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Antonio Amorim CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10 CERTIFICAÇÃO ANBIMA 1 a Edição - 2015

Antonio Amorim

CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10

CERTIFICAÇÃO ANBIMA

1 a Edição - 2015

Antonio Amorim CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10 CERTIFICAÇÃO ANBIMA 1 a Edição - 2015

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CURSO PREPARATÓRIO PARA CPA 10

CERTIFICAÇÃO ANBIMA

1 a Edição - 2015

DEDICATÓRIA

Dedico este livro à minha amada esposa Ana Paula.

Curso Preparatório CPA 10

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CAPÍTULO 1

Sistema Financeiro Nacional

CAPÍTULO 2

Ética, Regulamentação e Análise do Perfil do Investidor

CAPÍTULO 3

Noções de Economia e Finanças

CAPÍTULO 4

Princípios de Investimento

CAPÍTULO 5 Fundos de Investimento

CAPÍTULO 6 Demais Produtos de Investimento

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de Investimento CAPÍTULO 5 Fundos de Investimento CAPÍTULO 6 Demais Produtos de Investimento 5 15 35
de Investimento CAPÍTULO 5 Fundos de Investimento CAPÍTULO 6 Demais Produtos de Investimento 5 15 35

CAPÍTULO 1

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

CAPÍTULO 1 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
CAPÍTULO 1 SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL

Curso Preparatório CPA 10

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CONTEÚDO DO CAPÍTULO

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA

1.1 Funções Básicas

1.2 Estrutura

de 5% a 10%

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CPA 10 CONTEÚDO DO CAPÍTULO PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA 1.1 Funções Básicas 1.2 Estrutura de
CPA 10 CONTEÚDO DO CAPÍTULO PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA 1.1 Funções Básicas 1.2 Estrutura de
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1.1 FUNÇÕES BÁSICAS

1.1.1 Função dos Intermediários Financeiros e Definição de Intermediação Financeira

Intermediação Financeira é a atividade desenvolvida por instituições financeiras que consiste em transferir recursos dos agentes econômi- cos superavitários para os agentes econômicos deficitários.

para os agentes econômicos deficitários . Em outras palavras: o mercado financeiro tem como objetivo
para os agentes econômicos deficitários . Em outras palavras: o mercado financeiro tem como objetivo

Em outras palavras: o mercado financeiro tem como objetivo trans- ferir recursos da maneira mais eficiente possível dos agentes que possuem recursos sobrando para os que precisam de recursos.

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. ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/sistema-financeiro-01 Os agentes econômicos superavitários (ou doadores) são
. ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/sistema-financeiro-01 Os agentes econômicos superavitários (ou doadores) são

Os agentes econômicos superavitários (ou doadores) são famílias, empresas ou governos que possuem recursos financeiros disponíveis para aplicação

A função dos Intermediários Financeiros é promover o encon- tro desses agentes com máxima eficiência (custos baixos e facili- dade).

Os agentes econômicos deficitários (ou tomadores de recursos) são famílias, empresas ou governos que precisam de recursos financeiros.

deficitários (ou tomadores de recursos) são famílias, empresas ou governos que precisam de recursos financeiros. 7
deficitários (ou tomadores de recursos) são famílias, empresas ou governos que precisam de recursos financeiros. 7
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1.2 ESTRUTURA

1.2.1 Órgãos de Regulação, Auto-Regulação e Fiscalização

1.2.2 Principais Intermediários Financeiros: Conceitos e Atribuições

1.2.3 Outros Intermediários ou Auxiliares Financeiros: Conceitos e

Atribuições

1.2.4 Sistemas e Câmaras de Liquidação e Custódia

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1.2.4 Sistemas e Câmaras de Liquidação e Custódia ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/sistema-financeiro-0 2 8
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ATENÇÃO!!!

Órgão Normativo

- Não Executa -

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1.2.1 Órgãos de Regulação, Auto- Regulação e Fiscalização

1.2.1.1 Conselho Monetário Nacional - CMN

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Principais Atribuições:

Autoridade Máxima do Sistema Financeiro Nacional

MINISTRO FAZENDA DA MINISTRO DO PLANEJAMENTO PRESIDENTE DO BANCO CENTRAL
MINISTRO
FAZENDA DA
MINISTRO DO
PLANEJAMENTO
PRESIDENTE
DO
BANCO
CENTRAL

CMN - 3 MEMBROS

• Regular a Constituição e Funcionamento das Instituições Finan- ceiras

Estabelecer Medidas de Prevenção e Correção de Desequilíbrios Econômicos

• Disciplinar Todos os Tipos de Crédito

IMPORTANTE: O CMN é responsável por determinar a Meta de Inflação

1.2.1.2 Banco Central - Bacen

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Principais Atribuições:

Executor da política monetária e cambial

Atribuições: Executor da política monetária e cambial • Autorizar o Funcionamento e Fiscalizar as

Autorizar o Funcionamento e Fiscalizar as Instituições Financeiras

• Controlar Crédito e Capitais Estrangeiros

• Emitir Moeda

Executar a Política Monetária e Cambial

• Controlar Crédito e Capitais Estrangeiros • Emitir Moeda • Executar a Política Monetária e Cambial
• Controlar Crédito e Capitais Estrangeiros • Emitir Moeda • Executar a Política Monetária e Cambial
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1.2.1.3 Comissão de Valores Mobiliários - CVM

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Principais Atribuições:

Regula e fiscaliza os Valores Mobiliários

Atribuições: Regula e fiscaliza os Valores Mobiliários • Promover Medidas Incentivadoras da Canalização de

Promover Medidas Incentivadoras da Canalização de Poupança ao Mercado de Capitais

Estimular o Funcionamento das Bolsas de Valores e das Institui- ções Operadoras no Mercado de Capitais

• Proteger os Investidores de Mercado

IMPORTANTE: A CVM regula e fiscaliza os Valores Mobiliários, entre eles Ações, Debêntures e Cotas de Fundos de Investimentos.

1.2.1.4 ANBIMA

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Principais Características:

Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais.

das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais. • Agente Regulador Privado • A associação das

• Agente Regulador Privado

• A associação das Instituições Financeiras à ANBIMA é voluntária

Uma vez que a Instituição Financeira se associou à ANBIMA terá que cumprir as regras presentes em seus códigos

Códigos ANBIMA: Código de Fundos de Investimento, Código de FIP e FIEE, Código de Ofertas Públicas, Código de Atividades Conveniadas, Código para o Novo Mercado de Renda Fixa, Código de Private Banking, Código de Gestão de Patrimônio, Código de Certificação, Código de Varejo, Código de Negociação de Instrumentos Financeiros, Código de Serviços Qualificados e Código de Processos.

IMPORTANTE: Os Códigos da ANBIMA apenas complementam a legislação em vigor (não a substituem)

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Código de Processos. IMPORTANTE: Os Códigos da ANBIMA apenas complementam a legislação em vigor (não a
Código de Processos. IMPORTANTE: Os Códigos da ANBIMA apenas complementam a legislação em vigor (não a
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1.2.2 Principais Intermediários Financeiros: Conceitos e Atribuições

1.2.2.1 Bancos Múltiplos

Banco com duas ou mais carteiras, sendo uma delas, obrigatoriamen- te Comercial ou de Investimento.

CARTEIRAS BANCÁRIAS

COMERCIAL
COMERCIAL

CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO

COMERCIAL CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO
DESENVOLVIMENTO
DESENVOLVIMENTO
ARRENDAMENTO MERCANTIL
ARRENDAMENTO MERCANTIL
E INVESTIMENTO DESENVOLVIMENTO ARRENDAMENTO MERCANTIL CRÉDITO IMOBILIÁRIO Os bancos múltiplos possuem diversos

CRÉDITO IMOBILIÁRIO

DESENVOLVIMENTO ARRENDAMENTO MERCANTIL CRÉDITO IMOBILIÁRIO Os bancos múltiplos possuem diversos CNPJs, um para cada

Os bancos múltiplos possuem diversos CNPJs, um para cada carteira, porém publica um Balanço Consolidado (único).

1.2.2.2 Bancos Comerciais

Principais Operações:

Instituições Públicas ou Privadas que praticam a intermediação de recursos financeiros para pessoas físicas ou jurídicas com foco no curto e médio prazo.

• Captam depósitos à vista.

Captam depósitos a prazo.

1.2.2.3 Bancos de Investimento

Principais Operações:

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Instituições Financeiras com foco em operações de médio e longo prazo. Captam Recursos somente via Depósitos a Prazo (CDB) - Não captam depósito à vista.

Financiamento de Capital,

Operações com Valores Mobiliários,

Câmbio e Metais Preciosos,

Gestão de Recursos de Terceiros (fundos de investimento),

Repasse de recursos oriundos do exterior, etc (Resolução CMN

2.624/99).

IMPORTANTE: Bancos de Investimento não captam depósito à vista.

do exterior, etc (Resolução CMN 2.624/99). IMPORTANTE: Bancos de Investimento não captam depósito à vista. 11
do exterior, etc (Resolução CMN 2.624/99). IMPORTANTE: Bancos de Investimento não captam depósito à vista. 11
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1.2.3 Outros Intermediários ou auxiliares financeiros: Conceitos e atribuições

1.2.3.1 Bolsa: BM&FBovespa

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ASSISTA ESTA AULA c pa10gratis.com/sistema-financeiro- 08 Instituição Privada de Capital Aberto criada em 2008

Instituição Privada de Capital Aberto criada em 2008 através da fusão da Bolsa Mercantil e de Futuros (BM&F) e da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA).

Empresa com fins lucrativos, suas receitas advém dos emolumentos pagos nasoperações, ou seja, toda vez que um título ou ação é nego- ciado na Bovespa ela recebe um pequena porcentagem do valor da operação.

A BM&FBOVESPA provê sistemas para a negociação de ações, títulos de renda fixa, cotas de fundo de investimento, derivativos financeiros e agropecuários entre outros.

IMPORTANTE: Apesar de a BM&FBOVESPA trabalhar com uma grande diversidade de ativos, as questões da prova de certificação CPA 10 costumam vincular suas operações exclusivamente com o mercado de ações.

1.2.3.2 Sociedades Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM)

Principais Operações:

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Realizam a intermediação de operações com títulos e valores mobiliá- rios.

Operar em Bolsas de Valores;

Administrar Carteiras de Valores Mobiliários;

Administrar Clubes de Investimento;

Intermediar Operações de Câmbio;

Realizar Operações com metais preciosos.

• Praticar Operações de Conta Margem.

IMPORTANTE: As Corretoras trabalham com investimentos, não efetuam empréstimos!

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Praticar Operações de Conta Margem. IMPORTANTE: As Corretoras trabalham com investimentos, não efetuam empréstimos! 12
Praticar Operações de Conta Margem. IMPORTANTE: As Corretoras trabalham com investimentos, não efetuam empréstimos! 12
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1.2.3.2 Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM)

No passado exerciam basicamente as mesmas operações das CTVM, mas não atuavam no ambiente de Bolsa.

Desde 02/03/09, através da Resolução Conjunta Bacen-CVM n.17 que permitiu as DTVMs atuarem no ambiente de Bolsa e Mercados Organi- zados, NÃO existe diferença entre essas instituições.

As CTVMs e DTVMs são fiscalizadas tanto pelo Bacen (Resolução CMN 1655/89) quanto pela CVM (por causa dos fundos de investimento)

IMPORTANTE: Na prática, NÃO existe diferença entre corretoras e distribuidoras de valores mobiliários. Ambas atuam com as mesmas operações.

1.2.4 Sistemas e Câmaras de Liquidação e Custódia (clearing):

atribuições e benefícios para o investidor

Sistemas eletrônicos que processam o registro, a custódia e a liquida- ção financeira de operações, garantindo mais segurança, velocidade e transparência nos negócios com ativos financeiros.

SELIC CETIP S.A.
SELIC
CETIP S.A.
CA SPB
CA
SPB

Sistema Especial de Liquidação e Custódia - Selic

Câmara de Custódia e Liquidação - CETIP

Câmara de Ações (Antiga CBLC)

Sistema de Pagamento Brasileiro - SPB

1.2.4.1 Sistema Especial de Liquidação e Custódia - Selic

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Sistema de registro e custódia de Títulos Públicos Federais.

Principais Títulos Negociados: LFT, LTN, NTN-B, NTN-C, NTN-D e NTN-F

e custódia de Títulos Públicos Federais. Principais Títulos Negociados: LFT, LTN, NTN-B, NTN-C, NTN-D e NTN-F
e custódia de Títulos Públicos Federais. Principais Títulos Negociados: LFT, LTN, NTN-B, NTN-C, NTN-D e NTN-F
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1.2.4.2 Câmara de Custódia e Liquidação - CETIP

1.2.4.3 Câmara de Ações - CA (ANTIGA CBLC)

Balcão organizado de Ativos e Derivativos.

Principais Títulos e Contratos custodiados na CETIP: CDI, CDB, Swap, Debêntures, LCI, Notas Promissórias, Cotas de Fundos e Letras Finan- ceiras.

A

CA pertence a BMF&Bovespa, e realiza a custódia de diversos títulos

e

valores mobiliários que são transacionados na referida bolsa.

Os principais títulos e valores mobiliários custodiados na CA são as ações de companhia aberta negociadas na BMF&Bovespa

A CA atua assumindo o risco das contrapartes entre o fechamento do negócio e

sua liquidação para todos os agentes de compensação.

1.2.4.4 Sistema de Pagamento Brasileiro - SPB

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Conjunto de regras, procedimentos, instrumentos e operações que são utilizados para pagamentos e transferência de recursos entre os diversos agentes econômicos.

O SPB foi reformulado em 2002, quando a maior parte das transações

financeiras de valor mais elevado passaram a ser realizadas em tempo real.

O principal objetivo dessas mudanças foi reduzir o risco sistêmico,

causado pela quebra em cadeia das instituições financeiras por falta de liquidez no momento dos pagamentos.

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causado pela quebra em cadeia das instituições financeiras por falta de liquidez no momento dos pagamentos.
causado pela quebra em cadeia das instituições financeiras por falta de liquidez no momento dos pagamentos.
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CAPÍTULO 2

ÉTICA, REGULAMENTAÇÃO E ANÁLISE DO PERFIL DO INVESTIDOR

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CONTEÚDO DO CAPÍTULO

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA

2.1

Princípios Éticos

2.2

Códigos de Regulação e Melhores Práticas da ANBIMA

2.3

Prevenção Contra a Lavagem de Dinheiro

2.4

Ética na Venda

2.5

Análise do Perfil do Investidor (API)

de 10% a 15%

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Contra a Lavagem de Dinheiro 2.4 Ética na Venda 2.5 Análise do Perfil do Investidor (API)
Contra a Lavagem de Dinheiro 2.4 Ética na Venda 2.5 Análise do Perfil do Investidor (API)
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2.1 PRINCÍPIOS ÉTICOS

De acordo com Código de Ética e Responsabilidade Profissional do IBCPF – Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros atualizado em Dezembro/2010.

2.1.1 Princípio da Integridade

2.1.2 Princípio da Objetividade

2.1.3 Princípio da Competência

2.1.4 Princípio da Confidencialidade

2.1.5 Princípio da Conduta Profissional

2.1.6 Princípio da Probidade

2.1.7 Princípio da Diligência

PRINCÍPIOS ÉTICOS

Integridade

Competência

Conduta Profissional

Diligência

Objetividade

Confidencialidade

Probidade

2.1.1 PRINCÍPIO DA INTEGRIDADE

2.1.2 PRINCÍPIO DA OBJETIVIDADE

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Fornecer serviços profissionais com integridade.

O Profissional CFP® ocupa uma posição de confiança dos clientes e a

fonte primordial dessa confiança é a honestidade, isenção e transpa- rência do profissional de planejamento financeiro pessoal.

Fornecer serviços profissionais de forma objetiva

O Profissional CFP® deve buscar atender as necessidades e objetivos

do cliente dentro do escopo do serviço acordado, de forma pragmáti- ca, isenta, clara e transparente.

e objetivos do cliente dentro do escopo do serviço acordado, de forma pragmáti - ca, isenta,
e objetivos do cliente dentro do escopo do serviço acordado, de forma pragmáti - ca, isenta,
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2.1.3 Manter e desenvolver as habilidades e os conhecimentos necessários para fornecer serviços profissionais de forma competente

Competência exige atingir e manter um nível adequado de habilidades, capacidades e conhecimentos para o fornecimento de serviços profis- sionais de planejamento financeiro pessoal. Inclui, também, a sabedo- ria e maturidade para conhecer as suas limitações e as situações em que a consulta a, ou o encaminhamento para, outro(s) profissional(is) for apropriada. Competência exige que o Profissional CFP® tenha um comprometimento com sua educação continuada e aperfeiçoamento profissional.

Proteger a confidencialidade de todas as informações dos clientes
2.1.4

Confidencialidade exige do planejador financeiro CFP® a guarda e proteção das informações dos clientes, de forma a permitir acesso prudente apenas às pessoas autorizadas. Um relacionamento de confiança com o cliente só pode ser construído sob o entendimento de que as informações serão tratadas de forma discreta e segura e não serão reveladas inadequadamente.

PRINCÍPIO DA

COMPETÊNCIA

PRINCÍPIO DA

CONFIDENCIALIDADE

2.1.5 PRINCÍPIO DA CONDUTA PROFISSIONAL

Agir com postura profissional exemplar

A conduta profissional exige comportar-se com dignidade, agindo

com respeito para com os clientes e outros profissionais, em confor- midade com as regras, regulamentações e os requisitos profissionais adequados. A conduta profissional requer também que o planejador financeiro CFP® aprimore e mantenha a imagem pública das Marcas, do Profissional CFP® e o compromisso destes em bem servir.

2.1.6 PRINCÍPIO DA PROBIDADE

Fornecer serviços profissionais com probidade

A probidade exige do Profissional CFP® manter com os clientes uma

relação profissional íntegra, revelando e gerenciando possíveis con- flitos de interesse. Envolve compatibilizar os próprios sentimentos, preconceitos e desejos, de forma a alcançar um equilíbrio entre os interesses conflitantes.

A probidade é tratar os outros da mesma maneira que gostaríamos de ser tratados.

entre os interesses conflitantes. A probidade é tratar os outros da mesma maneira que gostaríamos de
entre os interesses conflitantes. A probidade é tratar os outros da mesma maneira que gostaríamos de
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2.1.7 PRINCÍPIO DA DILIGÊNCIA

Fornecer serviços profissionais de forma diligente

A diligência exige do planejador financeiro CFP® atender aos compro- missos profissionais com zelo, dedicação e rigor, cuidando adequa- damente do planejamento e execução de serviços profissionais nas condições acordadas

e rigor , cuidando adequa - damente do planejamento e execução de serviços profissionais nas condições
e rigor , cuidando adequa - damente do planejamento e execução de serviços profissionais nas condições
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2.2 CÓDIGOS DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS DA ANBIMA

2.2.1 CÓDIGO ANBIMA DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS PARA OS FUNDOS DE INVESTIMENTOS

2.2.1.1. Propósito e Abrangência

2.2.1.2 Princípios Gerais

Art. 1 o - O objetivo deste Código de Regulação e Melhores Práticas (“Código”) é estabelecer parâmetros pelos quais as atividades das instituições participantes abaixo definidas, relacionadas à constituição e funcionamento de fundos de investimento (“Fundos de Investimento” ou “Fundos”), devem se orientar, visando, a estabelecer:

I.

a concorrência leal;

II.

a padronização de seus procedimentos;

III.

a maior qualidade e disponibilidade de informações sobre fundos de investimento, especialmente por meio de envio de dados pelas Instituições Participantes à ANBIMA; e

IV.

a elevação dos padrões fiduciários e a promoção das melhores práticas do mercado.

Art. 6º - As Instituições Participantes devem observar, na esfera de suas atribuições e responsabilidades em relação aos Fundos de Investimento, as seguintes regras de regulação e melhores práticas:

I. desempenhar suas atribuições buscando atender aos objetivos descritos no regulamento e prospecto do Fundo de Investimento, se for o caso, referidos no art. 8° ceste Código, bem como a promoção e divulgação de informações a eles relacionadas de forma transparente, inclusive no que diz respeito à remuneração por seus serviços, visando sempre ao fácil e correto entendimento por parte dos investidores;

II. cumprir todas as suas obrigações, devendo empregar, no exercício de sua atividade, o cuidado que toda pessoa prudente e diligente costuma dispensar à admin istração de seus próprios negócios, respondendo

que toda pessoa prudente e diligente costuma dispensar à admin istração de seus próprios negócios, respondendo
que toda pessoa prudente e diligente costuma dispensar à admin istração de seus próprios negócios, respondendo
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por quaisquer infrações ou irregularidades que venham a ser cometidas durante o período em que prestarem algum dos serviços previstos no § 1° do art. 2° deste Código;

III.

evitar práticas que possam ferir a relação fiduciária mantida com os cotistas dos F undos de Investimento; e

IV.

evitar práticas que possam vir a prejudicar a indústria de Fundos de Investimento e seus participantes, especialmente no que tange aos deveres e direitos relacionados às atribuições específicas de cada uma das Instituições Participantes, estabelecidas em contratos, regulamentos e na legislação vigente.

Parágrafo único - Entende-se por relação fiduciária a relação de confiança e lealdade que se estabelece entre os cotistas dos Fundos de Investimento e a Instituição Participante, no momento em que é confiada à mesma a prestação de serviço para a qual foi contratada.

2.2.1.3. Prospecto. Informações relevantes e obrigatórias: informações do fundo, objetivo de investimento; política de investimento; fatores de risco, Selo ANBIMA.

Art. 15 - O Prospecto deve conter as principais características do Fundo de Investimento, dentre as quais as informações relevantes ao investidor sobre pol íticas de investimento, riscos envolvidos, bem como direitos e responsabil idades dos cotistas, devendo conter, no mínimo, os elementos obrigatórios, conforme descrito a seguir:

I.

Informações do Fundo de Investimento:

a.

denominação;

b.

classificação ANBIMA;

c.

base legal;

d.

prestadores de serviços: (i) administrador; (ii) gestor; (iii) custodiante; (iv) distribuidor; (v) responsável pelos serviços de registro escritura de cotas; e (vi) auditor; e

e.

política de divulgação de informações.

II.

objetivo de investimento: descrever, obrigatoriamente, os objetivos de investimento do Fundo de Investimento, mencionando, quando for o caso, metas e parâmetros de performance;

III.

política de investimento: descrever, obrigatoriamente, como o Fundo de Investimento pretende atingir o seu objetivo de investimento, identificando as principais estratégias técnicas ou práticas de investimento a serem utilizadas, os tipos de títulos e valores mobiliários nos quais o Fundo de Investimento pode investir (incluindo derivativos e suas finalidades), políticas de seleção e alocação de ativos e, quando for o caso, políticas de concentração. Também deverão ser definidas as faixas de alocação de ativos e os limites de concentração e alavancagem, quanoo for o caso

IV.

fatores de risco: indicar, obrigatoriamente, todo e qualquer fato relativo ao Fundo de Investimento que possa, de alguma forma, afetar a decisão do potencial investidor no que diz respeito à aquisição das cotas do Fundo de Investimento. Dentre os fatores de risco devem constar ainda as seguintes informações:

das cotas do Fundo de Investimento. Dentre os fatores de risco devem constar ainda as seguintes
das cotas do Fundo de Investimento. Dentre os fatores de risco devem constar ainda as seguintes
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Risco de Crédito;

Risco de Liquidez;

Risco do uso de derivativos;

Riscos Específicos;

• No caso dos FIDCs uma série de outros riscos.

Informações relevantes e obrigatórias: Selo ANBIMA

Art. 16 - Na capa dos Prospectas dos Fundos de Investimento administrados pelas Instituições Participantes que sejam elaborados em conformidade com todos os requisitos estabelecidos neste Código, devem ser impressas a logomarca da ANBIMA, acom panhada de texto obrigatório, na forma disposta no § 1 ° deste artigo, utilizada para demonstração do compromisso das Instituições Participantes com o cum primento e observância das disposições do presente Código (“Selo ANBI MA”) e a data do Prospecto.

§ 1° - O texto obrigatório do Selo ANBIMA terá o seguinte teor:

PROSPECTO DE ACORDO COM O CÓDIGO ANBIMA DE REGULAÇÃO E MELHO- RES PRÁTICAS PARA OS FUNDOS DE INVESTIMENTO.

§ 2° - Deve ser impresso com destaque, na capa, na contracapa ou na primeira página do Prospecto, aviso com o seguinte teor:

ESTE PROSPECTO FOI PREPARADO COM AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS AO ATENDIMENTO DAS DISPOSIÇÕES DO CÓDIGO ANBIMA DE REGULAÇÃO E MELHORES PRÁTICAS PARA OS FUNDOS DE INVESTIMENTO, BEM COMO DAS NORMAS EMANADAS DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS. A AUTORIZAÇÃO PARA FUNCIONAMENTO E/OU VENDA DAS COTAS DESTE FUNDO DE INVESTIMENTO NÃO IMPLICA, POR PARTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS OU DA ANBIMA, GARANTIA DE VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS, OU JULGAMENTO SOBRE A QUALIDADE DO FUNDO, DE SEU ADMINISTRADOR OU DAS DEMAIS INSTITUIÇÕES PRESTADORAS DE SERVIÇOS.

2.2.1.4. Publicidade e divulgação de material técnico dos fundos de ivestimento

Art. 17 - A divulgação de publicidade ou material técnico pelas Instituições Participantes deve obedecer às disposições trazidas pela legislação e regulamentação vigente aplicável, bem como às diretrizes específicas elaboradas pelo Conselho de Regulação e Melhores Práticas, que complementam este Código.

Art. 18 - Todo o material publicitário ou técnico dos Fundos de Investimento é de responsabilidade de quem o divulga, inclusive no que se refere à conformidade de tal material com as normas do presente Código. Caso a divulgação seja feita por um prestador de serviço, este deve obter, antes da divulgação, aprovação expressa do administrador do Fundo de Investimento.

Art. 19 - Considerando que o registro de um Fundo de Investimento na ANBIMA pressupõe a adesão daInstituição Participante à totalidade das normas do presente Código, os materiais publicitários ou técnicos divulgados pelos Fundos de Investimento podem ser analisados pela ANBIMA a partir de denúncias formuladas por Instituições Participantes, devendo tais denúncias atender ao disposto no Código ANBIMA dos Processos de Regulação e Melhores Práticas.

devendo tais denúncias atender ao disposto no Código ANBIMA dos Processos de Regulação e Melhores Práticas.
devendo tais denúncias atender ao disposto no Código ANBIMA dos Processos de Regulação e Melhores Práticas.
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2.2.1.4.1. Melhores Práticas

Art. 6° - As Instituições Participantes devem se ater aos princípios que regem as melhores práticas de mercado no tocante à Publicidade e divulgação de Material Técnico, não se limitando às diretrizes expostas nesta norma.1 São considerados corno princípios de melhores práticas:

I - Objetividade e Relevância: As informações disponibilizadas devem ser objetivas, pertinentes ao processo de decisão, sendo tr·atados de fonna técnica assuntos relativos à perfonnance passada e privilegiando as infonnações de longo prazo em vez daquelas de curto prazo;

II - Consistência, atualidade e regularidade: As informações apresentadas de forma constante e regular devem manter a mesma linha de conteúdo e forma, incluindo a infonnação mais recente disponível, de tal maneira que não sejam alterados os períodos de análise buscando ressaltar períodos de boa rentabilidade, descartando períodos desfavoráveis, ou intenompendo sua recorrência e periodicidade especialmente em razão da performance;

III - Transparência e Clareza: As informações disponibilizadas devem

buscar a transparência, clareza e precisão das infonnações, fazendo uso de linguagem adequada ao público alvo, não induzindo a mo ou decisão equivocada de aplicação ou pennanência no Fundo de Investimento;

IV - Comparabilidade: As infonnações disponibilizadas devem privilegiar

dados de fácil comparabilidade. Caso não sejam usados métodos de cálculo universais, deve ser indicado o local onde o catista pode obter infonnações sobre a metodologia utilizada, que deve ser pública e estar disponível para consulta;

VI - Adequação: As Instituições Patticipantes devem envidar seus

melhores esforços no sentido de produzir Publicidade ou Material Técnico adequado ao seu público alvo, minimizando incompreensões quanto ao seu conteúdo, e privilegiando infonnações necessárias para a tomada de decisão.

Parágrafo Único: Notas explicativas, que façam referência à fonte para obtenção de informações mais completas, devem ser utilizadas para o cumprimento dos princípios elencados nesta norma.

de informações mais completas, devem ser utilizadas para o cumprimento dos princípios elencados nesta norma. 23
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2.2.1.4.2. Dos Avisos Obrigatórios

2.2.1.4.3. Divulgação de rentabilidade, rendimento e comparações

Art. 7° - Toda Publicidade ou Material Técnico de Fundo de Investimento deve obedecer às seguintes regras na utilização do selo ANBIMA e na divulgação de avisos aos clientes:

I.

A

utilização do selo ANBIMA, confonne Anexo 1, é obrigatória em toda e

qualquer publicidade ou Material Técnico, excetuadas as veiculações em áudio ou exclusivamente em texto, de natureza digital, que não pennitem, por restrições técnicas, o uso ou a fonnatação de imagens.

II.

aviso LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR é obrigatório em toda e qualquer publicidade ou Material Técnico

III.

Caso a Publicidade e ou o Material Técnico faça referência a histórico de rentabilidade, ou menção a sua performance, adicionar aviso com o seguinte teor:

a.

RENTABILIDADE

PASSADA

NÃO

REPRESENTA

GARANTIA

DE

RENTABILIDADE FUTURA.

 

b.

A

RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS.

 

c.

FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO - FGC.

Art. 9° - Na divulgação de rentabilidade ou rendimento, somente são autorizados os seguintes padrões:

I.

mês anterior do calendário civil;

II.

todos os meses do ano corrente do calendário civil, de forma individual (“mês a mês”) ou com seu valor acumulado (“acumulado no ano”);

III.

anos anteriores do calendário civil;

IV.

períodos de 12 meses do calendá1io civil e seus múltiplos, contados até

o

mês anterior a divulgação (“últimos 12 meses”);

V.

períodos de 12 meses e seus múltiplos, contados a partir do mês de constituição do fundo;

VI.

da data de constituição do fundo até o mês anterior à divulgação (“desde

o

início”).

Art. 12 - Não é permitida a comparação direta da rentabilidade do Fundo de Investimento - em termos percentuais ou de diferencial de rentabilidade - com indicadores econômicos não estabelecidos no Regulamento ou Prospecto como meta ou parâmetro de performance do Fundo de Investimento, dando a entender que hã vinculação entre a rentabilidade e estes indicadores.

§ 1° - Tais indicadores econômicos podem ser divulgados em Publicidade ou Materiais Técnicos de Fundo de Investimento, desde que acompanhados de aviso específico esclarecendo se tratar de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de performance;

de aviso específico esclarecendo se tratar de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de
de aviso específico esclarecendo se tratar de mera referência econômica, e não meta ou parâmetro de
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§2° - A divulgação de rentabilidade acompanhada destes indicadores

econômicos deve ser feita de forma consistente e continuada, não se utilizando,

a cada período, diferente indicador que melhor beneficie a performance apresentada pelo Fundo de Investimento.

2.2.1.4.4. Das qualificações

2.2.1.5. Marcação a Mercado - MaM - Consultar o Código para fundos de investimento e Diretrizes de Marcação a Mercado, disponível no site da ANBIMA.

Art. 15 - São consideradas como qualificações (“qualificações”) quaisquer premiações, rankings, títulos, análises, relatório ou assemelhados, qualificando Fundo(s) de Investimento ou lnstituição Participante na administração, gestão ou distribuição.

*As qualificações possuem regras rígidas em relação as fontes de informação,

as ressalvas e os prazos de uso das mesmas.

Art. 20 • As Instituições Participantes devem adotar a Marcação a Mercado (“MaM”) no registro dos ativos financeiros e valores mobiliários componentes das carteiras dos Fundos de Investimento que administrem.

§

e cálculo de cotas dos Fundos de Investimento, pelos respectivos preços negociados no mercado em casos de ativos líquidos ou, quando este preço não é observável, por uma estinativa adequada de preço que o ativo teria em uma eventual negociação feita no mercado.

§

riqueza entre os cotistas dos Fundos de Investimento, além de dar maior

transparência aos riscos embutidos nas posições, uma vez que as oscilações

de mercado dos preços dos ativos. ou dos fatores determinantes destes,

estarão refletidas nas cotas, melhorando assim a comparabilidade entre suas performances.

1° -A MaM consiste em registrar todos os ativos, para efeito de valorização

2° - A MaM tem como principal objetivo evitar a tramferência de

todos os ativos, para efeito de valorização 2° - A MaM tem como principal objetivo evitar
todos os ativos, para efeito de valorização 2° - A MaM tem como principal objetivo evitar
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2.2.1.6. Serviços: Administração, Gestão e Distribuição de Fundos de Investimento

Administração

Gestão

Distribuição de Fundos de Investimento

Art. 25 -A administração do Fundo de Investimento compreende o conjunto de serviços relacionados direta ou indiretamente ao funcionamento e manutenção do Fundo.

Art. 29 - A gestão compreende o conjunto de decisões que, executadas com observância dos termos do Regulamento e do Prospecto, determinam a performance do Fundo de Investimento.

§ 1° - A gestão dos Fundos de Investimento deve ser exercida por gestor que est eja devidamente autorizado pela CVM para o exerdcio da atividade de administração de carteira de valores mobiliários.

§

poderes para tomar decisão de investimento em no me dos Fundos, devem estar c ertificados pela Certificação de Gestores ANBIMA. nos termos do Código ANBIMA de Regulação e Melhores Práticas para o Programa de Certificação Continuada.

§ 3º - A Instituição Participante gestora do Fundo de Investimento é responsável:

2º - Os profissionais que desempenham a atividade de gestão, possuindo

I.

pelas decisões de investimento e desinvestimento, segundo a política de investimento estabelecida nos respectivos Regulamentos e Prospectos;

II.

pelas respectivas ordens de compra e venda de ativos financeiros e demais modalidades operacionais;

III.

pelo envio das informações relativas a negócios realizados pelo Fundo de Investimento ao administrador do Fundo ou ao prestador de serviço contratado para tal;

IV.

pelo gerenciamento da liquidez das carteiras dos Fundos de Investimento, de acordo com as diretrizes elaboradas pelo Conselho de Regulação e Melhores Práticas; e

V.

em garantir que as operações realizadas pelo fundo de Investimento tenham sempre propósitos econômicos compatíveis com sua política de investimento, sobretudo aquelas referentes a empréstimos de títulos e valores mobiliários.

Art. 34 - Caracteriza-se como distribuição de fundos de Investimento, para os efeitos desse Código, a oferta de cotas de Fundo de Investimento a investidor ou potencial investidor. de forma individual ou coletiva, resultando ou não em captação de recursos para o Fundo de Investimento.

§ 4° - É responsabilidade do distribuidor. em relação a seus clientes:

I. a prestação adequada de informações sobre o Fundo de Investimento, esclarecendo suas dúvidas e recebendo reclamações;

adequada de informações sobre o Fundo de Investimento, esclarecendo suas dúvidas e recebendo reclamações; 26
adequada de informações sobre o Fundo de Investimento, esclarecendo suas dúvidas e recebendo reclamações; 26
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II.

o fornecimento de Prospectos. Regulamentos. termo de adesão e demais documentos obrigatórios;

III.

o controle e manutenção de registros internos referentes a compatibilidade entre as movimentações dos recursos dos clientes e sua capacidade financeira e atividades econômicas, nos termos das normas de proteção e combate a lavagem de dinheiro ou ocultação de bens e direitos; e

IV.

o atendimento aos requistos da legislação e da regulação e melhores práticas em relação a adequação dos investimentos recomendados (suitability).

2.2.1.7. Dever de Adequação (Suitability)

As Instituições Financeiras dispor de ferramentas para adequar os produtos de investimentos aos respectivos perfis de investidores.

Financeiras dispor de ferramentas para adequar os produtos de investimentos aos respectivos perfis de investidores. 27
Financeiras dispor de ferramentas para adequar os produtos de investimentos aos respectivos perfis de investidores. 27
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2.3 PREVENÇÃO CONTRA A LAVAGEM DE DINHEIRO

2.3.1 CONCEITO DE LAVAGEM DE DINHEIRO. LEGISLAÇÃO

Fases da Lavagem de Dinheiro

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Conceito:

Lei 9613/98 – Alterada pela lei 12.683/12

CAPÍTULO I Dos Crimes de “Lavagem” ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores

Art. 1. Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal.

INTEGRAÇÃO

COLOCAÇÃO
COLOCAÇÃO

OCULTAÇÃO

1. Colocação - “Fase inicial, o objetivo é fazer o dinheiro proveniente de uma atividade ilegal passar pelo caixa”

2. Ocultação – “Fase em que os criminosos dificultar a identificação da origem”, exemplo a realização de inúmeras transferências.

3. Integração – Fase final, quando dinheiro volta com aparência de “limpo”.

de inúmeras transferências. 3. Integração – Fase final, quando dinheiro volta com aparência de “limpo”. 28
de inúmeras transferências. 3. Integração – Fase final, quando dinheiro volta com aparência de “limpo”. 28
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2.3.2 CLIENTES/ INVESTIDORES

2.3.2.1. Ações Preventivas:

Princípios Do “Conheça Seu Cliente”

2.3.2.1.1. Função do cadastro e implicações de um cadastro desatualizado e análise da capacidade financeira do cliente

2.3.2.1.2 O princípio “conheça seu cliente” como forma de proteção da instituição financeira e do profissional

2.3.2.2. Identificação E Registros De Operações

A principal forma de evitar a lavagem de dinheiro é conhecendo o

cliente, principalmente através de informações obtidas através do ca-

dastro. Caso o cliente se negue a fornecer as informações requeridas,

a instituição não deve aceitá-lo como cliente.

A função do cadastro é identificar as características de cada cliente,

um cadastro consistente e atualizado permitirá que o profissional e a instituição financeira identifique operações suspeitas.

O dever do profissional e da instituição financeira é o de identificar e

comunicar as operações suspeitas, fazendo isso ambos estarão prote- gidos de qualquer penalidade civil ou administrativa caso tal operação seja classificada como crime de lavagem de dinheiro.

As instituições financeiras:

I.

identificarão seus clientes e manterão cadastro atualizado;

II.

manterão registro de toda transação em moeda nacional ou estrangeira que ultrapassar limite fixado pela autoridade compe- tente;

III.

deverão adotar políticas, procedimentos e controles internos, compatíveis com seu porte e volume de operações, que lhes permitam atender ao disposto neste artigo;

IV.

deverão cadastrar-se e manter seu cadastro atualizado no órgão regulador ou fiscalizador e, na falta deste, no Coaf.

V.

deverão atender às requisições formuladas pelo Coaf na periodi- cidade, forma e condições por ele estabelecidas.

O sistema de registro deve permitir a identificação:

I. das operações que, realizadas com uma mesma pessoa, con- glomerado financeiro ou grupo, em um mesmo mês calendário, superem, por instituição ou entidade, em seu conjunto, o valor de R$10.000,00 (dez mil reais);

II. das operações que, por sua habitualidade, valor ou forma, confi- gurem artifício que objetive burlar os mecanismos de identifica- ção, controle e registro.

ou forma, confi - gurem artifício que objetive burlar os mecanismos de identifica - ção, controle
ou forma, confi - gurem artifício que objetive burlar os mecanismos de identifica - ção, controle
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2.3.3 OPERAÇÕES SUSPEITAS

2.3.3.1 - CARACTERIZAÇÃO

2.3.3.2 – OBRIGATORIEDADE DE COMUNICAÇÃO E CONTROLE – INSTITUIÇÕES, EMPRESAS E AUTORIDADES COMPETENTES

2.3.4 – RESPONSABILIDADES

ADMINISTRATIVAS E LEGAIS. ENTIDADES E PESSOAS FÍSICAS SUJEITAS À LEI E A REGULAMENTAÇÃO

A caracterização de operações suspeitas possui diversas facetas mas

a principal delas é movimentação de recursos incompatível com a renda ou patrimônio do agente econômico.

Valores Superiores a

Valores Superiores a

Operações Suspeitas

R$ 10 mil

R$ 100 mil

(

QUALQUER

VALOR

)

=

Registro Interno

Registro Interno

= + SisBacen

= Comunicação ao

Banco Central

Art. 12. -Às pessoas referidas no art. 9º, bem como aos administradores das pessoas jurídicas, que deixem de cumprir as obrigações previstas serão aplicadas, cumulativamente ou não, pelas autoridades competentes, as seguintes sanções:

I.

advertência;

II.

multa pecuniária variável não superior:

a.

ao dobro do valor da operação;

b.

ao dobro do lucro real obtido ou que presumivelmente seria obtido pela realização da operação; ou

c.

ao valor de R$ 20.000.000,00 (vinte milhões de reais);

III.

inabilitação temporária, pelo prazo de até dez anos, para o Exercício do cargo de administrador das pessoas jurídicas referidas no art. 9º;

IV.

cassação ou suspensão da autorização para o exercício de atividade, operação ou funcionamento.

9º; IV. cassação ou suspensão da autorização para o exercício de atividade, operação ou funcionamento. 30
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2.3.5 CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO

2.3.5.1. RESPONSABILIDADES E CO-RESPONSAILIDADES

Pena: reclusão, de 3 (três) a 10 (dez) anos, e multa.

§ 1° Incorre na mesma pena quem, para ocultar ou dissimular a utilização de bens, direitos ou valores provenientes de infração penal:

I. os converte em ativos lícitos;

II. os adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere;

III. importa ou exporta bens com valores não correspondentes aos verdadeiros.

§ 2° Incorre, ainda, na mesma pena quem:

I. utiliza, na atividade econômica ou financeira, bens, direitos ou valores provenientes de infração penal;

II. participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta Lei.

conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta
conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta
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2.4 ÉTICA NA VENDA

2.4.1 VENDA CASADA: CONCEITO

2.4.2 – RESTRIÇÕES DO INVESTIDOR: IDADE, HORIZONTE DE INVESTIMENTO, CONHECIMENTO DO PRODUTO E TOLERÂNCIA AO RISCO

Vender com ética é focar no relacionamento de longo prazo com o cliente.

Deixar de passar informações e restrições importantes sobre o produ- to ao cliente pode ajudar ao distribuidor a bater suas metas de curto prazo, no entanto quebram a confiança do cliente para com a institui- ção, prejudicando o relacionamento futuro.

A resolução 2878 do CMN diz “É vedada a contratação de quaisquer

operações condicionadas ou vinculadas à realização de outras opera-

ções ou à aquisição de outros bens e serviços”.

A vedação também se aplica a promoções e artifícios que impliquem

em um aumento artificial dos preços e taxas de juros.

Em operações que exigirem contração adicional de produto ou serviço,

o cliente tem o direito de escolher a instituição onde realizará esta segunda operação.

IDADE – Devido a um horizonte de tempo mais curto, quanto mais elevada a idade, menor deve ser a exposição ao risco do investidor.

HORIZONTE DE TEMPO – Deve-se evitar correr riscos em operações com resgate curto prazo, uma vez que não existe tempo hábil para recuperação das perdas, operações com prazos mais elásticos podem ser expostas a riscos mais elevados.

CONHECIMENTO DO PRODUTO – Deve-se evitar recomendar produtos de investimentos para clientes que desconhecem os riscos envolvidos na operação.

TOLERÂNCIA AO RISCO – Cada investidor possui um perfil de risco diferente, deve-se evitar recomendar produtos de risco mais elevado para perfis mais conservadores, para facilitar a adequação as institui- ções dispõem de ferramentas de Análise do Perfil do Investidor (API).

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de ferramentas de Análise do Perfil do Investidor (API). ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/etica-regulamento-e-api-07/ 32
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2.5 ANÁLISE DO PERFIL DO INVESTIDOR (API)

Questionário de uso obrigatório pelas instituições associadas a ANBI- MA que normalmente possui entre 6 e 10 questões dirigidas ao inves- tidor com o objetivo de traçar o seu perfil. Existem três perfis básicos: CONSERVADOR, MODERADO E AGRESSI- VO. Esses perfis são utilizados tanto na classificação dos investidores como na classificação dos produtos. O principal objetivo do API é evitar que investidores com menor tole- rância ao risco façam investimentos em produtos mais arriscados. Ex:

Investidor MODERADO decide investir em um Fundo de Ações Alavan- cado, classificado como AGRESSIVO. Não existe restrições para que Investidores de perfis mais agressivos/ arrojados façam investimentos em produtos conservadores.

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arrojados façam investimentos em produtos conservadores. ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/etica-regulamento-e-api-08/ 33
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CAPÍTULO 3

NOÇÕES DE ECONOMIA E FINANÇAS

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CONTEÚDO DO CAPÍTULO

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA

3.1 Conceitos Básicos de Economia

3.2 Conceitos Básicos de Finanças

de 10% a 15%

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA 3.1 Conceitos Básicos de Economia 3.2 Conceitos Básicos de Finanças de
PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA 3.1 Conceitos Básicos de Economia 3.2 Conceitos Básicos de Finanças de
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3.1 CONCEITOS BÁSICOS DE ECONOMIA

3.1.1 INDICADORES ECONÔMICOS

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ÍNDICES DE INFLAÇÃO

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IPCA

São grandezas de caráter econômico, expressas em valores numéricos, cuja finalidade é mensurar o desempenho de uma economia. Ex: PIB, Inflação, Taxa de Câmbio, etc.

INDICADORES ECONÔMICOS - EXEMPLOS

Taxa de Câmbio, etc. INDICADORES ECONÔMICOS - EXEMPLOS P I B INFLAÇÃO T A X A

PIB

INFLAÇÃO

TAXA DE

CÂMBIO

PIB

O produto Interno Bruto (PIB) representa o valor final de todos os bens produzidos em determinado período.

PIB = C + I + G + (X-M)

ÍNDICES DE INFLAÇÃO

A inflação é medida por diversas instituições no Brasil: IBGE, FGV, FIPE-USP, DIEESE, etc. Os índices de inflação são compostos através de uma média

aritmética ponderada pelo peso relativo dos bens e serviços no orçamento das famílias.

Exemplos de índices de inflação: IPCA (IBGE), IGPM (FGV), IPC (FIPE- USP).

ÍNDICES DE INFLAÇÃO - EXEMPLOS

ÍNDICE

IPCA

IGPM

IPC

RESPONSÁVEL

IBGE

FGV

FIPE-USP

PELA MEDIÇÃO

É a sigla para Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. É o

índice oficial de inflação no Brasil. O IPCA é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e utiliza famílias com rendimento entre 1 e 40 salários mínimo como público alvo para a pesquisa.

(IBGE) e utiliza famílias com rendimento entre 1 e 40 salários mínimo como público alvo para
(IBGE) e utiliza famílias com rendimento entre 1 e 40 salários mínimo como público alvo para
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IGP-M

TAXA DE CÂMBIO (PTAX)

TAXA SELIC

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A pesquisa do IPCA abrange as regiões metropolitanas de Belém,

Fortaleza, Recife, Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e o município de Goiânia.

A periodicidade é mensal, utilizando geralmente como referência o período que vai do dia 1º ao dia 30 de cada mês.

A divulgação ocorre normalmente até o dia 10 do mês seguinte ao mês de coleta.

É a sigla para Índice Geral de Preços de Mercado, calculado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O IGP-M é a média ponderada de três outros índices de inflação calculados pela FGV:

Índice de Preços por Atacado (IPA): 60% Índice de Preços ao Consumidor (IPC): 30% Índice Nacional de Custo da Construção Civil (INCC): 10%

A pesquisa dos índices que compõem o IGP-M abrange diversas

capitais e os preços são coletados do dia 21 do mês anterior até o dia

20 do mês de referência. O IGP_DI, índice similar, calculado pela FGV

difere do IGP-M por computar as variações de preço do dia 1º ao dia

30 de cada mês.

O IGP-M notabiliza-se por ser um índice de grande credibilidade no

mercado, é o índice mais tilizado em contratos, como por exemplo

o de reajuste dos aluguéis. Até o governo em menor escala, utiliza o

IGP-M: Os títulos públicos do tipo Notas do Tesouro Nacional série C (NTN-C) são indexados ao IGP-M.

É a taxa oficial de câmbio calculada pelo Banco Central e divulgada no Sisbacen.

É calculada com base na média de todos os negócios com moedas

estrangeiras realizados no mercado interbancário com liquidação para dois dias úteis após o dia da operação (D+2). Apesar da Ptax ser associada ao dólar, todas as moedas negociadas oficialmente no Brasil tem a sua PTAX.

Pode ser dividida em duas: Selic Meta e e Selic Over.

A Selic Meta é a taxa definida pelo Comitê de Política Monetária (COPOM) que serve de referência para as operações com títulos

públicos durante sua vigência que é até a próxima reunião do COPOM, reunião essa que ocorre a cada 45 dias aproximadamente.

A Selic Over é a taxa calculada pela média ponderada e ajustada das

operações de financiamento por um dia lastreadas em títulos públicos federais e registradas no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC). Podemos afirmar, assim, que a Taxa Selic é a taxa média de juros paga pelo Tesouro Nacional aos detentores dos títulos públicos federais.

que a Taxa Selic é a taxa média de juros paga pelo Tesouro Nacional aos detentores
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TAXA DI

TR

3.1.2 COPOM

Para o mercado, a taxa Selic é considerada uma taxa livre de risco.

Os bancos emprestam recursos entre si no mercado interbancário, ou Interfinanceiro como é conhecido atualmente. Esses empréstimos são realizados através de operações lastreadas em Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI). No CDI a instituição financeira (IF) emissora do certificado se compromete a pagar os juros do empréstimo para a IF emprestadora no prazo de 1 dia.

As negociações de CDI são controladas e registradas na Central de

Custódia e iquidação Financeira de Títulos Privados (CETIP). A taxa DI

é definida como a média ponderada das negociações diárias de CDIs apuradas na CETIP.

É a sigla para Taxa Referencial, taxa de juros calculada e divulgada pelo Banco Central com Base nos Certificados de Depósito Bancário (CDB) e Recibos de Depósito Bancário (RDB) emitidos pelas 30 maiores instituições financeiras do país.

A TR é utilizada para correção das aplicações de poupança, Títulos

da Dívida Agrária (TDA), saldo do FGTS assim como o reajuste dasprestações de financiamento dos Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

Comitê de Política Monetária

Formado pelos diretores (área fim) e Presidente do Banco Central.

• Objetivos:

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» Implementar a Política Monetária

» Analisar o Relatório de Inflação

» Definir a Taxa Selic e seu eventual viés

O COPOM realiza 8 reuniões por ano (uma a cada 45 dias).

• O viés é a prerrogativa dada ao Presidente do Banco Central para alterar a Taxa Selic entre as reuniões.

O viés fica registrado na ata da reunião, e poderá ser de alta ou de baixa.

• O Presidente do Bacen apenas poderá exercer o viés no sentido indicado na ata (alta ou baixa).

alta ou de baixa. • O Presidente do Bacen apenas poderá exercer o viés no sentido
alta ou de baixa. • O Presidente do Bacen apenas poderá exercer o viés no sentido
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3.2 CONCEITOS BÁSICOS DE FINANÇAS

3.2.1 TAXA DE JUROS REAL E TAXA DE JUROS NOMINAL

Os bancos emprestam recursos entre si no mercado interbancário, ou Interfinanceiro como é conhecido atualmente. Esses empréstimos são realizados através de operações lastreadas em Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI). No CDI a instituição financeira (IF) emissora do certificado se compromete a pagar os juros do empréstimo para a IF emprestadora no prazo de 1 dia.

A taxa nominal é a taxa que normalmente é divulgada pelas

instituições financeiras, enquanto que a taxa real é dada pela diferença entre taxa nominal e a inflação do período. Assim, por exemplo, se uma aplicação bancária teve uma rentabilidade de 10% no ano passado (taxa nominal) e a inflação no mesmo período foi de 6%, temos que a taxa real foi de quase 4%. “Quase” pois o cálculo da taxa real envolve um conceito de juros compostos chamado desconto e não apenas uma simples subtração.

Ao invés de termos que:

Taxa Nominal = Taxa Real + Inflação

A fórmula é a seguinte:

(1 + Taxa Nominal) = (1+Taxa Real) x (1 + Inflação)

EXEMPLOS

Determinado título público com vencimento para 1 ano tem taxa nominal de 12% enquanto que o mercado espera uma inflação de 6% para o período. Qual é a taxa real esperada?

Se a Poupança rendeu 7,20% no ano de 2010 e a inflação no mesmo período foi de 5,60% qual foi a taxa real de rentabilidade da poupança?

Uma aplicação teve uma taxa real de 8% em um período em que a inflação foi de 5,6%. Qual foi a rentabilidade nominal dessa aplicação?

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O tesouro americano paga uma taxa nominal de 2% para uma inflação esperada de 3%. Qual a taxa real esperada?

O tesouro americano paga uma taxa nominal de 2% para uma inflação esperada de 3%. Qual
O tesouro americano paga uma taxa nominal de 2% para uma inflação esperada de 3%. Qual
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3.2.2 TAXA DE JUROS EQUIVALENTE VERSUS TAXA DE JUROS PROPORCIONAL

TAXA EQUIVALENTE

TAXA PROPORCIONAL

3.2.3 CAPITALIZAÇÃO SIMPLES VERSUS CAPITALIZAÇÃO COMPOSTA

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A taxa equivalente está relacionada aos JUROS COMPOSTOS, é

aplicada para calcular a taxa correspondente em uma série com periodicidade diferente.

EXEMPLOS:

1% a.m é equivalente a 12,68% ao ano.

2% ao semestre é equivalente a 4,04 % ao ano.

6% ao ano é equivalente a 0,49% a.m.

6% ao trimestre é equivalente a 8,08% ao quadrimestre

Duas taxas são proporcionais quando, considerado o mesmo prazo e aplicação inicial (capital), produzem o mesmo valor futuro (montante) em um regime de JUROS SIMPLES.

EXEMPLOS:

• 1% a.m é proporcional a 12% ao ano.

• 2% ao semestre é proporcional a 4% ao ano.

6% ao ano é proporcional a 0,5% a.m.

• 6% ao trimestre é proporcional a 8% ao quadrimestre

Juros Simples -> Capitalização apenas sobre o capital inicial.

Fórmula -> M = C (1 + i.n) Onde:

M

C

= Montante (Valor Futuro)

= Capital Inicial (Valor Presente)

i

= Taxa de Juros.

n

= Número de Períodos (tempo).

Juros Compostos -> Capitalização realizada a cada período.

A presença de uma potência (expoente) caracteriza uma equação de juros compostos

Fórmula -> M = C (1 + i) n Onde:

M

C

i = Taxa de Juros.

n

-> M = C (1 + i) n Onde: M C i = Taxa de Juros.

= Montante (Valor Futuro)

= Capital Inicial (Valor Presente)

= Número de Períodos (tempo).

M C i = Taxa de Juros. n = Montante (Valor Futuro) = Capital Inicial (Valor
M C i = Taxa de Juros. n = Montante (Valor Futuro) = Capital Inicial (Valor
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3.2.4- ÍNDICE DE REFERÊNCIA (BECHMARK)

Índice Bovespa (IBOVESPA)

Os índices de referências (ou Benchmark) servem como parâmetro para avaliar o desempenho dos Investimentos. Para avaliar o desempenho de um investimento é prudente comparar com um parâmetro que possua forte relação com o desempenho da rentabilidade do produto.

Exemplos de Benchmark: Ptax, Taxa DI, Selic,

Principal Índice

Carteira Teórica Formada pelas Ações mais líquidas da bolsa.

Não tem um número fixo de Ações.

As ações mais negociadas possuem maior peso no índice.

Vigência de 4 meses.

Utiliza um histórico de 12 meses para mensurar quais ações irão compor o índice.

Critérios de Inclusão das ações no IBOVESPA:

Precisa atender 3 critérios:

Estar incluída entre as ações cujos negócios somados representem mais de 80% do valor total negociado na bolsa.

Apresentar volume de negócios individualmente superior a 0,1% do total negociado.

• Ter sido negociada em pelo menos 80% dos Pregões.

Índice Brasil (IBrX)

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Índice composto pelas 100 ações mais negociadas da bolsa nos últimos 12 meses.

Tem vigência de 4 meses.

Para entrar no índice a ação tem que ter sido negociada em pelo menos 70% dos pregões.

• Ações de empresa em processo falimentar/ concordata não participam do IBrX.

Possui um índice irmão: o IBrX50 (50 ações)

em processo falimentar/ concordata não participam do IBrX. • Possui um índice irmão: o IBrX50 (50
em processo falimentar/ concordata não participam do IBrX. • Possui um índice irmão: o IBrX50 (50
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3.2.5 VOLATILIDADE CONCEITO

Volatilidade = Medida de Risco.

Quanto mais um investimento oscila, maior a volatilidade e consequentemente maior será o risco.

O desvio-padrão e a variância são exemplos de medidas estatísticas

de volatilidade. Os produtos de renda variável (ex. ações) possuem volatilidade mais elevada do que os investimentos em renda fixa.

3.2.6 PRAZO MÉDIO PONDERADO DE UMA CARTEIRA DE TÍTULOS

Os títulos podem ter diversos valores, assim como variadas datas de vencimento. Ex. R$ 5000 e vencimento em 05/2014 ou R$ 300.000 e vencimento em 12/2038.

O prazo médio ponderado considera os valores dos títulos e seus respectivos prazos para determinar o prazo médio da carteira. Títulos de valores mais elevados tendem a “puxar” o prazo da carteira para perto do seu vencimento. Quanto maior o prazo de uma carteira maior será o risco associado

a ela, uma vez que mudanças na taxa de juros terão mais impactos sobre o valor presente da carteira.

Média Ponderada do Vencimento dos Títulos de uma Carteira:

Imagine a seguinte Situação, duas carteiras distintas A e B, cada uma delas com dois títulos cuja soma totalizam os mesmo valores totais:

Carteira A:

Títulos: R$ 1 Milhão com vencimento em 1 ano e R$ 2 Milhões com Vencimento em 5 anos

Carteira B:

Títulos: R$ 2 Milhões com vencimento em 1 ano e R$ 1 Milhão com Vencimento em 5 anos Quem tem o maior prazo médio?

Títulos: R$ 2 Milhões com vencimento em 1 ano e R$ 1 Milhão com Vencimento em
Títulos: R$ 2 Milhões com vencimento em 1 ano e R$ 1 Milhão com Vencimento em
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3.2.7 MARCAÇÃO A MERCADO (MAM)

Marcar a Mercado é precificar um ativo pelo seu valor de negociação diária no mercado.

Os ativos sofrem variações de preço diariamente, para saber o valor real dos ativos os fundos precisam precificá-los todos os dias.

Precificar ativos de grande liquidez é fácil, basta ver quanto foi fechado o último negócio (Ex. Ações da Vale).

O difícil é precificar ativos de baixa liquidez. Se faz meses que um determinado ativo não é negociado, quanto ele está valendo hoje?

• Um detalhe importante sobre a Marcação a Mercado é que os ativos prefixados possuem precificação inversamente proporcional à taxa de juros.

EXEMPLO:

Imagine que você compra um título prefixado pelo valor de R$ 1 mil que vai render 15% em um ano, e logo depois a taxa de juros sobe para 20%. Assim o seu título garante um resgate de R$ 1.150,00 e os “novos” títulos, lançados após o aumento da taxa de juros garantem um retorno de R$ 1.200,00

• Agora imagine que pouco depois do aumento da taxa de juros você resolve vender o seu título, os compradores tem a opção de comprar o seu título que rende menos (15%) ou um novo título que rende mais (20%)

Você conseguirá vender o seu título pelo valor que comprou?

Não, precisará dar um desconto para vender o título, na linguagem financeira, venderá com um deságio para compensar a elevação da taxa de juros.

Assim temos que quando os juros sobem, os títulos prefixados caem de preço.

E quando os juros caem, eles sobem de preço, pois os títulos prefixados são inversamente proporcionais à taxa de juros.

Marcação a mercado Curva do papel
Marcação a mercado
Curva do papel

Por esse motivo não deve- mos seguir a curva de juros de um papel e sim a Marca- ção a Mercado.

Ou seja, um título prefixado que rende 20% ao ano, não necessariamente terá rendi- do 10% em 6 meses (curva de juros).

seja, um título prefixado que rende 20% ao ano, não necessariamente terá rendi- do 10% em
seja, um título prefixado que rende 20% ao ano, não necessariamente terá rendi- do 10% em
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3.2.8 MERCADO PRIMÁRIO E MERCADO SECUNDÁRIO

Mercado Primário = Local onde um título é vendido pela primeira vez, ele gera recursos para o agente emissor. Exemplo: Uma empresa emite novas ações, o dinheiro da venda dessas ações vai para o caixa da empresa, e pode ser utilizado em projetos de expansão.

Mercado Secundário = Local onde um título já existente é vendido, ele não gera recursos para o agente emissor. Exemplo: João comprou ações da Ambev e vendeu na Bolsa, o valor da venda vai para o bolso de João e não para empresa.

João comprou ações da Ambev e vendeu na Bolsa, o valor da venda vai para o
João comprou ações da Ambev e vendeu na Bolsa, o valor da venda vai para o
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CAPÍTULO 4

PRINCÍPIOS DE INVESTIMENTO

CAPÍTULO 4 PRINCÍPIOS DE INVESTIMENTO
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CONTEÚDO DO CAPÍTULO

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA

4.1 Principais fatores de Análise de Investimentos

4.2 Principais Riscos do Investidor

4.3 Fatores Determinantes para Adequação dos Produtos de

Investimento às Necessidades dos Investidores

de 10% a 20%

4.3 Fatores Determinantes para Adequação dos Produtos de Investimento às Necessidades dos Investidores de 10% a
4.3 Fatores Determinantes para Adequação dos Produtos de Investimento às Necessidades dos Investidores de 10% a
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4.1 PRINCIPAIS FATORES DE ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

4.1.1 RENTABILIDADE

4.1.1.1 Rentabilidade Absoluta versus Rentabilidade Relativa

FATORES DE ANÁLISE DE INVESTIMENTOS

Rentabilidade

Liquidez

Risco

A Rentabilidade Absoluta

expressa o retorno através de uma porcentagem ou um montante de rendimento independente de qualquer outro indicador.

Exemplos:

O

fundo X teve retorno de 15% em 2013

O

investimento de Maria teve um retorno de R$ 120,00

A

Rentabilidade Relativa

expressa em porcentagem o retorno de um investimento em relação a um benchmark.

Exemplo:

O CDB rendeu 98% da taxa DI (Relação entre o CDB e Taxa DI)

4.1.1.2 Rentabilidade Esperada versus Rentabilidade Observada

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Rentabilidade Esperada = Rentabilidade Futura. Rentabilidade Observada = Rentabilidade Passada (ou até o presente momento).

IMPORTANTE: Rentabilidade Observada não garante Rentabilidade Futura.

Passada (ou até o presente momento). IMPORTANTE: Rentabilidade Observada não garante Rentabilidade Futura. 47
Passada (ou até o presente momento). IMPORTANTE: Rentabilidade Observada não garante Rentabilidade Futura. 47
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4.1.2 LIQUIDEZ

Capacidade do Ativo de converter em poder de compra.

O ativo mais líquido que existe é o dinheiro.

Um ativo é considerado líquido quando convertido em dinheiro por um preço justo e um curto espaço de tempo.

A liquidez de um ativo depende do número de compradores.

Os imóveis tendem a ser menos líquidos que os investimentos financeiros.

A poupança é um dos ativos financeiros mais líquidos que existem.

Existem ativos financeiros de baixa liquidez, como por exemplo, ações de empresas desconhecidas, consideradas de segunda linha.

4.1.3 RISCO

Definição para a prova Anbima:

Possibilidade de o retorno esperado não se confirmar.

IMPORTANTE: Ativos de risco mais elevado tendem a ter um retorno esperado mais alto. Exemplo: Ações.

se confirmar. IMPORTANTE: Ativos de risco mais elevado tendem a ter um retorno esperado mais alto.
se confirmar. IMPORTANTE: Ativos de risco mais elevado tendem a ter um retorno esperado mais alto.
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4.2 PRINCIPAIS RISCOS DO INVESTIDOR

4.2.1 RISCO DE MERCADO

4.2.1.1 Risco de mercado externo

4.2.1.2 Risco sistemático e não-sistemático

PRINCIPAIS RISCOS DO INVESTIDOR

Risco de Mercado

Risco de Crédito

Risco de Liquidez

Oscilação / Flutuação / Variação no preço dos ativos devidos a fatores mercadológicos.

TODOS os ativos financeiros possuem risco de mercado.

• Não existe nenhuma forma de “escapar” do risco de mercado.

Conceito: oscilações na taxa de câmbio, mudanças no cenário macroeconômico mundial, riscos geopolíticos específicos de cada país investido, questões legais, regulatórias e tributárias específicas de um país.

Risco Sistemático = Risco Conjuntural = Risco de Mercado. Não existe nenhuma forma de eliminar o risco do sistema, pois todos os ativos estão sujeito a este risco. - Também é conhecido como risco não-diversificável, pois a diversificação não traz a redução deste tipo de risco.

Risco não-sistemático = Risco Individual = Risco da Empresa (ou setor). O risco não-sistemático pode ser reduzido ou eliminado através da diversificação.

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1 2 Risco Próprio 3 (Individual) 4 Risco Conjuntural (Sistemático) 5 15 20 50 100
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Risco Próprio
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Risco Conjuntural
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Ativos para riscos
Risco
2 Risco Próprio 3 (Individual) 4 Risco Conjuntural (Sistemático) 5 15 20 50 100 Ativos para
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4.2.2 RISCO DE CRÉDITO

4.2.3 RISCO DE LIQUIDEZ

Risco associado a inadimplência, ao não pagamento das obrigações por parte do emissor de um título ou tomador de empréstimo.

Não existe risco de crédito no investimento em ações, uma vez que os acionistas são considerados sócios e não credores das empresas.

Os títulos públicos federais são considerados os ativos de menor risco de crédito.

Ocorre quando os vendedores encontram dificuldade de vender seus ativos por um preço justo por falta de compradores para determinado ativo.

É caracterizado pela presença de poucos compradores ou mesmo pela ausência deles.

Ativos de alta liquidez em tempos normais, podem se tornar de baixíssima liquidez em tempos de crise, onde muitos querem vender e pouquíssimos querem comprar.

podem se tornar de baixíssima liquidez em tempos de crise, onde muitos querem vender e pouquíssimos
podem se tornar de baixíssima liquidez em tempos de crise, onde muitos querem vender e pouquíssimos
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4.3 FATORES DETERMINANTES PARA ADEQUAÇÃO DOS PRODUTOS DE INVESTIMENTO AS NECESSIDADES DOS INVESTIDORES

4.3.1 OBJETIVO DO INVESTIMENTO

4.3.2

HORIZONTE DE INVESTIMENTO

4.3.3 RISCO VERSUS RETORNO

4.3.4

DIVERSIFICAÇÃO: VANTAGENS

E LIMITES DA REDUÇÃO DO RISCO

INCORRIDO

Cada investidor tem objetivos pessoais diferentes, cabe ao consultor financeiro orientar os investimentos de forma a compatibilizar com os objetivos de cada investidor (rentabilidade, risco e liquidez).

Prazo que se prevê necessário para conseguir determinado retorno. Investimentos em renda variável são recomendados apenas para longo prazo.

Quanto maior o risco maior o retorno esperado. O retorno esperado pode-se confirmar ou não.

A diversificação dos ativos reduz o risco total de uma carteira uma vez

que perdas em determinados ativos tendem a ser compensadas por

ganhos em outros.

4.3.5 SITUAÇÃO FINANCEIRA

Faz parte do trabalho do consultor, avaliar a situação financeira de

cada investidor considerando as características de rentabilidade, risco

e liquidez dos investimentos. Investidores com situação financeira consolidada podem correr riscos mais elevados.

4.3.6 GRAU DE CONHECIMENTO DO MERCADO FINANCEIRO

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Ao adequar os produtos de investimento para os seus clientes o consultor deve considerar a percepção e o conhecimento dos seus clientes acerca dos produtos financeiros, devendo evitar alocar produtos em que os investidores não tenham experiência e/ou não possam entender os riscos. Produtos financeiros mais elaborados devem ser oferecidos para investidores com mais conhecimento e experiência.

ser oferecidos para investidores com mais conhecimento e experiência. cpa10gratis.com/principios-de-investimento-03/ 51
ser oferecidos para investidores com mais conhecimento e experiência. cpa10gratis.com/principios-de-investimento-03/ 51
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CAPÍTULO 5

FUNDOS DE INVESTIMENTO

CAPÍTULO 5 FUNDOS DE INVESTIMENTO
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CONTEÚDO DO CAPÍTULO

PROPORÇÃO DE QUESTÕES NA PROVA

5.1

Definições Legais

5.2

Dinâmica de Aplicação e Resgate

5.3

Principais Características

5.4

Política de Investimento

5.5

Carteira de Investimentos

5.6

Taxas de Administração e Outras

5.7

Classificação CVM

5.8

Outros Fundos

5.9

Tributação

de 25% a 40%

Administração e Outras 5.7 Classificação CVM 5.8 Outros Fundos 5.9 Tributação de 25% a 40% 53
Administração e Outras 5.7 Classificação CVM 5.8 Outros Fundos 5.9 Tributação de 25% a 40% 53
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5.1 DEFINIÇÕES LEGAIS

Tomar decisões de investimentos é difícil: O que comprar? Quando comprar? Qual é a hora de vender?

Os fundos de investimento caracterizam-se como uma prestação de serviço por parte das instituições financeiras.

Os fundos de investimento possuem CNPJ próprio, independente da instituição financeira e é de propriedade dos cotistas (não geram captação de recursos para a instituição financeira).

• Os fundos de investimentos não são garantidos pelo Fundo Garantidor de Crédito (nem pelo administrador!).

• Todo fundo de investimento apresenta risco de perdas.

5.1.1 FUNDO DE INVESTIMENTO E FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS

5.1.2 CONDOMÍNIO

5.1.3 COTA

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5.1.4 PROPRIEDADE DOS ATIVOS DE FUNDOS DE INVESTIMENTOS – EXCLUINDO FUNDOS IMOBILIÁRIOS

Os Fundos de Investimento (FIs) investem diretamente em ativos, como por exemplo CDBs, Títulos Públicos, Ações, Etc. Os Fundos de Investimento em Cotas (FICs) tem obrigação de investir pelo menos 95% do seu patrimônio em cotas de outros fundos, ou seja, são fundos que investem em outros fundos.

Os fundos são organizados sob o regime de condomínio, isso implica que os seus participantes (cotistas) possuem direitos e deveres iguais.

É a fração ideal do patrimônio líquido (PL) do fundo.

O valor da cota é atualizado diariamente e calculado pela seguinte fórmula:

PL

Quantidade de Cotas. Serve como referência para calcular a rentabilidade e os impostos de cada cotista individualmente. As cotas são consideradas valores mobiliários, assim os fundos são fiscalizados pela CVM.

Todos os ativos do fundo pertencem aos cotistas, valorizações e desvalorizações dos ativos serão refletidos no valor da cota.

5.1.5 SEGREGAÇÃO ENTRE GESTÃO DE RECURSOS PRÓPRIOS E DE TERCEIROS (CHINESE WALL).

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Para evitar situações de conflitos de interesse, a CVM obriga que a Instituição Financeira (IF) realize a segregação das atividades de gestão de recursos de terceiros (fundos de investimento) da gestão de recursos próprios. Este conceito de separação é conhecido como Chinese Wall (Muralha da China). Esta segregação pode realizada de duas formas:

1. A IF cria uma diretoria independente para gestão dos fundos de investimento; ou
2. A IF contrata uma empresa para realizar a gestão dos fundos.

para gestão dos fundos de investimento; ou 2. A IF contrata uma empresa para realizar a
para gestão dos fundos de investimento; ou 2. A IF contrata uma empresa para realizar a
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5.1.6 ASSEMBLEIA GERAL DE COTISTAS (COMPETÊNCIA E DELIBERAÇÕES)

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Os cotistas são os donos dos fundos de investimento, são responsáveis pelas principais decisões.

A assembleia geral de cotistas é a instância máxima de decisão dos

fundos de investimento, e ocorre anualmente.

A assembleia geral de cotistas é a instância máxima de decisão dos

fundos de investimento, e ocorre anualmente.

A convocação é realizada por correspondência, encaminhada para os

cotistas com antecedência mínima de 10 dias da data de realização da assembleia. Seu principal objetivo é a aprovação das demonstrações contábeis do exercício encerrado. As demonstrações contábeis são auditadas por uma empresa credenciada na CVM antes de serem submetidas aos cotistas na assembleia.

INSTRUÇÃO CVM Nº 359, de 22 de janeiro de 2002

Art. 30 - Compete privativamente à assembleia geral de cotistas deliberar sobre:

I. As demonstrações contábeis do fundo;

II. A amortização de cotas e a distribuição de resultados, caso não

estejam previstos no regulamento do fundo;

III.

A substituição do administrador;

IV.

Mudança na política de investimento

V.

O aumento das taxas de administração, de entrada ou de saída;

VI.

Mudança de endereço do fundo na rede mundial de computadores;

VII.A fusão, a incorporação, a cisão, a transformação ou a liquidação do fundo;

VIII. Alterações no contrato entre a instituição proprietária do

índice e o administrador, se houver, caso essas alterações acarretem

aumento de despesas para o fundo; e

IX. Outras alterações no regulamento que não sejam resultado de

decisões relativas aos incisos III a VI.

e IX. Outras alterações no regulamento que não sejam resultado de decisões relativas aos incisos III
e IX. Outras alterações no regulamento que não sejam resultado de decisões relativas aos incisos III
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5.1.7 DIREITOS E OBRIGAÇÕES DOS CONDÔMINOS

5.1.8 INFORMAÇÕES RELEVANTES (DISCLAIMERS)

Alguns dos principais DIREITOS:

• Ter acesso ao regulamento e ao prospecto.

• Ter acesso ao valor da cota e a rentabilidade do fundo

• Receber mensalmente extratos de investimentos

Receber anualmente extrato consolidado para fins de IR.

Algumas das principais OBRIGAÇÕES:

Conhecer as características do fundo;

Verificar a compatibilidade do fundo que está investindo com seus objetivos pessoais;

Comparecer nas assembleias gerais;

Manter seus dados cadastrais atualizados.

Existe uma série de informações importantes que o fundo deve transparecer aos seus cotistas. Algumas das principais informações

são:

política de investimento,

objetivos do fundo,

a relação de prestadores de serviço, ‘

• as taxas cobradas e

• informações claras sobre os risco assumidos pelo fundo.

5.1.8.1 Informações Periódicas

5.1.8.2 Informações Relevantes

O administrador do fundo é obrigado a divulgar diariamente o valor da cota e do patrimônio líquido dos fundos (Fundo Abertos). Remeter mensalmente extrato ao cotista com detalhamento de informações, principalmente no que se refere a rentabilidade, movimentação e data de emissão.

O administrador do fundo é obrigado a divulgar imediatamente

qualquer ato ou fato relevante ocorrido ou relacionado ao funcionamento do fundo ou a ativo participante de sua carteira.

Para a CVM fato relevante é aquilo que influenciar a decisão do investidor de adquirir, manter ou vender suas cotas.

Para a CVM fato relevante é aquilo que influenciar a decisão do investidor de adquirir, manter
Para a CVM fato relevante é aquilo que influenciar a decisão do investidor de adquirir, manter
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5.1.9 SEGREGAÇÃO DE FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

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5.1.10 FUNDOS DE INVESTIMENTO (FI) E FUNDOS DE INVESTIMENTO EM COTAS (FIC): DEFINIÇÕES

5.1.9.1 ADMINISTRADOR

Aquele que cria o fundo, redige sua documentação (regulamento e prospecto), contrata (ou terceiriza) os demais serviços do fundo. É o responsável legal pelo fundo.

5.1.9.2 GESTOR Pessoa Física ou Jurídica responsável pela escolha dos ativos, assim como os momentos de compra e venda. É o responsável pelo desempenho do fundo. Atualmente a Anbima exige que os Gestores possuam a certificação CGA.

5.1.9.3 DISTRIBUIDOR

Responsável por vender as cotas de fundo de investimentos aos investidores. Pode ser um bancário (CPA 10 ou 20) ou um Agente

Autônomo de Investimentos (Certificação Ancord).

5.1.9.4 CUSTODIANTE

Responsável pelo serviços relativo aos exercícios de direitos (bonificações, dividendos, etc) e guarda dos ativos.

5.1.9.5 AUDITOR INDEPENDENTE

Necessário ser cadastrado na CVM para realizar o serviço de auditoria das demonstrações contábeis. Único serviço que o administrador é obrigado a “terceirizar”, os demais são eletivos.

5.1.10.1 Abertos

Fundos em que é possível adquirir ou resgatar cotas a qualquer momento.

5.1.10.2 Fechados

Os fundos fechados possuem datas específicas para a aquisição de cotas. Suas cotas só podem ser resgatadas no vencimento, se houver. Caso não haja data de vencimento e queira converter suas cotas em dinheiro, o investidor pode vendê-las no mercado secundário. Os fundos de Investimento imobiliário são exemplos de fundos fechados, suas cotas não podem ser resgatas, mas normalmente são negociadas em bolsa.

5.1.10.3 Exclusivos

Fundos pertencentes a um único cotista, que deverá ser um investidor qualificado.

Com carência

5.1.10.4 Existe um prazo mínimo de permanência para que o cotista tenha direito de receber os rendimentos do fundo.

5.1.10.5 Não existe prazo mínimo para resgate. A maior parte dos fundos de varejo são abertos e sem prazo de carência.

Sem Carência

prazo mínimo para resgate. A maior parte dos fundos de varejo são abertos e sem prazo
prazo mínimo para resgate. A maior parte dos fundos de varejo são abertos e sem prazo
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5.2 DINÂMICA DE APLICAÇÃO E RESGATE

5.2.1 APLICAÇÃO DE RECURSOS E COMPRA DE ATIVOS POR PARTE DOS GESTORES

5.2.2 RESGATE DE RECURSOS E COMPRA DE ATIVOS POR PARTE DOS GESTORES

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5.2.3 PRAZO DE COTIZAÇÃO: CONCEITO (PRAZO DE CONVERSÃO DE COTAS NA APLICAÇÃO E NO RESGATE)

5.2.4 PRAZO DE LIQUIDAÇÃO FINANCEIRA: CONCEITO E LIMITE

Diariamente cotistas colocam e retiram dinheiro do fundo. Quando um fundo recebe mais aplicações do que resgates, ele terá dinheiro em caixa, caracterizando uma situação de aplicação líquida, para não deixar o dinheiro parado no caixa o gestor terá que comprar ativos financeiros.

Diariamente cotistas colocam e retiram dinheiro do fundo. Quando um fundo recebe mais resgates do que aplicações, haverá uma situação de resgate líquido, nessa situação o gestor terá que vender ativos financeiros para honrar (pagar) os saques.

Na aplicação será adotada a cota do dia (D0) ou do dia seguinte (D+1) conforme o regulamento do fundo. Normalmente os fundos mais voláteis (cambial, ações, multimercado) utilizam a cota de D+1, enquanto os mais conservadores utilizam cota de D0.

É a data em que o dinheiro do resgate entra na conta do investidor. A

CVM permite que o resgate seja processado em até 5 dias úteis após a conversão de cotas

Normalmente os fundos mais conservadores possuem liquidação imediata, enquanto que os fundos de ações possuem liquidação financeira em D+4.

5.2.5 COTA DE ABERTURA E FECHAMENTO: CONCEITOS E IMPACTOS

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ASSISTA ESTA AULA cpa10gratis.com/fundos-de-investimento-07/ COTA DE ABERTURA É a cota de fechamento do dia anterior com

COTA DE ABERTURA

É a cota de fechamento do dia anterior com uma pequena correção.

A cota de abertura é utilizada apenas em fundos de baixa volatilidade (Curto Prazo, Referenciado e Renda Fixa de CP).

A utilização da cota de abertura pelos fundos faz com que o cotista

tenha conhecimento do valor pelo qual está adquirindo ou resgatando as suas cotas.

COTA DE FECHAMENTO

Apurada no encerramento do dia. Reflete as mudanças positivas e negativas de preços do dia. A cota de fechamento do dia, normalmente é divulgada no dia seguinte (ou mais tarde durante a noite).

A utilização da cota de fechamento pelos fundos impede os cotistas

de saber exatamente o valor da cota pelo qual o mesmo está aplicando ou resgatando do fundo.

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fundos impede os cotistas de saber exatamente o valor da cota pelo qual o mesmo está
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5.2.6 PRAZO DE CARÊNCIA PARA RESGATE

5.2.7 FECHAMENTO DOS FUNDOS PARA APLICAÇÕES

5.2.8 FECHAMENTO DOS FUNDOS PARA RESGATES

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Alguns fundos estabelecem prazo de carência para resgate. Resgates antes do prazo estarão sujeitos às penalidades previstas no regulamento e no prospecto do fundo.

O administrador do fundo pode fechar o fundo para novas aplicações?

Sim, desde que tal impedimento se aplique tanto aos já cotistas do fundo, quanto para eventuais novos cotistas. O fechamento do fundo não o impede de reabrir para aplicações uma data posterior.

É necessário que o administrador do fundo comunique aos

distribuidores sobre o fechamento do fundo para novas aplicações.

Já imaginou numa emergência você precisar resgatar os seus recursos de um

fundo de investimento e ser impedido pelo administrador?

É possível fechar o fundo para resgates?

Sim, mas apenas em casos excepcionais de falta de liquidez, ou seja em situações de crise em que todos querem de desfazer dos seus ativos e não consegue vendê-los por falta de compradores.

Quando esta situação ocorre, o administrador terá um dia para convocar uma assembleia geral extraordinária que deverá deliberar em um prazo de até quinze dias após o fechamento para resgate sobre as possibilidades de: reabertura ou manutenção do fundo fechado para resgate; substituição do administrador, gestor ou ambos; cisão do fundo; liquidação do fundo; possibilidade de pagamento dos resgates em títulos.

gestor ou ambos; cisão do fundo; liquidação do fundo; possibilidade de pagamento dos resgates em títulos.
gestor ou ambos; cisão do fundo; liquidação do fundo; possibilidade de pagamento dos resgates em títulos.
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5.3 PRINCIPAIS

CARACTERÍSTICAS

5.3.1 ACESSIBILIDADE AO MERCADO FINANCEIRO

5.3.2 DIVERSIFICAÇÃO

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5.3.3 LIQUIDEZ

5.4 POLÍTICA DE

INVESTIMENTO

5.4.1 OBJETIVOS

5.4.2 FUNDOS COM GESTÃO ATIVA

Os fundos de investimento possuem vantagens em relação aos investimentos individuais. As suas principais características são:

Através dos fundos de investimento, os investidores têm acesso a

produtos financeiros que não conseguiriam investir individualmente.

Exemplos: Títulos de valor elevado, títulos negociados no mercado externo.

Os fundos de investimento geralmente possuem um grande diversificação de ativos, diluindo desta forma os riscos quando comparados com ativos individuais.

Quando comparados com outras formas de investimento, os fundos oferecem excelente liquidez (facilidade de resgate), principalmente os fundos abertos e sem carência.

Quanto aos objetivos, os fundos podem tentar superar ou acompanhar determinado Indicador de Referência (benchmark).

São fundos que tentam SUPERAR seu Indicador de Referência (benchmark).

IMPORTANTE: Fundos com gestão ATIVA são considerados MAIS arriscados.

5.4.2 FUNDOS COM GESTÃO PASSIVA

São fundos que tentam ACOMPANHAR seu Indicador de Referência (benchmark).

IMPORTANTE: Normalmente apresentam desempenho pouco abaixo do seu benchmark devido aos custos envolvidos no fundo.

5.4.3 CARTEIRAS DE CURTO PRAZO E LONGO PRAZO: DEFINIÇÃO CVM

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Carteiras de Curto Prazo: São carteira cujo prazo médio ponderado de seus títulos é inferior a 365 dias. Carteiras de Longo Prazo: São carteiras cujo prazo médio ponderado de seus títulos é superior a 365 dias. Essa definição é utilizada na tributação dos fundos.

IMPORTANTE: Não confundir Carteira de Curto Prazo com a classi- ficação Fundos de Curto Prazo que veremos mais adiante.

Não confundir Carteira de Curto Prazo com a classi - ficação Fundos de Curto Prazo que
Não confundir Carteira de Curto Prazo com a classi - ficação Fundos de Curto Prazo que
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5.4.4 DIFICULDADES DE REPLICAÇÃO DOS ÍNDICES DE REFERÊNCIA (BENCHMARKS) E SUAS PRINCIPAIS CAUSAS: CUSTOS, IMPOSTOS, DINÂMICA DE CÁLCULO DA RENTABILIDADE DO FUNDO E REGRAS DE CONTABILIZAÇÃO A MERCADO

5.4.5 INSTRUMENTOS DE DIVULGAÇÃO DAS POLÍTICAS DE INVESTIMENTO

Devido aos custos (taxa de administração), impostos, dinâmica de cálculo da rentabilidade do fundo e regras de contabilização a mercado dificilmente um fundo passivo consegue replicar seu índice de referência (benchmark).

REGULAMENTO

O regulamento é o principal documento do fundo, é o documento que

fica registrado em cartório, instrumento legal utilizado em casos de

litígios judiciais. O problema do regulamento é seu formato complexo,

e a linguagem difícil, com excesso de termos jurídicos que dificulta o entendimento por parte do investidor comum.

PROSPECTO

Para as instituições participantes da ANBIMA, é obrigatório o uso do SELO ANBIMA na capa do prospecto.

O prospecto é um documento disciplinado pela ANBIMA, ou seja,

existem regras para formatação e sequencia que todos devem seguir, em outras palavras o prospecto é uma “receita de bolo”, cujos participantes ANBIMA devem seguir a risca, o objetivo dessa padronização é dar mais transparência e segurança par ao investidor.

A partir de denúncias, a ANBIMA pode apurar se o prospecto está

dentro dos parâmetros definidos, caso não esteja a instituição administradora do fundo terá que adequá-lo as regras, sob o risco de ser punida pela ANBIMA.

O prospecto é obrigatório para todos os fundos, exceto para

destinados exclusivamente a investidores qualificados. A ideia é que o investidor qualificado devido ao seu maior entendimento não necessite da linguagem amigável presente nos prospectos.

TERMO DE ADESÃO

Todo cotista ao investir pela primeira vez no fundo, deverá assinar um documento que ateste que recebeu o regulamento e o prospecto do fundo¹ e portanto está ciente da política de investimento, taxas e riscos do fundo de investimento. Este documento chama-se termo de Adesão.

O termo de adesão pode ser assinado fisicamente (papel e caneta)

ou registrado em sistemas eletrônicos (Internet / Terminal de Autoatendimento), no entanto, faz-se necessário que o administrador do fundo mantenha esses registros disponíveis para a CVM, instituição que fiscaliza os fundos de investimento.

do fundo mantenha esses registros disponíveis para a CVM, instituição que fiscaliza os fundos de investimento.
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TERMO DE CIÊNCIA DE RISCO DE CRÉDITO

A maior parte dos ativos que compõem os fundos mais conservadores (Curto Prazo, Referenciado e Renda Fixa) é composta por Títulos Públicos, considerados como os ativos financeiros mais seguros. É comum, inclusive,que o patrimônio desses fundos seja composto em mais de 90% por títulos públicos. Fundos que possuem em sua composição uma parcela maior de títulos privados (CDBs, Debêntures, Notas Promissórias, etc), portanto, são considerados mais arriscados.

Para os fundos de investimento cujo patrimônio seja composto em mais de 50% por títulos privados é obrigatório o uso da expressão “Crédito Privado” em seu nome. Os documentos e material de venda desse fundo deverãodestacar essa informação para alertar aos investidores sobre elevados riscos de perda inerentes a esse produto. Para aplicar em fundo do tipo “Crédito Privado”, o investidor terá que assinar um documento específico chamado de “Termo de Ciência dos Riscos de Crédito”, e esse documento deverá ser

assinado obrigatoriamente em meio físico (papel e caneta!), sendo proibida a utilização de meios eletrônicos (internet/TAA) para esse tipo de aplicação.

5.5 CARTEIRA DE INVESTIMENTOS

5.5.1 PRINCIPAIS MERCADOS

juros pré e pós-fixados, câmbio, inflação, ações; e seus derivativos.

5.5.2 RISCOS DOS ATIVOS INDIVIDUAIS VERSUS RISCOS DA CARTEIRA

Os fundos de investimento são menos arriscados do que os ativos individuais em função da diversificação de suas carteiras.

5.5.3 ALAVANCAGEM : CONCEITO, VANTAGENS E DESVANTAGENS

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Alavanca é um instrumento que permite que com pouca força movimentemos grandes quantidades de massa.

Arquimedes falou “Deem-me uma alavanca grande o suficiente e um ponto de apoio e eu moverei a terra”.

Os derivativos financeiros (Ex: Opções, Termo, Futuros) permitem a alavancagem dos investimentos, isto é exposição ao risco superior ao patrimônio, por exemplo, através da alavancagem é possível com R$ 1 milhão operar R$ 2 milhões, assim o investidor “alavancado” ganhará e perderá em cima do valor exposto ao risco (R$ 2 milhões).

2 milhões, assim o investidor “alavancado” ganhará e perderá em cima do valor exposto ao risco
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A alavancagem implica em risco de cotas negativas, ou seja, perder mais do que investiu, no exemplo acima, o investidor poderia perder 2 milhões, mesmo tendo investido apenas R$ 1 milhão, nesse caso, ele seria “convidado” a integrar mais R$ 1 milhão em cotas do fundo para cobrir as perdas.

5.5.4 IMPACTO DE VARIAÇÕES NAS TAXAS DE JUROS, CÂMBIO E INFLAÇÃO SOBRE OS TIPOS DE FUNDOS:

CONSEQÜÊNCIAS

5.6 TAXAS DE ADMINISTRAÇÃO E OUTRAS

5.6.1 TAXA DE ADMINISTRAÇÃO, TAXA DE PERFORMANCE, TAXA DE INGRESSO E TAXA DE SAÍDA: CONCEITOS E FORMAS DE COBRANÇA

FUNDOS COMPOSTOS POR TÍTULOS PREFIXADOS Possui comportamento inverso ao da taxa de juros, quando a taxa de juros se eleva, sua carteira perder valor FUNDOS COMPOSTOS POR TÍTULOS PÓS FIXADOS EM TAXA DE JUROS Ganham quando a taxa de juros sobe, perdem quando ela cai (relação direta). FUNDOS COMPOSTOS POR TÍTULOS CAMBIAIS Ganham quando a taxa de câmbio sobe, perdem quando ela cai (relação direta). FUNDOS COMPOSTOS POR TÍTULOS PÓS FIXADOS EM ÍNDICES DE PREÇO Seus rendimentos nominais se elevam quando a inflação sobe.

TAXA DE ADMINISTRAÇÃO

Principal forma de remuneração dos fundos de investimento.

Caracteriza-se como um percentual fixo expresso ao ano que incide sobre o patrimônio do fundo. Ex: 3% a.a

O valor da taxa de administração é provisionado diariamente e

afeta o valor da cota (reduz). A cota divulgada já é liquida da taxa de administração.

É cobrada mesmo quando o fundo perde, enquanto houver patrimônio ela vai ser cobrada. TAXA DE PERFORMANCE

• Taxa cobrada sobre o desempenho que exceder o benchmark. Ex: Fundo Cambial rendeu 14%, enquanto o benchmark rendeu

10%, logo o fundo superou sua referência em 4%. Normalmente

a taxa de performance cobrada é em torno de 20%. No exemplo seria 20% de 4%,

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ou seja 0,8%.

O benchmark deve ser compatível com o fundo. Ex: Fundo de Ações Benchmark = Ibovespa.

• O fundo só poderá cobrar a taxa de performance quando superar sua própria marca (conceito de Linha D’água).

O ciclo mínimo de cobrança é de 6 meses.

quando superar sua própria marca (conceito de Linha D’água). • O ciclo mínimo de cobrança é
quando superar sua própria marca (conceito de Linha D’água). • O ciclo mínimo de cobrança é
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A referência deverá obrigatoriamente ser de 100% do Benchmark.

TAXA DE INGRESSO E TAXA DE SAÍDA: CONCEITOS E FORMAS DE COBRANÇA As taxas de ingresso, também conhecida como taxa de carregamento, incide sobre os valores aplicados. Ex: Taxa de ingresso de 5% sobre uma aplicação de R$ 100,00 quer dizer que o valor efetivamente aplicado no fundo foi de R$ 95,00. A taxa de saída por sua vez é cobrada na hora do resgate. A cobrança da taxa de ingresso e da taxa de saída raramente é vista em fundos de investimento, sendo mais comum sua cobrança em fundos de previdência.

5.7 CLASSIFICAÇÃO CVM

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Classificação – Resolução 409 – CVM 18/08/04

7 CLASSIFICAÇÕES DE FUNDOS

CURTO PRAZO CAMBIAL
CURTO PRAZO
CAMBIAL

REFERENCIADO

CLASSIFICAÇÕES DE FUNDOS CURTO PRAZO CAMBIAL REFERENCIADO RENDA FIXA AÇÕES DÍVIDA EXTERNA M U L T

RENDA FIXA

AÇÕES

FUNDOS CURTO PRAZO CAMBIAL REFERENCIADO RENDA FIXA AÇÕES DÍVIDA EXTERNA M U L T I M

DÍVIDA EXTERNA

MULTIMERCADO

FUNDOS DE CURTO PRAZO

• O mais conservador de todos os fundos de investimento.

Seus recursos deverão ser aplicados obrigatoriamente em títulos públicos federais ou títulos privados de baixo risco de crédito

A classificação “Baixo Risco de Crédito” deverá ser certificada por agência de classificação de risco (rating) localizada no país.

O prazo médio da carteira de títulos que compõe o fundo deverá ser inferior a 60 dias.

Nenhum ativo do fundo poderá ter prazo superior a 375 dias.

• Fundo Passivo

Pode utilizar derivativos apenas para fins de proteção (hedge)

• Não poderá ser cobrada taxa de performance.

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FUNDO REFERENCIADO

95% do patrimônio alocado na sua referência, daí o nome referenciado.