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TUBOS, MATERIAIS E PROCESSOS DE FABRICAÇÃO

Instrutores:

Jorivaldo Medeiros Jordana Luiza Veiga Thiago Pereira de Melo

Setembro de 2009

Jordana Luiza Veiga Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 MÓDULOS 1 - Tubos, Materiais e

MÓDULOS

1

- Tubos, Materiais e Processos de Fabricação.

2

- Meios de Ligação entre Tubos - Conexões. - Válvulas. - Aquecimento e isolamento térmico. - Purgadores. - Normas Técnicas. - Padronizações de Material de Tubulações.

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9

- Documentos de Projeto de Tubulações.

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- Traçamento e Detalhamento de Tubulações. - Suportes de Tubulação.

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12

- Inspeção, Montagem e Testes. - Dimensionamento Mecânico. - Noções de Flexibilidade

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14

Tubulação. 11 12 - Inspeção, Montagem e Testes. - Dimensionamento Mecânico. - Noções de Flexibilidade 13

1

2

TUBOS:

DEFINIÇÕES

“Tubos são condutos fechados, destinados

principalmente ao transporte de fluídos. Todos os

tubos são de seção circular, apresentando-se como cilindros ocos.”

Tubulações Industriais Pedro C. Silva Telles

TUBULAÇÕES:

Conjunto de tubos e seus acessórios, tais como válvulas, conexões, filtros, flanges, etc. Em

unidades de processo, são os elementos físicos de

ligação entre os equipamentos (vasos de pressão, reatores, tanques, bombas, trocadores de calor, etc) por onde circulam os fluídos de processo e utilidades.

por onde circulam os fluídos de processo e utilidades. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO EMPREGO Tubulações de Processo

CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO EMPREGO

Tubulações de Processo Tubulações de utilidades Tubulações dentro Tubulações de de instalações
Tubulações de
Processo
Tubulações de
utilidades
Tubulações dentro
Tubulações de
de instalações
instrumentação
industriais
Tubulações de
transmissão
hidráulica
Tubulações de
drenagem
Tubulações
Industriais
Adução
Tubulações de
Transporte
transporte
Drenagem
Tubulações fora de
instalações
industriais
Distribuição
Tubulações de
distribuição
Coleta

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CLASSIFICAÇÃO QUANTO AO FLUIDO

CONDUZIDO

Tubulações para água; Tubulações para vapor; Tubulações para óleos; Tubulações para ar; Tubulações para gases; Tubulações para esgotos e drenagem; Tubulações para fluidos diversos.

esgotos e drenagem; Tubulações para fluidos diversos. PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE TUBOS • TUBOS SEM COSTURA

PROCESSOS DE FABRICAÇÃO DE

TUBOS

TUBOS SEM COSTURA

Laminação;

Extrusão;

Fundição.

TUBOS COM COSTURA

Fabricado a partir da calandragem de chapas e soldagem longitudinal ou helicoidal das extremidades das chapas. Esta última não deve ser

utilizada em tubos de processo conduzindo fluídos

inflamáveis ou tóxicos;

Processos de soldagem: elétrica com fusão de um metal de adição (arco submerso) ou por resistência elétrica (sem metal de adição).

elétrica com fusão de um metal de adição (arco submerso) ou por resistência elétrica (sem metal

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6

LAMINAÇÃO LAMINADOR OBLÍQUO

LAMINAÇÃO – LAMINADOR OBLÍQUO Empregado na fabricação de tubos sem costura de aços carbono, aços liga

Empregado na

fabricação de tubos

sem costura de aços carbono, aços liga e aços inoxidáveis.

Lingote cilíndrico;

Dois Rolos de cone duplo;

Ponteira cônica faz o

furo (formando o cilindro).

• Ponteira cônica faz o furo (formando o cilindro). LAMINADORES DE ACABAMENTO o No Brasil podem

LAMINADORES DE ACABAMENTO

faz o furo (formando o cilindro). LAMINADORES DE ACABAMENTO o No Brasil podem ser fabricados tubos

o No Brasil podem ser

fabricados tubos até 14”;

o No exterior são disponíveis tubos até 24”.

ACABAMENTO o No Brasil podem ser fabricados tubos até 14”; o No exterior são disponíveis tubos

7

9

EXTRUSÃO

•

Empregado na fabricação de tubos sem costura de aço de

pequeno diâmetro (< 80

mm), alumínio, cobre, chumbo, latão, e outros metais não-ferrosos,

bem como de materiais plásticos.

metais não-ferrosos, bem como de materiais plásticos. FUNDIÇÃO • Empregado na fabricação de tubos sem

FUNDIÇÃO

Empregado na fabricação de tubos sem costura

de ferro fundido, de aços especiais não-

forjáveis e da maioria dos materiais não- metálicos, tais como: concreto, cimento- amianto, barro-vidrado, etc;

Os tubos de ferro fundido e de concreto são

fabricados por fundição centrífuga, que consiste de um molde cilíndrico com leve inclinação na horizontal dotado de movimento

de rotação;

Os tubos de concreto armado são aplicados por vertimento e vibração para melhor adensamento.

rotação; • Os tubos de concreto armado são aplicados por vertimento e vibração para melhor adensamento.

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FABRICAÇÃO A PARTIR DE BOBINAS DE CHAPA (tubos com costura)

A PARTIR DE BOBINAS DE CHAPA (tubos com costura) PROCESSOS DE SOLDAGEM • SMAW – Shielded
A PARTIR DE BOBINAS DE CHAPA (tubos com costura) PROCESSOS DE SOLDAGEM • SMAW – Shielded

PROCESSOS DE SOLDAGEM

SMAW Shielded Metal Arc Weld (Eletrodo Revestido);

GTAW ou TIG Tungsten Arc Weld (Tungsten Inert Gas);

GMAW ou MIG Metal Arc Weld (Metal Inert Gas);

FCAW - Flux Cored Arc Weld.

SAW - Submerged Arc Weld (Arco Submerso);

ERW Electric Resistance Weld.

- Flux Cored Arc Weld. • SAW - Submerged Arc Weld (Arco Submerso); • ERW –

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SMAW

Revestimento Eletrodo Arco Escória Camada de Gás Metal de solda Metal de base
Revestimento
Eletrodo
Arco
Escória
Camada de Gás
Metal de solda
Metal de base
Escória Camada de Gás Metal de solda Metal de base SMAW • Processo Manual; • Mais

SMAW

Processo Manual;

Mais comum;

Emprega o calor de um arco elétrico para fundir o metal de base, o revestimento e a alma do eletrodo;

O soldador movimenta o eletrodo ao longo da junta soldada a medida que o mesmo vai sendo

consumido.

São aplicáveis a maioria dos metais e ligas;

É relativamente portátil, podendo ser utilizado em áreas relativamente limitadas.

ria dos metais e ligas; • É relativamente portátil, po dendo ser utilizado em áreas relativamente

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SMAW

Exige interrupção constante para reposição

do eletrodo, elevando o tempo de produção

da solda;

Exige entre cada reposição do eletrodo a retirada da escória e do óxido formados;

A qualidade da solda é altamente dependente

da qualidade e da capacidade do soldador.

dependente da qualidade e da capa cidade do soldador. GTAW ou TIG Tocha TIG Curso Condutor

GTAW ou TIG

Tocha TIG Curso Condutor elétrico Eletrodo TIG Camada de Gás Canal Arame Arco Metal de
Tocha TIG
Curso
Condutor elétrico
Eletrodo TIG
Camada de Gás
Canal
Arame
Arco
Metal de solda
Metal de
base
Poça de fundição
elétrico Eletrodo TIG Camada de Gás Canal Arame Arco Metal de solda Metal de base Poça

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17

GTAW ou TIG

Processo Manual ou automático;

Utiliza uma tocha provida de um eletrodo não consumível de

tungstênio que imprime o arco elétrico responsável pela fusão do

metal de base e do arame consumível (metal de adição). Existem processos especiais que empregam esse sistema sem metal de adição (espessuras menores que 9,5 mm);

Um gás (argônio, hélio ou uma mistura dos dois) é projetado no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte que envolve a solda protegendo os constituintes da poça de solda da

ação do ambiente;

É portátil, podendo ser utilizado em áreas relativamente limitadas.

podendo ser utilizado em áreas relativamente limitadas. GTAW ou TIG • É utilizado para o passe

GTAW ou TIG

É utilizado para o passe de raiz da solda;

A taxa de deposição é mais lenta que a do eletrodo revestido;

A exposição do consumível quente ao ar

ambiente ou a transferência de tungstênio

para a solda podem resultar em soldas não

satisfatórias.

ao ar ambiente ou a transferência de tungstênio para a solda podem re sultar em soldas

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19

GMAW ou MIG

Gás inerte Eletrodo (arame) Entrada Condutor de corrente Curso Guia do arame e tubo de
Gás inerte
Eletrodo (arame)
Entrada
Condutor de corrente
Curso
Guia do arame e
tubo de contato
Metal de solda
Bocal de Gás
Arco
Camada de Gás
Metal de base
Poça de fusão
Gás Arco Camada de Gás Metal de base Poça de fusão GMAW ou MIG • Processo

GMAW ou MIG

Processo semi-automático ou automático;

Utiliza uma tocha provida de uma alimentação

contínua de arame de um eletrodo consumível (metal de adição) que imprime o arco elétrico

responsável pela fundição do metal de base e do

arame consumível;

Um gás (argônio, hélio, gás carbônico ou uma mistura dos gases) é projetado no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte

que envolve a solda, protegendo os constituintes

da poça de solda da ação do ambiente;

Utilizado na maioria dos processos de alta produção, em materiais como aço carbono, aço inoxidável, alumínio e cobre.

maioria dos processos de alta produção, em materiais co mo aço carbono, aço inoxidável, alumínio e

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21

FCAW

Gás inerte Eletrodo revestido Entrada Condutor de corrente Curso Metal de solda Guia do arame
Gás inerte
Eletrodo revestido
Entrada
Condutor de corrente
Curso
Metal de solda
Guia do arame e
tubo de contato
Escória
Escória
Bocal de Gás
fundida
Camada de Gás
Arco
Metal de base
Poça de
fundição
Camada de Gás Arco Metal de base Poça de fundição FCAW • Processo semi-automático ou automático;

FCAW

Processo semi-automático ou automático;

Utiliza uma tocha provida de uma alimentação contínua de arame

tubular de um eletrodo consumível (metal de adição) com uma alma composta de minerais tais como ligas ferrosas, desoxidantes e outros materiais formadores de escória. O arco formado pelo

eletrodo é o responsável pela formação do arco que resulta na

fundição do metal de base, do arame consumível e de sua alma;

O gás de proteção pode ser inserido pela tocha ou através da

fundição da alma do eletrodo (argônio, hélio, gás carbônico ou uma

mistura dos gases) é introduzido no ambiente através da tocha, criando uma atmosfera inerte que envolve a solda, protegendo os constituintes da poça de solda da ação do ambiente;

Utilizado na maioria dos processos de alta produção.

da poça de solda da ação do ambiente; • Utilizado na maioria dos processos de alta

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ARCO SUBMERSO (SAW)

Eletrodo Ar Fluxo Arco Metal de solda solidificado Metal de base
Eletrodo
Ar
Fluxo
Arco
Metal de solda
solidificado
Metal de base
Ar Fluxo Arco Metal de solda solidificado Metal de base SAW • Processo automático; • O

SAW

Processo automático;

O que diferencia esse processo é a proteção solda por um material granulado (fluxo). O arco fica imerso no fluxo,

que também será fundido durante a formação do arco.

Este material é responsável pelas altas taxas de deposição e qualidade de soldagem;

É largamente utilizado para aços carbono, aços liga, aços

estruturais e aços inoxidáveis, tendo uso limitado para

outras materiais;

Utilizado na maioria dos processos de alta produção, sendo limitado aos processo de fabricação de tubos ou

spools, tendo aplicação limitada para soldas de campo (o

tubo precisa ser rolado para realização de soldas circunferenciais).

ção limitada para sold as de campo (o tubo precisa ser rolado para realização de soldas

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25

SAW Solda Longitudinal

SAW – Solda Longitudinal Faixa de diâmetros: NPS 12 a 48 Espessuras: 0,250” a 1,250” Comprimentos:

Faixa de diâmetros: NPS 12 a 48 Espessuras: 0,250” a 1,250” Comprimentos: 6 a 13 metros

12 a 48 Espessuras: 0,250” a 1,250” Comprimentos: 6 a 13 metros ERW Contatos Corrente Rolos

ERW

Contatos Corrente Rolos Curso do tubo
Contatos
Corrente
Rolos
Curso do tubo
12 a 48 Espessuras: 0,250” a 1,250” Comprimentos: 6 a 13 metros ERW Contatos Corrente Rolos

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ERW

ERW ERW • Processo automático; • A fusão das duas extre midades é feita através do
ERW ERW • Processo automático; • A fusão das duas extre midades é feita através do

ERW

Processo automático;

A fusão das duas extremidades é feita através do calor gerado pela passagem de uma corrente elétrica entre as duas extremidades da

chapa calandrada. Como resultado, obtêm-se

um plano de solda e não um cordão, como na solda por eletrodo revestido;

É restrito à espessuras até 9,5 mm e diâmetros

acima de 6” inclusive;

Não há adição de metal.

É restrito à espessuras até 9,5 mm e diâmetros acima de 6” inclusive; • Não há

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29

ERW

Rebarba da solda pelo diâmetro externo extru- dado durante o processo de soldagem. Normal- Zona
Rebarba da solda pelo
diâmetro externo extru-
dado durante o processo
de soldagem. Normal-
Zona de solda por
forjamento
mente é removido.
Rebarba da solda pelo
diâmetro interno similar a
do diâmetro externo. A
rebarba interna pode ser
deixada, usinada ou
conformada, conforme
requerido pelo usuário.
usinada ou conformada, conforme requerido pelo usuário. TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL Processo automático; Matéria

TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL

requerido pelo usuário. TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL Processo automático; Matéria prima: bo bina de aço; Não

Processo automático;

Matéria prima: bobina de aço;

Não há limitação de diâmetro;

Sua utilização é limitada aos fluídos categoria D.

bo bina de aço; Não há limitação de diâmetro; Sua utilização é limitada aos fluídos categoria

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TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL

TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL CONSIDERAÇÕES PARA SELEÇÃO DE MATERIAIS • Fluído conduzido; • Condições de
TUBOS COM SOLDA HELICOIDAL CONSIDERAÇÕES PARA SELEÇÃO DE MATERIAIS • Fluído conduzido; • Condições de

CONSIDERAÇÕES PARA SELEÇÃO DE MATERIAIS

Fluído conduzido;

Condições de serviço;

Resistência mecânica;

Disponibilidade;

Conexões e meios de ligação;

Custo;

Facilidade de fabricação e montagem;

Experiência prévia;

Vida útil.

de ligação; • Custo; • Facilidade de fabricação e montagem; • Experiência prévia; • Vida útil.

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33

CUSTOS RELATIVOS DE MATERIAIS*

 

Custo

 

Custo

Materiais

relativo

Materiais

relativo

Aço carbono

 

Ferro fundido

 

estrutural

1

0,95

Aço carbono com

 

Alumínio

 

qualificação

1,15

2,5

Aço liga 1 ¼ Cr – 1/2 Mo

 

Latão de

 

3,1

alumínio

7,6

Aço inox 304

11,5

Monel

31,8

Aço Inox 316

15,0

Titânio

41,0

•Apenas para Referência, não deve ser utilizado como critério de seleção.

não deve ser utilizado como critério de seleção. 34 MATERIAIS – AÇO CARBONO Fácil de soldar;

34

MATERIAIS AÇO CARBONO

Fácil de soldar; Menor relação custo resistência mecânica; Fácil de conformar; Material de maior utilização; Faixa de temperatura de utilização: -45 C a 430 C; Em alguns casos é possível utilização até 520 C; Temperatura limite de oxidação superficial: 530 C; Especificações de Material:

ASTM A53

API 5L

limite de oxidação superficial: 530 C; Especificações de Material: ASTM A53 API 5L ASTM A106 ASTM

ASTM A106

ASTM A333

34

35

ASTM A 53

Material de uso geral, em serviços de baixa criticidade;

Graus A (baixo carbono) e B (médio carbono);

NPS 1 8 a NPS 26;

Com costura (resistência elétrica);

Sem costura;

Preto (sem acabamento superficial);

Galvanizado.

costura; Preto (sem acabamento superficial); Galvanizado. ASTM A 106 Indicado para serviços sujeitos à corrosão sob

ASTM A 106

Indicado para serviços sujeitos à corrosão sob tensão ou que requeiram material acalmado;

Baixa Temperatura: -45 C, quando normalizado ou com teste

de impacto;

Alta Temperatura: 430 C;

Graus

(alto

carbono). Este último menos utilizado pela soldabilidade

pior;

A (baixo

carbono),

B

(médio

carbono)

e

C

NPS 1 8 a NPS 26;

Sem costura;

Acalmado com Si.

soldabilidade pior; A (baixo carbono), B (médio carbono) e C NPS 1 8 a NPS 26;

36

37

API 5L

Material de uso geral, possui vários graus com aplicações diversas, usado em especial para oleodutos e gasodutos;

Grau

B

uso

geral, médio carbono, boa resistência

mecânica;

Não acalmado;

NPS 1 8 a NPS 64;

Sem costura;

Com costura (vários processos);

A ISO elaborou a norma ISO 3183 - norma;

Possui dois níveis básicos de qualidade: PSL1 e PSL2 (mais rigoroso).

parte A baseada nesta

dois níveis básicos de qualidade : PSL1 e PSL2 (mais rigoroso). parte A baseada nesta API

API 5L (PSL 1 x PSL 2)

dois níveis básicos de qualidade : PSL1 e PSL2 (mais rigoroso). parte A baseada nesta API
dois níveis básicos de qualidade : PSL1 e PSL2 (mais rigoroso). parte A baseada nesta API

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ASTM A 333 Gr. 6 Material específico para baixa temperatura (-45 C); Aço acalmado; Composição
ASTM A 333 Gr. 6
Material específico para baixa temperatura
(-45 C);
Aço acalmado;
Composição muito semelhante à do ASTM
A 106 Gr. B;
Sem costura;
Com costura, com resistência elétrica e sem metal de adição;
Incorpora
requisitos
de
teste
de
impacto
e
tratamento
térmico de normalização.
40
MATERIAIS – AÇO LIGA
Aplicável a:
• Temperaturas muito elevadas;
• Temperaturas muito baixas;
• Fluídos muito corrosivos
Relação custo resistência mecânica mais elevada que a do
aço carbono e, em geral, menor que a do aço inoxidável;
Difícil de soldar
Exige, normalmente, tratamento térmico de alívio de tensões
e maior rigor nos ensaios não destrutivos;
Faixa
de
temperatura
de
utilização:
-100
C
a
600
C,
dependendo da especificação.
41

MATERIAIS AÇO LIGA

   

Especificação

Cr

Mo

Ni

Limite

ASTM

(

C)

A 335 Gr. P1

-

0,5

-

 

480

A 335 Gr. P5

5

0,5

-

 

540

A 335 Gr. P7

7

0,5

-

 

540

A 335 Gr. P9

9

0,5

-

 

600

A 335 Gr. P11

1,25

0,5

-

 

520

A 335 Gr. P22

2,25

0,5

-

 

570

A 333 Gr. 3

-

 

- 3,5

-100

A 333 Gr. 7

-

 

- 2,25

 

-60

  42 42
 

42

42

MATERIAIS AÇO INOXIDÁVEL

Aplicável a:

Mesmas aplicações dos aços liga, porém com limites

de uso mais amplos;

Serviços quando se quer evitar contaminação do fluído conduzido;

Relação custo resistência mecânica mais elevada

que a do aço carbono e, em geral, maior que a

do aço liga;

Alguns materiais não são tão complicados de

soldar (em especial alguns austeníticos);

Faixa de temperatura de utilização: -273 C a 650 C, dependendo da especificação.

austeníticos); • Faixa de temperatura de utilização: -273 C a 650 C, dependendo da especificação. 43

43

MATERIAIS AÇO INOXIDÁVEL

 

Estrutura

     

Limite

Limite

AISI

Metalúrgic

Cr

Ni

+

Máx.

Mín.

a

(

C)

(

C)

304

Austenítica

18

8

C: 0,08

 

600

-255

304L

Austenítica

18

8

C: 0,03

 

400

-273

316

Austenítica

16

10

C: 0,08

 

650

-195

Mo: 2

 

316L

Austenítica

16

10

C: 0,03

 

400

-195

Mo: 2

 

321

Austenítica

17

9

Ti: 0,5

 

600

-195

347

Austenítica

17

9

Nb+Ta:1

 

600

-255

405

Ferrítica

12

-

Al: 0,2

 

470

 

0

Ferrítica 12 - Al: 0,2   470   0 44 MATERIAIS – AÇO INOXIDÁVEL (CONT.) AISI

44

MATERIAIS AÇO INOXIDÁVEL (CONT.)

AISI

Estrutura

Metalúrgica

C

Cr

Ni

Mo

N

Limite

Máx.

Limite

Mín.

(

C)

(

C)

317

Austenítica

0,08

16

10

3

-

650

-195

UNS

Austenítico-

<0,03

21-

4,5-

2,5-

0,08

280

 

-40

S3180

Ferrítica (Duplex)

23

6,5

3,5

-

 

3

0,20

UNS

Austenítico-

<0,03

24-

6,0-

3,0-

0,20

300

-190

S3276

Ferrítica (Super

26

8,0

4,0

-

0

Duplex)

0,30

3,0- 0,20 300 -190 S3276 Ferrítica (Super 26 8,0 4,0 - 0 Duplex) 0,30 45 44

45

44

45

MATERIAIS PLÁSTICOS

Os principais plásticos de engenharia são

polímeros, materiais compostos de

macromoléculas, ou seja cadeias compostas pela repetição de uma unidade básica (mero);

O Polietileno, por exemplo, é composto milhares de unidades da molécula básica do etileno (ou eteno). Normalmente superior a 10.000, ou seja, o polietileno é composto de pelo menos 10.000

unidades de etileno. Esse é o chamado grau de

polimerização (GP), que indica o número de meros que constituem a macromolécula.

indica o número de meros que constituem a macromolécula. MATERIAIS – PLÁSTICOS • Os polímeros podem

MATERIAIS PLÁSTICOS

Os polímeros podem ser divididos em:

Termoplásticos;

Termo fixos ou termorrígidos;

Elastômeros.

polímeros podem ser divididos em: – Termoplásticos; – Termo fixos ou termorrígidos; – Elastômeros. 46 47

46

47

Termoplásticos

São materiais que podem ser fundidos

diversas vezes;

Facilita a reciclagem;

Exemplos: polietileno (PE), polipropileno (PP), poli(tereftalato de etileno) (PET), policarbonato (PC), poliestireno (PS), poli(cloreto de vinila) (PVC);

Constituem-se na maioria dos polímeros

comerciais.

• Constituem-se na maio ria dos polímeros comerciais. Termorrígidos • São rígidos e frágeis, sendo muito

Termorrígidos

São rígidos e frágeis, sendo muito estáveis a variações de temperatura;

Uma vez prontos não se fundem. O

aquecimento do polímero a altas temperaturas promove a decomposição do

material antes da fusão;

Reciclagem complicada;

Exemplos: baquelite, plásticos (poliésteres) reforçados com fibra de vidro (PRFV).

Reciclagem complicada; • Exemplos: baquelite, plásticos (poliésteres) reforçados com fibra de vidro (PRFV). 48 49 24

48

49

Elastômeros (Borrachas)

Classe intermediária entre os

termoplásticos e os termorrígidos;

Não são fusíveis, mas apresentam elasticidade, não sendo rígidos como os

termorrígidos;

Reciclagem complicada pela incapacidade de fusão;

Tem uso restrito na área de tubulações,

sendo mais aplicáveis em juntas de vedação, mangueiras e mangotes flexíveis.

em juntas de vedação, mangueiras e mangotes flexíveis. MATERIAIS – PLÁSTICOS • Resistência à corrosão;

MATERIAIS PLÁSTICOS

Resistência à corrosão;

Leves;

Custo mais baixo que materiais metálicos de alta resistência à corrosão;

São em geral de fácil manuseio;

Faixa de temperatura de utilização: -40 C a 80 C, dependendo da especificação;

Uso relativamente recente;

Reciclagem: só viável para termoplásticos, que podem ser refundidos, com grande consumo (devido ao preço/peso); o plástico reciclado, porém, é considerado um material de segunda classe, diferentemente dos materiais metálicos.

reciclado, porém, é considerado um material de segunda classe, diferentemente dos materiais metálicos. 50 51 25

50

51

MATERIAIS PLÁSTICOS

MATERIAL

CUSTO

APLICAÇÃO

Limite

REL.

(

C)

POLIETILENO

1,03

Ácidos minerais, álcalis e sais

-30/80

PVC

1,20

Água, esgoto, ácidos, álcalis e outros produtos

-40/65

-5;80

corrosivos

PTFE

ALTO

Mais vantajoso como

-200/260

(N.A.)

revestimento

POLIPROPILENO

1,02

Água contaminada

-5/90

POLIPROPILENO 1,02 Água contaminada -5/90 52 MATERIAIS – PLÁSTICOS MATERIAL CUSTO APLICAÇÃO

52

MATERIAIS – PLÁSTICOS

MATERIAL

CUSTO

APLICAÇÃO

Limite

(

C)

PEAD

1,0

Água de incêndio, Gás (boa resistência mecânica)

-40/60

PRFV

BAIXO

Água, esgoto, ácidos, álcalis e outros produtos corrosivos

-40/104

(N.A.)

-40/60 PRFV BAIXO Água, esgoto, ácidos, álcalis e outros produtos corrosivos -40/104 (N.A.) 52 53 26

52

53

POLIETILENO

Densidade: 0,918-0,940 g/cm 3 ;

Elevada resistência química e a solventes;

Flexível;

Fácil processamento;

Baixa permeabilidade a água;

Excelentes propriedades isolantes;

Atóxico.

• Excelentes propriedades isolantes; • Atóxico. PVC • Experiência de uso viabi lizou normalização

PVC

Experiência de uso viabilizou normalização (ASTM,

ABNT);

São materiais combustíveis e, sob ação de fogo, liberam o cloro que é tóxico, porém, esse risco é pequeno e não impossibilita ou restringe sua utilização. A causa principal de fatalidades em um incêndio continua a ser o monóxido de carbono,

mesmo após a consolidação do uso de tubulações de

PVC em edificações na última década.

O PVC rígido é o mais utilizado na fabricação de tubos;

Não reagem quimicamente com a água potável, não alterando seu sabor e qualidade;

de tubos; • Não reagem quimicamente com a água potável, não alterando seu sabor e qualidade;

54

55

PVC (cont.)

A fabricação de PVC consome

significativamente menos energia que a fabricação de tubos de ferro ou concreto

utilizados na construção civil;

Coeficiente de dilatação térmica é, em geral, maior que o dos metais;

Devido a presença de halôgeneos geram

gases tóxicos durante a queima, devendo, portanto, ser submetidos a dehalogenação

antes da queima.

portanto, ser submetidos a dehalogenação antes da queima. PEAD • Densidade: 0,935 – 0,960 g/cm 3

PEAD

Densidade: 0,935 0,960 g/cm 3 ;

É um plástico rígido de excelente resistência

à tração e moderada resistência ao impacto;

Indicado para distribuição de água e gás, no entanto não deve ser utilizado no transporte

de hidrocarbonetos líquidos, pois esse

material absorve os hidrocarbonetos líquidos leves (nafta e gasolina), aumentando muito de volume;

Coeficiente de expansão térmica muito

elevado.

leves (nafta e gasolina) , aumentando muito de volume; • Coeficiente de expan são térmica muito

56

57

PRFV

É um material compósito de matriz polimérica:

resina + fibra de vidro + aditivos;

Densidade: 1,4 g/cm 3 ;

Coeficiente de dilatação térmica: 17x10 -6 cm/cm o C (a do aço carbono é 11,7x10 -6 cm/cm o C;

Elevada resistência mecânica;

Baixa condutibilidade térmica: 0,2 kcal/m 2 .h. o C (a do aço carbono é 38

kcal/m 2 .h. o

C.

.h. o C (a do aço carbono é 38 kcal/m 2 .h. o C. Páginas da

Páginas da INTERNET

www.thefabricator.com Sítio de fabricação

de materiais metálicos;

www.ppfahome.org Associação dos fabricantes de tubulações de plástico;

www.plasticpipe.org Sítio do Instituto de

Tubulações de Plástico ( Plastic Pipe Institute )

• www.plasticpipe.org – Sítio do Instituto de Tubulações de Plástico ( Plastic Pipe Institute ) 58

58

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MEIOS DE LIGAÇÃO ENTRE TUBOS

Instrutores:

Jordana Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo

Setembro de 2009

Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações

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Thiago Pereira de Melo Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações Industriais - Fundamentos 30

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Limites de pressão e Temperatura

120 100 80 60 40 20 0 0 50 100 150 200 250 300 350
120
100
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20
0
0
50
100
150
200
250
300
350
400
Pressão (Kgf/cm 2 )
50 100 150 200 250 300 350 400 Pressão (Kgf/cm 2 ) Temperatura (°C) 150# 300#

Temperatura (°C)

150#

300#

600#

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2 ) Temperatura (°C) 150# 300# 600# Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações Industriais - Fundamentos 48
2 ) Temperatura (°C) 150# 300# 600# Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações Industriais - Fundamentos 48

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Instrutores:

Jordana Veiga Jorivaldo Medeiros Thiago Pereira de Melo

1

Setembro de 2009

Medeiros Thiago Pereira de Melo 1 Setembro de 2009 Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações

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Tubulações Industriais - Fundamentos 19 20 Weldolet – colar para solda de topo Sockolet –

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Tubulações Industriais - Fundamentos 19 20 Weldolet – colar para solda de topo Sockolet – colar

Weldolet – colar para solda de topo Sockolet – colar para solda de encaixe Threadolet – colar roscado

de topo Sockolet – colar para solda de encaixe Threadolet – colar roscado Tubulações Industriais -

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Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações Industriais - Fundamentos 21 22 72

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Tubulações Industriais - Fundamentos Tubulações Industriais - Fundamentos 23 24 73

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VÁLVULAS IN DUSTRIAIS

Instrut ores:

Jorivaldo Medeiros Jordana Lu iza Veiga Thiago Pere ira de Melo

Setembro de 2009

Lu iza Veiga Thiago Pere i ra de Melo Setembro de 2009 CLASSIFICAÇÃO QUA N TO

CLASSIFICAÇÃO QUA NTO A FINALIDADE

BLOQUEIO;

REGULAGEM;

RETENÇÃO;

CONTROLE DE PRES SÃO A MONTANTE;

CONTROLE DE PRES SÃO A JUSANTE.

REGULAGEM; • RETENÇÃO ; • CONTROLE DE PRE S SÃO A MONTANTE; • CONTROLE DE PRE

1

2

LVULAS (COMPONENTES)

3
3
VÁ LVULAS (COM P ONENTES) 3 TIPOS DE INS T ALAÇ ÃO • Wafer Flangeada 4
VÁ LVULAS (COM P ONENTES) 3 TIPOS DE INS T ALAÇ ÃO • Wafer Flangeada 4

TIPOS DE INST ALAÇÃO

VÁ LVULAS (COM P ONENTES) 3 TIPOS DE INS T ALAÇ ÃO • Wafer Flangeada 4

Wafer

VÁ LVULAS (COM P ONENTES) 3 TIPOS DE INS T ALAÇ ÃO • Wafer Flangeada 4
VÁ LVULAS (COM P ONENTES) 3 TIPOS DE INS T ALAÇ ÃO • Wafer Flangeada 4

Flangeada

4

5 6

5

5 6

6

TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO

5 6 TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO • Clamp • Lug TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO
5 6 TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO • Clamp • Lug TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO

Clamp

• Lug
Lug

TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO

• Clamp • Lug TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO • Solda de topo Solda de topo

Solda de topo

• Clamp • Lug TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO • Solda de topo Solda de topo

Solda de topo com tampa de visita

• Clamp • Lug TIPOS DE INSTALAÇÃO - CONTINUAÇÃO • Solda de topo Solda de topo
7 Castelo aparafusado expansão. 8 8
7
Castelo
aparafusado
expansão.
8
8

VÁLVULA GAVETA

• Utilizadas especialmente como ;

blo ueio

q

• Podem substituir válvulas globo na função de regulagem para diâmetros grandes (6” e acima).

de regulagem para diâmetros grandes (6” e acima). VÁLVULA GAVETA Castelo roscado Espaço para alojamento da

VÁLVULA GAVETA

Castelo roscado
Castelo roscado
Espaço para alojamento da gavet a – impede a utilização da válvula com fluido com
Espaço para alojamento da gavet a – impede a utilização da
válvula com fluido com sólidos em
Castelo roscado Espaço para alojamento da gavet a – impede a utilização da válvula com fluido
VÁLVULA ESFERA 9
VÁLVULA ESFERA
9

LVULA ES FERA

• Usadas na função de bloqueio;

• Normalmente aplicada s quando se:

– Exigem fechamento rá pido;

– Exigem maior estanqu eidade;

– Fluídos limpos, sem só lidos em suspensão;

– Gases;

– Instalações hidráulicas .

• Não devem ser utiliza das para regulagem de fluxo.

suspensão; – Gases; – Instalações hidráulicas . • Não devem ser utiliza d as para regulagem

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LVULA M ACHO

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11

• Utilizada em condições simi- lares as das válvulas esfera;

• Em temperaturas elevadas (>150°C) é recomendável utilizar fluído selante (“válvul as lubrificadas”);

• São de um modo geral mais robustas que as válvulas esf e- ra, porém menos estanques;

• Há exemplo de válvulas dess e tipo usadas no sistema de distribuição de águas durante império romano.

o

de distribuição de águas durante império romano. o VÁ LVULA M ACHO 12 • Disponíveis com

LVULA M ACHO

12
12

• Disponíveis com revestimentos anticorrosivos (Teflon®), que também tem função de redução de atrito entre obturador e sede, bem como prover estanqueidade.

(Teflon®), que também tem função de redução de atrito entre obturador e sede, bem como prover

LVULA BORBOLETA TRIEXCÊNTRICA

VÁ LVULA BORBOLET A TRIEXC Ê NTRICA VÁ LVULA BORBOLET A TRIEXC Ê NTRICA • Podem
VÁ LVULA BORBOLET A TRIEXC Ê NTRICA VÁ LVULA BORBOLET A TRIEXC Ê NTRICA • Podem

LVULA BORBOLETA TRIEXCÊNTRICA

• Podem ser utilizadas p ara regulagem;

• Boa estanqueidade;

• Apresentam, porém, p erda de carga mais elevada que as d emais válvulas de bloqueio apresentada até agora;

• Podem ser utilizadas e m serviço a temperatura elevada.

13 14

13

13 14

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de bloqueio apresentada a té agora; • Podem ser utilizadas e m serviço a temperatura elevada.

VARIANTE DA VÁLVULA ESFERA

 
VARIANTE DA V ÁLV ULA ESFERA   15 VARIANTE DA V ÁLV ULA ESFERA   •
15

15

VARIANTE DA VÁLV ULA ESFERA

 

• O obturador é apoiado na base por um trunion com a extremid ade esférica;

Atua pela combinação de movimentos de rotação e pendular do obturador;

• Excelente estanqueida de;

• Passível de dano devi do a erosão ou depósitos nas sedes.

16

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17 17
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18

VARIANTE DA VÁLVULA MAC HO (RETRÁTIL)

• Excelente estanqueidade, sendo recomendado para tubulações que conduzem produtos diferentes que não devem se contaminar (polidutos) e linhas de produtos;

• Associa translação vertical e rotação para acionar o obturador;

• O obturador é tri- partido.

para acionar o obturador; • O obturador é tri- partido. VARIANTE DA VÁLVULA MA CHO (WEDGEPLUG)

VARIANTE DA VÁLVULA MA CHO (WEDGEPLUG)

• Permite reparo no obturador e sede sem retirada da válvula da lin ha;

• Atua pela combinação de movimentos de rotação e tra nslação do obturador;

• Durante a rotação o obturado r (macho), não tem contato co m as sedes;

• Excelente estanqueidade;

• Permite a purga dos vazios n o corpo durante os movimentos de a bertura e fechamento (injeção de fluí do de purga).

a purga dos vazios n o corpo durante os movimentos de a bertura e fechamento (injeção

VÁLVULAS DE R EGULAGEM

Globo;

Agulha;

Borboleta;

Diafragma.

VÁLVULAS DE R E GULAGEM • Globo; • Agulha; • Borbolet a; • Diafragma. 19 20

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LVULA GLOBO

VÁLVULAS DE R E GULAGEM • Globo; • Agulha; • Borbolet a; • Diafragma. 19 20
VÁLVULAS DE R E GULAGEM • Globo; • Agulha; • Borbolet a; • Diafragma. 19 20

VÁLVULA

GLOBO

• Mais comum;

• Normalmente limitadas

a 12”. Para

válvulas industriais (nã o controle), acima

de 6”, deve-se avaliar o custo-benefício em relação ao uso de válvula gaveta;

• Possuem boa estanqu eidade (apesar de não ser essa sua funç ão principal.

e idade (apesar de não ser essa sua funç ã o principal. 21 VÁLVULA A GULHA
e idade (apesar de não ser essa sua funç ã o principal. 21 VÁLVULA A GULHA

21

VÁLVULA A GULHA

22 22
22 22

• Utilizadas para ajuste f ino (precisão);

Aplicado em instalaçõe s laboratoriais, estações de amostragem ou instala ções de medição;

• Limitadas a 2”;

• A precisão é função do ângulo do cone.

amostragem ou instal a ções de medição; • Limitadas a 2”; • A precisão é função
amostragem ou instal a ções de medição; • Limitadas a 2”; • A precisão é função

23 23
23 23
24 24
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• Tem os bocais de entrada e saída a 90° um do outro;

• São de aplicação muito específica, geralmente associada a uma necessidade d e