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O uso da terra

O Acre possui ainda 88% do território composto por floresta, que lhe ofe- rece uma infinidade de produtos para conservação, consumo e comercializa- ção. Do total de 12% do território desmatado, tem-se o predomínio das pasta- gens (81,2%), capoeiras (13,1%), culturas temporárias e permanentes (3,5%).

A Produção Florestal Madeireira

O uso inteligente das nossas florestas oferece oportuni- dades de melhoria da qua-

lidade de vida, de emprego e renda às comunidades. O desenvolvimento da atividade madeireira de forma sus- tentável é um bom caminho para in- crementar a renda destas populações.

Agestãodopatrimônioflorestal temsidofeitadeformaresponsávele participativa, utilizando instrumen- tos legais e econômicos, programas de fomento, bem como sistemas de controle e monitoramento para re- duzir as taxas de desmatamento. Desta forma, o potencial madeirei- ro do Acre pode ser explorado sem comprometer outros recursos flo- restais e o próprio meio ambiente.

Produtos não-madeireiros

O s produtos florestais não- madeireiros possibilitam a utilização sustentável

gerando

mulando a preservação e respei-

tando

como as populações tradicionais.

Entre os inúmeros produtos ex- trativistas, podemos destacar a bor- racha e a castanha. Graças a incen- tivos do Governo e o dinamismo do setor, o Acre hoje é o maior produtor de castanha no país, exportando-a, in- clusive, paraomercadointernacional.

Nossa região dispõe ainda de ou- tras opções economicamente viáveis, tais como o açaí - presente em todo o território - e o óleo de copaíba, de alto potencial farmacológico e cosmético.

As sementes florestais também têm sido uma boa alternativa para exploração e comercialização, quan- do usadas na confecção de biojóias . Para tanto, têm sido manejadas com responsabilidade social e ambien- tal, o que lhes agrega valor de mer- cado, além de inibir a biopirataria.

esti-

da

floresta,

tanto

renda,

paisagem

natural

a

A agricultura familiar e agropecuária

A agricultura familiar e a agropecuária são as atividades de maior impacto econômico, social e ambiental no Estado. As políticas públicas devem estar baseadas no investimen- to em recursos humanos, infraestrutura, assistên- cia técnica, extensão rural e inovação tecnológica para a mudança dos sistemas agropecuários tradi- cionais e da agricultura fa- miliar predatória em sis- temas de produção sustentáveis.

80

70

71,49

72,16

Projetos de Assentamento

Terras Indígenas

Propriedades Particulares e Áreas Indefinidas

Áreas Desmatadas

58,81 60 Unidade de Conservação de Proteção Integral 51,1 49,31 49,47 50 Unidade de Conservação
58,81
60
Unidade de Conservação de Proteção Integral
51,1
49,31 49,47
50
Unidade de Conservação de Uso Sustentável
41,48
40
32,37
30,92
30
26,83
20
13,35
As culturas agrícolas são divididas em dois grupos, lavouras permanentes e
lavouras temporárias.
9,87
10
6,25
6,31
6,73
4,37
4,77
2,73
3,09
3,12
2,29
1,06
0
As temporárias têm como principais produtos a mandioca, o feijão, o arroz,
a melancia, o abacaxi, o milho e a cana-de-açúcar.
Quanto às culturas permanentes, a principal contribuição é a produção de
Banana.
Desmatamentos e queimadas
O s impactos da seca e dos incêndios florestais têm importância
para as condições de vida das sociedades amazônicas. Mudanças
climáticas induzidas por atividades humanas, como queimadas e
desmatamentos, podem resultar em uma alteração da distribuição das
chuvas, redução da umidade do ar e em um aumento de temperatura,
especialmente na época seca, comprometendo o meio ambiente e os
recursos naturais. A abertura de estradas, a implantação de atividades
agropecuárias e a extração de madeira têm sido os grandes responsáveis
pelos desmatamentos no Acre. Felizmente, houve uma redução gradativa
das taxas de desmatamento nos últimos anos.
A implantação do Zoneamento Ecológico-Econômico – ZEE Fase I, em
2000,e Fase II em 2006,o incentivo ao Manejo Florestal de Uso Múltiplo,
o Programa de Valorização do Ativo Florestal, O Plano de Prevenção e
Controle dos Desmatamentos do Acre, dentre outros, foram instrumentos
importantes na redução dos desmatamentos ilegais e valorização das
nossas florestas.
% de desmatamento
Santa Rosa do Purus
Manoel Urbano
Jordão
Porto Walter
Marechal Thaumaturgo
Feijó
Assis Brasil
Mâncio Lima
Taraucá
Sena Madureira
Cruzeiro do Sul
Rodrigues Alves
Xapuri
Rio Branco
Brasiléia
Bujari
Epitacionlândia
Porto Acre
Capixaba
Acrelândia
Senador Guiomard
Plácido de Castro

Extrativismo vEgEtal - 2004 a 2007

Produto extrativo

2004

2005

2006

2007

Quantidade Produzida

       

Madeira em tora (m³)

353.861

483.441

397.414

326.138

Lenha (m³)

562.748

627.228

646.002

666.151

Látex coagulado (Ton.)

1.710

2.073

1.407

1.226

Carvão vegetal (Ton.)

1.743

1.744

1.698

1.736

Castanha-do-Brasil (Ton.)

5.859

11.142

10.217

10.378

Açaí (fruto) ( Ton.)

741

907

961

1.459

Copaíba (óleo) (Ton.)

0

0

0

0

Valor da Produção (Mil Reais)

Madeira em tora

10.550

13.040

12.533

11.862

Lenha

3.741

4.003

4.242

4.959

Látex coagulado

3.234

3.617

2.881

2.593

Carvão vegetal

580

612

642

718

Castanha-do-Brasil

4.940

15.376

12.254

12.142

Açaí (fruto)

280

352

393

667

Copaíba (óleo)

3

7

7

4