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Congruência e Semelhança de Triângulos

Congruência e Semelhança de Triângulos Congruência Dois triângulos são chamados congruentes quando os seus lados e
Congruência e Semelhança de Triângulos Congruência Dois triângulos são chamados congruentes quando os seus lados e
Congruência e Semelhança de Triângulos Congruência Dois triângulos são chamados congruentes quando os seus lados e

Congruência

Dois triângulos são chamados congruentes quando os seus lados e os seus ângulos são congruentes, ou seja, se correspondem.

Em outras palavras, pode-se afirmar que dois triângulos são denominados

congruentes se eles têm ordenadamente os três lados e os três ângulos iguais.

Exemplo:

os três lados e os três ângulos iguais. Exemplo: Figura 1 A congruência de dois triângulos

Figura 1

A congruência de dois triângulos determina a congruência dos seis elementos.

Esses elementos são os três lados e os três ângulos. Então, será que para saber se dois triângulos são congruentes, temos que verificar toda vez à

congruência dos seis elementos?

A resposta é NÃO. Existem condições mínimas para que dois triângulos sejam

congruentes. Podemos verificar a congruência de três elementos num dada

ordem. Vejamos os casos de congruência de triângulos.

Casos ou Ccritérios de Congruência

Existem 5 casos ou critérios de congruência, vejamos abaixo:

1º caso: LAL (lado, ângulo, lado): dois lados congruentes e ângulos formados também congruentes.

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vejamos abaixo: 1º caso: LAL (lado, ângulo, lado): dois lados congruentes e ângulos formados também congruentes.
Figura 2 2º caso: LLL (lado, lado, lado): três lados congruentes. Figura 3 3º caso:

Figura 2

2º caso: LLL (lado, lado, lado): três lados congruentes.

2º caso: LLL (lado, lado, lado): três lados congruentes. Figura 3 3º caso: ALA (ângulo, lado,

Figura 3

3º caso: ALA (ângulo, lado, ângulo): dois ângulos congruentes e lado entre os ângulos congruente.

ângulos congruentes e lado entre os ângulos congruente. Figura 4 4º caso: LAA (lado, ângulo, ângulo):

Figura 4

4º caso: LAA (lado, ângulo, ângulo): congruência do ângulo adjacente ao lado, e congruência do ângulo oposto ao lado.

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LAA (lado, ângulo, ângulo): congruência do ângulo adjacente ao lado, e congruência do ângulo oposto ao
Figura 5 5º caso : Se dois triângulos retângulos têm ordenadamente congruentes um cateto e

Figura 5

5º caso: Se dois triângulos retângulos têm ordenadamente congruentes um cateto e a hipotenusa, então eles são congruentes.

um cateto e a hipotenusa, então eles são congruentes. Figura 6 Através das definições de congruência

Figura 6

Através das definições de congruência de triângulos podemos chegar às propriedades geométricas sem a necessidade de efetuar medidas.

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Dizemos que, em todo triângulo isósceles, os ângulos opostos aos lados congruentes são congruentes. Os ângulos da base de um triângulo isósceles são congruentes.

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Os ângulos da base de um triângulo isósceles são congruentes. Interaja com o aplicativo no GeoGebra

Figura 7

Os ângulos da base de um triângulo isósceles são congruentes. Interaja com o aplicativo no GeoGebra

Semelhança de Triângulos

Antes de iniciarmos o conteúdo, convém lembrar que os triângulos apresentam duas propriedades exclusivas, que permitem reconhecer com maior facilidade quando dois triângulos são semelhantes.

1° Propriedade: A soma das medidas dos ângulos internos de um triângulo é

180°.

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Figura 8

Essa propriedade mostra que, se dois ângulos de um triângulo são respectivamente congruentes a dois ângulos de outro, o terceiro ângulo desses triângulos também serão congruentes.

2° Propriedade: A congruência dos ângulos internos implica a proporcionalidade dos lados dos triângulos, e vice-versa.

Dois triângulos ∆ ABC e ∆ ADE dizem-se semelhantes, quando seus lados são correspondentes, como podemos observar na figura abaixo:

∆ ADE dizem -se semelhantes, quando seus lados são correspondentes, como podemos observar na figura abaixo:
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Figura 9

∆ ADE dizem -se semelhantes, quando seus lados são correspondentes, como podemos observar na figura abaixo:

Dessa forma, escrevemos ∆ABC ∆ ADE. Essa condição é atendida se:

Os ângulos correspondentes forem congruentes; e ̅̅̅

Os lados forem proporcionais, ou seja:

̅̅̅̅

̅̅̅̅

̅̅̅̅

̅̅̅̅

̅̅̅̅

Essa razão entre lados correspondentes de triângulos semelhantes é chamada de razão de semelhança.

Para semelhança de triângulos, também se deve analisar alguns critérios, são eles:

1° Critério AAA (ângulo/ ângulo/ ângulo): Se os ângulos de um triângulo forem respectivamente congruentes aos ângulos correspondentes de outro triangulo, então os triângulos são semelhantes.

de outro triangulo, então os triângulos são semelhantes. Figura 10 2° Critério LAL (lado/ângulo/lado): Se as

Figura 10

2° Critério LAL (lado/ângulo/lado): Se as medidas de dois dos lados de um triângulo são respectivamente proporcionais às medidas de dois lados correspondentes de outro triângulo e os ângulos determinados por estes lados são congruentes, então os triângulos são semelhantes.

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outro triângulo e os ângulos determinados por estes lados são congruentes, então os triângulos são semelhantes.
Figura 11 3° Critério AA (ângulo/ângulo): Se dois triângulos têm dois ângulos internos correspondentes

Figura 11

3° Critério AA (ângulo/ângulo): Se dois triângulos têm dois ângulos internos correspondentes congruentes, então os triângulos são semelhantes.

congruentes, então os triângulos são semelhantes. Figura 12 4° Critério LLL (lado/lado/lado): Se as medidas

Figura 12

4° Critério LLL (lado/lado/lado): Se as medidas dos lados de dois triângulos são respectivamente proporcionais, então os triângulos são semelhantes.

dos lados de dois triângulos são respectivamente proporcionais, então os triângulos são semelhantes. 24 Figura 13
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Figura 13

dos lados de dois triângulos são respectivamente proporcionais, então os triângulos são semelhantes. 24 Figura 13

Observe que :

̅̅̅̅

̅̅̅

̅̅̅̅

.Com isso, tem-se que

̅̅̅̅

̅̅̅̅

̅̅̅̅

os lados do triângulos ABC são duas vezes a medida dos lados do triângulos DEF, respectivamente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGÁFICAS

BONJORNO, J. R.; BONJORNO, R. A.; OLIVARES, Ayrton. Matemática:

Fazendo a diferença. São Paulo: FTD, 2006.

CONGRUÊNCIA de Triângulos. Rio de Janeiro: CEDERJ. Disponível em:

<http://www.professores.uff.br/dirceuesu/GBaula2.pdf>

2012.

Acesso em: 16 abril

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CEDERJ. Disponível em: <http://www.professores.uff.br/dirceuesu/GBaula2.pdf> 2012. Acesso em: 16 abril 25