Sie sind auf Seite 1von 62
Geologia – Rochas
Geologia – Rochas

Geologia Rochas

Geologia – Rochas

Tecnologia em Construção de Edifícios

Prof. Rodrigo Custódio Urban

Rochas Magmáticas

Rochas Magmáticas

Introdução

As rochas (agregados naturais de uma ou mais espécies

minerais) são agrupados, de acordo com sua origem, em três

grupos: rochas magmáticas ou ígneas, rochas sedimentares e rochas metamórficas.

Rochas magmáticas: aquelas provenientes da consolidação do magma, sendo consideradas rochas primárias.

Magma: fluidos superaquecidos compostos de silicatos, fosfatos, águas e gases com temperaturas variando entre 500

e 1200ºC e que tem suas origens nas camadas profundas da

Terra.

Introdução

A composição mineralógica das rochas ígneas depende do

tipo de atividades magmáticas da qual elas derivam e das

condições de cristalização do magma.

Cristalização varia conforme sua complexidade natural e disponibilidade de sílica (SO2) no magma

Tipos de atividade ígnea

A consolidação do magma se dá à superfície: rochas

vulcânicas ou extrusivas.

A consolidação do magma se dá em profundidade (no

interior do planeta) as rochas são denominadas intrusivas ou

plutônicas.

Caracterização das rochas ígneas

Textura: organização interna definida a partir do arranjo dos grãos minerais que integram as rochas. No caso das rochas magmáticas:

1.

Porfirítica caracterizada pela presença de grão menores

2.

Fanerítica uniformidade de tamanho entre grãos na rocha

3.

Afanítica uniformidade no tamanho dos grãos, porém estes são tão pequenos que não são visíveis a olho nu

4.

Vítrea textura de aspecto brilhante, presença de vidro vulcânico em sua composição.

5.

Vesicular presença de espaços vazios na rocha decorrentes da volatização de gases presentes no seu resfriamento

Composição

As rochas ígneas obedecem, como já vimos, à uma seqüência

preferencial de cristalização dos minerais (Série de Bowen).

Esta por sua vez se caracteriza por apresentar ordem crescente de complexidade estrutural e disponibilidade de

sílica no magma, o que equivale a dizer que os minerais

formados no início da série apresentam baixa complexidade estrutural e altas percentagens de Fe, Mg, Ca e Na, enquanto aqueles formados no final da série apresentam

maior complexidade estrutural (a maior entre os

silicatos) e altas percentagens de Si e Al.

Composição

A caracterização das rochas magmáticas de acordo com sua

composição química e mineralógica depende da posição na

qual a mesma se encontre na Série de Cristalização de Bowen, ou seja, de suas condições fisioquímicas de formação.

Suas composições química permite caracterizá-las de acordo com a percentagem de sílica (SiO2) uma vez que a maioria dos minerais presentes nas rochas são silicatos. No tocante à mineralogia as rochas ígneas não apresentam

grandes variações composicionais, por mais complexa que

seja a constituição mineral de uma rocha ígnea os minerais essenciais são geralmente feldspatos, quartzo, piroxênios, anfibólios e micas.

Mineralogia

Este tipo de classificação divide as rochas magmáticas em três grupos de acordo com sua mineralogia básica (tendo como

base a cor da rocha): (1) leucocráticas rochas claras, ricas em silicatos de cores claras como feldspatos, quartzo e

micas brancas; (2) melanocráticas rochas que

apresentam uma composição rica em minerais de cores escuras como piroxênios, anfibólios e micas escuras; (3) mesocráticas rochas que apresentam uma composição

rica em minerais de cores escuras como piroxênios, anfíbios e

micas escuras; (3) mesocráticas rochas com composição mineralógica e cores intermediárias a estes dois grupos.

Composição química

CLASSIFICAÇÃO

Ácidas Intermediárias

Básicas

Ultrabásicas

% de Si O2 > 65%

52 65%

45 52% > 45%

Rochas magmáticas mais comuns

Granito composto principalmente por feldspato, quartzo e micas, é a rocha magmática mais comum, sendo o

constituinte rochoso mais comum da crosta terrestre, apresenta texturas fanerítica e porfirítica. Conforme indica

sua mineralogia é uma rocha ácida utilizada normalmente

como material de revestimento, possuindo cores variadas.

indica sua mineralogia é uma rocha ácida utilizada normalmente como material de revestimento, possuindo cores variadas.
indica sua mineralogia é uma rocha ácida utilizada normalmente como material de revestimento, possuindo cores variadas.

Rochas magmáticas mais comuns

Sienito composto de feldspatos, anfibólios, piroxênios e micas, o sienito é classificado é classificado como rocha

intermediária, ocorrendo em regiões de vulcanismo antigo e apresentado textura porfirítica ou fanerítica. Assim como o

granito, o sienito é freqüentemente utilizado como material

de revestimento, devido à beleza de suas cores amarelas ou avermelhadas.

é freqüentemente utilizado como material de revestimento, devido à beleza de suas cores amarelas ou avermelhadas.

Rochas magmáticas mais comuns

Gabro rochas básicas plutônicas compostas por piroxênios e feldspatos, podendo ainda apresentar olivina e anfibólios

em sua composição, apresenta normalmente textura fanerítica. Suas cores escuras (verdes à pretas) fazem com que

o gabro seja bastante utilizado para revestimento, podendo

também ser usado como agregado para pavimento asfáltico.

que o gabro seja bastante utilizado para revestimento, podendo também ser usado como agregado para pavimento

Rochas magmáticas mais comuns

Peridotito intrusiva ultrabásica composta de olivina e piroxênios (podendo conter porcentagens apreciáveis de

magnetita), possuem normalmente textura fanerítica.

olivina e piroxênios (podendo conter porcentagens apreciáveis de magnetita), possuem normalmente textura fanerítica.

Rochas magmáticas mais comuns

Diabásio instrusiva básica constituída essencialmente por piroxênios e feldspatos de Ca, apresentam

predominantemente textura fanerítica fina e são muito utilizados como agregados.

e feldspatos de Ca, apresentam predominantemente textura fanerítica fina e são muito utilizados como agregados.

Rochas magmáticas mais comuns

Basalto vulcânica básica, típica de derrames, apresenta textura normalmente afanítica, e composição rica em

feldspatos de Fe e Mg. Além da textura afanítica são freqüentes as texturas vesiculares, sendo muito utilizado

como agregado.

de Fe e Mg. Além da textura afanítica são freqüentes as texturas vesiculares, sendo muito utilizado

Importância para a construção civil

Com relação à composição mineralógica as rochas ígneas normalmente não apresentam grandes problemas para a construção civil quando não alteradas. Quando alteradas

ou em estágio inicial de alteração, é preciso que se tome

cuidado com os produtos de alteração dos minerais ferro- magnesianos, presentes principalmente nas rochas básicas, que podem dar origem à argilominerais expansivos.

Importância para a construção civil

No que diz respeito a textura é importante que se tenha cuidado com as rochas de texturas porfiríticas (devido à

menor resistência) e vesicular (pois as vesículas podem estar

preenchidas por minerais plásticos ou expansíveis). Com

relação às estruturas (descontinuidades provocadas por

esforços sofridos pela rocha) é necessário um bom conhecimento de sua orientação já que as mesmas podem representar superfícies potenciais de instabilidade.

Rochas Sedimentares

Rochas Sedimentares

Rochas sedimentares

Tipo rochoso derivado de outras rochas, depositado na forma

de fragmentos ou precipitado quimicamente, que devido a

seu lento processo de deposição pode apresentar estruturas

planares horizontais.

Origem: fragmentação ou dissolução de outros tipos rochosos, transporte destes fragmentos (ou íons por meio de

soluções), e sua deposição (ou precipitação) em ambientes

favoráveis.

Rochas sedimentares

Condições específicas para formação: existência de água e condições fisioquímicas particulares

Processos sedimentares

Associados ao processos de dinâmica EXTERNA da Terra.

Processos de Intemperismo (fragmentação das rochas e alterações de sua composição química) Processos de retirada dos materiais alterados

Processos de transporte destes materiais

Processos de deposição dos mesmos sob condições fisioquímicas favoráveis

Processos de litificação (trasnformação desses materiais soltos em rochas)

Sistemas deposicionais

Sistemas deposicionais

Mineralogia das rochas sedimentares

Formados de fragmentos de outras rochas mineralogia

bastante variada?

Como os minerais passam por processos de fragmentação e

alteração química, apenas os mais resistentes escapam da

“destruição total”.

Número muito reduzido de minerais essenciais das rochas sedimentares

Mineralogia das rochas sedimentares

Separa-se de acordo com os processos que lhe deram origem

Transporte por tração em meio fluido rocha com grãos maiores e rica em minerais primários (vindo da rocha

original e que resistem aos processos de alteração)

Transporte por suspensão em meio fluido grãos de

menores tamanhos e riqueza em minerais neoformados

(secundários criados durante o processo de alteração)

Mineralogia das rochas sedimentares

Precipitação de soluções químicas apresenta uma estrutura maciça (onde é quase impossível a diferenciação entre grãos)

e uma composição rica em carbonatos e/ou fosfatos.

Mineralogia básica: quartzo, fragmentos de rochas, feldspato, micas, argilominerais, clorita, hematita, magnetita, calcita, apatita e dolomita.

Estruturas sedimentares

Estruturas típicas desse grupo de rochas

Estudos de sedimentologia: reconhecimento e descrição de um número muito grande de estruturas sedimentares.

Maioria ocorre raramente.

Estruturas mai comuns.

Estruturas sedimentares

Estratificação: arranjo dos grãos em camadas superpostas de acordo com o ritmo de deposição, podendo ser de

diversas formas de acordo com a posição das camadas (plano-

paralelas, acanalada, e cruzada, entre outras). A presença

destas estruturas se deve ao fato dos sedimentos (fragmentos

que dão origem as rochas sedimentares) se depositarem em camadas.

Estruturas sedimentares

Gradação granulométrica: arranjo dos grãos minerais em camadas de acordo com sua dimensão, normalmente é

função da diferença de peso ou de massa especifica entre os diversos grãos e das condições de deposição. A gradação pode

ser normal (grãos maiores ou mais densos embaixo) inversa

(quando os grãos menores ou menos densos se encontram nas camadas inferiores do pacote de sedimentos).

Estruturas sedimentares

Estruturas de Ressecamento: comuns nos sedimentos mais finos (raramente sendo preservada nas rochas),

constituiu-se de estruturas retas de caráter vertical

mostrando fragmentação e deslocamento entre os grãos

vizinhos quando da perda d’água por parte do sedimento.

Classificação das rochas sedimentares

ORIGEM

Clásticas ou Dentríticas quando são provenientes do transporte e deposição de sedimentos na forma sólida

Química originadas a partir da cristalização de sais transportados em solução no seu estado dissociado.

Orgânicas formadas a partir da acumulação de restos vegetais e animais.

Classificação das rochas sedimentares

Subclassificação para as rochas clásticas ou detríticas

Utiliza-se a granulometria (considera-se os fragmentos presentes nas rochas como esféricos)

ou detríticas  Utiliza-se a granulometria (considera-se os fragmentos presentes nas rochas como esféricos)

Classificação das rochas sedimentares

Classificação das rochas sedimentares

Granulometria

Granulometria

Identificação das rochas sedimentares

Normalmente identificadas por textura

Detrítica existe a possibilidade de identificação e individualização dos grãos presentes nas rochas (rochas

clásticas)

Cristalina típica das rochas com sedimentos químicos,

caracteriza-se pelo aspecto brilhante e pela dificuldade em se

individualizar os grãos minerais.

Identificação das rochas sedimentares

Oolítica ou esferiodal presença de partículas de formas circulares resultantes da cristalização de substâncias numa

forma radial (rochas químicas)

Orgânica textura caracterizada pela presença de restos vegetais ou animais

Rochas sedimentares mais comuns

Argilito e Folhelho rochas sedimentares detríticas nas quais predomina a fração argila, apresentando

normalmente colorações escuras devido à presença de matérias orgânica. A diferenciação entre os dois tipos pode

ser feitas através de estruturas, enquanto o argilito apresenta

estrutura maciça (designação utilizada para a ausência de estrutura), o folhelho apresenta estratificação. Sua mineralogia é rica em micas, clorita e argilominerias.

argililto

argililto folhelho

folhelho

argililto folhelho

Rochas sedimentares mais comuns

Siltito rochas clástica que apresenta predominância da fração silte em sua composição, os

grãos podem ser observados apenas com a ajuda de uma lupa,

apresentado uma mineralogia rica em argilominerais e

fragmentos diminutos de quartzo e feldspato.

com a ajuda de uma lupa, apresentado uma mineralogia rica em argilominerais e fragmentos diminutos de

Rochas sedimentares mais comuns

Arenito rocha sedimentar detrítica na qual predomina a fração areia, comumente apresenta

estratificação ou gradação granulométrica, apresentando uma

composição rica em quartzo, micas, feldspato e pequenos

fragmentos de rocha.

granulométrica, apresentando uma composição rica em quartzo, micas, feldspato e pequenos fragmentos de rocha.

Rochas sedimentares mais comuns

Conglomerado rochas sedimentar clástica que apresenta alta percentagem de grão de tamanho

grosseiro (maior que grânulo) e uma mineralogia rica em

fragmentos de rochas.

alta percentagem de grão de tamanho grosseiro (maior que grânulo) e uma mineralogia rica em fragmentos

Rochas sedimentares mais comuns

Calcário rochas sedimentar química de textura cristalina e granulação fina, rica em minerais CaCO3 e

MgCO3 podendo conter quantidades apreciáveis de argila.

cristalina e granulação fina, rica em minerais CaCO3 e MgCO3 podendo conter quantidades apreciáveis de argila.

Importância para a Construção Civil

Com relação à estabilidade dos terrenos as rochas sedimentares só representam problema quando se trata de

sedimentos com forte contribuição de matéria orgânica. Por

apresentar uma mineralogia quase toda composta por

minerais estáveis e resistentes à alteração, estas rochas podem

representar problemas apenas quando se trata de argilominerais expansíveis.

Importância para a Construção Civil

Com relação às estruturas sedimentares é preciso que se tenha cuidado principalmente com aquelas de

comportamento planar (como a estratificação) que podem ser planos de menor resistência da rocha e, por isso mesmo,

planos potenciais de ruptura.

Importância para a Construção Civil

Um aspecto interessante com relação as rochas sedimentares diz respeito as rochas químicas carbonáticas que quando

sujeitas à ação de águas aciduladas podem desenvolver grutas e cavernas cujas instabilidade natural pode vir a comprometer

obras situadas na superfície. Dois exemplos interessantes

destes fenômenos são as cidades de Cajamar (SP) e Sete Lagoas (MG).

Importância para a Construção Civil

Outro aspecto interessante das rochas sedimentares para a construção civil diz respeito a materiais de construção

(agregados, cimento, cal e pedra para revestimento), dos quais as rochas sedimentares são boa fonte.

Rochas Metamórficas

Rochas Metamórficas

Rochas metamórficas mais comuns

Gnaisse resultante do matamorfismo de granitos e granodioritos, os gnaisses apresentam como

característica mais marcante um bandeamento com alternância de cores claras e escuras (denominado foliação

gnássica) e, em alguns casos, a presença de granada.

com alternância de cores claras e escuras (denominado foliação gnássica) e, em alguns casos, a presença

Rochas metamórficas mais comuns

Ardósia - ardósia é uma rocha metamórfica de grão fino e homogêneo composta por argila ou cinzas vulcânicas que

foram metamorfizadas em camadas.

ou cinzas vulcânicas que foram metamorfizadas em camadas. Amostra de ardósia, exibindo foliação e

Amostra de ardósia, exibindo foliação e desplacamentotabular

perfeito (clivagem

ardosiana).

Rochas metamórficas mais comuns

Xistos formado a partir do metamorfismo de

rochas ígneas básicas, os xistos apresentam xistosidade

muito bem desenvolvida, normalmente ondulada.

metamorfismo de rochas ígneas básicas, os xistos apresentam xistosidade muito bem desenvolvida, normalmente ondulada.

Rochas metamórficas mais comuns

Mármores rochas metamórficas derivada de

calcários, os mármores raramente exibem xistosidade e

possuem uma composição rica em carbonatos.

derivada de calcários, os mármores raramente exibem xistosidade e possuem uma composição rica em carbonatos.

Rochas metamórficas mais comuns

Itabirito rico em hematita, exibe alternância de

leitos claros e escuros, quando alterado apresenta crosta

ferruginosa pronunciada.

quando alterado apresenta crosta ferruginosa pronunciada. Itabirito com domínios ricos em quartzo (parte clara)

Itabirito com domínios ricos em quartzo (parte clara) intercalado com niveisricos em hematita configurando uma dobra.

Rochas metamórficas mais comuns

Serpentinito rico em piroxênios, anfibólios e

olivina, o serpentinito costuma apresentar cores verdes

e xistosidade bem desenvolvida.

em piroxênios, anfibólios e olivina, o serpentinito costuma apresentar cores verdes e xistosidade bem desenvolvida.

Rochas metamórficas mais comuns

Talco decorrente do metamorfismo de rochas ígneas básicas e ultrabásicas, o talco apresenta cores

escuras (esverdeadas principalmente), xistosidade muito

desenvolvida e presença freqüente do mineral talco.

cores escuras (esverdeadas principalmente), xistosidade muito desenvolvida e presença freqüente do mineral talco.

Identificação das rochas metamórficas

Identificação das rochas metamórficas

Importância para a construção civil

No que diz respeito à mineralogia das rochas metamórficas verifica-se que parte dos minerais que participam de sua

composição (típicos do metamorfismo) é estável apenas nas suas condições de formação e quando submetidos a novas

condições físico-químicas se alteram facilmente. Assim, o

estudo da mineralogia das rochas metamórficas pode ter dois enfoques distintos:

Importância para a construção civil

(1) mineralogia das rochas que quando alteradas podem dar origem a produtos altamente plásticos e de baixa resistência,

muitas vezes orientados, o que torna o problema maior ainda; (2) mineralogia dos Produtos Residuais como os

minerais presentes nas rochas metamórficas são, na maioria

das vezes, silicatos de Ca, Na e Mg, sua alteração pode proporcionar a presença no solo de argilominerais expansíveis.

Importância para a construção civil

Com relação às estruturas, as rochas metamórficas podem apresentar dois tipos básicos de problemas, como

decorrência do fato de exibirem uma orientação dos minerais

em superfície: (1) estes planos são planos potenciais de

instabilidade mesmo quando a rocha não está alternada; (2)

estas superfícies podem se tornar caminhos preferências de percolação da água podendo gerar grande perda de resistência.

Referências utilizadas

LOLLO, J. A. Notas de Aula: Curso de Geologia para Engenheiros I. UNESP: 2008, 41p.

TEIXEIRA,W.;TOLEDO, M.C.M.; FAIRCHILD,T.R.TAIOLI, F. (organizadores). Decifrando a Terra. São Paulo: Oficina de

Textos, 2000, 568p.

Imagens retiradas de várias fontes, via busca Google Imagens