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Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB Instituto de Ciências Sociais
Universidade da Integração Internacional da
Lusofonia Afro-Brasileira – UNILAB
Instituto de Ciências Sociais Aplicadas – ICSA
Bacharelado em Administração Pública

Disciplina: Finanças II

Docente: Francisco Wellington Ribeiro

Trimestre 2016.1

Finanças II Risco e Retorno Tomada de decisão de investimento é função do risco e
Finanças II Risco e Retorno
Finanças II
Risco e Retorno

Tomada de decisão de investimento é função do risco e do retorno Investimento = f(risco; retorno)

do risco e do retorno Investimento = f(risco; retorno) - Risco: medida da volatilidade, incerteza de

- Risco: medida da volatilidade, incerteza de retornos de investimento

- Retorno: receita esperada, fluxo de caixa previsto de um investimento

- Volatilidade: flutuações de uma série em torno de uma média

Retornos

esperados

de uma série em torno de uma média Retornos esperados Linha risco-retorno Risco Sob condições normais:

Linha risco-retorno

Risco

Sob condições normais:

Menor risco

Maior risco

Maior prazo

menor retornoLinha risco-retorno Risco Sob condições normais: Menor risco Maior risco Maior prazo maior retorno maior retorno

risco-retorno Risco Sob condições normais: Menor risco Maior risco Maior prazo menor retorno maior retorno maior

maior retorno

maior retornoLinha risco-retorno Risco Sob condições normais: Menor risco Maior risco Maior prazo menor retorno maior retorno

Mensurando Retorno 1ª Situação - Decisão de investir é motivada pela geração de retorno (privado,
Mensurando Retorno
Mensurando Retorno

1ª Situação - Decisão de investir é motivada pela geração de retorno (privado, na forma de lucro, ou social, na forma de bem-estar)

- Aumento do preço de ativos (ações, títulos, notas)

- Pagamento de dividendos, a partir de lucros

notas) - Pagamento de dividendos, a partir de lucros onde: E R = retorno esperado; D

onde: E R = retorno esperado; D t = dividendo; P t = preço do ativo; P t-1 = preço do ativo no período anterior

Ex.: Considerando D t = 1; P t-1 = 10; P t = 11; Qual a taxa de retorno = ?

E R = [1+ (11-10)] / 10 = 0,2 = 20%

Taxa de retorno ou retorno esperado desse investimento é igual a 20%

Mensurando Retorno 2ª Situação – Decisão de investir é baseada na perspectiva futura da economia
Mensurando Retorno
Mensurando Retorno

2ª Situação Decisão de investir é baseada na perspectiva futura da economia - Suponha o cálculo de taxas de retorno para vários anos, com diferentes cenários

taxas de retorno para vários anos, com diferentes cenários Cenário Taxa de retorno Probabilidade Recessão

Cenário

Taxa de retorno

Probabilidade

Recessão

10%

0,30

Normal

20%

0,40

Crescimento

30%

0,30

Normal 20% 0,40 Crescimento 30% 0,30 onde: K = taxa de retorno esperado; K t =

onde: K = taxa de retorno esperado; K t = taxa de retorno no período t; p t = probabilidade de ocorrência de K t .

Ex.: Dado os valores da tabela acima, qual a taxa esperado?

K = K 1 .p 1 + K 2 .p 2 + K 3 .p 3 = 10%.0,30 + 20%.0,40 + 30%.0,30 = 20%

“Retorno esperado de 20% é o ponto de referência para o cálculo dos valores efetivos em relação ao valor esperado e da determinação do risco do projeto”

Mensurando Risco Análise de risco é dada em dois níveis: Nível de risco (taxa de
Mensurando Risco
Mensurando Risco

Análise de risco é dada em dois níveis:

Nível de risco (taxa de desconto para o valor presente dos fluxos de caixa

-

futuros)

- Risco de prazo (fluxos de caixa são gerados no decorrer do tempo)

de prazo (fluxos de caixa são gerados no decorrer do tempo) Risco total = taxa livre

Risco total = taxa livre de risco + prêmio pelo risco

- Taxa livre de risco é aquela paga aos ativos que asseguram o retorno esperado (investimentos de baixo risco)

- Prêmio é a parte da taxa de retorno requerida por um ativo cobrada a partir da taxa livre de risco

Retornos

esperados

requerida por um ativo cobrada a partir da taxa livre de risco R e t o

Linha risco-retorno

Risco

Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados Pode ser aferido por: Desvio padrão - O
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados Pode ser aferido por: Desvio padrão - O risco

Pode ser aferido por:

Esperados de Projetos Arriscados Pode ser aferido por: Desvio padrão - O risco pode ser medido

Desvio padrão

- O risco pode ser medido calculando-se os desvios dos retornos em relação a

um retorno médio, esperado

dos retornos em relação a um retorno médio, esperado Coeficiente de variação (índice de balanceamento

Coeficiente de variação (índice de balanceamento risco-retorno)

- Determina o risco de um projeto em relação ao seu retorno esperado

variação (índice de balanceamento risco-retorno) - Determina o risco de um projeto em relação ao seu
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados t K K (K-K).p t p t (K-K)².p
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados
Cálculo de Retornos Esperados de Projetos Arriscados

t K

K

(K-K).p t

p

t

(K-K)².p t

1 80

320

-60

0,25

14400

2 300

320

-10

0,50

200

3 600

320

70

0,25

19600

 

Variância

34200

 

Desvio padrão

185

Desvio padrão:

s = [14400 + 200 + 19600] ^1/2 = 185 Coeficiente de variação:

CV = 185/320 = 0,5781 = 57,81%

Risco de Carteira Redução do risco - Diversificação por adição de mais ativos - Busca
Risco de Carteira
Risco de Carteira

Redução do risco - Diversificação por adição de mais ativos

- Busca por títulos com comportamento diferente dos retornos dos títulos da

carteira

diferente dos retornos dos títulos da carteira Risco total = risco diversificável + risco não

Risco total = risco diversificável + risco não diversificável

Risco

total

RD RND Ativos
RD
RND
Ativos
Medidas de redução do risco Coeficiente de correlação Risco de Carteira Retornos médios de A

Medidas de redução do risco

Coeficiente de correlação

Medidas de redução do risco Coeficiente de correlação Risco de Carteira Retornos médios de A com
Risco de Carteira
Risco de Carteira
do risco Coeficiente de correlação Risco de Carteira Retornos médios de A com comportamento igual ao

Retornos médios de A com comportamento igual ao da carteira (r=+1) e de B

com comportamento diferente (r=-1)

Retorno

esperado

Carteira Ativo A Tempo
Carteira
Ativo A
Tempo

Retorno

esperado

Carteira Ativo B Tempo
Carteira
Ativo B
Tempo
Risco de Carteira Teoria da carteira e fronteira eficiente - Para cada nível de risco
Risco de Carteira
Risco de Carteira

Teoria da carteira e fronteira eficiente - Para cada nível de risco tem-se um retorno esperado ótimo

- Mix da carteira deve ser alterado para se buscar o retorno ótimo ou para

reduz nível de risco

para se buscar o retorno ótimo ou para reduz nível de risco Retorno esperado Y Fronteira

Retorno

esperado

Y Fronteira eficiente X Z A B Risco
Y
Fronteira eficiente
X
Z
A
B
Risco
Modelo de Precificação de Ativos (CAPM) Relaciona os riscos não diversificáveis previstos aos retornos esperados
Modelo de Precificação de Ativos (CAPM)
Modelo de Precificação de Ativos (CAPM)

Relaciona os riscos não diversificáveis previstos aos retornos esperados

Relação estreita entre retornos dos títulos individuais e retornos do mercado

retornos dos títulos individuais e retornos do mercado Se o ativo sobe ou desce mais que

Se o ativo sobe ou desce mais que o mercado (caso de A), diz-se que o ativo é mais arriscado que o mercado, e se sobe ou desce menos (caso de B), diz-se que é menos arriscado

% Retorno

médio do ativo

A B
A
B

% Retorno

médio do

mercado

Modelo de Precificação de Ativos (CAPM)
Modelo de Precificação de Ativos (CAPM)
Modelo de Precificação de Ativos (CAPM) a: taxa livre de risco (taxa de juros de investimento

a: taxa livre de risco (taxa de juros de investimento de baixo risco p.e. LTN) b: medida de risco, sensibilidade dos retornos do ativo em relação aos

retornos do mercado p.e. Ibovespa)

em relação aos retornos do mercado – p.e. Ibovespa) Quanto menor o coeficiente de correlação (

Quanto menor o coeficiente de correlação ( r a ,m ) menor o risco não diversificável (beta)

Linha de Mercado de Títulos (SML) Relação entre os retornos efetivos de um ativo e
Linha de Mercado de Títulos (SML)
Linha de Mercado de Títulos (SML)

Relação entre os retornos efetivos de um ativo e a taxa de retorno requerida

retornos efetivos de um ativo e a taxa de retorno requerida Taxa requerida de retorno 12

Taxa

requerida de

retorno

12

11

9

8

R f

SML A R m B 1,0 1,2 Beta
SML
A
R m
B
1,0
1,2
Beta
Métodos de Avaliação Valor do ativo é influenciado por: - Fluxo de caixa futuro (ações
Métodos de Avaliação
Métodos de Avaliação

Valor do ativo é influenciado por:

- Fluxo de caixa futuro (ações dividendos; títulos juros recebidos)

- Taxa de crescimento do fluxo de caixa

- Risco, incerteza do fluxo de caixa

do fluxo de caixa - Risco, incerteza do fluxo de caixa Condições para valorização de ativos:

Condições para valorização de ativos:

- Produzir fluxo de caixa continuamente

- Ter taxa de crescimento positiva

- Ter risco controlado

Preço do ativo = valor presente de seus fluxos de caixa futuros

(Preço corrente do ativo é encontrado descontando os fluxos de caixa futuros,

ou seja, calculando o VP, com base numa taxa adequada que reflita os riscos)

Métodos de Avaliação Avaliação de Títulos: Governo toma empréstimo no mercado, emitindo títulos para cobrir
Métodos de Avaliação
Métodos de Avaliação

Avaliação de Títulos:

Governo toma empréstimo no mercado, emitindo títulos para cobrir déficit público

- Corporações emitem título para captar recursos

-

- Corporações emitem título para captar recursos - Emite título - toma empréstimo – paga juros

Emite título - toma empréstimo paga juros ao portador do título

Variáveis base:

- Taxa de cupom (taxa de juros recebida pelo portador do título)

- Data de vencimento (data em que o emissor deve pagar o valor de face)

- Valor de face (valor do título na data do vencimento)

- Número de vezes em que os juros são pagos a cada período (p.e. a.a. ou a.s.)

Cálculo do Valor de Título Métodos de Avaliação - VP do pagamento de juros -

Cálculo do Valor de Título

Métodos de Avaliação
Métodos de Avaliação

- VP do pagamento de juros

- VP do valor de face

- Soma dos dois VP

pagamento de juros - VP do valor de face - Soma dos dois VP Usando fator

Usando fator (tabela financeira)

de face - Soma dos dois VP Usando fator (tabela financeira) FVPA é o fator de

FVPA é o fator de VP de anuidade; FVP é o fator de VP de $

1,00

Métodos de Avaliação Avaliação de Ações Preferenciais: - Dividendos constantes - Taxa de desconto
Métodos de Avaliação
Métodos de Avaliação

Avaliação de Ações Preferenciais:

- Dividendos constantes

- Taxa de desconto

Métodos de Avaliação Avaliação de Ações Preferenciais: - Dividendos constantes - Taxa de desconto
Métodos de Avaliação Avaliação de Ações Ordinárias: - Valor dos dividendos anuais - Crescimento dos
Métodos de Avaliação
Métodos de Avaliação

Avaliação de Ações Ordinárias:

- Valor dos dividendos anuais

- Crescimento dos dividendos

- Taxa de desconto

anuais - Crescimento dos dividendos - Taxa de desconto ou ou ; sem crescimento de dividendos

ou

ou

anuais - Crescimento dos dividendos - Taxa de desconto ou ou ; sem crescimento de dividendos
anuais - Crescimento dos dividendos - Taxa de desconto ou ou ; sem crescimento de dividendos

; sem crescimento de dividendos

; com crescimento de dividendos