Cantor Cristao
58 edigao
A
Edigio Revista e DocumentadaPREFACIO
© Cantor Cristéo é uma rica heranga pertencente aos batistas
brasileiros. O hinério, o segundo dos evangélicos brasileiros (0 pri-
meiro, “Salmos e Hinos”, foi publicado em 1861), apareceu em 1891
€ a sua edicéo inicial continha somente 16 hinos.
As edicdes se sucederam, sendo sempre acrescidas de hinos novos.
Em 1921 saiu a 17.8 edigéo do hinério, {4 com 571 hinos, dos quais
102 eram de autoria ou traducfio de Ginsburg.
‘Trés anos mais tarde, ou seja em 1924, o hindrio saiu pela pri-
meira vez com a musica, pois até entéio sé continha as letras dos
hhinos.
Desde que Salomfio Luiz Ginsburg editou o Cantor Cristéo . .
1891, muitas outras pessoas ilustres tém prestado a sua colaboracfiv.
William Edwin Entzminger (72 hinos), Henry Maxwell Wright (61
hhinos), Manuel Avelino de Souza (29 hinos) e Ricardo Pitrowsky (23
hhinos) séo os que mais letras ou tradugées tém feito no atual Cantor
Cristao.
Varias comiss6es tém trabalhado no mesmo; entre outros nomes
citamos Salomao Luiz Ginsburg, William Edwin Entzminger, Otis Pen-
dleton Maddox, Amélia L. Joyce, Manuel Avelino de Souza, Ricardo
Pitrowsky, Emma Paranagué, Alberto Portella, Moysés Silveira, Ver-
ner Kaschel, Mario Barreto Franca e José dos Reis Pereira. ** avés
destes e de outros irm4os, constantes melhoramentos tém sito-.tos.
Agora sai outra edigfo — a 36.° — histérica, pois pela primeira
vez o Cantor Cristéo sai completamente documentado e com varios
indices que faréo dele um hingrio muito mais util. 7
Devemos um voto de gratidio aos alunos do curso de Music”
do Seminério Teolégico Batista do Sul do Brasil, que em
rados por sua professéra Joan R. Sutton, desenvolverar~
vidades para conseguir muitas informacées histéricar
= nosso hinério,
‘mn nao podemos deixar de assinalar ~
‘aram no~aprontamento desta
“raga, com quem n5--hinos esto todos com ortografia atualizada. Muitas notas apagadas
ou ilegiveis foram retocadas; novos termos musicais foram. utilizados;
em alguns casos de harmonia errada, a mesma foi corrigida; foram
y itas harmonizacdes. a quatro vozes em dois hinos que tinham apenas
‘panhamento para piano, ete. Estas modificagées sfio de grande re-
- » porém discretas, e escapam go olhar menos arguto.-
Esta nova edigéo traz também algumas novidades mais ébvias:
novos cabecalhos, contendo farta documentagio, preenchendo assim
uma lacuna que muitos tém sentido nas edigdes anteriores; indices
novos e ampliados onde o pastor, o dirigente da musica, o diretor.
de programas especiais e os interessados no assunto encontraréo: uma
riquissime, fonte de informacées.
“,\Comiss6io Revisora achou por bem suprimir o hino 651 — “Ju~
ve? *”.— e acrescentar cinco rovos hinos, inclusive o hino oficial
da Campanha Nacional de Evangelizacéio. Este hino, t&o cantado du-
rante o grande movimento evangelistico dos .batistas brasfleifos ean
1965, agora passa a fazer parte do hin4rio oficial da Conven¢io Ba-
“+.$0 anes o Cantor Cristéo tem sido usado-no trabals
“ng que podemos fazer eco.das.palavras escritas am
® edigfo, em 1914: “Sentimos ter que cor”
~s almejavamos que:‘fosse...” Um bi
‘letamente a todos,.eremos 7”
“-~tor—@eistao continusAco
re s
€ Publicagio do DEPARTAMENTO. DE MUSIGA
Superintendancia de Educagio Religiosa ¢
e Junta de Educagio Religiosa e Publicages
i da Convengio Batista Brasileira
Casa Publicadora Batista-Cx.Postal 320 ZCoo -RioCOMO USAR O SEU CANTOR CRISTAO’
‘Vamos verificar detalhadamente o cabegalho de um dos hinos
do novo Cantor Cristéo. Vejamos, por exemplo, o de numero 442:
me O MISSIONARIO
1.6.7.6.D.
Reginald Heber (1783-1826) MISSIONARY HYMN
‘Trad. Guilherme Luiz dos Santos)” Lowell Mason (1792-1872)
Ferreira (1850-1934) .
© némero do hino do Cantor Cristéo 6 442, e este numero
vocé encontra os ntimeros 7.6.7.6.D. Estes. niimeros
cade estrofe do hino tem oito versos, e
sete sflabas e cada verso par tem seis, A lefra D quer. dizer dobrado
e significa que o que est& escrito antes vem repetido. Neste
Bg
i
Se vocé estudar um pouco o seu hin&rio, descobriré que h&‘ varias
métricas. (assim se chamam as medidas ou nimeros de sflabas do
verso) usadas no Cantor Cristée. Muitas vézes, hinos que tém a
mesma métrica podem ser cantados com a mesma misica com que
outro hino 6 cantado. Dissemos — muitas vézes — e nio —
— porque pode acontecer que hinos que tém a mesma métrica tenham.
os pés poéticos diferentes. Por isso aconselhamos experimentar, primeiro.
* Agora olhe, no final do Cantor Cristéo, o indice da Métriea, e
verificaré que nada menos: que 19 hinos possuem s mesma métrica,7.6.7.8.D. Acontece que todos eles podem ser cantados com a@ melo-
dia de qualquer dos outros (45, 122, 147, 153, 163, 177, 260, 381, 432,
440, 442, 444, 478, 505, 523, 536, 554, 569 e 570),
Por exemplo, o hino 122 6 muito menos conhecide do que o
442. Se quisermos, podemos cantar a letra do 122 com a musica do
442, que é mais conhecida, e assim por diante.
Autor, Tradutor e Compositor
Voltando ao cabecalho do hino 442, o nome que est& no lado
esquerdo € o do autor do hino, neste caso, Reginald Heber. As datas
que se seguem sfio do nascimento e morte dele. Em muitos casos,
s0b o one do autor vem o nome de outra pessoa. Trata-se do
‘tradutor.
No lado direito, o nome que aparece em primeiro plano é o titulo
da melodia. Esta é outra novidade do novo Cantor Cristio, As me-
lodias também tém tftulos. Estes nomes estéo indicados na sua lingua
original.
Sob o nome da melodia (quando h&) aparece o nome do com-
Positor, seguido pelas datas do nascimento e morte dele.
Usando o Indice dos Autores, Tradutores e Fontes das Letras
podemos verificar que Reginald Heber escreveu dois hinos (9 e 442)
do Cantor Cristéo e que Guilherme Lulz dos Santos Ferreira, além
de traduzir este hino, foi o autor de mais trés hinos 20, 167 e 277).
Examinando o Indice dos Compositores, Adaptadores e Fontes
das Melodias, podemos verificar que hé também 14 outros hinos no
Cantor Cristio que sio cantados ao som de melodias compostas por
Lowell Mason,
Outros sinais;
Para melhor orientar aqueles que usam ‘o Cantor Cristie acres-
centamos as seguintes explicagdes:
(1925- —-): significa que a pessoa vive ainda,
(1896- ): significa que a data do falecimento é desconhecida.
© : cerca de,
T: triplicado,
{6]: um verso de seis sflabas que 6 mera repeticio do anterior.
8.7.8.1. - 8.1.8.7.: 0 que segue o hifen é o estribilho; o estri-
bitho 96 tem a sua métrica anotada quando obedece certa regularidade,
Repet. Irr.: repetig6es irregulares na métrica.- Cantor Cristio
1 ANTIFONA
10.10.10.4. 14),
EVENTIDE
Henry Maxwell Wright (1849-1931) William Henry Monk (1823-1889)
1.A Ti, 6 Deus, fi- - el e bom Se - nhor, E - ter-no
2. A. Ti, Deus Fi-lho, Sal-va- dor it Da. gra-caa
3.A Ti, 6 Deus, re - - al Con-so -la - - dor, Di - vi-no
4.A Ti,Deus tri-no, po-de-ro-so Deus, Que es-tis pre-
1. Pai, su - premoBen -fei - tor, Nés, os teus ser - vos,
' 2. fon-te, da ver-da-dea juz; Por teu a - mor, me-.
3.fo +go san-ti- fi-ca - dor Que nos a - ni-mae
4,8en-te sempre jun-toaos teus A mi-nis- trar as
1.vi-mosdarlou-vor, . A
2. di - dope -la cruz, A
3. A
A
+ In-ial A-le- i
- lu-ial A-le -
. NOs a-cende o a-mor, .
lu-ial A-le - 1
4. bengdos la dos céus,
lu-ial A-le - fh2 JUSTO ES, SENHOR
Métrica Irregular
SALMO 165:17-18
Adapt. Joho Gomes da Rocha (1861-1917) Arr, Lowell Mason (1792-1872)
té-dasas tu-as o-bras;3 LOUVOR AO SENHOR
6.6.8.(81.6.161, com Estrth,
MARCHING TO ZION
William Edwin Entsminger (1859-1930) Rebert Lowry (1826-1809)
a-le-gria e com fervor,Com a le-gria e com fervor, Seu
~~
ce-le-brai, Sea cul - to ce~le + brait
cul - to ce - Je-brai Seu cul - to ce I + brait
+ le per-ten-cem Bén-cao
+e, sim, p
gléria eso-be-ra -ni-a, A-gorae pra sempre sem
gloria eso - be - rania aoSenhor,4 AO DEUS SANTO
6.4.7.7,
‘Marys Artemisia Lathbury (1841-1913) CHAUTAUQUA
‘Trad. William Edwin Entsminger (1859-1930) ‘William Fiske Sherwin (1826-1888)
a te
pe ee ee
i te et
0 (Séenle XVIN)
=< eo eee
4-3 Se PS ee
1.0 - ni-po-ten - te Rei, A - qui pre-sen- -te sé
2.0 po-de - ro-- 80 Deus, Nos ou-ve 14 dos céus
. Sem Tu, Conse --la-dor, Sé tes-ti - fi - - ca- dor
gran-de tri- -no Deus, Sim,Tea-do - ra - - mos nés,
1..No teu po-der; Em tey ex - cel-so a- mor, Ins- pi- ra-
2.A pe - ti- cio. Vemnos a - ben-co-ar, E vem fa-
3. Da re-den- cao. No tem- plo vem en- trar, A o- bra
4.E sé a Til San-ti - fi - car-nos- 4s, Ao céu nos1. nos lou-vor; Que-re-mos Te, Se-shor, En- gran - de - cer.
2. zer bro-tar. O que se se-me-ar No co - ra - cao.
3. com-ple-tar, Das manchas vem lim-par. O' co - ra - G49.
4, le - va-ras, A gid-ria nos da- tas, Con-ti-goa- f,
ea eS
6 AO SENHOR
$6 46.0-66 NATIONAL ANTHEM
‘Melodia ingléss
1. A nos-so Pai do céu, Tri-bu-ta lé- bio meu
2. Lou-ve-mos ao Se-nhor, O san- to Re- den- tor,
3. Es- pi-ri--to de Deus, Man-da - do por. Je - sus,
4, Lou-ve -mos com ar-dor, Com g6-zoe com fer- vor
1. Gid-riae Jou-vor! A quemseu Fi- lho deu, O qual por
2.0 Rei Je-sus! Suamor-te me re- miu, A mim tio
3. Lou-vor a Ti! De Cris-too gran-de a-mor, Re - ve-la, Ins-
4.0 tri- no Deus! E - ter- na-men-tea- li, Em can-toa
4. nés mor-reu! A quem me pros-tro eu; Gié - ria ao Se-nhort
2. pe -ca-dor, Eassim o céume abriu; Gl -riaa Je - sus!
3. tru -i-dor! Sé meu re - no -va-dor; Lou- vor a Til
4, bra-sa-dor, Trin-da-- de san-ta,a Ti Low; vor nos céus!
£355ILHAS DIVINAS
11,10.11.10. coms Estrib.
VI
TRUEHEARTED
George Coles Stebbins (1846-1945)
Salembe Luts Ginsburg (1867-1927)
de,
da
gis - ria
ta-
mos
- Prey
sa bon -
a
can -
- ra sem
ta - ram
al - to
qui pa
e@ dei - men -
ais mos con -
or
ém nds bem
jee da -
aem
Ei
té ho
nos - 805
je tam
40 Deus de
Ho-
4. Co-mo a -
1
2
3.
zer,
n + dét;
der,
mui - to
nos
nos-soe- ter - no po +
cla + mai;
pra :
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Com voz de ja
2. De Deus, fa - lan -
gues ore
- le se -ra
1
3.
4.
-bor-dan - te de
nos gran - des pe
que € tio com - pas
bem for - tee
i
- fa -¢%0 trans
tris - te - zas,
+ te bra-
4. Nos-s0 cas- te -
co
Com
2 Que nas
Seu
a
3.
an-de or, to - dos
os sal-vou Por seu gran-de
nos-soau-xi-lio E - le sem-prees-
nos - sa fon - te deex-cel - 80
fe
1. Sea
£
3. Em
E
2
4thas. Vai
Vai
ma-ra-vi
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40s
-de
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po ++ der!
do
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gran
n-do.o po - > di
© seu gran
ort
Das ma-ra - vilhas € sempre a mat-
dos,
hho-mens, Das
hho - mens per-di-
a= mor a08
ADORACAO
8.8.8.9.
(1825-1907),
OLD HUNDREDTH
Louls Bourgeois (c. 1610-1561)
‘gnomes Ken (1637-1711)
Sarah Poulton Kalley
‘Trad.
omens dai low-vor;
-tor,Vés an-jos e he om
aa,
0 Ben-fei
pi-ri-to, gl6 -ria dai
Pai, A Deus Es-9 SANTO
1. Santo! Santo! San - to! Deus _o-nl-po - ten- te! Ce-do de ma-
2. Santol Santo! San- to! To-dosos re - mi - dos, Jan-tos com o8
3. Santo! Santo! San - to! Nés os pe-ca - do- res Nio po-de-mos
as o-bras
4. Santo! Santo! San - tof Deus o-ni-po - ten-te! Tu-
r ay
1, nha can-ta- re-mos teu lou - vor. San- to! San-tol San -to!
2. an - jos, pro-cla-mam teu lou- vor. An- tes de for-mar-se 0
3. ver tu- a gld-ria sem tre - mor. ‘Tu sb-mente és san - to;
4. lon - vam tea no-me com fer - vor. San-tol San-tol San -to!
(
1.Deus Jeové tri - -nol fs um s6 Deus, ex -cel-so Cri -a - dor.
2. firmamentoea ter-ra, E-ras e sem-pre ése his de ser, Se -nhor.
3. nao hdnenhum ou-tro, Duroe per -fei-to, ex - cel-so Ben -fei - tor.
4. jus-to e com-pas -si -vo! uin sé Deus, su -pre-mo Cri-a - dor.
1, San-to Deus,vem infla- mar Nos - sos dé-beis co - ra - gdes;
2. Sim, 6 Deus,vera di-ri- gir Es -te culto a ce- fe - brar;
ioimperfeigdes.
Li - vra- nos de
De fer-vor pra
1,Vem 2s
louvar.
Te
2.Vem, 6
AO DEUS TRINO
i
8.8.8.8.
Luther Orlando Emerson (18%0-1015)
Wittiam Eéwia Eatsminger (1850-1920)
6 bom
+ to
e
bom Pai
Deus Fi - lho,
Deus, Es - pi - oi
in - fi -- aitoe ex- cel
Deus,
fl
ou
6
o
sem
a
di-
dos
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m1-GH0S, 14
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vor le - al
De Ti nos vem
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4. Am- pa-fa - 00S,
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2, Por nésso ~ fres - te
3. Oh! nos-sas
1
dor.
éus conduz.
desfaz +
fi-lhos teus.
‘Sus-ten-ta -
aos ¢
os
fli-gdes
nés
pés
a-
to - dos. nés,
De to - dos
A
Que nos- 808
Eas nos- sas
nhor,
luz
3. vi- na paz,
4, al - tos céus,
1. fim, Se-
2, cla- ta12 LOUVAMOS
48.12.12,11.111].
ADESTE FIDELES
Do CANTUS DIVERSI (1751). de
Richard Holden (1828-1236) John Francts Wade (e. 1710-1786)
1. Lou ~ va-mos, lou-va-mos, Se - nhor, e a-do = ra = mos
2. Lou - va-mos, lou-va-mos, Se - nhor, e€ a-do - ra -mos
3. Lou - va-mos, lou-va-mos, Se = nhor, ¢ a=do = ra- mos
4 Em tT con-ci- li-a-sea san - ta jus - ti - ¢a,
6 Deus-Ho - memno céu as- stn + ta-do;
2A Ti, que a jus - ti + ¢a de Deus sus-ten - tas-te;
3. A gid-ria di - vi - na por. Ti Te-ve - la-da;
4, Que nfo po-de a cul - pa dei-xar sem cas - ti-go,
1, Queem tempo de - vi-do, na ter - ra hu-mi- ha -
2 A pe-na so -fren-do por nds me-re «ci
3, Que pa-rands bri-lha na luz es-plen-den - te,
4. Com a compai - xdoque por gra - ca reece ¢
Por os - sos pe - ca-dos mor- res- te na cruz,
2A vi --da de-pon-do praas-sim nos re - mir,
3. Fa-zen - do-nos ver a re- al per-fel - ¢40,
4.Ee-xi - me de cul-pas o réu pe-ca - dor,mos -- 608 pe - ca- - dos mor-res-te na cruz.
vi---da de- pon - do pra assim nos re- mir.
» Fa--zen--do-nos ver a re- al per - fei- gfo.
e@-xi-+-me de cul-- pas o réu pe -ca--dor.
13 ADORACAO A DEUS
120.20.14.11,
Henry Francis Lyte. (1793-1847) HOUGHTON,
Trad. William Edwin Eutsminger (1859-1880) Henry John Gauntlett (1805-1876)
dio Lhe ren-dam lou- vor; A- mi- go dos ho-mens, fi-
f « 2 2
3 = |
-
el De- fen-sor,Que os guar-da se - gu-rosno seu am-ploa-mor,——
14 O DEUS . DE. ABRAAO
De YIDGAL de rabine
Dante! Ben Judah Dayyam (Século XV)
Parttrase de Themas Olivers (1725-1799)
‘Trad. Rebert Hawkey Moreten (1844-1917)
1. Ao DeusdeAbraao lou - vai; Do vas-to céu Se - nhor,
‘Ao Deusde Abraio lou - vai; Eis, por man-da-do seu,
3) Mew gui-a Deus se - ra; Seu in.- fi- ni- toa - mor
# Meu Deus por Si ju - rou; E nf -le con-fi - ¢i,
1. E - ter-noepo-de -to-so Pai, E Deus dea - mor.
2. Mi-nhaalma dei-xaa ter-rae vai Go + zar no céu.
3. Fe-liz em tu-do me fa-ré Por on- deew for.
4E pa -fao céu que pre- pa - rou Eu eu - bi - rei.
1, Au - gus -to DeusJeo- va, Que ter - rae céucri-ou,
2,0 mun-dodes - pre-zei, Seu ju - eroeseu lou-vor,
3. To -mou-me pe - la mao, Em tre - vas deu-me luz,
4. Seu ros-toi- rei eu ver, Fi r - a - doemseua - mor,
———
Ss ——
————
pete
i- nha alma onomea-ben-coa-f4 Do gran- de Eu - Sou.
2 Deus por meu quinhio to- mei E pro-te - tor.
‘da-mee-ter-na sal-va-¢io Por mew Je - sus,
hei - de sempre engrande - cer Meu Re - den - tor.15 EXULTACAO
11.11,11.11. com Estrip.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) TO GOD BE THE GLORY
‘Trad. Joseph Jones (1848-1927) William Howard Doane (1832-1915)
jt
[#4
— oa
L Deus de-mos gld-ria,com gran-de fer-vor; Seu Fi-lho ber-
h! gra - ga re - al, foi as-sim que Je- sus, Morren-do, sew
crer noscon-vi-da tal ras- go de amor, Nos me-re-ci-
1. di-to por nds to-dos deu; A gra- ga con-cede ao mais
2. sangue por nés der-ra - mou! He-ran- ¢a nos céus, Com 08
3. mentos do Fi- lhode Deus; E uem, poig,con - fi - a no
& A us de-mos gid-ria, por-
1, vil pe-ca-dor, A -brin-do-lhea por-ta de en-tra-da no céu.
2. san-tos em luz, Comprou-nos Je-sus, poiso pre-¢o pa gon.
seu Sal-va-dor, Vai vé-lo sen- ta-do na gid-ria dos. céus.
quanto do céu, Seu Fi-tho ben- di-to por nés to-dos det. —
-16 VINDE ADORAR
10.10. 10.10.
WAREHAM
Henry Maxwell Wright (1849-1931) William Knapp (1698-1768)
1. Oh! vin-dea-do- rar oex-cel-soe bom Deus,
2. Seu gran-de po-~ der de - veis con - tem - plar
1.E--ter- no. Se-- nhor ter- rae dos céus,
2.No bri- lho do céu, ter- rae mo mar;
1. Que rei--na su- - pre- ~ mo, en-vol - to na tuz,
go--tas deor--va--- lho, sim, td - da flor
1.E que se re--ve - - laem Cris- to Je.- sus.
\ 2. Pro-cla- mam cons-tan- - tes sew gtan-de Au - tor.17 O AMOR DE _ DEUS
7.5.7.6. com Estrib.
Stuart Edmund McNair (1867-1959) Philip Paul
1. De-cor-ri -das e - ras sto, Des-de queaos ju - deus
2. Veioaos ce- gos vis-ta dar, Luz nas tre - vas ser;
3. Nuncaospo-bres des - pre- zou, Sem-preosre - ce - beu;
4. Tem-pos j4 pas - 8a - dos sio, Cris-to omes-mo €3
Cris-to féz pro - cla-ma-cio Do grande a-mor de Deus.
Pe-ca-do-res quis salvar, Per - di-dos re~co - Ther.
3. Pa-gasem-pre re-cu-sou;De gra-¢a tu-do deu.
Vi-da, vis -ta, sal-va-¢cio Ob -tém-se pe- la: Fé
Estribitbo
v =
Ter -‘na, san-ta sim-pa - ti-a E -le nos mos - trou!18 AMOR SEM _ IGUAL
11,8.11.8. com Estrib.
Suert Edmund MeNair (1867-1959) Anénimo
nflo tens ot - vi-do doa - morsem I-gual, Do a-mor que teu Deus
io fo = ram os grandes que Cris-to chamou, Nem jus - fos veio ‘e
em, poréin, nfo po = di-a che-gar’ san - ta pre-sen-
lo ‘seu sanguc Je - susex-pi - ou A cul + pa dos cren-
pe -ca-dor, node + se~- jasen-tio Oa-mor do teu Deus
tem por tio a-mor que Ole -vou a seu Filho en-tre - gar
Bie” Bal - var: Mas. po-bres ¢ fra-cos, cul = pa-dos ¢ maus,
5 ca de Deus: Por - que seus pe = ca- dos qual gran- de mon- (So,
fis ons cruz: Ti = tan-doope ~ca-do, ca = mi-nho mos-trou,
Boco-nhe + cer? Por {€ no Sc-nhor,co-mo teu Sal- va - dor,
Prh os salvos le - var pa-ra = Sif}
fans dou pe-los ser- vos cha-mar. | Oht crtle see eee 6
eda» vam-lhe a entrada nos céus.
‘qual pasra'o céu nos con-duz, { Obi eré nes-sea-mor semi + guall
= Jas alscan-gar tal pra zer,
Cs
cre ‘newse a-'mor'sem’ f * gual!19 BOA NOVA :
8T. MARGARET'S
William Edwin Entsminger (1859-1930) Albert Lister Peace (1844-1912)
“we
1. A -le-gre no-va nos che- gou: O gran-de Deus as-sim & -
2. A -qué-le, pois,queem Cristo crer, A vi-dae-ter-na pas-sa a
3. -Mis-ter é Cris-to co-nhe - cer,
dE-le em tu-do de-pen-
4 0 doo
E
mundo to-do, aCris-to vem, Ao que con-ce-de to-
to-doomun-do pe -ca -
2. ter; Ja - mais a mor-te vai pro -. vary
3. der, Guar- dar a su -a san-ta lei,
bem, Que po-de-rd tor-nar fe -
deu seu Fi-lhoben-fei -tor Em su -a
2. céu, po-rém,i-ré go -zar A ple-na sal- va - gho.
3. co- to-d-lo nos-so Rei De to-doo co- Ta + ¢HOo.
ca- da po-voeseu pa-is Comsu-a te -20 AMOR PERENE
, 28.18. 13.13.4.6,
ma-vas-me, Se-nhor, nio ten-doa luz a--in--da
vas-me, Se-nhor, no tempo em quei-mo - |
ma-vas—me, Se-nhori no fun-do de meu
mim sempre his de a-mar! Pois que ja - mais oin- fer - no
1. Sur- gi--do 14 nos céus, a0 man~-do cri --a- - dor;
2. Foi .nu - ma cruz san -gren-tao mei - Sal - va - dor,
8. Bri-lhou a do - ce juz, . do meu +so.-+la - dor,
4. Eo mun-do po--de--rdo a teu que-rer seo - por;
Nem mes-moo sol, na au - ro- ra es-plen- do - ro -sae li
-van-do 8d- bre Si, sim, to-doo meu pe -
com pro-mes-sas mil do teu a- mor per - fei to,
teu de-cre-to,6 Rei, ao teu de -cre-toe - ter--no,
A ter-ra da-va for - ¢a fe - cun-dan-te, in- fin - da.
©. San-to dels-ra- el, 0 teu Cor-dei-ros~ ma ~ do,
Nas-ceu em mim a £6, emqueho-je me de--lei - to.
a- mor, 6 Pail, a0 &- mor eu - per - No,eu Deus, que anti-go a- mor!
Meu Deus, que i- menso amor!
ort) Meu Deus, és to-do jor!
sem - pre, sem-pre-a-mor!
2. Meu Deus, que a-mort
3. mew Deus, que
21 LOUVOR AO PAI E AO FILHO
8.8.8.8.
DUKE STREET)
Balomée Luis Ginsburg (1667-1927) . John Hatton ( ? -1798)
1. Do mundo Deusse con-do - eu Detalma -nei-ra que Ihe dew.
2, Je-sus so-freu, sim, co- mo réu, A fim de nos le-var a0 céu,
3. E Cris-to, pormor-rer na cruz, Ou-tor-ga_vi-da, gdzo e luz;
4, MorreuJe-sus € mos re - miu, Foi se-pul-tado e ressur- giw,
1. Por sal-va- dor o Fi - Iho seu. Louvor ao Pai cao Filho dait
2. Foiquemrasgouda mor-te o véu, Louvor ao Pai ¢ao Filho dai!
3. Sim,tu-do te - mos em Je - sus. Louvorao Pai e ao Filho dai
4. E pa-ra Deus de - pois su - biu, Louvor ao Pai ¢ ao Filho dai!22 AMOR SUBLIME
8.8.8.8.
aa Scott Tayler
‘Trad. SalemAe Luis Ginsburg (1867-1927) Edmund Simen Lorenz (1854-1942)
1. Qual a-ve que buscando oscéus, O mun-do dei-xa e seus tro-
2. A - mor su - bli-me, amor re- al, A-mor e-ter-no sem i-
8. Tea nome,6 Deus, pu-bli-ca-rei, A tu- a graga,a ta--a
1. féus, Minhaalmavem a Ti, Senhor, Pra co-nhecer teu terno amor.
2. gual; Sdbreuma cruz pormimmorrer E me sal-var por seu po-der!
8. lei, O. teu po-der, e o teu a-mor;Minhaalma ado-ra-Te, Senhor!
su - bli-me a-mor,
gu - bli-me a-mor,
gran-des te-mas o mai-orl Minha alma quer
‘Mi-nba alma quer6. Pureza das e das
A gtaga que nos
Por Ti viver, por Ti morrer.
Sim,
’ Deusdo céu,da terrae mar,
luz benigna,a
3. A ver-de rel-va,
4. Tu, porummundo pe-ca
§. Das vida aos mortos ¢ perdao,
der,
mister,
, tudo dis.
luz so-lar,
tan-te
tte ey
= i
So
ere
1.0 teu a-mor,sim, ce - le - prar, Que
2, Quevem a tu-do i
3. Pro-clamam teu cons-
4. Com -le tu-do das,
5. De pazenchen-doo co- fa -
tu
re - no - var. tu
mor. Sim, tu
Se-nhor. Sim, tu
gio. Sim, tu
1
Hu-mil-des vi-mos Te a-do-rat;
A bri- sa brandae sa - lu- tar,
‘a lin-da flor, De ri- cos fru-tos 0 pe-nhor,
dor Teu Fi-lho des-te,o Sal- va-dor;
Das aos per-di-dos sal- va- ¢40,
Sim,
Ensina-nos, Senhor, a amar,
Ensina-nos, Senhor, a dar,
E a Tia vida consagrar.
Pois tudo dés.24 DEUS E AMOR
8.7.8.7, com Estrib.
John Bowring (1702-1872)
Trad. Salemho Luis Ginsburg (1867-1927) George Coles Stebbins (1846-1045)
1, Deus éa- mor, sim, Deuséa-mor, A su-a gra-ca, sua grace
2) Deus éa-mor, sim, Deuséa-mor, Eis, tu-do a-ca-ba, tudo a-ca- ba
3. Deus éa-mor, sim, Deuséa-mor, Pois cui-da sem-pre, cui-da stmpre
4 Deus éa- mor, sim, Deuséa-mor, Vem, pois,a-go-raé = au -xl-li- a
fonquistou, sim, con-quistou meu : meu co- ra-¢fo:
ste mun = do,’ neste mun -do de tris-te’ = za ¢ dea - margor;
Do seu fi - tho, do seu fi - Iho bom, fi-cl, . sim, bom, fi - el,
@ste fra- coe po-bre,po = bre_ pe-ca-dor, sim, pe - ca-dor
sim, con-ce- dew -me vieda e-ter~na,
tain -al-te- 14 - vel, sim, per-du-rain~al- te
pi gui-ae vra, guleae li -vra,
pols,a -go-ra al - me-ja,al-mne-jaaz eur
eus in =fin = se -
Comoao po = sim,
pro-cla-mar sim,
— po Ee oe
EE
1
|. Sal va ~ clio,
ter - noa-mor,
RB reer: } ome @a-mor, sim, Deus 6 a-mor! On!
‘
masrasvi ~ tha, Deus € amor! Sim, Deus € amor,8.6.8.6. com Estrid. .
Robert Boswell (1746-1804)
Trad. Salombo Luiz Ginsburg (1967-1927) James MoGranahan (1840-1907)
1. Que grande amor, ex - cel-so amor, QueCris- to nos mos - trou!
2. Ninguém, pois,de-ve du-vi-dar Do seu tio gran-de a-mor,
3. O queésse amor de nés fa-1r4 nos ve-da-do ver;
se tor-naro Sal-va-dor A vi- da ndone - gou.
2. to-dosde-vem | a-cei-tar O a-mor do Sal-¥va - dor.
Cris-toem breve vol-ta-r4, E nos fa- ra sa - ber.
———
Lou - ve'- - - = - mos tiograndea - mor,
Low = vemos tio grande amor, Lou - - vemos tio grande amor,
Sim, tio grande amor Que Cris-to assim nos mani- fes - ta; Que’
> ~ Ont
ghb cbs broth Mans wakema - _tavi-Jhadea-mor,
que mara-vi-lha, grande amor do nosso
SALMO. 98 ™ . ANTIO
Trane Watts (16141708) De uma obra és
Keene Wages Beary Nolsen (14@1901) George ‘Frederick Haendel (1685-1750)
Rt
ag
|e te
4 -4--§ + ge
1, Cantai queoSal-va - dor chegou! A - co-tha a ter-ra 0 Rei! -
2. Ao mundoog6:z0 pro-cla-mai,Do rei-10 ds ft - sus!
3. Pe - ca-dos, dores, mor-te, ja Ven-ci-dos déE- sio; A
Verdadeeamorsio su - a lei; Os po-vos a-cha - rao. Queé
1. ais, na - gdes, fle 36, Con-ten-tes vos ren- dei, Con-
2. ter-rae mar e céus can-tal ‘A res-plenden-te luz, A
3, paz Je-sus con-ce -de - ra ré-gia pro-fu - sto, Em’
4, jus-toe bom oex-cel-so Rei, ‘e-de-ce - rao, E
1 ten-tes vos ren - dei Onl sim, con-ten - tes vos rendell
2. res plen-den - te luz; A gran - deeres - plendente luz.
3. ré- gia pro - fu + $40; Oh, sim, em ré = gia profu-sio,
4, Lheobe -de - ce - rao; Sim, to - dos Lheo- =de-ce-rdo.NATAL
8.7.8.7.8-8.7.7.
‘Moreton (1844-1917)
27
MENDELSSOHN
Issohn-Bartholdy (1809-1847)
com Estrib.
Felix Mendel
1788)
Robert Hawkey
Charles Wesley (1707
‘Trad.
vo Rei,
pe da paz»
\éria 20 nd
rinci =
. a, Cantam
* GlariaaoP
-mo-ni-
res - ga-ta-do,
a har.
dos an -fos
2, Canteo po -vo
1
Paz comDeuse sua
-do, Vi-
ve
ote gel
Paz aosho-mens ¢&
1
da eluz ao mun-do
2, Deus,emCris-to re-ve
tes
fan-
que vi-va -mos.
ian
tri
T-gam sal-mos
i-ve pa-ra
Ei
-tan-tes,
ga-M08;
e-xul
re-nas-
-VOS
Ou-gam po-
2, Nas-ce pra que
1
Reden - tor.
ao Senhor!
Cris-too
to - dos
hor; Nas- ce
dor! Lou-vem
seu Seni
vas
Sal
A-cla-man-doo
Pro-fe- tae
Rei,
Homem-Deus!
éria ao
tem gl
tos céus Can-
daa terrae al-
To-28 NASCEU O REDENTOR
12,12,12.6, — 12.12.12.6.
Francis Bottome (1823-1804) THE COMFORTER HAS COME
Adapt. Benjamim Rufino Duarte (1874-19{2) Willlam James Kirkpatrick (1838-1921)
A--~ ler-ta,6 terra,en - toal O —can-to que res - Soa? oO
2A noi-te ja pas - sou, aat - ro-ra a rai - ou; O
3. Nas- ceu o Rei da paz, num bercohu-mil-de jaz, Nas
4 Qhi go-zo di-vi- nal, a - mor ce-les-ti - al, Quem
po-vos, e-xul- tai, na - goes, 6 ju-bi - lai, Eis
~ > =>
1. mundo pe-ca - dor temgrande sor-tee boa. A mo-va S€ VOS
2. negroedenso véu de to-do se ‘ras- gou. Dos montes a-tra-
3. a-sas desse a-mor con-for-toa to - dos traz; Di - zei em al-ta
4. po-de te son- dar ou ter um ou-tro i- gual? Pos-socu, damor-te
in-da to-daa dor ja-maisse da um ai; A virgem deu a
er =a
D.S.—ter-no Poi do céu seu Fi-lhoao mundo dea. A- ler-ta, terra, en-
1, d&, e quio a-le-gre soa: Nas-ceu o
2. vés o bra-do res-so - ou: Nas-ceu o
3. voz que Cris-to sa- tis - faz: Nas-ceu o Re-den -tor!
4. réu, go~zar ven-tu-ra tal? Nas-ceu o
luz; a Deus glo -ri - fi - cail Nas- °
cou
toa a xne-vaa-le-gre e boa: Nas-cea o Re- den stort
Estribilho DS.
«. :
Nas-ceu o Re-den-tor! Nas-ceu o Re- den- tor! Oe29 NASCE JESUS
7.7.1.1, com Estrib.
Manuel Aveline de Souza (1886-1962) William James Kirkpatrick (1838-1921)
1.0 po-vo,sim,co-ber-to De den-sastre-vas, per-to
2. Cumprindoaspro-fe -ci- as Nos nas-ceo Rei Mes - si- as,
3. Je - sus.o Rei da gl6é-ria Hu-mildeemsua his - té-ria
4. Oh! no-vaa-le-gree bo-a No céu a-zul res-so-a,
1. Doa-bis -moenaodes- per - to, Vé sur-préso um gran-dee
2. Em ho-ras tao som-bri - as Ca-da po-vo em tre - vas
3.A to-dos da vi- to-ria; Vin-de ver o Cris-toem
4. Que Cristo nos per-do-a. A -cei- tai- O,6 po - vos;
2.vé o seu cla - riol( o seu clarao!)
3. su-ahu- mi-lha - ¢do! (hu-mi-tha-cio!)
4. dai-Lheoco-ra - ¢&0!l( 0 co-ra-¢aol)
N Sdie-e
ts
1. di - vi - nal cla - rao! (sim, um claro!)
£ Je - sus que nas-
sal-va + ¢io, Cris-to a - ma-doa to-
ce, Au-tor da
da sal - va-cio,° Métrica Irregular
Joseph Mohr (1792-1848) STILLE NACHT
‘Trad, Wiliam Edwin Entzminger (1859-1990) Franz Xavier Graber (1787-1863)
1, Ta- doé paz! Tu - doa-mor! Dor-mem to-dos em re - dor; -
2.4GI6 - ria ‘a Deus! Gié - riaaDeus!» Can-tam an-jos 1& nos céus;
3. Rei. da paz, Rei dea-mor, Dés-te mun-do Ori - a - dor;
1, Em Be-lém Je--sus nas-ceu, Rei da paz, da ter-
2. Bo-as no--vas de per- dao, Gra-ga ex-cel a, Bal-
8. Vin-de to--dos Lhe pe-dir Que nos ve ha con
1, rae céu; Nos-so Sal -- va -- dor
2. va- cio; Pro-va dés - tea - mor pe o Re - den-
3. du - zir; Dés-te mun-doa luz o Se-31 LUGAR PARA CRISTO
Emily Elliott (1836-1897)
‘Trad, Catarina K, Taylor Ira David Sankey (1840-1908)
12.9.12.9, com Estrib.
1. Tu dei - xas-te, Je- sus, o teu rei - no de luz,E bai-
2. A - le - graram-se os céus,comos san - tos de Deus,Sim, por
3. Tu vi - es-te, Se-nhor, re-ve- lar - nos a-mor,E Te a-
4, Ou-tra vez Tu vi- ras, e por mim cha-ma-ras, Ro - de-
1, xasteaéste mun-do tio vil; Um _ pre - sépio,em Belém,Tu, Je-
2. te- res nas'- ci-do, Je - sus, Vindo aos fi-lhos de Adio conce-
3. preuve do mal nos saf - var; Mas pro- vas-te dofel, do m
4,.a-do dos an-jos de Deus;Oh! que gé-zo pra mim,se dis-
4 >
1, sus,Su- mo-Bern,Esco-theste por bercoinfantil.
2. der sat-vaciio Pe - la morte,eni resgate,na cruz. . bie
3. te - jo cruel,Morte,enfim,Te ti-ze-ram provar, ( VemJe-sussha
4. se - res assim:«Umlu- gar te darei Eu ncs céus.>,32 CRISTO EM BELEM
8.7.8.2, — 8.7.8.7.
Jobe C. de Costa Ira David Sankey (1840-1908)
1. Al - ta noite esto pas-td-res De Be-lém, no der-re - dor;
2. GloriaaDeuse paz ben-di-ta, Eis o can-toan-ge-li - cal,
3. Ver Je-sus na man-je-dou-ra, On-de vei - 0 re-pou - sar,
4.0 Senhor de quanto e-xis-te Quis pas-t6 - res pro-cu - rar,
aa >
U3 — tee eH] pete —
<5
ky —} ee = = I
~-
1, Eoscer-cou de res- plen-do-res Luz ce-les--te do Se - nhor.
2. Pa-ra todaa gen-tea-fli-ta, Tao glo -rio - soe tri- un - fal.
3. Querem é-les sem de-mo-ra, Pa-raa no--va con-fir - mar.
4. Pa-ra dés-te ber -¢o tris-te Su-as no - vas pro-cla - mat.
ape —~ >
2
m-a-ma-do, Je - sus Cris-to,o Sal-va - dor.’
te. 2--:
cu can-ta-ram de a-le-gria Os an- jos, sim, em har-mo - nia.
2; mef- ga voz ja-mais ou-vi; Pra-zer mai-or ja- mais sen- ti.
3. po - de-ri-aem mim achar, Pra tais a-fron-tas su- por- tar?
4. vor e glériae a- do -ra-¢ao, Tri- bu - ta-Lhe meu co - ra- gaol
sus, a mimvi - ra buscar, Eentao pra sempre brei go- zat.
fh
2
i
41 - nau-di-ta gta-ga memos - trout
ee a a
(ieee EY et
SSS SS eS
i) —s pj — Eo
38 DIVINO AMOR
Mary Shekleton
‘Trad. Stuart Edmund McNair (1867-1959) Ira David Sankey (1840-1908)
1, Quem po-de ofeu i - menso a-mor contar, 6 Sal-va-dor Je
2. Quem po-de amor tio vas-to compreender? Pois nem o céu 0
3. Quem po-de dar a - do-ta-¢4o ca-paz A Ti, que, sem li-
4, Mas sem-pre nos en - si-nao teu a-morQue,em-bo-ra_ fra- cos,
1.sus,e esquadrinhar Seus a - li-cerces no di - vi
2. p6-de. enfim,conter. Foi nes - te mundo quese re ~ ve- lou: Je-
3.mi-te,amor nos das? A par do qual o par-ci - al low-vor Que
4ite-mos no Senhor A fon-te ines-go-tavel dea - fei-gio, Que
1, aex-ten-sio ou su-aal-tu-ra ver? A + mor sem fim!
2. sus so-fren-do sObreacruzmostrouDi - vi- no a - mor.
3. te- mosda-do ao nos-so Sal-va-dor, Pa - re - ce vio.
sa-bea voz do nos-so co-fa-gioA - pre-ci - ar.39 A OVELHA PERDIDA
Elisabeth Clephane (1850-1860) |” ~ THE NINETY AND NINE
‘Trad, Sarsh Poulton Kalley (1825-1907) Ara David Sankey (1840-1908)
lo - ven-tae no-veo - ve-lhasvao Se - gu-ras no cur-
2. “Com agrei submis-sa,6 bom Pas-tor, Nao Te con-ten-
» Ne - shum re- mi-doi-ma-gi-nouw Quio ne-gra es-cu - ri-
Por té-daacstra-da don-de vem, gue San-gue en-xergo a-
. Ném da mon -ta-nha a-cla-ma-goes! Bas:
a voz do bom
1. ray Mas u-ma_ de-las sea-fas-tou Do a-pris-co pas-to-
2. ras?” “A er-ran-te € mi-nha,” re - pli-cou, “Per - ten- ce-me-a fu-
3. dio, Quaofun-das d-guas que pas-sou, Tra-zendo-a 4 sal - va-
4. li?” “Bus-quef a o-ve-tha com a-mor, Q san-gue mew ver-
5. tor! Res-so-aem no-tas tri-un- fais O sal-mo ven-ce-
==
jj SE ty
i. ral A er-rar nosmontes de ter -ror, Dis-tan-te do fi-
2. gaz. Vou ao de-ser-to pro-cu-rar Ao-ve-lha qucougoem
3. cto. E quan-do foi pra so -cor-rer Acr-ran-te es-ta - vaa
4, ti" “Fe - ri-da ve-joa tu -amio.” “A an-giistia encheu-me o
5. dorl Eos an-jos cantam 4 noscéus: Aer-ran- te vol-
lel pas-tor, Dis-tan-te do fi - el pas-tor.
2. dor gri-tar, Ao-ve-lha queougoem dor gri- tar.”
3. pe - re-cer, Aer-ran-tees-ta - vaa pe - re- cer.
4. co - Ya-cio, Aan-gis-tiaen-cheu-meo co - Ta- G40.’
5. tow aDeus, Aer-ran - te ia vol - tou a Deusl’’40 AMOR DE CRISTO
5.5.6.6.
Henry Maxwell Wright (18491931) Ballington Booth (1859-1940)
—_—
Qual gran-de va - ga Deum i -men-so mar,
' —
—S
Vem oa-mordeCris - to Minhaal-ma transbor-dar.
3 *
41 RECONHECIMENTO
Henry Maxwell Wright (1849-1981) GANG ae Hickman Meredith (1872-1962)
a S & nN
oe - o2320-8 Ly = I:
A. té acruzomeuJe-sus foipormim, Foipor mim, foi pormim,,
aa ~42 REALIZACAO
8.6.8.6. — 8.6.8.6.
Ethelbert William Bullinger (1837-1913)
‘Trad, Joseph Jones (1848-1927) James McGranahan (1840-1907)
|
1. Je - sus, a-go-ra, sim, et-sei,Quiograndeéteu a - mors
2. Ja- mais des-can-go co-nhe-ci, 1 - mi - til sem-pre sou;
3. Co -mi-go,cren-tes, ¢-xal-tai Q gran-de Sal -va- dor;
4, Lou-vor, lou-vor a | Ti da-rei,Q Cris - to,meu Se - nhor;
1. Pois sal-va-¢¥o em Ti a-chei, A - cei-tao meu Jou - vor.
2. Mas Cris-to s¢ lembroudemim, De gra-ca me sal - vou.
3. Pois tu-doCris -to me su-priu, Em-bo-ra pe -ca-- dor.
4, Pro- fe-ta, Sa - cer-do-tee Rei; Do mundo o Sal - va - - dor.
SEE
neo eee
fig Tu, Je-sus, meu Sal-va-dor, Por Ti eu te- nho pazj
| sim, paz
a43 PALAVRAS PRECIOSAS
14.14. com Repet. Irr.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) OH! PRECIOUS WORDS
‘Trad, Joseph Jones (1818-1927) Ira David Sankey (1840-1908)
1. Pre - cio-sas
2. Pre - cio-sas
3. Pre - cio-sas
4, Pre - clo-sas
pa-la-vras de Je - sus, ‘Su-pre- mo
pa - la-vras de Je - sus, Su-pre-mo
pa -la-vras de Je - sus, Su-pre-mo
pa - la-vras de Je - sus, Su-pre-mo
BREE
mim a-qué -le que vi- er, Eu nao des-pre-za - rei,
por-ta sou, por mim en-trai; Descan-so vos da - rei,
3.0, — vin-de vés, can-sa- dos, j £ sua-vea mi-nha lei,
yés o mun-do ja ven-ci; Por vés a vi-da dei,
1, Eu no des-pre-za - rei, Eu nao des-pre-za - rei;
2. Des-can-so vos da - rei, Des-can-so vos da - rei;
3, suavea mi-nha lei, E suavea mi-nha lei; O,
@ Por vos a vi-da dei, Por vos a vi-da dei; Por
Eu nao des- pre- za - rei.”
Des - can-so vos da - rei.”
sua-vea mi-nha lei,”
ja ven-ci; Por vos a vi-da dei.”
1. mim a-qué -le que vi-
2. por - ta sou, por mim en
3. vin - de vos, can-sa- dos,
4. vés o- mundo44 HISTORIA
8.
Francis Harold Rowley (1854-1952 WONDROUS STORY
Trad SalomSo Luiz Ginsburg (1867-1927) Peter Philip Bilhern (1861-1936)
1. Can-ta- rei a lindahis-té-ria De Je sus, o Sal-va- dor,
2. Eu per-di-meeF-lea-chou-me, Longe, lon - ge do meu lar;
3. Je - susCris- to de-pa-rou-me Quandofra - co, pra mor- rer;
4. Di- as ne-gros in-da_te-nho, So-fri-men - toe dis- sa - bor;
ee ee to . . =>
4
1. Que dei-xou seu lar na gié-ria Pra sal- yar o pe-ca - dor.
2. A + bra-cou-meentio, to-mou-me Pra com -leeu ir mo - rar.
3. As fe - ri- das -leun-tou-me E _ li- vrou-mecom po ~ der.
4. Mas a -leeutudoex-ponho,E me li-vracom a - mor,
- - f
_—
Can - ta - rei
Can - ta - rei
id
De Je - sus, meu Sal - va - dor;
de Je- sus, meu Sal - va- dor;«tos, com fer - vor.
san-fos, com os san = tos, com fer- vor,
~
MISSIONARY HYMN
Lowell Mason (1792-1872)
4. Se-nhor,quioad-mi-r4-vel £ teu di-vi-noa-mor! E-ternoe perdu-
2. Tu, por ‘a-mor, pro-vas-te A nos-sa condi-¢ao, E, por amor, le-
3. Por nés Tudes-tea vi-da, ‘Morrendo sobre a cruz; Qual nossosubsti-
4, E nao jul-ga-mospouco, Em prova désse a-mor, O ser-nos permi-
4. ra-vel,Mo - ti-vo de lou-vor. A- man-do-nos, bai-xas - te A
2. vas-te A nos-sa pu-ni-¢d0. So-fres-te o de-sam-pa-ro, A
3, tu- to So -fres- te Tu, Je- sus. Por is - so Te cer - ca-mos Com
4, ti - do Ser-vir-Te a-qui, e-nhor. Ou sejaem cul-to a -le - gre, Ou
= =
1, @s - te mundo aqui; Querendoassimremir-nos E noschamar a Ti.
be ee te raat tor, De - vi-dos ao pe- ca-do,© grandeSo-tre-dor!
. grataa-do-ra- gio; Pe- ran-te Ti prostramosCor-po,almae coracdo.
}, S€- ja no so -frer, Ou se-ja nos 'tra-balhos, Se-gundo oteu querer.
ae46 JESUS ME TRANSFORMOU
7,6.7-6.7.6.7.4. com Estrib.
James Rowe (1863-1933) SAFETY
‘Trad. Salomdéo Lulz Ginsburg (1867-1927) Howard E. Smith (1863-1918)
1, Eu per-di-do pe-ca-dor, Longe domeu Je-sus, J meachava
2. Minha vi-da, todo oser, Quero-Lhecon-sa-grar; A seu la-do
ff? —__#—#— 46+ # ff
=
re-cer sem luz; Meu es-ta-do Cris-to viu,
A men-sagem transmi- tir
1, Dando-me su-a mio,
2. Aos que per-didos io.
0
Cris-to me amou, (a-mou,) € me li-vrou; qi-vrou) O seu i-
Foi seu po-der,(po-der,) © seu querer, (que-rer,) Sim, Cris - too
men-soa-mor Me trans-fot - mou.
Sal - va-dor . Me trans-for - mou.47 ALEGRIA PERENE
Samuel Medley (1738-1799)
1, Des - pertae can- ta
2. Per - di-do, Cris -to
3. Eu seiqueémau meu
LOVINGKINDNESS
‘rad. Salome Luiz Ginsburg (1867-1927) Melodia americana
com fervor, Sim, 6 minhaal-ma,a teu
meencontrou, E dis-pen-sou-me com-
co-ta-¢io; Pro - pen-de sem- pre pa-
3. rao mal. Mas
1. Se-nhor; Pois mui-tos
2. pai-xdo; Por seu tio gran-dea-mor de ~ pai
f-leem> paz
t
e pre - cio-sos bens
me guar-da- ra Com seu”
— h —+
(3525 =
1. tem da - - do com
a- mor.
2.me des ~- -ta_ con-di- ¢do. } Oh! que grande a- morl Oh!
3.a - mor queé pe- re -nal.
a
=
uJ
Cris -to pe - - lo pe -ca - dor!48 SALVACAO
8.6.8.6, com Estrib.
Tullius Clinton O'Kane (1830-1912)
Trad, Joseph Jones (1848-1927) Tulltus Clinton O'Kane (1830-1912)
1. Can-tai a Cris - to, Sal-va-dor, Que tan-
2. Mi-rai oa - mor queé - re» nal, Oa - mor
3. Lou-vor a Cris - to, Re “den - tor, > ve.
1. to nos a + mou; - sal-va-¢llo,
2. dogrande Deus; Tio vas-to, -1o, tiove-raz,
3. mos en-to - at, E dar a + dos conhe-cer
Sal-va-gaol
Sal-va-gaol
Sal-va-¢hol
2. Per - - do-aos er-ros meus.
1, Sew san-gue der-ra - mou. {
3. Que Cris-to os quer sal - var.
Que di-ma-na do Fi-lho de Deus!
aol
Sal- va-¢Hot Sal-va-cZot3
3
s
a
8
g
é
&
a
«
a
3
A -le
fot
‘Sal ~ va-
TUDO FEZ JESUS
8.7.8.7.D.
HILARY
Stephen Glover
Richard Holden (1828-1886)
da por fa - zer dei - xou;
ss
z
€
=
g
8
8
2
3
Cris-to tu
pa-ra nds com-prou,
da do mais do-cea -fe- to, E -le
vi-
St-a, a Cruz;
Seu, 0 fei-to; nos-so,o g6-zo; Nos-sa, a vi- da;
+80; Nossa,a di-ta que pro-duz.
o c4-li-cea-mar- go
Seu,50 A VELHA HISTORIA
: 7.6.7.6.D. com Estrib. =
Katherine Hankey (1834-1911) . OLD, OLD STORY
Trad, Sarah Poulton Kalley (1825-1907) William Howard Doane (1832-1915)
~~
1. Contai-meavelhahis-t6-ria Do gran-de Sal-va’ - dor; De
2. Fa-lai- mecomdo - cu-ra Do aman-te Re-den - tor; Fa-
3. Seobri-lho dés-te mundo Tol-dardo céu a Juz, Nar-
ayy
1.Cris-toesu- a gld - ria, DeCris-toeseua - mor. Comcalmaecom pa-
2. lai. com sen-ti - men’-to, Pois souumpe-ca- dor! Que ~ rendoconso-
3. rai. a mesmahis-t6 - ria Da gra-ca de Je - sus! E quan-do, enfim,a
1. cién-cia, Poisque-ro pe-ne-trar Aal-tu-ra do mis - té - rio:Que
2. lar - me Em tempos dea-fli - cao, Sempre essa ve-tha his-t6 - ria Di-
3. gl6-ria Do mundoalém rai- ar, Contai -meave-lha his-t6 - ria, Que
1. Deus nos po-de a-mar- - .
2. zei do co-ra - ¢&o. + Contai-meavelhahistéria, Contai-meavelha his-
3, vei-0 a-qui sal - var.! nN : a
t6-ria, Contai-meavelha histé- tia De Cris-toe seu a + mor.
oe ee Ete ad
VIDA NA GRACA
1.11111, com Estrib.
cls Bottome (1823-1894)
t. Manuel Avelino de Souza (1886-1962) Willlam Batchelder Bradbury (1816-1868)
1 {Jp maishouvealguém{e-tiz Como 0 cris-ti0, 0 ual al-can-¢ou
+ VE tem ver-da-dei-ra paz Com scuSe-nhor, Fru-in - do pra- zer
2 {Gerrer ja nao tem de Deus; Fos ge do mal; Na san- ta pre- sen-
Go-zan-do da reden-¢4o Fei-ta na cruz; De - se - ja cres-cer
3. {Is sus é Seu Mediador; Cré no por-vir; Da san- ta Pa - la-
- Por Cris-tode-sejaentéo Tu-do fa-zer; A luz da ver -da-
1 {cDevs Bén-caos de a- mor;
* Udo céu, Gra-ga e per- dao.
2 fea esta; Vi-ve na luz,
* Una fé, Fir-mee le - al.
3 {yratem Fér-ca e po- der.
* Ude quer Sempreexpan- dir.
Pra-zer, a+ le + gri-a,a-mor, Tu-
do the da Je-sus! Paz e per-dio, fa-vor, Go-za na52 JESUS GLORIOSO
11.12.11.10.18.10, com Estrib.
Manuel Avelino de Souza (1886-1962) Charles Hutchison Gabriel (1856-1932)
w'
1; Oh! sim,...~ kk -sus.... @ tio ma-ra-vi-Iho-so Que
2. Je- sus... -nhor.... as - simglo-ri- fi- ca-do, Do
3. No-tai,.... ir-miaos,.... € vé-de quebon-da- de! Ja-
eee 2 2 9-0
wv
1. Deus... Lhedeu. .. 0 no-me:osanto dels-ra-el, E Lhe. . . cha-
2. céu ...no-tan - doopovoentregueatodoomal, Quis vir . . .a-
3. mais . . .se ouviu dealguém que assim provasse amar.De- veis . » OUR
pe Respect ty tee tree
SS es
+ 74
1, mou ....de Todo-Po-de - ro-so, E Deus... . da paz, . . « Se-
2. qui «lL sal - vé-lo do pe -ca-do, Eo féz, po-rém, com
. Je-suscom le-al- da-de Di-zer . . . .queDeus
20-0 #
1, nhor,E -manu-el. O Cris-to Rei, Quea san - Jei Cumpriu com
2. grande dor mo-ral. Cumpriua lei, Sal - vou grei Do triste es-
3. Cris-to po-de dar Re-al perdio, A sal - va- gio E li-ber-
1, go - zo, B Sol di - vi - noe Sal-vador fi - el!
2. ta- do, Eencheu - a de fa - vor ce-les-ti- al.
3. da - de! Q, vin - dea Cris - to a vi-daconsagrart.tu - doé ven-ce - dor; Pois pa -
do é ven = €¢ + dof;
© vin-de des-{fru-tar 0 set a - mor;
des-fru-tar 0 seu
fa - - vor,
gran - de ar-dor,com de- vo - ¢%0 O sew
0 seu fa - vor,
mios, com grande ar-dor, com de = vo - gio O seu fa - vor,
a, fd53 OS FILHOS DE _ SIAO
6.6.8.18).6,16]. com Estrib.
Isaac Watts (1674-1748)
Estribttho de Robert Lowry (1826-1809) MARCHING TO 7
Trad, William Edwin Enteminger (1839-1930) Robert Lowry (1826-18
ra a
1.0 fi-lhos de Si- do, Hon-rai o tei dos reis; Lou-
2) Os que do mun-do sio A Deus nfo dao lou- vor; Mas
3. Dosmon-tes de Si-0 Pro-vém de - if--cias tais, Que
4.0 ve-nham-nO lou-var Os que seus fi--Ihos sao, E
2. 2« wee
2
—
1, vo-res al-tos Lhe can-tai, Lou-vo-res al- tos Lhe can-tai, Guar-
2 fi- thos do ce -les-te Rei, Maa fi-lhos do ce-les- te Rei, Iou-
8. de pra-zer nos enchemmais,Que de pra-zer nos enchem mais Que
4.seergamjé a de-man-der, seergam j& a de-man-dar As
=
2 > -
san- tas leis, Guar-dai a3 san-tas leis.
‘Sal - va-dor, Lou- vai ao Sal-va- dor!
ter re - ais, Que go + zos ter - re-- ais.
de Si-do, Ae pla-gas de Si-- do!
iat
(1) dai as man--tas leis, Guars dai as sams es > tas
Estribilho
=3 [ss |
Si - fio é a nos-sa San-tae glo-rio-sa
Si--8o pra sem-pre é now s anbém pe-re -ne mo -fa- da dos crentescmnos-so Je - sus.
bém pe-re -nemo - ta-da feo liz
54 GLORIA E HONRA
8.8.8.8.7,
Richard Holden (1828-1886) Martin Madan (1726-1790)
A - le- Iw-iat
A slew In-ial
Stet
w
dei-ro, Je-sus Cris -to nos-so M¢s-tre!
nt
A + le + lu -
A cle + jue iat
—————
=e ——
pee55 HOSANA NAS ALTURAS ©
12.7.7.12.13.(13),13.7.7.22,
BENDITO 0 RE
Joseph Jones (1848-2927) Arr, Harrison Millard (1828-1895)
1. BenditodReique ver em nome do Se - nhor! A quem nds es - pe-
2. BenditooReique vem em nome do Se - nhor!Oh!rendam-Lhe lou-
3. BenditooReique vem om nome do Se - nhor! Sim, vem tao majes-
apieiddtl
~o a
1. Ta-mos; Ao qual nds a - do + ra-most
2. vo-res, A Cris-toemscusful - go-res Ben-di-too Rei que
3. to -so Je-sus, 0 Rei bon - do-so!
:
——— woe oe
Estribitho
——g—|-—2——F
1. Qs seus glo- rio-sos fei-tos ce-fe -brai com fer - vor!
2.0 vin-de to-dos a Je-sus, 0 Rei, Sal- va - dort
3.0 Sal-va-dor seu po-Vvo cha-maa Si com a + mortNo-va pra nés tio bo - al
2. To- dos com a- le- gri-a, Vo-zes em har-mo-ni- at
3. Venham os pe- que-ni-nos! Venham ja, 08 me -ni-nos!
9
—i
Pt
——_———
56 REI DA GLORIA
8.7.8.7.8.7.
SALMO 103
Henry Francis Lyte (1793-1847) TRIUMPH
Trad. Salomée Lulz Ginsburg (1867-1927) Henry John Gauntlett (1805-1876)
tia, Hi-nos de lou-vor can - tai;
2. Seuperdio @ su-a gra-¢a Aos per-di-dos dis -pen - sou;
3. Nossas ten-ta-cdes co - nhe- ce, Rois ‘Sa- tx o quis ven - cer;
4. Contemplando su-a fa-ce, re- mi-dos, O a-do - rai!
1. Aos seus pés hu-mil -de-men-te, Seu po-der,pois, e - xal -tai.
2. Tao pa-cien-te e mui bon-do «so Aos re - bel-des se mos- trou;
3, Tri-un - fan- te,Cris -toa - go -ra Aos ten- ta-dosquer va - ler.
4, De- di-ca-dos, con-sa - gra-dos, Su-a fa-ma pu ~bli- cai.
1. Per-do- a-dos, res- ga- ta-dos, Su-a gid-ria pro - cla -mal!
2. Li - ber - tou-os, trans-for- mou-os, Dos cas- ti-gos os sal- vou!
3. Po- de- ro-soe tio bon-do-so, E - le po- de so - cor - rer!
4. Oh!low-vai-O, © - xal-tai- O, Seu a-mor a nun-ci - ail
pipientdestsBENDITO O REI
8.6.8.6, cem Estrib.
James McGranahan (1840-1907)
—
1. No mun -do Be lou-vor nos.céus! Can-ta-vaa mut-ti - dao;
2. Do gran-de Rei, Je - sus Se-nhor, Sim, tais pa~ la-vras 880:
3. Ben -di-to Rei, nds, ser-vos teus, Comoem Je-ru- 8a - Iém,,
Er-gui-am mais 0 som.
2. Sealgumdos cren-tes se ca- lar, AS _ pe-dras cla- ma - rao.
3. Sem a.-.ten:der aos. fa - ri- seus, Lou-va-mos ~ Te tam-bém..
Estribilho —_—_—.
— ¢ ,
Co-mo em Je- ru-sa - lém, Hei de cla-
Sim, ¢ -xalta-rel a Je- sus o Rel;
= qe es
_——_
mar, hei de cla-mar: Ben-di-to o Rei,
Hel de clamar, hei de clamar: Ben.dito o Rel,
que do alto vem, Que vern do céu as trevas dis-si - par!
Que do alto vem,58 O NOME DE_ JESUS
8.8.8 8, — 8.8.8.8.
William Edwin Entzminger (1859-1930) Horatio Richmond Palmer (1834-1907)
——. —_——
Tee
or
1, Do Sal-va - dor . -+.+0 no-me traz « Re-cor-da-
2. EmTi,Se-nhor, . .... eu go-zo paz - wee E tu-do
3. Despre-zo, pois... +++: o queéfa- laz, . . «+E pohoa
1, Gao... queamimmeapraz; . « . Dos vis grilhdes « me li-ber-
2. mais .. . que sa-tis -faz} . . .. De bén¢aos mil . sou al- vo,
«se noDeusve-raz; .... Foi Eviequem, , porgrandea-
. E deu-me fé......que mesal-vou. ..~
2.-sim, «+ QueTu,Je-sus,. .... 6 das sempreamim. ..
3. mor, . . .. .Nosdeu Je-sus,...... © Reden-tor! ..
we = F
A Ti, Senhor,A Ti,lou-vorSemfim eu er-go com fer- vor.59 ’ SAUDAI EMANUEL
8.7,8.7.8.8.8.4.8. com Estrib.
D. R. Van Sickie
‘Trad. Otis Pendleton Maddox (1874-1955) Charles Hutchison Gabriel (18%6-1932)
1. SaudamosTe,6E~ manu-el! A Ti. ... lou-vo-resdamos:De Co-
2. SaudamosTe.6 E - manu-el! Os san- - - - tos Te ro-deiam;Os reis
3. SaudamosTe,6 E - manu-el!O Rei . . . dos reis ¢- ter-no! Vences-
1. ra-cfo,sim,todosnés A Ti... nos en- tre - ga-mos. EmhonraaTi,
2.daterraseer-guerio A pro-- cla- mar teu rei-no, Enquantoosti-
3. teashostes infernais; Tu és... © = ni - po-ten- te! Jamais a mor-
- ~
ot oro
pio ae a
ie eg ee
Festa
- 1. Se - nhore Rei,Os an-joscantam HM no céu,E 14 res-s0-a
2. thos jacomDeus,Cercandootrono 14 noscéus,En -to-am hinos
3. te Tei- na-ra,Nemmal algumdo - mi-na-ra. E - ter- na gloria
Saudai! Sau-dai!
Saudai, saudai E-ma-nu- el!
Saudail — Saudail .
wei t—
aEstribithe
stribith oe. eee ee E> manu-el, E- manuel!) Rely sss seo ee
v ob y Fr
Saudamos-Te,6 E- manuel! Rel, E - -ma-nu-el! Saudamos-Te, E -manuel,
> Oe
Sa-be-do-ri-a, poder sem fim,
Hon - - - ras, po-der sem fim,
er
eb
Idria as na-¢des Te déem,Hoje e pa- ra sem - - pret
as
na-gies Te déem,
+ ma-nu & Saudamos-Te,o Ema-nuel,
, “3
Tere RA
epee
t CEE acsacsrei, ¢ Salvador! Saudai E-manu-el!
E- + ma-nu-ell(12 misica)
erronat (1726-1792) °
de Jobn Rippon (1751-1836) DIADEM
y Nelson (1849-1981) James Ellor (1810-1890)
, | - |
Sav-dai o no - me de Je-sus!Ar- canjos vosprostrai!
a es co thi - da ge- Ta-cio,Do bom, e-ter-no Pai,
. per-do a - des, por Je-sus,A - legres a - do - raid
Ta - gas, tri - bos e@ ‘nagdcs,Ao Rei di-vino honral;
oy Se
1. Ar-can- jos vos prostrai! O Fi-lho do
2. Dobom, e-ter-no Pai, O grandeAutor da sal - va- ¢%o,
3. A- le -gresa-do-rai! O Deus de paz, 0 Deus de luz
glo - rio - so Deus,
4. Ao Rei di-vinohonrai; Aquem quebrou os vis gri- lhdes
‘ = |
= = +
co { x ve
Com worst rts + + ria, gloria,
Com gie-ri gl6- ria, gid-ria, Com gld- ria eo -ro-
. = ria, glo - fia,
Gom gle et :
aX
Com gié-ria, glé-rla, glé-ria, GeaCOROAI (28 mustoa)
Perronet (1226-1792) .
riginal de John Rippon (175:
Justus Henry Nelson (1849-1931)
1836) CORONATION
Oliver Holden (1765-1844)
1. Sau-dal o no»eme de Jesus! Ar-can-jos vos pros- trai!
2. es-co-Ihi-da ge-Ta-¢io, Do bom, e- ter-no Pai,
per-do - a- dos por Je-sus, le-gres a-do- rail
A- gr
ta-gas, tri- bos e ma-cdes,Ao Rel di- vieno hon-rai;
1. O Fitho do. glo- rio - so Deus,Com glé-ria. co- Tro +
2, OgrandeAutor da sal - va - ¢fo,Com glé-ria co-1o -
3. O Deus depaz,o Deus -de luz,Comglé-ria co-ro ~ al!
4. Aquemquebroucs vis gri-lhdzs,Com gié-rla co-ro -
1,0 Fi-thodo glo- rio - so Deus,Com gid-ria
2. O grande Au-tor da sal-va - ¢i0,Com gi
3. O Deus de paz, o Deusde luz, Com gl
4. A quemquebrouos vis gri-lhdes,Comglé-ria ¢o
= =
61 GLORIA A JESUS
BRT
aa Aniaimo, de CHANTS DE
Mary Maxwell Wright (1860-1031) DELIVRANCE ET DE COMBAT62 NOME PRECIOSO
8.7.8.7. com Estrib.
Lydia Baxter (180!
‘Trad, Benjamtm Ri
4) PRECIOUS NAME
0 Duarte (1874-1912) William Howard Doane (1832-1915)
1, Le-va tu con-ti-goo no-me De Je-sus, 0 Sal - va-
2. fs-te no-me le--va sem-pre Pa-ra bem te de- fen-
3. Ohtqueno- me to pre - cio- so! Q5-zo. traz ao co - fa-
4. No-me san-toe ve- ne - ra-vel E’ Je-sus, oa- ma - do
o—9— 99 — Pe
4 tr
tee
— oe
-te no-me dd con + s6- lo, Se- ja
2. der. - leé ar-maao teu al - can - ce, Quan-doo
3. ¢40; Sen-do por Je-sus a - cei - to, Tu te-
4. teu, Rei dos Reis, Se-nhor e -.ter-no, Tu Oa-
+, _~s #
— i
1. no iu-gar que fér.
2. mal tea- pa- re - cer.
3. ras o seu per - dao.
4. cla-ma-ras no céu.
No-me bom, do-cea
No- me bom,
eeHdo-ce a é,
No-me bom, no-me do-ce & £6,
Po —P— Ot
—_——— so
pt
——
63 JESUS, O SENHOR
1111.11.11, com Repet, Irr.
HIDING IN THEE
ichard Holden (1824-1886) Ira David Sankey (1840-1908)
1. Je-sus,san-to no-me do Cris-to de Deus, Por Deus postoa-ci-
2. Je-sus Naza- re-no,sem hon- ras a - qui, Je ~ sus, Deusexcel-
a
1. made to-dos os céus! Je- sus, oben-di-toe di- vi - no Se-nhor,
2. so,com glérias a - li, je sus, que saudamos,re- al Sal-va- dor,
sa
= -
Je sus, o bon- do-so, fi - el Re-den-tor! Fi - el Reden - tor,
2. Je- sus, que acla-mamos, do mundo o Se-nhor! Do mundo 0 Se-nhor,
~~
1. ff - el Re-den - tor, Jc-sus 0 bon - do-so, fi - el Reden - tor!
2. do mundo 0 Se-nhor, Je-sus, queacla -mamos, do mundo o Se-nhor!64 JUBILOSO
8.6.D. com Estrib.
3.
Fanny Jane Crosby (1820-1915 AWAKE, AWAKE
Trad, Joio C. Costa John Robson Sweney (1837-1290)
1. Des-per-ta ja, meu co-Ta - ¢40, Faz tu-
2. Re-midoes - tou; meu Deus,meu ei, Me deu
3. Oh! san-toa - mor, su-blimea - mor, Que os an-
1. avozso - at} Louvores 40 teuReden - tor, Nio
2. a salva - cao! E me li - vrouw do vil po - der, Da
3. joslanos céus Naotém po - der deaqui-la - tar, Oe
—,
1. ces + ses de can - tar! Pois te re - miu
a. ne - gra ten-ta - ¢4o. Tao gran-dea- mor nao
3. ter Sa-mor de Deus! Tu-dok-le faz res
E com sew
Pois nes-sa
6 céus, 6
1, w-macruzDos_ vis pe-ca- dos teus,
2. pa-ga-rei, Nao pa - ga-rei ja - mai
3. plande-cer, A tu - do da vi - gor;
f—9—bpe— oe tn
—
pt — te
VSvi -
+ mor!
at
vaio Deus dea
A do-ce
Ter go-208
Low-
vou
é
a
g
&
da
1. oan - gue te
mea co-ra-cao!
+ got
meu co-ra
Bstribilho
pasa en-to - ar
af,
S
3
¢
e
:
i
ge
a
a
sim,
Des-
re-den - Gao,
Canes sem fim
Can-c6es sem fim
De Deus 0 a-mor cantar!
Deus o a-mor ean - tar,65 JESUS, O BEM-AMADO
8.8.8.7, com Estrib.
W. C, Martin :
Ginsburg (1867-1927) Edmund Simon Lorens (1854-1872)
‘Trad. Sslomée Lutx
1. Je- sus, tea no-me 82 - tis - faz; Por to-doo or-bees-palhaa paz;
2. Pois & minhaalma,6Sal - v: dor,A co- ra-glotio so-fre-dor
3, A - fli-to pe-la ten - ta- ¢io,Me for-ta-le-cea tu-a mio,
4, Je - sus, teu nomeé sem i - gual, Tao ca - ri-nho-so, t4o le - al,
1. Per-fei-to go-zo € vi-datraz,Je-sus,meubem - a -
2. Con-cedesfér-cas ¢ vi-gor, le-susymeubem = a - ma-do!
3. Prostrado,invoco,em 0 - ra-¢4o, le-sus;meubem = a + ma-do!
4, fs bomPastorce’- les-ti-al,Je-sussmeubem - a + ma-do!
Je-susymeubem-a - ma-dot
Cris-to,no-me de va-lor! Cris-to,for- te Re-den- tor!
Cris - to,su- moe bom Pastor, Sou ten e-ter - + + ma- men-te!
Sou teu e- ter-na- men -tet—8.7.18.71,
8.7.8.7.
skson Taylor (1855-1924)
REI DOS CEUS
nhor$
trazt
rei;
‘sus.
o bom Se -
E -le
mou-tro
bom Je -
sus,
ro-féus bons:
- co-lhendo wu
fou o
George Coles Stebbins caste1945)
aed
es
£
» lo;
ta-ram,
lo - 80
plau-80;
glo-ri
¢o + To -
(1760-1854)
James Jac
que Chefe tio
2. Vin-de, to-dos,
Eis,
‘Themas Kelly
1
Tem
un
jel
Oo re-
io grande a
leus
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ju-de
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3. Os
Es
4
paz.
lei.
o Sal-va- dor.
da nos - $2
i dos céus.
-cem su - a
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Pa-ra ser
Prin-ci -
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Co-ro- &
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to- rio - 80
der en- tro- ni-
seu rei - NO,
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1n-tO8,
- le to-ma, pois,
1, Que Iu-tou mui vi-
E
2. No po-
3. An - jos,
4.
1
Rei dos reis
Co-ro- ai-O,
di
mi-
3
§
®
6 re
ai-O, 6 fe
ro
Co- ro-ai-O,
Co67 CRISTO EXALTADO
11.11.11,11. — 11.11.
Stuart Edmund McNair (1867-1959) Peter Philip Bilhorn (1861-1936)
1. Els en-tro -ni-za-do& des -tra do bom DeusCo-mo Rei e-
2. Vei-o res-ga-tar-nos pe - la su - a cruz, Quer a - pre-sen-
3. Mas o seu ser-vi-¢o con-ti-nu-aa- li, Po-de-ra va-
1. ter-no,Cris-to, 14 nos céus; E -le é Rei da glé-ria,quea Sa- t% venceu;
2, tar-nosem ce -les-te luz, Pe-la sua mor-te, pe-lo seu sofrer,
3. ler-nog,en-tre -tanto,aqui; Por nés ad-vo-gan-do com o Pai es- ta,
tal vi-téria,Deus O re- ce-beu.
-ni - mi-gonunca po-de-r4 ven- cer.
-le nos a- ju-daesempreaju-da - ra.
hat
Bo
gra =
~ s s s ¢a T,
ja gra-ca, sim, morse a -mot,
- - + jadadoaCris - -- - cor-di -al louvor!
Se- ja da-do, sim, a Je - sus, Se-nhor,68 BEM-AVENTURADOS
8.7.8.7. — 8.7.8.7,
Ira David Bankey (1840-1908)
‘William Edwin Entzminger (1859-1930) Ira David Sankey (1840-1908)
1, Gi6-ria se-ja da-daaCris-to, Fi-lhoeter-no do bom Deus!
2. J& sefoi o tem-po tris-te Emque procu - ta- mos luz!
3. Sim, guardados nés por E - le, Vi-ve-re-mos em a - mor;
1. Pois re-miu-nos pe - la gra. féz her - dei-ros seus.
2. Eis quelon-ge de nos fi-ca; Cris-toago-ra nos con-duz.
3. Bem-a-ven-‘u - ra- dos so-mos; En-to - e- mos- Lhe lou-vor.69 ALELUIA
8.7.8,7.D,
Christopher Wordsworth (1807-1885) McGRANAHAN
‘Trad, Saiom&o Luiz Ginsburg (1867-1927) James McGranahan (1840-1907)
-le - lu-ia!Gra-tos hi-nos en - to-
1A
2. Je - sus Cris - to,oRei da gié-ria, O pe - ca -doa-ni-qui-
3.A + le--Iu-- ia! A -le-lu-ia! A Je-sus to-doo lou-
1,Gra-tos hi - - nos
x
see ju + bi- -lo- - sos e con-ten-tes Hi-nos
seen al-can - cou a mes-ma bén-¢4o Paraos
see. A+ le+ + lu « ia e- ter-na-men-te, Aoben-
lea Je-sus can - tai! .
2..quef ‘le res- ga - tou...
3. di--to Re-den - tor!......
‘vrar -nos
ha - res
A -le-luia ao Es-
Pra li
Eis
1. do pe --ca-do Tris-te mor-te pa - de - ceu, E da
2.de mi - Iha- res A pres-tar-Lhea-do - ra - ¢lo, Des- co-
3. pf - - ri-to San-to,Quenos daécon- sd - loe paz, A - le-wi
1, mor-te tri-un .fan-do, B - le vi - dae-ter-na dew.
2. brin-do, na su-ao-bra, Vi- da, luz e sal - va- cao.
3. lu- iaaoPai e- ter- no, Deus da gra - ¢a,Deus da paz!
70 NOME ADORAVEL
8.6.8.6.
La, 2.8 © 3.8 estrofes: John Newton (172:
48 estrofe: Bernard de Clairvaux (1091-115 DELICIA
Trad, Henry Maxwell Wright (1849-1931) Friederich Silcher (1789-1860)
1. Mui do-ce so-aao co-ra-¢40 Do po-bre pe-ca - dor
2. Je - sus, meu Rei, meu Sal-va-dor, Meu terno e bom Pas - tor,
3. Ben - di--too no-me de Je-sus,Em Ti es-pe-ra - rei;
4. Je - sus, o 86 pen-sar em Ti Mi-nhaa-fli-¢io des - faz;
10 no me que lhe da perdao,Je-sus, o Sal-va- dor.
2. Meu Ad-vo-ga-do, meu -Senhor, Meu for-te Re-den - tor.
3. Tu, que mor-res- te sdébreacruz,Em Ti con-fi-a rel.
4. Eo ver-Te, bemme-lhor se-r4; & des-cansar em paz.71 AMIGO ETERNO
9.8.9.8.D, com Entrib.
Saloméo Luiz Ginsburg (1867-1927) ‘Horatio Richmond Palmer (1834-1907)
peo
1. Irmaos, to-dos jun-tos lou-ve-mos ACris- to Je-sus,nos-so Deus,
2, E,crentes, lembrai ~vos,portan-to,De to-dosque estioaore - dor,
3. Cuidai bem de vos-sos de- ve-res;DeDeusndosede- ve zom- bar;
=
1, Pois,muitostém si-doos fa - vo-res QuedE-le ti-ve-ram os seus.
2. Osquaisin-da ja-zem nas trevas, NaocrendoemJesus Sal - va - dor.
3. Ou- vi,sempre,sempreaseu Fi-tho, Eassim nunca haveis de fa - lhar.
1. Sim,muito nés te-mosso -fri-doDe incrédu-los e fa-ri- seus.
2. A - ler-ta,pois,crentes,a - ler- ta! Fir-me- zano bom Reden- tor;
3. Je-sus é a-mi-go mui ter-no, me, fi-el, ¢ sem par;
LA- le-gres,irimaos,prossi- gamos Na sen-da que vai pa-ra oS céus!
2. E, gratos, a ca- da momento Fa - lai, po’s,doseugrandeamor.
3. O seu grande amore seu bra-¢o De tu-do vos po-dem Ii - vrar.Oh! sim, prossi-ga-mos, ir - mos, Na sendaquevaiparaos céus.
irmios, 0s ce
8.
72 AMIGO SEM IGUAL
6.16].8.6.D.
Monry Maxwell Wright (1849-1931) Herbert H. Booth (1862- 7 )
1. A-mi-go semi - gual! A-mi-go sem i - gual! O meu Je-susem
2. A-mi-go semi - gual! A-mi-go sem i - gual! Perto E-leesta
1, mew lu-gar Morreu pra me sal- var!
2. quer sal-var Quem nE-le con-fi - ar,
1, migosem i - gual! Seu grandeamor nao muda-ré, Enun-ca fa-Iha- ral
2, migo i - gual! Con-vi- da comi- mensoamor A todoo pe-ca -dorl73 UM GRANDE AMIGO
7.6.10.7.6.10.D. com Estrib.
Charles Willlam Fry (1837-1882) SALVATIONIST
‘Trad, Stuart Edmund McNair (1867-1959) Arr, Ira David Sankey (1840-19087
1. A - chei um grande a-mi - go, i sus, 0 Sal-va-dor, Que
2. Por é@s- te grande a-mi - go -se-jo a-qui vi- ver, Com
3. A _ho-ravemche-gan-do, A Bi-blia no-lo diz, Em
1. com amor meguardaca-da dia; Fi-- el éseucui-da-do, Cons-
2. E£ - le ter constante comu-nhao, Ser - vi-lo fi-el-men-te, Eas-
3. que Je-sus ao mundovol-ta ra. Oh! quemomentoale-gre, Que
1. tan-teo seu a-mor, E sem ji- mi-te asu -a sim-pa - tia.
2. sim Lhe dar pra-zer, Fi - can-dosempreaE-leem su-jei - ¢40.
3. di - a tio fe- liz, O diaemque vol-tar a-qui, se - ra!
1, Ea- in-dao mais no - ta - vel f que por mimmor-reu
2. Nos seus‘ca -mi-nhos san - tos Es- pe- roaqui se- guir
3. En - tdocom®& - le sem-pre, loscéus,eu fi- ca-rel, fs
oe -ie ee e
Zz
=
ei — > —
+ — 1
— <<1. meuspe-cados todos ex-pi - 0U; ‘As - simme rego-zi-jo Nas
2. seu a-mor a todos demon-strar, Por-que E-le do pe-ca-do Me
3, li - vredope- ca-do,magoa e dor; © sew a-mado ros-to Na
1, béngzos quemedeu; Sim, sei que Jesus Cris-to me sal- vou.
2 vei-o re-di-mir E por amor morreuem meulu- gat.
. glé-ria ali ve - rei, E go-za-rei dasbéengaos do Se- phot.
o
74 GRACAS A JESUS
2.1.1.1.
ST. BEES
a Kalley (1809-1888) John Bacchus Dykes (1623-1876)
li-vra do fu-ror
‘or-reu por grande a-mor
1. Do fe- rox des-t
2. Dés-te po - bre pt75 QUE GRANDE AMIGO
8.7.8.7.D.
James Grindley Small (1817-1888) FRIEND
Trad. Stuart Edmund McNair (1867-1959) George Coles Stebbins (1846-1945)
1. Quegrandea-mi-go é meu Je-sus, Tio san-to,bom e€ ter -no!
2. Que grandea-mi-go é meu Je-sus, De lon- ge quis bus-car-me!
3. Quegrandea-mi-go é meu Je-sus, Meu gui-a to pru-den- te,
1. Sem ou-tro igual, o seu po-der, Eo seu a- mor, su-per- no.
2. Des -ceu,che-gou, 80 - freu, pe-nou, Mor-reu pra res -ga-tar-me!
3. Meu pro-te- tor tio i-de-al, E ca- pi-tao va-len-te!
a
1. Pa-ra es-tao-ve-lha sem vi- gor O-lhoucom sim- pa - ti - a;
2. As glé-rias do seu san-to lar Re -no-vammeu a- len-to;
3. Sou de Je-sus,Je-sus é meu Por tem-pos sem - pi - ter-nos,
1.E su-a tito bon - do -sa mao Ser-viu-me entdo de gui-a.
2. Pois bre-ve es-pe-ro re-ce- ber O scu a-co-lhi-men-to.
3.E go-za-rei de Deusno céu Fa - vo - resseus pa- ter - nos.
o_o 9
————— eo
t—| |__|
—— << —76 AMIGO VERDADEIRO
Marianne Nunn (1779-1847) PAPE EDEL
Trad. Richard Helden (1828-1886) Hubert Platt Main (1839-1923)
1. Héuma-mi-go ver-da- dei -ro, Cris-to, 0 Se - shor,
2. Vi-dae-ter-naé co-nhe-cé - lo, Cris-to, o Se - nhor;
3.'On- tem, ho- jee pa-ta sem-pre Cris-to, o Se - nhor,
ue so-freu 80-breoma-dei-ro | A nos-sa dof.
em qui-ser, de-pres- 8a ve- nha Ao Re-den - tor.
a
f 0 mes-mo bom a-mi-go Do pe- ca- dor.
1. Es-tea-mi- go, mo - ri-bun-do, Pa-de-cen-do pe - lo mun-do,
2. Por nds ou-trosder - fa-ma- va © seu san-gue, pois a+ ma- va.
3. & ma -nd pa-rao de-ser-to Gui-a no mai-or a- per- to;
Se
== eee
1, Pay ten - tei-aa - mor pro-fun-do. Que grande a. mor!
2, Os per-di-dos que cha-ma-va. Que grantea- mor!
3, Seu so- cor- fo « Sem-pre €cer-to. Que grandea - mort.7 © MELHOR AMIGO
9.9.7.3.9, com Estrib.
Peter Philip Bithorn (161-1836)
Trad. Joie Gomes da Kocba (1N61-117) Peter Philip Bilhorn (1861-1936)
—a
ie
——o
yeas
1 Seiqueoami-go melhor é Cris - to;Quandvatem-pes-tade as-
2. Oh! que a-mi-go pre-cio- soé Cris - to! NE -le encontroamor,con-
3. Ao pas-sat pe- lo va-lees -cu- - TO, E che-gandods 4- guas
4, Na man-sio e-ter-naleu jun- - to Com os san-tos, transtor-
Pron-toes-ten-de a su - a mao, Tran-qii
2.86 -loe paz Em seubra-coes- pe - ra - rely Ne-nhum
3. do Jor dao, Nao re-cei-o, pois Je - sus, Sal - vo,a
4.ma-dos ja, - te can-to de lou-vor En - toa-
1. li- sao co - ra-¢io; Sim, oa-mi-go melhor Cris -
2. gol-pe te - me-rei. Sim, o mi -go melhor Cris - to.
3. pé-triame conduz. Sim, oa-mi-go melhor Cris - to.
4. re. mosao Senhor: Sempreo ami - go melhor Cris - to!Estribitho
melhor
suséo
Je
s
gus €0 me-lhor
Je
a
g
a
s
z
&
a
z
«
me a-
Pa-ra os
dul-cor, E
sal- VOU,
com
-do me
Sim, re-preen-de
-ca
|. Do pe
-lhor € Cris - to.
Ou. {sim,oa mi- go me
oF
= pa
sme pre
ni- ma com vi- gor.
cé
TUDO DE GRACA
78
J.C. Bateman
2.13.
Henry Maxwell Wright (1849-1931)
Cris-to daé-me paz
Sim, de gra-¢a,
ple -
1- ne-fa-vel a-le-gri-a,79 UM BOM AMIGO
9.5.9.8. com Estrib.
Jack P. Scholfield (1882-7 RAPTURE
Trad, Willlam Edwin Entrminger (1859-1930) Jack P, Scholfield (1882- 2 >
i go,e fi- el a
2. Do mal nao xa de de- - fen -
3.E quan-do ces-si- te do
4, Em Cris - to dos en-con- tra -
va - - dor;
es - - tou;
re - + cor- - rer
sem
+ lo que féz
2. Comfor = ¢0,com seu po
3. Ao sea te - - ro ce-les - - ti
4.A -mi--go Ihes con-ce - - de -
To, fer- - vor.
2. Am-pa- ra - me, con--ten- - te vou.
3. E ben - - ghos ri - cas te - - co - - Iher.
4. Fe-ll + + da- deEstribilho
- tra Je- sus pormim:
Mostra Je-sus, meu Je «5
ga re - al,semfim, Mos - -
Gra
fa + vor,
Graca re
a sem par, Que pra-zer! pra - zer!
Gé-zo me da, a- le- gri-
CORACAO
Henry Maxwell Wright (1849-1981)
80
PURIFICADO
Herbert H. Booth (186% 7 )
go,
sya-
cho ple-na sal
suscom fé che-gan-do, A-
A Je-81 AMIGO INCOMPARAVEL
10.3.13).10.8.131. com Estrib, ©
jr, (1856-3826)
yette Dunstan (1860-1937) George C, Huge (1818-1907)
Jenson Oatma
‘Trad. Albert
1, Nenhum a-migo h4i- guala Cristo! Nio, nenhum! Nao, nenhum!
2, Nenhummomentofle me aban-do-na! Nio, nenhum! Nio, nenhum!
3. Nenhum a-migo hd tio nobre e san-to! Nio, nenhum! Nilo, nenhum!
4. Crente nenhum é de-sampa-ra-do! Nio, nenhum! Nao, nenhum!
1, Ou-tro nfo hé que minha alma sal- vel N&o, nenhum! Ngo, nenhum!
2. Nao hd des-gos-to que nao su: i-zef N&o, nenhum! Nido, nenhum!
3. Tambem no h4 téo hu- mildee manso! Nio, nenhum! Ngo, nenhum!
4. Nenhum an-sioso ha que ére-jei- ta-do! Ndo, nenhum! Nao, nenbum!
Nenhum a-mi-go hf i - gual a Cris-to, N&o, nenhum! Nio, nenhum!A
O GOLGOT.
Richard Storrs Willls. (181-1900)
te verdeesté, Ao nor- te de
Mui longeo mon -
Quem son-da
1.
de-cew
+ mos bons,
dor que pa
A
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dao, Mor-rett
qui, pa
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-gar A pe-nau-ni - ver
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~ Frew.
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= Va + Ghd.
go. di - vi
Nos dew a. sal
6s O que na cruz
Com lim-pos co -
A pre.
man-sao de Deus,
+ de nos re-
sus na cruz,]
de - mos, foi por m
mir,
3. Pra entrarmos na
he
-to pd
1.No qual o bom Je
S6 Cris:
2. Mas crer po
Bstribidho
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Ohtquan-to, quan -
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do emseu a-mof, Fa-¢a-mos to - doo bem
3
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8
a83 A CRUZ DE CRISTO
10.10.10.10. com Entrib.
DELIVERANCE
Manuel Avelino de Souza (1886-1962) William Augustus Ogden (1841-1897)
1, Pen- du-ra-do fés- te, 6 Se-nhor Je- sus, Nu-ma cruz, ex-
2. San-gue Tu ver - tes - te pra me sal-var, Des-te tu-a
3. Tu. a mor-te vei-o me li-ber-tar; Grande foi o
4. T6é-daa mal-di-¢%0 do pe-ca-do meu Tu le - vas- te,
berpaoe
(s+ — +. Fr
S St —
——— =
$e te
1. posto ao desprézo,assim, Ce-na que a pensar mui-ta gente induz;
2. vi- da, meu Reden- tor.Certo es-tou, foi tudo em me res-ga-tar;
3. pé-so de tal pai-xto.Teu a-mor, oh! quem po-de - ré._ sondar?!
4. pois,sé-bre Ti, Senhor.Go-zo paz, tornei-meumherdei-ro teu,
So - fres-te tan-to, creio, meu Senhor!
3. So - fres-te, creioemtu-a com-paixdo!
4. So -fres-te tu-do, creio, pe-lo a-mor'!.
Tu, Je - sus,
sim, Ta, Je-sus,
“So - fres-te tan-to, creio, foi sh
vi - es - te .me sal- var, Tu, Je - sus,
sim, Tu, Je -sus,tan.- to, crei-o, foi por mim!
84 A CRUZ
8.7.8.7.
John Bowring (1792-1872) RATHBUN
‘Trad. Werner Kaschel (1922- > Whamar Conkey (1815-1867)
1. Cristo,emtu-a cruz hé glé-ria,Do-mi-nandoocacs ma-iory
2. Se mea-ba-tem vis te-mo-res,Baesperan-ca se des-fary
3. Seo so} bri-lbs da ven-ta-ra,A - le-grandoo meu vi- ver,
4. Por 1-gual,Jé e ye -tas A ven-turaeador, ns crass
~
e ce
-crahist6é-ria Se con-centra ao seu re-dor.
na crus queencon -tro £16 ;De-la ven pra-zer @ pas.
Lé da cruz a luz ful-gu-ra EB me trazma -ior pra-ser.
-le-gri-as 4- -nau- di-ta85 CANTAI LOUVORES
14.14.12.10. com Estrib.
Anonimo. do
Menry Maxwell Wright (1849-1931) SALVATION ARMY MUSIC
1. O vin-de cren-tes een-to-ai Lou-vo-res a Je - sus, Que,
2. Co-nos-co vin-de vos u-nir Na guer-ra con-trao mal,E
3.0 Ca-pi- tio da sal-va-gto E Cristo, oSal-va - dor;0
1, pa-raanos-sa sal-va-c40,Foi morto nu-ma cruz; Seu sangue der-ra-
2. com o nos-so Sal-va-dor Em marcha tri - un - fal,A todos pro-cla-
3. Rei dosreis,o Reden- tor, Je - sus, o bom Se-nhor; Poistu-do ven-ce-
be
1, mou,De tu-do me la- vou, Mais al - vo do que ane-ve me tor-nou!
2. mar A gtacae seu po-der; Seu sangue der-ra-mou pra nos sal-var!
3, ra; Vi- té-rianosda-ré; A glé-ria, sal-vos, noscon-du- 2i-rd,
aoe foe ee
oP
—— —
oo ——
© san-gue de Je-sus la-vou, me la- vou;-vou; A-le- gre can - ta-
san-gue de Je-sus me la-vou,me la
3
8
=
ad
&
e
E
ot
3.
e
2
a
&
3
3
3
a,
—
<
‘os
~
3
3
&
ry
2
=
2
5
tei lou-
SANGUE. PRECIOSO
ER
1913)
8.5.8.3.
BULLING!
Ethelbert William Bullinger (1837
)-1931)
Henry Maxwell Wright (1819
sal - va- G40
- dort
ber-ta os réus!
-la-nos de paz
Sal - va
Fa
Traz-nos
Do meu
Que li -
q
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g
io - so san-gue!
cio - so san-gue:
«cio - so -san-gue
-cio - so san-gue
- cio
tio pre
tao pre
eg
ge
aa
eo
ed
ss
eo
3S.
1. Oh! que tio pre
2. Oh! q
4. Oh! que
5. Oh! que
3. Oh! qi
faz!
de - ceu
Oper - dao!
n
Sa- tis -
La
-nos, Pa -
ta
- Be,
ar
e- xi
aos cren - tes
fes -
leen-tra- da
toa lei
da
dos ma- ni -
s
oD
2
3
&
s
&
ter por é-
pa
do quan-
é@é- le
to
3. Deus por
i
Poi
Tu- -
is quea
Po - dem
1. Quan- do,
2.
4.
5.87
CALVARIO -
‘Trad, William ‘Sawin Entzminger (1859-1930)
1, Qh! co-mo foi . . -
2. Ograndehor-ror . . +
3. Que dor cru- el
1. As-sim so -freu
2.A - pa - vo-rou
3. Seu san- guea-li
John Robson Sweney (1837-1889)
« quemeu Je- sus .
» daes-cu- ri- dao . ae
. Macruz so-freuy,. . . +
na tris - te cruz?
a .mul - ti- dio;
Je - sus ver-teu;
° oe Be
1. Nao s6 na eruz, oo
2, Ras- ga- doovén
3. Sin, foi por mim, -
mas no jar-dim . - .
Ines féz sa-ber . 1. -
pra me sal-var, «7. 6 +
—
1, A - go - ni- zou, .
2. Que ter - mi- nou...
3. Paraeu, en-fim, . . .
wee e foi por mim!
+. +O Seu 80-frer.
+ oe 4 M0 Céu mo-~ rar,‘so-frew!
ty
A-li nacruz, a- Hi nacruz, Oh!,sim,Je-sus pormim mor-reu!
88 QUE FAZES POR MIM
6.6.6.6.6.6.
es Ridley Havergal (1836-1879)
Rebert Hawkey Moreton (1844-1917)
BACA
William Henry Havergal (1783-1870)
1, Das glé-rias ¢ - ternais Ao mundo vil des-ci; A sorteEuas-su - mi
2, Meu sangue der-ra-mei,E, no so-frercru-el, Be-bi vi-nagreefel;
3. Pra dar-tea sal-va-cio So-fri, pe-nei,mor-ri; Teu substi-tu-to ful
4. Do Pai ce-les -ti- al Comple-ta reden-¢4o, A e-terna sal-va-cio,
1, Dos mi-seros mortais; E tu-do foi por ti,Que fa-zes tu por Mim?
2. NacruzEuex-pi-rei; E tu-do foi por ti,Que so-frestu por Mim?
3, Em dura escra-vi-dio;E tu-do fol por ti,Que des-te tu por Mim?
4. A di-ta pe-re-nal Te doude gra-caa ti;Nio temas,vem 4 Mim.89 © PODER DO SANGUE
10,10.10.8. com Estrib.
Lewis Edgar Jones (1865-1936) POWER IN THE BLOOD
‘Trad, Salomao Lulz Ginsburg (1867-1927) Lewis Edgar Jones (1863-1936"
1. Do teu pe-ca-do te aue-res li-vrar? Seu sangue tem po- der,
2. Que-rescomtu- a vai-da-de aca-bar? Seu sangue tem po- der,
3. Teu co-ra-cfoqueres pu-ri - fi-car?Seu sangue tem po- der,
4, Que-res entrar no ser-vi-co te - al? Seu sangue tem po- der,
—— —
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1, sim, tem po-der. Al-me-jas tu do ma - lig-noes-ca- par?
2. sim, tem po-der. Vi-cios, pai-xdes,que-res tu do - mi- nar?
3. sim, tem po-der. Té-das as manchas te po- de ti- rar;
4. sim, tem po-der. Queres tam-bém ser um ser - vo le - al?
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h seu san-gue fem és -te po- der.
. Seu san-gue tem és - te po - der. 5 .
3. Seu san-gue tem és- te po- der. } po- der, ' sim,
4. Te - rés no seusangue o po - der. sim, po -
for-ca sem i-gual S6 no san - - - guede Je-sus;" Ha po-
$6 no san-gue de Je-sus;
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CONTEMPLACAO
ROCKINGHAM OLD
731-1807)
Edward Miller (17
nry Nelson (1848-1931)
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4-nhor, 6
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2.
3.91 SANGUE DE JESUS
10.8.11.5.
Henry Maxwell Wright (1849-1931) Richard Slater
+ ca, Mes-mo, mesmoa mim.
92
6.6.6.6. com Estrib.
Frances Ridley Havergal (1836-1879) KENOSIS
‘Trad, D. M. Hazlett (1852 7 Philip Paul Bliss (1838-1876)
a ; S
Mor-#i na cruz por ti, Mor-ri_ pra te li - vrar;
A -qui vi-vi por ti, Com mui-to dis-sa- bor;
So - fri na cruz por ti, A fim de te sal - var
Eu trou-xe sal- va- ¢40, Dos al-tos céus fa - vor;
=~
; == =
Meu sangue, sim, ver - ti, E pos-so te sal- var.
Sim,tu- do fiz a- qui, Pra ser teu Sal - va- dor.
4 vi- da con-se - gui, Que tu i-rés go- zar.
li- vre meu per - d%0; Sin-ce-ro meu a - mors
a
Sas
2S= =03 SO NO SANGUE
7.8.7.8, com Estrib.
Robert Lowry (1826-1899) PLAINFHELD
Fred, James Jackson Taylor (1855-1924) Robert Lowry (1826-1890)
Quemme po- de - ra sal-var? Cris-to, que ver-tea seu san-guc.
Ve-joa mi-nha sal-va-¢io S6 no sew pre-cio-so san- gue;
3. Df -le vemper-fei-ta paz Pe-lo seu pre-cio-so san-gue;
4. Mi- nha jus- ti - fi-ca-g%o Te-nho no pre-cio-so san-gue.
6. En- tra-rel no céuen-fim Pe-lo seu pre-cio-so san-gue;
1. On-de as manchas vou lim-par? S6 no sew pre-cio-so san- gue.
2. Deuscon-ce -de-me per-dao S6 no seu pre-cio-s0 san- guee
3. In- fa - lf- vel e e-fi- caz Es-se tio pre-cio-so san-gue.
4, G6- zo traz ao co -ra-¢io fis-se tito pre-cio-so san- gue.
§. Lou-va- rei en- tao sem fim fs- se tio pre-cio-so san- gue.
bert (5 — 5 — ts — er
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Oh! que pre - cio- sa paz, Que vem daJESUS NA CRUZ
94
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James MoGranahan (1840-1902)
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Daniel Webster Whittle (1240-1901)
‘Trad, Stuart Edmund McNair (1967-1959)
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do Se-nhor;
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1, po- der a- qui rei- nar!
2. un- fan-tea + qui rei- nar!
3. un- fan-tea- qui rei- nar!
Da su-ae- xal.ta -cfo! Vem,sim,pa-rao li- vra-men-to De
tao
to de vi- t6-ria En-
ht que can
t6 -daacri -a-¢20.0)
hd de so-ar,Quando Cris-to tri- un-fan-te a- qui rel- nar!96 DESLUMBRANTE
8.7.8.7.D,
Anténio José dos Santos Neves (1827-1874) Robert Lowry (1826-1809)
; 4
pba
1, Se nos ce-gao sol ar-den-te, Quando vis- to em seu ful-gor,
2. Luz,pra aquato sol é tre-vas,QuemTe po-de contemplar?
3. Pa. ra. tér-mosndscom f - le Francae do-ce co -munhaoy
=
1. Quem contem- pla -ré A- qué -le Que do sol € eri -a- dor?
2. Nos - sos o-lhos nus, hu -ma-nos,Ndo Te po-dem en - ¢a - rar.
3. Cris-to,o Fi-lho, féz-se car-ne, Féz-se nos-sa re-den-¢40.
1. Pa-tri- ar-cas, nem profe- tas O che-ga- ram a a-vis-tar,
2. Fogoem ci-ma daar-ca san-ta, Sargaarden-te no Si- nai,
3. Pa-ra que na glériae-ter-na Nos mi-re - mo - lo sem véu,
- es
1. Nem A- dio che-gou a vé-lo, An-tes mes-mo de pe - car.
2. Sio fi- gu-ras s6, da gié-ria Do Se-nhor,doeter-no Pai.
3. Cris-to pa-de-ceu a mor-te Nova entrada abrindo ao céu.97 JESUS VEIO AQUI
9.6.9.6. com Estrib.
IVORY PALACES
Hewry Barraclough (1891- 2 )
Adept. William Edwin Entzminger (1859-1930) Henry Barraclough (1891- ? ,
v4
Oh! co-mo é tao sin- gu-lar Je-sus, Es- belto e mui gen-til!
A su-a vi-da gas-tou a-qui Per-di-dos pra ‘sal-var;
OQ po-vo com a- pa-ti -a vin A pro - va dés-se a-mor;
No céu a- go-ra Je-sus es- ta, Mas breve ha de vol-tar,
eA SS
1. No ros-totraz u-ma ra - ra luz, Fa-nal domun-do vil!
2. Nacruzsangrenta se deu a Si, A - fim de os res-ga - tar.
3.E su-a gra-ca ja- mais me-diu Um mun- do pe - ca - dor.
4. EA gloria os sal-vos transpor - ta - ré, Onde hao de descan - sar.
ef Ps
Da su-a gié-ria ce-les- ti- al Vei-o Je-sus a - qui;
w .
~~ “
A su-a gra-ga di-vi- nal Fé - loao mun-do vir! —98 JESUS TRIUNFOU
8.7.8.7.4.{41.7,
Revert Lowry (1826-1899) REGENT SQUARE
‘Trad, Stuart Edmund MeNair (1867-1959) Henry Smart (1813-1879)
1. Je-sus Cris-toes-té sen-ta-do No seu tro-no de po-der;
2. Desde oseu pri-mei-roadven-to Em hu- mana en-car-na- ¢io
3, Naago-ni-aex-tre-ma ve-mos Que vi - té-riaentéo ga-nhou;
1, Tu-do ja tern con-su -ma-do Do que quis a - - qui fa- zer.
2, Té o ple-no cum-pri- men to -sa ter-te -- al mis-sio
3. Pormor-rer, nés compreen-demos, E -le a vi-da_ nos le- gou;
1, Ohi que gié-ria, oh! que glé-ria No Se-nhor se po - de ver!
2. Ve-mos gié-ria, ve-mos gl6-ria, Queédoscéus ad-mi-- ra - gio.
3. Com que gié-ria, com que gié-ria Sé-brea mor-te tri - un - lou!
99 RESSURREICAO
6.5.6.4. com Estrib.
Robert Lowry (1826-1899) CHRIST AROSE
Trad. Ricardo Pitrowsky (1891-1963) Rebert Lowry (1826-1899)
1. Eismorto-o Sal-va-dor Na se- pul-tu- ra! Mascom po- der, vi-gor
2. To-ma-ram precaucio Com seu se- pul-cro; Mas tu-do foi em vio
3. A mor-té conquistou Com grande gl6-ria! ‘Oh! gragas! al-cangou3
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1, Ressus- ci - tou.
2. Pa-ra O re - ter.
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A -le-lu- fa! Ressur-giu!
-giu!
Reesur-giu Ressur-giu!
Ressur-giul
glut100 JESUS RESSUSCITADO
8. 7D.
Phitip Paul Bliss C1R8H-1876)
Manuel Antonio de Menezes (IXis-101T) Philip Paul Bliss (1838-1876)
1, Eis Je - sus res-sus-ci - ta - do! E -le pa-raocéu su- biu.
2. Eis Je - sus res-sus-ci - ta - do, Pa-ta nos-so Mes- tre ser!
3. Eis Je - sus res-sus-ci - ta- do! £-le a morte a- ni - qui-lou
1, As pri-sdes quebrou da mor-te; Grandes fei - ‘tos con- se - guiu
2. Con-se - guiu,na cruz mor-ren-do, Pe - lo cren-tein-ter-ce - der.
3. Pra res-sus - ci-tar-nos to-dos, Sim, os cren-tes que sal- vou.
2 a .
1. Eis Je - sus res-sus-ci - ta- do! Vi-ve e rei -na la “no céu!
2. Eis Je - sus res-sus-ci - ta- do, Pra avi-t6- ria nos ga-nhar!
3. Eis Je- sus res-sus-ci - ta- dot F-leem bre- ve vol-ta - ra.
* +o: : fe
1. Eis Je - sus res-sus-ci - ta -do; Vol-ta- rd 20 po - vO seu!
2. Eis Je - sus res-sus-ci - ta -do, Pa- ra nos jus-ti - fi - car!
3. Eis Je - sus res-sus-ci - ta- do, E con-si- go nos te- rat101 RESSURGIU
7.7.1.7, com Aleluias
1.3 © 2.4 estrofes baseadas no latim (Século XIV)
3.8 entrofe: Charles Wesley (1707-1788) EASTER HYMN
‘Trad, Henry Maxwell Wright (1849-1931) cae LYRA DAVIDICA (1708)
9
wee de+- in - iat
wees lee > dae - iat
--- le-+-In-- ia!
1. Cris-to ja res-sus -ei- tou;
2 U-ma vez na cruz so -freu;
8. Gra-tos hi-nos en-to- aij
accesses les -lu-- iat
asserts dee elu - iat
ae-e-ee- le-- lu; - iat
1, Sdbreamor-te tri-un- fo!
2. U- ma vez por nés mor-re!
3. A Je-sus, o gran-de Rei;
le - - lu- - iat
le - - lu- - iat
le- - lus - iat
1, Tu - do con-su - mado es- ta;
2: Mas a - go-ra_ vi-voes- ta,
8. Pois A mor-te quis bai-xar,
wees le - lu - iat
-eeee le - due - iat
«e+ le - lu- - ia!
1, Sal-va- ¢ao de gra-¢a a; a
2. E pra sempre rei- na-rd; a
3. Pe- ca - do-res pra sal-var; a102 CRISTO VOLTA
8.7.8.1.D, —8.7.8.1.D.
Frances Ridley Havergal (1838-1871
Tred. Stuart Edmund McNair (1867-1959) James MeGranahan (1840-1907)
1, Cris-to vol-ta bre-ve -men-te, Px raa- qui nomun-do ter,
2. Cris-to vol - ta! Nem mais pe-nas, Nem mais pranto, nem mais dor,
vol - ta! Nao sa - mos Em que di-a tem de ser,
1, Em Iu - gar de so - fri-men-to, Ma- jes - ta- de com po- der.
2. Nem mais sombra de e -ca - do, Nemmais fal- ta de vi-gor.
3. Mas es - ta- mos con- fi - a- dos, Que seu ros- to i-re- mos ver.
Z v
1. E-le voltaeemsu-a_ glé-ria Brilhaa re-ful-gen-te luz
2. E-le vol- ta pa-ra,a gié-ria, Su -ai- gre -ja con -du-zir,
3. A pa-ila-vra santaoa -fir-ma, E nado po-de-rd fa-lhar,
1, Dés-se di-a tio que-ri- do Dos re-mi-dos de Je -sus.
2. Pa- ra té-laen-tio con-si- go No ce-les-ti - al por-vir.
is-soes- pe - ra - te-mos Ver Je-sus a - qui vol -tar.
Ok! que re - go -ci- joo vé-lo Sé- bre to-dos ser Se-nhor!1. Je- sus desceu, a Bibliao diz, Do seu ce- les - te lar,
2.Je-eus morreu, a Bibliaodiz,E féz ex-pi- a-¢io
3.A Bf - blia diz que res-sur-giu, Da mor- te ven-ce -dor,
Bf - bliadiz que vol-ta-r4, A fim de nos le- var
bliadiz-nos que Je- sus No mun-do rei - na- ra;
1. A fim de 0 grande a-mor de Deus Aos homens de - cla -rar-
2 Do nos - so mal,e,as-sim, a-chou Ummei-o de per-ddo.
3.E des-dea-go-ra po-de ser QO nos-so Sal - va- dor.
4, Domundoe da tris-te- za,aqui, Ao seuben -di - to lar,
5. En-tio, Senhor u- ni- ver-sal, Lou-vorsemfim te- ra.104 O BOM PORVIR
7.6.8.6.D, com Estrib.
Robert Lowry (1826-1899)
‘Trad. Stuart Edmund McNair (1867-1959) Robert Lowry (1826-1899)
w
1,0. di-aa-le-gre che-ga, Radiante em san-ta luz,Quando ati-nal,
2. Ja - mais a voz doenga-no No mun-do se ot-vi- 14; Jamais ohorror
3. Por és-se di-aa -le-gre Sus-pi-ra a eri -a-¢io Em dor, a- qui,
v
1. ven-ci-do o mal,Vi -er rei-nar Je-sus.O Sal-va-dor do- mi-nio
2. do ten-ta-dor O po-voa-ili -gi- 1a; Masto-dos a ver-da-de
3. 0 - cultaem si, Sobdura es-cra - vi-d40; Mas,das tris-te - zas, do-res,
—— a
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oe tt ae eH
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1. Te-ra de mar a mar, E sob a su-a pro-te-cio Os seus vern
2, Sd-men-te fa - la- rao, E ao grande Deus,os santos seus, com gé-z0 a-
3. En-tio se li-vra-ra, Ao re- ful-gir, no bom porvir, A luz que
2, do- ra - Tao.
3, béngdo da.105
HANOVER
William Croft (1678-1727)O DESEJADO
06
1
8.7.8.7, com Estrib.
e se, Bee .
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ae107 ESPERAND:
1, Quando em ma-jes-ta-dee gid-ria
2. Pois as - sim co-mo su - bis -te
3. Com og nos-sos bem-a - ma-dos
z o
1. Re-mo-vi - - da entiove-remos Téda dor,
2.E nés, tu - - as tes-temunhas, Com prazer
3. Quando Tu, Je-sus, vol-ta-res Desfa
”
téda a-fli-ca0;
€ exal -ta- cao,
tdda opressio;108 CHAMADA FINAL
¥5.11,15.11, com Estrib.
James Milton Black (1856-1938) ROLL CALL
‘Trad, Albert Lafayette Dunstan (1869-1937) James Milton Black (1856-1938)
se ee
1. Quando Cris-to sua trombe-ta LA do céu mandar tocar,Quando o
2. Nes- se tio glo-rio-so di- a,Quando o crente ressur-gir E da
3. Li - da-rei en-t’o praCris-foTé o di-a ter-minar; Fa-la-
a =
oe te
ae S z 5 a
1. di-a mui glorio-so 14 rom-per,E aos re-mi-dos des-ta ter-ra Meu
2. gléria de Je-sus par-ti- ci- par, Quando os crentes ressurgi-dos o
3. rei doseu a-mor por nds a-qui.Quando,pois,findar a vi-da Eo
: wa > P
F = oo as ee
1, Je-susse incor-po-rar, E fi-zer-se entao cha-ma-da, la esta - re
2. sauda-rem no porvir, E zer-se entio cha-ma-da, l4 esta - rei.
3. la- bor a-qui ces-sar, E fi- zer-se entao cha-ma-da, ld esta - rei.
Eatribitho
fi- zer cha- ma da, Quando
Quan-do se fi- zer cha-ma - da, 14 es-ta-reil
OP a ae eon +
t
fi-zercha-ma --- -- da,Quando se
fl - zer cha -ma-da, 14 eseta-reil
Quando se
ra + *
r ee
Pee et
3p Bh eee eezer cha-ma-da,Quando se fi-zer chama-da, ld es-ta - reil
er cha-ma-da,
109 POR POUCO TEMPO
11.18.11.10,
Jane Fox Crewdson (1800-1868)
‘Tred, Stuart Edmund MeNair (1867-1950) Ira David Sankey (1840-1908)
1. An-seioa paz que qualum ri-o cor-re, E no. de-ser-
2. H& pouco tem-po pra ve-lar, o- ran-do, E contrao i
3. Porpouco tempo,as lam-padas ze-lan-do De-ve-mos, bem
P—9—0—1 0-9 — 9?
—————.
fo
——— a com -
vel sempreéaTa Em tu
glé-ria j6 sen- ta-doestis, A -ten-todado -- ra-
~The
pa
1, Po -
2. In - com-
8, Na
Ta - ¢&ol
to 0:
-es-teaomun-do vil Fa -- zer-Te nos-so irmfo!
éis Te vém pres-tar Com gra-
1. Com gra-ti-déo e de-vo-cio Tea cul-to ce-le-brar.
‘2. Pois Tu vi
8. Que teus fi-128 A REDENCAO
8.8.8.8: — 8.8.8.8.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) REDEEMING GRACE
Adapt, William Edwin Entzminger (1859-1930) Victor H. Benke
1. E - ter-noDeus, queremos nés Louvores a Je-sus can-tar;
2 Da vi-da és o Cri-a- dor, De Tiprovém _ ins-pi-ra-cdo;
8. De Cristoa cau - sa de-fen-der, O rei-no seu a -nun-ci-ar,
1,0 seu a- mor, a su-a cruz, A- ju-da-nos a ce-le-brar.
2. A-bra-sa-nos commais ar-dor Pra di-vul-gar —a_re-den- cdo.
3, A fa-ma dE - le pro-mo-ver; Eis nos-sa gid - -.ria sin-gu-lar!
*_ Bstribitbo
A gra-ca vin-da do al-to céu QueoSal-va- dor nos con-ce-deu,
}
=" f zSUNSHINE
n Rgbson Sweney (1837-1899)
9.7.9.7, com Estrib.
BENDITA LUZ
1920)
29
Adapt. SalomSo Lulz Ginsburg (1867-1927)
Kliza Edmunds Hewitt (1851-
1
ea do dia;
luz dos céus,
em Je-sus
ae
ben-di - ta, q
can-ta a-le-gre seu
ja novaemsan-ta re- ti
gee
3. Vi-
1
2.
4. Es -
pe
eterno Guia.
86 de Deus.
0 Mestre,o
a -cio-80 Deu
gan-ga graca ¢ luz.
te dom % us de amor!
Bee
ir Cris-to,
7m
guir
te paz,
-dor se- er
to, nos OZ,
al-mas a se
-taa-f&-vel e ce-les-
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Luz ben -
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erenteem CriJohn Robson Sweney
10.8.10.7.
BENEFICENCIA
com Estrib.
130
837-1899)
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‘Treodere Rodrigues Teixeira (1871-1
-ca- dor,
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8.6.8.6. 161.
William Hepburn Hewitson (1812-1850)
DEVIZES
Isaac Tucker (1761-1825)
SALMO 103:1-5
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di - - vi - - no a-mor.
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co-mo Bs
Con
Je -EBENEZER
8.7.8.7.D.
binson (1735-1700) NETTLETON
is Henry Nelson (1849-1931) John Wyeth (1770-1858)
1. Fon-te Tu de té-da bén-gio, Vemo can-to me inspi - rar;
2 C4 meu E -BE-N&-zER er- go, Pois Je-sus me so-cor - reu;
3. De-ve-dor A tu-a gra-ca,Ca-da di-ae ho-ra sou;
1, Dons de Deus,que nun-ca ces-sam,Que-roem al - to som lou- var.
2. E, por su~ a graca,es-pe-ro ‘Trans-por-tar-me pa-rao céu.
8. Teu des-va- lo sem-pre fa -¢a Comqueeu a-mea Ti, Se-nhor.
i yf
Lo—e—
|
1. Ao teu servoeaopo-vo san-to Pra lou-varmos-Te, bom Deus!
2. Ma-cu-la-doe vil, la-you-me, Com seu sangue,obom Je - sus.
8. Pa-raqueela,a todoins-tan-te, Glo - ri-fi-quea Ti, Se-nhor,133 EXULTAGAO
8.7.8.7.D.
John Boyle (1845-1892) Arr. George Cotes Stebbins (1846-1915)
——
1. Tri-bu-tai, 6 vés re- mi-dos, Gra-tos hi-nos a Je - sus;
2. Nes-ta_vi-da achais tris- te- zas, Mor-te, dor, se - pa- Ta - go;
3. Pa-ra as bo-das do Cor-dei-ro, O — re- mi-dos, en-tra - reis;
SS eee S te
1. Ten-des umahe-ran-¢a bo -a, A - bri- ga-daemsan-ta luz!
2. A - cha-reis no céu Tri-que-zas, Que ja-mais sea-ca - ba- rao.
3. E, de nd-vo, no seu rei- no, Vés do ca - lix be- be - reis.
(ee St ee
1, Poiscantai com a - le-gri-a, Que descan-so vés te - reis;
2. Na ci-da-de mui glo-rio-sa Rei- naCris-to com ful - gor;
3. E - xultai,sim, a - Jegrai-vos, Que ve-reis o bom Je - sus!
te 22», ! e “J
no der-ra - di
2. Naohd pranto, nem pe - ¢
do, Na pre
u sens gat
3. Louva- rei e - ter-na-mea-te Ao Cor-deiro cm saREINO. UNIVERSAL
34
1
HT-AM-RHEIN
wacl
Karl Wilhelm (2815-1878)
Justus Henry Nelson (1849-1981)
-ges, Lou-vor a Cris-to ce-
ym fer-vor, Oin-cen-s0 do lou - vor
~gdes,
hor, 6
ta voz,6 co
al -
Em
2 le-vai; Sin-ce-ros, gra-tos 20 Se-n
1, le- brai;
e -xal-tai A
dia di - vi - nal, Jus-
obt
Mi - se ~ ri - cé6r
Com to-doar dor,
ral a
Mn ------gua
li - to
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+ gae-ter-na,e-ter-no a-mor, De
Lti
2. Cristo, antor da re -den -|
Lii--to--ral A--pre- go - ai com to- do ar -dor.
2, pro-cla-mai Que rei-no dE---+--leos po-vos sio.
LOUVOR
135
3.6.7.5. com Estrib.
REVIVE US AGAIN
William Paton MacKay (1839-1885)
‘Trad, James Theodore Houston (1847-1929)
John Jenkins Husband (1760-1825)
1, Lou-vamos-Te,6Deus,Pe-lo dom de Je-sus, pornés pe-ca-
2. Lou-vamos-Te,6 Deus,Eaoteu Fi- lho de a-mor, Que foi mor -to, mas
8. Lou-vamos-Te,6 Deus, Pe-lo Es-pf - ri -to, luz Quenos ti - ra das
4.0 vem nos en-cher ce-les-te fer-vor, E fa-zer-nos fra-
i mor-to na cruz.
i -mo Se-n!
tre-vas Ea Cris -to con-duz.
ir teuA - ff-vel a-mor!136 ESTUDO BIBLICO
12.12.88.
Sarah Poulton Kaltey (1825-1907) John Goss (1800-1880)
- Com fal-
lei Ea ou-goa voz de Deus,
leou-vir A a--mé&-vel ing - tru-¢&o, Bao
Sim, Deus a - go -raes-té Tao per - to,
@Ou co - ra- cio; Massempreha-
ins ~me dos céus, Com res ve"
doo co--ra-¢0; Seu ser-vo hu-
fi--li--al, Di-zer-Lhe,em
Je - - sus aa-sim Vi- es @ - me en-si-nar a mim!
+,8 dees-cu-tar, Ou- vin-- doo gran-de Deus fa -lar,
8. ren -te a--mor convém Sa-ber o quees-sa lei con-tém.
4. mil--de, mas fi-el Tal co-moo in-fan- te Sa-mu -el,
6. bi- -no de lou-vor: «Es- cu-- to; fa - la, pois, Se-nhorl!»
137 O PAO DA VIDA
. 10.10.10.10.
Mary Artemisia Lathbury (1841-1913) BREAD OF LIFE
‘Trad. Henry Maxwell Wright (1849-1931) William Fiske Sherwin (1826-1888)
‘quanto, 6Salvador, teu livro eu ler, Meus olhos vem, sbrir;poisquero ver
beira-mar, Jesus, partiste o pao, Satis-fa-zen-doali a mul -ti- dio;1, Damera letra,além,aTi,Se -nhor;Eu venhoaTi, Je-sus, meu Reden-tor.
2. Da vidao pao és Tu, vem pois, assim Satis-fa -zer,Senhor, a mim,a mim!
Rte
138 A LEI DO SENHOR
Anénimo
HARWELL
Ml Mason (1792-1872)
y 0
1 {S4; bia jus-ta, san-tae pu-ra, E a lei do meu Se-xnhor;
* 1. Que cor ge a vi-daimpu-ra Do per-di- do pe-
g, { Do Se-nhor og bons con-se-Ihos, Jus-tos e be - ni-gnos sio;
" { Neél-les ve- jo, quais es- pe-lhos, Quanto é mau men co - ra - cdo.
Do Se-nhor o en-si- na-men-to
Do Se-nhor 1 resplande tes Ne -ia
2. Mais que o sol, resplande -cen-t
Mais que onal ®
Ne-la tho per-feito
Os pre-cei-tos do Se-
-oel = ++ toe
1, t4, pre-cei- tos E
e
2. nhor, I'- lu- mi-nam nos-sas men-tes Comdi - vi - no res-plendor.DIA DO SENHOR
139
LIAL
TOPLADY
Thomas Hastings (1784-1872)
Trad. George Benjamim Nind (1860-1932)
John Newton (1725-1807)
pai-xBo,
for -car
seu ven-cer,
Yor.
tis - faz!
-ta jé, 6 Deus!
can.
- Tes
-z0e paz 20
soe de lou
nos ga-
oO - ra - ciol
ag
aa
Ihor,
céus, Ma
11-1789)
DARWALL'S
John Darwall (173:
1927)
oe
ia de amor, Tao cheio de prazer! A]
Salomio Lulz Ginsburg (1867.
Domin
2 En
3. Es
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10, 6 dia P
icher-me ver, Senhor,De g6z0 emuita £6
~ pf-ri-to de luz, Oh! dé-meodom do
1.ipriratu-a san-ta lei.
rgreja esti-mu-lar!
2 todoo meu vi-ver,
tu-ai
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&
a
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res despertar E
~na-me, pois, meu dever, Dirige
'e, sim,
pe
Engi
8. gow bom Pastor.
2.11,.12.01,
DESCANSO AOS DOMINGOS
141
Anéntmo
Harm. John Walter Clancy (1844-1909)
Anténlo José dos Santes Neves (1827-1874)
terra, aos:
|do-mis
do dea-
ais pazea-le-
8 Sem mé-
4. Je-sus, eu bem
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2 Mi
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-zZa-mos,
Stes ve - re-mos
8. nu-vensde di - a, Cor
pe-ca -do, Eu
res go
4. dor e
1, ze-
2. le-142 PAO DA VIDA
LULA.
DISMISSAL
William Letton Viner (1790-1867)
0 da vi-da, p&o'dos céus, Pao de Deus & meu Je-sus;
jan - gue que Je-susver-teu E di--vi-no,é e - fi -caz;
: Vem, Je - sus,me aben-go- ar; En-che-me de Ti, Sennhor:
a
1, Pao que dé ao co-ra-cio A-le--gri-a, paz e luz.
2. - te sangueaoco - ra - cio, Fér-¢a, a-mor e _-vi-- da traz.
8. Pois al - me-jo Te ser- vir E Tehonrar, meu Sal
A--le-gri- a, paz e luz.
aoco-ra-¢do, Fér-ca,a-mor e vi - da traz.
Te ser-vir E Te honrar,meu Sal-va-dor.
143 A CEIA DO SENHOR
8.
6.8.6.
William Edwin Entzminger (1859-1930)
vel es-que-cer O
vel es-que-cer O
vel es-que-cer A gran-de sal --va -
je ce - le-brar, Em
mor, Se-nhor?
“fre
ghee1
ca - dor?
dor?
tan- ta
Jue mu - dao co -- ra -cio?
re - = den- ¢do.
SEEK YE FIRST
pe
jim, nos - - sa
-no! Pe-la £6 Tea-pro-pri-a -mos;
-nho pu-ro! Fonte de pe-re -ne g0-z0
8.8.8.7.
i = vi
- es-te ter, Vi- vi - daem
te nos tra-zer, g
VERA PASCOA
que vi
es-
vi
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teu so-frer,o teu pe-nar,
vi-da
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a
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1.6 Je-eus! 6 ve-ra pés-coa! Sus-pi-ra-da dos an- ti-gost
Cor -dei-roe-ter-noe mei-go, Dig-na-Te as-sis - tir a -
2 BomJe-svus, 6 pio di
8. BomJe-sus, 6145 BATISMO
8.6.8.6.
Willlam Edwin Enteminger (1859-1930) Asa Hull (1828 f >)
4. Mor-re-mos ao pe-ca-do vil
5. A vi-da no-va va-mos ter,
i
LO -no que mor-reu Por nés em
2.0 sal-vo pe- lo seu po-der ens pas-sos quer se -guir.
8. A- briu ca- mi-nho que con-duz
4. Eos er-ros dés-te mundo hostil
146 ALEGRIA VERDADEIRA
8.18.81.7.
COME, MY SOUL
SALVATION ARMY MUSIC
Henry Maxwell Wright (1849-1931) Harm. John Walter Clancy (1844-1909)
1, gi &-go-rao quemea-le-gra, Sei a - go-rao que me a-le-
2 Je-sus o quemea-le-gra, Je -sus, o que mea-le-OBEDIENCIA NO BATISMO
7
14
7.6.7.6.D.
MN
well Mason (1792-1872)
MISSIONARY HY!
Lot
Sslomfo Luts Ginsburg (1867-1927)
-do, Mas
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‘3 - gues te co.
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‘sus, con
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res - sur
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mal.
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tu-do, 6bom Se- -
OT aon
be -de--cer-Te Em
sus, le- - van - ta, Le--van-ta-nog do
No-vaou-tor-gas A quemse -
vem, vem a--ju--dar-nos A. semprea
vi- da
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sim, Je
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Mis -
2. As--- gio,
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Se-nhor.
dul-cor.
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2. Queele-vaaocéu o seu o-dor Em do-ce chei-roameu Se-nhor.
3. E traz-nos {6 6. mais a
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William W. Walford (1777-1850)
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-ra-rei com mais
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>to da- rei me-lhor lou-vor A meu Je-sus,
8, De-pois da mor-te, do pa-vor, En-to se -r!
2. En
C. Groos
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TL11.18.11,
PERSISTENCIA EM ORA
49
Ricardo Pitrowsky (1891-1965)
1
-mos née:
Ja- 0
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tis que, 6 Pa’
nos per
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2.
3.
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Fir-mes fi- ca-
de dar-nos
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mo - ra-res
di-dos, po-bres so
-var per-
4, De sal
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sem des-fa
. re-mos
4, béngtios, tens re-al
1, té-ria nes-
2. ran-do,
mais for-te, dé-
Pro-va -
38
Bs
ge
ok
ando for
Minos £6
&
Té
Qa
dof
pai - xo!
A‘150 PAI NOSSO
TLL.
HEN!
D. F. G. Henri Abraham Cesar Malan (1787-1884)
1. Nosso Pai, que estésnoscéus, ésrodeadodeesplen-dor, Nome teu san-
20 teu rei-no tenon cent, Male bri-iha a luz Sem véu; Se-ja. feitoo
8 Ca-da di- 0 nos-so pio, Queanéstodos d& vi - gor, Da-nos ho-je,
4. Vem,Senhor,nos per-do-ar, Comonéscom to-doamor, De-se-ja-mos
5. No fa-ror'da ten-ta-glo, Quenospo-de ser fa - tal, Naonosdeixes,
J. ti- fi-car Vi-moscom ar-den-te a-mor, Vi-mos comar - dente amor.
2 teuquerer Tanto a-quico-moéno céu, ‘Tanto a-quico-mo é no céu.
3. nosso Deus, Pe -lo teu be-nignoa- mor, Pe-lo teube-nigno amor.
4, descul-par | Nos-so de-ve-dor mai - or, Nos-so _de-ve-dor maior.
6. pois,ca-ir, Li-vra-nos de to-do mal, Li-vra-nos de to-domal.
151 COMUNHAO
8.7.8.7.8.7.8.7.171.
Euen Lakshmi Goreh (1853- 7 )
‘Trad. Myron’ Auguste Clark (1866-1920) George Coles Stebbins (1846-1945)
ho-ras Na pre - sen “5a de Je-sus,
jo De cui- da-dos ter reais,
res, TO-da a minhs imper- fei- cdo,
do-ce E’ com Deus ter co-mun »fae sda
e3ee tere
Hu ae
anes S826
ag a0g aged
8 wags oan
Ww dade sae
so AB goed aqek
“ee eos Skok
ges ase egade
de Skea ag
-. Regs Base
age aan Boge
Boge ayaa deed
Beg Rood g283
aie $ ite fae
sees ne EE
age Soha que
ghee Sata | Soe
hp Begs dik
Snad Aoleid
1
2
3B
4,BRADBURY
8.7.8.7.8.7.18.71,
PASTOR DIVINO
Trad. Sarah Poulton Kalley (1825-1907)
HYMNS FOR THE YOUNG (1836)
Dorothy Ann Thrupp (1779-1847)
152
> gar,
ver;
Gao;
-go fa-ze
-co teu, Se-nhor;
-de pe-ti-
2
E
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(6s, que n
pe -T
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Nos-sa humil-
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desgar-ra-- do
-cu-tao ré--
po-bre
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-ve-nos, Pastor di - vi- - no,
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1,
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8.
4.
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~ var,
-tor;
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-& vou ou -vir;
ce-ra de™ vo - gio;
De -se phy mos Te a-do
Fa-ze-o8
No re- ga-
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-+ do,
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F}
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~ ba-nho con.
pobres en-
To-mao ten-ro cor-
Tea re
2. Chama os
4. Vemen-cher o teu
1,
3.
ar.
- dir.
“G0 =
-cu
ce - les-te e do-
ce a-mor,
- sho.
~ Fe-mos,can-ta - re-mos Tu-a a - f4-vel pro-te
‘VO a-ben.
ig-na-Tea
ee.
tre,
g08
=
‘do, Cris-to a-mado, Vem teu
fermos Mes-
, di-lheos pastos De
fer-mos,
fe
pas-1
~ is
ee
. Cris-to a-ma-
|
1
2. Aos en
8. Da-lheos
4. Can- ta
Ler
ee153 PERDAO
71.6.7.6.D.
Anténlo José dos Santos Neves (1827-1874) Ira David Sankey (1840-1908)
1. Se aqui, Se-nhor, bem pou-cos Te vém can-tar lou - vor,
2. Je-sus, ao po-vo ins-pi-ra, Tu,queésver-da-dee luz,
8. Se-nhor, Tu das sus-ten-to Ao mun-do,com po - der,
1. Eaosvis pra-ze-res lou - cos Pre- fe-rem teu a - mor,
2. Que-bran-ta-Iheamen-ti-- ra, Das tre- vas o.con - duz.
8. E dés-Ihe man-da-men-to Pra Te re-¢o-nhe-~- cer.
1. O que im-pos - sf- vel se
2. Da ce-ga i-do - la - tri --a, salva-~o,meu. Se - nhor!
8. Po- rém aosque re-jei --tam A sal-va- Jo eg cruz,
-formaemela-ro di-- a
gra--ca nio a -cei - tam,
SS —_——_——=.
ep i —
Sa po
Yt — +44154 FIRME NAS PROMESSAS
11.11.11,9, com Estrib,
Russel Kelso Carter (1848-1928) PROMISES
‘Trad. snénims Russel Kelso Carter (1848-1928)
1, Fir-me nas promessas do meu Sal-vador, Can-ta-rei lou-vo-res ao meu
2. Fir-menas promessas nao i - rei falhar, Vindoas tempes-ta-des a me
8. Fir-menas promessas sempre vejoassim Pu -ri- fi-ca-cdo no sangue
4. Fir-menas promessas do Se-nhor Jesus, Em a-mor li-ga-do com a
1, Cri-a-dor. Fi- co, pe-los sé-cu- 0 do seu a-mor,
2. consternar; Pe-lo Verboe-ternoeuheide tra-balhar,
8. pa-ramim; Ple-na li-ber-da-de go-za-rei,sem fim,
4. 6u-a cruz, Ca-da di-a mais a -le-gro-me na luz,
messasde Je-sus, Fir --- - - me, fir ------me,
Fir-me, sem-pre fir-me, sim, uss pro-met-sas de Je-eus.
Frr-1 de Je- Mestre.Fir - - - - -
me nas promes-sas sus,mea
fir- - +--+ --me,
Bas pro-mes-saa de’ Je -QO GRANDE AMIGO
55
1
4
8.7.8.7.D.
CONVERSE
Charles Crozat Converse (1832-1918)
Scriven (1620-1886)
‘Trad. Catarina K.
ph
Taylor
‘mao,
nos a mio,
- do que umir
ga:
na vi-da ten-ta- -¢io;
is -to esten-de-
2, Te-mos li-das
8. Ese nésde:
sao!
9.
ra
stoem 0 - ra - gio,
-fdgio em-o-ra
le man-da que le--vemos Tu-doa Deus emo
Indo a Cris:
Pois 6 sempreancs-sa fér-ca E re
g-
2. Nao fi-ca-mos sem con -fér-to,
1
3.
que dor no
De tio gran-de
Cris-to 6 nossoem o -ra
a-mi-go
-mos sempre, Oh!
tro
Se és-te mun-do nos des-pre-za,
ou-
Oh! que paz per-de-
2. Ha - ve-ré am
3.
1,
la -
doa Deusem o - ra - ghol
nos dé con-s0-
E
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§
3
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2
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8
he
va-mos Tu
sus Cris-
1, S6 por-que nés no le
2. O8 con-tri-tos Je
Em seusbragos nos a- -co-lORANDO SEMPRE
156
10.10.10. 110).
11.10.11.
Charles Davis Tillman (1861-1948)
Manuel Ayelino de Souza (1886-1962)
1.0 b
d&-nos
gue mui-tos
ter a
Sim, tu-dos
a2 §
e@ pe -ca -
edo- ce
‘aus, teu Fi- Iho a-ma - do,
sas cul-
san-
2
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2 Ber dora as nos
ae pri-vi-Ié - -
3° Ei nos diz Re.
8.
4,
no-
mos fir-
&-- zea, va-
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Eem seu ben - di - - to
A - qui es - ta
+ der;
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i- da de
jis dé-beis so.
e vi-
le - va-mos nao-ra - ¢&o;
de Cris -to o Sal - va - dor;
4,
1. gra-ca
2. so, poi
ae
de ven-
atu-a
os de fer-
sa pe- ti-
-$
+ tes, chei-
ou - tor + for
|-des, no oo vin,
le-gres, for
fa - zen - doa nos
Com £6
fo -
Se
4 mes ao man - da - do,
fas --ta-
1. ma co-mo
2. mos a
8. me aDeus louesse
Nos-sa0-ra-¢ao _res-ponde,6 Pai de amor, E nes-te mundo
A Ti cla-ma - mos,cer-tos do per- A arre-pen-di-dos
ght que pra-zer —_glo-rio-so,a Deus Pois é queimar in-
vem, Se-nhor “a - go-ra transmi Po-der e gra-ca,
== ee Sea
1. dé - nosteu fa-vor! E nes-temun-do d4-nosteu f4- vor!
2, mos- tra com-pai-xio! A arre- pen-di- dos mos- tracom - pai-xaol
8. cen--90 sébreoaltar! Pois é queimarin-cen- go s6-breo alter!
4, vem -nos as - sis-tirl...Po-der e gra-a, vem-nos as - sis - tit!
157 VIVIFICA-NOS, SENHOR
Henry Maxwell Wright (1849-1981)
8.7.8.7.
John Robson Sweney - (1837-1899)
Im-plo-ra - - mos,es-pe - ra-mos, Vi-vi - fi - - -ca-nos, Se-nhor!
Amplo-ra-m¢O
58
1
Manuel Ay
EM ORA
de Souza (1886-1962),
Hutchison Gabriel (1856-1982)
-ti-
&,
pe-dir a
per-tur-bas nos-sa paz,
-Ve a nos-sa
Qu
De
Que
Eem hu:
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-dei-
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Jue nos guar-des no de -
re - ves-
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ta- nds;
- VFA com a - mor
nos
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- 80 Su ~ pli - car de co-ra-
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Der -ro - tar-mos Sa
3, Nes-te an- Bio.
Ben-fa - -ze -
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tre
1. Te fa - ze-
-80 Mes-
3. Pa-raem to-do o tran-sea
2. Nos.
fa 7ge.
ten
i = ve
im, te--mi-vel
Doin-fer -nal en-ga-na
For -cas no-vas
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e vil corte =
‘vra-nos, 6 Pai bon
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Pois da tu
1.
8
Li
2, Do ma - li-
sem-pre traz,
me de Je-
ce Feitaem no
-8a pre-
6 Deus, a nos.159 MINHA ORACAO
10.10.6.6,6.4.
James Theodore Houston (1847-1929) William Howard Doane (1832-1915)
pee
1, Di-ri-joa Ti, Je-sus, minhao-ra-gio, A Ti que tu-do vés
2, Di-ri-joa Ti, Je-sus, minhao-ra-cdo, Do mal que pra-ti-quei,
8. Di-ri-joa Ti, Je-sus, minhao-ra-cio, A Tiqueampa-ro és
4, Es-cu-ta, meu Je-sus, es-tao-ra-ci0, Quehumil-de fa-coa Ti
ve -nho Te a-do - rar, Tua gra-ca
Tu, 6 meu Se-nhor, Pro - - pi-cioao
vem me con -so - lar, Mi - nha al-ma
és meu Me-dia - dor, Meu Rei e
1. eu - pli- car; 0 vem me a-ben-go-ar, Vern j4,meu Deus!
2. pe - ca - dor, Con - ce-deemteu a-mor Ple -no -dio!
8. con- for - tar, Pra nun-ca mea-fas-tar De Ti, Se-nhor!
4. Sal- va - dor; Pos - sa eu em tea a-mor Sempre vi- ver!160 A FE CONTEMPLADA
11.11.11.9. com Estrib.
: James Rowe (1865-1933) Bentley DeForrest Ackley
asi
19, 2.8 @ 3.8 estrof
(1891-1965) 172-1958)
Adapt, ¢ 4.4 estrofe: Ricardo Pitrowsk,
1. Deus pro-me -te grandes coi-sas con-ce-der A qualquer que pe-¢a,
2. Deus tem pro-me-ti-do aquem ndo du-vi-dar Dar-Ihe tu -do quanto a
8. Deus j4 grandes ma-ra - vi-lhas o- pe-rou Por alguém que fir-me
4. Sim, crei-a-mos no que Deus nos pro-me-teu, Poisjamais de-son-ra-
res-pos-ta,sem na f6 en-fra-que-cer,
leo pro-me-teu _e nao i-ré ne-gart
8 ue da pro-messa emna-da du - vi- dou!
-le cum-pri-r4 pro-mes-sas que nos deu!
1-2. Su-a fé Jesus contempla-ré.
84, Jesus Cris-toa fé contemplard,d
i
3
3
2
a
&
:
a
3
BS
a
3
5
g
a
PODER ESPIRITUAL
161
John Ellerton (1826-1893)
ELLERS
Edward John Hopkins (1818-1901)
a
Trad. Ssloméo Luts Ginsburg (1867-1927)
i-aem
m- plo
vie
ar No meu
83
Le,
ra
-nha
$a pra tes
-sus, 6 vem me
a-vi--va mi
-zer em mi
Je
#4
;
He
dor
for-
teu trans =
falar
4. ver,
=-no + vader.
tu- do oqueé car-nal.
ri- to re
sa
ri -to re-no - va-dor.
ta de fer-vor, po-der.
‘pi
‘pal
= pi
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78 san-ta mio,
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2. gui-
1.
8.162 VIGIAR E ORAR
11.10.11.8, com Estrib.
ia, Zuberbuehler (1833-1893)
Alfredo Henrique da Silva (1870-1950) De PSAUMES ET CANTIQUES
SSS SS
1. Bem de ma-nhi, em -bo-rao céu_se~ re - no Pa- -re-¢a um.
2 Ao mei-o di-a,e quandoos sons da ter-ra A - - ba-fam
3. Do di-aao fim, a - pds os teus i -da-res, Re - lembraas
4. EB gem ces-sar, vi- gi-aa ca-da ins-tan-te, Que o i - ni-
a calmoa-nun-ci--ar, Vi- gi-a @ 0-rajo co- ra-¢ao pe-
2, maisdeDeus a voz deamor, Re-cor-re ao -ra-cao, e- vi-ta a
3. bengdos do. ce-les-te amor, E con-taaDeuspra-ze-res ¢ pe-
mi-go ata -ea sem pa-rar. 6 com Je - sus em eo-munhfo con-
Eatribilho
=
a
J, que-no Um tem-po- ral po-doa-bri - gar.
er-ra go-za paz com o Se-nhor.
3. fa res, Reixando sm ua - as mien 8 dor.{ Bem de ma-
4, tan- te queo fi-el vai tri- un - far.
ae
nhi, @ sem ces-sar, Vi-gi- ar, sim, e o - rar!163 DESEJOS
1.6.1.6.D.
Ssloméo Lulz Ginsburg (1867-1927) Josiah Booth (1852-1929)
1. Eu co-nhe-cer de-se-jo Oa-mor do meu Je-sus,
2. Re-pro-du-zir al-me-jo A vi-da de Je-sus;
38, A-mar e-ter-na-men-te De - se-joa Ti, Je- sus;
1. A. glo-ria sem-pi- ter---na Do rei-no do meu Deus.
2, Ser man-so, ser hu - mil--- de, Tambémser-vir a Deus;
8. Pois Tu Por mim so - freg - - te A mal - Gi- so da cruz.
1. Eu a-prender de- se -- jo A san-tae bo- a lei,
2. Eu a-pren-der al- me jo Com Je - sus Cristo o- rar,
8.6 Sal-va-dor, con- ce - - de Que alean-ce teu a - mor;
1, Cum-prir 0 seu-man-da-to, Com td-daa su-a_ rei.
2. S0--zi-nho na mon-ta-nha Com o Se-nhor fa - lar.
8. A mim, o- ve-lha tu- a, Con-tem-pla com fa - vor!164 REVIFICACAO
1.2.7.2, com Estrib,
AM TRUSTING
1
Henry Maxwell Wright (1849-1931) De SALVATION ARMY MUSIC
1, Tu que s6-breaamar-ga cruz Re-ve-las-te teu a- mor,
2. Eis o mun-do ten-ta-dor Pro-cu-ran-do nos tra -ir!
8. Quantos, que cor - ri- am bem, J& nao maiscon-ti - go vio!
4, Vema-go-ra con-su-mir Tu - do quanto, 6 Sal- va-dor,
yvi-ves, 6 Je-sus! Vi- vi - fi- ca-nos, Se-nhor!
fo-goa-bra-sa - dor Prestoes-ta- mos a ca - ir.
. Ou- seguem,mastam-bém Fri- os, sem 4@- mor es - tao.
4, Quer,al - ti- vo, re-sis- tir Ao teubran-doe do-eea-mor!165 ORACAO
8.7.8.7.D,
Melodia alema
Raphael Camacho Pages (1900-1969) De BRUDERGEMEINE (1740)
Pai ce -les- te, Deusben-di- to, Ma-ni--fes-ta teu a-mor!
"2A _teus pés eis-nos pros-tra-dos Im -plo- ran-do teu fa- vor!
2 Nes-ta vi-da tdo pe -no- sa Vem, Se -nhor, nos con -so - lar! }
Aos a - fli-tos e can-sa-dos Mos-tra teu &- mor sem par! j
3. Nos-sas cul-pas e de-li-tos Tu n Fo, des per-do- ar!
Vem gui-ar-nos no ca - mi-nho Que con- duz ao san- to lar!
1, Aos gee ja-zem no pe - ca-do Mos-traa luz da
2. Nas fra-que-zas d& con - fér-to, Au- men-tan-do nos-sa fé,
8. Por Je-sus, teu Fi-lhoa-ma-do, Nos -so e-ter -no
i-lhar em nos- eas al-mas, Tu, 6 Sol da
-man-do, com bon-da-de, Sobre a
nés Te su - pli166 AS PROMESSAS DE DEUS
11111111.
George Keith ADESTE FIDELES
Ba SELECAO DE RIPPON (1787) De CANTUS DIVERSE (1751), de
‘Trad, William Edwin Entzminger (1859-1930) John Francis Wade (c. 1710-1788)
1, A--ca-so po-- df- g-mos nés_con-se-guir Mai-or
2. Ohl nun-ca te-mais,B-leas-sim nosfa-lou, Sim, to - dos os
3 Por di- fi-cul--da-des te-reis de pas-sar, Ne-nhum em-ba-
4, Sim, aalms queemCris-to se re--fu-gi-ou, Oh! to- dos os
1. ran - - do que pos-su -ir- As lin-das pro-mes-sas do
diss. ae con-vos-coEues - tou; O vos-so sus-ten-to se-
8. ra ---¢0 vos de-ve espan - tar; Con - vosco Eu es - tou pa-ra
4. di--- as com e-laEues - tou; Por mais queo in - fer-noa pro-
Deus,
2 rei, e de- vei
8. vos pro-te -
4. cu--re per-der,
1. seus, Fir- ma --das na Bf---blia pra to- dos os seus.
2. éis, Em mim con- fi - ar; sem-pre sé-de fi
8. rer, Eo mal Eu fa-rei pa-ra o bem con -cor - rer.
4. rer, Ja- mais po-de-ré, pois Eu vou so -cor-rer.Ira David Sankey (1840-1908)
8.7.8.7, — 8.7.8.7,
ira (1850-1934)
Guilherme Luis dos Santos Ferret
16
dor,
@- mor;
g
8
3
g
e
g
g
a
oa voz do ten-
te Ou.
vi-da A minha alma em teu
i - I
te,
8. Re - di-mi-da, 06 tem
ci
do res-ga-ta-do Foi na cruz
va -
cae
tan-
Meu pe
2. Sehe-
L
Se - nhor!
vras-te Tu,
~ nas ven - ce - dor,
de-voa Ti, Se -nhorl
li-as E me tor
te sor-te, Me I
-te, tris -
1+ as, me auxi -
1. Eda mor.
-pre-¢0, re - co-nhe-co, Quanto
2. Ta me gui
8. Coma
ee
sane
bi-taem mim!
+ to, Bemsem fim!
Je~- sus, ha
6
-ma vi- -va cha-ma Em meu ‘pei
-fla
g
:
i
é
3
é
&
a
Vem! in168 CHUVAS DE BENCAOS
8.7.8.7. com Estrib.
Dantel Webster Whittle (1840-1901) SHOWERS OF BLESSINGS
Trad. Salom&e Latz Ginsburg (1867-1927) James McGranahan (1840-1907)
1, Chu-vas de bénedos te - re-mos; & a pro-mes-sa de Deus.
2, Chu-vas de bénedos te - re-mos, Vi-da de paz e per-dio.
8. Chu-vas de béngdos te - re-mos, Manda-nos j4, 6 Se-nhor!
4. Chu-vas de béngdos te - re-mos, Chuvas man-da-das dos céus;
1. Tem-pos ben-di- tos ve -re-mos, Chu-vas de bén-cdos dos céus,
20s pe-ca-do-res in--di-gnos Gra-ca dos céus ob - te - rao.
8. D&é-nos a - go-rao bom fru-to Des-ta pa - la-vra de a-mor.
4, Bén-céos a to-dos os cren-tes, Béngéos do nos - so bom Deus.
Chu-- - --vas de bén-cios, Chu-vas de bén-¢dos dos céus;
(Chu - vas, chu - vas169 MAIS DE CRISTO
7.7.7.2. com Estrib.
Eliza Edmonds Hewitt (1851-1920) MORE ABOUT JESUS
‘Trad. Henry Maxwell Wright (18491931) John Robson Sweney (1837-199)
1, Mais de Cristo eu que-ro ver, Mais do seu a- morob-ter,
2 Mais de Cris-to com-preender, Que-ro a Crie-to o-be-de-cer,
Ph
==
a et + —
ee
pt —
a eo
1. Mais da su-a com-pai-xio, Mais da su-a man - si- dio,
2. Sem-pre per-to dE-lesndar, Sea a- mor ma -ni- fes-tar,170 ORACAO DE CONSAGRACAO
11.11,11.11,
Philip Paul Bliss (1838-1876) MINHA ORACAO
‘Trad. Anténio Ferreira de Campos (1866-1960) Philip Paul Bliss (1838-1876)
ww
de - tes - tA -vel, sim, se - Jame o mal, Mais calmaem
fa-ze, mais sd -bio, Se -nhor, Mais fir -
fa-ze, maissantoemJe - sus, Mais do
eo =
1, con-sa-gra-gio, Mais gézo em ser - vi - lo, mais gra-tao- ra - cio.
2. triste ao pe - car, Um -lho sub-mis-so, mais prontoem a - mar.
8. 0- bras a- qui, Do céumais an-sio-ao, mais vi - da por Ti.
eh
(23-p———— —— P
>— ee
— <<< oo ee —
171 AVIVAMENTO
Albert Midiane (1825-1909) - ~~
Adapt. Fanny Jane Crosby (1820-1915) REVIVE THY WORK, 0 LORD
‘Trad. Salomao Lute Ginsburg (1867-1927) William Howard Doane (1832-1915)
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oT a4 8 te
vi- va - nos, Se-nhor! Oh! d&-nos tea po - der!
per -ta = nos, Se-nhor! Oh! fa-zo~nos fru -- ir
no - va —- nos, Se-nhor, Ins- pi -ra mais a - mor,i
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da-
&racae ab-ne
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cas bén -
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8. ri-
Mais zé-
i-ao fo-go doal-to
Eis nos-sa pe - ti- cao!
A ~- vi-va-nos, Se-nhor!
Se-nhort
CADA DIA
172
Josiah Conder (1789-1855)
MERCY
Arr. Louis Moureau Gottschalk
(1829-1869)
LEILA,
in Enteminger (1859-1939)
Adapt. William Edw
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= 361.«Fa- -ga-sea luz!» Ou-ve-nos cot
2. Nos-so Je--sus. Ce-gos, hé cl
8. Em nés pro- duz; Paz, zé@- lo,
4. D&-nos a luz! Pai!san-to 6
Nao bri-tha com ful - gor,
Den-tro do co--ra - cio, Fa - ca
Cum-pra-se teu pra-zer: Fa - ca
Ter -no Con - so - la- -dor, Fa - ca
175 MINHA ASPIRACAO
Adelaide Addison Poltard (1862-1938) POLLARD
Trad, Wiliam Edwin Enteminger (1859-1930) George Coles Stebbins (1846-1945)
1. Cristo, bom Mestre, eis meu que-rer: Ta - a von-ta -de sempre fa-zery
2, Cristo, bom Mestre, eis meu que-rer: Mais santi-da-de de vi-da ter;
3. Cristo, bom Mestre, eis meu que-rer: Té-das as minhas faltas vencer;
ze-me for-te pra re-sis- tir Duras fraquezas que possam vir.
ze-me fir- me, Cristo,meu Deus, Pra niodeixara senda dos céus,
8. Fa-ze-meri-jo pa-ra lu--tar, Para a vi- té-ria sempre ganhar,176 TEMPO DE SER SANTO
11.11.11,
William Dunn Longstaft (1822-1894) HOLINESS
Trad. Saloméo Lufx Ginsburg (1867-1927) George Coles Stebbins (1846-1945)
1, Tem - po
- le-ves to - mar,.
2. Tem - po ser ~ “70 le-ves a - char,
8 Tem-po de ser Br - te tu de-ves bus - car,
4.Tem-po de ser “u - til ta de-ves guar - dar,
Vi- ver com teu Mes-tre, seu li - vroes- tu
A 868, Sem-pre o-ran - do, com Cris - to fi_- - car,
8.0 | Mes-tre se-guin-do por on - de gui- ar;
4, Mui cal-mo nas lu- tas em Deus con - fi- - ar:
. An - ¥o, e aos fra - cos va - - ler,
2. Teus o - lhos bem --tos em Deus sem- pre ter,
8. No gé-z00u tris - te - za sem-preo-be - de - cer,
4, So - cor-re os a-- fli--tos, re- ple- to de a-mor,
de Deys sem-pre ob - ter.
pro-var seu po - - der.
ja - mais te es-que - - cer.
do teu Sal-va - dor.gs 3
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1, Mor-reu
8. Va
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~ sus, Je-sus 60 Sal-va-dor, E nem h& ou-tro Me-dia- dor;
Je
t& por nés no céu.
-le que por nés morreu, E vivo es
Foi EB—£ JESUS QUEM SALVA
6.7.7.7.6. com Estrib,
7 (1826-1899)
‘Trad. Stuart Edmund MeNatr (1867-1959) Robert Lowry (1826-1999)
—— —
pt FFF
4 YF rt er
— a oS —
sal- va! Mesmoo la -gri- mar sem fim,
2.Q-bras néo me sal-vam! Meus es-for-cos sem ces - sar
8 Q - ra- gee nto sal-vam! A- -pe-sar do seu fer - vor,
4, Je -sus quem sal - va! + le a o--bra con - su - mou,
1, Ja-maisman-cha car-me-sim Po--de-ra la-var em mim;
2. Nao me po-dem transfor-mar, Nemmeusma-les ex- ~pi--ar;
8. Pe - ti- cdes ndo tém lor’ Pra sal-var o pe - ca- dor:
4. Meuspe-ca-dos ex- pi -ou, Com seu san-gue me la - vou;
mim morreu; Por seu sen-gue que ver-teu P6-de assim sal-var-me!TEUS PECADOS
‘Métrica Irregular
Crosby (1820-1915)
187
CRIMSON
)
William Howard Doane (1
m Edwin Entzminger (1859-1930)
%
dos céus!
fa-
*
j& a vozdoscéust
ji a vou
je - las nao se lembra mais!
De - las niio se lem - - - - bramais!
a-ve j
-ve ji
a
dos Brancos, brancosse fa-rdo;
+ ca-dos Brancos, brancosse
= cae
as culpas;
Deus te cham:
teus pe
teus pe
dor, Deus te cham:
~ ca-dor,
- ca-dor,
= ca-
dor,
Des-fa-ré tu - as culpi
-fa-ré tu
Pe
Pe
Pe - ca-
Pe
Des.
uf
2
a
nhor.
sus, Se
sa-dos!y Diz Je
i
3
In-da que se------ jamver-me-lhos,Co-mo 18 se - réo;
2. B-leé tio bom .... qu&o a-mf&-vel, Compas-sf-vel 6;
Estribilho
Im-por-ta re-nas - cer!202 JESUS TEM O PODER
6.6.8.6.D. com Estrib,
Ricardo Pitrowsky (1891-1965) Daniel Brink Towner (1850-1919)
hes
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se
1, Je-sustem o po- der De as culpas per-do - ar A quem, ar-re- pen-
2. Je-sustem o po-der,Re- al de con-ver-ter O mais re-bel-de
8. Je-sustem © po-derDe dar-nospro-te-cio! A a-tri-bu-la-dos
1. dido,a Deus,Com f6, se con-fes-sar. Je-sus tem o po-der, Oh! gra-
2. pe -ca-dor, Tor-nando-on6-vo ser. Je-sus tem o po-der De sem-
8. co-ra-cdes Da-r& con-so-la - ¢dol Je - sus tem o po-der De,quan-
£
1, gas ao Senhor! De dar completa absol-vi -¢ho Ao po-bre pe-ca- dor.
2. pre nos guardar, E assim ninguém das suas mios Nos pode arre-ba-tar!
8. doofim che-gar, Cercar-nosdea-le-gri-a e paz Ea gid-ria nos le- var!203 OLHA PARA CRISTO
tet ete
Menry Burton (1840-1930) DIMAS
Trad. Leénidas Philadelpho Gomes da Silva (18541919) Philip Paul Bliss (1838-1876)
-Iha pa-ra Cris-to, o-tha pe-ca-dor, Pois por ti tra
ihe Basta Gee ste ee por ti mor-reu; Pe -los teus pe-
po-der das tre-vas E -le con-quis-tou, O ter-ror da
oe
1. gou 0 -lix de amar-gor; Té-da a tu-a cul- pa Cris-to
7 dos B-le pa-de-ceu. B - le dor a= mar-ga id na
8 mor-te ja -ni-gui-lou; Kiso vou ras-gu- do, em do
pa-gou, To-do o teu pe - ca. do s6-bre Si to - mou.
2. cruzaen- tiv, Por seu aan-gue pu-ro, Cris-to te re- miu.
8. céu a luz, Tu-does-té cum-pri- do; o- lha pra Je- sus.204 RECONCILIAI-VOS
12.10.12.8. com Estri.
Ricardo Pitrowsky (1891-1985) Anénimo
1. Fis a_ordem dos eéus,do _nos-so Dens © Pai: To-do pe-ca-dor
2. VindeaDeussem recei -'o! Cris-to ja re-mia To-do po-ca-dor
8. Deusndo da sal-va-pio A- quéles que ndocréem! Todo pe-ca-dor
i-do pe ca-dor
SS SS
1, venhaaoSal-va-dor! _ Poisnio quer queninguémse perca!Oh!es-cutai!
venhaa Cris-to,o Sal-vador!
2. porseugrandeamor! Da perdio aosque créem;pois F:- le o ga-rantiu!
Por sew grandee terio amor!
3. tem o seu fa-vor Quando humildee contri-to a Jesus Cristo vem!
em-pre tem o eu u favor!
Re-con-ci- -liai-vos j& com Deus! Eis o man--da-
com Deus}
do que vem dos céus
Aos pe-ca--do-res per di-
que vem dos céus 8wo
liai-vos j4 com o nos-soDeuse
Pai! Como nos-so Deuse Pai!
of
© MINHA ALMA,
8.7.8.7.4.7,
205
Henry Maxwell Wright (1849-1931)
1. 6 minha alma,sem de- mo-ra
2. Mi- nha con-di- glo tao tris-te
8. Con -de-na-do jus-ta-mente,
4. De meuserimesear-re- ga-do,
cad - 2
SEM DEMORA
i.71.
210N
Thomas Hastings (1764-1872)
N N fy 4
Er-gue-te paraen-to- ar Os lou-
Co-nheceu meu Sal-va -dor,E dos.
Quepo-di-a eu fa-zer Pra li-
La na cruzemmeulu- gar Foi Je-
ft fee
bh 1
x
~
1. vo- res do teu Gris-to E seu no-me ce-le-brar! Pra re-mir-te
2, céusdesceu &
ter-ra Pa-ra ser meuReden-tor, Oh!quaogrande
& vrar-medessa pe-na, Q per-diopra me-re-cer? Q. seu fan que
sus cru-ci-fi-ca-do A minhaalma pra sal-var! Vin-de to-
®
Quis Je-sus por mim ver-ter!
4. J& co-mi-go a -do- rar!
~
ju-a vi-da te quisdar! Pra re-mir-te Su-a vi-da tequis dar!
© a-mor do meu Senhor! Ohlquaogrande Eo a-mor do meu Senhor!
seu san-gue Quis Je-sus por mim verter!
in-de to-dos,J& co-mi-go a - do-rarl206 PROMESSA GLORIOSA
8.6.8.6, com Estrib.
Manuel Avelino de Souza (1886-1962) Samuel W. Beasley
i- t6-ria co-moa de Je- sus, Nin-guém ja- mais ou - viu,
uebén-cio pa-rao pe-ca-dor Po-der a- char per- dao,
Deus, pre- cio-so é teu fa - vor Que por Je-sus tu das
tu que es-tés naes-cu - ri- dio, SemDeus,sem fé, sem luz,
5}
RL Ste:
ooo
. Mor-ren- do nu-ma ig-no - bil cruz A
2 Go- zero dom con so - 1a - dor Dae ter-na, 1
.o mais in- di-gno pe -ca-dor Queem -cu - ra paz!
4, Es - cu- ta a voz Se Rag, B ren-de-te a Je - sus!
22
=
=== SS SS207 MENSAGEM_ REAL
12.12.12.8. com Estrib.
Eijah Taylor Cassel (1849-1950) CAREEL
Trad. Ricardo Pitrowsky (1891-1965) Flora Hamilton Cassel (1852-1911)
o
1, Sou fo-ras-tei-ro a-qui,em ter-raestranhaestou; Do rei- no
2: or-dem do meu Rei que to- do pe -ca- dor Ar-re-pen-
3. No meu e-ter-no lar ndo ha per -tur-ba- ao; E - ter- no
SHEA ee
y
1, 14 do eéu em-bai-xa- dor eu sou! Meu Rei e Sal-va-dor vos
3. di-do ja con-fes-se ao Sal-va-dor To- do pe -ca-do seu; pois
3. g6-zoe paz os sal-vos fru-i- réo! E quem o- be-de-cer a
ay Estribilho
1. mandaemseu a-mor As bo-as no-vas de per-dao. |
2, £ --le pro-me-teu Dar o per-dio por seu a - mor, ; Eis a men-
3. Cris -to, vai vi-ver No rei-noe-ter-no do meu Rei.
4 od =
f “fa
bey weit
pe
gemqueme deu A-qué-le que por nés mor- reu: «Recon-ci-
(2 @_@ 2. Ip, #
4 —. ef Pt
ae gi fpae se
ed www
’
* . ‘,
ai -vos 6,» € or-gem que Bele d4, «Re-con-ei - liai -vos j4 com Deus!»
ees L$ _
v vbvwey208 JUSTIFICACAO
W111... = 10.1111,
Philip Paul Bliss (1838-1876)
Adapt, Stuart Edmund McNair (1867-1959) Philip Paul Bliss (1838-1876)
vey
1. Das 4-guas da vi - daquemquei-ra be - ber, Bem ar -re- pen-
2. Por mei-o do san-gueque Cris-to ver- teu Fi- cou con-su-
8 Deus quem a - fir-maque da sal-va- ¢i0;De to- do pe-
Kept Ee te FE A ==-
oe *
s, ot -e
1, di--do no Sal-va-dor crer, Da pe-na da mor-te
2 ma-doo res-ga-te do réu; Eo ai Ihe o - fe - - re - - ce,
3. ca--do con-ce-de per- dao; Een-tio vos con - vi - da
Ae eee + ee ee
tee — peat , |
age — — as - =
1,N--ber- to se--ré, Pois Cris-toa seu pe re do
2 por seu ter-noa-mor, Lu- gar em seu far, com o
8. queassim co-moes-tais, Vés sem mais re--cei--os a
1, mal sal-va- rA.
2. bom Sal-va- dor. \
m € de gra------ ga, e
8. Cris- to ve - nhais. J
O dom 6 de gra- ga, ©Cristo é ca- paz
Cris~ to 6 ca - paz, 6
Zz
De ea-tis-fa-- zer,
De sa tis - fa- zer
com dul-cis- si- ma paz, Ao ho- mem quea-
com per-fel- tae dul-- cis - sf - ma paz,
2
2S =,
Sp
seu ple-no per- dao,
+ do que a-cei--te scu ple- no per- dio,209 VENHAM ESCUTAR
8.7.8.7.D. com Estrib.
Stuart Edmund MoNalr (1867-1959)
Ira David Sankey (1840-1908)
1. Des-pre-2a-do foi o Ver-bo Por a-qué -les que cri -ou,
2. - le foi de~sam-pa-ra-do Pa-ra ter-mos pro- te - edo,
8. Pa-ra nos tent co- me-ca-do NO-vo, re- ful-gen-te dia;
4. Pro-va-cdes de th- da sor-te Naonos de-vem a8 - sus- tar,
1. Nao obs-tan-te, as nos-sas do-res EB -le foi quem as le- vou;
2. E por nos se fe pe-ca-do Pa-ra dar-nos re- ti -dao;
8. Em ‘lu. gar de tris-te chO-ro, Des-fru -ta-mos a--le-gri
4. Nem a - pér-tos,nem pe-ri- gos Nos-sa £6 pre -ju-- di- cai
. Foi por és - ses so -fri-men-tos Quealean-ca-mos n6s a paz;
. Sim, do seu que-ri-do Fi-lho Deus o ros- to des - vi - ou,
E_pro-va- mos ho-jeas bén-gios Dés-se lar a - lém, nos céus,
Poisque Deus tem pro-me -ti-'do O seu po- vo pro- te- ger;
o
1, Su-a mor-te no Cal-vé-rio Pa--ra nés a vi-da traz
2. Nessao-ca -si- ao so-le-ne Quan-do Cris-to nos sal-vou.
8. On-de mo-ra-re-mos jun-tos Com Je-aus ¢ nos-so Deus,
4. Por a-qué-le que nos a-ma Sempre have-mos de ven-cer,
= |
yEstribilho
Deus quer-vos dar,
Sal - va- ho Deus quer vos dar, Dous quer vos dar,210 CRISTO TE CHAMA
10.8.10.7. com Extrib.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) CALLING TODAY
‘Trad, William Edwin Entzminger (1859-1930) George Coles Stebbins (1849-1945)
Sia
1. Cris -to te chama commuiter-noamor;Q pe -ca-dor, vem
2. Cris-to te chama pra vir des-can-sar; Q pe-ca-dor, vem
3. Cris-to de-se-ja, pois, te per-do- ar; pe-ca-dor, vem a -,ten-derl
4. Cris-to de né-vo se ‘poe a cha-mar;O pe-ca-dor, vem a - ten-derl
SSS es
VV
*
Sst ra
1, DE-le nao fu-jas com fi-til temor;Vem a Je-sus te ren- der!
2) Teu grande pé-so te quer mi-no-rar; Vem a Je-sus te ren- der!
3. Tudo le fez pa-ra ‘te res-ga-tar;Vem a Je-sus te ren- der!
4, Cor-re de-pres-sa, sim, vemte entregar,Na-da te de-ve de - terl
: + oe ete ft a
Estribilho
pe-ca - dor, eis © Se - nhor!
Ou-ve acha-ma-de do teu Sal-va-dor! Ou-vea cha-ma-da do teu Sal-va-dorl211 VEM PECADOR
21.41.11...
wit Elisworth Witter (1854 7? )
‘Trad. Willlam Edwin Entzminger (1859-1930) Horatio Richmond Palmer (1834-1907)
7 —t <——s to
es oe PF FS
Che eh oe i?
A Be Ey _——
1, Eis, Cris- to te con-vi-da: Vem pe - ca-- dor!
2. Pois ho -- je tens oen-se- jo, Vem pe - ca-- dor!
1. Pois dé e -ter-na vi-da; Vem pe - ca
tu. nado tens de-se-jo? Vem pe - ca
1. Tu -doé tao fa- - vo-raé- vel; Vem pe - ca -- dor!
2.Se tu ndo mais du -vi-das, Vem pe - ca -- dor!
1, Cristo € téo a --dmi-ré- vel; Vem pe -- ca - dor!
2, Sim, ur-ge que de-ci-das! Vem pe -- ca - dor!212 OH!
VINDE JA
8.6.8.6. com Estrib,
Vanny Jane Crosby (1820-1915)
Adapt. Salomao Lulz Ginsburg (1867-1927)
OH! PRECIOUS WorDS
Ira David Sankey (1840-1908)
1. Je - - sus vos diz: Ob! vin-de
2: Quem ou-ve, di'- ga: Vin-de
4 pe -ca- do - res, vin-de
4.0 que qui-ser j&’ po-de
j& A Mim e des-can-sai!
j& A Cris -to con-fes-sar!
ja A fon-te de dul-cor!
ir A Deus, o Sal - va-dor;
1, Eu a -mo-vos, Eu sou Je-sus; No Mes-tre con - fi- ai!
2, Ou--vi a voz de sal-va-¢io; E vin-de j4 go-zar!
3, Oh! vin-de j4 pra des-fru-tar O dom do Re- den- tor!
4. Pois E - lea-briu ca - minhoaocéu, Per-dio ao pe -ca- dor!
1. No Mes-tre con-fi- ai! No
2 E vin-de ja go-zar! EB
8.0 dom do Re-den-tor! O
4, Per-dio ao pe - ca - dor!
Per-dio 20 pe - ca - dor!
Mes-tre con-fi--ai! Eu
vin-de ja go-zar! Ou-
dom do Re-den-tor! Oh!
1, a- mo-vos, Eu sou Je- sus;
2 vi a voz de sal - va-cii
. vin-de ja pra des - fru- tar
E - le a-briu ca - mi-nho ao céu,
»
No Mes-tre con- fi- ai
yin-de 8 go - zar!
dom do Re- den-torl
-dio ao pe -ca- dor!213 QUEM QUISER
10.12.11.7, —~ 10.11.11.7.
Philp Paul Bliss (1838-1876) WHOSOEVER
Trad. Manuel Anténfo de Menezes (1848-1911) Philip Paul Bliss (1838-1874)
I
1, Quem ou- vir as no-vas, vA pro-cla-mar: Sal-va-gio de gra-ca,
2. Quem qui-ser a-go-ra, venhaa-cei-tar; Fis a por-ta a-ber-ta,
8. Que. fi el pro-mes-sa tens pe -ca-dor!Que-res tu a vi-da?
2. j4 po-deis en-trar; & Je-sus ca- mi-nho pa-raao céu che-gar;
3, Vem ao Sal-va-dor! E - lea to-dos fa-la com mui ter-noa-mor:
fet 8 a
> oo
Estribilho214 CRISTO CHAMA POR TI
10.10.10.7. com
Manuel Avelino de Souza (1886-1962)
Estrib.
Bentley DeForrest Ackley (1872-1958)
a
Agee
. Ho - je tutensa me-lhor 0 - ca-sido
« Grig-to Je-sus,com a- mor di - vi-nal, Chama por ti;
Oh! nao despre-zes tal pro-vadeamor!Vem,6 vemja a Cristo,oSenhor;
‘Vem meu amigo, que a morte aninguém Mostra-se compas-siva, e convém
2S
De te entrega-res
que amor sem igual!
de co-ra-¢a0;
.
8 Quete desper-tes,queqmala- 1 ver
épro-picciaa ho
Vem,6, vemsemde -mo - ral
SSS SSS SS =]
1, EB -le te dé sal-va-cio e-ter-nal;Vempe-ca-dor, a -- go
2. E - le te chama,vem ja, pe - ea-dor! Co-mo
ral
ral
4. Vema Je-sus,que te a4 sal-va-cio.Vai-seo bom tempo embo - ral
| iE
: = io é af
paid 1 {
= : i SSeS
at =F aT
Ss n
Vema Je-sus, o bom Salva-dor! E- le por ti j4 so-freu grandedor;
ee215 FONTE BENDITA
8.7.8.7. com Estrib.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) COME TO THE FOUNTAIN
4 »-
ar — + =
Sa Ss See =
eS
1. Ohl vin-de A fon-te de san-gue, Vin -de, sim, vinde aJe - sus!
2! Vin-de,pois, vin-de de-pres-sa! Cris-to’ vos quer re-ce - ber!
3. Tais co-mo sois vin-de 4 fon-te; I --le vos re-ce-be -r4;
4. Eis a pro-mes-sa-do Mes-tre, Feita ao. que queira a-cei-tar;
PH SEs y25
= 8 eS]
23s Se
1, Paz @ per-dio vos ou - tor-ga;._ Vinde alean-cd-los' na cruz.
2, Ohl vin-dedfon-te de san-gue, Vin-de vos sa-tis-fa -zer!
8. To-dos os vos-ses pe- ca-dos’ Cris-to Je-sus lint-pa - ra,
4, Vi-da na glé-ria ce-les-te, Jun-to deDecus vai go -zar.
os 2 +
eet = = i
Tf
D.S.-Paz e per-dio vos. ou-tor-ga; Vindealcan-¢d-los na cruz
— Lae DS.
ape]
Vinde a Je-sus! Vinde a Je-sus! Nao de-mo-reis;vinde jf, vin-de ja!
= > > le S, -_
PEPE SS Sites rtp teers
Estribilho216 DESCANSO EM JESUS
9.8.10.8. com Estrib,
Stuart Edmund MeNair (1867-1959) George Coles Stebbins (1846-1915)
em,vem a Mim, se can -sa-do es-tés”Diz 0 Fi- lho do ~
2"Vem,vem a Mim,"diz 0 Sal-va-dor Ao pi -or que no
3. Nao nos po- de = mos ja-mais ga-bar De fa-zer nos-sa
1, san - to Deus/Com f6 yem a Mim e des- fra
2, mun-do houver; A gra - ga de Deus cha-mao pe
3. paz com Deus; Je- sus es ~ sa paz vei- o
1,0 des-can-so que don aos meus”
2. Pa-ra ple-no per- dio ob - ter.
8. Sé-breacruz a fa-vor dos seus.
vou te fa-la com ter-no a-mor!Com f6 ho-je vem a Mim!”
fe
* ae
2217 SEGUE-ME
8.7.8.7.8.8.8.7.
O TANNENBAUM
Satomao Luiz Ginsburg (1867-1927) Melodia alema
1. Es - cu-ta a voz do bom Je-sus: — Se- gue-Me,vem, se-gue-Me,
2. Li - ber-to dos pe -ca-dosteus, Se- gue-Me, vem, sc-gue-Me.
3. Em Mim tu po-des des-can-sar; Se-gue-Me, vem, se -rue-Me.
4. Sim, meu Je-sus, Te se-gui-rei, Se-gui-rei, sim, se-gui - rei:
mm
ae
'
1. Gui- ar-te-ei 4e-ter-na luz; Se-gue-Me,vem, se- gue-Me.
2 -ei aos al-toscéus; Se-gue-Me,vem, se- fue-Me,
3. Vem teuscui-da-dos Me entre-gar; Se - gue-! ‘Me, vem, se- gue-Me.
4, Por Ti eu tu-do dei-xa-rei, Dei-xa-rei, sim, dei-xa- rei.
. eee 2
1. Por ti Eu té-daa lei cum-pri; Por tio a-mar-go fel be-bi;
2. Oh! quantas vé-zes te cha-mei,E tu quebras-te a mi-nha leis
3, Eu sou teu Deus,teu Sal-va-dor; Eu te a-mo mui-to, 6 pe -ca-dor:
4.
Mui de- bil sou, e sem va-lor; Sem Ti nao possoan- dar, Se-nhor;
= aa Sees == =
a mor-te j& so-fri; Se-gue-Me,vem, se-gue-Me.
a-dor tev Eu fi-quei; Se-gue-Me, vem, se-gue-Me.
8. Oh! dei-xa to-do o teu te-mor: Se-gue-Me,vem, se srue-Me-
4, Mas en-che-Me do teu vi- gori -gui-rei, sim, se-gui-rei!
Gb bap itary218 VINDE A MIM
10.10.10.10. com Estrib.
Nathantel Nerton
Salomdo Lulz Ginsburg (1867-1927) George Coles Stebbins (1846-1945)
ssi sa
1. Oh! vin-de a Mim, 0 vos-so Sal-va-dor, Vosso Advo -ga-
2. Gé-zo e-ter-nal eu yos fa-rei fru-ir. Vin-de! Por- qu
3. Ob! vin-de a Mim, gen-ti-os e ju-deus! Nao ha li i
4. Vi-da de paz, des-can-soe gé-zo,a-lém, Con-ce - de - rei
0 Re- den- tor, O bom Pas-tor, e vos-soe-ter-no Rei!
dei-xais de virt Vin -de, fa- 3fidsjen-ga-na- dor sa gazl
go de Deus. Oh! vin-d ‘im! Eu vos da - rei per-dao,
08 que eréem. Sois con- da-dos ao fes-tim re- al!
2. Ohl vinde a Mim! Eu vos da-rei a paz!
8. Poiss6 por Mim te-reis a sal-va-¢
do! Oh! vindea Mim!
ca-sa pa-ter-nal!
Obl vin. --de to-dos,
1. Ob! vinde a Mim! Des-can-so vos |
4. Oblvinde ao lar,
Oh! vin-dea Mim! Oh! vinde a Mim! Deacan-so voa da - reil
‘Ob! vin. --doa Ob! vin- + dea Mim!' — Teh
Des-can-so vos da - rei! Des-ean-so vos da - roll
Jd
rel!
eo =] —-
oc
8.8.9.8. com Estrib,
George Frederick Root (1820-1895) SHEFFIELD
Hobert E. Neighbour George Frederick Root (1820-1895)
Sess i oo - =
Nao te de-mo-res, a - mi-go! Por que te de-lon-gas as - sim?
ue lu-crarés,meu a - mi-go, Dei-xando isto pa-raa-ma-nha?
io te de-mo-res, a- mi-gol O di-a da-mor-te ja vem!
O meu a- mi-go, de- ci-de: Vemlo-goaJe-sus a -cei- tar!
Seppe
Lb =
1, Je-sus es-t4pron-toa salvar-te. Nido ou-ves o seutvindea Mims?
2 As coi-sas do mun- do pe-recem; Sem Cris-to te-ras vi-da va.
8. De-poisquedei-xa-res 0 mundo’ Te - ras de prestar conta a-lém.
4. Despre-zateus mui-tos pe-ca-dos; Je - sus dé-te gra-ca sem par,
ae
Vem j&, vem j4, Vem, perdido, a Je-sus! Vem perdido a Je - sus!220 PERDAO E SALVACAO
10.6.10.8. com Estrib.
Stuart Edmund McNair (1867-1959) George Frederick Root (1820-1895)
a,
1.«Vem,vem a Mim!»o Sal - va-dor ter-no Diz ao que sé-de tem.
2.«Oh! vinde a Mim! Se andais em tra -ba-lhos, Te -reis descanso as-sim;
8. Je - sus, 0 co-ra- go quebran-ta-do, Ja-mais re-jei- ta- 34;
4, En-cher-vosquerde bén-¢aos ce-les-tes O grande Sal-va - dor.
ef >
1, Quevenha,edes-sa cé-li-ca fon-te Des-fru-ta-ré o bem.
2, To- mai, pois,sé - bre vés o meu ju- fo. Sim, a-pren-dei de Mim,»
3. Mas,ai de quem nao quei-ra acei- ta-lo, Per-di-do fi-ca-. ra.
4, Po-deis ou-vir com in - di -fe- ren-ga Con- tar téo grande a- mor?
Estribilho
~~
Je-sus, o Mes-tre, vos cha-ma, Que-reis a Cris-to vir?
7 a ~221 CONVITE
8.7.8.1, = 8.7.8.7.
Almeida Sobrinhe (1875-1936) James M. Evans
1,«Vin-de to - dos sem de- mo-ra»Diz oa-ma - do Re-den- tor;
2, EB -le es-t& vos con-vi-dan-do Pa-rao di-~-vi-nal fes - tim;
8. Aoscon-tri- tos pe-ca-do-res Ves-tes bran-cas E -le d&;
1, B+ le sal-va,e,mesmo a-go-ra, Voscon-vi---dacom a - mor.
2, Voz e- ter- na vos cha-mando: «Pe- ca - do - - res,vin-de a Mim!»
8. A- fli -cdes, tris- te-zas, do-res, LA no céu nao ha-ve - ré,222 MANSO E SUAVE
11,7.11,7, com Estrib,
THOMPSON
Thompson (1847-1909) Will Lamartine Thompson
0 Cactano Borges da Silva (1863 ? > (1847-1909)
1. Mango e su-a-ve Je-sus con-vi-dan-do, Cha-ma por ti
2, Pois que espe-ra-mos?Je-sus con-vi-dan-do, Con-vi-daa ti,
8. Cor-rem os di- as, as ho-ras se passam, Passam por ti
4, Ohl grande amor! que Je-sus nos tem da-do, ‘Temda-doa ti,
l.e por mim. KisqueE-le a por-ta te es-pe-ra ve - lan- do,
2, sim,e a mim. ht” nao des- pre- zes mer-cé que es-t4 dan-do,
e x mim; ‘Tran-ses de mor-te por fim nos es - pe-ram,
4. da-doa mim! Vei--o sal-var-nos do tao vil pe -ca- do,
Estribilho h
FE E 2 =
% &
x Betis #2 mie
im, dandoa ti, dando a mim. 4 se
3. Vém tanto a ti quantoa mim, ¢ Vem ia. Vem jal
4. Vei-o por ti e por mim,veml>
ca- dor,
2
2
3
Et
Cha-
-do,
sus con-vi - dan
com Estrib.
ABRIGO
‘Trad. Salomio Lulz Ginsburg (1867-1927)
8.6.8.6.
223
John Hart Stockton (1813-1877)
John Hart Stockton (1813-1877)
.
im nos vei-o a-brir
+ le e-xis-te a mor,
Cris-to vos u- nir!
ri
A
#
2
&
3
°
rs
°
3
2
z
0
<
nés,
luz,
ia
e
de
paz
vin-
e_ der - ra- mou por
da,
1. Oh! vin-de, vés a - fli-tos, j&,
°
a
3"
38
ae
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2, Seu san-
&
3. D& tudo,
4
1, A- bri-
2. Ee -tra-
Estribilho
4. Per-dio
ei
Salva ope-
dor.
ca
to sal-va, Salva o pe
va,Cris.
Cristo sal224
Fanny Jane Crosby (1870-1915) —
ONLY A STEP
Doane (1882-1915)
William Howard
(1875-1936)
Almelds Sebrinho
-le 0-fe-re-
fa.
amor
&
Um
2 Um
3. Um
4. U1
. Um
6. Um
1,
Pe-ra i-
mal, As
Be-du-9o:
Pois corre gran-
mo vi- ver
Co-
«Salva-me,
queeu
Bi
amor-te vem;
queiras he-
to!
‘is
passo 86 pra Cri
Nio
;
-to! Oh! cla-
pra Cris-to! Mu
asso 86
passo 86 pra Cris ma, pe-ca - dor:
7. Um
Umpas-so 86! Umpas-so 56!
7, Um pas-so dou, pa-rao Senhor,
le, a-lém?
Senhorl»
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az ebem-es
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Perdio
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g6-20, la
tees
E a-cei
er
la eter-ni- dade
“ie
1. pe-re-g0,So- cor-re-me,
pe-ra,
mundo,
1. ce
2. vel
8.
4. do
5. de
6 sem
rar!
mo - rar!
tol Ohl vem sem de-mo -
ris
pas-so doupra Cris-to Sem mais me de-:
pas-s0 86 pra Ci
Um
-an-dol O
fes-san-do!
7. fi225 VOZ DE TERNURA ms
8.7.8.7. com Estrib. GREAT PHYSICIAN
Trad ananina, USI John Hart Stockton (1818-1877)
1, A ter-na voz do Sal-va-dor A — to- dos nos con - vi-da,
OQ c&- lix chei-o de a-margor Je - sus tem es - go - ta-do
F es- 8a gran-de sal- va-cio D& gra-cas to- do crente.
1, Chaman-do-nos por seu a- mor, Que-ren-do dar-nos vi-da.
2A fim de dar ao pe-ca-dor Per-dio do seu pe - ca-do,
8. B di-gna de ce- le-bra-gio A~- gorae eter -na- men- te,
Estribitho
Quer no pre-sen-teou no por-vir, Nun-ca na ter-raou céude luz,226 DA TEU CORAGAO
10.8.10.8. com Estrib.
Leila Naylor Morrin (1862-1929) McCONNELSVILLE
‘Trad. Saloméo Luiz Ginsburg (1867-1927) Leila Naylor Morris (1862-1929)
1, Que-res o teu vil pe -ca-do ven-cer? D&
2. Em san-ti-da-de de-se-jas vi-ver? Da
3. A tem-pes-ta-de nao quer a - cal-mar? Da
4. Dos teus a- mi- gos al-guém te tra- iu? D&
5. Que-res no céu a teu Deus e -xal-tar? Da
1. gio a Je- sus. Que-res tambémseu fa- vor re -ce-ber?
2 gio a Je-sus. Que-resdo Espf-ri-to San-too po-der?
8. ¢40 a Je-sus. Que-res as tu -as pai-xdes re- fre- ar?
4. gio a Je-sus. Bus-caaami-za-de de quem te re-miu;
5. ¢f0 a Je-sus. Que-res a gié-ria di~- vi-na al-can- cart
of oN.
Estribilho
SES—
d&-Lhe tea co- - ra-- cio!
eee SO ee
Cris-too per - dao,
aes
a ft
= =
YL
227 DESPERTADO CORACAO
Dantel Webster whittle astez0i) WHY Nor Now
Trad. Salomao Lulz Ginsburg (1867-1927) Charles Clinton Case (1813-1918)
st : 1
: age 2 pig
1. Des-per-ta do co-ra- io, Em Je-sus hé sal-va- cio; Bie
2 Bas-ta j4 de re-be- liao, De ve~xa-me eper-di 0 Com
8. Q queomun-do pro-me-teu' Sa-bes que nao con-ce-deu; E
4, Sem de-mo-ra a-mi-go, vem, De Je-sus a -cei-tao bem; NE-
ee ee . ZZ
Estrjbilho
t= x =
- IM
1. nos to-dos a ro-gar Pa-raCristo te sal-var.
2 Ba-cieneia,com a-mor Jé te espe-rao Re-den- tor;
8. Je-sus tu a-cha-rds Sal-va-cio, a-more paz.
4. le sempre encontraras Vida infin-da, g6zo e paz.
Vem a-mi - - go,
Vem a-mi-go,
- ~I
oh! vem 4, {A fersas te de-di~ car!
cntvem ja, 12 -le, pois, te quer sal-var!
ae ee
Saas Sree228 ~~ OUVI A CHAMADA
8.8. com Estrib.
9.9.
Frederico Freymann (1889-1922), G. A. Ginther
wr
1. Ob! es - cu- tai! Je - sus vos cha-ma; Sim, es-cu-tai a. quem
2, Eig que Je-sus vos cha-ma:Vin-de! An-tesque otem-po pré-
8. Cris-to Je-eus €0 pao da vi-da: Pa-raa-cei - ta —lo
1. vos a- mal Vin- de sem he -si--tar, Vin-de, pois, a -cei-tar.
2. prio fin -de! Oh! nfo fi-queia no mal, Tendoumcon-vi- te tali
§. con-vi -dal Nao de-se-jais go-zar Vi--da noe-ter-no lar?
ent oe ee
C30 et i
1. Eis queesté per-toa sal -va - ¢4o; Cris-to con -ce - de ~ vos per- dao,
2. Oh! nao te-meis a per-di -¢a0?Cris-to vos dA a sal-va-cao!
8. Vindeeacei-tai a sal-va-¢aio, Nao ob-du-reis 0 co-ra -gao!
afte
i feet ge fas = J
Estribitho: |
aS
Cris- - - to vos cha- - - ma; Oh! vin-de sem mais he - si - tar!
Cris. to cha-ma com @- -mor;
t >
Spe etaetoees
SSS Seal
Sim, vin-de a-go--~- ra; Dei-xai de tan-to de - mo- Far!
i6;
esses f ea]
amt229 REGIO HOSPEDE
8.7, — 8.7.8.7.
8.7.
Daniel Webster Whittle (1840-1901)
Trad. anénima
1, Ten-des vés lu- gar va - si-o Pa - ra Cris - to,o Sal-va - dor?
2. Vés que-reis di-ver-ti-mentos, A - mi-za-des e pra-zer,
3. Ten-destem-po pa-ra Cristo? Lo-goO bus-ca-reigem viol
1. EB -le ba-te,equer en-tra-da, Quer sal-var-vos em a- mor.
2. Me-nos és-sea-mi- go ve -ro Que por nés ou-sou mor-rer!
8. Ho-jeétem-po fa-vo-rdé-vel Dea-cei-tar a sal-va-caol
Dai lu-gar a Je-susCris-to! I-de j4 O con-vi-darl
-
- = £ J
| eae
ve * -
Pa-ra que acheemvésmo-ra-da Eon-de sempre pos-saes-tar!
asDEUS CHAMANDO
8.8.8.8. com Estrib,
d Terstecgen (1697-1769)
Jane Borthwiek (1813-1897)
Trad. port. William Edwin Entzminger (1859-1930) Edwin Othello Excell (1851-1921)
1, Deus sempre insisteem me chamar, Eu in-daestou a de-mo-rar;
2, Deussempre insiste em me advertir, Eeusem-pre re-cu-sando ouv!
3. Deus in- da con-ti- nuaainstar,Eeu 6 quenioO deixoentrar;
4. Eu vou, en-fim,me de- ci- dir, Que-roa Je-sus a portaa-brir,
1,0 a-vi-so devoeu a-ten-der E pa-raoSal-va-dor cor-rer.
2. As - sim no de-vo pro-ce-der, Mas,sim,aoSal-va- dor cor-rer.
8. Po- rém nao ces-sa de ba-ter, De-se- ja tan-to me va-ler.
4. Eu queroou-vir o seu cha-mar E sem de-mo-ra me entre- gar.
Ei -- -loa convi-dar-me!E --- le quersalvar-me! E com persis-
El-loa convi - dar-mel Bete quer salvar- met ‘Sim, com per-sis-
ténciaDeus mechamasempre;Com ——ter-nu-rachama, Com a
(Com ter-nu-ra cha-ma, ‘Com s-morme231 VEM, FILHO, VEM
11,10. com Estrib.
Horatius Bonar (1808-1888)
Trad, Stuart Edmund McNair (1867-1939) Ira David Sankey (1840-1908)
Sasa
1, Do pa-fs dis-tan-te, On-de tundo tens Pai, nem pio,nem ca-sa,
2: Oh! se Tal con-vi-te Tra-tascomdes-dém, Tris-tea tu-a sor-te!
3. Eis a porta a-ber-ta, Sa -bes pa-raquem? Pa-ra os pe-ca-do- real
4. Ohicontemplaame-sa, Que far-tu-ra tem! Tu es-tés fi-min-to;
Estribilbo
Vem, fi- lho, vem! Tu se-rés ben-vin--do No ce-les-te
— oe a a #_#-
= + :
v
' =
t —
CS —*
lar, Deus 0 bei-jo de per-diio Te es-pe--ra dar.
1 2 @ pe
a —- =232 CRISTO A PORTA
9.8.9.8. — 9.8.9.4. 141,
Fanny Jane Cronby (1820-1915) BEHOLD ME STANDING
Robert Hawkey Moreton (1844-1917) Phoebe Palmer Knapp (1839-1908)
1, A por - - ta cha-mo-te,al-ma tris- te, An-sio- so por
2) Por ti —foi gran-de meu eas -ti- go; So- fri sem nun-
. A mi--nhagra-ca po-de-ro-sa OQ teu pe-ca-
4, Eu vim pradar-te vi-dae Be > 20, Que po - des ho-
1. te con-so- lar; nha voz en -fim ou - vis - te,
2. ca mur-mu-rar. Per-fei-ta paz te- rds co -mi- go.
8. do vem la- var; al-ma impu - - pe -8a - TO- 8a,
4. je des-fru- Com is-so te fa-rei di - to- so.
Estribilho
3S 1
Posso Eu en-trar? Posso Euen-trar? A por-ta por a-mor le-
-
= 2
ee eS
—s
= = o F
= SSS :
ZF T vow
va- do, Teu mal pro-cu- ro de-be- lar. O pe -ca-
oattte: Efrem
dor de-sa-len-ta-do, | PossoKu en-trar? Posso Euen -trar?
(See ese eee ae ee foe ea233 POR QUE NAO JA
8.8.8.8. com Estrib.
Eilsa Reed (1794-1867)
Trad. Salomio Lulz Ginsburg (1867-1927) Ira David Sankey (1840-1008)
’ voz de amor do vos-so Deus
2. Poisoa-ma-nha nio sei_se vem; Tambémnao sei o que tra-ra.
3. 0 bom Senhor ao pe-ca-dor A gra-ca ndo re-cu-sa-ré,
1.0 co-ra-cdee,con-si-de-rai A
1. As vos-sas cul-pas, oh! cho-rai!Que-reis per-dio? Por que nao ja?
2, A vidaéin-cer-taa vés também. Que-reis per-dao? Por que nio ja?
3. U - ni-vos, pois, 20 Sal- va - dor. Que-reis per-da 2
a= oe
rae ett234 CRISTO SALVA
7.7. .
2.7.
Erdmann Neumetster (1671-1756) NEUMEISTER
Trad, Salomio Lulz Ginsburg (1867-1927) lames McGranahan (1840-1907)
sal-vao pe -ca-dor, La-vao ne- gro co - ra- ¢i0;
sal-va 0 pe -ca- dor eon - ce-de- Ihe per- dao,
to -dos,ea-cha-reis Paz e luz no Re- den-tor;
fe me @. 2 mes
1. Ao con-tri-to, com a- mor, O - fe-re-ce salva -¢do,
2 A = cei-tai o' bom Se-nhor; A -cei-tai de co-ra-¢ao,
8. Vinde,eentio re-co-be-reis’ Vi=dae-ter-na do Se- shor.
: - a.
em sen po -
Vinde e confi. ai, tim,em seu po-d
z f
em seu a- mor; pois, que
al-em seu amor, Con - fl - al em seua-mor; Crede que B-lequer,
Cris-to quer Li-ber-tar 0 pe «ca - dor,
ere-de que Ble quer Li - ber- tar 0235 CHAMADA/.
9.9.9.10. com Estrib.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) COMING ToDAY
‘Trad. Joseph Jones (1848-1927) John Robson Sweney (1837-1899)
v vb
1, Cris-to te cha-ma, cha-ma, cha-ma Das den-sas tre-vas, 6
2 In - da te es-pe-ra, es-pe-ra, es-pe - ra, TAo co A
8. Com a - mor gran-de, gran-de, gran-de J&
vei-o0 ao mun-do teu
74
1. pe -ca-dor! EB -le te sal-va, sal-va, sal- va;Vemsem de-mo-ra a
2. Sal-va-dor! E Cris - to mes-mo, mesmo, mes-mo,Quem te con-vi - da
3. Sal-va-dor! Vemtu a Cris- to, Cris-to,Cris - to; H& sal-va-
8g Fe 4
oo oF F
Estribilho BR NON
¥
NN ON
Se Se pas
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se
1, Je- sus, Re-den-tor.
2. com tao grandeacmor, | Cris-to te sal-valCris-to te sal - val
3. rao vil pe -ca-dor! J
»
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houN nN
SSS pasa
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u
J& sem de-mo-ra, vem, vem pe - ca- dor! Che- ga-te a- go- ra,
os
di-zea teu Mes-tre: Tu me sal-vas-te, meu Re- den- tor!ATRIBULADO CORACAO
8.8.8.8. com Estrib.
WAIT AND MURMER NOT
my
do Pitrowsky (1891-1965) William James Kirkpatrick (1838-1921)
1. A - tri-bu -la-do co -ra- -¢40, Em Cris- to a-lf-vio encon-tra-ras;
2. Di-la-ce -ra-do pe-la dor Das tu--as cul-pas,do pe-car,
8. Se, pa-ra vir ao Sal- va--dor, Tu tens fra-que-zas a ven-cer,
aA Eris-to, sem de-mo-ra, vem, Pois E-le al-me-ja te va -ler:
: ae ee
1, Con-s6- 10, paz e seu per - dao, Sim, dE
2) Vemsemde-mo-raao Sal-va--dor, Evi
8. Oh! vem,pois E -leem seu_a--mcr, Eem
4. E sem-pre quer bus-car tea bem; Con -
le tu re - ce-be-ras,
da nova hdésde go-zar.
-ga te da- r& po-derl
a nE-leem teu vi-verl
Estribilho
da - = -r4!
srdav+-dei- ro te da-rél
2
i
&
f
i
Sas237 TAO PERTO ”
WL1L11.11, com Estrib.
anny Jane Crosby (1820-1915) SO NEAR TO THE KINGD!
‘Trad. Ricardo Pitrowsky (1891-1965) Robert Lowry (1096-1868)
1. Tao per-to do rei-no,mas sem eal -va- cao! Tao per-to, po-rém
2. Tao per- to queouvis os re-mi-doscan-tar Da gra-ga de Cris-
3. Mor-rer sem ser sal-vo,sem paz,sem Je-sus, Per-di-dos pra sem-
sem Je - sus, sem per-dao! Dei-xai
2. toque os vei-o gal-var! E
3.pre,em tor-men-tos, sem luz! Oh! con
08 pe-ca-dos €0vos-so te-
da que-reis no pe-ca-do vi+
-de-rai! Ao con-vi- te a-ten-
an
1. mor! Chegai-vos a-go-ra a Je- sus, Sal-va-dor!
2. ver, Enquantoo perdio Deus vosquercon-ce-der? | Oh! —-vinde a Je-
3, dei, E sem mais de-mo-ra a Je- sus vos rendei! J vindea Je-aus!
tgs oh
sus ! Che-gai-vos, Che-gai-vos ao bom Sal-va dor.238 A AGUA DA. VIDA
9.6.9.6.9.6.9.8, com Estrib.
Fanny Jane Crovby (1820-1915) THE WATER OF LIFE
‘Trad, Joke Gomes da Rocha (1861-1947) William Batchelder Bradbury (1816-1968)
1, A 4-gua da vi-da Je-sus nos dé, Fran-cae li-vre-men- tel
2, Cris-to pre-pa-ra aman-sio nos céus, Fran-cae li- vre -men-te!
8. Cris-to nos d& ves-te nu-pei-al, Fran-cae li-vre-men-tel
1, Quem be- ber de -la nao mor-re-rd, Nun-ca, nun-ca, nun-ca!
2. On - de es-ta - re-mos com nos - 80 Deus, Sempre, sem-pre, sempre!
8, E --le vos chamaaofes-tim re-al, Ce- do, ce- do, ce-dol
pe -ca - do-ressem ex - ce- cdo, Vin-de, vin-de, vin-del
nao h& mor-te, pe - ca-doou dor, Nun-ca, nun -ca, nun-cal
pa-ra a-qué-les que nE - le créem, Ho- je, ho - je, ho-jel
1, Cris- too-fe-re- ce-vos sal - va-¢ao, Grd - tis, a to-dos quea buscamt
2. S6 h& ri-que-zas de real va-lor: Cris-to as prome-te aos que O amam.
3. Té-das as glérias domundo a-lém Cris-to as re- ve-laaosque O amam.3
-
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4
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ritoe a Espé -
-pi-
O Es.
-to j& vou.»
«A fon- te de Cris
pois, quem sé- de tem:
Res- pon-da,
pre! Sim,
re Sem-pre, sem- pre, sem -
im,a:é-gua da vi-da cor-
Sit
Oh! sim, corre ao nos-80 dis - por!
cor-re,
-gua da vi- da
ab.A LUZ DO Céu
M1117, com Estrib.
Charles Hutchison Gabriel (1856-1932)
1. Tu an-sei-as ho- je mesmo a sal- va-cio? Tens de-se- jo de
2. Cris-to,a luz do eéu,em ti quer ha-bi-tar Pa-raastre-vas do
3. Quea-le - gria, an-dar ao bri-lho des-sa luz! Vi-da e-ter-nae paz
io? Abre entio de par em par teu co-ra-
ar, Teu ca-mi-nhoe co-ra-cao i + lu-
€0 - ra-Gdo pro-duz! Ohl a-cei-ta a-go-ra o Sal-wa- dor Je-240 VEM A CRISTO
13.11.13.11, com Estrib.
Anténto José Millan (1830-1911) hh
Je. sus, 16 na gi6-ria, de, re: ti-dio ves - ti-do,Por meu ad-vo -
Minha alma tem paz; tu-do 6 cal-mo como um ri- 0; § a paz que no
‘Ves: ti-dos tio al-vos eu te-nho, jé la - vados No san- gue tho
Mo-ra-da_ j4 te-nhocom to-dos 08 re--midos, PorCris-toapron
; zg sem- pre sus-ten-ta e de-fen-de o re - di -mi-
2 temo seu manan-cial;! Deusquem a deupor Je-sus,emquem con-fi-
3. ro do meu Reden - tor; Oscren- tes em Cris - to por Deus si0 per - do- a-
Ga na ca- sa de Deus;A - li nao hé mor-te,nem magoa, nem ge-mi-
- ow st
1. do. Oh! po-des di- zer quetambém te re-miu?
2 ‘0. E tw in-da naotens a paz di-vi- nal?
8. dos, Também tu se- ras,crendo jé no cae} Ohlvem a Je- sus!
4. dos, Tambémtu te-ras um lu-gar 14 nos céus.
Ohivem a Je- sus!PALAVRA ABENCOADA
7.6.7.6.D. com Estrib.
Gibson Johnson O WORD OF WORDS
Hawkey Moreton (1844-1917) James MeGranahan (1840-1907)
1. Pa--la-vra a-ben-¢o --a--da, Con-vi--te que con -tém
2. Por que vi-ver tao lon-ge Dos bra-cos de Je--sus?
8, Em tem-po de a-mar-gu-ra, De des-a-len-toe dor,
4. Em tu-doe pa-ra sem-pre Ou-ca-mos ao Se--nhor,
1, Pro- mes-sa e cam-pri-men-to, Com in--fi--ni--to bem.
2. Por que va-gar nas tre-vas, Po-den-doan-dar na luz?
8. Ou quando nos per-se-gue Do--lo--so ten - ta--dor,
4. A-- chan-do do-ce a-li--vio No seu pro-fun-do a-mor,
1, Eis, chei-o de ter-nu-ra, Je+-sus vos cha-maa Si,
2. Da vi--da sem pro-vei-to, Da cul-paedaa -fli-- cao,
sus, com voz ma-vio-sa, Nos dg a -bri-goem Si,
4. As--sim co-nhe-ce-re-mos 0 go--zo que pro--duz
1, Es--era-vos do pe-ca--do, E
2. Cor--ra- mos pa-raa sen-da Daeter- na
RE dis - si--pan-doo mé--do, Se-gre- da: me, Se-nhort
£ Giagas ea Te dou, 6 meuBen-fei-tor, Por to-doo teu fa-vorl10.10.10.6. com Estrib,
(1840-1907)
Ginsburg (1867-1927) James MeGranahan (1840-1907)
© Sal-va-dor! Da mor-te e-ter-
i” ter com J Mi-nhas fra-que-
3. Das mi-nhas cul-pas Ele me l-vrou, Poia que na eur
4, Bem sei que na-da pos-s0 me-re -cer; Cum-pri tao pou-
1, na sal-vao pe -ca- dor, 4 to-do o que con- fi-a em seu
2. zas t6-das eu Lheexpus: -le a-pon-tou-me pa-raos al-
8. res- ga- te con- su-mou; To-do o pe -ca- do meu me per-
4. cas vé-zes meu de-ver;| A Cris-to, pois, ea vou-me sub-
3:93
1, a- mor, Sim, vi-da e-ter-na
2. tos céus, Pois vi-da e-ter-na
8. do-ou, E vi-da e-ter-na
4. me -ter, Pois vi-da e-ter-na244 GRACA ADMIRAVEL
8.7,8.7.8.7.18.71.
1, Vin-de,a-fli- tos pe-c do-res,Chei-os de tris-te-zae dor,
2. Vin-de, po-bres e fa---m 8, 5 o fa-vor de Deus bus - cai;
3. A cons-cién-cia diz bem cla-ro: Es in - di-gno de fa+-vor.
tI is Je sus, Deus hu- ma-- na -do, Sdbre 0 tro-no de es- plen- dor,
1. A. Je~-sus, que vos con- - vi- da Com ins-tan-tee ter-no a - mor.
2 Fé ben-di- ta, t6-daa gra-ca $6 em Cris-to pro-ca~- tai
3, Diz Je- sus: Eu_pe-lo in-di-gno J4 mor-ri, sou fi- a - - do
= —
J
1. Tal-vez, tu- de - mo - ran do, OEs-p6-so va che-gar,
2 Oh! con'-si-de -raa m&---goaQue tu te-ris en- tao!
3. No céu, en- tio, can-tan--- do, I--rés de cer - to entrar;te----res Nio po-de-rfis en- trar.
--da E tu ba- tendo em vaol
1. E quan-doentio ba
2 A por-ta j& ha
3. Mas se te des-cui-da - - > ges. Nao has de a-li che- gar.
va.
re : :
te tet = ¢ - =
FET
A
s at
Estribitho
—
= f et F
snag de cho-
En- tao com que ee - Za,255 QUAL £ TEU REFOGIO
9.8.9.8.D, com Estrib, -
Fanny Jane Crosby (1820-1915) WHERE IS THY REFUGE
Trad. Salomio Luiz Ginsburg (1867-1927) Silas Jones Vall (1818-1884)
go, qual 6 teu re-fil-gio, E qualteudes-ti-no re - al?
2, A-mi-go, teu Mestre te cha-ma,Com grande pa-ciénciae a - mor,
8. A- migo,eisqueotempo se pas-sa, A - cei- ta de Deus o per- dio;
1. Por quetrabalhar por te-sou-ros Que tensde dei-xar a - fi - nal?
2. Ohtvem acei- tar su-a gra-ga, _O - fer-ta do teuBen-fei- ter.
A gra-ca da mi- se-ri-cér-dia O - pe-ra re - al sal-va- cao.
oe — Se ae tS
Oh! cui-da do bem da tu-aal-ma Quee-ter-na per-ma-ne-ce - ré,
Me - di-tanacruz do Cal-v4-rio; Oh! pen-sa noque Ble so - freu!
De-pressa,depres-sa de - ci- de, Des- prezaéste mun-do fa - laz,
e
ep
1. E_ temmaisva-lorqueéste mun-do, 6 Cristo a salvar po-de - ra.
2. Sim,vem com ar-re-pen-di-men-to, E a-ceitaes-saoferta do céul
8. Con-ten-te, submis-soteentre-ga A quemte davi-dade paz.De na-da a-pro- vei-ta és- te mun-do ganhar,Seemtro -ca tu-a al-
eeeeeee .
pee ee
256 INDA HA LUGAR
20.10. com Estrib,
Horatius Bonar (1808-1889)
‘Trad, Sarah Poulton Kalley (1825-1907) Ira David Sankey (1840-1908)
. In-daha lu- gar; o ré-gio Sal-va-dor Chama ao ban-gue-te o
2, Bis o con -vi-te,es-cu-ta a voz de Deus! Oh! vin- dea Cris - to,
8. A--vi-do vem, e chei-o de fer-vor Ou- veo bem-vin - do
4, Ho-jehé lu- gar, des- per ta, meu ir - mao! Pois, quem de - mo-ra,ar-
6. Bemce-doa por-ta tem de se fe-char, E se di- ré en-
1, po-bre pe-ca-dor!
2. vin-de para os céus!
8. de ce-leste a-mor. }Vem,vem; oh!vem! No céu in-da hélu- gar!
4, ris-caa sal- va-cdo.
5. to:«Nao hd lu-gar.»
=257 QUEM £ QUE VAI
9.6.9.8.9.9.9.8.
James McGranahan (1840-1907)
‘Trad, Stuart Edmund McNair (1867-1959) James McGranahan (1840-1907)
1. Quem 6 que vai com Je-sus es-tar L& no eéu? LA no céu?
2 Yo- goocristio vai dei-xar a cruz La no céu, La no céu,
3. Quemvai ain -da que-rer en-trar La no céu? La no céu?
4 Quem vai ter par-te naa-do-ra-cao, La no céu, La no céu,
+ ee ee re
1. Quemdes-sa gra-¢a vai des-fru- tar? Vais tu? Vou eu?
2 Ter a co-ro- a de gié-riae luz. Vais tu? Vou eu?
3. Pois se di-ra:«Nao h& mais lu - gar.»Vais tu? Vou eu?
4. Queos re-di- mi-dos a Deus da - rio? Vais tu? Vou eu?
1. Quemvai pro-var és - se san-to a-mor, Lon-ge de té-da a tris-
2. Vai sim, de Cristo o semblan-te ver, Su- as pa - la-vras ou-
3. Quem vai pa-rar na mi- 6 a-troz, Sem maisou-vir a ce-
em,com 9 cO- ro ‘ce-les- ti - al, Par-te te-r& no lou-
1. te-za edor, Jun-to com Cris- to seu Sal- va-dor? Vais tu? Vou eu?
2 vir, e ter Gd-z0 de ce-les-ti- al prazer? Vais tu? Vou eu?
8. les- te voz? Vai,por des-gra- ca, qualquer de nés? Vais tu? Vou eu?
4. vor re-al, Li-vre de to-do o po-der domal? Vais tu? Vou eu?258 CHORA AGORA
» AUSTRIAN AYMN
Anénimo Franz Joseph Haydn (1782-1400)
i SS Sassi
1. Pe - ea-dor, con -fes-saecho- ra Teus pe -ca-dos, sem tar - dar;
2, Cho-ra a-go-ra as tu-as cul - pas, Vai a Deus as con- fes - sar;
3. Com re-mor-soe pran-to tar- de Tu di-rés:«Eu in - fe- -lizl
eB spp fe
1. O--Ihabemqueotem-po fo--ge, E pe-ri-go de - mo--rar.
2. Ee nao, sem mais re-mé- dio Tardeent&o hfs de cho--rar. ~
8. Eu per-ver-so e des-gra-¢a--do! Deus chamou-me e eu nao quis.»
~ gre ft
. ==
1. Loncoes-tés se nao te e- men-das, Sa- bes que te hd de jul-gar
2. Ah! seador a - qui tea- fli- ge, Co-moentdo hés de so-frer
3. Ou-ve a Deus, es - cu-ta a-go-ra, Sim, en-quanto a vi-da der;
riba
U
i
i
Shs
See
”
I 1
1, UmDeus re-toe jus-ti-cei--ro Que te po--de con-de-nar.
2, No tor-mento, sem a -li--vio, Pa-ra sem-pre a pa- de-cer?
3. Poisna-que-le gran-de di--a Jus-ti--cei- -rof-lehade ser.259
5
A ULTIMA HORA
10.9.
DESTINO
Jose Dieners (1889-1963)
4, Tens manch:
6. Se de-=ci-des dei
in-dar ©
so tu ris-te,
la-bor des-ta vi - da,
ras a paz nes-te mun-do
&, Quande
6 a-mi-
a tu-a alma endo po -
j-xar teus pe -ca - dos, Een-tre- gar tu- a
juando a morte a teu
ra -ze-Tes que
joou-vis- te fa-
les, Nun-ca, ver o sem- .
4 blan-te de Deus;
vi- daa Je - sus,
1. la-do che-gar,
2, pas-sam em vio,
8. lar em Je - sus? Mas
S6
Tri-ll
é
« do -ti-no hé de ter a tu-aal-ma?
fas,na Sl - ti-ma ho-ra da
-leo W-ni-co m
da,
os eren-tes com co - ra- oes lim - pos
ha-rds, sim, na wl-ti-ma ho- ra
1
3.
4.
5
jal se - r&
les jé
De sal-var
Po-de-rio ter 0 gb-zo nos céus.
Um ca- mi-nho bri-lhan-te de luz.
no fu-tu-ro
tea lar?
nao te sa-tis- fa - rao.
pe - la_mor-te
a. eft
na cruz.
a
tens a es-co - Iha: Vida ou mor -te,qual vais a- cei- tar?
~
-
~-2
S
es
A-ma-nhi
$fe
——
—
—e
260 AGORA
1.6.1.6.D.
ST. THEODULPH
Andalme Melchior Teschner (1581-1685)
L Oh! quan-tos en - ga-na = + dos, Fi- a-dos no por - vir!
E _ quan-tos con - de - na - - - dos, Porsem-pre re ~ pe - lir
2 { Dei-xai en-trar a gra ga Em .vos-sos co ~ Fa goes |
Dei -xai que Dous des- fa Ya Os vos-sos vis grilhoes.
{An Boga ti-vés--- seis QO mun-doe seu a = vor,
- 1 Que ga-lar-dao te- rf wis. Semter 0 Sal -va -dor?
‘A sal-va-cao de gra-- ¢a Que Deus tem pa- ra darl
2 Com vos - 8a re -sis - tén--~- cia Mais du - ros vos tor + naiss
3, Pois c&-do che-gaa ho---ra De con-tas dar a Deus;
=<
1, A noi-tee-ter-na des
2. To- mai, pois,cons-ci - én
8. Tor-nai-vos des-de a- go ~261 ALMA ANSIOSA
8.8.8.8.
AURSLEY
‘Adapt. de
Vheodoro Rodrigues Telxetra (1871-1950) KATHOLISCHES GESANGBUCH (o. 1774)
1. S6 ve- jo tre-vas e fu-ror, Da tem-pes-ta-deo fu - TAa- C40;
2. A-fli-toestou a pro -cu-rar, Pa-ra minha alma um sal - va- dor;
3. Meuso-lhos e -le-vei ao céu, Cla-mei aos an - jos com ar-dor,
4, Respostaemcd-ro pu-de ouvir: Per-dio pra ti a - gui nao h
5. Ao pé da cruz, es-tou, Senhor!Con-tri-to ro- goa Ti per-da
chei-o de pa-vor, Pe-ri-go, morte, as-so - Ia
te-nho ter-rae mar, Nenhuma-chei eu de
um mal-di-to réu, Pe-di per- da
4. S6Cris-to po- de te re-mir, E
5. E por teu san-gue re-mi-dor Eu
262 CONTRICAO
6.5.8.5.
Henry Maxwell Wright (1849-1931) Herbert H. Booth (1862- 7 >
A teus pés prog-tra-dos, Eis-nos, Sal- va -- dor!
Vem a-go-ra mesmo encher-nos Do teu gran-de a-morl
este263 LUZ DIVINA
6.8.6.6. com Estrib.
Salomao Luiz Ginsburg (1867-1927) William Howard Doane (1098-1015)
i na Luz, As tre- vas dis-- si - par;
2. Oh! vem, di--vi--na Luz, Con -ver-teo co--ra- ¢40;
3. A- mor ce - les- te, vem, Vem i - nun- dar meu ser,
vem Tu, meu Se-nhor, Ha--bi--ta no mea lar;
1, Oh! vem me a-In--mi--ar! Qh! vem, di--vi--na Luz!
2,E di-mea sal- va--cdo! Oh! vem, di-- vi--na Luz!
8. Eo 6--dio des- fa--zer. A--mor ce--les--te, vem!
4.E--ri- geo ten al--tar, Em mim, 6 Sal - va - dor!
vi--vo; Na al-ma que se hu-mi- Ina
. a of
eee te =264 DAS TREVAS
8.7.8.7, — 8.9.8.7.
W. 0, Lattimore
Trad, Salomao Lulz Ginsburg (1867-1927) Ira David Sankey (1840-1908)
1, En--vol- vidoem den-sas tre-vas Al-me--ja-va a luz do céu,
2. Meus ta--len-tos te-nho gas-to, Tu-as leis eu des-pre-zei;
8. Nos teus bra-¢os,bem se - gu-ro, Guarda - me, meu bom Je -sus,
1, Bem sen-tin-do meus pe ~ca- dos, Mi-nha con-di-¢io de réu.
2. Mas se Ta co -mi-go f6-res, Teupra-zer eu cum-pri- -rei.
8. Na ve--re-da’ jus-tae san-ta Queme le-vaao céu de luz.
Rompeos la-¢os quearru--i- nam Mi-nha vi-da,6meu Se-nhor!265 RESGATE
8.7.8.7.D.
Anténio José dos Santos Neves (1827-1874) Lewis Hartsough (1890-1079)
po
(te
bg
1. Pen-du-ra-do no ma-dei-ro, 6 Je-sus, qui- ses-te assim
2, Nes-te san-gue que ver-tes-te Pu-ri- fi--ca- me, Se-nhor;
3.«Vin-de a Mim»,Je - sus con - vi - daComseu man-so co-ra- Gio;
TG ee
P= 14 —% Zw
1. A ~bo-lir meu ca- ti-vei-ro Pe-lo teu a-morsem fim!
2. Foi por mim que ta mor-res-te. Sé@ pro- pi- cio ao pe -ca - dor!
f@ na cha-ma bri-lha O pe-nhor da sal- va - ¢do.
1. 0 teu san-gue foi ver -ti - do; Ex- pi-ras-te,6 meu Je- sus,
2. Sé pro - pi-cio ao des-gra-ga - do, Sob a dor da imal - di- cio;
3, Ei-loa-li na cruz pre-ga - do; Chamaato- do pe - ca-dor
Ti cum-pri- do Meu res- ga - te s6-bres cruz!
do pe-ca-do Sal-va-me com tu-a mio.
seu pe- do, Nes-se san-gue expi - a- - dor.266 TAL QUAL ESTOU
‘WOODWORTH
Charlotte Elllott (1789-1871) : William Batchelder Bradbury
‘Trad. William Edwin Entzminger (1859-1930) (1816-1868)
| - ~
1. Tal qual es-tou eis-me, Senhor,Pois o teu sangue re- mi-dor
2. Tal qual uu, sem es ~pe-rar Que pos-sa a la me-lho-rar,
8. Tal qual eg yu, @ sem po-der, As fal-tas po-des pre-en-cher
4. Tal qual es- tou mea-cei- ta-rés, E Tu minhaalma lim-pa-rés,
~~ ~
-te pe-lo pe -ca- Sal-va-dor, meachego a Ti!
2. Em Ti 86 que-ro con- Sal-va-dor, meachego a Til
3. E tu-do quanto meémis-ter; © Sal-va-dor, meachego a Til
4, Comteu a-mor me co- bri-ras; Sal-va-dor, meachego a Til
267 SALVACAO PELA FE
8.7.8.8. ROCKED IN THE CRADLE
Melodia inglésa
Qualquer quecrer,Je-sus o diz, Certo, tem a salva- co.
: F = ES eee
; ws
Eucreioem Ti, 6 meu Se - nhor, E cren-do tenhoasal-va-¢aol
actere: pee:COMO ESTOU
AR iets
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dou a sal-va--cio.»
-ra--
t4 meu co
te
Sem li--mi- tes teu po
-da po-des me-re-cer, Eu
ni-to é teu a -mor,
i’ No teu san-gue re-den
Li-vre es-
Meulou-vor e gra-
1, Na
. In- -fi--
Ve-nho co-mo sou;
hor,
Je- sus, Se
-gue me sal--vou.
é
g
$269 CONFISSAO
6.4.6.4.6.6.6.4.
Fanny Jane Crosby (1820-1915)
(1867-1927) Arr. Theodore Edson Perkins (1831-1912)
‘Trad. Saloméo Luiz Ginsburg
1. Eu aosteus pés, Je-sus, Com con - tri - ¢40, Pro-cu-ro a tu-a
2, Cansa-do e triste estou, Meu Re - den- tor. Um pe-ca- dor eu
3. Eis do meu Deusa voz Vem me cha-mar:Je-sus co -migo a
4, Bs-tou inda aos teuspés Com gra - ti - - dao! Meu Sal-va- dor Tu
1, luz, D4 - me per + dio! Sim,vem-me per- do - ar, Vemteu_fa-
2. sou, Cris-to e - nhor. Por-tan- to ve-nho a Ti; Ohl dé-me al-
uer me fa--lar! J& crei-o, Sal-va~-dor, No teu per-
. és! es-teo per - dio! Eu crei-oem Ti, meuDeus;Sou um dos
- = E
ae
&
1. vor mos-trar! Oh! quei-ras mees-cu- tar Em 0 -- ra -- gao!
2. M- vio a-qui, Pois j4 mear-re-pen-di, Meu Sal - va dor!
8, dioea-mor; E que-roa Ti, Se-nhor, Me a > 6a - -grar!
4. ser-vos teus! Con-du- ze os pas-sos meus, Jeo - val
270 RESOLUCAO
8.8.8.6, com Estrib,
Eliza H, Hamilton (1888- ? JESUS, MY LORD
d
Adapt, Sarah Poulton Kalley (1825-1907) Ira David Sankey (1840-1908)
=
1, Je-sus, Se-nhor,me chego » Ti, Oh! d4-me a-If- vio mesmo a-qui,
2! As mi-nhas cul-’pas grandes si0;Mas,Tu,que nao mor-reste em vao,
8, Eu na-da pos-so me-re-cer, Tu vés-me pres-tes_a_mor- rer,
4. Sim, ve-nhoago-ra, Re-den- tor, 6 Tu, Je-sus, és meu Se-nhor,1. O teu fa- vor es-ten-de amim, ‘A -cei-taumpe - ca - dor!
2. Me po-des con-ce-der per-dao; A -cei-ta um pe - ca - dor!
3. Je-sus, a Ti me vou ren-der, A -cei-ta um pe - ca - dor!
4. Oh!vem sal-var-meem teu a - mor, A - cei-ta um pe - ca - dor!
~
D. S.—Por-que Je-sus por mim morreu; fu ve-nho co-moes-tou.
D.S.
271 SUBSTITUICAO
8.7.8.7,
7.8.7.
‘William Hepburn Hewitson (1812-850) Thomas C. Kelly (1769-1854)
1. To-do omeu tio vil pe -ca- do Lan-¢o, Cris - to,
2. Sou in - digno,es-touman-cha-do, Ye - nho, pois, Je
8. Po-bree ja de_-ses- pe - ra- do, Je- sus, con - fi-oem Ti;
4, Triste estou, mui car-re - ga- do, Que-ro des- can - sar em Ti;
1. © Cor-dei- roi-ma-cu-la- do, Pa- de-ces- te To por mim!
ma-do Po- de bem la - -var-meamim.
a -do, Tudo encon- tro Re -Ta mim.
a mim.
2. O teu san-gue der-ri
3. S6 por Ti a ~ben- ¢
4 Dés-te mo-doa-li- vi- a- do Me con-s0 - las272 S6 UM PASSO
12.7.11.7. com Estrib.
Eten
Trad.
Bradford
mio Lulz Ginsburg (1867-1927) E. H. Phelps
1. Mui ter-naemui do-ce do Mestre é a voz, Cha-man-do-me
2, Tens mui-tos pe-ca-dos e vi- ves sem fé, Su- ge - re-meo
3.«Mui fré-gil me sin-to, re-cei-o ca- irfsCom mé-do a-in-
4. O mun-do per-di-do nas tre-vas es- té, Seu gé-zoé s6
a e
1. com a - mor: De bra-cos a - ber-tos tees-pe - ro, vem j&;
2 ten-ta- dor, Eu tu-do ja fiz, me se-gre-daou-tra voz,
3. daa-le - guei, al-ma, nao te-mas,poisCris- to te diz:
4. i-lu - sao. A - mor, vi-dae paz me con-ce- de Je-si
Tees
saya
| Cris-to me cha-ma,me quer
1. Oh! vem ao teu Re- den-tor!
Con - fi-aemteu Sal - va - dor.
. Eu nig te a-ban- do - - na - rei,
4. Sou df-le de co--ra- gio.
sal-var. E& 6 um pas-so que te-nho de dar; Queroa-che-273 SALVADOR BENIGNO
8.5.8.5, com Estrib.
Fanny Jane Crosby (1820-1915) PASS ME NOT
Trad, Edward E. Jomner William Howard Doane (1832-1915)
z + = =
z =
— : = = =
1, Sal- va-dor be -ni-gno,a-ten-de, Pois me que-resbem!
A teus pés es-tou pros-tra-do, Sim, em con -tri - ¢40;
3. Ja con-fi-o no teu san-gue Bus-co teu fa- vor;
4. Es a fon-te de con-fér-to, Deondea vi-da vem;
. eo
BP
1. Vais a - ben - go - an -do a ou-troa, 1-va~-me tam-bém.
2 Pe- co-Te que me con - so -les Dokumente ähnlich wie Cantor Cristao
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