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Seminário Nacional Unimed de Saúde Ocupacional e Acidente do Trabalho 2012 Como o médico da Unimed

Seminário Nacional Unimed

de Saúde Ocupacional e Acidente do Trabalho

2012

Como o médico da Unimed deve se preparar para auxiliar nos processos

judiciais - NTEP

Período de 2007- 2012 Total de casos CID M 420 620 CID F 29 Outros CIDs

Período de 2007- 2012

Total de casos CID M 420 620 CID F 29 Outros CIDs 109 CID S 62
Total de
casos
CID M
420
620
CID F
29
Outros CIDs 109
CID S
62
Hipertensão
Erisipela
Varizes
Hérnia Inguinal
Calos/Calosidades
Total de casos 620 74 casos não contestados 546 casos contestados
Total de casos 620 74 casos não contestados 546 casos contestados
Total de casos 620
74 casos não contestados
546 casos contestados

Histórico relativo à Perícia do INSS

Histórico relativo à Perícia do INSS A Perícia do INSS sempre teve a competência de julgamento
A Perícia do INSS sempre teve a competência de julgamento do nexo técnico entre doença do
A Perícia do INSS sempre teve a
competência de
julgamento do nexo técnico
entre doença do empregado,
agravo e a sua atividade laboral.
A Perícia do INSS é considerada
Instância Superior na
hierarquia administrativa.
O julgamento do Nexo Técnico
envolvia uma anamnese criteriosa,
exame físico, análise de exames complementares,
análise de prontuário e visita do Perito do INSS
ao posto de trabalho, condição esta considerada
essencial pelo Conselho Federal de Medicina
para a decisão final.
O Nexo Técnico Previdenciário O Nexo Técnico Previdenciário poderá ser de três espécies: I - nexoDecreto nº 3.048, de 1999. II - nexo técnico por doença equiparada a acidente de trabalho ou nexo técnico individual, decorrente de acidentes de trabalho típicos ou de trajeto, bem como de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele relacionado diretamente, nos termos do § 2º do art. 20 da Lei nº 8.213/91 . III - nexo técnico epidemiológico previdenciário, aplicável quando houver significância estatística da associação entre o código da Classificação Internacional de Doenças-CID, e o da Classificação Nacional de Atividade Econômica-CNAE, na parte inserida pelo Decreto nº 6.042/07, na lista B do anexo II do Decreto nº 3.048, de 1999; " id="pdf-obj-4-2" src="pdf-obj-4-2.jpg">

O Nexo Técnico Previdenciário

O Nexo Técnico Previdenciário poderá ser de três espécies:

I - nexo técnico profissional ou do trabalho, fundamentado nas associações entre patologias e exposições constantes

das listas A e B do anexo II do

II - nexo técnico por doença equiparada a acidente de trabalho ou nexo técnico individual, decorrente de acidentes de trabalho típicos ou de trajeto, bem como de condições especiais em que o trabalho é realizado e com ele relacionado diretamente, nos termos do § 2º do art. 20 da Lei nº 8.213/91.

III - nexo técnico epidemiológico previdenciário, aplicável quando houver significância estatística da associação entre o código
III - nexo técnico epidemiológico previdenciário,
aplicável quando houver significância estatística da associação
entre o código da Classificação Internacional de Doenças-CID,
e o da Classificação Nacional de Atividade Econômica-CNAE,
na parte inserida pelo Decreto nº 6.042/07,
na lista B do anexo II do Decreto nº 3.048, de 1999;
A partir da criação do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário III (NTEP), a Perícia do INSS deixou
A partir da criação do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário III (NTEP), a Perícia do INSS deixou
A partir da criação do Nexo Técnico Epidemiológico
Previdenciário III (NTEP), a Perícia do INSS deixou
de realizar as visitas de vistorias no local de trabalho
nas Empresas e passou a emitir decisões
revertendo a condição de B31 para B91,
obrigando o recolhimento do FGTS pelas Empresas

O INSS não tem julgado em tempo hábil as defesas

apresentadas pela Empresa, acumulando grande quantidade de Recursos Administrativos.

Importante: █Os casos transformados pelo INSS em Doença Profissional, terão estabilidade no emprego de modo vitalício
Importante:
█Os casos transformados pelo INSS em Doença Profissional,
terão estabilidade no emprego de modo vitalício
até a aposentadoria, como fruto do acordo da
Convenção Coletiva se os recursos
interpostos forem indeferidos.
█ Em outras situações , estes casos terão estabilidade no
emprego durante um ano, após o retorno ao trabalho,
conforme definição pela C.L.T.,
se os recursos interpostos forem indeferidos.
█ Se neste período de estabilidade ocorrer novo
afastamento pelo mesmo motivo da doença profissional,
ao retornar o empregado terá mais um ano de estabilidade,
a contar da data de retorno ao trabalho.
█ Sucessivamente ele poderá adquirir a estabilidade
vitalícia, bastando um dia de afastamento do
trabalho por ano, pelo mesmo motivo, até
alcançar o tempo para a aposentadoria
por tempo de serviço.
█ A empresa poderá requerer ao INSS,
a não aplicação do NTEP
aos agravos que repute não possuírem nexo causal
com o trabalho exercido por seus trabalhadores.
█ A Agência da Previdência Social – APS mantenedora do benefício informará ao segurado sobre a
█ A Agência da Previdência Social – APS
mantenedora do benefício informará ao segurado
sobre a contestação da empresa, para,
querendo, impugná-la, no prazo
de 15 dias da ciência da contestação.
█ A análise do requerimento e das provas produzidas
será realizada pela Perícia Médica do INSS
█ A empresa deverá demonstrar que gerencia adequadamente o ambiente de trabalho, eliminando e controlando os
█ A empresa deverá demonstrar que gerencia
adequadamente o ambiente de trabalho, eliminando
e controlando os agentes nocivos à
saúde e à integridade física
dos trabalhadores

Juntamente com o requerimento, a empresa deverá apresentar documentação probatória, contendo evidências circunstanciadas e tempestivas à exposição do segurado, produzidas no âmbito das Demonstrações do gerenciamento dos riscos físicos, químicos, biológicos, mecânicos e psico ergonômicos

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">

Fluxo NTEP

Início

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-8" src="pdf-obj-8-8.jpg">

Pesquisa no Site

Todo dia 8 de cada mês

Levantamento dos casos que o perito confirmou

nexo com o trabalho afastamentos B91

RH Jurídico iniciam processo de

contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do

mês de competência

Analise de prontuário e

parecer do Médico do Trabalho.

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-36" src="pdf-obj-8-36.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-38" src="pdf-obj-8-38.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-40" src="pdf-obj-8-40.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-42" src="pdf-obj-8-42.jpg">
Concordamos S com NTEP
Concordamos
S
com
NTEP

Alteramos para B91

em nosso Sistema SAP

Não constestamos

Fim

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-56" src="pdf-obj-8-56.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-58" src="pdf-obj-8-58.jpg">

Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado).

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-63" src="pdf-obj-8-63.jpg">

Relatório Médico de Contestação.

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-68" src="pdf-obj-8-68.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-70" src="pdf-obj-8-70.jpg">
N
N

Solicitação para envio de

documentação das areas envolvidas

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-79" src="pdf-obj-8-79.jpg">

Encaminhado ao Depto Jurídico

Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-84" src="pdf-obj-8-84.jpg">

Depto Jurídico protocola junto ao INSS.

Recurso deferido
Recurso
deferido
N S
N
S
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-93" src="pdf-obj-8-93.jpg">
Fluxo NTEP Início Pes <a href=q uisa no Site www.previdência.gov.br Todo dia 8 de cada mês Levantamento dos casos que o perito confirmou nexo com o trabalho afastamentos B91 RH Jurídico iniciam processo de contestação,prazo 15 dias a partir da GFIP do mês de competência Analise de prontuário e parecer do Médico do Trabalho. Concordamos S com NTEP Alteramos para B91 em nosso Sistema SAP Não constestamos Fim Elaboração do Processo com todos os documentos (envelope lacrado). Relatório Médico de Contestação. N Solicitação para envio de documentação das areas envolvidas Encaminhado ao Depto Jurídico Depto Jurídico protocola junto ao INSS. Recurso deferido N S Processo encerrado Fim RH + Jurídico Ação na Justiça Federal contra INSS " id="pdf-obj-8-95" src="pdf-obj-8-95.jpg">
Processo encerrado
Processo
encerrado

Fim

RH + Jurídico

Ação na Justiça Federal contra INSS

Passo a Passo para consulta junto ao INSS: Site www.previdência / Empregador / Consulta a Benefício

Passo a Passo para consulta junto ao INSS:

Site www.previdência / Empregador / Consulta a Benefício por Incapacidade Empresa / CNPJ e a senha.

Passo a Passo para consulta junto ao INSS: Site www.previdência / Empregador / Consulta a Benefício
Passo a Passo para consulta junto ao INSS: Site www.previdência / Empregador / Consulta a Benefício

Consulta no Site:

Consulta a Benefício por Incapacidade Empresa / CNPJ e a senha.

Consulta no Site: Consulta a Benefício por Incapacidade Empresa / CNPJ e a senha.
Consulta no Site: Consulta a Benefício por Incapacidade Empresa / CNPJ e a senha.

Espécie B91

Espécie B91 Nome da empresa NOME DO EMPREGADO
Nome da empresa NOME DO EMPREGADO
Nome da empresa
NOME DO EMPREGADO
A perícia médica do INSS poderá deixar de aplicar, o NTEP quando dispuser de informações ou

A perícia médica do INSS poderá deixar de aplicar, o

NTEP quando dispuser de informações ou elementos

circunstanciados e contemporâneos à exposição ou à

situação administrativa do segurado que evidenciem a

inexistência do nexo causal entre o trabalho e o agravo.

Mediante decisão fundamentada;

Justificar parecer.

OI 200 25 setembro/2008- Art 5º A Empresa , no ato do requerimento da não aplicação

OI 200 25 setembro/2008- Art 5º

A Empresa , no ato do requerimento da não aplicação do nexo técnico

epidemiológico,deverá apresentar documentação probatória, em duas vias

que demonstre que os agravos não possuem nexo com o trabalho exercido pelo segurado

Parágrafo 2º Serão considerados como documentação probatória as seguintes Demonstrações Ambientais, entre outras:

I

-

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais-PPRA;

II

- Programa de Gerenciamento de Riscos-PGR;

  • III- Programa de Controle de Meio Ambiente de PCMAT;

    • IV- Program de Controle Médico da Saúde Ocupacional-

PCMSO;

  • V - Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho- LTCAT;

    • VI - Perfil Profissiográfico Previdenciário-PPP;

VII - Comunicação de Acidente de Trabalho-CAT; VIII- Relatórios e Documentos Médico-Ocupacionais.

Resolução 1488 do CFM Artigo 2º - Para estabelecimento do nexo causal entre os transtornos de

Resolução 1488 do CFM

Artigo 2º - Para estabelecimento do nexo causal entre os transtornos de saúde e as atividades do trabalhador, além do exame clinico (físico e mental) e os exames complementares, quando necessários, deve o médico considerar:

I – A história clínica e ocupacional, virtualmente decisiva em qualquer diagnóstico e/ou investigação de nexo
I – A história clínica e ocupacional,
virtualmente decisiva em qualquer
diagnóstico e/ou
investigação de nexo causal
II - o estudo do posto de trabalho
II - o estudo do posto de trabalho
III - o estudo da organização do trabalho
III - o estudo da organização
do trabalho
IV - os dados epidemiológicos
IV - os dados epidemiológicos

V - a literatura atualizada

Roteiro para Elaboração de Relatório para o auxílio do estabelecimento ou não do NTEP Identificação: RG;

Roteiro para Elaboração de Relatório para o

auxílio do estabelecimento ou não do NTEP

Identificação:

RG;

Função;

Data de nascimento;

Data de admissão;

Descrição de cargo/tarefas;

Cópia do PPRA( relativo a função );

Cópia do PCMSO (relativo a função);

Exame admissional - atividades anteriores (histórico ocupacional anterior);

Exames ocupacionais - histórico de afastamentos;

Atendimentos ocorridos na rede credenciada ou serviço publico (atestados);

Evolução clínica Análise ergonômica Conclusão

INSPEÇÃO DO POSTO DE TRABALHO Descrição da atividade, ambiente de trabalho e risco ocupacional especifico. Riscos

INSPEÇÃO DO POSTO DE TRABALHO

Descrição da atividade, ambiente de trabalho e risco ocupacional especifico. Riscos ambientais: físicos, químicos e biológicos.
Descrição da atividade, ambiente de trabalho e risco
ocupacional especifico.
Riscos ambientais: físicos, químicos e biológicos.
Posto de trabalho, ergonomia
Organização do trabalho (horas extras- manutenção
adequada de ferramentas, treinamento adequado)
INSPEÇÃO DO POSTO DE TRABALHO Descrição da atividade, ambiente de trabalho e risco ocupacional especifico. Riscos
Modelo Avaliação Ergonomica AVALIAÇÃO PARA TRABALHOS MANUAIS 18 Flexibilidade de posicionamento ferramenta, dispositivos 16 Regulagem na

Modelo Avaliação Ergonomica

AVALIAÇÃO PARA TRABALHOS MANUAIS

18 Flexibilidade de posicionamento ferramenta, dispositivos 16 Regulagem na inclinação e posição dos objetos 10 Ferramenta
18 Flexibilidade de posicionamento ferramenta, dispositivos
16 Regulagem na inclinação e posição dos objetos
10 Ferramenta leva à extensão/ flexão de punho
12 Ferramenta provoca desvio lateral do punho
3 Temperatura efetiva entre 20° à 30°C.
15 Outras posturas forçadas dos MMSS
8 Força de compressão dedos e mãos
20 Diferentes padrões de movimentos
14 Elevação/ abdução dos braços
9 Flexão e extensão de punho
19 Ciclo de Trabalho > 30 seg.
RESULTADO DA OBSERVAÇÃO
11 Desvio lateral do punho
13 Flexibilidade na postura
Classificação Ergonômica
Não necessita providências
Situações Correlacionadas
22 Estabilidade na pega
2 Ferramenta vibratório
7 Pinça pulpar forçada
1 Apoio em quina viva
21 Rodízio nas tarefas
6 Força com as mãos
23 Manopla de metal
FORÇA COM AS MÃOS
POSTO DE TRABALHO
SOBRECARGA FÍSICA
17 Altura regulável
4 Necessita luva
Necessita estudo
1 Kg há balancim
Sob observação
REPETITIVIDADE
de 5 à 10 min/h .
Bom
Péssimo
Regular
0
Status
FERRAMENTA
OBTIDO
24 Peso >
NÃO ou NA
NÃO ou NA
5 Pausa
POSTURA
SIM ou NA
25 Se
Grau
19 à
15 à
1 Kg
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NAO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
NÃO
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
SIM
25
14
18
>
2
0
0
à
0
0
0
0
0
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1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
1
AVALIAÇÃO RELACIONADAS A COLUNA VERTEBRAL 1 Não 0 Sim 0 Não 1 Sim 0 Não 1

AVALIAÇÃO RELACIONADAS A COLUNA VERTEBRAL

1 Não 0 Sim 0 Não 1 Sim 0 Não 1 Sim 0 Não 1 Sim
1
Não
0
Sim
0
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
1
0
Necessita estudo
Sob observação
0
Não
1
Sim
0
Não
0
Sim
0
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
Grau
3 Tem que pegar coisas maiores que 10 Kg, com frequência maior que uma vez a cada 5 minutos?
9 Há necessidade de carregar cargas mais pesadas que 20 Kg, mesmo ocasionalmente ?
5 Tem que fazer esforço com ferramentas ou com as mãos estando o tronco curvado?
11 Ha necessidade de ficar constantemente com os braços longe do tronco em posição suspensa ?
2 Frequentemente tem que atingir o chão com as mãos, independente da carga?
8 Os pés estão apoiados?
Não necessita providências
Regular
Péssimo
7 Há necessidade de manusear ( puxar, levantar ou empurrar)cargas que estejam longe do tronco ?
Status
à 5
8 à 12
à 7
Bom
0
6
0
2
1
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
0
Não
1
Sim
RESULTADO DA OBSERVAÇÃO
Classificação Ergonômica
1 Posicionamento estático do tronco em posição fletida entre 30º e 60 º ?
6 Há necessidade de manusear( levantar, puxar ou empurrar) com o tronco em posição assimétrica?
12 Exige que o empregado fique com o tronco em posição estática, sem apoio ?
10 Há necessidade de carregar cargas na cabeça ?
4 Tem que pegar coisas no chão, independente do peso, com frequência maior que uma vez por minuto?
AVALIAÇÃO DE MOORE E GARG Situações Correlacionadas OBTIDO F I E - FATOR DE INTENSIDADE DO

AVALIAÇÃO DE MOORE E GARG

Situações Correlacionadas

OBTIDO
OBTIDO

F I E - FATOR DE INTENSIDADE DO ESFORÇO

Multiplicador

  • 1 Leve e tranquilo

1,00

Leve e tranquilo 1,00
  • 2 Algo pesado ; pecebe-se algum esforço

3,00

  • 3 Pesado; esforço nítido , porém sem mudança de expressão facial

6,00

  • 4 Muito Pesado, esforço nítido com mudança da expressão facial

9,00

  • 5 Proximo do Máximo, usa tronco e ombros

13,00

F D E - FATOR DE DURAÇÃO DO ESFORÇO

Multiplicador

  • 1 Menor que 10 % do ciclo

0,50

1 Menor que 10 % do ciclo 0,50
  • 2 10 a 29% do ciclo

1,00

  • 3 30 a 49% do ciclo

1,50

  • 4 50 a 70% do ciclo

2,00

  • 5 Igual ou maior que 80% do ciclo

3,00

F F E - FATOR DE FREQUENCIA DO ESFORÇO

Multiplicador

  • 1 Menor que 4 por minuto

0,50

1 Menor que 4 por minuto 0,50
  • 2 4 a 8 por minuto

1,00

  • 3 9 a 14 por minuto

1,50

  • 4 15 a 19 por minuto

2,00

  • 5 mais que 20 por minuto

3,00

F P M P - FATOR DE POSTURA DA MÃO - PUNHO

Multiplicador

  • 1 Muito Boa - neutro

1,00

Muito Boa - neutro 1,00
  • 2 Boa - proxima do neutro

1,00

  • 3 Razoável - não neutro

1,50

  • 4 Ruim - desvio nítido

2,00

  • 5 Muito Ruim - desvios próximos do extremo

3,00

F R T - FATOR DE RITMO DE TRABALHO

Multiplicador

  • 1 Muito Lento, igual ou menor que 80%

1,00

Muito Lento, igual ou menor que 80% 1,00
  • 2 Lento, 81 a 90%

1,00

  • 3 Razoável, 91 a 100%

1,00

  • 4 Rápido, 101 a 115 % - apertado, mas ainda consegue acompanhar

1,50

  • 5 Muito Rápido , maior que 115% - apertado e não consegue acompanhar

2,00

F D T - FATOR DE DURAÇÃO DO TRABALHO

Multiplicador

  • 1 Menor ou igual a 1 hora por dia

0,25

1 Menor ou igual a 1 hora por dia 0,25
  • 2 1 a 2 horas por dia

0,50

  • 3 2 a 4 horas por dia

0,75

  • 4 4 a 8 horas por dia

1,00

  • 5 Maior que 8 horas por dia

1,50

  • Bom

0

Status

Regular

Péssimo

RESULTADO DA OBSERVAÇÃO

Classificação Ergonômica

Grau

Menor que 3,0

Baixo Risco

De 3,0 a 7,0

Duvidoso

Maior que 7,0

Risco

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA - ERGONOMIA 1 O corpo ( tronco e cabeça ) está na vertical 2

AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA - ERGONOMIA

  • 1 O corpo ( tronco e cabeça ) está na vertical

  • 2 Os braços trabalham na vertical ou próximos da vertical

  • 3 Existe alguma forma de esforço estático

  • 4 Existem posições forçadas do membro superior

  • 5 As mãos tem que fazer muita força

  • 6 Há repetividade frequente de algum tipo específico de movimento

  • 7 Os pés estão apoiados

  • 8 Tem que se fazer esforço muscular forte com a coluna ou outra parte do corpo

  • 9 Há possibilidade de flexibilidade no trabalho

O colaborador tem a possibilidade de pequena pausa entre um ciclo e outro ou há um período definido de
10

descanso após um certo número de horas

Sim

0

Não

1

Sim

0

Não

1

Sim

1

Não

0

Sim

1

Não

0

Sim

1

Não

0

Sim

1

Não

0

Sim

0

Não

1

Sim

1

Não

0

Sim

0

Não

1

Sim

0

Não

1

Grau 0 Necessita estudo Sob observação RESULTADO DA OBSERVAÇÃO Classificação Ergonômica Não necessita providências Regular Péssimo
Grau
0
Necessita estudo
Sob observação
RESULTADO DA OBSERVAÇÃO
Classificação Ergonômica
Não necessita providências
Regular
Péssimo
1
Status
0 à 3
6 à 10
4 à 5
Bom
0
2
RESULTADO FINAL AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DE POSTOS DE TRABALHO Regular Grau Risco Status Bom Regular Status Bom

RESULTADO FINAL

AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DE POSTOS DE TRABALHO

Regular Grau Risco Status Bom Regular Status Bom Regular Bom Status Grau Péssimo Péssimo Péssimo Pessimo
Regular
Grau
Risco
Status
Bom
Regular
Status
Bom
Regular
Bom
Status
Grau
Péssimo
Péssimo
Péssimo
Pessimo
Duvidoso
Baixo Risco
Sob observação
Necessita estudo
Menor que 3,0
0
0
0
0
ESTUDO DA AVALIAÇÃO DO TRABALHO MANUAL
Grau
Status
Bom
Regular
Classificação Ergonômica
De 3,0 a 7,0
1
2
0
1
2
0
1
2
Grau
0
12
0
15
19
à
à
à
à
à
à
7
6
8
4
6
0 à 3
à
à
Data:
5
Classificação Ergonômica
Maior que 7,0
Sob observação
Necessita estudo
Avaliador:
Sob observação
Necessita estudo
Não necessita providências
Não necessita providências
Não necessita providências
10
Classificação Ergonômica
Classificação Ergonômica
ESTUDO DA AVALIAÇÃO DE MOORE E GARG
ESTUDO DA AVALIAÇÃO RELACIONADA A COLUNA VERTEBRAL
AVALIAÇÃO SIMPLIFICADA - ERGONOMIA
14
18
25
5
Deverá ser demonstrado que a empresa gerencia adequadamente o ambiente de trabalho , eliminando e controlando
Deverá ser demonstrado que a empresa
gerencia adequadamente o ambiente de
trabalho ,
eliminando e controlando os agentes nocivos à
saúde e a integridade física dos trabalhadores
pela comprovação com documentação
apresentada de que existe controle médico e
ambiental, através de comprovação estatísticas
e registros médicos e que os agravos não
possuem nexo com o trabalho exercido pelo
trabalhador.
Deverá ser demonstrado que a empresa gerencia adequadamente o ambiente de trabalho , eliminando e controlando
CONCLUSÃO - Não ha evidências/ indícios de exposição a riscos ergonômicos (biomecânicos e de organização do

CONCLUSÃO

- Não ha evidências/ indícios de exposição a riscos ergonômicos (biomecânicos e de organização do trabalho);
-
Não ha evidências/ indícios de exposição a
riscos ergonômicos (biomecânicos e de
organização do trabalho);
-
-

Não há evidências/ indícios de exposição a riscos químicos, riscos biológicos, riscos físicos;

CONCLUSÃO - Não ha evidências/ indícios de exposição a riscos ergonômicos (biomecânicos e de organização do
- Não há evidências específico de acidentes de trabalho
-
Não há evidências específico de acidentes de
trabalho
- Tempo entre o início da função/ trabalho e início da doença é insuficiente para gerar
- Tempo entre o início da função/ trabalho e início
da doença é insuficiente para gerar a moléstia
de origem ocupacional;
CONCLUSÃO - Não ha evidências/ indícios de exposição a riscos ergonômicos (biomecânicos e de organização do
CONCLUSÃO - Não ha evidências/ indícios de exposição a riscos ergonômicos (biomecânicos e de organização do
- O trabalhador informou que a lesão não ocorreu no trabalho; - Toda a atenção para
- O trabalhador informou que a lesão não ocorreu no trabalho;
-
O trabalhador informou que a lesão não ocorreu no trabalho;
  • - Toda a atenção para as patologias multicausais;

  • - Estudo epidemiológicos permanentemente mostrando a

realidade da empresa;

  • - Dispor de registros que permitam esclarecer/ contestar;

Auro Fabio Bornia Ortega aurofabio@uol.com.br Unimed Vale do Paraíba Federação Intrafederativa das Cooperativas Médicas diretoria@unimedsvale.com.br www.federacaounimedsvale.srv.br

Auro Fabio Bornia Ortega

aurofabio@uol.com.br

Unimed Vale do Paraíba

Federação Intrafederativa das Cooperativas Médicas

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