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ESCOLA DE ENGENHARIA _ UNIVERSIDADE MACKENZIE re ae ESTABILIDADE DAS CONSTRUCOES I Fa __. oft CAPITULO 1 “ INTRODUCAO ” Prof. Aiello Giuseppe Antonio Neto CAPITULO 1 -~ INFRODUCAO 11) objetivo : OQ objetivo basico da Estabilidade 6 a determinacéo dos esforgos que atuam numa estrutura,com o intuito de se executar obras que sejam estaveis. Como Estrutura, entendemos o conjunto de elementos resistentes de uma construgao que em principio serao considerados como indeformaveis. Abordaremos deste modo, a estabilidade dos corpos rigidos. Assim por exemplo, dada a estrutura esquematizada na Fig. 1, composta por pilares ABe CD e por uma viga BC e submetidas as cargas indicadas, deveremos como finalidade principal da estabilidade, determinar os esforgos internos e reativos desta estrutura. FIG. 1 Uma vez determinados os Esforcos, 0 estdgio seguinte 6 o Dimensionamento. © Dimensionamento das diversas pegas componentes de uma estrutura, a partir destes esforcos, segue as rotinas especificas do material de que sera executada a obra. Deste modo, se a estrutura indicada na fig.1 for de concreto armado, ela sera dimensionada segundo a sistematica de concreto armado, e assim por diante se o material a ser utilizado for de madeira, ago, aluminio, etc... 2 Portanto, em Estabilidade das’ Construgées chegaremos até a determinagao dos esforgos, ficando o dimensionamento e o detalhamento das estruturas por conta de “cadeiras” profissionalizantes 12.) Condigges de Equilibrio : Vamos considerar um corpo rigido solicitado por forgas externas como se indica na Fig. 2. Este elemento tem apoios cujas reagdes sao capazes de equilibrar as forgas externas aplicadas. A determinacaéo dos Esforgos Reativos (reagées) se faz aplicando-se as Condigdes de Equilibrio , como ja foi visto em estatica plana. Estas Reagées constituem-se nas incégnitas que deverdo ser inicialmente obtidas. — ay Fic. 2 Vamos imaginar que este corpo seja seccionado por um plano de modo a obtermos duas partes (I ¢ Il). Estando o sistema em equilibrio, podemos dizer: a.) A resultante Ry de todas as forcas que atuam no trecho | (Ra, Fi, Fa), deve ser igual e de sinal contrario 4 resultante R2 de todas as forcas que atuam no trecho II (Rp, Fs, Fa). b.) O momento Mj de todas as forgas que atuam no trecho | (Ra, F4, Fa), em relagao ao centro de gravidade da secgéo cortada, deve ser igual e de sentido contrario ao momento M2 de todas as foreas que atuam no trecho Il (Rp, Fa, i) Analisemos por exemplo a parte | : Vamos admitir um sistema de eixos X%Y,Z com origem no C.G. da secgdo cortada . Os esforcos internos nesta seccdo sdo : Rye My, que de um modo mais geral sfo considerados n&o coincidentes com nenhum dos planos do sistema carteziano. ANALISE DE R1 Vamos chamar de Nx, Vy e Vz as trés componentes de Ry na diregao x,y,z, respectivamente. Nx — @ a componente horizontal da resultante (em nosso esquema), é chamada de Esforgo Normal, que podera ser de tragao ou de compressao. Vy + 6 a componente vertical da resultante (em nosso esquema); € chamada de Esforco Cortante e tendea _deslizar verticalmente a parte | em relacdo a parte Il. Vz —> € a componente horizontal da resultante, perpendicular ao eixox; échamada de Esforgo Cortante e tende a deslizar horizontalmente a parte! em relagao a parte II ANALISE DE M1 \\ FIG.5 Vamos chamar de Mxy, Mxz e Myz os trés momentos componentes de My, tal forma que os planos destes bindrios componentes sejam os mesmos com relagéo aos planos cartezianos. Mxy — é a componente de M1 no plano xy; 6 chamado de Momento Fletor e tende a curvar a pega (verticalmente). Mxz — é a componente de M1 no plano xz; 6 chamado de Momento Fletor e tende a curvar a pega (horizontalmente). Myz —> 6 a componente de M1 no plano yz; 6 chamado de Momento Torcor e tende a girar a seccao transversal em torno do eixo x. Os esforgos Nx, Vy, Vz, Mxy, Mxz e Myz s&0 chamados de Esforgos Internos Sollcitantes. Vamos raciocinar com o esforgo normal (que em nosso esquema é horizontal), valendo a mesma analise para os demais esforgos. © TEOREMA DE VARIGNON diz “A componente horizontal da resultante 6 a soma das componentes horizontais das forgas que deram origem a4 resultante. “ Deste modo podemos dizer que o Esforgo Normal numa secgéo 6 a soma das forgas horizontais (ou componentes) que estao a esquerda dessa seccdo; (& esquerda porque tomamos como referéncia 0 trecho | ). . Caso tivéssemos tomado como andlise a parte Il, teriamos a seguinte definig&o : “O Esforgo Normal numa secgao 6 a soma das forgas horizontais que estéo a direita desta secgao, portanto o trecho II. Como as resultantes R1 e R2 so iguais ( condigdes de equilibrio ) podemos dar a seguinte definigdo geral : “ Esforgo Normal (Nx) é a soma das projegdes sobre a tangente ao eixo da barra (eixo x) de todas as forgas situadas A esquerda ou a direita da seccdo cortada." Analogamente: “ Forga‘Cortante (Vy) € a soma das projegées perpendiculares ao eixo da barra (eixo x) de todas as forcas situadas 4 esquerda ou & direita da secgo cortada.” No nosso esquema sao as projegdes verticais. OBS.; Vale o mesmo raciocinio para Vz. * “Momento _Fletor (Mxy, Mxz) é a soma dos momentos de todas ao eixo as forgas situadas €a esquerda ou a direita da secgdo cortada, em relag&o ao centro de gravidade desta secgao.” “ Momento Torgor (Myz) é a soma dos momentos de todas ao eixo as forgas situadas a esquerda ou adireita da seccdo cortada, em torno do eixo x.” OBS.: A andlise foi feita para a parte | (a esquerda do corte); a mesma anélise poderia ter sido feita para a parte II CONVENCOES DE SINAIS -esforgos externos reativos verticais sero considerados positivos para cima. - esforgos externos reativos horizontais serao considerados positivos para a esquerda. Esforgos Internos Solicitantes « Esforgo Normal : - compresso > <=) -tragaéo > « Forga Cortante Quando a carga, em relagao a secgdo em estudo, tender a girar a pega no sentido horério, a F.C. sera ® a _ sentido horario > F.C @ ] sentido anti-horério F.C) Se um carregamento qualquer produzir tragao na fibra superior, o momento fletor sera considerado ©. * Momento Fletor j tragdo fibra superior» M.F© tragao fibra inferior > M.F® Devemos observar portanto, que a convengéo de Momentos Fletores independe do sentido horario ou anti-horario a que a peca estaré submetida. Este conceito de horario ou anti-horario vale somente para: Forgas Cortantes. * Momento Torcgor N&o ha uma regra de sinais mais adequada ; 6 comum adotar-se momento de tore4o no sentido horario como sendo positivo a.) 50 KN 30.KN a 20 | 20 KNIm LIT TTT HA a Sl > c f 60, 40 t20 RAI IRB EMa= 0 -> (Rax10) + (30,2) - (509) - (20,7,3,5) =0 | Ra=88KN ZV=0 > Ra+Rp-50-(20,7)-30=0 > Rp = 132 KN Mec = (Rax 6) - (50 x 5) - (20x 3, 1,5) >| Me = 188 KN.m ou (Rex 4) - (30, 6) - (20,4, 2)» Mc = 188 KN.m Ve = Ra- 50 - (20,3) > [Ve =- 22 KN ou -Re+ 30+(20,4)> Ve 22 KN Mc =- 80 > | Mc =- 80 KN.m Ve = 20. KN/n 6,00 ~ 4,00 20KN =Mp= 0 — (20,11) + (Rax8) + (10 4) - (40 ,6) - (20 ,8,4)=0 > /Ra= 77,5 KN tV=0 > Rat Rg + 20- 40-(20,8)-10=0 — Re =112,5 KN Me = (20 ,5) + (Rax2) - (20 x21) >|Mc = 215 KN.m Ve’ = 20 + Ra- (20 x 2) > | Vo! = 57,5 KN Vo" = 20 + Ra- (20 2)- 40 [Vo" = 17,5 KN Mc =-280 KN.m Ve = - (60,3) |Vc=-90KN 10 13.) Vineulos - Quando analisamos um corpo rigido, no item anterior, admitimos como conhecidas as Reagdes de Apoio. As Reagées de Apoio ou “Esforcos Externos .Reativos” so solicitagdes que se opdem as cargas atuantes numa estrutura, também chamada de “Esforcos Externos Ativos” O elemento de ligagao de uma estrutura com o meio externo 6 chamado de Vinculo. Os vinculos constituem-se portanto nas restrigdes . aos movimentos da estrutura, ou seja, a finalidade dos vinculos é impedir movimentos. Um Ponto no espago pode apresentar no maximo. seis movimentos, sendo trés , as componentes do movimento de rotagéo e trés, as componentes do movimento de translacao, referidos a um sistema de eixos XY,Z. y, 2 Fic. 6 Portanto para fixarmos um ponto no espago precisamos impedir os 6 movimentos ou ainda necessitamos de 6 vinculos. Para uma estrutura plana, contida no sistema de eixos xy , © numero de vinculos sera no maximo igual a 3 , correspondentes aos 3 movimentos possiveis, isto 6, um ponto do plano xy pode ter uma rotagéo sobre si mesmo e uma translagéo, que pode ter 2 componentes em relagdo a xeay. Na pratica os yinculos so representados pelos chamados “Aparelhos de Apoio.” IPOS DE APARELHOS DE APOIO Existem 4 tipos de aparelhos de apoio: 1.) Aparelhos de Apoio Moveis; 2.) Aparelhos de Apoio Fixos; 3.) Aparelhos de Apoio Engastados; 4.) Aparelhos de Apoio Semi-Moveis. Faremos uma descrigao sumdria dos Aparelhos de Apoio, sem a pretenséo de nos aprofundarmos no estudo dos mesmos, j& que nosso objetivo 6 o funcionamento destes apoios. a.) Aparelho de Apoio Mével : © Aparelho de Apoio Mével, também chamado de 1* espécie, impede apenas um movimento (perpendicular ao apoio) deixando livres os outros dois (translagao e rotago). FIG.7 . Na pratica temos os seguintes Aparelhos de Apoio Méveis: © roletes metalicos; © aparelhos de Neoflon; © péndulos. Os Aparelhos de Apoio Méveis s&o usados em obras de grande porte onde os efeitos de variagdes de temperatura e retragao do concreto tém valores aprecidveis. Sao usados também em vigas continuas ( vigas de diversos tramos ) de grandes vaos, onde os deslocamentos de apoio sao importantes e os aparelhos de apoio nao t&m condigdes de assegurar um perfeito funcionamento da estrutura. ROLETES METALICOS : Os Roletes Metélicos eram usados em obras de grande porte. Em virtude do seu alto custo e de seu mau funcionamento devido a problemas de corrosao, eles acabaram em desuso, A utilizagéo envolvia dimensées fora dos padrées comerciais das usinas, tornando-os de custo bastante elevados APARELHOS DE NEOFLON Os Aparelhos de Neoflon, utilizados atualmente, s4o constituidos basicamente por uma combinagdo adequada de placas de neoprene (borracha sintética) e teflon. Estes aparelhos de apoio permitem grandes deslocamentos sem “retengao” de esforgos horizontais. O Teflon 6 uma resina de politetrafluoretileno, com as seguintes caracteristicas principais : - no é quebradiga; - 6 flexivel em paredes finas; - nada adere a sua superficie; - 6 nula a absorcao aos liquidos; - nao é afetada por intempéries; - possui 0 mais baixo coeficiente de atrito dos materiais solids ( j1 = 0,02 a 0,06). Os Aparethos de Neoflon sao formados por 2 pegas : 1.) uma parte fixa e inferior, constituida por um apoio de neoprene fretado ao qual é aderente uma placa de teflon de 2 mm de espessura. 2.) uma placa de desiizamento, portanto mével, constituida por uma placa de ago comum de = 2cm de espessura sob a qual é fixada uma chapa de ago inoxidavel polida de 1mm de espessura, contra a qual a parte inferior ira deslizar. placa de ago \ Wenn placa de ago inoxidével, i ohGiaie. placa de teflon ee placa de fretagem do f= fsa. neoprene ~ elon aa FiG.8 PENDULOS : Os péndulos sao blocos articulados nas duas extermidades. Na sua forma mais simples, consistem num cilindro deitado, cortado por 2 planos verticais. © contacto do péndulo com os blocos superior e inferior, pode ser feito por placas de ago, chumbo, neoprene ou ainda podemos ter duas articulagdes fixas como indicado nos esquemas a seguir : OBS.: © calculo destes péndulos se faz como “blocos parcialmente carregados”. (vide teoria especifica). b.) Aparelho de Apoio Fixo © Aparelho de Apoio Fixo, também chamado de 2° espécie, impede os dois movimentos no Plano das forgas permitindo apenas a livre rotagao. Is Neste tipo apoio, a estrutura permanece fixada num ponto (pino) e a reagéo deve passar por ele. FIG, 11 Esquemas representativos destes aparelhos de apoio - Na pratica temos os seguintes Aparelhos de Apoio Fixos: * apoios fixos metdlicos; * articulacao Freyssinet: * articulagao Mesnager. APOIOS FIXOS METALICOS Os Apoios Fixos Metalicos, devido ao seu custo elevado cairam em desuso de modo que n&o ser&o abordados neste capitulo. Para maiores informagdes, consultar teoria de Estruturas Metalicas. pino chapa metélica (J i —_ ARTICULACAO FREYSSINET A Articulagao Freyssinet é constituida por uma redugao da pega a articular. — ~~ D d<<. SL b VIGA PILAR FIG. 45 SY 18 Neste aparelho de apoio, teremos: H*0:V#0;M+0 sendo nula a inclinagéo da Linha Elastica na seccao do engaste (0=0) Esquema Representativo do Engaste : Como exemplo de engastamento podemos citar : a * marquises; © muros de arrimo; * vigas engastadas em pilares de grande largura (b). Lith Fic.16 d.) Aparelho_de Apoio Semi-Movel (Neoprene Os Aparelhos de Apoio de Neoprene, quanto & sua forma, podem ser circulares ou retangulares. S40 fabricados com borracha sintética (cloropreno) muito sensivel 4 ago do tempo, nao se alterando por agentes quimicos existentes na atmosfera ou mesmo na construgao. FIG. 17 Entre as camadas de borracha sdo intercaladas ch: apas de ago de grande resisténcia, que est&o recobertas pela borracha, evitando assim sua corrosao. As camadas de neoprene e as chapas unem-se mediante um Processo especial de vulcanizag&o, de modo que o conjunto funciona como um monobloco. Os Aparethos de Neoprene permitem : - deslocamentos simulténeos nas duas diregdes; - rotagdes de apoio; - absorgao de cargas verticais; ~ absorgao de cargas horizontais de pequena duragao. Verificamos deste modo, que uma estrutura pode estar sobre os aparelhos de apoio, que estes absorverao todas as forgas sem prejudicar seus movimentos. Aplicagdes : pontes, edificios industriais, depdsitos, silos e juntas de um modo geral. 20 14) Classificacdo das. Estrutanas : Entre as diversas classificagdes existentes das estruturas, distingue-se duas como sendo as mais importantes: a.) quanto ao numero de vinculos; b.) quanto 4 forma. a.) Quanto ao numero de Vinculos : Quanto ao numero de vinculos podemos ter - estruturas isostaticas; - estruturas hipostaticas ; - estruturas hiperestaticas. ESTRUTURAS ISOSTATICAS : S80 aquelas em que o numero de reagées vinculares 6 igual ao numero de equagdes disponiveis; em outras palavras podemos dizer que Estruturas Isostéticas so as que podem ser resolvidas com a aplicagZo das “3 Equagdes Fundamentais da Estatica” LH=0 rV=0 =M=0 Como Estruturas Isostaticas temos : Vigas em Balango : j Vigas Bi-Apoiadas p<, Vigas Bi-Apoiadas com Balango :| ——ye————_________ Vigas Gerber : ES ae artitulagdes Arcos Tri-Articulados FIGs. 18 ™ ONS Vigas Poligonais : Vigas Curvas : Muros de Arrimo ESTRUTURAS HIPOSTATICAS S&o aquelas em que o ntimero de equagdes é maior que o numero de incégnitas. Exemplo LZ NUMERO DE REAGOES VINCULARES = 2 DISPOMOS DE 3 EQUAGOES : ZH=0; =M=0 ESTRUTURAS HIPERESTATICAS S€o aquelas em que o numero de incégnitas 6 maior que o numero de equagées. Estas estruturas néo poderdo, portanto, ser resolvidas unicamente com a aplicagao das “3 Equagées Fundamentais da Estatica”’ a Devemos —considerar novas hipoteses de calculo ou nos utilizarmos de outra teoria Para a resolugao das estruturas hiperestaticas (ex.: Teoria da Energia de Deformacao). : As Estruturas Hiperestaticas podem ser sub-divididas em : 1.) Estruturas Externamente Hiperestaticas e Internamente Isostaticas. Sao as estruturas em que, determinadas todas as reagées vinculares, poderemos concluir a resolugao das mesmas Viga Apoiada - Engastada : =a Viga com mais de um tramo : x 2B Portico Hiperestatico 77 2.) Estruturas Externamente Isostaticas e Internamente Hiperestaticas, S4o as estruturas que possibilitam a determinagao das reagdes vinculares com: a aplicacao das: “3 Equacées da Estatica”, entretanto nao podemos concluir a resolugao das mesmas devido ao excesso de vinculos internos. Para a resolugéo destas estruturas devemos utilizar outros métodos (ex.: Teorema da Energia de Deformagao ). Exemplos : “Fie. 20 Poderemos obter as reacdes de apoio, entretanto ndo poderemos achar os esforgos nas diversas barras da trelica 3.) Estruturas Externamente e Internamente Hi erestaticas Seen € iMernamente Hiperestaticas. _ _ Sao as — estruturas que apresentam excessos de vinculos externos e internos e deverao ser resolvidas por métodos especiais de resolug&o (ex;: Energia de Deformagao, Método das Forgas ). Exemplos FIG. 21 OBS.: Resolver uma estrutura significa obter todas as reagdes de apoio e a possibilidade de se determinar os esforcos internos solicitantes em qualquer secego da estrutura Tel, b.) Quanto 4 Forma: Quanto & forma podemos ter: - estruturas barriformes; - estruturas superficiais; ~ estruturas volumétricas; ~ estruturas nao resistentes a flexao. ESTRUTURAS BARRIFORMES So estruturas formadas por barras. Barras sdo elementos onde uma dimens&o predomina com relagao as outras duas. _ : 25 As estruturas poderao estar formadas por uma ou varias barras e além disso, o plano dos esforgos podera coincidir ou ndo com 0 plano da estrutura. Exemplos : Barras AB e BC: Vigas Balcéo : FiGs. 22 Grelhas : ESTRUTURAS SUPERFICIAIS So estruturas em que ha predominancia de duas dimensées em relag&o a terceira Exemplos : Placas (Lajes) : LY - Vigas Parede (Laminas) oo = H>L/2 FIGs .23 ESTRUTURAS VOLUMETRICAS So as estruturas que possuern as 3 dimensdes da mesma ordem de grandeza. Exemplo : Blocos de Fundagao : FIG. 24 ESTRUTURAS SEM RESISTENCIA A FLEXAO Exemplos : - cabos, treligas e redes. Observacéo Para 0 caso de Estruturas sem Resisténcia a Flexéo, Estruturas Superficiais e Estruturas Volumétricas, a resolugéo segue Sistematicas propria, como por exemplo @ Teoria da Elasticidade. a Estatica dos Fios, etc. Para as Estruturas Barriformes podemos aplicar as hipéteses da Resisténcia dos Materiais na determinagao dos esforgos ¢ deformagées. 15) Esforcos nas ksiruturas : Os esforgos a serem considerados numa estrutura sao basicamente : a - esforgos externos ativos; b - esforcos externos reativos (reagdes) ¢ - esforgos internos solicitantes. a.) Esforgos Externos Ativos : Os esforgos externos ativos s4o os esforgos representados pelas cargas atuantes, onde estas podem ser classificadas em: - Cargas permanentes; - cargas acidentais estaticas; - cargas acidentais dinamicas CARGAS PERMANENTES As Cargas Permanentes sao aquelas que, uma vez concluida ‘a obra, passam atuar constantemente e sempre com o mesmo valor. Como exemplo podemos citar : > (em edificios):.- peso préprio das diversas pecas, 2Se ~ revestimentos, paredes, pisos. S — (em pontes ferroviarias): - peso préprio; - lastro de pedra, trilho, dormente. A carga relativa ao peso préprio de uma estrutura deve ser previamente estabelecida através da fixagéo das dimensdes das diversas pegas componentes dessa estrutura. Isto pode ser feito por comparacao com projetos j4 elaborados, por meio de um pré- dimensionamento ou através de férmulas empiricas. Uma vez conhecidas as dimensdes, podemos determinar o volume das diversas pecas e achar o peso prdprio multiplicando- se 0 volume pelo peso especifico do material. A estimativa do peso préprio, segundo a Norma Brasileira nao deve ser maior que 5% do peso proprio real, Relagaéo de Pesos Especificos comumente utilizados na_ pratica : = concreto |- concreto simples |- concreto asfaitico - alvenaria de tijolo macigo |- alvenaria de tijoio furado |- madeira -ferro -granito OBS.: Para pesos especificos de outros materiais vide tabelas © catdlagos dos préprios fabricantes EXEMPLOS DE DETERMINACAO DO _ PESO PROPRIO ~ Carga por metro linear da Viga de concreto armado : 4 2,00. + ob S = (2,0 ,0,1) + (0,2 , 0,5) = 0,30 m2 “°° © 9 = 0,30 , 2,50 = 0,75 tfim ‘0,20 = 0, 75 tim ~ Carga por metro linear de uma Parede de um tijolo macico : 0,25 2 poet S$ = (0,25 x 2) = 0,50 m' 2,00 “9 = 0,50 , 1,60 = 0,80 tfim - Carga por metro linear de Pavimentagéo de uma Ponte : S =[(0,05 + 0,15), 5}, 2 = 1,0m? 2 Leen fe 5,00 5,00 “9 = 1,0 x 2,00 = 2,00 tim jg = 2,00 tim CARGAS ACIDENTAIS ESTATICAS S4o as cargas que atuam ocasionalmente numa estrutura sem causar impactos. Estas cargas acidentais sao normalmente de dificil consideragao, de modo que seus valores acham-se fixados em regulamentos ¢ normas. Assim por exemplo: ~a NBR 6120 fornece os valores de cargas acidentais a-serem considerados nos edificios: -a NBR 6123 fornece o efeito do vento a ser considerado; ~a NBR 7190 fornece as cargas nas estruturas de madeira; -a NBR 8800 fornece as cargas acidentais nas estruturas metalicas. Exemplos de Cargas Acidentais Estaticas - multidao de pessoas; - sobrecargas de cofres; - sobrecarga de arquivos, etc CARGAS ACIDENTAIS DINAMICAS Sao as cargas que atuam ocasionalmente numa estrutura produzindo impactos na mesma. Estas cargas esto regulamentadas em Normas. Temos a mencionar - NBR 7187 — projeto e execugao de pontes de concreto armado e protendido. - NBR 7188 — cargas méveis em pontes rodoviarias 6 passarelas. - NBR 7189 -» cargas méveis em pontes ferrovidrias. A carga acidental numa ponte tem efeito dindamico. Para transformar essa acao dinamica numa agdo estatica, a carga acidental 6 majorada pelo chamado “Coeficiente de Impacto" ESFORCOS EXTERNOS REATIVOS Os esforgos externos reativos ou reagdes de apoio deverao ser sempre determinadas na resolugéo de qualquer estrutura No caso de estruturas isostaticas Poderemos encontrar as teagdes de apoio usando as “3 Equagées Fundamentais da Estatica” Para estruturas hiperestaticas devemos utilizar, além das “3 Equagées Fundamentais da Estatica", outras hipéteses afim de determinarmos os esforgos reativos. ESFORCOS INTERNOS SOLICITANTES, Tendo obtido os esforcos externos ativos e os externos reativos, poderemos obter todos os esforgos internos solicitantes em qualquer secgao de uma estrutura. 32 Numa determinada estrutura, poderao ou nao existir todos os esforgos mencionados no item 1.2 A determinagao dos esforgos internos solicitantes em seccdes de uma estrutura deve ser suficiente para o tragado dos respectivos diagramas. 16) Andlise Geral de una Estria : A analise geral de uma estrutura envolve as seguintes etapas: a.) determinago dos esforgos externos ativos; b.) obten¢&o dos esforgos externos reativos (reagdes); C.) determinag&o das equagées dos esforgos internos solicitantes d.) tragado dos diagramas. Os diagramas a serem tragados sao os de : - momentos fletores; ~ momentos torgores; - esforcos normais; ~ forcas cortantes. Dependendo do tipo de estrutura, alguns destes diagramas tem importancia secundaria e poderéo nao ser tracados ou ainda nem existirem No caso, por exemplo, de uma viga reta submetida a um carregamento vertical, os diagramas mais significativos sAo os de momentos fletores e forcas cortantes. Todos os diagramas acima mencionados representam um estado de solicitagéo ou deformagao, e por isso sao denominados de “Linhas de Estado” A c 8 y A DIAGRAMA DE MF. Exemplo: A ordenada “y” do diagrama anterior indica justamente o valor do momento fletor na seccéo C da estrutura indicada , para um determinado carregamento. Os diagramas que representam o comportamento de um carregamento acidental sao as chamadas “LINHAS DE INFLUENCIA” ESCOLA DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE MACKENZIE ESTABILIDADE DAS CONSTRUGGES I Pe af CAPITULO 2 “VIGAS RETAS ISOSTATICAS ” Prof. Aiello Giuseppe Antonio Neto CAPITULO 2 - VIGAS RETAS ISOSTATICAS 2.1.) INTRODUCAO : O dominio da resolugdo de Vigas Retas. fsostéticas € de suma importancia, nao sO pela grande incidéncia deste tipo de estrutura na vida pratica, mas também como subsidio na resolugéo de estruturas mais complexas. Assim por exemplo, numa estrutura hiperestatica qualquer, uma vez determinadas as incdgnitas hiperestaticas, recairemos (para cada barra), no caso de vigas isostéticas submetidas ao carregamento proprio mais a influéncia de momentos de apoio. Visando portanto a resolugaéo de qualquer tipo de estrutura faremos a resolugéo de Vigas Isostaticas partindo do conceito de Forcas Cortantes, ao invés de Reagdes de Apoio como normalmente é visto em “Resisténcia dos Materiais’. Trataremos de um modo geral, de vigas e carregamentos coplanares que basicamente € 0 que se considera na pratica. Nestas condigdes nao existira Momento Torgor, sendo os Momentos Fletores e os Esforgos Cortantes os mais significativos. CONVENGAO DE SINAIS : Convém que se tenha com clareza a conveng&o de sinais ja exposta anteriormente e que reproduzimos com os esquemas abaixo : - Momentos Fletores : TRACAO NA FIBRA SUPERIOR < WES i ~ Forgas Cortantes : ATRAVES DE UM CORTE FICTICIO, SE O CARREGAMENTO TENDER A GIRAR A PEGA NO SENTIDO HORARIO, F.c. @ OBS. : Em face da disponibilidade de calculadoras ou programadoras, deixaremos de apresentar os métodos graficos de obtengao dos diversos diagramas que serao obtidos portanto, analiticamente. 2.2.) VIGAS EM BALANCO : - Trecho BC : Mx = - Pay parax=0—Mp=0 X= 2-—Mc=-4 thm Vx = - Py= para x= 0 > Ve, =-2 tf X= 2 Vecsy, => 2 tf - Trecho CA: para x’ =2>M, xX =5—5Ma para x’ = 2 > Vear. -S tf X=5 5 Va=-8tf para x= 0— Mg=0 X=3—>Mc=-3 thm Vx=-pyx= - 2.7 2 6 parax=04V,=0 X=3 Ve =-3 tf - Trecho CA: parax’=3 5M, x = 65 Ma parax’=3Ve=-3tf X26 3 Va=-3 tf * = ) pest M=10tfm - Trecho BC para x= 1—Mc=10tfhm X= 2 >Mp= 10 thm para x= 1 Ve=0 x=2 > Vesir - Trecho BA: F.c. @ Mx= + (21) - Pyx- go? 2 para parax=0> Vp X= 33 Va 2 of o F.C. z Trecho CD : para y= 0 Mp= 0 y= 6 Mc= -12tf.m = 8—> Mg= +12 thm para y’= 6 Ms= +12 thm y= 0 Ma= +24 thm 8) BoKN 10 tv ) : ari 0 KN ) 5, Trecho BA: Mx = - 30,x + 20 -10,.%x 2 para x=0 — Ms= +20 KN.m x=3 > My= -115KN.m para x= 0 Vs= 30 KN X= 3 Va= GOKN RESPOSTAS: ' 10-) 30 KNim Trecho AB : b= 30 x 6 M=-pxXxX 2 3 para x=0— M,= 0 x=6— Ms= -180 KN.m V=- pax 2 para x= 0 Vj: x= 6 Ve= -90 KN OBSERVAGOES : Os exercicios dados poderiam ter sido resolvidos partindo-se dos esforgos reativos, isto é, partindo-se do engaste. A sistematizagao de resolugao com origem na extremidade do balango tornam-os mais simples. « Na pratica podemos ter vigas em balango nos casos esquematizados a seguir : - Muros de Arrimo onde o carregamento é dado pelo empuxo de terra . - Piscinas e Caixas D’Aqua onde as paredes est&o sujeitas ao empuxo de agua. - Marquises de Edificios : 2.3.) VIGAS _BI-APOIADAS : EMs=0 > Rasb-Pxb=0 > | Ra=Pyb L ZV=0 > Ra+Re-P=0 > Trecho AC : Mx = Rayx = Pybyx > para x= 0 > Ma=0 L para x=a —> Vx=Ra > ~ Trecho CB : Mx’ = RaxX’-Py(x-a) > para X=a > para X =L > Mg=0 Vx'=Ra-P > ®osservacho: - No apoio A ,a Reagdoe a F.C. t8mo mesmo valor e o mesmo sinal. - No apoio B, a Reag&o e a F.C. t&m o mesmo valor, mas sinais contrarios. Portanto poderemos escrever : Mx = VaxX MX = Vaxx' - P(x - a) =Msp=O > RayL - bkxbL=O0 + 2 Analogamente : Trecho AB : MX=Raxk - Q%X = glx -gyx 2 2 2 Vx =Ra-dxxX = Gb -qxx > para x=0 > 2 para x=L > Nie Mmax > Vx=0 ES Substituindo, teremos : Max Mx - apy Valem as mesmas observagées feitas no exemplo anterior (ex. 11): Mx=VaxX - GxX 2 = Va -9xX ZMp=0 — Raxl- pbxL=O > 23 EV=0 > RatRe- pl =0 > 2 Trecho AB MX = Vaxx - px L VK= Va = BX xX = L 2 parax=L > 6 2xb 3 13’ 3 Substituindo, teremos : Mmax. = Bol xX - pyx® = Bybella- ou 8 6 6 3 3 OBSERVACAO : Se a 2° derivada de uma fungao for + » @ concavidade € para cima U. ; isso vale para F.C. em que 44 Para MF. é justamenteo contrario, ja que tomamos como eixos: tf 14-) EMg=0 > Rayl-M =0 > EMa=0 > Raxdk+M =O > Trecho AC : Mx = Ra = Vaxx = 0,53% . Ra=4 = 0,50 tf 8 » Reaz4 =- 0,50 tf 8 > parax=0 > Ma= parax=5 > Mc= 25tfim Vx=Ra=V,=0,5 — parax=0 > Trecho CB : MX’= Ra X'- 4 = Va x'-4=0,5,x'- 4 parax'= 5 Mo = 2,5 tim parax'= 8 + Ms=0 Vx'= Ra= Va = 0,5 > parax=L > =Mp=0 — Rayl-(4x7)- (1.45) =O — |Ra= 4,80 tf EV=0 > RatRp-4-(1,4) =0 > Trecho AC : MK=Va.x=4,80,x — parax=0 > Ma=0 parax=3 -» Mc= 14,4 thm Vx=Va= 4,80 parax=0 > Va=4,80f parax=3 — Vo= 4,80 tf Trecho CD: MX’ = Vax - 44x- 3)~ g0x-3)? > para x'= 3 > Me = 14,4 tm 2 para x’ = 7 > Mp = 9,60 thm Vx! = Va = 4 - Q(x'-3) > parax’'=3 > Ve = 0,80 tf parax’=7 > Vp=-3,20tf Trecho DB : Mx"= Va x" - 4,(x"- 3) - 4y(x"-5) > para x’= 7 — Mp = 9,60 tm para x” = 10 > Ms =0 Vx"= Va - 4 - (qx4) =~ 3,20 > parax"=7 > Vp=-3,201f parax’=10 + Vp=-3,20ff Mm ax. Vx =0 — no 1° trecho + F.C. = cte ~> no 3° trecho — F.C. = cte ~ no 2° trecho > Vs -4 - G(x'-3)= 0 ©. 4,80- 4 = 1, (x- 3) > Substituindo, teremos : Mmm ax.= Vas’ - 4,(x- 3)- 00-3 = 4,8.3,8 - 4,(3,8 - 3) - 1(3,8 -3)? 2 2 a 14,75 thm Diagramas : 20 EMe=0 > Rash -(qx2x3)- 5-(4.1)=0 —> [Ra 5 tf 2V=0 > RatRe-(qx2)-4 =O + |Re=2,75tf Trecho AC MX = VaxX - Ox? = 6,25,x -x + parax=0 > Ma=0 2 parax=2 + Mc=6,50 tim Vx= Va-g.X= §,25-2.x5 parax=0 > V,=5,25 tf parax=2 > Voe= 1,25 tf Trecho CD : MX’ = Va X'- q,2(x= 1)-5 = 6,28,x'- 4(x'- 1)-5 > para x’ = 2 > Me = 1,50 tm para x’ = 3 — Mp = 2,75 tim Vx'= Va-qy2 = §,25-4= 1,25 - parax'=2 > Va= 1,25 tf parax'=3 > Vp= 1,25 tf 2 Trecho DB: Mx” = Vp x” - q.2,(x"- 1) - 5 - 4, (x"-3) > para x” = 3 — Mp = 2,75 tim parax”= 4 > Mg= Vx" = Va-q\2-4 = 6,25-4- 4=-275 5 para x”=3 + V,=- 2,75 tf parax’=4 > Vo=-2,76 tf = OBSERVACAO : Notar que o Momento Maximo NAO esta no ponto onde a Forga Cortante se anula. Isto podera ocorrer somente quando tivermos momentos aplicados na viga. 17-) Mmax. = 6,0 tf.m 22 Respostas : Mp= 16,72 tf.m Mmax =16,96 tf.m 23-) 20 KN/m 24 OBSERVACAO : Quando tivermos cargas concentradas aplicadas diretamente no apoio, elas n&o influenciam a resolugao da viga, dando somente reag&o de apoio. EMp=0 > Raxl- PxL=0 > Mx = Raxx - P,x=0 Vx= Ra- P =0 OBSERVAGAO : Poderiamos aplicar, para a resolugéo de vigas isostalicas, as relagdes. fundamentais » existentes - entre Momento Fletor, Forga Cortante e Carga (Resisténcia dos Materiais), Este caminhamento pode ser interessante para carregamentos continuos, 25-) 25 Sabemos que : Podemos escrever : VE-DXxX +C, =-px* + Cy L 2 2b M=-Dx.XX + C4xX +Cg=- px +C4.x + Cp tc 23 6L x 2 Condigdes de Contorno : x=0>Ma=0 + [C=O XSL > Mp=0 2 O=- pL? +CyxL 1 Cy= pb 6L 6 Substituindo nas express6es de M.F. e F.C. teremos : Ve-poP + Cr = - pot + pb 2 2 6 M=-px? + pbx 6L 6 EXERCICIOS : Resolver os exercicios abaixo aplicando as relagdes existentes entre M.F. , F.C. e Carga: 26-) a= 2 tim 2.4.) VIGAS BLAPOIADAS COM BALANCO ; Faremos a sistematizacéo de cAlculo para vigas isostaticas com balangos a partir do conceito de Forgas Cortantes. Para a compreenséo do cdlculo destas vigas, faremos 2 exercicios introdutérios de vigas sujeitas a momentos de apoio. 2 j | F.c "a ) UMs=0 > RaxL+Ma=0 > EMa=0 > Reyl-Ma=0 — Trecho AB : MX = Vax X + Ma VX= Va > |Wa=Raq Ve=-Re 2Mp=0 > RaxL- Mg=0 > =My=0 > Rexl+Mp=0 > Trecho AB : MX = VayX Vx=Va > IVa=Ra Ve=-Re 29 Altuando os dois momentos simultaneamente, teremos : ce L L Entdo, as Forgas Cortantes serao. Va= Vp Observar, portanto que devido aos Momentos de Apoio, as Forcas Cortantes nos Apoios sero /GUAIS evalem Mp - Ma (com L sinais !!!) OBSERVAGAO : Chamamos a atengao, ainda, para o que j& foi observado anteriormente, que uma carga concentrada aplicada num apoio, nio influencia a resolugao da viga, entrando apenas como Reacgéo Feita esta introdugao, podemos montar uma rotia de resolucgio que consiste no seguinte : 30 * Resolugdo dos balangos, como se fez no item 2.2. Transferéncia das cargas dos balangos para os apoios. Com isso, teremos em cada apoio uma carga concentrada e um momento. A carga concentrada, como vimos, nao influencia a resolugaéo do vao. Os momentos de apoio, como também foi mostrado, daréo nos apoios, forgas cortantes iguais e de mesmo sinal : Va=Vg= Ms-M, L Para a resolug&o do vao, deveremos achar as forgas cortantes de apoio devidas ao carregamento existente neste vao mais a influéncia dos momentos de apoio. Achadas as forcas cortantes de apoio, recaimos na Fresolugdo de vigas, como no item 2.3. * Deste modo teremos em cada apoio, 2 valores de forgas cortantes, que chamaremos de Forga Cortante 4 Esquerda e a Diteita_do_Apoio. Teremos no Apoio A : > Va Esq.= soma de todas as cargas verticais a esquerda do apoio A, devida, Portanto, ao balango da esquerda. onde: Va pir. > €0 valor da forga cortante no apoio A devido ao carregamento do vao AB. (com sinais) > é a corregao de forgas cortantes devido a presenga dos momentos de apoio: Ma e Mp. Analogamente no Apoio B : — Ve vir= soma de todas as cargas verticais a direita do apoio B, devida, portanto, ao balango:da direita. [esi | Aplicando a definigao de Momentos Fletores, teremos : MX= Va pin. xX - Phx + Ma Do mesmo modo, para forgas cortantes, teremos : Vx= Va pir. - PY FOBSERVACOES IMPORTANTES : 1.) Notar que iremos considerar os momentos Ma e Mp dos balangos como sendo sempre positivos, sendo que na realidade, isto podera ou nao ocorrer . Se ambos os momentos ou apenas um deles possuir sinal positivo, 0 sentido adotado esté correto. Se ambos os momentos ou apenas um deles possuir sinal negativo, como € a grande maioria dos casos praticos, continuaremos como. se fossem positivos corrigindo este “erro” entrando com os sinais nas expressées em que estes momentos de apoio aparecem. 2.) A Reag&o no Apoio A sera igual a : Ra=Ragsa. +Raoir. ou melhor: |Va=Vaesa. + Vanier De acordo com a convengao de sinais adotada, temos: Raork.=Vapir. (em valor e em sinal) Raesa.= Vasa, (mesmo valor poré sinais contrarios) Deste modo, poderemos determinar a Reagao de Apoio somando- Se os valores de forgas cortantes (Va esa, + Va oir,), lembrando que Vaesa deve trocar o sinal para 0 calculo de Ra. 33 3.) O mesmo raciocinio vale para a obtecao de Ra. ‘Trocaro 1 . 1 1 Sral 34. a.) Balanco da Esquerda MX=-qyX xX = -d,x* - parax=0 >M=0 2 2 parax=2 >Ma=-2thm VK=-qxxX > parax=0 >V=0 parax= > Vagsa. = -2 tf b.) Balango da Direita : Mx=~QyX.X = ~ax? + parax=0 3M=0 2 2 parax=3 — Mp=- 4,50 tf.m VX=4+qxX — parax=0 >V=0 parax=3—> Veor =3tf c.) V&o AB : MX= Va pinxX + Ma - dxx? 2 Vx= VapIR. - 4x Van. = Vapi, +C Veesa= V°pesa, +C Ven oR. = +a, b=4tf 2 V°pesa.=-gxb= -4 tf 2 C= Mp - Mg = - 4,5-(-2.0)=-0,31 tf . L 8,0 35 Vanr.=4-0,31= 3,69 tf Ve esa, =-4-0,31 =~ 4,31 tf Entéo: = Mx= 3,69,x +(-2) -1,x? 2 Vx = 369 - 1.x Mmax. > Vx=0 369 - 1.x =0 > Mmax. = 4,79 tf.m d.) Reagoes : Ra= Van. +Ve Esq, = 3,69+2 >/Ra= 5,69 tf TRQCOU O SINAL Re=Veor. +e Esa. = 3,0+4,31 >/Rg=7,31 tf TREGQU © Notar que F.C. & esq. troca o sinal I!!! 36 a7 a.) Balanco da Esquerda : - Trecho CD Mx=- Pax = -2,% — parax=0—>Mc=0 para x = 2 —> Mp= - 4 tf.m Vx= -Py=-2 + parax=0>5Vc= para x= 2 Vp - Trecho DA: Mx’= - Pax’ - P2x(x-2) > parax= 2 Mp=- 4 thm para x = 3 —> Mg= - 8 tim Vx= -Py-P2=-4 — parax=25Vp=-4tf para X= 3 Vaesa.=- 4 tf b.) Balanco da Direita : - Trecho BG: Mx= +P5,.x =+2,x > parax=O—Mg=0 para x = 2 Mg= +4 tim Vx= -P5g=-2 -— parax=0>Ve=-2¢f para x= 2-—> Veor.=- 2 tf Vso =+ [Pax? + Pad 10 10 38 Devido aos momentos de apoio, teremos : -ApoioA: C=Mp-Ma= 4- = 1,2tf > Vapr= 1,2 tf L 10 -ApoioB: C=-Mp-Ma= -(4+8)= -1,2tf > Veesa.= 1,2 L 10 Vaoir.= Vann. +C =3+1,2 > iVaoir Veesa=V°pesa. +C=-3+1,2 > Ves - Trecho AE: Mx= Va pinxX + Ma — parax=0-—>Mg=-8 tim para x= 3— Me=+4,6 thm Vx=VapiR. = +4,2 > parax=0 > Vaor= 4,2 tf para x= 3 Ve= 4,2 tf - Trecho EF : Mx Va pin. + Ma- Pa(X-3) > para x = 3 Me = 4,6 tim parax'=7 > Mr=9,4 tim Vx=Vapir.-P3=+1,2 > parax =3-— Ve» 2tf para xX’ = 7 > Vp= 1,2 tf - Trecho FB: Mx= Va pin” + Ma - Pa x(X"-3) - Pa x(X"-7) para x” > Mre= 9,4 thm para x” = 10 + Mg= 4 thm Vx = Va pir. - Ps - Pa=- 1,8 > para x" = 7 Ve» = -1,8 tf para x” = 10 > Vpesa= -1,8 ff 39 d.) Momento Maximo Positivo : Mmax. > Vx=0 A F.C. seanula para Mmax. = 9,40 tf.m d.) Reacdes_ de Apoio : Ra=Vaor, +Vaesa.=4,2+4 > [Ra=8,20t TRQCOU O SINAL Re=Veor. + Vpesa, =-2,0+1,8 > Rg=-0,201f TROCOU O SINAL 32-) P2=4tf M=6tfim F.C. Mts a.) Balanco da Esquerda : Mx = + P4,x = 0,75,.x—> parax=0>M=0 para x= 4 Ma=3tfim Vx= +P_ = 0,75 — parax=O0>V=0,75 tf para xX = 4 > Vaesa, = 0,75 tf b.) Balanco da Direita : Mx=M =+6 —> parax=0>5M=+6tfm para X = 3 Mg= + 6 tim 40 a Vx= 0 + parax=0>5V=0 para x= 3—> Veor.=0 ¢.) Véo AB : Ve apie. = + [Bass + (2.90,690e15) | = 146,50 tf 6 6 : Ve pesa, = - [Be + 2.2015 | 6 Devido aos momentos de apoio, teremos : > Vaoir= 0,50 tf > Versa. = 0,50 tf Vani. = V°apir, +C = 6,50 +0,5 Ve esa= Vpesa,+C=-3,5040,5 > - Trecho AC: Mx= Va pirxX+Ma-go® -» parax=0-— > Ma=3 tim 2 para X= 3— Mc= 15 tf.m VK=VaDIR-~4xX > parax=0- Vaor= 7 tf para X= 3 Ve=1 tf 42 - Trecho CB: MX'= Va piRoX’ + Ma~ Pax(X'-3) - Gx3x (x'-1,5) para x’ — Me = 15 tf.m para x’ = 6 > Mg=6 tim VX = Va pir. - P2 -(qx3)=-3 > parax’=3—> Ver =-3 tf para x’ = 6 > Vpesa= - 3 tf d.) Momento Maximo Positive : Mméx. > Vx=0 A F.C. seanula para Mmax. = 15,0 tf.m d.) Reagdes de Apoio : Ra= Vani. + Vaesa, =7,0-0,75 > Ra= 6,25 tf ResNoon esse 20938 >|R tf magege © 33) a.) Balango_da_ Esquerda : Mx= Paxx = +2 > para x=0 — Me para x=3 — Ma=+6tf.m 43 4 VX=+P,=4+2 > para x90 >V=+2tf para x=3 + Vaeso=+ 2 tf b.) Balanco da Direita : Mx= - P3xx =- 14 -> para x=0 — M=0 para x=4 — Mp=- 4 thm Vx=+P3=4+1 —> para x70 > V=+1 tf para x=4 > Veor= +1 tf c.) Vao AB: Vain) = Qk +Paxb = 28 + 46 =111f 2 2 V°a(esa)= - ol - Poa =-2,8 - 42 =-91f 2 L 2 8 Efeito do momento nos apcios : = Ma=Ma = 28-008) = - 1,25 tf Vani =11-1,25 — Vaor = 9,75 tf Veesa=-9-1,25 — Vpesa = -10,25 tf Entao: - Trecho AC : Mx'=Va pix’ + Ma- a,x’? > para —> Ma=6 thm 2 para > Mc=21,5 thm Vx'= Vapir- GX > ~para x'=0 > Vani = 9,75 tf para X'=2 > Ve=5,75 tf - Trecho CB: 2 Mx"= Vapinxx” + Ma - ax" - P2(x"-2) 2 > para x"=2-> Mc=21,5 tim para x"=8 —> Mg=- 4 thm Vx"= Vapin - ax" ~ Po — para x"= 2 > Vc= 1,75 tf para x"= 8 > Vp esa= -10,25 tf d.) Momento Maximo Positivo : Mmax > V=0 ~trecho AC: Vx'=0 > 9,75-2x'=0 >x'= 4,875m>2,0m -trecho CB: Vx"=0 -»9,75-2x"-4=0 > x"=2,875m Substituindo, teremos : Mmnax = 22,27 thm e.) Reagdes de Apoio : Ra=Vaor + Vacsa= 9,75-2,0 — |Ra=7,75 th TRQEQY 0 Re=Veor + Veesa= 10,254+1,0 > 25 tf C0 0 TROL 46 a.) Balanco_da_Esquerda : Mx=-ayx? = -0,5,x° — para x<0 — M=0 2 para x=2 > Ma=- 2,0 tm VX =~ xx =-x — para x70 > V=0 para x=2 — Vaesa=- 2 tf a b.) Balango da Direita Mx= + Py x = 1,5,« > para —> M=0 para x=3 —> Mg= 4,5 thm Vx=-P=-1,5 > para x90 > V=-1,5tf para x=3 — Veor=- 1,5 tf c.) Vao_ AB: VP ator) = Se = 28 = 2 tf 6 V9 piesa) = - Gb =-2,6 =-4 tf 3 3 Efeito do momento nos apoios : C=Mp-Ma =+4,5-(-2,0) = 1,08 tf L 6 Van =2+1,08 —> Vaoir = 3,08 tf Va esa =-4+1,08 — Veesa = -2,92 tf Ent&o : - Trecho AB: po 2=L > p=2x) px ahd Mx'= VapinxX + Ma - DYX5x! 2 3 para x'=0-> Ma= -2 tf.m para x'=6—> Mg=4,5 tf.m 49 Respostas : Ra = 10,5 tf Rp = 5,0 tf Mmmax = - 0,38 thm —> x = 3,87 m OBSERVACAO : Pode-se, na maioria dos czsos, simplificar a resolugéo das vigas isostaticas com balangos montando-se um quadro resumo, como mostram 08 exercicios que seguem : 39-) _Determinar o valor da carga “P”, para que a forga cortante na secgdo Apr seja igual a 1,0 tf A seguir, tragar os diagramas de M.F. e F.C f" ait x +4lo __-6p | V° Hl +2,0/1,246,.440,6,.p -0,8 -1,6 -2,4,p|+2,0 c -1,0 -1,0 W+el] +20/66+0,6, ~3,4 -2,4,p|+2,0 R ~1|0_ -1710 Lz F.C. Vaoir = 6,6 + 0,6, p= 1 p=- 9,33 tim 40-) Determinar o valor de “My,” para que a forga cortante na seccZo Apir seja igual a 14 tf. Tragar em seguida os diagramas de M.F. e F.C. . MA, 3,75 tim 121 ——» I i : . 2ttim ‘ia B00 eee x [Ma _ VO 3+ 20=+17 = c (12 -Ma)i2 (12 -Ma)/12| ve+c 14 - Z -16/+8 R 14 24 i 120 MF. ho ° | edi ge BTN | ' aq e vif ( 2c 2 eo 160 41-) A viga abaixo é isostatica. Determinar a.) os apoios da viga (justificar); b.) 0 esquema do carregamento; c.) 0 M.F. maximo de vao. 42-) Resolver a viga dada tragando os diagramas'de-M.F. e F.C. : 2tttim tif 43-) Resolver a viga abaixo esquematizada determinando : - cortantes junto aos apoios; - reagdes e momentos dos apoios; - momento maximo de v4o; - diagramas de M.F. e F.C. 1,50 tf 2,0tf O7 tf 208, 1,80: 0.2 ttl [I] I as Ly Ds, © a es 44-) Resolver a viga dada determinando: ~ as forgas cortantes; - as reagdes e momentos de apoio; - equagées de M.F.e F.C.; - momento maximo de vao; - diagramas de M.F. e F.C. 3,0 tim 3,0 tim 4,00 4,00 54 45-) Dada a viga abaixo, determinar a relago “a” para que a reac&o no apoio A seja nula. Tragar o diagrama de F.C 46-) Resolver a viga abaixo, tracando os diagramas de M.F. @ F.C. : 3t 2th 6th Stf 3tfim h q TT = ic 4,001 4,00/ 200 | 8,00 x - 40 0 -1,0]9,6-2,4=7,2 __-14,440,6= -13,8 +014 40,4 10/476 _ -13,4 RI tag _—C=*T34 4 Wr + 29.93 term 55 6 + + F.C. 30] 2 47-) Determinar 0 valor da carga “q” para que a F.C. a direita do apoio A seja igual a zero. Tragar o diagrama de F.C. -12,0 ~8,q)/3| +6,0 -2,0) ~(8,q)/3 -2,0|+6,0 +120 60 56 Vanr= 0 +8 q -2,0=0 6 q = 1,50 ti/m 48-) A afirmag&o de que “O Momento Fletor 6 maximo quando a Forcga Cortante é nula" 6 sempre. verdadeira ? Mostre um-exemplo:numérico em caso afirmativo ou:negativo. 49-) Achar o valor de “P” para que a reagdo no apoio B seja igual a zero. Tragar em seguida os diagramas de M.F. e F.C., determinando o momento maximo de vao : Pe? 1,007 AA j 4,00 1,00 : 1,00 2,00 1,50 ae evvrcnenternnneneenfentferenpentcnnnmepeneef XO V7 |0,75 +0,25=1,0 -1,25+0, c ([+0,375 R [1.375 -1,375}P Rp=0 > -1,375+P=0 -+|P=1,375 tf 7 Mmax. > Me = Va oix5,0 - 1,0" —> |Mmax. = 6,375 tf. 2 OBSERVACAO : O ponto de V=0 nao é o de M.F. maximo (4,45 tf.m) ESCOLA DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE MACKENZIE CAPITULO 3 “LINHAS DE INFLUENCLA “ Prof. Aiello Giuseppe Antonio Neto CAPITULO 3 LIN! DE_INFLUENCIA DE IGAS RET, ISOSTATIGAS BA) Introducto : Os exercicios resolvidos nos capitulos anteriores séo de vigas submetidas a cargas permanentes. O problema que surge agora seria o de determinar valores dos esforgos externos reativos e dos esforcos internos solicitantes para vigas submetidas a cargas acidentais _uniformes e concentradas, como por exemplo : pontes rolantes, pontes rodoviarias e ferrovidrias. Nosso préximo problema basico 6 0 seguinte : ( Raciocinando, por exemplo com o Momento Fletor ...) - com uma carga “P”, com abscissa x;, qual 6 o momento Fletor em c ? - com uma carga “P", com abscissa x2, qual é o momento Fletor em ¢ ? Em ‘outras palavras, qualquer que seja a posigéio de uma carga “P”, genérica, queremos obter sempre o valor do momento fletor em c. Outra questo a ser resolvida, seria ainda a de determinarmos qual a posig&o desta carga que permitiria encontrar © valor maximo do momento fletor em C. Para resolvermos estes problemas, utilizamos o chamado conceito de “LINHA DE INFLUENCIA” Daremos a seguinte definigao de Linha de Influéncia (L.I.) : * Linha de Influéncia 6 um diagrama, um gréfico, que permite a obtengéo de um esforgo, sempre numa mesma secgao, qualquer que seja o tipo de carga ( concentrada ou uniforme dea posigéo desta carga.” De acordo com a definigao, a expressao “Linha de Influéncia” deveré estar sempre acompanhada do esforco e da secgao. Assim teremos, por exemplo : — Linha de Influéncia de Forga Cortante da secoao _ — Linha de Influéncia de Momento Fletor da seccao Ss — Linha de Influéncia de Reagdo do Apoio B “®” Observacéo : Nos ocuparemos basicamente das L.|. de M . e Reagdes de Apoio, para as vigas isostaticas retas. Outras L.I. como de rotagdes e flechas nao serao objeto deste capitulo. 3 DIFERENCA ENTRE DIAGRAMA DE _M.F. E LINHA DE INFLUENCIA y Pa DIAGRAMA DE MF. DIAGRAMA DE L.I.MC Vamos imaginar que para a viga AB tenhamos o tracado o diagrama de M.F. e que se saiba determinar a L.I.Me , como indicado acima, A ordenada y no diagrama de MF. representa o valor do momento fletor na secc4o D. A ordenada y no grafico de L..Me representa o valor do momento fletor na secgao C para a carga “P” com abscissas x e x, Podemos dizer - no diagrama de M.F. a seccao 6 movele a carga esta fixada. no diagrama de L.J. a seceéo é fixae a carga é movel. Como simplificagéo de raciocinio, faremos as dedugées para a obtengdo das diversas Linhas de Influéncia para uma carga unitaria. 4 Quando tivermos uma carga diferente de um, basta multiplicarmos essa carga pela ordenada y daL.|. obtida para P=1. 32) Vigas_em Balance : Vamos considerar uma viga em balango, submetida a uma carga P=1, passeando ao longo do balancgo L. Tomamos. "x" como uma. distancia variavel e procuraremos obter as Linhas de Influéncia (L.I.) de Mc. e Vc. An Zz fixa x > variavel LI. de Me: Mc=-P,(z-x) ->paraP=1 -» Mc parax=0 + Mo=-z parax=z— Mc=0 Portanto a L..Mc é uma reta inclinada a 45° Llde Ve: Vc=-P - Vc=-1_ (constante) Exemplo: Adotando como aplicagéo : x=2,0m ; 2=5,0m e P=20tf Mo =~ Pyy | > Mc = - 20,3 =-60tfim Ve =-Pxy |» Vo =-20,1=-20tF Observagao : A dedug&o foi feita para uma carga concentrada P=1; para uma carga uniformemente distribuida devemos seguir © raciocinio abaixo, para momento fletor, por exemplo : Raciocinamos com uma carga concentrada num elemento dx, istoé, |P=q,dx O Momento Fletor em C sera: atb arb Mc=- | qxdxxy -» Mc=-q]} ydx a a . fatb mas : yxdx = W (4rea hachurada) a Mc =-q,yw © OBSERVACAO IMPORTANTE : De um modo geral podemos dizer que um esforgo qualquer pode ser obtido da seguinte maneira : - Cargas Concentradas : Esforgo = Carga Concentrada x ordenada correspondente ~ Carga Uniforme : Esforgo = Carga Uniforme x area sob a carga 1.) Determinar os valores de MF. e F.C. maximos em C da viga abaixo submetida a uma carga permanente de g=0,5tf/m e a uma carga acidental dada pelo seguinte trem-tipo : att 3 2,00 L=6,00m Ziti 4,0 - Carga Permanente : NS LM — i Me = - 0,5, (4,4) = -4 tf.m / i 2 i 9= 0,5 tfim poo TITTiT | Mc=-4 thm. ICARGA PERMANENTE " { i - Carga Acidental : 2,00 | 5 1 tfim CLrart Mo= -[15(44) + 3:4 + 3,2] CARGA ACIDENTAL 2 (Me = - 26 tm) Le *. Memax= ~ 4-26 = - 30> McCmax= - 30 tf.m @Notar que procuramos dispor as cargas concentradas do carregamento acidental, em correspondéncia as maijores ordenadas. ~ Carga Permanente Ve =-0,5x(1x4) > (Vo - Carga Acidental : Vo =-[ 1, (1a) + 3x1 + 3,4] 3 Ve=-10 4 “ Vemax=-2-10 >} Vomax = - 12 tf @OBSERVACOES IMPORTANTES : + Valem para as vigas bi-apoiadas com ou sem balangos, todas as consideragdes gerais feitas neste item 3.2 para vigas em balango. *# Os exercicios sobre L.I. envolvem somente cargas concentradas e cargas uniformemente distribuidas, j4 gue s&o os tipos de cargas acidentais encontradas nas Normas Brasileiras (NBr) . Portanto néo tem. sentido pratico abordarmos qualquer outro tipo de carregamento acidental, como o triangular, por exemplo. 2-) Reformular 0 exercicio anterior, adotando-se : ~ carga permanente : g = 1,00 tffm -cargaacidental: ioe ate =- 74th 2 this Respostas : Moméx =~ 74thm 1.200. Vomax = - 27 tf 3-) Determinar Mcmax € Vemax: 80/KN 40 KNim > carga permanente carga acidental 100KN 100 KN 10 KNim 2,00 , a-) Mcmax = ? - Carga permanente : Mo= ~10,(2,2) - 80,1 > 2 20 KN.m! Lie! - carga acidental : Mc= -20,(3,3) -100,(143) 2 (Mc => 490 KN.m Mcmax = + 20 - 490 — |Momax = - 470 KN.m b-) Vemax = ? - carga permanente : ae Ve = 10,(2,1) + 80,1 - 40,1 Vo = 60 KN? - carga acidental Ve = 20,(1,3) + 100,(141) —»/ Ve = 260 KN Vemax = +60 +260 —> Vemax = + 320 KN 4-) Determinar Mcmax © 10 KN/m Vemax : LA.Ve * carga permanente => carga acidental : 30|KN 30|KN 30|KNN a-) Mcmax = ? - carga permanente Mc= -10 (3,3) = ee Mo= - 45 KN.m - carga acidental : Mc=-20,(3,3) -30,(3+1,5+0) 2 225KN.m . Memax = - 45-225 -> | Memax = - 270 KN.m b-) Vemax = ? ~ carga permanente : enn Ve = 10,(3;1) > Ve = 30 KN ~- carga acidental : — ee Ve = 20,(1,3) + 30,(1+1+1) +) Ve = 150 KN Vemax = +30 +150 > | Vomax = + 180 KN 3.3) Vigas_Bi- Apoiadas : a.) MOMENTO FLETOR numa secgao genérica C: Pa4 x ex — varidveis men -> fixas 1° Gaso: Carga entre AeC Re = Pxx “ Re= L mix —> parax=0—Mc=0 Me=Raxn = x xn L parax=m— |Mc= m,n L 2° Caso: Carga entre CeB Ra = Pax’ L > parax'=O0>Mc=0 Mc=Raxm = xxm L para x’ =n—>|Mc= m,n L 1,0] LARa 4,0 LRe xe x’ — varidveis Ra= Px! Ra=x > parax'=0 — Ra=0 L L parax’'=L —>|[Ra=1 Rp =Px Re=x > parax=0 >Rg=0 L L parax=L > Ra=1 c.) FORCA CORTANTE numa secgao genérica C: Pa4 Pet i i LiVe ? x e x’ — varidveis men -— fixas 1° Caso: Carga entre AeC > parax=0->Vc=0 parax=m — |Ve=- re Va = Pxx! 6 VaSX L L Ve=Va = x. > parax’=0->Vc=0 parax =n | Ve=+ ris ‘ OBSERVACOES : Notar que as equagdes dos diversos trechos das Linhas de Influéncia s&o lineares, de modo ent&o, que as L.|. séo constituidas por retas. ¢ A Linha de Influéncia de Forga Cortante numa secgao genérica C, apresenta uma descontinuidade nesta secgao. Portanto para uma carga “P” (concentrada) colocada neste ponto, teremos dois valores de Forgas Cortantes : Ve=+Pyn e V’'c =-Pxm L L Determinando estes valores de Forgas Cortantes, resolvendo normalmente uma viga isostatica, teremos : DIAGRAMA 'DE F.C. V'ic=Va=Pxn (valor de Vc a esquerda da secgéio C) L V’'c=Va-P=-P,m (valor de Ve a direita da seccao C) L Portanto podemos dizer que: - aordenada +n’ da L.I.de Vc representa a Fora Cortante a 1 LI esquerda desta secc&o para uma carga unitéria permanente colocada em. - aordenada =m ‘da L.I. de Ve representa a Forca Cortante a direita desta seccZo para uma carga unitaria permanente colocada em C. te Chamamos a atengdo de que o conceito de esquerda e direita, para Forea Cortante, sé é valido para uma carga concentrada permanente colocada na secc&o em estudo. ¢ Para uma. carga acidental. concentrada colocada em C, nao podemos. mais raciocinar com “esquerda” ou “direita” ja que esta carga, sendo acidental, pode estar um 6x de um lado ou de outro desta secgdo. Deste modo, para cargas acidentais devemos raciocinar sempre com valores maximos positivos e negativos de Forgas Cortantes na seccéo C. Notar que na secedo C , na LI. de F.C. temos, em valor absoluto : a 5-) Determinar 0 momento maximo e forga cortante maxima positiva e negativa na secgao C . Calcular ainda, a reagao maxima no apoio A. A viga dada esta submetida a uma carga permanente g =1 tf/m e a seguinte carga acicental: Pkiotr 0.0m m= 0,4 (di n (dir.) a.) Memax. = ? - carga permanente: Mc = (2,4,10),1 + Mc=12tfim 2 - carga acidental : Mc = (2.4 10) ,2 + (10.2.4) > Mc = 48 thm 2 MCmax= 12 +48 — |Memax.= 60 tf.m b.) Vemax. + = ? ~ carga permanente: Vo= (0,6,6) x1 - (0,44) <1 > Vo=1tf 2 2 ~ carga acidental: Vc = (0,6, 6) x2+(10,0,6) > Vc =9,6tf 2 v) Vemax.4=14+9,6 >] Vomax.+= 10,6 tf c.) Vemax, ~ carga permanente: Vo= (0,6,6) x1 - (0.4.4) x1 > Ve=1 tf 2 2 ~ carga acidental : Vo = - (0,4 y 4) x2 -(10,0,4) > Ve =-5,6 tf 2 1 Vomax.-=1-5,6 > | Vomix.=- 4,6 tf d.) Ra max. =? - carga permanente: Ra=(1,10),1 + Ra=5tf 2 - garga acidental : Ra= (1,10) .2 + (1,10) > Ra= 20tf 2 “ Ra max,=5+20 > | Ra max.= 25 tf 6-) Uma viga isostatica de L= 11,00 m de vio apresenta o carregamento permanente como indicado abaixo. A carga acidental atuante na viga tem o seguinte aspecto : 10} © 15) . 2 stim CBS! ASRS GR RATS MO. YUITET } 400 : 15)tf 20}tF p=3ttim rd TT Wy c ww TT 3 400 bate book Determinar: a.) M.F. maximo na secgo D; b.) Reagao maxima no apoio B; c.) F.C. maxima a direita da secgo C; d.) F.C. maxima positiva na secgdo C. 3 tim 10} 15(tf 2m - ¢arga permanente : Md= (2,182,11) .3 + 15,1,091 + 20,2,182 = 96 tf.m 2 ~ carga acidental : Md= (2,182.11) x2 + 10,1,091 + 15,2,182 = 67,64 tf.m 2 -. Mdmax.= 96 + 67,64 > | Mdmax. a t5itr 2o}r 4,00 ~ carga permanente : Rp = (1_.11),3 + 15 ,0,364 + 20 ,0,727 = 36,50 tf 2 ~ carga acidental : Rp = (1,11),2 +10,0,636 + 15,1,00 = 32,36 tf 2 +. Re max= 36,50 + 32,36 >| Rp max= 68,86 tf C.) Ve max. (a air) = ? 4,00 AO 300k Lil. Ve air 2 fm, - carga permanente Vewir =(0.636,7) 3 - (0,364.4) ,3 - 15 0,364 + 20 ,0,273 = 4,49 tf 2 2 - carga acidental Ve + = (0,636 ,7),2 +10 ,0,636 + 15,0,273 = 14,91 tf 2 Vo.= - (0,364 ,4),2 - 10,0 - 15,0,364 = - 6,92tf 2 ©. Ve gir= 4,49 + 14,91 = 19,40 tf > -. Ve dir= 4,49 - 6,92 = - 2,43 tf 2B d.) Veo max, += ? Lil. Ve dir 45 hf 20 3 tfim AOI 15th 2tfim _—— a | | 10] ASIF i 2 tim ~ Carga permanente : Veesq = (0,636;7),3 - (0,364,4),3 + 15,0,636 + 20,0,273 = 19,49 tf 2 2 ~ carga acidental : Ve + = (0,636 »7),2 +10 ,0,636 + 15,0,273 = 14,91 tf 2 Ve.= - (0,364 .4),2 - 10,0 - 15,0,364 = -6,92tf 2 VO esq.= 19,49 + 14,91 = 34,40 tf > - 19,49 -6,92= 12,57 tf 24 7-) Uma viga isostatica de 10 metros de véo esté submetida a um carregamento permanente indicado abaixo e ao seguinte carregamento acidental : => ESTAS CARGAS CONCENTRADAS PODERAO SER INVERTIDAS P1= 6 tf IP2= 6 tf 9=2 ttm q I ot q toe permanente 6,00 4,00 | 15 if tote t ! 1th: yo i =] = carga acidental 2,00. | 7.1.) Com o carregamento acidental posicionado como indicado no esquema acima, determinar a.) M.F.maximo no vao AB; b.) Reagdo méxima no apoio A; c.) F.C.méxima no apoio B e no apoio A. 7.2.) Obter o Momento Fletor maximo na secgao C. 7.3.) Obter Forga Cortante maxima a esquerda de C. 7.4.) Obter 0 Momento Fletor maximo no meio do vao. 25 34) Vigas Bi-Apoiadas_Com_Batancos : a.) MOMENTO FLETOR numa secgéo genérica C: Pa4 Pst Ph sie L.L.Mc. x ex — varidveis men — fixas 12.Caso : Carga P=1 no Balanco da Esquerda Ma = Mp = 0 Py(a-x) = - (ax) Vaor=V°atc | > Vann =0+{0-[-(ax)} > Vaoir L Mc = Vani xm + Ma = (a-x)xm - (a-x) L 26 > parax=0 > parax=a—> Mc=0 22. Caso: Carga P=1 no Véo AB Vide dedugdo da L.I.Mc para o caso de viga bi-apoiada (item 3.3). A ordenada na secc&o C como foi visto é : 3°Caso: Carga P=1 no Balanco da Direita Mp = - P,(b-x’) = - (b-x’) Vat 6 | Vaoin = 0+ [(b-x)- 0] -> Vain =~ (b-x’) = Vato x 2 Mc = Vapor xm+Ma =-(b-x')xm +0 L > parax’=0 > parax’=b— Mc=0 OBS.: Notar que na pratica, obtemos L.|.Me prolongando para os balangos a L.|.Mc de uma viga bi-apoiada. 27 No caso da secg&o C estar situada num dos balangos, vale a dedugao feita no item 3.2. a'.) MOMENTO ELETOR numa secco C situada no balanco : s Ls 1 SJR Bye a” L om 10 1,0 | LLVagsa | | i LI.VB or 2B LILRB xe x’ — varidveis Ra = Vagsa + Vann I FROCAR Oj i; sina | aa Vaesa =-1 Va pir = a-X L t Ra = 1+a-x —> parax=0 > L parax=a > [Raa] 22 Case: Carga P=1 no Véo AB Vide dedugao de L.|.Ra de uma viga bi-apoiada 3°Gaso: Carga P=1 no Balanco da Direita Ra = Vasa + Vann 7 TROAROR Towa | ar Vaesq = 0 Va oir = -(b-x’) L Ra = 0 - (b-x’ —> parax'=0 > L parax'=b > 30 SOBS.: Paraa dedug&o da L.I.Re seguiriamos o mesmo raciocinio. L.Ve x ex’ — varidveis men -— fixas 1° Case: Carga P=1 no Balango da Esquerda Ve = Vapik = (ax) L > parax=0 > parax=a— Vce=0 31 22.Caso: Carga P=1 no Véo AB Vide dedug&o da L.|.Vc para o caso de viga bi-apoiada (item 3.3) A ordenada na secgao C como foi visto é : 3°Caso: Carga P=1_no Balango da_Direita Ve = Vanir = - (b-x’) L > parax’=0 > parax=a— Vo=0 @OBs.: Na pratica, basta prolongar para os balancos a L.|.deVe de uma viga_bi-apoiada. Vale para essa L.| as observagées feitas anteriormente para F.C. devida a carga permanente e a carga acidental. 8-) Para a viga abaixo, determinar os momentos fletores maximos Positivos e negativos, forga cortante maxima positiva e negativa na secgao C e a reagao maxima no apoio A. - Carga permanente : g = 2 tfim rn - carga acidental : 05 tim 49.50.0850 |. a.) Me max. += ? - carga permanente : Mc = 2,(1,5 8) - 2(1,5 x2) - 2\(0,75 3) = 6,75tf.m 2 2 2 - carga acidental : Mc= 0,5,(1,5 .8) + 1,(1,5 + 1,375 + 1,25) = 7,125 thm 2 Me max.+= 6,75 +7,125 —> |Me max. += 13,875 th.m b.) Me max. -= ? ~ carga permanente : Mo = 2,(1,5 8) - 2(1,5 2) - 2,(0,75 3) = 6,75tf.m 2 2 2 - carga acidental : Mo -0,5,(1,5,2) - 14(1,5 1,125 +0,75) - 0,5,(0,75,3) 2 2 Mc = - 4,68 tf.m Mc max.-= 6,75 - 4,69 = + 2,06 tm > Me min. = + 2,06 tim OS tn ©.) Ve max, «= ? 34 ~ carga permanente : Vo =2, [(0,25 ,2)-(0,25 ,2)+(0,75 ,6)-(0,375 ,3)] 2 2 2 2 Ve = 3,375 tf - carga acidental : Vo= 0,5,{(0,75,6)+ (0,25,2)] +1,(0,75 + 0,69 + 0,625) 2 2 Ve = 3,31 tf Ve max.+= 3,375 +3,31 > Ve max. + = 6,685 tf 0.) Vo max. -= ? ~ carga permanente : Ve =2, [(0,25 .2)-(0,25 .2)+(0,75 ,8)-(0,375 ,3)] 2 2 2 2 Ve = 3,375 tf ~ carga acidental : Vo= - 0,5,{(0,375,3)+(0,25,2)] -1,(0,375 + 0,31+ 0,25) 2 2 Ve = - 1,34 tf Ve max.-= 3,375 - 1,34=+2,035 > Ve min = + 2,035 tf 35 ©.) Ra max. += ? ~ garga permanente > Ra = 2x [(1,25 .10) - (0,375 ,3)] = 11,375 tf 2 2 ~ carga acidental : Ra = 0,5,(1,25,10) + 1,(1,25 + 1,19 + 1,13) = 6,69 tf 2 - Ramax.+= 11,375+6,69 > Ra max. + = 18,065 tf Cc.) Ra max. ~ garga permanente : Ra = 2x {(4.25 10) - (0,375 ,3)] = 11,375 tf 2 2 - carga acidental : Ra = - 0,5,(0,375,3) - 1, (0,375+ 0,31+ 0,25) = -1,22 tf 2 + Ramax.-= 11,375 -1,22= + 10,155 —] Ramin = 10,155 tf 9-) Determinar a forga cortante e o momento fletor maximos positivos e negativos na secgao C da viga isostatica indicada, para a seguinte carga acidental : 2ttim 2 tim Me max. + = 2x(24,40) + (2,2,4) + (2, 2,0) > [Me max += 32,8 tf.m 2 37 Me max. -= - 2x{(1,8;3)+(0,8,2)] - 2,(1,8 1,2) >] Mc max -= -13 thm 2 Ve max. + = 2x{(0.6,6)+(0.3,3)] + 2,(0,6+0,5) > [ Vomax += 6,704 2 2 Veo max. - = ~ 2x{(0.4:4)+(0,2,2)] - 2(0,4 +0,3) >| Vomax-= - 3,40 tf 2 2 38 10-) Para a viga esquematizada no exercicio anterior: - Tragar a L.I.Vaypiry, achando os esforgos maximos + e -. - Determinar a Reagao maxima + © - do apoio A. Respostas : Va max + (DIR) = 14,70 tf Va max - (DIR) = 1,00 tf Ra max + = 21,70 tf Ra max - = - 0,80 tf 11-) Para a viga isostatica abaixo determinar os momentos fletores nas seguintes seccdes : a.) secgao 1 b.) apoio A ©.) secg&o 2 (maximo e minimo). Dados : ~- carga permanente : g= 1 tf/m - carga acidental : 4,50 9,00 6,00 39 LLM4 21m, L LLM 40 a.) My=? ——— — - carga permanente : My =- 1,(3,3) — | My=-4,5 tim ~ garga acidental : My = - 2,(3+1,5)-2,(3,3) > M4=- 18,0 thm | “Ma =-4,5-18,0 >| M4q= - 22,5 thm b.) Ma=? : ~ carga permanente : Ma = -1,(4,5,4,.5) > Ma B bi -10,125 thm | ~ garga acidental : Ma=-2,(4,5+3)-2,(4,5,4,5)-> Ma=-36,25 tf. Ma=- 10,125 - 35,25 -> | Ma= - 45,375 thm d.) Ma max. + = ? Me max. - = ? - carga permanente : M2 = 1,[-(1,84.5) + (3,6,15,0) 2 2 >) Mg=22,95 thm | ~ carga acidental : Mas = 2,(3,6+3) + 2, (3,6,15) a Ma-= -[ 2(1,2+1,8) + 2, (1,8,45)] 2 - 14,10 thm <. Ma max + = 22,95 + 67,2. —> | Mamax4= 90,15 tim o) Ma max- = 22,95 - 14,10 — | Mamin= 8,85 thm 11-) A viga isostatica abaixo esta submetida ao carregamento permanente indicado abaixo e ao seguinte carregamento acidental : ig 15 2ttim M.F. maximo + na secgo D; Determinar: a.) b.) Reagdo maxima no apoio B; c.) F.C. maxima + a direita do apoio A. alt 1g fF a *t 7 fhm rehyl LT] wily 3,00 4,00 400 5300) 400 agit if a2 3ittim 6 2 tim 4,00 10 15 2,91 L.A.Md LILVaoir ose 4B a.) Mp max.+= ? - carga permanente : Mp=3,(2.18;11)-13(0,82,3)-2.(2,91,4)+15,1,09+ 20,2,18 - 4,0,82 - 6,2,91 2 2 2 _Mp= 62,31 tf.m ~ carga acidental : Mp = 2,(2,18,11) + 10,1,64 + 15,2,18 = 73,08 tf.m . 2 Mp = 73,08 tf.m + Mp max. += 62,31 + 73,08 —> | Mp max. += 135,39 tf.m b.) Remax. = - Carga permanente : Re=3x(111)-1x(0,27,3)+ 2,{(1,36+1),4]+15,0,36+20,0,73- 4,0,27+6,1,36 2 2 2 Re = 62601 | - carga acidental : Re = 2,(1.36,15) + 10,1,18 + 15,1,36 = 52,60 tf 2 Re =52,60¢f + Remax. = 52,69 +52,60 = | Remax, = 105,22 ©.) Va dir max. += ? - carga permanente : Va=3,(1x11)#15(0,27,3)- 2x(0,36,4) +15,0,64 + 20,0,27+ 4,0,27- 6,0,36 2 2 2 Va = 29,39 tf | - carga acidental : Vq = 2,(1,11)+ 2(0,27,3)+ 10, 14 15,0,82 = 34,11 tf - 2 2 Vaz 4th | o Va dir max, += 29,39 + 34,11 > Va air max. + = 63,5 tf 12-) Uma viga isostatica, com o carregamento indicado, esta sujeita a uma carga acidental dada por : OBS; AS CARGAS CONCENTRADAS NAO PODERAO SER INVERTIDAS Pede-se : a.) Encontrar o valor de “q", de modo que a reacao no apoio B devido a carga permanente seja nulo. Em seguida, achar a reagéo minima neste apoio. b.) Com 0 valor encontrado de “q” , determinar a maxima forca cortante positiva na secc&o C. c.) Achar o momento fletor maximo na secgao D. 45 “x | Vv 0|(10,q)+3 _ (-10,q)=6 | c 10 ieee | 0 |(10,q)=3 ____(10,q)+6|- 3,0 LR Goq):3 (10,q)=6 -3,0 Rp=0- -10,q - 3 =0 2} = 1,80 thm 6 L.LRB 4ttim 4 tim 15{tF tim L.Mp a.) Re min, = ? - Carga permanente: Rg =0 ~ garga acidental : Re = -(10,0,3) - (15,0,1) - 4,(0,3,3) = - 6,30 tf 2 -: Remin.=0-6,30 > | Re min,=- 6,30 tf b.) Vo max, +=? - garga permanente : Ve = (10;1,8) - [(1,8 + 1,08),4] = 0,24 tf 3 2 ~ carga acidental: Ve=(5,0,6)+(10,0,4)+(15,0,2)+ 4,{(0,3,3)+(0,6,6)]=19tf 2 2 o) Ve max.+ =0,244+19,0 > |Vomax.4 = 19,24 tf Cc.) Mp max. = ? - Carga permanente : Mp = + 6,0 tf.m ~ carga acidental : Mp = -(15,2,5) - 4,(2,5,2,5) = - 50,0 tf.m 2 +. Mp max.= +6,0- 50,0 — | Mp max. = - 44,0 tm a7 13-) A viga isostatica dada esta submetida a um carregamento permanente, conforme indicado no esquema. A carga acidental é dada pelo seguinte trem-tipo : e 7 f tor ofan OBS; AS CARGAS CONCENTRADAS NAQ PODERAO SER INVERTIDAS , 3,00 3m Pede-se : a.) M.F. maximo positivo devido'a'carga acidental na secgo onde ocorre 0 momento fletor maximo devido a carga permanente. b.) F.C. maxima positiva a direita do apoio A. c.) Reagdo maxima no apoio B. d.) M.F. e F.C, maximos na seccao D. e.) F.C. maxima na secgao C. [xX [20 ve ~5|15+0,3=15,3 -15+0,3=-14,7|-5 fc 4 ; _4 Vote _ 5/193 — -10,7|-5 R 24,3 - 57 483m Mmax > V=0 “19,3-3x=0 + Mx = 19,3,x-a,x?-3+Ma > | Mma = 39,08 tm 2 OMOMENTO E MAXIMO PARA X=6,44m DO APOIO A 48 Na seccéoC: Mcesa.=(19,3x4) - Gx4®) - 20 = 33,20 tm 2 Meir. = (19,3 x4) - (3.47) - 3-20 = 30,20 tim 2 LLVaair + oa 3tflm 49 8.) Mac. max + = ? - carga acidental : Mac. max + = 3x(2,294,10) + 10,1,225 + 20,2,294 2 Mac. max + = 92,56 tf.m b.) Vaor. max += ? - carga permanente : Va pir = 19,30 tf ~ carga acidental : Va pin = 3x{(0,5,5)+(1410)] +10,1+ 20,0,7 = 42,75 tt 2 2 + Vaair.max+= 19,30 + 42,75 > [Va ate, max += 62,05 tf ©.) Re max =? - carga permanente : Rp = 5,70 tf - carga acidental : Re + = 3,(1,4,14) +10,1,1 + 20,1,4 = 68,40 tf 2 < Rp max+= 5,70 + 68,40 > Re max += 74,10 tf d.) Mp max =? @ Vp max =? - carga permanente : Mp = + 5,3 = 15 thm - carga acidental : Mp = -3,(3,3) - 10,0 - 20,3 = 73,50 tf.m 2 -. Mp max= 15- 73,50 — | Mp max= 58,50 tf.m - carga permanente : Vp = 5,0 tf - carga acidental : Vp = + 3,(1,3) + 10,1 + 20,1 = 39,0 tf *. Vp max= -5,0+39,0 > Vp max = 34,0 tf @.) Ve max =? - carga permanente : Ve = 19,3-12=7,3 tf - carga acidental : Ve + = 3,{(0.6,6)+(0,5,5)]+ 10,0,6 + 20,0,3 = 21,15 tf 2 2 Ve - = -3x{(0.4,4)+(0.4,4)] - 10,0,1 - 20,0,4 = -13,8 tf 2 2 c Vemax= 7.342115 > Ve max = 28,45 tf 14-) Dada a viga isostatica abaixo, pede-se ° momento maximo na secgdo C, quando as vigas estiverem sob as cargas indicadas abaixo : para determinar 4] 4 CARGA ACIDENTAL 2tim - carga permanente: Mc = 7,6 - (1,8,6),2 -4 = 27,20 tim 2m L..Me - carga acidental : Mc = 2,(2,4,10) + 4,(2,4 + 1,6) = 40,0 tim 2 “ Me max= 27,20+40 -> | Me max = 67,20 thm 3 15-) Dada a viga isostatica abaixo, submetida ao carregamento permanente indicado, pede-se para determinar : a.) M.F. maximo na secgdo C: b.) F.C. maxima negativa na seccdo C. A viga esta ainda submetida ao seguinte carregamento acidental : slit she gtr Respostas : - carga permanente: Mcegq= 25,60 tf.m Mepp, = 21,60 tf.m Vesa = - 0,80 tf Veoir. = - 4,80 tf - carga acidental : Mc= 76,50 tf.m Ve = - 14,75 tf Mcmax, = 102,10 tf.m Vemax. = -19,55 tf 54 16-) A viga isostatica esquematizada esta submetida a um carregamento permanente indicado abaixo e a um carregamento acidental dado pelo seguinte trem-tipo : TIF 10 1tfim OBS: AS CARGAS CONCENTRADAS PODEM SER INVERTIDAS 42.00. Bt 8 2 tim f eee tit im a c LN i 600 | 10,00 10,00 i 8,00 dotnet Peep ececefeceentrnene Pede-se: a.) F.C. maxima + no apoio B; b.) M.F. maximo na secgéo C; c.) F.C. maxima na secgdo C Respostas a.) | Veesa min. = - 21,78 tf | - carga permanente: Veesa= - 25,95 tf - carga acidental : Veesa= + 4,18 tf Va pik.max.= + 41,0 tf | - carga permanente: Vapr= + 16,0 tf - carga acidental Va oir= + 25,0 tf b.) Memax. = 95,5 + 128,0 | Mcmax. = 223,5 thm Mcmin. = 95,5 - 83,25 12,25 tf.m c.) | Ve 17,85 tf - Carga permanente: Vcesa= + 2,05 tf Ve pir. = - 5,95 tf - carga acidental: = Vc.= + 10,93 tf Ve- = - 11,90 tf FACULDADE DE ENGENHARIA FUNDAGAO ARMANDO ALVARES PENTEADO oa ESTABILIDADE DAS | CONSTRUCOES I by d a _ a) CAPITULO 4 “VIGAS COM CARGAS INDIRETAS ” “VIGAS CURVAS ISOSTATICAS ” “VIGAS POLIGONAIS ISOSTATICAS ” Prof. Aiello Giuseppe Antonio Neto CAPITULO 4 VIGAS COM CARGAS INDIRETAS VIGAS CURVAS ISOSTATICAS VIGAS POLIGONAIS ISOSTATICAS VIGAS COM CARGAS INDIRETAS: 41) Generalidades : As vigas com cargas indiretas so, justamente, as vigas que recebem cargas através d e uma estrutura auxiliar, conforme o esquema abaixo : Portanto, no esquema indicativo, a carga “q” esta aplicada indiretamente na viga AB, através da vigota CD Como exemplo de vigas com cargas indiretas temos: - vigas com tablados de madeira,em que a carga é transmitida por vigotas de madeira (de peroba, por exemplo); - pontilhdes ferroviatios com a carga sendo transferida do trilho ao vigamento, através de dormentes. TABLADO DE MADEIRA JRILHO TR DORMENTES—T 42.) RESOLUERE : Consideramos a viga AB , que recebe a carga P através da vigota CD: Resolvendo a viga CD, obtemos as reagdes Re e Rd, que agem na viga AB. 7 Ro = Pad c d o + L © ut ° Rd = Pyc ’ ’ L Teremos na viga AB Pe= Pal Pa B.C , pe foveal a b ’ + * a L. - Ra=Pyd cb + Pye (bly) =P (db + eb - ols) Gok La L Lyla Ra=_P_ xf bx (c+ b) - cdi1}=_P xf bli - Gli] = _P x(b-c) Lyla Lyla L Analogamente : Os valores de Ra e Rp encontrados acima sao os mesmos caso a carga “P” fosse aplicada diretamente na viga AB. Obtidas as reagdes de apoio (ou as forgas cortantes de apoio) poderemos concluir a resolugéo da viga, como segue J& sabemos que Ve=-Re - Trecho AC : M=Vaxx = LP y(b- 0} yx L V=Va= Px (b-0) L - Trecho CD : M = Vaxx’ - Poy (x'-a) V=Va- Po - Trecho DB M = -Vexx" = = (-Ra) xX" V=-Ve = OBSERVACAO Tendo Ra e Rp, e portanto Va e Vp. os mesmos valores, considerando-se ou n&o as catgas aplicadas indiretamente, concluimos que os diagramas de Momentos Fletores e Forgas Cortantes nos trechos AC e BD coincidem com o tracado para a viga AB. No trecho CD as equagdes de Momentos Fletores e Forgas Cortantes s&o lineares, com valores conhecidos nos pontos C e D. - Tragado_dos Diagramas ~ > DIAGRAMA CONS! "ANDO A CARGA APLICADA DIRETAMENTE -trecho CD: M= Vax’ - Po(x’-2) > parax’ = 2 > Mc =2,72 th.m para x'= 3,5 > Mp = 3,28 tm V=Va-Po > parax’ =2> Ve = 0,36 tf para x’ = 3,5 Vp = 0,36 tf c.) Diagramas |Po3tt 1,00 {0,50 oor 5200 1,50 2,00 Ee M.F 1.36 © 0.36 F.C 2.) Completar a resoluc&o da viga dada, submetida a uma carga uniformemente distribuida. q=2tflm 2,00 2:00 2.00 2.00 42,00 No caso de termos diversas cargas concentradas, como indicado abaixo, o procedimento é andlogo MF. \ edema DE ME.COM AS CARGAS APLICADAS DIRETAMENTE NA VIGA AB. As reaces das vigotas sao determinadas isostaticamente 43.) FUCICCIOS - 1.) Resolver a viga com carga indireta abaixo esquematizada a.) Vigota CD Pc = Pyb = 3,0,5 = 1 tf L145 L Pp = Pra = 31,0 = 2 tf a ~ oe L 1,5 Va = Po3,5 + Pd2.0 > Va=1,36t 5,5 5,5 - Ve = - Poy2.0 - Pd3,5 > Vp =-1,64 th 55 55 : ° -trecho AC: M=Vayx > parax=0-—>Ma=0 para x= 2 > Mc = 2,72 thm VEVa > parax=0— Va =1,36 tf para x = 2» Vo =1,36 tf Att et [" , © F.C 3.) Resolver a viga indicada abaixo Sif 4 2,00 ee 3,00 4.00 3,00 RESPOSTAS: Va=7,40tf > Ra = 9,40 tf Ve = -6,60 tf > Re = 8,60 tf @ OBSERVACOES : Qs diagramas dos esfor¢gos internos solicitantes de uma viga com carga indireta sao. sempre lineares. - Os valores dos esforgos maximos s&o menores que os valores obtidos carregando-se diretamente a viga 4.) Na viga isostatica AB, esta apoiada, conforme indica o esquema, a vigota CD (também isostatica), que recebe uma carga horizontal “p” através de uma haste de comprimento “c” Calcular a viga AB, determinando as reagdes de apoio e diagramas de M.F. eF.C. 4,00 = M=3xt= 3 tim 1th + Va=-1th Ra Ve= 31-32 =-1tf > Vg=-1t Re=titt 3 -trecho AC: Mx=Vasx=-14x — parax=0—>M,=0 parax=1—Mc=-1thim Vx= Va =-1 -trecho CD: Mx’ = Vayx' + 3,(x'-1) > parax'=1— Me =-1 thm para x’ =2 + Mp=+ 1 thm Vx = Va t3 =+2 - trecho DB: Mx" = Va yx” + 3x(x"-1) - 3y(x"-2) > para x" =2— Mp =+1 tim para x" = 3 > Mg =0 Vx" = Va +3-3 o c.)_Diagramas : 2) @ 70 F.C, 44) Linhas de lifluencia : a.) REACOES DE APOIO Vimos anteriormente que as Reagdes de Apoio tém os mesmos valores, quer se considerar a viga AB carregada direta ou indiretamente. Nestas condigGes as Linhas de Influéncia de Reacdes de Apoio sao as mesmas de uma viga bi-apoiada AB mt 1.0 LLRa LLRe b.) MOMENTOS FLETORES Dos estudos anteriores, verificamos que o Momento Fletor nos trechos AC e DB é o mesmo de uma viga carregada diretamente. No intervaio CD a equagéo de Momento é linear, portanto a Linha de Influéncia neste trecho 6 uma reta com as ordenadas conhecidas nos pontos C e D. Nestas condigées, para o tragado da Linha de Influéncia de Momentos Fletores numa secg&o genérica S devemos proceder como no caso de vigas isostaticas, com as devidas adaptacdes. [P=4 Notar que se a seccgao genérica S coincidisse com o ponto C, neste caso a Linha de Influéncia seria a mesma de uma viga bi- apoiada, carregada diretamente Pe LLMs = L.I.Me c.) FORCAS CORTANTES Todas as observacées feitas para Momentos Fletores séo validas para Forgas Cortantes As Linhas de Influéncia para F.C. est&o indicadas abaixo VIGAS_CURVAS _ISOSTATICAS: 45) Generalidades : As Vigas Curvas Isostaticas tém seu emprego bastante limitado devido ndo somente a falta de aplicacao pratica Tratando-se de uma viga isostatica, as Reagdes de Apoio (ou as Forgas Cortantes), poderao ser obtidas facilmente com o emprego das quacdes Fundamentals da Estatica Os Esforgos Internos Solicitantes na seccdo “D” serao : ~ Momento Fletor (Mp) Mp = VaxxX - Pax (xa) - Haxy ~ Esforgo Cortante (Tp) e Estorgo Normal (Nb): O esforgo vertical na secgao D devera ser decomposto numa componente normal e numa componente tangencial a seccao. lo © esforgo horizontal na secoo D, analogamente, devera ser decompostoem Np e€ Tp Hp=Ha —-._-| Np = Hp cosep To =~ Ho senop| Somando-se os dois efeitos teremos Np = Vpsenp + Hp cosp ESFORGO NORMAL Tp = Vpcos@ - Hp senp ESFORGO TANGENCIAL OBS.: O Esforco Tangencial (Tp) é 0 Esforgo Cortante da viga, na secgao D 46.) Exercicies : 1.) Resolver a viga curva isostatica indicada rrr P2=2tf a.) Reagées_de Apoio SMg=O > Vaxl-P4x7-P2x3=0 > | Vq=2tf | analogamente : b.) Esforcos Internos Solicitantes : -trecho AC: Mx = Va xx Vx = Va = 2 -trecho CD: Mx’ =Vayx' - P4x(x’- 3) Vx'= Va - P= 0 - trecho DB: 104 - esforgos normais e tangenciais (secgées C e D) Hp = 0 e Vp =-2 Np = Vp sen + Hpcosp =-2sen@ Tp = Vpcosp - Hpsenp =-2cosp c.) Diagramas : M.F. ad @ Be i F.c 2.) Na viga circular abaixo, Solicitantes na secgdo K. determinar os Esforgos Internos Respostas : Mk = 0,837 tf.m Nk = - 1,083 tf Tk = - 0,613 tf 3.) Tragar. 0 diagrama de Momentos isostatica de eixo parabdlico. Obter Fietores da solicitantes na secgao D viga curva ainda os esforgos internos a= 2 tim too =dy = 4 (L - 2x) = dx? & Respostas parax=2,0m — y=1,50 tgp = 0,30 Ha =0 Va = Ve =Oxb = 8 tf 2 Mp = Vax2 - Ha xt, -G%x 2 Np = Vpsenp + Hpcosp — !Np 4.) Obter os Esforgos Internos Solicitantes na secgao D da viga curva indicada abaixo : VIGAS_ POLIGONAIS _ISOSTATICAS: 47) Generalidades : As Vigas Poligonais Isostaticas s&o vigas compostas por trechos retos “quebrados” ou ainda trechos curvos e retos A aplicacao pratica destas vigas ¢ restrita. A resolugao deste tipo de estrutura é importante como etapa intermediaria na resolugao de estruturas hiperestaticas, principalmente porticos, com a aplicagao de outros métodos, como por exemplo Método das Forgas ou ainda na aplicacao dos Teoremas de Energia de Deformagao. A sistematica de resolugao destas vigas € a mesma de estruturas isostaticas ja vistas, somente deveremos lembrar que precisaremos nos posicionar em relagéo a estrutura, como mostra o esquema abaixo : De um modo geral, deveremos obter nos diversos trechos da estrutura, os Momentos Fletores, as Forgas Cortantes e os Esforcos Normais. Os diagramas a serem tragados sao: M.F.. F.C. , E.N. Para os Esforgos Normais, por ter importancia secundaria, na maioria dos casos, nao se traca o diagrama 48) Exercicios : 1.) Tragar o diagrama de Momentos Fletores da estrutura isostatica esquematizada abaixo E.1= constante Patt 1Py Decompondo a carga “P” em componentes horizontal e vertical, teremos Pv = P, sen 30° = Ph = P, cos 30° = 00 tf 46 tf a.) Reacdes de Apoio EH=O > Ha + Ph=0 > Hy=-3,46tf EMp=0 — Vp8+ Ph6-PVY8+ Hax2=0 > Vq=0,268 tf EV=0 > Va + Vp=0 > Vp = 1,732 tf b.) Momentos Fletores - Irecho AB : My= Vax0 - Haxy = 3,46; y — para y = O-> Ma =0 para y=4 > Mg=13,86 tf.m - Trecho BC : Mx = Vpxx = 1,732 xx — parax =0> M,. =0 para x = 8 > Mg =13,86 tim ~ Trecho CD: My = Vpx0 =0 c.) Diagramas : 13,86 2.) Tragar o diagrama de momentos fletores da estrutura isostatica esugematizada abaixo : E.1.= cte HA Decompondo a carga “P” teremos Pv = P, sen 30° = 2,00 tf Ph = P, cos 30° = 3,46 tf a.) Reagées de Apoio : EH=Q > Ha - Ph=0 > 'Ha=+3,46tt > VaS+ PhS -PY8+ Hax2=O0 > Va=1,732tf EV=S0 > Va + Vp=0 > Vp =0,268 tf b.) Momentos Fletores : ~ TInecho AB: My= Vay0 - Haxy = -3,46; y para y = O-> Ma = 0 para y=4—> Mg=-13,86 tf.m - Trecho BC : Mx= Vaxx - Hax4 — parax=O — Mp =13,86 tim parax=8— Mc=0 - Inecho CD: My’ = Vpx0 =0 c.) Diagramas 3.) Reformular os dois exercicios anteriores tragando os diagramas de Forgas Cortantes . 4.) Tragar os diagramas de M.F. e F.C. da estrutura isostatica indicada abaixo jp=2 tim | 4 ttim ae t Ty) a Cl 2,00 Ie g ke 4,00 no 0.5 tim 6,00 a A . vo L= 600m 2,00 a.) Reagées de Apoio THEO > Ha- 05,4205” Ha=t2tt EMa=O > Vpx6 + (0,5 x4)x4- (1 x2)7 - (2x64 + 2,15 =0 2 > Vp =4,50tf EVEQ > VatVp-2 - (2x6) - (4x2) =0 > Va=5,504f 2 b.) Momentos Fletores_e Forgas Cortantes - Trecho AE - Irecho BC - Trecho CD - Balanco Vy = -Ha=-2 My'= - Hany'- Pxt,5 = -2y - 3 > para y'=4 > M Vy = -Ha=-2 My = - Hay =-3,46.y > paray=O0—> Ma=0 para y=4— Me=-8 tf.m para y'=6 > Mg Mx = Vaxx - Hax 6 = Px (x1,5) - xX xX 3.23 — parax=0—>M, para x =6 > Mc Mz= - (0,5,Z)Z_ Vz= +0,5,z > paraz=0—> Mp=0 2 para z=4— Mc:=- 4 tim > paraz=0— Vp=0 paraz=4>Vo= 2 tf Mx' =~ (1xx)xx. > parax' =O M=0 Vx' +14xx! 2 para x' = 2 Mc»=- 2tf.m > parax =0->V=0 parax’=2— Ver= 2 tf at c.) Diagramas 28 5.) Tragar os diagramas de M.F. e F.C. da viga_poligonal isostatica abaixo 3,50 40 KNim 3,00 q=10,5=50KN qv =qx cosa = 50 ,0,80 = 40 KN gh =qxsena = 500,60 = 30 KN a.) Reagdes_de Apoio Ha = - 10 KN Ra = 37,03 KN Re = 25,47 KN b.) Momento nos pontos de Quebra Ma=0 Mp satanco = ~ (30 1,5)x1x1,5 > Mpaatanco = - 11,25 KN.m 2 3 scene Mp ea =~ (-10 x7) - (40, 3,5) > | Mpea 70 KN.m MpBec=-11,25-70 > ‘Mpac=- 81,25 KN.m Me = (37,03, 4) - (-10,7) - (40,3,5) - (22,5,4,5) > Mo 23,13 KN.m Mp = 0 Me =0 c.) Barra AB : 360 | eee! MA ( 2 rye Va=Voa +c = (40,35) + (-70-0) = 10 KN 7 7 Mx = Vaxx + Ma Vx = Va Mx’ =Vaxx’ + Ma - 40,(x- 3,5) Vx = Va - 40 d.) Barra CD wo( Fo te KN inv L=5,00 Ve=V°o +e= (10,7) + (0+ 23.13) = 29,62 KN 2 7 Mx = Voxx + Me = qx 2 Vx = Ve -qxx Mmax. = 20,75 KN.m —> x= 2,962 m e.) Balanco f.) Diagramas 6.) Tracar os diagramas de M.F. e F.C. das estruturas abaixo a) 0,7 tim 8,00 8,00 8,00 2,00 7.) Tragar o diagrama de M.F. da viga poligonal indicada 40 KNirp 10 KNim| [20 KN/m a.) Reagées de Apoio ZH =O Ha+30-(20,2)=0 > Ha=10KN Maz 0 > Rex 10 - 30,2 + (20,2),5 - (10,3)x5,5 - (30,3),6 = 0 > [Re = 28,5 KN ‘ EV=0—> Rat Re-10,3- (30,3)=0 > Ra = 45,5 KN a : b.) Momento nos Pontos te Quebra : M 0: ~Mg=0 Mp =-Hax4- 30,2 >: Mg = - 100 KN.m Me =- Hax4 + Rax4- 30,2 >: Mo =+82KNm Mp = Rex3 - (20,2); 1 + Mp = 48,5 KN.m c.) Barra CD 10 KN/m q inc, unif 4 = 10,3 = 30 KN gi = q cosa, = 24,96 KN qiunif.= gi = 24.96 — -qiunif.= 6,93 KN/im [30 KN/m if P pine. distr pi Li \ ol p = 30,3 = 45 KN 2 = p ,cosa = 37.44 KN pi= pidistr.,L = 37.44 — © pidistr.= 20,77 KN/m 2 Portanto, teremos p 420,77 KNim = 6,93 KNim L= 3.605 Ve = 15,68 KN Vd = - 46,74 KN d.) Barra DE : j 20 KN/m_ i unif = 6,16 KNim q = 20,2 = 40 KN gi = qx sen & = 40 ,0,555 = 22,2 KN qiunif. =_gi_ = 22,20 = 6,16 KN/m L 3,605 mp ME (x 48 KNim r 7 L= 3.605 Vd = - 2,36 KN Ve = - 24,56 KN e.) Diagramas 8.) Tragar os diagramas de M.F. e F.C. das vigas poligonais esquematizadas a.) 2,00 4,00 lA Respostas Va = 2,285 tf Ve = 0,285 tf mh “ pad att ¢ ABO 50. 180. 4,50 Respostas Va® 4.25 tf Ve= 4,75 tf od c.) 1,8 tim L= 12,06 4,00 9.) Tragar os diagramas de M.F. e F.C. da viga poligonal indicada : 40 KN/m Udi " 4,00 20 : Ha 27”" 3.00 4,00 he Pv = Ph = 20, cos 45° = 14,14 KN a.) Reagées_ de Apoio Ha= - 125,86 KN - 13,60 KN 57,74 KN b.) Momento nos Pontos de Quebra : Ma=0 Mp =- Hax4-(20,4),2 —° Mg = 343,44 KN.m Mc = Rey7-Pvy5,5-Phy1,5 > Me = 305,21 KN. nl Mp = Rex3-Pv x 1.5-Phy1,5 — \ Mp = 130,80 KN.m 3 c.) Barra BC c Co gi total =15 KNIm rs cA 4,243 qi total = (20,3),sen 45° + (10,3),cos 45° = 15 KN/m 4,243 Vp = 22,81KN Ve = - 40,83 KN d.) Barra DE ce | ) Vp = - 20,83 KN Ve= 40,83 KN e.) Diagramas 10.) Tragar o diagrama de M.F. da viga abaixo = Py a.) Reacées de Apoio: + Hp= 86,6 KN Ra = 25,0 KN Rp = 25,0 KN b.) Momento nos Pontos de Quebra Ma=0 Mp=0 Mp = Vax4 — Mp =100 KN.m Me = Vpy4 = Mc =100 KN.m c.) Diagrama 11.) Tragar os diagramas de M.F.e F.C. da viga poligonal abaixo : 20 KN Respostas Rvc = U Rhce - Momentos nos pontos de quebra : (Ma = 0 Mb¢ay = -60 KN.m Mb jas) = 40 KN.m Mbgo) = -20 KN.m Mc =0 - Reagdes de Apoio : {ve = 22,86 KN 4 6 S 20 al 40 c ® MF. A 2.87 > 2% o| (8 cH @ o 20 F.C. A a 12.) Tragar os diagramas de M.F. e F.C. da viga poligonal indicada Respostas : - Reagées de Apoio : ire - Momentos nos Pontos de Quebra : |Ma=0 Mb =0 Mc = 146,08 KN.m Md = 0 13.) Tragar o diagrama de F.C. da viga poligonal abaixo : 20 KNim Respostas - Reagées de Apoio : Rva = 12,86 KN Rha = Rvb = 47,14 KN - Momentos nos Pontos de Quebra : Ma = 0 15.) Tragar o diagrama de M.F. da viga polignal abaixo : 100 6M 30m} ae) 20KN Respostas -Reagées de Apoio: Rva = 95,83 KN Rha = - 20 KN Rvd = 49,17 KN - Momentos nos Pontos de Quebra : Ma = 0 Mbeeay= - 100 KN.m Mbys= 80 KN.m Mbycj= - 20 KN.m 4 - Momentos nos Pontos de Quebra : Mcjpay= - 45 KN.m Moeny= 0 Mcjeoy= -45 KN.m Md=0 4G ESCOLA DE ENGENHARIA UNIVERSIDADE MACKENZIE 7 ””S”™~CSTSC~ x=2,23m +. Mmax = 1,48 thm ® S 1S 3 a ® mn ° n 3.) Dada a Viga Gerber. determiar o valor de “a” para que c momento no apoio B tenha o mesmo valor do M.F. maximo no vao AB 2m a.) Vigota GG2 2 thm Ti Rev Rei = Re2= Li (tf) b.) Vige ABG, foreus 2 tia | bred £ Ke 3 oa a M. 0 -(S a) v 5 5 (Ly +2a) c — v R Ma= 0 Ms =-Rena-2a2 =-Lya-e7= -ax(Li+a) 2 Mas, Lita=5 . portanto | Mp Vaz=5-a | Mx = Vaxx + Ma - 2% >. Mx=Vayx - x7 2 Vx = Va- 2x > VX= Va - 2x Va-2x=0 — | xXmax = Va 2 Substituindo, teremos 22 - = >| Max = Va Mmax = VaxVa- Va 2 nN, Do enunciado Mp = Mmax | - = Va? -5a = (5-a}* 4 4 resolvendo a equacao 0,855 m prismatic de 16 m de comprimento apresents os diagrames de M.F. e F.C. conforme mostra as figuras a seguir. Determinar qual a Vige Gerber que apresenta estes diagramas, com os respectivos carregamentos que os produzem A BoC D E F G 200 200 . 2,00 4.00 2,00 4,00 Z + ” ’ a ’ + 4 ffeere irre <1 ME. Billo, + fs Fc Unidades : tf em Resposta Observando o diagrame de M.F., notamos que nos pontos D eE os momentos fletores so nulos. Isto nos sugere que haja nestes pontos. articulacdes. Alem disso, no trecho DE, temos ume parabola do 2° grau indicando que neste treche existe uma carga uniformemente distribuida Assim do diagrama: Mmax = 2 thm Mmax = Nos pontos © e F os momentos s&o negativos € no diagrama de F.C., as forgas cortantes trocam de sinal 4 situagao € tipica de apoios, portanto teremos apoios nos FE No ponto B no poderemos ter uma articulagao pois ficariamos com uma sucesso de articulacdes (vide parte tedrica) Como nao existem mais pontos de momentos nulos teremos somente 2 articulagdes: em D e em E Sabemos que o nlimero de articulagdes = 2 Entéo : 2=n'-2 (vide teoria) Portanto n' = 4 apoios. Os 4 apoios estéo nos pontos A, C.F, G. © ponte B n&o pode ser apoio; vide diagrama de F.C. + que sugere aplicacéo de uma carga concentrada Nos trechos BC, CD, EF, FG 0 diagrama de F.C. é constante. portanto ndo hé nesses trechos, quaisquer carregamentos. Assim, ficamos com 4.00 2,00 4,00 Resoivendo os diversos trechos poderemos obter o vaior da carga P{P=2tf) e cotar o diagrama de F.C Sugerimos a colocacao de articulagao fixa no apoio A, jé aue Ra=Oe fixa no apoio G, onde Re = -1 tf. 1S 5.) Dada a viga continua abaixo, transforméta em Viga Gerber sabendo que as articulagdes distam dos apoios 0,2 L. A. seguir resolver a viga tragando os diagramas de F.C. ¢ determinando os momentos maximos de vao. a y atim Pose a im pore PET TT erro 5tf 10 tf 200 8,00 2,00 00 12.00 Por aoe + n° de reagdes = 6 eq. de equilibric = 3 3 articulacées Cae Gr Ge a~ “Te 5 2.00 3.00 2.40 9.60 ae ° a.)Vigota GyGp b.) Vigota G3D Rez = Rp =ayb = 39.6 = 14,40 tf 3ittim a a fener Ro3 RD S60... Re3 = Rp = 14,40 tf =ql2= eee | ene eee | Mmax = Qu” = 3 9.6" > | Mmax = 34,56 thm | 8 8 ——___—_—______ c.) Viga GaBCG3 Resolvendo , teremos : Mg = - 30 tf.m Mc = - 43,2 tf.m c=-1,65 Vegir = 14,35 tf Mmax = - 4,26 tf.m ( minimo ) d.) Diagrama de F.C x “et G2 JS Te *3 Z\> Ae alo is P\t Re 1440 Oke © @e a Slo 5 2 u mee 14,40 a 6.) Dada a viga hiperestatica abaixo. transforma-la em Viga Gerber dispondo as articulagdes a 3 m do apoio mais proximo. Tragar em seguida o diagrama de M.F. da Viga Gerber. at at 7,00. 1,0 5,00 | yo ” | 4 ttim ____ 2 tf Ter TTerT 10.00 20,00 10,00 10.00 7 + - — a n° de reagées : 7 eq. de equilibrio : 3 4 articulagé: | [ERS EDIEGEES)) 3.00 400 3,00 ’ we Le 20.00 10,00 10.00 ” a Re1=Re2=axl=1,4 =2t 2 2 Ret = Rez = 24 Mmax = b.) Vigota G3G4 tf Res = Req = Gb +Pyb+co= 6 tf 2 tim root 204 a za Po BDO Rez = Reg = 6 tf Mx'= 6.x - ax - 4(¢2) 2 c.) Balango AG, |RGI=2tf fAtiim | Z T 4 Mx = -24x - 14x 2 % * d.) Viga GgBCG3 [t+ Ro2=6 th [Res =64f 2 tfim 73.00... 73.00.g. vao BC M208 270 | Mx = Vagir xX + Mp. ve 76 042 c -0.328 -0,325 | Voi .7 -0,325 -0,325' 12 R 6.68 12.23 | e.) Viga GyDE leu 2tflm a balango : 3,00 10,06 a Mx = -6,x - 2,5 [— } 2 M | 270 oO ve 12.0 0} ¢ | 27 27) vao DE voi 1227 27) pea ! — Mx = Vogir xX + Mp f.) Diagrama de M.-F. 10,00 20.00 40.0c 10,00 ~ 6) Exercicios_ Propostos : 7.) Transformar a viga hiperestatica em uma Viga Gerber, dispondo as articulagdes a 0.25L do apoio mais proximo Trager em seguida, o diagrama de M.F so i “(3 5 ny 3s 3 & b—S\ n zt 12 SS 1] ke Si 7 Respostas n° de reagdes = 4 n° de equagées de equilibrio = 2 Rer=Re2= 13tf /| Ma = Mp= -115 éf.m us 2) 8.) Transformar @ viga abaixo numa Viga Gerber, colocando as articulages a 0,20L do apoio mais proximo. Tragar em seguida o diagrama de F.C 80 KN 80 KN. | 40 KN/im | 20 KNim | | 20 KNim £ Tt id e PVTToT ANA of Lc Oohde 2,00 8.00 2.00 6.06 2.00 8,00 2,00: foot ae ae zane "Respostas n° de reacdes = 4 n° de equacées de equilibrio = 2 “S, ) Tragar o diagrama de M.F. da Viga Gerber abaixo indicada 400 KN 10.) Determinar a * Viga Gerber" € o seu carregamento, indicando todos os valores numéricos nos diagramas Sao dados AB co BF GH 2.00 400 2.00 8.00 2.00 600 = -2.00 poor Pont » Poon Coe 2.00, pe ANE BBE op AOD. | ports Hen | we Ts : : ' ' ‘ ' + + ' | F.C 5 1 _ 5,00 2,00 * 2,00 ' 2,00 5.00 2.00 3.00 Rot re BD a.) Vigota GG2: Ret =Re2=axb= a Ct ‘G2 os {itr Rot Ro2 2.00 ° Rei = Re2 = 2 tf ©" Respostas De acordo com os diagramas indicados, teremos P1s? (P2=? , 200} 700 f , | OA | FF no D *F c* y J LS 2,00 4.00 2,00 6.00 6,00 2.00 4 er ra 4 am o: Valores das cargas atuantes -Vao BC + M=Pyyaxb = 4,0 > Py, 2,2 = 4,0 L 4 P= 4ot | -Vao FG > M= Poa! 4.0 — Poy 42 = 4.0 L 6 Po= 3.08 | iE ~ A se Mp =~ 4 tim e Me =-2th.m Vp = V°p +0 = aul + ( > Voor = 4xq + 0,25 M = Voarx X + Mp ~ ox = 4,q + 0,25 24 Mmax 2 V=O > V=Vper- x= 0 V = 4,q + 0,25 - qx = 0 mas Xia. = 4.125m = 2.0 tim | jaan 7) Linhas_de Influencia : As Vigas Gerber sendo estruturas isostaticas, tem o tragado das Linhas de Influéncia semelhante ao de vigas isostaticas. Sendo as Linhas de Influéncia destas vigas compostas por trechos retos, € de se esperar que, para as Vigas Gerber, tenhamos também segmentos retos. Dispensaremos deste modo, as deducées para as Vigas Gerber. muito emdora a sistematica seie @ mesma do capitulo 3 &) Etenplos. Numericos_con_Linhas_de_tufluencia : 11.) Determinar os valores maximos positivo e negative do Momento Fletor na seccéc M ( ponto médio de AB). sabendo-se que a carga permanente ao longo de toda a Viga Gerber 6 g=4 tflm e que mento acidental é dado por Ait ‘" 3tfim| 3.00 , Gt e2 a M8, D Yo.00 10.00""50 20.00 5,00 , i poe vor 20.00 pene e 30.08 po 29-00... 8.08, gg 4tim waa 3B <7 L.LMm Se [ [5 i , ia ' V1 i if af fa oF sim 1 coe eli lee carga permanente > Mm = 4x {5,20 2 25,25 ) = 39 thm A carga acidental> My + = 3,( 5:20 } + (4,5) + (4,35) = + 184 thm 2 Mm - = -3x(3,5 + 2.525) - 4,(2,5+2,13)= -139.25 tf.m 2 2 Mia max + = 39 + 184 = 223 — | Mmmax += 223th. [ 100.25 >! Mu max 100.25 thm | 26 12.) Determinar os valores madximos positive e negativo dos Momentos Fletores na secgéo M ( ponto médio de AB ), sabendo- sé que a carga permanente ao longo de toda a Viga Gerber ¢€ ¢=2tflm 2 que o carregamento acidental 4 dado por : Determinar ainda, o Momento maximo no apoio B. 3.00 G2 ASS of 5,00 25.00 5.00 ez J, g=2 tim oe 7 Pe, My + = 3,(6.25,25) + 5, (6,25 + 4,75) = 289,38 tf.m 2 Mm - = -3(2.5,5 + :20) - 5 x(2,5+ 2)= -116,25 thm 2 Mu max + = 93,75 + 289,38 = 383,13 —> | My max + =383,13 thm, ear My max - = 93,75 - 116,25 = - 22,50 — | Man max eo ~ Ms max. =? © carga permanente > Mg = - 2x{ © carga acidentai> Mp - = - 3,( Mp max ~ = -100 - 19 2B 3.) Dada a Viga Gerber abaixo, pede-se - as Reac6es de apoio maximas + : - as Forgas Cortantes maximas na se G3 o/ \ EY 7, 5,00 v eile 30.00. > 28,00. ae LLRs 110 4 E iF Po <= LLRa to Jou ee 29 G1 G3 * < AUF B Cc a E 7.50 5,00 20,00 5,00 AMY.......30,00 - 30,00. BOD. perenne 25,00. ap Qi 8 4 @ ALR tm 4 10 —— ~ Re max. + * carga acidental > Re+= 2\( 117,55) +10,(1,1+4,17)= rs ~ Ra max. + =? ¢ carga acidental + Rat = 2,( 1.17,35) +10, (1,1 +1,17) = 63.65 tf 2 [Ra max 63,65 tf | Remix. + =? * carga acidental > Ret+ = 2,( 1,17,55 ) +10, (1,1 + 1,17 ) = 87,05 tf 2 [Re ma += 87,05 | ~ Ro max. + = * carga acidental > Rpt = 2,( 1.1755) +10, (1,1 + 1,17) =87.05 tf 2 LRb max + 87.05 tf | © carga acidental > Re+= 2,( 1,20) +10, ( 1.0 + 0,90 ) = 39,05 tf 2 Re mat = 39,051 | 3I ~ Ve max, + =? © carga acidental —> Ve + = 2,(0.75 y22.5 )+ 2(0,17 x5 )+ 10, (0,68 + 0,75) 2 32.0 | Ve max + = 14.) Dada a Viga Gerber abaixo, além do carregamento permanente indicado, esta submetida ao seguinte carregamento acidental Pede-se ai ‘ a.) M.F. maximo no apoio A b.) M.F. maximo na secgao C. (aes c.) F.C. maxima na secgao D. d.) L.l. Reagao no apoio B. 2.) LI. F.C. na secgao C 32 7-00 ye og 800, FF 10.06 10.00 5 4 oS LLMa jt jaw + 8h st att stim | @ LAM 225 tad 19 say LX LIVe 33 ~ Ma max. =? ° carga permanente > Ma = - 115 tim garga acidental > Ma - = - 1,(5,5) - 1,(5,10) - 8(5 + 4) = - 109,5 tim 2 2 Ma max- = -115- 109.5 =- 224.5 > |Mamax-=- 224.5 tim ~ Me max. =? © carga permanente — Me = 28 tf.m © carga acidental Me + = + 1,(2,5,10) + 8,(2,5+1,5)= 44,5 tim 2 Me max + = 28 + 44,5 = Boke - Vp max. =? © carga permanente —> Vp = 23 tf © carga acidenta! Vp + = 14(1,2,5) + 1,(110) - 8,(1 +1) = 23,5 tf j anna | Vp maxt = 23 +23.8= 46.5 = | Vomaxt = 46,5 tf | 34 14.)Dada a Viga Gerber abaixo. obter a.) M.F. maximo + na seccao E; b.) F.C. maxima + 4 direita do apoio C. 80KN 80 KN 200 | T ~ 40 KNim Aaa Ee Zo LLMg {0 20 150 © 8QKN~ 80,KN | 40 KNim [Pr ee SN Py, soKKN BO KN roxin || _ ~ Me max. +=? © carga permanente > Me = - 20,(1.0 .8) = - 80 KN.m 2 ° carga acidental > Mg + = 10,(2,0,8) + 80,(1.5 + 1,5) = 320 KN.m 2 Me max + = -80 + 320 = 240 b- Voir max. +=? 40 KN * carga permanente — Ve gir = 20, (0.25.8) + 40, 0,5 = 2 © carga acidental > Ve + =10,(0.25,8 + 1,0,8) + 80,(1+ 0,75) = 190 KN 2 2 Ve dir max + = 40+190= 230 > | Ve dir max + = 230 KN | L — 15.) Para a Viga Gerber indicada abaixo, determinar ©.) M.F, maximo no apoio B p.) F.C. maxima negativa a direita do apoio B. 80KN) — SO;KN carga acidental: 100 KN 60 KN Im | 4,00 Pin i -~ n Bobrrg®! c ‘03cm - 7 7 73.00. 20,00 ee 20.00 30D. iye 80 ny r KN - Mp max. =? © carga permanente —; Mp = - 100 ,2,5= - 250 KN.m * carga acidental > Mg = - 8; (4.0 + 3,5) = - 600 KN.m — - Mpmax =-250-600=-850 —> | Mg max = - 850 KN. b- Ve dir max. =? © carga permanente —> Vp air = 100 , 0,625 = 62,50 KN © carga acidental > Vp - = - 80 , (0,313 + 0.188) = - 40,04 KN + *. VB dirmax- = 62,50 - 40,04 = 22,48 + Vedirmint+ = 22,46 KN | 146.) Para a Viga Gerber abaixo, pede-se p.) M.F. maximo na secgao do meio do vao; q.) Reagao maxima no apoio A. 100 KN D0 KN | | 30.KNim 1 ie 3k LARa 400KN 190KN Po 30.KNim — — ~ Mk max. =? © carga permanente > My = 200 (4 2) = 1.296,0 KN.m © carga acidental + Mx = 100, (1,8 + 1,3) + 30,(1,8,7,2) = 604,4 KN.m 2 1 Mu max = 1296 + 504.4 = 1.804,4 > | Mx max = 1,800.4 KN.m | | b- Ra max. * carga permanente + Ra = 80,1 + 200,(1,0,4) + 200,(1,7,2) = 880 KN 2 * carga acidental > Ra = 100,(1+1) + 30,(1,2,4) + 30,(4,7.2) = 380 KN Nn Ra max = 880 + 380 = 1.260,0 > | | Ramax = 1.260 KN | Lo xs 17.) Para a Viga Gerber esquematizada pede-se o tragado das seguintes Linhas de Infiuéncia [| © La e078 LAM LAV L.Me LL Vpes 40 G1 G2 G3 - - ° H F BALE Ac oA 075 075 1.75 1.75 50 2.00 2.00 1.50 3,50 2.50 Poeipnet “ “ pee ge eee 4.83 2 LLMs 028 = |carga permanente : Mg = - 40,(10,30) = - 6000 KN.m 2 carga acidental : Mg = -80,(10 + 9,33 + 8,67) = -2240 KN.m Mg = - 8.240 KN.m Vc — |carga permanente : Vc = +40,(0,33,30) — 60,(0,33+0,67)= 139,8 KN 2 ‘carga acidental ;. Vc = - 80,(1,0 + 0,933 + 0,867) = -224 KN Vc = - 84,20 KN te Re — |carga permanente : Rs = +40,(1,33,30) + 60,(0,33+0,67)= 859,8KN 2 LLRs carga acidental : Rg = 80,(1,33 + 1,27 + 1,23) = 306,56 KN ”. | Rg = 1.166,36 KN 20.) Transformar a viga abaixo numa Viga Gerber dispondo as articulagdes @ 0,25,L do apoio mais proximo. Em seguida achar a reco maxima no apoio C. CARGA ACIDENTAL 21.) Dada a viga hiperestatica, pede-se : a.) transforma-la numa Viga Gerber, dispondo as articulagdes a 0,20,L do apoio mais préximo, justificando o numero de articulagées ; b.) tragar o diagrama de F.C. devido a carga permanente ; ¢.) obter o M.F. maximo no apoio B ; d.) obter a F.C. maxima negativa a direita do apoio B . CARGA ACIDENTAL 80 1 80 KN oT oe Ta | as7 | i i i i i ~— jee cee at @ | DIAGRAMA DE F.C. | 378|_ © 4G Mg —>{ carga permanente : Mg = - 250 KN.m carga acidental : Mg = - 600 KN.m Mg = - 850 KN.m Vewdiry- —>| Carga permanente : Ve = 62,50 KN carga acidental - : Vg =- 40,04 KN Vien ~ = 22,46 KN 22.) Para a viga esquematizada abaixo, pede-se : a.) transformaa numa Viga Gerber dispondo as articulagées a 0,25,L dos apoios ; b.) tragar o diagrama de M.F. 60 KNim UNIVERSIDADE MACKENZIE ARCOS TRI - ARTICULADOS CAP. O06 Prof. AIELLO GIUSEPPE ANTONIO NETO CAPITULO - ARCOS E PORTICOS TRI-ARTICULADOS 5.1.) INTRODUGAO : Afim de melhor entendermos o funcionamento de uma estrutura tri-articulada, com relago ao seu esquema estatico, vamos fazer o estudo a partir de uma viga isostatic Veja, entéo, a viga curva plana indicada abaixo y Pa Ps ts of Os esforcos externos reativos e os internos solicitantes poderéo ser determinados com a utilizagéo das 3 Equacées de Equilibrio da Estatica, j4 que 0 ntimero de vinculos é igual a trés. Substituindo 0 apoio articulado mével B por um apoio articulado fixo teremos introduzido nessa estrutura mais um vinculo externo. Desse modo ficamos com 4 incégnitas a serem determinadas, isto 6, HA, VA, HB e VB. como indicado abaixo A estrutura tornou-se uma vez hiperestitica e é chamada de Arco Bi- Articulado ; nesse caso ndo mais poderemos obter 0 momento fletor, a forca cortante e 0 esforgo normal numa seccdo qualquer do arco usando somente as 3 equagées da estatica. Seno Arco Bi-Articulado indicado anteriormente, colocarmos uma articulagéo G , teremos introduzido na estrutura a condig&éo de momento fietor nulo em G, ou em outras palavras, teremos retirado um vinculo. © momento fietor na articulago G, é sempre nulo para qualquer que seja o carregamento atuante. HA 8, HB. 4 | VA ve Desse modo para a obten¢éo dos esforgos reativos e solicitantes contamos com as 3 Equagées da Estatica e mais a condicao de MG = 0 Aestrutura acima, assim obtida é denominada de Arco Tri-Articulado. Podemos agora dar a defini¢&o de um Arco Tri-Articulado “Arco Tri-Articulado 6 uma viga curva plana com 2 articulagées nas impostas (Ae B) e uma articulagéo na chave (G).” No caso particular em que 0 eixo do arco é uma poligonal qualquer, a estrutura tem o nome de Pértico Tri-Articulado como ilustra a figura abaixo : Na prdtica encontramos estruturas Tri-Articuladas em coberturas de ginasios de esporte, galpées, fabricas, etc ; ja o emprego em estruturas de pontes tem diminuido acentuadamente, muito embora se encontre diversas obras de arte em Arco Tri-Articulado, jé executadas. O material utilizado nessas obras s&o concreto armado ou protendido, ago ou madeira. A grande vantagem no emprego desse tipo de estrutura é que sendo isostatica, nao é influenciada por pequenos recalques de apoio ou por variagdes de temperatura, além disso podemos dizer que os esforcos fietores e os cortantes s0 de um modo geral de valores reduzidos, sendo predominantes os esforgos normais. Veremos por exemplo, que é possivel se obter um arco tal que resulte em todas as secodes, momentos fletores nulos. NOMENCLATURA UTILIZADA : F + Flecha L — Vio teérico G - Chave AeB = Impostas Trecho EF —> Fecho Trechos CE e FD > Rins Trechos AC e BD ~ Nascengas = Observacso: Por razées praticas e econdmicas 0 ponto G normalmente esta situado no meio do vo L, entretanto, teoricamente nao é necessério que isso ocorra 5.2.) RESOLUCAO ANALITICA : A resolugo de uma estrutura Tri-Articulada envolve a determinago dos esforgos externos reativos e a obtengao dos esforcos internos solicitantes. Para isso, como foi visto, dispomos das 3 equagdes da Estatica : ( MO, 2V=0, EH=0 ) © mais a condig&o de que o momento na articulago G € nulo (Mg=0). Desprezaremos as deformagées do arco devidas aos esforcos normais, isto é, consideraremos cada trecho entre 2 articulagdes como um elemento rigido Seja 0 arco esquematizado acima, submetido a um sistema de forgas quaisquer, para facilidade de resolugdo da estrutura convém decompor cada carga P1 numa componente vertical e numa horizontal e analisar o arco para cada componente,separadamente. Faremos a resolucdo analitica considerando todas as componentes verticais valendo para as horizontais, o mesmo raciocinio. Seja entao, resolver 0 arco abaixo HA, VA, HB e VB ai e bi ~ ci- incégnitas Distancias das cargas aos apoios - Distancias das cargas até G DETERMINACAO DOS ESFORCOS EXTERNOS REATIVOS MB=0 VA ,L — HA,0 — (Pv x bt) ~ (P2v , b2) - (P3v ,b3) = 0 E Pivy bi= Piv,b1 + P2v,b2 + Pav, b3 Portanto, VA,L— > Piv , bi=0 | VA = 2 Piv bi L Analogamente, se fizermos ZMA=0_, resulta: VB = EPiv x ai L Para a obtengo de HA e HB temos =H=0 — HA-HB+0=0 HA = HB =H MG=0 > VA,L - Piv,c1—P2v,c2—-HAxf=0 2 Aexpressdo VA,L -P1v,c1—P2v,¢2 =Me 2 ‘fs = momento em G de uma viga isostatica equivalente, Portanto ficamos com MG — Ha, f = 0 Entdo, HA = HB = Me ESFORCOS INTERNOS SOLICITANTES NUMA SECCAO GENERICA D Momento Fletor MD = VA ,x = Ptv (x- a1) — P2v (x~ a2) —HAcy Podemos escrever MD = VA,x — P1v(x-a1) — P2v(x-a2) — momento em D de uma viga isostatica equivalente Portanto, | MD =MD-HA,y Esforcos Normal e Tangencial Vamos fazer um corte na sec¢éo D do arco e colocar nessa secgéo a resultante dos esforcos horizontais e verticais ( HD e VD) VD = VA-Ptv—P2v E180 99 agen HD = HA * RACIOCINANDO COM VD TEREMOS <5 %» Decompondo na normal e na tangencial temos TD =VD cos 9 N'D=VD,sen@ @ RACIOCINANDO COM HD TEREMOS we 2 + yu iD 4 ®% ° Decompondo teremos TD =HDxsen@ N'D = HD x cos @ Somando-se os 2 efeitos teremos TD=VD,cos @ - HD,sen 9 ND = VD,sen @ + HD,cos 9 Observacdes: * Caso as impostas A e B ndo estejam na horizontal, vale a mesma sistematica de céllculo para a obtengao dos esforcos reativos. © Observar na expresséio MD = 9D - HA, , que se adotarmos, para o tragado do diagrama de MF, para a escala de ordenadas 0 valor HA, esse diagrama fica sendo a superposigao do diagrama da viga isostatica reta equivalente com propria geometria Y do arco. 5.3) EXERCICIOS 1-) Determinar o momento fletor, o esforgo normal e o tangencial na seccao D do Arco Tri-Articulado abaixo. Dados a=L=4,00m a=2f > f=1.15m 2 Arco parabdlico: y = Auf (Lx - x?) U Resolugdio a.) Reagées Verticais Mg =0 > Va= ZPi -bi= (2,7) + (3,5) + (3,3) + (4,2) > |Va= 5,75 tf 8 3V=0 > VatVa-2-3-3-4=0 | Ve=6,25 tf b.) Reagées Horizontais ZH=0 > Ha-Hg+0=0 , ousela, mas: MG=0 (Vax4) — (Ha x 1,1) [P1(4-1)] = [P2,(4-3)] = 0 > | Ha = He = 12,17 tf c.) Esforgos na secgao D MD = Vaix—- Hasy -PAx(x-1) > | MD =1,04tm VD=Va-P1 > | VD=3,754f | HD=Ha > | HD=12,17 tf) TD =VD,cos p - HD,sen@ ND =VD,sen@ + HD,cos 9 No ponto D teremos: tg@ =dy= 4, (L- 2x) ax parax=2m > tg@=0,2875 > @ = 16,04" sen @ = 0,2763 cos «p = 0,9611 Portanto, substituindo os valores ND = 12,73 tf TD=_0,24 tf 2-) Resolver 0 Arco Tri-Articulado abaixo submetido a uma carga uniforme parcial de g = 3 tim 3m 10 a.) Reagées Verticais SMa =0 > Vax 10 (8.3)x8.51=0 > [Va=7,65 4 | SV=0 3Va+Ve -(3:3)=0 | Ve = 1,35 4f | b.) Reagées Horizontais ZH=0 > Ha—He=0 > Ha=He=H MG =0 > -Hax2 + Vax5 — [3.5x(33)]=0 — | Ha= He = 3,375 tf c,) Esforgos na secgao D MD = -Hex1,5 + Vax7= 9,45 - 5,06 > MD = 4,39 tf.m ou =MD=VA,3~-9,1,5-3.375 x 1,5 = 4.39 thm VD = Va~(33) =7,65-9 | VD =- 1,35 tf HD=Ha > | HD 3,975 th | TD = VD,cos @ - HD,sen p ND =VD,sen + HD,cos 9 TD =-1,35,cos10 - 3,375,sen10 >| TD =- 1,92 tf ND =- 1,35,sen 10 + 3,375 ,cos10 | ND = 3,09 tf O momento maximo sera determinado com a condig¢ao T=DM=0 + 7,65-3x=0 > x=2,55m dn -, Mmax = 7,65 , 2,55 — 32,55 -3,375,y — (y resulta da eq. do arco) 2 Mmax = 9,75 — 3,375s y 3 - ) Determinar qual o arco tri-articulado simétrico com 15 m de flecha, capaz de suportar o carregamento dado, sem momento fletor. atin —» val 2000 { 20,00 * - ~ —2_= 2 20x Devido a simetria: Va=Ve=(40x2) x20 > | Va=Ve = 204f 2 40 | Ha = He = MG=0 > 20,20 — Hy»15 — 20,1,20=0 -»|H=17,78tf 3 VaxX-HY-PxXxx=0 > 20x -17,78y 2x8 =0 2 3 60 y = 1,125 ,x — 0,000937, x° 4-) Determinar o Momento Fletor , 0 Esforgo Normal e o Esforgo Cortante, para 2 arcos de mesma flecha e mesmo vao submetidos a uma carga uniformemente distribui ‘da sabendo-se que 0 1% é de eixo parabdlico (2° grau) e o 2° é de eixo circular. Comparar os esforgos obtidos nos 2 arcos nos pontos x= 0; x= L/3; x= L/2 uz mi at + = ; ft ve 2, HB, Arco Circular :) x= 5 -) Determinar qual o arco tri-articulado simétrico com 20 m de fiecha capaz de suportar 0 carregamento dado, momento fletor 3ttim r — 3tiim 30,00 30,00 1B 6 -) O arco parbélico da figura abaixo é simétrico de vao L=16m e flecha f=8 m Pede - se a.) Diagrama de M.F produzido pela carga uniformemente distribuida b.) Diagrama de M.F produzido pelo carregamento indicado. c.) Determinar 0 valor do Angulo « d.) Achar os esforcos normais e cortantes do arco dado na seceéio D Equagio do arco : y = 4,f (Lx - x?) a i Observar que tg a = dy/ dx Respostas : a.) 0 c)tga=4, 7-) Achar 0 momento fletor no ponto C do arco tri-articulado submetido a uma carga P Dados - equagdo do arco: y = 4 (Lx x’) u a.) Reagées Verticais : EMB=0 >Vasb + 3y=O > + 0,3 tf EV=0 3Va+Va=0 > b.) Reag6es Horizontais : =H=0 -» Ha+3-Hs=0 MG=0 > Ve,8-Hsx1,44 -> [He = 1,04 tf c.) Momento Fistor na secgao C THA y1Ad x (10-x) > X= 2,24 10° Mc = 0,3 2,24 — 1,04 41,00 —| Mo = - 0,37 thm 8—) A estrutura indicada esta submetida a um carregamento uniforme dado por g = 500 Kg / m. a.) Pede-se os valores do empuxo, reagdes verticais e momentos nos engastamentos. b.) Calcular os esforgos na secgdo M (MF. ; F.C ; Esforcos normais & Tangenciais.) c.) Resolver a estrutura admitindo além da carga G= 500 Kg/m, a carga horizontal do vento de v = 300 Kg / m, atuando para a direita. 4d.) Tragar os diagramas de M.F e F.C. para os seguintes casos: 1.) carga G 2.) cargav 3.) cargav+G fitiitiiitiiitn” + | 4,00 + oom : i / 400 A i ca ITI | ue de ue 1 Elementos Geométricos do Arco Circular \ R=? +4, af X=_L—Rxseno 2 Rx (1 —cosp ) 9-) Resolver a arco tri-articulado de eixo parabélico. Achar os esforgos ( M.F, N, T) na seceao 1 Equagéo da pardbola : y= 4 xf 4x(L—x) vu L= 20,00 0) Resolver 0 arco tri—articulado de eixo parabdlico . Achar os esforgos (M.F, N, T) na secgao 1 Equagao da pardbola : y = 4f x (L-x) L Sen» =_tgo Vi+itg'p Cos =_1 Vi +ta%o L= 14,00 + yo 11-) Obtenha os Esforgos Internos Solicitantes na secgao D do arco tri-articulado al 60 KNIm Respostas : » = 18,42° y=7,50m 5.4.) LINHAS DE INFLUENCIA DE ARCOS TRI-ARTICULADOS: As linhas de influéncia, como sabemos, sdo graficos que permitem a determinagdo de esforgos numa seccdo , principalmente quando a estrutura estiver submetida a cargas méveis. A deducdo das diversas linhas de influéncia dos Arcos Tri-Articulados segue a mesma orientagao dadas para as vigas isostaticas. a.) REACOES DE APOIO: LLRB As linhas de influéncia das reagdes verticais s4o as mesmas de uma viga isostatica AB e estao indicadas acima. Para a determinagdo da linha de influéncia das reacées horizontais: - Sabemos que quando uma carga concentrada vertical (no nosso caso P = 1) estiver atuando, Ha = He =H = MG f onde 1G é o momento fletor em G de uma viga isostatica equivalente AB. Portanto, para o tragado da L.I de_H , basta dividirmos as ordenadas da L.LMG, ja conhecidas, por f. Vide o tragado da L.|. de H onde indicamos a maneira pratica de obté-la. b.) MOMENTO FLETOR EM D. O momento fletor numa secgdo qualquer D é dado por: | MD = 1D - Hiyo Desse modo , para obtermos a L.| de MD basta subtrairmos da L.lde #D, a L.1 de H multiplicada por yo As L.I de MD ( de uma viga bi-apoiada ) e de H so conhecidas. Observar que quando a carga P estiver na distancia do , o momento fletor MD=0; o ponto E pode ser obtido como indicado anteriormente ; isto é verdadeiro jdque, quando P estiverem E, areagdo em A que P provoca, passa por D, e portanto MD=0 ( vide estatica plana ) Retificando a L.!. M.D. teremos : LLMD c.) ESFORCO NORMAL E ESFORCGO TANGENCIAL : Para 0 tragado das L.| de N.D e T.D, usamos as expressées ja obtidas anteriormente TD = VD,cos @ - HD,sen 9 VD,sen @ + HD,cos @ Devemos, portanto para o tragado de L.I.Np @ L.LTp usarmos a linha de influéncia de forgas cortantes de uma viga bi-apoiada e a linha de influéncia de H. O tragado dessas L.| esta indicado a seguir : 20 Ne @, sen BQ. seng LAT som AST pee clos : 5.5.) EXER 42-) Obter o M.F. maximo negative na secedo K do arco tri-articulado abaixo Dados 100|KN [100 KN, - carga acidental 4,00 Nim 20 KNin Resposta : Mk= 0 - 181,8= Mk = - 181,8 KN.m re LLM (tent Go, 13+) Para 0 arco indicado, pede-se a.) Tragar a L.|. de Forga Cortante na secodo K: b.) Obter o Esforco Normal maximo na secgao S. Dados y=4f(Lx- x) i CARGA ACIDENTAL 4OKN. a0 KN [Tome ao 2 LAK LAL ‘te2d) L.LNs 0.670 4 OT LLNS (etiicaday Ns = 856,56 KN 2B 44.) Determinar 0 M.F. maximo negativo na seogo do arco tri-articulado 120 KNin CARGA ACIDENTAL : @OKNIn L.A.Mk LALIMK (retiteada) Va = Ve = 1800 KN Ha= Hg= 3600 KN Mk (germ) = ~ 2.250 KN.m 3.768,75 KN.m 6.018,75 KN.m Estabilidade 1 Trelicas Isostaticas CAP. O7 Prof. Aiello Giuseppe Antonio Neto Crelicas isostdticas Prof. Atello Giuseppe Antonio Aeto INTRODUCED Trelicas planas sSo estruturas formadas por barras. situadas no mesmo plano @ ligadas entre si de tal forma que todos os NéS sejam articulados 0 conjunto dessas barras ¢ considerado indeformavel quando solicitado por um sistema de cargas atuantes no plano da estrutura (As deformacties eldsticas ser%o desprezadas) Exemplos de trelicas. Seja a figura abaixo, formando um quadrilatero com todes o5 nés articulados; essa figura, assim como qualquer poligono com 4 ou mais barras articuladas, ndo forma um conjunto rigido, poderemos obter uma série de configuracies possiveis Seja, agora a figura abaixo com 9 barras articuladas, formando um triangulo Nenhuma outra configuragio sera possivel de se obter a n3o ser que as barras sofram alguma modificagao de comprimento As carsas atuantes numa treliga s%o sempre aplicadas nos més; com isso, todas as barras da trelica estarSo sujeitas a esforcos normais. As modificagties de comprimento causadas por essas forcas normais sio pequenas e@ no gue se segue elas sero desprezadas. As barras serio consideradas portanto, como rigidas Seja a treliga ABC ; poderemos obter novas treligas colocando 2 novas barras AD e AC articuladas em D; dessa maneira formamos novos conjuntos rigidos ( triSngulo articulados ) Portanto, acrescentando @ novas barras articuladas, @ possivel formar diversas treligas, partindo de uma ABC O ndmero de nés n de uma trelica 4 relacionado com o nimero de barras b b=3+2(n- 2) en- 3 @ escolha de uma dada treliga e portanto do numero de barras e de nds depende do tipo de obra, da grandeza das cargas e também do aspecto arquitetGnico Por exemplo, para telhados comuns podemos ter a treliga abaixo SEWIASTESES DE calcio L.Admitiremos que todos os nés sejam perfeitamente articulados; Sera portanto desprezada qualquer vigidez de nd, que causaria esforgo adicional, secundario, na estrutura 2.05 esforgos extern sero considerados aplicados nos nés; desprezaremos qualquer flexao das barras; nessas condic#es todas as barras terSo somente esforcos normais de tragao ou de compressio. comum na prdética levar em conta o pesc préprio de uma barra, substituindo~a por @ forgas concentradas aplicadas nos nds de extremidade 3.Admitiremos também, que em cada nd, os eixos das barras, passem por um ponto; assim as barras serdo representadas por seus eixos Por outro lado consideraremas que apoio que se manifestam nos vinculos sejam equilibrar as cargas atuantes reagies de rapazes de LCLASSIFICACAD pas TRELTGAS ~ ISOSTATICAS ~ HIPOSTATICAS ~ HIPERESTATICAS Ro~ reag@es de apoio a determinar b ~ nimero de barras ( esforgos normais a @n - equagdes de equilibrio nimero de nés, incluinds os ni de apoio dand ( @ equagtes da estdtica ) Podemas ter 4) R +b (2m numero de incésnitas inferior ao nimero de equagies ~ hipostatica CONDIGAD NECESSARIA E SUFICIENTE 2) R +b =n niimero de incdsnitas nimaro de equagiies - sugere treliga isostatica CONDICAD NECESSdR IMG SUFICIENTE, portanto deve-se fazer a andlise dos apoios externose a lei de formagSo interna da trelica 3) R+ b> 2n ntimero de incdgnitas é maior do que o nimero de enuagies - sugere trelica hiperestatica CONDIGAD NECESSARIA MAS NAO SUFICIENTE, 0 ver poderd ser dado apés o exame da estrutura lito final sd R ~ reagées vinculares = 3 (2 em A, £ em B) 18 48 0 isostdtica, R +b = 2n portanto pela analise da estrutura, conclui-se que a lei de formacdo esté correta R= 3 (@em A, & em BD b= 15 na 9 Ro +415 = 18 Rob @n isostatica, porém pelo exame da estrutura, concluimos que o quadro ECFD @ desloc4vel, contraria a lei de deformagio das treligas Internamente hipostatica ~ quadra CEFD Externamente isosta ca Conclus%o final : hipostdtica EX.3 R+b 49 an = 18 . Ro+b > @n ~ hiperestdtica; pelo exame concluimos que a estrutura é realmente hiperestatica; lei de formag&o correta. Externament® — hiperes: Internamente — isostdtica Ea R+b an 18 Lb R +b) @n ~ hiperestatica, lei de formagio correta @ real, hiperestatica internamente (4 x hip) externamente (4 % hip? Portanto, 2@ x hiperestati EXS R 4 ( apoios @ incdgnitas ) b= 19 ( barras ) n= 40 R+b = 83 Bn = 20 Rot b > @n ~ hiperestatica ( 3x ) Entretanto examinando a estrutura, verificamos que externamente ela € hipostatica, nenhum dos apoios absorve esforgo horizontal Internamente nota deformavel, portanto hipostatica Conclusio: hipostdtica se que o trecho ( S678 ) é OBS : Trataremos nesse capitulo, apenas da resolugio de trelic¢as isostaticas. 2 CCASST# CAR AS 7hELiGAS ABAII SMe TOROS. DE_CALCULO Neste capitulo nfo trataremos da resolucdo de treligas com o emprego de processos srdficos, Abordarenos somente processos analiticas com o de RITTER @ o METODO DO EQUELIBRIO DOS NAS 5..MéTODO DE RITTER OU METODO DAS SEGSES (Timoshenka) cola Técnica Superior de Hanndver - 1860) A.princieal vantasem deste método é determinar o esforgo em uma barra da trelig¢a, sem necessidade de achar nas demais barras OBS: A seg%o MN escolhida n&o precisa ser reta, ela pode ser curva (qualquer) continua e deve atravessar toda a treliga Como dizemos a segdo MN, dai o método ser chamado METODO DAS SEGGES Coma escolher as seciies: 1) Devemos escolher seches de Ritter que interceptem tr®s barras nfio paralelas nem concorrentes no masmo ponto. (Fouacties Universais da estAbica) OBS: Existem entretanto casos em que as secies de Ritter cortam mais de tr@s barras. ®) Eleita a segio, devemas arbitrar o sentido das forgas de acordo com nossa sensibilidade, caso nla seja possivel isto, adotar de preferéncia todos os esfergos como sendo de tragdo. (Veja sentidos adotados na fig.) 3) Barras préximas das extremidades da trelica, ex barras 1 e@ 45 (veja fig.), a segdo de Ritter cortaré apenas Bbarras, isto quer dizer os esfor¢os podem ser obtidos rapidamente, fazendo-se o equilibrio do nd. 4) Para treligas de altura constante, Ritter recai no caso da viga- de substituig§a, isto é, os esforges nas barras podem ser achados mais rapidamente, através da analise dos diagramas de momentos fletores e forgas cortantes. 5) No métedo de Ritter tomaremos a equacko de equilibrio referente aos momentos das forgas em estudo, em relago a pontos estratégicos; vide exemplos a seguir z=M=so 5.2.0 MéTODO DOS NdS consiste emse fazer o equiljbrio de cada nd, tomando as @ equacties de equilibrio da estaticagV = 0 eH = 0. OBS: Poderemos achar os esforgos em todas as barras’ de uma treliga aplicando somente o método de Ritter, somente eo método de equilibrio dos més ou ainda dependendo da treliga em questo, paderemos aplicar na resolugio os @ métodos, simultaneamente A escolha do caminhamento a seguir vai depender da tendGncia de quem est4 fazendo o cdlculo, bem como de certa desenvoltura na resolugSo desse tipo de estrutura Seguem alguns exercicias 4) Determinar as forcas nas barras da trelica indicada pelo método de Ritter. -6k jPar 4d ws fl . WF? faz th Ren ud, d= (ssen¥se Fi c= + 7h (Pasq). E Meno = Ka.§0- 2x30-4elS+fe./S=0 + frex- lof Gonyacsix) EMnso +, RASS 2x1 S- FAC ISO, (Me <0 «*- f4,40 - 2 3.0- 4x45 ~fac (50 - fac ozo +. Foe=+ 4214 (rxaghe) EMpao +. fA 45-2248 ~hy30~ SxS — Foc. 4508 - fee fGno ~ Fee -s4 (conpeescin) cone Cc: “EMego +. RASO- 243.04 FAD 1SBe0 Fane - WE. O58! Ado7aR MesHo paoced/inwTo JbkE OS7e¥CAD Dos eSfaxyas WAS DEMS BARRAS. ®) Determinar os esforgos nas barras da trelig¢a abaixo com © auxilio do diagrama de momento fleter e forga cortante S80 dados: H = 4m L = 24m = 10t, 4oo 2? co coare (+f: MdaGodm +. Confsh — t= 15¢. © cour, 2-2. Maz dohm +, 30°8h —-fa-75s4 © - 901 § Coon) DIAGLaMA de potcas conpau ze: St Fycosr=o A slo4 besp: fre 184 ; fen 3) Determinar as forgas que atuam nas barras CE, CF @ DF da treliga abaixo Fazenda o corte m-n na estrutura; Sejam FCE, FOF, FDF as forgas que atuam nessas barras BMpso SP. 2a-fta-Pa+fech=o + Fes fe Cconpecssho). ZMeno Sfa fa —fophso +. tops Sf. (raaghe), # P dae ae aA 4) Determinar os esforgos nas barras 4, 2 e 1 GAS! Vide kesolug € compraroe. 16 5) Determinar os esforgos nas barras das treligas dadas. —— M720 Jas wo. 28 ttre cos adao ~. Fe=~ 4P/G (Lomp). fe 2s (resets), Homo Rie Fas “1 Fap4 Pac cas Go Ra Fac cosachy Fepcas 3°20 «1 Fern +2PN5 SV=0 EN=0 4, Fee +FencasGo'faccarGotes. + Fee =— 39/3 Fep cosao*-+ Foe cos 30°. Foee — 29/18 1 = FR ~ Feo wos 60%s- fre con 60° + Hipeo vp 4/6 4o'A =o -. fA +Facos.do=0 6 Ww Zhao -. HAT +f cos no, Cio" Fa Razo tae -5,774 bye eek NOD #4 (BYs0 54 fecosien0 fez 5774. Fs =-ISSKN Fax -Hasokw Fg = + 33,33kn 6) Obter os esforgos normais para as barras trelica, usar a viga de substituicdo ev se7o00 pos vos da Resp: Fano 5. Fye- Gokw ; P92 -l20Ku; Foe Como Ritter, também é para avaliagio dos esforcos nas barras, através das sectes (cortes na estrutura) DECOMPOSIRAD . (Lado direito da estrutura) a direita da seg%o M-N RB + Forgas internas = 0, portanto equilibrio 0 processa consiste em decompor RB, segundo as diregies de Fi, F2 e F3 REROMEOSICAD Decompondo RB,segundo a diregdo de F3 e T (ER), sendo E ponto de concorr€ncia de Fie F@; Achado o valor de T, basta decompor nas diregies de FR e F3 (abtende-se graficamente os valores numéricos). Ec ~ Teach) £) — Tench) DB ~ compacsrs. 28s: WDE _fetols Reaches de apoio: 1 lOot+hy =o: Pie -lookn oi Ba.6 + 100.6 ~ Tox 30020 4. Raa -6Shiv oe Rah Toso +. Raa fas kw 1) OBS: No podemos iniciar a resolue¢ie pelo Método dos Nés j4 que N&O existe nenhum nd com 2 barras Pademos iniciar pelo Método de Ritter; fazende o corte a-a estaremos cortando 4 barras (mais que trés), entretanto nesse caso "particular", as barras 5, 7 e@ 2 concorrem em F & poderemos achar Fi Fystlookn, ws coe7e a-a — EMg=0 ®) OBS: Conhecido Fi podemos continuar com o Método de Ritter tomando EMD=0 e €MC=0 cairemas num sistema de @ equagies a @ incdgnitas Eta Fo= + Uuvky BMero Fy = #350 KN 3) OBS: Obtido o valor de Fi, podemos também continuar a resolugio pelo Método dos Nés fazenda o equilibrio do néA que daria FiO = Oe FB +65 KN @ em seguida fazer 0 equilibrio do nd C, apés termos feito um corte b-b; Na sequéncia: 2: -7o7ekw ; fo =Te Teh ; Fyne} Figo ; fox l2e2lhn, EX.2 - Resolver a trelica abaixo esquematizada determinando a) Os esforgos em todas as barras utilizando o Método dos Nos; b) Os esforcos nas barras 2,8,4,5,6,8,9,40,44 @ 42 utilizando o Método das Segdes considerando os cortes conforme dados: corte 4-1 pelas barras 2,3 e 6 corte ®-2 pelas barras 4,5 e 6 corte 3-3 pelas barras 8,9 @ 4 corte 4-4 pelas barras 10,11 @ 12 ©) Representar no esquema dado nesta folha o sentido dos esforgos determinados, em cada barra, na convengo apropriada. d) Classificar a trelica dada, justificando e apresentarem forma de tabela os esforgos determinados nos itens "a" e "b", comparando-os. . Dados: P = 24 KN 30kw B= Bo kw er a wat] ao 20h to a - = 2 as 2. pa SOKN 35° 350 Souw. Sek 200 20kw | 4oo 200 | 4s0| 190) 200 goku 2-6okn 250 250 290 250 v7 200 1 200 200 | 200777 BOKN _ wide Resowe em compurapon. ReselviD4 No corypurizo 4.00 foo 1.00 SoltN BoKN Looks, +- kn wkN je ee Yso gps 22 450 : : en DE_INELUENCIA DE _TRELTCAS ISQSTATICAS Determinar os esforgos maximos nas barras CE,DE e DF 4 treliga esquematizada esta submetida a uma carga acidental dada pelo seguinte trem-tipo, CORTE On i.Barra CE — 2Mp 20 —Feéz0 wee $0 ~Feé=— 0,385 '22ca50: cance No 7akcito 6B 40 — Fees-09S774 x2 G0—heso fA. 2e- Bd! 4o 4 feh=0 Eb x!n2.0 ~ Fee=-0288 2: ie xo — Fees t O57 OBS: CE esté diretamente carregado, portanto poderiamos tracar L.I MD/h e@ fazer as Mauehras" em Ce em E. FCE max = = esd L.ILFAD (banzo indiretamente carresada)—cogzea-a. =mc = 0 eee xno — Fap= 0 Bato =P (yo-x) ~ fagh =o Oo — fav= 40.48! CARGA NO TRECHO CB jo — Faas +048 Mi.o ~Favhso We eGo — FAD 2.0 OBS: N&o ha necessidade de considerarmos isoladamente as trechos CE e EB porque n&io teriamos carregamanto entre Ae C, o que n&o modificaria a equaco. RA X 400 - FAD X h = 0 Tratando-se de um banzo carresado indiretamente, poderiamos tragar a L.I imediatamente fazende L.I MO/h FAD max = +8,66 4 LLecp Conforme esquema da treliga, n3o podemos tomar M=0 num ponto onde concorreriam as barras CE @ AD, 34 que elas sSo paralelas. Vamos portanto fazer £V=0, de todas as cargas a esquerda da secio cortada GARGA_NO TRECHO ac Fa xeo— Ra = P= Fg cos 0°=0 < X20 —Fe=-0/92 RaGRO NO TSEGHSEEL bo — Fore tas77y xa80— Fore to! RA = Fen cos.de%ms. <0, Fag GARGA NO TRECHO CE Para o tragado da L.I nesse trecho, bastaria unir 95 pontos obtidos anteriormente. Fazemos no entanto a dedugdo: O92 +057 xs ho — x= 2o— Fao 2% 230 —2's0 —Fep _Feb Mar + ~ 8974 Fed max —= -2064 OBSERVACSES 4) @L.1 FDF pode ser tragada imediatamente tratando-se de banzo indiretamente carresado: L.I ME/h.sLTF9F 2) AL.I FDE = L.I FCP com sinais trocados; seguir a mesma sistematica fazendo o corte b-b pelas barras CE,DE.DF : 3) AL.I FAC pode ser obtida fazendo-se o corte cc pelas barras AC @ AD e tomando-se£ V=0 4. o4e/ LL Fag thee Lae Lhtey JokN fokw — fokw ze 2.20 EX.2— Bdveo supmot caeeccbto, } t TT SK py _ ia : {> bltes |. | | | | LA Fx La te, = + 1333 2667 7) | | | o3 reo — P¢: Kps to — Fuse 79300 3 SLE sy os? Faro! SUOK obfte Gado, Bavio /i ee | _ =p SS ; ; 1 / H Ror f 1 H : 4 —~y) Solana |=] Ra oem A ; 4 ; —- — i] : ‘ IH Fp ar rR gy LeEN (1-4) 8 8 I 1 1 1 bop! ' LAN(HS) gy! \ gh 1 my Tire ' ‘ peo ye 1 i ‘LINC 4) ; \ | | 17> \ | 1 t i ac ' 44 Para a treliga abaixo, submetida ao carresamento mével indicado, determinar os minimos @ os maximos esforcos nas barras 4-5 e 3-5. 9h kryy prmanen7e) Q / any Ltrs 8 —o f - ————_} " Hs pays 816,08 kw £38 Fasncw= — (2/3, SYKU Figg pou = ~ 225840 fas os Piggy -796, 754. fags auig = — 231,15 4M © 1. Aispaxe - 2089 62h. 45 Para a trelic¢a abaixo esquematizada pede. determinar as linhas de influ@ncia das barras 4-6,3-6,3-5 8-10,8-9 e 7-9; sabendo-se que o tabuleiro da obra de arte situa-se no banzo inferior da treliga As linhas de influéncia deverdo ser apresentadas em escalas horizontal e vertica) convenientes, devendo as mesmas serem indicadas Pede~se ainda determinar os maximas esfor¢os de tracdo e de compressdo yara a barra 8-9 quando sobre a obra de arte incidir os carregementos permanente (9) @ acidental (Pp) abaixo indicados Goltn = = Fag ua (8216-576 =125,/6 unt 499 mec = 182,16 + (7280 = 38556 Ka sar as linhas de ind! 1 acidental aplicada no ban de F superior « & 7 fo + i | \200 4 7 2 o7 — | os dice foo | seo} | 1 = 18 an + Fas | | gq - thtse | 4a 48 ys o f£ Og, _ PN] % de [se 4 u = Ie 5 ao) sco 4: 3.00 cos 044 ue t Zoo ies ubey ' 200k 2ookn CL Fa LU Fiz ~ conze Ema caso: cance euzee ve, — Kan Pa! 4 CASO - CALGA Ey7ee CD 0 — Fig=o a ha. 9,0 - bx! + Fats zo ~ xta0—Faso g2chs0— caccs ewes of — ka fn! 235 30—frano h1.90 —Pe! 30 + fielS—0 4 Nalin w/b 0 — Faso rcs a ore CASO — Conca EW7te FG Rao —Fizs0 « dngetledsea —*~ 2 kan -PE 2 —~_%240-—fla=tZ00 Fawn = 200.0 + Jas.2.00 = + Koolin (ren¢4o), LA Fy —coere a-a— BV=O 2 2O-Fyzo _[8CAS0 — CbAGk EN7EeCD % 22cA50: checs anpee DE — kA-P- Fy costo Lx Go-h Decaso— hace En7ee EF — pote Sak IpNEIS fesse — cseca enjnc FG Kzo— feo 1 OW Jaa X= 30 — fy - 0S 2V=0 +, £A- fycore{zo Firman « ~ 200( 044s +1491) 2 -44120 ki (onpeesshr), gos maximos nas barras 4 ¢ 5 da treliga indicada: 1 acidental aplicada no banzo superior. santa Bol] 50 ecw © {0 e g e ! 3 - y= Life Rit | + 3 3 o goku Bokw -—_-» 3| \ + LLte | uw eokw Lifts geo — fo=0 2s, Ra-Pt Pec — (8caso — canch enjec co — Kaa AF: _(2caso— cnach enzee cb ZI Casto —feaas Le xhqe —Fsa0 22caso — cakes ewes re — kan fx! » Ka-Prismo el a NL xkgo fsx 10.989 !.60—2'b30— fez40, Beckso ~ eaece ewree ef — Mad! +, ky Dhl p bpme AAO O 80 = ot a ne %o a Cxtgo — nko — fe=-% SARGA enpee FG — Disfenston, Yoo — Fszo Seeaso~ cance anne GH — fas Rats m0 — yn to — fen 4033 Fsmax ® = fix © = Sox 0883- 26460 Li fy 4? bo 42chs0 — Fy=o SPASO— cated enzée GH bees om G— Fymo cages em He Nox zyno o. Fat fcosao ZBYeo 2, Fatent co Fge ee 207 eos, 1. tntan = 80(0+22%]) = 4/7897, ° —- —— 1 + + | i 8 | : “ i ra 3.0 | f 100 kn) | t rm oe E 7 = i = w oo 3 ~ feed = i S 5