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BC-0504 Natureza da Informação Semana 1 Semiótica David Correa Martins Junior david.martins@ufabc.edu.br

BC-0504

Natureza da Informação

Semana 1

Semiótica

David Correa Martins Junior david.martins@ufabc.edu.br

Por que comunicamos?

Qualquer processo de comunicação tem a finalidade de transportar uma “mensagem”.

“Dados” são uma implementação física de uma mensagem.

“Mensagem” é o conteúdo da informação, algo que tem significado para os usuários da informação.

Não existe informação sem dados e mensagem:

algo que tem significado para os usuários da informação. • Não existe informação sem dados e

Mensagens são formados por signos

Problemas Práticos

A semiótica estuda os vários aspectos de uma mensagem.

Há problemas práticos nos quais a questão do significado se torna importante para a representação ou o processamento da informação!

Por exemplo:

Tradução automática

Conversão texto para voz

Concepção de Interfaces Homem-Máquina que consideram aspectos psicológicos do usuário

outras…

Exemplo 1: Tradução Automática

Imagine um dispositivo capaz de captar a informação de uma fonte e representá-la fielmente numa interlíngua (sistema artificial de representação).

Tal sistema possibilitaria, entre outras coisas, a implementação de um sistema eficiente de tradução automática.

O bloco intermediário deve decompor a mensagem em seus constituintes básicos de informação segundo uma análise sintática e semântica do texto.

a mensagem em seus constituintes básicos de informação segundo uma análise sintática e semântica do texto

Exemplo 2: Leitura Automática

Dependendo do contexto, o dispositivo leitor deve identificar qual sistema de significados se está utilizando.

Por exemplo, o texto abaixo, mistura linguagem natural com linguagem matemática:

Pitágoras nunca escreveu x 2 +y 2 =z 2 .”

Outros aspectos: entonação de voz (depende de aspectos psicológicos, culturas e sociais).

Semiótica

Palavra de raiz grega :

σηµεον (semeîon) = signo

e

sema = sinal

σηµειωτικός, semeiotikos, intérprete de signos

Definições:

, semeiotikos , intérprete de signos • Definições: • “ A ciência dos signos e dos

A ciência dos signos e dos processos significativos (semiose) na natureza e na cultura.” (Winfried Nöth)

É a ciência que tem por objeto de investigação todas as linguagens possíveis" (Lúcia Santaella)

“estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação’ [wikipedia]

Semiótica

Linguagem verbal (na linguística), estética (nas artes), “da vida” (na biologia), “dos números” (na matemática)

Estudo de como o objeto é entendido pelo "receptor" considerando seu contexto social e natural.

Homo sapiens = Animal Semiótico

“Capaz não somente de usar os sinais, mas também de refletir sobre sinais empregando sinais.”

[3, p.312, Anthroposemiotics]

Semiótica Peirceana

Semiótica peirceana, Charles Sanders Peirce (1839-1914)

Signo triádico:

interpretante, signo, objeto

Vamos nos concentrar na Semiótica Peirceana, embora existam diversas outras semióticas

Definições de Signo

“Uma coisa que, além da impressão que causa nos sentidos, causa alguma outra coisa que apareça na mente como consequência de si mesmo”. (St. Agostinho)

Alguma coisa que produz na mente do intérpretante a mesma idéia

(signo) que seria produzida por outra coisa (objeto), caso esta fosse apresentada ao interpretante. (Pierce)

Há muitas outras definições, mas estas são simples e abrangentes.

Signos não são apenas palavras ou marcas visuais.

Um signo está substituindo alguma coisa

Signo segundo Peirce

Exemplo, signos para uma pedra:

- A palavra “pedra”

- Um desenho de uma pedra

- A foto de uma pedra

- O barulho de uma pedra batendo em outra etc.

O importante é a idéia que surge na mente do intérprete, não o som da palavra recebida Podemos falar para nós mesmos sem mexer os lábios, e há uma seqüência de imagens mentais (até mesmo imagens mentais das próprias palavras e sons se pensamos “em português”)

Significado, pensamento, interpretante ou referência codificação Objeto ou referente Signo, significante, ou

Significado, pensamento, interpretante ou referência

codificação
codificação

Objeto ou referente

Signo, significante, ou representamem

Maçã

decodificação

Signo, significante, ou representamem Maçã decodificação O signo é inútil se não está relacionado com outros

O signo é inútil se não está relacionado com outros dois conceitos: a) o objeto que esta sendo representado e b) o significado do objeto na mente da pessoa.

Tríade semiótica de Peirce

Signo (também chamado de Representâmenten): aquilo que está no lugar de alguma coisa

Objeto: aquilo que é representado.

não necessariamente material: pode ser idéia, evento, sensação.

Interpretante: uma idéia na mente do intérprete.

mais do que UMA idéia, um processo interpretativo

atua como outro signo: cadeia de idéias

Mediador na relação representamen-objeto Sem interpretante não há semiose

Tríade semiótica de Peirce

Um signo é algo que está, para alguém, no lugar de alguma coisa de alguma maneira.

O signo está no lugar de algo, o OBJETO. Ele substitui o objeto, não totalmente, mas de um certo modo, em relação à algum tipo de idéia.

Cada signo substitui o objeto de um certo modo, de acordo com a natureza do signo.

Uma planta e uma foto de uma casa são ambos signos da casa, mas substituem a casa de modos diferentes.

Peirce: Categorias Fenomenológicas

Para entender o estudo dos signos peirceanos, devemos entender as suas categorias.

Segundo Peirce, tudo que aparece à mente assim o faz numa gradação de três categorias

Uma classificação universal de idéias, de acordo com a sua “valência”

Uma classificação universal de idéias, de acordo com a sua “valência” Secundidade Terceiridade Primeiridade

Secundidade

Terceiridade

Primeiridade

Peirce: Categorias Fenomenológicas

Estes são os elementos básicos de todo pensamento

Fenomenológicas Estes são os elementos básicos de todo pensamento Que formam relações e cadeias de pensamento

Que formam relações e cadeias de pensamento

Fenomenológicas Estes são os elementos básicos de todo pensamento Que formam relações e cadeias de pensamento

Fenomenologia segundo Peirce

Primeiridade – (Firstness)

tudo aquilo que é assim como é, ou seja, um primeiro, independente de um segundo ou terceiro.

ídeia existe por si mesma;

primeira impressão ou sensação imediata;

P.ex.:

“azul”

Primeira sensação: a cor azul surge na nossa mente

Fenomenologia segundo Peirce

Secundidade (Secondness)

tudo aquilo que é o que é, somente em relação a um segundo

relacionamento direto (sensorial) com um objeto físico (matéria), uma implementação física da “primeira impressão ou sensação imediata”;

predominante nas idéias de causa e efeito (forças estáticas ocorrem aos pares), comparação, oposição, polaridade, diferenciação, existência (oposição (eu) ao resto do mundo (não-eu))

P.ex.: o “azul” de um céu num dado momento e lugar. “azul” é diferente de “vermelho”

Fenomenologia segundo Peirce

Terceiridade – (Thirdness)

tudo aquilo que é o que é, em função de um segundo e um terceiro, mas independentemente de um quarto (composição)

Segundo Pierce não são necessárias mais categorias. Sequências de terceiridades compõem todo o pensamento

predominante nas idéias de mediação, meio, intermediário, continuidade, representação, generalização, infinitude, difusão , crescimento

todo signo interpretado é uma terceiridade: uma relação representamen-objeto mediada pelo interpretante

interpretação do objeto físico face às nossas leis, valores, convenções e cultura, elaboração cognitiva envolvendo o objeto físico.

P.ex.: o “azul” no céu. (Esse pensamento pressupõe cognição por parte de alguém, por isso, por si só, já é uma interpretação!)

Fenomenologia segundo Peirce

Assim se formam as cadeias de pensamentos.

A este processo chamamos de SEMIOSE

Pierce propõe que a semiose é infinita

Assim se formam as cadeias de pensamentos. A este processo chamamos de SEMIOSE Pierce propõe que

Relação do Signo com seu Objeto

Ícone: signo que apresenta semelhança com o objeto.

grego: εκών, (ikon, imagem)

representa o objeto devido às suas próprias qualidades (Primeiridade)

É uma imagem que mantém com um determinado objeto uma relação de semelhança ou propriedade.

É uma abstração de algo que é do nosso conhecimento e apresenta pelo menos um traço em comum com o objeto representado.

Ex.: o desenho de um pote de tinta vermelha

Relação do Signo com seu Objeto

Ícone: semelhança não é necessariamente uma foto ou desenho

Um diagrama é um ícone

semelhança: a relação entre as partes

Uma metáfora é um ícone

semelhança: relações entre significados

semelhança: a relação entre as partes • Uma metáfora é um ícone • semelhança: relações entre

Relação do Signo com seu Objeto

Índice: o signo é realmente afetado pelo objeto

Latim: index – “o que aponta”, de indicare, apontar

Signo conectado com o objeto

i.e., depende do objeto para ser signo (Secundidade)

A relação signo-objeto já existe, o intérprete apenas a reconhece.

Signo indicador: uma relação causa-efeito, ou de sequência

temporal ou espacial previamente vivenciada pelo interpréte

Relação do Signo com seu Objeto

Índice: Ex.: ao ver uma imagem de um carro sem a maçaneta, estando apenas um buraco no seu lugar, isto é um índice de uma tentativa de assalto. Mas isso só se torna evidente porque temos experiências anteriores com assaltos, seja através de experiências pessoais, seja por reportagens vistas no telejornal diário. [wikipédia]

uma foto também é um índice porque sabemos que indica o

momento em que foi tirada.

um dedo indicando um objeto

qualquer parte é um índice do todo

associações por repetição: o cão de Pavlov (comportamento em resposta a estímulos do ambiente)

Um índice é uma representação que se remete ao objeto não pela semelhança, mas por existir uma conexão direta com ele.

é uma representação que se remete ao objeto não pela semelhança, mas por existir uma conexão

A foto abaixo é um índice de …

A foto abaixo é um índice de …

Relação do Signo com seu Objeto

Símbolo:

signo que por convenção arbitrária representa o objeto.

Só pode ser entendido por quem conhece a convenção

depende do objeto e do intérprete para ser signo (Terceiridade)

É um elemento essencial no processo de comunicação encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano.

Ex.: a frase “pote de tinta vermelha” é uma sequência de fonemas que representam o objeto exemplificado. A convenção é a linguagem um apelido arbitrário um sinal de trânsito padronizado

•Os símbolos são arbitrários, no sentido de que são socialmente convencionados e mutáveis

•Os símbolos são arbitrários, no sentido de que são socialmente convencionados e mutáveis

Resumo: Aspectos do Signo

com seu objeto

Primeiridade

Ícone (signo que apresenta semelhança com o objeto)

Secundidade

Índice (signo que tem relação de implicação com o objeto)

Símbolo (signo que por convenção (arbitrária, cultural) é uma representação do

objeto)

Terceiridade

O signo segundo a relação objeto-sign

Signo é chamado de “símbolo” quando a relação objeto-signo é completamente arbitrária. Exemplo: a palavra “maçã”

Signo é chamado de “índice” se a relação não é completamente arbitrária, existindo alguma qualidade comum o objeto e o signo, dito. Exemplo: a fumaça é signo indicial de fogo.

Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com o objeto

signo indicial de fogo. • Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com
signo indicial de fogo. • Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com
signo indicial de fogo. • Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com

“maçã”

signo indicial de fogo. • Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com
signo indicial de fogo. • Signo é chamado de “ícone” se o signo apresenta semelhanças com

Mais exemplos de ícones

A reprodução da caixa de maisena é ícone do referente, mas a palavra “maizena” com o desenho é um símbolo. É a marca.

da caixa de mai s ena é ícone do referente, mas a palavra “mai z ena”
da caixa de mai s ena é ícone do referente, mas a palavra “mai z ena”
da caixa de mai s ena é ícone do referente, mas a palavra “mai z ena”

Transformação de ícone em símbolo

Transformação de ícone em símbolo

PESSOAS PODEM SE TORNAR SIMBOLOS!!!!!

PESSOAS PODEM SE TORNAR SIMBOLOS!!!!! E SÍMBOLOS PODEM MUDAR COMPLETAMENTE DE SIGNIFICADO OU TER UM SIGNIFICADO

E SÍMBOLOS PODEM MUDAR COMPLETAMENTE DE SIGNIFICADO OU TER UM SIGNIFICADO COMPLETAMENTE ALIENADO DA REALIDADE!

Como a imagem de um assassino frio e sádico, chefe de torturadores e carcereiros de presos políticos, que tentava “exportar” uma ditadura pela força, virou um símbolo de qualquer coisa abstratamente boa?

Mais exemplos de símbolos

Mais exemplos de símbolos
Mais exemplos de símbolos
Mais exemplos de símbolos
Mais exemplos de símbolos

Um destes signos, em uma porta em um restaurante, é um ícone, um índice ou um símbolo?

Um destes signos, em uma porta em um restaurante, é um ícone, um índice ou um

Não é uma divisão estrita!!!! Lembre-se: semiótica é humanas

é uma divisão estrita!!!! Lembre-se: semiótica é humanas Existe uma convenção de se usar estes desenhos

Existe uma convenção de se usar estes desenhos de homem e mulher para apontar os banheiros masculinos e femininos

É uma convenção, então é um simbolo

Mas são desenhos de homem e mulher (ícones)!

Que servem para apontar os WCs, portanto são índices

Não é uma divisão estrita!!!! Lembre-se: semiótica é humanas

Então não é uma divisão estrita, um signo pode ser mais ou menos ícone, índice, ou símbolo.

signo pode ser mais ou menos ícone, índice, ou símbolo. Podemos construir um sistema de símbolos,

Podemos construir um sistema de símbolos, a partir de signos mais simples ou de outros símbolos.

LOGOMARCA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO NOME DE UMA MARCA

LOGOMARCA: REPRESENTAÇÃO GRÁFICA DO NOME DE UMA MARCA Pesquise no site http://www.ufabc.edu.br “Logomarca UFABC”
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EMISSOR
EMISSOR

Algumas Idéias da Semiótica Estruturalista

(segundo o semioticista Roland Barthes)

SIGNO PRIMÁRIO: denotação

São símbolos criados pelo homem para serem signos

P.ex.: as palavras, as letras do alfabeto, os sinais de trânsito

SIGNO SECUNDÁRIO: conotação

São signos que foram transformados em símbolos

P.ex.: o signo “arroz” num casamento simboliza fertilidade

São signos que foram transformados em símbolos P.ex.: o signo “arroz” num casamento simboliza fertilidade
São signos que foram transformados em símbolos P.ex.: o signo “arroz” num casamento simboliza fertilidade

Mais um Exemplo de Signo Primário e Secundário

Mais um Exemplo de Signo Primário e Secundário

ZOOSEMIOSE

Primeira teoria: os animais não processam símbolos.

Os animais reconhecem associações de causas e efeitos, indicação espacial, sequencia temporal – todas secundidades

e.g. : Aprendizado de Pavlov Antes de alimentar o cão, toca uma campainha Depois de algum tempo, quando a campainha toca o cão já saliva

Toda vez que toca a sirene, o cão leva um choque Depois de algum tempo, ele fica estressado só com a sirene

ZOOSEMIOSE

Primeira teoria: os animais não processam símbolos.

Os animais reconhecem os signos impostos pela realidade – um animal na floresta não “decide” que fumaça e calor indicam fogo e perigo.

Ele reconhece a associação que existe na natureza

Se ele “decidir” que fumaça NÃO indica fogo, ele morre queimado

Ele reconhece a associação que existe na natureza Se ele “decidir” que fumaça NÃO indica fogo,

ZOOSEMIOSE

Primeira teoria: os animais não processam símbolos.

•Mas nós seres humanos podemos “decidir” que fumaça NÃO indica fogo

• e podemos morrer queimados

•Podemos mudar arbitrariamente o significado de qualquer signo (vide “Che”)

•Podemos promover um ícone a símbolo atribuindo-lhe outro significado.

um ícone a símbolo atribuindo-lhe outro significado. • e.g. ícone de lupa promovido à símbolo de

e.g. ícone de lupa promovido à símbolo de uma operação no computador (aproveitando a secundidade indexal da relação das ídeias “lupa” e “procurar” para facilitar a semiose)

ZOOSEMIOSE

Primeira teoria: os animais não processam símbolos.

Isso tem a ver com capacidades humanas como arbitrariedade e livre-arbitrio, e de que forma estas são superiores às capacidades análogas animais. Obviamente tem tudo a ver com as linguagens humanas

Mas vimos antes que a classificação dos signos não é estrita.

Os animais não processariam nem um signozinho um pouquinho simbólico de vez em quando???

Bibliografia

[1] Santaella, L. “O que é semiótica”, coleção primeiros passos.

[2] Cobley, P. e Jansz, L. “Semiótica para Principiantes”, Era Nasciente SRL. (Em espanhol.)

[3] “Encyclopedia of Language and Linguistics”, 2nd Ed., Elsevier, Nov 2005.

Leitura recomendada:

Netto, Teixeira Coelho; “Semiotica,Informação e Comunicaçãao”,Editora Perspectiva, 7 edição,2007.

PRATES, Eufrásio, “Semiótica: uma suave introdução”. Disponível em http://www.reocities.com/yeufrates/semiotic.htm

Para a próxima aula

• Estudar os slides e fazer os exercícios da Semana 2

•Bit, sistemas numéricos, conversões, e álgebra Booleana

•Tidia, seção Repositório->Aulas->Semana 2 •Tidia, seção Repositório->Exercícios->Lista - Semana 2

• Não precisa entregar, mas é fundamental fazer os exercícios para estudar e se preparar para as aulas

•e consequentemente para as provas