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VANESSA BATTESTIN NUNES

LICENCIATURA EM INFORMÁTICA Lógica e Matemática Discreta

CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM Editora:Ifes

2011

2 Vanessa Battestin Nunes
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© Instituto Federal do Espírito Santo Governo Federal Ministro de Educação Fernando Haddad

Ifes – Instituto Federal do Espírito Santo Reitor Dênio Rebello Arantes

Pró-Reitora de Ensino Cristiane Tenan Schlittler dos Santos

Diretora do CEAD – Centro de Educação a Distância Yvina Pavan Baldo

Coordenadores da UAB – Universidade Aberta do Brasil Marize Lyra Silva Passos José Mario Costa Junior

Licenciatura em Informática Coordenação de Curso Alexandre Fraga de Araujo

Designer Instrucional Edmundo Rodrigues Junior

Professor Especialista/Autor Vanessa Battestin Nunes

Catalogação da fonte: Renata Lorencini Rizzi - CRB 6/685

N972l

Nunes, Vanessa Battestin

Lógica e matemática discreta. / Vanessa Battestin Nunes. – Serra: Ifes, 2009. 95 p. : il.

1. Lógica simbólica 2. Matemática. I. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo. II. Título.

CDD 511.3

DIREITOS RESERVADOS Ifes – Instituto Federal do Espírito Santo Avenida Rio Branco, nº 50 Santa Lúcia - CEP. 29056-255 – Vitória – ES - Telefone: 3227-5564

Créditos de autoria da editoração Capa: Juliana Cristina da Silva Projeto gráfico: Juliana Cristina da Silva / Nelson Torres

Iconografia: Nelson Torres Editoração eletrônica: CEAD

Revisão de texto:

Esther Ortlieb Faria de Almeida

COPYRIGHT – É proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio, sem autorização escrita dos autores e do detentor dos direitos autorais.

Lógica e Matemática Discreta 3
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Lógica e Matemática Discreta

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Olá, Aluno(a)!

É

um prazer tê-lo(a) conosco.

O

Ifes oferece a você, em parceria com as Prefeituras e com o Governo

Federal, o Curso Superior de Licenciatura em Informática, na modalida- de a distância. Apesar de este curso ser ofertado a distância, esperamos que haja proximidade entre nós, pois, hoje, graças aos recursos da tec- nologia da informação (e-mails, chat, videoconferência, etc.), podemos manter uma comunicação efetiva.

É importante que você conheça toda a equipe envolvida neste curso:

coordenadores, professores especialistas, tutores a distância e tutores pre-

senciais, porque, quando precisar de algum tipo de ajuda, saberá a quem recorrer.

Na EaD - Educação a Distância, você é o grande responsável pelo suces-

so da aprendizagem. Por isso, é necessário que você se organize para os

estudos e para a realização de todas as atividades, nos prazos estabeleci- dos, conforme orientação dos Professores Especialistas e Tutores.

Fique atento às orientações de estudo que se encontram no Manual do Aluno.

A EaD, pela sua característica de amplitude e pelo uso de tecnologias

modernas, representa uma nova forma de aprender, respeitando, sem- pre, o seu tempo.

Desejamos-lhe sucesso e dedicação!

Equipe do Ifes

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ICONOGRAFIA

Veja, abaixo, alguns símbolos utilizados neste material para guiá-lo em seus estudos.

Fala do Professor
Fala do Professor

Fala do Professor

Conceitos importantes. Fique atento!
Conceitos importantes. Fique atento!

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Atividades que devem ser elaboradas por você, após a leitura dos textos.
Atividades que devem ser elaboradas por você, após a leitura dos textos.

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  Indicação de leituras complemtares, referentes ao conteúdo estudado.
 
  Indicação de leituras complemtares, referentes ao conteúdo estudado.

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Destaque de algo importante, referente ao conteúdo apresentado. Atenção!
Destaque de algo importante, referente ao conteúdo apresentado. Atenção!

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Reflexão/questionamento sobre algo impor- tante referente ao conteúdo apresentado.
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Espaço reservado para as anotações que você julgar necessárias.
Espaço reservado para as anotações que você julgar necessárias.

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Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO

Lógica e Matemática Discreta

Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO LóGICO
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Lógica e Matemática Discreta 5 CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11 1.1 RACIOCíNIO LóGICO

CAP. 1 - INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA 11

1.1 RACIOCíNIO LóGICO E LóGICA FORMAL 11

1.2 PROPOSIçãO 13

1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS 14

1.4 CONECTIVOS 15

1.5 VALORES LóGICOS DAS PROPOSIçõES 15

1.6 TABELA VERDADE 16

Cap. 2 - OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES 19

2.1 NEGAçãO ( ~ ) 19

2.2 CONjUNçãO ( ^ ) 20

2.3 DISjUNçãO (

2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA (

2.5 CONDICIONAL (

2.6 BICONDICIONAL (

ExCLUSIVA ( 2.5 CONDICIONAL ( 2.6 BICONDICIONAL ( ) 21 ) 22 ) 23 ) 22

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( 2.5 CONDICIONAL ( 2.6 BICONDICIONAL ( ) 21 ) 22 ) 23 ) 22 Cap.

)

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Cap. 3 - TABELAS-VERDADE DE PROPOSIçõES COMPOSTAS 27

3.1

CONSTRUçãO DE TABELAS-VERDADE 27

3.2

VALOR LóGICO DE UMA PROPOSIçãO COMPOSTA 29

3.3

ORDEM DE PRECEDêNCIA DAS OPERAçõES 30

3.4

USO DE PARêNTESES 31

4.1

TAUTOLOGIA 33

Cap. 4 - TAUTOLOGIAS, CONTRADIçõES E CONTINGêNCIAS 33

4.2

CONTRADIçãO 34

4.3

CONTINGêNCIA 35

5.1

IMPLICAçãO LóGICA 37

5.2

PROPRIEDADES DA IMPLICAçãO LóGICA 37

Cap. 5 - IMPLICAçãO E EQUIVALêNCIA LóGICA 37

5.3 TAUTOLOGIAS E IMPLICAçãO LóGICA 39

5.4 EQUIVALêNCIA LóGICA 40

5.5 PROPRIEDADES DA EQUIVALêNCIA LóGICA 41

5.6 ExEMPLOS 41

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5.7 TAUTOLOGIAS E EQUIVALêNCIA LóGICA 42

5.8 PROPOSIçõES ASSOCIADAS A UMA CONDICIONAL 42

5.9 NEGAçãO CONjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES 43

5.10 NEGAçãO DISjUNTA DE DUAS PROPOSIçõES 43

Cap. 6 - ÁLGEBRA DAS PROPOSIçõES 45

6.1 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO

6.2 PROPRIEDADES DA DISjUNçãO

6.3 PROPRIEDADES DA CONjUNçãO E DA DISjUNçãO 47

6.4 NEGAçãO DA CONDICIONAL

6.5 NEGAçãO DA BICONDICIONAL

6.6 EQUIVALêNCIAS NOTÁVEIS 51

45

46

50

50

Cap. 7 - MÉTODO DEDUTIVO 53

7.1 ExEMPLOS

7.2 REDUçãO DO NúMERO DE CONECTIVOS 55

7.3 FORMA NORMAL 55

7.4 FORMA NORMAL CONjUNTIVA (FNC)

7.5 FORMA NORMAL DISjUNTIVA (FND) 56

7.6 DUALIDADE 57

54

55

Cap. 8 - ARGUMENTOS E REGRAS DE INFERêNCIA 59

8.1 ARGUMENTO 59

8.2 VALIDADE DE UM ARGUMENTO 60

8.3 CRITÉRIO DE VALIDADE DE UM ARGUMENTO 60

8.4 CONDICIONAL ASSOCIADA A UM ARGUMENTO 60

8.5 ARGUMENTOS VÁLIDOS FUNDAMENTAIS 61

8.6 REGRAS DE INFERêNCIA 62

8.7 ExEMPLOS DO USO DAS REGRAS DE INFERêNCIA 64

Cap. 9 - VERIFICAçãO DA VALIDADE 69

9.1 VERIFICAçãO MEDIANTE TABELAS-VERDADE 69

9.2 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003) 69

9.3 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA 71

9.4 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003): 72

9.5 VALIDADE MEDIANTE REGRAS DE INFERêNCIA E EQUIVALêNCIA 73

9.6 ExEMPLOS (ALENCAR FILHO, 2003) 74

9.7 INCONSISTêNCIAS 75

Lógica e Matemática Discreta 7 Cap. 10 - DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77 10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77

Lógica e Matemática Discreta

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Cap. 10 - DEMONSTRAçãO CONDICIONAL

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10.1 DEMONSTRAçãO CONDICIONAL 77

10.2 ExEMPLO 77

Cap. 11 - LóGICA DE PREDICADOS E SENTENçAS ABERTAS 79

11.1 SENTENçAS ABERTAS 80

11.2 CONjUNTO VERDADE DE UMA SENTENçA-ABERTA 81

11.3 SENTENçAS ABERTAS COM N VARIÁVEIS 81

11.4 CONjUNTO VERDADE DE UMA SENTENçA-ABERTA COM N VARIÁVEIS 82

11.5 OPERAçõES LóGICAS SOBRE SENTENçAS-ABERTAS 83

11.6 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 43) 84

Cap. 12 - QUANTIFICADORES 87

12.1 QUANTIFICADOR UNIVERSAL 87

12.2 QUANTIFICADOR ExISTENCIAL 88

12.3 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUANTIFICADORES

(PINHO, 1999) 88

12.4 VARIÁVEIS APARENTES OU MUDAS 89

12.5 QUANTIFICAçãO DE SENTENçAS ABERTAS COM MAIS DE UMA

VARIÁVEL 90

12.6 ORDEM DOS QUANTIFICADORES 90

12.7 NEGAçãO DE PROPOSIçõES COM QUANTIFICADORES 91

12.8 ExEMPLOS (PINHO, 1999, P. 47) 91

REFERêNCIAS 95

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APRESENTAçãO

Sejam bem-vindos aos estudos de Lógica e Matemática Discreta!!!

Neste curso esperamos que vocês tragam situações do mundo real com o intuito de resolvê-las por meio da lógica. No início parecerá que alguns problemas são insolúveis, mas com o tempo aprenderemos técnicas para resolvê-los e tudo ficará mais claro.

Com o passar do tempo, você verá o quanto esta disciplina será útil no curso de Licenciatura em Informática. Ela é importante para resolução dos mais diversos problemas, principalmente aqueles que se referem à

criação de algoritmos, que estão diretamente relacionados às disciplinas

de

programação.

O

conhecimento em lógica não será útil apenas nas diversas disciplinas

do curso, mas também terá utilidade no mundo real. Vocês poderão aper- feiçoar os seus conhecimentos, adquirir vários outros e usar as soluções no dia-a-dia. Com isso, será bem mais fácil entender as coisas do nosso mundo (dentro do que cobre a lógica, claro!).

Mas estejam atentos a um item muito importante: O estudo de Lógica e Matemática Discreta vai exigir de você muita disciplina e esforço, pois serão vistos muitos conceitos novos. Apenas se ater aos conceitos, aos exemplos e aos poucos exercícios deste material não será suficiente para o aprendizado. É fundamental que o estudo seja complementado através da utilização do livro texto e de demais materiais a serem disponibilizados no nosso ambiente de aprendizagem, no decorrer do curso. O conheci- mento só será efetivo se a prática de exercícios fizer parte do cotidiano de vocês e as dúvidas forem sendo sanadas no decorrer da disciplina.

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11 Lógica e Matemática Discreta INTRODUçãO à LóGICA MATEMÁTICA
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Lógica e Matemática Discreta
INTRODUçãO à LóGICA
MATEMÁTICA

Olá Turma,

Neste Capítulo vocês terão um primeiro contato com a Lógica Matemática e com alguns de seus conceitos muito importantes – proposições e conectivos.

O

aprendizado da Lógica auxilia no raciocínio, na compreensão

de

conceitos básicos, na verificação formal de programas e prepara

para o entendimento de conceitos mais avançados.

Bons estudos!

o entendimento de conceitos mais avançados. Bons estudos! A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada
o entendimento de conceitos mais avançados. Bons estudos! A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada

A Lógica é uma ciência matemática fortemente ligada à filosofia. Ela tem, por objeto de estudo, as leis gerais do pensamento e as formas de aplicar essas leis, corretamente, na investigação da verdade. Ela será o nosso o nosso foco no decorrer de toda a disciplina.

1.1 RACIOCíNIO LóGICO E LóGICA FORMAL

Vamos imaginar a seguinte situação (GERSTING, 2004): Você está participando de um júri num processo criminal e o advogado de defesa faz esta argumentação:

Se meu cliente fosse culpado, a faca estaria na gaveta. Ou a faca não estava na gaveta ou Jason Pritchard viu a faca. Se a faca não estava lá no dia 10 de outubro de, então Jason Pritchard não viu a faca. Além disso, se a faca estava lá no dia de 10 de outubro, então a faca estava na gaveta e o martelo estava no celeiro. Mas todos sabemos que o martelo não estava no celeiro. Portanto, senhoras e senhores, meu cliente é inocente.

Em sua opinião, o argumento do advogado está correto? Como você iria votar?

Parece tudo muito confuso e difícil de entender. Isso se deve ao fato de a nossa língua (ou qualquer outra linguagem natural) ter muitas ambigüi- dades e ao fato de as frases longas causarem confusão no nosso cérebro. Tudo isso seria facilitado se reescrevêssemos a frase com a notação da lógica simbólica ou lógica formal, uma vez que tal conhecimento nos

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permite tirar todo o palavreado que causa confusão e concentrar-nos na argumentação. A lógica formal nos fornece base para pensar de forma or- ganizada e tem aplicação direta na área de informática (GERSTING, 2004).

direta na área de informática (GERSTING, 2004). Lógica simbólica ou Lógica Formal – aquela que tem

Lógica simbólica ou Lógica Formal – aquela que tem o

propósito de simbolizar o raciocínio encontrado não somente na matemática, mas também na vida diária.

não somente na matemática, mas também na vida diária. Porém, antes de pensarmos na lógica formal,

Porém, antes de pensarmos na lógica formal, vamos exercitar um pouco o nosso raciocínio lógico.

Para exercitar, vamos realizar uma atividade proposta por (PINHO, 1999, p. 6):

1. Use o bom senso para tentar resolver os seguintes problemas:

(a) Se eu não tenho carro, a afirmação “meu carro não é azul” é

verdadeira ou falsa?

(b) Existe o ditado popular que afirma: “toda regra tem exceção”.

Considerando que essa frase é, por sua vez, também uma regra; podemos garantir que ela é verdadeira? Ou que é falsa?

(c) Tenho 9 pérolas idênticas, mas sei que uma delas é falsa, e é

mais leve que as outras. Como posso identificar a pérola falsa, com apenas duas pesagens em uma balança de dois pratos?

(d) Tenho 12 pérolas idênticas, mas uma delas é falsa e tem peso um pouco diferente das demais, não sei se mais leve ou mais pesada; como posso identificar a pérola falsa, e se ela é mais leve ou mais pesada, com apenas três pesagens em uma balança de dois pratos?

(e) Tenho 10 grupos de 10 moedas cada um; cada moeda pesa

10 gramas, exceto as de um grupo cujas moedas pesam 9 gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem em uma balança de um prato?

gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem
gramas cada uma. Como posso identificar o grupo de moedas mais leves, com apenas uma pesagem
Lógica e Matemática Discreta 13
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(f) Um rei resolveu dar a um prisioneiro a oportunidade de obter a liberdade. Levou-o

(f) Um rei resolveu dar a um prisioneiro a oportunidade de obter a liberdade. Levou-o até uma sala, com duas portas de saída, chamadas A e B, cada uma com um guarda. Disse: “Uma das portas leva à liberdade, enquanto a outra leva à forca; alem disso, um dos guardas fala sempre a verdade, enquanto o outro só fala mentiras. Você pode fazer uma única pergunta a um dos guardas e escolher uma porta para sair”. O prisioneiro pensou durante alguns segundos; depois, dirigiu-se a um dos guardas e

disse: “Se eu perguntasse a seu companheiro qual a porta que leva

à liberdade, o que ele me diria ?”. Depois de alguns segundos, o

guarda respondeu: “A”. “Obrigado”, disse o prisioneiro, e passou pela porta B. O prisioneiro obteve a liberdade ou foi para a forca? Como saber?

obteve a liberdade ou foi para a forca? Como saber? 1.2 PROPOSIçãO Por meio da lógica

1.2 PROPOSIçãO

liberdade ou foi para a forca? Como saber? 1.2 PROPOSIçãO Por meio da lógica formal podemos

Por meio da lógica formal podemos representar as afirmações que fazemos no nosso cotidiano. O primeiro passo na construção de uma linguagem simbólica, mais adequada à formulação dos conceitos da Lógica, é a apresentação do que chamamos proposição simples.

Proposição (ou declaração) – conjunto de palavras ou símbolos que exprimem um pensamento de sentido completo. É uma sen- tença que pode ser verdadeira ou falsa.

É uma sen- tença que pode ser verdadeira ou falsa. Exemplos: • A Terra é quadrada.

Exemplos:

• A Terra é quadrada.

• O sol é azul.

• Vitória é capital do Espírito Santo.

O sol é azul. • Vitória é capital do Espírito Santo. Aqui, as duas primeiras proposições

Aqui, as duas primeiras proposições são falsas, enquanto a última é verdadeira.

A Lógica da Matemática adota como regras fundamentais do pensamento

os seguintes princípios (ou axiomas) (ALENCAR FILHO, 2003):

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14 Vanessa Battestin Nunes (I) PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO – Uma proposição não pode ser verdadeira

(I) PRINCÍPIO DA NÃO CONTRADIÇÃO – Uma proposição

não pode ser verdadeira e falsa ao mesmo tempo.

(II) PRINCÍPIO DO TERCEIRO EXCLUÍDO – Toda proposição ou é verdadeira ou é falsa. Verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro.

Verifica-se sempre um destes casos e nunca um terceiro. 1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS As

1.3 PROPOSIçõES SIMPLES E PROPOSIçõES COMPOSTAS

As proposições podem ser simples (ou atômicas) e compostas (ou moleculares) (ALENCAR FILHO, 2003).

e compostas (ou moleculares) (ALENCAR FILHO, 2003). Proposição simples ou proposição atômica – aquela

Proposição simples ou proposição atômica – aquela que não contém em si nenhuma outra proposição como parte integrante.

em si nenhuma outra proposição como parte integrante. As proposições simples são geralmente representadas

As proposições simples são geralmente representadas através de letras latinas minúsculas p, q, r, s

Temos

a seguir algumas proposições simples:

p

: João é estudante.

q

: Maria trabalha no centro da cidade.

r

: Pato é um animal.

trabalha no centro da cidade. r : Pato é um animal. Proposição composta ou proposição molecular

Proposição composta ou proposição molecular – aquela

formada pela combinação de duas ou mais proposições. Também são chamadas de fórmulas proposicionais ou apenas fórmulas.

de fórmulas proposicionais ou apenas fórmulas . As proposições compostas são geralmente representadas por

As proposições compostas são geralmente representadas por letras latinas maiúsculas P, Q, R, S

Exemplos de proposições compostas:

P : João é estudante e pato é um animal.

Q : João é estudante ou Maria trabalha no centro da cidade.

S : Se Maria trabalha no centro da cidade então Maria mora perto do centro.

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Observe que nesses exemplos as proposições compostas são formadas por duas proposições simples, mas poderiam ser mais. Inclusive, proposições compostas podem ser formadas por outras proposições compostas.

Quando quisermos explicitar que uma proposição composta P é formada

escreve-se: P(p, q, r).

pela combinação das proposições simples p, q, r

,

No exemplo dado, temos: P (p, r).

1.4 CONECTIVOS

Conectivos – palavras ou símbolos usados para formar novas proposições a partir de outras.

usados para formar novas proposições a partir de outras. Exemplos: P : A lua é quadrada

Exemplos:

formar novas proposições a partir de outras. Exemplos: P : A lua é quadrada e a

P : A lua é quadrada e a neve é branca.

Q : O triângulo ABC é retângulo ou isósceles.

R : O dia está ensolarado e sem nuvens se e somente se não está

chovendo.

S : Se Luiz é engenheiro, então sabe matemática.

As palavras grifadas acima são conectivos “

matematica: “e”, “ou”, “não”, “se

usuais

em

então”,

se

e somente se

lógica

de

1.5 VALORES LóGICOS DAS PROPOSIçõES

Como vimos, proposições podem ser verdadeiras ou falsas.

Valor lógico de uma proposição – V(p) – é a verdade (V) se a proposição p é verdadeira e a falsidade (F) se a proposição p é falsa.

e a falsidade (F) se a proposição p é falsa. Assim, o que os princípios da
e a falsidade (F) se a proposição p é falsa. Assim, o que os princípios da

Assim, o que os princípios da não contradição e do terceiro excluído afirmam é que:

Toda proposição tem um, e um só, dos valores V ou F.

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Exemplo:

p

: Todo número par é múltiplo de dois.

q

: O menor planeta existente é o planeta Terra.

O

valor lógico da primeira proposição é a verdade, ou seja, V(p) = V e o

valor lógico da segunda proposição é a falsidade, ou seja, V(q) = F.

1.6 TABELA VERDADE

Como vimos anteriormente, uma proposição simples ou é verdadeira (V) ou é falsa (F) - princípio do terceiro excluído. Porém, como faremos para determinar se uma proposição composta é verdadeira ou falsa? Ou seja, como faremos para determinar o valor lógico de proposições compostas?

Para responder essa pergunta, utilizaremos o conceito de tabelas-verdade.

essa pergunta, utilizaremos o conceito de tabelas-verdade . Tabela verdade ou tabela da verdade – é

Tabela verdade ou tabela da verdade – é uma tabela usada em lógica para determinar se uma expressão é verdadeira ou falsa, de acordo com os possíveis valores lógicos das proposições simples componentes (ALENCAR FILHO, 2003).

das proposições simples componentes (ALENCAR FILHO, 2003). Assim, por exemplo, no caso de uma proposição composta

Assim, por exemplo, no caso de uma proposição composta formada pelas proposições simples p e q, os valores lógicos possíveis de p e q são mostrados na Tabela 1. No caso de haver uma nova proposição r, os valores são mostrados na Tabela 2:

Tabela 1

Tabela 2

 

p

q

 

p

q

r

1 V

 

V

1 V

 

V

V

2 V

 

F

2 V

 

V

F

3 F

 

V

3 V

 

F

V

4 F

 

F

4 V

 

F

F

 

5 F

 

V

V

6 F

 

V

F

7 F

 

F

V

8 F

 

F

F

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Observe, no primeiro caso, que os valores lógicos V e F se alternam de dois em dois para a primeira proposição p e de um em um para a segunda proposição q, e que, além disso, VV, VF, FV, FF são arranjos binários com repetição dos dois elementos V e F.

Da mesma forma, observe, no segundo caso, que os valores lógicos V e F se alternam de quatro em quatro para a primeira proposição p, de dois em dois para a segunda proposição q e de um em um para a terceira proposição r, e que, além disso, VVV, VVF, VFV, VFF, FVV, FVF, FFV, FFF são arranjos ternários com repetição dos dois elementos V e F.

Para maior compreensão, ler o capítulo 1 – Proposições e Conectivos do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógica matemática. São Paulo: Nobel, 2003.

 
e Conectivos do livro de Edgard de Alencar Filho - Iniciação à lógica matemática. São Paulo:
 

1.Determinar o valor lógico (V ou F) das seguintes proposições:

 
1.Determinar o valor lógico (V ou F) das seguintes proposições:  

(a)

Fernando Henrique é o atual presidente do Brasil.

(b)

Um heptágono é uma figura geométrica de 10 lados.

 

(c)

O Egito fica na Ásia.

(d)

Todo número divisível por 3 é impar.

(e)

Nova York é capital dos EUA.

(f)

House é uma palavra existente na língua inglesa.

por 3 é impar. (e) Nova York é capital dos EUA. (f) House é uma palavra
por 3 é impar. (e) Nova York é capital dos EUA. (f) House é uma palavra
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Métodos e Estratégias de Estudo
Métodos e Estratégias de Estudo

Lógica e Matemática Discreta

19
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e Estratégias de Estudo Lógica e Matemática Discreta 19 OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES Agora que já

OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES

Discreta 19 OPERAçõES LóGICAS SOBRE PROPOSIçõES Agora que já conhecemos o que são proposições e os

Agora que já conhecemos o que são proposições e os conectivos que podem ser utilizados para formarmos proposições compostas, vamos estudar quais tipos de operações podem ser realizadas.

estudar quais tipos de operações podem ser realizadas. Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições
estudar quais tipos de operações podem ser realizadas. Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições

Em Lógica Simbólica, a ação de combinar proposições é chamada “operação”, os conectivos são chamados “operadores”, que são representados por símbolos específicos. Apresentamos no Quadro 1 as cinco operações lógicas sobre proposições, com seus respectivos conectivos e símbolos (PINHO, 1999):

Operação

Conectivo

Símbolo

Conjunção

e

<

Disjunção

ou

>

Negação

não

~ , ¬ ou

Condicional

se

então

Condicional se então

Bicondicional

se e somente se

Bicondicional se e somente se

Quadro 1 – Operações lógicas sobre proposições.

Como podemos determinar o valor lógico de uma proposição composta, em função dos valores lógicos das proposições que a compõe? Para responder a essa pergunta, temos que definir as operações, isto é, dar o resultado da operação para cada possível conjunto de valores dos operandos.

2.1 NEGAçãO ( ~ )

Negação – de uma proposição p é a proposição representada por “não p” ou por “~ p”, cujo valor lógico é verdade (V) quando p é

falso e falsidade (F) quando p é verdadeiro. Ou seja, “não p” tem

o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003).

tem o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela
tem o valor lógico oposto de p (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da negação

e as igualdades válidas nesse caso:

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Igualdades:

~

V = F e ~ F = V

V

(~ p) = ~ V(p)

p ~ p V F F V
p
~ p
V
F
F
V

Como vemos, negação é o fato de negar, opor-se ou se colocar de forma contrária a algo. Isso em nossa linguagem é feita utilizando-se o advérbio “não” ou expressões como “não é verdade que”, “é falso que” etc.

Exemplos:

p

: Maria é jornalista.

~p

: Maria não é jornalista.

~p

: é falso que Maria é jornalista.

~p

: não é verdade que Maria é jornalista.

~p : não é verdade que Maria é jornalista. 2.2 CONjUNçãO ( ^ ) Conjunção –

2.2 CONjUNçãO ( ^ )

Conjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada por “p e q” ou “p ^ q”, cujo valor lógico é a verdade (V) quando as proposições p e q são verdadeiras e a falsidade (F) nos demais casos (ALENCAR FILHO, 2003).

e a falsidade ( F ) nos demais casos (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada

A

seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da conjunção

e

as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

^ V = V

V

^ F = F

F

^ V = F

F

^ F = F

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q)

p

q

p ^ q V F F F

V

V

V

F

F

V

F

F

Exemplos:

1) p: o mar é azul (V) q: 1 é impar (V)

-----------------------------

p ^ q = o mar é azul e 1 é impar

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q) = V ^ V = V

(V)

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2) p: a lua é quadrada (F) q: 1 é par (V)

-----------------------------

p ^ q = a lua é quadrada e 1 é par (F)

V(p ^ q) = V(p) ^ V(q) = F ^ V = F

2.3 DISjUNçãO (

)^ q) = V(p) ^ V(q) = F ^ V = F 2.3 DISjUNçãO ( Disjunção

Disjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada por “p ou
Disjunção – de duas proposições p e q é a proposição representada
por “p ou q” ou “p
q”, cujo o valor lógico é a verdade (V) quando ao
menos uma das proposições p e q é verdadeira e a falsidade (F) quando
as proposições p e q são ambas falsas (ALENCAR FILHO, 2003).
proposições p e q são ambas falsas (ALENCAR FILHO, 2003). A seguir é mostrada a tabela

A

seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da disjunção

e

as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V V = V V F = V F V = V F V(p F
V
V = V
V
F = V
F
V = V
F
V(p
F = F
q) = V(p)

Exemplos:

V(q)

p

~ p

p

V F V = V F V(p F = F q) = V(p) Exemplos: V(q) p

q

V

V

V

V

F

V

F

V

V

F

F

F

1) p: Rio de Janeiro é a capital do Brasil (F) q: 1 + 3 = 4 (V)

Rio de Janeiro é a capital do Brasil (F) q: 1 + 3 = 4 (V)

p

V(p

q = Rio de Janeiro é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V)

q) = V(p)

V(q) = VJaneiro é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V) q) = V(p)

é a capital do Brasil ou 1 + 3 = 4 (V) q) = V(p) V(q)

V = V

2) p: Aparecida do Norte é padroeira do ES (F) q: Vasco da Gama descobriu o Brasil (F)

p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama descobriu o Brasil (F)

V(p

(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

q) = V(p)

(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

V(q) = F

F = F(F) p v q = Aparecida do Norte é padroeira do ES ou Vasco da Gama

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22 Vanessa Battestin Nunes 2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA ( ) Disjunção exclusiva – de duas proposições p

2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA (

)22 Vanessa Battestin Nunes 2.4 DISjUNçãO ExCLUSIVA ( Disjunção exclusiva – de duas proposições p e

Disjunção exclusiva – de duas proposições p e q é a proposição representada por “ou
Disjunção exclusiva – de duas proposições p e q é a proposição
representada por “ou p ou q” ou “p q”, cujo valor lógico é a
verdade (V) somente quando p é verdadeira ou q é verdadeira, mas
não quando p e q são ambas verdadeiras, e a falsidade (F) quando
p e q são ambas verdadeiras ou falsas. (ALENCAR FILHO, 2003).

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da disjunção

exclusiva e as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

V V = F

V = F

V

V F = V

F = V

F

F V = V

V = V

F

F F = F

F = F

V(p

q) = V(p)V(p V(q)

V(q)V(p q) = V(p)

Exemplos:

p

q

p

F F = F V(p q) = V(p) V(q) Exemplos: p q p q V V

q

V

V

F

V

F

V

F

V

V

F

F

F

p:

João é Argentino (V)

q:

João torce pro Brasil (V)

p

p q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F)

q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F)

q = ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p q) = V(p)

V(p

q) = V(p)ou João é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p V(q) = V 2.5 CONDICIONAL

é Argentino ou João torce pro Brasil (F) V(p q) = V(p) V(q) = V 2.5

V(q) = V

2.5 CONDICIONAL (

V = F )
V = F
)
Condicional – é uma proposição representada por “se p então q” ou “p q”, cujo
Condicional – é uma proposição representada por “se p então
q” ou “p q”, cujo valor lógico é a falsidade (F) no caso em
que p é verdadeira e q é falsa e a verdade (V) nos demais casos
(ALENCAR FILHO, 2003).

Se temos p

q, dizemos que p é o antecedente e q é o conseqüente.(F) no caso em que p é verdadeira e q é falsa e a verdade (V)

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A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da

condicional e as igualdades válidas neste caso:

Igualdades:

V

V V = V

V = V

V = V

V

V F = F

F = F

F

F V = V

V = V

F

F F = V

F = V

V(p

q) = V(p)

V(p q) = V(p) V(q)

V(q)

Exemplos:

p

q

p

F F = V V(p q) = V(p) V(q) Exemplos: p q p q V V

q

V

V

V

V

F

F

F

V

V

F

F

V

1) p: Marisa Monte é uma cantora brasileira (V) q: Marisa Monte nasceu no Chile (F)

p

q = se Marisa Monte é uma cantora brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F)

V(p

brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) V(q) = V F

q) = V(p)brasileira então Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p V(q) = V F = F 2)

V(q) = Ventão Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) F = F 2) p:

Marisa Monte nasceu no Chile (F) V(p q) = V(p) V(q) = V F = F

F = F

2) p: Fevereiro tem 30 dias (F) q: Todo ano temos ano bissexto (F)

q = se Fevereiro tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V) se Fevereiro tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V)

p

V(p

tem 30 dias então Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q)

q) = V(p)

então Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F

V(q) = F

Todo ano temos ano bissexto (V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F =

F = V

2.6 BICONDICIONAL (

)(V) p V(p q) = V(p) V(q) = F F = V 2.6 BICONDICIONAL ( Bicondicional

Bicondicional – é uma proposição representada por “p se e somente se q” ou “p
Bicondicional – é uma proposição representada por “p se
e somente se q” ou “p q”, cujo valor lógico é a verdade(V)
quando p e q são ambas verdadeiras ou ambas falsas, e a falsidade
(F) nos demais casos. (ALENCAR FILHO, 2003).

Se temos p

(F) nos demais casos. (ALENCAR FILHO, 2003). Se temos p q, dizemos que p é uma

q, dizemos que p é uma condição suficiente e necessária a q.

que p é uma condição suficiente e necessária a q. A seguir é mostrada a tabela

A seguir é mostrada a tabela verdade com os valores lógicos da

bicondicional e as igualdades válidas neste caso: