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ISO 9001

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

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Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

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31.01.2014

para Hidrômetro DN ¾” Data da Aprovação: 31.01.2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE
para Hidrômetro DN ¾” Data da Aprovação: 31.01.2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE
para Hidrômetro DN ¾” Data da Aprovação: 31.01.2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE
para Hidrômetro DN ¾” Data da Aprovação: 31.01.2014 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS MÍNIMAS PARA FORNECIMENTO DE CAIXA DE PROTEÇĀO PARA HIDRÔMETRO DN ¾”

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Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

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1. OBJETIVO

Esta norma estabelece os requisitos mínimos, para a fabricação e fornecimento da “Caixa de Proteção para Hidrômetros – Padrão Sanasa”, destinadas às ligações de água de Diâmetro Nominal ¾”, que serão instaladas em paredes de alvenaria ficando expostas às intempéries naturais do ambiente.

ficando expostas às intempéries naturais do ambiente. As caixas somente poderão ser fabricadas em material

As caixas somente poderão ser fabricadas em material plástico, de acordo com as características gerais e especificações técnicas descritas nesta norma.

gerais e especificações técnicas descritas nesta norma. A caixa de proteção será utilizada para a instalação

A caixa de proteção será utilizada para a instalação de hidrômetros de diâmetro nominal DN- ¾”.

de hidrômetros de diâmetro nominal DN- ¾” . 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma NBR 8193 NBR 8194
de hidrômetros de diâmetro nominal DN- ¾” . 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma NBR 8193 NBR 8194

2.

REFERÊNCIAS NORMATIVAS

diâmetro nominal DN- ¾” . 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma NBR 8193 NBR 8194 Port Nº 246
diâmetro nominal DN- ¾” . 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma NBR 8193 NBR 8194 Port Nº 246
diâmetro nominal DN- ¾” . 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS Norma NBR 8193 NBR 8194 Port Nº 246
Norma
Norma

NBR 8193

NBR 8194

Port Nº 246

ASTM D256

ASTM D543

ASTM D638

ASTM D648

ASTM D790

ASTM D1895

ASTM D2565

Descrição

D638 ASTM D648 ASTM D790 ASTM D1895 ASTM D2565 Descrição Hidrômetro para água fria até 15,0
D638 ASTM D648 ASTM D790 ASTM D1895 ASTM D2565 Descrição Hidrômetro para água fria até 15,0

Hidrômetro para água fria até 15,0 m 3 /h de vazão nominal

para água fria até 15,0 m 3 /h de vazão nominal Hidrômetro para água fria até

Hidrômetro para água fria até 15,0 m 3 /h de vazão nominal

Hidrômetro para água fria até 15,0 m 3 /h de vazão nominal

para água fria até 15,0 m 3 /h de vazão nominal Medidores velocimétricos de água fria

Medidores velocimétricos de água fria até 15 m³/h

Medidores velocimétricos de água fria até 15 m³/h NBR NM ISO 7-1 Rosca de tubos onde

NBR NM ISO 7-1 Rosca de tubos onde a junta de vedação sobre pressão é feita pela rosca

NBR MN 212

NBR 5688

NBR 7139

NBR 9799

NBR 18553

Sist. pred. de água pluvial, esgoto sanit. e vent. -Tubos e com. de PVC.

água pluvial, esgoto sanit. e vent. -Tubos e com. de PVC. Termoplásticos – determinação da temperatura

Termoplásticos determinação da temperatura de amolecimento Vicat.

Conexão de polipropileno - verificação da estabilidade térmica

Conexão de polipropileno - verificação da estabilidade térmica
Conexão de polipropileno - verificação da estabilidade térmica

Método para avaliação do grau de dispersão de pigmentos ou negro-de-fumo

em tubos, conexões e compostos poliolefínicos.

Std Test Meth. for Determining the Izod Pendulum Impact Resistance of

Plastics.

Std Pract. for Evaluating the Resistance of Plastics to Chemical Reagents.

Std Test Method for Tensile Properties of Plastics.

Std Test Method for Deflection Temperature of Plastics Under Flexural Load

in the Edgewise Position.

Std Test Methods for Flexural Properties of Unreinforced and Reinforced Plastics and Electrical Insulating Materials. Standard Test Methods for Apparent Density, Bulk Factor, and Pourability of Plastic Materials. Standard Practice for Xenon Arc Exposure of Plastics Intended for Outdoor Applications.

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Norma Descrição ASTM D2583 ASTM D3030 ASTM D3935 ASTM D5630 ASTM E1252 Standard Test Method
Norma
Descrição
ASTM D2583
ASTM D3030
ASTM D3935
ASTM D5630
ASTM E1252
Standard Test Method for Indentation Hardness of Rigid Plastics by Means of
a Barcol Impressor.
Std. Test Method for Volatile Matter (Including Water) of Vinyl Chloride
Resins.
Standard Specification for Polycarbonate (PC) Unfilled and Reinforced
Material
Standard Test Method for Ash Contend in Plastics.
Std. Pract. for Gen. Tech. for Obtaining Infrared Spectra for Qualitative
Analysis.
ASTM G154 Std. Prac. for Operating Fluorescent Light Apparatus for UV Exposure of
Nonmetallic Materials.
Light Apparatus for UV Exposure of Nonmetallic Materials. 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1. Segurança e Integridade A
Light Apparatus for UV Exposure of Nonmetallic Materials. 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1. Segurança e Integridade A

3.

CONDIÇÕES GERAIS

3.1.

of Nonmetallic Materials. 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1. Segurança e Integridade A caixa (corpo e tampa) deve
of Nonmetallic Materials. 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1. Segurança e Integridade A caixa (corpo e tampa) deve
of Nonmetallic Materials. 3. CONDIÇÕES GERAIS 3.1. Segurança e Integridade A caixa (corpo e tampa) deve

Segurança e Integridade

A
A

caixa (corpo e tampa) deve ser projetada e fabricada de maneira que qualquer

deve ser projetada e fabricada de maneira que qualquer tentativa de fraude através de ação mecânica,

tentativa de fraude através de ação mecânica, calor, ataque químico ou qualquer outro fator externo possa ser facilmente detectável por inspeção visual.

possa ser facilmente detectável por inspeção visual. A fixação do dispositivo de medição. Deve ainda manter,
possa ser facilmente detectável por inspeção visual. A fixação do dispositivo de medição. Deve ainda manter,
possa ser facilmente detectável por inspeção visual. A fixação do dispositivo de medição. Deve ainda manter,
possa ser facilmente detectável por inspeção visual. A fixação do dispositivo de medição. Deve ainda manter,

A

fixação do dispositivo de medição. Deve ainda manter, após a instalação da unidade de medição, as características mecânicas, dimensionais e coloração original ao longo do tempo, em condições normais de utilização.

caixa (corpo e tampa) não deve sofrer deformações que venham a comprometer a

3.2. Garantia

deformações que venham a comprometer a 3.2. Garantia O contra qualquer defeito de material, fabricação e

O

contra qualquer defeito de material, fabricação e de desempenho em condições

normais de utilização.

fabricante deve dar garantia mínima de 60 meses, a partir da data de instalação,

mínima de 60 meses, a partir da data de instalação, Caso as caixas apresentem defeito ou

Caso as caixas apresentem defeito ou deixem de atender os requisitos apresentados nesta norma, devem ser substituídas, sem ônus para a SANASA.

Cada caixa deve vir acompanhada do respectivo Certificado de Garantia emitido pelo fabricante.

4. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4.1. Materiais

Não será permitido em nenhuma hipótese o uso de materiais reciclados na confecção das partes que compõem o conjunto (caixa e tampa).

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A caixa quando em contato físico com outros materiais, tais como: argamassa de

cimento, alvenaria, ou outro material utilizado na sua instalação, não deve apresentar descoloração, degradação, amolecimento, fissuração ou fragilização.

O fabricante da caixa deve apresentar certificados de qualidade de matéria prima

recentes que comprovem os valores declarados das características da tabela 1.

os valores declarados das características da tabela 1. Os compostos termoplásticos utilizados na confecção da

Os compostos termoplásticos utilizados na confecção da caixa e da tampa devem ter características e propriedades uniformes, devendo ser aditivados para assegurar as propriedades, exigências específicas e de desempenho, contidas nesta norma. Os aditivos devem estar dispersos na massa de maneira homogênea.

devem estar dispersos na massa de maneira homogênea. Na confecção da caixa e da tampa deve
devem estar dispersos na massa de maneira homogênea. Na confecção da caixa e da tampa deve

Na confecção da caixa e da tampa deve ser utilizado um dos materiais abaixo:

A

e da tampa deve ser utilizado um dos materiais abaixo: A  Homopolímero ou Copolímero de

Homopolímero ou Copolímero de Policarbonato.

caixa (corpo e tampa) deverá ser fabricada com matéria-prima resistente a raios

deverá ser fabricada com matéria-prima resistente a raios ultravioleta, esforços mecânicos e a ação de agentes
ultravioleta, esforços mecânicos e a ação de agentes corrosivos. Tabela 1 - Características técnicas da
ultravioleta, esforços mecânicos e a ação de agentes corrosivos.
Tabela 1 - Características técnicas da matéria-prima policarbonato
MÉTODO DE
PROPRIEDADES
ENSAIO (**)
VALORES MÍNIMOS
(ASTM D3935)
Resistência à tração de escoamento
ASTM D638
60 MPa(*)
Módulo de flexão
ASTM D790
2100 MPa(*)
Resistência ao impacto Izod (1) 3,2 mm 23º C
ASTM D256
7,5 J/cm(*)
HDT 1,82MPa/2º C/min
ASTM D648
124ºC(*)
Cor
Item 4.2
Metais pesados na composição
Nota 2
Ausente
Classe Química
Nota 3
composição Nota 2 Ausente Classe Química — Nota 3 Observações: (*) Valores mínimos conforme Tabela PC
composição Nota 2 Ausente Classe Química — Nota 3 Observações: (*) Valores mínimos conforme Tabela PC

Observações:

(*) Valores mínimos conforme Tabela PC grupo 1 classe 3 grau 4 da ASTM D3935. (**) O método de ensaio indicado deve ser complementado com as observações de rodapé da Tabela PC da ASTM D3935.

com as observações de rodapé da Tabela PC da ASTM D3935. Notas: 1) Esta verificação deve
com as observações de rodapé da Tabela PC da ASTM D3935. Notas: 1) Esta verificação deve

Notas:

1) Esta verificação deve ser feita por laboratórios de reconhecida competência e idoneidade. 2) O fabricante deve definir o material polimérico empregado no corpo e na tampa da caixa, segundo a sua classe química.

4.2. Acabamento

A caixa (corpo e tampa) deve ter acabamento uniforme, com superfície isenta de

ondulações, porosidades e/ou rugosidades, sem cantos pontiagudos, arestas cortantes ou rebarbas, isenta de corpos estranhos, bolhas, fraturas, rachaduras, rechupe ou outros defeitos como marcas, deformações e estrias, que indiquem descontinuidade do material e que possam comprometer sua aparência, desempenho

e durabilidade.

A caixa (corpo e tampa) deve ser pigmentada nas cores cinza padrão Munsell N5 ou

N6,5.

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4.3. Chave para Abertura e Fechamento

A chave para abertura e fechamento da caixa é de uso exclusivo da SANASA, e em nenhuma hipótese, deve ser fornecida ao cliente. Esta chave não é parte integrante da caixa e será adquirida separadamente pela SANASA CAMPINAS.

4.4. Corpo da Caixa

separadamente pela SANASA CAMPINAS. 4.4. Corpo da Caixa a) Medidas sem tolerância, considerar ±0,5mm; b) Espessura

a) Medidas sem tolerância, considerar ±0,5mm;

b) Espessura de parede mínima 3,5 mm;

c) Peso máximo do conjunto (tampa + caixa): 4 kg;

d) Pressão de trabalho 10 kgf/cm²;

(tampa + caixa): 4 kg; d) Pressão de trabalho 10 kgf/cm²; e) Deve ser produzida por
(tampa + caixa): 4 kg; d) Pressão de trabalho 10 kgf/cm²; e) Deve ser produzida por

e) Deve ser produzida por processo de injeção em uma única peça (tipo monobloco), não sendo aceitas montagens para confecção do corpo da caixa;

sendo aceitas montagens para confecção do corpo da caixa; h) i) f) Deve possuir nervura (s)

h)

i)

aceitas montagens para confecção do corpo da caixa; h) i) f) Deve possuir nervura (s) ou
aceitas montagens para confecção do corpo da caixa; h) i) f) Deve possuir nervura (s) ou
aceitas montagens para confecção do corpo da caixa; h) i) f) Deve possuir nervura (s) ou
aceitas montagens para confecção do corpo da caixa; h) i) f) Deve possuir nervura (s) ou

f) Deve possuir nervura (s) ou outro (s) dispositivo (s) nas paredes externas, com a finalidade de aumentar a estabilidade e melhorar a condição de fixação na alvenaria, conforme Anexos 06 e 14;

g)

As faces internas devem conter batentes, de maneira a garantir o paralelismo e evitar afundamento entre a tampa e a face externa da caixa, conforme Anexos 5, 6, 7 e 8;

e a face externa da caixa, conforme Anexos 5, 6, 7 e 8; Deve ser prevista

Deve ser prevista proteção contra raios solares UV (ultravioleta), que garanta uma durabilidade de utilização em seu local de instalação mínima de 10 anos (vida útil);

seu local de instalação mínima de 10 anos (vida útil); Deve possuir duas luvas injetadas nas
seu local de instalação mínima de 10 anos (vida útil); Deve possuir duas luvas injetadas nas

Deve possuir duas luvas injetadas nas paredes laterais da caixa, com roscas fêmeas, conforme ABNT NBR NM ISO 7-1. Uma luva deve possuir inserto metálico em toda sua extensão, comprimento mínimo 35 mm, para conexão do hidrômetro. A luva com inserto metálico deve estar do lado oposto aos furos com dimensões Ø 51,0 ± 0,5 mm, para passagem do tubo camisa, conforme Anexos 3 e 8;

mm, para passagem do tubo camisa, conforme Anexos 3 e 8; j) O inserto metálico da
mm, para passagem do tubo camisa, conforme Anexos 3 e 8; j) O inserto metálico da
mm, para passagem do tubo camisa, conforme Anexos 3 e 8; j) O inserto metálico da
mm, para passagem do tubo camisa, conforme Anexos 3 e 8; j) O inserto metálico da

j)

O inserto metálico da luva deve ser em liga de latão de alta resistência, com espessura de parede mínima de 2,7 mm, DN-G-3/4" e seu dimensionamento e projeto devem assegurar que, após a moldagem por injeção, não ocorra nenhum deslocamento axial ou radial no alojamento, quando submetido a esforços de torção, e tampouco tenha fissuras entre os materiais, impossibilitando a penetração / vazamento de água ou outro fluído;

Os furos com dimensões Ø 51,0 ± 0,5 mm, para passagem do tubo camisa, deve ser protegidos para evitar a entrada de argamassa no ato da instalação em alvenaria;

k)

l)

m)

n)

Os pinos de apoio da tampa devem ser fabricados em aço inox, latão, bronze, ou policarbonato. Esses pinos devem ser cilíndricos, contudo podem conter determinadas configurações que tem por objetivo auxiliar a fixação da tampa à caixa, desde que não inviabilizem a intercambiabilidade entre tampas de outros fabricantes;

Deve conter marcações em alto relevo, indeléveis e plenamente legíveis, contendo:

Data de fabricação e Nome ou logomarca do fabricante, conforme Anexo 1;

As peças deverão estar limpas, sem arestas cortantes, com boa aparência (bom estado geral), sem a presença de trincas, cantos vivos, pontas, rebarbas, deformação de qualquer espécie, escamações, defeitos superficiais, bolhas, etc;.

4.5. Tampa

a)

Medidas sem tolerância, considerar ±0,5 mm;

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

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b)

c)

Espessura de parede mínima 3,5 mm, inclusive nervuras;

Deve possuir dispositivo (inserto metálico) para fixação da tampa na caixa através de parafuso e instalação de lacre numerado padrão SANASA. No centro deste dispositivo deve existir rosca fêmea M6, para fixação do parafuso primeiro na tampa e depois no inserto metálico existente no corpo da caixa, de modo que quando a tampa for removida da caixa o parafuso continue fixo na tampa, evitando a perda do mesmo pelas equipes de campo;

Deve conter marcações na face externa, em alto relevo, com altura de 1 mm +0,5/-0 , indeléveis e plenamente legíveis, contendo: Logotipo da Sanasa Campinas, data de fabricação (mês e ano) e nome ou marca do fabricante, conforme Anexo 2;

A coloração deverá estar homogênea;

A caixa não poderá apresentar empenamentos, saliências ou ressaltos entre a caixa e

empenamentos, saliências ou ressaltos entre a caixa e d) e) f) g) h) i) a tampa

d)

e)

f)

g)

h)

i)

saliências ou ressaltos entre a caixa e d) e) f) g) h) i) a tampa ou
saliências ou ressaltos entre a caixa e d) e) f) g) h) i) a tampa ou

a tampa ou outros defeitos prejudiciais ao desempenho do produto ou ao seu aspecto

estético;

Será permitido o uso de nervuras ou reforços no lado interno da tampa a fim de garantir os requisitos mínimos de resistência especificados nesta norma, desde que não comprometam a perfeita instalação do kit cavalete e do hidrômetro;

a perfeita instalação do kit cavalete e do hidrômetro; A A distância mínima entre o fundo
a perfeita instalação do kit cavalete e do hidrômetro; A A distância mínima entre o fundo
a perfeita instalação do kit cavalete e do hidrômetro; A A distância mínima entre o fundo
A A
A
A

distância mínima entre o fundo da caixa (lado interno) e a face interna da tampa,

com o conjunto montado, deverá ser de 110 mm na área do visor e de 100 mm no

deverá ser de 110 mm na área do visor e de 100 mm no restante da
deverá ser de 110 mm na área do visor e de 100 mm no restante da

restante da tampa;

caixa sem a tampa deve apresentar estabilidade estrutural, isto é, não poderá ser

estabilidade estrutural, isto é, não poderá ser facilmente torcida e deverá apresentar resistência
estabilidade estrutural, isto é, não poderá ser facilmente torcida e deverá apresentar resistência

facilmente torcida e deverá apresentar resistência mecânica suficiente para sua

apresentar resistência mecânica suficiente para sua instalação em paredes de alvenaria. Suporte para Fixação
apresentar resistência mecânica suficiente para sua instalação em paredes de alvenaria. Suporte para Fixação

instalação em paredes de alvenaria.

Suporte para Fixação do Cavalete

4.6.

A

sem inserto metálico e servirá de apoio ao cotovelo de entrada do cavalete, para a fixação do conjunto com o auxilio de abraçadeira de “nylon” com fechamento auto travante, modelo T-80M, de modo a eliminar vibrações / movimentações.

caixa deverá possuir um suporte, conforme Anexo 21, que será instalado na luva

um suporte, conforme Anexo 21, que será instalado na luva Não será permitida a fixação do
um suporte, conforme Anexo 21, que será instalado na luva Não será permitida a fixação do

Não será permitida a fixação do suporte à caixa por parafusos, rebites ou uso de ferramentas.

5. INSPEÇÃO E RECEBIMENTO

Todos os lotes de caixas de proteção serão inspecionados pela SANASA, no laboratório do fabricante ou da SANASA. Os ensaios de recebimento de lotes serão realizados em amostras aleatórias coletadas conforme norma ABNT NBR 5426/85 (NQA 10; nível de inspeção S1, regime normal; amostragem simples).

Todas as amostras serão submetidas a todos os ensaios previstos nesta norma.

Para que uma unidade do produto seja considerada aprovada, esta deve atender a todos os requisitos contidos nesta norma.

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Deve ser apresentado antes da inspeção o laudo de rastreabilidade das matérias primas utilizadas na fabricação.

Todos os instrumentos utilizados na inspeção devem estar calibrados.

O fabricante deve fornecer cópias dos certificados de calibração dos instrumentos.

cópias dos certificados de calibração dos instrumentos. Serão aceitos certificados de calibração de laboratórios

Serão aceitos certificados de calibração de laboratórios credenciados a RBC Rede Brasileira de Calibração.

5.1.

Ensaio Visual

– Rede Brasileira de Calibração. 5.1. Ensaio Visual O local para inspeção deve ser adequado, seguro,
– Rede Brasileira de Calibração. 5.1. Ensaio Visual O local para inspeção deve ser adequado, seguro,

O local para inspeção deve ser adequado, seguro, desimpedido, com iluminação natural ou artificial de no mínimo 350 lux e no máximo 800 lux.

ou artificial de no mínimo 350 lux e no máximo 800 lux. Devem ser verificadas as

Devem ser verificadas as marcações exigidas no corpo e na tampa da caixa e também as informações constantes na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma.

na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as
na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as
na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as
na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as
na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as
na embalagem, conforme orientações contidas nesta norma. 5.2. Ensaio Dimensional Devem ser medidas todas as

5.2.

Ensaio Dimensional

Devem ser medidas todas as dimensões cotadas nos Anexos desta norma, considerando as tolerâncias.

nos Anexos desta norma, considerando as tolerâncias. Ensaio de Verificação da Estabilidade Funcional ao Calor

Ensaio de Verificação da Estabilidade Funcional ao Calor

Ensaio de Verificação da Estabilidade Funcional ao Calor Ensaio de Resistência ao Impacto A durante 4
Ensaio de Verificação da Estabilidade Funcional ao Calor Ensaio de Resistência ao Impacto A durante 4

Ensaio de Resistência ao Impacto

Funcional ao Calor Ensaio de Resistência ao Impacto A durante 4 horas. Após esse período, aguardar
Funcional ao Calor Ensaio de Resistência ao Impacto A durante 4 horas. Após esse período, aguardar

A

durante 4 horas. Após esse período, aguardar o resfriamento à temperatura ambiente, e verificar a montagem do kit cavalete padrão SANASA e da tampa, não devendo apresentar interferências.

caixa (corpo e tampa) deve ser colocada em estufa à temperatura de (60 ± 3)ºC

A

câmara de refrigeração à temperatura de (3 ± 1) o C durante 4 horas. Após esse período, deve ser submetida a uma carga de impacto aplicada no centro da tampa frontal e no centro do fundo da caixa por um dispositivo de aço de 50 mm de diâmetro, com extremidade esférica ou plana e massa de 1 kg que cai de uma altura de 2 metros (20 J), não devendo ocorrer deformações permanentes, fissuras ou rupturas em qualquer região.

caixa montada (corpo e tampa), devidamente lacrada, deve ser colocada em uma

5.3.

5.4.

5.5.

Ensaio de Resistência à Tração

A caixa montada (corpo e tampa), devidamente lacrada, deve ser submetida a uma

carga de tração lenta e progressiva de 120 kgf, aplicada no local indicado no Anexo 20, permanecendo com esta carga por 1 minuto a temperatura de (25 ± 2) ºC utilizando um dispositivo detalhado no Anexo 17. Após uma hora da realização do ensaio, admite-se uma deflexão permanente máxima de 3 mm não sendo permitido

o rompimento em qualquer parte do conjunto.

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5.6.

5.7.

5.8.

Ensaio de Resistência dos Insertos Metálicos

5.6.1. Inserto da Luva

O inserto metálico da luva deve resistir a um torque de 8 kgf.m, aplicado de forma lenta e progressiva, permanecendo com este torque por 01 minuto, não podendo apresentar fissuras, trincas, deformações, deslocamento axial e radial.

trincas, deformações, deslocamento axial e radial. 5.6.2. Sistema de Fixação da Tampa O sistema de fixação
trincas, deformações, deslocamento axial e radial. 5.6.2. Sistema de Fixação da Tampa O sistema de fixação

5.6.2. Sistema de Fixação da Tampa

axial e radial. 5.6.2. Sistema de Fixação da Tampa O sistema de fixação da tampa, composto
axial e radial. 5.6.2. Sistema de Fixação da Tampa O sistema de fixação da tampa, composto

O sistema de fixação da tampa, composto pelos insertos metálicos da tampa/caixa e pelo parafuso, devidamente montado e lacrado, deve ser submetido a uma carga de tração de 120 kgf, aplicada de forma lenta e progressiva, permanecendo com esta carga por 01 minuto, não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações.

não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações. Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A
não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações. Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A
não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações. Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A
não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações. Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A
não podendo apresentar fissuras, trincas ou deformações. Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A

Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada

Resistência a Cargas Estáticas a Temperatura Elevada A caixa montada (corpo e tampa) deve ser submetida

A caixa montada (corpo e tampa) deve ser submetida a uma carga estática de 50 kgf aplicada no centro de todas as faces da caixa por 5 minutos a temperatura de (50 ± 2) ºC por um dispositivo de aço de área de 100 cm². A carga deve ser aplicada em duas etapas, sendo horizontalmente e verticalmente à tampa com as fases ortogonais à aplicação da força livres de apoio, não sendo permitida a aplicação da carga em todas as faces simultaneamente. A caixa não poderá apresentar deflexão permanente máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face.

máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Dispersão de Pigmentos Os conjuntos caixa
máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Dispersão de Pigmentos Os conjuntos caixa
máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Dispersão de Pigmentos Os conjuntos caixa
máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Dispersão de Pigmentos Os conjuntos caixa
máxima de 2,0 mm, fissuras ou rupturas em qualquer face. Dispersão de Pigmentos Os conjuntos caixa

Dispersão de Pigmentos

Os conjuntos caixa e tampando pigmentados, devem ser submetidos ao ensaio de dispersão de pigmentos, conforme procedimento discriminado no Anexo 23, respeitando-se, contudo, as temperaturas para preparação de amostras que devem ser adequadas em função da matéria prima utilizada. O material será considerado conforme quando a dispersão atender as configurações das figuras a e b.

As figuras c, d, e, f, indicam configurações não conformes.

5.9.

Espectrometria de Infravermelho com Transformadas de Fourier (FTIR)

Durante a inspeção será escolhido aleatoriamente pelo inspetor uma caixa com tampa de cada lote, onde o fabricante ou fornecedor deverá realizar o ensaio de FTIR conforme norma ASTM E-1252.

O resultado será comparado com a tabela 1 de Características técnicas da matéria- prima policarbonato.

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14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 9 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

9 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

Caso o ensaio seja realizado em laboratório externo o mesmo deve ser realizado em laboratório de reconhecida competência e idoneidade.

A liberação dos materiais estará também condicionada à apresentação do resultado do ensaio onde a SANASA aguardará o prazo máximo de 10 dias corridos para a entrega do relatório/laudo. Em caso de não conformidade no resultado todo o lote será reprovado.

não conformidade no resultado todo o lote será reprovado. Os custos com despesas do ensaio serão

Os custos com despesas do ensaio serão por conta do fabricante e ou fornecedor.

do ensaio serão por conta do fabricante e ou fornecedor. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Caixa de
do ensaio serão por conta do fabricante e ou fornecedor. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Caixa de

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

do fabricante e ou fornecedor. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A Caixa de Proteção deverá ser fornecida montada,

A Caixa de Proteção deverá ser fornecida montada, com a tampa instalada.

deverá ser fornecida montada, com a tampa instalada. A Caixa de Proteção deverá ser fornecida em
deverá ser fornecida montada, com a tampa instalada. A Caixa de Proteção deverá ser fornecida em

A Caixa de Proteção deverá ser fornecida em embalagem de papelão resistente, com alça

A Caixa de Proteção deverá ser fornecida em embalagem de papelão resistente, com alça
A Caixa de Proteção deverá ser fornecida em embalagem de papelão resistente, com alça

para transporte e com sistema de fechamento através de dobras e encaixe, sem utilização de fita adesiva.

A embalagem deve conter as informações contidas nos Anexos 18 e 19. 7. REFERÊNCIAS Esta
A
embalagem deve conter as informações contidas nos Anexos 18 e 19.
7.
REFERÊNCIAS
Esta Norma referencia aos seguintes documentos:
Esta Norma referencia aos seguintes documentos:  SAN.P.IN.PR 01 – Controle dos Documentos Internos;

SAN.P.IN.PR 01 Controle dos Documentos Internos;

 SAN.P.IN.PR 01 – Controle dos Documentos Internos;  SAN.P.IN.PR 02 – Controle de Registro. 8.

SAN.P.IN.PR 02 Controle de Registro.

Controle dos Documentos Internos;  SAN.P.IN.PR 02 – Controle de Registro. 8. ANEXOS Impressão não controlada

8. ANEXOS

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 10 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

10 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 1 DETALHES DAS MARCAÇÕES OBRIGATÓRIAS NA CAIXA

Data da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 1 – DETALHES DAS MARCAÇÕES OBRIGATÓRIAS NA CAIXA Impressão não controlada

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14.12.2004

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11 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 2 DETALHES DAS MARCAÇÕES OBRIGATÓRIAS NA TAMPA

Data da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 2 – DETALHES DAS MARCAÇÕES OBRIGATÓRIAS NA TAMPA Impressão não controlada

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Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 12 / 35 Especificações

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12 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 3 CORPO DA CAIXA SEM TAMPA

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 3 – CORPO DA CAIXA SEM TAMPA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

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13 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 4 TAMPA DA CAIXA

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 4 – TAMPA DA CAIXA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

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SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

14 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 5 CORTE “AA”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 5 – COR TE “AA” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

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Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 15 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

15 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 6 CORTE “BB”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 6 – COR TE “BB” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 16 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

16 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 7 – CORTE “CC”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 7 – CORTE “CC” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

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Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 17 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

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17 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 8 CORTE “DD”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 8 – COR TE “DD” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 18 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

18 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 9 PINO 01

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

Data da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 9 – PINO 01 OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 19 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

19 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 10 TAMPA – CORTE “FF”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 10 – TAMPA – CORTE “FF” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 20 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

20 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 11 TAMPA – CORTE “GG”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 11 – TAMPA – CORTE “GG” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 21 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

21 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 12 TAMPA – CORTE “HH”

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 12 – TAMPA – CORTE “HH” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão
31.01.2014 ANEXO 12 – TAMPA – CORTE “HH” OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 22 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

22 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 13 TAMPA PERSPECTIVA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 13 – TAMPA – PERSPECTIVA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão não

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14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 23 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

23 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 14 CORPO DA CAIXA PERSPECTIVA

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

ANEXO 14 – CORPO DA CAIXA – PERSPECTIVA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 24 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

24 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 15 DETALHE 01 INSERTO METÁLICO DA TAMPA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

METÁLICO DA TAMPA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. NOTAS: 1) OPCIONALMENTE PODERÁ SER UTILIZADO

NOTAS:

1) OPCIONALMENTE PODERÁ SER UTILIZADO DISPOSITIVO POSICIONADOR PARA EVITAR

2)

ERRO NA INSTALAÇÃO DO INSERTO.

A PARTE DO INSERTO QUE FICA ENVOLVIDA NO PLÁSTICO PODERÁ TER OUTRO FORMATO

PARA MELHORAR AS CONDIÇÕES DE FIXAÇÃO E AUMENTAR A RESISTÊNCIA À TRAÇÃO.

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Data da Emissão:

14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 25 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

25 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 16 PARAFUSO DE FIXAÇÃO DA TAMPA A CAIXA OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

ANEXO 16 – PARAFUSO DE FIXAÇÃO DA TAMPA A CAIXA OBS: medidas em mm. Desenho sem

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14.12.2004

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08

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Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 26 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

26 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 17 DISPOSITIVO PARA ENSAIO

OBS: medidas em mm. Desenho sem escala.

31.01.2014 ANEXO 17 – DISPOSITIVO PARA ENSAIO OBS: medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão não

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14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 27 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

27 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 18 INFORMAÇÕES NA EMBALAGEM FRENTE

OBS: O arquivo digital será fornecido pela SANASA posteriormente

NA EMBALAGEM – FRENTE OBS: O arquivo digital será fornecido pela SANASA posteriormente Impressão não controlada

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14.12.2004

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08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 28 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

28 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 19 INFORMAÇÕES NA EMBALAGEM VERSO

OBS: O arquivo digital será fornecido pela SANASA posteriormente.

VERSO OBS: O arquivo digital será fornecido pela SANASA posteriormente. Desenhos sem escala. Impressão não controlada

Desenhos sem escala.

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Data da Emissão:

14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 29 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

29 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 20 LOCAL PARA APLICAÇÃO DA CARGA OBS: Desenho sem escala.

Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 20 – LOCAL PARA APLICAÇÃO DA CARGA OBS: Desenho sem escala. Impressão não

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Data da Emissão:

14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 30 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

30 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 21 SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO CAVALETE OBS: Medidas em mm. Desenho sem escala.

ANEXO 21 – SUPORTE PARA FIXAÇÃO DO CAVALETE OBS: Medidas em mm. Desenho sem escala. Impressão

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Data da Emissão:

14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 31 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

31 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 22 PERSPECTIVA DA CAIXA MONTADA

DN ¾” Data da Aprovação: 31.01.2014 ANEXO 22 – PERSPECTIVA DA CAIXA MONTADA Impressão não controlada

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Data da Emissão:

14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 32 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

Paginação:

32 / 35

Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

Data da Aprovação:

31.01.2014

ANEXO 23 COMPOSTO DE POLIETILENO PE - VERIFICAÇÃO DA DISPERSÃO DE PIGMENTOS MÉTODO DE ENSAIO

1 OBJETIVO

Esta especificação prescreve dois métodos, pelos quais deve ser feito o ensaio, para verificação da dispersão de pigmentos em compostos de polietileno PE.

2 APARELHAGEM

de pigmentos em compostos de polietileno PE. 2 APARELHAGEM Para realização deste ensaio são necessários os
de pigmentos em compostos de polietileno PE. 2 APARELHAGEM Para realização deste ensaio são necessários os

Para realização deste ensaio são necessários os seguintes equipamentos e acessórios:

são necessários os seguintes equipamentos e acessórios: Pelo método de compressão, conforme 4.1: 2.1 2.1.2 2.2
são necessários os seguintes equipamentos e acessórios: Pelo método de compressão, conforme 4.1: 2.1 2.1.2 2.2

Pelo método de compressão, conforme 4.1:

e acessórios: Pelo método de compressão, conforme 4.1: 2.1 2.1.2 2.2 Prensa, ou pesos, ou grampos
e acessórios: Pelo método de compressão, conforme 4.1: 2.1 2.1.2 2.2 Prensa, ou pesos, ou grampos
e acessórios: Pelo método de compressão, conforme 4.1: 2.1 2.1.2 2.2 Prensa, ou pesos, ou grampos

2.1

2.1.2

2.2

Prensa, ou pesos, ou grampos de mola para manter a pressão.

Prensa, ou pesos, ou grampos de mola para manter a pressão. Pelo método do micrótomo, conforme
Prensa, ou pesos, ou grampos de mola para manter a pressão. Pelo método do micrótomo, conforme

Pelo método do micrótomo, conforme 4.2:

manter a pressão. Pelo método do micrótomo, conforme 4.2: 2.2.1 Micrótomo capaz de cortar filmes com

2.2.1

Micrótomo capaz de cortar filmes com as espessuras requeridas;

capaz de cortar filmes com as espessuras requeridas; 2.1.1 Forno, ou placa quente capaz de operar
capaz de cortar filmes com as espessuras requeridas; 2.1.1 Forno, ou placa quente capaz de operar

2.1.1 Forno, ou placa quente capaz de operar à temperatura controlada entre 150ºC e

200ºC;

2.2.2

óticas do corpo de prova.

Cuba com glicerol quente, ou fita adesiva transparente que não altere as propriedades

ou fita adesiva transparente que não altere as propriedades 2.3 Para ambos os métodos: 2.3.1 de
ou fita adesiva transparente que não altere as propriedades 2.3 Para ambos os métodos: 2.3.1 de

2.3 Para ambos os métodos:

2.3.1

de diâmetro mínimo de 0,7mm e luz transmitida;

Microscópio com capacidade de ampliação de 100 vezes, com campo de visão circular

de ampliação de 100 vezes, com campo de visão circular Lâminas para microscópio reticulado. 2.3.2 3

Lâminas para microscópio reticulado.

2.3.2

3 CORPOS DE PROVA

3.1 Os corpos de prova podem ser obtidos a partir de placa prensada, do material extrudado,

do tubo, ou da conexão.

3.2 Os corpos de prova são em número de seis, e quando obtidos a partir do material

extrudado, do tubo ou da conexão devem ser cortados transversalmente ao sentido de extrusão, ou injeção, de maneira a representarem praticamente toda a espessura de parede.

3.3 Para compostos pigmentados com negro de fumo os corpos de prova devem ter uma

espessura de (0,025 ±0,005)mm. Para pigmentos diferentes de negro de fumo, os corpos de

prova devem ter uma espessura de (0,125 ±0,025)mm. A área analisada deve ser de aproximadamente 3mm x 3mm.

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Data da Emissão:

14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 33 / 35 Especificações

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Especificações Técnicas Mínimas para Fornecimento de Caixa de Proteção para Hidrômetro DN ¾”

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31.01.2014

4 EXECUÇÃO DO ENSAIO

4.1 Obtenção dos corpos de prova pelo método de compressão:

4.1.1 Cortar corpos de prova de maneira a terem as dimensões especificadas no item 3.3,

tomando cuidado para minimizar a possibilidade de contaminação.

cuidado para minimizar a possibilidade de contaminação. 4.1.2 limpa, deixando os corpos de prova aproximadamente

4.1.2

limpa, deixando os corpos de prova aproximadamente eqüidistantes uns dos outros e das bordas da lâmina. Aquecendo-se a lâmina para se obter uma melhor aderência dos corpos de prova.

Colocar os seis corpos de prova sobre uma lâmina de microscópio cuidadosamente

de prova sobre uma lâmina de microscópio cuidadosamente 4.1.3 espaçadores de metal na espessura determinada para
de prova sobre uma lâmina de microscópio cuidadosamente 4.1.3 espaçadores de metal na espessura determinada para

4.1.3

espaçadores de metal na espessura determinada para cada corpo de prova para assegurar que seja obtida uma espessura uniforme.

Cobrir com outra lâmina de microscópio limpa. Devem ser usados, entre as lâminas,

de microscópio limpa. Devem ser usados, entre as lâminas, 4.1.4 e menos 10 minutos até que
de microscópio limpa. Devem ser usados, entre as lâminas, 4.1.4 e menos 10 minutos até que
de microscópio limpa. Devem ser usados, entre as lâminas, 4.1.4 e menos 10 minutos até que

4.1.4

e

menos 10 minutos até que os corpos de prova adquiram a espessura requerida. Remover as lâminas do forno e deixar resfriar o suficiente para manusear e retirar os

Se for usado um forno, deve-se prender as duas lâminas juntas com grampos de mola

colocá-las no forno com a temperatura controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo

controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou
controlada entre 150ºC e 200ºC. Deixar por pelo grampos. 4.1.5 aplicar pressão usando uma prensa ou

grampos.

4.1.5

aplicar pressão usando uma prensa ou um peso suficiente para produzir a espessura uniforme requerida para o filme. Remover as lâminas e deixar resfriar o suficiente para

manusear.

Se for usada uma placa quente de temperatura controlada entre 150ºC e 200ºC,

4.2

Obtenção dos corpos de prova pelo método do micrótomo:

Obtenção dos corpos de prova pelo método do micrótomo: 4.2.1 ser cortada. Fixar a amostra no

4.2.1

ser cortada.

Fixar a amostra no micrótomo, regulando a posição de maneira a poder

no micrótomo, regulando a posição de maneira a poder 4.2.2 uma superfície totalmente plana. Desprezar os

4.2.2

uma superfície totalmente plana. Desprezar os filmes obtidos.

Seguindo as instruções de operação do micrótomo, fazer cortes até que se obtenha

4.2.3 Para obter-se um corpo de prova retificado, pode ser aplicada uma fita adesiva sobre a

área a ser cortada, de maneira que os corpos de prova fiquem aderidos à fita quando o corte

é feito. A retificação pode ainda ser obtida quente.

4.2.4 Colocar os corpos de prova entre duas lâminas de microscópio, ou colar sobre uma

lâmina com a fita adesiva.

4.3 Colocar a lâmina com os corpos de prova obtidos conforme 4.1 ou 4.2 sobre

a platina do microscópio.

4.4 Observar cada corpo de prova com aumento de 100 vezes utilizando luz artificial transmitida, deslocando-o lentamente de uma extremidade a outra, comparando seu pior campo de visão (campo que apresenta pior dispersão) com os gabaritos fotográficos mostrados na figura 1.

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Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 34 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

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4.5 Nenhuma parte das áreas analisadas pode apresentar géis ou aglomerações.

áreas analisadas pode apresentar géis ou aglomerações. (a) satisfatória (b) satisfatória (c) insatisfatória –
áreas analisadas pode apresentar géis ou aglomerações. (a) satisfatória (b) satisfatória (c) insatisfatória –

(a) satisfatória

(b) satisfatória

géis ou aglomerações. (a) satisfatória (b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória
géis ou aglomerações. (a) satisfatória (b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória

(c)

ou aglomerações. (a) satisfatória (b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória –

insatisfatória aglomeração

(b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória – aglomeração (e) insatisfatória
(b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória – aglomeração (e) insatisfatória
(b) satisfatória (c) insatisfatória – aglomeração (d) insatisfatória – aglomeração (e) insatisfatória

(d) insatisfatória aglomeração

– aglomeração (d) insatisfatória – aglomeração (e) insatisfatória – estriada (f) insatisfatória
(e) insatisfatória – estriada (f) insatisfatória – estriada
(e) insatisfatória – estriada (f) insatisfatória – estriada

(e) insatisfatória estriada

(f) insatisfatória estriada

Figura 1 - Verificação da dispersão de aditivos e pigmentos (lâmina de 0,025 mm - ampliação de 100 vezes).

5 RESULTADO

O relatório deste ensaio deve conter os dados indicados de 5.1 a 5.4.

5.1 Completa identificação dos corpos de prova, incluindo o tipo de material, nome e código

do fabricante.

5.2 Descrição da dispersão dos aditivos e pigmentos na amostra (se é homogênea ou não;

se for heterogênea descrever se há estrias, aglomerações, espirais, etc).

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14.12.2004

Revisão:

08

Aprovação:

Dir. Técnica

Emissão: 14.12.2004 Revisão: 08 Aprovação: Dir. Técnica SAN.T.IN.NT 25 Paginação: 35 / 35 Especificações

SAN.T.IN.NT 25

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31.01.2014

5.3 Se um ou mais corpos de prova apresentar(em) dispersão insatisfatória, a dispersão do

composto será considerada também insatisfatória.

5.4 Data do ensaio.

Composto de polietileno PE - Verificação da dispersão de pigmentos

de polietileno PE - Verificação da dispersão de pigmentos Considerações finais: 1) Este anexo/ método, como

Considerações finais:

Considerações finais: 1) Este anexo/ método, como qualquer outro, é um documento dinâmico, podendo ser alterado

1) Este anexo/ método, como qualquer outro, é um documento dinâmico, podendo ser alterado ou ampliado sempre que for necessário.

dinâmico, podendo ser alterado ou ampliado sempre que for necessário. 2) Este método teve como base
dinâmico, podendo ser alterado ou ampliado sempre que for necessário. 2) Este método teve como base

2) Este método teve como base a NBR 18553.

ANEXO 24 – HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES DATA REV. PÁG. DESCRIÇÃO NOME/SETOR 29/09/2005 01 todas A
ANEXO 24 – HISTÓRICO DE ALTERAÇÕES
DATA
REV.
PÁG.
DESCRIÇÃO
NOME/SETOR
29/09/2005
01
todas
A Norma foi revisada na Íntegra
Maurício – TFM e
Tadeu FX
19/12/2006
02
todas
A Norma foi revisada na Íntegra
Maurício – TFM e
Arlindo - FX
16/09/2009
03
todas
A Norma foi revisada na Íntegra
Maurício – TFM e
Arlindo – FX
09/11/2009
04
9
Inclusão no item 5.4 – “ou plana”
Maurício – TFM e
Arlindo – FX
07/01/2011
05
todas
A
Norma foi revisada na Íntegra
Maurício – TFM e
Oséias – FXI
06/12/2011
06
todas
A
Norma foi revisada na Íntegra
Maurício – TFM
Oséias – FXI
Paulo Araujo - FXI
22/02/2013
07
todas
A
Norma foi revisada na Íntegra
Mauricio – TFM
Oséias – AMI
31/01/2014
08
todas
A Norma foi revisada na Íntegra
Mauricio – TFM
Oséias – AMI

Impressão não controlada