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PPCs – RADIOLOGIA

Exma Senhora
Maria Ester Galvão de Carvalho
Presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado de Goiás

REQUERIMENTO

Prof. Dr. Sebastião Lázaro Pereira portador do RG nº xxx e CPF xxxx, Reitor
da Universidade de Rio Verde Av. xxxxx – xxxxx CEP xxx– Rio Verde/GO;
devidamente cadastrada no CNPJ sob o nº xxxx, vem respeitosamente
requerer a Vossa Senhoria a Autorização para a oferta dos cursos Técnicos
em xxxx do Eixo Tecnológico xx, na modalidade a Presencial. A forma de
oferta

subseqüente

e

concomitante,

aproximadamente 40 alunos.

com

turmas

compostas

de

DECLARAÇÃO

Eu, Prof. Dr. Sebastião Lázaro Pereira, Reitor Universidade de Rio
Verde situado a Av. xxxxx – xxxxx CEP xxx– Rio Verde/GO;
devidamente cadastrada no CNPJ sob o nº xxxx, DECLARO E
COMPROMETO a inserção de todos os alunos devidamente
matriculados nos cursos técnicos de Educação Profissional de Nível
Médio no SISTEC, conforme solicitação do Conselho Estadual de
Educação.

1.0-Justificativa
O diagnóstico médico e o radiodiagnóstico estão intimamente ligados aos
avanços desenvolvidos na atualidade pela medicina que possibilitam
exames de alta precisão como de tomografia, ressonância magnética,
radioterapia e medicina nuclear. Considerando o crescente aumento dos
centros de diagnósticos, podemos avaliar que esta é uma área estratégica
pela grande expansão e carência de profissionais habilitados para
trabalharem neste sofisticado mercado de trabalho. As modalidades de
exames associadas a computadores cada vez mais velozes permitem o
processamento digital das imagens, possibilitando assim um diagnóstico
precoce mais preciso e um estudo acurado das patologias. Os avanços
tecnológicos somente podem ser usufruídos pelo correto e adequado
manuseio de equipamentos, exigindo novas competências, habilidades e
uma revalorização do profissional técnico, no desempenho eficiente de suas
atividades.
O mercado tecnológico do diagnóstico por imagem necessita conciliar a
capacitação profissional com novos projetos e métodos de educação. As
ações dos profissionais da área são realizadas em Serviços de Radiologia e
Diagnóstico por Imagem, públicos ou privados, independentes ou
vinculados a Hospitais, Ambulatórios e Unidades Básicas de Saúde.
A Habilitação Técnica de Nível Médio em Radiologia – Eixo Tecnológico
Ambiente e Saúde, de acordo com o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos,
instituído pela Resolução CNE /CEB nº 03/08, fundamentada no Parecer
CNE /CEB nº 11/08, atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da
Educação Nacional (LD B) – Lei Federal nº 9.394/96, no Decreto Federal nº
5.154/04, no Parecer CNE /CEB nº 11/12 e na Resolução CNE /CEB nº 06/12
do Conselho Nacional de Educação, na Lei nº 7.394/85, alterada pela Lei nº
10.508/02, e no Decreto nº 92.790/86, que regulam o exercício da profissão de
Técnico em Radiologia.

Os processos de diagnóstico por imagens utilizando Raios-X vêm sendo
modificados por diversos fatores, sendo que os que mais impactam na
formação profissional são relacionados aos seguintes aspectos:
a) a incorporação de sistemas digitais de imagens – tais como Tomografia
Computadorizada, Mamografia Digital, Sistemas de Arquivamento de
imagens e Transmissão (PACS), dentre outros – sugere que estas
evoluções tecnológicas possibilitem aos egressos dos cursos de Radiologia
adquirir, processar e documentar imagens digitais em Hospitais, Clínicas e
Ambulatórios. Neste cenário, de acordo com os fabricantes de filmes
radiográficos,

deve-se

considerar

que

os

sistemas

convencionais

provavelmente deixarão de ser produzidos em menos de 5 anos e, portanto,
a maior parte das clínicas radiológicas e hospitais públicos e privados terão
à disposição sistemas digitais de imagens para registro, processamento e
arquivamento. Assim, os planos de cursos deverão agregar conceitos como
formação de imagens digitais, pixel, voxel, filtros digitais, MTF, DQE,
algoritmos de compressão de dados e protocolos de transmissão (DICOM),
de forma que o aluno possa ser capacitado às tecnologias digitais atuais,
bem como à evolução recorrente da área.
b) Vários posicionamentos radiográficos, que eram recorrentemente
utilizados, foram substituídos por outros métodos de diagnóstico por
imagem, tais como Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética,
Medicina Nuclear e Ultrassom.
c) Ao longo dos anos os processos e vínculos empregatícios vêm
acarretando modificações nas relações de trabalho, sendo frequente a
contratação de empresas terceirizadas compostas por técnicos em
radiologia. Portanto, é necessário inserir no Plano de Curso atividades que
estimulam atitudes empreendedoras e de gestão de unidades de radiologia,
de forma que os egressos deste curso possam ter, ao longo dos anos uma
inserção autônoma no mercado como prestadores de serviços, tanto em
atividades operacionais na execução de exames, quanto em assessoria a

indústrias de equipamentos e insumos relativos à área de diagnóstico por
imagens.
O presente Plano de Curso visa a atender a forte expansão do mercado de
diagnóstico por imagens, o qual requer profissionais com habilidades e
conhecimentos que possuam formação Técnica em Radiologia, para
atuarem na aquisição de imagens analógicas e digitais, no posicionamento
dos pacientes submetidos a exames radiográficos, bem como na correta
aplicação das normas de biossegurança e de proteção radiológica. A
atuação desse profissional exige a incorporação dos princípios que orientam
as ações em saúde, como a condição de cidadania, que assegura mais e
melhores anos à vida das pessoas, apontando especificidades para os
trabalhadores da área e reafirmando a necessidade do compromisso destes
com uma concepção de saúde que transcende à visão setorial e que
diversifica os seus campos de prática profissional. A saúde é considerada
como “bem comum”, na perspectiva da qualidade de vida. O processo
saúde-doença “representa o conjunto de relações e variáveis que produzem
e condicionam o estado de saúde e a doença de uma população, que varia,
nos diversos momentos históricos e no desenvolvimento científico da
humanidade.
Tendo em vista a missão institucional da Universidade de Rio Verde e o seu
compromisso com a qualidade da educação, esta deseja implantar o
presente curso para responder às necessidades regionais e locais
decorrentes das novas formas de organização e gestão que provocaram
mudanças estruturais no mundo do trabalho, bem como do emprego de
novas tecnologias e da crescente internacionalização das relações
econômicas, estabelecendo novos paradigmas que vêm transformando a
sociedade e a organização do trabalho, de modo a facilitar o acesso do
participante às conquistas científicas e tecnológicas de uma sociedade
globalizada.
Com base nas necessidades determinadas pela prevenção ou tratamento
de doenças, a importância do radiodiagnóstico para subsidiar a melhor

espaço nos procedimentos médicos. Assim.  Permitir ao egresso assumir postura profissional condizente com os princípios que regem as ações na área de Saúde e da Radiologia.OBJETIVOS DO CURSO 2.  Estimular nos alunos trabalhadores o autodesenvolvimento contínuo por meio de estudos e pesquisas para identificar e apreender novas técnicas que lhes permitam responder às situações cotidianas e às imprevisíveis com flexibilidade e criatividade. 2. consequentemente menor risco à população.0 . para se garantir a qualidade no atendimento à comunidade e.Específico  Criar condições de aprendizagem de tal forma que as técnicas prevencionistas se incorporem às práticas profissionais. 2. garantindo melhoria da qualidade no trabalho.1 . atendendo a legislação que regulamenta as atividades do setor e às necessidades da comunidade em que está inserida.2. para fiscalização de bagagens nos aeroportos e os irradiadores de alimentos instalados no país. atuando em equipes multidisciplinares. O setor da indústria também vem se utilizando desse recurso. relacionando-se .GERAL Propiciar formação técnica para inserção competente de profissionais junto aos setores de saúde e da indústria no desenvolvimento de atividades específicas relacionadas à radiologia. porém. que possuam conhecimentos necessários das condutas radiológicas. E. que pretendemos oferecer o Curso de Técnico em Radiologia. considerando que o Técnico em Radiologia é uma profissão que conta com muitas possibilidades de atuação e bem valorizada. que esses serviços sejam desenvolvidos por profissionais habilitados. como os equipamentos de raios-X. não é só na área da medicina que o emprego dos raios-X tem aumentado. cada vez mais.interpretação médica tem. É importante.

observando os princípios de proteção radiológica. sempre de acordo com sua limitação de atividades que a função lhe garante. avaliando reações adversas e agindo em situações de urgência. organização e comunicação interpessoal. ter autonomia intelectual.  Integrar o futuro Técnico no mercado de trabalho por meio da convivência com o meio profissional. sob supervisão profissional pertinente.  Garantir ao egresso competência que lhe permita atuar com responsabilidade. componentes curriculares com a utilização de metodologia que propicie o alcance das competências almejadas: respeito às regras de convivência democrática.  Processar filmes radiológicos. comprometendo-se com os princípios da ética. além das competências gerais da Área de Saúde. . proteção e recuperação da saúde. ter interesse/iniciativa. contribuindo de forma efetiva para a promoção.adequadamente com a clientela. social e de relações inter pessoais de modo a acompanhar a evolução científica tecnológico. durante o processo de formação do aluno. cooperar/trabalhar em equipe.  Preparar o paciente e o ambiente para a realização de exames nos serviços de radiologia e diagnóstico por imagem.  Desenvolver.PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O egresso do curso tecnico de Radiologia deterá uma qualificação profissional tanto com dimensão técnica especializada quanto com dimensão ética.  Acompanhar a utilização de meios de contraste radiológicos. deverá ser capaz de:  Realizar ações pertinentes à execução de técnicas radiológicas a serem utilizadas a partir do pedido de exames.0 . preparar soluções e organizar a sala de processamento. da sustentabilidade ambiental e do desenvolvimento social. política.  Adequar o perfil profissional dos alunos às exigências do mercado de trabalho. planejar ações. sob a supervisão dos profissionais da área. O Técnico em Radiologia. 3.

. As competências poderão ser trabalhadas pelos docentes da área ou por profissionais das diversas especialidades ou formação em áreas de ensino. agregando funções correspondentes ao agrupamento de competências e habilidades da área.  Zelar pelo controle de qualidade dos procedimentos radiológicos. 4. Realizar ações que envolvem manipulação. que serão trabalhadas metodologicamente em competências e habilidades e não em forma de disciplinas ou matérias com conteúdos isolados.  Executar ações de radioproteção em relação ao cliente /paciente. possibilitando o intercâmbio entre os professores dos diversos Colegiados da Escola e do mercado de trabalho da área de Ambiente e Saúde. reconstrução e processamento das imagens utilizando metodologias digitais.  Organizar a coleta e documentação de informações sobre o desenvolvimento das atividades radiológicas.  Operar os diversos equipamentos utilizados no processo de aquisição de imagens.  Manter-se atualizado em relação às tendências e inovações tecnológicas de sua área de atuação e das necessidades do setor. atuando individualmente ou em equipe.Esctrutura Curricular O desenho curricular do Curso Técnico em Radiologia está organizado de forma modular.0. ao meio ambiente e a si próprio.  Administrar o seu trabalho. Os módulos de ensino se articulam nos fundamentos teóricos que embasem a relação entre o conhecimento e sua aplicabilidade na vida profissional. reconhecendo os limites de sua atuação com base nas leis do exercício profissional e códigos de ética. tendo em vista a eficiência e a efetividade das ações. em empresa prestadora de serviços de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. devendo reconhecer as aprendizagens múltiplas construídas ao longo do contexto da escola e das experiências trazidas pelos alunos.

0 -Matriz curricular MÓDULOS COMPONENTES CURRICULARES CARGA HORÁRIA ATIVIDADES LABORATORIAIS Introdução à Radiologia 80 25 Anatomia e Fisiologia Humana 80 25 80 25 Semiologia e Semiotécnica em Radiologia 80 25 Geração e Aplicação de Raios X 60 20 Biofísica Aplicada a Radiologia 30 00 Orientação de Estágio Supervisionado 20 5 MÓDULO Prestação de Primeiros Socorros e I Biossegurança . A estrutura curricular. participativo e autônomo. O segundo com carga horária de 560 horas ja inclusa a carga horária de estágio supervionado.Adotar-se-á a abordagem pedagógica construtivista utilizando-se a metodologia de projetos educacionais em que os trabalhos desenvolvidos entre professores e alunos passam pela interdisciplinariedade como meio de possibilitar ao aluno construir conhecimentos com capacidades de analisar. planejar. no entanto. 5. sem. a realização de projetos de investigação. o terceiro módulo com carga horária de 575 horas também ja computadas a carga horária de estágio supervisionado. na sua área de atuação. proposta para o curso Técnico em Radiologia está organizada com carga horária de 1690 horas distribuídas em três módulos Sendo o primeiro com carga horária de 555 horas. interdisciplinar com base em princípios inerentes a um processo de aprendizagem novo. explicar. roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada. intervir. supervisionar. Será obrigatório o estudo de problemas concretos. prever. encará-las como elementos estanques e separados.

controle da radiação espalhada. Entender o processo de: produção e propriedade dos Raios X diagnósticos.690h COMPONENTE CURRICULAR: Introdução a Radiologia Módulo: I Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Proporcionar fundamentos de Física Radiológica. equipamentos e acessórios. formação e registro de imagem. Químicos e Radioativos 30 10 Técnicas Radiológicas Convencionais e de Exames Contrastados 110 30 Estágio Supervisionado II 195 00 SUBTOTAL 485 90 1. terminologias e proteção contra a radiação. parâmetros físicos da imagem. sensitometria básica.390 300 MÓDULO Meios de Contraste e Radiofármacos. processamento do filme.SUBTOTAL 430 125 Informática Aplicada à Radiologia 40 15 Proteção Radiológica e Dosimetria 30 10 80 20 80 20 Controle e Manutenção de Qualidade em Imagens Radiológicas 60 20 Estágio Supervisionado I 185 00 SUBTOTAL 475 85 Aplicações e Efeitos da Radiação Ionizante 80 25 40 15 30 10 Descarte de Resíduos Biológicos. II Física das Radiações MÓDULO Radiologia em Pediatria III Processamento de Filmes e Imagens Radiográficas TOTAL 1. .

C. Tratado de tecnica radiologica e base anatomica. L. Sao Paulo: Martinari. DALLEY. 2. urinário. 2010. 2007.). Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 3. genital feminino e nervoso). Almir Inacio da (Org. Sao Caetano do Sul. Sao Paulo: Rideel. muscular. F. Flavio Augusto P. Bases da radiologia convencional. J. 2003. 5. Amaury de. Almir Inacio da (Org. Tecnologia radiologica e diagnostico por imagem: guia para ensino e aprendizado.. SAVAREGO. 2006. Anatomia humana sistêmica e segmentar para estudante de medicina. ed. Henrique Batista M..30 BONTRAGER. SP: Difusao Editora. 2010.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BIASOLI JUNIOR. 5ed. 4ed. Rio de Janeiro: Rubio. PUTZ. G. COSTA. (Colab.). MOORE. correlacionado com anatomia radiológica. LOPES. estudo este. DAMAS. . digestório. NOBREGA.. articular. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. 21. genital masculino. SOBOTTA. ed. Denis Honorato (Org. Sao Caetano do Sul. Antonio Mendes. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. J. 200. A. Tecnicas radiograficas. sistema esquelético. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CASTRO JUNIOR. COMPONENTE CURRICULAR: Anatomia e Fisiologia Módulo: I Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Estudo morfofuncional das estruturas musculares e ósseas que constituem o corpo humano. circulatório. Introducao a radiologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Atlas de anatomia humana. Radiologia medica: codigo de etica. Kenneth L. R. sistêmica e topográfica. Estudo anatômico dos sistemas orgânicos (Introdução a anatomia. Santa Catarina: Insular. Estudo morfofuncional dos órgãos e sistemas que constituem o corpo humano. SP: Yendis. 4ed. NOBREGA. respiratório. 2006. SP: Difusao Editora. 2003. SOARES. Karina Ferrassa (Colab.). São Paulo: Atheneu.).). 2000. 2006. Tecnologia radiologica e diagnostico por imagem: guia para ensino e aprendizado. Sao Caetano do Sul. K. ed. A. 2004. Simone. Radiodiagnostico fundamentos fisicos. enfermagem e terminologias. Anatomia orientada para a clínica. DÂNGELO. 2. FTTINI.

1990. ROHEN. COMPONENTE CURRICULAR: Prestação dos Primeiros Socorros e Biossegurança Módulo: I Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Atendimento das emergências mais freqüentes. LUTJEN-DRECOLL. limpeza. Walter J. 4. O conhecimento dos primeiros socorros no atendimento dos acidentes (traumáticos ou não). esterilização. Atlas de anatomia humana. São Paulo: Manole. JACOB. Anatomia humana: atlas fotográfico de anatomia sistêmica e regional. tanto na área de atuação profissional. J. Emil. como na vida diária. Stanley W. dentro de critérios técnico-científicos. REIF. que devem ser aplicadas em todas as situações que representem ameaça a vida e previsão e controle de materiais: recepção.. F. W. ed. et all – Manual de socorro de emergência. 5.. Atheneu. São Paulo. YOKOCHI. acondicionamento e manutenção. 1996. ed. MÖLLER. J.. C. FRANCONE. 1988. GARDNER. preparo. Rio de Janeiro: Elsevier. NETTER. Anatomia e fisiologia humana. LOSSOW. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 5. Atlas de anatomia radiológica. tendo em vista a administração das atividades da central de material e esterilização BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SANTOS. Ronan O'. Clarice Ashworth.Manual de primeiros socorros. Porto Alegre: Artmed.R. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001. 2008. Torsten B. NORO. 4.BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: 1. R. RAHILLY. 4.) . acionamento do sistema publico de resgate e inicio imediato das manobras preconizadas por protocolos internacionais de salvamento. E.(coord. 3. ed. 1999.São Paulo.. 2. 2002. H.. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: . Anatomia: estudo regional do corpo humano. Donald J. ed. 5. GRAY. Ática. Ernest.

S. Rio de Janeiro. Fornecer elementos básicos de Anatomia Radiológica e das principais patologias dos diferentes aparelhos e sistemas. G. preenchimento de relatórios e elucidação de dúvidas. GARCIA. B. – Enfermagem em emergências. Editora Mosby – Elsevier. Acompanha-los e orienta-los em relação ao andamento do estágio. Preparar os alunos que iniciarão o estágio em radiologia convencional.L. J. Bontrager. Noções gerais das principais patologias dos diferentes aparelhos e sistemas. Noções básicas de Anatomia Radiologica. 1ª Edição Editora Rubio.P. C. 6a Edição Traduzida. objetivando uma melhor compreensão por parte do aluno em relação ao planejamento e optimização do estudo e da prática dos procedimentos radiológicos convencionais. A. COMPONENTE CURRICULAR: Semiologia e Semiotécnica em Radiologia Módulo: I Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Anatomia.Lampignano: Tratado de posicionamento radiografico e anatomia associada. 2003. 1978. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: K.WERNER. 2006 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Biasoli Jr. 2006. Recordar conceitos básicos da Qualidade de Imagem e Proteção Radiológica com enfase na prática Clinica.São Paulo. Guanabara. Atlas de Anatomia Radiográfica. terminologia e principios de posicionamento radiológico. Atheneu. – Primeiros socorros. COMPONENTE CURRICULAR: Geração e aplicação de Raio x Módulo: I Carga horária 60 CH Atividades Laboratoriais 20 Total 80 EMENTA: . Aspectos gerais da Qualidade de Imagem e Proteção Radiológica com ênfase na prática Clinica.

Introdução às Radiações. 7. Guinier. “X-ray Fluorescence Spectrometry”. Dover COMPONENTE CURRICULAR: Biofísica aplicada a Radiologia Módulo: I Carga horária 30 CH Atividades Laboratoriais 00 Total 30 EMENTA: Introdução à Biofísica. Mineralogical Society of America. Aplicações. Apostilas e Material Didático do Curso. Estruturas cristalinas. Distribuições de Partículas. Espalhamento de Raios X a Baixos Ângulos (SAXS). “Spectroscopic Methods in Mineralogy”. Estruturas Moleculares. Warren. O Limite de Guinier. Transporte em Membranas. Aplicações. O Modelo Bicontínuo.J. 18. Imperfect Crystals and Amorphous Bodies”. Operações de Simetria. O processo de geração de raios X. Simetrias. Ladd e Palmer. Grupos Pontuais. Cullity. “A Practical Guide for the Preparation of Specimens for X-ray Fluorescence and XRay Diffraction”. O fenômeno de XAFS. “Introduction to Crystallography”. O Limite de Porod. Estudo de Estruturas Fractais. Aplicações. Proteção Radiológica. Dover. 6. Wiley-VCH. “X-Ray Diffraction”. “Elements of XRay Diffraction”. Análise de dados. “The Development of X-Ray Analysis”. Sistemas Cristalinos.. Prado. . Estrutura Fina de Absorção de Raios X (XAFS). Dover. European Mineralogical Union. Biofísica de Sistemas. Soluções. Osmose. “X-Ray Diffraction in Crystals. “Structure Determination by X-ray Crystallography”. Informações sobre Simulações Estruturais (FEFF. Jenkins. Aplicações. . Grupos Espaciais. Guinier. Análise de dados. Edusp. A preparação de amostras. Bragg. O difratômetro de raios X. Plenum. Wiley. Aula prática. FEFFIT). O fenômeno de Difração. A preparação de amostras. Vol. Hawthorne. Difração de Raios X (XRD). Análise de dados. Buhrke. A fluorescência de Raios X (EDX. R. Sands. Biofísica das Radiações e Radiobiologia. O processo de aquisição de dados. EMU Notes in Mineralogy. Dover. Análise de Dados BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Beran e Libozitwky. Vol. “Spectroscopic Met hods in Mineralogy and Geology”. WDX e TRXRF). EOTVOS University Press. A preparação de amostras. “A Estrutura da Matéria”. Os espectrômetros.

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tipos de radiações. 2 ed. C.B. L. 2.Trabalhar os fundamentos de física básica (sistema internacional de . 408 p. peculiaridades e aplicabilidades. H. efeitos colaterais e suas respectivas atividades nos diferentes locais de ação no organismo humano.J. SAHA. 2004. 383 p. decaimento. Medicina Nuclear . Materiais e equipamentos utilizados na administração dos meios de contraste e as diversas aplicações dos principais Radiofármacos marcados com Tecnécio-99m..A. ed.H. 268 p COMPONENTE CURRICULAR: Física das Radiações Módulo: II Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 20 Total 100 EMENTA: Abordagem da estrutural do átomo.  Reações do paciente aos meios de contraste e radiofármacos. 5. J. Física como ciência experimental trabalhando a base direcionada a física radiológica. ed. Prevenção de iatrogenias. Fundamentals of Nuclear Pharmacy. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HRALL. USA: Springer Verlag. G. OLIVEIRA. ação. 2001. Abordando em nível laboratorial a aplicabilidade da matéria. Cleveland.R. Riscos de reação alérgica.A. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan. ZIESSMAN. Assistência à Vida em Radiologia: Guia Teórico e prático São Paulo: Colégio Brasileiro de Radiologia. 2012. Medicina Nuclear. SIMAL. Folium: Belo Horizonte. .EMENTA: A disciplina de Meios de Contraste e Radiofármacos abordará: Meios de contraste e radiofármacos: conceito. com ênfase em elétrica. 2009. 272 p.

NOBREGA. Introdução ao magnetismo.C. Ed. PORTELA. Tecnologia radiológica e diagnóstico por imagem. em especial com tecidos biológica .). BIBLIOGRAFIA BÁSICA: 1. São Caetano do Sul – S.. Josmael. Energia: conceito. Força magnética.. Inácio da Nóbrega. Propriedades e conceitos físicos relacionados às radiações ionizantes de origem corpuscular e eletromagnética. sólidos. Circuitos de corrente contínua (C. I eletricidade.C.. Noções de carga elétrica e dos tipos de eletrização. . Circuitos: monofásicos.) Cir (C. corrente elétrica. líquidos e emulsões fotográficas. Meios de impressões e reconstruções de imagens radiológicas. Sistema Internacional de unidades. Elementos de circuitos eletricidades Elementos não resistivos (indutores e capacitores). bifásicos e trifásicos. Lei de Ohm e noções de análise de circuito elétrico. O tubo de raios X. Interações dos raios X com a matéria radiográfica – receptores.unidades (S.I.: Difusão.). conservação da energia. Introdução ao eletromagnetismo (campo magnético e eletricidade sistema de geração de imagem por raios X. – D. Características das radiações ionizantes aplicadas às diferentes tecnologias de produção de imagens radiológicas. fontes de energia. Produção dos raios-X e fatores que modificam seu espectro.Promover o domínio científico e prático das características das radiações ionizantes aplicada produção de imagens. Qualidade radiográfica. Retificação.C. Práticas: metodologias e simulações. Detecção das radiações por meio das interações físicas em gases. Controle geral das doses de radiação ionizante.A. Campo elétrico e suas propriedades Corrente elétrica.Conhecer os processos de interação da radiação com a matéria.Adquirir o conhecimento pleno da produção e absorção de raios X e fatores que modificam seu e . – A.. 2006.P. energ eletromagnetismo) e os fundamentos de física das radiações ionizantes e suas aplicações (medicina) .

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Écrans: Telas intensificadoras. E. Artes Médicas. Fatores que interferem na qualidade de imagem.MS). São Paulo. GARCIA. COMPONENTE CURRICULAR: Controle e Manutenção de Qualidade em Imagens Radiológicas Módulo: II Carga horária 60 CH Atividades Laboratoriais 20 Total 80 EMENTA: Fundamentos de Radiologia. F. Imagem radiográfica digital. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HENEINE. BIRAL. Biofísica Básica. Rio de Janeiro. Simone. Editora Guanabara Koogan. Rio de Janeiro: UERJ. Sao Caetano do Sul. C. Filmes radiográficos. Atheneu. F. 1998. Tratado de Técnica Radiológica e Base Anatômica. Processamento radiográfico. Radiações Ionizantes Para Médicos. L. Garantia de Qualidade (Portaria 453. Almir Inacio da (Org. 1994. A.E. São Paulo. Padrões de técnicas radiográficas.). Santos. NOBREGA.CHUNG. Controle de Qualidade e IQI. Kenneth L. Noções sobre teste de aceitação e de constância dos equipamentos.). SAVAREGO. FREITAS. Introdução a física nuclear. A . 5 ed. I. Karina Ferrassa (Colab. K. R.11. Bases da . 2003. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: CASSATI. & SOUSA. 2000. 1998. Insular. Radiologia Odontológica. 2001. A. BONTRAGER. A. Ed. Ed. I. São Paulo. 2002. SP: Difusao Editora. Curso de Odontologia em Radiologia. Tecnologia radiologica e diagnostico por imagem: guia para ensino e aprendizado. 6 ed. DAMAS. 2010. 4ed. Ed. Florianópolis. C. Biofisica. J. São Paulo. Físicos e Leigos. Sarvier. ROSA.. Negatoscópios.

Ação direta e ação indireta da radiação em seres vivos. 1998. 2006. Insular. 1999. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BONTRAGER. 4 ed. Harbra.radiologia convencional. . Princípio de uso da radiação no melhoramento de plantas. COMPONENTE CURRICULAR: Aplicações e Efeitos da Radiação Ionizante Módulo: III Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Aborda os efeitos das radiações ionizantes sobre células e tecidos e suas consequências. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: BITELLI. Tratado de técnicas radiológicas e bases anatômicas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. riscos e benefícios. Mutação gênica. 1ed. São Paulo:Editora do Grêmio Politécnico. Radiações Ionizantes Para Médicos. 2002. SP: Yendis. OKUNO. Estudo das consequências sobre o ciclo celular e o desencadeamento da morte celular. Físicos e Leigos. 1982. R. Thomaz. BIRAL. Radioproteção e Radiossensibilizadores e seu mecanismo. Emico. fatores modificadores da ação radiobiológica. Florianópolis. Efeito da radiação em ser humano. Kenneth L. 1 ed. Radiação – Efeitos. A. A relação destas lesões com o desenvolvimento do câncer e outras enfermidades. Ed. Ed. Dosimetria e Higiene das Radiações. Sao Caetano do Sul.

Tomografia computadorizada do corpo em pediatria. Práticas: metodologias e simulações.COMPONENTE CURRICULAR: Radiologia em Pediatria Módulo: III Carga horária 40 CH Atividades Laboratoriais 15 Total 55 EMENTA: Técnicas de produção de imagens de estruturas anatômicas representadas na radiologia por meio do uso de equipamentos radiológicos especializados. 2003. Radiologia pediátrica. 2001. Técnicas para avaliações mamográficas. Mari. COMPONENTE CURRICULAR: Processamento de Filmes e Imagens Radiográficas . odontológicas e para estudos específicos que utilizam fluoroscopia. 2003. 1996. Projetos Integradores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: HILTON. Antonio. Exames voltados para a criança e o recém nato. São Paulo: Robe Editorial. 2000. MOREIRA. SIEGEL. KIRKS. Ressonância magnética em pediatria. Diagnóstico por imagem em pediatria e neonatologia. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: DIETRICH. Diagnóstico por imagem em odontologia. Rio de Janeiro: Revinter. 2003. Ultra-sonografia pediátrica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Donald R. Rio de Janeiro: Revinter. Rosalind B. SIEGEL. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.

Lampignano. Processamento Radiográfico. Biossegurança quanto aos resíduos infectantes. John P. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Título Autor Edição Local Editora Ano LT Tratado de posicionamento radiográfico e Anatomia Associada Bontrager. . Kenneth L. Radiologia Digital. 7 Elsevier 2010 Radiologia Médica: Física. R São Paulo SENAC 1999 COMPONENTE CURRICULAR: Descarte de Resíduo Biológicos. Técnicas Radiológicas e Tomografia Computadoriza Costa. Ruido. Padrões de Técnicas Radiográficas. Químicos e Radioativos Módulo: III Carga horária 30 CH Atividades Laboratoriais 10 Total 40 EMENTA: Aspectos Ambientais. densidade. Processamento de Filmes. A. Formação da Imagem.. Aspectos gerais e principais definições do descarte de resíduos infectantes (biológicos). Garantia de Qualidade. Filmes Radiográficos. Negatoscópios. . J. Legislação quanto a tratamento e disposição final de resíduos de seviços de saúde. Écrans. Caracterização da Imagem. químicos e radioativos. . DIMENSTEIN. Velocidade. Denis Honorato Corrêa Júnior. químicos e radioativos. Armazenamento da imagem. Método de segregação e acondicionamento.Módulo: III Carga horária 30 CH Atividades Laboratoriais 10 Total 40 EMENTA: Histórico fotografia X radiologia. Noções básicas de radioproteção. Fatores de Qualidade de Imagem. Resolução. Edison e Orgs 1 Martinari 2007 Bases da Radiologia Convencional Karina Ferrassa Damas & Simone Savarego 2 Yendis 2007 Guia prático de artefatos em Mamografia: identificá-los e evitá-los BELFER. Definições de Grandezas radiológica.

COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas Radiológicas Convencionais e de Exames Contrastados Módulo: III Carga horária 110 CH Atividades Laboratoriais 30 Total 140 EMENTA: Princípios práticos e teóricos para a produção de imagens radiológicas clássicas realizadas com equipamentos Técnicas de produção de imagens de de raios-X convencional. 1ª edição. ambiente e saúde. Cristina Lúcia Silveira. FILHO. Vânia Elisabete. Manual de Biossegurança. Manual de Gerenciamento de Resíduos Sólidos dos Serviços de Saúde. Radiação – efeitos. SISINNO. digitais .BIBLIOGRAFIA BÁSICA: HIRATA. SCHNEIDER.Portaria 453/98 – Diretrizes básicas de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico. ANVISA . Emico. Ed. CALDART. 2ª edição. 3ª edição. Ed. CARVALHO. Resíduos sólidos. Rita de Cássia Emmerich. Paulo Hermes Silva. Mario Hiroyuki. Uso de equipamentos radiológicos convencionais. ROCHA. 2001. Atheneu. Manole. Fiocruz. Rio de Janeiro: Interciencia. Jorge Mancini. Boas praticas quimicas em biosseguranca. Harbra. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MASTROENE. 2010. 2004. 2ª edição. 1999. DOU 01/06/1998. estruturas anatômicas radiológicas. 2006. Educs. Marco Fabio. 2008. Ed. Paulo Roberto. Bioessegurança aplicada a laboratórios e serviços de saúde. Viviane. REGO. Ed. Tutela do meio ambiente do trabalho: saude e seguranca do trabalhador. OKUNO. riscos e benefícios. 1ª edição. 2005. Ed.

Renato. Rio de Janeiro: Revinter. 1999. Técnicas de posicionamento do paciente e correta incidência de raios-X principal para obtenção de imagens adequadas ao estudo radiológico proposto. Inovações e mudanças. Radiologia e diagnóstico por imagem para estudantes de medicina. MONNIER. Mascarenhas. Rio de Janeiro: Medsi. SUTTON. Manual de proteção radiológica aplicada ao radiognóstico. São Paulo: Roca. David. Robert A. David. SUTTON. Tratado de técnica radiológica e base anatômica. David. Christopher. HORNOS. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Atlas de medidas radiológicas. SUTTON. Práticas: metodologias e simulações. SISTROM. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Bibliografia Básica BONTRAGER. Theodore E. Bibliografia Complementar DIMENSTEIN. . 1999. Porto Alegre: Artmed. Radiologia e Imaginologia. São Paulo: Manole. KEATS.de alta tecnologia e especializados. Manual de diagnóstico radiológico. Fundamentos de Radiologia de Squire. Yvone M. 2003. Kenneth L. Tratado de radiologia e diagnóstico por imagem. NOVELLINE. 2001. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Projetos Inovadores. São Paulo: Senac. 2003. s/d. 2003. 2002.

Sebastião Lázaro Pereira portador do RG nº xxx e CPF xxxx. com turmas compostas de . devidamente cadastrada no CNPJ sob o nº xxxx. na modalidade a Presencial. vem respeitosamente requerer a Vossa Senhoria a Autorização para a oferta dos cursos Técnicos em xxxx do Eixo Tecnológico xx. xxxxx – xxxxx CEP xxx– Rio Verde/GO.PPCs – ESTÉTICA Exma Senhora Maria Ester Galvão de Carvalho Presidente do Conselho Estadual de Educação do Estado de Goiás REQUERIMENTO Prof. Dr. A forma de oferta subseqüente e concomitante. Reitor da Universidade de Rio Verde Av. aproximadamente 40 alunos.

Reitor Universidade de Rio Verde situado a Av. Sebastião Lázaro Pereira. xxxxx – xxxxx CEP xxx– Rio Verde/GO. Dr. devidamente cadastrada no CNPJ sob o nº xxxx. DECLARO E COMPROMETO a inserção de todos os alunos devidamente matriculados nos cursos técnicos de Educação Profissional de Nível Médio no SISTEC. conforme solicitação do Conselho Estadual de Educação.DECLARAÇÃO Eu. Prof. .

estudos e debates desencadeados a partir do Encontro Nacional de Saúde. Os avanços tecnológicos e científicos da cosmética.154/04.0. assim como a incorporação de procedimentos complementares aplicados pelos esteticistas nos tratamentos em saúde. integraram a Estética à área profissional de Saúde. Incorpora inovações decorrentes dos avanços científicos e tecnológicos deste segmento.Justificativa Habilitação Técnica de Nível Médio de Esteticista – Eixo Profissional de Meio ambiente e Saúde com interface na área de Imagem Pessoal atende ao disposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LD B. Eixo Tecnológico Saúde e Meio Ambiente gerando a necessidade de revisão no processo de formação do Esteticista. Entretanto.1.394/96. no Parecer CNE/ CEB nº 11/12 e na Resolução CNE/CEB nº 06/12 do Conselho Nacional de Educação demais normas do sistema de ensino e na legislação que regulamenta as atividades da área de Saúde. por estar fortemente identificado com a promoção da beleza. Na perspectiva de atualizar o perfil profissional de conclusão para que os egressos possam acompanhar as transformações do setor produtivo e da sociedade. o Plano de Curso de Técnico Esteticista mantendo-se alinhado às exigências específicas da ocupação e da área da Saúde. dos equipamentos eletrônicos e da medicina. Lei Federal nº 9. nas discussões iniciais. . A partir de 1997. para a elaboração dos Referenciais Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. em 1999. o segmento da Estética foi inserido na área profissional de Imagem Pessoal. hoje. no Decreto Federal nº 5.

Considerados também os tratamentos dermatológicos. psicológicas e sociais do processo saúde-doença. apontando especificidades para os trabalhadores da área e reafirmando a necessidade do compromisso destes com uma concepção de saúde que transcende à visão setorial e diversifica os seus campos de prática profissional. A Estética está circunscrita. proteção e recuperação da saúde. desenha-se um cenário bastante propício à ampliação da inserção do esteticista nesses e em outros segmentos da saúde a eles associados. na promoção. especialmente. Os cursos a serem ofertados pela Universidade de Rio Verde comprometem com esses princípios.confirmam a Estética como campo de estudo e de aplicação da área profissional de Saúde. priorizam a idéia da Saúde como condição de cidadania que assegura mais e melhores anos à vida das pessoas. Segundo a Associação Brasileira de Cirurgia Plástica. na medida em que privilegiam a integralidade da atenção à saúde. Entendida em sentido amplo a Saúde é considerada como “bem comum” na perspectiva da qualidade de vida. Nas clínicas médicas especializadas em tratamentos estéticos é cada vez mais freqüente a presença do esteticista atuando em equipes multiprofissionais. Os Referenciais Curriculares Nacionais alinhados com os princípios norteadores da Reforma Sanitária. que varia nos diversos momentos históricos e no desenvolvimento científico da humanidade. inclusive em tratamentos pré e pós-cirúrgicos. considerando as dimensões biológicas. mediante a preparação de profissionais para atuarem na promoção. o Brasil é recordista mundial nesta prática. proteção. . recuperação e reabilitação da saúde. O processo saúde-doença representa o conjunto de relações e variáveis que produzem e condicionam o estado de saúde e doença de uma população.

o Brasil salta da sexta para a quarta posição no ranking mundial de consumo de produtos de higiene pessoal.O conceito de estética está vinculado à qualidade de vida. à melhoria da aparência e à prevenção de problemas que afetam a saúde. reportando-se à pesquisa realizada pela Euromonitor e divulgada pela Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal. em 2005. como conseqüência. perfumaria e cosméticos”. de modo que possam orientar sua ação com vista ao bem-estar daqueles que estão sob seus cuidados.fatores associados ao bemestar e que estão no âmbito de ação do esteticista. Com um faturamento de US $ 13.8 bilhões. que requer profissionais habilitados para atender a públicos diferenciados. Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) destaca que “os brasileiros estão entre os povos que mais se preocupam com a aparência pessoal. Considerando esses aspectos. o setor faturou US$ 225 milhões com vendas no mercado externo e em 2004 alcançou cifra próxima aos US$ 280 milhões com exportações. No período entre 1999 e 2003 as exportações do setor apresentaram crescimento acumulado de 103%. Univerde oferece este curso com o objetivo de propiciar condições aos alunos para que desenvolvam as competências gerais da área de Saúde e as específicas da habilitação técnica de nível . assim como o aumento de espaços nos quais se realizam tratamentos estéticos. Nesta perspectiva encontra-se a interface entre as áreas profissionais de Saúde e de Imagem Pessoal e destaca-se o significativo crescimento das indústrias de cosméticos no País. Tais fatores têm contribuído para a expansão do campo da estética. Mais do que isto. Em 2003. aos cuidados de saúde e de beleza para a manutenção e preservação da pele e. o Brasil já exporta para mais de cem países. Atualmente. demanda por esteticistas com formação que lhes permita atuar criticamente diante dos apelos sedutores de “consumo da beleza”. à elevação da auto-estima. Com relação ao impulso da indústria cosmética a Agência SEBRAE de Notícias.

aplicando com segurança. a tecnologia e as práticas sociais relacionadas com os princípios da cidadania responsável. inclusive terapias alternativas para o embelezamento facial e corporal. e mantendo compromisso com a qualidade. políticos e éticos. qualificando-o a desenvolver de forma plena e inovadora as atividades em estética humana. procedimentos estéticos e cosméticos. respeitando valores estéticos. .1-Geral Formar profissional competente. identificando as necessidades de encaminhamento a outros profissionais da área de saúde. a ciência. por meio de diagnóstico responsável as necessidades de tratamento estético de cada indivíduo. 2. 1.médio de Esteticista definidas a partir da análise do processo de trabalho desse segmento.2-Específicos  Identificar. o trabalho. ético e empreendedor para atuar no segmento de estética e cosmética. Objetivos 2. especialmente da área de Saúde e do campo da Estética.  Relacionar-se bem com os clientes. criando um clima de confiança e respeito mútuo e ter competência para interagir com profissionais de outras áreas de modo a utilizar diversos conhecimentos na promoção da beleza e do bem estar. e na proteção à saúde do indivíduo.  Reconhecer os limites éticos de sua competência. A Instituição se propõe a permanente atualização deste Plano de Curso. mediante contato permanente com especialistas da área e com o setor produtivo.  Manter-se atualizado por meio de educação continuada inclusive em cursos de pós-graduação lato e stricto sensu. a fim de acompanhar as transformações tecnológicas e sócio-culturais do mundo do trabalho.

integrando suporte científico. e desenvolver ações administrativas em sua área de atuação. técnicas e tecnologias às suas ações e responder às situações cotidianas e imprevisíveis com flexibilidade e criatividade. contribuindo de forma efetiva para a promoção. spas.0. Para tanto deve. no decorrer do curso. proteção e recuperação da saúde. mobilizar e articular com pertinência os saberes necessários à ação eficiente e eficaz. – Assumir postura profissional condizente com os princípios que regem as ações na área de Saúde. respeitando a ética. Realizar pesquisas mercadológicas e técnico-científicas nas áreas de estética e cosmetologia. Atua. atuando em equipes multidisciplinares e relacionando-se adequadamente com os clientes. procedimentos estéticos relativos ao seu campo de atuação. . hotéis e outros espaços voltados à promoção do bem-estar. tecnologias de cosméticos e de equipamentos. em espaço próprio ou em atendimento domiciliar. 3. atendimento dermatológico e de cirurgia plástica em institutos de estética e de beleza. tecnológico e valorativo que lhe permita: – Buscar atualização constante e autodesenvolvimento por meio de estudos e pesquisas e de forma crítica propor inovações. na perspectiva da atenção integral à saúde. Este profissional deve possuir as competências necessárias para avaliar.PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO O Técnico Esteticista é o profissional da Saúde que atua em clínicas médicas e demais serviços de saúde que integrem ações coletivas. academias. orientar indivíduos/grupos acerca dos cuidados com a pele com domínio das técnicas. identificar e incorporar novos métodos. indicar e executar com segurança. também.

visando proteger a saúde do profissional e do cliente e preservar o meio ambiente. nutrição. a qualidade no atendimento e o compromisso social com a população. comprometendo-se com os princípios da ética. da preservação da saúde e do desenvolvimento social. considerando as técnicas. orientando suas atividades por valores expressos no ethos profissional. – Selecionar e adotar procedimentos que garantam a segurança. em organizações do segmento de imagem pessoal ou na condução do seu próprio negócio. e considerando os condicionantes e determinantes do processo saúde-doença. uso de produtos cosméticos ou fármacos. nos hábitos de vida. as principais tendências do . acompanhando e incorporando de forma crítica. bem como atender à legislação e às normas que regem a prestação dos serviços de saúde. condições de saúde. esse profissional deverá constituir as seguintes competências específicas da habilitação: – Reconhecer-se como profissional da Saúde que interage em um sistema complexo com diversos atores. – Selecionar e aplicar o procedimento estético mais adequado a cada caso. resultante da qualidade e do gosto pelo trabalho bem feito. fisiológicos. Para atender às demandas do processo produtivo. visando o atendimento em estética.– Gerenciar seu percurso profissional com iniciativa e de forma empreendedora ao prestar serviços em instituições de saúde. respaldando sua ação na perspectiva do ser humano integral. equipamentos e cosméticos disponíveis. equipamentos e locais de trabalho. da sustentabilidade ambiental. fisiopatológicos e dermatológicos. – Atuar com responsabilidade. a higiene e a profilaxia do instrumental. – Avaliar as condições físicas do cliente com base nos aspectos anatômicos.

– Informar e orientar clientes/comunidade quanto à incorporação do autocuidado nas atividades diárias e medidas geradoras de melhores condições de vida. possuir as competências gerais da Área Profissional de Saúde: – Identificar os determinantes e condicionantes do processo saúde-doença. – Interpretar e aplicar legislação referente aos direitos do usuário. . na perspectiva da autonomia na promoção e manutenção da própria saúde. – Realizar trabalho em equipe. Em consonância com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. e habilidades na definição de estratégias que contribuam para a sustentabilidade do empreendimento.segmento. – Identificar a estrutura e organização do sistema de saúde vigente. também. tendo em vista o caráter interdisciplinar da área. – A plicar normas de biossegurança. – Planejar e organizar o trabalho na perspectiva do atendimento integral e de qualidade. – A plicar princípios e normas de higiene e saúde pessoal e ambiental. mobilizando e articulando conceitos e princípios de empreendedorismo. – Gerir um negócio com visão sistêmica. – Identificar funções e responsabilidades dos membros da equipe de trabalho. o Esteticista deve. – Identificar e aplicar princípios e normas de conservação de recursos não renováveis e de preservação do meio ambiente. avaliando indicações e contra-indicações e observando os limites de atuação. correlacionando conhecimentos de várias disciplinas ou ciências.

0. – Realizar primeiros socorros em situações de emergência. – Avaliar riscos de iatrogenias ao executar procedimentos técnicos. instalações e equipamentos. – Prestar informações ao cliente. – Orientar clientes ou pacientes a assumirem a própria saúde. 4. – Operar equipamentos próprios do campo de atuação. – Utilizar recursos e ferramentas de informática específicos da área. – Coletar e organizar dados relativos ao campo de atuação.– Aplicar princípios ergonômicos na realização do trabalho. protocolos de trabalho. – Interpretar e aplicar normas do exercício profissional e princípios éticos que regem a conduta do profissional de saúde.Estrutura Curricular . – Registrar ocorrências e serviços prestados de acordo com exigências do campo de atuação. – Identificar e avaliar rotinas. zelando pela sua manutenção. ao sistema de saúde e a outros profissionais sobre os serviços que tenham sido prestados. ao paciente.

A estrutura curricular. no entanto. sem. planejar. . encará-las como elementos estanques e separados. roteiros e desenvolvimento de ações de forma contextualizada. Os módulos de ensino se articulam nos fundamentos teóricos que embasem a relação entre o conhecimento e sua aplicabilidade na vida profissional. prever. O segundo com carga horária de 605 horas ja inclusa a carga horária de estágio supervionado. Será obrigatório o estudo de problemas concretos. possibilitando o intercâmbio entre os professores dos diversos Colegiados da Escola e do mercado de trabalho da área de Ambiente e Saúde. o terceiro módulo com carga horária de 550 horas também ja computadas a carga horária de estágio supervisionado. Adotar-se-á a abordagem pedagógica construtivista utilizando-se a metodologia de projetos educacionais em que os trabalhos desenvolvidos entre professores e alunos passam pela interdisciplinariedade como meio de possibilitar ao aluno construir conhecimentos com capacidades de analisar. supervisionar. proposta para o curso Técnico em Estética está organizada com carga horária de 1605 horas distribuídas em três módulos Sendo o primeiro com carga horária de 450 horas. intervir. que serão trabalhadas metodologicamente em competências e habilidades e não em forma de disciplinas ou matérias com conteúdos isolados. interdisciplinar com base em princípios inerentes a um processo de aprendizagem novo. As competências poderão ser trabalhadas pelos docentes da área ou por profissionais das diversas especialidades ou formação em áreas de ensino.O desenho curricular do Curso Técnico em Estética está organizado de forma modular. na sua área de atuação. a realização de projetos de investigação. explicar. agregando funções correspondentes ao agrupamento de competências e habilidades da área. participativo e autônomo. devendo reconhecer as aprendizagens múltiplas construídas ao longo do contexto da escola e das experiências trazidas pelos alunos.

5. capilar e Cutâneos Massoterapia Estágio Supervisado SUBTOTAL Estética de mãos e pés Nutrição e Estética Técnicas estéticas Técnicas de atendimento ao CARGA ATIVIDADES HORÁRIA 70 40 80 LABORATORIAIS 20 10 25 80 25 60 20 350 60 60 70 80 15 5 100 15 15 20 25 60 185 515 60 60 80 15 00 90 15 15 25 40 10 40 10 195 00 475 1340 75 265 cliente Evolução e envelhecimento humano Estágio Supervisionado SUBTOTAL TOTAL 1. corporal.0-Matriz Curricular MÓDULOS COMPONENTES CURRICULARES Bioquimica Psicologia em Saúde Noções de cosmetologia MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III Anatomia e fisiologia humana Fundamentos da Estética e Cosmética Orientações de estágio SUBTOTAL Biossegurança Fisiopatologia das disfunções Estéticas Cosmetologia Estética: facial.605 h .

Princípios de Bioquímica . RÖHM. L. 2001. 2000. FARRELL. Introdução a Bioquímica. 2011. São Paulo. Bioquímica: volume 1 . Metabolismo de Proteínas. Rio de Janeiro: Ed. CAMPBELL. 2000.Bioquímica básica. VIEIRA. 1 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KOOLMAN. 2013. 2006. C. São Paulo: Atheneu. SACKHEIM. Química e Bioquímica para Ciências Biomédicas. RS: ARTMED. campos de atuação e sua aplicação em diferentes contextos sociais. buscando compreender a função. São Paulo: Edgard Blucher. oferecendo subsídios para a compreensão dos fenômenos bioquímicos que estão associados à manutenção vital BIBLIOGRAFIA BÁSICA: LEHNINGER.. Rio de Janeiro: Atheneu. Klaus-Henrich. Metabolismo de Carboidratos. Metabolismo de Lipídios. Psicologia da Saúde e o desenvolvimento dos aspectos psicológicos e humanizados relacionado à atuação dos profissionais de saúde e o desenvolvimento psicossocial do individuo dentro do processo saúde-doença. G. Bioquímica. Bioquímica celular e biologia molecular. STRYER. M. Robert. Jan. 4. 2006. 2002. Guanabara Koogan. GAZZINELLI. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas.. Porto Alegre. v. ed. Bioquímica: texto e atlas. Metabolismo de Aminoácidos. SP: Cengage Learning. Enzimologia. e MARES-GUIA. E. Mary K. Shawn O. DEVLIN. L. A.COMPONENTE CURRICULAR: Bioquímica Módulo: I Carga horária 70 CH Atividades Laboratoriais 20 Total 90 EMENTA: Princípios de Química Orgânica. Harper Bioquímica. São Paulo: Edgar Bleush. Princípios da Regulação do Metabolismo.São Paulo: Manole. . COMPONENTE CURRICULAR: Psicologia em Saúde Módulo: I Carga horária 40 CH Atividades Laboratoriais 10 Total 50 EMENTA: Análise da evolução da Psicologia. MURRAY.

Porto Alegre: Artmed. SMITH. Porto Alegre. E ampl. Ed. et al. 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: ATKINSON.. Regulamentação de produtos cosméticos de origem natural.Plantas medicinais no Brasil: . Fernando de. Cláudia Maria Oliveira. ATKINSON. COMPONENTE CURRICULAR: Noções de Cosmetologia Módulo: II Carga horária 70 CH Atividades Laboratoriais 20 Total 90 EMENTA: Métodos de obtenção de substâncias de origem vegetal. Edward E. Mirian Pinheiro de (Et al. RS: Artmed. ed. 2007 e edições anteriores. SIMONETTI.Ativos Dermatológicos. SP: Casa do Psicólogo. RIBEIRO. princípios ativos naturais.).Constituintes químicos ativos e propriedades biológicas de plantas medicinais brasileiras. 14. ANGERAMI-CAMON.O. Florianópolis: Ed. Ana Mercês Bahia. Rita L. Fitocosméticos: definição. AKISUE. LORENZI. Alfredo. CE: UFC. Ed. Manual de psicologia hospitalar: o mapa da doença. Meyre Eiras de Barros et. 1. RJ: Pharmabooks.. . da UFSC. 2009. AKISUE.). R. SOUZA.. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SIMÕES. Valdemar Augusto (Org. FURTADO.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: BRAGHIROLLI. 2009. Maria Kubota. Introdução à psicologia de Hilgard. 1... São Paulo: Cengage Learning. Biocosméticos: definição. J. STRAUB. 2010. Psicologia da saúde. São Paulo: Makron. 2008. Odair. Psicologia Geral. MATOS. ed. aplicações. certificação de produtos orgânicos e produção de produtos. Francisco José de Abreu. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia. ver. TEIXEIRA. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: MCINTYRE. 2009.C. GUIA COMPLETO DE FITOTERAPIA SOUSA. 2007. Richard C. v. Linda L. PINTO. 3. 30.Farmacognosia: da planta ao medicamento. São Paulo. biodiversidade. 2. São Paulo: Saraiva Siciliano S/A. produção de fitocosméticos. 2. OLIVEIRA. M aria de Lourdes Trassi. Ed. 2006. Ed. Valeria Maria. Ed. Pharmabooks.São Paulo: Atheneu. 6. 13. BOCK.Farmacognosia. Harri. 6.São Paulo: Alínea. São Paulo.Cosmetologia Aplicada a Dermoestética. Ed. 445 p. Ed. Psicossomática e a psicologia da Dor . ANNE.2012. Al. RJ: Vozes. Fortaleza. 2004. DAVIDOFF. Gokithi. E. M. Introdução à psicologia . 2011. Petrópolis. Cuidar de idosos no contexto da família: questões psicológicas e sociais. 2005.

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Cosmetologia Aplicada à Dermoestética . Constituição do produto cosmético a que tipo de tratamento corporal o mesmo é destinado BIBLIOGRAFIA BÁSICA: Fundamentos de estética: ciências gerais. GUIRRO.. Cabelo. . 4. Andrei. Eduardo.2010. São Paulo: LPM. e ampl. 2006. M. Martine. na prática. 2. José. Conhecimento sobre os produtos cosméticos.EMENTA: Termos técnicos usados na cosmetologia. Cosmetologia.São Paulo: Ed. Cosmetologia: descomplicando os princípios ativos. PEYREFITTE. Cosmetologia:princípios básicos. Fábio dos Santos. Cláudio de Jesus. Cosmetologia: biologia geral: biologia da pele. Fisioterapia dermatofuncional: fundamentos. 2000. Rinaldo Roberto de J. Noções gerais de Histologia dos cabelos e cosmetolo gia aplicada à estética capilar. Marie-Claude. ed. ed. Marie-Claude. 507p. Cosmetologia aplicada a dermoestética. Cosmetologia. GUIRRO. São Paulo. para aplicação correta. Célia Regina. Constituição do produto cosmético a que tipo de tratamento e pele o mesmo é destinado. BORGES. 2010. 2010. BARATA. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2009. Gérard. 3. 11. Dr. Formulações dos produtos cosméticos e nela saber identificar as substâncias ativas e as que fazem parte da base ou veículo do produto.. PRUNIERAS. Manual de Cosmetologia Dermatológica. recursos e patologias.In: Dermato-Funcional: Modalidades Terapêuticas nas Disfunções Estéticas. 2. Cengage RIBEIRO. Termos técnicos usados na cosmetologia. Cláudio. Rosaline Kelly. São Paulo: Pharmabooks. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: CARVALHO. SP: Andrei. quanto a sua composição e ação de acordo com a composição. 1998. 1998. Histologia básica. 2008 e edições anteriores PEYREFITTE. São Paulo: Andrei. Martine. São Paulo. Dermatofuncional: modalidades terapêuticas nas disfunções estéticas. na prática. Produtos cosméticos. Ed. São Paulo: Pharmabooks. São Paulo: Tecnopress. RIBEIRO. destes produtos sobre as disfunções estéticas corporais. biologia da pele. Barueri. Elaine Caldeira de O. CARNEIRO. São Paulo. Elevação JUNQUEIRA. 2010. destes produtos sobre a pele e anexos. reimpr. biologia geral. 2000. MARTINI. volume 2 . Luciano. Formulações dos produtos cosméticos e nela saber identificar as substâncias ativas e as que fazem parte da base ou veículo do produto. Processos alérgicos em situações em que o produto cosmético aplicado ou utilizado é causador da alergia. GOMES. CHIVOT. São Paulo: Phorte Editora. Processos alérgicos em situações em que o produto cosmético aplicado ou utilizado é causador da alergia. ed. MARTINI. 2. quanto a sua composição e ação de acordo com a composição. BARSANTI. rev. SP: Phorte. SP: Manole. Luiz Carlos Uchôa. ed.. Gérard. para aplicação correta. CHIVOT.

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banhos medicinais. 2006 CASCUDO. Alimentos: um estudo abrangente. J. NELSON. Luís da Câmara. 2006. até o planejamento de intervenções que dizem respeito a nutrição e à Enfermagem. 2. MOREIRA. Atenção nutricional: abordagem dietoterápica em adultos. Estadode carência alimentar.COMPONENTE CURRICULAR: Nutrição e Estética Módulo: III Carga horária 60 CH Atividades Laboratoriais 15 Total 75 EMENTA: Apresentar um panorama das ações de nutrição que envolve o processo saúdedoença. 2009. São Paulo: Atheneu. CHIARELLO. V. Barueri. FRANCO. aromaterapia. Ed. técnicas de relaxamento e meditação. David L. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: DUTRA-DE-OLIVEIRA. Louis H. Higiene e toxicologia dos alimentos. Paula Garcia. São Paulo: Atheneu. japonesa. 4. Ciências nutricionais. História da alimentação no Brasil. BODINSKI. G. Ayurveda e reflexologia. COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas Estéticas Módulo: III Carga horária 80 CH Atividades Laboratoriais 25 Total 105 EMENTA: Fundamentos de terapias chinesa. metal e social do indivíduo. Dietoterapia Princípios e Práticas: um estudo. São Paulo: Global. além de outros recursos para . José. Ed. J. MARCHINI. 2007. 2008.2. 2001. et al. WAITZBERG. Nutrição no processo de desenvolvimento físico. AVANY FERNANDES. Dan Linetzky. Nutrição Oral Enteral e Parenteral na Prática Clínica. Metabolismo e dinâmica corporal dos nutrientes essenciais. Guanabara. 2000. 2007 EVANGELISTA.. Ed. Sérgio.Lehninger princípios de bioquímica. São Paulo: Sarvier. SHILS. SP: Manole. Rio de Janeiro: Atheneu. Educação alimentar. Composição Química dos Alimentos. São Paulo: Atheneu. São Paulo: Sarvier. desde os principais cuidados de nutrição desenvolvidos. E. 2007. Maurice E. Yogaterapia. Indicadores de estado da comunidade. Dietoterapia – uma abordagem prática. Noções de cromoterapia. 2006. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: PEREIRA. Princípios de Dietoterapia. Ed. 9.3. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan. Emilia Addison Machado. Nutrição moderna na saúde e na doença.

Diagnosticar as necessidades da organização para definir as estratégias e políticas do marketing de relacionamento. operacional e colaborativo. M. Index ABC: ingredientes para a indústria de produtos de higiene pessoal. O papel do SAC e do Ombudsman. SAC (serviço de atendimento ao cliente) e ombudsman (ouvidoria). planejar. Dimensionar. Monitorar os resultados através da definição da longevidade do cliente (LTV) e do ponto de equilíbrio (break even point) das ações adotadas . estruturar e implementar o marketing de relacionamento. O uso da tecnologia cosmética no trabalho do profissional cabeleireiro. 3. ed. 2009. Beleza total: estética. São Paulo: SENAC. 2008. cuidado e vida saudável. RIVITTI. São Paulo: Atheneu. P. V. L. Dermatologia. São Paulo: Artes Médicas. através da definição dos processos de gestão do DBM e canais de atendimento. P. A. P. L. São Paulo:Atheneu. Dermatologia estética. BRANDÃO. V. ed. S. 3. dimensionamento e desenvolvimento de estratégias de relacionamento com os clientes. SABARA. Planejamento. ed. 2. 2009.Compreender as diferenças entre CRM analítico. 2009. BIBLIOGRAFIA BÁSICA: SAMPAIO. Dermatologia estética. São Paulo: DCL. ed. 2010. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: KEDE. cosméticos e perfumes. A. M. L. Estruturação e integração dos canais de comunicação com o cliente através do Sistema de CRM. KEDE.promover a beleza e o bem estar. monitoramento e mensuração de ações de relacionamento. 2008. A. Implementação. COMPONENTE CURRICULAR: Técnicas de Atendimento ao Cliente Módulo: III Carga horária 40 CH Atividades Laboratoriais 10 Total 50 EMENTA: Atendimento e satisfação do cliente. GOMES. São Paulo: Phamabooks.. E. 2.

Gestão de Marketing. LARENTIS. a Insuficiência cerebral e a Iatrogenia. a Instabilidade a Incontinência. Ian. São Paulo: Futura.. 1998. 2004.Curitiba: IESDE. COMPONENTE CURRICULAR: Evolução e envelhecimento Humano Módulo: III Carga horária 40 CH Atividades Laboratoriais 10 Total 50 EMENTA: Fisiologia e processo do envelhecimento. 2004. sociais.  Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem. psicológicos. Philip. TAVARES.  Identificar cuidados de enfermagem indicados no atendimento às necessidades básicas do idoso  Prestar orientações e cuidados de enfermagem ao idoso. ed. Administração de marketing: análise . implementação e controle. Carlos A. Problemas típicos das pessoas de idade avançada: a Imobilidade. Prevenção de acidentes. Marcelo Piragibe.  Identificar sinais e sintomas. JAMIL. São Paulo: Axcel. 2008. Marketing de relacionamento. . Database Marketing: marketing de relacionamento.  Prestar assistência e orientações ao idoso portador de patologias. GONÇALVES.A. caracterizar a prevenção e reabilitação dos distúrbios patológicos mais comuns. Comportamento do consumidor e marketing de relacionamento.. Curitiba: IESDE Brasil S. Guia de implementação de marketing de relacionamento e CRM. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR: Bibliografia Complementar SANTIAGO. Fabiano. Wolmer R. 4. planejamento. 2001. 2008. Roberto.. MADRUGA. São Paulo: Atlas. São Paulo: Atlas. GORDON. George L.BIBLIOGRAFIA BÁSICA: KOTLER. COMPETÊNCIAS/ HABILIDADES  Identificar processos de envelhecimento nos seus aspectos fisiológicos.

 Prestar cuidados de enfermagem ao idoso portador de necessidades básicas. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Yeda Aparecida de Oliveira. 2. P. BERKOW. Campinas: Papirus. 2005. 1991. 198 p. São Paulo: Atheneu. RODRIGUES. CARVALHO FILHO. B. DIOGO. KAUFFMAN. Gerontologia.. São Paulo: Ateneu. Jane. São Paulo: Roca. PAPALEO NETTO. Atendimento domiciliar: um enfoque gerontológico. São Paulo: Atheneu. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.. ed. 1996. ed.. Matheus. DUARTE. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ABRAMS. Geriatria: fundamentos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. Maria José D. Brunner & Suddarth: tratado de enfermagem médicocirúrgica.. Matheus. 1996. BIBLIOGRAFIA BÁSICA BRASIL. Brasília : Ministério da Saúde. Como cuidar dos idosos. R. 11ª ed. DIOGO. Maria José D.. 1994. L. CARROLL. SMELTZER. 16 PAPALEO NETTO. 2001 PAPALEO NETTO. Manual Merk de geriatria. Enfermagem para idosos: guia prático. 2. BARE. 2009.G. B. . 2005. BRUE.  Realizar atendimento ao idoso com os problemas mais típicos. 634 p. W. São Paulo: Atheneu. Urgências geriátricas. S. clínica e terapêutica. 2006. Timothy L. C. 128 p. Matheus. 2001. Manual de reabilitação geriátrica. Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem. São Paulo: Andrei. Rosalinda A. Eurico Thomaz. Mary.

O Conceito de Saúde e do Processo Saúde e Doença.br/gestores/sala_de_leitura/saude 3 Agência Sebrae de Notícias.br/site/noticia.kmf? noticia=5029203&canal=214&total=532&indice=0 .interjornal.MINSTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC. 2 Saúde e Cidadania. www.Área Profissional: Saúde. 07/08/2006.saude. Brasília: . http://asn.gov.com. 2000.Bibliografia 1 BRASIL. Indústrias de cosméticos lucram com a vaidade brasileira.sc. Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Profissional de Nível Técnico .