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E12146 SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA PRESBITÉRIO DO RECINTO DE ORAÇÃO, ÁREA

E12146

SANTUÁRIO DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DE FÁTIMA

PRESBITÉRIO DO RECINTO DE ORAÇÃO, ÁREA DE INTERVENÇÃO ENVOLVENTE E COLUNATAS

PLANO DE PREVENÇÃO DE GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO (PPGRCD)

FASE DE PROJECTO

MEMÓRIA DESCRITIVA

PE-PPGRCD-C-001-E00.doc

SETEMBRO 2014

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução ÍNDICE 0. INTRODUÇÃO 3 1. PRODUÇÃO DE

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

ÍNDICE

0. INTRODUÇÃO

3

1. PRODUÇÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

3

2. RECOLHA E ARMAZENAGEM TEMPORÁRIA EM OBRA

4

3. TRANSPORTE

4

4. LICENCIAMENTO DAS OPERAÇÕES DE ARMAZENAGEM, TRIAGEM E VALORIZAÇÃO

5

5. ELIMINAÇÃO

5

6. REGISTOS

5

7. PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

7

8. GUIAS DE ACOMPANHAMENTO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

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ANEXOS

Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos da Construção e Demolição - 2/11

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução 0. INTRODUÇÃO Este documento apresenta o Plano

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

0. INTRODUÇÃO

Este documento apresenta o Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos de Construção de Demolição para o Presbitério do Recinto da Oração no Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima.

Seguiram-se as directrizes do Decreto-Lei no 178/2006, de 5 de Setembro, que estabelece o Regime Geral de Gestão de Resíduos e do Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12 de Março, que estabelece o regime das operações de construção e demolição.

1. PRODUÇÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

A Entidade Executante é a responsável pela gestão de resíduos de construção e demolição

produzidos, devendo seguir a hierarquia das operações de gestão estabelecido no Regime Geral da

Gestão de Resíduos, do Decreto-Lei nº 178/2006, de 5 de Setembro.

Deverá dar privilégio o recurso às melhores tecnologias disponíveis que permitam o prolongamento

do ciclo de vida dos materiais através da sua reutilização.

Os solos e rochas que não contenham substâncias perigosas provenientes da actividade de construção devem, sempre que possível, serem reutilizados na obra de origem.

Caso os solos e rochas não sejam reutilizados na obra de origem, a Entidade Executante pode proceder à sua reutilização noutra obra sujeita a licenciamento ou comunicação prévia, na recuperação ambiental e paisagística de explorações minerais e de pedreiras, na cobertura de aterros destinados a resíduos ou em local licenciado pela Câmara Municipal.

A

Entidade Executante deverá utilizar os RCD em obra tendo em conta as normas técnicas nacionais

e

comunitárias aplicáveis neste âmbito.

Na ausência de normas técnicas aplicáveis, a Entidade Executante deve guiar-se pelas especificações técnicas definidas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) nomeadamente:

Guia para a utilização de agregados reciclados grossos em betões de ligantes hidráulicos (LNEC E471-2006);

Guia para a reciclagem de misturas betuminosas a quente em central (LNEC E472-2006);

Guia para a utilização de agregados reciclados em camadas não ligas de pavimentos (LNEC

473-2006);

Guia para a utilização de resíduos de construção e demolição em aterro e camada de leito de

Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos da Construção e Demolição - 3/11

infra-estruturas de transporte (LNEC E474-2006). E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução 2.

infra-estruturas de transporte (LNEC E474-2006).

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

2. RECOLHA E ARMAZENAGEM TEMPORÁRIA EM OBRA

A Entidade Executante deverá executar uma correcta triagem dos resíduos em obra com vista ao seu

encaminhamento por fluxos e fileiras de materiais, para reciclagem ou outras formas de valorização.

De forma a garantir uma correcta triagem, a Entidade Executante deverá proceder à classificação em obra dos principais resíduos a produzir de acordo com a Lista Europeia de Resíduos, da Portaria nº 209/2004, de 3 de Março, recorrendo ao uso de cartazes de identificação.

Após triagem, a Entidade Executante deverá acondicionar correctamente os diferentes tipos de RCD em contentores trapezoidais abertos ou fechados (7m3), sacos de polipropeno (1m3), em área delimitada com sinalização adequada (ex: fitas ou correntes), ou outro utilizando tipo de meios de contentorização adequados.

Os meios de contentorização para os resíduos contendo substâncias perigosas devem ser de preferência metálicos de modo a resistir a perfurações e evitar possíveis derrames, assim como devem permitir o fecho hermético.

O local de armazenamento dos resíduos perigosos deverá observar o cumprimento das normas de

segurança na armazenagem de produtos perigosos e integrar as medidas de protecção contra derrames acidentais e formação de lixiviados. Nesse sentido, deverão ser construídas bacias de retenção resguardadas por um coberto para a colocação dos contentores desses resíduos, os quais deverão estar devidamente identificados com o tipo de resíduo e respectivo código LER.

3. TRANSPORTE

O transporte de RCD deverá ser efectuado em observância da legislação aplicável nesta matéria,

conforme se encontra exposto no ponto 9, Anexo A-ll, e em conformidade com o estabelecido na Portaria n.º 335/97, de 16 de Maio e na Portaria n.º 417/2008, de 11 de Junho.

O transporte de RCD deve fazer-se acompanhar de guia de acompanhamento de resíduos de construção e demolição.

A Entidade Executante deverá garantir que os materiais pulvurentos são transportados devidamente

cobertos e que procede à limpeza imediata de resíduos derramados durante a carga, transporte ou descarga.

Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos da Construção e Demolição - 4/11

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução No caso do transporte de terras escavadas,

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No caso do transporte de terras escavadas, deverão ser adoptadas medidas que visem minimizar a

perturbação nas zonas adjacentes á obra, tendo em atenção as consequências que daí poderão advir para a população.

4. LICENCIAMENTO DAS OPERAÇÕES DE ARMAZENAGEM, TRIAGEM E VALORIZAÇÃO

Nos termos da legislação em vigor, a Entidade Executante estará dispensada de licenciamento nas operações de:

(1) Armazenagem de RCD na obra durante o prazo de execução da mesma;

(2) Triagem e fragmentação de RCD quando efectuadas na obra;

(3) Reciclagem que implique a reincorporação de RCD no processo produtivo;

(4) Realização de ensaios para avaliação prospectiva da possibilidade de incorporação de RCD em processo produtivo;

(5) Utilização de RCD na obra de origem ou noutra obra devidamente licenciada.

Os

equipamentos a utilizar na operação de fragmentação de RCD deverão cumprir com as exigências

de

segurança e devem estar em conformidade com a legislação aplicável em matéria do descritor

ruído.

 

A Entidade

Executante

ao

encaminhar

RCD

para

serem

utilizados

em

outra

obra,

deverá

previamente, ser detentor de uma cópia do licenciamento da referida obra.

5. ELIMINAÇÃO

A

Entidade Executante poderá depositar os RCD em aterros após submissão destes a triagem.

O

aterro deve encontrar-se licenciado de acordo com o Decreto-Lei n.º 152/ 2002, de 23 de Maio.

6. REGISTOS

A Entidade Executante deverá encontrar-se inscrita no Sistema Integrado da Agência Portuguesa do

Ambiente (SIRAPA).

A Entidade Executante deverá manter um arquivo dos certificados de recepção dos RCD.

Os modelos do certificado deverão estar de acordo com o Anexo lll do Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12

Plano de Prevenção e Gestão de Resíduos da Construção e Demolição - 5/11

de Março. E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução Plano de Prevenção e Gestão

de Março.

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E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução 7. PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

7. PLANO DE PREVENÇÃO E GESTÃO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

I. DADOS GERAIS DA ENTIDADE RESPONSÁVEL PELA OBRA

a) Nome: Santuário de Nossa Senhora do Rosário de Fátima

b) Morada, Localidade, Código Postal, Freguesia, Concelho:

c) Telefone, Fax, E-mail: ----, ----, ----

d) Número de Identificação Pessoa Colectiva (NIPC): ----------

e)

CAE Principal Rev3: -------

II. DADOS GERAIS DA OBRA

II. D ADOS GERAIS DA OBRA

a)

b)

c)

d)

Tipo de obra: Remodelação

Código CPV: não disponível

N.º do processo de Impacte Ambiental (AIA): não disponível

Identificação do local de implantação:

III. RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO (RCD)

1. Caracterização da obra

a) Caracterização sumária da obra a efectuar: A obra caracteriza-se pela realização das seguintes actividades:

Montagem de estaleiro;

Demolições;

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E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução    Estruturas de betão armado; 

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Estruturas de betão armado;

Montagem da estrutura metálica;

Infra-estruturas técnicas.

b)

Descrição sucinta dos métodos construtivos tendo em vista os princípios referidos no art.º 2.º do Decreto-lei n.º 46/2008, de 12 de Março: Os métodos construtivos a adoptar associados aos trabalhos envolvidos deverão permitir que a gestão de RCD se realize de acordo com os princípios da auto-suficiente, responsabilidade pela gestão, prevenção e redução, hierarquia das operações de gestão de resíduos, responsabilidade do cidadão, regulação da gestão de resíduos e da equivalência. Assim proceder-se-á:

- Rentabilização de materiais e produtos com vista à redução das perdas e sobras; - Completa recolha, armazenamento, acompanhamento e encaminhamento dos RCD para operadores de gestão de resíduos licenciado; - Utilização de materiais com teor nulo ou baixo grau de perigosidade.

2.

Incorporação de reciclados

a)

Metodologia para a incorporação de reciclados de RCD: Em virtude das características e das actividades para a obra, não se prevê a incorporação de reciclados;

b)

Reciclados de RCD integrados na obra: não se prevê a incorporação na empreitada.

3.

Prevenção de resíduos

a)

Metodologia de prevenção de RCD: Para prevenir a produção de resíduos deverão ser implementadas acções e desenvolvidas práticas

de reutilização. Deverão ser desenvolvidas e registadas acções de sensibilização juntos dos trabalhadores, com o objectivo de promover a sua adesão à

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E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução correcta deposição e triagem dos resíduos e

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

correcta deposição e triagem dos resíduos e dar conhecer o plano de prevenção e gestão de resíduos de construção e demolição. Todos os materiais a utilizar deverão respeitar o ambiente e, tanto quanto possível, não conter substâncias perigosas. Deverão ser respeitadas as quantidades necessárias à realização da Empreitada, de modo a que no final dos trabalhos a quantidade materiais sobrantes seja mínima.

b)

Materiais a reutilizar em obra: Sempre que os produtos resultantes das escavações apresentarem características técnicas que

possibilitem a sua reutilização, esta poderá acontecer com a prévia autorização da Fiscalização. Caso sejam reutilizados materiais em obra, estes serão registados no Modelo de Dados de RCD estipulado no Anexo II do Decreto-lei n.º 46/2008, de 12 de Março.

4. Acondicionamento e triagem

a) Referência aos métodos de acondicionamento e triagem de RCD na obra ou em local afecto à mesma: A correcta triagem no local de

produção constitui um contributo fundamental para maximizar a valorização dos resíduos produzidos. A triagem dos RCD produzidos na obra deverá se efectuada preferencialmente no local de produção. Esta deverá ser feita de execução através de bags e/ou big bags e/ou contentores devidamente identificados; Após a triagem, os resíduos deverão ser encaminhados, por operadores devidamente licenciados, para reciclagem.

Em termos de prioridade de destino final dos resíduos deverá ser dada primazia à reciclagem, valorização e apenas depois à deposição em aterro.

b)

Caso a triagem não esteja prevista, apresentação da fundamentação para a sua impossibilidade: Não aplicável

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E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução   Código   Quant. Reciclagem

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

 

Código

 

Quant.

Reciclagem

Valorização

Eliminação Quant. (%)

 

LER

Produzidas (t)

Quant. (%)

Operação

Quant. (%)

Operação

Operação

– papel e cartão

15

01

01

Embalagens

de

0,1

100

R13

15

plástico

01

02

Embalagens

de

0,1

100

R13

15

01

10* – Embalagens

 

contendo ou contaminadas por

0,1

100

D15

resíduos

 

de

substâncias

 

perigosas

 

17

01 07 – Misturas de betão,

 

tijolos,

ladrilhos,

telhas

e

matérias

 

cerâmicos não

5

100

R13

abrangidos no 17 01 06

 

17

02 01 – Madeira

 

0,1

100

R13

17

02 02 - Vidro

 

0,5

100

R13

17

04 05 – Ferro e aço

 

1

100

R13

17

04 07 – Mistura de metais

20

100

R13

17

09 04 – Mistura de RCD não

 

abrangidos em 17 09 01, 17 09

5

100

R13

02

e 17 09 03.

 

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E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução 8. GUIAS DE ACOMPANHAMENTO DE RESÍDUOS DE

E12146-Presbitério do Recinto de Oração Projecto de Execução

8.

GUIAS DE ACOMPANHAMENTO DE RESÍDUOS DE CONSTRUÇÃO E DEMOLIÇÃO

A Entidade Executante deverá preencher os campos ll, lll e lV do modelo constante do anexo l

da Portaria n.º 417/2008, de 11 de Junho.

A Entidade Executante deverá certificar-se que o destinatário dos RCD produzidos em obra preenche as GARCD de uma forma clara e legível, encontrando-se devidamente assinadas.

O transportador deve manter durante um período mínimo de três anos os originais das GARCD.

O destinatário dos RCD deve manter, durante um período mínimo de três anos as cópias das

GARCD.

De forma a controlar internamente a movimentação de RCD, a Entidade Executante, deverá manter durante pelo menos o período de execução da obra, cópias das GARCD enviadas para o destinatário, estando sempre disponíveis para efeito de fiscalização pelas entidades competentes.

A Entidade Executante deverá certificar-se que o operador de gestão de RCD envia, no prazo

máximo de 30 dias, o certificado de recepção dos RCD recebidos na sua instalação, nos termos

constantes do anexo lll do Decreto-Lei n.º 46/2008, de 12 de Março.

A Entidade Executante deverá manter durante pelo menos o período de execução da obra os

Certificados de Recepção emitidos pelos Operados Licenciados de Gestão de Resíduos, estando sempre disponíveis para efeito de fiscalização pelas entidades competentes.

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