Sie sind auf Seite 1von 125

49

ZUBIRI:

EL BEALISMO RADICAL

SERIE HISTORIA DE LA FILOSOFIA

49

ZUBIRI:

EL REALISMO RADICAL

ANTONIO FERRAZ rAYOS

Profesor Titular de Filosofía en la Univenidad Autónoma de Madrid

© 1 995. ED I C I ONES P EDA G ÓGICAS Ga lil e o , 2 6 - l o c al 1 2 T e l éf J Fax : 4 4 806 16 IS BN: 8 4 -41 1 -0 0 82 - 9 D e pósito le g a l : M . 1.178-19 9 5 Imp res o e n EF CA, S . A . D o c t or F e de r i co Rubio y G al í , 1 6 . 28 0 3 9 M ad r id Pr i n te d i n Spa in

.

.

rt

Indice

Nota preliminar

Cuadro cronológi c o comparado

Siglas

Oo.

' "

,

' Oo

O o ,

• •• • ••

' "

O o '

P RIMERA P A RTE

LA INTELECCION

1. La intel i gencia se ntiente '" .O o

•• •

•• •

1.1. El s e n ti r y l a a p r eh e nsi ón s e n si bl e

1.2 . L a div er s i d a d de lo s s ent ires . 1.3 . L a int e l e c c ión s e n tie nt e e n c u a nt o t a l

2. Los modos d e int e le c c i ón . La ap r ehensión pri - mordial de real i dad

3. La intelección como I o g os

3 . 1. La d u a lid a d del lagos Oo.

3.2. El din a mi s mo

del lagos 'Oo

• • •

' O o

9

11

21

25

2 7

34

3 5

43

53

58

58

5

3 . 3. La m e d i al i d ad

de l l o gos

.

.

3.4

. Lo s mod o s ap r ehensión

e s tru c turales

d e la s i mple

4. La a firma c ión .

El juicio .

 

4.1. Fo rmas de l a a f i rm ación

4 . 2 . El juici o

posicion a l .,

 

.

4.

3

. El juicio

p ro po s icional . ,

,

.

4.4.

El juicio p redicativo

 

.

.

.

5

. La est r uctura

6. La i ntelección

medial del logos . La evide n cia.

como razón . ,

6 1

64

68

70

70

71

72

73

77

6.1. L a raz ó n

6 .2 . L a razó n co mo

como mí a

.

79

raz ón de l a s c o sas

85

7. El conocer

. ,.

.,.

88

7.1 . La estruct u ra del conoce r

,

"

8

9

7.2 . L a obj e tu a lidad

 

89

.

7.3 . El m é todo

 

90

 

7.4 . E l sis t em a

de r ef erencia

. , .

9

2

, 7.5 . El esbo zo de un sis te ma d e po si b i lid a d e s.

9

3

7.6 . El métod o como e xperien cia

9

5

8. La Verdad

.

, dual. L ag o s y ve rd a d du al . L a ve rda d r a c i o nal

,

8.1. La verd a d r eal

8.2. L a v erd a d

8.3 . L a v erdad

,

SEGUNDA PARTE

LA REALIDAD

.

.,.

,

9. La inves t igación de la rea li dad

6 .

9.1. Re a li d a d y lenguaj e

9

9.3.

,

. 2. Dimensi o n e s

de l o r

La unidad e struc t ural de lo real. L a co ns-

ti t ución

.,

,

"

,

99

99

10 3

107

1 17

120

123

13

0

-

9.4 . La sustantividad

 

133

9.5 . Sustanti v idad

y sustancialidad

 

133

9.6. Sustantividad

e individualidad

137

10. La esencia de lo real

 

141

10.1.

Cond i ción factual de la e s encia

 

142

10 . 2 . Individualidad d e la es e

144

10.3 . C a rácter in a lterabl e

de l a e s encia

146

10.4 . Talidad. Trascend e ntalidad . Mundo . Ser.

148

 

TERCERA PARTE

 

EL HOMBRE

n. El hombre, animal de realidades

 

163

11.1.

Las a c ciones de los seres vivos

1 64

11.2. La estructura sus t a n tiva d e l homb r e

167

11.3. La sust a ntividad humana es abi e rt a

170

11.4 . L a géne s i s de l a sustanti v idad

hum an a .

172

11 . 5. El homb re como f orma y modo de r e a-

 

lidad

182

11. 6 . El s er d e l hombr e

 

184

11.7.

Dimension e s d e la realid a d hum a na

 

186

11.8 . El hombre, real i dad mo ra l

191

 

CUARTA PARTE

 
 

DIOS

12 . La dimensión teologal del hombre

 

199

12.1. Hacerse h o mbre

 

201

12.2. La realida d, fund a m e nto d e la persona .

202

12.3 . El pod e r de l o re a l

 

203

12.4 . La reli ga ción

a l poder de lo re a l

204

12.5 . Carácter e nigmático

del poder

de lo

 

real

.

206

12.6.

Volun ta d verdad

de r e a lidad "

y volun ta d

de

207

12.7.

Definic ió n nominal de Di o s

210

7

j

--.~ -- -

12 . 8. Justificación de la realidad de Dios

12.9. Dios experiencia del hombre. El hom- bre experiencia de Dios

211

223

Apéndice

.

227

1. Comentario de texto .

 

229

2. Textos y preguntas

233

Glosario

.

235

Bibliografía

239

 

Nota preliminar

Xavier Zubiri ha producido una filosofía. Toda filo- sofía es un sistema conceptual en el qu e toman cuerpo tres ideas matrices: la idea de realidad -o de ser-, la idea de conocimiento y la idea de hombre . Esas ideas son la respuesta a los tres problemas básicos que la filosofía se plan t ea y son como ejes coordenados que

permiten articular otras ideas - problemas : mundo , Dios,

esencia

; sensibilidad, entendimiento, razón , verdad

;

sociedad, historia, moralidad, religión

Zubiri ha con-

figurado todas esas ideas con originalidad, al filo de un colosal diálogo con la tradición filosófica. Hay, por tanto, una filosofía zubiriana. Los ejes coordenado s son sus ideas de intelig e ncia, de realidad y de hombre. La conexi ó n entr e las ideas matrices no e s lineal , sino cíclica. En eso consiste su profundo carácter sistemáti-

co, más o menos perfecto, más o menos completo en cada filósofo creador. El sistema tiene, así, más o me- nos coherencia . Esta es muy fuerte en la filosofía de X. Zubiri. Ha sido necesario que las publicaciones zubiriana aceleraran su ritmo a partir de 1980 para que se manifestara el sistematismo de una obra cuya gestación se había iniciado sesenta años antes .

8

--

----------.;.------ - -

9

o

-

XAVIER ZUBIRI

1898.-Nace XAVIERZUBIRIAPALATE GeUIl 4 d e diciembr e e n San Sebasti á n,

-

-

;' s c . Z

~!!l0,

• •

0.'1'"

~

&c;,[

rrc

o

1ll1ll

g

,--.1

ll

8. ~

••

8 s g ni.o

~~~'O w

'1 •

:r~.

~::lt:!"'·~'1~0.

Z O" I II

• • . •.•.• 'O1l l '·' ~~

, ~

o;::¡O_

-~~Ill~

~og-n~;'",oS·

~ ~'1

~'1c.

~",o~~o~g~n

1ll1ll00

~cc nlll-n ' <:N

§- '1 g. ~ '8 8 ~ ~ ~ o:?' §. g g: (1 ) (j)'

~

'<: III

' -'o o.

(1 )

,

.

-c

~

~

•.•

.

(1 ) ;'< . .• •.

o~~c-~

1 -"

,

(1 )

'1

o g

,~ •

o

(1)(1 ) o

dQ'

N

'11ll-'1

III

~

o.: ~ ::1 O Ill ' ~.

(1 ) _ (1)

(1 ) III ~

(1 ) S- g. ,. ! "; ! 'O ~

I II '1

~_

.

,

,

n

v,",

¡;j

,

' 1

•.• p ; :¡

' "

M ~ (1 )t: !

Il

(1 ).?'

n O

0::1

::1

~ g- S e

~'O

S r,¡' ~ S' ~

lll ' Illp

1l

l

~ •

( 1) ~0 ' O ( 1) ::1

>

ni

~~ni'O~ •.•: III El ::l.

p

I

I I

< e, ~

(1 ) '1

( 1 ) C ;;'::I ~

g III ~ '2

.c ' O .c -S' ~

§

c

' 1

e

(1 ) > ;'. ~

~ l!.

,

~' a o g"

-

I

~

o

: :1_

\J .

o

o p

'1::1

~(1 ) •

i3::l

0::1

~

o

' 00".1" 1 l l"1 ' 1

(D

SlJ

::l •.•.••.•.'1

r.,,¡

o

~u

•.•.S

(1 ) :r

(il

• .II I p 'O

•.•

(1 ) '1

~

::IO"p

~

•N(1

• .·-

'1

)

::1 •

III O ' .!""·~

•.•

'"

c~

~~n'1

(1 ) : :;:

><On~Co.

Ill~~

•.•.~. (S. ~ •.•· ~

'1ooO"( 1 ) ~~'1nC::l

•~n

•.•

n

'1

¡::.(1)::l.

o

•.•.

::1 •

>-' III C •

(j) '

g 6. (1)'O (1) 9 ::1

~ §-

;::¡ 0.

::1

;:;.

~

o. O

~

p

p

O II I ~

(1 )

:r

( 1 )

'1

S-

~

•••

• •

(1)

~

.

(1 ) ::1 ' 1'0 _ ::1 ~ (1 ) -C"" · 1ll

.( 1) ;:¡

~

(1 ) l!.

(D ~

-

( 1 )

><

~

III ::l . 'O

<

,

'1 ~

(JJ p

O

'O~::IIll~Il l ""''''''''''

:r '1

o

::;- n ~

9 ~ ~ §: g [g : -: ~ ~ .

M_"1 nlllo, , (1 - )

:::.

.• •~

Il l O

• •_

~~ .• > t -'OIll::l •w '1

• . •

~ ~.

'1 . 0

~

~ ~ . ~::I : :I

~ ~~O~O ': ~~~Ill;' ' 1

•.•

_

( 1(¡~(1(¡'1 •

~

(1 )

e

l!. I I I III I I I ( 1) ;;l o '<: •

e!.

~::¡ I I I o '8. o

~

(1(¡'O o

O" o

• •

I

~ 8.-

El

e!. o

o

S

?' o

~

b

'

I

1

I I

& III 'g 9 ~.'2 ~ e,

9

"1 o

III ~

II I o'

. : - '

~

::1 l ! . > ; ' .

•. • .c

9

9

~ 'g ~ ~ O. n 'g (1 ) III ~

~

•.•.Il l> <

nlllc::::~""

~

Cuadro cronológico comparado

CONTEXTO HIS T ORICO y CULTURAL

1 8 98 . -Los es p osos C U RI E d e scubren lonio y e l ra d io , d o s element os

e l p o - fu e ro

t e mente ra d iac t i vos.

Españ a pi e rde

Cub a , Filipina s y Puerto Rico.

1900 . -C . T . R . W I L S O Nl a nza la hip ó t es i s d e la e xist e n c i a d e una radiació n prov e - ni e nte d e l C os mos. H U SSER Lpubl i c a la s In vest i g a c i ones ló g icas. F R E u D pu- bli c a La i n t e r p re t a c ión de lo s su e ños.

1902 . -Comie n z a e l r einado de Alfonso XII I .

1905.-EI N S T E I N publi c a su prime r artíc u l o so br e l a r e l a tivid a d res t rin g id a . 1907.-Se c r e a l a Junt a para la Ampli a c ió n de E s tu d io s e Inve stigacion e s Ci e nt í- fi c as . BE R GS ONp u blica La evol uc i ó n cr e ado ra .

1 9 00-10 . -Ev a lu a c i ó n

d e l « número

d e Avo -

g a dro » y tr iunfo del atomismo mod e r -

no . M . PL AN C Kf o rmula

la l ey d e r e -

Cuadro cronológico compa r ado (co n ti nu a c ión) N X AV
Cuadro cronológico compa r ado (co n ti nu a c ión)
N
X AV IER ZUBIRI
CONTE X TO HISTORICO y CULTURAL
p ar t ic i ón de la r a di ac ión n e gr a : nac e
l a t eoría
c u á nti ca . En 1910 O RTEGAy
G ASSE Tgana l a C á t ed ra de M e t afí s i ca
d e l a Universid a d d e Madrid .
1 9 13 . -Hu sSER L publi ca I d e a s pa r a u n a [e n o -
m
e n ol og ía
pur a y u na filo sofí a [ e n o-
m
e n o lógic a.
1914.-Comi e n z a la p r im er a guerr a mund i a l,
l lama d a "Gra n Gu e r ra» .
1 9 1 5. -S e gradúa d e Ba c hill e r e n e l I ns titut o
19 1 5 .-S AUSS U R Epubli ca e l C u r s o de l in g üís-
d e Enseñ a n za
Media d e Sa n Seba s -
t
i c a g e n e ral.
t
iá n .
1 9 15-1 6.- I n icia s u s est udios en e l S e minari o
Conc iliar d e M a drid. C o mpl e t a s u fo r -
m a ci ó n f ilo sóf ic a e n l a Uni v er s id ad
Central. Hac ia 1919 co no ce a José OR-
TE G AY G ASS E T.
1 9 18.-T e r m in a la pr i m e r a g uerra mu n d i al.
1 9 19 . -S e l og r a la tra n sm ut a c i ó n
a r t i ci a l de
ele m e ntos quí m i c os (RU THERFOR D).
Nace l a te o rí a gen e r a l de l a r e l ativ i-
d a d ( E INS TEI N ) .S e a bre co n e ll a u n a
n u eva re pres entació n del univ e r so .
1
92
0 . -Lic e nci a d o
e n Fi loso fí a y L e tr a s en l a
Universid a d Ce nt r al d e Ma dr id . Licen-
cia do en F ilosof í a Sup e r i or e n l a Uni-
v e rs idad d e L o va ina. T esis: L e pro bl é -
me
de l 'o bj ecti vit é
d ' ap r é s Husserl .
D o ctorad o en T e ología (R oma). Viaj a
p or Alem an i a .
1 92 1.-D o ctorad o e n Filosofí a e n l a Univer-
si d a d d e M a dr i d . Te sis : En s ay o d e
u
n a teorí a feno menoló g i ca
d e l juicio .
P on ente, J os é O r tega y G ass e t. En sep-
ti e mbre s e o rd e na de d i á cono e n Sa n
S
e
bastián .
1923.-J os É O R TEGAy G ASSETfunda l a R e vis ta
d
e O cc i de n te.
C o m ie nza la d ic t a dura
d e l g e n era l P ri m o d e Ri vera .
1924-2 6 .-N ac e la m ecá ni c a o ndulat or i a (L. DE
B R OG U E ,E . S CH R O DI N G ER. )
,

.¡:

1926.-0btiene

XA VIER ZUBIRI

la Cátedra

de Historia

de la

Filosofía de la Universidad de Madrid,

Cuadro cronológico comparado (continuación)

CONTEXTO HISTORICO y CUt.TURAL

vacante por fallecimiento nilla y San Martín.

de A. Bo-

 

1927.-HEIDEGGER publica Ser y tiempo.

 

1928-30.-Perfecciona su formación

filosófica

1928.-HuBBLE enuncia

la ley, que

lleva

su

en Freiburg

trabajando

im Breisgau (Alemania),

nombre,

sobre el desplazamiento

ra-

con HUSSERL y HEIDEGGER.

dial

de las galaxias.

 

1931.-Marcha

a

Berlín

y trabaja

con

N.

HARTMANN.Traba amistad con cientí-

ficos

PLANCK, SCHRODINGERy otros, cuyos

cursos y conferencias

eminentes,

como

EINSTEIN,

sigue.

1931-35.-Atiende

su cátedra

en Madrid.

Par-

ticipa

mente creada Universidad

en

las

tareas

de la

reciente-

Internacio-

nal

de Santander.

Tiene lugar

en

Roma

el proceso eclesiástico

tras

el

cual es reducido

gún

su

deseo.

al estado

Contrae

laícal, se-

matrimonio

con Carmen

Castro, hija de AMÉRICO

CASTRO.

1936-39.-La

prende

Guerra

Civil española

le con su es-

sor-

en Roma. Marcha

posa

a París.

En este

tiempo

conti-

núa, profundiza

lingüística

o inicia estudios

de

clásica y oriental,

así como

1929.-HussERL publica Lógica formal y ló-

gica trascendental.

1930.-Comienzan

a ser descubiertas

nuevas

partículas

subatómicas, además del

electrón,

el protón

y el fotón,

ya co-

nocidos. ORTEGAy GASSET publica La

rebelión de las masas.

1931.-Se proclama la II República española.

1932.-Se

descubre

experimentalmente

el

electrón positivo (positrón),

do teóricamente

mera «antipar tícula» conocida.

anuncia-

por DIRAC. Es la pri-

1932.-E. O. LAWRENCEy M. S. LIVINGSTON,de

de California, realizan

el primer ciclotrón, potente acelera- dor de partículas. BERGSON publica

la Universidad

Las dos fuentes religión.

de la moral y de la

1936.-Levantamiento

militar

guerra civil española.

que inicia

la

1939.-Termina

la guerra civil española.

Co-

mienza la segunda guerra mundial.

o -

t -

-

:t

XAVI ER ZUB I R I

de Mate m á t icas, Física y B i ol ogí a , to d o e l l o e n contacto co n emi nentes esp e c i a listas.

1940-42 . -D esar r o ll a s u a ctivi d ad do c en te e n l a Un i ver sidad d e B a rcelon a. En mayo da s u última l ecc i ón e n una u n i v e r- si d a d es p a ñol a .

1 94 3 . - Termi n a su pr i mer l ibro, Natural eza,

Histo r ia,

y ree l a b o r an t rabajos an t e ri o r es. No

se p ubl ic a ha s t a 194 4 , de bi d o a l a l en - t i tud co n qu e obti e nen e l «nihi l o b s - ta t» s us dive rsas part e s.

Di os, en don d e se r ecogen

1 946 . - V i a j a c on s u es p osa y co l a b o r ador a l os E sta dos Un idos. R een cuent ra en l a Uni v e rsidad d e Pri n c et on a p rofe - s o res e urop eos cono c idos y en tra en c o ntac t o c o n o tr os mie mbr os i lu stre s

Da

a

d e a q u e l l a famo s a Un i v ers i da d.

u n a co nferen cia e n f ra n cé s sob r e L e

réel e t l e s m ath e mati q u e s:

m e d e ph il oso p hi e.

un pro b l e -

1 947 . -S e f u n d a la So c i e dad d e Estu dios y Publ icac iones , d irigida p o r Z UBIR I y f in ancia d a p or e l B a n co U rq uij o. En años s u c esi vos , y como act i v i dad d e

c ul t u ra l , ZUBIR I de s-

esa in st ituci ón

arrol l a r á curs o s p ú b li cos s obre t em a s var i a d os .

Cuadro cronológico co m parado ( co n tin uac ió n)

CONTE XTO H ISTORI C O y C U LT URAL

1 9 40 . -0 RTEG Ay G AS SETpub l ic a I d e as y creen-

c ias.

1943.- J . P. SARTREpubli ca E l se r y la nad a.

1 9 45 .-S e u tilizan l a s dos pr i m e ras b o mb as atóm i cas so bre H iro s h i m a y N a gasaki (J apón) por l os n o r t e am e ricano s . OR - T EG AY G A SSE Tr egres a a Espa ñ a .

195 1 . - Esp a ñ a es a dmiti da e n la UNE S C O.

1 9 53.-W ATSONy C R ICKpr o p o n e n u n m odelo

d e l a e str u c t ura

del AD N.

1955.-S AN G ER y c olabo ra d or e s

esta blecen

p or p ri m e r a vez l a s e c u enci a de ami- n oá c id o s d e una p rot e ína ( l a insul i - na), M u e re O RTEG Ay G AS S E T.

.- oe

.- O

\

XAVIER ZUBIRI

19 6 2.-S e publi c a S o b re la esen c i a.

1 9 63 . -Se publica Cin c o l ecci on es

s ofía .

d e Filo -

1971 . -Se c rea , d e ntr o de l a So c i e dad de E s - tudios y Publicaciones , e l S e mina r io

Xavier

á mbito par a l a exposición y di s cus i ón

de sus id ea s.

Zub i ri. En ést e e ncu e ntra un

1 97 3 . -Di ct a un curso d e doc e l ecc i o n e s en l a Uni v ersid a d G reg o r ian a ( R oma). El tí -

t ulo es El prob l e ma

b r e .

t e o lo g a l de l hom-

1 974 .-S e publ i c a e l p r imer n úme r o de R e a-

l itas, anu ario del Se minario

Z ub i r i.

ú l ti mo n úm er o h as ta a hora.

X avi e r

En 1 9 7 9 se publi có e l t e r c e ro y

1 979. -L a Repúbl ica F e de r al d e A lema nia l e co ndecor a c o n « Das G r os se V er dienst K r euz» ( G ra n C ru z al M érito) .

1 980 .- Tien e qu e s er o pe r ado d e u r ge n ci a. L a Un iversid ad d e Deusto l o h a c e Doctor H o nori s C a u sa en Te o l ogía. Se publi- ca Int e l i g encia sen ti e n te .

1 9 82 . -S e publi c a I ntel i g e ncia

y lo g o s . Se l e

c oncede el P re m io R a món y Cajal a l a Investi g aci ón, compar t id o con S E- V ER OOC HO A.

Cuadro cronológico comparado (cont in ua ció n)

CONTE XT O HISTORICO y CULTURAL

1957. - S e p o ne en órb ita e l primer sa t é l i te

a r t i f i c i a l e sp ac i a l » .

( URSS) . S e ini c ia l a « Era

1 95 9 _ -S. O CHO Ay KO R NB E RGr eali z a n l a s ín - tes i s bio l ógica d e ác idos nu c l e i c o s. La c ienci a y su úl t i mo product o - la s nu e v as tecnolo g ía s - a f ect a r á n t o das l as dimension es de l a vida hu ma n a ,

p a r a bien y pa r a mal , has t a li d a d .

la a c t u a -

1975 . -Mu e r e e l g e n e r a l F ranc o . El re y J u a n

Ca rl os 1 es

E s p aña se or g a niz a pol í ti c am e nte como una d e m oc ra ci a par l a m e ntaria .

e l nu evo J e f e d e E sta d o y

, ¡

<

~

;:¡

E-<

, ¡

¡

;

:

u

><

o

u •

~

o E-<

(/)

::c

E-< o

;><

u:¡

E-<

Z

o

u

 

•.

w"';: .::

Q ) en

('j

';;: -e 11

. Q )

u

' ( ' j

' "

8 2~

E-< .-

"Ci'::

 

~ o .

' o Q )

"'l-<

<:l

.,;

o:: ';:;j ~
o:: ';:;j
~

. 9

• 'Q )

Q )

<I l .::

 

~ . ~ N

 

Q

E:"'

""U

1:)

;::l

 
 

<:l

~

""

~

.-

Q )

<Il

O

. ~ ~

oS:!~"""

o:l

"

~

; ::l

El

"-

1:)

o.::

N ~
N
~

-

Q

)

;

'-

01)

E:

<Il ~,~

l-< l-<

O

<Il

. • •• Q )

<Il

.••.• 0

~ E

Q

)

l-<

oS:!

~

"-

I:)~Q)

O

;>

u:¡ •

en ;::l

, v i

>- C \ i 0 .p

<

;><

U o

.

~ O J ( ] "i

C/Joo <

~ ~ iJ

.

~ l5E~~

o"' .•.• z

 
 

;::l Q ) ~

0."Ci

El

;::l

o ::q:;; ¡:: ;:¡ ~
;::l

,

o .

o.

N ~

Q ) •••• ~

(/) N ': :

Q )

(/),;::;><¡::

Q

)

~

O

 

( /)

I

I

I

<Vi

'CÍ

00

0 \

~ 00

0 \

0 \

• •

 

-------------------- -,

Siglas

Las obras de X . ZUBIRI s e c i tan según las sigu ie n t es s i- glas y e diciones.

IS

Intelig encia sentiente, Madrid , Alianz a Ed i torial / So c ie d ad de Estudios y Publica c ione s, 1980. Est e li-

bro se tituló en su 3 .' edi c ión ( 1984) In te li g en c i a

s

e ntiente. 1 : Inteligencia y re alidad .

IL

Inteligencia y lagos, Madrid, Al i anza Editorial/So- c iedad de Estudios y Publicaciones , 1982.

IR

Intelig e ncia y Razón , Madr i d, Alianza Editorial / Sociedad de Estudios y Publicaciones, 1983.

NHD Naturaleza , Historia, Dios, 9.' edi c ión, Madrid, Alian- za Editorial/So c iedad de Estudios y Publicacio- nes , 1987. Es la e dición más asequible a ctualmente y presenta algunos enriquecimientos con r e spec t o a las ediciones anterior e s.

HD

El hombre y Dios, Madrid, Alianza Editorial/Socie -

SH

dad de Estudios y Publicaciones , 1984. Sobre el hombre, M a drid , Alianza Editorial/Soci e-

SE

dad de Estudios y Publicaciones , 1986 . Sobr e la esencia, Madrid. Alianza Editorial / Socie- dad de Estudios y Publicaciones, 1985.

Xavier Zubiri en 1968.

Primera parte La intelección

La inteligencia sentiente

Al menos desde Parménides se ha mantenido en el pensamiento filosófico una contraposición entre sentir e inteligir, entre sensibilidad y entendimiento (o inteli- gencia, o razón), entre sensación e intelección. Se ha partido como de un hecho inconcuso de este

dualismo en paralelo con otros dos dualismos: aparien- cia-realidad y error-verdad. Las relaciones entre los tér- minos de los tres dualismos se han matizado según su

adscripción a unos sistemas entre sensación o intelección

u otros. Pero la escisión se ha mantenido constante

y se ha basado en la distinción entre dos facultades. La sensibilidad es una facultad y la inteligencia es otra fa- cultad, y cada una tiene su función específica. Se supo- ne, en general, que la sensibilidad está abierta a los in- flujos del mundo exterior al hombre y que la inteligen- cia somete a ciertas operaciones los datos que le pro- porciona la sensibilidad. Esas operaciones son el concep- tuar, el juzgar y el razonar. Zubiri cuestiona esa tradición (cfr. 1S, 11-12) a la que supone afectada por gran vaguedad, pues no se

ha dicho qué sea formalmente" sentir ni qué sea formal" mente inteligir. Es decir, esos conceptos no han sido so-

m e tidos a una a c laración en virtud de la cu a l queden perf e ctamente determinados. Esa tarea l a acomete Zu- biri en su trilogía sobre l a intelecc ió n , cuya prim er a par t e lleva po r título « Intelig e ncia s e n ti e nte » (1 9 80); la se g u n da, « Inteligencia y lagos» (1982 ) , y la tercera,

ble porque ambas pued e n tener el mismo objeto. Pon-

dré un ejemplo totalmente común tanto

riencia a la cual se r e fiere como en las expr e sion e s lingüí s tic a s necesa r ia s para describirlo .

todos h e mos t e nid o frío --o calor, o

en la ex pe-

Seguramente,

«I

nt e ligencia y razón» (1983).

desarrolla con inspiración fenomenoló g ica *. Se pre-

hambr e , e tc . - alguna v e z. Y en ocasiones

cada uno ha

y

La investig a ción contenida en esos lib ros se plant e a

dicho o puede haber dicho «siento f r ío». Sabemos por experiencia propia en q u é consiste sentir frío. Repare-

t e nd e analizar los actos de sentir y de int e ligir en y po r

s í mismos y no como actos de facultad e s. Lo s actos son lo básico por est a r expuestos inmediatam e n te al an á li-

sis , s on hecho s. Hablar de fa c ultades ser í a ir m á s allá,

se ría una labor me t afísica . Zubiri no pretende hacer

una metafísica de la intelig e ncia, sino, p r io ri ta ri arnente ,

d e terminar con e l máximo r i g o r la estru c tu r a de la in- t elección. La trilogía es un análisis d e la intel e cción . Si s e usa -ya en los título s - el nombr e « i n teligen cia» , deb e entenderse que esta expresión signific a el carác t er

ab str acto de la intelección y no una facu l tad.

El análisis dirigido a aclarar

el sentir y e l inteligir

para culminar en su determinación pre cis a, ha produ- c ido en Zubiri una constatación sin precedentes: la di- s ociación entre ambos no t ie ne un firm e apoyo fáct i co.

Ci e rtam e nte, sentir e inteligir s e distinguen y no s e

pu e den i dentificar; pero «e l s entir humano y la in t elec-

ción no son dos actos num é ricamente distintos, cada

uno completo en su ord e n, sino que con s tituyen dos

m o mentos * de un solo acto d e aprehensi ó n sentiente

de lo real: es la inteligencia sentiente» (IS , 12). El acto cuyos m omentos son el sentir y el inteligir es un acto de apr e h e nsión, de captación de algo, sin que e sta s expresione s impliquen ningún tipo de juicio res- pecto a la situación ni a l ser de lo captado. La apre -

hensión no es u n a teoría, es un hecho . S i ve o un c ol or,

o a lgo coloreado, u oigo u n s onido , o algo sonoro; esto y

aprehendiendo algo, es de c i r, me esto y dando cuenta d e

al g o que me e stá presente . Ahora bien , como la apr e -

he nsió n pertene c e al s enti r y al inteli g ir , es e n ella en

la que debe busca r s e la di fere ncia y l a índol e del s ent ir

y del inteligir. Podemos h a blar de una a p re hens i ón sen-

s ibl e y de una ap r ehensión intelectiva, a l menos como r ec urso para desarrollar nuestros análisis . Esto es posi-

mos ahora e n que en e s a situación sentimos frío y sa - bemos qu e e s frío lo que sentimos. Nos estamos d a ndo

cuenta de alg o que nos está present e --el frío-

algo sentido y como algo s abido: esto q ue sentimo s e s

f r ío y no s e d , por e j e mplo. Así, pue s, esa cosa que aprehend e mos - « co s a», como se v e, s e usa con toda la a mplitud se mán t i c a qu e posee v ulgarm e nte este t é r -

mino- l a a prehend e mos sintiéndola y s abiéndola. Ll a-

memos a lo primero «ap r ehensi ó n s ensible» y a lo s e - gundo «apr e hensión intelectiva». Disp o nemos así de una base mínima , pero suficiente, para abordar el análisis del sent i r y del inteligir.

como

1.1. El sentir y la aprehensión sensible

Zubi ri c omienza por dete r minar el sentir como un p r oce s o. El se n tir es un proceso en el cual se integr a n

uni t ariamente tr e s momentos: la su sc i t ac ió n, la mod i-

el animal, humano o

no, el p r oc e so sentiente está susci t ado por al g o, ya tenga carácter exógeno o carácter endóg e no. Sus ci t ación es lo qu e d e sencadena una acción a n i mal, como huir, atacar, etc. Esas acciones e s tán det e rminadas por lo que el animal aprehe n d e sent i entem e nt e (un en e mi g o, un a pr es a) . La s uscitación modifi c a el estado en que se e ncuentra el animal, s u estado d e tono v ital ; es el se- gundo momento estru c tural, y no temporal, del sentir. A la modifi c ación tónica s e responde accionalmente ; se huye, se a t aca . E s la respuesta (cfr. IS , 28-30 ) . Si lo que suscita el proceso sentiente es la a prehen - s ión de algo, podemos llamar a esa aprehensión «apre- hensión s e nsible» y e n su índole propia tendremos lo que en ú l tima instan c ia c onstiuye, def i ne el sentir. ¿Qué

ficación tó n ica y la r espuesta. En

es ello? Para Zubiri la aprehensión sensible es aprehen- sión impresiva. Lo que formalmente * constituye el sen- tir es impresión . Pero la filosofía, tanto antigua como moderna, no ha sometido a un preciso análisis estruc- tural la impresión, y, sin embargo , esto es necesario para hablar del sentir de una m~nera rigurosa. En la impresión cabe distinguir también tres momen- tos . 1.0, la impresión es afección del sentiente. Este «pa-

dece» la impresión, es pasivo con respecto a ella. En general, se ha reducido la impresión a este momento * suyo , se ha pensado que impresión es afección. Pero esto no es sufi c iente; se dan otros dos momentos. 2. ° , la afec - ción hace presente aquello que impres i ona . Es el «mo- mento de alteridad», « I mpresión es la presentación de algo otro en afección. Es alteridad en afección» (IS, 32). Lo que impresiona, lo que se hace presente en la impre- sión lo llama aquí Zubiri «nota», lo meramente notado

en la impresión: el calor, el frío o el ruido que

impresionado, que se nos han hecho presentes impresi- vamente. No las notas como cualidades «de» o propie- des «de», sino lo notado como notado. 3.°, la nota o notas se imponen al sentiente. Es lo que suscita el pro- ceso del sentir. Es la «fuerza de imposición» . No es la intensidad de la afección. En un país agitado por terre- motos un ligero y sordo rumor tendrá , seguramente, una gran fuerza de imposición (cfr . IS, 32-34) . En virtud del momento de alteridad se hace presente al sentiente algo otro que él en tanto que otro. Esto otro, nota o conjunto de notas, tiene un contenido --co- lor, t e mperatura, dureza, etc.-, pero ha sido una limi - tación frecuent e y errónea dirigir el análisis sólo o pre- ponderantemente a los contenidos . Se debe desta c ar que las notas están presentets como otras. Zubiri lo ex- presa diciendo que «quedan- ante el sentiente como algo otro . Y esto es decisivo porque el «quedan> tiene modos distintos, manifestaciones de diferencias gradua- les en el sentir y también, y más importantes, de dife- rencias cualitativas, por así decir, que especifican los sentires estrictamente animal y humano. En tanto en cuanto una nota «queda» es independien- te del sentiente; se autonomiza o está autonomizada, pero no como si estuviera aparte o más allá de la im-

nos han

28

presión, sino en la misma impresión. «Quedar es estar

presente como autónomo» (IS, 35). Si sufro un dolor cualquiera, ese dolor me está físicam e nte presente en . »

mi impresión, no aparte de ella; pero es autónomo con

respecto a mí en tanto que sentiente. No basta que yo

no lo quiera para que desaparezca, fluctúa su intensi-

dad aut ó nornarnente, etc . Esta autonomía no es idéntica al contenido ; un mismo contenido, como se verá, puede « quedar» en formas distintas. Por eso dice Zubiri que además del contenido la nota tiene una formalidad, una forma propia de autonomía. Pero contenido y for- malidad son unitarios , no son independiente s ent r e sí:

la formalidad lo es siempre de un contenido. Se detiene Zubiri a considerar cómo se modula la for - malidad en la escala zoológica. Esa modulación la llama formalización. No todos los animales est á n igualmente formalizados, es decir, la autonomía en que algo otro

les

está presente

en el sentir no tiene el mismo grado.

El

hombre está hiperformalizado en este sentido. Lo

que nos importa , empero, no es entrar en la contrasta-

a apoyarnos en

conocimientos cient íf icos y hasta metafísicos quizá, sino señalar la diferenci a específica que tiene el momento de formalidad o autonomía en el hombre frente a los demás animales.

Supongamos que nos encontramos l e yendo apacible- mente un lib r o, c ó modamente instalado s en nu e stra

casa. De . pronto oímos un fuerte estr é pito e n la calle. Nos sobresaltamos. Cerramos el libro o lo arrojamos precipitadamente . Nos levantamos d e l a s iento y corre- mos a una v entana o, por el contrario , nos e chamos al suelo y cubrimos nu e stra cabeza con las m a no s. Pues bien, analicemos lo sucedido . Hemos oído un ruido.

El ruido nos ha e stado presente como algo otro que

nosotros mismos, como algo autónomo . Es el mom e nto

de alteridad, es la f ormalidad concomitante al conteni-

ción de esta visión, que nos obligaría

do -ruido y no olor-, p e ro distinta de é ste. Ese ruido, que naturalmente nos ha impresionado , nos ha movido a realizar unos actos; ha suscitado una r e spuesta -hu- biera podido ser, y nada cambiaría, quedarnos quietos y expectantes-o El ruido es, como comúnm e nte se dice,

un estímulo. Este es un signo que desencadena una res-

29

pue s t a. Pero es te r u ido , ¿se agota e n

ment e d e s cri to ? ¿Es est e ru i do al g o e n e l p roc e so qu e

n o tie n e otro c ar á c t e r

t a s n os c ondu ce n a l punto c ru c ial d e l a n ál i si s. Ahora, y ant es d e r es pond e r, pod em o s d e ci r qu e e l mom e nto d e alt e rid a d , la f o r m a lidad, lo e s a modo de e s tímulo , es f orm a l i d a d de es t i mulidad . Las p reg unt a s anterio r es s e cond e n s an e nto n ces en és t a : ¿que d a a s í plen a mente ca- ract e riz a da la f ormalid a d d e l r u id o c omo m omento de nu es tro s enti r? La r es p u e s t a e s nega ti va . Si hemos c orri- do h ac ia l a ve n t an a y h e m os es cud riña do de s de e ll a l a call e, h a s ido pa r a aver i g uar « qu é ha s ido » a qu e l r uido . Y si hemo s cor r ido a g u a r e ce m o s d e un p e l ig ro po s ib le , seg ur a mente no r ee mp r en d ere m os l a lec t u r a si n pr o pon e mos l a misma av e ri g u a c i ó n. Mas esto ind ic a

que e l ruido n o «ha quedad o" só l o com o signo de res- pues ta, que n o nos está pre sen t e s ólo como algo otro

determ ina nte

Hay aún otra modalidad en l a f o r m al i dad, en la autono-

mía c o n r e specto a los senti e n tes

no s está pre s ente como al g o otro q ue e s « en prop i o» l o

que e s, ind e p e ndie n temente

su s ctia r;

con o tra fo r mal i d a d que l a es timulid a d. Esta la com p ar-

nos es

t e . el homb re

prop i a ., Prec i sem os s u c ar ác t e r .

E l se n t ir hum a no con s i s t e e n a p r e h e nd er i mpres iva- m e nte algo qu e « qu e da » en l a impresi ó n no sólo como

s ig no de r e spu es ta --e s tímul o - , s i n o también

siendo « e n p r opi o» , sien do « de suy o » lo qu e es . Como se h a dicho , l a impresión d eter min a r a di ca lmente el

senti r, la a pr e h e n s ión sent ie nt e . P er o el mome n to de al- teridad, la f o r m a l i dad pued e ser d e es tímul i dad o puede

com o al g o ot r o «e n

propio », « de s u y o » . S e mej an te a p re h e n s i ó n

s enti e nte , pe ro lo ap r ehendid o

s e r t a l que l o apr e he n dido qu e d e

el p r oceso bre ve -

qu e se r e st í m u lo ? E stas preg u n -

de ciertas

accion e s y ag otado

en ellas.

que somos. El ruido

d e l as acci ones que pueda

qu e es « d e su y o » lo qu e es . No s e st á presente

co n t o dos lo s an i mal e s,

aq u e ll a

como

s e rá, pue s ,

n o s er á m er o e s tímulo.

S e rá «r e a li dad». Al g o t i ene e l car ác t er d e r eal s i es apre he ndido co mo algo o t ro «e n pr o pio » , « d e suyo». Y

la apr e h ens ión

Zubi r i ll a ma «intelecció n », a p r e h e n s ión int e lectiva . Si

llamamos « int e ligencia» al car á cte r a bstr a cto de la in- telección , como simple recurso gr amatical, podremos

de algo con es ta f o rm a l i dad

es lo que

decir « intelig e ncia s e nti en te», y «s entir in te l e ctivo » será un a expr e sión equival e nt e e n s u d e si g n ac i ó n . El hombr e tien e « inteli genc ia se nti en t e» o « se nti r i n te l e ct iv o ». Los demás animales tienen s e ntir e st i m ú l i c o '

« en

propio », e s d e cir, no c o mo a lgo qu e es r e p rese ntac ió n , no como al g o qu e a lu de a ot ra cosa. A unqu e a sí pudi e ra s e r, lo sería e n vi r tud de s er algo «e n propi o» . P er o tal

no e s u n h ec h o, y

s e q uiere m a nten e r

color v e rd e qu e e st o y v ien d o me es tá p r e sent e como

s iendo p r opia me n t e en sí m is mo e se ve rd e qu e v eo . Sus

c aracte res l e p e rt e n ec en

hensión i m p resi va,

como cualid a d d e un a cosa que e x i s ti e r a

la misma imp re si ó n . Pero, no obstante ,

sente en pl e nitud

f í s i c a . El carácter

de ese verde ah í a p re hendido son suyo s , no d e otra

cosa ni míos. El. ve rde está presente «de suyo».

Lo apreh e ndid o i nt e le c ti v amen t e

está pre se nte

s upuest a c o ndi c i ó n r e p re sentacion a l

e l an á l isi s anclad o e n l os h e c h os. El

«e n propio »; ah í , e n mi a pre-

no como al g o e x is te nte má s a llá o

m á s a llá d e

c o mo a l g o pre- o lo s c ar acteres

d e sd e sí mismo,

fenom e noló g i ca i, sin

duda , ha di s ipado l a tradicional con t rapo s ic i ón

sensibilidad

minación r adi ca l. p ri mo r d ia l e s un a c to de a pr e h e n si ón

impresi v a . N o h ay una s e nsibilidad

-como qu iere K a nt- y que apo r t a s u s p ro du c to s,

como mat er iale s , a un en t endimient o

a sus propias o pe r a c i o n es.

bl e , es senti e n te. Y lo que s e siente no e s só lo lo qu e se

ha llamado cu a lidad es se n s i b les , s ino r e al i dad e n e l s en -

t i do preci s ad o .

dualismo t r adi c ional. E l m oment o de al te rid a d fund a

de o bjeto , lo ll eva a su

ex periencialm e nt e el c on c epto

b a s e . Pero es a pl i cabl e a l puro s entir:

o bj et ivo ;

b i é n en la intele c c ió n l o ap r ehendido -c om o al g o at ra -

es objeto. No c o mo mer o factor del pr oce so s e nti e nte,

sino en c uanto

a l go qu e está present e

De

donde result a qu e s e a bandona,

exprese así, un in ve t er ado esquema sub yace nt e a todas

las reflexiones

e ntre el objeto y el sujeto -a

Este análi s is,

d e ins p ira c ión

entre

e in te li ge n c ia .

L a intele c ción

en s u d ete r-

q ue es r e ce ptiva

qu e l os s o m e t e

n o es s e n s i -

La inteli ge n c i a

A l a vez , de s apare ce

o se s up e r a otro

e l sig no es s igno

Tam-

e n e l pu ro s e ntir se d a l a o bj et ivi da d .

e n p r opi o .

a u n q u e

Zubiri n o lo

s ob re e l. conocer, según el cu a l habría

nuestro n ive l de a n álisis

entre lo s e ntido como « de s u y o » y e l h om br e en t a nt o

qu e s ujeto d e l int e li g ir sent i en te -

separ a ción física, pl e n a o vagamente ent e ndid a a modo es paci a l. La alt e ridad e s un moment o d e la impr es ión .

C ie rto , p er o c o nsi s te

d e la cosa int e ligida en el mismo a c to e n el cual e st á

también físicamente presente el suj e to d e la apr e hen- sión i ntelectiva, el h o mbr e: lo ap re h e ndid o est á e n nosotros y no s otro s en lo aprehendido. A mi e nt e nder,

l a int e lecc i ón , ex p e r ie ncialmente

como un a cto comunic a tivo . Vol v amos al análisis y demos un p a s o m á s , ap ur é rnos- lo ha s ta a l c anzar su última preci s ión e n el a sp ect o qu e hemo s enfocado, el significado sub y a c en te a las e x pr e - siones «en propio», «d e suyo». Lo aprehendido i ntelectivamente « qued a » c omo al g o « en propio » y no como s igno. Esto quie re d ec ir que lo aprehendido y todos sus caract e res son s en ti dos com o suyos, son en y por sí mismos. Lo aprehendido está en e l proc e s o s entie n t e , pero es por s er y a lo que es . Lo a prehendido como algo « de suyo » es anterior a s u e s tar presente en el sentir. No en sentido t e mporal , n o es que lo aprehendido intelectivam e nte tuv i ese una constitu- ci ó n tal como e st á e n la apreh e nsi ón y ante r i o r a ell a ; e s qu e el contenido a p r ehendido a l « queda n> como al g o «e n p r opio » , c omo algo qu e es c om o es « de s uyo » , est á

presente c omo a l g o ind ep e n dient e de su p r es e nta rs e , n o es la pre s en c ia lo que se apr e he nd e c om o ra íz de t a l

que o s -

c ont en ido ,

tenta corno suyos el que s e hace pr e sen t e. No h a y un

presentar que tom a tal o

dos que e n propi o y d e s u y o s e ha c e n f í s i ca me nt e p r e- sentes e n . la a prehensi ó n intel ec ti va.

como s i endo nota e n

fo rm a t al qu e su c o ntenid o 'q ue da ' r e p o s an do como

f o rm alm e n te ,' , s u

l o

r e a lid a d s o b re s í mi smo y fund a nd o

p r opi a ap re h e n s i ón. s e ntido en impre si ón

mism a d e lo a pr ehe n d i d o.

ant e e l h o mb r e e l ca min o d e la r ea lid a d en y po r s í

m i s ma. E s tamos en lo ap re he n dido

Y

lidad de r e ali d ad. For m aliz a ció n es a utonor n izaci ó n .

una d is ta n cia, un a

e n un fí s ico e st ar - e n-pre se n cia

fundada, se rev el a

s ino que e s é st e con lo s car a c ter e s

cual c ont eni do, s ino cont e ni -

Di c e Zubiri: «La no t a 'queda'

Enton c e s, s e gún e s t e car á c t er ,

me ha i ns tal a do

e n l a r ea lidad

Co n lo c ual qu e d a a bie r t o

mi s mo e n fo rm a -

e n e l h o m b re a s i s t im os a lo qu e llamo h ipe rf o rma l i z a -

c

m ás qu e si g n o, es r e a lid a d au t ón o ma . N o es auton o mía

d e s ig ni tiv ida d , s in o au t o no m ía

d a d d e rea li dad , e s ' a l tera

ion :

l a n o t a a ut ono mi za da

e s t a n a utón o m a ,

d e r e a lid a d,

r

e a l i t a s ' »

qu e e s

e s alt e ri-

( I S , 62- 6 3 , ) . ca p i t a l en y p a r a

• E l an á l i s i s a nt e r i o r es l it e ra lm e nt e

la f ilo sofí a de X . Zu b iri. Su p e rf ec ta a s imilac i ó n e s ne-

ce sa ria s i se qu i e r e c ompren de r

l ec t o r d e b e l e er

con t e nid as e n

lo s pá rr afo s an te rio re s requieren, naturalment e , el uso

d e e x pr e sion e s ve r b a le s , per o hay q ue p r ecavers e con t ra

l as po s i bl e s s u ge s t iones

e n t o do m ome nt o a un a r e fl e xión s ob re lo e xp er im e nta-

do, pu es el lo es la b a se

• F ij a r é a l g uno s c once pt o s a nte s d e pro se g uir. S e ntir

e s a p r e he n d e r i m pr es iv am en te al go o t r o q ue aq uel qu e

s i e n te ; a l go o tr o qu e « queda » como si g no d e r e spu est a , es e st í mulo. Inteli g ir es a pre h e nde r im p resivam e nte

al g o o tr o qu e aq u e l q ue int e li g e ; a l g o ot r o q u e « qu e d a »

« en p rop io » , c omo si e n do l o qu e e s - e n la a pr e h e n-

si ó n-

o s c ur a. In s ist o e n qu e l as d e sc rip c i on e s

e s t a f iloso fí a y nin g ún

un a lín e a m á s si l e qu e d a al g una zon a

del l e n gu aj e,

se d eb e ap e la r

que da si g ni fi cad o .

« de s u y o » . R e ali da d es la f ormalid a d p r opi a d e

lo ap r e h e ndido i nte le cti va men t e . No es primordialmen - te r e a li da d al l e nd e l a apre h e ns ión, p e ro n o e s r epre -

se n t aci ó n f a nt as m ag ó ric a , p or d ec i r lo a s í, Pu e de a f i r -

m

ar se ya c o nc isa m e n te que int el igir con s i st e formal-

m

e n te " , p ro p i a m e n te en ap r e he n de r a l g o c o m o rea l;

se nt i r c o n s is t e f o r m alm e nt e, p ro p ia me n t e e n ap re hen - d e r a l g o im p r esi v a m en te. L a conj u nci ó n d e es os do s ca -

y

ra

c tere s co n s ti tuy e y de t e rm i na l a int e lig en cia human a

c o m o in te l ige n c i a s e n t i e nte

c a r a c t e re s s e d i st i ng uen , pe r o no se o p on e n, c om o h a

sid

d a d in d iso ci a bl e.

op o nen

l o t i e n e n l o s a n i m a l e s no hu m a n o s , e l s eg undo e s pr o p io d e l ho m br e . «L o qu e lla ma m os i n t e li g i r y se nti r , r e pito, n o s o n s in o do s mo me nt os ,' , d e l únic o a c to de ap r e hen- d er s e n tie n t em en te l o r e a l. C o m o n o p ue d e h a b e r c o n t e -

as í

Se

f or ma n en e l ho m bre u na uni -

o sentir i nt e l ec ti v o .

E s to s

o tr a dic io nal

p e nsa r ; S e n tir

e inteli g i r

n o s e oponen.

e l p uro se n t i r y e l se n t i r int e l ec t ivo; e l pri me r o

nid o s in f or m a l i dad ni f orm a li da d

s in c ont en ido ,

ta m po c o h ay sin o u n solo a ct o, el ac t o d e l s e ntir inte-

lectivo o de intelección sentiente: la aprehensión sen- tiente de lo real» (IS, 84). «La intelección es, pues, cons- titutiva yestructuralmente sentiente en sí misma en cuanto intelección. Recíprocamente, el sentir es en el hombre constitutiva y estructuralmente intelectivo en sí mismo en cuanto sentir. De ahí que la sensibilidad no sea una especie de residuo 'Iiylético' * de la conciencia, como dice Husserl, ni un factum brutum *, como la llaman Heidegger y Sartre, sino que es un momento intrínseco y formal de la intelección misma» (IS, 85).

1.2. La diversidad de los sentires

Para Zubiri la diversidad de los sentires radica en los

modos

presión la realidad, y no en las llamadas cualidades o contenidos. La misma formalidad de realidad está mo- dulada por los diversos sentidos. Cada uno presenta sus propios contenidos con la genérica formalidad ca- racterística de la intelección, pero diversamente modula- da. La vista aprehende la cosa real como algo que está delante; la cosa vista está ella misma «ante» mí, En cambio, en el sonido no está incluida la misma cosa sonora; el sonido remite a ella, la realidad del sonido lo es como noticia. En el olfato la realidad se presenta como rastro, etc. No es necesario pasar una revista ex- haustiva. Pero debe destacarse por su especial importan- cia el sentido cinestésico, el sentido del movimiento. En él la realidad se nos ofrece en «hacia». No hacia la realidad, sino la realidad en «hacia». El «hacia» es un modo de lo real, modo de representación direccional. Este modo de aprehender lo real es importante, por- que en él se condensa como singular modo del sentir un rasgo esencial de lo real aprehendido intelectiva- mente. Me refiero al carácter difusivo, trascendental que tiene la realidad como formalidad del sentir inte- lectivo. Ese es, según Zubiri, el fundamento sensorial de la ciencia y de la metafísica. Superado el dualismo sentir-inteligir desaparece también el antagonismo en-

según los cuales cada uno nos presenta en im-

de la

intelección como razón -ya la estudiaremos más ade-

tre ciencia y metafísica. Ambas son producto

lante-; no se confunden ni tampoco se oponen .

1.3. La intelección sentiente en cuanto tal

En las líneas anteriores ha quedado determinada es- tructuralmente la intelección sentiente. Esta es apre- hensión impresiva de algo como real. El momento de

impresión y el momento de la formalidad de realidad constituyen la unidad estructural en que consiste la inte- lección sentiente. Ahora bien, esa unidad estructural se cumple como un acto de aprehensión. Aprehensión inte- lectiva es tener algo en presencia, algo que nos está pre- sente en propio. Cabe, pues, dirigir el esfuerzo analíti- co a la determinación de ese estar en presencia. Fijare-

como acto. ¿Qué

mos así el carácter de la intelección

es la intelección sentiente como acto de estar algo pre-

sente?

/ Según Zubiri , los antiguos y medievales atendieron más que al acto mismo de intelección al modo como se producía. Y tuvieron, consecuente y necesariamente,

que construir teorías explicativas. Y ahora no queremos adoptar actitudes teóricas, por lo que no es necesario entrar a discutir aquéllas; basta con señalar la diferen- te orientación dada a la investigación. Los modernos atendieron, en cambio, al acto mismo más bien que a su producción, y lo determinaron diferentemente. Se- gún Kant, para que algo sea inteligido tiene que estar propuesto a la inteligencia y es ésta la que hace la pro- posición. Para Husserl estar presente no sería estar puesto, sino ser término intencional " de la conciencia; lo inteligido sería mero correlato de una intención" , de un acto de referencia. Todos los actos de conciencia se caracterizan por la intencionalidad =. por la referencia

a algo como

sicos--, y la intelección se considera como un modo de intencionalidad, como un modo de conciencia. Esta opi-

nión está en la base del método y de la filosofía

feno-

menológicos =. Su asimilación por parte de Zubiri cons- tituye una fase de su pensamiento; pero el filósofo espa-

su término -a diferencia de los hechos fí-

ñ o l afina más e l análisis. También H e id egger rec ib ió im-

pul s o fenom e noló g ico, al q ue s upo impr i mi r u n a di rec -

c ión personal. P ar a é l , es l o q u e nos o c u pa

p re s e nte no es po s ición , ni int e nción, s ino d esv el a ci ó n .

Zubiri regist r a s umariam e nt e todas es t a s o piniones p a r a

de r adi cal idad. N i n -

guna de ella s di c e propiamente en qu é c o nsiste «esta r p r esente». El estar presente de lo «pue s to » , «intendido »

o « des v elado » no es idéntico a su posici ó n, intención o

desvelación . Podría ser qu e a l g o estu vi e s e p r e s e n t e com o

pues t o , int e ndid o o de sve l a do. No l o di s cu ta mo s .

e l h e cho radic a l se rá , inva r i a blement e, qu e aq uell o está .

r ec hazadas ( cf r. 1S, 134-36). Carecen

a h or a , es t ar

P ero

y estar no con s iste en se r t é rmino de un act o

tiv o . « Estar » es un mom e nt o p ropio de l a cosa mi s ma ;

es l a cosa la qu e está . E s ta s af i r mac i on es vez, al g una a claración.

A estas alturas el lector deb e estar i nmuni z ado cont ra

intel ec -

r e q uie r en , t al

las sugerenc i as vulgares d e l lenguaje, pero r ecordar é ,

para evitar re ca ídas insidio s as, que al le er «cosa» no debe pensar en algo exist e n te allend e la ap rehen s i ó n

impresiva mism a . « Cosa » d es igna lo a pr eh en dido e n l a

po r ej em -

plo , lo apr e h e ndido

no c omo un cue r po cele s t e s ituado a añ os l u z y de g r an

tamaño -in c lu s o tal vez in e xi s tente y a en e l mom e nt o

pr es ente-,

punto lumino so, deste l lea n t e , e t c . Pr o pi am e n te , podr ía - mo s ignora r t odas aquella s de t e rminaci o ne s astron ó mi-

ca

s y en nad a cambiaría lo a pr e hendi d o co mo tal. Pero

y se t ra ta de su e s-

ta r. Estar es p l e nitud física que compe te a la co s a

misma. No e s ne cesario ir m á s all á d e l a a prehensi ó n

e so aprehendido e stá ahí p re sente,

apr e hensión. Si aprehend e mos

una e st r e ll a ,

ser á e s a e strel l a , pero, po r a h o ra ,

sino como la es to y apreh e ndi e nd o : c om o un

pa

r a que se d é es a plenitud fí s i c a del lad o de lo a p re -

he

nd

i do. L a l e n g u a c a st e ll ana es un exce l e nt e ve hí c ul o

p a ra ex pres ar es t e c on c ep t o f ilo só fi c o. E l ver b o « e s t ar » ,

f í s i ca . S e pu ed e

s er e nf e rm o c r ón i c o, ser un en f er m o ; p e ro no estar ahor a e nfe r m o . Y se pu ed e n o s er u n e n f er m o, p ero

es t ar enferm o .

co mo s eñ a l a Zu b iri , conn ota pl e nitu d

En c u a l q ui e r

c aso l a e n fer meda d

es

pl

e na como t a l e n f ermed a d c u a ndo s e e s tá enf erm o . E n la int elecc ión lo ap rehen dido, l a cos a apr e h e n -

di

d a, indep e nd ie ntemente d e l mecanism o o condicion es

36

d e la a pre h e n si ón , s e e n c uentra,

d e pr e s e n cia . E s un es t a do su y o . Es pr e sente

mi s mo. E so es lo radi c al e i ncues t ion a bl e. L a psi c ol og ía ,

p o d rá n ten e r al g o

de l as c o sa s.

P e ro el es t a r present e m is mo es un h ec ho radical, es un a patencia fí s icamente contundente. A es e estar p re sente algo desd e sí mismo en a l g o otro lo denomina Zubiri a ctualid a d .

el acen to se pon e en el estar m á s

qu e en l a p res enci a.

d a d , si n o l o pre s ent e e n c uanto a l go que ' e s t á ' »

ello mi s mo, en es t a do

d es d e s í

l a f i s iol og í a , la físi c a y l a metafísi c a

q ue deci r p a r a e xplic ar ese e star p rese nte

En la act ualidad

«Act u a l i dad no es m e ra pr ese n t i -

(1S ,

1 39), Y l a act u a lidad c o n cie rne propia e inexorabl e m e n-

Lo que nos est á p re -

d e r ea -

de

color v er de, n o s e s tá pr ese nte no sólo e n cuanto verde, si no radic a lm e nte en c uanto algo otr o q u e es en propio,

de real, e s la

f ormalidad d e realidad , e s el sentir e s e co lor verd e como

re al , lo qu e da todo

ti e ne un a mplio jue g o en la

f i l osof ía d e Zubiri . En o cas ion e s , c o mo ve r e mos, se utili- za c omo d ete rmina ci ón qu e con c i e rne a algo di st into d e la int e l ecc ión y no c on s id e rad o d es d e una a c titud f e nom eno l óg i ca . In c lu s o h ay múltipl e s y ex tenso s t ex to s

e n los cual es e l dis c u rs o zubir i ano oscil a in s ensibl e men-

t e ent re l a a t e nción

c ión con ce pti v a. No es tá n ambas v er t ie ntes clara m ente

diferenciada s . Eso es lo que justific a una reord e n ac ión

ex positiv a

que es d e suyo verd e . Es su cará c t e r

lid a d , no só l o e n sus not as . Si ve mo s una mancha

se nt e nos l o está p r opi a m e nt e

te a la fo r m a lidad

d e r ea lidad .

en s u formalidad

su s e ntido a la ac tualidad.

La n oció n d e ac tu a lid a d

a h ech o s prim a ri os

pr e sentar

y la c on s truc-

si se quier e

un a introducci ó n

a Con e s t e

a quella filo s o f ía. Es lo qu e aquí s e pr e t e nde.

fi n , deb e a firma r se

l a d a em i n e nt e mente a la i nt elec ció n . A p are ce p r im ar ia

y

l a s itua c i ó n e x pe ri e n cia l qu e

qu e ese a n á li sis

b as e p a r a co mp r en der l a n o c ión , q u e , un a v ez g an a da

podrá u sa r s e

e

me ro en cone xión

más tard e c omo det e r m i n ación

qu e «ac tualid a d » es noción v in c u-

y es e n re ve l a , o a la

la

la

a p arece tambi é n p ri-

( c fr. SE, 1 1 3) Y

propi a m e nt e

e n el an áli sis d e l a intel e c c i ó n

es e an á li s is

nos ll eva , e n don de s e e n c u e n t ra

c onte x to s .

A s í , e n S o b r e

e n otr os

se n c i a

la no ció n

de a c tu a l i dad

con l a inteligen c ia

d e l se r. El ser es la

37

1

!

.

1

;.'

i~

actualidad d e una cosa real e n el mundo « qua » * mund o

(c fr. SE, 449). El tema del s e r se tra ta r á

Ahor a int eres a s olamente se ñ a lar ese dobl e u s o y rec a l-

car l a p r i or id a d

más adelant e.

que en el s i g ni f ic a d o d e « actualidad »

t ie ne e l an á l i sis de la intelección , a f in de c ompr e nd e r

un a úl ti m a precisión que hace Zubi r i al d ete r minar intel e cción c omo actualidad. / En l a página 146 de Int e l ige n cia sen t ie n te se le e:

l a

« Po r se r actualid a d, la intele c ción es un e st ar present e

en ella

dad es int e l ec tiv a formalment e

no s ólo se a c tuali z a , sino qu e no hac e má s que actuali-

zarse . Es lo que llamo ser ' m e ra a c tual i dad ".»

más e xacto decir , sin aband o nar el léxic o de Zubiri , que l a i n telección es la ac t ualizac i ón de algo como real , com o « de suyo», y que la actualidad que tiene la cosa int el igida es «mera a c tualid a d » . Mera actualidad. Ese adj et ivo es lo que debe a c lararse . Que la intelección es mera actualización de lo real no

significa qu e en la intelección se hagan presentes cosas existentes allende la intelección en s u misma realidad. No se afirma nada sobre posibles cosas trascendentes. Se dic e que los contenidos a prehendi d os están ahí , e n

l a apreh e ns i ón misma, mo s trando en sí mi s mos y desd e sí mismo s s u propio c a rácter en cuan t o a su cualidad -que es mu y v aria- y e n cuanto a s u modo de e s t ar

pr es ente s , e n cu a nto a su form a l i dad .

lo intel i gido es tá pr e sente como re a l -e n prop i o , «d e

su yo» -;

terpre ta do ,

o i n -

en y p or s í mi s mo. En es o

consi s t e ser m e ra a c tu a lidad (c fr. IS , 146-4 9 ) .

d e lo re al por ser real. Pue s bien , esta ac tuali-

porqu e

en e lla lo real

S e ría

En l a int el ec c ión

sól o e stá p r esente , no e s al g o e l a borado

y e stá presente

m El m om ent o de rea l idad con c i er ne , como se v e , a l as

i imp r esio n es . L as llamadas cualidades sen s ibles son i m- pr e sio nes -po r es o son sen s ibl es =- , p e r o s o n real e s po r - que son l o que s o n « de su y o » . En su a p r ehensión i nt er - vien e n seg ur a m e nte estructura s mu y co mp lejas, estru c-

tu ras p s i c o - or g áni c as t ra s, p er o c u a lqu i era

estruc t u ra s lo que está pr e s e nt e e n las s ensaciones y en la s p erce pciones está pres e nt e « d e su y o» . Si desapa- re c i e r a n los animales videntes d es ap are cerían los colo- res, no sól o unas afecciones impr es iv as , s i no realidades ,

y física s. So n im pr es i o n e s

nues-

que pued a se r la ín dole d e esas

38

que lo son únicamen te e n la impresión, pe r o que e n ella son plenam e nt e r e al e s . L a s c ualidad e s sensibles no son

reales allend e la p erce p c ión,

c e p c ión . Y e l carác te r

e s ser lo qu e se

e s « de su y o » . No hay, pue s , raz ó n para atribuir otro c ar ácter a aqu e llo qu e pu e da haber allend e la aprehen-

si ó n. A dopta Zubi r i una posición realista. Reista prefiere decir él para ev itar toda c onfusión con otras filosofías a s í denominad as . No e s , desde luego , un re a lismo in- g enuo. No p ie n s a que cosas existentes all e nde su apre- hensión intelecti v a estén en ésta con las determina c io- nes , con los car a cter es que tienen en sí mismas con ide- pendencia de l a aprehensión. Tal creencia la con s idera « rigurosam e nte in s ostenible y fo r malmente absurda» (IS, 147). Pe r o t an d i stante corno de ese realismo se encuentra de todo fe nomenismo que pretend a reducir las cualidades s e nsibles a meras afeccione s del sentir cuyos contenidos no tendrían realidad ninguna. Un análisis del sentir e s pe c íficamente humano nos muestra instalados en lo real, pobre y lirnitadamente, pero ina- misiblemen te . « No s e pueden dislocar en la impresión

f undamento inmed i a t o , e xperiencial

pero son r e al es e n l a per -

s obre un

que define « r e alid a d »

(

dad . Ser impr es iones nuestra s no signifi c a no s er reales, s ino s e r r ealid a d impresi v amente pres e nt e . A ve riguar

qué son estas cu a lidades reales en el mundo all e nde lo f ormalmente s e ntido es j u stamente la obra de la cien- c ia » (IS , 154 ).

de-

fectuoso lo prueba la últim a frase d e la cita an t erior. Su compren s ión t o t a l tendrá ' qu e esperar al estudio

la intelecci ó n c o mo r azón . Pero en cualqui e r lu g ar donde s e e n c u e ntr e dentro del discur s o zubiriano la

e x presión « qu é s on e stas cualidades real es en el mun -

do allende lo f or mal m e nte

duce a error. Zu b ir i no debería haberl a e mple a do, y las

frases de i g ualo se meja n te sentido qu e a pa re cen en su

o bra

obra toda como co ntexto. «Estas cual i d a d es r eales» son 10 que son e n la aprehen- sión impresiva y, pue s to que sólo en ellas son reales,no

e in -

en

de

) el momento de afección y el momento de alteri-

Hasta qué punt o

el len g uaje

es un instrum e nto

s entido » e s incorrecta

deben se r de p u ra das según el cont e xto propio y la

39

tiene sentido hablar de lo que puedan ser allende esa aprehensión. Como si «verde» nombrase algo que en el sentir fuese la sensación de verde y más allá fuese de otro modo. Como si hubiese algo que está en el sentir y entonces es sensación de verde, pero que también está más allá o aparte del sentir, y entonces es una cosa diferente de la sensación. No es eso. Precisamente, así es como se ha pensado tradicionalmente, bien se crea que hay identidad de l «algo» en ambas situaciones, es decir, que la cualidad sentida es idéntica a algo que posee una. cosa existente allende la sensación o, por el contrario , se crea que no se da esa identidad; pero, no obstante, se piense que la sensación o la percepción tie- nen un correlato allende el sentir. El esquema dual no opera en la filosofía de Zubiri. Lo que ocurre es que lo sentido, en tanto que algo real, está en conexión con otras realidades, con otros algas reales. No aparece en el sentir desde la nada ni es un absoluto. Entonces, averiguar lo que algo sentido es allende la percepción debe entenderse como averiguar con qué cosas no sen- tidas propiamente guarda conexión. Por ejemplo, el verde visto guarda conexión con un determinado pro- ceso electromagnético, según la ciencia. Como queda dicho, lo real tiene en la intelección mera actualidad. En la intelección lo real está meramente ac- tualizado. La intelección 10 es de algo como real, de algo que está presente en propio, que es «de suyo» tal cual aparece en su estar presente. Pues bien, en esa misma actualidad está presente la intelección. Es una y la misma la actualidad de lo inteligido y la actualidad de la intelección. «Es comunidad de actualidad. En el acto mismo de ver esta piedra, la actualidad como piedra vista es la misma que la ac t ualidad del ver la piedra. En esta identidad se actualiza justamente la diferencia entre la piedra y mi visión. Es una actualidad que actua- liza 'a una' estos dos términos». Es coactualidad, co- presencia. No hay nada que esté presente como real sin que esté asimismo presente como real la intelección:

«en la mera actualidad de la cosa y del inteligir se ac- tualizan, por la identidad numérica de su actualidad, la intelección y lo inteligido como dos realidades distin- tas» (IS, 156). Dos realidades que cobran su condición

de tales -en el sentido tantas veces determinado-s- en su recíproca actualidad. Inteligir es, así, aunque Zubiri no emplee el término, comunicación, copresencia de dos cosas reales que, sin perder su propia identidad se uni- fican en esa coprescncia, Esa actualidad común es el plano primario, la radical base fáctica desde donde se podrá proceder con seguri- dad hacia las cosas que nos están presentes y hacia no- sotros mismos que nos hacemos copresentes en ellas.

Es, a su vez, lo que da su último significado al concepto de conciencia. «Conciencia es ea-actualidad intelectiva

).

de la intelección misma en su propia intelección (

Intelección no es conciencia, pero toda intelección es necesariamente consciente precisa y formalmente por-

). Y como la

intelección es sentiente, es decir, como la realidad está

que la intelección es 'co-actualidad' (

inteligida en impresión, resulta que la conciencia es ra- dical y formalmente sentiente» (IS, 161). Al ser coactuales lo real presente en la intelección y ésta misma, es imposible el análisis de un término sin referencia al otro. Se puede, no obstante, poner uno

u otro en el primer plano, enfocar sobre uno la aten-

ción y dejar el otro difuminado. Zubiri, por eso, se mue- ve en ambos sentidos y, frecuentemente, analiza con ahínco el momento de realidad entrando en discusión con diversas posiciones filosóficas y dando soluciones propias a problemas tradicionales, como el de la ver- dad. En esta exposición me he propuesto, por el contra- rio, una vez afirmada la indisoluble conjunción, como hecho, de la intelección y lo real, tratar con el máximo discernimiento posible cada dimensión diferenciable

analíticamente en el sistema de ideas que constituyen

la filosofía zubiriana.

Hemos alcanzado la determinación propia, formal, esencial de la intelección. Resumamos. La intelección es un acto de aprehensión impresiva de algo como real, es

decir, de algo otro que el aprehensor al que le está pre- sente en y desde sí mismo ostentando sus propios carac-

teres. Ese físico

estar en presencia y sólo estar en pre-

sencia es mera actualidad de lo real, que, a una, es ac- tualidad de la misma intelección. Por cuanto la aprehen- sión es impresiva, es sentiente: por cuanto lo es de algo

c o m o re al es in t el e ct i va . El h o mb re p osee, pues , inte- li g e n c i a se n t i e nt e, sentir int e li ge nt e . « R ea lidad » re fi er e p r i m ar i a y or i g i n ari a m e nte a « i n telecc i ó n » . « I nt e l ec -

c i ó n » r e f i e r e pr im ar ia y n ecesa r i a m e nt e

El homb r e es t á i ns talad o e n l o rea l, e n l a r ea lidad en

v i r tud d e s u in t e l ige ncia se n t i e nt e .

a « r e alid a d ".

42

Los modos de intelección. La aprehensión primordial de realidad

Puede de c i rse co n c i s a me nte que inteli gi r es ap r ehen- d e r alg o com o r e al . Nin g ún a cto que n o sea a p re hen-

siv o d e a l g o c o m o r ea l será int e lecci ó n , y tod a

sión d e a l go como r e al se rá intelecci ó n . P ero ha y di s- tint os m o do s de inte l ecc ió n, s eg ún Zubi ri . T res ex act a- ment e. Ha y un modo pr i mo rd i al, al qu e ll a m a « a pre hen- sión p r i m o r dia l d e rea lid a d » . Creo qu e p ro pi a y más b r evem en te deberí a d e nomin a rse « int e l ec ci ó n primor - dia l » . Pe r o m a nt end r é a quella expre s i ó n . H ay un a int e -

l ec c i ó n com o la gos , o

i ntelecc i ón c omo razó n, o s implemen te «ra z ó n » . La apr e h ensió n int e l ect i va consi s t e e n m e r a ac tualiza - ció n de a l g o como r ea l. L ue g o la m o d a li zació n d e la

di s -

in t e l ecc i ó n se f und a e n qu e s e dan actu a l izac i o n es

tint a s. Un a m is m a cosa p u ede actualizars e seg ún mo- do s dist i nto s, pu e d e s e r t é rmino -sin var i a r el la- de distintas in te l ecc i ones . El f undamento e s tá en un rasgo esencial de l a rea lid a d, e n tanto que form a li da d p r op i a del momento d e a lt eri d a d en la intelecció n : l a re alidad

a prehe n -

si mplemente « la gos». Y h ay una

43

es una formalidad abierta . E s to es i mpor t a nt e y deci s i- vo par a responder a problem as plante a do s como c apita-

l es po r l a filo s ofía . Recu r r a m os,

s i s e x p er i e ncial. Cu a lqu i er a h a brá est a do al g un a vez -qu i zá

de las qu e desea- en el camp o. Ento nces una gran di- versidad de formas , colores , s o nido s, e t cé t er a, ocupa su a tención diri g id a contemp l a t iv a m e nt e. Toda a quella r i -

queza s e ap r eh e nde impr e si v a me nte - se s iente- com o

es real; se int e -

de al g o .

Algo se ac tu a liza intel ec ti va ment e. Al go no s e stá pr e- s e nt e c omo real. E n la mism a a p re h ens ión , d e sde lu eg o ; pero e n un estar presente c o n pl e ni t ud físic a. Ahor a bien , ¿ a qu é algo me esto y r e firi e nd o? La atención pue-

lig e. Tene m o s, e nt o nce s, int e l ecc i ó n sen ti e n t e

algo qu e e st á p re sente « en pr o pi o», que

un a v ez m á s, al an á l i -

meno s

de es t ar d ir i gi da al paisaje co m o a u n a totalidad. Sin per der na d a d e su riqueza vi s u a l , a uditiva, olfativa, et-

cét e r a, pu e d e aprehenderse com o un to do unitario. Es e

todo es, a sí , aprehendido uni tar i a m e nt e como real. Y

pod e m os, po r el contrario, fij a r n u es tr a at e nción en un árbol e n p ar ti c ular. Tambi é n ahora ese árbol será

ap re h e n d id o c omo real. Tant o en u n caso como e n otro

nu

es t ra a p re h ens ión ,

nue s tr a

in te l ección

l o e s d e al g o

qu

e es t á

p rese nt e

« en pro p i o», qu e es « d e su y o » como

es e n s u es t a r pr e sente.

gimas e l á rbol , p e ro la dif e r e n ci a d e c ont en ido no a fec t a al mod o en qu e u n o y o t ro s on a pr ehe ndidos. Si no

fueran apr e hendid os le cc ión . El pai saj e

s

otro á rb o l. Ni nin g uno e s el gor j eo de un pájaro o e l a r oma de un arbusto. T o do eso d if i er e c o mo contenido

de la int e lección . Sin emb a r g o , la formalidad

cual e s apreh e nd i do cada co n tenid o es la misma. La realid a d como fo r ma de qu e d a r cada contenido -

-sea más o m e no s

va r ía. Lo s cont e nidos son va riabl es; l a formalidad ,

re a lidad e s i nvariante.

contenido y f ormalidad sean d o s el e me n tos di sociables

o dos fa ctores, uno variable y ot r o n o . Son, como queda

N o se t ra ta , c l a r o está, de que

la

no

según l a

Int e li g i mos

e l p a i sa je o int e li -

no s e r ía int e -

e

a sí , s u ap re h e n s i ón

no es el árbo l. N i es t e árbol

compl ejo

e n la ap r ehensión

dicho , dos momentos que d es cubr e el análisis en aque- llo q u e es a p r ehendido intel ect iv a m e r i .t e . No es una cosa

Hay una cosa

el co n t e nido y otra cosa la f orm a lid a d.

44

-siempr e e n s e ntid o l a t o - que ostent a c i er t a s c ualida- des , ci e rt a s n o ta s y en s u unidad e st á p r e s ent e -actua-

lizada- com o rea l y n o como si g n o par a un a re spues-

ta

. Pu e de d ecirse q u e e s real el c ont e ni d o .

Pues b i e n , l a var i ación de l os c on ten idos

fr e n t e a la

in

v arianci a d e l a form alidad mue s t r a e l carác t e r a bier-

t o de és ta. La r ea li d ad e s a b ierta.

a un con t eni do d e t er min a do. Alg o ve rde n o e s r eal por

ser ve rd e, s i n o q u e e s r e al s iendo v erd e; es r ealidad

v i r ídea. Y al g o

sino que e s r e a l s i e ndo dolo r oso ; e s r ealidad dolorosa.

Puede de c ir se, pu es , q ue < da impre s i ó n

ine s pe c ífi c a p or qu e tr a s ciend e de todo s aqu e llo s c onte -

nidos » (IS , 114 ). L a f ormalidad

m e nte , la r ea lid a d-

contenido d e t ermina d o -este verd e, es t e d o l o r- y en eso consiste s u mome nto individu a l; t od a c o sa r e al es

individual e n este sen tido. Pero la r ea lid a d no e stá in- trínsecament e v in c ulada a ningún cont e nido e n particu- lar. La r ea l i d a d es tá abierta hacia a l g o m ás que la realidad indi vi du a lm e nte considerada. L a rea lidad no se aprehend e impr esiva m e nte más qu e e n su s m o me n tos

e n y po r és t os . Es

individual es, p ero no es t á encerrada

la formalid a d de rea lidad la qu e «e n v u e lv e» in v ariante la multipli c id a d var i a d a de las cos a s.

o es t á c on s treñida

d o lor os o no es r eal por s er doloroso,

de realidad e s

de re alidad - s imple -

es tá necesariament e a bie r ta a un

Ese car á ct er «envo l ve nt e» es a p er tu ra

d es d e cada

cosa a hí p rese n te h ac i a a l g o m á s que ella. N o es sólo

la apertur a de l a f or m a lidad

sino la a p e rtu ra cosas re al e s

real exced e d e s í m is m a, tra s ciende d es d e s í misma hacia las d e m ás c o sa s r eale s . Se ins e r ta en un orden trascendental , qu e se r á a n al i zado con má s det e nimiento

en la se g und a p arte. A h o ra nos inter esa n es to s as p e ctos,

que dan a l a ve rti e nt e de lo apreh e ndido

por constituir la b ase d e la modaliz ac ión d e la intelec- ción . Pero aún deb e mos demorarnos uno s in s tantes en el análisis d e l a realid a d .

sino

respectivam e nt e

es ' abierta ' ,

a a quello a lo que est á a bi e rta » . El ca-

rácter de r ea l , l a fo rmalidad de realid a d, l a r ealidad es,

por su intríns eca a p e rtura, vectorial. La r ea lidad e s res-

a un co nte nid o c onc re to

d e una c osa real, y po r se r rea l, a otras a t o d a ot r a cosa re al. Es d e ci r , tod a cosa

como real,

«Como l a rea li da d

no e s r e alidad

45

pectivamente trascendental. Es apertura respectiva. «Ser real es más que ser esto o lo otro, pero es ser

real tan sólo respectivamente a esto o lo otro» (1S, 121). La realidad sentida -pero no por sentida menos «real»-

no es algo encerrado en sí, vuelto sobre

sión intrínseca. «Respectividad» es otra noción capital en la filosofía de Zubiri. Aclarar su sentido no es fácil. Ni por extenso, técnicamente y sin concesiones, como hace Zubiri; ni abreviadamente y con esfuerzo por ser claro, sin tecnicismos excesivos, pero con rigor y fideli- dad a aquella filosofía, como se intenta hacer aquí. Tal vez nos ayude volver a nuestra experiencia campestre. Ya aprehendamos un paisaje como un todo o aprehen- damos un árbol, fijada nuestra atención en él, tenemos

algo físicamente presente como real. Si «paisaje» y «ár- bol» son nombres, palabras necesarias como vehículos en esta exposición, las experiencias aludidas se produ- cen sin necesidad de palabras ni de conceptos. Lo bási-

co y anterior a todo nombrar es que algo nos

sente «de suyo». Está aprehendido como real, se actua-

liza con mera actualidad frente a nosotros. Tenemos in- telección de ello. Ahora bien, podemos quedar reteni-

dos en ese algo -paisaje o árbol-- sin referencia

a la apertura de la realidad. Es

más , ya se da, como no puede dejar de suceder, la aper- tura, la respectividad de la realidad a contenidos con- cretos. Pero ésta es una situación primaria, primordial que está incluida en otras más complejas. Las conside- raré inmediatamente. Sólo subrayaré antes que en esta situación lo aprehendido lo está en sí mismo. Supongamos ahora que damos un giro sobre nues- tros pies. El paisaje cambia. O ya no tenemos la aten- ción fija en el árbol, sino en un pájaro que cruzó por nuestro campo visual. O en el rumor producido por un arroyo. En cualquier caso ha cambiado lo aprehendido. Sin ninguna duda, los nuevos contenidos nos estarán presentes como algo que es «de suyo» lo que ostentan en su presencia , como reales. Mas lo pertinente para la finalidad del análisis no es esto, sobradamente sabido. Importa reparar en que muy posiblemente -así habrá ocurrido mil veces- al ver el nuevo paisaje, o el pájaro,

más. Esto no se opone

sí, sino expan-

está pre-

a nada

o al oír el rumor

contenidos con los anteriores, pero no sólo en cuanto que contenidos -pues no hay contenidos sin formali-

dad-,

diferentes de las que estábamos aprehendiendo un ins-

tante antes. Ahora lo que cada cosa es de suyo lo es respectivamente a otras cosas . Esto real se afirma, por

así decir, como de suyo entre y frente

reales, que pueden estar simultáneamente

o haberlo estado. En semejante situación, una cosa ya

no está actualizada está respectivamente

actualización. Aún hay un tercer modo de actualización. En efecto, todo contenido está reificado por la formalidad de realidad, por el «de suyo», y por eso es realidad suya. Pero precisamente por ser real es pura y simplemente

real en «Ia» realidad. La cosa, toda cosa al ser real es

un momento ,', de «la» realidad. (Cfr. IS, 118-123.) En

este modo de actualización la cosa no está actualizada respectivamente a otras cosas, sino, pura y simplemen- te, a <da» realidad que se abre hacia más allá del inme- diato estar presente de las cosas. Este es un punto de- licado. Podría pensarse que se ha introducido de ron- dón una posición metafísica. No es así. «La» realidad pone nombre al carácter unitario que posee la forma- lidad de realidad como momento físico de lo aprehen- dido intelectivamente. Cada cosa real, por ser real, está abierta a las demás cosas reales, tiene respecto a ellas; pero, fundado ese respecto, o esa respectividad , en la formalidad de realidad, se aprecia que ésta no está ne- cesariamente contraída a la concreción de ninguna cosa ni al conjunto de ellas. La unidad de la realidad -siem- pre como formalidad- es unidad de respectividad, y esa unidad de respectividad es «la» realidad o el mundo, término éste que adquiere preciso significado técnico en la filosofía zubiriana. Claro que, como se verá, la actualización mundanal de algo proyecta a la inteligen- cia allende lo inmediatamente presente, pero desde la intrínseca apertura de la realidad inmediatamente pre- sente en toda aprehensión intelectiva. Incluso hay un

de l agua, comparemos

los nuevos

sino como realidades, como otras cosas reales

a otras cosas

presentes

Lo

en y por sí misma solamente.

a otras cosas . Es otro modo de

s en t ido , e l c i n e sté s ic o, qu e n os h ace prese nt e l a r e ali - d a d en « h acía».

T r es m od os d e a ctu al i zac i ón , una irr e spec t iv a y dos resp e ctivas; tres m odo s d e in t e l e c c i ó n . Z ubi r i l os l la m a « a p r e h e ns i ón pr i m ordi al de real id ad » , < daga s» y « ra -

zó n » . Corre s ponde n

g u ar d a ría mejo r l a sim etría expresi v a s i l lamá r am o s a l prim e r o « int e l e cci ó n prim ord i al » . En t o d os h a y a pre-

h ensió n d e rea l id ad y, si c o n si d era m os ese as p ect o , p o - d r í a n de n o min a r se : el « la g o s » , « a p r e hens i ó n c a m p a l d e rea l i d a d , pu es la r esp e c tiv id a d d e unas c o sas a o t r a s

e n t an t o qu e es tá n p res ent es,

estar l o

zó n, po r s u part e , pod r í a d e n o mi narse « apr e hen s ió n

mund a na l de re alid a d », p or lo dic h o. Al n o con struir e st os do s últ imos término s , s ería m ejor de c ir « in t el ec- ción p rim o r dial». El propio Zubi r i po ne en juego deno -

minac io n es c o ne x as , pero di s tint as. Pod e mos prescin- di r d e est as pr e cisiones o fluctua c i o nes y mantener la expre sió n «a p r ehensión primord ia l de r e alidad», como hace Zubi ri . L a a preh e nsión primordi a l ti e n e t o d os los caracteres

d e la i nt e l e c c i ón :

a l g o c omo r ea l. Y nada m ás. E s tru c tu r alm en te e s la

m ás s imple. En ella s e apo ya n , y la i mpl i can , l as o tra s

a otr as su-

la mer a actu a liz a c ión im p resi v a d e

cons titu y e lo q u e Zub ir i l l a m a « cam p o » ; l a « r a -

a la s tres sit u a c i on es de s cri t as. Se

lo h an es t ado o p u e d a n

do s. Apr e hend e r un a cos a res p ec ti v amen t e

p o n e l a a pr e h ensi ón d e e sa c osa e n y por sí mi s m a. El la g os se a po ya en , e i mplica, l a a p r ehe n sió n pr i m o rd i a l

A s u vez , a p re h e nde r

l i d a d s u pone s u aprehen s ión c am pa l. L a r a z ón se ap o - ya e n , e impli c a , e l lago s y, p o r ta n t o , l a ap r ehen s i ó n primo r dial d e rea lidad.

C a ract e r iz a r é bre v em e nt e la a p re n s i ón p rimordial d e realid a d p ara t e r m inar este a pa r t a d o . En este mo do int e le c ti vo n os f i ja m os e n una no ta o

en v arias t o m a da s un i tari ame n t e.

ción . Esta «es un modo in te l e c tivo p ro p io , a quel m o do

seg ún e l c u a l m e fijo 'sola men t e '

h en d o en y p or sí mi s mo » (IS , 2 6 0) . Es un a i n telec c i ón a t en ti va . E n cuanto fijación, l a a t enc i ón tiene dos mo-

m entos. Uno se gún

h e n dido . Es la centración. O t r o es e l m om ento de pre-

al g o c o m o m omen t o de « la » r ea -

E sa fi j a ci ó n e s aten -

en a qu e llo que ap re -

el cual n o s cen tram os en lo apr e-

48

cis i ó n ,

qu e d ~ mar g inado . E n es te m odo d e int e l e cc i ón l o apre- he ndi do l o es pr e ci s ivam e nte en intelec c i ó n atentiva.

se g ún e l cua l lo no a p re h endi d o

como ce nt ro

Si n o s fij a mo s

en e l modo de a ctua lid ad q u e tiene 10

se v e

real a preh e n d ido e n la aprehe n sión p rimor di a l

que es « r e t e nción » . « La cos a real en ' y p o r sí ~ism a ,

sol am ~nte como r e al

a~ tu ~l I d a d reposa ' solamente'

S I m i s m a . Y e st e m od o d e act u a l i d ad es j u stamente lo

e n y por sí m i sma , es a l g o c u ya

e n la cosa rea l e n y p or

que l l a m o r et in e n c ia

d a d q u ~ re t ie n e s u prop i a rea lid a d , y q u e, por t an to,

nos r e ti e n e en s u a p rehe n sió n »

re ti~ ~ n c i a so n l a indi f ere nci a , el det e ni mie nt o so rcion , d e c u yo aná l is i s p o d e mos prescind i r .

Tod aví a u nas lí neas para c o m p l e t ar e l l éx i c o z ub i r ia -

de s u pro p i a realidad. L a act u a li-

(IS, 262). G rados d e la

y l a a b -

no y redon dear

lidad de l a int e l ecció n . « R e alidad

as í s u no ción de re a li da d c omo f o r ma-

es e l mo do de ser 'en

p.ror: i ?' d e ntro d e l a aprehensión mism a. ' E n propio' significa qu e p erte n e ce a l o aprehen d ido, p or t an to, aún

antes de l a a pr e h ens i ón misma [priu s ] » * (I L, 12-13). Explica Zu b i r i q u e «antes» no debe en t e nders e crono- l?gicament e sino co m o f un d a mento. « A ct u a lid ad y r ea- lid ad son d os mo men t os intrín s ecos de t o da int e l ecc ión ,

~ e r o no so n mome n tos d e m ismo r an g o . (

l ida d l o es d e l a rea l i d a d m i s ma , y p or t a nt o e s t á f un-

d a d a en l a rea li dad in te l cc ti va ment e a p r e hendi d a . Por-

q u e l a forma l idad d e rea l i d a d e s u n priu s de l a c o s a apre h e n dida re s pecto d e s u a preh ens i ó n ; por ta n t o s u

act u a lidad

t ua l ida d en la r e a l id ad. L a apr e hen s i ó n

sie mp re y sólo act u a lid ad

no está f u nd ad a e n l a act u a lidad ,

no es r ea l ida d es ac tu a l idad

No h ay contrad i cció n e nt re es tas afir mac i ones y o t ras h ~c h a s. a n teriormente , según las c uale s lo real ap r e h e n-

d i d o ti e n e s u r e alida d e n la mi s m a a p rehens i ón. P e ro

mo s trar

para comp rend er el real is m o zubiria no. P ro c lam ar la prioridad f und ante de lo re al con resp ecto a s u a ctuali- dad intelectiv a es r ec h aza r todo tipo de i de al is mo. Eso

) . L a ac tua -

en l a inte l ecc i ón es t á f u n d ada com o t al a c-

i n telec ti va e s

' d e' la r ea l ida d. L a rea lid a d

d e la ac tual i d a d ,

e s dec i r, l a r e a lidad s i no q u e l a ac tu a l i dad

d e la rea lid ad » ( IS , 146 ) .

q u e no e x i ste esa contradic c i ó n es n e ce s ario

negat i va y po l émicamen t e.

P o s iti vam e n t e

es d escr i b i r

l a situa c i ó n hu m an a en su n iv el m á s pr of un d o.

A cl ar a -

ré a m bo s p untos b revem en te .

L a i n te l ecc i ó n

es u n ac t o d e l a i nte li genc i a

y és t a es

u n a fac ult ad d e l h om b r e . El aná l isis gir a , como q u e d a d i c ho, e n torno a l act o , p e ro e s c la r o que e l sujet o últi-

mo d e l a in te l ec ci ó n

d ualme n t e co n s id era d o. C u a nd o se d i c e que a l go es t á

pr es en te,

e s pec i fica o i nd ivi-

e s el homb re,

se e nti e nd e

q u e e s tá e n l a int e lec ci ó n

- ac to-

p r e sente a un h ombr e - s u je t o- o

Y si n os a t enemos

a

lo r ea l e n pr esenc ia - a u n qu e

si n n egar , en p rin ci pi o ,

l a

ex is t enci a d e co s as a lle n de la a p rehen sió n i nt ele cti v a- ,

podrí a pe n sarse

i nt e l ec ti vo, q ue está pr esen t e po rqu e h a SId o p roduc i do, p ue s to p o r es e a cto y, por l o t a n t o , po r el s uj e to q ue lo

eje cuta , p o r el ho m b re. E s a e s l a p os i c i ó n ide a list a .

P er o e s t o no s e co m pade ce

por Zubi r i. No se t ra ta d e con e xi ó n en el or d en

qu e eso r ea l es t á prese n .te p o r e l ~ ct o

c o n l a expe ri e nci a d esc rit a casua l.

o b v io e s e l fí si co e star

L o pri ma ri o , lo ab s olutam e nt e

e n p re s e nci a. d o p r e se nc i al

y , p o r t a nt o , al g o ulterior

es a s itua c i ón

tualidad.

ción es un a si t uac ió n d e e ncu e nt r o. El h o m b re se e n-

cue n t ra

a p re hen sió n

q u e es la

C ó mo y p o r qu é se h a p roducido

no e s t á p a tent e ,

se r á co ns t r u cc i ó n

y n e ces a r iam e nt e

r a d i c a l a l a q ue a lud e e l con c ep to

y es to

ese e s t a - t eór ica b a sado en

de ac -

P er o adem ás,

e s l o d ec i sivo, e sa s it ua -

con lo rea l p or-

c on lo rea l e n es e pl a no f undame n ta l

p rim o r d ia

l.

Y se e n c u en t ra

q ue lo real l e e s tá p r es e nt e

m o. Pe ro l i mit a da e im pr ev i sa m e n te .

n o

pon e al hombr e en s itu a ci ó n absoluta m en te p a si va . Los

e l l agos y la ra z ó n , t ie -

ne n c a rác t er din ám ico c om o ver em os . Su d in am i smo s e

m odos ult er io res

porqu e lo es t á im p r es i vame n te .

desde s í mi s m o y p o r s í m is -

O l im i ta d ame nt e

Es t o , no o b st an te ,

d e in te l ecc i ó n ,

a po y a e n l a est r uctu r a

hen s ión p r i m or d ial y n un ca r om p e (co m p l e t a me n t e) l a

v in c ul ació n , l a r e f ere n c i a a lo r ea l como l o q ue es e n

de lo r e al a pr e he nd id o

en ap re -

p

ropio;

e n es a s i nt e le cc io nes

l a int eli ge n cia

e s

p

ri nc ipi o

p ero act iv o . E l h o mb re

b us c a , e n u s o d e s u i nt e li-

ge n c ia , in t e l ig i r con may o r riq ue z a , m á s cornpre h e n s i va -

men t e a b an dona

lo i n t e l ig i do

en l a in te l ección

p ri m or di a l.

N o

l o r ea l. No so n e l la g os y l a ra zó n m o v imi en -

50

~ os hacia lo

real , pues e n e ll o s e es t á inam i sib l eme n t e

mst? l a d o en v i r tu d d e l a ap r ehe n s ión

re a li da d, s i no mov i m i ent o s

tu~h z ac l On es -o ~ e ~ct l l ~l i z a ciones -

de la

d e s de y en l o real h a cia ac-

y

p ri mordi al

más comp l ej a s

mas profu n das . NI Ide a l Ismo ni empi ri smo , p e r o ta m -

p o c o El

m ng u na for m a d e r ealism o t ra di c i onal .

an á li ~~s zllb!r~ a no al c an z a

e l conf í n p o s ible

pa r a

u na refl e x i ó n e n l ~ qu e

e n lmea. fenomen ol ó gica,

conse g u~ do por otros fi l ó s o f o s

en . par t ~c ul ~r, H us se r l y Heíde gg er.

unid a d m tn ~ ~ eca d e rea l idad e i nt e le c ción

la . aprehensi ó n

d i r i g ida a es c l ar e cer

l a situació n r a d i ca l

Es a ná l isis

se e ncu e nt r a

el an i ma l h u mano.

p e ro a vanza un pa s o so b re l o

qu e lo h an p rac ti cado,

Es e c on f ín

e s l a

cump lida en

E s a uni dad

e s = - l o

d ir é

p n m ordi aL

as i-c - un estado f ísico en e l qu e l o presente

l o r e a l n o

es «vi s t? » s i m p le m en t e,

s i no q u e e s t á, COI~ O

ta mb i é n

está la mte l e cci ó n .

Es decir , l a act u a l id a d

ti ene ca r ác -

t e~ n oérg i co " además d e t en e r c a r áct e r n oé t i c o" , Y e l

p n m e r?

e s ~ ~ a mte l ecclOn e s prop i ame n te

tel I g Id o., E l h om br e ,

~u e e s ta

de lo in-

es f U? , d a m en t a l c on respec to

en virtu d

al segu nd o .

s

Po r

ab e

aprehens i ó n

d e s u i n teli g e nc ia,

e n y c on la r eal i da d y l a r ea li da d

es tá e n y c on

e l. Esto de t er mma una peculia r y exc ep c i onal sit u aci ón.

Co n vo lu nt~d co n ex p re si one s

qu e el ho m br e

s e sa?e , un. mom e n t o

d e f i del.i d ad a la f i losofía de Z u bir i , p e ro

p ro p ia s , pu e d e d ecir s e

de la reali d ad .

P or e ll o su u n i ón

e s mas ínt i ma qu e pueda ser e n cua l quier

o t ro

a n i m a

l

y, si n pa r ad o j a ,

p or e ll o m is m o

ga na a utonom ía

ind

e~

p e nd enc i a ,

ve remos más ade l a n te .

d a d e s » , co m o di ce Zubir i.

l ibertad

h a s t a ser u n a b s o l uto

E l h o mbre

re l a t ivo ' co m o

es « a n i mal d e re a l i -

S i n duda , cu a

s e h a a l ca n za d o es t a d etermi n ac ió n

que expr es a c o n c eptivame n te la s it uaci ón r a di c al n o

e s tá «to d ?)~ ~ l a .r o . L a co ns ta ta c ió n

p r i meg en i a n o d isi p a

t oda pos i b ili dad de m t er r ogac i ón,

p e ro s í de b e

di s ip

ar

t ?da e . sp e ranza d e a v anzar m á s en l a c l ar i f i cac i ón

d e esa

srt u ació n , Po r eso e s ra di c al y p or eso e s co nfí n. P er o

si

e s i mposib l e

es~ c onst a tac i o -, ; ~d l ca l se i l u m i n a

g u ra de l o e s p eC I f lc a m en t e

el art e, l a re l ig i ón

.i~ más. a ll á , ta m b i é n

hu m a n o,

es ci e rt o qu e des d e

t o d a l a comp l eja ya sea la c ienci a

fi-

E se e s e l se nt i do

d e l a f il oso fía :

Po r c ua n to el a náli s is c o nduc e a con s tat a c i on e s últimas

=-

o p r im er as ,

s e g ún s e mi re -

. e s .tar ea a n . te no r , a t ? da

co ns truc ci ón -teo r í a

cia e n ge ner a l, m e t a f í si ca - Y traza e l m a rco en el cual tod a labor teó r ica e ncu e ntra su fundam e nto Y su v a lor.

d e l c on ocí m íen tc . p S I co l og 1a , c i e n-

52

La intelección como Iogos

El campo d e realidad . La formalidad

de realidad es

abi e rta . Su id e ntid a d numérica está abierta a una gran diversidad de cont e nidos. «Esta apertura es la trascen- dentalidad : no es un concepto de máx i ma universali- dad, sino u n a comunidad física de realidad, por tanto un mom e nto de comunicación . En v irtud de esta aper- tur a , toda co sa es ' de su y o' r e al tan sólo respectivamen-

te a otras: toda cosa real abre desde sí misma un c am-

po d e r e alidad .»

es capital en la

inv e stiga c ión sobre la intelección desa r rollada por Zu- biri. Forma inmediata constelación nacional con «aper- tur a», «respectividad» y «trascendentalidad», y designa el á mbito e n e l qu e se mueve y se cumple la intelec- ción como la g os. Convi e ne , pues, tener ideas cla r as al re s p e cto . Es posible que Zubiri haya usado este concepto por influjo d e la s cienci a s n a tur a l e s, pa r ticularmente de la Física. E s con o cido e l int e ré s que nue s tro filó s ofo tuvo si e mpre por la s ci e ncia s, así como s u trato con sabios eminent es . L a cien ci a fo r ma parte de su pensamiento en unión inextricable con su cultura filosófica, teológi-

La no c ión de « campo de realid a d »

53

ca y lingüísti c a. y el siglo x x h a utiIi~ a do. con pr~fus! _ ón y f e cundidad la noc i ó n de campo . Emst . em , a q U l~n Zu- bi ri admiraba p r ofundam e n t e , ha sab i d o a p r e ciar s u v a lo r descrip t ivo -e xplicativ o, r e voluciona r i o c on resp e c - t o al mecani cis mo newtoni a no, y ha e l e v a do el con -

. Nos interesa aquí fijar el s i gmflcado de la expresion «campo de realidad», pero es conveniente s e .ñalar la. re- la c ión que guarda con la temática más amph~ ;iUgenda. Zubiri m i smo ha sido cons c iente de su r e laclOn con el saber c i en tí f ico. «Como c o ncepto, el campo form~ pa r- te esenc i al del s ab e r cien t íf i co . D a da ~na d e termu~:da magnitud, s i en cada pu nt o d e l e spa c io e sta ma g nitud ti e n e un valor de ter minad o tan sólo po r s u pOSICl Ol 1el ,

cept o de campo a categ o ría m e d~l.ar de la f ísi c a.

,

él los físicos dirán que el e s pacio cons t itu y e un cam p o. A ~ í pudo decir Einstein que campo no e s sin o . e l estad? físico del e s pacio; e l espacio c o mo una esp e ~ l e de r e ci - piente vacío de toda estructura es una q~lmera: eso que llamaríamos espacio va~ío es p~l,ra y sl~plemente la nad a . (oo.). En o tras ciencias también, p~r , ejemplo en l a biología, se habla a veces de campos hletlcos.

» EI campo de relidad

no coincide con e~te campo

fís ico ni con el filético. Porque tanto el e spacio como la línea filética son tan sólo momentos de la r eal . l~ad, mo- men t os del campo de realidad » (IS , 271). Zubiri asume la no c ión de campo , presente en la ciencia , pero ~ándo~ e un m a yor al c ance. La fi l osofía d e Zubiri es una filoso fía campal. Más adelante se insi s tirá sobre es t ~ punto . Im-

que «campo d~ re~hda~» e~ un

porta ahora subrayar

nombre que nombra un dato de expenenclU pn~ana, Y ese es su sentido propio cuando se habla de la intelec- ción como lagos, según vamos a consid e rar inmediat a -

mente . Al ser la formalidad

ab r e desde s í misma un campo de r e alid a d , como u na

l u minaria

s u y o » lo que es respecti v am e nte a o tras c osas. TI e n e , a d e m á s de su momento indi v idual, un momento campal,

qu e ya está ap re hendido en la aprehen s ión primordi a l. P e ro en est e modo de intel e cción ambo s momentos e s - tán aprehendidos compactamente. La cosa, incluida. su r espectividad a otras cosas, está aprehendida, actualiza-

de r e alidad abierta, toda cosa

l u mí n ic o ;

es. « d e

abr e

d e sde sí un campo

54

d a direct a, inm e diata y unit ar iarnent e . S e actualiza e s t a co s a c on s u s n o t a s p o r muy complejo q u e pueda s e r s u co ntenido . A sí puede apreh e nd e rse un p ai saj e . Ento n-

c e s « esta

c o sa » es el p a i sa j e . Pero lo r e a l puede ser a c -

t ualizado no s ol a ment e como a l g o qu e t i e ne un momen-

to individual y un mom e nto campal , s ino actualizado

campalrnent e, e s decir, e n el campo d et erminado

por

e sa cosa y ot r as cosas. Entonces una cosa es intel ig ida en el campo no sólo en y por sí m i sm a sino tambi é n re s pecto d e - la s d e má s c os as del campo. La inte l ec c ión es ahora l o go s . La cosa se int e lige « e n r ea lidad ».

s i e m -

pr e con este s i g nificado t é cnico: lo que una cosa es r es- pecto de o tr as c osas, toda s e llas actu a lizadas intelecti- v a m e nte. L a a prehensi ó n p r imordial aprehende a lgo c omo real , como siendo d e su y o lo que es en la apre - hensión, como teniendo en propio las notas que están presentes en la aprehensión. El lagos aprehende lo que esa cosa es «e n realidad», es decir, comparativamente a otras cosas . Es t o es un modo peculia r de intelección, di s tinto de la aprehensión primordial, p e ro fundado en é s ta , pue s ambas intel e cciones se refier e n a una misma co sa , si bi e n en la aprehensión primo r dial la cosa está a ctuali z ada e n y po r sí misma y en e l l a gos e s a cosa e s t á actualiz a da entre y desde otras. Consideremos un ej e mplo y v eamos el s e ntido primario que tienen las últimas a seve ra c iones.

cosa que s e

encuentre e n su entorno. Esa cosa tendrá unas notas:

una forma regular o irregular, un o unos colores, un tamaño, etc. Esto si la est á aprehendiendo visualmente. Podría aprehenderse algo por otro sentido o fundir con - t e nidos percibidos por varios sentidos como pe r tene - ci e ntes a una misma cosa . Es indiferente para la expe- riencia. La apr e hensión b ás i c a , primaria de la cosa con-

s i s t e en la pu ra y simpl e apre hensión d e e sas notas - e l

c o ntenido-

d e la

c o s a. Ad e m á s, la cosa e s a prehendida como siendo de s u y o lo qu e e s , e s decir, e se conjunto unitario de nota s. La cosa es a p re hendida a sí como real. Todo esto se pro-

duce sin nec es idad de nombrar la cosa, de determina r la como esto o lo otro. Lo prueba el hecho de que podría-

ss

La exp r e s i ó n « en re alid a d » deber á ent e nders e

Fije el l e ct o r su atención

en cualqui e r

como con s titu t i v as

unitariarnente

ma s ap re hen d er al g o que no pud i ér a mo s i d e n t ific a r , s i n que dejár am os de aprehende rl o con un as n o t as y la

forma l ida d

es la a p r e h ens i ón p r im o rdial :

l iza do en y por sí mi s mo; s e aprehen d e com o real . Pero ,

se g u r a m e nt e , l a co sa r e a l n o es t a r á so la y , si b i e n ha

re t e n ido

é ste

de otr a s co s as . Con ello

n o s e anul a la ac tu aliz a ci ón d e l a cos a pr opi a d e l a

a pr ehe n s i ó n p r imo r d i a l .

h e n d i d a co n s u mo m e nt o c a mp a l , p e r o e s o n o ocupaba

e l p ri m e r p lano de la apre h e n sió n. E n c am bi o ahora ese

mome n to pasa a l p r i m e r p l a n o, se a u to n omiza d el m o -

me n to in d ivi d u a l .

m e nte a ot ras , co n sta t án d ose s e m ejanzas o diferenc i as ,

po r e jem pl o.

como l a g os, la a c t ual i zación camp a l . Y e s t o e s lo qu e

Zubiri ll am a < da in te l e cc i ón d e lo q u e u na co s a r e al e s

«de s u yo» , l a for m a l i d a d

de rea li d ad. E st a

a l go est á p r esente , a c tu a-

unos instan t es ,

l a atención d e l lector durante

la apr e he n de di f er e n ci a da

Ya e n é sta l a c osa es t a ba a pr e -

La cosa est á

act u ali z ada r e sp e ctiva -

ca m pa l , la i nte l ec ci ón

E s l a a p re h e n si ón

e n r e al i dad » ,

e s to e s, r esp e c to

d e o t r as

c o s a s r e al e s .

El la g os e s s e nti e nte ,

e s un a modaliza c ión

de la i m -

p resió

n

d e r ealidad .

A s im is mo , es l a re al i d ad

a p ~ e h e n -

d id a en i m p r e s ió n , l a re a lid a d fo r ma l m ent e

s e n ti da

l a

q u e n os d et e rmina a h acernos ca rg o de l o . qu e .a l g o es en r e a l ida d. L a actualización c a mpa l nos v ien e I m p u es-

t a po r la estruct u ra

va m e nt e . Z u bi r i s u br a y a

No e q ui v a l e a c o ns iderar e l l agos como u n a int e l ecció n

a b so lut amen t e

t ad , per o é s ta n o lo e s p ara que g en er e l a i nt eli g e~ ci a d es d e sí m isma la ac t ua li z a ció n cam p a l. Hay u n ra d ica l

some ti miento

dad o . L o mi s m o d irá d e l o tro modo u lt e r ior

c i ón , de la ra z ón, en d onde t a mb ién se ha b l ar á d e lib er-

d e in t el e c-

seg ún no s e s t á

pas i va, ya v ere m os q u e en é l hay l ib er-

m i sm a de lo ap re hend i d o im p~esi -

es t o c o m o u n h e c ho c a pi ta l .

a l o dado en i m p res i ón

t ad . Lo q ue ni e ga Zu bir i , apoy a d o e n la n at u ral e za

t

es p on t á n ea e n c u an t o a la constit u c i ón d e s u t ér m i no o , s i quier e , d e su objeto. L o rea l co m o t al t i ene una

f u e r z a de i m pos i c i ó n co n s i g u e a n ul ar .

No só l o s e opon e Z ubiri a l idea l i s mo , s in o a un a tra-

d ició n qu e arranca

f ía. Z u b iri re ch a z a la l og i fic a ci ón de la in te l ige n c i a .

d e l os orí g e n e s g r i egos de la filos o -

o s

se n -

ient e

d e l a i n t e li ge n cia , es qu e e lla se a a b s olutamente

qu e ni ng u na p o s i ción

i d ea l ist a

L

56