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DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

   

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João Pessoa-PB • Disponibilização:

     

Nº 14.943

Publicação: segunda-feira, 30 de novembro de 2015

sexta-feira, 27 de novembro de 2015 – (Lei nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006, art. 4)

ANO XLVI

RESOLUÇÕES DO TRIBUNAL PLENO

 

na Central de Distribuição, com efeito retroativo ao dia 07.05.2015. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBU- NAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 23 de novembro de 2015. Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque - Presidente

RESOLUÇÃO Nº 37, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015 - Regulamenta o art. 24 da Lei Estadual nº9.586, de 14 de dezembro de 2011, e dá outras providências. O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições, resolve: Art. 1º O adicional de insalubridade de que trata o art. 24 da Lei Estadual nº 9.586, de 14 de dezembro de 2011, será calculado com base no disposto no Anexo II da referida Lei, sendo devido nos seguintes percentuais: I – dez, vinte e quarenta por cento, no caso de insalubridade, nos graus mínimo, médio e máximo, respectivamente, condicionados os mencionados percentuais à apresentação de laudo médico pericial aferidor do grau de insalubridade, elaborado por especialista em Medicina do Trabalho. Parágrafo único.

PORTARIA GAPRE Nº 2.492/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições legais, resolve: convocar, em caráter excepcional, o Excelentíssimo Senhor Doutor RUY JANDER TEIXEIRA DA ROCHA, para compor a 2ª Turma Recursal da Comarca de Campina Grande, até o julgamento final dos editais em tramitação. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – Presidente.

Os percentuais fixados neste artigo incidirão sobre o vencimento inicial, Classe Padrão A – I, do respectivo cargo. Art. 2º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Desembargador MARCOS CAVALCANTI

PORTARIA GAPRE Nº 2.493, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2015. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

DE ALBUQUERQUE – Presidente.

DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o disposto no inciso I, do artigo 257, da Lei Complementar nº 96/2010 e o que consta do processo administrativo nº 357737-6. RESOLVE:

RESOLUÇÃO Nº 38, DE 25 DE NOVEMBRO DE 2015 - O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e considerando solicitação da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional da Paraíba, resolve: Art. 1º Ficam suspensos os prazos processuais no período compreendido entre 7 e 20 de janeiro

ATOS DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA

nomear NATHALIA DUARTE SILVA para exercer o cargo em comissão de Chefe de Depósito Judicial, Nível I, da comarca de Esperança. GABINETE DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, em João Pessoa, 24 de novembro de 2015. Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque

de 2016. Art. 2º No período de que trata o art. 1º desta Resolução, não serão realizadas audiências e sessões de

-

Presidente.

     

julgamento, ressalvadas as consideradas urgentes e necessárias à preservação de direitos, a critério da autoridade competente. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente.

PORTARIA GAPRE Nº 2.494/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor RUY JANDER TEIXEIRA DA ROCHA, Juiz de Direito, para, no dia 24.11.2015, responder, cumulativamente, pelo expediente da 1ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Campina Grande, em virtude do afastamento justificado da magistrada substituta. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente

ATO DA PRESIDÊNCIA Nº 135/2015 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do Processo Administrativo nº 369.459-3; Considerando a necessidade de economia de custos, no âmbito das metas estabelecidas pelo Conselho Nacional de Justiça; Considerando a necessidade de compensação de horas de trabalho, na Comarca de Bayeux; Considerando que dia 15 de dezembro é feriado Municipal, Lei Municipal nº 041/1961, resolve:

PORTARIA GAPRE Nº 2.495/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições legais, considerando os afastamentos decorrentes de licenças, afastamentos, convocações, vacâncias e férias regulamentares do mês de DEZEMBRO de 2015, resolve: designar os Excelentíssimos Senhores Juízes de Direito a seguir relacionados para, sem prejuízo das suas atividades nas Unidades

determinar que o expediente forense na Comarca de BAYEUX nos períodos indicados, se desenvolva da seguinte forma:

Judiciárias das quais são titulares, responderem pelo expediente das varas e comarcas, nos períodos a seguir descritos: JOÃO PESSOA - 4ª VARA CÍVEL - Gianne de Carvalho Teotônio Marinho - Juíza de Direito Auxiliar

   

-

03 e 04.12.2015; JOÃO PESSOA - 5ª VARA CÍVEL - Ivanoska Maria Esperia Gomes dos Santos - Juíza de

Dias

09/12/2015

14/12/2015

15/12/2015

16/12/2015

Horário

Direito Auxiliar - 08 a 18.12.2015; JOÃO PESSOA - 3ª VARA CRIMINAL - Lua Yamaoka Mariz Maia Pitanga -

08:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00hs

Juíza de Direito Auxiliar - 09 e 10.12.2015; MARI - VARA ÚNICA - André Ricardo de Carvalho Costa - Juiz de

Ponto Facultativo

Direito Auxiliar - 09 a 18.12.2015; LUCENA - VARA ÚNICA - Kéops de Vasconcelos Amaral V. Pires - Juiz de

Feriado Municipal

Direito - 09 a 11.12.2015; GUARABIRA - JUIZADO ESPECIAL MISTO - Barbara Bortoluzzi Emmerich - Juíza de

08:00 às 12:00h e das 14:00 às 18:00hs

Direito Auxiliar - 03 e 10.12.2015; ESPERANÇA - 1ª E 2ª VARAS MISTAS E DIRETORIA - Juliana Dantas de

Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, 25 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – Presidente.

Almeida - Juíza de Direito - 02, 03, 04 e 07.12.2015. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente

PORTARIA GAPRE N.º 2476/2015, DE 23 NOVEMBRO DE 2015 - O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta do processo administrativo nº 366.066-4, RESOLVE: designar a servidora ELISELMA PESSOA DA SILVA, Analista Judiciário, matrícula 469993-9, lotada no Banco de Recursos Humanos da Comarca de Sapé, para exercer suas atribuições

PORTARIA GAPRE Nº 2.498/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista decisão do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data e o que consta do Processo Administrativo nº 367.975-6, resolve: convocar, pelo critério de merecimento, o Excelentís- simo Senhor Doutor GUSTAVO LEITE URQUIZA, Juiz de Direito do 3º Juizado Especial Cível da Comarca da

 

PODER JUDICIÁRIO ESTADUAL

     

MESA DIRETORA

   

Órgãos Julgadores

     

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente)

Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho

PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

 

Des. José Ricardo Porto

SESSÕES QUINZENAIS:

   

SESSÕES QUINZENAIS:

 

(Vice-Presidente)

Quarta-feira, às 08:30h

   

Quarta-feira, às 09:00h

 

Des. Arnóbio Alves Teodósio (Corregedor-Geral de Justiça)

(Ouvidor) Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira (Ouvidor Substituto)

Desª. Maria das Neves do Egito de Araújo Duda Ferreira Des. José Ricardo Porto Des. Leandro dos Santos (Presidente) Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho

Des. Saulo Henrique de Sá e Benevides Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva (Presidente) Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho Desª Maria das Graças Morais Guedes

 

Bel. Robson de Lima Cananéa (Diretor Especial)

Desª Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti

Des. José Aurélio da Cruz

 

CONSELHO DA MAGISTRATURA

SESSÕES: 1ª e 3ª Sextas-feiras, às 09:00h

PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h

 

TERCEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-feira, às 08:30h

CÂMARA ESPECIALIZADA CRIMINAL

SESSÕES: Terça-feira e Quinta-Feira, a partir das 09:00h

 

Des. Marcos Cavalcanti de Albuquerque (Presidente) Des. José Ricardo Porto Des. Arnóbio Alves Teodósio

Des. José Ricardo Porto (Presidente) Des. Leandro dos Santos Desª. Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti

 

Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides (Presidente) Des. José Aurélio da Cruz Desª Maria das Graças Morais Guedes

Des. Joás de Brito Pereira Filho Des. João Benedito da Silva (Presidente) Des. Luiz Silvio Ramalho Júnior

 

MEMBROS EFETIVOS Des. João Alves da Silva

SEGUNDA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

   

Des. Carlos Martins Beltrão Filho Des. Márcio Murilo da Cunha Ramos

 

Des. Leandro dos Santos Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 08:30h

QUARTA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

SESSÕES: Segunda-feira e Terça-feira, às 09:00h

TRIBUNAL PLENO

 
 

Desª Maria das Neves do Egito de Araújo Duda

SESSÕES QUINZENAIS:

 

SUPLENTES Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (1º suplente) José Aurélio da Cruz (2º suplente) Oswaldo Trigueiro do Valle Filho (3º suplente)

Ferreira (Presidente) Des. Abraham Lincoln da Cunha Ramos Des. Oswaldo Trigueiro do Valle Filho

 

Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira Des. João Alves da Silva Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho (Presidente)

Quartas-feiras das 08:30h às 12:00h e das 14:00h às 18:00h

 

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA – Praça João Pessoa, s/n - CEP 58.013-902 • João Pessoa-PB - Fone: (83) 3216-1400 • Internet: www.tjpb.jus.br • e-mail: tjpb@tj.pb.gov.br • twitter: @TJPBNoticias

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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Capital, para integrar o Egrégio Tribunal Pleno, Primeira Seção Especializada Cível e a Primeira Câmara
Capital, para integrar o Egrégio Tribunal Pleno, Primeira Seção Especializada Cível e a Primeira Câmara Especi-
alizada Cível, no período de 07 de janeiro a 05 de fevereiro de 2016, em virtude do afastamento justificado do
Excelentíssimo Senhor Desembargador LEANDRO DOS SANTOS, que ingressará em gozo de férias, incluindo
no período 01 (um) dia referente à compensação de plantão judiciário. Gabinete da Presidência do Tribunal de
Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Desembargador
MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
PORTARIA GAPRE Nº 2.499/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais e tendo em vista decisão do Egrégio Tribunal Pleno, em sessão realizada nesta data e o que
consta do Processo Administrativo nº 368.371-1, resolve: convocar, pelo critério de antiguidade, o Excelentíssi-
mo Senhor Doutor MARCOS WILLIAM DE OLIVEIRA, Juiz de Direito do 1º Tribunal do Júri da Comarca da Capital,
para integrar o Egrégio Tribunal Pleno, a Segunda Seção Especializada Cível e a Terceira Câmara Especializada
Cível, no período de 11 de janeiro a 10 de fevereiro de 2016, em virtude do afastamento justificado da
Excelentíssima Senhora Desembargadora MARIA DAS GRAÇAS MORAIS GUEDES, que ingressará em gozo de
férias, incluindo no período 01 (um) dia referente à compensação de plantão judiciário. Gabinete da Presidência
do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quarta-feira, 25 de novembro de 2015. Desem-
bargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente
COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o inciso IV
do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, editado por força do contido no art. 12, II, da Lei
9.316, de 29 de dezembro de 2010, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas à
escala do Plantão Judiciário do Primeiro Grau, nos dias e nos Grupos abaixo:
GRUPO – 1 - BAYEUX, CABEDELO, JOÃO PESSOA, LUCENA e SANTA RITA
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
13ª VARA CÍVEL DA CAPITAL
|
PORTARIA GAPRE Nº 2.500/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais e tendo em vista o disposto no inciso IV, do § 2º do art. 1º da Resolução nº 33, de 09 de maio
de 2012, resolve: suspender, a pedido, as férias da Excelentíssima Senhora Doutora INÊS CRISTINA SELB-
MANN, Juíza de Direito, deferidas, para o período de 19.11 a 18.12.2015, para gozo oportuno. Gabinete da
Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 26 de novembro de 2015.
Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque - Presidente
GRUPO – 2 - ALHANDRA, CAAPORÃ, CRUZ DO ESPÍRITO SANTO, GURINHÉM, ITABAIANA, JACARAÚ,
MAMANGUAPE, PEDRAS DE FOGO, PILAR, RIO TINTO e SAPÉ.
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
2ª VARA MISTA DE MAMANGUAPE
|
PORTARIA GAPRE Nº 2.507/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais, resolve: designar os Excelentíssimos Senhores Juízes de Direito abaixo, para, no período
de 30.11 a 04.12.2015, atuarem no regime de jurisdição conjunta no Juizado da Violência Doméstica e
Familiar contra a mulher das Comarcas da Capital e de Campina Grande, respectivamente: CAPITAL: RITA
DE CÁSSIA MARTINS DE ANDRADE; ALESSANDRA VARANDAS P. M. DE OLIVEIRA LIMA; GRAZIELA
QUEIROGA GADELHA DE SOUZA; JAILSON SHIZUE SUASSUNA; ANDRÉ RICARDO DE CARVALHO
COSTA. CAMPINA GRANDE: VLADIMIR JOSÉ NOBRE DE CARVALHO; MAX NUNES DE FRANÇA; ANA
CARMEN PEREIRA JORDÃO VIEIRA; RENATA BARROS DE ASSUNÇÃO PAIVA; ANTÔNIO GONÇALVES
RIBEIRO JUNIOR. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa,
quinta-feira, 26 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE –
Presidente.
GRUPO – 3 - AROEIRAS, BOQUEIRÃO, CABACEIRAS, CAMPINA GRANDE, INGÁ,
QUEIMADAS e UMBUZEIRO
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
5ª VARA CÍVEL DE CAMPINA GRANDE
|
GRUPO – 4 - JUAZEIRINHO, MONTEIRO, POCINHOS, PRATA, SÃO JOÃO DO CARIRI,
SERRA BRANCA, SOLEDADE e SUMÉ.
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
SÃO JOÃO DO CARIRI
|
PORTARIA GAPRE Nº 2.508/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor WLADIMIR ALCIBIADES MARINHO FALCÃO
CUNHA, Juiz de Direito Auxiliar, para, no período de 30.11 a 04.12.2015, exercer as atribuições do seu cargo,
conjunta e cumulativamente, no Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca da
Capital.Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, quinta-feira, 26
de novembro de 2015.Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente
GRUPO – 5 - ALAGOA GRANDE, ALAGOA NOVA, AREIA, BARRA DE SANTA ROSA, CUITÉ,
ESPERANÇA, PICUÍ e REMÍGIO
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
1ª VARA MISTA DE ESPERANÇA
|
PORTARIA GAPRE Nº 2.509/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais, resolve: dispensar a Excelentíssima Senhora Doutora ANDRÉA DANTAS XIMENES, Juíza de
Direito Auxiliar, das atribuições que exercia na 5ª Vara Regional de Mangabeira da Comarca da Capital. Gabinete
da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 27 de novembro de
2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE – Presidente
GRUPO – 6 - ÁGUA BRANCA, COREMAS, ITAPORANGA, MALTA, PATOS, PIANCÓ, PRINCESA ISABEL,
SANTALUZIA, SANTANA DOS GARROTES, SÃO MAMEDE, TAPEROÁ e TEIXEIRA
DEZEMBRO/2015
Dias
Comarca/Vara
|
PORTARIA GAPRE Nº 2.510/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais, resolve: designar a Excelentíssima Senhora Doutora LUA YAMAOKA MARIZ MAIA PITANGA,
Juíza de Direito Auxiliar, para, no dia 26.11.2015, responder, cumulativamente, pelo expediente da 6ª Vara
Criminal da Comarca da Capital, em virtude do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do
Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 27 de novembro de 2015. Desembarga-
dor MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente
02
e 03/12/15
2ª VARA MISTA DE PRINCESA ISABEL
|
GRUPO – 7 - BONITO DE SANTA FÉ, BREJO DO CRUZ, CAJAZEIRAS, CATOLÉ DO ROCHA,
CONCEIÇÃO, PAULISTA, POMBAL, SÃO BENTO, SÃO JOSÉ DE PIRANHAS,
SÃO JOÃO DO RIO DO PEIXE, SOUSA E UIRAÚNA.
DEZEMBRO/2015
PORTARIA GAPRE Nº 2.511/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor ESLÚ ESLOY FILHO, Juiz de Direito, para,
no dia 30.11.2015, responder, pelo expediente da Diretoria do Fórum Criminal da Comarca da Capital, em virtude
do afastamento justificado do titular. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em
João Pessoa, sexta-feira, 27 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUER-
QUE – Presidente.
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
2ª VARA MISTA DE CONCEIÇÃO
|
GRUPO – 8 - ALAGOINHA, ARARA, ARARUNA, ARAÇAGI, BANANEIRAS, BELÉM, CAIÇARA,
CACIMBA DE DENTRO, GUARABIRA, MARI, PILÕES, PIRPIRITUBA, SERRARIA e SOLÂNEA.
DEZEMBRO/2015
PORTARIA GAPRE Nº 2.513/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas
atribuições legais e tendo em vista o que consta o art. 27 da Resolução nº 56, de 11 de dezembro de 2013,
resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor MAX NUNES DE FRANÇA, Juiz de Direito Auxiliar, para, nos
dia 30.11 e 01 e 02.12.2015, responder, cumulativamente, pelo expediente do 2º Juizado Especial Cível da
Comarca de Campina Grande, virtude do afastamento justificado da magistrada substituta. Gabinete da Presi-
dência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 27 de novembro de 2015.
Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presidente
Dias
Comarca/Vara
|
02
e 03/12/15
4ª VARA MISTA DE GUARABIRA
|
Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 27
de novembro de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA - DIRETOR ESPECIAL.
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
COMUNICADO - O Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, tendo em vista o disposto no art. 12, II, da Lei 9.316, de 29 de dezembro de 2010 e no art. 4º, § 6º e art. 8º da Resolução nº 24, de 29 de junho
de 2011, com a redação dada pela Resolução nº 73 do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 10 de setembro de 2012, comunica aos Senhores Advogados, Partes e Pessoas interessadas, que o Plantão Judiciário do
Tribunal de Justiça do dia 01 de dezembro de 2015, será exercido pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador
e servidores abaixo nominados:
DIA
DESEMBARGADOR
OSWALDO TRIGUEIRO DO VALLE FILHO
SERVIDORES
GERÊNCIA DE PROTOCOLO
E DISTRIBUIÇÃO
GERÊNCIA DE
DIRETORIA
01/12
PROCESSAMENTO
JURÍDICA
DIRETORIA DE TECNOLOGIA
DA INFORMAÇÃO
DIRETORIAADMINISTRATIVA
(MOTORISTA)
3216-1475/1674
3216-1536/1659/1660
3216-1592/1416/1806
3216-1439/1404/1405
3216-1530/1473
João Paulo Cordeiro de Araújo
Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João
Pessoa, 27 de novembro de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial
ENDEREÇO DE PLANTÃO
Praça João Pessoa s/n, CEP 58013-902 – João Pessoa (PB)
TELEFONES
TJ - 3216-1400; Portaria do TJ - 3216-1515; Diretoria Judiciária – 3216-1536; Gerência de Protocolo e
Distribuição – 3216-1475; Diretoria Jurídica – 3216-1592; Diretoria de Tecnologia da Informação - 3216-1439
DIRETORIA DE INFORMAÇÃO INSTITUCIONAL
Gerência de Comunicação
DIÁRIO DA JUSTIÇA
PODER
JUDICIÁRIO
Supervisor: Martinho José Pereira Sampaio
TRIBUNAL
Endereço: ANEXO ADMINISTRATIVO “DESEMBARGADOR ARCHIMEDES SOUTO MAIOR”
DE JUSTIÇA
DA PARAÍBA
Praça Venâncio Neiva, s/n, 7º andar Centro - CEP 58011-020 • João Pessoa / PB • Contato: (83) 3216-1629 (Supervisão) 3216-1818 e 3216-1420 (Apoio)
site: www.tjpb.jus.br • e-mail: diajustica@tjpb.jus.br
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3

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

O

 

Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, escudado no art. 1º, I, do Ato da Presidência nº 24, de 03 de fevereiro de 2015, faz publicar abaixo, em estrito cumprimento ao disposto no art. 3º, III, da Resolução

34, do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, de 18 de novembro de 2009, c/c o art. 3º, III, da Resolução 73, do Conselho Nacional de Justiça, de 28 de abril de 2009, a relação das diárias concedidas a servidores e

magistrados integrantes do Tribunal:

Diárias concedidas

NOME/INTERESSADO

PROCESSO Nº

CARGO/FUNÇÃO

 

DESTINO

PERÍODO DE AFASTAMENTO

ATIVIDADE

Wolfram da Cunha Ramos Meales Medeiros de Melo Carlos Eduardo Leite Lisboa Milena Andrade de Castro Cunha

2015.088.072

Juiz Corregedor

 

Pedras de Fogo Pedras de Fogo Pedras de Fogo Pedras de Fogo

 

14

a 18/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.072

Juiz Corregedor

14

a 18/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.072

Juiz Corregedor

14

a 18/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.072

Chefe de Gabinete da Corregedoria

15

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Emmanuel Coriolano Ramalho

2015.088.072

Supervisor

 

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Girlaine Niedja Vital da Silva Acioli

2015.088.072

Chefe de Gabinete

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

José Carlos Lisboa

2015.088.072

Assessor de Juiz Corregedor

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Gilvan Nunes Monteiro da Costa

2015.088.072

Assessor da Corregedoria

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Carmen Lúcia Fonseca de Lucena

2015.088.072

Gerente de Fiscalização Judicial

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Aloisio Rodrigues Moura Filho

2015.088.072

Diretor da Corregedoria

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Ranilson Frazão Diniz

2015.088.072

Motorista

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

José Ventura da Silva

2015.088.072

Motorista

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

José Bezerra da Silva

2015.088.072

Motorista

Pedras de Fogo

14

a 18/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Wolfram da Cunha Ramos José Bezerra da Silva

2015.088.097

Juiz Corregedor

Lucena

 

09

a 10 e 11/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.097

Motorista

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Carlos Eduardo Leite Lisboa Meales Medeiros de Melo José Ventura da Silva

2015.088.097

Juiz Corregedor

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.097

Juiz Corregedor

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.097

Motorista

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Carmen Lúcia Fonseca de Lucena

2015.088.097

Gerente de Fiscalização Judicial

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Girlaine Niedja Vital da Silva Acioli

2015.088.097

Chefe de Gabinete

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Gilvan Nunes Monteiro da Costa

2015.088.097

Assessor da Corregedoria

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Ilka de Lourdes Coutinho Costa Vieira

2015.088.097

Supervisor

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Ranilson Frazão Diniz

2015.088.097

Motorista

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Rosicleide Maria da Silva

2015.088.097

Supervisor

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Charliston Emmanuel Sarmento

2015.088.097

Oficial Judiciário

Lucena

09

a 10 e 11/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Wolfram da Cunha Ramos Carlos Eduardo Leite Lisboa Meales Medeiros de Melo José Bezerra da Silva

2015.088.110

Juiz Corregedor

Patos

 

01

a 04/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.110

Juiz Corregedor

Patos

01

a 04/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.110

Juiz Corregedor

Patos

01

a 04/12/2015

Realizar inspeção

2015.088.110

Motorista

Patos

01

a 04/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Ranilson Frazão Diniz

2015.088.110

Motorista

Patos

01

a 04/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

José Ventura da Silva

2015.088.110

Motorista

Patos

01

a 04/12/2015

Conduzir Juiz Corregedor para realizar inspeção

Emmanuel Coriolano Ramalho

2015.088.110

Supervisor

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Charliston Emmanuel Sarmento

2015.088.110

Oficial Judiciário

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

José Carlos Lisboa

2015.088.110

Assessor de Juiz Corregedor

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Ilka de Lourdes Coutinho Costa Vieira

2015.088.110

Supervisor

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Monyque de Aguiar Coutinho

2015.088.110

Auxiliar Judiciário

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Liana Urquiza de Sá Iazaby Lubambo

2015.088.110

Supervisor

Patos

01

a 04/12/2015

Auxiliar Juiz Corregedor para realizar inspeção

Alírio Maciel Lima de Brito Alírio Maciel Lima de Brito Alírio Maciel Lima de Brito Alírio Maciel Lima de Brito Alírio Maciel Lima de Brito

2015.087.826

Juiz de Direito

João Pessoa São Bento São Bento Brejo do Cruz Bonito de Santa Fé

18

a 20/11/2015

Participar de reunião administrativa

2015.087.867

Juiz de Direito

25

a 26/05, 28 a 29/05 e 23/10/2015

Em substituição Em substituição

2015.087.859

Juiz de Direito

04 a 05, 11 a 12, 18 a 20 e 26 a 27/03/2015

2015.087.875

Juiz de Direito

 

15

a 16/10/2015

Em substituição Em substituição

2015.087.914

Juiz de Direito

03 a 04/06, 10 a 11/06, 16 a 17/07, 29 a 30/07, 12 a 13/08, 20 a 21/08 e 27 a 28/08/2015

Alírio Maciel Lima de Brito

2015.087.906

Juiz de Direito

 

João Pessoa

 

25

a 27/11/2015

Participar do Curso de “Atualização em Processo Coletivo e Meios de Resolução de Litígios”, promovido pela ESMA. Em substituição

Alírio Maciel Lima de Brito

2015.087.842

Juiz de Direito

São Bento

 

Alírio Maciel Lima de Brito Agamenilde Dias Arruda Vieira Dantas

2015.087.891

Juiz de Direito

Uiraúna Pedras de Fogo, Caaporã, São José de Piranhas e outras

09 a 10/04, 15 a 16/04, 06 a 08/05 e 14 a 15/05/2015 01, 08, 15 e 17/06/20/15

Em substituição Realizar atividades referentes à Meta 04,

2015.088.224

Juiz de Direito

12/11, 17/11, 23/11; 13/11, 16/11 e 14/12;

 

18

a 20/11 e 02 a 04/12; 24 a 25/11,

do CNJ

   

30/11 a 01/12 e 09 a 10/12; 26 a 27/11 e 17 a 18/12; 15/12; 16/12/2015

Pablo Forlan de Souza Nóbrega

2015.088.304

Oficial de Justiça

Barra de Santa Rosa

 

24

a 26/11/2015

Exercer suas atividades, em caráter excepcional e temporário, por força da Portaria GAPRE nº 1.254/2013.

Flávio da Silva Ferreira

2015.087.682

Assessor de Gabinete

João Pessoa

25

a 27/11/2015

Participar do Curso de Atualização em Processo Coletivo e Meios de Resolução de Litígios, promovido pela ESMA

Giovanna Lisboa Araújo de Souza Leonardo Sousa de Paiva Oliveira Vanessa Moura Pereira de Cavalcante Charliston Emmanuel Sarmento

2015.088.249

Juiz de Direito

Santa Rita Serra Branca Santana dos Garrotes Rio Tinto

09

a 11/11/2015

Em substituição Em substituição Em substituição

2015.088.312

Juiz de Direito

 

17, 18, 24 e 25.11.2015

2015.087.922

Juiz de Direito

05, 12, 19 e 26/11/2015

2015.088.396

Oficial Judiciário

 

23

a 27/11/2015

Acompanhar juiz corregedor em inspeção

Diarley Johnson Gonçalves Carolino

2015.078.465

Oficial de Justiça

 

João Pessoa

22

a 24/10/2015

Participar da reunião dos comitês orçamentários de 1º e 2º graus

Philippe Guimarães Padilha Vilar

2015.088.329

Juiz de Direito

João Pessoa

25

a 27/11/2015

Participar do Curso sobre Processo Coletivo, promovido pela ESMA

Valmir Victor de Lima Ilka Pinto Vilar

2015.088.370

Motorista

Recife

18

e 21/11/2015

Conduzir Corregedor Geral Em cumprimento à Portaria GAPRE nº

2015.085.179

Técnico Judiciário

Sumé

02, 03, 04, 09, 17 e 8/11/2015

 

2.254/2015

Gabinete do Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João

Pessoa, 27 de novembro de 2015. ROBSON DE LIMA CANANÉA - Diretor Especial.

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

4

PORTARIA GAPRE Nº 2.514/2015 - O Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista o que consta o art. 27 da Resolução nº 56, de 11 de dezembro de 2013, resolve: designar o Excelentíssimo Senhor Doutor FABRÍCIO MEIRA MACEDO, Juiz de Direito Auxiliar, para, nos dias 30.11 e 01.12.2015, responder, cumulativamente, pelo expediente da 2ª Vara Criminal da Comarca de Campina Grande, dispensando a Excelentíssima Senhora Doutora Ivna Mozart Bezerra Soares Moura, Juíza de Direito Auxiliar, anteriormente designada. Gabinete da Presidência do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, em João Pessoa, sexta-feira, 27 de novembro de 2015. Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBU- QUERQUE - Presidente

PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 366.371-0 – Vistos. - Em harmonia com os pareceres da Gerência de Controle Interno e Diretoria de Processo Administrativo e com arrimo nos arts. 38, inc. VII, e 43, inc. VI, da Lei nº 8.666/ 93, HOMOLOGO o procedimento licitatório realizado na modalidade Pregão Presencial nº 028/2015 e o seu objeto em favor da empresa ID EMPREENDIMENTOS LTDA - ME, CNPJ nº 17.173.540/0001-70, no valor total de R$ 39.766,78 (trinta e nove mil, setecentos e sessenta e seis reais e setenta e oito centavos), sendo R$ 25.976,78 (vinte e cinco mil, novecentos e setenta e seis reais e setenta e oito centavos) para o lote 01 e R$ 13.790,00 (treze mil, setecentos e noventa reais) para o lote 02, referente aos serviços de raspagem e vitrificação dos pisos de madeira, bem como limpeza e polimento do piso de mármore do pavimento térreo e do 1º pavimento do Palácio da Justiça e Anexo Administrativo, conforme Termo de Referência do Edital. - Publique-se. - João Pessoa, 25 de novembro de 2015. - DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - Presi- dente do Tribunal de Justiça da Paraíba

de

sua assinatura. INSTRUMENTO: Convênio nº 019/2015. FUNDAMENTAÇÃO: Art. 116 da Lei nº 8.666/93. João

Pessoa, 26 de OUTUBRO de 2015. DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESI- DENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 329.274-6 – Vistos - Em harmonia com os pareceres da Gerência de Controle Interno e da Diretoria de Processo Administrativo e com arrimo nos arts. 38, inc. VII, 43, inc. VI da Lei nº 8.666/93 e art. 8º, inciso VI, do Decreto nº 5.450/05, HOMOLOGO o procedimento licitatório realizado na modalidade Pregão Eletrônico tombado sob nº 018/2015, para Registro de Preços, em favor da empresa OTTO BOCK DO BRASIL TÉCNICA ORTOPEDICA LTDA (CNPJ nº 42.463.513/0001-89), tendo em vista a sua proposta no valor global de R$ 66.000,00 (sessenta e seis mil reais). - Publique-se. - João Pessoa, 20 de outubro de 2015. - DEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL
ATOS DA DIRETORIA ESPECIAL

ERRATA – PORTARIA GAPRE Nº 2.409/2015 – Onde se lê: NOVEMBRO/2016 – JOSÉ AURÉLIO DA CRUZ – 2º período de 2012 - LEIA-SE: NOVEMBRO/2016 – JOSÉ AURÉLIO DA CRUZ – 2º período de 2013.

O

Diretor Especial do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba INDEFERIU o seguinte processo de Diária:

Processo/Interessado: 2015.082.041 – Bruno Cesar Azevedo Isidro.

 

EXTRATO DE TERMO ADITIVO Nº 03 AO CONTRATO Nº 059/2013 - PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 323.568-

DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA
DESPACHOS DA PRESIDÊNCIA

O

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

8

- PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA e EMPRESA PORTO SEGURO COMPANHIA

DE SEGUROS GERAIS. - INSTRUMENTO: Termo Aditivo nº 03 ao Contrato nº 059/2013. - OBJETO: Prorrogação do prazo de vigência previsto na Cláusula Décima Primeira do Contrato nº 059/2013 por mais 12 (doze) meses, ou seja, de 21/11/2015 a 21/11/2016. - DOTAÇÃO: Unidade Orçamentária – 05.101; Função – 02; Subfunção –

122; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4209 – Reparos e Conservação de Veículos; Natureza da Despesa –

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA- CHO ”Vistos, etc.Trata-se de Requisição de Pequeno Valor, cujo crédito encontra-se depositado na conta- corrente nº213.366-0, Ag.1618-7 do Banco do Brasil S/A – Precatórios Municipais -, conforme informado pela Gerência de Finanças e Contabilidade à fl. 76.Pois bem, objetivando o recebimento dos valores a que faz jus, a beneficiária apresentou o extrato de fl.91, o qual informa seus dados bancários.Desse modo, diante da documen- tação apresentada, DEFIRO O PEDIDO, determinando a remessa dos autos à Gerência de Finanças e Conta- bilidade, a fim de proceder à liberação do referido crédito, devidamente atualizado, em favor da SRA. VERA LÚCIA FRANÇA DANTAS, cujos dados bancários constam à fl.91.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

33.90.39

– Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica; Fonte de Recurso – 100 e/ou Unidade Orçamentária

05.901; Função – 02; Subfunção – 122; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4209 – Reparos e Conservação

de Veículos; Natureza da Despesa – 33.90.39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica; Fonte de Recurso – 270. - FUNDAMENTAÇÃO: Art. 57, inciso II, da Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores e Cláusula Décima Primeira do Contrato nº 059/2013. - João Pessoa, 13 de outubro de 2015. - DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA/PB

EXTRATO DO TERMO ADITIVO Nº 03 AO CONTRATO Nº 057/2013- PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 332.490-

7

- PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA E TERCEIRA ONDA SERVIÇOS LTDA -

PRECATÓRIO N.º0000975-29.2003.815.0000. CREDOR: VERA LÚCIA FRANCA DANTAS. ADVOGADO: PAULO COSTA MAGALHÃES. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE BANANEIRAS, REPRESENTADO POR SEU PREFEITO CONSTITUCIONAL. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE BANANEIRAS

EPP.OBJETO: Prorrogar o prazo de vigência previsto na Cláusula Quinta do Contrato por mais 12 (doze) meses,

partir de 18.11.2015 até 18.11.2016, de acordo com o art. 57, II, da Lei nº 8.666/93, bem como alterar o valor do objeto contratual previsto na Cláusula Segunda para a quantia anual de R$ 12.284,11 (doze mil, duzentos e oitenta e quatro reais e onze centavos).- INSTRUMENTO: Termo Aditivo nº 03 ao Contrato nº 057/2013.- DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: Unidade Orçamentária 05.101; Função – 02; Subfunção – 126; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4219 – Serviço de Informatização; Natureza da Despesa – 33.90.39/44.90.39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica; Fonte de Recurso – 100 e/ou Unidade Orçamentária 05.901; Função – 02; Subfunção – 126; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4219 – Serviço de Informatização; Natureza da Despesa – 33.90.39/44.90.39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica; Fonte de Recurso – 270. FUNDAMENTAÇÃO: Art. 57, inciso II da Lei Federal nº 8.666/93 e Cláusulas Segunda e Quinta do instrumento contratual nº 057/2013. - João Pessoa, 03 de novembro de 2015. - DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

a

EXTRATO DE CONVÊNIO Nº 023/2015 - PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 368.417-2 - PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA e EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS – ECT. - INSTRUMENTO: Convênio nº 023/2015 - OBJETO: Prestação do Serviço de Protocolo Postal – SPP, efetuado pela ECT ao TJPB, o qual consiste no recebimento, protocolo, transporte e entrega de petições, recursos e documentos, encaminhados por parte dos jurisdicionados, exclusivamente em território nacional, endereçados

O

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.46.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.46, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Olho D’Água.Ressalte- se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

aos órgãos do Tribunal de Justiça da Paraíba. - PRAZO: 24 (vinte e quatro) meses, a partir da data da assinatura.

PRECATÓRIO N°0253480-13.2003.815.0000. CREDOR(A): VANDERLY FIRMINO DA SILVA FERREIRA. ADVOGADO(A): FRANCISCO DE ASSI REMIGIO II. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE OLHO D’AGUA. REMETEN- TE: JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA DA COMARCA DE PIANCÓ

VALOR: Sem ônus entre os conveniados. - FUNDAMENTAÇÃO: Art. 116 da Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores. - João Pessoa, 16 de novembro de 2015. - TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAIBA - Desembargador MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

-

O

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

EXTRATO EXTRATO DO TERMO ADITIVO Nº 03/2015 AO CONTRATO Nº 052/2012 - PROCESSO ADMINISTRA- TIVO Nº 276.211-1 PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARAÍBA E PEDRO ALVES DA CRUZ EPP. OBJETO: Prorrogar o prazo de vigência previsto na Cláusula Quinta do Contrato Principal por mais

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA- CHO ”Vistos, etc.Inicialmente, em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.44.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.44, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Olho D’Água.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

12(doze)meses, a partir de 22.11.2015 à 22.11.2016, de acordo com o art. 57, II, da Lei nº 8.666/93, no valor anual de R$ 267.330,00 (duzentos e sessenta e sete mil, trezentos e trinta reais). INSTRUMENTO: Termo Aditivo nº 03/2015 ao Contrato nº 052/2012. DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: Unidade Orçamentária 05.101; Função – 02; Subfunção – 122; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4209 – Reparos e Conservação de Veículos; Natureza da Despesa – 33.90.30 – Material de Consumo – 33.90.39 – Outros Serviços de Terceiros

Pessoa Jurídica; Fonte de Recurso – 100 e/ou Unidade Orçamentária 05.901; Função – 02; Subfunção – 122; Programa – 5046; Projeto/Atividade – 4209 – Reparos e Conservação de Veículos; Natureza da Despesa –

33.90.30

– Material de Consumo – 33.90.39 – Outros Serviços de Terceiros – Pessoa Jurídica; Fonte de

Recurso – 270. FUNDAMENTAÇÃO: Arts. 57, II da Lei nº 8.666/93 e Cláusula Quinta, do Contrato nº 052/2012.

João Pessoa, 19 de NOVEMBRO de 2015. DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE

-

PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PARAÍBA

   
 

PRECATÓRIO N°0000617-98.2002.815.0000. CREDOR(A): MARIA DE LOURDES MAMEDE. ADVOGADO(A):

EXTRATO DO CONVÊNIO Nº 019/2015 PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº 364.569-0 - CONVENENTES: TRIBU- NAL DE JUSTIÇA/PB e ASSOCIAÇÃO COM. E EMPRESARIAL DE CAMPINA GRANDE/PB OBJETO: A conju- gação de esforços para a instalação e funcionamento da Unidade Avançada de Atendimento Judiciário que visa, nos Termos da Resolução CNJ nº 125/10, à realização de Audiências de Tentativa de Conciliação e Homologação Judicial de acordos, sem ônus para o Poder Judiciário, contribuindo para a pacificação de conflitos envolvendo empresas e/ou empresários, entre si ou com terceiros. PRAZO DE VIGÊNCIA: 02 (dois) anos, contados da data

JOSE FERREIRA NETO E OUTRO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE OLHO D’AGUA. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA DA COMARCA DE PIANCÓ

O

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DES-

PACHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos

ATO DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA
ATO DO GABINETE DA PRESIDÊNCIA
 

EXTRATO DA ATA DE REGISTRO DE PREÇOS Nº 48/2015 - Processo Administrativo nº 329.274-6 (Apenso: 363.286-5) - PARTES: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA E OTTO BOCK DO BRASIL TÉCNICA ORTOPÉDICA LTDA. - OBJETO: Contratação de empresa especializada para o fornecimento, através do sistema de Registro de Preços, de cadeiras de rodas para atender as necessidades das Unidades Judiciárias e Administrativas de todo o Poder Judiciário, conforme discriminação contida no Termo de Referência, cujos quantitativos máximos, especificações, preços e fornecedores foram previamente definidos, através do procedimento licitatório em epígrafe.

 

LOTE ÚNICO

Item

Especificação

 

Unid.

Quant.estimada

Valor unitário

Valor total do item R$ 66.000,00

 

01

Aquisição de cadeiras de rodas, com as seguintes características mínimas:

Und.

80

R$ 825,00

·

Construída em alumínio aeronáutico;

 

·

Estrutura dobrável em duplo X;

·

Pintura eletrostática epóxi;

·

Estofamento em nylon acolchoado;

·

Almofada em espuma injetada;

·

Rodas traseiras de 24', em alumínio, com pneus inflamáveis;

·

Protetores de raios;

·

Rodas dianteiras de 6' maçiças com garfos injetados em nylon;

·

Sistema de desmontagem rápida nas quatro rodas “Quick release”;

·

Freios bilaterais reguláveis;

·

Protetores de roupas com abas;

·

Apoio de pés articuláveis, rebatíveis, removíveis e reguláveis em altura;

·

Apoio de braços escamoteáveis;

·

Capacidade para 120Kg;

·

Largura do assento: 48cm.

MARCA/FABRICANTE: Ottobock Modelo Star M0 Registro Anvisa: 10292010054. VALOR DO LOTE

 

R$ 66.000,00

INSTRUMENTO: Ata de Registro de Preços nº 048/2015, decorrente do Pregão Eletrônico nº 018/2015.

 

FUNDAMENTAÇÃO: Lei nº 10.520/2002; Decreto nº 5.450/2005; Decreto Estadual nº 34.986/2014; Decreto Federal nº 7.892/2013, no que couber; Resolução TJPB nº 15/2014; Subsidiariamente, Lei nº 8.666/93 e suas alterações posteriores. - João Pessoa, 20 de outubro de 2015. - DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE - PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

   
DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

5

apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.56.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finan- ças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.56, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Olho D’Água.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 19 de novembro de 2015.” NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N°0253455-97.2003.815.0000. CREDOR(A): FRANCISCO DE ASSIS REMIGIO II. ADVOGADO(A):

FRANCISCO DE ASSIS REMIGIO II. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE OLHO D’AGUA. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA 2ª VARA DA COMARCA DE PIANCÓ

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

Portanto, ante o exposto, entendo por indeferir a impugnação apresentada às

fls. 98/99 e homologar os cálculos apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.95.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento imediato da parte incontroversa deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.95, momento em que deverá ser procedida, se for o caso, à retenção do Imposto de Renda, bem como da Previdência, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Lucena.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autori- zada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para deposito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Por fim, após o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

CHO ”Vistos, etc.(

)

PRECATÓRIO N.º 0002281-38.2000.815.0000. CREDOR: DULCÉLIA FERREIRA DA SILVA. ADVOGADO: JOÃO PAULINO SOBRINHO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE LUCENA. REMETENTE: JUÍZO DA VARA ÚNICA DA 4ªVARA DE SANTA RITA

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl. 105.Destaco, no entanto, que houve a comunicação do falecimento de dois dos credores e que os herdeiros destes não encontram-se habilitados (fl. 100). Desse modo, para que os sucessores possam se habilitar nos autos e receber o crédito a que fazem jus, necessário se faz que apresentem inventário ou sobrepartilha dos bens dos de cujus, com as respectivas quotas-partes.Ante o exposto, a fim de não interromper o pagamento da ordem cronológica do Município de Caaporã, determino a abertura de conta para depósito judicial da quantia referente ao valor devido aos espólios de ANTÔNIO FERREIRA MONTEIRO e PAULO ROBERTO RODRIGUES, ou seja, R$ 8.140,62 (oito mil, cento e quarenta reais e sessenta e dois centavos) e R$ 4.673,02(quatro mil, seiscentos e setenta e três reais e dois centavos), respectivamente, até que seja resolvida a pendência acima descrita.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.105, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, à retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica

dos precatórios do Município de Caaporã.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescin- díveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade

proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem

a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme

determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o

devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N°0000858-38.2003.815.0000. CREDOR(A): SEVERINA LUCRECIA DOS SANTOS E OUTROS. ADVOGADO(A): ANTONIO ANIZIO NETO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE CAAPORÃ. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE CAAPORÃ

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DES-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos

apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.43.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finan- ças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.43, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, à retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Alagoinha.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o paga- mento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PACHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

PRECATÓRIO N°0000552-98.2005.815.0000. CREDOR(A): JOAO BATISTA TOMAZ. ADVOGADO: EGINALDES DE ANDRADE FILHO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE ALAGOINHA. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE ALAGOINHA

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.43.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.43, dando-lhe

plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, à retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Alagoinha.Ressalte- se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

PRECATÓRIO N°0000256-76.2005.815.0000. CREDOR(A): MARIA HONORIO MOURA. ADVOGADO: EGINAL- DES DE ANDRADE FILHO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE ALAGOINHA. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE ALAGOINHA

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.44.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.44, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, à retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Alagoinha.Ressalte- se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N°0000839-61.2005.815.0000. CREDOR(A): SEVERINO JOSE DE CARVALHO. ADVOGADO:

EGINALDES DE ANDRADE FILHO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE ALAGOINHA. REMETENTE: JUÍZO DE DI- REITO DA COMARCA DE ALAGOINHA

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS AT RIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DES-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos

apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.28.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finan-

ças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.28, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Cacimba de Dentro.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar

o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura

de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PACHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

PRECATÓRIO N°0101497-20.2010.815.0000. CREDOR(A): ALDENIRA DA COSTA SOUZA. ADVOGADO(A):

ANTONIO TEOTONIO DE ASSUNCAO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE CACIMBA DE DENTRO. REMETENTE:

JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE CACIMBA DE DENTRO

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS AT RIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DES-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos

apresentados pela Gerência de Precatórios à fl.40.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finan- ças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.40, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Cacimba de Dentro.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar

PACHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura

de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N°2000959-89.2013.815.0000. CREDOR(A): MARIA SIMONE MACHADO DA SILVA. ADVOGADO(A): ANTONIO TEOTONIO DE ASSUNCAO. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE CACIMBA DE DENTRO. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE CACIMBA DE DENTRO

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE

DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE

em face da não contestação das partes, homologo os

cálculos apresentados pela Gerência de Precatórios às fls.64 e 77. Em seguida, remetam-se os autos

à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento do saldo remanescente deste

precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.77, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá

ser procedida à retenção do Imposto de Renda, bem como ao desconto da previdência, se for o caso, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.Destaco que o pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Gurinhém.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Ressalte-se, ainda, que

não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada

DESPACHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito do crédito, até que as partes providenciem a documentação necessária.Por fim, após o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 25 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO

IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N.º 0253722-69.2003.815.0000. CREDOR: CREUZA DE OLIVEIRA LIMA. ADVOGADO: JOÃO CAMILO PEREIRA. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE GURINHEM. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMAR- CA DE GURINHEM

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.44.Com relação ao pedido de dedução dos honorários advoca- tícios contratuais do crédito cabível ao credor, entendo por indeferi-lo. É que o pedido de destaque deve ser formulado nos autos originários, com o respectivo contrato, antes da apresentação da requisição ao Tribunal, não cabendo à Presidência desta Corte a análise do pedido por faltar-lhe competência de natureza jurisdicional em sede de precatório.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.44, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Aroeiras.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

PRECATÓRIO N°0101480-57.2005.815.0000. CREDOR(A): JOSÉ EDVALDO NUNES DA SILVA. ADVOGADO(A):

AUDA CELI CADENA DE PAULA. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE AROEIRAS. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE AROEIRAS

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.47.Com relação ao pedido de dedução dos honorários advoca- tícios contratuais do crédito cabível ao credor, entendo por indeferi-lo. É que o pedido de destaque deve ser formulado nos autos originários, com o respectivo contrato, antes da apresentação da requisição ao Tribunal, não cabendo à Presidência desta Corte a análise do pedido por faltar-lhe competência de natureza jurisdicional em sede de precatório.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.47, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Aroeiras.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem. Com o devido pagamento, arquivem-se os autos. Publique-se. Cumpra-se. João Pessoa, 24 de novembro de 2015.” NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

PRECATÓRIO N°0101462-36.2005.815.0000. CREDOR(A): JOSE JOSIVAN ALVES DE SOUZA. ADVOGADO(A):

AUDA CELI CADENA DE PAULA E OUTROS. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE AROEIRAS. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE AROEIRAS

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES, PROFERIU O SEGUINTE DESPA-

em face da não contestação das partes, homologo os cálculos apresen-

tados pela Gerência de Precatórios à fl.42.Com relação ao pedido de dedução dos honorários advoca- tícios contratuais do crédito cabível ao credor, entendo por indeferi-lo. É que o pedido de destaque deve ser formulado nos autos originários, com o respectivo contrato, antes da apresentação da requisição ao Tribunal, não cabendo à Presidência desta Corte a análise do pedido por faltar-lhe competência de natureza jurisdicional em sede de precatório.Em seguida, remetam-se os autos à Gerência de Finanças e Contabilidade para que realize o pagamento deste precatório, no valor previsto nos cálculos à fl.42, dando-lhe plena e total quitação, momento que deverá ser procedida, se for o caso, a retenção do Imposto de Renda, conforme as alíquotas pertinentes, fornecendo-se a devida declaração.O pagamento deste requisitório deverá observar estritamente a ordem cronológica dos precatórios do Município de Aroeiras.Ressalte-se, ainda, que não havendo as informações imprescindíveis para efetuar o pagamento deste precatório, fica autorizada a Gerência de Finanças e Contabilidade proceder à abertura de

CHO ”Vistos, etc.(

)Inicialmente,

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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conta judicial para depósito das respectivas quantias, até que as partes providenciem a documentação necessária.Após, determino que o devedor seja oficiado acerca do pagamento, conforme determina o art. 32, parágrafo único, da Resolução CNJ n°. 115/2010, bem como o juízo de origem.Com o devido pagamento, arquivem-se os autos.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO N°0101462-36.2005.815.0000. CREDOR(A): ANTONIO GOMES DOS SANTOS. ADVOGADO(A):

AUDA CELI CADENA DE PAULA. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE AROEIRAS. REMETENTE: JUÍZO DE DIREITO DA COMARCA DE AROEIRAS

O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR MARCOS CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE, PRESIDENTE DO

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES LEGAIS, PROFERIU O SEGUINTE DESPACHO: “VISTOS, ETC. EM CONSONÂNCIA COM O PARECER OFERTADO PELO JUIZ AUXILIAR DA PRESIDÊNCIA, DR. EDUARDO JOSÉ DE CARVALHO SOARES, DEFIRO O PEDIDO DE FLS. 120/123 E DETERMINO A SUSPENSÃO AO PAGAMENTO PELO MUNICÍPIO DE DUAS ESTRADAS DO PARCELAMENTO PROPOSTO, OU SEJA, QUATRO PRESTAÇÕES DE R$ 44.205,44 (QUARENTA E QUATRO MIL, DUZENTOS E CINCO REAIS E QUARENTA E QUATRO CENTAVOS) A SEREM ADIMPLIDAS NOS DIAS 30/11/2015, 10/12/ 2015, 20/12/2015 E 30/12/2015 DO ANO EM CURSO. RESSALTE-SE, POR FIM, QUE A NÃO QUITAÇÃO DE QUALQUER UMA DAS PARCELAS ACIMA CITADAS, OCASIONARÁ O SEQUESTRO IMEDIATO DA QUANTIA DEVIDA PELO MUNICÍPIO DE DUAS ESTRADAS. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE.” NO PROCESSO ADMINIS- TRATIVO Nº 277.890-4.

A Presidência do Tribunal de Justiça proferiu o seguinte despacho nos Processos Administrativos abaixo

relacionados: “

Nacional de Justiça c/c artigo 97, §10º, I, da Constituição Federal, determino o SEQUESTRO das rendas pertencentes ao Município por meio do convênio “Bacen-Jud”, até o limite dos valores não depositados ”

tais razões, em consonância com os termos da Resolução nº 115/2010 do Conselho

Por

Processos Administrativos n. 332546-6, 277802-5, 277871-8, 277848-3, 277856-4, 277689-8, 277843-3, 277681- 2 e 277857-2.

O Excelentíssimo Senhor Desembargador Marcos Cavalcanti de Albuquerque, Presidente do Tribunal Justiça do

Estado da Paraíba INDEFERIU os seguintes processos: 363.435-3; 359.763-6; 359.933-7; 363.440-0; 363.442-

6;

360.104-8; 363.439-6; 363.412-4; 360.136-6; 358.180-2; 363.416-7; 363.421-3; 363.420-5; 363.422-1; 363.433-

7;

358.147-1; 363.428-1; 359.154-9; 359.166-2; 363.418-3; 358.272-8; 359.217-1; 363.430-2; 358.793-2; 363.441-

8;

363.434-5; 363.437-0; 363.436-1; 363.438-8; 363.429-9; 363.431-1; 360.007-6; 359.924-8; 359.306-1.

DESPACHOS DO JUIZ AUXILIAR DA PERSIDÊNCIA
DESPACHOS DO JUIZ AUXILIAR DA PERSIDÊNCIA

O EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA

PARAÍBA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES CONFERIDAS PELA PORTARIA Nº1.020/2013/GAPRE, PROFE- RIU O SEGUINTE DESPACHO “Vistos etc.Através do petitório de fls. 111/113, o Espólio de Maria do Livramento Hermínio da Silva, acostou aos autos os documentos de fls. 114/141, que informam sobre o deferimento da habilitação dos herdeiros sucessores do referido espólio (fl. 118), bem como, do seus novos causídicos. Informam, ainda, sobre os documentos dos herdeiros e suas respectivas contas para transferên-

cia do crédito.Foram habilitados José Roberto Hermínio da Silva, Luzinete Hermínio de Oliveira, Maria Eliane Hermínio da Mata, Joelson Hermínio da Silva e Maria Aparecida Hermínio da Silva Teixeira.Todavia, não obstante a habilitação em referência, e a consequente regularização do polo processual, percebe-se que não

há nos autos informações sobre a existência de formal de partilha, com a indicação das cotas pertencentes a

cada um dos herdeiros da credora falecida.Ante o exposto, determino, inicialmente, a habilitação dos senhores José Roberto Hermínio da Silva, Luzinete Hermínio de Oliveira, Maria Eliane Hermínio da Mata, Joelson Hermínio da Silva e Maria Aparecida Hermínio da Silva Teixeira, com a inclusão de seus nomes na capa dos

autos.Ato contínuo, determino a intimação dos habilitados, para que apresentem formal de partilha, com a indicação das cotas a que cada um faz jus, relativamente ao crédito da parte falecida.Determino, por fim, que

o setor competente oficie ao ente devedor da referida habilitação.Em seguida, permaneçam os autos na

Gerência de Precatórios, aguardando o pagamento.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, PB, 24 de novembro

de 2015.”, NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PROCESSO Nº 0901524-82.2001.815.0000. CREDORES: MARIA DO LIVRAMENTO HERMÍNIO DA SILVA. ADVOGADO: PAULO COSTA MAGALHÃES. DEVEDOR: CAPEM – CAIXA DE APOSENTADORIA E PENSÕES DO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS. REMETENTE: JUIZO DE DIREITO DA COMARCA DE BANANEIRAS

O EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA PARA-

ÍBA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES CONFERIDAS PELA PORTARIA Nº1.020/2013/GAPRE, PROFERIU O SEGUINTE DESPACHO “Vistos, etc.Vislumbra-se no petitório de fl. 105, que a causídica da Sra. Severina Pereira Santa Rosa, além de requerer a juntada de cópia do depósito do valor efetuado na conta da credora, também requer a apuração de saldo remanescente em favor da mesma.No entanto, conforme constata-se nos autos, o valor devido à credora foi pago de forma integral ((fl. 101), restando apenas o valor referente aos honorários advocatícios, que conforme decisão de fl. 81, deverá aguardar o paga- mento, em estrita observância a ordem cronológica do exercício financeiro de 2007.Diante do exposto, remetam-se os autos a GEPRECAT,a fim de aguardar o pagamento do crédito em estrita observância a ordem cronológica do município de Duas Estradas.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novem- bro de 2015”, NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO Nº 0000255-33.2001.815.0000. CREDOR: SEVERINA PEREIRA SANTA ROSA. ADVOGADO:

JOÃO CAMILO PEREIRA E OUTROS. DEVEDOR: MUNICÍPIO DE DUAS ESTRADAS, REPRESENTADO POR SEU PREFEITO CONSTITUCIONAL. REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DE PIRPIRITUBA

O EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA

PARAÍBA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES CONFERIDAS PELA PORTARIA Nº1.020/2013/GAPRE, PRO- FERIU O SEGUINTE DESPACHO “Vistos, etc.Vislumbra-se no petitório de fl. 88, que a causídica da Sra. Maria Serafim da Silva, além de requerer a juntada de cópia do depósito do valor efetuado na conta da credora, também requer a apuração de saldo remanescente em favor da mesma.No entanto,

o presente precatório está inscrito no orçamento do exercício de 2004 do Município de Bananeiras,

existindo precatórios que o antecedem, aguardando pagamento de acordo com a ordem cronológica.Diante do exposto, como ainda não se sabe a data prevista para o pagamento deste precatório, deixo de analisar o pedido de apuração do saldo remanescente e determino que os autos permaneçam na Gerência de Precatórios, aguardando sua quitação, de acordo com a ordem cronológica do Município de Bananeiras.Publique-se. Cumpra-se.João Pessoa, 24 de novembro de 2015.”, NO PROCESSO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO Nº 0905041-61.2002.815.0000. CREDOR: MARIA SEVERINA DA SILVA. ADVOGADO: PAULO COSTA MAGALHÃES. DEVEDOR: CAPEM – CAIXA DE APOSENTADORIA E PENSÕES DO MUNICÍPIO DE BANANEIRAS. REMETENTE: JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE BANANEIRAS

O EXCELENTÍSSIMO JUIZ AUXILIAR DA PRESIDÊNCIA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA

PARAÍBA, NO USO DE SUAS ATRIBUIÇÕES CONFERIDAS PELA PORTARIA Nº1.020/2013/GAPRE, PRO- FERIU O SEGUINTE DESPACHO “Vistos etc.O Bel. Denylson Barros Cavalcanti de Albuquerque requer a juntada da procuração (fl.71/72), informando que o advogado que patrocinou a ação que deu origem ao presente precatório veio a óbito.A credora requereu a preferência de que trata o art.100, § 2º da Constituição Federal, pelo fundamento “idade”. Entretanto, não apresentou quais- quer documentos comprovando ser idoso.Desta forma, defiro o pedido de habilitação do novo

patrono, para que as novas intimações sejam feitas em seu nome, e determino a modificação na capa dos autos, devendo constar como credores, 01 e 02, MARIA FERREIRA DA CRUZ E LUIZ ANTÔNIO TELES DOS SANTOS, e, como advogado, o requerente, o Bel. Denylson Barros Cavalcanti.Intime-se a credora para que apresente, no prazo de 05 (cinco) dias, cópia de documento de identidade para

os fins requeridos à fl.73.Publique-se. Cumpra-se. João Pessoa, 16 de outubro de 2015.”, NO PROCES-

SO ABAIXO IDENTIFICADO:

PRECATÓRIO Nº 0100205-15.2001.815.0000. CREDORA: Maria Ferreira da Cruz. ADVOGADO: Luiz Antônio Teles dos Santos. DEVEDOR: Município de Duas Estradas. REMETENTE: Juízo de Direito da Comarca de

Pirpirituba

DESPACHOS DOS(AS) DESEMBARGADORES(AS)
DESPACHOS DOS(AS) DESEMBARGADORES(AS)

Dr. Tulia Gomes de Souza Neves

APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0001959-12.2012.815.0351. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Municipio de Sape E Juizo da 1a Vara da Comarca de Sape. ADVOGADO: Clarissa Leite. APELADO: Luiz Geraldo de Araujo. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA OFICIAL – AÇÃO DE COBRANÇA – AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE – PROCEDÊNCIA

PARCIAL – IRRESIGNAÇÃO DO PROMOVIDO – PREJUDICIAL DE PRESCRIÇÃO TRIENAL – SÚMULA 85 DO STJ – PRAZO QUINQUENAL – REJEIÇÃO – MÉRITO – VERBAS SALARIAIS – ADICIONAL DE INSALU- BRIDADE – EXISTÊNCIA DE LEI ESPECÍFICA A REGULAMENTAR O PAGAMENTO DO BENEFÍCIO – PREVISÃO NA LEI MUNICIPAL Nº 946/2007 – CONCESSÃO APENAS A PARTIR DA VIGÊNCIA DA LEI REGULAMENTADORA – INTERPRETAÇÃO EM CONSONÂNCIA COM A SÚMULA 42 DESTA CORTE DE JUSTIÇA – DÉCIMO TERCEIRO E FÉRIAS REMUNERADAS ACRESCIDAS DO TERÇO CONSTITUCIONAL

– NECESSIDADE DE COMPROVAÇÃO DO PAGAMENTO PELO PROMOVIDO – ARTIGO 333, II, CPC –

RESPEITO AO PERÍODO PRESCRITO – APELAÇÃO EM CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMI- NANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL – INTELIGÊNCIA DO ART. 557, CAPUT DO CPC – SEGUIMENTO

NEGADO – CONSECTÁRIOS LEGAIS – ADIS 4357 e 4425 – MODULAÇÃO DOS EFEITOS – LEI 11.960/2009

– PROVIMENTO PARCIAL DO REEXAME NECESSÁRIO – INTELIGÊNCIA DO ART. 557, §1º A DO CPC. -

“Nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a Fazenda Pública figure como devedora, quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do quinqu- ênio anterior a propositura da ação.”1 - “Em se tratando de ação de cobrança, compete ao autor provar a existência da relação jurídica; se o devedor alega ter pago a dívida cobrada, deve provar o alegado, por se tratar de fato extintivo do direito perseguido”2. Restando demonstrado o vínculo e inexistindo provas desse pagamento, deve o promovido ser compelido ao adimplemento das verbas salariais cobradas. - Nos termos da Súmula 42 desta Corte de Justiça, “o pagamento do adicional de insalubridade aos agentes comunitários de saúde submetidos ao vínculo jurídico administrativo, depende de lei regulamentadora do ente ao qual perten- cer”. - O décimo terceiro salário e as férias remuneradas, acrescidas do terço constitucional, são direitos constitucionalmente assegurados a todos os trabalhadores com previsão nos arts. 7º e 39, § 3º, ambos da CF/ 88, cabendo à Edilidade, por força do art. 333, II, do CPC, comprovar que efetuou a devida quitação, respeitada a prescrição quinquenal. - Nas condenações impostas à Fazenda Pública, em se tratando de matéria não tributária, os juros de mora correrão, a partir da citação, com índices previstos no art. 1º-F da Lei n. 9.494/97 (observando-se as suas alterações pela MP 2.180-35, de 24.08.2001 e pela Lei n. 11.960, de 30.6.2009). No que pertine à correção monetária, a contar de cada parcela devida, pelo INPC, até a entrada em vigor da Lei 11.960/09, e, posteriormente, com base nos “índices de remuneração básica da caderneta de poupança”3 até o dia 25.03.15, marco após o qual, os créditos deverão ser corrigidos pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial (IPCA-E) ao tempo do efetivo pagamento, em razão da decisão do STF nas ADIs 4357 e 4425 e sua respectiva modulação de efeitos. Nego seguimento à apelação cível e dou provimento parcial à remessa necessária.

APELAÇÃO N° 0000154-67.2013.815.0681. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Municipio de Prata. ADVOGADO: Paulo de Farias Leite. APELADO: Maria Jose de Oliveira Paulino. ADVOGA- DO: Miguel Rodrigues da Silva. APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA – SERVIDORA MUNICIPAL – SALÁRIO RETIDO, 13º SALÁRIO E FÉRIAS PROPORCIONAIS ACRESCIDAS DE UM TERÇO

– PROCEDÊNCIA – IRRESIGNAÇÃO – AUSÊNCIA DE PROVA DO PAGAMENTO – ART. 333. II DO CPC –

JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTA CORTE DE JUSTIÇA – APLICAÇÃO DO ART. 557 DO CPC – SEGUIMENTO NEGADO. Devido o pagamento da verba salarial retida, partindo-se da premissa de não ter a edilidade, a quem incumbia efetuar o seu pagamento, demonstrado haver cumprido com as obrigações legais de remunerar a sua servidora que tenha prestado serviços oportunamente. Tratando-se a questão de falta de pagamento salarial, cabe ao empregador comprovar que o fez, pois, ao reverso, subtende-se que não o efetuou. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0000190-30.2014.815.0211. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Jose Valeriano da Fonseca. ADVOGADO: Francisco Valeriano Ramalho. APELAÇÃO – AÇÃO DE REPARAÇÃO POR DANOS MORAIS COM PEDIDO LIMINAR – SERVIÇO DE TELEFONIA – BLOQUEIO DA LINHA TELEFÔNICA - ATO PRATI- CADO À REVELIA DO CONSUMIDOR – suspensão do serviço SEM SOLICITAÇÃO –DESBLOQUEIO DETERMINADO POR AUTORIDADE JUDICIAL - AUSÊNCIA DE CONTRAPROVA A DESFAZER A VERA- CIDADE DO ALEGADO PELO AUTOR – ÔNUS PROBATÓRIO DA PRESTADORA DE SERVIÇO – ART. 333, INC. II DO CPC – ILICITUDE COMPROVADA – DANO MORAL – NEXO CAUSAL E CULPA REVELADOS – REQUISITOS AUTORIZADORES – INDENIZAÇÃO CABÍVEL – VALOR ARBITRADO COM RETIDÃO – PEDIDO DE REDUÇÃO DO QUANTUM – INVIABILIDADE – precedentes desta corte de justiça – aplicação do art. 557, caput, do cpc – negado seguimento ao recurso – manutenção da sentença. A prática abusiva empreendida pela empresa de telefonia ao realizar o bloqueio da linha telefônica, sem que tenha havido solicitação ou por outro motivo justo, mostra desarrazoada e caracteriza notória prática abusiva, sendo devido o arbitramento do dano moral. O ônus da prova incumbe ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito e ao réu, quanto à existência de fato impeditivo, modificativo ou extintivo do direito do autor, nos moldes do art. 333 do CPC. Não comprovado ter o consumidor concorrido na prática do evento, deve esta arcá-la integralmente. A responsabilidade civil, consubstanciada no dever de indenizar o dano sofrido por outrem, advém do ato ilícito, caracterizado pela violação da ordem jurídica com ofensa ao direito alheio e lesão ao respectivo titular. Como pressupostos necessários se tem o dano, o ato ilícito e o nexo de causalidade. Uma vez configurados estes requisitos, nasce o dever de indenizar. A indenização por dano moral deve ser fixada com prudência, segundo o princípio da razoabilidade e de acordo com os critérios apontados pela doutrina e jurisprudência, a fim de que não se converta em fonte de enriquecimento. Considerando que ao quantificá-lo, o magistrado fixou-o de forma equânime, desnecessária é a intervenção da Corte revisora no sentido de reduzi-lo. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0000502-36.2011.815.0041. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Banco Bonsucesso S/a. ADVOGADO: Lourenco Gomes Gadelha de Moura. APELADO: Josue Candido dos Santos. ADVOGADO: Kelly Braga. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO CUMULADA COM DANOS MORAIS. EMPRÉSTIMO BANCÁRIO NÃO AUTORIZADO. DESCONTO DIRETO NO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO. AUSÊNCIA DE CONTRATO. DEMONSTRAÇÃO SUFICIENTE A AFIRMAR A OCORRÊNCIA DE FRAUDE. RISCO DA ATIVIDADE ASSUMIDO PELO BANCO. DESCONTOS INDEVIDOS. EXCLUDENTE DE RESPON- SABILIDADE NÃO EVIDENCIADA. REPETIÇÃO EM DOBRO DO INDÉBITO. DANO MORAL CONFIGURA- DO. QUANTUM MANTIDO. DESPROVIMENTO DO RECURSO. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTI- ÇA, APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. NEGADO SEGUIMENTO AO APELO – MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. Empréstimo consignado contraído mediante fraude, haja vista que não se eximiu o promovido de acostar aos autos documentos referentes à suposta contratação do empréstimo. Viola a segurança patrimonial do consumidor a falha do serviço de que resulta desconto mensal indevido no benefício previdenciário, em decorrência de empréstimo consignado não contratado, comprometendo porção significativa dos proventos de pessoa idosa e desequilibrando a já frágil equação financeira do lesado. Mantém-se o quantum indenizatório, quando fixado nos parâmetros de razoabilidade e proporcionalidade utilizados pelas Cortes de Justiça pátrias. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0000742-55.2013.815.0461. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Jefte Philipe da Costa E Silva, Paulo Wanderley Camara E Tiago Jose Souza da Silva. ADVOGADO: Davi Rosal Coutinho. APELADO: Municipio de Solanea. ADVOGADO: Joacildo Guedes dos Santos. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE COBRANÇA. VERBAS SALARIAIS. PLEITO ATINENTE A PERÍODO NO QUAL O AUTOR AINDA NÃO LABORA- VA PARA A EDILIDADE. INVIABILIDADE DO PEDIDO. INEXISTÊNCIA DE DIREITO A PAGAMENTO DE FÉRIAS, POR TER A PARTE SIDO EXONERADA ANTES DE COMPLETAR 12 MESES DE LABOR. MANUTEN- ÇÃO DA SENTENÇA. SEGUIMENTO NEGADO AO RECURSO. ART. 557, CAPUT, CPC. Não tendo o autor se desincumbido do ônus de comprovar seu vínculo com a edilidade durante o período a que correspondem as verbas salariais reclamadas, resta inviável o acolhimento do respectivo pleito de pagamento. O direito às férias é adquirido após o período de doze meses trabalhados. Se o autor foi exonerado antes do transcurso do aludido lapso, não há verba a ser paga a esse título. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0000809-79.2012.815.0291. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Jose Candido dos Santos. ADVOGADO: Jose Marcelo Dias. APELADO: Bv Financeira Leasing Arrendamento Mercantil. ADVOGADO: Ivan Junqueira Ribeiro. PROCESSUAL CIVIL – JUÍZO DE ADMISSIBILIDADE - INTEMPESTIVI- DADE RECONHECIDA EX OFFICIO - INTERPOSIÇÃO EXTEMPORÂNEA – INADMISSIBILIDADE – INOBSER- VÂNCIA DE PRESSUPOSTO RECURSAL OBJETIVO - INTELIGÊNCIA DO ART. 557, DO CPC. NÃO CONHE- CIMENTO DO RECURSO. - Restando caracterizada a intempestividade do recurso apelatório e sua consequente inadmissibilidade, impossível se torna a análise do mérito recursal. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0000892-49.2013.815.1071. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Municipio de Jacarau. ADVOGADO: Paulo Rodrigues da Rocha. APELADO: Maria Eunice da Silva. ADVOGADO: Claudio Galdino da Cunha. APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO DE COBRANÇA – SERVIDOR OCUPANTE DE CARGO EM COMISSÃO – SALÁRIO RETIDO, 13º SALÁRIO E FÉRIAS PROPORCIONAIS ACRESCIDAS DE UM TERÇO – CABIMENTO – PROCEDÊNCIA – IRRESIGNAÇÃO – AUSÊNCIA DE PROVA DO PAGAMENTO – ÔNUS DO RÉU – ART. 333. II DO CPC – JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DESTA CORTE DE JUSTIÇA E DE CORTE SUPERIOR – APLICAÇÃO DO ART. 557 DO CPC – SEGUIMENTO NEGADO. Comprovados o vínculo funcio- nal, ainda que resultante de nomeação para cargo em comissão, e, por conseguinte, da prestação de serviços, devido é o pagamento das verbas salariais, inclusive férias proporcionais acrescidas de um terço. A comprova- ção de pagamento dessas verbas, constitui obrigação primária do ente público, sob pena de configurar enrique- cimento ilícito do ente público, em detrimento do particular. Nego seguimento ao apelo.

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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APELAÇÃO N° 0000938-61.2013.815.0061. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Investimento S/a E Aymore Credito,financiamento E. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. APELADO: Geralda de Amorim Costa. ADVOGADO: Victor Hugo de Sousa Nobrega. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE DECLARATÓRIA C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS. PROCEDÊNCIA. SENTENÇA QUE APRECIOU PEDIDO DISTINDO DO POSTULADO NA EXORDIAL. JULGAMENTO EXTRA-PETITA. NULIDADE DECRETADA EX-OFFICIO. RE- TORNO DOS AUTOS À INSTÂNCIA A QUO. RECURSO PREJUDICADO. Se restou apreciado pedido distinto daquele postulado na exordial, a sentença é extra-petita, sendo imperativa a decretação de sua nulidade, ex- oficcio, à luz do disposto nos art. 128 e 460, PC. Recurso prejudicado.

APELAÇÃO N° 0002558-11.2013.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Aroldo de Sousa Rique, Frederico Augusto Cavalcanti Bernardo, Tadeu Almeida Guedes E Daniel Guedes de Araujo.

ADVOGADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva e ADVOGADO: Camilla Ribeiro Dantas. APELADO:

Pbprev-paraiba Previdencia E Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Kyscia Mary Guimaraes Di Lorenzo. APELAÇÃO CÍVEL – PROCESSUAL CIVIL – JULGAMENTO MONOCRÁTICO PROFERIDO POR RELATOR INCOMPETENTE – REMESSA EQUIVOCADA DOS AUTOS À GABINETE DIVERSO DAQUELE PARA

O QUAL OCORREU A DISTRIBUIÇÃO AUTOMÁTICA – COMPETÊNCIA FUNCIONAL E ABSOLUTA ANTERI-

ORMENTE FIRMADA – NULIDADE INSANÁVEL DECLARADA DE OFÍCIO – ATO REPUTADO NULO DE

PLENO DIREITO - EMBARGOS DECLARATÓRIOS OPOSTOS E AINDA PENDENTES DE JULGAMENTO – ATO PROCESSUAL DEPENDENTE DO ATO NULO - RECURSO SEM EFEITO – ART. 113 E 248, AMBOS DO CPC

- MEDIDA INAFASTÁVEL – REGULARIDADE PROCESSUAL RESTAURADA. Devem ser declarado nulo de

pleno direito o ato processual praticado por julgador incompetente, malferindo a competência funcional absoluta firmada quando da distribuição automática do Recurso Apelatório neste Tribunal. O ato processual dependente, como é o caso de recurso oposto contra decisão monocrática nula, deve ser reputado sem nenhum efeito. Reconheço, de ofício, a nulidade da decisão de fls. 143/148.

APELAÇÃO N° 0002695-91.2012.815.0751. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes

de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Alan Douglas Ribeiro de Andrade. ADVOGADO: Roberto Dimas Campos Junior. APELADO: Banco Itauleasing S/a. ADVOGA- DO: Celso Marcon. APELAÇÃO CÍVEL – DECLARATÓRIA DE EXISTÊNCIA DE DÉBITO C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS – CONTRATO DE ARRENDAMENTO MERCANTIL – RETIRADA DO BEM DE POSSE DO ARRENDATÁRIO POR MOTIVO DE INADIMPLÊNCIA – RESTRIÇÃO NEGATIVA DE DÉBITO – CONDUTA LÍCITA – DANO MORAL AFASTADO - EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITO – SENTENÇA – PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO – IRRESIGNAÇÃO - ATO ILÍCITO – DEVER DE INDENIZAR – REQUISITOS NÃO EVIDENCIADOS - RESPONSABILIDADE NÃO CONFIGURADA – MANUTENÇÃO DA SENTENÇA – RECURSO EM DISSONÂNCIA COM O ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL DOMINANTE NESTA CORTE DE JUSTIÇA

- SEGUIMENTO NEGADO AO APELO NOS TERMOS DO ART. 557, CAPUT DO CPC. Para a responsabilização

por ato ilícito, imprescindível a coexistência dos seguintes requisitos: (i) conduta culposa ou dolosa, (ii) dano e (iii) nexo de causalidade entre o comportamento do ofensor e o abalo perpetrado à vítima, conforme inteligência do artigo186 c/c art. 927 do Código Civil. À luz do artigo 14, § 3º, II do Código de Defesa do Consumidor, a excludente de responsabilidade do fornecedor de serviços está condicionada à culpa exclusiva do consumidor ou

de terceiro. Considerando que a anotação dos dados do apelante nos cadastros de proteção ao crédito ocorreu

por sua culpa exclusiva, indevido é o dever de reparação pecuniária. Diante dessa atitude, vê-se que o dano

supostamente sofrido não passa de mero dissabor, pois, em nenhum momento houve comprovada repercussão em sua esfera psíquica. Nego seguimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0004602-86.2012.815.0271. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Givaneide Estrela Casado E Dpvat S/a. ADVOGADO: Nilo Trigueiro Dantas e ADVOGADO: Samuel Marques Custodio de Albuquerque. APELADO: Seguradora Lider dos Consorcios. APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO DE COBRANÇA DE SEGURO DPVAT – INVALIDEZ DE CARÁTER PARCIAL – PRELIMINAR ARGUIDA EM SEDE DE CONTESTA- ÇÃO – CARÊNCIA DE AÇÃO POR AUSÊNCIA DE INTERESSE DE AGIR - PREFACIAL ACOLHIDA FACE À AUSÊNCIA DE REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO PRÉVIO - EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO NOS TERMOS DO ART. 267, VI DO CPC – IRRESIGNAÇÃO - CONTESTAÇÃO DA LIDE PELA SEGURADORA RÉ – PRETENSÃO RESISTIDA – PRECEDENTES DO STF – UTILIDADE E ADEQUAÇÃO NO AJUIZAMENTO DA DEMANDA – PRESENÇA DE CONDIÇÃO PARA O REGULAR EXERCÍCIO DO DIREITO DE AÇÃO – SENTENÇA EM DISSONÂNCIA COM Os POSICIONAMENTOs DO STF DECIDIDO EM ÂMBITO DE REPERCUSSÃO GERAL - JULGAMENTO MONOCRÁTICO PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO – INTELI-

GÊNCIA DO ART. 557, §1º -A DO CPC. - Embora não tenha havido o requerimento administrativo prévio, antes

do ajuizamento da demanda na esfera judicial, no momento em que a seguradora apresenta a contestação, inicia-

se a resistência à pretensão e o litígio entre as partes. - Com a pretensão resistida emerge a utilidade do ajuizamento da demanda e interesse de agir, ficando, assim, configurada a condição para o regular exercício do

direito de ação. Dou provimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0015670-42.2009.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Investimento S/a, Aymore Credito, Financiamento E E Henrique Jose Parada Simao. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Maria de Lurdes Guimaraes Santos. ADVOGADO: Paulo Goes. APELAÇÃO CÍVEL – AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO – FINANCIAMENTO DE VEÍCULO – JULGAMENTO ANTECI- PADO DA LIDE – PROCEDÊNCIA PARCIAL DO PEDIDO - EXIBIÇÃO INCIDENTAL DE CONTRATO – DOCUMENTO COMUM ÀS PARTES E EM POSSE DO BANCO RÉU – CONSEQUÊNCIAS DE RECUSA INJUSTIFICADA EM APRESENTAR – APLICAÇÃO DO ARTIGO 359 DO CPC – PRESUNÇÃO RELATIVA – INSTITUIÇÃO FINANCEIRA – INCIDÊNCIA DO CDC AOS CONTRATOS – SÚMULA 297 DO STJ – ALEGADA NULIDADE DE CLÁUSULAS E ABUSIVIDADE DE ENCARGOS CONTRATUAIS – CAPITALIZAÇÃO – POSSI- BILIDADE – EXPRESSA PREVISÃO CONTRATUAL – CONTRATO NÃO ENTABULADO PELO RÉU – PENALI- DADE DO ART. 359 DO CPC – DEVER DE INFORMAÇÃO – CAPITALIZAÇÃO AFASTADA - TAXA DE JUROS REMUNERATÓRIOS SUPERIOR A 12% AO ANO – POSSIBILIDADE – SÚMULA VINCULANTE Nº 7 E SÚMULA Nº 382 DO STJ – ABUSIVIDADE NÃO DEMONSTRADA PELA AUTORA – LIMITAÇÃO INDEVIDA – AUTONOMIA DA TAXA PREVISTA NO CONTRATO - ENTENDIMENTO PACIFICADO – SENTENÇA EM CON- FRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DE TRIBUNAL SUPERIOR E LOCAL – APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, §1º-A, DO CPC – PROVIMENTO PARCIAL AO APELO. A resistência injustificada quanto ao cumprimento da determinação de exibição incidental de documentos autoriza que sejam presumidos verdadei- ros os fatos alegados pela parte requerente no tocante ao que pretendia comprovar com a documentação não

apresentada, nos termos do art. 359 do Código de Processo Civil. “É permitida a capitalização de juros com periodicidade inferior a um ano em contratos celebrados após 31.3.2000, data da publicação da Medida

Provisória n. 1.963-17/2000 (em vigor como MP 2.170-36/2001), desde que expressamente pactuada.” (

)1.

Aplicando-se a penalidade prevista no art. 359 do CPC, presume-se inexistente expressa pactuação da capitalização de juros no contrato firmado entre as partes, reputando-se como legítimo o seu afastamento. Em se tratando de instituições financeiras, é permitido aplicar taxas de juros remuneratórios superiores às limitações fixadas pelo Decreto nº 22.626/33 (12% ao ano), em razão da edição da Lei nº 4.595/64, desde que não reste claramente demonstrada a exorbitância do encargo. Esse entendimento é sumulado pelo Supremo Tribunal Federal Dou provimento parcial ao apelo.

APELAÇÃO N° 0030012-96.2009.815.2003. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Maria Rita Batista de Lira, Investimento S/a E Henrique Jose Parada Simao. ADVOGADO: Andre Gomes Bronzeado e ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. APELADO: Aymore Credito,financiamento E. APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO REVISIONAL DE CONTRATO BANCÁRIO - SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA - IRRESIGNAÇÃO DO AUTOR. - SÚPLICA ATINENTE À TAXA DE JUROS - INEXISTÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AO FUNDAMENTO CONSTANTE NO DECISUM - ARGUMENTOS GENÉRICOS - AFRONTA AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE - NÃO CONHECIMENTO DE PARTE DO RECURSO. Restando evidenciado que, no assunto relativo à taxa de juros, a parte deixou de impugnar especificamente o fundamento constante na sentença, deve ser negado conhecimento à respectiva súplica recursal, por afronta ao princípio da dialeticidade. PROVA PERICIAL – MAGISTRADO QUE FUNDAMENTA A SENTENÇA NA ANÁLISE DO CONTRATO OBJETO DA LIDE – AVALIA- ÇÃO DAS PROVAS – LIVRE CONVENCIMENTO MOTIVADO – CONTRATO NOS AUTOS SUFICIENTE PARA O DESLINDE DA CAUSA – AUSÊNCIA DE NULIDADE. A apreciação e a valoração da perícia pelo juiz é feita com base no princípio da persuasão racional (livre convencimento motivado), sempre em cotejo com os fatos e

provas dos autos e à luz da jurisprudência e legislação aplicáveis à espécie, de modo que não está o juiz obrigado

a falar sobre todos os documentos elencados nos autos, um a um. TABELA PRICE – LEGALIDADE – INSUFI-

CIÊNCIA DE MOTIVOS PARA REVISÃO DO CONTRATO – RECURSO EM CONFRONTO COM JURISPRU- DÊNCIA DOMINANTE DESTE TRIBUNAL E DE TRIBUNAL SUPERIOR – APLICAÇÃO DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC – SEGUIMENTO NEGADO AO APELO NA PARTE CONHECIDA. A utilização da Tabela Price como forma de amortização não implica capitalização de juros. O sistema consiste no método de calcular as prestações devidas em um financiamento, dividindo-as em duas parcelas: uma de amortização e outra de juros. Isto não significa, por si só, que a aplicação de juros sobre juros ou a prática do anatocismo seja uma decorrência lógica da incidência da Tabela Price. Nego provimento ao apelo.

APELAÇÃO N° 0036048-97.2008.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Felipe de Brito Lira Souto. APELADO: Luciana Elias de Alencar. PROCESSUAL CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL – EMBARGOS À EXECUÇÃO - AÇÃO DE COBRANÇA – PRETENSÃO DA EMBAR- GADA – TÉCNICA JUDICIÁRIA - DIREITO ADQUIRIDO ÀS GRATIFICAÇÕES DE ESCALONAMENTO CONCE-

DIDAS PELAS LEIS ESTADUAIS N.º 5.201/89, 5.831/93, 6.605/98 E 7.409/03 – INCONSTITUCIONALIDADE DAS NORMAS PELO STF – INEXIBILIDADE DO TÍTULO EXECUTIVO JUDICIAL FUNDADO EM LEI DECLARA- DA INCONSTITUCIONAL PELA CORTE CONSTITUCIONAL – SENTENÇA - MATÉRIA APRECIADA DIVERSA DA DISCUTIDA NOS AUTOS – VÍCIO EXTRA PETITA – VIOLAÇÃO DOS ARTS. 128 E 460 DO CPC - NULIDADE RECONHECIDA EX OFFICIO - REMESSA DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM – PREJUDICIALIDADE DO RECURSO VOLUNTÁRIO – INCIDÊNCIA DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. Embora se trate do mesmo tema, qual seja, escalonamento de vencimentos por entrâncias, trata-se, in casu, de categorias funcionais totalmente diversas. A prática do julgador feriu o consagrado o Princípio da Congruência, que determina ao Juiz a adstrição ao pedido do autor e decidir a lide nos limites em que foi proposta. Eis a dicção dos artigos 128 e 460 do CPC:

Art. 128. O juiz decidirá a lide nos limites em que foi proposta, sendo-lhe defeso conhecer de questões, não suscitadas, a cujo respeito a lei exige a iniciativa da parte. Art. 460. É defeso ao juiz proferir sentença, a favor do autor, de natureza diversa da pedida, bem como condenar o réu em quantidade superior ou em objeto diverso do que lhe foi demandado. Nego seguimento ao apelo.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0001807-53.2015.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. JUÍZO: Juízo da 4ª Vara da Fazenda Pública da Capital. POLO PASSIVO: Anacleto Batista dos Santos Pereira, Juizo da 4a. Vara Fazenda Publica, Representado Por Procurador, Wladimir Romaniuc Neto, da Capital E Estado da Paraiba. ADVOGADO: Ana Cristina de Oliveira. REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE REVISIONAL DE REMUNE- RAÇÃO DE MILITAR. PREJUDICIAL DE PRESCRIÇÃO. REJEIÇÃO. Nos termos da Súmula 85 do STJ, “nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a Fazenda Pública figure como devedora, quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado, a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do quinquênio anterior à propositura da ação”. MÉRITO. CONGELAMENTO DO VALOR PAGO A TÍTULO DE ADICIONAL DE INSALUBRIDADE DE MILITAR, DESDE A EDIÇÃO DE LEI QUE SÓ TRATOU DE SERVIDORES CIVIS. IMPOSSIBILIDADE. NECESSIDADE DE LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA, QUE SÓ FOI EDITADA POSTERIOR- MENTE. OBRIGAÇÃO DE ATUALIZAÇÃO DA VERBA E DE QUITAÇÃO DAS DIFERENÇAS ENTRE A IMPOR- TÂNCIA CORRETA E O QUE FOI PAGO A MENOR EM TAL INTRERREGNO. APLICAÇÃO DA ORIENTAÇÃO DISPOSTA NA SÚMULA 51 DO TJPB. REFORMA PARCIAL DA SENTENÇA APENAS PARA FIXAR A DATA DA ENTRADA EM VIGOR DA MP 185 COMO MARCO PARA O CONGELAMENTO DO ADCIONAL. INCIDÊNCIA DO ART. 557, CAPUT E §1º-A, CPC, E DA SÚMULA 253 DO STJ. Na esteira de precedentes desta Corte, os adicionais recebidos pelos militares (dentre os quais o de insalubridade) não poderiam ter sido “congelados” (transformado em valor nominal fixo) a partir da edição da Lei nº 50/03, como procedido pelo Estado, mas somente a partir da MP 185/2012, sendo devida a atualização – para que a referida verba seja paga e “congelada” no valor proporcional ao soldo recebido pelo autor em 25.01.2012, quando da entrada em vigor da Medida Provisória 185/2012 – com a quitação da diferença entre a importância correta e o que foi pago a menor nesse

interregno, excluídas as verbas atingidas pela prescrição quinquenal. Merece parcial reforma a sentença, se o juiz

a quo fixou como marco para o congelamento da verba a entrada em vigor da Lei nº 9.703/12 e não a da Medida Provisória que a antecedeu. Dou provimento parcial a remessa oficial.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0002105-56.2013.815.0371. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. JUÍZO: Juízo da 5ª Vara da Comarca de Sousa. POLO PASSIVO: Damiao Soares de Abrantes, Eduardo Henrique Videres de Albuquerque, Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Juizo da 5a Vara da Comarca de Sousa. ADVOGADO: Priscilla Kessia Alves Cabral. REMESSA NECESSÁRIA – AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS E MORAIS – ACIDENTE DE TRÂNSITO – OBRA EM VIA PÚBLICA SEM SINALIZAÇÃO - CONDE- NAÇÃO DO ESTADO AO PAGAMENTO DE DANOS MATERIAIS E MORAIS – R$ 15.473,26 - VALOR CERTO NÃO EXCEDENTE A SESSENTA SALÁRIOS MÍNIMOS – ART. 475, §2º DO CPC – NÃO CONHECIMENTO DA REMESSA- ART. 557, CAPUT DO CPC. SÚMULA 253 DO STJ. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DA REMESSA. Dispõe o §2º do art. 475 do CPC que: “Não se aplica o disposto neste artigo sempre que a condenação, ou o direito controvertido, for de valor certo não excedente a 60 (sessenta) salários mínimos, bem como no caso de procedência dos embargos do devedor na execução de dívida ativa do mesmo valor. Nego seguimento a remessa necessária.

Dr. Onaldo Rocha de Queiroga

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 2013091-47.2014.815.0000. ORIGEM: 6ª VARA CÍVEL DA CAPITAL. RELATOR:

Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. AGRAVANTE: Associacao Nacional Para Inclusao Digital Anid. ADVOGADO: Emerson Almeida Fernandes. AGRAVADO: Cia Energetica de Pernambunco Celpe. AGRAVO DE INSTRUMENTO. RECONHECIMENTO, EX OFFICIO, DE SUPOSTA INCOMPETÊNCIA TERRITORIAL. AFRONTA À SÚMULA Nº 33 DO COLENDO STJ. RECURSO PROVIDO. 1. “Por se tratar de competência relativa, a competência territorial não pode ser declarada ex officio pelo Juízo. Esse entendimento se consolidou com a Súmula 33 do Superior tribunal de Justiça, in verbis: “A incompetência relativa não pode ser declarada de ofício” (CC 101.222/PR, Rel. Min. BENEDITO GONÇALVES, Primeira Seção, DJe 23/3/09). 2. Recurso provido. Vistos etc. Diante do exposto, dou provimento

ao agravo de instrumento, nos termos do art. 557, § 1º-A, do Código de Processo Civil, para, reformando in totum

a decisão, assegurar a tramitação do processo na 6ª Vara Cível da Comarca de João Pessoa-PB. Intimações necessárias. Cumpra-se.

APELAÇÃO N° 0000316-74.2014.815.0601. ORIGEM: VARA ÚNICA DA COMARCA DE BELEM. RELATOR:

Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE: Lidiane Marinho da Silva. ADVOGADO: Claudio Galdino da Cunha. APELADO: Municipio de Belem. ADVOGADO: Rafaella Fernanda Leitao Soares da Costa. APELAÇÃO CÍVEL. INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS E MATERIAIS. MESMOS FATOS EXPOSTOS NA INICIAL. OFENSA AO PRINCÍPIO DA DIALETICI- DADE. SEGUIMENTO NEGADO. 1. Quanto à aplicação do princípio da dialeticidade recursal, as razões

recursais devem impugnar, com transparência e objetividade, os fundamentos suficientes para manter íntegro

o decisum recorrido. (STJ, AgRg no REsp 1201539/MS, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA

TURMA, julgado em 16/12/2010, DJe 14/02/2011). 2. A apelação deve trazer as razões específicas do pedido de reforma da decisão. Inteligência do inc. II do art. 524 do CPC. 3. A simples irresignação, consubstanciada

no ato de recorrer, repetindo as razões expostas na inicial e/ou contestação não tem o condão de possibilitar

a reforma da decisão, que o recorrente entende desacertada. 4. Sendo manifestamente inadmissível o

recurso, há a atração do art. 557 do CPC. Vistos etc. Assim, não conheço da apelação, negando-lhe seguimento. Intimações necessárias. Cumpra-se.

APELAÇÃO N° 0003967-97.2014.815.0251. ORIGEM: 4ª VARA DA COMARCA DE PATOS. RELATOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE:

Elisete Justino de Amorim. ADVOGADO: Taciano Fontes Freitas. APELADO: Banco Volkswagen S/a. ADVOGA- DO: Aldenira Gomes Diniz. APELAÇÃO CÍVEL. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. PEDIDO FORMULADO

NO PRÓPRIO CORPO DO RECURSO. ERRO GROSSEIRO. PLEITO A SER DEDUZIDO EM PETIÇÃO AVUL- SA. INÚMEROS PRECEDENTES DO STJ NESSE SENTIDO. DESERÇÃO RECONHECIDA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO. 1. Sendo o pedido de assistência judiciária gratuita formulado em sede recursal, deve ele ser feito em petição avulsa, e não no próprio corpo do recurso. 2. Já decidiu o STJ: “O pedido de assistência judiciária gratuita pode ser feito a qualquer tempo, entretanto, quando a ação está em curso, deve ele ser formulado em petição avulsa, a qual será processada em apenso aos autos principais, constituindo erro grosseiro o pedido elaborado na própria petição recursal, nos termos do art. 6.º da Lei 1.060/50.” (AgRg no AREsp 314.489/AL, Rel. Ministro SIDNEI BENETI, TERCEIRA TURMA, julgado em 24/09/2013, DJe 09/10/2013). 3. Deserção reconhe- cida, com a consequente negativa de seguimento do recurso, nos termos do art. 557 do Código de Processo Civil. Vistos etc. Destarte, não conheço do pedido de assistência judiciária gratuita, ao tempo em que reconheço

a deserção e, via de consequência, nego seguimento à apelação, o que faço com base no art. 557 do Código de

Processo Civil. Por fim, cabe advertir que estando a presente decisão fundamentada em entendimento jurispru- dencial pacificado, a eventual oposição de embargos de declaração ou agravo interno, poderá ensejar aplicação de multa processual. Intimações necessárias. Cumpra-se.

APELAÇÃO N° 0005799-84.2013.815.2003. ORIGEM: 4ª VARA REGIONAL DE MANGABEIRA. RELATOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. APELANTE:

Eldria da Nobrega Pinto. ADVOGADO: Hilton Hril Martins Maia. APELADO: Banco Finasa S/a. APELAÇÃO CÍVEL. REVISÃO DE CONTRATO. PRELIMINAR EX OFFICIO. SENTENÇA QUE INOBSERVOU A EMENDA FEITA À INICIAL. ANULAÇÃO DO DECISUM HOSTILIZADO. ANÁLISE DO RECURSO APELATÓRIO PREJUDICADA.

- É de ser reconhecida a nulidade da sentença, uma vez que o Juiz de base não observou a emenda feita à inicial,

em tempo hábil, indicando o autor as cláusulas do contrato a serem revisadas, de modo que é imperioso o retorno dos autos à vara de origem para que o feito siga seu itinerário natural. Vistos etc. Assim, diante das considera- ções expendidas, de ofício, anulo a sentença, determinando a remessa dos autos à origem, para regular processamento do feito, julgando prejudicada a apelação (art. 557 do CPC). Intimações necessárias. Cumpra-se.

MANDADO DE SEGURANÇA N° 0001688-81.2015.815.0000. ORIGEM: COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA DO TJPB. RELATOR: Dr(a). Onaldo Rocha de Queiroga, em substituição a(o) Desa. Maria das Neves do Egito D Ferreira. IMPETRANTE: Jose Rubens Gomes de Lima, Rep. Por Sua Curadora, Maria Daura Gomes. ADVOGA- DO: Eduardo Henrique J E Silva. IMPETRADO: Presidente da Paraiba Previdencia. ADVOGADO: Renata F. F. Mayer. MANDADO DE SEGURANÇA. PRAZO DE 120 (CENTO E VINTE) DIAS PARA IMPETRAÇÃO. INOBSER- VÂNCIA. DECADÊNCIA CONFIGURADA. ART. 23, DA LEI Nº 12.016/2009. APLICAÇÃO. SEGURANÇA DENE- GADA. - O termo inicial para impetração do mandamus é de cento e vinte dias, a contar da data em que o interessado teve conhecimento do ato a ser impugnado. Vistos etc. Assim, configurada a decadência, nos termos do art. 23 da Lei nº 12.016/2009, denego a ordem mandamental. Intimações necessárias. Cumpra-se. Dr(a). Ricardo Vital de Almeida

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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APELAÇÃO / REEXAME NECESSÁRIO N° 0127612-21.2012.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE:

Municipio de Joao Pessoa E Juizo da 1a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Thyago Luis Barreto Mendes Braga. APELADO: Cecilia Santos Cavalcante. ADVOGADO: Lara Fernandes C Rocha. QUESTÃO PRÉVIA. CERCEAMENTO DE DEFESA ANTE O JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE. PROVAS SUFICIENTES PARA JULGAR O MÉRITO DA DEMANDA. DESNECESSIDADE DE PRODUÇÃO PROBATÓRIA. DESACOLHIMENTO

DA MATÉRIA PRECEDENTE. - Não constitui cerceamento do direito de defesa, passível de nulidade da sentença, o fato de o Juiz entender que a questão está pronta para julgamento, “ex vi” do art. 330, I, do Código de Processo Civil. Nos termos do CPC, é dever do juiz, quando não houver mais necessidade de produção de provas em audiência, conhecer diretamente do pedido. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. OBRIGAÇÃO DE FAZER. FORNECIMENTO DE SUPLEMENTO ALIMENTAR DENOMINADO “NEOCATE”. AUTORA INTOLE- RÊNCIA A LACTOSE. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL DE TODOS. DEVER DO ENTE MUNICIPAL DE PROVER O FÁRMACO SOLICITADO. JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA DESTA CORTE E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO MEDICAMENTO/INSUMO POR GENÉRICO OU SIMILAR QUE POSSUA INTERCAMBIALIDADE. RENOVAÇÃO DA PRESCRIÇÃO MÉDI- CA A CADA PERÍODO DE SEIS MESES. ART. 557, CAPUT E §1º-A, DO CPC. NEGO SEGUIMENTO AO APELO

E DOU PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO OFICIAL. - É dever do Município prover as despesas com a

saúde de pessoa que não possui condições de arcar com os valores sem se privar dos recursos indispensáveis ao sustento próprio e da família. Não havendo a ressalva específica do profissional médico sobre a utilização do medicamento/insumo de referência, poderá o ente público fornecer fármacos genéricos ou similares, desde que este último já tenha passado pelos testes de biodisponibilidade e equivalência farmacêutica, tornando-se intercambiável, ou seja, que possa substituir o próprio medicamento de referência e apresentar o mesmo comportamento no organismo, assim como o genérico, nos termos da RDC 133 e 134 de 2004, da ANVISA. “Art. 5o Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.”(Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro) Com estas considerações, aciono o dispositivo constante no art. 557, caput, do CPC, e NEGO SEGUIMENTO à apelação e, nos termos do §1º-A do próprio artigo, DOU PROVIMENTO PARCIAL à Remessa Necessária apenas para permitir a substituição do(s) medicamento(s)/ insumo(s) pleiteado(s) na inicial por genéricos ou similares que possuam intercambialidade com o fármaco de referência, ou seja, conforme dito antes, com o mesmo princípio ativo, efeitos, quantidade e velocidade de absorção pelo organismo.

APELAÇÃO N° 0000222-87.2013.815.0981. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Banco Bmg S/a. ADVOGADO:

Celso David Antunes. APELADO: Manoel Emidio Pereira dos Santos. ADVOGADO: Rinaldo Barbosa de Melo. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. INTERPOSIÇÃO ANTERIOR A PUBLICAÇÃO DA DECISÃO ACO- LHEDORA DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PARTE EDVERSÁRIA. MODIFICAÇÃO DA SENTENÇA EFETUADA. AUSÊNCIA DE RATIFICAÇÃO. EXTEMPORANEIDADE. PRECEDENTES DO SU- PREMO TRIBUNAL FEDERAL E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO. - “O recurso extraordinário surge oportuno ainda que pendentes embargos declaratórios interpostos pela parte contrária, ficando a problemática no campo da prejudicialidade se esses últimos forem providos com modifi- cação de objeto.” (STJ - RE 680371 AgR, Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI, Relator(a) p/ Acórdão: Min. MARCO AURÉLIO, Primeira Turma, julgado em 11/06/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-181 DIVULG 13-09-2013

PUBLIC 16-09-2013) - “1. Os embargos de declaração consistem em recurso de índole particular, cabível contra qualquer decisão judicial, cujo objetivo é a declaração do verdadeiro sentido de provimento eivado de obscuridade, contradição ou omissão (artigo 535 do CPC), não possuindo a finalidade de reforma ou anulação do julgado, sendo afeto à alteração consistente em seu esclarecimento, integralizando-o. 2. Os aclaratórios devolvem ao juízo prolator da decisão o conhecimento da impugnação que se pretende aclarar. Ademais, a sua oposição interrompe o prazo para interposição de outros recursos cabíveis em face da mesma decisão, nos termos do art. 538 do CPC. 3. Segundo dispõe a Súmula 418 do STJ “é inadmissível o recurso especial interposto antes da publicação do acórdão dos embargos de declaração, sem posterior ratificação”. 4. Diante da divergência jurisprudencial na exegese do enunciado, considerando-se a interpretação teleológica e a hermenêutica processual, sempre em busca de conferir concretude aos princípios da justiça e do bem comum,

é mais razoável e consentâneo com os ditames atuais o entendimento que busca privilegiar o mérito do

recurso, o acesso à Justiça (CF, art. 5°, XXXV), dando prevalência à solução do direito material em litígio, atendendo a melhor dogmática na apreciação dos requisitos de admissibilidade recursais, afastando o forma- lismo interpretativo para conferir efetividade aos princípios constitucionais responsáveis pelos valores mais

caros à sociedade. 5. De fato, não se pode conferir tratamento desigual a situações iguais, e o pior, utilizando- se como discrímen o formalismo processual desmesurado e incompatível com a garantia constitucional da jurisdição adequada. Na dúvida, deve-se dar prevalência à interpretação que visa à definição do thema decidendum, até porque o processo deve servir de meio para a realização da justiça. 6. Assim, a única interpretação cabível para o enunciado da Súmula 418 do STJ é aquela que prevê o ônus da ratificação do recurso interposto na pendência de embargos declaratórios apenas quando houver alteração na conclusão do

(STJ - REsp 1129215/DF, Rel. Ministro LUIS FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL,

julgamento anterior. (

julgado em 16/09/2015, DJe 03/11/2015) - “O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissí- vel, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo

tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior.” (Art. 557, caput, do Código de Processo Civil).

À luz de tais considerações, na forma permissiva do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, NEGO

SEGUIMENTO AO APELO.

).”

APELAÇÃO N° 0000352-19.2014.815.0601. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Amadeus Emiliano do Nasci- mento. ADVOGADO: Claudio Galdino da Cunha. APELADO: Municipio de Belem. ADVOGADO: Rafaella Fernanda Leitao Soares da Costa. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS. CANDIDATO APROVADO EM CONCURSO PÚBLICO. NOMEAÇÃO TARDIA POR FORÇA DE DECISÃO JUDICIAL. IMPOSSIBILIDADE DE REPARAÇÃO CIVIL. TESE FIRMADA EM REPERCUSSÃO GERAL PELO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL – RE 724347. APLICAÇÃO DO CAPUT, DO ART. 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO APELATÓRIA. - A omissão estatal na nomeação de candidato, suprida apenas por uma ordem judicial nesse sentido, não gera indenização por dano moral, tampouco pelos salários não recebidos. - “ADMINISTRATIVO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTA- DO. INVESTIDURA EM CARGO PÚBLICO POR FORÇA DE DECISÃO JUDICIAL. 1. Tese afirmada em repercussão geral: na hipótese de posse em cargo público determinada por decisão judicial, o servidor não faz jus a indenização, sob fundamento de que deveria ter sido investido em momento anterior, salvo situação de arbitrariedade flagrante. 2. Recurso extraordinário provido.” (RE 724347, Relator(a): Min. MARCO AURÉLIO, Relator(a) p/ Acórdão: Min. ROBERTO BARROSO, Tribunal Pleno, julgado em 26/02/2015, ACÓRDÃO ELE- TRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-088 DIVULG 12-05-2015 PUBLIC 13-05-2015) - “DIREITO ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO EXTRAORDINÁRIO COM AGRAVO. CONCURSO PÚBLICO. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. CANDIDATO APROVADO EM CONCURSO PÚBLICO POR FORÇA DE DECISÃO JUDICIAL. DEMORA NA NOMEAÇÃO. INDENIZAÇÃO POR DANOS MATERIAIS. IMPOSSIBILIDADE. 1. A decisão proferida pelo tribunal de origem está alinhada com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, que, após reconhecer a existência de repercussão geral da matéria no re 724.347- rg, assentou a seguinte tese: “na hipótese de posse em cargo público determinada por decisão judicial, o servidor não faz jus a indenização, sob fundamento de que deveria ter sido investido em momento anterior, salvo situação de arbitrariedade flagrante”. 2. As excepcionalidades ressalvadas no julgamento do paradigma não se mostram presentes na hipótese em análise. 3. Agravo regimental a que se nega provimento.” (STF; ARE 883160; Primeira Turma; Rel. Min. Roberto Barroso; Julg. 22/09/2015; DJE 28/10/2015; Pág. 57) RECUR- SO ESPECIAL. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. ART. 543-B, § 3º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. CPC. PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. CANDIDATO APROVADO. DIREITO À NOMEAÇÃO POR FORÇA DE DECISÃO JUDICIAL. ORIENTAÇÃO SUFRAGADA PELO EXCELSO PRE- TÓRIO, EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL. RECURSO EXTRAORDINÁRIO N. 724.347/SP. ACOLHI- MENTO DA TESE. DIREITO À PERCEPÇÃO DE INDENIZAÇÃO. INEXISTÊNCIA. RECURSO ESPECIAL IMPROVIDO. 1. O presente feito retorna a esta turma para fins do art. 543-b, § 3º, do CPC, que assim estabelece: “julgado o mérito do recurso extraordinário, os recursos sobrestados serão apreciados pelos tribunais, turmas de uniformização ou turmas recursais, que poderão declará-los prejudicados ou retratar-se “. 2. O Supremo Tribunal Federal. STF, em sede de repercussão geral reconhecida no RE n. 724.347/SP, relator ministro marco Aurélio, no sentido de que na hipótese de posse em cargo público determinada por decisão judicial, o servidor não faz jus a indenização, sob fundamento de que deveria ter sido investido em momento anterior, salvo situação de arbitrariedade flagrante. 3. Não prospera o pleito referente ao recebimento de remuneração de forma retroativa. Isso porque, em se tratando de nomeação de candidato por força de decisão judicial, o retardamento não caracteriza preterição ou ato ilegítimo da administração pública, sendo certo, ainda, que o reconhecimento de tais direitos requer o efetivo exercício do cargo. Precedentes desta corte e do STF. 5. Recurso Especial improvido, mediante juízo de retratação previsto no art. 543-b, § 3º, do CPC. (STJ; REsp 1.103.682; Proc. 2008/0246165-4; RS; Sexta Turma; Rel. Des. Conv. Ericson Maranho; DJE 22/10/2015) Com essas considerações, e nos termos do caput do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO APELO.

APELAÇÃO N° 0000663-75.2013.815.0041. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Financiamento E Investimen- tos E Banco Bv Financeira S/a-credito,. ADVOGADO: Celso David Antunes. APELADO: Rita Jacira Ferreira. ADVOGADO: Lybia Maria Rodrigues dos Santos. PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. INTERPOSIÇÃO ANTERIOR A PUBLICAÇÃO DA DECISÃO ACOLHEDORA DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PARTE EDVERSÁRIA. MODIFICAÇÃO DA SENTENÇA EFETUADA. AUSÊNCIA DE RATIFICAÇÃO. EXTEMPORANEIDADE. PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO. - “O recurso extraordinário surge oportuno ainda que pendentes

embargos declaratórios interpostos pela parte contrária, ficando a problemática no campo da prejudicialidade se esses últimos forem providos com modificação de objeto.” (STJ - RE 680371 AgR, Relator(a): Min. DIAS TOFFOLI, Relator(a) p/ Acórdão: Min. MARCO AURÉLIO, Primeira Turma, julgado em 11/06/2013, ACÓRDÃO ELETRÔNICO DJe-181 DIVULG 13-09-2013 PUBLIC 16-09-2013) - “1. Os embargos de declaração consistem em recurso de índole particular, cabível contra qualquer decisão judicial, cujo objetivo é a declaração do verdadeiro sentido de provimento eivado de obscuridade, contradição ou omissão (artigo 535 do CPC), não possuindo a finalidade de reforma ou anulação do julgado, sendo afeto à alteração consistente em seu esclarecimento, integralizando-o. 2. Os aclaratórios devolvem ao juízo prolator da decisão o conhecimento da impugnação que se pretende aclarar. Ademais, a sua oposição interrompe o prazo para interposição de outros recursos cabíveis em face da mesma decisão, nos termos do art. 538 do CPC. 3. Segundo dispõe a Súmula 418 do STJ “é inadmissível o recurso especial interposto antes da publicação do acórdão dos embargos de declaração, sem posterior ratificação”. 4. Diante da divergência jurisprudencial na exegese do enunciado, considerando-se a interpretação teleológica e a hermenêutica processual, sempre em busca de conferir concretude aos princípios da justiça e do bem comum, é mais razoável e consentâneo com os ditames atuais

o entendimento que busca privilegiar o mérito do recurso, o acesso à Justiça (CF, art. 5°, XXXV), dando

prevalência à solução do direito material em litígio, atendendo a melhor dogmática na apreciação dos requisitos de admissibilidade recursais, afastando o formalismo interpretativo para conferir efetividade aos princípios constitucionais responsáveis pelos valores mais caros à sociedade. 5. De fato, não se pode conferir tratamen-

to desigual a situações iguais, e o pior, utilizando-se como discrímen o formalismo processual desmesurado e

incompatível com a garantia constitucional da jurisdição adequada. Na dúvida, deve-se dar prevalência à interpretação que visa à definição do thema decidendum, até porque o processo deve servir de meio para a

realização da justiça. 6. Assim, a única interpretação cabível para o enunciado da Súmula 418 do STJ é aquela que prevê o ônus da ratificação do recurso interposto na pendência de embargos declaratórios apenas quando

houver alteração na conclusão do julgamento anterior. (

FELIPE SALOMÃO, CORTE ESPECIAL, julgado em 16/09/2015, DJe 03/11/2015) - “O relator negará seguimen-

to a recurso manifestamente inadmissível, improcedente, prejudicado ou em confronto com súmula ou com

(STJ - REsp 1129215/DF, Rel. Ministro LUIS

).”

jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior.” (Art. 557, caput, do Código de Processo Civil). À luz de tais considerações, na forma permissiva do art. 557, caput, do Código de Processo Civil, NEGO SEGUIMENTO AO APELO.

APELAÇÃO N° 0014611-53.2015.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. REVISOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Antonio Joaquim de Souza. ADVOGADO: Rafael de Andrade Thiamer. APELADO: Aymore Credito, Financiamento E Investimento S/a. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE REPETIÇÃO DE INDÉBITO. PEDIDO DE JUROS REMUNERATÓRIOS QUE INCIDIRAM SOBRE TARIFA DECLARADA ILEGAL EM DEMANDA QUE TRAMITOU PERANTE O JUIZADO. SENTENÇA QUE EXTINGUIU O FEITO POR AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL. PLEITOS DIFEREN- TES DAQUELES REQUERIDOS NA LIDE ANTERIOR. AÇÃO ADEQUADA E NECESSÁRIA AO OBJETIVO ALMEJADO. INTERESSE DE AGIR EVIDENTE. ANULAÇÃO DA DECISÃO DE PRIMEIRO GRAU. ART. 557, §1º-A, DO CPC. PROVIMENTO DO APELO, COM O RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO A QUO PARA O SEU REGULAR PROCESSAMENTO. - In casu, considerando que no processo que tramitou perante o 1º Juizado Especial Cível de joão Pessoa não houve nem no pedido, nem na sentença, análise dos juros remuneratórios incidentes sobre a tarifa declarada ilegal, a extinção do feito pela ausência do interesse de agir deve ser afastada, sendo a presente ação adequada e necessária ao objetivo almejado. AÇÃO DE RESTITUIÇÃO DE VALORES. TARIFAS DECLARADAS ILEGAIS PERANTE O JUIZADO ESPECIAL CÍVEL. RESTITUIÇÃO DOS JUROS INCIDENTES. COISA JULGADA MATERIAL. NÃO OCORRÊNCIA. SENTENÇA DESCONSTITUÍDA. RECURSO PROVIDO. “No caso dos autos, não há que se falar em ocorrência de coisa julgada, haja vista que os pedidos de declaração de abusividade das tarifas, formulados em demanda ajuizada perante o Juizado Especial Cível, e a pretensão de devolução dos juros remuneratórios que incidiram sobre tais encargos, não se confundem. “ (TJMG; APCV 1.0701.13.032691-4/002; Rel. Des. Edison Feital Leite; Julg. 07/05/2015; DJEMG 15/05/2015) PROCESSUAL CIVIL E CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DECLARATÓRIA. COBRANÇA DE JU- ROS RELATIVOS À TAC. PROCESSO ANTERIOR QUE ANALISOU AS TARIFAS E DECLAROU-AS ILEGAIS. NOVO PROCESSO. PEDIDO DE JUROS SOBRE AS TARIFAS DECLARADAS ILEGAIS. INOCORRÊNCIA DA COISA JULGADA. TRÍPLICE IDENTIDADE DA AÇÃO. NÃO CONFIGURAÇÃO. MÁ-FÉ. INDEMONSTRADA.

DEVOLUÇÃO. FORMA EM DOBRO. DESCABIMENTO. PROVIMENTO PARCIAL. Juros remuneratórios: devem ser devolvidos os que incidiram sobre as tarifas e encargos a serem restituídos, a fim de evitar o enriquecimento sem causa. A repetição em dobro do indébito, prevista no art. 42, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor, tem como pressuposto de sua aplicabilidade a demonstração da conduta de má-fé do credor, o que fica afastado, no caso dos autos, ante a pactuação livre e consciente celebrada entre as partes. (TJPB; APL 0004534-53.2013.815.2001; Terceira Câmara Especializada Cível; Rel. Des. Saulo Henriques de Sá e Benevides; DJPB 25/08/2015; Pág. 17) Posto isso, em harmonia com o parecer ministerial, com fulcro no art. 557, §1º-A, do CPC, provejo o recurso apelatório, para anular a sentença e determinar o retorno dos autos ao Juízo a quo, para

o seu regular processamento.

APELAÇÃO N° 0018174-55.2008.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo

Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Claro S/a. ADVOGADO:

Erickson Wellington Melo. APELADO: Municipio de Campina Grande. ADVOGADO: Oto de Oliveira Caju. APELA- ÇÃO CÍVEL. AÇÃO ANULATÓRIA DE MULTA DO PROCON. COBRANÇAS ABUSIVAS AO CONSUMIDOR. AUSÊNCIA DE INFORMAÇÃO PRECISA SOBRE OS TERMOS DA PROMOÇÃO DA TELEFONIA. DEVER DA PRESTADORA DE SERVIÇOS. INCIDÊNCIA DOS ARTS. 30 E 31 DO CDC. MULTA DESTINADA À PUNIÇÃO POR PRÁTICA VEDADA PELA NORMA CONSUMERISTA, A FIM DE COIBIR A SUA REITERAÇÃO. VALOR PROPORCIONAL E RAZOÁVEL. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO DO APELO. -

O caput do artigo 56 do Código de Defesa do Consumidor é expresso no sentido de que “as infrações das normas

de defesa do consumidor ficam sujeitas, conforme o caso, às seguintes sanções administrativas, sem prejuízo das de natureza civil, penal e das definidas em normas específicas.” - Não sendo suficientemente informado à consumidora os termos da promoção a qual aderiu, a prestadora de serviços incorre em má prestação do serviço, por desobediência aos arts. 30 e 31 do CDC. “(…) 2. A multa consagrada no art. 56 do CDC não objetiva à reparação do dano sofrido pelo consumidor (objeto de demanda judicial própria), mas sim à punição por prática vedada pela norma de proteção e defesa do consumidor, a fim de coibir a sua reiteração, o que caracteriza típico exercício do poder de polícia administrativa. Ausência de violação ao princípio do ne bis in idem. Precedente da Turma: RMS 21.114/BA, DJ de 29.06.06. (…)” (RMS 21518/RN, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 10/10/2006, DJ 19/10/2006, p. 267) Ante o exposto, NEGO SEGUIMENTO ao apelo, mantendo a sentença em todos os seus termos.

APELAÇÃO N° 0032394-05.2008.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Pbprev Paraiba Previdencia. ADVOGADO: Cleanto Gomes Pereira. APELADO: Delcilene de Lima Ramos. ADVOGADO: Lilian Sena Caval- canti. DIREITO PROCESSUAL CIVIL. CONTRADIÇÃO ENTRE A FUNDAMENTAÇÃO E O DISPOSITIVO DA SENTEÇA APRECIADORA DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS OPOSTOS PELA PROMOVENTE NA ORI- GEM. DECISÃO “SUICIDA”. NULIDADE. RECONHECIMENTO DE OFÍCIO. DECISUM CASSADO. ANÁLISE DO APELO PREJUDICADA. – “Havendo constatação de que a sentença apresenta incoerências, uma vez que

a sua fundamentação discrepa do dispositivo, outra opção não resta senão decretar a sua nulidade e determinar

o retorno dos autos à instância a quo, para que outra seja prolatada, por cercear o direito de defesa da parte.” (TJPB; AC 0000068-12.2013.815.0321; Rel. Des. Frederico Martinho da Nóbrega Coutinho; DJPB 02/04/2014; Pág. 27) Julgo, outrossim, prejudicado o recurso apelatório da PBPREV.

APELAÇÃO N° 0116267-58.2012.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Trabalho Medico E Unimed Joao Pessoa-cooperativa de. ADVOGADO: Hermano Gadelha de Sa E Outro. APELADO: Francisca Gomes Vidal. ADVOGADO: Angela Maria Dantas L. de Abrantes. APELAÇÃO CÍVEL. UNIMED JOÃO PESSOA - COOPERATIVA DE TRABALHO MÉDICO. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER C/C INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS. PLANO DE SAÚDE. PACIENTE IDOSA ACOMETIDA DE GONARTROSE GRAVE IRRE- VERSÍVEL. EXCLUSÃO DE COBERTURA DE CIRURGIA DE COLOCAÇÃO DE PRÓTESE DE JOELHO. VIOLAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. ABUSIVIDADE CARACTERIZADA. PERÍODO DE CARÊNCIA. ARGUMENTO INFUNDADO. CARÁTER EMERGENCIAL DO PROCEDIMENTO. MANU- TENÇÃO DA SENTENÇA. PRECEDENTES DESTA CORTE E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO APELO. - O Código de Defesa do Consumidor em seu art. 51, inciso IV, conferiu nulidade de pleno direito à cláusula contratual referente ao fornecimento de produtos e serviços que coloquem o cliente em desvantagem exagerada na relação de consumo. São as chamadas cláusulas abusivas que vêm sendo coibidas pelo Judiciário, em defesa do consumidor, que na maioria das vezes encontra-se em situação desfavorável. - Se a pretensão dos planos médicos é agir de forma complementar ao sistema de saúde nacional, onde para isso, inclusive, cobram um valor considerável de seus segurados, devem também atuar de forma global no trato da matéria, sem exclusão dessa ou daquela enfermidade, assumindo os riscos próprios de sua atividade. - É abusiva a cláusula restritiva de direito que exclui o custeio de procedimento cirúrgico coberto pelo plano e necessária ao pleno restabelecimento da saúde do segurado. Precedentes do STJ. - A carência máxima admitida para tratamentos em casos de emergência que implicarem risco imediato de morte ou de lesões irreparáveis para o paciente é de vinte e quatro horas (art. 12, V, “c”, da Lei n. 9.656/1998). Nos planos hospitalares, a restrição do atendimento de emergência ao âmbito ambulatorial deve observar as carências máximas estipuladas em Lei (24h). - Na linha dos preceden- tes do Superior Tribunal de Justiça, o período de carência contratualmente estipulado pelos planos de saúde não prevalece diante de situações emergenciais graves, nas quais a recusa da cobertura possa frustrar o próprio sentido e razão de ser do negócio jurídico firmado. Diante do exposto, utilizo-me do caput, do art. 557, da Lei Adjetiva Civil, com base nas decisões desta Corte e do Superior Tribunal de Justiça, para negar seguimento ao recurso.

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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REEXAME NECESSÁRIO N° 0021147-07.2013.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. JUÍZO: Vera Lucia de Araújo. ADVOGADO: Marcos Antonio Inácio da Silva. POLO PASSIVO: Municipio de Campina Grande Rep Por Sua Procuradora. ADVOGADO: Fernanda Augusta Baltar de Abreu. REMESSA OFICIAL. AÇÃO DE COBRANÇA. VERBAS DECORRENTES DE RELAÇÃO DE TRABALHO. AUSÊNCIA DE APRECIAÇÃO DE PEDIDOS CONSTANTES NA PETIÇÃO INICIAL. EXAME DA MATÉRIA DIRETAMENTE NESTA CORTE. IMPOSSIBILIDADE. OFENSA AO PRINCÍPIO DO DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO. DECISUM CITRA PETITA. NULIDADE DE OFÍCIO DO DECRETO JUDICIAL. RETORNO DOS AUTOS AO JUÍZO DE ORI- GEM. - Considera-se citra petita a sentença que deixou de decidir sobre a integralidade dos pleitos enume- rados pelas partes. - A sentença que não enfrenta todos os pedidos formulados pelos litigantes deve ser desconstituída, permitindo nova análise pelo Juiz a quo. - “É nula a sentença que deixa de apreciar algum pedido deduzido pela parte, não podendo a omissão ser suprida pelo Tribunal, porque implicaria em supressão de um grau de jurisdição.” (TJPB. AC nº 200.2000.027.467-6/001. Rel. Des. Maria de Fátima Moraes Bezerra Cavalcanti. J. em 01/12/2009). Assim, sem maiores delongas, pelas considerações explanadas, ANULO, de ofício, a sentença, reconhecendo o julgamento citra petita, a fim de que o julgador singular profira outra no lugar, desta feita analisando todos os pedidos concretamente feitos pelo promovente e citados na presente decisão, restando prejudicada a análise da Remessa.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0050211-09.2013.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. JUÍZO: Aline Freire Paiva Pita. ADVOGADO: Leandro Moreira. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procuradora E Juizo da 2a Vara da Faz.pub.da Capital. ADVOGADO: Sancha Maria F. C. R. Alencar. REMESSA NECESSÁ- RIA. AÇÃO DE COBRANÇA. CONCILIADORA REMUNERADA. SENTENÇA DE PROCEDÊNCIA. VÍNCULO COMPROVADO. FÉRIAS NÃO GOZADAS. TERÇO. GARANTIA CONSTITUCIONAL. PRECEDENTES DES- TA CORTE. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO RECURSO OFICIAL. - “Inobstante conciliadores não serem considerados servidores públicos, isso não lhes retira o direito de percepção de verbas trabalhistas, notadamente porque não há labor voluntário, mas remunerado pelo Poder Judiciário, havendo nítida relação de vínculo empregatício”. - “O não pagamento do terço constitucional àquele que não usufruiu o direito de férias é penalizá-lo duas vezes: primeiro por não ter se valido de seu direito ao descanso, cuja finalidade é preservar a saúde física e psíquica do trabalhador; segundo por vedar-lhe o direito ao acréscimo financeiro que teria recebido se tivesse usufruído das férias no momento correto” (STF, RE nº 570.908-RG/RN, Relatora: Ministra Cármen Lúcia, DJe de 12/3/10) Com esses fundamentos, com fulcro no artigo 557, caput, do Código de Processo Civil, monocraticamente, NEGO SEGUIMENTO À REMESSA OFICIAL, mantendo integralmente a decisão de primeiro grau.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0112525-25.2012.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. JUÍZO: Rivaldo Henrique Lopes Junior. ADVOGADO: Ricardo Nascimento Fernandes. POLO PASSIVO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Delosmar Domingos Mendonça Junior. REMESSA NECESSÁRIA. AÇÃO DE OBRIGA- ÇÃO DE FAZER. CONCURSO PÚBLICO. AGENTE PENITENCIÁRIO. NOMEAÇÃO. CANDIDATO INICIALMEN- TE APROVADO FORA DO NÚMERO DE VAGAS PREVISTAS NO CERTAME. PREVISÃO EDITALÍCIA QUE DETERMINA A CONVOCAÇÃO PARA O CURSO DE FORMAÇÃO DE ACORDO COM O NÚMERO DE CLASSI- FICADOS E APROVADOS (ITEM 10.1 DO EDITAL). VINCULAÇÃO ESTATAL AOS TERMOS DO NORMATIVO. DIREITO SUBJETIVO RECONHECIDO. MANUTENÇÃO DA SENTENÇA POR SEUS PRÓPRIOS TERMOS. PRECEDENTES DESTA CORTE. CORREÇÃO DE MERO ERRO MATERIAL POR FORÇA DO REEXAME. POSSIBILIDADE. INCIDÊNCIA DO ART. 557 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSOS OFICIAL. Não obstante o autor, ora apelado, tenha, inicialmente, sido aprovado no concurso público para agente penitenciário fora do número de vagas, em virtude da desistência de outros candidatos em melhor classificação, foi convocado para o curso de formação, logrando êxito, razão pela qual, tendo o prazo de validade do certame expirado, faz jus à nomeação, uma vez que o próprio edital previa que somente seriam convocados para o curso de formação os candidatos aprovados e classificados até o limite das vagas nele estabelecidas, nos termos do item 10.1 do edital. - “MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO. AGENTE PENITENCIÁRIO. PRELIMI- NAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA. SECRETÁRIA DE ESTADO DA ADMI- NISTRAÇÃO E SECRETÁRIO DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO PENITENCIÁRIA DA PARAÍBA. ACOLHI- MENTO. COMPETÊNCIA PRIVATIVA DO GOVERNADOR DO ESTADO. ART. 86, XX, DA CONSTITUIÇÃO ESTADUAL. NOMEAÇÃO. CANDIDATO INICIALMENTE APROVADO FORA DO NÚMERO DE VAGAS PREVIS- TO NO EDITAL. CONVOCAÇÃO PARA REALI- ZAÇÃO DO CURSO DE FORMAÇÃO, HAJA VISTA DESISTÊN- CIA DE CANDIDATOS COM MELHOR CLASSIFICAÇÃO. CONCLUSÃO COM ÊXITO. PRAZO DE VALIDADE DO CONCURSO EXPIRADO. DIREITO À NOMEAÇÃO E À POSSE. SEGURANÇA CONCEDIDA. Não obstante o impetrante tenha, inicialmente, sido classificado no concurso público para agente penitenciário fora do número de vagas previsto no edital, em virtude da desistência de outros candidatos em melhor classificação, foi convocado para o curso de formação, logrando êxito, razão pela qual, tendo o prazo de validade do concurso expirado, faz jus à nomeação e à posse, uma vez que o próprio edital previa que somente seriam convocados para o curso de formação os candidatos aprovados e classificados até o limite das vagas nele estabelecidas. A aprovação do candidato dentro do cadastro de reserva, ainda que fora do número de vagas inicialmente previstas no edital do concurso público, confere-lhe o direito subjetivo à nomeação para o respectivo cargo se, durante o prazo de validade do concurso, demonstrado o interesse da administração pública, surgirem novas vagas, seja em virtude da criação de novos cargos mediante Lei, seja em razão de vacância decorrente de exoneração, demissão, aposentadoria, posse em outro cargo inacumulável ou falecimento” (TJPB. MS 999.2012.001157-5/001. Tribunal Pleno. Rel. Des. João Alves da Silva. DJPB 09/09/2013. Pág. 8). Grifei. - É legítima a realização, pela 2ª Instância, de correção de singelo erro material na sentença submetida ao reexame necessário, não havendo que se falar em reforma in pejus. Por todo o exposto, com base no art. 557 do Código de Processo Civil, monocraticamente, PROVEJO PARCIALMENTE a remessa necessária, apenas para corrigir, de ofício, o erro material da parte dispositiva da decisão, determinando, assim, a NOMEAÇÃO E POSSE DO AUTOR RIVALDO HENRIQUE LOPES JÚNIOR, no cargo de agente de segurança penitenciária, em harmonia com o parecer do Ministério Público.

Desª. Maria das Graças Morais Guedes

APELAÇÃO N° 0005043-24.2013.815.0371. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR:

Desa. Maria das Graças Morais Guedes. APELANTE: Associação Nacional de Defesa do Consumidor, do Cidadão E Meio Ambiente - Adecon. ADVOGADO: Eduardo Lopes Milhomem. APELADO: Funape ¿ Fundação de Apoio À Pesquisa E À Extensão. ADVOGADO: Marcos Antônio Leite Ramalho Júnior. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO COLETIVA INTERPOSTA POR ENTIDADE ASSOCIATIVA. ILEGITIMIDADE ATIVA RECONHECIDA NO PRIMEI- RO GRAU. IRRESIGNAÇÃO. AUSÊNCIA DE PERTINÊNCIA TEMÁTICA ENTRE OS FINS INSTITUCIONAIS DA RECORRENTE E OS INTERESSES QUE BUSCA TUTELAR NESTA AÇÃO. SENTENÇA EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DO STJ E DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO. – As associações civis necessitam, portanto, ter finalidades institucionais compatíveis com a defesa do interesse transindividual que pretendam tutelar em juízo (STJ: AGRG no RESP 901.936/RJ, Rel. Ministro Luiz fux, primeira turma, julgado em 16/10/2008, dje 16/03/2009). – A art. 557, caput, do Código de Processo Civil, o relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível, improceden- te, prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal, do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior. Face ao exposto, com base no art. 557, caput, do Código de Processo Civil, monocraticamente, NEGO SEGUIMENTO ao recurso apelatório.

REEXAME NECESSÁRIO N° 0000803-94.2010.815.0371. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECISÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. JUÍZO: Maria Goreth Soares da Silva. ADVOGADO:

Osmando Formiga Ney. POLO PASSIVO: Estado da Paraíba. ADVOGADO: Ricardo Sérgio Freire de Lucena. REMESSA NECESSÁRIA. CONDENAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA AO PAGAMENTO DE VALOR INFERIOR A SESSENTA SALÁRIOS MÍNIMOS. APLICAÇÃO DO § 2º DO ART. 475 DO CPC. NÃO CONHECIMENTO. A sentença que condena a Fazenda Pública ao pagamento de verba cujo montante fatalmente será inferior a

sessenta salários mínimos não se submete ao reexame necessário, a teor do §2º do art. 475 do Código de Processo Civil. Com essas considerações, NÃO CONHEÇO DA REMESSA NECESSÁRIA, em observância ao

§ 2º do art. 475 do Código de Processo Civil.

INTIMAÇÃO ÀS PARTES
INTIMAÇÃO ÀS PARTES

APELAÇÃO CIVEL: 0117343-20.2012.815.2001. Relator(a): Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante da 3ª Câmara Cível. Apelante: Município de João Pessoa. Apelado: Rayla Emille Mendes Melo. INTIME-SE

o Apelado através de seu advogado Dr. Ricardo Leite de Melo, para, querendo, no prazo de 05 (cinco) dias,

apresentar contrarrazões. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João

Pessoa, 27 de novembro de 2015.

APELAÇÃO CIVEL: 0001643-24.2013.815.0881. Relator(a): Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante

da 3ª Câmara Cível. Apelante: Município de São Bento. Apelado: Maria Lucimar Leite da Silva. INTIME-SE

o Apelante através de seu advogado Dr. Johnson Gonçalves de Abrantes, para, querendo, no prazo legal,

apresentar contrarrazões ao recurso. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da

Paraíba, João Pessoa, 27 de novembro de 2015.

APELAÇÃO CIVEL: 0005698-24.2011.815.2001. Relator(a): Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante da 3ª Câmara Cível. Apelante: FEDERAL SEGUROS S.A. Apelado: Leonor Silva Soresine e Outros. INTIME- SE o patrono dos Apelantes Dr. Rosângela dias Guerreiro, para acostar ao procedimento instrumento

procuratório no prazo de 05 (cinco) dias, outorgando-lhe poderes, sob pena de não conhecimento do recurso. para, querendo, no prazo legal, apresentar contrarrazões ao recurso. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 27 de novembro de 2015.

APELAÇÃO CIVEL: 0005698-24.2011.815.2001. Relator(a): Saulo Henriques de Sá e Benevides, integrante da 3ª Câmara Cível. Apelante: Raimundo Nonato Martins Pereira Apelado: Município de Santa Inês. INTIME-SE o Município de Santa Inês por seu patrono legalmente habilitado Dr. José Marcílio Batista, para, no prazo 05 (cinco) dias apresentar contrarrazões concernentes ao apelo. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba, João Pessoa, 27 de novembro de 2015.

MANDADO DE SEGURANÇA Nº 2006988-24.2014.815.0000. Relator: O Exmo. Dr. Onaldo Rocha de Queiro- ga, Juiz Convocado para substituir Exma. Desa. Maria das Neves do Egito de A.D.Ferreira. Impetrante:

Michel de Araújo Pinheiro. Impetrado: Presidente do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. Intimação ao Bel. João Batista de Lima, na condição de patrono do impetrante, para -querendo - no prazo legal, oferecer contrarazões aos Embargos nos autos da ação em referência. Diretoria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba.

RECURSO DE AGRAVO Nº. 0002601-63.2015.815.0000 Relator: Des. Frederico Marinho da Nóbrega Coutinho. Agravante: Fernando Salomão Xavier. Agravado: Banco Cruzeiro do Sul S/A. Intimação ao Bél. Luiz Barbosa de Almeida, na condição de Patrono do Agravante, a fim de, tomar ciência da Decisão de fls. 39/41 do recurso de Agravo de Instrumento em referência. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça.

RECURSO DE AGRAVO Nº. 2011594-95.2014.815.0000 Relator: Des. Romero Marcelo da Fonseca Oliveira. Agravante: Romero Lucena de Araújo. Agravado: Lara Portella Lucena e Beatriz Portella Lucena. Intimação ao Bel. Lincon Beserra de Abrantes, na condição de Patrono do Agravante, a fim de, no prazo de 05(cinco) dias, forneça os dados necessários à localização do Agravado, sob pena deste Recurso ter seu seguimento negado. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça.

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NO RECURSO APELATÓRIO – PROCESSO Nº 0009264- 10.2013.815.2001. Relator: Des. Leandro dos Santos. Embargantes: Jean Carlos Farias Soares, Carlos Omar Nonato Rodrigues, Desk Móveis Escolares e Produtos Plásticos Ltda, Fabíola Bazhunni Maia Vassalo, FÁBIO magid Bazhunni Maia e Delta Produtos e Serviços Ltda. Embargados: 1º - Ministério Público, 2º - Gilberto Carneiro da Gama, 3º – Ariane Norma de Menezes Sá, 4º – Roseana Maria Barbosa Meira, 5º – Dilson José de Oliveira Leão, 6º – Paulo Martinho de Carvalho Vasconcelos, 7º – Inês Caminha Lopes Rodrigues, Marcos Aurélio Paiva de Arújo, Nanci Pereira da Silva, 8º – José Robson Fausto. Intimação aos Béis. José Marconi Gonçalves de Carvalho Junior, Marcelo Weick Pogliese, Stanley Marx Donato Tenório, Carlos Henrique da Costa, Andrei Dornelas Carvalho Leão, Sheiner Asfora, na condição de Patronos do 2º, 3º, 4º, 5º, 6º, 7º e 8º embargados, respectivamente, acima identificados, para no prazo de 05 (cinco) dias, apresentarem as contrarrazões dos embargos de fls.6.831/6.850. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO OPOSTOS NO RECURSO APELATÓRIO – PROCESSO Nº 0000329- 18.2013.815.0081. Relatora: Juíza Túlia Gomes de Souza Neves, convocada em substituição a Desa. Maria de Fátima M. B. Cavalcanti. Embargante: Porto Seguro Cia de Seguros Gerais. Embargado: José Romão Bento. Intimação a Bela. Tatiana Cardoso S. S. Rodrigues, na condição de Procurador do embargado, acima identificado, para no prazo de 05 (cinco) dias, apresentar as contrarrazões dos embargos de fls.180/187. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba

APELAÇÃO CÍVEL E RECURSO ADESIVO – PROCESSO Nº 0021103-08.2001.815.0011. Relator: Dr. Onaldo Rocha de Queiroga, Juiz de Direito convocado em substituição à Desa. Maria das Neves do E. A D. Ferreira. Apelantes: PEDRO CRISTIANO TITO ALVES P. SILVA E OUTROS. Apelado 01: ESPÓLIO DE ALUÍSIO ENRI- QUE DA SILVA. Apelado 02: ELVIRA CARMEM SILVA. Apelado 03: ESPÓLIO DE ANTÔNIO AUGUSTO SILVA. Apelados 04: MARIA LÚCIA SILVA ROSAS RIBEIRO E OUTRA. Recorrente: ESPÓLIO DE ALUÍSIO ENRIQUE DA SILVA. Recorridos 01: PEDRO CRISTIANO TITO ALVES P. SILVA E OUTROS. Recorrido 02: ELVIRA CARMEM SILVA. Recorrido 03: ESPÓLIO DE ANTÔNIO AUGUSTO SILVA. Recorridos 04: MARIA LÚCIA SILVA ROSAS RIBEIRO E OUTRA. Intimação aos Bels. GEORGE S. RAMALHO JÚNIOR, ANDRÉ ARAÚJO CAVAL- CANTI, ALEXANDRE ARAÚJO CAVALCANTI, ALEXEI RAMOS DE AMORIM, OSCAR ADELINO DE LIMA E EVANDRO ROSAS RIBEIRO, na condição de Advogados dos Apelantes e Apelados, respectivamente, para se manifestarem a respeito dos pedidos de habilitação nos autos de PAULO ANTÔNIO MEDEIROS SILVA, ROSELE MEDEIROS SILVA JOBST, PAULA FRANCINETE MEDEIROS SILVA, GUSTAVO WAGNER SILVA PINTO PEIXO- TO E PAULA CRISTINA PROCÓPIO MEDEIROS SILVA PINTO PEIXOTO, conforme despacho de fls. 699. Gerência de Processamento do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba. João Pessoa, 27 de novembro de 2015.

JULGADOS DA PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL
JULGADOS DA PRIMEIRA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

Des. Leandro dos Santos

MANDADO DE SEGURANÇA N° 2010872-61.2014.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Leandro dos Santos. EMBARGADO: Cicero Adelino Coelho. ADVOGADO: Andrea Henrique de Sousa E Silva. EMBARGANTE: Pbprev-paraiba Previdencia. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. RECURSO INTERPOSTO CONTRA ACÓRDÃO QUE JULGOU A APELAÇÃO CÍVEL. ARGUIÇÃO DE CONTRADIÇÃO. INEXISTÊNCIA. REDISCUSSÃO DA MATÉRIA JULGADA. IMPOSSIBILIDADE. REJEIÇÃO DOS EMBARGOS DECLARATÓRI- OS. - Não se admitem Embargos Declaratórios com intuito de ver reapreciada a matéria já decidida, sem, contudo, verificar-se a existência de qualquer omissão, obscuridade ou contradição do ‘decisum’, capaz de mudar o julgamento. - A contradição que dá ensejo aos aclaratórios é aquela existente nos termos do próprio julgado e não a existente, supostamente, entre a fundamentação da decisão e a tese apresentada pela parte. ACORDA a Primeira Seção Especializada do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, REJEITAR OS EMBARGOS DECLARATÓRIOS, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 214.

MANDADO DE SEGURANÇA N° 2013298-46.2014.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Des. Leandro dos Santos. IMPETRANTE: Zilda de Lima Cardoso. ADVOGADO: Andrea Henrique de Sousa E Silva. IMPETRADO: Presidente da Pbprev - Paraiba Previdência. MANDADO DE SEGURANÇA. PENSÃO POR MORTE. PARIDADE. PRELIMINAR DE AUSÊNCIA DE INTERESSE DE AGIR. REJEIÇÃO. DESNECESSIDA- DE DE PRÉVIO REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO NA HIPÓTESE. ENTENDIMENTO DA ADMINISTRAÇÃO CONTRÁRIO À POSTULAÇÃO. PREJUDICIAL DA DECADÊNCIA. REJEIÇÃO. ATO OMISSIVO CONTINUADO. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. SERVIDOR APOSENTADO DESDE 1988 E FALECIDO APÓS O ADVENTO DA EMENDA CONSTITUCIONAL 41/2003. CRITÉRIOS DA PENSÃO POR MORTE. DIREITO DO PENSIONIS- TA À PARIDADE. ADICIONAL DE REPRESENTAÇÃO DEVIDO. PENSÃO QUE NÃO DEVE CORRESPONDER

À INTEGRALIDADE DOS PROVENTOS DE APOSENTADORIA DO INSTITUIDOR. CONCESSÃO PARCIAL DA

SEGURANÇA. - “Os pensionistas de servidor falecido posteriormente à Emenda Constitucional nº 41/2003 têm

direito à paridade com servidores em atividade (artigo 7º da EC nº 41/2003), caso se enquadrem na regra de transição prevista no artigo 3º da Emenda Constitucional nº 47/2005. Não têm, contudo, direito à integralidade (artigo 40, § 7º, inciso I, da Constituição Federal)” (Recurso Extraordinário nº 603580, PUBLICADO EM AGOSTO DE 2015). ACORDA a Primeira Seção Especializada Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba, por unanimidade, REJEITAR as preliminares suscitadas e a prejudicial de decadência e, no mérito, CONCEDER PARCIALMENTE

A SEGURANÇA, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl.
A SEGURANÇA, nos termos do voto do Relator e da certidão de julgamento de fl. 94.
JULGADOS DA SEGUNDA SEÇÃO ESPECIALIZADA CÍVEL

Desª. Maria das Graças Morais Guedes

MANDADO DE SEGURANÇA N° 0001803-05.2015.815.0000. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. IMPETRANTE: Ranilda Alice de Araujo Silva. ADVOGADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva. IMPETRADO: Presidente da Pbprev - Paraiba. MANDADO DE SEGURANÇA. Preliminar. AUSÊNCIA DE INTERESSE DE AGIR. REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO PRÉVIO. DESNECESSIDADE. ATUALIZAÇÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO JÁ CONCEDIDO. EXCE- ÇÃO PREVISTA NO JULGAMENTO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº 631.240/MG1. REJEIÇÃO. Segundo

o Supremo Tribunal Federal, a exigência de prévio requerimento não deve prevalecer quando o entendimento da

Administração for notória e reiteradamente contrário à postulação do segurado. PREJUDICIAIS DE MÉRITO. DECADÊNCIA PARA IMPETRAR MANDADO DE SEGURANÇA E PARA REVISÃO DE CÁLCULOS DE PRO- VENTOS DE RESERVA REMUNERADA. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO. Não há de se falar em decadência do direito na hipótese de ato omissivo continuado, que envolve obrigação de trato sucessivo, cujo prazo para o ajuizamento da ação mandamental renova-se mês a mês. MÉRITO. PENSIONISTA DE AGENTE DE INVESTIGAÇÃO. SERVIDOR DA ATIVA QUE FALECEU EM 17/10/2005. IMPETRANTE QUE QUESTIONA A IMPLANTAÇÃO DE ADICIONAL DE REPRESENTAÇÃO. FALECIMENTO APÓS A EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/2003. INAPLICABILIDADE DAS REGRAS DE TRANSIÇÃO DA EC 47/2005. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PARIDADE. SÚMULA Nº 340 DO STJ. BENEFÍCIO REGIDO PELA LEI VIGENTE À DATA DO ÓBITO. SEGURANÇA DENEGADA. Súmula nº 340 do STJ: a Lei aplicável à concessão de pensão previdenciária por morte é aquela vigente na data do óbito do segurado. Como o falecimento do servidor

se deu após as alterações produzidas pela emenda 41/2003, que extinguiu a aplicação do princípio da paridade,

a impetrante não faz jus à percepção do adicional de representação, que foi concedido pela Medida Provisória nº 185/2012. Com essas considerações, rejeitadas a preliminar e as prejudiciais, DENEGO A SEGURANÇA.

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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MANDADO DE SEGURANÇA N° 0002484-72.2015.815.0000. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. IMPETRANTE: Adilson Belarmino da Silva. ADVOGADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva. IMPETRADO: Presidente da Pbprev ¿ Paraíba Previ- dência. ADVOGADO: Daniel Guedes de Araújo. MANDADO DE SEGURANÇA. Preliminar. AUSÊNCIA DE INTERESSE DE AGIR. REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO PRÉVIO. DESNECESSIDADE. ATUALIZAÇÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO JÁ CONCEDIDO. EXCEÇÃO PREVISTA NO JULGAMENTO DO RECUR-

SO EXTRAORDINÁRIO Nº 631.240/MG1. REJEIÇÃO. Segundo o Supremo Tribunal Federal, a exigência de prévio requerimento não deve prevalecer quando o entendimento da Administração for notória e reiteradamen-

te contrário à postulação do segurado. PREJUDICIAIS DE MÉRITO. DECADÊNCIA PARA IMPETRAR MAN-

DADO DE SEGURANÇA E PARA REVISÃO DE CÁLCULOS DE PROVENTOS DE RESERVA REMUNERADA. RELAÇÃO DE TRATO SUCESSIVO. REJEIÇÃO. Não há falar em decadência do direito na hipótese de ato omissivo continuado, que envolve obrigação de trato sucessivo, cujo prazo para o ajuizamento da ação mandamental renova-se mês a mês. MÉRITO. LEGISLAÇÃO ESPECIAL. LC ESTADUAL Nº 85/2008. ALEGA- ÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE. INOCORRÊNCIA. ESCRIVÃO DE POLÍCIA. ADICIONAL DE REPRE- SENTAÇÃO NÃO PAGO A SERVIDOR INATIVO. PARIDADE REMUNERATÓRIA COM OS SERVIDORES DA ATIVA. INOCORRÊNCIA. APOSENTADORIA ANTERIOR À ENTRADA EM VIGOR DA EMENDA CONSTITU- CIONAL Nº 41/2003. POSSIBILIDADE. PRECEDENTE DO STF EM SEDE DE REPERCUSSÃO GERAL. PAGAMENTO DA VANTAGEM PECUNIÁRIA DE FORMA LINEAR E IRRESTRITA A TODOS OS ESCRIVÃES DE POLÍCIA DA ATIVA. COMPROVAÇÃO. LEI Nº 9.703/2012. CONCESSÃO DA SEGURANÇA. Não há que se falar em inconstitucionalidade de iniciativa do art. 117, da Lei Complementar Estadual n.º 85/2008, uma vez que, no caso dos policiais civis, a matéria tratada no art. 40, §4º da CF, fora devidamente regulamentada pela Lei Complementar Federal nº 51/85. O Supremo Tribunal Federal já decidiu, em sede de repercussão geral, que os servidores que ingressaram no serviço público antes da EC nº 41/2003, mas que se aposentaram posteri- ormente à sua entrada em vigor, têm direito à paridade remuneratória em relação aos servidores da ativa. Com maior razão esse entendimento do Pretório Excelso se aplica ao caso em tela pois o impetrante se aposentou antes da entrada em vigor da referida Emenda Constitucional. O Adicional de Representação, previsto do art. 6º da Lei Estadual nº 9.703/2012, é pago de forma geral a todos os Escrivães de Polícia da Polícia Civil do Estado, razão pela qual não há motivo para que o impetrado se negue a inseri-lo na aposentadoria do impetrante. Com essas considerações, rejeitadas a preliminar e as prejudiciais, CONCEDO A SEGURANÇA para determinar à autoridade coatora que efetue a implantação do “Adicional de Representação” nos proventos de aposentadoria do impetrante, no valor previsto no art. 6º, I, “o”, da Lei nº 9.703/2012, retroagindo o pagamento de tais valores pecuniários à data de impetração do presente Mandado de Segurança.

MANDADO DE SEGURANÇA N° 0002499-41.2015.815.0000. ORIGEM: REGISTRO DE ACORDÃOS E DECI- SÕE. RELATOR: Desa. Maria das Graças Morais Guedes. IMPETRANTE: Jose Ferreira da Guia Neto. ADVO- GADO: Ana Cristina Henrique de Sousa E Silva. IMPETRADO: Pbprev- Paraiba Previdencia. ADVOGADO:

Emanuella Maria de Almeida Medeiros. MANDADO DE SEGURANÇA. ESCRIVÃO DE POLÍCIA. ADICIONAL DE REPRESENTAÇÃO. PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS ADMINISTRATIVAS PARA EFETIVAR A SUA IMPLANTAÇÃO. ATENDIMENTO PELA VIA ADMINISTRATIVA. PERDA DO OBJETO. BOLSA DE DESEMPENHO PROFISSIO- NAL. VERBA REGULAMENTADA PELO DECRETO Nº 33.686/2013. ESCRIVÃO DE POLÍCIA. CLASSE DE SERVIDOR NÃO ABRANGIDA PELA NORMA ESTADUAL. PRECEDENTES DESTA CORTE EM CASOS IDÊN- TICOS. AUSÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO. DENEGAÇÃO DA ORDEM. Deferida a implantação do Adicional de Representação nos proventos do impetrante, por ato emanado da própria autoridade coatora, desponta a perda do objeto com relação a este pedido. Não havendo previsão legal para o pagamento da vantagem denominada bolsa de desempenho profissional em relação à categoria pleiteada (escrivão de polícia), inexiste direito líquido e certo em favor do impetrante, devendo ser denegada a segurança. Com essas considerações, DENEGO A ORDEM.

JULGADOS DA PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL
JULGADOS DA PRIMEIRA CÂMARA ESPECIALIZADA CÍVEL

Desª. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti

APELAÇÃO N° 0082314-43.2012.815.0081. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE: Joselita Teixeira de Macedo. ADVOGADO: Marcos Antonio Inacio da Silva. APELADO: Municipio de Bananeiras/pb. ADVOGADO: Ricardo Sergio de Aragao Ramalho Filho. AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS NO AGRAVO INTERNO NA APELAÇÃO CÍVEL - AÇÃO DE COBRANÇA – JULGAMENTO MONOCRÁTICO DOS EMBARGOS DECLARATÓRIOS – AUSÊNCIA DE ALEGA- ÇÃO DE QUALQUER VÍCIO NO DECISUM COLEGIADO – INADMISSIBILIDADE – NOVO RECURSO – AGRAVO INTERNO QUE NÃO ATACA O FUNDAMENTO DA DECISÃO MONOCRÁTICA – REVOLVIMENTO DA MATÉRIA DE FUNDO – RECURSO INFUNDADO – DIREITO JÁ ANALISADO PELO COLEGIADO – PROLON- GAMENTO INDEVIDO DO PROCESSO – MULTA DO ART. 557, §2º, DO CPC – PERCENTUAL MÍNIMO – CARÁTER PEDAGÓGICO – AUSÊNCIA DE ARGUMENTOS NOVOS CAPAZES DE MODIFICAR OS FUNDA- MENTOS JURÍDICOS ADOTADOS - AGRAVO DESPROVIDO. É manifestamente infundado o agravo interno que sequer ataca os fundamentos da decisão recorrida, revolvendo matéria de mérito já julgada colegiadamente em recurso anterior. A multa do art. 557, § 2º, do CPC tem caráter pedagógico e deve ser aplicada aos casos em que a parte, insatisfeita com o seu insucesso na causa, passa a reiterar recursos infundados ou inadmissíveis. Negar provimento ao agravo interno.

Drª. Tulia Gomes de Souza Neves

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 0000641-72.2015.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. AGRAVANTE: Por Marcelo Fidelis da Silva, Coutinho, Dorivaldo Pereira da Silva E Maria das Gracas de Souza Fidelis, Rep/. ADVOGADO: Adriano Paulo Almeida de Melo, ADVOGADO: Jose Dionisio de Oliveira e ADVO- GADO: Jose Mario Porto Junior. AGRAVADO: Fundacao Governador Flavio Ribeiro. AGRAVO DE INSTRU- MENTO - AÇÃO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, MATERIAIS E ESTÉTICOS – ANTECIPAÇÃO DE TUTELA PARCIALMENTE CONCEDIDA - PARTO CESARIANO – ERRO MÉDICO – RESPONSABILIDADE CIVIL OBJETIVA DO NOSOCÔMIO - SEQUELAS NEUROLÓGICAS NA MÃE DECORRENTES DO PARTO CESÁREA - ESTADO VEGETATIVO – AUSÊNCIA PROVA INEQUÍVOCA – NECESSIDADE DE PROVA PERI- CIAL – CARÊNCIA DOS REQUISITOS NECESSÁRIOS À SUA CONCESSÃO – INTELIGÊNCIA DO ARTIGO 273 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL – MANUTENÇÃO DA DECISÃO INTERLOCUTÓRIA – DESPROVI- MENTO DO RECURSO. - Para a concessão da antecipação de tutela devem concorrer três requisitos, quais sejam, a verossimilhança em que se assenta o pedido na exordial, a existência de prova inequívoca e a

possibilidade da ocorrência de lesão irreparável ao direito do autor caso não seja reconhecido na decisão de mérito. - No caso dos autos, os documentos acostados pela agravante não se revestem da clareza e consistência necessárias para corroborar suas alegações, o que impõe o reconhecimento da ausência de prova inequívoca, sem a qual não é possível a concessão da antecipação de tutela. - Ausentes elementos fáticos

e jurídicos capazes de infirmar os fundamentos da decisão judicial atacada, o desprovimento do agravo é medida que se impõe. Negar provimento ao agravo de instrumento.

AGRAVO DE INSTRUMENTO N° 0001624-71.2015.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. AGRAVANTE: Maria Andrade de Godoy Peixoto, Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador E Sergio Roberto Felix Lima. AGRAVADO: Petroleo Brasileiro S/a Petrobras. ADVOGADO: Taciana Matias Braz de Almeida. AÇÃO ANULATÓRIA DE DÉBITO FISCAL - AGRAVO INTERNO - DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO ao agravo de instrumento - JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ - POSSIBILIDADE - INTELIGÊNCIA DO ART. 557,CAPUT, DO CPC - PRINCÍPIOS DA CELERIDADE E DA ECONOMIA PROCESSUAL - MATÉRIA MERITÓRIA – DEPÓSITO INTEGRAL DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO – SUSPENSÃO DA EXIGIBILIDADE DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO – ILEGITIMIDADE DO AGRAVANTE – MATRIZ NA DEFESA DE INTERESSE DE FILIAL – FILIAL QUE FIGURA COMO SUJEITO PASSIVO NO AUTO DE INFRAÇÃO E PARTE NA AÇÃO PRINCIPAL – LEGITIMIDADE – REJEIÇÃO - ART. 151, II DO CTN – ALEGAÇÃO DE CONTRARIEDADE À LEI

– LIMINAR SATISFATIVA CONTRA O PODER PÚBLICO – INOCORRÊNCIA – MEDIDA SUSPENSIVA ACAU-

TELATÓRIA E NÃO SATISFATIVA – DIREITO SUBJETIVO DO CONTRIBUINTE -– ENTENDIMENTO PACIFI- CADO – MOTIVOS INSUFICIENTES PARA REVISÃO DO CONTRATO – AGRAVO QUE NÃO TRAZ ARGU- MENTOS SUFICIENTES A MODIFICAR OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO MONOCRÁTICA. DESPROVI- MENTO DO RECURSO. A decisão combatida está devidamente fundamentada, inclusive com o entendimento pacificado no Egrégio Superior Tribunal de Justiça acerca da impossibilidade do deferimento de medidas cautelares satisfativas em face do Poder Público com base no disposto no art. 1º, § 3º, da Lei n. 8.437/92, restando consignado na decisão o caráter acautelatório da medida tomada pelo magistrado a quo, de suspen- der a exigibilidade do crédito tributário diante do depósito integral da quantia perseguida pela Fazenda. A inovação trazida pelo art. 557, caput, do CPC institui a possibilidade de, por decisão monocrática, o relator negar seguimento, entre outras hipóteses, quando a Apelação estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal, ou de Tribunal Superior, atendendo aos princípios da economia e celeridade processuais. Negar provimento ao agravo interno.

APELAÇÃO N° 0001362-74.2011.815.0061. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador, Paulo Renato Guedes Bezerra E Adriana Coutinho Grego Pontes. APELADO: Maria da Penha de Pontes Macedo. ADVOGADO: Mabele de Lucena Torres Fernandes. AGRAVO INTERNO - DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO À Apelação cível - JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ - POSSIBILIDADE - INTELIGÊNCIA DO ART. 557,§1º-A, DO CPC - PRINCÍPIOS DA CELERIDADE E ECONOMIA PROCESSUAIS – PRELIMINAR DE PERÍCIA OFICIAL – DESNECESSIDADE – LAUDO SUBS-

CRITO POR PROFISSIONAL LEGALMENTE HABILITADO – PRINCÍPIO DO LIVRE CONVENCIMENTO MO- TIVADO – MATÉRIA MERITÓRIA - PORTADORA DE CARCINOMA MAMÁRIO – MEDICAMENTO AROMAZIN 25 MG - direito à saúde – RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA – TEMA consolidado na corte local e nos tribunais superiores - ausência de novos argumentos aptos a modificar a decisão atacada - DESPROVIMENTO DO RECURSO. O entendimento do STJ é consolidado no sentido de que o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS) é de responsabilidade solidária da União, Estados-membros e Municípios, de modo que qualquer dessas entidades têm legitimidade ‘ad causam’ para figurar no polo passivo de demanda que objetiva a

garantia do acesso à medicação para pessoas desprovidas de recursos financeiros. A inovação trazida pelo art. 557 do CPC institui a possibilidade de, por decisão monocrática, o relator deixar de admitir recurso, entre outras hipóteses quando manifestamente improcedente ou contrário a súmula ou a entendimento dominante pela jurisprudência do Tribunal, ou de Cortes Superiores, atendendo aos princípios da economia e celeridade processuais. Considerando que o agravante não trouxe argumentos novos capazes de modificar os fundamen- tos que embasaram a decisão agravada, o desprovimento do recurso é medida que se impõe. Negar provimen-

to ao agravo interno.

APELAÇÃO N° 0026991-35.2013.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Tulia Gomes de Souza Neves, em substituição a(o) Desa. Maria de Fatima Moraes B Cavalcanti. APELANTE:

Josemar Soares da Silva E Henrique Jose Parada Simao. ADVOGADO: Luciana Ribeiro Fernandes. APELA- DO: Aymore Credito,financiamento E Investimento. ADVOGADO: Elisia Helena de Melo Martini. AGRAVO INTERNO - DECISÃO QUE NEGOU SEGUIMENTO À APELAÇÃO CÍVEL - JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO STJ - POSSIBILIDADE - INTELIGÊNCIA DO ART. 557,CAPUT, DO CPC - PRINCÍPIOS DA CELERIDADE

E DA ECONOMIA PROCESSUAL - MATÉRIA MERITÓRIA – CAPITALIZAÇÃO DE JUROS – SÚMULAS 539 E

541 DO STJ – POSSIBILIDADE - JUROS REMUNERATÓRIOS – PERCENTUAL APLICADO INFERIOR AO ESTABELECIDO NA TAXA MÉDIA DE MERCADO DISPONIBILIZADA PELO BACEN – ABUSIVIDADE NÃO DEMONSTRADA – ENTENDIMENTO PACIFICADO – MOTIVOS INSUFICIENTES PARA REVISÃO DO CON- TRATO – AGRAVO QUE NÃO TRAZ ARGUMENTOS SUFICIENTES A MODIFICAR OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO MONOCRÁTICA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. A decisão combatida está devidamente fundamentada, inclusive com a indicação das Súmulas 539 e 541 do Egrégio Superior Tribunal de Justiça, as quais retratam a possibilidade da cobrança de juros capitalizados nos pactos celebrados a partir de 31/3/2000 (MP n. 1.963-17/2000, reeditada como MP n. 2.170-36/2001), verificada a expressa pactuação no caso pela aplicação de taxa de juros anual superior ao duodécuplo da mensal, além da cobrança desta em patamar inferior à taxa média de mercado no momento da celebração. A inovação trazida pelo art. 557, caput, do CPC

institui a possibilidade de, por decisão monocrática, o relator negar seguimento, entre outras hipóteses, quando

a Apelação estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal

Federal, ou de Tribunal Superior, atendendo aos princípios da economia e celeridade processuais. Negar

provimento ao agravo interno.

Dr. Ricardo Vital de Almeida

AGRAVO REGIMENTAL N° 0000771-03.2013.815.0301. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Municipio de Sao Bentinho. ADVOGADO: Newton Nobel Sobreira Vita. AGRAVADO: Laiany Erika Arruda Roque. ADVOGADO:

Taciano Fontes de Freitas. AGRAVO INTERNO. REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ANULATÓ- RIA DE ATO ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. AUTORA CONVOCADA PELA GESTÃO ANTERIOR. ANULAÇÃO DA NOMEAÇÃO PELO NOVO CHEFE DO EXECUTIVO MIRIM. INSTAURAÇÃO DE PROCEDI- MENTO ADMINISTRATIVO INDIVIDUAL. AMPLA DEFESA E CONTRADITÓRIO RESPEITADOS. NOMEAÇÃO REALIZADA NO PERÍODO PROIBITIVO. APROVAÇÃO FORA DO NÚMERO DE VAGAS OFERECIDAS NO EDITAL. COMPROVAÇÃO DA EXISTÊNCIA DE CARGOS VAGOS NA LEI MUNICIPAL N° 250/2008. NÃO CARACTERIZAÇÃO DE NOVA DESPESA. PRECEDENTES DESTA CORTE EM CASOS ANÁLOGOS. MANU- TENÇÃO DA SENTENÇA. NEGATIVA DE SEGUIMENTO AO APELO E A REMESSA. DESPROVIMENTO DO

REGIMENTAL. - Não ocorre ofensa ao parágrafo único do art. 21 da Lei de Responsabilidade Fiscal, a nomeação de quantitativo superior à previsão editalícia durante os 180 (cento e oitenta) dias anteriores ao final do mandato da administração titular, quando restar comprovada a existência de cargos vagos (06) anteriores ao referido período e em número suficiente a alcançar o candidato aprovado, inicialmente, fora dos clarões ofertados no edital (6a colocação). - A proibição no aumento de despesas, especificada pelo art. 21 da LRF, refere-se à criação de novos cargos durante o período ali previsto, o que induz a possibilidade de nomeação com base na Lei n° 250/2008, do Município de São Bentinho, cuja norma previa 06 (seis) cargos existentes e vagos de Agente de Vigilância Sanitária, número suficiente a alcançar a classificação da autora. “- REMESSA OFICIAL E APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO ANULATÓRIA DE ATO ADMINISTRATIVO COM PEDIDO DE REINTE- GRAÇÃO DE CARGO. CONCURSO PÚBLICO. CERTAME HOMOLOGADO ANTERIORMENTE AO PERÍODO PROIBITIVO ELEITORAL. NOMEAÇÃO DE CANDIDATO APROVADO FORA DAS VAGAS PREVISTAS PELO EDITAL, MAS DENTRO DAS VAGAS PREVISTA PELA LEI 250/2008. PREVISÃO DE CARGOS EXISTENTES

E VAGOS. INOCORRÊNCIA DE ATO DE QUE RESULTA AUMENTO DE DESPESA COM PESSOAL NOS

TERMOS DO ARTIGO 21, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR N° 101/2000. DESPROVIMENTO DO REEXAME NECESSÁRIO E DO APELO.- Nos termos do parágrafo único da Lei Complementar n° 101/ 2000, “também é nulo de pleno direito o ato de que resulte aumento da despesa com pessoal expedido nos cento e oitenta dias anteriores ao final do mandato do titular do respectivo Poder ou órgão referido no art. 20”. - O ato de nomeação, desde que seja referente a candidato aprovado dentro do número de vagas ofertadas inicialmente pelo edital do respectivo concurso público, bem como tendo sido este homologado antes do referido período proibitivo, não importa aumento de despesas com pessoal, ao menos no momento da convocação. Isso porque se presume ter havido, por parte do ente público responsável pelo certame, prévia dotação orçamentária para designação do pessoal do qual previamente declarou necessitar. -No entanto, analisando os documentos encartados aos autos durante a instrução processual, verifica-se que a vaga pleiteada pelo autor não fora criada por meio do Anexo III da Lei n° 250/2008 - Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos Servidores Públicos do Município de São Bentinho -editada no dia 27 de junho de 2008 (fls. 98/119), ou seja, antes da publicação do Edital 001/2008, que só veio a ocorrer três meses depois. - Por meio do mencionado ato normativo ficou expressa a existência de 10 (dez) vagas a serem preenchidas em relação ao cargo de Agente de Limpeza Urbana. Assim, embora o superveniente ato convocatório do concurso tenha previsto apenas 03 (três) vagas, o certo é que para o cargo em comento havia 10 (dez) vagas disponíveis. - Logo, se o autor fora aprovado em 4o íugar, o seu ato de nomeação não padeceu de vício hábil a macular a sua validade, uma vez que a vaga fora prevista por lei anterior que reconheceu, desde o ano de 2008, a necessidade do preenchimento de 10 (dez) vagas para o seu cargo, descaracterizando o possível aumento de despesa para a edilidade. - Destarte, na hipótese de se determinar nomeação de candidato aprovado dentro do número das vagas já previstas, considero que tal ato não acarreta aumento de despesas, porquanto, para indicar o número exato de cargos vagos a serem preenchidos, a edilidade teve que proceder à prévia dotação orçamentária, o que afasta, inclusive, a possibilidade de eventual alegação de indisponibilidade financeira para fins de convocação.” (TJPB - ACÓRDÃO/DECISÃO do Processo N° 00007632620138150301, 2a Câmara Especializada Cível, Relator DES OSWALDO TRIGUEIRO DO VALLE FILHO, j. Em 09-04-2015) ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0000921-50.2012.815.0161. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da

Paraiba,rep.p/sua Procurador. ADVOGADO: Pablo Dayan Targino Braga. AGRAVADO: Ministerio Publico do Estado da Paraiba. PRELIMINAR. JULGAMENTO MONOCRÁTICO PELO RELATOR. ALEGAÇÃO DE CERCE- AMENTO DE DEFESA. INOCORRÊNCIA. INEXISTÊNCIA DE USURPAÇÃO DE COMPETÊNCIA DO ÓRGÃO FRACIONÁRIO. INSURGÊNCIA INSUBSISTENTE. DECISÃO APOIADA EM PRECEDENTES DE TRIBU- NAIS SUPERIORES E DESTA CORTE. REGULARIDADE NA APRECIAÇÃO DE FORMA ISOLADA PELO

a configuração de jurisprudência dominante prescinde de que

todos os órgãos competentes em um mesmo Tribunal tenham proferido decisão a respeito do tema. Se o Relator conhece a orientação de seu órgão colegiado, desnecessário submeter-lhe, sempre e reiteradamente,

(STJ - AgRg no REsp 1423160/RS, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUN-

DA TURMA, julgado em 27/03/2014, DJe 15/04/2014). AGRAVO INTERNO. PACIENTE COM EDEMA MACU- LAR. PROCEDÊNCIA NA ORIGEM. CONFIRMAÇÃO DE LIMINAR DEFERITÓRIA. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL DE TODOS. BUSCA PRELIMINAR DO MEDICAMENTO EM VIA ADMINIS- TRATIVA. COMPROVADA. INTERVENÇÃO INDEVIDA DO JUDICIÁRIO NO JUÍZO DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. INOCORRÊNCIA. DEVER DO ESTADO NO FORNECI- MENTO DA MEDICAÇÃO. JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA E DESTA CORTE. MANUTENÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. DES- PROVIMENTO DA IRRESIGNAÇÃO. É dever do Estado prover as despesas com o tratamento médico de pessoa que não possui condições de arcar com os valores sem se privar dos recursos indispensáveis ao sustento próprio e da família. Não há ofensa ao mérito administrativo (oportunidade e conveniência) quando

a mesma controvérsia.(

JULGADOR. REJEIÇÃO DA PREFACIAL. - “(

)

).”

o Judiciário se manifesta acerca de ato ilegal e ineficiente do Executivo. “Art. 5º - Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.” (Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro). ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, REJEITAR A PRELIMINAR E, NO MÉRITO, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0006729-74.2014.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Maria Joselita Ferreira Diniz. ADVOGADO: Carlos Alberto Pinto Mangueira. AGRAVADO: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procu- rador. AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO DE OBRIGAÇÃO DE FAZER. VÍNCULO PRECÁRIO. AUSÊNCIA DE CONCURSO PÚBLICO. CONTRATO NULO. DIREITO AO FGTS, COM RESPEITO À PRES- CRIÇÃO QUINQUENAL. PRECEDENTES DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL E DESTA CORTE. NÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

11

DEMONSTRAÇÃO DO ADIMPLEMENTO. ÔNUS DA FAZENDA PÚBLICA. DESRESPEITO AO ART. 333, II, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. VERBAS CELETISTAS. NÃO RECONHECIMENTO. APLICAÇÃO DO ARTIGO 1º- F, DA LEI 11.960/2009 PARA O CÁLCULO DE JUROS DE MORA. CORREÇÃO MONETÁRIA PELO IPCA. MODIFICAÇÃO DA SENTENÇA. PROVIMENTO PARCIAL DO APELO. MANUTENÇÃO DA DECI- SÃO AGRAVADA. DESPROVIMENTO DO REGIMENTAL. - A despeito do reconhecimento da nulidade do contrato de trabalho originariamente firmado com a administração pública, faz jus o servidor aos depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço – FGTS. Precedentes desta Corte. - “Agravo regimental em recurso extraordinário. 2. Direito Administrativo. Contratação temporária. Direito ao recebimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. 3. Contrato por tempo indeterminado e inexistência de excepcional interesse público. Nulidade do contrato. 4. Efeitos jurídicos: pagamento do saldo salarial e levantamento de FGTS. Precedentes:

RE-RG 596.478, red. do acórdão Dias Toffoli, e RE-RG 705.140, rel. min. Teori Zavascki. 5. Aplicabilidade dessa orientação jurisprudencial aos casos de contratação em caráter temporário pela Administração Pública. Precedentes. 6. Agravo regimental a que se nega provimento.” (STF. RE 863125 AgR / MG - MINAS GERAIS. Rel. Min. Gilmar Mendes. J. em 14/04/2015). - “Recurso extraordinário. Direito do Trabalho. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Cobrança de valores não pagos. Prazo prescricional. Prescrição quinquenal. Art.

7º, XXIX, da Constituição. Superação de entendimento anterior sobre prescrição trintenária. Inconstitucionalida- de dos arts. 23, § 5º, da Lei 8.036/1990 e 55 do Regulamento do FGTS aprovado pelo Decreto 99.684/1990. Segurança jurídica. Necessidade de modulação dos efeitos da decisão. Art. 27 da Lei 9.868/1999. Declaração de inconstitucionalidade com efeitos ex nunc. Recurso extraordinário a que se nega provimento.” (ARE 709212, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, Tribunal Pleno, julgado em 13/11/2014, ACÓRDÃO ELETRÔNICO

REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-032 DIVULG 18-02-2015 PUBLIC 19-02-2015) - “(

) A modulação que

se propõe consiste em atribuir à presente decisão efeitos ex nunc (prospectivos). Dessa forma, para aqueles cujo termo inicial da prescrição ocorra após a data do presente julgamento, aplica-se, desde logo, o prazo de

cinco anos. Por outro lado, para os casos em que o prazo prescricional já esteja em curso, aplica-se o que ocorrer primeiro: 30 anos, contados do termo inicial, ou 5 anos, a partir desta decisão. Assim se, na presente data, já tenham transcorrido 27 anos do prazo prescricional, bastarão mais 3 anos para que se opere a prescrição, com base na jurisprudência desta Corte até então vigente. Por outro lado, se na data desta decisão tiverem decorrido 23 anos do prazo prescricional, ao caso se aplicará o novo prazo de 5 anos, a contar da data

ARE 709212, Relator(a): Min. GILMAR MENDES, Tribunal Pleno, julgado em 13/

do presente julgamento (

11/2014, ACÓRDÃO ELETRÔNICO REPERCUSSÃO GERAL - MÉRITO DJe-032 DIVULG 18-02-2015 PUBLIC 19-02-2015) As multas previstas no Decreto Lei nº 99.684/1990 e na CLT, como a decorrente da despedida por culpa recíproca são indevidas, já que apenas aplicáveis para empregados celetistas, diferente da hipótese em tela. Como a condenação imposta à Fazenda não é de natureza tributária, os juros moratórios devem ser calculados com base no índice oficial de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, nos termos da regra do art. 1º-f da Lei nº 9.494/97, com redação da Lei nº 11.960/09. Já a correção monetária, por força da declaração de inconstitucionalidade parcial do art. 5º da Lei nº 11.960/09, deverá ser calculada com base no IPCA, índice que melhor reflete a inflação acumulada do período. Precedentes do STJ. ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO.

)”

AGRAVO REGIMENTAL N° 0014655-92.2003.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Ruth Avelino Cavalcanti. ADVOGADO: Felipe Crisanto Monteiro Nóbrega. AGRAVADO: Municipio de João Pessoa Rep Por Seu Procurador. ADVOGADO: Adelmar Azevedo Regis. SÚPLICA REGIMENTAL EM APELAÇÃO CÍVEL. EXECUÇÃO FISCAL. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE. DECRETAÇÃO. INOCORRÊNCIA. AUSÊNCIA DE INÉRCIA DA FAZENDA DURANTE O TRÂMITE PROCESSUAL. PRESSUPOSTO NECESSÁRIO AO RECO- NHECIMENTO DA EXTINÇÃO DA PRETENSÃO. INCIDÊNCIA DO ART. 557, §1-A, DO CPC. PROVIMENTO MONOCRÁTICO DO APELO. ANULAÇÃO DA SENTENÇA. RETORNO DOS AUTOS PARA O SEU REGULAR PROSSEGUIMENTO. MANUTENÇÃO DO JULGADO POR SEUS PRÓPRIOS TERMOS. DESPROVIMENTO

DA IRRESIGNAÇÃO. - Não se decreta a prescrição intercorrente, na execução fiscal, quando se constata que

a Fazenda Pública não restou inerte durante a marcha processual. - PROCESSUAL CIVIL E TRIBUTÁRIO.

ALEGAÇÕES GENÉRICAS DE OFENSA AO ART. 535 DO CPC. SÚMULA 284/STF. EXECUÇÃO FISCAL. PRESCRIÇÃO INTERCORRENTE RECONHECIDA. PARALISAÇÃO DO FEITO POR MAIS DE 5 ANOS. SÚMULA 314/STJ. SOBRESTAMENTO. DESNECESSIDADE. INÉRCIA DA FAZENDA PÚBLICA. SÚMULA 7/ STJ. 1. Não se pode conhecer da alegada ofensa ao art. 535 do CPC, porquanto as razões do recurso são genéricas e não indicam objetivamente de que forma teria havido omissão e qual a relevância do ponto, em tese omitido, para o deslinde da controvérsia. Aplica-se, por analogia, o óbice da Súmula 284/STF. 2. Esta Corte possui entendimento pacífico quanto à desnecessidade de intimação do credor do arquivamento do feito executivo, após o período da suspensão por ele mesmo requerida, uma vez que o referido arquivamento é automático. Súmula 314/STJ. 3. Consigne-se que a jurisprudência do STJ reconhece que somente a inércia injustificada do credor caracteriza a prescrição intercorrente na execução fiscal, não bastando o mero lapso temporal. 4. Nesse diapasão, se a conclusão do Tribunal a quo foi no sentido de que a prescrição ocorreu por culpa exclusiva da exequente - sem que a União produzisse prova prática de qualquer diligência para impulsi- onar o prosseguimento da Execução Fiscal sob foco (fl. 173, e-STJ) -, conclusão em sentido contrário é inviável em Recurso Especial, porquanto demandaria reexame da seara fático-probatória dos autos, o que atrai a incidência da Súmula 7/STJ. 5. Agravo Regimental não provido. (STJ - AgRg no REsp 1515261/PE, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 07/05/2015, DJe 22/05/2015) Destaquei! ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0016953-08.2013.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/seu Procurador. ADVOGADO: Renan de Vasconcelos Neves. AGRAVADO: Bruno Radames Rodrigues da Silva. ADVOGADO: Maria de Fátima Leite Ferreira. ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. SERVIÇO DE SAÚDE. DIREITO FUNDAMENTAL. DEVER DO ESTADO. OBRIGAÇÃO SOLIDÁRIA. IMPOSI-

ÇÃO CONSTITUCIONAL A TODOS OS ENTES FEDERATIVOS. REJEIÇÃO DA QUESTÃO PRÉVIA. - “(

Qualquer um dos entes federativos – União, estados, Distrito Federal e municípios – tem legitimidade ad causam para figurar no polo passivo de ação visando garantir o acesso a medicamentos para tratamento de saúde. Agravo regimental improvido.”1 PRELIMINAR DE INOBSERVÂNCIA DO PREVISTO NA RECOMEN- DAÇÃO N.º 31 DO CNJ. ALEGADA NULIDADE POR TER HAVIDO JULGAMENTO SEM RESPOSTA DA CÂMARA TÉCNICA DE SAÚDE. IRRELEVÂNCIA ANTE OUTROS ELEMENTOS DE CONVICÇÃO DO JUIZ. REJEIÇÃO. - O fato de ter o magistrado preferido sentença sem a resposta da Câmara Técnica de Saúde não acarreta nulidade, mormente se julga com base em outros elementos de convicção constantes no caderno processual. DO CERCEAMENTO DE DEFESA E DO DIREITO DO ESTADO DE ANALISAR O QUADRO CLÍNICO DO PROMOVENTE. DESNECESSIDADE DE PERÍCIA. EXISTÊNCIA DE PARECER MÉDICO DE ESPECIALISTA OPINANDO PELA UTILIZAÇÃO DOS MEDICAMENTOS POSTULADOS. PRO- VA SUFICIENTE. JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA DESTA CORTE E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. DESACOLHIMENTO. A consulta realizada junto ao médico particular, com a emissão de receitu-

ário e relatório, constitui prova suficiente para atestar a patologia, a gravidade da enfermidade e o tratamen-

to adequado para o paciente, mostrando-se desnecessária a realização de perícia por parte do ente público.

) 2.

AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA. PORTADOR DE TETRAPLEGIA. FOR- NECIMENTO DE MEDICAMENTOS. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL DE TODOS. DE- VER DO ESTADO. JURISPRUDÊNCIA CONSOLIDADA DESTA CORTE E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO MEDICAMENTO/INSUMO POR GENÉRICO OU SIMI- LAR QUE POSSUA INTERCAMBIALIDADE. RENOVAÇÃO DA PRESCRIÇÃO MÉDICA A CADA PERÍODO

DE SEIS MESES. ART. 557, CAPUT E §1º-A, DO CPC. DESPROVIMENTO DO APELO E PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO OFICIAL. ALEGAÇÕES DO REGIMENTAL INSUFICIENTES A TRANSMUDAR O ENTENDIMENTO ESPOSADO. DESPROVIMENTO DA SÚPLICA. É dever do Estado prover as despesas com medicamentos de pessoa que não possui condições de arcar com os valores sem se privar dos recursos indispensáveis ao sustento próprio e da família. - Não havendo a ressalva específica do profissi- onal médico sobre a utilização do medicamento/insumo de referência, poderá o ente público fornecer fármacos genéricos ou similares, desde que este último já tenha passado pelos testes de biodisponibilidade

e equivalência farmacêutica, tornando-se intercambiável, ou seja, que possa substituir o próprio medica- mento de referência e apresentar o mesmo comportamento no organismo, assim como o genérico, nos

termos da RDC 133 e 134 de 2004, da ANVISA. - “Art. 5o Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais

a que ela se dirige e às exigências do bem comum.”(Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro)

ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, REJEITAR AS PRELIMINARES E NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0018345-02.2014.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR:

Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Estado da Paraiba,rep.p/sua Procurador. ADVOGADO: Alexandre Magnus F. Freire. AGRAVADO: Arminda Atayde de Almeida. ADVOGADO: Carmem Noujaim Habib. AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NE- CESSÁRIA. REQUERIMENTO DE MEDICAMENTOS. DIREITO À SAÚDE. GARANTIA CONSTITUCIONAL DE TODOS. ALEGAÇÃO DE AUSÊNCIA DOS REMÉDIOS PLEITEADOS NO ROL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE. IRRELEVÂNCIA. INOCORRÊNCIA DE OFENSA AO PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES. AUSÊNCIA DE PREVISÃO ORÇAMENTÁRIA. JUSTIFICATIVA INADEQUADA. NÃO INCIDÊN- CIA DA RESERVA DO POSSÍVEL. DEVER DO ESTADO NO FORNECIMENTO DOS FÁRMACOS. JURIS- PRUDÊNCIA CONSOLIDADA DESTA CORTE E DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA. POSSIBILIDADE DE SUBSTITUIÇÃO DO MEDICAMENTO/INSUMO POR GENÉRICO OU SIMILAR QUE POSSUA INTER- CAMBIALIDADE. RENOVAÇÃO DA PRESCRIÇÃO MÉDICA A CADA PERÍODO DE SEIS MESES. ART. 557, CAPUT E §1º-A, DO CPC. SEGUIMENTO NEGADO AO APELO E PROVIMENTO PARCIAL DO RECURSO OFICIAL. DESPROVIMENTO DO REGIMENTAL. É dever do Estado prover as despesas com medicamentos

de pessoa que não possui condições de arcar com os valores sem se privar dos recursos indispensáveis ao

sustento próprio e da família. Não há ofensa à independência dos Poderes da República, quando o Judiciário se manifesta acerca de ato ilegal e ineficiente do Executivo. Conforme entendimento sedimentado no Tribunal de Justiça da Paraíba, a falta de previsão orçamentária não pode servir como escudo para eximir

o Estado de cumprir com o seu dever de prestar o serviço de saúde adequado à população. “AGRAVO

INTERNO. DECISÃO MONOCRÁTICA QUE CONCEDEU MEDICAMENTOS EM LIMNAR DE MANDADO DE SEGURANÇA. PRELIMINAR. ILEGITIMIDADE PASSIVA DO ESTADO. Alegação de competência do gestor municipal do SUS. Impossibilidade. Responsabilidade solidária dos entes da federação. Rejeição. O autor não é obrigado a pleitear a todos os entes da federação, podendo se dirigir apenas a um deles, o que mais lhe convier, considerando ainda a urgência em receber o medicamento. Mérito. Ação ordinária de obrigação de fazer. Fornecimento de medicamentos. Comprovação da necessidade da medida e do seu alto custo. Precedentes dos tribunais superiores. Desprovimento do agravo interno. Segundo entendimento dos nossos tribunais superiores, o direito à vida e à saúde engloba o mínimo existencial para uma vida digna. Por esta razão, deve ser prestado pelo estado o medicamento ou tratamento necessário ao restabelecimento da saúde de seus cidadãos, não se podendo opor a cláusula da reserva do possível.” 1 Não havendo a ressalva específica do profissional médico sobre a utilização do medicamento/insumo de referência, poderá o ente público fornecer fármacos genéricos ou similares, desde que este último já tenha passado pelos testes de biodisponibilidade e equivalência farmacêutica, tornando-se intercambiável, ou seja, que possa substituir o próprio medicamento de referência e apresentar o mesmo comportamento no organismo, assim como o genérico, nos termos da RDC 133 e 134 de 2004, da ANVISA. “Art. 5o Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.”(Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro) ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO AGRAVO INTERNO.

AGRAVO REGIMENTAL N° 0045284-68.2011.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. AGRAVANTE: Telemar Norte Leste S/a. ADVOGADO: Wilson Sales Belchior. AGRAVADO: Maria da Luz da Silva. ADVOGADO: Caio Cesar Torres Cavalcanti. AGRAVO INTERNO. APELAÇÃO CÍVEL. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO AOS PONTOS ESPECÍFI- COS DA SENTENÇA. MERA CÓPIA DOS ARGUMENTOS DA CONTESTAÇÃO. DESRESPEITO AO PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE. EXIGÊNCIA DO ART. 514, II, DA LEI ADJETIVA CIVIL. FALTA DE PRESSUPOSTO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL. APLICAÇÃO DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. NEGATIVA DE SEGUIMENTO À IRRESIGNAÇÃO. MANUTENÇÃO. DESPROVIMENTO DA SÚPLICA REGIMEN-

TAL. - Pelo princípio da dialeticidade, é necessário que os recursos ataquem os fundamentos das decisões contra

as quais foram interpostos. - Caso as razões recursais abranjam matérias dissociadas do decisum objurgado, por

faltar-lhe pressuposto de admissibilidade recursal, qual seja, regularidade formal, indispensável ao seu efetivo conhecimento, deverá ser negado seguimento ao apelo interposto, de acordo com o art. 557, caput, do CPC. ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO.

APELAÇÃO N° 0003294-47.2015.815.0000. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Petrobras Distribuidora S/a. ADVOGADO: Carmem Rachel Dantas Mayer. APELADO: Empresa de Transportes Mandacaruense. ADVOGA- DO: Jose Carlos Scortecci Hilst. APELAÇÃO CÍVEL. Ação de rescisão contratual c/c reintegração de posse E COBRANÇA DE MULTA CONTRATUAL. Contrato de compra e venda mercantil. Combustíveis e derivados. INVALIDADE DE CLÁUSULA CONFUSA QUE PREVÊ MULTA. Procedência parcial do pedido. IRRESIGNAÇÃO DO PROMOVENTE. ALEGADA VALIDADE DE ITEM DA AVENÇA. NÃO ACOLHIMENTO. POSSIBILIDADE DE COMPENSAÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SÚMULA 306 DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTI- ÇA. RAZOABILIDADE NO VALOR DA VERBA ADVOCATÍCIA. DESPROVIMENTO DO RECURSO. É de ser declarada a nulidade de cláusula contratual, quando redigida de forma genérica e confusa, de modo a impossi- bilitar a compreensão por parte do contratante. “Os honorários advocatícios devem ser compensados quando

houver sucumbência recíproca, assegurado o direito autônomo do advogado à execução do saldo sem excluir a legitimidade da própria parte.” (Súmula 306 do Superior Tribunal de Justiça.) - Não há razão para modificar o valor dos honorários advocatícios fixados pelo magistrado de primeiro grau, se o arbitrou com razoabilidade, levando em consideração o grau de zelo profissional, o trabalho realizado pelo causídico e a natureza da causa. ACORDA

a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, NEGAR PROVIMENTO AO RECURSO.

APELAÇÃO N° 0019411-85.2012.815.0011. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Maurenice de Aquino Avilla. ADVOGADO: Arthur da Costa Loiola. APELADO: Banco Itaucard S/a. ADVOGADO: Luis Felipe Nunes Araujo. APELAÇÃO CÍVEL. AÇÃO REVISIONAL. CONTRATO DE LEASING. PROCEDÊNCIA PARCIAL. ARRENDAMENTO MERCANTIL. CAPITALIZAÇÃO DE JUROS TIDA POR ILEGAL NA SENTENÇA. IMPER- TINÊNCIA DA CONDENAÇÃO. INSTITUTO JURÍDICO ESTRANHO AO PACTO. PEDIDO DE DE INVALIDA- ÇÃO DA TARIFA DE CADASTRO. REGULARIDADE RECONHECIDA PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM SEDE DE RECURSO REPETITIVO. TARIFA DE GRAVAME. EXCESSIVIDADE NÃO EVIDEN- CIADA. COBRANÇA PERMITIDA PELA LEGISLAÇÃO PÁTRIA. TAXAS DE SERVIÇOS DE TERCEIROS, INSERÇÃO DE GRAVAME E AVALIAÇÃO DE BEM. VALORES AVILTANTES E NÃO ESPECIFICADOS NO PACTO. INVALIDAÇÃO. PLEITO DE DEVOLUÇÃO DO SEGURO DE PROTEÇÃO FINANCEIRA. LIVRE CONTRATAÇÃO PELA CONSUMIDORA NÃO DEMONSTRADA. VENDA CASADA. ILEGALIDADE. DEVO-

LUÇÃO SIMPLIFICADA DAS QUANTIAS DOS ENCARGOS IRREGULARES. PROVIMENTO PARCIAL DA SÚPLICA. - “O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras”. (STJ - Súmula 297). - O contrato de arrendamento mercantil apresenta natureza jurídica diversa do financiamento e do mútuo, não sendo o valor empregado na aquisição do bem arrendado remunerado mediante o pagamento de juros,

o que obsta o reconhecimento da prática de anatocismo. - “No contrato de arrendamento mercantil, não há

cobrança de juros remuneratórios ou capitalização de juros, tendo em vista que o valor da prestação é sempre o mesmo, composto de um aluguel mais o VRG. Inexistindo cobrança de prestação indevida, incabível restituição, restando prejudicada a análise da configuração da má-fé para fins de devolução em

(TJPB; APL 0034111-81.2010.815.2001; Terceira Câmara Especializada Cível; Relª Desª Maria

das Graças Morais Guedes; DJPB 05/09/2014; Pág. 14). - “(

de Cadastro, a qual remunera o serviço de “realização de pesquisa em serviços de proteção ao crédito, base

7. Permanece legítima a estipulação da Tarifa

dobro. (

).”

)

de dados e informações cadastrais, e tratamento de dados e informações necessários ao inicio de relacio- namento decorrente da abertura de conta de depósito à vista ou de poupança ou contratação de operação de crédito ou de arrendamento mercantil, não podendo ser cobrada cumulativamente” (Tabela anexa à vigente Resolução CMN 3.919/2010, com a redação dada pela Resolução 4.021/2011). 8. É lícito aos contratantes convencionar o pagamento do Imposto sobre Operações Financeiras e de Crédito (IOF) por meio financia-

mento acessório ao mútuo principal, sujeitando-o aos mesmos encargos contratuais. (

especial parcialmente provido.” (STJ - REsp 1251331/RS, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, SEGUN- DA SEÇÃO, julgado em 28/08/2013, DJe 24/10/2013). - A Taxa de Inserção de Gravame, por não estar encartada nas vedações previstas na Resolução 3.518/07, bem como por ser expressamente prevista no contrato, pode ser exigida na avença, sobretudo quando não se mostrar excessiva. - A cobrança de encargos em relação a serviço de terceiros, avaliação de bem e promotora de vendas, embora previstos em contrato, mas sem a especificação dos serviços que realmente foram realizados, e em valores aviltantes, mostram-se abusivas. Precedentes do TJPB. - “A contratação de seguro, nos termos em que fora imposta,

10. Recurso

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mostra-se ilegal, posto que está vinculada ao contrato sem possibilidade de opção para o consumidor, configurando “venda casada”.” (TJPB; APL 0011655-88.2013.815.0011; Segunda Câmara Especializada Cível; Rel. Des. Miguel de Britto Lyra Filho; DJPB 19/10/2015; Pág. 9) Inexistindo a demonstração de má-

fé da instituição financeira na exigência dos encargos tidos por irregulares, a restituição do indébito deve ser

operada de forma simples. ACORDA a Primeira Câmara Especializada Cível do Egrégio Tribunal de Justiça da Paraíba, à unanimidade, PROVER PARCIALMENTE O RECURSO.

APELAÇÃO N° 0048777-53.2011.815.2001. ORIGEM: GAB. DO DES. RELATOR. RELATOR: Dr(a). Ricardo Vital de Almeida, em substituição a(o) Des. Jose Ricardo Porto. APELANTE: Banco do Nordeste S/a E Micherlyna Rosendo dos Santos Gomes. ADVOGADO: Ana Carolina Martins de Araujo e ADVOGADO: Felipe Ribeiro Coutinho. APELADO: Os Mesmos. PRELIMINAR. ALEGAÇÃO DE EXCESSO DO VALOR EXECUTADO. ÔNUS PROBATÓRIO DA EMBARGANTE. INTELIGÊNCIA DO §5º, DO ART. 739-A, DA LEI ADJETIVA CIVIL. PLANILHA CONSTANTE NOS AUTOS. REJEIÇÃO DA MATÉRIA PRECEDENTE. - Apresentando a insurgente a planilha de cálculo onde se retratam os supostos valores que entende como devidos, configura-se preenchido o requisito constante no art. 739-A, do Código de Processo Civil. PREFACIAL. CARÊNCIA DE AÇÃO POR FALTA DE INTERESSE DE AGIR. AUSÊNCIA DE COBRANÇA DA COMISSÃO DE PERMANÊNCIA. PREAMBULAR QUE SE CONFUNDE COM O MÉRITO. DESACOLHIMENTO. - Os argumentos despendidos pelo apelante em sede de preliminar se confundem com a própria matéria de fundo, não merecendo análise nessa oportunidade. QUESTÃO PRÉVIA. CERCEAMENTO DE DEFESA. INOCORRÊNCIA. APLICAÇÃO DO ART. 131, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. LIVRE CONVENCIMENTO DO JUIZ. REJEIÇÃO DA PREFACIAL. - Não resta configu- rado o cerceamento de defesa quando o julgador considera desnecessária a produção de determinada prova, mediante a existência nos autos de elementos suficientes para a formação de seu convencimento. PREAMBU- LAR. INEXIGIBILIDADE DO TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL. SUPOSTA AUSÊNCIA DOS REQUISITOS ESSENCIAIS. INOCORRÊNCIA. PREFACIAL REPELIDA. “Há liquidez quando o objeto da obrigação é determi- nável, como quando se exige a realização de simples cálculos para a aferição do quantum debeatur, hipótese em que bastará ao exequente, a teor do que dispõe o art. 614, II, do CPC, instruir seu pedido com a memória discriminada e atualizada do crédito.” (MEDINA. José Miguel Garcia Medina. Execução. 2ª Ed. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2011. P. 87.) APELAÇÃO CÍVEL DO BANCO. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CÉDULA DE CRÉDITO COMERCIAL. LIMITAÇÃO DO PERCENTUAL DE JUROS A 12% AO ANO. APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. POSSIBILIDADE. CUMULAÇÃO DE COMISSÃO DE PERMANÊNCIA COM

DIÁRIO DA JUSTIÇA – J OÃO P ESSOA -PB • D ISPONIBILIZAÇÃO : P UBLICAÇÃO

DIÁRIO DA JUSTIÇA – JOÃO PESSOA-PB • DISPONIBILIZAÇÃO: PUBLICAÇÃO: SEXTA-FEIRA, 27 NOVEMBRO DE 2015 PUBLICAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 30 NOVEMBRO DE 2015

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OUTROS ENCARGOS. VEDAÇÃO. DEVOLUÇÃO DO INDÉBITO NA FORMA SIMPLES. PROVIMENTO PARCI- AL DA SÚPLICA. - (…) “considerando a ausência de deliberação do CMN a respeito, os juros remuneratórios não podem ser pactuados em patamar superior a 12% (doze por cento) ao ano, prevalecendo a limitação imposta pelo art. 1º do Decreto n. 22.626/1933 (lei da usura),” (STJ; REsp 1.086.969; Proc. 2008/0193207-5; DF; Quarta Turma; Rel. Min. Marco Buzzi; DJE 30/06/2015) - “A comissão de permanência e a correção monetária são

inacumuláveis”. (Súmula nº 30 do STJ). - “Em relação à repetição do indébito, este Superior Tribunal orienta-se no