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Alexandre Ortiz Calvão

DINÂMICA F=-k.X CARACTERÍSTICAS DAS FORÇAS


FORÇAS k = constante elástica da mola DE ATRITO
"Força = aceleração e/ou X = deformação sofrida pela mola SENTIDO – sempre oposto ao
deformação" deslocamento, ou a tendência ao
deslocamento.
FORÇA agente capaz de:
a) causar aceleração (variação do MÓDULO – as forças de atrito são
vetor velocidade) proporcionais a força normal (N).
b) causar deformação (mudança FAT (DIN) = µ D . N
na forma do corpo).
A força é uma grandeza física DIREÇÃO – tangente às superfícies
vetorial. Obs. A) A lei de Hooke não é válida em contato.
para grandes deformações ou
FORÇA RESULTANTE - Quando tensões. FORÇA DE TRAÇÃO - Chamamos
varias forças atuam B) A constante elástica da mola (K) é de força de tração as forças que são
simultaneamente numa partícula, uma medida da rigidez da mola. exercidas por cordas ou hastes.
elas podem ser substituídas por
uma única força, que sozinha terá FORÇA NORMAL- Força que atua LEIS DA MECÂNICA (NEWTON)
o mesmo efeito que todas as outras entre duas superfícies de contato. Ë As leis da mecânica serão
juntas, tal força é chamada de a força que a superfície exerce num formuladas considerando-se que os
resultante. FR = Σ F = F1 + F2 + objeto qualquer, que se encontre sistemas de referência são inerciais,
F3 +...+ Fn apoiado sobre a mesma. A força é isto é, sem aceleração. Nos
perpendicular a superfície de sistemas de referência acelerados,
AS UNIDADES DE FORÇA são: no contato. elas ainda são válidas, mas os
S.I. Newton (N), efeitos que surgem da aceleração
Outras unidades: quilograma-forca FORÇA DE ATRITO- As forças de do sistema de referência devem ser
(kgf), dyna (Dn) e etc. atrito surgem por dois motivos: levados em conta. Uma forma de
1 - Irregularidade das superfícies em resolver este problema é através da
contato introdução das chamadas “forças
2 - Atração eletromagnética entre as inerciais” ou “fictícias”.
moléculas mais próximas das duas
superfícies em contato. LEI DA INÉRCIA
"Pode haver movimento sem existir
força!"
1a LEI DA MECÂNICA ( LEI DA
FORÇA GRAVITACIONAL ( PESO ) INÉRCIA ).
- A força com que a terra atrai os
corpos para o seu centro de "SE A RESULTANTE DE TODAS AS
gravidade. FORÇAS QUE ATUAM EM UMA
Características da força peso. PARTÍCULA É ZERO, ELA ESTÁ EM
Módulo: P = m.g REPOUSO OU EM MOVIMENTO
P = peso (newtons(N)) RETILÍNEO E UNIFORME (MRU)".
m = massa (quilograma(kg)) FR = 0
g = aceleração da gravidade no FORÇA DE ATRITO ESTÁTICO - É ⇒ v = 0, repouso
local, a menos que se informe o a força que atua quando há (equilíbrio estático)
contrário será considerada g = 9,81 tendência de movimento entre as ⇒ v = constante, MRU
m/s . superfícies, mas não há movimento (equilíbrio dinâmico)
Direção: vertical, passando pelo relativo entre as superfícies, isto é, A primeira lei nos diz,
objeto e pelo centro de gravidade da elas estão em repouso uma em essencialmente, que as forças são
terra. relação a outra. responsáveis pelas acelerações
Sentido: descendente, apontando FAT(EST) = µ e . N adquiridas por uma partícula, e não
para o centro de gravidade da pela velocidade da partícula.
terra. Obs: A força de atrito estático varia
Obs. O prumo é um instrumento que desde zero até o valor máximo. INÉRCIA é a tendência que os
nos informa a direção e o sentido da Ela só terá seu valor máximo se a corpos têm de manter a sua
força peso. soma das forças que tendem a velocidade vetorial constante.
deslocar o objeto, sobre uma dada MASSA de um corpo é a medida
FORÇA ELÁSTICA - É a força que superfície, for maior ou igual a este numérica da inércia de um corpo.
surge devido a deformação elástica valor máximo. REFERENCIAIS INERCIAIS - são
dos corpos referenciais nos quais é valida a lei
LEI DE HOOKE - dentro do limite FORÇA DE ATRITO DINÂMICO - É da inércia (sistemas de referência
elástico da substância que é feita a a força que atua quando existe desprovidos de aceleração), isto é,
mola, a intensidade da força movimento relativo entre as duas sistemas em M.R.U ou repouso.
aplicada é proporcional a superfícies em contato.
deformação sofrida pela mesma.
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FORÇA - agente capaz de mudar o


vetor velocidade de um corpo e/ou F
causar uma deformação no mesmo.
APLICAÇÃO - A medida que o 
foguete se afasta da superfície da
terra, o atrito com o ar e a atração A S B
gravitacional diminuem LEI DA AÇÃO E REAÇÃO
rapidamente a ponto de podermos "Você não pode tocar sem ser UNIDADE DE TRABALHO: no S.I. é
desprezar a ação de forças externas tocado" o Joule ( J ).
sobre o foguete. Com a força 3a LEI DE MECÂNICA.( LEI DA TRABALHO RESULTANTE: é a
resultante praticamente igual a AÇÃO E REAÇÃO ) soma dos trabalhos de cada uma
zero, o foguete, por inércia, tende a "EM CADA INTERAÇÃO, EXISTEM das forças que atuam no sistema.
manter sua velocidade num SEMPRE DUAS FORÇAS, UMA τr = Σ τn = τ 1 +τ2 +τ3 ...+τn
movimento retilíneo e uniforme SOBRE CADA CORPO QUE ESTÁ COMENTÁRIOS
(MRU). INTERAGINDO, ESTAS DUAS FORÇAS • O deslocamento que aparece na
SÃO IGUAIS EM MÓDULO E fórmula do trabalho, é o que a
DIREÇÃO, PORÉM DE SENTIDOS partícula que está sujeita a força
CONTRÁRIOS ". realiza.
FBA = - FAB • O trabalho é um processo, ele
FBA = Força que "B" faz em "A" não é uma propriedade dos
FAB = Força que "A" faz em "B" . objetos, isto é, ele não fica
O par de forças ação e acumulado nos objetos.
PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA
reação sempre atua em corpos • O trabalho negativo tende a
DINÂMICA
diferentes. Portanto este par de parar o movimento mecânico
"A existência de uma implica na
forças nunca pode se cancelar, isto (macroscópico).
existência da outra: força
é, a força de ação nunca é
resultante e aceleração".
cancelada pela sua correspondente FORÇA CONSERVATIVA (CAMPO).
2a LEI DE MECÂNICA
reação. Se o trabalho de uma força não
( PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA
# O par de forças de ação e reação depende da trajetória, dizemos
DINÂMICA ).
tem mesma reta suporte. que este campo de forças é
"A ACELERAÇÃO ADQUIRIDA POR
# A terceira lei de Newton, também conservativo. Ex: campo
UMA PARTÍCULA NUM REFERENCIAL
só é válida num referencial gravitacional, eletrostático etc.
INERCIAL, É DIRETAMENTE
inercial. TRABALHO DA FORÇA
PROPORCIONAL À FORÇA
Num par de forças de ação e reação, GRAVITACIONAL.
RESULTANTE QUE ATUA NA
qualquer uma delas poderá ser O TRABALHO DA FORÇA
MESMA, E INVERSAMENTE
considerada ação ou reação. GRAVITACIONAL NÃO DEPENDE DA
PROPORCIONAL À MASSA DA
EXEMPLOS TRAJETÓRIA, ELE SÓ DEPENDE DA
PARTÍCULA. A DIREÇÃO E O
SENTIDO DA ACELERAÇÃO VARIAÇÃO DA ALTURA.
COINCIDEM COM AS RESPECTIVAS τ =mgh
CARACTERÍSTICAS DA FORÇA
RESULTANTE".
a = FR / m
FR = m . a
Obs:
1 - No enunciado acima da 2a
lei de Newton estamos
considerando que a massa da
partícula não está variando com
o tempo. (massa constante) TRABALHO
2 - É importante chamar atenção “Um processo através do qual a
a
para o fato que a 2 lei como foi energia pode ser transformada de
uma forma para outra ou transferida TRABALHO DE UMA FORÇA
enunciada acima só é válida num VARIÁVEL: uma das maneiras
sistema de referência inercial. de um objeto para outro, devido a
ação de uma força”. possíveis de calcular é através do
3- A unidade de força no S.I.é o gráfico da Força x deslocamento.
Newton (N) TRABALHO DE UMA FORÇA
CONSTANTE NUM Onde FT é a componente da força na
Demonstração: F = m . a direção do deslocamento.
U(F) = U(m) . U(a) e U(F) = kg DESLOCAMENTO RETILÍNEO.
. m / s = Newton. DEF: O trabalho feito por uma força
F o rç a
4- A primeira lei pode ser vista como constante durante um deslocamento
um caso particular da segunda onde retilíneo ∆S é igual ao produto de
a força resultante é zero e a três quantidades: 1) a magnitude A
aceleração por conseguinte da força, 2) a magnitude do
também. deslocamento do objeto, e 3) o d
cosseno do ângulo entre eles. D e s l o c a m e n to
Trabalho = τ = F ∆S cos θ
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CÁLCULO GRÁFICO DO η = PÚTIL / PTOTAL


TRABALHO- Num gráfico FT x ∆S a
área compreendida entre o eixo do x Potência útil- é a potência que a
(posição) e a curva de FT é máquina realmente utiliza para
numericamente igual ao trabalho da realização da tarefa desejada.
força FT. Potência total- é a potência que a
área No= trabalho máquina consome para funcionar. A
potência total é igual a soma da
TRABALHO DA FORÇA ELÁSTICA. potência útil com a potência
Trabalho que uma força tem que dissipada(desperdiçada).
realizar para comprimir uma mola
de constante elástica k, quando a ENERGIA
mesma é comprimida ou distendida “Energia é a capacidade de realizar
de um valor X é dado por: trabalho ou o que resulta do
τ = k x2 / 2 mesmo”
K= constante elástica da mola ENERGIA CINÉTICA: está
X= elongação da mola ou associada ao movimento dos corpos.
deslocamento da mola em relação a Todo objeto que tem massa e
sua posição de equilíbrio velocidade possui energia cinética.
A Ec de um objeto de massa “m” e
POTÊNCIA. velocidade “V” é dada por:
”Rapidez com que se realiza Ec = m V2 / 2
trabalho”.
POTÊNCIA (P): de uma máquina ou TEOREMA DA ENERGIA CINÉTICA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
um outro dispositivo qualquer é uma (TEC) - A soma dos trabalhos MECÂNICA
medida numérica da realização de realizados por todas as forças que A energia mecânica de um
trabalho na unidade de tempo, isto atuam sobre uma partícula, entre objeto sujeito a ação de forças
é, rapidez com que a ela realiza dois pontos quaisquer, é igual a conservativas é constante, isto é,
trabalho. Desta forma quanto maior variação da energia cinética da não varia.
a potência de um dispositivo mais partícula o corrida neste intervalo. Em A = Em B se τ F. dissipativas = 0
rápido ele transforma ou transfere Σ τ = ∆Ec
energia. FORÇAS CONSERVATIVAS => NÃO
Matematicamente temos: ENERGIA POTENCIAL: está HÁ PERDA DE ENERGIA MECÂNICA.
P = τ / ∆t ou P = F V COS θ associada a configuração. Energia FORÇAS DISSIPATIVAS => HÁ PERDA
Unidade de potência no S.I. = Watt armazenada. DA ENERGIA MECÂNICA (NÃO É
(W) Energia potencial gravitacional CONSERVADA)
Outras unidades: 1 HP (horse de um objeto de massa (m) imerso
power) = 746 W 1 CV (chavel num campo gravitacional constante CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
vapor) = 735 W (g), situado a uma altura (h) em MECÂNICA (CASO GERAL)
Obs. Dizemos que a potência é relação ao nível de referência A conservação da energia também
desenvolvida quando o trabalho é adotado é dada por: pode ser aplicada a sistemas
positivo (trabalho motor) e Eg = m g h mecânicos que não são
absorvida quando o trabalho é A energia potencial gravitacional é a conservativos, através da inclusão
negativo (trabalho resistente). energia associada com o estado de do trabalho realizado por forças não
separação entre corpos que se conservativas, Wnc que é igual a
RENDIMENTO. atraem através da força variação da energia dos sistema,
“Um balanço entre o que você gravitacional.
pagou e o que recebeu “. Eci + Epi + Wnc = Ecf + Epf ou
RENDIMENTO (η)- É uma medida Energia potencial elástica de
do aproveitamento real de um uma mola de constante elástica (k), ∆Ec + ∆Ep = trabalho externo
sistema. Um motor que ao funcionar submetida a uma elongação (X), é sobre o objeto
apresente elevado aquecimento, dada por:
altos níveis de vibrações Ee = k X2 / 2 PRINCÍPIO GERAL DA
(trepidações, saculejos e etc) e A energia potencial elástica é a CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
ruídos (rangidos, chiados e etc) além energia associada com o estado de
de altos atritos entre suas parte compressão ou distensão de um “ A ENERGIA PODE SER
móveis. Tenderá a produzir pouco objeto elástico. TRANSFORMADA DE UMA
trabalho relativamente a energia ENERGIA MECÂNICA - Denomina- MODALIDADE EM OUTRA, NÃO
consumida, isto é, será uma se energia mecânica de um objeto a PODENDO SER CRIADA NEM
máquina pouco eficiente. As soma de sua energia cinética mais a DESTRUÍDA; A QUANTIDADE TOTAL
máquinas pouco eficientes tem potencial. DE ENERGIA É MANTIDA
elevado custo operacional, o que E m = Ec + E p CONSTANTE”.
acaba reduzindo a competitividade
de quem as utiliza. SIMETRIA E O PRINCÍPIO DE
Matematicamente temos: CONSERVAÇÃO DA ENERGIA.
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Se as leis da natureza são as ( Qsist )a = ( Q sist )b SIMETRIA E O PRINCÍPIO DE


mesmas em qualquer tempo, CONSERVAÇÃO DA QUANTIDADE
passado, presente ou futuro, então a M
f ro n te ira d o s is te m a DE MOVIMENTO
energia deve ser conservada. V
m
v Se as leis da natureza são iguais em
todos os lugares do Universo, então
a quantidade de movimento deve
QUANTIDADE DE MOVIMENTO E ser conservada.
IMPULSO
ESTUDO DAS COLISÕES E IMPULSO COLISÕES OU CHOQUES
EXPLOSÕES MECÂNICOS
IMPULSO TOTAL QUE UM OBJETO ASPECTO DAS FORÇAS
QUANTIDADE DE MOVIMENTO (massa constante) RECEBE Durante as colisões os objetos
(MOMENTO LINEAR) DETERMINA A SUA VARIAÇÃO DE envolvidos trocam forças internas
VELOCIDADE. muito intensas num intervalo de
QUANTIDADE DE MOVIMENTO IMPULSO (I) - def - é o produto da tempo relativamente curto (forças
(MOMENTO LINEAR) (Q) - def - é o força média pelo tempo de atuação impulsivas). Tais forças variam de
produto da massa da partícula pela da força. modo complexo e causam
sua velocidade. I = Fm ∆t deformações e alterações nas
Q = m.v velocidades dos objetos. Diante de
direção: a mesma da velocidade direção: a mesma de F forças internas tão elevadas,
sentido: o mesmo da velocidade sentido: o mesmo de F podemos, em geral, desprezar as
intensidade: Q = m v intensidade: I = F . ∆t , a força é forças externas e considerar o
Unidade de quantidade de constante em relação ao tempo. sistema (formado pelos objetos em
movimento no S.I. = kg . m / s colisão) mecanicamente isolados
A quantidade de movimento de um A unidade de Impulso: durante a colisão.
sistema de partículas é igual a soma U(I) = Newton . segundo = N.s Assim, durante uma colisão,
vetorial das quantidades de podemos, aplicar o Princípio da
movimento de cada uma das APROXIMAÇÃO DO IMPULSO - é Conservação da Quantidade de
partículas. Q = Σ mi . vi válida se: Movimento para sistemas
1- Fm é muito maior que qualquer mecânicamente isolados.
FORÇAS SOBRE SISTEMAS DE outra força∆t é muito pequeno, ( Q )sist ant = ( Q )sist depois
PARTÍCULAS de modo a não haver
Forças internas: forças trocadas CARACTERÍSTICAS DOS
praticamente movimento
entre os corpos do próprio sistema. CHOQUES
durante a colisão.
Forças externas: forças trocadas Normal de choque. A reta normal
entre os corpos não pertencentes ao GRÁFICO F x T : CÁLCULO DO comum às superfícies em contato
sistema. durante o choque é chamada
IMPULSO.
Força resultante (Fr ) = Σ Finterna + Σ Num gráfico do tipo força versus normal de choque.
Fexterna + Σ Ffictícias tempo a área sob a curva é
Sistema isolado; é um sistema em numericamente igual ao impulso da Choque central. Se os centros de
que a soma das forças externas é força no intervalo de tempo massa dos dois corpos que colidem
nula. estão localizados na reta normal de
considerado.
Σ Fext = 0 choque, o choque é dito central.
IMPULSO nO = área sob a curva
Exemplos de sistemas que podem
Choque direto. Se as velocidades
ser considerados mecanicamente
dos dois pontos materiais são
isolados.
dirigidas ao longo da normal de
a) Quando nenhuma força externa
choque, este é chamado de choque
age sobre o sistema. Por exemplo,
direto.
uma nave espacial no espaço
cósmico longe de qualquer corpo
ASPECTO ENERGÉTICO
celeste.
Quando dois objetos colidem,
b) Quando as forças externas são
observa-se sempre uma fase de
desprezíveis em relação as
deformação, podendo ou não
externas. Exemplos: choques,
ocorrer uma segunda fase, a de
explosões, disparo de armas etc.
TEOREMA DO IMPULSO restituição.
c) Quando as forças externas
IMPULSO TOTAL QUE UM OBJETO COEFICIENTE DE RESTITUIÇÃO
agentes no sistema se neutralizam.
RECEBE DETERMINA A SUA Verifica-se experimentalmente
VARIAÇÃO DE QUANTIDADE DE (Newton) que, para um determinado
TEOREMA DA CONSERVAÇÃO DA
MOVIMENTO. material que constitui os corpos, é
QUANTIDADE DE MOVIMENTO
I = ∆Q constante a relação entre Vaf e Vap ,
Quando a soma vetorial de todas as
ou essa relação constante é
forças que atuam em um sistema é
F. ∆ t = m. v - m. vo denominada coeficiente de
zero (sistema isolado), o momento
restituição
total do sistema permanece
inalterado, isto é, constante.
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e = velocidade relativa de GRAVITAÇÃO UNIVERSAL em torno do Sol são proporcionais


afastamento / velocidade relativa de “MATÉRIA ATRAI MATÉRIA” aos quadrados dos períodos de
aproximação “GRAVITAÇÃO, DISTORÇÃO DO revoluções.
e = Vaf / Vap = V’’2 - V ‘1 / V1 - V 2 ESPAÇO-TEMPO” R3 = k T2
ou e = - (V’2 – V’1 )/ V2 – V1 GRAVITAÇÃO UNIVERSAL – Parte p l a n e ta

V1 = velocidade da partícula 1 da Física(dinâmica) que estuda a


e str e l a
imediatamente antes da colisão, no interação entre massas i n te r v a l o d e
te m p o 1 área 1 área 2 i n te r v a l o d e
sistema de referência adotado. gravitacionais. te m p o 2

V2 = velocidade da partícula 2
imediatamente antes da colisão, no LEI DA GRAVITAÇÃO UNIVERSAL - p l a n e ta

sistema de referência adotado. dadas duas massas M e m Corolários: Quanto mais afastado
V’1 = velocidade da partícula 1 separadas por uma distância d um planeta estiver do Sol (maior o
imediatamente após a colisão, no ocorrerá, sempre entre elas, atração raio médio R) maior será seu
referencial adotado. gravitacional, cuja intensidade é período de translação (maior será
V’2 = velocidade da partícula 2 dada pela fórmula: T).
imediatamente após a colisão, no F=GMm/d2
referencial adotado. G = constante universal da APLICAÇÕES
Obs 1. As velocidades na equação gravidade Satélites em órbitas circulares
acima devem ser utilizadas com seu G = 6,67 . 10 –11 Nm2/kg2 F = GMm / R2
valor algébrico, isto é, com se onde: M = massa do planeta e m =
respectivo sinal. massa do satélite.
Obs 2. Uma bola de bilhar se
deforma muito pouco quando ela Aceleração da gravidade num
colide, e rapidamente ela retorna à planeta – Sendo m a massa de um
sua forma original. Portanto a força corpo situado num ponto p a uma
de interação entre duas bolas de altura h da superfície de um planeta
bilhar é quase perfeitamente Força central- a força gravitacional de raio R e massa M. A aceleração
conservativa, e a colisão é é uma força central, isto é, a direção da gravidade neste ponto será dada
perfeitamente elástica. em que a força atua é sempre da por:
reta que une as duas massas. g(H) = GM / (R+H)2
COLIS QUANT. ENERGI COEF.
ÃO DE A DE
Centr MOVIME CINÉTI REST. PRINCÍPIO DA SUPERPOSIÇÃO - A Velocidade de escape – É a
al e NTO CA força gravitacional gerada por menor velocidade (v) com que se
front deve lançar um objeto da superfície
distintas massas simplesmente se
al
Frontal Qa = Qd Ec a = Ec e=1 superpõem, sem que haja de um planeta de massa M para que
e d interferência entre elas. A força F1 o mesmo “vença” a força
elástic sobre a partícula 1 é a soma vetorial gravitacional do planeta.
a V = (2 G M)1 / 2 / R
de todas as forças que as demais
Frontal Qa = Qd Ec a > Ec 0<e<
e d 1 partículas exercem sobre a partícula
parcial dissipaç separadamente, ou seja,
mente ão FR1 = F21 + F31 + . . . + Fn1
elástic parcial
a de
CAMPO GRAVITACIONAL - Todos
energia os corpos têm um campo
cinética gravitacional ao redor deles, que
Inelásti Qa = Qd Ec a > Ec e=0 pode ser representado por uma
ca d
dissipaç
coleção de vetores que representa a
ão aceleração da gravidade em cada
máxima ponto.
de
energia
cinética
LEIS DE KEPLER - As leis de Kepler
permitem que se faça um estudo
cinemático do movimento de corpos
Antes que gravitam em torno de umcorpo
central.
1a – LEI DAS ÓRBITAS – Os
planetas descrevem trajetórias
Durante elípticas, onde o Sol ocupa um dos
focos da elipse.
2a – LEI DAS ÁREAS – As áreas
varridas pelo raio vetor de um
planeta são proporcionais ao tempo
Antes gasto para varrê-las.
A = k . t
3a – LEI DOS PERÍODOS - Os
cubos dos raios médios dos planetas