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P O R T U G U E S E S E O VOTO EM

PORTUGUESES

E O VOTO EM 6 DE MAIO

Eleições podem mudar a realidade em Lambeth

Mais de 2 mil portugueses unem-se à candidatura de Fernanda Correia, do partido liberal, esperançados que a sua vida mude e que a habitação, educação, emprego e formação profissional, criminalidade e juventude sejam problemas via uma solução. Os trabalhistas continuam a acenar com o Centro comunitário, na esperança de sacarem 2 milhões da comunidade portuguesa, num projecto que levanta muitas suspeitas, enquanto liderado por António Cunha.

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Nº 82 Ano 4 23 Abril 2010

Director: Daniel Santos

Nº 82 Ano 4 23 Abril 2010 Dir ector: Daniel Santos Quinzenal Gratuito 25 de Abril

Quinzenal Gratuito

Abril 2010 Dir ector: Daniel Santos Quinzenal Gratuito 25 de Abril trint a e seis anos

25 de Abril trinta e seis anos depois

O MURCHAR DOS CRAVOS

Por todo o país as comemorações do 25 de Abril foram de grande contestação e insatisfação. Milhares de pes- soas desceram a Avenida da Liberdade em direcção ao Rossio no tradicional desfile comemorativo do 25 de Abril, este ano marcado pelo descontentamento face à crise económica e associado a um sentimento de muita descrença política.

O Presidente da República alertou para as dúvidas que se acu-

mulam quanto ao futuro do país, afirmamdo que "a sociedade portuguesa é hoje mais justa do que aquela que existia há 36 anos. No entanto, persistem desigualdades sociais e, sobretu- do, situações de pobreza de exclusão que são indignas da memória dos que fizeram a revolução de Abril".

O PS defendeu que o Estado "tem de ser um instrumento ao

serviço dos portugueses", enquanto o Bloco de Esquerda apelou à criação de uma "esquerda grande" e PCP e Verdes rejeitaram a revisão da Constituição.

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, considerou que

Portugal já evoluiu o suficiente para não haver polémica sobre

quem ou não põe um cravo vermelho ao peito.

O líder do PCP, Jerónimo de Sousa, afirmou que "vale a pena

pensar em Abril de novo", considerando o 25 de Abril "uma rev- olução inacabada".

O presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, considerou que em

Portugal há actualmente "demasiada politização da justiça e demasiada judicialização da política". Otelo Saraiva de Carvalho defendeu, em Guimarães que "o 25 de Abril não está totalmente cumprido", porque, 36 anos depois, "há dois milhões de portugueses no limiar da pobreza e 600 mil desempregados".

UMA NOITE INESQUECÍVEL Mais uma Gala e mais um grande êxito. O reconhecimento foi geral
UMA NOITE INESQUECÍVEL
Mais uma Gala e mais um grande êxito. O reconhecimento foi geral e para isso contibuiu a
qualidade do elenco. Mais uma vez , por um dia, comandámos o sonho. Galardoámos ilustres
figuras e instituições. Confirmámos a capacidade de organizar este tipo de evento. Olhamos o
futuro com uma força renovada para continuar a fazer coisas novas. O registo pode ver nas
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NESTE
NÚMERO
40
Brevemente será lançado um
DVD da 2ª Gala. Entretanto,
os leitores podem assistir ao
espectáculo, já no próximo
dia 1 de Maio, às 21 horas no
portal da produtora:
www.canalcomunidades.com
PÁGINAS
no portal da produtora: www.canalcomunidades.com PÁGINAS Centro Comunitário P or tuguês em “molho de

Centro Comunitário Português em “molho de bacalhau”

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Clube “A Familia” festejou 32 anos

PUB.

Centro Comunitário P or tuguês em “molho de bacalhau” P ag.2 Clube “ A F amilia”
Nº 82 23 Abril 2010 Suplemento do Jornal “As Notícias”
Nº 82
23 Abril 2010
Suplemento
do Jornal
“As Notícias”
O TRABALHO FOTOGRÁFICO FOI DA AUTORIA DE 32º Aniversário da Mais Antiga AssocIação Portuguesa JOSÉ
O TRABALHO FOTOGRÁFICO FOI DA AUTORIA DE
32º Aniversário da
Mais Antiga AssocIação Portuguesa
JOSÉ
CARLOS
“A FAMÍLIA”
GOMES
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UMA NOITE INESQUECÍVEL

da Mais Antiga AssocIação Portuguesa JOSÉ CARLOS “A FAMÍLIA” GOMES Pag. 25 UMA NOITE INESQUECÍVEL
16 23 Abril 2010
16
23 Abril 2010
16 23 Abril 2010 HORT A -OSÓRIO A FIGURA DO ANO António Hort a Osório é

HORTA-OSÓRIO

A FIGURA DO ANO

António Horta Osório é licenciado em Gestão e Administração de Empresas pela Universidade Católica, tendo con- cluído o MBA em 1991, no INSEAD e tendo também o curso avançado de gestão de Harvard. No seu percurso profissional, com uma experiência diver-

sificada de start-ups e turn-arounds, de aquisições e de fusões, em diferentes mercados, passou por Nova Iorque, Londres e São Paulo. Em Portugal, enquanto Presidente Executivo do Banco Santander - que, em 2000, passa também

a deter os Bancos Totta e Crédito Predial

Português - dirigiu o Banco Santander Totta, hoje líder em Portugal em solidez e

solvabilidade, eficiência e rentabilidade. Esta experiência foi decisiva quando em 2006 assumiu a presidência Executiva do Banco Abbey, que adquiriu em 2008 os Bancos Alliance & Leicester e Bradford & Bingley, hoje fundidos num único Banco,

o

Santander UK. Actualmente, é também

o

seu Presidente da Comissão Executiva

e

Administrador do Banco de Inglaterra.

António Horta-Osório recebeu o Galardão das mãos do Embaixador de Portugal no Reino Unido, António
António Horta-Osório recebeu o Galardão das
mãos do Embaixador de Portugal no Reino
Unido, António Santana Carlos

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Horta-Osório recebeu o Galardão das mãos do Embaixador de Portugal no Reino Unido, António Santana Carlos
Horta-Osório recebeu o Galardão das mãos do Embaixador de Portugal no Reino Unido, António Santana Carlos
23 Abril 2010 17
23 Abril 2010
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23 Abril 2010 17 UMA NOITE INESQUECÍVEL As entidades oficiais, os políticos locais, os artist a,

UMA NOITE INESQUECÍVEL

As entidades oficiais, os políticos locais, os artista, o púbico e os organizadores uni- ram-se à volta dos mesmos propósitos, esquecendo as diferenças e decididos a fa- zerem da II Gala de "As Noticias" mais um momento mágico, de qualidade e, sobretu- do de união. Uma noite inesquecível. Apesar de um elenco de artistas muito diferente do ano passado, muitos, que tiveram presentes na 1ª Gala consideravam este even- to o melhor de sempre na comunidade portuguesa. Para nós, a sensação da missão cumprida e a responsabilidade de, para o ano que vem, fazermos ainda melhor. Não esquecer que esta Gala foi, tal como no ano passado, um trabalho colectivo.

Uma das grandes mais valias desta Gala, foi sem dúvida a presença de José Figueiras, que passeou a classe e o à vontade de um grande apre- sentador. Foi desde o primeiro minuto o condutor e assegurou o ritmo do espectáculo, mesmo quando, na primeira parte, foi necessário mudar o guião em cima do acontecimento. Uma presença que não passou des- percebida e que mercê bem o 'bis' para o ano que vem. Carlos do Carmo, a lenda viva do fado português, não cantou naquela noite e todos esper- avam que o fizesse. No entan-

to, não foi possível porque não foi possível garantir as condições prévias para o fazer. Depois, o nosso jornal, em parceria com outros empresários, irá trazer, este ano, até nós este grande fadista num grande espectácu- lo e, por isso, o público não ficará a perder. A sua presença trouxe classe e importância à Gala e que o digam as muitas referências na imprensa em Portugal. Falar de Luís Represas e João Pedro Pais é referirmo-nos a dois dos maiores nomes da música portuguesa. Represas

há quase 30 anos tem-nos brindado com a classe que tão bem soube mostrar na noite desta Gala. Tanto na forma como se dirigiu ao público, cantou e interligou com todos os intervenientes, inclusiva- mente com o público. João Pedro Pais foi igual a si próprio. Cantou e encantou, com aquela irreverência e amor à música que compõe e transmite. Teve a primeira grande ovação e a sua actu- ação embalou a noite da Gala para um momento inesquecí- vel.

Cont. na pag.22

Sivia Rizzo, uma constante por detrás da organização
Sivia Rizzo, uma constante por
detrás da organização

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Gala p ara um momento inesquecí- vel. Cont. na p ag.22 Sivia Rizzo, uma constante por
20 23 Abril 2010 OS DISTINGUIDOS
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OS DISTINGUIDOS
20 23 Abril 2010 OS DISTINGUIDOS DIVUL G AÇÃO DE PORTUG AL NO REINO UNIDO ANGLO-PORTUGUESE

DIVULGAÇÃO DE PORTUGAL NO REINO UNIDO

ANGLO-PORTUGUESE

SOCIETY

Uma sociedade de apoio e divulgação de Portugal, a sua língua e cultura. Todos os anos desenvolve inúmeras acções para propagar o nome de Portugal no Reino Unido e recebe o apoio de institu- ições portuguesas como a Caixa Geral de Depósitos, Banco Santander Totta, Banco Espírito Santo, Calouste Gulbenkian e outras. Também dá apoio a muitas 'charities' que abraçam o tema de Portugal.

'charities' que abraçam o tema de Portugal. EVENTO DO ANO FESTA DO DIA DA MADEIRA T

EVENTO

DO ANO

FESTA DO DIA DA MADEIRA

Todos as anos temos festas que têm o mérito de garantir e promover o espírito de união entre todos os portugueses. Sendo a colónia de imi- grantes portugueses mais antiga para o Reino Unido, pesa sobre os madeirenses a responsabilidade de dar o mote e criar meios para unir todos os portugueses à volta da Bandeira cerde e cermelha. A Festa do Dia da Madeira encaixa nisto tudo e muito mais. É o tra- balho de uma colectividade, muitos ami- gos e voluntários, e foi elei- ta este ano o evento do ano.

e voluntários, e foi elei - t a este ano o evento do ano. PR OJECTO

PROJECTO

EMPRESARIAL

PÁGINAS

PORTUGUESAS

Os grandes projectos têm muito a ver com as convicções de cada um e o seu sucesso sempre ligado a processos simples e de fácil acesso. Assim aconteceu com esta publicação em português, que há 15 anos tem resistido á erosão da maioria dos meios de comunicação. É uma revista de referência e divulga com rigor o tecido empresarial, serviços e instituições desta comu- nidade. É um grande pro- jecto de vida e uma empre- sa exemplar pelo serviço que presta.

de vida e uma empre - sa exemplar pelo serviço que prest a. INDIVIDU ALID ADE

INDIVIDUALIDADE

DE SERVIÇOS DE APOIO SOCIAL

CRISTIANO ALVES

Com apenas 17 anos, há jovens na nossa comu- nidade que não precisam de apresentação. Nasceu com uma incapacidade, mas não se deixou intimi- dar. Cresceu como um estudante exemplar e um jovem de grande talento. Desenvolve muitas acções de caridade e voluntariado, especialmente com os jovens e terceira idade, que o veneram, respeitam e adoram. Foi no ano pas- sado nomeado para o vol- untário do ano na área de Norfolk. Não ganhou, mas nós rectificámos o facto.

de Norfolk. Não ganhou, mas nós rectificámos o facto. A REVELAÇÃO DO ANO ANA PINT O

A REVELAÇÃO DO ANO

ANA PINTO

É uma lindíssima jovem

portuguesa escolhida, entre centenas, para representar Portugal no concurso para a Miss Fotogénica do Mundo e Miss Teen Fotogénica do Reino Unido. Tem 15 anos

e diz não querer viver ape-

nas da beleza, pretenden- do tirar o curso de medici- na ou advocacia. Fora de horas dedica-se a montar um projecto para um centro de juventude em

Thetford.

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medici - na ou advocacia. Fora de horas dedica-se a mont ar um projecto p ara
medici - na ou advocacia. Fora de horas dedica-se a mont ar um projecto p ara
medici - na ou advocacia. Fora de horas dedica-se a mont ar um projecto p ara
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS
23 Abril 2010
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OS DISTINGUIDOS
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS DESPORTO KRISTINA NEVES É uma jovem estrela da natação no
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS DESPORTO KRISTINA NEVES É uma jovem estrela da natação no
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS DESPORTO KRISTINA NEVES É uma jovem estrela da natação no
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS DESPORTO KRISTINA NEVES É uma jovem estrela da natação no
23 Abril 2010 21 OS DISTINGUIDOS DESPORTO KRISTINA NEVES É uma jovem estrela da natação no

DESPORTO

KRISTINA NEVES

É uma jovem estrela da natação no Reino unido e uma das esperanças britânicas para os jogos olímpicos de 2012. É luso- descendente, vive em Guernsey e arrecadou sete medalhas de ouro o título de melhor atleta inglesa da modalidade no seu escalão. Recentemente já ganhou duas medalhas no escalão superior. Tem 12 anos de Idade e vive como uma menina normal, indo à escola, brincando e treinan- do quando pode e con- segue tempo de piscina. Um grande talento e uma esperança de podermos contribuírem de uma forma concreta para os êxitos desportivos do país que nos acolheu.

EDUCAÇÃO MÚSICA ARTE E CULTURA

TIAGO TEIXEIRA

Tem 26 anos, é de origem africana e portuguesa, vive em Londres e gan- hou o Festival Lusavox, promovido pela Secretaria de Estado das Comunidades portugue- sas, para dar a conhecer jovens talentos da nossa música residentes no estrangeiro. Começou a escrever poesia em 1996 e voltou-se para o hip hop, rap e urbana em 2002, quando actuava nas ruas de Londres.

FIGURA DAS COMUNIDADES PORTUGUESAS ESPALHADAS PELO MUNDO

COMENDADOR JOSÉ jOÃO MORAIS

È um grande empresário português nos EUA, na área da construção civil e emprega mais de 400 por- tugueses. Hoje entregou as empresas aos filhos e dedica-se a desenvolver e apoiar a comunidade por- tuguesa naquele país. Conhecedor das aspi- rações dos portugueses emigrados, fundou a Associação dos Portugueses no Estrangeiro e tem dotado as comunidades de outros países com meios para manterem a língua e a cul- tura portuguesa. É consel- heiro e recebeu uma comenda do Presidente.

CARLOS DO CARMO

È um fadista que não pre- cisa de apresentações, tal é a sua estatura e divul- gação por esse Mundo fora. Sem arriscar muito, sabemos ser uma con- stante na casa de todos nós portugueses. Pode bem dizer-se que as suas Gaivotas deixaram há muito o Tejo e sobrevoam por este outro Portugal o da emigração. Todavia é um homem simples, acessível e um orador nato, que encantou todos os que estiveram pre- sentes na Gala.

INDIVIDUALIDADE

ESTRANGEIRA DE MAIOR CONTRIBUTO PARA A COMUNIDADE PORTUGUESA NO REINO UNIDO

Para a maioria dos por- tugueses residentes em Lambeth e Stockwell, o nome de Anthony Bottrall não passou despercebido. Membro activo do Partido Liberal, este inglês é uma das figuras que mais con- tribuiu para o Crescimento, reconhecimento e respeito da comunidade portugue- sa ali residente. Vivendo desde 1972 na área, este político liberal cedo se apercebeu do crescimento e importância dos por- tugueses na área, que diz ter visto crescerem e gan- harem raízes.

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do crescimento e importância dos por- tugueses na área, que diz ter visto crescerem e gan
do crescimento e importância dos por- tugueses na área, que diz ter visto crescerem e gan
22 23 Abril 2010
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23 Abril 2010
22 23 Abril 2010 UMA NOITE INESQUECÍVEL Por fim referimos a Sílvia Rizzo. Uma mulher encant

UMA NOITE INESQUECÍVEL

Por fim referimos a Sílvia

Rizzo. Uma mulher encantado-

ra que conquistou tudo e todos

onde esteve e contactou. Fosse na rua, no comércio, restaurantes ou mesmo no Hotel. Todos estavam deslum- brados com a simpatia e aces- sibilidade desta grande actriz

portuguesa. O carinho e a afa- bilidade como a todos tratou dizem tudo sobre a pessoa por detrás de Sílvia Rizzo. Muito surpreendida com a sua popu- laridade, a actriz portuguesa respondeu com muita simpatia

e confraternizou com todos.

Mas, na verdade, foi esta grande actriz que trabalhou nos bastidores para organizar

a vinda de todas as vedetas de Portugal. Para o ano ficou a promessa de ir connosco muito mais longe. Nesta Gala trouxemos alguns dos bons intervenientes musi- cais da nossa comunidade, abrindo caminho à sua partici- pação, naquela que, a pouco e pouco, se vem tornando no maior espectáculo para os por- tugueses no Reino Unido. Não era possível trazer todos na mesma noite, mas ano a ano iremos apresentando o que de muito bom se faz entre nós. Alex Madeira e o fado castiço

de humor à flor da pele, foi uma

boa prova de que também temos bons artistas entre nós. Isto para não falar em Sousa Matos que maravilhou com o trinar da guitarra, muito bem acompanhado por João Alvarez à viola de fado. Um momento que o público soube bem recompensar. Depois as danças de salão, que o Clube "Os Beirões" nos quis presentear de uma forma

exuberante, com dois exce- lentes e dignos par de dançari- nos, Jorge de Sousa e Grace Agambar e Jason e Sinead, de 15 e 18 anos respectivamente. Dois valores que despontam e que, para o ano, tudo faremos para lhes criar melhores condições para passearem a sua classe nos palcos da III Gala. Por fim, um agradecimento muito especial a Domingos Cabeças e Sérgio Campos, Hélder Lopes, pela disponibili- dade total na montagem e con-

trolo de todo o equipamento de luz e som. Sem eles, por inca- pacidade do técnico de serviço, cedido contratual- mente pela direcção do Battersea Arts Centre, não teria havido Gala. Foi impres- sionante a dedicação deste conhecido empresário e artista português ao evento e não há palavras de agradecimento a ambos pelo trabalho efectua-

do. Nesta Gala tivemos também o apoio da APE - Associação dos Portugueses no Estrangeiro, vindos de Portugal, com todo o equipa- mento para produzir e difundir as imagens para o exterior, facto eu não aconteceu por completo, dada a incapaci- dade do BAC em cumprir os compromissos técnicos de difusão. Por fim a equipa de produção, liderada por Pedro Fernandes e toda a logística que movi- mentou artistas, organizou e decorou o palco (de "O Cultural); as jovens que deram apoio e a todos os galardoad- os que, este ano, tiveram pre- sentes, com excepção do comendador José João Morais, dos EUA, que não pode viajar por motivos pes- soais.

Fotos de José Carlos Gomes

por motivos pes - soais. Fotos de José Carlos Gomes As grandes vedetas do espectáculo, José
As grandes vedetas do espectáculo, José Figueiras, João Pedro Pais e Luís Represas
As grandes vedetas do espectáculo,
José Figueiras, João Pedro Pais e
Luís Represas
José Figueiras, João Pedro Pais e Luís Represas Associação Portuguesa Precisa de ajuda? · Interpretes /
Associação Portuguesa Precisa de ajuda? · Interpretes / Traduções · Benefícios / National Insurance Number
Associação Portuguesa
Precisa de ajuda?
· Interpretes / Traduções
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· Pagamentos de Facturas
· Acompanhamento a Serviços
· Advogados
· Aulas de Inglês
· Abertura de Conta Bancária
020 8965 8844
· Marcações Consulares
39 Park Parade, Harlesden, NW10 4JE
www.whitehousecommunityassociation.co.uk
e-mail: whca.hotmail.co.uk
23 Abril 2010 23
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23 Abril 2010 23 Alex Madeira, também se ri a cantar o Fado Dançarinos da nossa
Alex Madeira, também se ri a cantar o Fado
Alex Madeira,
também se ri a
cantar o Fado
Dançarinos da nossa comunidade mostraram grande qualidade
Dançarinos
da nossa
comunidade
mostraram
grande
qualidade

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23 Alex Madeira, também se ri a cantar o Fado Dançarinos da nossa comunidade mostraram grande
24 23 Abril 2010 MADEIRA
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23 Abril 2010
MADEIRA

Sócrates gaba João Jardim

José Sócrates disse, à chegada ao Funchal, que o seu regresso à Madeira ocorre num "ambiente diferente" que assinala um novo ciclo "na vontade de cooperar para recuperar a ilha". Referiu-se depois ao excelente trabalho desenvolvido, na recuperação da ilha, por Alberto João Jardim.

Quase dois meses após o temporal de 20 de Fevereiro, o chefe do Governo voltou à ilha para assistir ao cortejo da Festa da Flor, observar a sua recuperação e reunir com Alberto João Jardim, em que discutirão as medidas a adop- tar na reconstrução. "É um ambiente muito difer- ente daquilo que vi quando vim cá depois da tragédia", referiu ainda no aeroporto o primeiro-ministro, adiantando existir "um novo ciclo de confi- ança na Madeira, nos madeirenses, e de vontade de cooperarmos para fazermos o

que há a fazer para recuperar a Madeira". Sócrates considerou o "trabal- ho do Governo Regional, a todos os títulos exemplar". "Cheio de expectativas" foi como Sócrates confessou estar, acrescentando que a sua presença serve também "para simbolizar a expressão de soli- dariedade dos continentais com a Madeira". "Uma união patriótica para que ponhamos para trás das costas a tragédia e comecemos a con- struir o que se deve construir", referiu, durante a visita à Ilha da Madeira.

METADE DA AJUDA IRÁ PARA A RECUPERAÇÃO DAS RIBEIRAS

Quase metade do valor da verba para fazer face aos danos do tem- poral de 20 de fevereiro na Madeira será canalizada para área da hidrologia, devido aos estragos nas ribeiras, anunciou hoje o Governo Regional. O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou, no Funchal, que a comissão paritária constituída por elementos dos governos central e regional estimou os prejuízos da intempérie em 1080 milhões de euros. De acordo com o levantamento efectu- ado, depois dos danos provocados nas zonas das ribeiras do Funchal, Ribeira Brava e Santa Cruz, cujas obras ascenderão a 488 milhões de euros, a maior fatia das verbas vai para a reparação de estradas, cujas obras deverão custar 236 milhões de euros. Na lista divulgada no Funchal dos montantes a destinar a inter- venções nas áreas danificadas, segue-se 127 milhões de euros para iniciativas necessárias nos portos e na zona litoral.

iniciativas necessárias nos por tos e na zona litoral. Governo PS não discrimina O presidente do

Governo PS não discrimina

O presidente do PS-Madeira

realçou o "elevado sentido de Estado" revelado pelo Governo da República no apoio à reconstrução da Madeira, numa demonstração de que está a governar sem descriminar qualquer região do país. Jacinto Serrão falava numa

conferência de imprensa real- izada no Funchal para falar de todo o processo de recon- strução e mecanismos de apoio por parte de cidadãos anónimos, entidades públicas

e privadas, e Governo da República.

Segundo o líder socialista madeirense, esta região "pre- cisou da solidariedade do Estado e ela está aí", disse, apontando que o apoio conce- dido à Madeira será de 740 milhões, o que representa cerca de 70 por cento do mon- tante dos prejuízos do tempo- ral, na ordem dos 1080 mil- hões de euros. "PS-M sempre defendeu uma boa articulação (.) "Lamentavelmente, foi preciso a tragédia de 20 de fevereiro para que tal acontecesse e

esperamos que esse bom entendimento seja duradouro.”

Emigração do Canadá contribui com €500 mil

Os apoios financeiros desti-

nados à Madeira angariados por associações e firmas portuguesas na região de

Toronto já superaram 700 mil dólares canadianos (acima

de meio milhão de euros). O

temporal que assolou o arquipélago gerou uma vaga de solidariedade em diversos pontos do Canadá, com muitas associações e empre- sas a multiplicarem iniciati- vas para obter dinheiro para ajuda.

Contratação colectiva renovada

O secretário regional dos

Recursos Humanos, Brazão de Castro, classificou de "extremamente positiva" a reunião mantida ontem com o secretário geral da União Geral de Trabalhadores (UGT), João Proença. No encontro a pedido da UGT, o governante fez um ponto de situação sobre a contratação colectiva, que segundo afi- ançou "está actualizada", tal como sucedeu no ano pas- sado. "Continuamos este ano com esforços que tudo leva a crer que iremos con- cluir de forma idêntica a 2009", realçou.

Sector da Saúde reorganizado

O secretário regional dos

Assuntos Sociais, Francisco Ramos, anunciou hoje a

reorganização do sistema de saúde na Madeira, passando os 11 centros de saúde a ser dirigidos por um de três agru- pamentos, em vez de cada

um por si.

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passando os 1 1 centros de saúde a ser dirigidos por um de três agru -
passando os 1 1 centros de saúde a ser dirigidos por um de três agru -
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CENTRO COMUNITÁRIO: “ THE JOBS FOR THE BOYS”

Hoje fala-se muito em lusofo- nia, nos PALOP's, nos países falantes de português. Parece que tudo acordou e que a sal- vação de todos nós, membros da pátria da língua lusíada, está na união em volta de uma multi-diáspora, como se cada um desses povos não tivesse identidade, cultura e tradições muito próprias da sua individu- alidade. Nós somos portugueses e,

e bem. Mal foi a politização e monopolização do projecto, a

incapacidade de o discutir com

a comunidade, a parcialidade

como foi conduzida a sua negociação e as cedências a todo o vapor a troco de meio milhão de libras. Que no fim não serão mais do que 40 mil, divididas em 20 mil por ano. Um logro que teria merecido a nossa reacção e não o consen- timento.

merecido a nossa reacção e não o consen - timento. “Nasceu o Centro Comunitário Português e

“Nasceu o Centro Comunitário Português e bem. Mal foi a politização e monopoliza- ção do projecto, a incapacidade de o discutir com a comunidade, a parcialidade como foi conduzida a sua negociação e as cedências a todo o vapor a troco de meio milhão de libras.”

a todo o vapor a troco de meio milhão de libras.” apesar de solidários com os

apesar de solidários com os outros povos falantes da língua portuguesa, temos a nossa própria agenda e as nossas próprias motivações para nos organizarmos em volta da nossa própria identidade.

O mal e o bem dos outros não

nos afecta. Aflige sim que, após dezenas de anos de imi- gração, ainda estejamos a ten-

tar encontrar rumo e a inventar

o evidente sem uma lógica

definida e um projecto que numa só casa reúna uns e ou- tros e todos os que, ali e acolá, envidam esforços para tornar a nossa vida, longe Portugal, mais suportável. Com essa intenção nasceu o Centro Comunitário Português

Ainda não se sabe bem o que vai acontecer com a gestão dos fundos concedidos pela câmara. Ainda não se vê ninguém de vulto ligado à organização, tanto da comu- nidade portuguesa, como das

outras comunidades lusófonas

e já se fala na necessidade de um investimento suplementar de 1,5 milhões de libras e,

acredite leitor, o qual a organi-

zação pretende sacar da comunidade portuguesa e não lusófona.

E depois ficam admirados da

falta de adesão às iniciativas do projecto, o afastamento e a indiferença como respondem às solicitações. Na nossa comunidade já se prometeu de

tudo a todos e, na maioria das vezes, não se conseguiram realizar a maioria das promes-

sas. Hoje já ninguém está dis- posto a apostar em palavras e intenções. Isso é coisa do pas- sado. No início todos se mobilizaram e apoiaram, na perspectiva de um projecto essencial para a comunidade portuguesa. E mobilizaram-se porque viram a disponibilidade do governo português através da embaixa- da e consulado e na subse- quente credibilização do pro- jecto. Só que agora é evidente que o mesmo pertence ao par- tido trabalhista e aos elemen- tos do grupo de apoio à lista vencedora para o Conselho das Comunidades, de António Cunha. Mas se para muitos constitui um surpresa, para todos os que fizeram parte das outras duas listas, o que acontece é apenas a prova da incapaci- dade, desses elementos con- seguirem viverem em democ- racia. Utilizando a fragilidade profissional e intelectual do ex- cônsul geral, Miguel Pires,

António Cunha, mesmo per-

constituição de mesas de voto em Guernsey, Thetford e Great Yarmouth e venceu as

estar condenado ao fracasso. Para já o fiasco no lançamento dos trabalhistas na nossa comunidade e, depois, o

Ainda não se vê ninguém de vulto ligado à organização (.) e já se fala na necessidade de um investimento suplementar de 1,5 milhões de libras e, acredite leitor, o qual a organização pretende sacar da comunidade portuguesa e não lusófona.

pretende sacar da comunidade portuguesa e não lusófona. eleições. Ora quem está apto a exercer este

eleições. Ora quem está apto a exercer este tipo de poder, pensa que as suas acções não têm limite e acredita, piamente, no vale tudo. E, por isso, negociou com o trabalhista Steve Reed o CCP. Deu a um dos vereadores socialistas Peter Boyler um lugar na adminis- tração do CCP. Afastou todos os que a seu ver teriam capaci- dade de fazerem mais e mel- hor. E apresentou-se como dono da comunidade por- tuguesa. Formou, com os ami- gos, uma empresa limitada, Portuguese Community Ltd., e esqueceu que isso não era o bastante para vender o partido

mesmo no seu evento cultural lusófono. Esta nossa comunidade está, cada vez mais, preparada para este tipo de assalto. Pode ser muito bem, como dizem e escrevem alguns elementos do citado grupo, uma comunidade de pessoas impreparadas e intelectualmente inferiores. Mas o intelecto tem destas coisas, nem sempre se reflecte no espelho em vaidade, nem sempre é cego, nem sujeito à perca de memória - serve tam- bém pessoas simples que no trabalho, dedicação e sacrifí- cio, constroem inteligente- mente uma vida. A união é uma acção colectiva e a isenção não é fazer a vontade a uma das partes. Agora há que esperar, ver o que vai sair das eleições e, depois, remendar. Para já podemos anunciar que existe uma sociedade formada, sem fins lucrativos e com o estatuto de charity pronta a avançar e salvar o CCP. Vejamos então a evolução dos acontecimentos…

Federação das Comunidades Portuguesas no Reino Unido

Federação das Comunidades Portuguesas no Reino Unido “O intelecto (.) serve t ambém pessoas sim- ples

“O intelecto (.) serve também pessoas sim- ples que no trabalho, dedicação e sacrifí- cio, constroem inteligentemente uma vida. A união é uma acção colectiva e a isenção não é fazer a vontade a uma das partes.”

a isenção não é fazer a vont ade a uma das p artes.” ante uma impugnação

ante uma impugnação por parte do Conselho Nacional de Eleições, conseguiu evitar a

trabalhista antes das eleições. Agora, perante as dificuldades do mesmo partido, pode bem

Agora, perante as dificuldades do mesmo p artido, pode bem PUB £12,50 ANUNCIE P ARA MAIS

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£12,50
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ANUNCIE P ARA MAIS DE 160 MIL LEIT ORES POR QUINZENA CONT ACTE: 01842 764

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