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FACULDADE ALVES FARIA GRADUAÇÃO EM DIREITO Keli Rodrigues Martins

ANÁLISE DOS ARTIGOS 151 – 154 E 161 – 167 DO CÓDIGO PENAL

GOIÂNIA MARÇO DE 2013 FACULDADE ALVES FARIA

ou conversação telefônica entre outras pessoas.quem instala ou utiliza estação ou aparelho radioelétrico.Se o agente comete o crime.quem indevidamente divulga.Na mesma pena incorre: I . e do § 3º.detenção. logo depois sendo criminalizada pelo código penal. Radioelétrica ou Telefônica II . O eventual anonimato do remetente não terá idoneidade para descaracterizar o crime definido no dispositivo em exame. a sonega ou destrói. Enquanto a correspondência não chega as mãos do destinatário. se há dano para outrem. § 1º . não requerendo nenhuma condição particular. pertence ao remetente. transmite a outrem ou utiliza abusivamente comunicação telegráfica ou radioelétrica dirigida a terceiro. . § 2º . como um dos aspectos fundamentais da manifestação da liberdade individual. com abuso de função em serviço postal. a inviolabilidade de correspondência foi elevada à condição de garantia constitucional.quem se apossa indevidamente de correspondência alheia. Devassar indevidamente o conteúdo de correspondência fechada.As penas aumentam-se de metade. No século XIX. Violação de Comunicação Telegráfica. sem observância de disposição legal. III . são o remetente e o destinatário (crime de dupla subjetividade passiva). IV . Sujeito passivo (duplo). ou multa. 151. radioelétrico ou telefônico: Pena . dirigida a outrem: Pena – detenção. embora não fechada e. Considerações preliminares O princípio da inviolabilidade da correspondência somente foi reconhecido com a Revolução Francesa. no todo ou em parte.2 DOS CRIMES CONTRA INVIOLABILIDADE DE CORRESPONDÊNCIA Art. Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. de 1 (um) a 3 (três) anos.Somente se procede mediante representação. § 3º . § 4º . salvo nos casos do § 1º. IV. telegráfico. de 1 (um) a 6 (seis) meses.quem impede a comunicação ou a conversação referidas no número anterior.

Considerações preliminares Neste dispositivo. de 3 (três) meses a 2 (dois) anos.Abusar da condição de sócio ou empregado de estabelecimento comercial ou industrial para. Sujeito passivo. ou o estabelecimento e os demais sócios. o bilhete. por sua vez. Bem jurídico tutelado É a liberdade de comunicação do pensamento. fax. que compreende a carta. 152 . é o estabelecimento comercial ou industrial e os respectivos sócios. Pode ser particular ou oficial. na verdade. Sujeito ativo e passivo Em razão de tratar-se de crime próprio. ou seja. CORRESPONDÊNCIA COMERCIAL Art. desviar. ou revelar a estranho seu conteúdo: Pena . que pertençam ao estabelecimento comercial ou industrial.Somente se procede mediante representação.detenção. balancetes. carta. cujo desrespeito atingiria mortalmente a essência da privacidade individual. no caso. subtrair ou suprimir correspondência. a inviolabilidade do sigilo. sonegar. no todo ou em parte. garante-se.. o legislador preferiu dar um tratamento diferenciado à violação de correspondência no âmbito comercial. o sócio ou empregado de estabelecimento comercial ou industrial. que é o direito de viver com o mínimo de interferência de terceiros.3 Objeto material É a correspondência. somente poderá ser sujeito ativo quem reunir as qualidades ou condições especialmente exigidas pelo tipo penal. particularmente o sigilo de correspondência. . na hipótese de um deles ser o sujeito ativo. o telegrama etc. Parágrafo único . faturas etc. Objeto material É a correspondência comercial.

ou multa. 164). pode-se afirmar que os referidos diplomas legais somente criminalizavam a revelação ou divulgação arbitrária do conteúdo da correspondência alheia. A proteção da liberdade não seria completa se não fosse assegurado ao indivíduo o direito de manter em sigilo determinados atos.4 Bem jurídico tutelado É a inviolabilidade do sigilo da correspondência. cuja divulgação possa produzir dano pessoal ou a terceiros. que é limitado a estabelecimento comercial ou industrial. 153 . o código continua protegendo a liberdade. e cuja divulgação possa produzir dano a outrem: Pena .Somente se procede mediante representação. sem justa causa. Esse direito integra o direito de privacidade. fatos ou aspectos de sua vida particular e profissional. DOS CRIMES CONTRA A INVIOLABILIDADE DOS SEGREDOS Divulgação de Segredo Art. sem justa causa.detenção. de 1 (um) a 6 (seis) meses.Divulgar. de 1 (um) a 4 (quatro) anos. . contidas ou não nos sistemas de informações ou banco de dados da Administração Pública: Pena . acrescida de duas condições especiais. Após tutelar a liberdade. sob aspecto da inviolabilidade da correspondência. Em termos genéricos. nesta seção. por sua vez. assim definidas em lei. e multa. 191). a ação penal será incondicionada. agora sob o aspecto de segredos e confidências. outra referente à natureza do destinatário da correspondência. conteúdo de documento particular ou de correspondência confidencial. não exigidas no artigo anterior: uma relativa ao sujeito ativo. § 2º . O atual código de 1940 foi quem ampliou a tutela penal para abranger a revelação de documento particular. Considerações preliminares O código criminal do Império punia quem revelasse algum segredo que conhecesse em razão de ofício (art. § 1º . § 1º-A . que só pode ser “sócio ou empregado”. informações sigilosas ou reservadas. de que é destinatário ou detentor.Quando resultar prejuízo para a Administração Pública.detenção. O código penal de 1890.Divulgar alguém. punia o destinatário de correspondência que publicasse seu conteúdo sem o consentimento do remetente e que lhe causasse dano (art.

segredo. é. aquele que pode sofrer dano em consequência da conduta. Parágrafo único . sem distanciar-se das ordenações. Sujeito passivo é o titular do segredo. 154 . sem justa causa. a inviolabilidade dos segredos. emprego ou profissão (art. criminalizava somente a revelação de segredos praticadas por funcionário público (arts. de 3 (três) meses a 1 (um) ano. limitando-se a criminalizar a violação de segredos da Casa Real. no entanto. 192).Revelar alguém. Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo é o detentor ou destinatário do segredo. que representa um aspecto da liberdade individual. O código criminal brasileiro de 1830. Foi o código penal de 1890 o pioneiro na punição em razão de oficio.5 Nesta seção. 164 e 165). em termos esquemáticos. o código penal disciplina somente a violação de segredos que atingem aspectos de liberdade individual. por outros diplomas legais. O código Penal Francês de 1810 criminalizou a violação de segredos profissional. ainda que não seja o autor do documento ou o remetente da correspondência. Objeto material Documento particular ou a correspondência que é divulgada. VIOLAÇÃO DO SEGREDO PROFISSIONAL Art. Considerações preliminares As ordens Filipinas eram omissas relativamente à violação de segredos na seara da atividade privada. Protege. a partir de então. ministério.Somente se procede mediante representação. em outros termos. ou multa. sendo seguido. . é. de que tem ciência em razão de função. ofício ou profissão. Bem jurídico tutelado É a preservação do sigilo de atos ou fatos secretos ou confidenciais cuja divulgação pode causar dano a outrem.detenção. e cuja revelação possa produzir dano a outrem: Pena . a inviolabilidade de segredos que importe ofensa a outros interesses.

vende ou difunde dispositivo ou programa de computador com o intuito de permitir a prática da conduta definida no caput. Invasão de dispositivo informático Art. § 1º Na mesma pena incorre quem produz. oferece. e multa. ou o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido: Pena . D) Profissão: ocupação especializada.).: engenheiro.: sacerdote. § 3º Se da invasão resultar a obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas. sapateiro. remunerado ou não (ex. freira etc. mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter. ordem judicial ou contrato. pessoas que recebem o conteúdo do segredo (crime próprio) em razão da: A) Função: encargo recebido por lei.reclusão.detenção. mecânico de automóveis etc. informações sigilosas. Bem jurídico tutelado A inviolabilidade do segredo profissional. B) Ministério: atividade social ou religiosa (ex. se a conduta não constitui .6 Sujeito ativo e passivo São os confidentes necessários. adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita: Pena . conectado ou não à rede de computadores.).). de 3 (três) meses a 1 (um) ano. segredos comerciais ou industriais. 154-A.: costureira. Invadir dispositivo informático alheio. médico. de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. assim definidas em lei. Sujeito passivo é a pessoa que pode sofrer prejuízo em razão da revelação (titular do segredo ou um terceiro). distribui. diretor de hospital etc. desempenhada com habitualidade e visando lucro (ex. e multa. § 2º Aumenta-se a pena de um sexto a um terço se da invasão resulta prejuízo econômico.: tutor. C) Oficio: ocupação mecânica ou manual (ex. curador.). Objeto material A informação sigilosa confiada ao profissional. advogado etc.

municipal ou do Distrito Federal. era necessário tentar tipificar as condutas nos crimes já existentes. de Assembleia Legislativa de Estado. do Senado Federal.Presidente do Supremo Tribunal Federal. O mesmo se pode dizer com relação ao sujeito passivo. Estados.7 crime mais grave. nem sempre de forma perfeita. Considerações preliminares A Lei 12.Presidente da República.737. Objeto material . de 30 de novembro de 2012 trouxe para o ordenamento jurídico – penal brasileiro o novo crime de “Invasão de Dispositivo Informático”. II .737/12. Distrito Federal ou Municípios ou contra empresas concessionárias de serviços públicos. comercialização ou transmissão a terceiro. Sujeito ativo e passivo O crime é comum. atriz da Rede Globo de televisão que foi vítima de invasão indevida de imagens contidas em sistema informático de natureza privada e cujo episódio acabou acelerando o andamento de projetos que já tramitavam com o fito de regulamentar essas práticas invasivas perpetradas em meios informáticos para modernização do Código Penal Brasileiro. É interessante notar que a legislação sob comento acabou ganhando o epíteto de “Lei Carolina Dieckmann”. somente se procede mediante representação.Presidente da Câmara dos Deputados. 154-A. § 4º Na hipótese do § 3º. Nos crimes definidos no art. Ação Penal Art. sob esse ponto de vista. estadual.dirigente máximo da administração direta e indireta federal. 154-B. é agora solucionada pela Lei 12. A questão. de modo que pode ser sujeito ativo qualquer pessoa. ou IV . § 5º Aumenta-se a pena de um terço à metade se o crime for praticado contra: I . Antes disso. da Câmara Legislativa do Distrito Federal ou de Câmara Municipal. dos dados ou informações obtidos. governadores e prefeitos. aumenta-se a pena de um a dois terços se houver divulgação. III . a qualquer título. salvo se o crime é cometido contra a administração pública direta ou indireta de qualquer dos Poderes da União.

mas. 161 § 2º). haverá concurso material de crimes. 161 . para o fim de esbulho possessório.detenção. de coisa imóvel alheia: Pena . § 2º . somadas. e multa.. é condição de punibilidade. as respectivas penas (art. Pode-se afirmar também que é tutelada a privacidade das pessoas (intimidade e vida privada). de 1 (um) a 6 (seis) meses.desvia ou represa. ou mediante concurso de mais de duas pessoas. terreno ou edifício alheio. § 3º .8 Dispositivo ou programa informático. somente se procede mediante queixa.invade. bem jurídico albergado pela Constituição Federal em seu artigo 5º. na modalidade da invasão possessória.Se o agente usa de violência. . e não há emprego de violência. que a tutela é individual. incorre também na pena a esta cominada. em proveito próprio ou de outrem. com violência a pessoa ou grave ameaça. aplicando-se. nada tendo a ver com a proteção à rede mundial de computadores e seu regular funcionamento DA USURPAÇÃO Alteração de limites Art. no todo ou em parte. ou qualquer outro sinal indicativo de linha divisória. águas alheias.Se a propriedade é particular. Percebe-se.Suprimir ou deslocar tapume. § 1º . envolvendo os interesses das pessoas (físicas e/ou jurídicas) implicadas. Sujeito ativo e passivo Tendo em vista a natureza de crime próprio. Considerações preliminares O emprego de violência contra a pessoa.Na mesma pena incorre quem: Usurpação de Águas I . portanto. Esbulho Possessório II . se dele resulta outro crime. somente o proprietário e o possuidor do imóvel limítrofe é que poderão figurar como sujeito ativo do delito de alteração de limites. Bem jurídico tutelado O bem jurídico tutelado é a liberdade individual. para apropriar-se. marco. X.

inutilizar ou deteriorar coisa alheia: . Marcos ou quaisquer outros sinais indicativos de linhas divisórias. Bem jurídico tutelado A propriedade e a posse da coisa móvel. caso o agente o marque.Suprimir ou alterar.detenção. Bem jurídico tutelado Proteger a propriedade e a posse de gado ou rebanho alheio. de 6 (seis) meses a 3 (três) anos. podendo. mesmo. 162 do código penal. Objeto material Tapume. indevidamente. a exemplo do crime de dano ou. furto. Dano Art. marco ou qualquer outro sinal de linha divisória. marca ou sinal indicativo de propriedade em gado ou rebanho alheio.9 O sujeito passivo é o proprietário ou possuidor do imóvel no qual são suprimidos ou deslocados os tapumes. Considerações preliminares Exige o tipo penal que a conduta seja a de suprimir ou alterar marca ou sinal já existente. o sujeito passivo do delito será o proprietário ou possuidor do gado ou rebanho. Ao contrário. 163 . não importando se pessoa física ou jurídica. 162 . Sujeito ativo e passivo O sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. Isso significa que se o animal não possuir qualquer marca ou sinal indicativo de seu proprietário. marca ou sinal indicativo de propriedade: Pena .Destruir. o fato será atípico com relação ao delito do art. e multa. em gado ou rebanho alheio. dependendo da sua finalidade. consubstanciar-se em outra figura. Supressão ou Alteração de Marca em Animais Art. indevidamente. Objeto material Suprimir ou alterar.

seja ele público ou privado. exceto o proprietário. desde que seja corpórea. desde que o fato resulte prejuízo: . sem consentimento de quem de direito. 164 . de 1 (um) a 6 (seis) meses. Bem jurídico tutelado O bem jurídico protegido é o patrimônio. II . móvel ou imóvel. Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo: qualquer pessoa. existe a necessidade de ser apontada a perda econômica sofrida na coisa.10 Pena . móvel ou imóvel. Estado. consequentemente. extinguir. aniquilar.com emprego de substância inflamável ou explosiva. se o fato não constitui crime mais grave. empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de economia mista. imprestável a coisa para os fins originais a que era destinada. deteriorar é estragar. Sujeito passivo: o titular do direito de propriedade da coisa móvel ou imóvel.Se o crime é cometido: I . Ressaltamos. IV . e multa. arruinar a coisa. Município. inutilizar significa tornar inútil. III .por motivo egoístico ou com prejuízo considerável para a vítima: Pena . de 6 (seis) meses a 3 (três) anos.detenção. tento a propriedade quanto a posse. mesmo que não destruída. Objeto material O objeto material é a coisa alheia. Dano Qualificado Parágrafo único .contra o patrimônio da União. Introdução ou Abandono de Animais em Propriedade Alheia Art. haja vista que somente essas são passiveis de serem danificadas fisicamente.detenção. contudo. ou multa. além da pena correspondente à violência. O dano poderá ser total ou mesmo parcial. tutelando-se.Introduzir ou deixar animais em propriedade alheia.com violência à pessoa ou grave ameaça. Considerações preliminares O núcleo destruir é empregado no texto legal no sentido de eliminar.

cultural. Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo é qualquer pessoa. havendo prejuízo. arqueológica etc. sujeito passivo é o proprietário ou possuidor do imóvel.detenção. introduz animal em propriedade alheia. prática o delito do artigo 164 do código penal. arqueológico ou histórico: Pena . Deixar tem o significado de fazer permanecer. Assim. de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos. sujeito passivo: em primeiro lugar é o Estado. penetrar. o proprietário. dada a sua importância (histórica. de 15 (quinze) dias a 6 (seis) meses. Objeto material Propriedade rural ou urbana. no retirar o animal que pode até ter sido inicialmente introduzido licitamente pelo agente. titular do tombamento. inutilizar ou deteriorar coisa tombada pela autoridade competente em virtude de valor artístico. aquele que. artística. . ou multa. Em segundo lugar. mas não o tira quando solicitado por quem de direito. Dano em Coisa de Valor Artístico. Bem jurídico tutelado Inviolabilidade da posse ou da propriedade. Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo é qualquer pessoa inclusive o proprietário. 165 .).11 Pena . e multa Considerações preliminares Somente poderá ser considerado como objeto da ação do agente aquele bem que. tratando-se de coisa particular.Destruir. salvo o proprietário. com o consentimento do proprietário.detenção. Arqueológico ou Histórico Art. Considerações preliminares O núcleo introduzir é utilizado pelo texto legal no sentido de fazer entrar.

tratando-se de coisa particular. de acordo com uma visão ampla do meio ambiente. inclusive o proprietário. 163. sem licença da autoridade competente. é o Estado. do inciso IV do seu parágrafo e do Art. .Alterar. como tal declarado por lei. titular do interesse referente à proteção do local.detenção. somente se procede mediante queixa. Objeto material É o aspecto de local especialmente protegido.12 Objeto material O objeto material da ação são os bens móveis e imóveis tombados pelo Diretor do Serviço de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (autoridade competente). ato administrativo ou decisão judicial. Considerações preliminares Pune-se a conduta representada pelo verbo alterar (modificar. 164. sujeito passivo em primeiro lugar. Ação Penal Art. o proprietário. 167 . Sujeito ativo e passivo Sujeito ativo é qualquer pessoa. ou multa. Em segundo plano. de 1 (um) mês a 1 (um) ano. transformar. Bem jurídico tutelado A inviolabilidade do patrimônio. desfigurar. 166 . mudar) aspectos ou estrutura de edificação ou de local especialmente protegido. Alteração de Local Especialmente Protegido Art. no que diz respeito aos sítios e paisagens que merecem proteção legal. o aspecto de local especialmente protegido por lei: Pena .Nos casos do Art. Bem jurídico tutelado Proteger o ordenamento urbano e o patrimônio cultural.

13 Considerações preliminares Se o sujeito simplesmente destrói. inutiliza ou deteriora coisa alheia. a ação penal é exclusivamente privada. nos outros casos. Nessa hipótese. cometendo o fato típico fundamental do crime de dano. . Nesse sentido o mesmo acorre quando o sujeito pratica crime de dano qualificado pelo motivo egoístico ou com prejuízo considerável para a vítima. a ação penal é pública incondicionada. a ação penal é exclusivamente privada.

br/doutrina/9014/primeiras_impressoes_sobre_a_lei_12_73712_e_o _crime_de_invasao_de_dispositivo_informatico . 2011. Rogério. Damásio de. RJ: Impetus. Curso de direito penal: parte especial. Ed. Niterói.14 REFERÊNCIAS BITENCOURT. JESUS. Código penal anotado. 2010 GRECO.com. Tratado de direito penal 2: parte especial: dos crimes contra a pessoa. 8. Cezar Roberto.novaprolink. 20 Ed. volume III. Saraiva. São Paulo. 11 ed. http://uj. São Paulo: Editora Saraiva. 2011.