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\

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

Descricão:

a

carreta definição de problemas de instalações, em tempo

hábil, possibilitando alto grau de qualidade das mesmas,

resultando em economia para

consum o

do

projeto como instrumento e-fetivo de planejamento.

de um empreendimento está na concepção e utilização

Os

controles

aqui

sugeridos

tem

como

-finalidade

o empreendimento. Achamos que a

e

•fator qu e

mai s contribu i

n o control e d e qualidad e

Para tanto, sugerimos alguns procedimentos, fluxograma e

atuaçã o

constante e efetivo de controle de projetos, conforme destacamos:

responsabilidades , de

-forma a

se ter um program a

de

1)ATRIBUIÇÕES DA ASSISTiNCIA DE INSTALACES NA

DITEC

-Supervisionar

a execução dos projetos nas suas fases

de

concepcão, elaboração, detalhamento e orçamento;

-Elaborar diretrizes de

projeto;

-Disseminação das técnicas desenvolvidas pela Matriz e Regionais;

-Pesquisas de novas

técnicas;

-Pesquisas e custos de

controle sobre instalações;

Índices de

consumo e

-Assistência

às

Regionais

nas

suas

funções

específicas, e

selecionamento de

profissionais;

projetos quanto a

tecnologia aplicada e envolvimento dos

-Supervisionar a coordenação de

profissionais das diversas áreas;

-Treinamento de

-Supervisão da

5)ATRIBUIÇÕES DO ASTEC DA

profissionais;

produção.

REGIONAL

-Selecionar os parceiros de projeto em conjunto com a Matr iz;

-Envolvimento dos

de projetos, na concepção e elaboração dos

profissionais de

todas as

áreas

mesmos;

-Controle de

NPH, NPS,

execução de

NPT,

em

projetos conforme implantação.

NPE,

Normas

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

-Informar a

Matriz em tempo hábil em cronograma

de

desenvolvimento de

projetos;

-Levantamento de

índices de

consumos

de

projeto

conforme especificado

adiante;

-Solicitar à Matriz apoio técnico quanto a decisões

de projetos não constantes nas Normas da

Encol;

-Solicitar a Matriz pesquisas de novas técnicas ou proced i mentos;

-Solicitar a Matriz apoio para treinamento prof issional .

de

3)FLUXOGRAMA DE

DESCRIC30

DOCUMENTOS

FLUX O

PERIODICIDADE

RESPONSÁVEL :

1

- Programação se-

Reg.->MTZ

Mensa1

Coord.

!

mestral de Projetos

 

Projetos

!

E

- Estudo

Prelimi-

De acordo

com

Coord.

!

nar

de

Arquitetura

Reg.<->MTZ

Cronograma

tido para

emi-

COMPE

Projetos

!

3

- Estudo

Prelimi-

Coord.

1

nar

Estrutural

Reg.< — > MTZ

 

IDEM

Projetas

1

 

Ass i stênc ia!

4 - Estudo

Prelimi- MTZ

<-Reg.

IDEM

Coord.

!

 

Proj etos

de!

Instaiac ões!

5 -

Normas

MTZ

->Reg. Conf.Cronograma

Coord.

!

 

de

implantação

Projetos

!

de

Normas

Ass i stênc ia!

6 - índices

de

 

Reg.->MTZ

Mensa1

Coord.

1

Pontos

 

Projetos

í

7

-

Pré-Orçamento

De acordo com

o

Coord.

!

de

instalações

Reg.->MTZ

Cronograma COMPE

Projetos

!

B

- Ante Projeto

de

Reg.->MTZ

De acordo com

o

Coord.

!

Instalações

 

Cronograma COMPE

Proj/Plan

!

9

-

Orçamento

Reg.->MTZ

IDEM

Coord

1

Proj/Plan !

NORMA S

4)DESCRIÇÃO DA

D E

CONTRO|_ E

D E

DOCUMENTAÇÃO

4-1)Programação Semestral de

PROJET O

E

Projetos

ORCAMENTACS O

 

Deverão

ser

enviados

para

a

Matriz

a

programação

semestral

de

Projetos

de

Instalações,

de

acordo

com

o

cronograma negociado com o Comitê de

Projetos.

 
 

Abaixo

esta

sugerido

um

modelo

de

impresso

de

programação que deverá ser remetido

mensalmente.

 

P R OGRAMA Ç Ã O SEMESTRA L _DE PROJ ETO S

 

I

! PROGRAMAÇÃO SEMESTRAL PROJETO

í REGIONAL

! MiS

!

!

OBRA

!PROJETISTA!ÁREA

!CUSTO/OTE!

OBSERVAÇÃO!

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

4-g)Estudo

Preliminar

de

Ar guitetura, Estrutura

e

Instalações

Serão enviados

ao

COMPE

os

estudos

preliminares

de

Arqu1tetura,Estrutura

e

Instalações,

devidamente

compatibilizados. Neste momento deverão

todos

estar pré

bem

os

itens

necessários

a

Intalação,

definidos

como

um

levantamento prévio

de

item 5-1II sobre

orçamento.

4-3)Normas de

Instalações

de pontos, que estão de-finidos no

Estes documentos

que

estão

sendo

implantados,

serão

repassados a Regional através de reuniões de Implantação com

Coordenadores de Projetos, Especialistas e Projetistas

parceiros . Serã o

constantement e atualizado s

pesquisas a serem efetuadas e contribuições das Regionais.

em

-função

das

4.4)Ante Projeto de Instalações, e

pré-orcamento

0 Ante

Projeto constará

de

todas

e

as

Plantas

Baixas

de

-feito e

indicando

pontos,

encaminhamento

dimensionamento

ser

tubulações , equipamentos , fiações , etc , ante s de

detalhado em papel

vegetal.

Com estes executado o

conforme as exigencias previstas nos Manuais de

dados serão

retirados os Índices de pontos

e

pré-orcamento, passando-se a detalhar o Projeto,

Instalações.

5)ORÇAMENTO DE

INSTALAÇÕES

de

Projetos com os respectivos custas, torna-se necessária a

elaboração em tempo hábil de um "ORÇAMENTO GERENCIAL" que irá

embasar tais

Para

se

ter

a

compatibi1ização

das

definições

definições.

Surge então a dificuldade de como elaborar tal orçamento

se ter o Projeto pronto.

elaborados estudos para chegar a uma maneira rápida e eficaz

sem

Para se resolver

isto,

foram

de se levantar os custos das Instalações Prediais.

A

conclusão

a

que

se chegou,

é

que

tais

custas podem

ser

obtidos através da contagem dos pontos de utilização

Instalação e seu preço histórico na

ENCOL.

da

Descreveremos a seguir as definições, critérios e outros

meios para se obter

o Orçamento.

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

5-1)DEFINIÇÕES PARA

£7/03/89

ORÇAMENTO

DE

E

ORCAMENTACS O

INSTALAÇÕES

1i

VERSÃO

Para que

o orçamento

de Instalações seja executado

com

critério, e que leve a números que traduzam os valores

dos

diversos serviços, com confiabilidade e dentro da variação

de

aproximadamente 10%, serão consideradas em separado os

seguintes serviços;

i)Insta 1ações Elétricas, TV, Interfone,

Etc;

2 ) Insta 1 açõe s Tele-f ôn icas ;

3)Insta1ações de água

Fria;

4)

Instalações

de

água

Quente,

conforme

os

s

i stemas:

1-Passagem Elétrico

4-Acumulação a Gás

2-Passagem a Gás

5-Acumulacão

3-Colet ivo

5>Esgotos

Sanitários;

6)águas

Pluviais;

7)Incêndio sob

comanda-Hidrantes;

Elétrico

8>Inc§ndio

9 > Gás

de

Automático-Sprink1er;

Rua;

10)Gás Liqüefeito de

i i)Equ i pamentos.

Petróleo;

5-II)Critérios de

Medição

D f v i c l( i

< ii i

f. 11 ( i

11. p .

1 r i'. I

.

i

I .»(, íit " .

• .i - r c 'iii

i c uni u r . 1 , i-, serem

inúmeros componentes, muito variaveis(quer

regionalismos, tipologia

como elementos básicos de medição dos pontos de utilização

e das características dos mesmos

seja por exigencias de

concessionárias,

eleitos

de

da arquitetura, etc), foram

i

cada instalação.

Isto se

deve ao

de quantidade

fato dos mesmos

guardarem

uma uniformidade

e características

dentro

de

que tenham características semelhantes

e

nossas edificações, se situem numa mesma

região.

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

5-III)Defin1cões dos

Pontos

i)1nsta1acões Elétricas, TV, Central de

Portaria

Será considerado ponto,-toda caixa de saída que contenha tomadas , interruptores, luminárias (ou previsão para instala-las), ar condicionado, etc. Deve-se esclarecer que pontos ou caixas que tenham conjugados na mesma placa, mais de um interruptor ou tomada, serão considerados um único ponto.

2 )I nst a 1 ac ões

Telefônicas

Será considerada

ponta toda

caixa

de

saída

que

contenha tomada de

telefone.

3)Insta1acões de água

Fria

Será

considerado

ponto,

qualquer

peca

de

utilização, quais

sejam:

-Lavatório

-Pia de

Cozinha

-Chuveiro

-Máquina de Lavar

Pratos

-Válvula de descarga -Máquina de Lavar

-Bidet

-Tanque

Roupa

-Ducha Manual

-Caixa de Descarga

-Bebedouro

-Torneira de

-Aquecedor

-Filtro

Lavagem

4)Insta1 ações de água

Quente

Será

considerado

ponto,

qualquer

peca

de

utilização, que seja alimentada por água quente, quais

sejam:

-Lavatório

-Pia de

Cozinha

-Chuveiro

-Ducha

Manual

-Bidet

G

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

5)Insta1 ações de

D E

PROJET O

Esgotos

E

ORCAMENTACS O

Será considerado ponto, qualquer peca de

utilização

conforme item

3

e

ralos

de piso. Neste

caso não

se

considera

ducha manual, filtro.

chuveiro, torneira

de

lavagem,

aquecedor

e

6) Instalações de águas

Pluviais

Será considerado

e ralos

de área descoberta

ponto, qualquer

de

varandas.

ralo de

captação

7)Incêndio Sob

Comando

Será considerado ponto, todo hidrante de

Q)Incêndio

Automático

parede

Será considerado ponto, todo bico de

9)Gás de

Rua

Sprinkler

Será considerado

ponto de utilização qualquer

peca

de utilização, quais sejam:

Fogão,

Forno

de

Parede,

Aquecedor, Secadora de Roupa.

iO)Gás Liqüefeito de

Petróleo

Será considerado

ponto de utilização qualquer

peca

de utilização, quais sejam:

Fogão,

Forno

de

Parede,

Aquecedor, Secadora de Roupa.

iiJEquipamentos e Ligações

 

Serão considerados

equipamentos

a

serem

orçados

separadamente, ou serviços

excepcionais:

a-Substações rebaixadoras de

b-Aquecedores

tensão

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

c-Caldeiras

d-Grupos geradores de

energia

e-Ligações definitivas de

energia

f-Ligacões definitivas de

água

g-Estações de tratamento de

esgotos

h-Remanejamentos e/ou

esgotos

públicas

construções de redes de

i-Drenagem

j-Portas Corta

k-Centrais de

Fogo

Telefonia

1-Antenas

Coletivas

Será considerado

ponto a

unidade de

porta

corta

fogo .

5-IV)Contagem dos

Pontos

1>Elétrica

Quando da

apresentação do estudo preliminar para o

comitê de

projetos,

esta

contagem

estará

apresentada

em

modelo próprio.

0 preenchimento deste modelo será feito

pelo

arquiteto, com

o devido

auxílio do

da

área de intalações, ou especialista da

projetista parceiro Regional

Inicialmente a contagem será feita pela marcação

de

pontos no estudo preliminar. Quando da aprovação do estudo e

execução do projeto de instalações a contagem deverá ver i f içada.

execução do projeto de instalações a contagem deverá ver i f içada.
execução do projeto de instalações a contagem deverá ver i f içada.

Na impossibilidade

da marcação

de pontos em

ser

todos

os níveis, sugere-se o seguinte:

-Pavimento

tipo:

Marcação

dos

pontos

e

contagem;

-Pavimento de Cobertura:

t ipo

1,5 vezes o pavimento

 

NCQ L

S

.

A

.

-

ENGENHARI A

COMERCI O

E

INDUSTRI A

 
 

,

,

.,

t

PLANILHA

05-E1

 

I

PLANILH A

D E

CUSTO S

D E

INSTALAÇÕE S

 

PREDIAI S

 

*

OBRA

PADRAO :

ITEM :

ELETRICA

 

SUB-ITEM

:

PRUMADAS

 

- • •

••

 

.

1

I

!

QUANTIDADES

 
 

DESCRICAO

!

UN

1

1

:

:

i a

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8a SAR.

!

TERREO

!

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I

TIPOS

!

DUPLEX

!

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EXTERNA

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X

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44.

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5

*

*

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J

t

CUSTO TOTAL POR PAVIIWÍTO

=

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J

t

OBSERVACOES:

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1

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FfiECOS

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E N C O L S.A . - ENGENHARI A COMERCI O E INDUSTRI A
E
N C O L
S.A .
-
ENGENHARI A
COMERCI O
E
INDUSTRI A
*
PLANILHA
06 - a
PLANILH A
D E
CUSTO S
D E
INSTALAÇÕE S
PREDIAI S
F X M
No.:
*
ODRA :
PADRAO :
ITEM
:
ELETRICA
SUB-ITEM
:
DISTRIBUIÇÃO
[
=
S
QUANTIDADES
PREÇOS
t
UN
DESCR1CAO
«
i a
SAR.
1 2a
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!
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!
INTERM.
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TOTAL
UNITÁRIO
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I
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I
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«
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#
I
#
t
#
CUSTO TOTAL POR PAVIMENTO

CUSTO PERCENTUAL POR PAVIMENTO

OBSERVACOES:

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N

C 0

L

S

.

A

.

-ENGENHARI A

COMERCI O

E

INDUSTRIA .

 
 

f

*

FLAN1LHA

07-EL

 

1

PLANILH A

D E

CUSTO S

DE

INSTALAÇÕE S

PREDIAI S

 

FOLHA No.:

1

OBRA :

 

PADRAO :

ITEM :

ELETRICA

 

SUB-ITEM

: FIACAO

3

QUANTIDADES

 

PRECOÍ

»

DE5CR1CA0

UN

 

i a

BAR.

:

Ea SAR.

TERREO

í

1NTERM.

TIPOS

DUPLEX

COBERT.

TOTAL

UNITÁRIO

TOTAL

 

MEDIÇÃO

EXTERNA

SUP.

1=

Jt

Jt—

J t —

Jt-

CUSTO TOTAL POR PAVIMENTO

 

t

CUSTO PERCENTUAL POR PAVIMENTO

_

J

t

OBSERVACOES:

cu5tinst.«k!/ad

O

•* t

»

# {

t
#

E

N C O

L

S

.

A

-

ENGENHARI A

COMERCI O

E

INDUSTRI A

 

L

»

PLANILHA

OB-EL

 

;

PLANILH A

D E

CUSTO S

DE

INSTALAÇÕE S

PREDIAI S

FOLHA No.:

1

»

OBRA :

 

PADRAO :

ITEM

:

ELETRICA

SUB-ITEM

:

INTEFKUPITORES E TOlttDAS

1

f

#

QUANTIDADES

 

PREÇOS

«

DESCRI CAG

UN

*

i a

BAR.

!

2a 6AR.

!

TERREO

!

INTERK.

TIPOS

! DUPLEX

1 COBERT.

TOTAL

UNITÁRIO

i

TOTAL

*

MEDIÇÃO

! EXTERNA

 

SUP.

#

#

I

I

CUSTO TOTAL POR PAVIMENTO

CUSTO PERCENTUAL POR PAVIfENTO

OBSERVACOES:

t

t

C—

— —

custinst.Hkl/ad

LCOL S.ft . - Engenharia ,

Planilha !

03-EL

Coierci o

l Obra:

i

lie s

Padrão!

Dejcrica o

-

1

P100-e! .I n

e

Induslri a

CUSTOS DE INSTRLftCfiO j li Hess ! ELETRICft Sub- ite ü PftRfi RftIOS j l
CUSTOS
DE
INSTRLftCfiO
j
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Hess !
ELETRICft
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PftRfi
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I
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Cjuani.
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Preço
Tola l
Observações
L
|
i
í
I
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i
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1
i
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I
I
1
i 1
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i
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r NCOL

S.fi.

-

Eageabana ,

Doierci o

e

Indusln a

 

Planilha :

iO-E L

CUSTOS

DE

INSTftLfiCfiQ

 

übra !

 

Padrao !

Hei !

ELETRICfi

Sub-liei !

GRUPOS

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i

1

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Uti.

Quanl.

Preço

Uni1.

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To 1 ai

Observações

> I OO-eI.ir i

LCOL S.ft . - Engenharia ,

Coierci o

e

Induslri a

Planilha !

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CUSTOS

DE

INSTftLftCfiO

 

Obra!

Padrao :

Hei !

ELETRICfi

Sub- lie» !

GRUPOS

DE

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DE

EMERGENCIfi

 

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H e i

Oeicr1ca o

 

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Quanl.

Preço

Uni1.

Preço

Tota l

Observações

 

I

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S.fí.

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Engeabana ,

Coierci o

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CUSTOS

DE

INSTALftCflO

 

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Padrao !

liei !

ELETRICfi

Sub- liei !

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Observações

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S.ft .

-

Engenharia ,

Duerci o

e

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Planilha :

12-EL

CUSTOS

DE

INSTftLRCftO

 

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Padrao:

Ite» !

ELETRICfi

Sub-itei !

CENTRfiL

DE

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S.ft.

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Eajtahario ,

Cottrci o

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Planilha !

13-EL

CUSTOS

DE

INSTftLfiCflQ

 

übra :

Padrao :

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ELETRICfi

Sub-liei :

fiLfiRUE

J1e i

Descnca o

 

Ufi,

Quant.

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Unj 1.

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To 1 ai

Observações

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L.«COL S.ft .

-

Engenharia ,

Coierci o

e

Induslri a

Planilha :

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CUSTOS

DE

INSTftLfiCflO

 

Obra:

Padrao !

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ELETRICfi

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LÜMINfiRIfiS

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Un11 ,

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Observaçõe s

OO-e

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I

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'NCOL S.ft . - Engenharia , Csterci o e Industri a , Planilha ! 15-EL
'NCOL
S.ft .
-
Engenharia ,
Csterci o
e
Industri a
,
Planilha !
15-EL
CUSTOS
DE
INSTRLftCftO
1
Obra:
Padrao:
Itei :
ELETRICfi
Sub-Itei :
CftIXftS
OE
RLVENRRIft
L
lie i
Oescrica o
Un.
Quant.
Preço
Unit .
Preço
Tota l
Oburvacoe :
l
I
L
1
L
1
i
I
L
1
I
1
L
L
1
L
L
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l
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L
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1
l
l
L
L
L
l
L

L

_o!00-el,tn

l

NORMA S

D E

-P

CONTRO|_ E

U

C.

0,75

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

vezes o pavimento

tipo

-Térreo: 0,50 vezes o pavimento

tipo

-S. Solo:

0,25 vezes o pavimento

tipo

2) Te 1ef ôn i cas

i

ponto por

quarta

1 ponto

por

sala

i

pont o

po r

capa/

cozinh a

3)Hidraú1icas,Água

fria e quente

De acordo

com

as

pecas

apresentadas

no

estuda

preliminar ou projeto

específico

 

4)Esgotas

De acordo

com

as

pecas

apresentadas

no

estudo

preliminar ou projeto específico,

considerando:

-2 ralos

-2 ralos

-i

ralo

por

por

banheiro

lavabo

-i ralo por cozinha/área de

serviço

5)Águas

Pluviais

Será considerado

i ponto

5m,

i ponto para

para cada varanda com

cada

25

m D

nas

áreas

3

descobertas, mais

menor de

área de pilotis

comprimento

de

Som®

2

por varand a

e

PUC

maior ,

e

1 ponto

a cada

descoberta.

6)Incêndio sob comando e Sprinkler

Será contada a n^ de hidrantes e sprinkler

pelo projetista parceiro, ou especialista da

REGIONAL.

marcadas

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

7)Gás

de

Rua

e

Glp

Contar os caldeira e secadora.

ponto s

8)Port a cort a -fogo

PROJET O

E

de

-fogão,

ORCAMENTACS O

-forno,

aquecedores ,

 

Ser á contad o

o

n ^

de porta s

cort a

-fogo, de

acord o

com

o

projeta

arquitetônico

e

exigências

do

corpo

de

bombe iros.

5.V)Cr 1térios instalações

para

levantamento

de

orçamentos

de

I-OBJETIVO

 

Este documento

tem por

-finalidade uniformizar

os

critérios de

lavantamento

dos

custas

de

pontas

das

instalações a

nível

de

orçamento,

visando

 

a

obtenção

de

parâmetros para análise de consumos e custos.

II-INTRODUÇÃO

Da análise

dos diversos levantamentos e

orçamentos

remetidos para

a DITEC,

observou-se variação

nos custos

e

consyumos por

pontos, em

função dos diferentes critérios

de

levantamento,

de

normas

regionais

e

de

projetos.

Para se

ter uma

uniformização

do

processo

de

orçamento,

discriminaremos a

seguir

os critérios a serem

seguidos,

constantes de dois

grupos:

- Custo e consumo por

ponto

- Custo e consumo de serviços

III-CUSTO E CONSUMO POR

PONTOS

específicos

0 custo do ponto deve se constituir basicamente

dos

serviços comuns

tendo que

mascarar ou disvirtuar os valores básicos de

a todos

ser excluídos

os sistemas

os serviços específicos que,

e

aos

regionalismos,

possam

referência.

Constarão dos custos e consumos os seguintes itens, de

com cada

instalação:

acordo

e

luz

ra ios

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

III-l SISTEMA

INSTALAÇÕES

ELÉTRICAS

As instalações

do ponto elétrico serão as

a serem

consideradas no seguintes:

custo

- Instalaçõe s

elétrica s

normai s de

-força e

luz

- Instalaçõe s

elétrica s d e emergênci a de -força

-- Tubulação e caixas para antena

coletiva

- Tubulação e caixas para central de

portaria

- Tubulação, fiação, aterramento e captores

de

Deverão ser considerados nestas instalações, quadras elétricas, de central de portaria, de antena, medidores, fixações, leitos para cabos, eletrocalhas, disjuntores, chaves de proteção, interruptores, tomadas, campainhas e m inuter i as.

III- .6.

SISTEMA DE

As instalações

TELEFONIA

de telefonia a serem consideradas,

serão

de

rede

interna

e

cabos

 

internos

com

os

seguintes

componentes:

 
 

-

Caixa de

entrada

 

-

Distribuidor

geral

 

-

Caixas de

distribuição

 

-

Caixas de saída, inclusive placas e tomadas

-

Eletrodutos,

leitos, fixações,

etc

-

Caixas de passagem

(inclusive

alvenaria)

 

-

Cabos

Cl,

CCI

ou

FI

Blocas d istr ibuição

terminais

e

miscelinea

na

caixa

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

- Aterramento

No caso

das regionais

D E

PROJET O

em que

E

as

ORCAMENTACS O

concessionárias

não

exijam a execução de cabo interna e/au pré--fiaçãa, deverá ser especificado tal ocorrência na planilha.

II 1-3. SISTEMA

DE ÁGUA

FRIA

Par a

a s

instalaçõe s

prediai s

consideradas as itens

seguintes:

d e

águ a

-Fria

serã o

-Entrada de água, exceto hidrometro e taxas

- Recalque de água

- Barr i1etes

potável

- Colunas

- Ramais de

distribuição

- Válvulas redutoras de

pressão

- Registros de embutir E BRUTOS

- Alimentação de sistemas de

II1-4 SISTEMA DE ÁGUA

QUENTE

aquecimento

De acorda

cam as

normas DITEC,

teremos cinco tipos

de

instalações, e seguintes:

as

partes

a

serem

consideradas

serão

as

- Ramais de distribuição a partir do

- Isolamento

térmico

aquecedor

- Registros de embutir e brutos

- Colunas de distribuição e retorno

- No

válvulas de segurança

susp i ras

caso de aquecedores de acumulação

e

termosi-f ões,

- Válvulas

redutoras

- Fixações e demais

pecas

individual,

drenas

e

NORMAS DE CONTROLE DE PROJETO E

II1-5 SISTEMA DE ESGOTOS

SANITÁRIOS

ORCAMENTACSO

Os serviços a serem considerados

- Ramais de

descarga

- Ramais de

esgoto

- Colunas

- Desvias

- Coletores

são:

- Recalque de águas servidas<observar

- Tampões

- Fixações e

II1-6 ÁGUAS

PLUVIAIS

suportes

na

planilha)

Serão considerados

os serviços

para escoamento de água

a

de chuva

parte, conforme

somente drenagens

segue:

de terreno

serão consideradas

- Coletores

- Tampões

- Colunas

- Ralos

- Recalque de águas p1uviais(observar

- Fixações e suportes

na

planilha)

II1-7 SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO POR

HIDRANTES

Serão inclusas as seguintes

- Barr i1etes

- Caixas de incêndio

- Hidrantes

Colunas,

- ramais,

serviços:

completas

NORMA S

DE

CONTRO|_ E

D E

PROJET O

E

ORCAMENTACS O

- Registros de passeio

e caixa

alvenaria

-

Fixações

Deverão

ser

consideradas

bombas

para

pressur1zação

(normalmente para atender instalações de pequeno porte)

localizadas junto ao

barrilete.

III-B SISTEMA DE COMBATE POR EXTINTORES

PORTÁTEIS

Neste caso regionai s de

levantamentos conforme pelas normas DITEC.

há variação

corp o

de

de

exigência

das

bombeiros .

Deverã o

adotar

o

exigências ou

111-9 SISTEMA DE COMBATE POR

SPRINKLERS

corporações

-feitos

recomendado

ser

Existem

dois

hidrante, e o sistema

tipos

básicos,

independente.

o

sistema

a- SISTEMA MISTO; CONSIDERAR OS SEGUINTES

misto

com

SERVIÇOS:

- Bicos

de

sprinklers

- Ramais que atendam os bicos de

- Válvula s de -fluxo

sprinklers

- Válvulas de governo e alarme

- Fixações

b- SISTEMA

INDEPENDENTE;

CONSIDERAR

OS

SEGUINTES

SERVIÇOS:

- Pressurizacão

- Colunas, ramais e bicos

- Fixações

- Válvula s de -fluxo, govern o e

alarm e

- Registros de passeio e caixa

alvenaria

- Valas

NORMA S

D E

CONTRO|_ E

DE

PROJET O

E

I11-10 SISTEMAS DE GÁS

ORCAMENTACS O

Serã o

d i-f eren c i ado s

trê s

tipo s

d e

instalaçõe s

normalmente

adotados.

 

-

gás lique-feito de

petróleo

-

gás

liqüefeito de petróleo com previsão para

gás

de

rua

-

gás

de

rua

Os serviços a serem considerados em cada tipos,

serão:

a)

GLP

-

Especificar se há medição concentrada ou não

-

Tubulações e conexões a partir da

central

 

-

Conexões, válvulas e registros

-

Fixações

 

-

Caixas para abrigar medidores ou válvulas

de

segundo estágio

(neste

caso

especificar

no

campo

observações)

b)

GLP

-

COM

PREVISÃO

-

Idem

item anterior,

especificando no

campo