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MO P- LABORATORIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL- PORTUGAL NORMAT v A DOCUMENTAÇAO ESPEC F I
MO
P-
LABORATORIO
NACIONAL
DE
ENGENHARIA
CIVIL-
PORTUGAL
NORMAT
v
A
DOCUMENTAÇAO
ESPEC
F
I
LNEC
SOLOS
DETERMINAÇÃO
DO
CBR
SOLS
SOILS
Détermination
du
CBR
Determination
of
the
CBR
OBJET
SCOPE
La présente spécification vise à établir le procédé à suivre pour Ia détermination de Ia
La
présente
spécification
vise
à
établir
le
procédé
à
suivre
pour
Ia
détermination
de
Ia
valeur
du
CBR
des
sols
ayant
en
vue
le
dimensionnement
de
chaussées
sou-
pies
de
routes
et
aérodromes.
On
présente
des
méthodes
d'essai
d'éprouvettes
compactées
au
laboratoire
et
d'échantillons
intacts
prélevés
sur
place,
et
aussi
d'essai
in
situ.
The present specification establishes the procedure to be followed in the determination of the CBR
The
present
specification
establishes
the
procedure
to be followed
in
the determination
of
the CBR of
soils
for
the
design
of
flexible
pavements
of
roads
and
air-
fields.
The
specification
presents
testing
procedures
for
specimens compacted in laboratory, for undisturbed sam-
pies and for in situ tests.
for undisturbed sam- pies and for in situ tests. PREAMBULO o método CBR ( sigla formada

PREAMBULO

o método CBR ( sigla formada pelas iniciais de Ca- lifornia Bearing Ratio) é, sem
o
método
CBR
( sigla
formada
pelas iniciais
de Ca-
lifornia Bearing
Ratio)
é,
sem
dúvida,
o
mais
usado
actualmente no dimensionanJento de pavimentos fle-
xíveis.
O
CBR
é
uma
medida
convencional
aferidora
da
capacidade de suporte dum
solo
que,
introduzida
em
ábacos obtidos experimentalmente, permite determinar
a espessura necessária dos pavimentos
flexíveis.
O ensaio
consiste
em
medir
a força
necessária para
que um pistão normalizado
penetre
no
solo
até
uma
certa profundidade, com determinada
velocidade.
O
CBR é a força requerida para o pistão penetrar até essa
profundidade, expressa em percentagem da força neces-
sária para o mesmo pistão penetrar, até à mesma profun-
didade e com a mesma velocidade, num provete norma-
lizado. Em regra usam-se as penetrações de 2,5 mm
e 5,0 mm.
Realizam-se
norma/mente
ensaios de CBR sobre pro-
vetes compactados em laboratório, imersos ou não, sobre
amostras intactas e directamente sobre o solo «in situ».
Os ens~os com provetes conJpactados em laboratório
são efectuados principalmente com vista à obtenção de
elementos para o dinJensionamento de pavimentos. Os
ensaios com amostras intactas podem ser usados no di-
mensionamento quando as condições naturais são os
factores dominantes. Os ensaios «in situ» são usados
principalmente para o controle da construção e para
verificação da homogeneidade da plataforma; em cir-
cunstâncias especiars utilizam-se também para o dimen-
sionamento de pavimentos.
O CBR dum solo depende principalmente da sua
baridade, do teor em água usado na compactação e do
teor em água na altura em que
se faz a penetração. Em
ensaios de laboratório, uma vez que a compactação usada
na moldagem reproduza a compactação prevista na obra,
as duas primeiras variáveis podem ser cuidadosamente controladas durante a preparação dos provetes. O mes-
as duas primeiras
variáveis
podem
ser
cuidadosamente
controladas durante a preparação dos provetes. O mes-
mo já se não diz da humidade depois da embebição,
cuja dispersão pode ser grande. Contudo, a presente
especificação está elaborada para o caso geral da imersão
do provete durante quatro dias antes da penetração.
Casos
especiais
poderão
aconselhar
método
diferente.
Além
do
caso geral
considerado
na presente
especi-
ficação,
pode
haver interesse em estabelecer no plano
de
ensaios a realização
de condições
diferentes
no que
res-
peita
à compactação, teor
em água e sobrecarga.
Assim,
no caso de solos coerentes, poderão
moldar-se
provetes
com
energias
de
compactação
correspondente.J
a 12, 2.5 e .5.5pancadas por
camada e com os respectivos
teores óptimos
em água.
Isto
permite
o estabelecimento
de relações entre a compactação relativa,
o teor
em água
e o CBR correspondentes,
de forma
que o valor
do
CBR
possa ser escolhido
com base na baridade
e
no
teor
em
água previstos
para a compactação no campo.
No
caso de
soios
expansivos,
verifica-se
uma
dimi-
nuição
da expansão quando
compactados
com teores em
água superiores ao óptimo e baridades inferiores à má-
xima ( valores estes obtidos no ensaio de compactação
pesada).
Portanto,
convirá
que o plano de ensaios pre-
veja,
para
cada ensaio
de
compactação
correspondente
a 12,
2.5 e .5.5 pancadas
por
camada,
a moldagem
d(:
provetes com vários teores em água além do óptimo,
permitindo o estabelecimento de relações entre a compac-
tação relativa, o teor em agua, a expan.Jão e o CBR. A
consideração destas relações permitirá
a
se/ecção do
valor do CBR de projecto compatível com a máxi1Jla
expansão admissível, desde que do teor em água adop-
tado não resultem deformações do pavimento que po-
nham em risco a sua estabilidade.
1 -OBJECTO
1 -OBJECTO
A presente especificação destina-se a fixar o modo de determinar o valor do CBR de
A
presente
especificação
destina-se
a
fixar
o
modo
de determinar
o valor
do
CBR
de solos,
com
vista
ao
dimensionamento
de pavimentos flexíveis
de estradas
e aeródromos.
Apresentam-se métodos
para
os
ensaios
com
provetes
compactados
em
la-
boratÓrio
e
com
amostras
intactas
colhidas
no
campo,
e para
o ensaio
«in. situ».
2- APARELHOS E UTENSíLIOS 2.1 -Ensaio com provetes moldados a) Molde cilíndrico, com 152 mm
2- APARELHOS
E
UTENSíLIOS
2.1 -Ensaio
com
provetes
moldados
a)
Molde
cilíndrico,
com
152 mm
de
diâmetro
interior
e
178 mm
de altura,
munido
de alonga
com
50
mm
de
altura
e
de
base
perfurada
cujos
furos
não tenham
diâmetro
superior
a
1,5 mm.
( fig.
1 )
.
b)
Espaçador
com
diâmetro
ligeiramente
infe-
rior
ao
diâmetro
interior
do
molde
e
altura
de
64
mm
(fig.
2).
c)
Pilão
de
compactação
pesada
com
4,54
kg
de
massa,
457
mm
de
altura
de
queda
e
base
de
compactação
de
50 mm
de
diâmetro
(fig.
3).
d)
Sistema
para
medir
a expansão,
constituído
por
uma
placa
perfurada
com
haste
ajustável
e por
um
tripé
com
deflectómetro
graduado
em
centési-
mas de milímetro
(fig.
2).
e)
Placas
de
carga
com
2,5 kg,
uma
das
quais
em
forma
de anel
e várias
em
forma
de ferradura,
com
diâmetro
exterior
menor
que
o
do
molde
e
diâmetro
interior
de
52 mm
(1)
(fig.
2).
f)
Pistão
de
penetração
com
50 mm
de
diâme-
tro,
e
suficientemente
longo
para
passar através
das placas
de carga
e penetrar
no
solo.
g)
Peneiros
ASTM
de
malha
quadrada
de
50,8
mm,
19,0 mm
e 4,76
mm
(n.o
4)
de
abertura.
h)
Prensa
manual
ou
eléctrica
capaz
de realizar
uma
velocidade
de
penetração
uniforme
de
1 mm/
/min,
munida
de
dispositivo
de
medida
de
forças
com
limites
de
erro
de::!:
5
kgf
para
forças
até
3000
kgf,
de::!:
10 kgf
para
forças
compreendidas
entre
3000
e
5000
kgf
e de::!:
50 kgf
para
forças
3uperiores
a
5000
kgf .
i)
Deflectómetro
para
medir
a penetração,
gra-
duado
em
centésimas
de
milímetro,
com
25 mm
de curso.
j)
Balança
para
pesagens
com
limites
de
erro
de
:f:
1 g.
k)
Utensílios
diversos:
tabuleiros,
espátulas,
pilão
para
desfazer
torrões,
de
ferro,
colheres
de
pedreiro
e
jardineiro,
rasoira,
tanque
de embe-
bição,
caixas
metálicas
com
tampa
e
capacidade
para
5
kg
de solo,
cronómetro.
2.2- Ensaio com amostras intactas
2.2-
Ensaio
com
amostras
intactas
a) Molde cilíndrico, conforme o especificado em 2.1 a). b) Colar de amostragem, cortante, para
a)
Molde
cilíndrico,
conforme
o
especificado
em
2.1
a).
b)
Colar
de
amostragem,
cortante,
para
coJo-
car
nos
bordos
do
molde
(figo
1 ).
c) Amostrador metálico cilíndrico, fendido, com 18 cm de diâmetro e 18 cm de altura.
c)
Amostrador
metálico
cilíndrico,
fendido,
com
18 cm
de diâmetro
e
18 cm
de altura.
d)
Sistema
para
medir
a
expansão,
conforme
o especificado
em
2.1
d)
( fig.
2)
.
e)
Placas
de
carga
com
2,5 kg,
conforme
o
especificado
em
2.1
e).
f)
Pistão
de
penetração,
conforme
o
especifi-
cado
em
2.1
f).
g)
Prensa
manual
ou
eléctrica,
conforme
o
especificado
em
2.1
h)
.
h)
Deflectómetro
para
medir
a
penetração,
conforme
o especificado
em
2.1
i)
.
i)
Balança
para
pesagens
com
limites
de
erro
de::!:
1 g.
j)
Utensílios
diversos:
os
especificados
em
2.1
k),
e
um
serrote,
parafina,
resina
e recipiente
para
aquecimento
da
parafina.
2.3- Ensaio «in situ» a) Placas de carga com 2,5 kg, conforme o especificado em
2.3-
Ensaio
«in
situ»
a)
Placas
de
carga
com
2,5 kg,
conforme
o
especificado
em
2.1
e).
b)
Pistão
de
penetração,
conforme
o
especifi-
cado
em
2.1
f).
c)
Deflectómetros
para
medir
a
penetração,
conforme
o especificado
em
2.1
i)
.
d)
Viga
de
referência
para
apoio
de
deflectó-
metros
(fig.
5).
e)
Macaco
mecânico
manual,
capaz
de
realizar
uma
velocidade
de
penetração
uniforme
de
1 mm/
/min.
f)
Dispositivo
de
medida
de
forças
com
limites
de
erro
de:!:
5
kgf
para
forças
até
3000
kgf,
de
:!:
10 kgf
para
forças
compreendidas
entre
3000
e
5000
kgf
e
de:!:
50 kgf
para
forças
superiores
a
5000
kgf .
g)
Rótula
para
verticalização
de forças
(fig.
4).
h)
Sistema
de
reacção
para
fixação
do
macaco
e
aplicação
de forças,
em
geral
constituído
por
um
camião.
i)
Utensílios
diversos:
rasoira,
colheres
de
jar-
dineiro
e
pedreiro,
de
ferro,
espátulas,
cani-
vetes,
cronómetro.
3-TÉCNICA 3. 1 -Ensaio com provetes moldados
3-TÉCNICA
3.
1 -Ensaio
com
provetes
moldados
a) Seca-se a amostra ao ar, espalhando-a em camada pouco espessa sobre um tabuleiro mensÕes
a)
Seca-se a amostra
ao
ar,
espalhando-a
em
camada pouco espessa sobre um tabuleiro
mensÕes adequadas.
de
di-
Desfazem-se os torrÕes
com
o auxílio
dum
pe-
queno pilão,
tendo
o cuidado
de não reduzir
o
ta-
manho natural das partículas. Retira-se todo o
material
retido
no peneiro
de 50,8 mm.
<'> Cada placa de carga corresponde aproximadamente à sobrecarga de 15 cm de espessura de
<'>
Cada
placa
de
carga
corresponde
aproximadamente
à
sobrecarga
de
15 cm
de
espessura
de
pavimento.
BASE PERFURADA MOlOE 1- 164. , ~I , I I \~ ,- CDLAR DE AMDSTRAGEM
BASE PERFURADA MOlOE 1- 164. , ~I , I I \~ ,- CDLAR DE AMDSTRAGEM
BASE PERFURADA
BASE
PERFURADA
BASE PERFURADA MOlOE 1- 164. , ~I , I I \~ ,- CDLAR DE AMDSTRAGEM AlONGA
BASE PERFURADA MOlOE 1- 164. , ~I , I I \~ ,- CDLAR DE AMDSTRAGEM AlONGA
MOlOE 1- 164. , ~I , I I \~ ,- CDLAR DE AMDSTRAGEM AlONGA FIG.
MOlOE
1-
164.
,
~I
,
I
I
\~
,-
CDLAR
DE
AMDSTRAGEM
AlONGA
FIG.
1 -MOLDE
CiLfNDRICO
E
COLAR
DE
AMOSTRAGEM
PlACAS DE CARGA r 521. =ci W/'A I ~3 ~= [=_3 I~ f-lso; ~I /~~
PlACAS
DE
CARGA
r
521.
=ci
W/'A
I
~3
~=
[=_3
I~
f-lso;
~I
/~~
1-1 ~
.\
~ i
/ ~~~'
4
n-r
.".
:
~ I
.o.
,
.'%~~/J
~~
1'5
14~J
TRIP~
FIG.2-SISTEMA
PARA
MEDIR
A
EXPANSÃO,
ESPAÇADOR
E
PLACAS
DE
CARGA
I I 1-1- L-J ~L ~~)
I
I
1-1-
L-J
~L
~~)
I I 1-1- L-J ~L ~~) n:_AA_:A- : ~ L-J L-J--.L L 1.50 .1 ~ ~
I I 1-1- L-J ~L ~~) n:_AA_:A- : ~ L-J L-J--.L L 1.50 .1 ~ ~
n:_AA_:A- : ~
n:_AA_:A- :
~
L-J L-J--.L L 1.50 .1 ~ ~ .,.~. ~- .~.~ ~- ~- -~ ~~
L-J
L-J--.L
L
1.50
.1
~
~
.,.~.
~-
.~.~
~-
~-
-~
~~

~

Esquartela-se a amostra até obter a quantidade de solo necessária para três provetes. Separa-se o
Esquartela-se
a amostra
até
obter
a quantidade
de
solo
necessária
para
três
provetes.
Separa-se
o solo
em
duas
fracções
utilizando
o
peneiro
de
19,0 mm.
Pesam-se
essas
fracções.
Se
a
fracção
retida
for
superior
a
20
%
o ensaio
não
tem
signi-
ficado.
O material
retido
no
peneiro
de
19,0 mm
é
substituído
por
igual
massa
de
material
retido
no
peneiro
de
4,76
mm
(n.o
4)
e passado
no
peneiro
de
19,0 mm.
Junta-se
este
material
à fracção
mais
fina
e
homogeniza-se
a
mistura
que
seguidamente
se separa
em
fracções
com
cerca
de
5
kg.
b)
Mistura-se
bem
cada
uma
dessas
fracções
com
a quantidade
de
água
correspondente
ao
teor
em
água
pretendido
para
os
provetes.
Se
o
plano
de
ensaios
não
fixar
outro
valor
(ver
preâmbulo),
toma-se
o
teor
óptimo
em
água
obtido
no
ensaio
de
compactação
pesada.
c) Compacta-se
cada
uma
das
fracções
de
solo
no
molde
de CBR
(fig.
6),
efectuando
as seguintes
operações:
-Coloca-se
o espaçador
sobre
a base
do
molde
e aperta-se
nesta
o
molde
com
a alonga
colocada.
Sobre
o
espaçador
coloca-se
uma
folha
de
papel
de
filtro
grosso.
-Dispõe-se
o
solo
em
cordão
e
divide-se
em
cinco
partes
sensivelmente
iguais.
-Deita-se
no
molde
uma
das
partes
em
que
se
dividiu
o cordão
de splo.
Com
o
molde
assente
sobre
uma
base
rígida,
compacta-se
o
solo
com
o
número
de
pancadas
do
pilão
de
compactação
pe-
sada
correspondente
à energia
de compactação
pre-
tendida,
distribuídas
uniformemente
sobre
a super-
fície.
Se
o
plano
de
ensaios
não
fixar
outro
valor
(ver
preâmbulo),
aplicam-se
55
pancadas
por
camada.
A
camada
depois
de
compactada
deverá
ficar
com
uma
espessura
de
cerca
de
2,5 cm.
-Deita-se
no
molde
outra
parte
do
cordão
de
solo
para
a
camada
seguinte
e
compacta-se
da
,.
,
-Repete-se a operação até completar cinco camadas; a superfície da última camada deverá exceder o
-Repete-se
a
operação
até
completar
cinco
camadas;
a
superfície
da
última
camada
deverá
exceder
o bordo
do
molde,
dentro
da
alonga,
cerca
de
1 cm.
-Retira-se
a
alonga
e
rasa-se
cuidadosamente
o
molde,
preenchendo-se
qualquer
concavidade
eventualmente
formada.
-Removem-se
a
base
perfurada,
o
espaçador
e
o
papel
de filtro,
escova-se
o molde
e pesa-se
este
com
o solo
compactado.
-Coloca-se
um
disco
de papel
de filtro
grosso
sobre
a base
perfurada,
inverte-se
o
molde
com
o
solo
compactado
e
aperta-se
à base.
d)
Determ
i na-se
o
teor
em
água
do
solo
que
sobrou
na
compactação
do
provete,
e
a
baridade
1
solo que sobrou na compactação do provete, e a baridade 1 FIG. 6- ENSAIO COM PRovErEs
FIG. 6- ENSAIO COM PRovErEs MOLDADOS ' L
FIG.
6-
ENSAIO
COM
PRovErEs
MOLDADOS
'
L
e) Mete-se o conjunto no tanque de embebição, tendo o cuidado de assegurar que a
e) Mete-se
o conjunto
no
tanque
de embebição,
tendo
o
cuidado
de
assegurar
que
a
água
possa
entrar
pela
base
perfurada.
Sobre
o
provete
colocam-se
a
placa
perfurada
com
haste
ajustável,
as
placas
de
carga
e
o
tripé
com
o deflectómetro.
O número
de placas
de carga
será
o
suficente
para
reproduzir
aproximadamente
a pressão
devida
ao
peso
do
pavimento;
esse
nÚ-
mero
nunca
deverá
ser
inferior
a dois.
Se a espes-
sura
do
pavimento
resultante
do
ensaio
diferir
mais
de
15 cm
da
espessura
estimada,
deve
repe-
tir-se
o ensaio
com
o
número
de
placas
correspon-
dente
àquela
espessura.
Efectua-se
a leitura
inicial
do
deflectómetro.
Deita-se
água
no
tanque
de embebição
até
atin-
gir
um
nível
ligeiramente
acima
do
bordo
do
molde
(fig.
7).
ligeiramente acima do bordo do molde (fig. 7). f) Conserva-se o provete em embebição durante 96
f) Conserva-se o provete em embebição durante 96 horas, mantendo constante o nível de água.
f) Conserva-se
o provete
em
embebição
durante
96
horas,
mantendo
constante
o
nível
de
água.
Faz-se
pelo
menos
uma
leitura
diária do deflectó-
metro.
No
fim
da embebição,
se a expansão
ainda
não
tiver
terminado,
isto
é,
com
24
horas
de
intervalo
se a diferença
for superior
de leituras
a 0,05
mm,
a preparação
dos
provetes
deve
seguir
as recomen-
daçÕes
indicadas
no
preâmbulo
para
solos
ex-
panslvos.
Retira-se
o
tripé
com
o
deflectómetro
e esgo-
ta-se
a água
do
tanque
de
embebição
e
do
interior
do
molde
com
cuidado
para
não
destruir
o provete.
Retiram-se
as
placas
de
carga,
a
placa
perfurada
com
haste
ajustável
e
o
papel
de
filtro.
Retira-se
o
molde
do
tanque
de
embebição
e
deixa-se
drenar
o provete
durante
15 min.
Pesa-se o
molde
com
o
solo
para
determinar
a
baridade
e
o
peso
de água
absorvida.
g)
Coloca-se
a placa
de carga
em
forma
de anel
no
topo
do
provete.
Instala-se
o molde
na
prensa,
absorvida. g) Coloca-se a placa de carga em forma de anel no topo do provete. Instala-se
tura de forças o deflect6metro para leitura a zero, e instala-se da .deformação. ,,- Aplica-se.
tura de forças
o deflect6metro
para
leitura
a zero, e instala-se
da .deformação.
,,-
Aplica-se. à força
do
pistão
à velocidade
uni-
forme
de penetração
de
1 mm/min.
Faz-se a
leitura
das forças
às penetrações
de
0,5,
1,5,
2,0,
2,5,
3,0,
4,0,
5,0,
6,0,
7,5,
10,0
e 12,5 mm.
As duas
últimas
leituras
são normal-
mente
dispensadas.
h)
Retira-se
o
molde
da
prensa
e
determina-se
o
teor
em
água
do
provete
por
meio
de
duas
am~s-
tras
colhidas,
uma
a
1 cm
abaixo
do
topo
superior
e
outra
a
1 cm
acima
do
topo
inferior
do
provete.
3.2-
Ensaio
com
amostras
intactas
3.2.1
-Colheita
da
amostra
Colhem-se
três
amostras
intactas,
o
que
pode
ser
feito
utilizando
o
molde
de
CBR
ou
o
amostra-
dor
fendido.
a)
Quando
se utiliza
o molde
de
CBR,
procede-
-se como
segue:
-Alisa-se
a
superfície
do
solo
e
comprime-se
contra
este
o
molde
munido
do
colar
de
amostra-
gem
e
da
alonga.
-Inicia-se
seguidamente
a cravação,
que
pode
ser
auxiliada
escavando
o
solo
à volta
do
molde,
mas
com
precaução
para
reduzir
ao mínimo
as per-
turbaçÕes
na
amostra.
Continua-se
a escavação
à
volta
do
molde
à
medida
que
prossegue
a
opera-
ção
de
cravação,
até
que
o
solo
entre
bem
na
alonga
sem
contudo
a encher.
-Para
retirar
o
molde,
corta-se
o
solo
abaixo
do colar
de amostragem
com
uma
pá ou
um
serrote.
-Remove-se
a
al,onga
e
rasa-se
o
solo
acima
dos
bordos
do
molde.
Retira-se
o
colar
de
amos-
tragem
e
rasa-se
o
solo
também
neste
topo
do
molde.
-Recolhe-se
uma
amostra
de
solo
para
a
de-
terminação
do
teor
em
água.
-Protegem-se,
com
tampas
de
chapa
inoxi-
dável,
os
topos
da
amostra
contida
no
molde,
iso-
lando-se
com
fita
adesiva
e
parafina
os
bordos
deste.
Embrulha-se
o
conjunto
em
pano
húmido
para
facilitar
a manutenção
das
condições
de
inal-
terabilidade
no
transporte
para
o
laboratório.
-Determina-se
por
pesagem
a
baridade
do
provete.
b)
Em
solos
que
não
podem
ser
amostrados
com
o
molde
de
CBR,
por
exemplo
solos
com
pedras,
utiliza-se
o
amostrador
fendido
e procede-se
como
segue:
-Alisa-se
a
superfície
do
solo.
Sobre
essa
superfície
delimita-se
uma
área
ligeiramente
supe-
rior
à
base
do
amostrador
e
molda-se
um
tronco
de
cone
escavando
o
solo
à
volta,
com
altura
supe-
rior
à
do
amostrador
.
-Coloca-se
o
amostrador
sobre
o
tronco
de
cone
e vai-se
desbastando
este
de
modo
que
o
amos-
trador
desça
com
facilidade.
-Enchem-se
os
vazios
existentes
entre
o
amos-
~
trador
e
o
solo
com
uma
mistura
conveniente
de
parafina
quente
e
resina.
-Corta-se
ou
serra-se
a
base
da
amostra,
reti-
ra-se
o
amostrador
com
o
solo
e
rasam-se
ambos
os topos da amostra pelos bordos do molde. Selam-se estas superfícies com parafina e resina.
os
topos
da
amostra
pelos
bordos
do
molde.
Selam-se
estas
superfícies
com
parafina
e
resina.
-A
baridade
da
amostra
e
o
seu
teor
em
água
podem
ser
determinados
no
local
de
amostragem.
3.2.2- Preparação dos provetes
3.2.2- Preparação
dos
provetes
a) No caso de amostras colhidas com o molde de CBR, remove-se a cobertura de
a)
No
caso
de
amostras
colhidas
com
o molde
de
CBR,
remove-se
a
cobertura
de
um
dos
topos
da
amostra
e preenche-se
com
areia
qualquer
irre-
gularidade
da superfície
do
solo,
de modo
que
esta
fique
de
nível
com
o
bordo
do
molde.
Coloca-se
seguidamente
nesse
topo
uma
rede
fina
ou
papel
de
filtro
e
aperta-se
a
base
perfurada.
Inverte-se
o molde,
remove-se
a camada
protectora
do
outro
topo,
nivela-se
também
esta
superfície
e coloca-se
a alonga.
b)
No
caso
de
amostras
colhidas
com
o amos-
trador
fendido,
desapertam-se
os
parafusos,
abrin-
do
ligeiramente
o
molde
de
forma
a
despegar
a
amostra
das
paredes
deste.
Empurra-se
a amostra,
fazendo-a
sair
cerca
de
2 cm
pela
outra
extremi-
dade
do
amostrador,
e
apertam-se
novamente
os
parafusos.
Retira-se
a
parafina
e
desbasta-se
cui-
dadosamente
a amostra,
de
forma
a nivelar
o
pro-
vete
pelos
bordos
do
amostrador
.
Desapertam-se
novamente
os
parafusos,
empur-
ra-se
a
amostra
para
o
outro
extremo
do
amos-
trador,
fazendo-a
sair
cerca
de
2 cm,
apertam-se
os
parafusos
e
retira-se
a parafina
como
anterior-
mente,
nivelando
também
este
topo
da
amostra.
3.2.3- Embebição e penetração
3.2.3- Embebição
e penetração
A embebição e a penetração do provete fazem- -se de acordo com o especificado em
A
embebição
e
a
penetração
do
provete
fazem-
-se
de
acordo
com
o
especificado
em
3.1
e),
f),
g)
e
h).
3.3- Ensaio «in situ»
3.3-
Ensaio
«in
situ»
a) Escolhe-se um local onde não haja pedras à vista de dimensões superiores a 19
a)
Escolhe-se
um
local
onde
não
haja
pedras
à vista
de
dimensões
superiores
a
19 mm.
Nive/a-se
a
superfície,
removendo-se
todo
o
material
solto.
b) Coloca-se o sistema de reacção e monta-se o macaco com anel e pistão, tendo
b) Coloca-se
o
sistema
de
reacção
e
monta-se
o
macaco
com
anel
e
pistão,
tendo
o
cuidado
de
assegurar
a vertical
idade
deste
último.
Coloca-se
a
placa
de
carga
em
forma
de
anel
no
ponto
de
ensaio,
ajusta-se
o
pistão
ao
solo
e
colocam-se
seguidamente
as
restantes
placas,
até
atingir
o
número
especificado
em
3.1
e).
Carrega-se
o
solo
por
meio
do
pistão
com
a
força
de
5 kgf,
leva-se
o
dispositivo
de
leitura
de
forças
a zero
e montam-se
os
deflectómetros
para
leitura
da
penetração
apoiados
sobre
a
viga
de
referência.
c) A penetração realiza-se de acordo com o que se especificou em 3.1 g). d)
c) A penetração
realiza-se
de acordo
com
o que
se especificou
em
3.1
g).
d)
Depois
de
executado
o
ensaio
de
penetra-
ção,
determina-se
o
teor
em
água
do
solo
a
2 cm
da superfície
e
a
baridade
de
campo
num
ponto
afastado
10
a
15 cm
do
ponto
de
penetração.
e)
Repete-se
o
ensaio
em
dois
outros
locais
escolhidos
como
se indica
em
a).
Os valores normalizados para a curva força- 4- RESULTADOS -penetração deste provete padrão são os
Os
valores
normalizados
para
a curva
força-
4-
RESULTADOS
-penetração
deste provete
padrão
são os seguintes:
4.1 -Cálculos
Penetração
(mm}
Força
(kgf}
4.1.1
-Traçado
da
curva
força-penetração
2,5
1355
5,0
2 033
Depois
de
completado
o
ensaio
de
penetração,
7,5
2575
traça-se
a
curva
força-penetração
em
papel
mili-
10,0
3177
métrico
ou
quadriculado.
A
curva
apresenta
nor-
12,5
3500
malmente
convexidade
voltada
para
cima,
mas
por
vezes o troço
inicial
apresenta
concavidade,
e neste
Geralmente,
o
CBR
é determinado
a partir
das
caso
torna-se
necessário
fazer
uma
correcção
tra-
forças
corrigidas
correspondentes
às
penetrações
çando
a tangente
à curva
no
ponto
de
inflexão;
o
de
2,5
e
5,0 mm,
dividindo-as
pelas
forças
norma-
ponto
de
intersecção
da
tangente
com
o
eixo
das
lizadas
de
1355
e 2033
kgf
e multiplicando
os
va-
penetrações
toma-se
como
nova
origem
( fig.
9}
.
lores
obtidos
por
100.
O
valor
correspondente
a cada
penetração
é
a
média
dos
resultados
do
ensaio
dos
três
provetes.
Toma-se
normalmente
para
CBR
do
solo
o
valor
correspondente
à
penetração
de
2,5 mm.
Se
o
valor
do
CBR
correspondente
à
penetração
de
5,0 mm
for
superior,
repete-se
o ensaio.
Se se con-
firmar
este
resultado,
toma-se
para
valor
do
CBR
do
solo
o correspondente
à penetração
de
5,0 mm.
4.1.3
-Cálculo
da
expansão
A
expansão
relativa,
expressa
em
percentagem,
é determinada
pela
expressão:
LI
-L,
x
100
em
que
H
L,
-leitura
do
deflect6metro
da
expansão
no
fim
do
período
de
imersão
L.
-leitura
do
mesmo
deflect6metro
no
início
do
período
de
imersão
H
-altura
do
provete
antes
da
imersão.
4.2-
Apresentação
Os valores
do
CBR e da expansão
apresentam-se
arredondados
às unidades.
Deve anotar-se
o
tipo
de ensaio
realizado.
4.1.2
-Cálculo
do
CBR
o
CBR,
expresso
em
percentagem,
é
determi-
ENTIDADES QUE COLABORARAM
COM
O LABORATORIO
NACIONAL
nado
pela
expressão:
x
DE ENGENHARIA CIVIL NA ELABORAÇAO DESTA ESPECIFICAÇAO:
100
-
em
que
y
Junta
Autónoma
de
Estradas
Direcção-Geral
de
Obras
Públicas
e
Comunicações
do
x
-força,
expressa
em
quilogramas-força,
cor-
respondente
a
uma
dada
penetração
no
Ministério
do
Ultramar
Laboratório
de
Engenharia
de
Angola
provete
de
solo
y-
força,
expressa
em
quilogramas-força,
cor-
Laboratório
de
Ensaios
de
Materiais
e
Mecânica
do
Solo
respondente
à
mesma
penetração
num
de
Moçambique
Faculdade
de
Engenharia
da
Universidade
do
Porto
provete
padrão.
c 5/1000