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Escrever e viver

Como fazer pré­projeto de mestrado?

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Depois de pensar bastante, você decidiu participar de processo seletivo de mestrado. Percebeu que a graduação não foi suficiente ou que seria uma boa estender o prazo de validade de “estudante” (pesquisador) para o mestrado, já que a graduação não foi suficiente para você entrar no mercado de trabalho ou em razão de você precisar do título de mestre para ganhar mais em seu trabalho (você provavelmente deve ser funcionário público, nesse caso).

Antes de iniciar o seu pré­projeto, PREPARE­SE de verdade para a grande “batalha” que vem pela frente. E se você ouviu aquelas histórias de pessoas que tentaram uma, duas ou até três vezes e não foram selecionadas, mesmo depois de cursar disciplinas do próprio programa de mestrado de determinada instituição, posso dizer que, de fato, isso poderá acontecer, uma vez que o processo seletivo do mestrado é extenso e exige muita preparação. Além disso, as vagas são limitadas.

Vale ressaltar que os examinadores querem saber se você tem perfil de pesquisador e se terá tempo o suficiente para se dedicar à sua pesquisa (isso inclui participações infindas em congressos, divulgação de milhares de artigos para melhorar a pontuação do programa de mestrado de sua instituição etc.).

Para aqueles que já possuem um emprego, que são, por exemplo, funcionários públicos, preparem boa argumentação para convencer a banca de que o objetivo com o título não é exclusivamente financeiro: a academia não está interessada em seu salário.

A seguir, apresento algumas dicas para elaboração de pré­projeto de dissertação:

  • 1. delimite o recorte temático de pesquisa. Você pode ser motivado pela sua própria curiosidade, quando

pensar no tema de pesquisa, bem como área de concentração, mas também sugiro consulta às linhas de pesquisa do programa pretendido. Será muito difícil entrar no mestrado para desenvolver um estudo muito distante do perfil dos professores pesquisadores (o que é uma hipocrisia, mas fazer o que?). Além disso, lembre­se de que você deverá tratar de um aspecto da realidade e tenha muito cuidado para não acreditar que o seu estudo é o único “olhar” real sobre determinado objeto de estudo.

  • 2. Fundamente as bases ontológicas e epistemológicas de sua pesquisa. Muitos acreditam que esta é a

etapa mais difícil. Para compreender melhor essa etapa, pense o seguinte: “se pretendo participar do

processo seletivo de mestrado em linguística, a qual área dessa ciência pretendo afiliar­me? Atuarei no tronco duro da linguística ou tenho perspectiva mais social, pós­moderna? Qual é a corrente da linguística à qual o meu projeto melhor se adéqua (e não o contrário)? Há pesquisadores atuando nessa área na universidade em que pretendo cursar o mestrado? O que pretendo investigar? Por que pretendo investigar? Como posso me aproximar de tal objeto de estudo e compreendê­lo melhor? Que métodos poderei utilizar para a minha investigação?”

processo seletivo de mestrado em linguística, a qual área dessa ciência pretendo afiliar­me? Atuarei no tronco
  • 3. Converse com professores do departamento pretendido. Você poderá entrar no mestrado com um pré­

orientador ou não. Procure a lista de professores pesquisadores no site da instituição desejada. Encaminhe e­mail, muito educadamente a eles, e peça para conversar pessoalmente. Tenha atenção, pois muitos desses professores têm o ego tão elevado que eles irão se sentir ofendidos com o seu pedido.

  • 4. Organize os elementos textuais de seu pré­projeto conforme o edital da instituição desejada.

Basicamente, o pré­projeto contém capa, contendo nome da instituição, nome do programa, o seu próprio

nome completo, especificação do gênero: “Projeto de pesquisa de dissertação de mestrado”, título da pesquisa, nome do orientador(a), local e data. Em seguida, apresente breve introdução, justificativa, objetivos gerais e específicos, questões de pesquisa, referencial teórico, referencial metodológico, cronograma de execução e referências.

  • 5. Capa. Atenha­se ao título do projeto. Escolha um título que seja objetivo, direto e sintetize a sua

pesquisa. Sugiro que a palavra­chave principal de seu estudo figure no título.

  • 5.1 Introdução. Apresente ao leitor o projeto, o recorte da pesquisa, bem como o contexto de pesquisa.

  • 5.2 Justificativa. Pergunte­se por que a sua pesquisa é importante? Por que você deve doar o seu tempo a

ela? Qual é relevância social de sua pesquisa?

  • 5.3 Objetivos. Alinhe os objetivos gerais aos objetivos específicos.

  • 5.4 Questões de pesquisa. Devem ser propostas (pense na problematização de seu tema ou no seu recorte

temático e contexto de estudo para formular esses questionamentos. Além disso, responda cada um

desses questionamentos, de preferência, nas considerações finais.

  • 5.5 Referencial teórico. Faça uma longa pesquisa sobre teóricos clássicos e contemporâneos sobre a área

de estudo. Cite, especialmente, grandes teóricos da atualidade.

  • 5.6 Referencial metodológico. Estude metodologia, leia outros trabalhos similares aos seus e busque

alternativas metodológicas que se articulem ao seu texto. Cuidado para “costurar” metodologia e referencial

teórico aos objetivos de sua pesquisa.

  • 5.7 Cronograma. Distribua, de maneira lógica e coerente, todas as etapas de sua pesquisa ao longo dos

dois anos que você terá para desenvolvê­la.

  • 5.8 Referências. Cuidado para não utilizar referências demais ou de menos. Além disso, tenha foco em

relação ao referencial teórico de seu projeto.

  • 6. Encaminhe o seu texto a um revisor experiente. Nós poderemos revisar o seu projeto, saiba mais em

“revisão de texto”:

Lembre­se de que o pré­projeto é um texto (prévio) que orientará o processo de realização de sua pesquisa e de redação de sua dissertação. Possivelmente ele será desconstruído durante o processo seletivo do mestrado (não se assuste com as críticas). Além disso, após conquistar uma vaga em algum departamento, haverá muitas mudanças em seu projeto, afinal, ele está em construção.

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Sucesso a todos.

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<a href=Prova oral (processo seletivo para mestrado): o que você 5 dicas para passar na prova escrita de mestrado Como passar em provas de mestrado? não deve dizer/fazer 06/09/2015 17/07/2013 05/09/2015 Em "Dicas prova escrita Em "Mestrado" Em "Mestrado" mestrado" Esse post foi publicado em Uncategorized e marcado como fazer pré­projeto de mestrado? , pré­projeto mestrado por Anderson Hander Brito Xavier . Guardar link permanente [http://criteriorevisao.com.br/como­fazer­pre­projeto­de­mestrado/] . Sobre Anderson Hander Brito Xavier Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos. Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB). Ver todas as mensagens por Anderson Hander Brito Xavier → 43 IDEIAS SOBRE “COMO FAZER PRÉ­PROJETO DE MESTRADO?” Helio em 15/04/2015 às 15:45 disse: Olá professor. Há possibilidade de eu morar em Brasília a partir de janeiro de 2016 . Verifiquei então as formas de ingresso na UNB, interessando­me pelas linhas de pesquisa do curso de mestrado em educação, desejando submeter­me ao processo seletivo, quando possível . Atualmente eu curso uma especialização em docência do ensino superior pela PUC­RS. Procurarei desenvolver meu TCC convergindo com a área de interesse em foco. Chamou­me atenção a sua sugestão de contactar um professor do departamento pretendido. Bem, ainda não poderia fazer isso, pois ninguém conheço nesse sentido. Você teria mais alguma orientação quanto ao ingresso na UNB? Obrigado. Helio em 15/04/2015 às 16:35 disse: Anderson, outra situação abordada em seu post retrata a minha realidade: sou um funcionário público. Como funciona a necessidade de frequência na instituição? Abraços. Anderson Hander Brito Xavier em 15/04/2015 às 18:50 disse: Oi Hélio. As aulas do mestrado ocorrem em horários variados na UnB (pelo turno matutino e vespertino). De qualquer maneira, haverá alguma matéria obrigatória que você deverá cursar, somente, em algum desses turnos. Você pode tentar negociar essa questão no seu trabalho, isso pode ser uma solução. Tive colegas funcionários públicos que estavam afastados do serviço, mas continuavam recebendo (não sei qual é o nome técnico para " id="pdf-obj-3-50" src="pdf-obj-3-50.jpg">

Sobre Anderson Hander Brito Xavier

Somos uma empresa especializada em revisão, padronização e diagramação de textos.

Atuamos no mercado há seis anos, possuímos registro no CNPQ e 11 atestes de capacidade técnica. A nossa equipe é composta por mestres, especialistas e graduados pela Universidade de Brasília (UnB).

43 IDEIAS SOBRE “COMO FAZER PRÉ­PROJETO DE MESTRADO?”

Helio em 15/04/2015 às 15:45 disse: Olá professor. Há possibilidade de eu morar em Brasília a
Helio
em 15/04/2015 às 15:45 disse:
Olá professor. Há possibilidade de eu morar em Brasília a partir de janeiro de 2016 . Verifiquei então
as formas de ingresso na UNB, interessando­me pelas linhas de pesquisa do curso de mestrado
em educação, desejando submeter­me ao processo seletivo, quando possível . Atualmente eu
curso uma especialização em docência do ensino superior pela PUC­RS. Procurarei desenvolver
meu TCC convergindo com a área de interesse em foco. Chamou­me atenção a sua sugestão de
contactar um professor do departamento pretendido. Bem, ainda não poderia fazer isso, pois
ninguém conheço nesse sentido. Você teria mais alguma orientação quanto ao ingresso na UNB?
Obrigado.
Helio em 15/04/2015 às 16:35 disse: Anderson, outra situação abordada em seu post retrata a minha
Helio
em 15/04/2015 às 16:35 disse:
Anderson, outra situação abordada em seu post retrata a minha realidade: sou um funcionário
público. Como funciona a necessidade de frequência na instituição? Abraços.
Anderson Hander Brito Xavier
em 15/04/2015 às 18:50 disse:
Oi Hélio. As aulas do mestrado ocorrem em horários variados na UnB (pelo turno matutino e
vespertino). De qualquer maneira, haverá alguma matéria obrigatória que você deverá
cursar, somente, em algum desses turnos. Você pode tentar negociar essa questão no seu
trabalho, isso pode ser uma solução. Tive colegas funcionários públicos que estavam
afastados do serviço, mas continuavam recebendo (não sei qual é o nome técnico para
essa situação). Durante o processo seletivo, não mencione, de maneira alguma, que você pretende fazer mestrado
essa situação). Durante o processo seletivo, não mencione, de maneira alguma, que você
pretende fazer mestrado para ganhar mais (a academia não compreende as nossas
necessidades financeiras rsrs. Eles acham que nós temos de nos dedicar 60 horas por
semana rsrs a nossa pesquisa, a fim de que eles consigam melhor pontuação para os
respectivos Programas de Mestrado).
Abraços.
Renata de Carvalho
em 20/04/2015 às 19:26 disse:
Hélio, boa noite. Geralmente nós funcionários públicos podemos dar entrada em uma
licença (liçença para estudo,por dois anos), o que nos é assegurado por lei. O
problema é quando se é professor: vc tem que torcer para o Estado mandar um outro
funcionário trabalhar no seu lugar (o que chamamos de pro labori) e então vc
receberá por dois anos,isto é, se estuda e recebe o salário que se recebia quando
trabalhava. Outra opção (mais rápida porém pior pro servidor) é a licença não
remunerada, válida por dois anos e renovável por mais 2.
Anderson Hander Brito Xavier
em 21/04/2015 às 16:54 disse:
Ótima contribuição!
Renata de Carvalho em 20/04/2015 às 19:13 disse: Quando li a frase “funcionário público” me identifiquei
Renata de Carvalho
em 20/04/2015 às 19:13 disse:
Quando li a frase “funcionário público” me identifiquei logo com o texto….Boa explicação.
Realmente para nós servidores públicos, sobretudo professores pensamos muito no fator financeiro
quando fazemos mestrado. Porém,no meu caso, penso principalmente na possibilidade de estudar,
de me qualificar e o fator salário será uma consequência disso….Parabéns pelo artigo.
Anderson Hander Brito Xavier
em 21/04/2015 às 16:53 disse:
Renata, seja bem­vinda. Obrigado.
Boa noite Prof. Mestre Anderson. Estava justamente procurando na internet, orientações de como fazer um pré­projeto
Boa noite Prof. Mestre Anderson.
Estava justamente procurando na internet, orientações de como fazer um pré­projeto para seleção
de Mestrado. Embora sua explanação tenha sido boa, ainda fiquei com algumas dúvidas, que, se
possível, gostaria de pedir sua atenção em respondê­las. A primeira questão é sobre o ingresso no
mestrado. Alguém me disse que muitas Universidades (ou professores) têm as preferências para
esse ou aquele estudante; que as vagas não são preenchidas, assim, tão democraticamente,
digamos. Isso me assustou um pouco, inclusive, pois não tenho amizades com ninguém do
Campus onde quero fazer o curso. Isso existe mesmo? Outra questão diz respeito à quantidade de
laudas para esse pré­projeto. Tem limite mínimo ou máximo? É obrigatório já ter um orientador no
pré­projeto? Ficarei imensamente agradecida. Obrigada.
Anderson Hander Brito Xavier
em 27/04/2015 às 01:02 disse:
Oi Leandra, seja bem­vinda!
De fato, às vezes, as vagas não são preenchidas, mas acredito que isso ocorre, pois o
nível dos candidatos é baixo. Muitos saem das universidades, inclusive de universidades
federais, sem preparação alguma para seguir atividade de pesquisa. Na verdade, como digo
em outro tópico, o mestrado, para muitos estudantes, é o primeiro momento para formação
de pesquisadores no Brasil. E, mesmo assim, há aqueles alunos que cursam mestrado
apenas para aumentar o salário e não para, de fato, seguir carreira acadêmica.
Eu, por exemplo, reprovei a primeira vez que tentei entrar no mestrado do Programa de Pós­
graduação em Linguística da UnB. E a média, na época, era 5,0. De fato, não estava
preparado ( e olha que eu me formei no curso de Letras da UnB em 5 anos e, inclusive,
cursei muitas disciplinas, mas tive de trabalhar durante toda a minha graduação). Eu
também não era “apadrinhado” de nenhum professor, tampouco cheguei a fazer pesquisa na
graduação, embora tenha participado de projeto de extensão durante dois anos.
Quando tentei ser aprovado no mestrado novamente, a média tinha aumentado para 7,0 (eu
acreditava que tudo conspirava contra mim e que eu não seria aprovado novamente rsrs. Eu
estava inseguro, mas estudei muito para ser aprovado e passei em sétimo lugar =)).No meu
processo seletivo, acho que 16 pessoas foram aprovadas. Havia 30 vagas, mas elas não
foram preenchidas. Alguns conhecidos foram reprovados na entrevista e, principalmente, na
prova de conhecimentos específicos. Eles mesmos me disseram que não estavam
preparados.
Sobre o fato de você ser de outra instituição, talvez isso seja até mais vantajoso, uma vez
que esse “intercâmbio” é muito bem­visto na academia, pelo menos tive essa impressão a
respeito do meu departamento. Estudei com colegas de vários outos estados.
Conheci um rapaz, aluno especial, que estava tentando ser aprovado no doutorado pela
quinta vez e não conseguia. Não tenho certeza, mas acho que ele era funcionário público.
No meu departamento, tenho a impressão de que funcionários públicos (professores) não
são tão bem­vistos (posso estar enganado), pois a academia não os vê como futuros
pesquisadores, mas como funcionários públicos que querem, apenas, ganhar mais.
Sobre a quantidade de laudas, veja o edital do mestrado. De qualquer maneira, acredito que
30 páginas é um bom número. O pré­projeto é um pequeno esboço de apresentação sobre a
sua compreensão a respeito da estrutura de gêneros acadêmicos, bem como a respeito de
questões metodológicas e referencial teórico de sua área.
Você não precisa, necessariamente, ter um orientador antes de entrar no mestrado. Mas
você deve optar por algum. Eu tive de indicar dois possíveis orientadores, mas eles não se
interessaram pela minha pesquisa. Depois que entrei no mestrado, custei a encontrar
alguém que tivesse interesse em minha pesquisa sobre discurso de cidadania na
Companhia do Metropolitano do Distrito Federal. Também ressalto que conheci uma moça
que foi para a banca sem orientador.
Fique tranquila, estude e se prepare. Se você não for aprovada, não desista, tente
novamente. Pense que as vagas sobram, pois os alunos não estão preparados. E você

precisa, de fato, de apenas uma vaga. Se estiver preparada, e também se você se adequar ao pensamento de alguns professores do departamento, será aprovada. Muito sucesso!

TATIANE em 18/07/2015 às 16:46 disse: Olá , professor suas dicas me m muito uteís,mas gostaria
TATIANE
em 18/07/2015 às 16:46 disse:
Olá , professor suas dicas me m muito uteís,mas gostaria de saber duas coisa .
1­caso eu pretenda fazer um projeto , com um tema parecido com um que ja está sendo executado
, no centro de pesquisas que pretendo entrar ,isso vai atrapalhar meu projeto de ser escolhido.Ou
por outro lado, se ja tem um parecido é porque essa area gera interesse nos orientadores, e é uma
boa dica de escolha de tema.Por exemplo, quero o tema: A inclusão do Escolar com deficite de
atenção e hiperatividade no contexto social de aprendizado.(caso tenha uma sugestão melhor para
esse tema , fique a vontade.) E la no campus, ja tem um projeto da seleção passada assim: O
Desempenho Escolar de alunos com Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade em uso de
Cloridrato de Metilfenidato.E ai o que vc me orienta?
Anderson Hander Brito Xavier
em 21/07/2015 às 23:58 disse:
Olá Tatiane, seja bem­vinda!
Perceba que o seu “recorte temático” é mais genérico do que “O Desempenho escolar de
alunos com…”. Apesar de similares, esses”recortes” não são os mesmos. E acredito que
você tem de “afunilar” um pouco mais o seu recorte. Lembre­se de que você, como
pesquisadora, conseguirá se comprometer com um aspecto da realidade e não com toda a
realidade (cuidado com generalizações e com recortes genéricos). Perceba que o projeto da
seleção passada que você mencionou é muito específico, “em uso de cloridrato de
metilfenidato”. Acredito que os títulos de trabalhos acadêmicos devem sintetizar o recorte
temático da pesquisa, mas é óbvio que, para um “pré­projeto”, o título poderá ser alterado
durante a realização da pesquisa…
De qualquer maneira, no mestrado, o trabalho não precisa ser inédito, como no doutorado.
E, mesmo que as propostas sejam similares, dificilmente o estudo terá a mesma base, os
mesmos instrumentos de pesquisa, os mesmos colaboradores, ou mesma instituição para
coleta/geração de dados, se for o caso. Portanto, não se preocupe quanto a isso.
Eu acredito, no entanto, que isso não é uma “vantagem” para que você seja selecionada. A
“vantagem” está em elaborar um pré­projeto articulado, metodologicamente adequado,
viável, que traga alguma contribuição social e cujo título sintetize, de fato, a proposta de
pesquisa.
Muito sucesso!
Olá, professor. Gostaria de sanar um dúvida. Na parte do referencial teórico, eu preciso fazer um
Olá, professor.
Gostaria de sanar um dúvida. Na parte do referencial teórico, eu preciso fazer um texto corrido e
dentro do texto citar os autores da área, ou eu tenho que falar de cada autor e da obra que será
utilizada na pesquisa?
desde já obrigada
Anderson Hander Brito Xavier
em 02/08/2015 às 15:02 disse:
Olá Norrany, boa tarde!
Você deve “escrever um texto corrido e dentro do texto citar os autores da área”. Na
verdade, você deve apresentar a discussão de determinados autores (os mais relevantes)
com base no estudo a ser desenvolvido.
No caso de um pré­projeto, a configuração dessa seção pode variar um pouco, já que o pré­
projeto não expõe, ainda, a pesquisa realizada, apresenta, apenas, os possíveis autores
relacionados ao recorte e as visões destes.
No referencial teórico, você NÃO FALARÁ, LIVREMENTE, sobre os autores ou sobre as
obras dos autores propostos (até porque isso não interessa. Inclusive, talvez nem toda a
obra do autor interesse ao seu trabalho, mas, apenas, um capítulo, um parágrafo (por isso
você fará citações, referenciando a página de consulta). Você deverá expor o que cada um
pensa em relação ao assunto proposto em seu trabalho, e mostrar que você entendeu, por
meio de citações diretas e indiretas, o que eles dizem (conforme a linguagem exigida no
caso dos gêneros acadêmicos). O referencial teórico serve para sustentar e auxiliar na
(des)construção de sua tese/argumentação em relação ao recorte realizado. Se desejar,
você também poderá comparar autores.
Patricia Nunes em 25/08/2015 às 16:10 disse: Olá, boa tarde. Estou começando a me preparar para
Patricia Nunes
em 25/08/2015 às 16:10 disse:
Olá, boa tarde.
Estou começando a me preparar para a seleção de mestrado, mas não tenho nenhum vínculo com
a universidade em que vou me inscrever. Na sua opinião, isso dificulta que eu encontre um
orientador que aceite meu projeto? Como devo abordar um possível orientador?
Outra questão é: como devo me preparar para a prova de conhecimentos específicos? Eles
disponibilizam uma lista de autores mas eu fico insegura de me preparar apenas lendo os livros
indicados. Existe algum método ou dica de estudo?
Desde já agradeço as contribuições com minhas dúvidas!
Anderson Hander Brito Xavier
em 25/08/2015 às 17:21 disse:
Oi Patrícia. Seja bem­vinda!
Sobre o fato de você não ter vínculo com a Universidade pretendida, isso não é problema
algum, muito pelo contrário. O intercâmbio de alunos é muito bem­vindo nas universidades
e, inclusive, em relação à migração para outra área diferente da sua (é claro que é
e, inclusive, em relação à migração para outra área diferente da sua (é claro que é preciso
de uma justificativa/motivação para isso). Portanto, não acredito que isso é uma barreira em
relação ao seu futuro orientador(a). Sugiro que você entre no site do Programa de mestrado
pretendido, verifique as linhas de pesquisas do programa e as últimas orientações e áreas
de interesse de cada Professor e converse com eles.
Muito cuidado ao abordar alguns professores, porque, infelizmente, a universidade é um
lugar de “elevação de egos”. Alguns professores não gostam de contato por e­mail, outros já
são mais receptivos (de qualquer maneira, seja bastante objetiva e formal nos e­mails)… Eu
acredito que você só deve entrar em contato depois de ser aprovada. E, mesmo assim,
pode ser que alguns nem respondam. Encaminhei e­mail para vários professores e
pouquíssimos responderam quando fui aprovado no mestrado. Talvez seja o caso de, além
de mandar e­mail, procurá­los nas salas deles e tentar marcar, rapidamente, uma posterior
reunião com eles.
Embora o Programa de Mestrado disponibilize as referências, sugiro que você retome outras
leituras relacionadas à sua área. Além disso, procure não ler os clássicos somente na fonte,
leia autores que interpretam e explicam os clássicos de sua área, isso facilitará a leitura.
Isso funcionou comigo. Por exemplo, ler Foucault é muito complexo, eu tive de ler outros
autores que explicavam o que ele dizia…
Muito sucesso. Conte­nos a sua trajetória depois.
Abraço.
Patricia Nunes
em 26/08/2015 às 15:39 disse:
Obrigada pelas dicas!
Amanda Lucy dos Santos Costa em 03/09/2015 às 16:04 disse: Boa tarde, professor Estou bastante satisfeita
Amanda Lucy dos Santos Costa
em 03/09/2015 às 16:04 disse:
Boa tarde, professor
Estou bastante satisfeita com esse post. Assim como a Patrícia Nunes, também estou me
preparando para ingressar no mestrado e, como acabo de me mudar, estive bastante insegura
quanto à recepção dos professores orientadores ao projeto de uma aluna “estrangeira”.
Fico feliz que o “intercâmbio” seja bem­vindo, principalmente porque minha linha de pesquisa está
perfeitamente de acordo com um dos temas que encontrei à disposição.
Minha preocupação agora é a etapa oral.
Sugiro que você fale um pouco da sua experiência nessa etapa e dê algumas dicas do que NUNCA
fazer nesses eternos e angustiantes minutos de avaliação presencial.
Anderson Hander Brito Xavier
em 05/09/2015 às 13:15 disse:
Amanda, muito obrigado por compartilhar a sua experiência conosco. Farei agora o post,
obrigado pela dica. Sucesso! Anderson Hander Brito Xavier em 05/09/2015 às 13:57 disse: Segue o link
obrigado pela dica.
Sucesso!
Anderson Hander Brito Xavier
em 05/09/2015 às 13:57 disse:
Segue o link do posto que você pediu:
http://criteriorevisao.com.br/prova­oral­processo­seletivo­para­mestrado­o­que­voce­
nao­deve­dizerfazer/
Anne Arruda em 29/10/2015 às 09:46 disse: Olá professor, em primeiro lugar adorei seu post, muito
Anne Arruda
em 29/10/2015 às 09:46 disse:
Olá professor, em primeiro lugar adorei seu post, muito esclarecedor. Bom, em segundo lugar, tenho
uma questão que até hoje não tive uma resposta definitiva.
Durante minha graduação não tive experiência na área de iniciação científica, porém desejo cursar
o mestrado na área em que desenvolvi meu tcc. Sei que o lattes no processo é muito importante e
o meu não tem nenhuma pesquisa. Gostaria de saber, isso é um impecilio no processo de seleção
do mestrado? Sei que diminui em muito meus pontos, mas ainda tenho chances se focar nos
estudos para as provas?
Obrigada!
Anderson Hander Brito Xavier
em 30/10/2015 às 01:36 disse:
Oi Anne. O que definirá a sua aprovação, nesse caso, será o desempenho nas provas e,
principalmente, a entrevista (geralmente é a última etapa). Na entrevista você precisará
deixar claro que, apesar de não ter experiência com pesquisa, tem perfil de pesquisadora
(sem dizer isso, diretamente). Se você for bem na prova discursiva e de idioma, e conseguir
transmitir segurança e perfil de pesquisadora na entrevista, será aprovada. É claro que essa
avaliação sobre o perfil de pesquisador(a) é um pouco subjetiva e varia entre os membros
da banca.
Prepare­se para as provas (tente tirar uma nota alta para recompensar o fato de você não ter
um longo currículo como pesquisadora) e para a entrevista.
Saudações.
Volte para compartilhar a sua experiência.

Olá! Bastante esclarecedor, o seu post. Tenho uma dúvida: estou escrevendo meu pré­projeto e sempre me preocupando em referenciar a página das citações. Mas tive um problema com um texto em pdf que não condiziam as páginas com o sumário. Então, pedi informação a um professor e ele me disse que não era obrigado colocar sempre qual era a página. Fiquei com dúvida, porque na graduação a orientação sempre foi de colocar. Me esclareça, por favor. Obrigada!

Joanes Magalhães Lima em 07/12/2015 às 15:48 disse: Olá, Anderson, aqui é o Joanes, também sou
Joanes Magalhães Lima
em 07/12/2015 às 15:48 disse:
Olá, Anderson, aqui é o Joanes, também sou graduado em Letras e apaixonado pela área de
Linguística, principalmente pela Análise do Discurso. Gostaria muito de fazer um mestrado nessa
área, então eu te pergunto: a Análise do Discurso (AD) de linha francesa (não a crítica, ADC) é
bem explorada na Unb? Tenho a impressão de que essa área de conhecimento tem estudos mais
aprofundados apenas na USP e na UFMG, sendo que são poucos os programas de mestrado em
Letras/Linguística que lhe dão muita atenção, ou será que estou enganado?
Grato pela atenção.
Anderson Hander Brito Xavier
em 07/12/2015 às 21:27 disse:
Joanes, boa noite!
A Análise de Discurso de linha francesa não é explorada na UnB, definitivamente não. Eles
têm uma tradição com a ADC, inclusive, uma das primeiras obras de Fairclough foi
traduzida por uma professora do Programa de Pós­Graduação em Linguística da UnB, não
me recordo o nome dela agora.
De fato, você será melhor “acolhido” pelos programas da USP, da Unicamp e da UFMG.
Vou citar um exemplo bem claro. Eu fui aprovado no mestrado com um projeto de
Linguística para área de ADC, mas nenhum professor dessa área quis me orientar na UnB,
pois a proposta de meu trabalho não se alinhava às areas de pesquisa deles. Fui acolhido
por uma professora da Sociolinguística Interacional (eu realizei um estudo sobre o discurso
de cidadania, que dialogava com a antropologia/sociologia urbana, cujas bases se assentam
na Escola de Chicago). Na UnB, as pesquisas em ADC referem­se ao estudo de pessoas
em situação de rua e a discurso na área de saúde (as linhas de pesquisas temáticas de
duas renomadas analistas de discurso lá são essas). Há outros professores que “bebem da
fonte da ADC”, mas fazem estudos interdisciplinares, apenas.
Obrigado pela visita. Seja muito bem­vindo!
Joanes Magalhães Lima
em 08/12/2015 às 09:38 disse:
Muito bons os seu comentários, bastantes pertinentes e valiosos. Obrigado por
responder. Abraços!
Pedro Coutinho em 10/01/2016 às 09:57 disse: Obrigado meus queridos pelas dicas super valiosas, gostei muitos,
Pedro Coutinho
em 10/01/2016 às 09:57 disse:
Obrigado meus queridos pelas dicas super valiosas, gostei muitos, estão claras e objetivas.
Parabens, Meu cordial bom dia.
DEISE CRISTINA DE AGUIAR em 12/01/2016 às 14:50 disse: Boa tarde Como fico sabendo das inscrições
DEISE CRISTINA DE AGUIAR
em 12/01/2016 às 14:50 disse:
Boa tarde
Como fico sabendo das inscrições para mestrado na UNB?
Obrigada pelas dicas, sao de bom proveito.
Deise
Anderson Hander Brito Xavier
em 14/02/2016 às 16:30 disse:
Deise, boa tarde!
Seja bem­vinda. Entre na página da universidade, na seção pós­graduação. Eles têm uma
lista com os editais de abertura de todos os processos seletivos.
http://www.unb.br/
Saudações.
Deise
em 14/02/2016 às 17:22 disse:
Ola
Estou planejando um projeto p mestrado
Como trabalho em atendimento ao publico penso em desenvolver um estudo sobre
as TIs para a prestaçao integrada dos serviços publicos
Principio em ambito municipal
Gostei muito do material. Tenho 24 anos e quero muito participar da próxima seleção de mestrado
Gostei muito do material.
Tenho 24 anos e quero muito participar da próxima seleção de mestrado que irá ter nos daqui 30
dias, já estou com tudo pronto, só falta o pré projeto, já escolhi o tema e etc, o problema é que as
informações estão muito misturadas em meus pensamentos, só hoje já escrevi e reescrevi umas
10 vezes. Já conversei com o professor, mais mesmo assim esta muito complicado. Esse
mestrado foge um pouco da minha formação, porem tentarei puxar o máximo que conseguir. Mais
isso só vai acontecer no projeto em si, antes, preciso entrar.
Alguém pode me ajudar?
Anderson Hander Brito Xavier
em 14/02/2016 às 16:14 disse:
Jeferson, boa tarde!
Você pode contratar algum serviço de consultoria para ajudá­lo. Mas seria mais interessante
buscar por alguém que seja de sua área de conhecimento, acredito. Exponha o seu
interesse de pesquisa aqui, qual é a sua formação? Pode ser que alguém apareça.
Muito sucesso.
Rosimeire em 17/02/2016 às 12:02 disse: Boa tarde Anderson. Li todos os comentários, sugestões e orientações
Rosimeire
em 17/02/2016 às 12:02 disse:
Boa tarde Anderson. Li todos os comentários, sugestões e orientações postadas. Amei tudo!!
Quero muito fazer o mestrado , pois me sinto uma profissional medíocre. Sou servidora pública,
pedagoga, pós graduada em Docência do Ensino Superior, contudo parei no tempo e me
acomodei.Atualmente trabalho na Educação Infantil na SEDF. Sinto a necessidade de voltar aos
estudos, pesquisar, escrever, dialogar com pessoas, mas tenho tido problemas para voltar a essa
rotina de estudos. Não sei por onde começar, nem qual linha de pensamento seguir, quais livros ler,
estou muito confusa. O que devo fazer? Sei que o caminho será árduo, mas vou conseguir. Vou
começar este longo caminho com suas orientações já postadas. Se puder me acrescentar algo
mais, ficarei muito contente. Grata.
Anderson Hander
em 21/02/2016 às 16:36 disse:
Rosimeire, boa tarde!
Seja bem­vinda. Fico feliz com a sua atitude, estimo­lhe muito sucesso. Tenho muito a
compartilhar com você sobre essas questões, tenho um canal no youtube com vários
vídeos. Inscreva­se, por favor, e veja as minhas dicas. Quase toda semana tenho publicado
4 vídeos nos últimos meses.
Seguem alguns links de vídeos que poderão ajudá­la:
https://youtu.be/00lrIVhnGmE
https://youtu.be/j0YSm6WfKgk

Leia também este post, ao final, compartilho vários links de vídeos que fiz sobre vários temas relevantes para mestrandos:

Morgana em 28/03/2016 às 10:21 disse: Bom dia professor! Tudo bem? Gostaria de tirar uma dúvida
Morgana
em 28/03/2016 às 10:21 disse:
Bom dia professor! Tudo bem?
Gostaria de tirar uma dúvida e também pedir uma opinião.
Acabei de me formar em Engenharia Ambiental em uma Faculdade que não me forneceu uma
iniciação científica muito forte. Posso até dizer que meu currículo nessa parte de publicações de
artigos e trabalhos é fraquíssima! Até mesmo por que durante minha graduação, eu trabalhava em
período integral, e realmente não tive muito tempo para participar de congressos e produzir artigos.
O que posso fazer para melhorar meu currículo?
Desde já agradeço!
Anderson Hander Brito Xavier
em 28/03/2016 às 18:54 disse:
Oi Morgana, boa tarde!
Interessante a sua pergunta. Olha, vá a congressos, palestras em sua universidade e em
outras. Veja cronograma de apresentação de trabalhos acadêmicos em outros estados, vá a
congressos nacionais e internacionais (se você puder). Isso já melhora um pouco o seu
currículo. Procure conversar com algum professor e busque participar de algum grupo de
pesquisa, veja se ele poderia aceitá­la, mesmo após a sua formação. Alguns colegas meus
continuaram em grupos de pesquisa, mesmo após terem se formado.
Saudações.
MONICA SAES em 12/04/2016 às 20:45 disse: Professor, boa noite. Acabo de ler seu post e
MONICA SAES
em 12/04/2016 às 20:45 disse:
Professor, boa noite.
Acabo de ler seu post e achei muito interessante….Gostaria muito de passar na seleção para
mestrado em língua inglesa que existe em meu estado, entretanto, não tenho ideia em como agir
quanto ao projeto solicitado. Sou professora regente , funcionária do estado e município, 60h
/semana e preciso realmente de uma ajuda….o que você sugere????
Anderson Hander
em 16/04/2016 às 16:04 disse: Oi Mônica, seja bem­vinda. Talvez seja o caso de você pedir

em 16/04/2016 às 16:04 disse:

Oi Mônica, seja bem­vinda. Talvez seja o caso de você pedir afastamento ou alguma coisa nesse sentido. Alguns colegas, que são funcionários públicos, da minha época de mestrado, conseguiram fazer alguma coisa nesse sentido. Pediram licença e se inscreveram no processo seletivo. Isso é até bom ao seu favor para ser aprovada no processo, porque revela que você, de fato, está disposta a se dedicar em virtude de ter aberto mão de algo pelo mestrado.

Lillian Raquel de Oliveira em 05/06/2016 às 13:28 disse: Ótimas dicas, parabéns!
Lillian Raquel de Oliveira
em 05/06/2016 às 13:28 disse:
Ótimas dicas, parabéns!
Márcia em 14/06/2016 às 08:47 disse: Olá. Me inscrevi para a seleção de um mestrado em
Márcia
em 14/06/2016 às 08:47 disse:
Olá. Me inscrevi para a seleção de um mestrado em que era solicitada uma proposta de trabalho
contendo: Motivação do candidato para cursar o referido curso;
Sua trajetória/situação profissional;
Tema de interesse e justificativa da área de estudo.
Enviei minha proposta em texto único, e agora me pergunto se deveria tê­lo desmembrado em
passos específicos, separadamente: Justificativa, objetivos, etc,
………..
por ter feito texto único (separei apenas bibliografia)?????? Obrigada Márcia
Posso perder pontuação
Anderson Hander
em 19/06/2016 às 15:06 disse:
Olá Márcia, isso depende do que o edital diz, senão houver menção em relação a isso no
edital, acredito que não.
Silane em 16/06/2016 às 00:01 disse: Boa noite professor, Ano passado participei de uma seleção para
Silane
em 16/06/2016 às 00:01 disse:
Boa noite professor,
Ano passado participei de uma seleção para mestrado na UNB fiquei em 3º excedente e meu ponto

fraco realmente foi o pré­projeto, como você mencionou acima os professores já tem uma linha de pesquisa que mais os agradam, mas como eu não os conheço fica mais difícil ainda elaborar uma linha de pesquisa, gostei da dica de entrar em contato com um deles, mas tenho muito receio de ser mal interpretada… #difícil

JAQUELINE RIGOTTI KUBISZESKI em 29/06/2016 às 12:48 disse: Olá professor. Sou professora graduada e pretendo entrar
JAQUELINE RIGOTTI KUBISZESKI
em 29/06/2016 às 12:48 disse:
Olá professor. Sou professora graduada e pretendo entrar em um curso de mestrado em Ensino, os
editais já estão em aberto. Estou fazendo uma pesquisa para o pré projeto, indo em direção ao meu
TCC da pós graduação, quando você fala sobre conversar com o orientados, tenho duvida no que
conversar com ele. Que tipo de pergunta fazer, como me orientar para fazer pré projeto. Obrigada.
Anderson Hander
em 03/07/2016 às 10:59 disse:
Oi Jaqueline, seja bem­vinda.
Em relação à conversa com os possíveis orientadores, envie, primeiramente, e­mails a eles
para ver se eles podem conversar com você. Alguns são muito fechados, arrogantes, ou, de
fato, nâo têm tempo, não irão responder os seus e­mails, mas outros poderão ajudá­la. Seja
sincera quando conversar, pessoalmente, com eles, peça dicas, sugestões (mas sugiro que
converse com eles com algo em mente, leve algum pré­projeto em mãos, para que eles
possam auxiliá­la com base em algo concreto)… Quanto à organização para elaboração de
pré­projeto, veja os meus vídeos no youtube. Se você quiser sugerir um vídeo sobre algum
assunto específico, fique à vontade para deixar a sua indicação.
Saudações.