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Qual a diferença entre competência absoluta e competência relativa de acordo com o CPC?

A Competência absoluta é estabelecida em razão da matéria ou da pessoa ou do critério funcional, não podendo ser derrogada por convenção entre as partes (CPC, artigo !" A incompetência absoluta pode ser recon#ecida pelo $uiz e%ou alegada pela parte, a &ual&uer tempo e grau de $urisdição, independente de e'ceção (CPC, artigo (!) A competência absoluta não preclui) *+ a competência relativa, é estabelecida em razão do valor da causa ou do critério territorial, podendo ser modificada de acordo entre as partes ou por cone'ão ou continência (CPC, artigos, ,- e !) A competência relativa preclui) A incompetência relativa não pode ser recon#ecida de of.cio pelo $uiz, salvo nulidade da cl+usula de eleição de foro em contrato de adesão, devendo ser arg/ida pela parte, por meio de e'ceção, no prazo legal, sob pena de prorrogação (CPC, artigos, -, 0 e -1!) COMPETÊNCIA ABSOLUTA E RELATIVA NO CPC. Art. 111 CPC 2 a competência em razão da matéria e da hierar&uia é inderrog+vel (absoluta! por convenção das partes" mas estas podem modificar (relativa! a competência em razão do valor e do territ3rio, elegendo foro onde serão propostas as aç4es oriundas de direitos e obrigaç4es) 5ogo6 TV (7errit3rio e 8alor! 2 9:5A7;8A Heav< Metal (=ierar&uia e >atéria! ? A@AB5C7A 9esumão de Competência CB>P:7DEC;A CBEC:;7B B :stado tomou para si a função de dizer o direito em todo o seu territ3rio) Para tanto, criou dentro da alçada do Poder *udici+rio, uma grande organização, composta por diversos 3rgãos $urisdicionais (A7F, A7*, A7>, A7:, 79F etc)!, repartindo a $urisdição entre eles, embora se deva ressaltar &ue a G$urisdiçãoH,I Artigos (JK COMPETÊNCIA CONCEITO B :stado tomou para si a função de dizer o direito em todo o seu territ3rio) Para tanto, criou dentro da alçada do Poder *udici+rio, uma grande organização, composta por diversos 3rgãos $urisdicionais (A7F, A7*, A7>, A7:, 79F etc)!, repartindo a $urisdição entre eles, embora se deva ressaltar &ue a G$urisdiçãoH, en&uanto poder2dever do :stado é una, sendo &ue a mencionada repartição é apenas para fins de divisão do trabal#o) Leste modo, competência nada mais é do &ue a fi'ação das atribuiç4es de cada um dos 3rgãos $urisdicionais, isto é, a demarcação dos limites dentro dos &uais podem eles e'ercer a $urisdição) Eeste sentido, G$uiz competenteH é a&uele &ue, segundo limites fi'ados pela 5ei, tem o poder para decidir certo e determinado lit.gio (art) 1M, CPC!) FONTES Considerando2se os inNmeros processos &ue podem ser instaurados durante a atividade $urisdicional no Pa.s, costuma2se organizar essa atividade estatal pela divisão de atribuiç4es para apreciar determinadas causas entre seus 3rgãos) :ssa distribuição é feita pela Constituição Federal, pelos diplomas processuais civil e penal e pelas leis de organização $udici+ria, além da distribuição interna da competência nos tribunais, feita pelos seus regimentos internos) A Constituição brasileira $+ distribui a competência em todo o Poder *udici+rio federal (A7F, A7* e *ustiças Federais6 *ustiça >ilitar, :leitoral, 7rabal#ista e Federal Comum!) A *ustiça estadual é, portanto, residual) MOMENTO QUE DEMARCA A FIXAÇÃO DE COMPETÊNCIA EXCEÇ!ES " RE#RA DA PERPETUATIO $URISDICTIONIS Aegundo disp4e o art) 1J do CPC, a competência, em regra, é determinada no momento em &ue a ação é proposta ? com a sua distribuição (art) -M( c%c art) -K do CPC! ou com o despac#o inicial, sendo irrelevantes as modificaç4es do estado de fato (e') >udança de domic.lio do réu! ou de direito (e') ampliação do teto da competência do 3rgão em razão do valor da causa! ocorridas posteriormente (perpetuatio jurisdictionis!, salvo se suprimirem o órgão judiciário cu$a competência $+ estava determinada inicialmente ? por e'emplo, a e'tinção de uma vara c.vel" ou &uando as modificaç4es ocorridas alterarem a competência em razão da matéria ou da hierarquia ? por&ue são espécies de competência absoluta, fi'adas em função do interesse pNblico, razão pela &ual outras modalidades de competência absoluta devem estar abrangidas) Por e'emplo, supon#a2se a #ip3tese de vir a ser modificada, na lei de organização $udici+ria, a competência de uma das 8aras C.veis da capital, &ue dei'ou de ter atribuiç4es para con#ecer de aç4es &ue envolvam direitos reais) B $uiz

o legislador nacional definiu casos em &ue a Gcompetência é e'clusivaH do Poder *udici+rio brasileiro (art) 1O. a necessidade de convivência entre os :stados. ação e'trangeira não induz litispendência) Eão #+ litispendência internacional) 8ale a &ue for #omologada primeiro) GArt) O.#e são cone'as)H Cr.. 0+r+ -)t)rm.+/ Poder+ ser um critério de determinação de competência. pedido e causa de pedir!) :'tingue o segundo) Aegundo o art) O. ? a ação se originar de fato ocorrido ou de ato praticado no @rasil) Par+grafo Nnico) Para o fim do disposto no nR . CPC) Algumas matérias para ter validade%efic+cia no territ3rio tem &ue serem $ulgadas no @rasil) 7rata de im3veis situados no @rasil ou de proceder invent+rio ou partil#a de bens situados no @rasil) GArt) 1O) Compete P autoridade $udici+ria brasileira.. ou a obrigação deve ser cumprida no @rasil.+ Luas demandas com os mesmos elementos (partes. independentes e soberanos. e casos em &ue a Gcompetência é concorrenteH.+/ 5 T)rr. reputa2se domiciliada no @rasil a pessoa $ur. &ual&uer &ue se$a a sua nacionalidade. ? con#ecer de aç4es relativas a im3veis situados no @rasil" .gio (critério objetivo!. etc) :ncontrado nas 5B*Ts dos estados federativos) 5 V+*&r -+ 3+6.dica estrangeira &ue a&ui tiver agência. filial ou sucursal)H) L.dessa vara perder+ a competência sobre todas as causas dessa espécie. ..r+m )m/ 2 Absoluta%e'clusiva6 Art) 1O.zo incompetente $ulgar e for competência absoluta é invalido o $ulgamento.zes de outros :stados) Liante dessa realidade.)r7r86.. CPC!) L&'&( )*+.) A ação intentada perante tribunal estrangeiro não induz litispendência.t&r. ou Ação de fato%ato praticado no @rasil) GArt) 11) Q competente a autoridade $udici+ria brasileira &uando6 . $+ em curso na&uela 8ara. sendo &ue a decisão proferida no estrangeiro pode vir a gerar efeitos dentro do nosso territ3rio. deve ser e'ercida dentro do seu territ3rio) :ntretanto. situados no @rasil. dentro de certos limites estabelecidos em tratados internacionais..3&/ Uerar+ a competência origin+ria) :m razão da função ou #ierar&uia move2se a causa no tribunal. ? proceder a invent+rio e partil#a de bens. pois é matéria de ordem pNblica) Alguns conceitos importantes: .+*/ Q o ob$eto litigioso. fez nascer regras &ue levam um :stado a acatar. embora se trate de competência ditada pela matéria) PRINCIPAIS CRIT%RIOS DE FIXAÇÃO DA COMPETÊNCIA Bs critérios &ue o legislador levou em conta para a distribuição de competência são o da soberania nacional.0)1-213. CPC) A sentença e'trangeira para ter validade ou efic+cia tem &ue ser #omologada pelo A7*) 7rata de casos em &ue6 B réu é domiciliado no @rasil. o ob$eto &ue estar sendo discutido) :'emplo6 causa de fam. competência absoluta não preclui.&1+* &6 h.+*/ Circunscrição geogr+fica) Q o critério de foro) :ncontrado no CPC) 5 M+t)r. CPC.-. estiver domiciliado no @rasil" .t.&. o da #ierar&uia e atribuiç4es dos 3rgãos $urisdicionais (critério funcional!.) -. por conse&/ência natural.. nem obsta a &ue a autoridade $udici+ria brasileira con#eça da mesma causa e das &ue .. ? o réu. ap3s ser #omologada pelo A7* (arts) 11. ? no @rasil tiver de ser cumprida a obrigação" . e os dos limites territoriais &ue cada 3rgão $udicial e'erce a atividade $urisdicional (critério territorial!) RE#RAS DE COMPETÊNCIA INTERNACIONAL A $urisdição é fruto da soberania do :stado e.1+r + 3&m0)t213. é um dos motivos da obrigatoriedade do valor da causa na inicial) :ncontra2se nas 5B*Ts) 5 F613.lia. as decis4es proferidas por $u.t4r. o da natureza ou valor da causa e o das pessoas envolvidas no lit. com e'clusão de &ual&uer outra6 .v. CPC!. a competência absoluta não pode) Ae o $u. ou de trSnsito. por e'emplo) :ncontra2se na Constituição Federal para a competência do A7* e A7F e para os 7ribunais de *ustiça encontra2se nas 5B*Ts) As competências territoriais e em relação ao valor da causa são de competência relativa e as competências material e funcional são de competência absoluta) A competência relativa pode ser modificada pela vontade das partes. ainda &ue o autor da #erança se$a estrangeiro e ten#a residido fora do territ3rio nacional)H 2 Concorrente%cumulativa6 Art) 11. 1O e 01(.

não pode $ulgar duas vezes a mesma matéria) A competência relativa preclui.lio do alimentado. correndo P sua conta as custas acrescidas em razão dessa iniciativa)H) 2 53gica6 Eão pode praticar o ato pois $+ praticou um ato incompat.2 Prescrição é a perda do direito de ir ao $udici+rio. . poder+ ser demandado em &ual&uer deles (V R!" se incerto ou descon#ecido. competente o foro do ultimo domic.cio &ue é nos casos de foro de eleição nos contratos de adesão) A competência relativa é de ordem privada) Ae o réu alegar incompetência ap3s a preeliminar de contestação. por causa da inércia) 2 Lecadência é a perda do direito material) 2 Perempção é &uando o autor deu causa P três sentenças por abandono) B autor tin#a &ue praticar um ato por até (.. CPC!" 8. CPC! e o aditamento ap3s a citação do réu (art) -O0. se$a em leis e'travagantes....dico &ue l#e d+ ense$o. . &ue estabelecem regras espec.vel) 2 Pro2*udicato6 Para o $ulgador. ? a!ão declaratória de ausência. mantendo2se as mesmas partes. sem o consentimento do réu. ao fi'ar a competência. salvo as substituiç4es permitidas por lei) Par+grafo Nnico) A alteração do pedido ou da causa de pedir em nen#uma #ip3tese ser+ permitida ap3s o saneamento do processo)H GArt) -O0) Antes da citação. a natureza da relação $ur. CPC!" . ou no foro de domic. ser+ competente um dos $uizes das 8aras da Fam. por e'emplo6 . #+ a prorrogação se não for arg/ida no prazo) Leve ser alegada na :'ceção de competência e a absoluta em preliminar de contestação. CPC" art) )J1K. ? a!ão de inventário.ficas para certas aç4es. o réu vai pagar as custas do processo em razão da demora. CPC!) GArt) -M0) Feita a citação. os 7ribunais 9egionais Federais. estabelecidas na Constituição federal e%ou :stadual e nas 5eis) Lestarte. >:A>B QC: UAE=: A CACAA) CRIT%RIOS OB$ETIVOS Competência em razão da pessoa (partes)" a fi'ação da competência tendo em conta as partes envolvidas (ratione personae! pode ense$ar a determinação da competência originaria dos tribunais. ? a!ão de separa!ão" divórcio" conversão de separa!ão em divorcio e anula!ão de casamento. d.9& 0&-) . isto é. por sua vez. ser+ demandado no local em &ue for encontrado. .CPC!" 8 ? a!ão de cobran!a.lio do autor (V -R!.pio determinada pelo domicilio do réu. por e'emplo6 para con#ecer de uma ação de separação. se o réu não residir no @rasil e se o pr3prio autor também não tiver residência no Pa. se$a no CPC. ? a!ão de despejo. dias e não o fez) 2 Preclusão é a perda do direito de praticar um ato processual) Pr)3*6. a&uele &ue pede os alimentos (art) .lio do ausente (art) OJ. competente o foro do ultimo domicilio do autor da #erança (art) OM. competente o foro do domic. é defeso ao autor modificar o pedido ou a causa de pedir.dica controvertida..s (V (R!) Aer+ ainda no foro de domic. serve para delimitar.lia e Aucess4es.. para as aç4es fundadas em direito pessoal e as aç4es fundadas em direito real sobre bens m3veis) (art) O0. os $uizes estaduais são competentes para dizer o direito nas suas Comarcas.lio. ? a!ão de responsabilidade do fornecedor de produtos e . facultando2se ao autor a$uizar a ação no foro de seu domic. para aç4es em &ue a Fazenda PNblica for parte etc" Competência em razão da matéria (ratione materiae) causa de pedir" considera2se.lio de &ual&uer dos réus no caso de litiscons3rcio passivo (V 0R!) Além dessas regras. CC%. essa porém pode ser dada de of.cio) Ea relativa #+ uma possibilidade de declaração de incompetência de of. competente o foro do domic.. competente o foro da situação do im3vel (art) K1. CPC!) Ae o réu tiver domic. nos limites da sua região) B A7F e o A7* podem dizer o direito em todo o territ3rio nacional) Aob o Sngulo da parte. o autor poder+ aditar o pedido. definida pelo fato $ur.lios mNltiplos. e'istem outras.. &uando os #ouver na Comarca" Competência em razão do valor da causa (pedido)" muito menos usado. competência de varas distritais.lio da mul#er (art) .8 ? a!ão de alimentos. CPC!" .8.. &uando #ouver organizado. entre outras #ip3teses.. e os $uizes federais. dos 7ribunais de Alçada) CRIT%RIO TERRITORIAL Bs 3rgãos $urisdicionais e'ercem $urisdição nos limites das suas circunscriç4es territoriais.)r/ 2 7emporal6 tem #aver com o prazo) 2 Consumativa6 *+ praticou o ato) As :'ceç4es são6 A modificação da petição inicial sem autorização do réu até o saneamento (art) -M0. 5ei nR 1)-0K%O !" 8... competente o foro do lugar onde a obrigação deveria ter sido satisfeita (art) . . nos limites da sua Aeção *udici+ria) *+ os 7ribunais :staduais são competentes para e'ercer a $urisdição dentro do seu estado. a competência territorial é em princ. ou...-!" .

a regra de incompetência relativa) A incompetência é defeito processual &ue. mesmo tratando2se de incompetência absoluta. 5ei nR O). art) (!. 5ei nR 1). como ao tribunal. o &ue é a regra. suscitando o conflito de competência (CPC.zo é matéria pertinente Ps leis de organização $udici+ria" $+ a de foro é regulada pelo CPC) Competência originária e derivada6 A competência originária é atribu. competente o foro do domic. &ue ter+ duas opç4es6 recon#ecer sua competência ou divergir.OO%OK *:C!) CRIT%RIO FUNCIONAL :n&uanto nos outros critérios busca2se estabelecer o $uiz competente para con#ecer de determinada causa. por e'emplo. ação rescis3ria e mandado de segurança contra ato $udicial) :n&uanto &ue a competência derivada ou recursal é atribu.zo monocr+tico. se relativa (CPC. remeter+ o $uiz o processo para o $u. &ue serão $ulgados pelo mesmo $u.2CLC!" 8.da ao 3rgão $urisdicional diretamente. art)O-. par) Xnico. da incompetência internacional (arts) 1121O do CPC! e do V R do art) . é sinYnimo de competência territorial.da tanto ao $u.. em sede de preliminar P contestação. independentemente da alegação da parte. e não se anulam os atos decis3rios $+ praticados) Ea incompetência absoluta. competência de foro. para depois averiguar o ju&zo. pode #aver necessidade de determinados atos se realizarem perante 3rgãos diversos" é o caso da carta precat3ria para citação ou intimação e oitiva de testemun#a &ue este$a domiciliada em comarca diversa da&uela em &ue tramita o processo.. segundo as leis de organização $udici+ria podem funcionar v+rios $uizes com atribuiç4es iguais ou diversas) Le tal modo. CF!" o do Aupremo 7ribunal Federal. para con#ecer da causa em primeiro lugar" pode ser atribu. par+grafo Nnico!) Portanto.cio (Aumula (( do A7*!) .veis na forma do art) (0 da lei de :'ecução Fiscal. e para atender predominantemente ao interesse particular. 5ei nR 1). para uma mesma causa. o cart3rio. e *u. definida em lei (art) .zo competente para apreciar a &uestão. atribui2se a competência derivada ao tribunal. . responder+ integralmente pelas custas.. competente o foro domic. em regra. conforme se trate de regra fi'ada para atender somente ao interesse publico.lio do autor (art) . somente se acol#er a e'ceção de incompetência.OO%OK ($uizados :speciais C. o $uiz poder+ recon#ecê2la de of. em algumas situaç4es. como por e'emplo.lio do autor (art) 0R. e.zo prolator da sentença) Incompetência relativa x Incompetência absoluta As regras de competência submetem2se a regimes $ur. um tribunal. . na relativa. e. declarando2se igualmente incompetente. do Auperior 7ribunal de *ustiça e de todos os demais tribunais superiores é todo o territ3rio nacional (CF.zo de 3rgão $udici+rio) A competência do $u.W ? a!#es movidas no $uizado %special C&vel. mediante e'ceção) Ae absoluta.. &ue em primeiro grau de $urisdição. art) K. :CA!" . mas #+ casos em &ue o pr3prio magistrado de primeira instancia possui competência recursal. não leva P e'tinção o processo. a unidade administrativa) Eas *ustiças dos :stados o foro de cada $uiz de primeiro grau é o &ue se c#ama comarca" na *ustiça Federal é a subseção $udici+ria) B foro do 7ribunal de *ustiça de um estado é todo o :stado" o dos 7ribunais 9egionais Federais é a sua região.MO%O.do 9egimento . por &ual&uer das partes. a parte &ue dei'ar de alegar na primeira oportunidade em &ue l#e couber falar nos autos responder+ integralmente pelas custas. remetem2se os autos ao $uiz competente e reputam2se nulos os atos decis3rios $+ praticados. no critério funcional reparte2se a atividade $urisdicional entre 3rgãos &ue devam atuar dentro do mesmo processo) Como o procedimento se desenvolve em diversas fases.cio (CPC.da ao 3rgão $urisdicional destinado a rever a decisão $+ proferida" normalmente. cab. &uando relativa.nterno do Aupremo 7ribunal Federal) A incompetência &uando absoluta pode ser alegada a &ual&uer tempo.veis!.servi!os. constata2se primeiro &ual o foro competente. o $uiz não pode recon#ecê2la de of. do art)K da 5ei n)O). nos casos dos embargos infringentes de alçada.dicos diversos. art) -!. para a realização de pen#ora de bem situado em comarca diversa) :ssa competência é alterada também de acordo com o grau de $urisdição) Eormalmente se desloca a competência para um 3rgão de segundo grau. salvo nas e'cepcionais #ip3teses do inciso .lio dos pais ou respons+veis (art) 0M. para reapreciar processo decidido em primeira instancia por meio de recurso) CLASSIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIA A competência classifica2se em6 Competência do foro (territorial) e competência do ju&zo 'oro é o local onde o $uiz e'erce as suas funç4es" é a unidade territorial a &ual se e'erce o poder $urisdicional) Eo mesmo local. ? a!ão de ado!ão. corresponde Ps varas.!.J.J1%O. denominada de regra de incompetência absoluta. competente o foro do domic..

zo prevento.zos) Por se tratar de matéria de ordem pNblica.cia. tramitando no mesmo grau de $urisdição) EM SUMA/ 8ai unir no $u. ou se$a. abrange o das outras.() 9eputam2se cone'as duas ou mais aç4es. as de acidentes de trabal#o e as su$eitas P *ustiça :leitoral e P *ustiça do 7rabal#o"H Z *u. e sendo de competência territorial diversa (comarcas distintas!. cobra2se todo o valor do mNtuo) PREVENÇÃO Prevenção é um critério de confirmação e manutenção da competência do $uiz &ue con#eceu a causa em primeiro lugar. essa reunião s3 ser+ poss. não se su$eita P preclusão. &ue veda a alteração de competência no curso da ação.zo universal6 Q a Gvis atractivaH. CPC) As mesmas partes e mesma causa de pedir e o pedido de um tem &ue ser maior &ue o do outro) GArt) . como acontece no caso da Falência.O do CPC) GArt) . podendo ser alegada a &ual&uer tempo) Aendo $u. CF) 7oda vez &ue a Cnião intervir no processo a competência é da $ustiça federal) GArt) . CPC!) Assim. &uando . considerar2se2+ prevento o $uiz do processo &ue realizou a citação em primeiro lugar (CPC. entidade aut+r&uica ou empresa pNblica federal forem interessadas na condição de autoras. por ser mais amplo. e &uando #+ um conflito de competência art) K.. imperativo constituicional e o $u. ? &uando dois ou mais $u. um acidente.zes surge controvérsia acerca da reunião ou separação de processos)H MAIS DETALHES DA CONEXÃO E A CONTINÊNCIA A regra geral é a da perpetuatio jurisdictionis (CPC.0. induz litispendência e faz litigiosa a coisa" e. art) . nas aç4es entre as mesmas partes pedindo revisão do valor da pensão aliment.M e -M(!.zes federais compete processar e $ulgar6 2 as causas em &ue a Cnião. sendo ela fi'ada no momento da propositura) Eão obstante a regra geral. a vara se torna competente para $ulgar todas as causas. arts) .veis competências concorrentes de outros $u.vel se não ocorrer #ip3tese de competência absoluta dos 3rgãos $ulgadores e se as aç4es ainda estiverem pendentes de $ulgamento. o pedido.(. isto é. como por e'emplo nas aç4es entre as mesmas pessoas.. assistentes ou oponentes. art) 1J!. permite a modificação da competência ap3s a propositura da ação nos casos de Gcone'ãoH ou GcontinênciaH (art) . conforme o art) . por ser mais amplo.zo. ? &uando entre dois ou mais $u.dico &ue d+ arrimo ao pedido. reputam2se cone'as duas ou mais aç4es &uando l#es for comum o ob$eto.zo prevento é a citação v+lida.zes se declaram competentes" . não pode escol#er a vara e nem o $u. CPC) Quando #ouver duas aç4es com mesmo pedido e causa de pedir) GArt) . mas o ob$eto de uma. perpetuando a sua $urisdição e e'cluindo poss. rés.MODIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIA 2 5egal6 Cone'ão continência.O!) :ntretanto. CPC! o 7ribunal de *ustiça decide) GArt) K) =+ conflito de competência6 .mperativo Constitucional6 Art) .. segundo o art) . considerar2se2+ prevento o &ue despac#ou em primeiro lugar (CPC. &ue é uma espécie de cone'ão.z) Z 7+cita6 7in#a incompetência relativa e essa não fora alegada pelo réu acarretando assim a prorrogação) Ea cone'ão e na continência pode #aver união dos processos.O) A citação v+lida torna prevento o $u. por e'emplo. ainda &uando ordenada por $uiz incompetente. por e'emplo) A continência.zo universal) Z Cone'ão6 Art) .-. o fato $ur.0 do CPC d+2se entre duas ou mais aç4es sempre &ue #+ identidade &uanto Ps partes e P causa de pedir.zes de mesma competência territorial. mas o ob$eto de uma.zes se consideram incompetentes" . &ue a vara &ue $ulga a falência vira um polo de atração dos demais processos da empresa falida) 2 8olunt+ria6 Livide2se em6 Z :'pressa6 Q o foro de eleição) Q a circurnscrição geogr+fica escol#ida pelas partes) :scol#e apenas o territ3rio. o &ue decide o $u. como nas aç4es com fundamento no mesmo contrato ou no mesmo fato. e a causa de pedir .( do CPC. ? &uando dois ou mais $u. constitui em mora o devedor e interrompe a prescrição) . segundo o art) . relativas a um contrato de mNtuo .O) Aos $u.#es for comum o ob$eto ou a causa de pedir)H Z Continência6 Art) . abrange o das outras)H Z . o CPC. e'ceto as de falência.O. sendo &ue em uma delas cobra2se uma prestação" na outra.0) L+2se a continência entre duas ou mais aç4es sempre &ue #+ identidade &uanto Ps partes e P causa de pedir.

A) O artigo 297 do Código de Processo Civil cataloga as respostas do réu citado na ação de conhecimento que adote o procedimento ordinário. contestação. c#amada e(ce!ão de incompetência!. impedimento e suspeição )arts# *+7 e *.. elas não t(m o e&eito de condu0ir o processo 2 e!tinção )art# 237-. considera2se prevento a&uele &ue despac#ou em primeiro lugar)H :m resumo. regulado nos arts) K a -0 do CPC) B conflito pode ser suscitado por &ual&uer das partes. instrução e ulgamento# 5os procedimentos especiais ela deve ser &ormulada no pra0o de&inido em lei para contestação )v#g# art# 9+2-# 4 e!ceção de incompet(ncia pode ser apresentada simultaneamente 2 contestação ou antes dela# :e &or apresentada antes.cio. (noventa! dias) V 0o Eão se efetuando a citação nos prazos mencionados nos par+grafos antecedentes. pronunciando2se sobre a validade dos atos praticados pelo incompetente (art) --!) . #+ conflito de competência &uando dois ou mais $u. no caso em tela a competência ser+ de &uem primeiro despac#ou) GArt) .nstaura2se mediante petição dirigida ao presidente do tribunal. caso o conflito se$a positivo" se o conflito for negativo.99-# Contudo. &ue é &uando as aç4es cone'as encontram2se na mesma competência territorial(mesma comarca!..ncumbe P parte promover a citação do réu nos . acrescentado pela 5ei nR )-1. #aver2se2+ por não interrompida a prescrição) V KoB $uiz pronunciar+. se o demandado &or a 6a0enda P/'lica ou o 7inistério P/'lico o pra0o computar8se8á em quádruplo )art# . .. (dez! dias subse&/entes ao despac#o &ue a ordenar.ou ao 1 ui01 que nela atua )impedimento e suspeição-# 4 e!ceção de incompet(ncia só pode ser suscitada nos casos em que a compet(ncia &or 1relativa1# Para tanto.. esse pra0o será contado em do'ro se houver litisconsórcio passivo e os réus estiverem representados por advogados distintos )art# . e .-# 5o procedimento sumário a e!ceção de incompet(ncia deve ser apresentada na audi(ncia de conciliação.zo praticando atos processuais) Lever+ ainda o relator designar um $uiz para solucionar as &uest4es urgentes) Assim. pois não #aver+ $u. a &ue se refere o par+grafo anterior. através de peça em separado.. o $uiz prorrogar+ o prazo até o m+'imo de O. mesma comarca6 &uem despac#ou primeiro" e comarca diferentes6 primeira citação v+lida) OBSERVAÇÃO IMPORTANTE/ A incompetência relativa não pode ser declarada de oficio pelo $uiz (compete ao réu levantar a &uestão. &ato é que o artigo em análise possi'ilita que ele o&ereça as e!ceç"es de incompet(ncia.ECB>P:7DEC. a prescrição) V Mo Passada em $ulgado a sentença. segundo o par+grafo Nnico do art) .. os $u.zes &ue têm a mesma competência territorial. . com a distribuição. o sobrestamento não ser+ necess+rio. instru. o simples o&erecimento da e!ceção suspenderá o processo e o pra0o para as demais respostas do réu. e!ceç"es e reconvenção# $onge de e!aurir todas as respostas poss%veis para o demandado. e é decido pelo tribunal &ue designa &ual $uiz é o competente para decidir o conflito. pelo >inistério PNblico ou pelo $uiz (art) M!. ouvindo o relator. de fevereiro de -.M do CPC traz uma e'ceção a regra da citação v+lida.da com os documentos &ue comprovem o conflito.zes em conflito) Aobrestar+ o processo. de of. em'ora o artigo *+3 equivocadamente mencione que essa suspensão se dará apenas com o rece'imento dela pelo ui0# .!) B conflito entre autoridade $udici+ria e autoridade administrativa. art) K.V o A interrupção da prescrição retroagir+ P data da propositura da ação) V -o .2-# . denominado conflito de competência.zes se declaram competentes (conflito positivo! ou incompetentes (conflito negativo! e também no caso de controvérsia sobre reunião ou separação de processos (CPC.zo de domicilio do réu) CONFLITO DE COMPETÊNCIA A &uestão da competência ou incompetência também pode ser levantada por um outro procedimento pr3prio.gios &ue ten#am arrimo em contratos de adesão. salvo. nos casos &ue envolvam lit.M. não ficando pre$udicada pela demora imput+vel e'clusivamente ao serviço $udici+rio) V (o Eão sendo citado o réu.9. a&inal. o escrivão comunicar+ ao réu o resultado do $ulgamento)H B art) . ou s3 entre autoridades administrativas.mprocedente a e!ceção.M) Correndo em separado aç4es cone'as perante $u.do CPC.ssas /ltimas arguiç"es são 'ati0adas de 1e!ceç"es rituais1 e representam meras de&esas indiretas. c#ama2se conflito de atribuiç4es e não conflito de competência) AEB7A[\:A AB@9: A :WC:[]B L: . o pra0o de resposta retomará o seu curso . o réu possui o pra0o de quin0e dias se o procedimento &or o ordinário# 5ele. vez &ue neste caso é licito ao $uiz e( officio recon#ecer a nulidade da cl+usula de eleição de foro e declinar de sua competência para o $u. quais se am. senão apenas eliminar um pro'lema relacionado ao 1órgão udicial1 que processa a demanda )incompet(ncia.

se a e!ceção &or provida.para que ele se mani&este. parte &inal-# . a e!ceção será autuada em apenso# . par# /nico-# 4presentada. até porque o magistrado não pode contrariar a convenção das partes em matéria de compet(ncia relativa# Por /ltimo. mesmo que a e!ceção se a intempestiva ou mani&estamente improcedente. o ui0 não terá outra alternativa senão de&eri8la. ademais. este recurso originalmente não é dotado de e&eito suspensivo# 5ada o'stante. o ui0 mandará intimar o e!cepto )o autor. caso em que haverá a preclusão consumativa e a prorrogação da compet(ncia. o ui0 decidirá em igual pra0o mediante interlocutória suscet%vel de agravo de instrumento )art# <22. o u%0o relativamente incompetente se tornará competente# 4ssim como as demais e!ceç"es rituais.ntimadas as partes so're a decisão de primeira inst=ncia na e!ceção. no pra0o de de0 dias# 4pós essa mani&estação e não havendo a necessidade de produ0ir prova em audi(ncia. o pra0o para as demais respostas do réu permanecerá suspenso até a data em que as partes &orem intimadas do inde&erimento liminar# . ele só voltará a correr da intimação &eita pelo novo u%0o so're a chegada dos autos# .normal do dia em que parou# Procedente a e!ceção. o processo retomará o seu curso normal. mesmo que ha a a interposição de agravo. a de incompet(ncia deve ser &ormulada em petição escrita dirigida ao ui0 que processa a causa. se o e!cepto concordar com a e!ceção. tam'ém por escrito. isto é.ssa petição deve ser &undamentada e instru%da com documentos# Conclusos os autos. em'ora o réu possa apresentá8la para protoloco no u%0o do seu domic%lio e requerer a imediata remessa da e!ceção ao ui0 que ordenou a citação )art# *+<.m hipótese alguma a e!ceção poderá ser mane ada após a contestação. o processo só voltará a tramitar com a chegada dos autos no u%0o competente# >á ainda algumas curiosidades so're a e!ceção de incompet(ncia e a primeira delas di0 respeito 2 possi'ilidade de o ui0 acolher a e!ceção e remeter os autos para u%0o diverso daquele indicado pelo e!cipiente ou mesmo daquele apontado pelo e!cepto em sua mani&estação# Porém.