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AT EM CONTACTO-PROFISSIONAIS LIBERAIS APOIO JUDICIÁRI O OBRIGAÇÕES FISCAIS EM SEDE DE IVA
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APOIO JUDICIÁRI O

OBRIGAÇÕES FISCAIS EM SEDE DE IVA

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NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 FAQ 1. Em que é que consiste o apoio
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014
FAQ
FAQ
  • 1. Em que é que consiste o apoio judiciário?

  • 2. Como é que os advogados são pagos?

  • 3. Como se determina, nestes casos, o facto gerador e a exigibilidade do im-

posto?

  • 4. Quando deve ser emitida a fatura?

  • 5. Como devem ser emitidas as faturas?

  • 6. Pode-se emitir faturas-recibo?

  • 7. Pode-se emitir faturas simplificadas?

  • 8. O que deve ser feito quando o advogado não emita a fatura no prazo legal?

  • 9. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto no

Art.º 53.º e ss. do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) têm

de emitir fatura?

  • 10. O imposto liquidado por engano por um advogado abrangido pelo regime

especial de isenção tem de ser pago ao Estado?

  • 11. Como deve ser pago o imposto?

  • 12. O que acontece se o tribunal não aceitar o pedido de honorários soli -

citado pelo advogado?

  • 13. Em que é que consistem estes documentos retificativos?

  • 14. O que fazer, após a emissão de um documento retificativo?

  • 15. Qual o procedimento que se deve seguir?

  • 16. Regime de contabilidade de caixa

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 FAQ 1. Em que é que consiste o apoio
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 1. Em que é que consiste o apoio judiciário?Portaria n.º 1386/2004, de 10 de no- vembro; • Através do Sistema de Pagamento do Apoio Judiciário (SPAJ), o IGFEJ rececio- na: (i) o valor bruto do pedido de honorários; (ii) a indicação da taxa de IVA aplicá- vel, na eventualidade de o advogado se encontrar enquadrado no regime normal de tributação; (iii) a retenção na fonte, devida para efeitos do imposto sobre o rendimento; e (iv) o correspondente valor líquido a pagar; • Após a receção do pedido no SPAJ, o mesmo é remetido para o Sistema de Con- firmação do Apoio Judiciário (SICAJ), de acesso exclusivo aos tribunais, para que seja efetuada a confirmação dos dados introduzidos pelo advogado; • Caso o pedido seja confirmado pelo tribunal, dispõe o n.º 1 do Art.º 28.º da Porta- ria n.º 10/2008, de 3 de janeiro (com a redação dada pela Portaria n.º 319/2011 , de 30 de dezembro ) que o IGFEJ tem de proceder ao pagamento dos honorários até ao final do mês seguinte à data daquela confirmação. " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014
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  • 1. Em que é que consiste o apoio judiciário?

Nos termos do regime legal do Sistema de Acesso ao Direito e aos Tribunais (SADT) os advogados prestam serviços de advocacia a pessoas economicamente carencia- das recebendo, do INSTITUTO DE GESTÃO FINANCEIRA E EQUIPAMENTOS DE JUSTIÇA, I.P. (IGFEJ), uma compensação financeira.

  • 2. Como é que os advogados são pagos?

Para receção da compensação financeira, os advogados requerem diretamente, e de forma eletrónica, os honorários ao IGFEJ, através da Área Reservada do site da Ordem dos Advogados (“SINOA”), incumbindo aos advogados a indicação do res- petivo enquadramento fiscal, para efeitos de IVA.

O processo para se requerer o pagamento destes honorários assenta nos seguin - tes atos:

Os advogados introduzem no SINOA os dados sobre o processo judicial ou ex- trajudicial em que participaram, gerando-se, assim, o valor dos correspondentes honorários, com base na Tabela Anexa à Portaria n.º 1386/2004, de 10 de no- vembro;

Através do Sistema de Pagamento do Apoio Judiciário (SPAJ), o IGFEJ rececio- na: (i) o valor bruto do pedido de honorários; (ii) a indicação da taxa de IVA aplicá-

vel, na eventualidade de o advogado se encontrar enquadrado no regime normal de tributação; (iii) a retenção na fonte, devida para efeitos do imposto sobre o rendimento; e (iv) o correspondente valor líquido a pagar; Após a receção do pedido no SPAJ, o mesmo é remetido para o Sistema de Con- firmação do Apoio Judiciário (SICAJ), de acesso exclusivo aos tribunais, para que seja efetuada a confirmação dos dados introduzidos pelo advogado; Caso o pedido seja confirmado pelo tribunal, dispõe o n.º 1 do Art.º 28.º da Porta- ria n.º 10/2008, de 3 de janeiro (com a redação dada pela Portaria n.º 319/2011, de 30 de dezembro) que o IGFEJ tem de proceder ao pagamento dos honorários até ao final do mês seguinte à data daquela confirmação.

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 1. Em que é que consiste o apoio judiciário?Portaria n.º 1386/2004, de 10 de no- vembro; • Através do Sistema de Pagamento do Apoio Judiciário (SPAJ), o IGFEJ rececio- na: (i) o valor bruto do pedido de honorários; (ii) a indicação da taxa de IVA aplicá- vel, na eventualidade de o advogado se encontrar enquadrado no regime normal de tributação; (iii) a retenção na fonte, devida para efeitos do imposto sobre o rendimento; e (iv) o correspondente valor líquido a pagar; • Após a receção do pedido no SPAJ, o mesmo é remetido para o Sistema de Con- firmação do Apoio Judiciário (SICAJ), de acesso exclusivo aos tribunais, para que seja efetuada a confirmação dos dados introduzidos pelo advogado; • Caso o pedido seja confirmado pelo tribunal, dispõe o n.º 1 do Art.º 28.º da Porta- ria n.º 10/2008, de 3 de janeiro (com a redação dada pela Portaria n.º 319/2011 , de 30 de dezembro ) que o IGFEJ tem de proceder ao pagamento dos honorários até ao final do mês seguinte à data daquela confirmação. " id="pdf-obj-2-39" src="pdf-obj-2-39.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 3. Como se determina, nestes casos, o facto geradoralínea b) do n.º 1 do Art.º 7.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) , nos termos da qual se esclarece que o imposto é devido e se torna exigível no momento da sua realização/conclusão. Constata-se, portanto, que o momento de realização/conclusão das prestações de serviços efetuadas no âmbito do SADT precede o momento em que os advogados solicitam o pagamento dos correspondentes honorários. Assim sendo, e no que diz respeito à determinação, nestes casos, do facto gerador e exigibilidade do imposto, cabe ao advogado apurar o momento da conclusão das operações (nos mesmos moldes, aliás, em que o faz quando presta serviços de advocacia fora do âmbito do regime legal do apoio judiciário). Esse momento pode coincidir: • Com a data da realização da diligência processual, concreta, em relação à qual ocorreu a nomeação (como sucede no caso das nomeações para o ato, previstas no Art.º 3.º da Portaria n.º 10/2008 ) ; • Com a última diligência processual, no âmbito de um processo judicial, para o qual o advogado tenha sido nomeado oficiosamente (como sucede no caso das nomeações isoladas, previstas no Art.º 24.º da Portaria n.º 10/2008) , ou • Com a data em que ocorreu a consulta jurídica gratuita (prevista no Art.º 1.º da Portaria n.º 10/2008) . 4. Quando deve ser emitida a fatura? A fatura deve ser emitida o mais tardar no 5.º dia útil seguinte ao da conclusão das prestações de serviços de advocacia, efetuadas no âmbito do SADT. 5. Como devem ser emitidas as faturas? As faturas devem ser processadas por sistemas informáticos, ou pré-impressas em tipografias autorizadas pelo Ministro das Finanças. " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">
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  • 3. Como se determina, nestes casos, o facto gerador e a exigibilidade do

imposto?

O facto gerador e a exigibilidade do imposto, no que diz respeito às prestações de serviços, são determinados com base na alínea b) do n.º 1 do Art.º 7.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA), nos termos da qual se esclarece que o imposto é devido e se torna exigível no momento da sua realização/conclusão.

Constata-se, portanto, que o momento de realização/conclusão das prestações de serviços efetuadas no âmbito do SADT precede o momento em que os advogados solicitam o pagamento dos correspondentes honorários.

Assim sendo, e no que diz respeito à determinação, nestes casos, do facto gerador e exigibilidade do imposto, cabe ao advogado apurar o momento da conclusão das operações (nos mesmos moldes, aliás, em que o faz quando presta serviços de advocacia fora do âmbito do regime legal do apoio judiciário). Esse momento pode coincidir:

Com a data da realização da diligência processual, concreta, em relação à qual ocorreu a nomeação (como sucede no caso das nomeações para o ato, previstas no Art.º 3.º da Portaria n.º 10/2008); Com a última diligência processual, no âmbito de um processo judicial, para o qual o advogado tenha sido nomeado oficiosamente (como sucede no caso das nomeações isoladas, previstas no Art.º 24.º da Portaria n.º 10/2008), ou Com a data em que ocorreu a consulta jurídica gratuita (prevista no Art.º 1.º da Portaria n.º 10/2008).

  • 4. Quando deve ser emitida a fatura?

A fatura deve ser emitida o mais tardar no 5.º dia útil seguinte ao da conclusão das prestações de serviços de advocacia, efetuadas no âmbito do SADT.

  • 5. Como devem ser emitidas as faturas?

As faturas devem ser processadas por sistemas informáticos, ou pré-impressas em tipografias autorizadas pelo Ministro das Finanças.

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 3. Como se determina, nestes casos, o facto geradoralínea b) do n.º 1 do Art.º 7.º do Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (CIVA) , nos termos da qual se esclarece que o imposto é devido e se torna exigível no momento da sua realização/conclusão. Constata-se, portanto, que o momento de realização/conclusão das prestações de serviços efetuadas no âmbito do SADT precede o momento em que os advogados solicitam o pagamento dos correspondentes honorários. Assim sendo, e no que diz respeito à determinação, nestes casos, do facto gerador e exigibilidade do imposto, cabe ao advogado apurar o momento da conclusão das operações (nos mesmos moldes, aliás, em que o faz quando presta serviços de advocacia fora do âmbito do regime legal do apoio judiciário). Esse momento pode coincidir: • Com a data da realização da diligência processual, concreta, em relação à qual ocorreu a nomeação (como sucede no caso das nomeações para o ato, previstas no Art.º 3.º da Portaria n.º 10/2008 ) ; • Com a última diligência processual, no âmbito de um processo judicial, para o qual o advogado tenha sido nomeado oficiosamente (como sucede no caso das nomeações isoladas, previstas no Art.º 24.º da Portaria n.º 10/2008) , ou • Com a data em que ocorreu a consulta jurídica gratuita (prevista no Art.º 1.º da Portaria n.º 10/2008) . 4. Quando deve ser emitida a fatura? A fatura deve ser emitida o mais tardar no 5.º dia útil seguinte ao da conclusão das prestações de serviços de advocacia, efetuadas no âmbito do SADT. 5. Como devem ser emitidas as faturas? As faturas devem ser processadas por sistemas informáticos, ou pré-impressas em tipografias autorizadas pelo Ministro das Finanças. " id="pdf-obj-3-46" src="pdf-obj-3-46.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 Quando sejam processadas por sistemas informáticos, todas as menções( n.º 14 do Art.º 36.º do CIVA ; Ofício Circulado n.º 30136/2012, de 19 de novembro e Ofício- Circulado n.º 30156/2013, de 18 de dezembro ) . As faturas devem conter todos os elementos constantes do n.º 5 do Art.º 36.º do C IVA . 6. Pode-se emitir faturas-recibo? A fatura-recibo, incluindo a prevista na Portaria n.º 426-B/2012 de 28 de dezembro , apenas pode ser emitida quando haja coincidência entre a data de conclusão do serviço e a data do recebimento da respetiva contraprestação. Não deve ser, portanto, usada no âmbito dos serviços de advocacia, prestados no âmbito do SADT. 7. Pode-se emitir faturas simplificadas? A fatura simplificada (prevista no Art.º 40.º do C IVA ) não contempla a possibilidade de indicação: • Do nome e morada do destinatário dos bens ou serviços; • Da data em que os serviços foram realizados, quando essa data não coincide com a da respetiva emissão. Assim sendo, não podem ser emitidas faturas simplificadas, no âmbito do SADT. 8. O que deve ser feito quando o advogado não emita a fatura no prazo legal? Na eventualidade de o sujeito passivo não ter emitido a fatura no prazo legal, terá: • De emitir uma fatura-recibo no momento do recebimento da contraprestação, com a indicação da data de conclusão das prestações de serviços, quer estivesse nesta data abrangido, ou não, pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA e, se sujeito ao regime normal, terá, nesta fatura-recibo, de liquidar o correspondente IVA; " id="pdf-obj-4-2" src="pdf-obj-4-2.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014
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Quando sejam processadas por sistemas informáticos, todas as menções obriga- tórias devem ser inseridas pelo respetivo programa informático de faturação (n.º 14 do Art.º 36.º do CIVA; Ofício Circulado n.º 30136/2012, de 19 de novembro e Ofício- Circulado n.º 30156/2013, de 18 de dezembro).

As faturas devem conter todos os elementos constantes do n.º 5 do Art.º 36.º do C IVA.

  • 6. Pode-se emitir faturas-recibo?

A fatura-recibo, incluindo a prevista na Portaria n.º 426-B/2012 de 28 de dezembro, apenas pode ser emitida quando haja coincidência entre a data de conclusão do serviço e a data do recebimento da respetiva contraprestação.

Não deve ser, portanto, usada no âmbito dos serviços de advocacia, prestados no âmbito do SADT.

  • 7. Pode-se emitir faturas simplificadas?

A fatura simplificada (prevista no Art.º 40.º do CIVA) não contempla a possibilidade de indicação:

Do nome e morada do destinatário dos bens ou serviços; Da data em que os serviços foram realizados, quando essa data não coincide com a da respetiva emissão.

Assim sendo, não podem ser emitidas faturas simplificadas, no âmbito do SADT.

  • 8. O que deve ser feito quando o advogado não emita a fatura no prazo legal?

Na eventualidade de o sujeito passivo não ter emitido a fatura no prazo legal, terá:

De emitir uma fatura-recibo no momento do recebimento da contraprestação, com a indicação da data de conclusão das prestações de serviços, quer estivesse nesta data abrangido, ou não, pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA e, se sujeito ao regime normal, terá, nesta fatura-recibo, de liquidar o correspondente IVA;

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 Quando sejam processadas por sistemas informáticos, todas as menções( n.º 14 do Art.º 36.º do CIVA ; Ofício Circulado n.º 30136/2012, de 19 de novembro e Ofício- Circulado n.º 30156/2013, de 18 de dezembro ) . As faturas devem conter todos os elementos constantes do n.º 5 do Art.º 36.º do C IVA . 6. Pode-se emitir faturas-recibo? A fatura-recibo, incluindo a prevista na Portaria n.º 426-B/2012 de 28 de dezembro , apenas pode ser emitida quando haja coincidência entre a data de conclusão do serviço e a data do recebimento da respetiva contraprestação. Não deve ser, portanto, usada no âmbito dos serviços de advocacia, prestados no âmbito do SADT. 7. Pode-se emitir faturas simplificadas? A fatura simplificada (prevista no Art.º 40.º do C IVA ) não contempla a possibilidade de indicação: • Do nome e morada do destinatário dos bens ou serviços; • Da data em que os serviços foram realizados, quando essa data não coincide com a da respetiva emissão. Assim sendo, não podem ser emitidas faturas simplificadas, no âmbito do SADT. 8. O que deve ser feito quando o advogado não emita a fatura no prazo legal? Na eventualidade de o sujeito passivo não ter emitido a fatura no prazo legal, terá: • De emitir uma fatura-recibo no momento do recebimento da contraprestação, com a indicação da data de conclusão das prestações de serviços, quer estivesse nesta data abrangido, ou não, pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA e, se sujeito ao regime normal, terá, nesta fatura-recibo, de liquidar o correspondente IVA; " id="pdf-obj-4-61" src="pdf-obj-4-61.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 • De entregar uma declaração periódica de substituição daquelaArt.º 53.º e ss. do CIVA , em 2013: • Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço); • Em fevereiro de 2014 passa ao regime normal trimestral; • Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com: • Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e • Mencionar – “IVA regime de isenção”. Exemplo prático 2 Sujeito passivo enquadrado no regime normal trimestral em 2013: • Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço) • Em janeiro de 2014 passa para o regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA . • Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com: • Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e • Liquidar imposto à taxa em vigor na citada data (6%); bem como • Entregar declaração de substituição (referente ao 3.º trimestre de 2013). " id="pdf-obj-5-2" src="pdf-obj-5-2.jpg">
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De entregar uma declaração periódica de substituição daquela referente ao pe- ríodo de tributação em que ocorreu a exigibilidade do imposto (termo do prazo para emissão da fatura), relevando, nesta declaração periódica, o IVA liquidado (apenas se sujeito ao regime normal).

Para melhor percecionarmos esta questão, atentemos aos seguintes exemplos:

Exemplo prático 1

Sujeito passivo, enquadrado no regime especial de isenção, constante do Art.º 53.º e ss. do CIVA, em 2013:

Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço); Em fevereiro de 2014 passa ao regime normal trimestral; Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com:

Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e Mencionar – “IVA regime de isenção”.

Exemplo prático 2

Sujeito passivo enquadrado no regime normal trimestral em 2013:

Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço) Em janeiro de 2014 passa para o regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA. Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com:

Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e Liquidar imposto à taxa em vigor na citada data (6%); bem como Entregar declaração de substituição (referente ao 3.º trimestre de 2013).

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 • De entregar uma declaração periódica de substituição daquelaArt.º 53.º e ss. do CIVA , em 2013: • Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço); • Em fevereiro de 2014 passa ao regime normal trimestral; • Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com: • Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e • Mencionar – “IVA regime de isenção”. Exemplo prático 2 Sujeito passivo enquadrado no regime normal trimestral em 2013: • Conclui prestação de serviços em 15 de setembro de 2013 (deveria ter emitido a fatura no prazo de 5 dias úteis após a conclusão do serviço) • Em janeiro de 2014 passa para o regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA . • Recebe a contraprestação do IGFEJ em maio de 2014. Neste caso, o advogado terá de emitir fatura-recibo com: • Data de conclusão de serviços – 15 de setembro de 2013; e • Liquidar imposto à taxa em vigor na citada data (6%); bem como • Entregar declaração de substituição (referente ao 3.º trimestre de 2013). " id="pdf-obj-5-52" src="pdf-obj-5-52.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 9. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção,Art.º 5.º da Lei n.º 51/2013, de 24 de julho alterou a redação do n.º 1 do Art.º 58.º do CIVA , no sentido de passar a ser sempre obrigatória, para os sujeitos pas- sivos abrangidos pelo regime especial de isenção, a emissão de fatura (apesar de não terem de liquidar imposto). Por sua vez o Art.º 57.º do CIVA prescreve que as faturas assim emitidas devem sempre conter a menção: “IVA – Regime de isenção”. 10. O imposto liquidado por engano por um advogado abrangido pelo regime especial de isenção tem de ser pago ao Estado? Sim. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto nos Arts. 53.º e ss. do CIVA e que mencionem indevidamente IVA nas respetivas faturas são obrigados a efetuar o pagamento do imposto, assim liquidado, no prazo de 15 dias a contar da data de emissão da fatura. O pagamento efetua-se por intermédio da apresentação da denominada declaração modelo P2, por via eletrónica , ou em su- porte papel (alínea c) do n.º 1 do Art.º 2.º e n.º 2 do Art.º 27.º , ambos do CIVA). 11. Como deve ser pago o imposto? Emitidas as faturas, devem os advogados (não abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA ) proceder ao pagamento do imposto liquidado, até ao termo do prazo para a submissão da correspondente declaração periódica de imposto (vide n.º 1 do Art.º 27 , e alíneas a) e b) do n.º 1 do Art.º 41.º, ambos do CIVA ) : • Até ao dia 10 do 2.º mês seguinte àquele a que respeitam as operações, no caso de sujeitos passivos com um volume de negócios igual ou superior a €650.000,00, no ano civil anterior; • Até ao dia 15 do 2.º mês seguinte ao trimestre do ano civil a que respeitam as operações, nos restantes casos. " id="pdf-obj-6-2" src="pdf-obj-6-2.jpg">
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9. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA têm de emitir fatura?

Sim. O Art.º 5.º da Lei n.º 51/2013, de 24 de julho alterou a redação do n.º 1 do Art.º 58.º do CIVA, no sentido de passar a ser sempre obrigatória, para os sujeitos pas- sivos abrangidos pelo regime especial de isenção, a emissão de fatura (apesar de não terem de liquidar imposto).

Por sua vez o Art.º 57.º do CIVA prescreve que as faturas assim emitidas devem sempre conter a menção: “IVA – Regime de isenção”.

  • 10. O imposto liquidado por engano por um advogado abrangido pelo regime

especial de isenção tem de ser pago ao Estado?

Sim. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto nos Arts. 53.º e ss. do CIVA e que mencionem indevidamente IVA nas respetivas faturas são obrigados a efetuar o pagamento do imposto, assim liquidado, no prazo de 15 dias a contar da data de emissão da fatura. O pagamento efetua-se por intermédio da apresentação da denominada declaração modelo P2, por via eletrónica, ou em su- porte papel (alínea c) do n.º 1 do Art.º 2.º e n.º 2 do Art.º 27.º, ambos do CIVA).

  • 11. Como deve ser pago o imposto?

Emitidas as faturas, devem os advogados (não abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA) proceder ao pagamento do imposto liquidado, até ao termo do prazo para a submissão da correspondente declaração periódica de imposto (vide n.º 1 do Art.º 27, e alíneas a) e b) do n.º 1 do Art.º 41.º, ambos do CIVA):

Até ao dia 10 do 2.º mês seguinte àquele a que respeitam as operações, no caso de sujeitos passivos com um volume de negócios igual ou superior a €650.000,00, no ano civil anterior; Até ao dia 15 do 2.º mês seguinte ao trimestre do ano civil a que respeitam as operações, nos restantes casos.

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 9. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção,Art.º 5.º da Lei n.º 51/2013, de 24 de julho alterou a redação do n.º 1 do Art.º 58.º do CIVA , no sentido de passar a ser sempre obrigatória, para os sujeitos pas- sivos abrangidos pelo regime especial de isenção, a emissão de fatura (apesar de não terem de liquidar imposto). Por sua vez o Art.º 57.º do CIVA prescreve que as faturas assim emitidas devem sempre conter a menção: “IVA – Regime de isenção”. 10. O imposto liquidado por engano por um advogado abrangido pelo regime especial de isenção tem de ser pago ao Estado? Sim. Os advogados abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto nos Arts. 53.º e ss. do CIVA e que mencionem indevidamente IVA nas respetivas faturas são obrigados a efetuar o pagamento do imposto, assim liquidado, no prazo de 15 dias a contar da data de emissão da fatura. O pagamento efetua-se por intermédio da apresentação da denominada declaração modelo P2, por via eletrónica , ou em su- porte papel (alínea c) do n.º 1 do Art.º 2.º e n.º 2 do Art.º 27.º , ambos do CIVA). 11. Como deve ser pago o imposto? Emitidas as faturas, devem os advogados (não abrangidos pelo regime especial de isenção, previsto no Art.º 53.º e ss. do CIVA ) proceder ao pagamento do imposto liquidado, até ao termo do prazo para a submissão da correspondente declaração periódica de imposto (vide n.º 1 do Art.º 27 , e alíneas a) e b) do n.º 1 do Art.º 41.º, ambos do CIVA ) : • Até ao dia 10 do 2.º mês seguinte àquele a que respeitam as operações, no caso de sujeitos passivos com um volume de negócios igual ou superior a €650.000,00, no ano civil anterior; • Até ao dia 15 do 2.º mês seguinte ao trimestre do ano civil a que respeitam as operações, nos restantes casos. " id="pdf-obj-6-55" src="pdf-obj-6-55.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 12. O que acontece se o tribunal não aceitarn.º 6 do Art.º 36.º do CIVA ). Realce-se que não deve ser emitida nova fatura para retificação do valor tributável ou do imposto constante de uma fatura anteriormente emitida (vide Ofício-Circulado n.º 30141/2013, de 4 de janeiro ). 14. O que fazer, após a emissão de um documento retificativo? Após a emissão de um documento retificativo, o advogado deve proceder, nos ter- mos do Art.º 78.º do CIVA , à regularização do correspondente imposto: • A seu favor, no caso de emissão de uma nota de crédito, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de imposto seguinte àquele em que se verifi- " id="pdf-obj-7-2" src="pdf-obj-7-2.jpg">
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  • 12. O que acontece se o tribunal não aceitar o pedido de honorários solicitado

pelo advogado?

Se o tribunal não reconhecer os dados introduzidos pelo advogado, através do SINOA, verificar-se-á uma alteração do valor tributável da operação ou, inclusiva - mente, a respetiva anulação.

A assim suceder, o advogado deve proceder à emissão de um documento retificati- vo da fatura previamente emitida.

  • 13. Em que é que consistem os documentos retificativos?

Os documentos retificativos de faturas podem consistir em:

Notas de débito - A usar, no âmbito do SADT, quando o valor tributável ou o im- posto constantes da fatura sejam, por qualquer motivo, inferiores ao montante reconhecido pelo tribunal; Notas de crédito - A usar, no âmbito do SADT, quando o valor tributável ou o impos- to constantes da fatura sejam superiores ao montante reconhecido pelo tribunal.

Devem conter: (i) a data; (ii) serem numerados sequencialmente, (iii) a referência à fatura previamente emitida e as menções desta que são objeto de alteração (ex: va- lor da contraprestação); e (iv) os nomes, denominações sociais e sede ou domicílio do prestador e do destinatário ou adquirente, bem como os respetivos NIF (vide n.º 6 do Art.º 36.º do CIVA). Realce-se que não deve ser emitida nova fatura para retificação do valor tributável ou do imposto constante de uma fatura anteriormente emitida (vide Ofício-Circulado n.º 30141/2013, de 4 de janeiro).

  • 14. O que fazer, após a emissão de um documento retificativo?

Após a emissão de um documento retificativo, o advogado deve proceder, nos ter- mos do Art.º 78.º do CIVA, à regularização do correspondente imposto:

A seu favor, no caso de emissão de uma nota de crédito, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de imposto seguinte àquele em que se verifi-

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 12. O que acontece se o tribunal não aceitarn.º 6 do Art.º 36.º do CIVA ). Realce-se que não deve ser emitida nova fatura para retificação do valor tributável ou do imposto constante de uma fatura anteriormente emitida (vide Ofício-Circulado n.º 30141/2013, de 4 de janeiro ). 14. O que fazer, após a emissão de um documento retificativo? Após a emissão de um documento retificativo, o advogado deve proceder, nos ter- mos do Art.º 78.º do CIVA , à regularização do correspondente imposto: • A seu favor, no caso de emissão de uma nota de crédito, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de imposto seguinte àquele em que se verifi- " id="pdf-obj-7-44" src="pdf-obj-7-44.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 caram as circunstâncias que determinaram a anulação (total ou( n.º 2 do Art.º 78.º do CIVA ) , devendo ter na sua posse prova de que o IGFEJ tomou conhecimento da mesma, nos termos do n.º 5 do Art.º 78.º do CIVA (realce-se que, no que concerne à prestação de serviços de advocacia, no âmbito do SADT, esta prova é de fácil concretização, visto que, na maior parte dos casos, é o próprio IGFEJ quem determina a anulação, total ou parcial, da contraprestação); • A favor do Estado, no caso de emissão de uma nota de débito, podendo, igualmen- te, ser efetuada, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de tribu- tação seguinte àquele a que respeita a fatura a retificar ( n.º 3 do Art.º 78.º do CIVA ) . 15. Qual o procedimento que se deve seguir? As regularizações devem ser feitas no: • Campo 40 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do sujeito passivo; • Campo 41 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do Estado. Realce-se que os valores inscritos nos campos 40 e 41 da DP devem ser discrimi- nados nos novos Anexos das regularizações (vide Portaria n.º 255/2013, de 12 de agosto e Ofício Circulado n.º 30155/2013, de 14 de novembro ). Para melhor perceção destes procedimentos, atentemos aos seguintes exemplos práticos: Exemplo prático 1 (anulação parcial) Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00 e releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio ( €1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declaração periódica de imposto. " id="pdf-obj-8-2" src="pdf-obj-8-2.jpg">
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caram as circunstâncias que determinaram a anulação (total ou parcial) do valor tributável ou do imposto (n.º 2 do Art.º 78.º do CIVA), devendo ter na sua posse prova de que o IGFEJ tomou conhecimento da mesma, nos termos do n.º 5 do Art.º 78.º do CIVA (realce-se que, no que concerne à prestação de serviços de advocacia, no âmbito do SADT, esta prova é de fácil concretização, visto que, na maior parte dos casos, é o próprio IGFEJ quem determina a anulação, total ou parcial, da contraprestação); A favor do Estado, no caso de emissão de uma nota de débito, podendo, igualmen- te, ser efetuada, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de tribu- tação seguinte àquele a que respeita a fatura a retificar (n.º 3 do Art.º 78.º do CIVA).

15. Qual o procedimento que se deve seguir?

As regularizações devem ser feitas no:

Campo 40 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do sujeito passivo; Campo 41 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do Estado.

Realce-se que os valores inscritos nos campos 40 e 41 da DP devem ser discrimi- nados nos novos Anexos das regularizações (vide Portaria n.º 255/2013, de 12 de agosto e Ofício Circulado n.º 30155/2013, de 14 de novembro).

Para melhor perceção destes procedimentos, atentemos aos seguintes exemplos práticos:

Exemplo prático 1 (anulação parcial)

Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00 e releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio (€1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declaração periódica de imposto.

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 caram as circunstâncias que determinaram a anulação (total ou( n.º 2 do Art.º 78.º do CIVA ) , devendo ter na sua posse prova de que o IGFEJ tomou conhecimento da mesma, nos termos do n.º 5 do Art.º 78.º do CIVA (realce-se que, no que concerne à prestação de serviços de advocacia, no âmbito do SADT, esta prova é de fácil concretização, visto que, na maior parte dos casos, é o próprio IGFEJ quem determina a anulação, total ou parcial, da contraprestação); • A favor do Estado, no caso de emissão de uma nota de débito, podendo, igualmen- te, ser efetuada, sem qualquer tipo de penalidade, até ao final do período de tribu- tação seguinte àquele a que respeita a fatura a retificar ( n.º 3 do Art.º 78.º do CIVA ) . 15. Qual o procedimento que se deve seguir? As regularizações devem ser feitas no: • Campo 40 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do sujeito passivo; • Campo 41 da Declaração Periódica de Imposto – Se houver imposto a favor do Estado. Realce-se que os valores inscritos nos campos 40 e 41 da DP devem ser discrimi- nados nos novos Anexos das regularizações (vide Portaria n.º 255/2013, de 12 de agosto e Ofício Circulado n.º 30155/2013, de 14 de novembro ). Para melhor perceção destes procedimentos, atentemos aos seguintes exemplos práticos: Exemplo prático 1 (anulação parcial) Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00 e releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio ( €1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declaração periódica de imposto. " id="pdf-obj-8-51" src="pdf-obj-8-51.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 Contudo, o tribunal não aceita o montante total eArt.º 78.º n.º 2 do CIVA ) : (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado. Exemplo prático 2 (anulação total) Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00. Releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio ( €1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA ) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declara- ção periódica de imposto. Contudo, o tribunal, em junho do ano N, não aceita (na totalidade) o montante decla- rado pelo advogado: Neste caso: • Advogado emite Nota de Crédito por €1.000,00 + €60,00 para regularização do valor tributável e do IVA liquidado na fatura; • Indica, na declaração periódica a entregar até dia 15 de agosto, no Campo 40 , a quantia de €60,00; Devendo discriminar no Subquadro 1-A do Quadro 1 do Anexo de Regularizações do Campo 40 ( Art.º 78.º n.º 2 do CIVA ) : (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado. " id="pdf-obj-9-2" src="pdf-obj-9-2.jpg">
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Contudo, o tribunal não aceita o montante total e retifica, em junho do ano N, o valor para €500.

Neste caso:

O advogado emite uma Nota de Crédito por €500 + IVA para regularização do valor tributável e do IVA liquidado na fatura. Indica, na declaração periódica a entregar até dia 15 de agosto, no respetivo Campo 40, a quantia de €30 (€500 x 0,06 = €30).

Devendo, igualmente, discriminar no Subquadro 1-A do Quadro 1 do Anexo de Re- gularizações do Campo 40 (Art.º 78.º n.º 2 do CIVA): (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado.

Exemplo prático 2 (anulação total)

Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00.

Releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio (€1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declara- ção periódica de imposto.

Contudo, o tribunal, em junho do ano N, não aceita (na totalidade) o montante decla- rado pelo advogado: Neste caso:

Advogado emite Nota de Crédito por €1.000,00 + €60,00 para regularização do valor tributável e do IVA liquidado na fatura; Indica, na declaração periódica a entregar até dia 15 de agosto, no Campo 40, a quantia de €60,00;

Devendo discriminar no Subquadro 1-A do Quadro 1 do Anexo de Regularizações do Campo 40 (Art.º 78.º n.º 2 do CIVA): (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado.

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 Contudo, o tribunal não aceita o montante total eArt.º 78.º n.º 2 do CIVA ) : (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado. Exemplo prático 2 (anulação total) Um advogado (enquadrado no regime trimestral) indica no SINOA a conclusão de um serviço de advocacia, em janeiro do ano N, pelo valor de €1.000,00. Releva o IVA na declaração periódica a entregar até ao dia 15 de maio ( €1.000,00 x 0,06 = €60,00 IVA ) – Campos 1 (Base tributável) e 2 (IVA liquidado) da declara- ção periódica de imposto. Contudo, o tribunal, em junho do ano N, não aceita (na totalidade) o montante decla- rado pelo advogado: Neste caso: • Advogado emite Nota de Crédito por €1.000,00 + €60,00 para regularização do valor tributável e do IVA liquidado na fatura; • Indica, na declaração periódica a entregar até dia 15 de agosto, no Campo 40 , a quantia de €60,00; Devendo discriminar no Subquadro 1-A do Quadro 1 do Anexo de Regularizações do Campo 40 ( Art.º 78.º n.º 2 do CIVA ) : (i) o NIF do IGFEJ; (ii) a base de incidência da regularização; e (iii) o IVA regularizado. " id="pdf-obj-9-54" src="pdf-obj-9-54.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 16. Regime de contabilidade de caixa Salientamos, por último,Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio (vide, nesse senti- do, as orientações administrativas emanadas por intermédio do Ofício-Circulado n.º 30150/2013, datado de 30 de agosto ). LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (“CIVA”) ; • Lei n.º 34/2004, de 29 de julho (na redação dada pela Lei n.º 47/2007, de 28 de agosto ) ; • Portaria n.º 10/2008, de 3 de janeiro (com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 319/2011, de 30 de dezembro ) ; • Portaria n.º 1386/2004, de 10 de novembro . " id="pdf-obj-10-2" src="pdf-obj-10-2.jpg">
NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014
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16. Regime de contabilidade de caixa

Salientamos, por último, que os sujeitos passivos supra descritos podem, se reu- nirem as condições legalmente instituídas, beneficiar do regime de contabilidade de caixa, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio (vide, nesse senti- do, as orientações administrativas emanadas por intermédio do Ofício-Circulado n.º 30150/2013, datado de 30 de agosto).

LEGISLAÇÃO APLICÁVEL

NEWSLETTER # 5 JULHO / SETEMBRO 2014 16. Regime de contabilidade de caixa Salientamos, por último,Decreto-Lei n.º 71/2013, de 30 de maio (vide, nesse senti- do, as orientações administrativas emanadas por intermédio do Ofício-Circulado n.º 30150/2013, datado de 30 de agosto ). LEGISLAÇÃO APLICÁVEL Código do Imposto sobre o Valor Acrescentado (“CIVA”) ; • Lei n.º 34/2004, de 29 de julho (na redação dada pela Lei n.º 47/2007, de 28 de agosto ) ; • Portaria n.º 10/2008, de 3 de janeiro (com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 319/2011, de 30 de dezembro ) ; • Portaria n.º 1386/2004, de 10 de novembro . " id="pdf-obj-10-39" src="pdf-obj-10-39.jpg">