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Normas do Tribunal

Nome: PROVIMENTO GP/CR Nº 13/2006

Origem: Gabinete da Presidência / Corregedoria

Data de edição: 30/08/2006

Data de  01/09/2006 
publicação:

Fonte: DOE/SP­PJ ­ Cad 1 ­ Parte 1 – 01/09/2006 – pp. 287/301 (Adm.)
 Obs.: Consolidação dos Provimentos renumerada e republicada pelo    
 Provimento GP/CR 23/2006 ,  em  15/12/2006 (adm. e jud.)
Alterado pelo Provimento GP/CR nº 01/2007 ­ DOE 19/04/2007
Alterado pelo Provimento GP/CR nº 03/2007 ­ DOE 25/05/2007
Alterado pelo Provimento GP/CR nº 04/2007 ­ DOE 04/07/2007
Alterado pelo Provimento GP/CR nº 05/2007 ­ DOE 06/07/2007
Alterado pelo Provimento GP/CR nº 06/2007 ­ DOE 30/07/2007

Vigência:

Tema: Consolidação das Normas da Corregedoria.

Indexação: Documentação; órgãos; VT; consulta; destinatário; normatização; usuário; 
consolidação; CGJT; alteração; revoga; normas; comunicado; portaria; resolução; 
ofício; recomendação.

Situação: EM VIGOR

Observações:  Consolidação dos Provimentos renumerada e republicada pelo     Provimento  
 GP/CR 23/2006 ,  em  15/12/2006
Revogam­se:
Comunicado GP: nº 06/2000
Comunicados CR: nº 17/2005, nº 20/2005, nº 01/2006, nº 04/2006 e nº 07/2006
Ofício Circular GP: nº 07/2005
Portarias GP: nº 03/2000, nº 26/2000, nº 13/2002 e nº 38/2003
Portarias GP/DGCJ: nº 03/2001 e nº 02/2004
Portarias GP/CR: nº 21/1996, nº 16/1997, nº 14/2002 e nº 25/2006
Provimentos GP/CR: nº 03/1999, nº 04/1999, nº 05/2001, nº 06/2001, nº 07/2001, nº 
04/2002, nº 08/2002, nº 02/2003, nº 03/2003, nº 02/2004, nº 03/2004, nº 05/2004, 
nº 06/2004, nº 01/2005, nº 04/2005, nº 05/2005, nº 06/2005, nº 07/2005, nº 
08/2005, nº 09/2005, nº 10/2005, nº 11/2005, nº 12/2005, nº 14/2005, nº 15/2005, 
nº 16/2005 (perda de eficácia ­ MP), nº 18/2005, nº 19/2005, nº 20/2005, nº 
22/2005, nº 01/2006, nº 03/2006 (revogação parcial ­ mantido o art. 6º), nº 
04/2006, nº 05/2006, nº 06/2006, nº 07/2006, nº 08/2006, nº 09/2006 e nº 10/2006
Provimentos CR: nº 15/1992, nº 30/1996, nº 34/1997, nº 41/1999, nº 44/1999, nº 
47/2000, nº 49/2000, nº 52/2000, nº 58/2001, nº 61/2001, nº 62/2001, nº 66/2003 e 
nº 66/2004
Recomendações GP/CR: nº 03/2001, nº 04/2005, nº 05/2005 e 07/2005 (revogação 
parcial ­ mantido o art. 1º)
Resolução GP: nº 02/2006 
Resolução GP/DGCJ: nº 01/1999 
Resoluções GP/CR: nº 04/2004 e nº 03/2005 
Resoluções CR: nº 14/1998, nº 18/1999, nº 19/2000, nº 21/2000 e nº 26/2003
em execuções trabalhistas, sob as condições e especificações ora estabelecidas: 

I ­ Do local e horário de realização do leilão

Art. 1º. O Leilão Unificado das Varas do Trabalho será realizado por Leiloeiro Oficial, 
em data, local e horário conforme dispostos nos respectivos Editais. 

II ­ Dos procedimentos

Art. 2º. Os bens serão anunciados um a um, indicando­se o valor da avaliação e, se for 
o caso, o valor do lanço mínimo, nas condições e estado em que se encontrem, 
conforme descrição(ões) constante(s) no(s) lote(s) anunciado (s) no respectivo Edital. 

§ 1º. Os lançadores deverão comparecer ao local da hasta pública com 15 minutos de 
antecedência com a finalidade de efetuar o respectivo cadastro, apresentando 
documento de identificação pessoal. 

§ 2º. Os lances somente serão aceitos se ofertados de "viva voz" no local do leilão ou 
por meio de propostas escritas, apresentadas ao leiloeiro, logo após a anunciação do 
lote. 

§ 3º. Os bens que não forem objeto de arrematação ou adjudicação poderão, a critério 
dos Juízes do Trabalho integrantes da Comissão, ser, ao final do leilão, novamente 
apregoados (repassados), mantendo­se, neste caso, a regra prevista no parágrafo 
anterior.

Art. 3º. Cabe ao Leiloeiro Oficial a entrega, às respectivas Varas do Trabalho, dos 
autos positivos ou negativos de alienação, no primeiro dia útil após a realização do 
Leilão, mediante termo circunstanciado do evento. Quando positivo, do auto deverá 
constar a integral qualificação do arrematante/adjudicatário.

III ­ Dos vícios

Art. 4º. As áreas mencionadas e as benfeitorias dos imóveis serão meramente 
enunciativas, podendo não ser exatas, já que constam de forma circunstanciada das 
respectivas matrículas. 

Art. 5º. Ao arrematante ou adjudicatário não é dado o direito de devolução do bem 
móvel ou imóvel, sob a alegação de vícios redibitórios. 
Parágrafo único. Os bens móveis e imóveis poderão ser vistoriados previamente pelos 
interessados no local em que se encontram depositados/localizados. 

IV ­ Da remição 

Art. 6º. A execução poderá ser remida na forma dos artigos 651 do CPC e 13 da Lei nº 
5584/70.