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RELATÓRIO DE BIOLOGIA

AULA PRÁTICA NR.1

TEMA: OBSERVAÇÃO DE DIFERENTES CÉLULAS NO MICROSCÓPIO

Autor: Tassiana Patrícia Gonzaga Choo, nr. 34 Ano Propedêutico, Turma A

1.

Fundamentação Teórica

A célula é a únidade básica, funcional e estrutural de todos os seres-vivos. O seu estudo teve início com a descoberta do microscópio, pois as células são partículas pequeníssimas que não se podem ver a olho nú. O primeiro a observá-las foi Robert Hooke, em 1665 e, em 1838 Matthias Schleiden e Theodor Schwann formularam a teoria celular: “Todo ser-vivo é formado por células tronco.” A célula é composta por vários organelos, que trabalham juntos para seu perfeito funcionamento, o maior destes sendo o núcleo que é delimitado por uma membrana nas células eucaríotas e espalhado nas células procaríotas. No uso do microscópio, podem se usar várias objectivas (4x, 10x, 20x, 40x, 100x), cada uma com um

poder diferente de ampliação. O microscópio funciona da seguinte maneira: Depois de a luz ser enviada por uma fonte, atravessa o condensador que, juntamente com o diafragma, a espalha uniformemente sobre a lâmina; A luz atravessa então o material que está na lâmina, incide na lente objectiva, onde é formada uma imagem maior e invertida, possibilitando a observação da preparação em causa.

  • 2. Objectivos

Este relatório tem como objectivo o registro do experimento, seu desenvolvimento e resultado. O experimento em si tinha como objectivo dar a conhecer as partes do microscópio, como elas funcionam, e os cuidados a ter no uso do microscópio, no manuseamento e limpeza da preparação, dos instrumentos e da bancada. Para que desta forma tenhamos a mínima noção do trabalho laboratorial realizado em hospitais, centros de pesquisa e mais. E também para que possamos conciliar a teoria (citologia e microscopia) com a práctica.

  • 3. Material

Na actividade foram usados os seguintes materiais:

  • a) Microscópio óptico (base, fonte luminosa, interruptor, parafuso macro e micrométrico,

platina, condensador, revólver, objectivas, pinças, charriot, braço, canhão, ocular);

  • b) Estojo (pinças, bisturi, tesoura);

  • c) Lâmina;

  • d) Lamela;

  • e) Conta-gotas;

  • f) Pedaço de jornal;

g) Cebola.

  • 4. Metodologia

Depois de entendermos o funcionamento do microscópio, e, sempre com a instrução do docente, ligamos o microscópio, cortamos a letra “e” de um artigo qualquer do jornal usando os instrumentos no estojo e pusemos a letra na lâmina e com um conta-gotas deitamos uma gota de água na letra. E, com um ângulo de 45 o , colocamos a lamela em cima do preparado. Encaixamos a lâmina na platina usando a pinça para prendê-la e o charriot para ajustar a sua posição na platina. Escolhemos a objectiva de aumento 10x, aproximamos o preparado da

objectiva usando o parafuso macrométrico e, com o parafuso micrométrico, ajustamos a nitidez da imagem até que se podesse observar a letra “e” que aparecerá invertida. Quando as observações acabaram, afastamos a platina da objectiva e retiramos o preparado, e limpamos cuidadosamente a lâmina e a lamela.

Cortamos um pedaço da cebola (do tamanho da letra “e”) e fizémos o preparado, usando o

mesmo procedimento anterior. Observamos com a objectiva de 10x e a de 40x, fazendo os respectivos ajustes para melhor obtenção da imagem e anotamos as diferenças. Finalmente, limpamos a lâmina, lamela, bancada, arrumamos o microscópio, o estojo e os instrumentos.

  • 5. Resultados e discussão

Com a primeira experiência, fomos capazes de ver que a imagem que aparece no microscópio é invertida, e como funciona a sua ampliação e produção de imagem. Com o uso da cebola, conseguimos ver a parede celular entre as células, o citoplasma, e o núcleo. Por vezes havia necessidade de afastar ou aproximar o preparado (a platina) das objectivas e havia também a necessidade de usar o charriot depois de acendermos a luz, pois por vezes o preparado não estava tão centralizado como nós achamos. As causas porque alguns grupos não conseguiram observar propriamente o preparado foram: as más preparações do mesmo; o mau ajuste da distância entre a objectiva e a platina; má localização do preparado na lâmina; mau ajuste do parafuso micrométrico.

  • 6. Conclusão

Conseguimos observar como funciona a formação de imagem no microscópio, como usá-lo e todos os cuidados a ter ao usá-lo.

Observamos as células vegetais (usando uma cebola) e tivemos a seguinte imagem:

Observamos as células vegetais (usando uma cebola) e tivemos a seguinte imagem:

Referências Bibliográficas

  • - Mestrando CONSTANTINO, Hélder ; Palestra sobre a parede celular ; 2012

  • - CONSTANTINO, Hélder; NUNES, Teresa; PINTAINHO, Abilito; Guia do Estudante; Ano Propedêutico; 2012; Beira; Sofala; Moçambique

  • - Caderno de apontamentos da 12ª classe.