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XXIV Simpósio Mínero Metalúrgico da UFMG "A Mínero-Metalurgia: Competitividade, Inovação e Produtividade". Zinco e Aços Galvanizados
XXIV Simpósio Mínero Metalúrgico da UFMG
"A Mínero-Metalurgia: Competitividade, Inovação e Produtividade".
Zinco e Aços Galvanizados
1
Carlaine Fonseca de Souza • • • Engenheiro Metalurgista – UFMG 1997 MBA Gestão Empresarial –
Carlaine Fonseca de Souza
Engenheiro Metalurgista – UFMG 1997
MBA Gestão Empresarial – FGV 2007
Experiência Profissional
USIMINAS
Engenheiro de Processos – Laminação de Encruamento: 1998-2000
Gerente de Encruamento e Galvanização Eletrolítica: 2001-2008
Companhia Siderúrgica Nacional (a partir de 2008)
Gerente de Processos de Laminação
Engenharia de Produtos (LQ, LF, LZ, FM)
Qualidade do produto
Desenvolvimento de Processos
Histórico CSN • • • • • Incorporada em 1941 - marco no processo de industrialização
Histórico CSN
Incorporada em 1941 - marco no processo de industrialização nacional;
Operações iniciadas em 1946 (capacidade prevista 500 mil t/ano);
Quatro grandes expansões concluídas até 1989 (capacidade 4,3 Mt/ano)
Privatização em abril/1993;
Programa de modernização de 1996 a 2003 (capacidade 5,75 Mt/ano)
Localização Arcos (minas próprias de calcário e dolomito) Casa de Pedra Ferrovia MRS 445 km (mina
Localização
Arcos
(minas próprias de
calcário e dolomito)
Casa de Pedra
Ferrovia MRS
445 km
(mina própria
de minério de ferro)
(participação 43%)
328 km
Ferrovia FCA
Estado
do Rio de
Janeiro
Galvasud
Galvasud
CSN - UPV
MRS
FCA
MRS
INAL
Porto do Rio de Janeiro
Porto de Itaguaí
120 km
TECAR (part. 100%)
TECON (part.100%)
109 km
CSN – Negócios
CSN – Negócios
Siderurgia – Usina Presidente Vargas
Siderurgia – Usina Presidente Vargas
CSN Porto Real
CSN Porto Real
CSN Paraná
CSN Paraná
CSN LUSOSIDER - Portugal
CSN LUSOSIDER - Portugal
CSN LLC – Estados Unidos
CSN LLC – Estados Unidos
CSN SWT Alemanha
CSN SWT Alemanha
CSN Aços Longos
CSN Aços Longos
XXIV Simpósio Mínero Metalúrgico da UFMG A Mínero-Metalurgia: Competitividade, Inovação e Produtividade.
XXIV Simpósio Mínero Metalúrgico da UFMG
A Mínero-Metalurgia:
Competitividade, Inovação
e Produtividade.
20 maiores produtores de aço Belgium 7,4 Poland 8,4 United Kingdom 9,8 Spain 13,6 Canada 13,7
20 maiores produtores de aço
Belgium
7,4
Poland
8,4
United Kingdom
9,8
Spain
13,6
Canada
13,7
O Brasil ocupa a 9ª posição entre os países produtores de aço.
O total de aço produzido no mundo é de
1,5 bilhões de toneladas/ano, para uma capacidade instalada de 1,9
bilhões de toneladas/ano.
Iran
14,5
France
15,6
Sobra de 400 milhões de toneladas/ano.
Mexico
18,2
Taiwan, China
20,7
Italy
27,2
1.205
Consumo per capita de aço (kg/habitante)
Ukraine
32,9
527
Brazil
34,7
308
Turkey
35,9
184
137
Germany
42,7
South Korea
69,3
Russia
70,6
India
76,7
Brasil
México
EUA
China
Coréia do Sul
United States
88,6
É por isso que se diz que um “soluço” na China causa um “Tsunami” no Brasil
Japan
107,2
China
708,8
Fonte: Word Steel Association
Produção mundial total = 1.510 milhões toneladas
14
Competitividade Fonte: Valor Econômico – Abril 2012
Competitividade
Fonte: Valor Econômico – Abril 2012
Competitividade • Produzir metais não é tão difícil .... • O desafio é produzi-lo de forma
Competitividade
Produzir metais não é
tão difícil ....
O desafio é produzi-lo de
forma sustentável e
obtendo lucros que
atraiam investimentos
para o setor!
Necrópole de Varna na Bulgária– 4600 BC
Produtividade Produtividade Produtividade* em comparação aos trabalhadores dos EUA (%) 3º Estados Unidos 6º Singapura 9º
Produtividade
Produtividade
Produtividade* em comparação aos trabalhadores dos EUA (%)
3º Estados Unidos
6º Singapura
9º Australia
21º Alemanha
30º Coreia do Sul
47º Turquia
49º Argentina
50º Rússia
52º México
55º Chile
67º Africa do Sul
79º Brasil
82º China
93º India
Média Mundial
100
93
87
74
61
39
36
35
34
33
24
24
18
17
10
10
37
*Produtividade = PIB/trabalhador.
Fonte: Conference Board
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Brasil – Setores de Alta Competitividade AGRONEGÓCIO Território e Clima – Natureza Domínio da tecnologia
Brasil – Setores de Alta Competitividade
AGRONEGÓCIO
Território e Clima – Natureza
Domínio da tecnologia
Brasil – Setores de Alta Competitividade MINERAÇÃO Reservas – Natureza Preços e Volumes – China Domínio
Brasil – Setores de Alta Competitividade
MINERAÇÃO
Reservas – Natureza
Preços e Volumes – China
Domínio da tecnologia
Brasil – Setores de Alta Competitividade AERONÁUTICA Embraer CTA, ITA
Brasil – Setores de Alta Competitividade
AERONÁUTICA
Embraer
CTA, ITA
Brasil – Setores de Alta Competitividade AUTOMOBILÍSTICA Mercado Preços Tradição
Brasil – Setores de Alta Competitividade
AUTOMOBILÍSTICA
Mercado
Preços
Tradição
Siderurgia Brasileira – Competitividade Ameaçada SIDERURGIA Excesso de capacidade mundial China – Exportador Líquido
Siderurgia Brasileira – Competitividade
Ameaçada
SIDERURGIA
Excesso de capacidade
mundial
China – Exportador Líquido
Galvanização  Corrosão Eletroquímica do Aço  Proteção Galvânica e por Barreira – Zn  Processos
Galvanização
Corrosão Eletroquímica do Aço
Proteção Galvânica e por Barreira – Zn
Processos de Galvanização
Imersão a Quente
Eletrolítica
Tipos de Revestimento
Cristal normal
Minimizado
BGA
Galvalume
Aplicações
Corrosão Eletroquímica A corrosão eletroquímica é um processo espontâneo, passível de ocorrer quando o metal está
Corrosão Eletroquímica
A corrosão eletroquímica é um processo espontâneo, passível de
ocorrer quando o metal está em contato com um eletrólito, onde
acontecem, simultaneamente, reações anódicas e catódicas.
Corrosão Eletroquímica no Aço Reação anódica (oxidação): Fe → Fe 2+ + 2e – Reação catódica
Corrosão Eletroquímica no Aço
Reação anódica (oxidação):
Fe → Fe 2+ + 2e –
Reação catódica (redução):
H 2 O + ½ O 2 + 2e – → 2OH –
Formação da Ferrugem - hidróxido ferroso
Fe 2+ + 2OH – → Fe(OH) 2
Galvanização A galvanização é o processo físico-químico pelo qual um material é revestido com outro metal,
Galvanização
A galvanização é o processo físico-químico pelo qual um
material é revestido com outro metal, geralmente para
proteger da corrosão ou para fins decorativos. O nome do
processo homenageia o cientista italiano Luigi Galvani (1737-
1798), que descobriu como transferir íons a partir de um
metal para uma outra superfície através da eletrólise.
Mecanismos de Proteção Barreira mecânica Exemplo: Aplicações sem pintura, silos, telhas galvanizadas, etc.
Mecanismos de Proteção
Barreira mecânica
Exemplo: Aplicações sem pintura, silos, telhas galvanizadas, etc.
Mecanismos de Proteção Barreira mecânica Sendo mais reativo que o Fe, o Zn não será rapidamente
Mecanismos de Proteção
Barreira mecânica
Sendo mais
reativo que o Fe, o
Zn não será
rapidamente
consumido??
Exemplo: Aplicações sem pintura, silos, telhas galvanizadas, etc.
Proteção por barreira mecânica – Zn Formação da camada resistente Processo 1 Ação da água /
Proteção por barreira mecânica – Zn
Formação da camada resistente
Processo 1
Ação da água / umidade
Zn 0
=
Zn ++ + 2e-
2e-
+ O 2
+ 2H 2 O = 40H -
Zn ++
+ 2OH - + XH 2 O =
Zn(0H) 2 .XH 2 O
Processo 2
Ação atmosférica
5Zn(OH) 2 .XH 2 O
+ 2CO 2 =
2 Zn.CO3.3Zn(OH)2.YH20
CARBONATO BÁSICO DE ZINCO - Filme cinza-
fosco, cristalino, aderente, duro e impermeável à
água. Responsável pela proteção.
Proteção por barreira mecânica – Zn Formação da camada resistente Processo 1 Ação da água /
Proteção por barreira mecânica – Zn
Formação da camada resistente
Processo 1
Ação da água / umidade
Zn 0
=
Zn ++ + 2e-
2e-
+ O 2
+ 2H 2 O = 40H -
Zn ++
+ 2OH - + XH 2 O =
Zn(0H) 2 .XH 2 O
Processo 2
Ação atmosférica
O Carbonato de zinco é
compacto e estável, sua
taxa de corrosão é da
ordem de 10 a 100 vezes
menor que a do Fe.
5Zn(OH) 2 .XH 2 O
+ 2CO 2 =
2 Zn.CO3.3Zn(OH)2.YH20
CARBONATO BÁSICO DE ZINCO - Filme cinza-
fosco, cristalino, aderente, duro e impermeável à
água. Responsável pela proteção.
Falha na Proteção por Barreira “Wet Storage Stain” – Corrosão Branca
Falha na Proteção por Barreira
“Wet Storage Stain” – Corrosão Branca
Proteção Galvânica – Zn Zinco – Metal mais eletronegativo que o Fe Exemplo: Risco em pintura
Proteção Galvânica – Zn
Zinco – Metal mais eletronegativo que o Fe
Exemplo: Risco em pintura automotiva atingindo o substrato de aço.
Processos Industriais de Galvanização
Processos Industriais de Galvanização
Fluxo Siderurgia Integrada
Fluxo Siderurgia Integrada
Processos de Galvanização • Linha de Galvanização por Imersão a quente (HDG)
Processos de Galvanização
Linha de Galvanização por Imersão a quente (HDG)
Processos de Galvanização • Linha de Galvanização por Imersão a quente ( HDG)
Processos de Galvanização
Linha de Galvanização por Imersão a quente ( HDG)
Seção de Entrada DESENROLADEIRA
Seção de Entrada
DESENROLADEIRA
Seção de Entrada MÁQUINA DE SOLDA
Seção de Entrada
MÁQUINA DE SOLDA
Seção de Entrada ACUMULADOR DE ENTRADA ( LOOP-CAR )
Seção de Entrada
ACUMULADOR
DE ENTRADA
( LOOP-CAR )
Seção do Forno de recozimento Recozimento da tira laminada a frio para obter microestrutura recristalizada com
Seção do Forno de recozimento
Recozimento da tira laminada a frio
para obter microestrutura
recristalizada com propriedades
mecânicas adequadas.
Seção do Forno de recozimento 900 Encharque 800 Resfriamento Aquecimento 700 600 Liga Zn-Fe QC, EM,
Seção do Forno de recozimento
900
Encharque
800
Resfriamento
Aquecimento
700
600
Liga Zn-Fe
QC, EM, EP
EEP, EEP-IF
500
FH
400
Zinco Puro
300
200
100
Resf. Final
100
200
300
400
500
600
Comprimento, m
Temperatura, °C
Seção do Pote de zinco Cuba cerâmica com aquecimento por indução
Seção do Pote de zinco
Cuba cerâmica com
aquecimento por indução
Seção do Pote de zinco Temperatura de processo: 463 a 466 °C
Seção do Pote de zinco
Temperatura de processo: 463 a 466 °C
Composição do Banho de Zinco • Al - Controle de reatividade 0,16 a 0,25% para GI
Composição do Banho de Zinco
Al - Controle de reatividade
0,16 a 0,25% para GI
0,11 a 0,13 para GA
Pb ou Sb - “Formação” de cristais
Isento para superfície sem cristais aparentes
0,10 a 0,12% para formar cristais de zinco
Fe - Forma partículas intermetálicas (Top & Botton Dross)
0,015 a 0,030% - Proveniente do aço
Papel do Al no Banho de Zn
Papel do Al no Banho de Zn
Navalhas de Ar / Nitrogênio
Navalhas de Ar / Nitrogênio
Navalhas de Ar / Nitrogênio Sistema de controle do revestimento • navalhas de ar / N2
Navalhas de Ar / Nitrogênio
Sistema de controle do
revestimento
• navalhas de ar / N2
• sopradores
• medidor da camada de Zn
Seção de processo MEDIDOR DE REVESTIMENTO
Seção de processo
MEDIDOR DE
REVESTIMENTO
Seção de processo TRATAMENTO QUÍMICO Sistema de spray Roll Coater
Seção de processo
TRATAMENTO QUÍMICO
Sistema de spray
Roll Coater
Seção de processo LAMINADOR DE ENCRUAMENTO
Seção de processo
LAMINADOR DE
ENCRUAMENTO
Seção de saída INSPEÇÃO Oleadeiras eletrostática (névoa) Oleadeira comum - bicos - rolos
Seção de saída
INSPEÇÃO
Oleadeiras eletrostática (névoa)
Oleadeira comum - bicos - rolos
Seção de saída PÁTIO DE EMBALAGEM ENROLADEIRA
Seção de saída
PÁTIO DE EMBALAGEM
ENROLADEIRA
Aspecto Superficial dos Produtos Galvanizados - HDG GI - CHAPA ZINCADA CRISTAIS NORMAIS GI - CHAPA
Aspecto Superficial dos
Produtos Galvanizados - HDG
GI - CHAPA ZINCADA
CRISTAIS NORMAIS
GI - CHAPA ZINCADA
CRISTAIS MINIMIZADOS
GA - GALVANNEALED
Revestimento GI com Cristais (Spangles) • Cristais são formados durante solidificação do revestimento. • Adição de
Revestimento GI com Cristais (Spangles)
Cristais são formados durante solidificação do revestimento.
Adição de Pb ou Sb diminuem os sítios de nucleação gerando
cristais de tamanho visível.
Uso principalmente na construção civil.
Revestimento GI sem Cristais (Spangle Free) • • • Cristais invisíveis a olho nu, superfície adequada
Revestimento GI sem Cristais (Spangle Free)
Cristais invisíveis a olho nu, superfície adequada para pintura.
Uso para linha branca e automotivo, especialmente para
montadoras americanas e européias.
Fina camada de AL-Fe entre aço base e revestimento de Zn.
Revestimento GA (Galvanneal) Aço Base • • • • Obtido com tratamento térmico após revestimento. Ocorre
Revestimento GA (Galvanneal)
Aço Base
Obtido com tratamento térmico após revestimento.
Ocorre difusão entre o aço base e o revestimento.
Uso automotivo, especialmente para montadoras japonesas.
Teor de Fe no revestimento entre 9 e 12%.
Revestimento Galvanneal – Forno Aquecimento entre 565 e 590 °C por 10s.
Revestimento Galvanneal – Forno
Aquecimento entre 565 e 590 °C por 10s.
Processo de Galvanização Eletrolítica 1 – Desbobinadeira 11 - Lavagem 2 - Tesoura guilhotina 12 -
Processo de Galvanização
Eletrolítica
1
– Desbobinadeira
11
- Lavagem
2
- Tesoura guilhotina
12
- Seção úmida
3
- Máquina de solda
13
- Fosfatização
4
- Acumulador de entrada
14
- Lavagem
5
- Desengraxante alcalino
15
- Secagem
6
- Desengraxante eletrolítico
16
- Acumulador de saída
7
- Lavagem
17
- Oleadeira eletrostática
8
- Decapagem eletrolítica
18
- Tesoura Guilhotina
9
- Lavagem
19
- Bobinadeiras
10 - Seção de revestimento
Galvanização por Eletrodeposição
Galvanização por Eletrodeposição
Processos de Galvanização • Eletrolítico ( EG)
Processos de Galvanização
• Eletrolítico ( EG)
Célula Gravitel Rolo Condutor Anodo 2e - - + Retificador 24V 23000A
Célula Gravitel
Rolo Condutor
Anodo
2e -
-
+
Retificador
24V 23000A
TIRA ANODO (Catodo) ELETRÓLITO 2e - Zn 2+ Distância Tira - Anodo 8 ~ 11 mm
TIRA
ANODO
(Catodo)
ELETRÓLITO
2e -
Zn 2+
Distância Tira - Anodo
8 ~ 11 mm
TIRA ANODO (Catodo) ELETRÓLITO Zn H O 2
TIRA
ANODO
(Catodo)
ELETRÓLITO
Zn
H
O
2
TIRA ANODO (Catodo) ELETRÓLITO 1/2O 2 Zn 2e - H + H +
TIRA
ANODO
(Catodo)
ELETRÓLITO
1/2O 2
Zn
2e -
H +
H +
TIRA ANODO (Catodo) ELETRÓLITO 1/2O 2 2e - Zn 2+ H 2 O 2e - H
TIRA
ANODO
(Catodo)
ELETRÓLITO
1/2O 2
2e -
Zn 2+
H 2 O
2e -
H +
H +
Zn 2+ + 2e -  Zn 0
H 2 O  2H + + 1/2O 2 + 2e -
TIRA ANODO (Catodo) ELETRÓLITO 1/2O 2 1/2O 2 1/2O 2 1/2O 2 2e - 2e -
TIRA
ANODO
(Catodo)
ELETRÓLITO
1/2O 2
1/2O 2
1/2O 2
1/2O 2
2e -
2e -
H +
H +
2e -
H +
2e -
H +
H +
H
+
2e -
2e -
H +
H +
2e -
2e -
Morfologia do Revestimento
Morfologia do Revestimento
Galvalume® Galvalume® é a chapa de aço revestida com a liga 55%Al- Zn, aplicada por meio
Galvalume®
Galvalume®
é
a
chapa
de
aço
revestida
com
a
liga
55%Al-
Zn, aplicada por meio de imersão à quente similar ao processo de
zincagem convencional.
Galvalume®
Galvalume®
Galvalume Representação da seção transversal da camada de revestimento da liga 55%Al- Zn
Galvalume
Representação da seção transversal da camada de revestimento da liga 55%Al- Zn
Características do Galvalume® O Galvalume recebe a aplicação de uma camada de passivação que proporciona maior
Características do Galvalume®
O Galvalume recebe a aplicação de uma camada de passivação
que proporciona maior durabilidade ao produto. Essa passivação é
obtida através:
• Resina Acrílica
• Cromo
• Óleo Protetivo:
Características do Galvalume® • O Galvalume possui maior refletividade térmica quando comparado com o Galvanizado Convencional;
Características do Galvalume®
• O Galvalume possui maior refletividade térmica quando comparado
com o Galvanizado Convencional;
Mantém o interior de silos e galpões, para estoque de alimentos, em
menor temperatura propiciando, conseqüentemente, maior conservação dos
alimentos.
Em termos de aparência a altas temperaturas o Galvalume mantém o
brilho superficial até 320ºC.
Aplicações do Galvalume®
Aplicações do Galvalume®
Aços Planos Revestidos - Parque Industrial Brasileiro • Companhia Siderúrgica Nacional – – – 3 Linhas
Aços Planos Revestidos - Parque Industrial Brasileiro
Companhia Siderúrgica Nacional
3 Linhas HDG em Volta Redonda, RJ
1 Linha HDG em Porto Real, RJ (antiga Galvasud)
1 Linha HDG + Galvalume em Araucária, PR
USIMINAS
2 Linhas HDG em Ipatinga, MG
1 Linha EGL em Ipatinga, MG
Arcelor Mittal
1 Linha HDG em São Francisco do Sul, SC
1 Linha HDG + Galvalume em São Francisco do Sul, SC
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 1 (LZC#1) Evolução: 1973 - Início de operação Dados Gerais: Fabricante:
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 1 (LZC#1)
Evolução:
1973
- Início de operação
Dados Gerais:
Fabricante:
AETNA / Eletric Furnace / GE
Capacidade:
240.000 t/ano
Temperatura máxima do forno:
Pré Aquecimento: 1200 ºC
Encharque:
890 °C
Gás de proteção:
25 %H2,
75 %N2
Produção Nominal:
31 t/h
Velocidade máxima:
137 m/min
Dimensões da chapa:
Largura:
610 a 1220 mm
Espessura:
0,30 a 1,95 mm
Peso máximo:
25 t
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 2 (LZC#2) Evolução: 1989 - Início de operação Dados Gerais: Fabricante:
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 2 (LZC#2)
Evolução:
1989
- Início de operação
Dados Gerais:
Fabricante:
DMS Dujardin / Ajax /
Schneider
Capacidade:
280.000 t/ano
Temperatura máxima do forno:
Pré Aquecimento: 1200 ºC
Encharque:
890 °C
Gás de proteção:
25 %H2,
75 %N2
Produção Nominal:
39 t/h
Velocidade máxima:
122 m/min
Dimensões da chapa:
Largura:
610 a 1524 mm
Espessura:
0,40 a 3,00 mm
Peso máximo:
27 t
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 3 (LZC#3) Evolução: 1984 - Início de operação 1998 - Instalação
LINHA DE ZINCAGEM CONTÍNUA Nº 3 (LZC#3)
Evolução:
1984
- Início de operação
1998
- Instalação do Laminador de Encruamento (Skin Pass Mill)
Dados Gerais:
Fabricante:
Nippon Steel
Fabricante Skin Pass:
Sumitomo
Capacidade:
220.000 t/ano
Temperatura máxima do forno:
Pré Aquecimento: 1200 ºC
Encharque:
850 °C
Gás de proteção:
25 %H2,
75 %N2
Produção Nominal:
26,8 t/h (0,38 x 1000 mm)
Comprimento da linha 253m
Velocidade máxima:
150 m/min
Dimensões da chapa:
Largura:
Espessura:
Peso máximo:
610 a 1270 mm
0,21 a 0,91 mm
40,8 t
 Informações Gerais Informações Gerais  Início das Obras em Porto Real: Março de 1999 
 Informações Gerais
Informações Gerais
 Início das Obras em Porto Real: Março de 1999
 Investimento Total: US$ 236,000,000.00
 Acionista:
 100% CSN
 Até Julho de 2004: 51% CSN e 49% TKS
Equipamentos
Equipamentos
Capacidade dede
Capacidade
Início dede Operação
Início
Operação
Produção
Produção
Linha de
350.000 t/ano
22/12/2000
Galvanização
Slitter
170.000
t/ano
23/04/2001
Press Blank Line
48.000
t/ano
24/02/2001
Tailored Welded Blank
16.000
t/ano
12/02/2001
Lavadora de Blanks
12.000
t/ano
29/08/2003
CSN Paraná
CSN Paraná
CSN Paraná
CSN Paraná
Setores Consumidores Os Laminados Planos Zincados da CSN são oferecidos ao mercado com as seguintes especificações:
Setores Consumidores
Os Laminados Planos Zincados da CSN são oferecidos ao mercado com as seguintes
especificações:
 Aços para Uso Geral e Qualidade Comercial
 Aços para Estampagem
 Aços Estruturais
 Aços Microligados de Alta Resistência
 Aços Refosforados de Alta Resistência
 Aços Bake Hardening
Setores Consumidores
Setores Consumidores
NORMAS TÉCNICAS DE FABRICAÇÃO Os produtos são fabricados em equipamentos, que conferem elevado padrão de qualidade
NORMAS TÉCNICAS DE FABRICAÇÃO
Os produtos são fabricados em equipamentos, que conferem elevado padrão de qualidade e
características conforme as principais normas nacionais e internacionais, tais como:
ASTM – American Society for Testing and Materials
AS – Australian Standards
BS – British Standard
DIN – Deutches Institut für Normung E.V.
EN – Euronorm
FIAT - Norma Técnica FIAT
JIS – Japanese Industrial Standards
NBR – Norma Brasileira
NM – Norma Mercosul
NT CSN – Norma Técnica CSN
SAE – Society of Automotive Engineers
SEW – Material Especification by Organization of the German Iron and Steel Industry
VW – Norma Técnica Volkswagen
Obrigado!! carlaine@csn.com.br
Obrigado!!
carlaine@csn.com.br