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BIOGRAFIA DE ANTÓNIO MOTA

António Mota, nasceu em Vilarelho, Ovil, concelho de Baião, em 16 de
Julho de 1957. Bom aluno na escola primária, deslumbrava-se com os livros
que a carrinha da Biblioteca Itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian
regularmente lhe trazia; leitor compulsivo, ficou para sempre marcado pelo
cheiro dos livros – “Por quem os Sinos Dobram” e “O Velho e o Mar” lidos
aos 14 anos, são as suas obras de referência. As limitações económicas da
família obrigam-no a tirar um curso rápido – o Magistério Primário – e aos
18 anos é já professor.
Começou a criar histórias para os seus alunos; incentivado pelas palavras
sábias de Ilse Losa, escreve, em 1979, o seu primeiro livro “A Aldeia das
ANTÓNIO MOTA
Flores” . Tendo optado por nunca abandonar o espaço onde nasceu e se fez
16 DE JULHO DE 1957
homem, deixa transparecer na sua escrita claras marcas de ruralidade e um
NACIONALIDADE
PORTUGAL
aprofundado conhecimento dos sonhos, das alegrias e tristezas que povoam
OCUPAÇÃO
ESCRITOR
o espírito das crianças que vivem no Portugal profundo. Nos últimos anos
tem escrito livros para leitores mais pequenos, com uma linguagem clara e simples, alimentando a sua
imaginação com situações inesperadas e palavras irrequietas.
Recebeu vários prémios, dos quais se destacam o Prémio da Associação Portuguesa de Escritores, em
1983, com a obra “O Rapaz de Louredo”. Em 1990, recebeu o Prémio Gulbenkian de Literatura para
Crianças e Jovens pelo seu romance Pedro Alecrim.
Em 1996, ganhou o Prémio António Botto com “A Casa das Bengalas”.
Em 2003, a obra “O Sonho de Mariana”, ganhou o Prémio Nacional de Ilustração, com ilustrações de
Danuta Wojciechowska. Esta obra foi escolhida pela Associação de Professores de Português
(http://www.app.pt) e Associação de Profissionais de Educação de Infância (http://apei.pt) para o projeto
"O meu brinquedo é um livro".
Em 2004, recebeu o Grande Prémio Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens, na modalidade de
livro ilustrado, pela obra “Se eu fosse muito Magrinho”, com ilustrações de André Letria.
Em 2008 foi agraciado com a Ordem da Instrução Pública.
Em 2010, foi nomeado para os Prémios de Autor da SPA/RTP na categoria Literatura Infantojuvenil com
“Pinguim” (Gailivro, ilustrações de Alberto Faria).
Em 2013 foi nomeado como candidato português ao prémio literário sueco Alma 2014.
Desde 1980 tem sido solicitado a visitar escolas do Ensino Básico e Secundário, assim como bibliotecas
públicas, em Portugal e outros países, fomentando deste modo o gosto pela leitura entre crianças e
jovens.
Colaborou com vários jornais e participou em diversas ações organizadas por Bibliotecas e Escolas
Superiores de Educação.
Os seus livros estão antologiados em volumes de ensino do Português e tem obras traduzidas em
Espanha e Alemanha. Tem mais de cinco dezenas de obras recomendadas pelo Plano Nacional de
Leitura (PNL).
Tem livros incluídos em listas de obras literárias de qualidade recomendadas pela International Youth
Library de Munique.
António Mota conta com cerca de 7 dezenas de obras e de seguida apresentam-se algumas das suas
últimas publicações.
O Livro das Adivinhas 2, 2014

A Flauta Maravilhosa,2014

O Primeiro Dia de Escola,
2014

Cortei As Tranças, 2013

A Arca do Avô Noé, 2014

Max e Achebiche, Uma História
Muito Fixe,2013

Beatriz Pereira. . 12 de outubro de 2014.