinas e equipamentos, assistência técnica, etc.

PADRÕES DE CUSTOS – Custo de uma ordem de serviço, custos diretos ou indiretos da produção, custo de estocagem, custo de requisição de material.

PADRÕES DE TEMPO – Tempos padrões de produção, tempo de processamento dos pedidos dos clientes, permanência média do empregado na empresa, etc.

MENSURAÇÃO

CONTROLADO - Consiste em determinar a mensuração apropriada do processo no desempenho. Isto só será possível quando se conhece algo a respeito do desempenho e do seu passado. Se a base da medição não for bem definida, o processo cairá em erros e confusões.

SER

DO

DESEMPENHO

A

 

COM

QUE

FREQUÊNCIA

por

hora?

Por

dia?

Por

semana?

Por

mês?

 
 

QUE

FORMA

Uma

inspeção

visual?

Um

relatório?

Por

escrito?

Uma

chamada telefônica?

relatório? Por escrito? Uma chamada telefônica? QUEM ESTARÁ ENVOLVIDO – O agente, um assistente, um

QUEM ESTARÁ ENVOLVIDO – O agente, um assistente, um departamento de assessoria?

– O agente, um assistente, um departamento de assessoria? A MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO DEVE SER DE

A MENSURAÇÃO DO DESEMPENHO DEVE SER DE FÁCIL EXECUÇÃO E CUSTO BAIXO.

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ATUAL COM O PADRÃO - Toda atividade ocasiona algum tipo de variação. O importante é determinar os limites, dentro dos quais a variação pode ser aceita como normal. Só merecerá correções àquela que apresentar alguma excepcionalidade. Aquela que ultrapassar os limites dos padrões.

A comparação não busca somente os erros ou desvios, mas também cria condições para que as operações futuras obtenham melhores resultados.

Comparando o desempenho com o padrão encontraremos três possibilidades:

1. Conformidade ou aceitação.

2. Desvios dentro dos limites de tolerância.

3. Rejeição por afastamento ou discrepância.

As possibilidades da comparação com padrão:

REJEIÇÃO

ACEITAÇÃO

REJEIÇÃO

Desvios ou discrepância para mais Tolerância a mais PADRÃO Tolerância a menos Desvios ou discrepância para menos

ADOÇÃO DE MEDIDAS CORRETIVAS - O objetivo do controle é exatamente indicar

CORRETIVAS - O objetivo do controle é exatamente indicar QUANDO, ONDE E QUANTO, COMO se deve

QUANDO,

ONDE E

O objetivo do controle é exatamente indicar QUANDO, ONDE E QUANTO, COMO se deve executar a

QUANTO,

do controle é exatamente indicar QUANDO, ONDE E QUANTO, COMO se deve executar a correção. A

COMO se deve executar a correção.

QUANDO, ONDE E QUANTO, COMO se deve executar a correção. A ação corretiva pode ser aplicada,

A ação corretiva pode ser aplicada, inclusive para alterar o sistema de planejamento do controle.

Mudar o padrão? Mudar a mensuração?

Os desvios estão sendo analisados corretamente?

A ação corretiva é a função básica do controle pela qual as providências são tomadas para eliminar as variâncias significativas entre o desempenho atual e o desempenho desejado.

MÉTODOS DE CONTROLE

Não Quantitativos

MÉTODOS DE CONTROLE Não Quantitativos Quantitativos a) MÉTODOS NÃO QUANTITATIVOS Os métodos de controle não

Quantitativos

a) MÉTODOS NÃO QUANTITATIVOS

Os métodos de controle não quantitativos são usados na execução das funções administrativas, controlando as atitudes e desempenho dos empregados.

AS TÉCNICAS MAIS USADAS INCLUEM:

1.

3.

OBSERVAÇÃO – O executor fica lado a lado atento à execução das tarefas.

executor fica lado a lado atento à execução das tarefas. 2. INSPEÇÃO – São múltiplas tarefas
executor fica lado a lado atento à execução das tarefas. 2. INSPEÇÃO – São múltiplas tarefas

2. INSPEÇÃO – São múltiplas tarefas acontecendo ao mesmo tempo, não tem como verificar todas ao mesmo tempo. O executor faz o controle por escolha aleatória.

RELATÓRIOS – Constitui uma forma de atribuição de responsabilidade pela qual o subordinado sumaria as atividades sob sua jurisdição e relata ao seu superior os resultados que conseguiu atingir. Ex.: Narrativos, estatísticos, periódicos, de andamento, especiais, etc.