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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Divulgação Externa

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2007 Legislação Societária
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

O REGISTRO NA CVM NÃO IMPLICA QUALQUER APRECIAÇÃO SOBRE A COMPANHIA , SENDO OS SEUS
ADMINISTRADORES RESPONSÁVEIS PELA VERACIDADE DAS INFORMAÇÕES PRESTADAS.

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97


4 - NIRE

35.300.158.334

01.02 - SEDE

1 - ENDEREÇO COMPLETO 2 - BAIRRO OU DISTRITO

AV. CHEDID JAFET, 222 BLOCO B. 5º ANDAR VILA OLIMPIA


3 - CEP 4 - MUNICÍPIO 5 - UF

04511-065 SÃO PAULO SP


6 - DDD 7 - TELEFONE 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEX

11 3048-5921 3048-5925 -
11 - DDD 12 - FAX 13 - FAX 14 - FAX

11 3048-5903 3048-5911 -
15 - E-MAIL

renato.vale@ccrnet.com.br

01.03 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia)

1 - NOME

RICARDO FROES ALVES FERREIRA


2 - ENDEREÇO COMPLETO 3 - BAIRRO OU DISTRITO

AV. CHEDID JAFET, 222 BLOCO B. 5º ANDAR VILA OLÍMPIA


4 - CEP 5 - MUNICÍPIO 6 - UF

04551-065 SÃO PAULO SP


7 - DDD 8 - TELEFONE 9 - TELEFONE 10 - TELEFONE 11 - TELEX

11 3048-5931 3048-5921 -
12 - DDD 13 - FAX 14 - FAX 15 - FAX

11 3048-5903 3048-5911 -
16 - E-MAIL

ricardo.froes@ccrnet.com.br

01.04 - REFERÊNCIA / AUDITOR

EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO TRIMESTRE ATUAL TRIMESTRE ANTERIOR

1 - INÍCIO 2 - TÉRMINO 3 - NÚMERO 4 - INÍCIO 5 - TÉRMINO 6 - NÚMERO 7 - INÍCIO 8 - TÉRMINO

01/01/2007 31/12/2007 3 01/07/2007 30/09/2007 2 01/04/2007 30/06/2007


9 - NOME/RAZÃO SOCIAL DO AUDITOR 10 - CÓDIGO CVM

KPMG Auditores Independentes 00418-9


11 - NOME DO RESPONSÁVEL TÉCNICO 12 - CPF DO RESP. TÉCNICO

José Luiz Ribeiro de Carvalho 007.769.948-32

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

01.05 - COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL

Número de Ações 1 - TRIMESTRE ATUAL 2 - TRIMESTRE ANTERIOR 3 - IGUAL TRIMESTRE EX. ANTERIOR

(Unidades) 30/09/2007 30/06/2007 30/09/2006


Do Capital Integralizado
1 - Ordinárias 403.101.800 403.101.800 403.101.800
2 - Preferenciais 0 0 0
3 - Total 403.101.800 403.101.800 403.101.800
Em Tesouraria
4 - Ordinárias 0 0 0
5 - Preferenciais 0 0 0
6 - Total 0 0 0

01.06 - CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA

1 - TIPO DE EMPRESA

Empresa Comercial, Industrial e Outras


2 - TIPO DE SITUAÇÃO

Operacional
3 - NATUREZA DO CONTROLE ACIONÁRIO

Privada Nacional
4 - CÓDIGO ATIVIDADE

3990 - Emp. Adm. Part. - Sem Setor Principal


5 - ATIVIDADE PRINCIPAL
PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS

6 - TIPO DE CONSOLIDADO

Total
7 - TIPO DO RELATÓRIO DOS AUDITORES

Sem Ressalva

01.07 - SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

1 - ITEM 2 - CNPJ 3 - DENOMINAÇÃO SOCIAL

01.08 - PROVENTOS EM DINHEIRO DELIBERADOS E/OU PAGOS DURANTE E APÓS O TRIMESTRE

1 - ITEM 2 - EVENTO 3 - APROVAÇÃO 4 - PROVENTO 5 - INÍCIO PGTO. 6 - ESPÉCIE E 7 - VALOR DO PROVENTO P/ AÇÃO
CLASSE DE
AÇÃO

01 AGO 29/03/2007 Dividendo 10/04/2007 ON 0,5000000000


02 RCA 09/08/2007 Dividendo 31/08/2007 ON 0,8200000000

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

01.09 - CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO

1- ITEM 2 - DATA DA 3 - VALOR DO CAPITAL SOCIAL 4 - VALOR DA ALTERAÇÃO 5 - ORIGEM DA ALTERAÇÃO 7 - QUANTIDADE DE AÇÕES EMITIDAS 8 - PREÇO DA AÇÃO NA
ALTERAÇÃO EMISSÃO
(Reais Mil) (Reais Mil) (Unidades)
(Reais)

01.10 - DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES

1 - DATA 2 - ASSINATURA

30/10/2007

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2007 4 - 30/06/2007

1 Ativo Total 1.683.047 1.837.019


1.01 Ativo Circulante 444.950 441.076
1.01.01 Disponibilidades 378.047 369.518
1.01.01.01 Caixa e Bancos 1.581 282
1.01.01.02 Aplicações Financeiras 376.466 369.236
1.01.02 Créditos 9.019 19.262
1.01.02.01 Clientes 9.019 19.262
1.01.02.01.01 Contas a Receber - Partes Relacionadas 8.435 18.678
1.01.02.01.02 Contas a Receber com Terceiros 584 584
1.01.02.02 Créditos Diversos 0 0
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 57.884 52.296
1.01.04.01 Impostos a Recuperar 55.811 50.701
1.01.04.02 Despesas Antecipadas e Outros 2.073 1.595
1.02 Ativo Não Circulante 1.238.097 1.395.943
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.620 2.677
1.02.01.01 Créditos Diversos 0 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 1.724 1.724
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 1.724 1.724
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 896 953
1.02.01.03.01 Despesas Antecipadas e Outros 861 918
1.02.01.03.02 Outras Contas a Receber 35 35
1.02.02 Ativo Permanente 1.235.477 1.393.266
1.02.02.01 Investimentos 1.223.298 1.380.226
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 1.207.017 1.362.938
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 16.281 17.288
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 1.440 1.380
1.02.02.03 Intangível 0 0
1.02.02.04 Diferido 10.739 11.660

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2007 4 - 30/06/2007

2 Passivo Total 1.683.047 1.837.019


2.01 Passivo Circulante 54.177 56.677
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.01.02 Debêntures 38.761 43.760
2.01.03 Fornecedores 1.739 1.875
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 4.673 3.840
2.01.04.01 Obrigações Sociais e Trabalhistas 4.284 3.443
2.01.04.02 Impostos e Contribuições a Recolher 389 397
2.01.05 Dividendos a Pagar 1 1
2.01.06 Provisões 301 0
2.01.06.01 Imposto de Renda e Contribuição Social 301 0
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 153 163
2.01.07.01 Fornecedores - Partes relacionadas 153 163
2.01.08 Outros 8.549 7.038
2.02 Passivo Não Circulante 147.029 146.928
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 147.029 146.928
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 0 0
2.02.01.02 Debêntures 112.500 112.500
2.02.01.03 Provisões 0 0
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 1.916 1.916
2.02.01.04.01 Fornecedores - Partes relacionadas 1.916 1.916
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 32.613 32.512
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.04 Patrimônio Líquido 1.481.841 1.633.414
2.04.01 Capital Social Realizado 571.234 571.234
2.04.02 Reservas de Capital 220.527 220.527
2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0
2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 0 0
2.04.04.01 Legal 0 0
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 690.080 841.653
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2007 a 30/09/2007 4 - 01/01/2007 a 30/09/2007 5 - 01/07/2006 a 30/09/2006 6 - 01/01/2006 a 30/09/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 20.119 47.153 16.203 49.531
3.02 Deduções da Receita Bruta (592) (1.254) (218) (922)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 19.527 45.899 15.985 48.609
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (10.914) (32.973) (10.212) (30.134)
3.04.01 Depreciação e Amortização (2.043) (6.118) (2.035) (4.718)
3.04.02 Serviços (4.170) (12.320) (3.717) (11.394)
3.04.03 Custo da Outorga 0 0 0 0
3.04.04 Custo com Pessoal (3.564) (10.887) (3.379) (10.646)
3.04.05 Materiais, Equipamentos e Veículos (767) (2.520) (788) (2.439)
3.04.06 Outros (370) (1.128) (293) (937)
3.05 Resultado Bruto 8.613 12.926 5.773 18.475
3.06 Despesas/Receitas Operacionais 170.657 434.947 115.343 296.123
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (12.068) (45.720) (13.472) (47.722)
3.06.03 Financeiras 724 8.745 5.889 22.550
3.06.03.01 Receitas Financeiras 9.419 32.666 20.974 53.729
3.06.03.02 Despesas Financeiras (8.695) (23.921) (15.085) (31.179)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 182.001 471.922 122.926 321.295
3.07 Resultado Operacional 179.270 447.873 121.116 314.598
3.08 Resultado Não Operacional 0 0 0 0
3.08.01 Receitas 0 0 0 0
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 179.270 447.873 121.116 314.598
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (301) (301) 0 (72)
3.11 IR Diferido 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2007 a 30/09/2007 4 - 01/01/2007 a 30/09/2007 5 - 01/07/2006 a 30/09/2006 6 - 01/01/2006 a 30/09/2006

3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0


3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 178.969 447.572 121.116 314.526
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 403.101.800 403.101.800 403.101.800 403.101.800
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,44398 1,11032 0,30046 0,78026
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

1 Contexto operacional
A Companhia de Concessões Rodoviárias (Companhia) tem como objeto social participar em
empresas que possuam concessão de exploração de rodovias, assim como em empresas
prestadoras de serviços relacionados a operação de rodovias, vias urbanas, pontes, túneis e
infra-estruturas metroviárias.
A Companhia tem o controle direto e indireto das seguintes empresas:
• Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. (NovaDutra)
• Concessionária do Sistema Anhangüera-Bandeirantes S.A. (AutoBAn)
• Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. (Via Lagos)
• Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. (Ponte)
• Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A. (Rodonorte)
• Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo - ViaOeste S.A. (ViaOeste)
• Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. (ViaQuatro)
• Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V. (CCR México)
• CCR – USA, LLC. (CCR Estados Unidos)
• Parques Serviços Ltda. (Parques)
• Actua Serviços Compartilhados Ltda. (Actua Serviços)
• Actua Assessoria Ltda. (Actua Assessoria)
• Engelog Centro de Engenharia Ltda. (Engelog)
• Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. (STP)
As controladas possuem as seguintes concessões:
• Até 28 de fevereiro de 2021, Rodovia BR-116/RJ/SP, a qual liga as cidades de São Paulo e
Rio de Janeiro (Rodovia Presidente Dutra) e respectivas rodovias de acesso, totalizando
402,2 km. (Nova Dutra);
• Até 31 de dezembro de 2026, Sistema Rodoviário Anhangüera-Bandeirantes, São Paulo -
Limeira, totalizando 316,8 km. (AutoBAn);
• Até 12 de janeiro de 2022, ligação viária Rio Bonito - Araruama - São Pedro da Aldeia,
abrangendo as rodovias RJ-124, trecho Rio Bonito - Araruama; paralela à RJ-106, trecho
Araruama - São Pedro da Aldeia; e 4 km da RJ-106 do km 105 ao 109, totalizando 60,0 km.
(Via Lagos);
• Até 31 de maio de 2015, Ponte Presidente Costa e Silva (Rio - Niterói), totalizando
23,3 km. (Ponte);
• Até 21 de novembro de 2021, Rodovia BR-376, Apucarana - São Luís do Purunã; Rodovia
BR-277, São Luís do Purunã - Curitiba; PR-151, trecho Jaguariaíva - Ponta Grossa; e seus
entroncamentos, totalizando 487,5 km. (Rodonorte);
• Até 31 de dezembro de 2022, SP-280 Rodovia Castello Branco, SP-270 Rodovia Raposo
Tavares, SP-075 Rodovia Senador José Ermírio de Moraes e SP-091 Rodovia Dr. Celso
Charuri, totalizando 162 km. (ViaOeste);

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Até 29 de novembro de 2038, podendo ser prorrogado até 29 de novembro de 2041, para
garantir 30 anos de exploração econômica, Linha Quatro – Amarela do Metrô de São Paulo,
da estação Luz até Taboão da Serra.
As concessões em atividade consistem na exploração de rodovias e ponte mediante
arrecadação de pedágio e, em extensão limitada, receitas provenientes da exploração da faixa
de domínio ao redor das rodovias. As concessionárias são responsáveis por reparar, ampliar,
conservar, manter e operar as rodovias e a ponte. Como parte das concessões, o Poder
Concedente cedeu às concessionárias os imóveis e demais bens que estavam em seu poder
quando da transferência do controle, sendo responsabilidade destas zelar pela integridade dos
bens que lhes foram cedidos, além de fazer novos investimentos para a construção ou
melhorias das rodovias e da ponte.
Os contratos de concessão não incluem cláusulas de renovação, com exceção da Via Lagos. A
extensão do prazo de concessão pode ocorrer em caso de necessidade de reequilíbrio
econômico-financeiro do contrato pactuado entre as partes.
Ao final do período de concessão das rodovias e ponte, retornam ao Poder Concedente todos
os bens reversíveis, direitos e privilégios vinculados à exploração do sistema rodoviário. As
concessionárias terão direito à indenização correspondente ao saldo não amortizado ou
depreciado dos bens ou investimentos.
Os contratos de concessão determinam reajustes anuais das tarifas básicas de acordo com
fórmulas específicas neles descritas. As fórmulas de reajuste das tarifas básicas são baseadas
em índices de inflação também especificados nos contratos.
• Em 21 de dezembro de 2006, a AutoBAn firmou com o Poder Concedente o Termo Aditivo
e Modificativo nº 16/06 prorrogando o prazo da concessão de 30 de abril de 2018 para 31
de dezembro de 2026. Este aditivo contratual teve por objetivo restabelecer o equilíbrio
econômico financeiro do contrato de concessão.
• Em 21 de dezembro 2006, a ViaOeste firmou com o Poder Concedente, o Termo Aditivo e
Modificativo nº 12 prorrogando o prazo da concessão de 30 de março de 2018 para 31 de
dezembro de 2022. Este aditivo contratual teve por objetivo restabelecer o equilíbrio
econômico financeiro do contrato de concessão.
• Em 9 de agosto de 2006 o consórcio METROQUATRO formado pela Companhia,
Montgomery Participações S.A., RATP Development S.A. e Benito Roggio Transportes
S.A. apresentou a melhor proposta da concorrência internacional para a concessão
patrocinada para exploração dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 – Amarela
do Metrô de São Paulo.
Para este fim foi constituída sociedade de propósito específico, a Concessionária da Linha 4
do Metrô de São Paulo S.A. (ViaQuatro), que em 29 de novembro de 2006 firmou o
contrato de concessão com a Secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos, cujo
objetivo exclusivo é a exploração dos serviços integrantes da concessão patrocinada para
operação dos serviços de transporte de passageiros da Linha 4 – Amarela do Metrô de São
Paulo, da estação Luz até Taboão da Serra. A ViaQuatro esta em fase pré-operacional, com
previsão de início das operações comerciais no segundo semestre de 2009.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em 7 de fevereiro de 2007 a Mitsui & Co. Ltd. subscreveu um aumento de capital na
Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. passando a deter 10% do seu capital
social. A partir desta data o capital social subscrito, mas não integralizado totalmente, da
Concessionária passou a ter a seguinte divisão: 58% do capital social é detido pela
Companhia, 30% pela Montgomery Participações S.A., 10% pela Mitsui & Co. Ltd., 1%
pela RATP Developpement S.A. e 1% pela Benito Roggio Transporte S.A.
• O consórcio formado pela Companhia (10%) e a Brisa – Autoestradas de Portugal S.A.
(90%) para a operação e manutenção da Northwest Parkway Public Highway foi assinado
em 29/08/2007. A Northwest Parkway tem extensão aproximada de 18 km, sendo 14 km
em operação desde novembro de 2003 e 4 km a serem constituídos para integrar o anel
viário da cidade de Denver, no estado do Colorado, Estados Unidos da América. O prazo
desta concessão é de 99 anos.
O referido consórcio deverá liquidar financeiramente o montante de US$ 543 milhões até o
final do ano corrente, e após isto iniciará a operação e manutenção da rodovia.
Além das concessões a Companhia possui participação nas seguintes empresas:
• As controladas Actua Serviços Compartilhados Ltda., Actua Assessoria Ltda., Engelog
Centro de Engenharia Ltda. e Parques Serviços Ltda. têm por objetivo a prestação de
serviços às empresas controladas pela Companhia.
• A controlada Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A., através das controladas Centro de
Gestão de Meios de Pagamento S.A. e Sociedade de Gestão de Meios de Pagamento Ltda.,
contava, em 30 de setembro de 2007, com uma carteira de 482 mil clientes, o que
representa 853 mil TAG's ativos do sistema de cobrança eletrônica de pedágio nos Estados
de São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.
A Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. tem incentivado cada vez mais o
desenvolvimento da cobrança eletrônica de pedágio e de estacionamento, visando
proporcionar maior comodidade e conforto aos usuários.
• Em 6 de junho de 2006 foi constituída a Companhia de Concessões Rodoviárias México S.
de R.L de C.V., cujo objetivo principal é explorar, em território mexicano, os mercados de
concessões rodoviárias e de infraestrutura de trens subterrâneos (metrô).
• Em 21 de junho de 2007 o Conselho de Administração da Companhia aprovou a
constituição de uma sociedade de responsabilidade limitada nos Estados Unidos da
América, com participação de 100% do capital social. A referida sociedade terá sede na
cidade de Miami, Estado da Flórida, com a razão social de CCR-USA, LLC, e terá um
capital inicial de US$ 200 mil, aportado em agosto do ano corrente. Esta empresa tem por
objetivo prospectar negócios de concessões de rodovias naquele país.

2 Apresentação das demonstrações financeiras


a. Apresentação
As demonstrações financeiras foram elaboradas com base nas práticas contábeis emanadas
da legislação societária e normas da Comissão de Valores Mobiliários, de forma consistente

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


com o último exercício encerrado.
b. Informação suplementar
Com o objetivo de aprimoramento das informações prestadas ao mercado, a Companhia
apresenta a demonstração dos fluxos de caixa preparada de acordo com a NPC 20 -
Demonstração dos fluxos de caixa, emitida pelo IBRACON - Instituto dos Auditores
Independentes do Brasil.

3 Resumo das principais práticas contábeis


a. Apuração do resultado
O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de
competência de exercício.
A receita operacional é reconhecida quando da utilização das rodovias, ponte e quando da
prestação de serviços. Uma receita não é reconhecida se há uma incerteza significativa na
sua realização.
b. Estimativas contábeis
A elaboração de demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas
no Brasil requer que a Administração use de julgamento na determinação e registro de
estimativas contábeis. Ativos e passivos significativos sujeitos a essas estimativas e
premissas incluem o valor residual do ativo imobilizado e do diferido, provisão para
devedores duvidosos, provisão para contingências, provisão para perdas com investimentos,
imposto de renda diferido e valorização de instrumentos derivativos. A liquidação das
transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos
estimados, devido a imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Companhia
e suas controladas revisam as estimativas e premissas, pelo menos, trimestralmente.
c. Moeda estrangeira
Os ativos e passivos monetários denominados em moedas estrangeiras foram convertidos
para reais pela taxa de câmbio da data de fechamento do balanço e as diferenças decorrentes
de conversão de moeda foram reconhecidas no resultado do exercício. Para a subsidiária
localizada no exterior, para efeito de equivalência patrimonial e consolidação, as
demonstrações financeiras foram convertidas para reais pela taxa de câmbio no fechamento
do balanço.
d. Ativos circulante e não circulante
• Aplicações financeiras
As aplicações financeiras são demonstradas ao custo acrescido dos rendimentos
auferidos até a data do balanço.
• Provisão para devedores duvidosos
A provisão para devedores duvidosos foi constituída em montante considerado
suficiente pela Administração para fazer face às eventuais perdas na realização dos

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


créditos.
• Investimentos
Os investimentos em controladas estão avaliados pelo método de equivalência
patrimonial.
Os ágios gerados na aquisição e aumento das participações em controladas, são
amortizados linearmente com base na expectativa de rentabilidade futura.
Os demais investimentos permanentes são avaliados ao custo de aquisição, deduzidos
de provisão para perdas, quando aplicável.
As informações sobre os investimentos estão divulgadas na nota nº12.
• Imobilizado
O imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido das
depreciações e amortizações acumuladas. As principais melhorias são capitalizadas e os
gastos com manutenção e reparos são debitados no resultado, quando incorridos. Os
custos com projetos de expansão, construção e melhorias, enquanto não finalizados, são
contabilizados como imobilizações em andamento. A depreciação e a amortização são
computadas pelo método linear às taxas consideradas compatíveis com a vida útil e/ou
o prazo de concessão, dos dois o menor. As principais taxas de depreciação estão
demonstradas na nota explicativa nº13.
• Diferido
No consolidado o ativo diferido é composto de despesas pré-operacionais incorridas no
início dos contratos de concessão, pelo custo de aquisição de quinhão consorcial do
Consórcio Operador Parques (controladora e consolidado), pela incorporação do ágio
gerado na aquisição da Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo - ViaOeste
S.A. e pelo ágio da Serviços de Tecnologia de Pagamentos S.A., sob o fundamento
econômico da expectativa de rentabilidade futura.
Os gastos associados com a implantação do sistema SAP estão sendo diferidos. A
amortização será iniciada a partir do início de sua operação, prevista para janeiro de
2008.
As taxas de amortização do diferido estão divulgadas na nota nº14.
• Demais ativos circulante e não circulante
São apresentados pelo valor líquido de realização.
e. Passivos circulante e não circulante
São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável,
dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dos
balanços.
• Provisões
Uma provisão é reconhecida no balanço quando a Companhia e suas controladas

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


possuem uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, e é
provável que um recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As
provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido.
• Imposto de renda e contribuição social
Para as empresas que operam no regime fiscal de lucro real, o imposto de renda e a
contribuição social correntes e diferidos são calculados com base na alíquota de 15%
acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 ao ano para
imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro
líquido e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de
contribuição social, limitada a 30% do lucro real.
Para as empresas tributadas no regime de lucro presumido, o imposto de renda e a
contribuição social correntes e diferidos são calculados com base na alíquota de 15%
acrescida do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 ao ano para
imposto de renda e 9% sobre o lucro tributável para contribuição social. Nessa
sistemática a base de cálculo dos tributos é uma porcentagem (32%) sobre a receita
operacional bruta acrescida das receitas financeiras.
Os impostos diferidos ativos decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da
contribuição social e diferenças temporárias foram constituídos em conformidade com a
Instrução CVM nº. 371/03 e levam em consideração o histórico de rentabilidade e a
expectativa de geração de lucros tributáveis futuros fundamentada em estudo técnico de
viabilidade.
• Demais passivos circulantes e não circulantes
São demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando
aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas
até a data dos balanços.
• Direito de concessão
A Companhia segue a prática contábil de não ativar o direito de outorga, tratando o
direito de concessão como uma espécie de arrendamento operacional (aluguel), não
reconhecendo passivo relativo a obrigações futuras de pagamentos de direito de outorga
ao Poder Concedente. As divulgações requeridas pelo Comunicado Técnico nº 03/03 do
IBRACON e referendado pelo Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP nº 01/2007, encontram-
se descritas na nota explicativa nº 18.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


4 Demonstrações financeiras consolidadas
As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações da Companhia e suas
controladas a seguir relacionadas:

Porcentagem de
participação
30/09/07 30/06/07

Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. 100,00 100,00


Concessionária do Sistema Anhangüera - Bandeirantes S.A. 100,00 100,00
Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. 100,00 100,00
Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. 100,00 100,00
Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A. 85,92 85,92
Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo - ViaOeste S.A. 100,00 100,00
Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A (*) 70,53 70,53
Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V. 100,00 100,00
CCR – USA, LLC 100,00 -
Parques Serviços Ltda. 85,92 85,92
Actua Serviços Compartilhados Ltda. 99,90 99,90
Actua Assessoria Ltda. 99,90 99,90
Engelog Centro de Engenharia Ltda. 99,90 99,90
Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. 38,25 38,25

(*) O percentual demonstrado acima representa a participação efetiva nessa controlada nas
respectivas datas. O acordo de acionistas prevê uma participação de 58%, que será
atingida quando todos os acionistas efetuarem as respectivas integralizações de capital.

Descrição dos principais procedimentos de consolidação


a. Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas;
b. Eliminação das participações no capital, reservas e lucros acumulados das empresas
controladas;
c. Eliminação dos saldos de receitas e despesas, bem como de lucros não realizados,
decorrentes de negócios entre as empresas. Perdas não realizadas são eliminadas da
mesma maneira, mas apenas quando não há evidências de problemas de recuperação
dos ativos relacionados;
d. As participações dos minoritários, relativas à Rodonorte - Concessionária de Rodovias
Integradas S.A. e Parques Serviços Ltda., no patrimônio líquido e no resultado foram
destacadas e registradas na rubrica “Participação dos minoritários”;

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


e. A Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. e a Serviços e Tecnologia de
Pagamentos S.A., controladora da Centro de Gestão de Meios de Pagamento S.A. e da
Sociedade de Gestão de Meios de Pagamento Ltda., com controle compartilhado foram
consolidadas proporcionalmente ao percentual de participação. Cada rubrica das
demonstrações financeiras foi, portanto, consolidada após a aplicação do percentual de
participação. Consequentemente, não há destaque das participações de minoritários.
O montante dos principais grupos do ativo, passivo e resultado dessas controladas em
conjunto, bem como o percentual de participação em cada uma delas, estão a seguir
demonstrados:

30/09/07 30/06/07
STP ViaQuatro STP ViaQuatro
100% 38,25% 100% 70,53% 100% 38,25% 100% 70,53%

Ativo circulante 220.676 84.409 3.758 2.650 169.187 64.714 5.518 3.892
Ativo não circulante 27.700 10.595 15.087 10.641 28.217 10.792 13.172 9.290
Ativo Permanente 27.700 10.595 15.087 10.641 28.217 10.792 13.172 9.290
Total do ativo 248.376 95.004 18.845 13.291 197.404 75.506 18.690 13.182

Passivo circulante 214.083 81.887 5.659 3.991 165.312 63.231 5.504 3.882
Patrimônio líquido 34.293 13.117 13.186 9.300 32.092 12.275 13.186 9.300
Total do passivo 248.376 95.004 18.845 13.291 197.404 75.506 18.690 13.182

30/09/07 30/09/06
STP ViaQuatro STP ViaQuatro
100% 38,25% 100% 38,25%

Receita operacional líquida 62.403 23.869 - - 47.218 18.061 - -


Custos dos serviços prestados (16.692) (6.385) - - (12.178) (4.658) - -
Lucro bruto 45.711 17.484 - - 35.040 13.403 - -
Despesas / receitas operacionais (29.752) (11.380) - - (28.405) (10.865) - -
Resultado operacional 15.959 6.104 - - 6.635 2.538 - -
Despesas / receitas financeiras 1.990 761 - - 57 22 - -
Resultado não operacional (430) (164) - - (10) (4) - -
Resultado antes do IR e CS 17.519 6.701 - - 6.682 2.556 - -
IR e CS corrente e diferido (5.957) (2.279) - - (3.642) (1.393) - -
Lucro líquido do período 11.562 4.422 - - 3.040 1.163 - -

Para fins de consolidação, as demonstrações financeiras da controlada no exterior CCR


México foram convertidas pela taxa de câmbio na data do fechamento do balanço e o valor
da variação cambial decorrente desta conversão registrada na controladora como resultado
financeiro.

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5 Disponibilidades
Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Caixa e bancos 1.581 282 34.394 24.645


Aplicações financeiras 376.466 369.236 617.321 465.331

378.047 369.518 651.715 489.976


As aplicações financeiras referem-se a fundos de investimentos de renda fixa, remunerados à
taxa média de 12,31% ao ano (12,76% em 30/06/07).

6 Contas a receber
Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07
Circulante
Pedágio eletrônico – STP (a) - - 75.613 69.020
Pedágio eletrônico – outros (b) - - 13.014 12.150
Receitas acessórias (c) - - 5.038 4.847
Provisão para devedores duvidosos - - (3.538) (3.494)
Outros 584 584 568 526

584 584 90.695 83.049

Não circulante
Receitas acessórias (c) - - 1.199 1.199
Provisão para devedores duvidosos - - (2.118) (2.118)
Outros - - 1.068 919

- - 149 -
(a) Referem-se aos créditos a receber decorrentes dos serviços prestados aos usuários
(principalmente taxas de adesão e manutenção de pedágio eletrônico), e aos valores
consolidados proporcionalmente da tarifa de pedágio e estacionamento da Serviços e
Tecnologia de Pagamentos S.A..
(b) Referem-se aos créditos a receber decorrentes, basicamente, de operações com cartões de
crédito e vale pedágio.
(c) Refere-se a contas a receber de receitas acessórias (principalmente ocupação de faixa de
domínio e locação de painéis publicitários) previstas nos contratos de concessão.

7 Aplicações financeiras vinculadas (conta reserva)


Referem-se às aplicações efetuadas pela controlada AutoBAn para garantia dos empréstimos
contratados junto ao BNDES e serão liberadas quando do pagamento das parcelas ou
substituição da garantia (vide nota explicativa nº. 15).

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Os valores aplicados são remunerados na mesma base das aplicações financeiras.

8 Impostos a recuperar
Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Imposto de renda retido na fonte 12.268 6.440 17.404 9.837


Imposto de renda e contribuição social a
recuperar (anos anteriores) 36.870 37.429 40.286 40.844
Antecipações de imposto de renda e
contribuição social (do ano) 1.201 - 82.822 48.966
PIS retido 797 1.076 987 1.264
COFINS retida 3.676 4.959 4.281 5.543
CSLL retida 811 610 943 716
ISS a recuperar de pedágio - - 4.161 3.767
Outros 188 187 1.009 821

55.811 50.701 151.893 111.758

9 Imposto de renda e contribuição social


Os créditos fiscais diferidos decorrentes de prejuízos fiscais, de bases negativas de
contribuição social e diferenças temporárias, os quais não possuem prazo de prescrição para
sua recuperação foram registrados e atendem às disposições da Deliberação CVM n° 273/98
e da Instrução CVM n° 371/03. Esses créditos estão registrados no ativo circulante e não
circulante, considerando a expectativa de realização determinada com base nas projeções de
rentabilidade futura das concessionárias e no limite de 30% para compensação anual dos
lucros tributáveis.

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a. Conciliação do imposto de renda e contribuição social – correntes e diferidos
O imposto de renda e a contribuição social no resultado estão conciliados com as
respectivas alíquotas, conforme demonstrado a seguir:

Controladora . Consolidado .
30/09/07 30/09/06 30/09/07 30/09/06
IRPJ CSLL IRPJ CSLL IRPJ CSLL IRPJ CSLL

Regime fiscal de lucro real anual

Lucro antes do IRPJ e CSLL 447.873 447.873 314.598 314.598 626.484 626.484 430.628 430.628
Ajuste referente ao método de equivalência
patrimonial (MEP) (471.922) (471.922) (321.295) (321.295) - - - -
Lucro / (prejuízo) antes do IRPJ e CSLL e
do MEP (24.049) (24.049) (6.697) (6.697) 626.484 626.484 430.628 430.628

Ajustes para o cálculo dos impostos


Adições 4.728 4.728 4.279 4.279 15.677 15.685 62.688 64.165
Exclusões - - (211) (211) (5.130) (5.130) (25.543) (25.543)

Base de cálculo dos impostos (19.321) (19.321) (2.629) (2.629) 637.031 637.039 467.773 469.250
Compensação de prejuízos passados e base
negativa - - - - (21.983) (21.983) (11.719) (11.719)
Lucro real / (prejuízo) a compensar (19.321) (19.321) (2.629) (2.629) 615.048 615.056 456.054 457.531
Impostos correntes 216 85 53 19 154.209 56.133 114.336 41.799

Regime fiscal de lucro presumido

Receita bruta - - - - 106.509 106.509 92.059 92.059


Receita financeira - - - - 534 534 464 464
Base de cálculo (32% da receita bruta +
receita financeira) - - - - 34.618 28.799 29.591 29.591
Impostos correntes - - - - 8.662 3.141 7.437 2.699

Total de impostos correntes 216 85 53 19 162.871 59.274 121.773 44.498

Diferenças temporárias - - - - 110 70 (31.072) (30.290)


Compensações de prejuízos e base
negativa - - - - (21.983) (21.983) (11.719) 9.437
Constituição de ativo fiscal diferido - - - - 19.275 15.335 (51) -
Base de cálculo de impostos diferidos - - - - (2.598) (6.578) (42.842) (20.853)

Impostos diferidos - - - - (413) 204 (5.011) (1.729)

Total de impostos correntes e diferidos 216 85 53 19 162.458 59.478 116.762 42.762

Alíquota efetiva - - - - 21% 8% 22% 8%

O imposto de renda e a contribuição social das controladas Actua Serviços Compartilhados Ltda.,
Actua Assessoria Ltda. e Engelog Centro de Engenharia Ltda. foram calculados pelo critério do
lucro presumido.

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b. Imposto de renda e contribuição social diferidos – ativo e passivo
Consolidado
30/09/07 30/06/07

Imposto de renda diferido ativo - consolidado:


Prejuízos fiscais e diferenças temporárias 60.257 61.948
Parcela não constituída (25.540) (24.172)

Imposto de renda diferido ativo, líquido da parcela não constituída 34.717 37.776

Circulante 10.305 10.909


Não circulante 24.412 26.867

O imposto de renda e contribuição social diferidos por Companhia, estão representados


por:

30/09/07 30/06/07
Ativo

Rodonorte (1) 19.127 21.163


ViaOeste (2) 8.330 8.330
Via Lagos (3) 4.518 4.460
AutoBAn (2) 861 966
Nova Dutra (2) 768 1.148
STP (2) 579 1.174
Parques (2) 391 391
Ponte (2) 124 124
CCR México (2) 19 20
34.717 37.776

Passivo
Rodonorte (4) 1.584 1.627

Para constituição do crédito tributário, foi considerado o seguinte:


(1) A Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas S.A. apresentou prejuízos fiscais
nos exercícios de 1998 e 1999 em virtude da redução em 50% das tarifas de pedágio
decidida em ato unilateral, pelo Governo do Estado do Paraná (vide nota explicativa
n°. 12). Nos exercícios subseqüentes, apresentou prejuízo exceto em 2001, 2004, 2005
e 2006. Nos termos da Instrução CVM 371/03 a concessionária registrou ativos fiscais
diferidos sobre a parcela realizável dos prejuízos fiscais e base negativa da
contribuição social, suportada por estudo de viabilidade aprovado pelos órgãos da
Administração.
(2) Ativo fiscal diferido sobre diferenças temporárias.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


(3) A Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. registrou o ativo diferido decorrente de
prejuízos fiscais, base negativa da contribuição social e diferenças temporárias, sobre
os resultados incorridos até maio de 2001. Não foram constituídos a partir desta data
ativos fiscais diferidos adicionais nos termos da Instrução CVM 371/03 em
decorrência da ausência de histórico de rentabilidade em pelo menos três dos últimos
cinco exercícios sociais. A aplicação desta regra para a controlada em questão não tem
nenhuma conotação sobre eventual não possibilidade de realização dos respectivos
saldos de ativos fiscais diferidos registrados já que a controlada auferiu lucros
tributáveis no período de nove meses findo em 30 de setembro de 2007 e no semestre
findo em 30 de junho de 2007.
(4) A Rodonorte Concessionária de Rodovias Integradas S.A., optou por utilizar o
facultado pela legislação fiscal no que tange ao diferimento da variação cambial, que
permite que a apuração e recolhimento dos tributos de natureza federal sejam
considerados somente no momento de sua realização. Os valores registrados
contabilmente, pelo regime de competência, são adicionados ou excluídos para fins
fiscais quando da apuração e pagamento dos tributos.
c. Expectativa de realização do imposto de renda e contribuição social diferidos
ativos
Expectativa de realização:

2007 (três meses) 1.937


2008 8.368
2009 24.412

Total 34.717
As declarações relativas às perspectivas dos negócios, às projeções de resultados
operacionais e financeiros e ao potencial de crescimento da Companhia e suas controladas
constituem-se em previsões e foram baseadas nas expectativas da administração em
relação ao futuro da Companhia e suas controladas. Essas expectativas estão sujeitas à
alterações, decorrentes dos mercados, do desempenho econômico do Brasil, de índices
econômico-financeiros, da indústria e dos mercados internacionais, sendo, portanto,
passíveis de mudança.
d. Passivo não circulante
O imposto de renda e contribuição social, registrados no passivo não circulante, por
Companhia, estão representados por:

30/09/07 30/06/07

AutoBAn 144.217 120.754


ViaOeste 23.928 24.181

168.145 144.935

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e. Imposto de Renda e Contribuição Social das controladas AutoBAn e ViaOeste
A partir de 1º de julho de 2006 o Imposto de Renda e a Contribuição Social Correntes
dessas controladas são calculados considerando-se diretamente no Livro de Apuração do
Lucro Real (LALUR) as deduções fiscais relativas à amortização do direito de outorga e
às respectivas variações monetárias decorrentes das obrigações junto ao Poder
Concedente. Desde a implantação deste procedimento, as diferenças temporárias de
impostos geradas pela diferença entre o lucro contábil e o lucro real (fiscal) estão sendo
registradas no passivo não circulante.

10 Despesas antecipadas e outros

Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07
Circulante
Seguros a apropriar - - 9.692 13.681
Depósitos judiciais - - 7.196 7.196
Outorga da concessão (1) - - 9.201 9.201
Adiantamentos a terceiros 1.053 394 6.693 4.450
Benefícios pagos antecipadamente 102 262 1.216 2.352
Encargos financeiros a apropriar 344 334 3.113 2.660
Outros 574 605 2.386 2.557

2.073 1.595 39.497 42.097


Não circulante
Pagamentos antecipados da outorga –
início da concessão (1) - - 147.864 150.166
Pagamentos antecipados da outorga –
extensão do prazo da concessão (2) - - 67.108 44.075
Outros 861 918 13.518 6.828

861 918 228.490 201.069

(1) Outorga da concessão


(1.1) Durante o primeiro ano da concessão, a controlada Concessionária do Sistema
Anhanguera - Bandeirantes S.A. efetuou pagamentos antecipados ao Poder
Concedente, basicamente relacionados às obrigações decorrentes de contratos
subrogados e obrigações relacionadas à própria outorga, sendo esses valores
registrados no ativo na rubrica de pagamentos antecipados relativos à concessão.
Em razão da mudança no prazo de concessão, prorrogado de 20 para 28 anos, o
saldo de pagamentos antecipados da Outorga da Concessão existente em 31 de
dezembro de 2006 passou a ser apropriado daquela data até o novo prazo final de
concessão, ou seja, até 31 de dezembro de 2026.

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(1.2) A controlada Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo - ViaOeste S.A.
efetuou pagamentos antecipados adicionais de outorga relativos ao período de
março a outubro de 1998, previstos no contrato de concessão (outorga prefixada)
registrados no ativo na rubrica de pagamentos antecipados relativos à concessão.
Em razão da mudança no prazo de concessão, prorrogado de 20 para 24 anos, o
saldo de pagamentos antecipados da Outorga da Concessão existente em 31 de
dezembro de 2006 passou a ser apropriado daquela data até o novo prazo final de
concessão, ou seja, até 31 de dezembro de 2022.
(1.3) A controlada Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. efetuou, em 30 de
novembro de 2005, o pagamento antecipado da outorga referente às parcelas a
incorrer a partir da data mencionada até o final da concessão (vide nota explicativa
nº 18 a).
(2) A mudança do prazo de concessão, mencionada no contexto operacional, não impactou
no valor dos pagamentos mensais de outorga fixa descritos na nota explicativa nº.18.
Para adequar o valor do custo mensal do direito de outorga fixa reconhecido no resultado
ao novo prazo de concessão, as controladas ViaOeste e AutoBAn passaram a tratar parte
do valor pago mensalmente ao Poder Concedente como despesa paga antecipadamente.
Esse saldo será apropriado no período correspondente ao aumento do prazo de concessão
de abril de 2018 até dezembro de 2022 na ViaOeste e de maio de 2018 até dezembro de
2026 na AutoBAn, para que dessa forma o custo de outorga fixa seja reconhecido de
forma linear no resultado durante o prazo remanescente da concessão. O valor reduzido
do custo referente ao pagamento de outorga fixa e reconhecido como despesa paga
antecipadamente no período de nove meses findo em 30 de setembro de 2007 totaliza o
montante de R$ 8.393 na ViaOeste e R$ 58.715 na AutoBAn.

11 Partes relacionadas
Os principais saldos de ativos e passivos, bem como as transações que influenciaram o
resultado do período, relativas às operações com partes relacionadas, decorrem de transações
entre a Companhia, acionistas controladores e demais empresas pertencentes ao grupo, as
quais foram realizadas em condições usuais de mercado para os respectivos tipos de
operações.

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a. Controladora
Transações Saldos
Despesas Receitas Ativo Passivo
Circulante Não Circulante Não
circulante circulante

Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. - 1.373 155 - - -


Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. - 1.102 118 - - -
Consórcio Operador Parques (d) - 43.977 8.146 - - -
Actua Serviços Compartilhados Ltda. (a) 635 - - - - -
Actua Assessoria Ltda. (a) 854 - - - - -
Concessionária de Rodovias do Oeste de São
Paulo - ViaOeste S.A. (c) - - - 1.724 - -
Camargo Corrêa Transportes S.A. - - - - 12 720
Construtora Andrade Gutierrez S.A. - - - - - 720
Serveng Civilsan S.A. – Empresas Associadas de
Engenharia - - - - - 476
CGMP – Centro de Gestão de Meios de
Pagamentos S.A. - - 1 - - -
Brisa Participações e Empreendimentos Ltda. - - 15 - - -
Engelog Centro de Engenharia Ltda. (b) 1.340 - - - 141 -

Total, 30 de setembro de 2007 2.829 46.452 8.435 1.724 153 1.916

Total, 30 de junho de 2007 1.886 26.572 18.678 1.724 163 1.916

Total, 30 de setembro de 2006 2.778 75.335

(a) Prestadores exclusivos de serviços de contabilidade, assessoria jurídica, suprimentos,


tesouraria e recursos humanos ao Sistema CCR.
(b) Prestador exclusivo de serviços de administração de obras de investimento,
conservação e manutenção ao Sistema CCR. A partir de 1º de janeiro de 2007 os
serviços de informática deixaram de ser executados pela Actua Assessoria Ltda., e
passaram a ser realizados por esta empresa.
(c) O valor de R$ 1.724 refere-se a adiantamento para futuro aumento de capital,
efetuado em 8 de junho de 2005.
(d) Serviços de operação e manutenção exclusivos para a Rodonorte.

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b. Consolidado
As controladas contratam, diretamente ou através de consórcios, serviços dos acionistas da
Companhia ou de outras controladas ou afiliadas desses acionistas. As transações e os
saldos são compostos por:
Transações Saldos
Serviços Imobilizado Receitas Ativo Passivo
prestados Circulante Circulante Não
circulante

Centro de Gestão de Meios de Pagamento S.A. (a) - - - 61.070 65 -


Construções e Comércio Camargo Corrêa S.A. (c) - 3 - - 1.145 -
Construtora Andrade Gutierrez S.A. (c) - 383 - - 1.674 720
Serveng-Civilsan S.A. - Empresas Associadas de
Engenharia (c) - 4.537 - - 4.537 476
COPER - Consórcio Operador da Rodovia
Presidente Dutra (b) 142.764 - 2.104 109 14.495 -
Camargo Corrêa Transportes S.A. - - - - 12 720
Cesbe S.A. - Engenharia e Empreendimentos - - - - 97 -
J. Malucelli Construtora de Obras Ltda. - - - - 97 -
CCPG Consórcio Construtor - - - 2.436 6.252 -
Companhia Operadora de Rodovias - - 855 10 11 -
Brisa Participações e Empreendimentos Ltda. - - - 18 - -
Consórcio Operador Parques (d) 6.689 - 501 1.974 1.240 -

Total, 30 de setembro de 2007 149.453 4.923 3.460 65.617 29.625 1.916

Total, 30 de junho de 2007 101.689 40.883 2.289 49.514 28.569 1.916

Total, 30 de setembro de 2006 168.386 58.575 3.416


Os valores e a remuneração dos serviços prestados às concessionárias por partes
relacionadas foram estabelecidos, principalmente, com base nos valores orçados, quando
da preparação do plano para exploração das concessões.
(a) Refere-se a valores de tarifa de pedágio cobrado de usuários do sistema de pedágio
automático, os quais serão repassados para as controladas no período subseqüente.
(b) O custo de serviços prestados no montante de R$ 142.764, refere-se ao custo de
operação e manutenção da controlada NovaDutra.
(c) Refere-se a contrato de prestação de serviços de obras nas rodovias.
(d) O custo de serviços prestados no montante de R$ 6.689, refere-se ao custo para
execução de manutenção de serviços de conservação e operação da controlada
Rodonorte.

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12 Investimentos
Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Participações avaliadas pela


equivalência patrimonial 1.207.017 1.362.938 - -

Ágio a amortizar 16.281 17.288 16.281 17.288

1.223.298 1.380.226 16.281 17.288


O ágio a amortizar é decorrente da aquisição da Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A.,
pago a outras concessionárias, bem como do aumento de participação na Parques Serviços
Ltda. e na Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S/A.. O ágio está
fundamentado na expectativa de rentabilidade futura, sendo amortizado à razão de 10% a.a.
(STP) e de 20% a.a. (Parques e Rodonorte).
As informações sobre as participações societárias avaliadas pela equivalência patrimonial na
controlada, estão apresentadas como segue:
Lucro Participação Investimento Equivalência
Patrimônio
Capital (prejuízo) no capital da
líquido
social do período investida 30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/09/06
ajustado
ajustado

Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. 193.149 108.922 396.979 100,00% 396.979 380.718 108.922 79.405

Concessionária do Sistema Anhangüera – Bandeirantes S.A. 171.162 205.280 367.486 100,00% 367.486 286.797 205.280 136.889

Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. 11.292 5.783 13.197 100,00% 13.197 16.010 5.783 2.008

Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. 22.073 15.092 28.638 100,00% 28.638 32.686 15.092 14.197

Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A. 107.480 48.780 140.867 85,92% 121.033 109.908 41.912 18.837
Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo -
ViaOeste S.A. 139.763 61.866 252.996 100,00% 252.996 510.679 61.866 36.203
Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L
de C.V. (c) 686 (2.147) (1.500) 100,00% (1.500) (922) (2.147) -
Parques Serviços Ltda. 10 162 740 85,92% 636 532 139 434

Actua Serviços Compartilhados Ltda. 10 8.632 345 99,90% 345 449 8.623 8.462

Actua Assessoria Ltda. 10 8.648 7.563 99,90% 7.555 7.523 8.639 12.516

Engelog Centro de Engenharia Ltda. (b) 10 14.169 (3.136) 99,90% (3.133) (3.017) 13.392 11.182

Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. 16.358 11.562 34.293 38,25% 13.117 12.275 4.421 1.162

Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. (a) 9.300 - 13.186 70,53% 9.300 9.300 - -

CCR – USA, LLC. 368 - 368 100,00% 368 - - -

1.207.017 1.362.938 471.922 321.295

(a) Em fase pré-operacional. O percentual de participação previsto em acordo de acionista é


de 58%, o qual será atingido à medida que todos os acionistas efetuem as respectivas
integralizações de capital.
(b) Investimento negativo em decorrência da eliminação de lucros não realizados

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provenientes dos serviços de engenharia prestados às concessionárias do Sistema CCR,
que compõe o ativo permanente das mesmas.
(c) A equivalência patrimonial não contempla a variação cambial decorrente do investimento
no exterior.
Outras informações relevantes
Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A.
i. Redução unilateral de tarifa de pedágio
Em 20 de julho de 1998, o Governo do Paraná reduziu unilateralmente a tarifa de
pedágio de todas as concessionárias paranaenses. No caso da controlada, a redução
foi de 50% (cinqüenta por cento). Proposta ação judicial contra a medida
(13/08/98), a mesma foi encerrada por acordo, que foi homologado judicialmente
em 24 de março de 2000.
O Ministério Público Federal recorreu da homologação (18/05/00) visando: (a) a
anulação do acordo, pela ausência de participação do Ministério Público na
definição do acordo; ou (b) a redução da tarifa em 50%. A apelação foi julgada
procedente pelo TRF (15/10/02), mas o julgamento foi anulado pelo STJ
(04/02/05), por impedimento de um dos julgadores. O processo foi julgado pelo
Tribunal Regional Federal em 16/10/07, com resultado favorável à Concessionária
por unanimidade. Aguarda-se o prazo para eventual recurso do Ministério Público.
As tarifas de pedágio estão sendo cobradas com base no acordo homologado.
ii. Processo de encampação
Em 4 de julho de 2003 foi publicada a Lei 14.065, autorizando o Estado do Paraná
a encampar a controlada, nos termos da legislação e contrato de concessão. Essa
medida é admissível, mas pressupõe respeito ao devido processo legal e pagamento
prévio de indenização dos investimentos, multas por rescisões contratuais e lucros
cessantes.
A controlada propôs ação judicial (22/08/03) contra a União, o Departamento
Nacional de Infra-Estrutura de Transportes (DNIT), o Estado do Paraná e o
Departamento de Estradas de Rodagem do Estado do Paraná (DER/PR). Os
trabalhos da Comissão de Encampação estão suspensos com base em liminares
concedidas em ações similares propostas pelas outras concessionárias paranaenses.
A ação judicial encontra-se arquivada provisoriamente até julgamento de todos os
recursos interpostos.
iii. Decreto expropriatório
Em 8 de janeiro de 2004 o Governo do Paraná promulgou o Decreto nº 2.462,
declarando de utilidade pública, para fins de desapropriação e aquisição do controle
acionário, 100% das ações com direito a voto da controlada. Em razão disso, os
acionistas e a controlada ajuizaram ação (14/01/04) contra a União, o DNIT, o
Estado do Paraná e o DER/PR.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Em 10 de fevereiro de 2004, medida liminar suspendeu a eficácia do referido
Decreto até o julgamento final da ação. O Estado do Paraná recorreu dessa decisão
liminar em três oportunidades (STJ em 05/05/04; Pleno do STJ em 06/05/04; e
Corte Especial do STJ em 17/11/04), sem resultado favorável, mantendo-se
suspenso o Decreto 2.462/04.
iv. Reajuste tarifário de 2003
A controlada solicitou autorização para o reajuste tarifário contratual, previsto para
1º de dezembro de 2003. Não sendo autorizado, a controlada ajuizou ação com esse
objetivo. Concedida a liminar, a mesma foi suspensa pelo Presidente do STJ, mas
restabelecida por decisão unânime do mesmo STJ, proferida em 1º de julho de
2004. O processo está em fase de perícia, com laudo favorável à controlada.
O contrato de concessão prevê o reequilíbrio econômico-financeiro, ressarcindo a
controlada pelo período que a tarifa vigorou sem o reajuste contratual.
v. Reajuste tarifário de 2004
A controlada solicitou autorização para o reajuste tarifário contratual, previsto para
1º de dezembro de 2004. O DER/PR editou a Portaria 680/04, autorizando o
percentual, mas alterando unilateralmente a base tarifária, por suposta nulidade do
Aditivo Contratual no. 18/2000.
A controlada propôs ação judicial, argüindo a ilegalidade da Portaria, por ser
unilateral e por não haver qualquer nulidade no referido Aditivo. O TRF concedeu
integralmente a liminar (28/01/05) e autorizou o reajuste de 10,13%, aplicado sobre
a base tarifária normal, o que vigorou a partir de 30 de janeiro de 2005.
O contrato de concessão prevê o reequilíbrio econômico-financeiro, ressarcindo a
controlada pelo período que a tarifa vigorou sem o reajuste contratual.
vi. Reajuste tarifário de 2005
A controlada solicitou autorização para o reajuste tarifário contratual, previsto para
1º de dezembro de 2005. O DER/PR protocolou ação judicial solicitando redução
das tarifas de todas as concessionárias paranaenses. A controlada ajuizou ação para
assegurar o reajuste, o que foi deferido, tendo vigorado a partir de 8 de dezembro
de 2005. Ação julgada procedente, aguardando julgamento dos recursos
interpostos. O contrato de concessão prevê o reequilíbrio econômico-financeiro,
ressarcindo a controlada pelo período que a tarifa vigorou sem o reajuste contratual.
vii. Reajuste tarifário de 2006
A controlada solicitou autorização para o reajuste tarifário contratual, previsto para
01/12/06. O DER/PR, através de ofício, negou o reajuste. A controlada ajuizou
ação para assegurar o reajuste, o que foi deferido, tendo vigorado a partir de
06/12/06. Encerrada a fase de instrução, o processo aguarda julgamento. O contrato
de concessão prevê o reequilíbrio econômico-financeiro, ressarcindo a controlada
pelo período que a tarifa vigorou sem o reajuste contratual.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


viii. Ação Civil Pública – pavimento
O Ministério Público de Ponta Grossa ajuizou Ação Civil Pública em 27/01/06, em
face da controlada, por supostas irregularidades de pavimento no trecho entre os
Km 288 e 476, da BR-376, que desatenderiam ao índice de IGG (Índice de
Gravidade Global). A controlada contestou a ação, demonstrando o cumprimento
do cronograma de restauração do pavimento. Concedida a liminar requerida pelo
MP, a controlada iniciou a realização antecipada, no trecho questionado, de obras
previstas no contrato de concessão, enquanto pendente o recurso contra essa
decisão.
ix. Procedimentos administrativos
O DER/PR expediu Autos de Infração contra a controlada, no primeiro semestre de
2004, por supostas irregularidades de pavimento, que desatenderiam ao índice IGG
(Índice de Gravidade Global). A controlada se defendeu alegando que esse índice
contratual somente é aplicável aos trechos rodoviários restaurados, o que não era o
caso dos trechos fiscalizados. Além disso, demonstrou o cumprimento do
cronograma de restauração de pavimentos.
O DER/PR negou provimento e aplicou multas no valor aproximado de R$16.000.
A controlada ajuizou ação e as multas encontram-se suspensas, liminarmente, desde
22 de agosto de 2005.
Em dezembro de 2004, o DER/PR abriu outro processo administrativo para
apuração das mesmas irregularidades, mas visando declarar a caducidade do
contrato de concessão. A controlada ingressou com ação judicial alegando a
duplicidade de procedimentos e penalidades decorrentes dos mesmos fatos, além de
vícios formais na constituição da comissão julgadora do procedimento. Em 3 de
fevereiro de 2005, foi deferida liminar para suspender o processo administrativo e a
exigibilidade das multas aplicadas.
Os acionistas controladores e a administração da controlada reiteram o seu
entendimento sobre os procedimentos legais vigentes, aplicáveis aos contratos de
concessão e mantêm a expectativa de um desfecho favorável para todos os casos.
As demonstrações financeiras da referida controlada e as da controladora não
contemplam nenhum ajuste decorrente dos processos acima descritos tendo em
vista que até a presente data não houve nenhum desfecho desfavorável para
nenhum deles. Os ativos e as receitas líquidas da controlada representam 8,8% e
11,5%, respectivamente, dos valores consolidados.
x. Lei de Isenção
Em 15 de agosto de 2007 foi editada a Lei Estadual nº 15.607, regulamentada pelo
Decreto nº 1.352, de 21 de agosto de 2007, assegurando a isenção do pagamento de
tarifa de pedágio a todos os veículos pertencentes a moradores de municípios onde
estejam localizadas praças de pedágio no Estado do Paraná.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As Concessionárias do Estado impetraram Mandado de Segurança conjunto, tendo
sido concedida liminar em 31 de agosto de 2007, para sustar os efeitos dos referidos
atos. O governo recorreu da decisão, recurso esse que aguarda julgamento.

13 Imobilizado
Taxa anual Controladora
de depreciação
% 30/09/07 30/06/07

Depreciação e
Custo amortização Líquido Líquido
Tangível
Móveis e utensílios 10 901 453 448 470
Máquinas e equipamentos 14 1.449 819 630 553
Instalações e edificações 6 561 400 161 181
Imobilizações em andamento 39 - 39 3

2.950 1.672 1.278 1.207

Intangível
Direitos de uso e outros 20 404 242 162 173

404 242 162 173

3.354 1.914 1.440 1.380

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Taxa anual Consolidado


de depreciação
% 30/09/07 30/06/07

Depreciação e
Custo amortização Líquido Líquido
Tangível
Móveis e utensílios 10 12.484 5.988 6.496 6.169
Máquinas e equipamentos 14 77.750 42.757 34.993 32.930
Veículos 22 35.040 19.638 15.402 15.021
Desapropriações 6 188.248 50.399 137.849 136.255
Instalações e edificações 6 201.607 77.587 124.020 122.718
Dispositivos de proteção e segurança 6 188.536 88.594 99.942 98.855
Pavimentos 12 1.512.314 817.480 694.834 712.657
Projetos e investimentos ambientais 7 144.940 46.537 98.403 97.069
Obras de arte especiais 6 479.168 127.837 351.331 347.167
Obras de arte correntes 8 319.556 127.140 192.416 192.990
Acessos, trevos, entronc., retornos,
instal. e mob. canteiros 7 86.914 31.062 55.852 56.289
Gerenciamento, fiscalização e obras
de melhorias 8 86.070 27.893 58.177 56.098
Sinalizações 15 143.986 110.672 33.314 31.585
Terraplenagem, terraplenos e
estruturas de contenção 6 402.604 122.858 279.746 281.248
Obras preliminares e
8
complementares 170.073 67.183 102.890 98.561
Imobilizações em andamento 120.085 - 120.085 85.868

4.169.375 1.763.625 2.405.750 2.371.480

Intangível
Sistemas operacionais 8 263.163 142.952 120.211 117.947
Direitos de uso e outros 20 31.069 13.542 17.527 17.890

294.232 156.494 137.738 135.837

4.463.607 1.920.119 2.543.488 2.507.317

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Movimentação do custo - consolidado
30/06/07 30/09/07
Eliminação
lucro não Transferências
Custo Adições Baixas realizado e outros Custo
Tangível
Móveis e utensílios 11.312 350 (83) - 905 12.484
Máquinas e equipamentos 71.891 3.329 (868) - 3.398 77.750
Veículos 33.612 2.036 (160) - (448) 35.040
Desapropriações 185.197 1.694 - - 1.357 188.248
Instalações e edificações 199.170 3.586 (452) - (697) 201.607
Dispositivos de proteção e segurança 185.953 2.498 - - 85 188.536
Pavimentos 1.492.876 19.597 - - (159) 1.512.314
Projetos e investimentos ambientais 142.165 2.953 - - (178) 144.940
Obras de arte especiais 470.189 9.786 - - (807) 479.168
Obras de arte correntes 315.788 3.773 - - (5) 319.556
Acessos, trevos, entronc., retornos, instal. e mob.
canteiros 86.900 14 - - - 86.914
Gerenciamento, fiscalização e obras de melhorias 83.002 4.125 - (578) (479) 86.070
Sinalizações 140.082 3.723 - - 181 143.986

Terraplenagem, terraplenos e estruturas de contenção 399.985 2.650 - - (31) 402.604


Obras preliminares e complementares 163.828 6.186 - - 59 170.073
Imobilizações em andamento 85.868 40.631 (1.124) - (5.290) 120.085

4.067.818 106.931 (2.687) (578) (2.109) 4.169.375

Intangível
Sistemas operacionais 258.258 3.226 (404) - 2.083 263.163
Direitos de uso e outros 30.491 554 (2) - 26 31.069

288.749 3.780 (406) - 2.109 294.232

4.356.567 110.711 (3.093) (578) - 4.463.607

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Movimentação da depreciação e amortização - consolidado
30/06/07 30/09/07
Eliminação
Depreciação/ lucro não Transferências Depreciação/
Amortização Adições Baixas realizado e outros Amortização

Tangível
Móveis e utensílios 5.143 258 (35) - 622 5.988
Máquinas e equipamentos 38.961 2.138 (627) - 2.285 42.757
Veículos 18.591 1.422 (144) - (231) 19.638
Desapropriações 48.942 1.457 - - - 50.399
Instalações e edificações 76.452 2.097 (448) - (514) 77.587
Dispositivos de proteção e segurança 87.098 1.496 - - - 88.594
Pavimentos 780.219 37.264 (3) - - 817.480
Projetos e investimentos ambientais 45.096 1.441 - - - 46.537
Obras de arte especiais 123.022 4.823 (8) - - 127.837
Obras de arte correntes 122.798 4.342 - - - 127.140
Acessos, trevos, entronc., retornos, instal. e mob.
31.062
canteiros 30.611 451 - - -

Gerenciamento, fiscalização e obras de melhorias 26.904 1.259 - (156) (114) 27.893

Sinalizações 108.497 2.136 - - 39 110.672


Terraplenagem, terraplenos e estruturas de contenção 118.737 4.128 (6) - (1) 122.858

Obras preliminares e complementares 65.267 1.917 - - (1) 67.183

1.696.338 66.629 (1.271) (156) 2.085 1.763.625

Intangível
Sistemas operacionais 140.311 4.953 (227) - (2.085) 142.952
Direitos de uso e outros 12.601 941 - - - 13.542

152.912 5.894 (227) - (2.085) 156.494

1.849.250 72.523 (1.498) (156) - 1.920.119

14 Diferido

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Taxa média
anual de Controladora Consolidado
amortização
% 30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07
Amortização Amortização
Custo acumulada Líquido Líquido Custo acumulada Líquido Líquido

Ágio - ViaOeste (a) 5,7 - - - - 251.709 40.024 211.685 215.156


Ágio - STP (b) 20 - - - - 2.970 2.376 594 742
Gastos de implantação do SAP 33,3 - - - - 2.730 - 2.730 1.454
Despesas pré-operacionais 20 - - - - 104.709 92.297 12.412 11.299
Aquisição de quinhão
consorcial (c) 22 16.569 5.830 10.739 11.660 16.569 5.830 10.739 11.660

16.569 5.830 10.739 11.660 378.687 140.527 238.160 240.311

a. Ágio -ViaOeste
Refere-se ao ágio gerado na aquisição da controlada Concessionária de Rodovias do
Oeste de São Paulo - ViaOeste S.A., sendo amortizado linearmente pelo prazo
remanescente da concessão.
b. Ágio - STP
Refere-se ao ágio gerado na incorporação da Siga Livre Participações S.A. pela CGMP –
Centro de Gestão de Meios de Pagamentos S.A., controlada da Serviços de Tecnologia
de Pagamentos S.A., que está sendo amortizado linearmente pelo prazo de 5 anos.
c. Aquisição de quinhão consorcial
Refere-se ao custo de aquisição de quinhão consorcial do Consórcio Operador Parques.

15 Empréstimos, financiamentos e debêntures


Os valores devidos estão assim compostos:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Controladora Consolidado

Instituições financeiras Item Encargos Pagamentos até 30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Em moeda nacional

BNDES (1), (1.2) e (1.3) TJLP + 4,5% a 5,5% a.a. Janeiro de 2012 - - 160.806 173.999
Banco Bradesco S.A. – BNDES (1.1) TJLP + 5% a.a. Janeiro de 2012 - - 23.783 25.154
Banco Sudameris Brasil S.A – BNDES (1.1) TJLP + 5% a.a. Janeiro de 2012 - - 11.892 12.577
Unibanco S.A – BNDES (1.1) TJLP + 5% a.a. Janeiro de 2012 - - 35.675 37.732
Banco do Brasil S.A. (1.4) 106,4% do CDI Novembro de 2011 - - - 65.593
Banco Itaú BBA S.A. (1.6) 107,3% do CDI Dezembro de 2009 - - - 106.037
Unibanco S.A. (1.6) 107,3% do CDI Dezembro de 2009 - - - 106.037
Banco do Brasil S.A. (1.6) 107,3% do CDI Dezembro de 2009 - - - 106.037
Outros - - 8.127 4.239

Subtotal moeda nacional - - 240.283 637.405

Em moeda estrangeira

Banco ABN Amro (1.5) US$ + 3,75% a.a. Julho de 2008 - - 26.081 28.940
Banco ABN Amro (1.5) US$ + 6,37% a.a. Julho de 2008 - - 20.494 -
BNDES (1.3) Cesta de moedas + 5% a. a. Janeiro de 2011 - - 6.086 6.828
Banco do Brasil S.A. (1.4) Iene + 5,8225% a.a. Agosto de 2010 - - 64.736 -
HSBC Bank Brasil (1.6) US$ + 13,20% a.a. Agosto de 2007 - - - 40.108

Subtotal moeda estrangeira - - 117.397 75.876

Total de empréstimos e financiamentos - - 357.680 713.281

Total circulante - - 121.818 158.612


Total não circulante - - 235.862 554.669

Controladora Consolidado

Debêntures Item Encargos Pagamentos até 30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Debêntures (2.1) IGP-M + 11% a.a. Maio de 2010 - - 72.107 68.475


Debêntures (2.2) IGP-M + 9,5% a.a. Julho de 2010 - - 146.779 139.844
Debêntures (2.3) 105% do CDI Março de 2011 151.261 156.260 151.261 156.260
Debêntures (2.4) IGP-M + 10,65% a.a. e 103,3% do CDI Abril de 2014 - - 529.830 544.625
Debêntures (2.5) IGP-M + 7,6% a.a. e 104,5% do CDI Julho de 2015 - - 674.770 -

Total de debêntures 151.261 156.260 1.574.747 909.204

Total circulante 38.761 43.760 177.968 141.856


Total não circulante 112.500 112.500 1.396.779 767.348

Total geral 151.261 156.260 1.932.427 1.622.485

No caso dos empréstimos e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento


Econômico e Social – BNDES – na hipótese de a TJLP – Taxa de Juros de Longo Prazo –
exceder a 6% ao ano, o diferencial é adicionado, mensalmente, ao valor do principal em
aberto. Em 30 de setembro de 2007 a TJLP foi de 6,25% ao ano (6,5% ao ano em 30/06/07).
A LIBOR - London Interbank Offered Rate - em 30 de setembro de 2007 era de 5,14% ao
ano (5,37% ao ano 30/06/07).

A variação do IGP-M - Índice Geral de Preços de Mercado - nos últimos 12 meses foi de
5,67%.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


As controladas mutuárias que possuem debêntures e contratos de financiamento junto ao
BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, ao IFC – Internacional
Finance Corporation, ao BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento, e outras
instituições estão sujeitas a uma série de garantias contratuais, as quais vêm sendo
regularmente cumpridas.
Segue abaixo a descrição das principais garantias e compromissos vinculados aos referidos
contratos de empréstimos e financiamentos, bem como às debêntures:
(1) Empréstimos e Financiamentos junto ao BNDES, BID, IFC e Outros.
(1.1) AutoBAn
A controlada está sujeita às seguintes exigências de garantia e cláusulas restritivas:
• Penhor de todas as ações da controlada;
• Penhor em primeiro grau sobre as receitas futuras;
• Penhor de todos os créditos de todas as contas bancárias;
• Não constituir ônus para nenhum bem adquirido na concessão;
• Não vender os seus ativos ou parte substancial destes;
• Manter em conta reserva o equivalente a 6 meses do serviço da dívida
projetado ou obter carta de fiança bancária ou seguro garantia para o mesmo
valor. O montante das fianças bancárias em 30 de setembro de 2007 é de R$
99.487.
• Não vender nenhum imobilizado, receita ou outro ativo, exceto em
circunstâncias previstas no contrato;
• A controlada está impedida de declarar ou pagar dividendos aos acionistas
nem efetuar qualquer outro tipo de distribuição se os índices financeiros
exigidos no contrato de penhor e outras avenças não forem atingidos. A
controlada, por condição contratual com o Poder Concedente e com as
instituições financiadoras, só pode distribuir dividendos desde que atendidos
os seguintes requisitos:
a) Que nenhuma hipótese de inadimplemento ou hipótese de
inadimplemento em potencial ocorra e persista;
b) As demonstrações financeiras auditadas da controlada referentes ao
exercício social anterior ou as revisadas no primeiro semestre apresentem
cumulativamente, no mínimo, os seguintes índices:
• Coeficiente de dívida líquida/EBITDA igual ou inferior a 2,5;
• Manutenção de coeficiente de cobertura do serviço da dívida de no
mínimo 1,3.

Deverão ser pagos até 2010, a títulos de juros adicionais, 10% da receita, se
excedente, sobre o volume de veículos que ultrapassar o estipulado no contrato de
financiamento, utilizando-se os seguintes percentuais:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• IFC 2,42% (*)
• BID 3,49% (*)
• BNDES 4,09%
(*) Apesar da controlada ter efetuado a liquidação antecipada dos financiamentos
junto ao BID e IFC, a obrigação referente aos juros adicionais se mantém em vigor até
2010.
A controlada encontra-se em processo de negociação com os bancos financiadores
sobre a forma de cálculo dos juros adicionais em decorrência das mudanças
significativas da estrutura das operações.
(1.2) NovaDutra
Em 30 de setembro de 2007, os empréstimos do BNDES à Concessionária da Rodovia
Presidente Dutra S.A. (NovaDutra), no valor de R$ 18.135 (R$ 21.334 em 30/06/07),
estavam garantidos por 49% do total de suas ações ordinárias e 100% de suas ações
preferenciais.
Vinculados ao financiamento do BNDES, a controlada assumiu, entre outros, as
seguintes garantias e compromissos de caráter financeiro e econômico constantes nos
contratos:
a) Penhor de 49% do total das ações ordinárias e 100% das ações preferenciais da
controlada.
b) A controlada está sujeita às seguintes exigências de garantia e cláusulas
restritivas:
• Penhor em primeiro grau das receitas futuras;
• Não-constituição de ônus sobre quaisquer bens, receitas ou outros ativos da
controlada;
• Não contrair empréstimos de capital de giro ou leasing que excedam o valor
principal de R$ 30.000 ou financiamentos de longo prazo acima de
R$ 70.000, sem anuência dos financiadores;
• Não vender os seus ativos ou parte substancial destes;
• Manter em conta reserva o correspondente ao valor do serviço da dívida
sênior (endividamento com o BNDES e debêntures) com vencimento nos
próximos seis meses, ou cartas de fiança nos mesmos montantes. O montante
de fianças bancárias em 30 de setembro de 2007 é de R$ 35.600;
• Não distribuir dividendos ou juros sobre o capital próprio em quaisquer outras
datas que não entre 10 de julho e 15 de agosto de cada ano e/ou 10 de janeiro
e 15 de fevereiro de cada ano;
• Não alterar a proporção entre ações ordinárias e preferenciais do capital
social;
• Não declarar ou pagar aos acionistas dividendos ou qualquer tipo de
distribuição se não atingir os seguintes índices financeiros, exigidos no
Contrato de Penhor e outras Avenças:
• Índice de cobertura do serviço da dívida (caixa + juros + “fees” e outros
débitos relacionados à dívida ÷ serviço da dívida) maior ou igual a 1,3;

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


• Coeficiente de endividamento de longo prazo (dívida de longo
prazo ÷ patrimônio líquido) menor ou igual a 1,5;
• Dívida líquida ÷ EBITDA menor ou igual a 2,0, sendo:
− Dívida líquida = dívida sênior e outras dívidas autorizadas pelos
financiadores menos o disponível;
− EBITDA (receita operacional líquida – custo com serviços de terceiros
- outros custos – despesas administrativas) calculado considerando os
últimos 12 meses.
(1.3) Rodonorte
Em 1º de novembro de 2001 foi firmado contrato de financiamento com o BNDES
subdividido entre os subcréditos A e B.
Os financiamentos têm garantias diversas, sendo as principais:
• Caução das ações emitidas pela controlada representativa de 99,99% de seu
capital social;
• Caução e cessão da indenização por término antecipado do Contrato de
Concessão;
• Cessão dos direitos e benefícios decorrentes de todas as apólices e contratos de
seguro;
• Manter em conta reserva, o equivalente a 12 meses do serviço da dívida projetado
ou prestar outra forma de garantia no mesmo montante. O total de fianças
bancárias em 30 de setembro de 2007 era de R$ 71.700 (R$ 71.700 em 30/06/07);
e
• Condição para pagamento de dividendos: atingir após a conclusão técnica do
projeto, o índice de cobertura do serviço da dívida igual ou superior a 1,3.

Em agosto de 2007 a controlada celebrou contrato de abertura de crédito fixo com


garantia de alienação fiduciária e outras avenças junto ao UNIBANCO – União de
Bancos Brasileiros S/A. Esse crédito foi utilizado na compra de caminhões e guinchos
pesados.

(1.4) Via Lagos

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Os empréstimos junto ao Banco do Brasil S.A., com encargos financeiros de 106,4% do
CDI e vencimentos trimestrais entre 11 de maio de 2006 e 11 de novembro de 2011,
estavam garantidos por fiança da Companhia. Este, por sua vez, foi liquidado em 05 de
setembro de 2007, mediante a contratação, nesta mesma data, de um novo empréstimo
em Iene com a mesma instituição financeira. Esta operação possui encargos de
5,8225% a.a. e terá como valor de referência para sua liquidação, a cotação do Iene de
dois dias antes da data de seu vencimento (Iene D-2), o qual se dará em 20 de agosto de
2010. Com o objetivo de proteger esta operação quanto a possíveis oscilações cambiais,
foi celebrado contrato de “hedge” com taxa de 103,20% do CDI.
(1.5) Ponte
A Ponte captou em 26 de julho de 2005 empréstimo de capital de giro em moeda
estrangeira (Dólar Americano) junto ao Banco ABN AMRO Real S.A., sendo garantido
por nota promissória emitida pela própria controlada. Em 16 de julho de 2007 ocorreu o
pagamento dos juros, bem como do hedge vinculado a esta operação. O contrato foi
alvo de aditamento com relação à data de seu vencimento, a qual passou de 16 de julho
de 2007 para 14 de julho de 2008. Foi contratado novo instrumento de “hedge” com
taxa de 103,40 % da variação do CDI.
Também em 16 de julho de 2007, a controlada captou um novo empréstimo de capital
de giro em moeda estrangeira (Dólar Americano) junto à mesma instituição financeira,
com vencimento em 14 de julho de 2008. Foi efetuado contrato “hedge” com taxa de
103,40 % da variação do CDI.
(1.6) ViaOeste
A dívida subordinada da controlada ViaOeste em 30 de agosto de 2006, com a
controladora no valor de R$ 280.893 foi cedida ao Banco Itaú BBA S.A. (33,33%),
Banco do Brasil S.A. (33,33%) e Banco Unibanco S.A. (33,34%), através de contrato
de cessão, assunção e aditamento firmado naquela data. Como indexador dos
empréstimos, foram adotados 106,1% do CDI entre 30 de agosto de 2006 e 30 de
agosto de 2007; 107,3% do CDI entre 31 de agosto de 2007 até 28 de dezembro de
2009. Este contrato foi liquidado em 2 de agosto de 2007 com a utilização de parte dos
recursos oriundos da emissão das debêntures.
Em 15 de junho de 2007 a controlada ViaOeste havia firmado contrato de empréstimo
de capital de giro junto ao HSBC Bank Brasil, indexado à variação cambial com base
na resolução nº. 2770 de 30 de agosto de 2000 do Banco Central do Brasil. Este
contrato foi liquidado em 2 de agosto de 2007 com a utilização de parte dos recursos
oriundos da emissão das debêntures.
(2) Debêntures:
(2.1) Rodonorte
A Rodonorte emitiu em 1º de maio de 2001, 340 debêntures de série única com valor
nominal de R$ 85.000, subscritas e integralizadas em 14 de novembro de 2001 no valor
total de R$ 96.170, com um deságio de 4,98%, o qual foi registrado em despesas pagas
antecipadamente. O prazo das debêntures é de 9 anos, com vencimento em 1 de maio

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de 2010, com atualização pela variação do IGP-M mais juros de 11% ao ano pagos
anualmente desde 1º de maio de 2002. O valor do principal atualizado será amortizado
em 7 parcelas anuais, sendo que a primeira amortização ocorreu em 1º de maio de 2004.
No 39° e 75° mês a contar da data de emissão das debêntures, os debenturistas têm a
opção de venda ao BNDES, pelo valor nominal atualizado e não amortizado das
debêntures, acrescido da remuneração calculada de forma “pro-rata temporis” desde a
data da última amortização do principal até a data de aquisição das debêntures pelo
BNDES, opção essa que foi exercida por 100% dos debenturistas em 2 de agosto de
2004.
A Rodonorte tem o direito de resgate, parcial ou total, das debêntures a partir do 36°
mês após a data de emissão das debêntures, pelo seu valor nominal não amortizado e
atualizado, mediante publicação de aviso aos debenturistas com antecedência de 15
dias.
(2.2) NovaDutra
Em 30 de setembro de 2007, as debêntures da Concessionária da Rodovia Presidente
Dutra S.A. (NovaDutra), no valor de R$ 146.779 (R$ 139.844 em 30/06/07), estavam
garantidas por 49% do total de suas ações ordinárias e 100% de suas ações
preferenciais.
A NovaDutra em 1º de julho de 2004 emitiu 18.000 debêntures nominativas escriturais,
com garantia real e não conversíveis em ações, em duas séries de 9.000 cada uma, com
valor nominal total da emissão de R$ 180.000, as quais foram subscritas e
integralizadas em 16 de agosto de 2004 no valor total de R$ 185.425. Sobre o valor
nominal será calculado rendimento com base na variação do IGP-M e juros de 9,5%
a.a..
Os juros estão sendo pagos desde 1º de julho de 2005 para a primeira série e a partir de
1º de janeiro de 2006 para a segunda série. O valor nominal atualizado, e os juros da
primeira série, serão pagos em parcelas anuais até 1º de julho de 2010. O valor nominal
atualizado e os juros das debêntures da segunda série serão pagos em parcelas anuais
até 1º de janeiro de 2010.
(2.3) CCR
A CCR, em 1º de março de 2005, emitiu 15.000 debêntures pelo valor nominal de
R$ 150.000, as quais foram subscritas e integralizadas por R$ 152.733 no dia 4 do mês
subseqüente. Os referidos títulos tem as seguintes características: não conversíveis em
ações, todas nominativas escriturais quirografárias (sem garantia de preferência),
remuneradas por juros equivalentes a 105% da variação do CDI. Os juros são pagos
semestralmente em março e setembro de cada ano, e o valor nominal será pago em
quatro parcelas anuais, vencíveis entre março de 2008 e março de 2011.
(2.4) AutoBAn
Em 1º de abril de 2006 a AutoBAn emitiu 51.000 debêntures nominativas escriturais,
com garantia real e não conversíveis em ações, em três séries, sendo a primeira série e a
segunda série de 9.800 debêntures cada uma e a terceira série de 31.400 debêntures,

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com valor nominal total da emissão de R$ 510.000, as quais foram subscritas e
integralizadas em 1º de agosto de 2006 no valor total de R$ 533.883. Sobre o valor
nominal é calculado rendimento com base na variação do IGP-M e juros de 10,65% a.a.
para a primeira série e a segunda série e de 103,3% do CDI para a terceira série.
O pagamento dos juros iniciou-se em 1º de abril de 2007 para a primeira e terceira
séries e a partir de 1º de outubro de 2007 para a segunda série.
O valor nominal atualizado das debêntures será pago da seguinte maneira:
• Primeira série: Será pago em seis parcelas anuais, vencendo-se a primeira em 1º
de abril de 2009 e a última em 1º de abril de 2014;
• Segunda série: Será pago em cinco parcelas anuais, vencendo a primeira em 1º de
outubro de 2009 e a última em 1º de outubro de 2013;
• Terceira série: Será pago em sete parcelas semestrais, vencendo a primeira em 1º
de abril de 2009 e a última em 1º de abril de 2012.

Como garantia da emissão das debêntures, a controlada está sujeita a penhora de 99,9%
das ações e 100% do produto oriundo da cobrança de pedágios e outras receitas e
contas correntes detidas por ela.
As garantias são compartilhadas sempre na proporção de 45% para o BNDES e 55%
para os debenturistas. Na hipótese da controlada contrair dívidas adicionais junto ao
BNDES, essa proporção permanecerá inalterada e, se a controlada contrair dívidas com
quaisquer outros credores que não o BNDES, estes deverão compartilhar dos 55%
destinados ao Agente Fiduciário.
(2.5) ViaOeste
Em 1° de julho de 2007, a concessionária emitiu 65.000 debêntures com garantia real e
não conversíveis em ações, em três séries, sendo a primeira série de 28.000 debêntures
e a segunda e terceira séries de 18.500 debêntures cada, com valor nominal total de
emissão de R$ 650.000, as quais foram parcialmente subscritas em 31 de julho de 2007,
e o restante em 1° de agosto de 2007.
As debêntures das duas primeiras séries terão prazo de 96 meses e as da terceira série
de 90 meses, ambas a contar da data de suas respectivas emissões. O vencimento das
duas primeiras séries, portanto, se dará no dia 1° de julho de 2015, enquanto o da
terceira série se dará no dia 1° de janeiro de 2015. Quanto às amortizações e pagamento
de juros, para as duas primeiras, terão início em 1° de julho de 2008, sendo que para a
terceira o início das amortizações e pagamento de juros se dará a partir de 1° de janeiro
de 2009.
A remuneração das debêntures da primeira série será paga semestralmente (104,5 % do
CDI a.a.), sendo que as debêntures de segunda e terceira séries serão anuais (IGP-M +
7,6% a.a.).
Como garantia da emissão das debêntures, a controlada está sujeita a penhora de 99,9%
das ações e 100% do produto oriundo da cobrança de pedágios e outras receitas e
contas correntes detidas por ela.

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Com a emissão das debêntures, a controlada utilizou parte do montante recebido para a
liquidação de empréstimo no valor de R$ 40.000 em 31 de julho de 2007 e utilizou
parte para liquidação da dívida subordinada no valor de R$ 321.802. A diferença entre
o montante líquido e os pagamentos da dívida e empréstimo foi utilizada para reforço
de capital de giro e pagamento de dividendos.
Em 30 de setembro de 2007, os pagamentos dos empréstimos, financiamentos e debêntures
do não circulante (consolidado) estavam assim distribuídos:
2008 95.097
2009 379.233
2010 387.216
2011 276.023
2012 174.296
Após 2012 320.776
Total 1.632.641

16 Impostos e contribuições a recolher


Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07
Circulante
COFINS 160 163 27.757 26.294
PIS 116 116 7.809 7.549
ISS 75 85 12.597 11.350
Outros 38 33 1.979 1.790

389 397 50.142 46.983

Não circulante
COFINS - - 32.512 34.199
PIS - - 13.635 14.593
CSLL - - 595 646
IRPJ - - 565 613

- - 47.307 50.051
Em fevereiro de 2006 a AutoBAn e NovaDutra obtiveram o deferimento do parcelamento
solicitado em 29 de dezembro de 2005 sobre a majoração da alíquota do PIS e COFINS. O
parcelamento foi deferido em 60 parcelas, com pagamento da primeira parcela em 31 de
março de 2006, sendo as mesmas atualizadas mensalmente pela variação da Selic.
As parcelas com vencimento após 12 meses estão classificadas no passivo não circulante.

17 Outras contas a pagar (Não circulante)

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Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

Receitas acessórias a apropriar - - 3.376 3.521


Contas a pagar para aquisição de investimentos (1) 31.570 31.731 31.570 31.731
Outros 1.043 781 1.043 781

32.613 32.512 35.989 36.033


(1) Refere-se a contas a pagar a terceiros na aquisição da Concessionária de Rodovias do
Oeste de São Paulo – ViaOeste S.A.

18 Compromissos vinculados à concessão


a. Compromisso com o Poder Concedente
Decorrente do direito de outorga fixo
Refere-se ao ônus da concessão assumido no processo de licitação, determinado com
base em valor fixo a ser pago ao Poder Concedente, conforme demonstrado a seguir:
Valor nominal Valor presente
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07

AutoBAn 2.018.316 2.018.220 1.572.443 1.564.422


ViaOeste 407.269 409.280 318.480 316.068
2.425.585 2.427.500 1.890.923 1.880.490

O compromisso será pago em parcelas mensais e iguais até 2018, corrigidas


monetariamente pela variação do IGP-M em julho de cada ano. O cálculo do valor
presente foi efetuado considerando-se uma taxa de juros de 5% a.a., compatível com a
taxa estimada para emissão de dívida com prazo similar ao ônus da outorga, não tendo
vinculação com a expectativa de retorno do projeto.

Esses compromissos, atualizados até 30 de setembro de 2007, estão assim distribuídos:

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Valor nominal Valor presente

2007 55.975 55.522


2008 227.078 218.460
2009 230.256 211.003
2010 230.256 200.956
2011 230.256 191.387
Após 2011 até 2018 1.451.764 1.013.595
Total 2.425.585 1.890.923
No decorrer do período de nove meses foi pago ao Poder Concedente o montante de
R$ 163.215 referente ao direito de outorga fixo (R$ 107.238 em 30/06/07).
Decorrente do direito de outorga variável - AutoBAn e ViaOeste S.A.
Refere-se ao preço da delegação do serviço público, representado por valor variável,
correspondente a 3% da receita bruta efetivamente obtida mensalmente, com vencimento
até o último dia útil do mês subseqüente. Esse compromisso em 30 de setembro de 2007
montava em R$ 3.611 (R$ 3.283 em 30/06/07).
No decorrer do período de nove meses foi pago ao Poder Concedente o montante de
R$ 29.841 referente ao direito de outorga variável (R$ 19.258 em 30/06/07).
b. Compromissos relativos às concessões - Consolidado
Além dos pagamentos ao Poder Concedente, as controladas assumiram o compromisso
de melhorar, conservar e expandir as rodovias e também, a partir de 2006, de adquirir o
material rodante, implantar sistemas, operar e realizar manutenção da Linha 4 – Amarela
do Metrô de São Paulo. Em 30 de setembro de 2007, esses compromissos de
investimentos estavam estimados em R$ 5.028.283 (R$ 5.183.335 em 30/06/07), a serem
realizados até o final do prazo da concessão, conforme demonstrado a seguir:
30/09/07 30/06/07
(Não revisado) (Não revisado)

Rodonorte 1.384.939 1.396.702


AutoBAn 1.014.963 1.067.579
ViaOeste 699.869 694.879
NovaDutra 581.139 677.074
Via Lagos 15.105 15.060
Ponte 82.412 82.185
ViaQuatro 1.249.856 1.249.856

5.028.283 5.183.335

c. Ativo imobilizado transferido pelo poder concedente à concessão

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A prática contábil adotada pelas concessionárias é a de não registrar o imobilizado
transferido pelo poder concedente à concessão; entretanto, é mantido controle auxiliar
com a segregação dos valores dos imobilizados transferidos e do valor relativo a
delegação dos serviços públicos (custo, depreciação e amortização acumulada). Essa
segregação foi efetuada com base em laudo de avaliação emitido por empresa
independente e especializada e a posição consolidada está demonstrada conforme segue:

Taxa média Líquido


anual de
depreciação/ Depreciação e
amortização amortização
% Custo acumulada 30/09/07 30/06/07
Imobilizado transferido:
Serviços iniciais 4 22.069 10.141 11.928 12.119
Terraplanagem 5,56 130.233 68.209 62.024 63.834
Pavimentação 14,29 197.770 197.770 - -
Obras de arte correntes 8,33 39.924 31.327 8.597 9.428
Obras de arte especiais 8,33 255.934 200.825 55.109 60.439
Sinalização e segurança 25 15.328 15.328 - -
Obras complementares 6,25 7.228 4.256 2.972 3.085
Recomposição ambiental e outros 10 8.673 8.170 503 720
Equipamentos de arrecadação e
pesagem 25 9.500 9.500 - -
Delegação dos serviços públicos 3,57 a 4,04 1.480.451 674.382 806.069 817.405

2.167.110 1.219.908 947.202 967.030


d. Obras a executar - ViaOeste
30/09/07 30/06/07

Circulante 1.090 1.003

Não circulante
Obrigações com o poder concedente 11.973 7.356

13.063 8.359
Conforme descrito no Termo Aditivo Modificativo nº. 7, de 23 de abril de 2004, com o
objetivo de promover a melhor adequação das condições de concessão para cumprimento
dos fins de interesse público, entre outros aspectos, o poder concedente transferiu a
responsabilidade da execução das obras de implantação dos contornos dos trechos
urbanizados de São Roque e de Brigadeiro Tobias para a controlada ViaOeste.
Conforme descrito no Termo Aditivo Modificativo nº. 11, de 08 de dezembro de 2006,
quando o total das retenções atingir o montante de R$ 98.303 (atualizado até 30/09/07), a
controlada voltará a depositar novamente o saldo remanescente do ônus fixo, após
efetuar as compensações previstas nos itens 3.1 e 3.2 do Termo Aditivo e Modificativo
nº. 7/2004.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


19 Provisão para contingências - Consolidado
As perdas prováveis trabalhistas e cíveis, registradas como passivo com base em opinião dos
consultores legais da Companhia e suas controladas, estão resumidas a seguir:
Controladora Consolidado
30/09/07 30/06/07 30/09/07 30/06/07
Circulante
Trabalhistas e previdenciárias - - 2.284 2.683

Não circulante
Cíveis – Usuários da rodovia - - 3.565 3.168

Com base na opinião de seus consultores legais, a Administração acredita que a provisão
para contingências é suficiente para cobrir as perdas que eventualmente ocorram, e que a
decisão final não afetará significativamente o fluxo de caixa, a posição financeira
consolidada e o resultado das operações da Companhia e suas controladas. A parcela de
provisão para contingências, registrada no passivo não circulante está baseada na análise da
Administração da Companhia e suas controladas e seus consultores legais, cujo entendimento
é de que ela não será exigida no próximo exercício.
A Companhia e suas controladas possuem outras contingências passivas relativas a questões
tributárias e cíveis avaliadas pelos assessores jurídicos como sendo de risco possível no
montante estimado de R$ 252.922 em 30 de setembro de 2007 (R$ 242.946 em 30/06/07)
para os quais nenhuma provisão foi constituída tendo em vista que as práticas contábeis
adotadas no Brasil não requerem sua contabilização.
Existem também outras contingências passivas relativas a questões cíveis e trabalhistas, cuja
mensuração do valor e a probabilidade de desfecho não puderam ser determinadas com
suficiente segurança em decorrência do estágio em que se encontram e, portanto, nenhuma
provisão para perdas foi registrada nas demonstrações financeiras.

20 Patrimônio líquido
a. Capital
O Capital autorizado é de 480.000.000 ações ordinárias e o subscrito e integralizado é de
403.101.800 ações ordinárias.
b. Reserva de capital
A reserva de capital corresponde ao ágio na subscrição de ações no montante de
R$ 220.527.

c. Dividendos

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


Os dividendos são calculados em conformidade com o estatuto social e de acordo com a
Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76).
Em 29 de março de 2007 a Assembléia Geral Ordinádia aprovou a distribuição de
dividendos no montante de R$ 201.549, correspondente a R$ 0,50 por ação, relativos ao
saldo de lucros acumulados no exercício 2006. Os dividendos foram pagos em 10 de
abril de 2007.
Os dividendos intermediários, aprovados pela Reunião do Conselho de Administração
realizada em 09 de agosto de 2007, foram de R$ 330.543, correspondentes a R$ 0,82 por
ação e foram pagos em 31 de agosto de 2007.
d. Reserva legal
Foi desnecessária a sua constituição de acordo com o previsto no § 1º do artigo 193 da
Lei nº 6.404/76.
e. Lucros acumulados
A destinação dos lucros acumulados é definida na Assembléia Geral Ordinária.

21 Instrumentos financeiros
Os valores de realização estimados de ativos e passivos financeiros da Companhia e
controladas foram determinados por meio de informações disponíveis no mercado e
metodologias apropriadas de avaliações. Entretanto, considerável julgamento foi requerido
na interpretação dos dados de mercado para produzir a estimativa do valor de realização mais
adequada. Como conseqüência, as estimativas a seguir não indicam, necessariamente, os
montantes que poderão ser realizados no mercado de troca corrente. O uso de diferentes
metodologias de mercado pode ter um efeito material nos valores de realização estimados.
A administração desses instrumentos é efetuada por meio de estratégias operacionais,
visando liquidez, rentabilidade e segurança. A política de controle consiste em
acompanhamento permanente das taxas contratadas versus as vigentes no mercado. A
Companhia e suas controladas não efetuam aplicações de caráter especulativo, em
derivativos ou quaisquer outros ativos de risco.
a. Exposição a riscos cambiais
As controladas financiam parte de suas operações com empréstimos em moeda
estrangeira vinculados ao dólar (EUA) e ao Iene (Japão), equivalentes em 30 de
setembro de 2007, a R$ 117.397 (R$ 75.876 em 30/06/07) (nota explicativa nº 15). Desse
montante, as controladas contrataram operações de “hedge” no montante de R$ 111.311
(R$ 69.048 em 30/06/07).
b. Exposição a riscos de taxas de juros e índices
As controladas estão expostas a taxas de juros flutuantes, principalmente relacionadas às
variações (1) da LIBOR relativa a empréstimos denominados em dólares norte-
americanos (2) e da TJLP e CDI relativos a empréstimos em reais. As taxas de juros nas
aplicações financeiras são em sua maioria vinculadas à variação do CDI.

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


c. Concentração de risco de crédito
Instrumentos financeiros que potencialmente sujeitam a Companhia e suas controladas a
concentrações de risco de crédito consistem primariamente de caixa e bancos, aplicações
financeiras, conta reserva e contas a receber.
A Companhia e suas controladas mantêm contas correntes bancárias, aplicações
financeiras e conta reserva, com instituições financeiras, de acordo com critérios
objetivos para diversificação de riscos de crédito.
d. Valor de mercado de instrumentos financeiros - Consolidado
Os saldos contábeis e os valores de mercado dos instrumentos financeiros inclusos no
balanço patrimonial estão identificados a seguir:
30/09/07 30/06/07
Valor Valor de Valor Valor de
contábil mercado contábil mercado
Disponibilidades 651.715 651.715 489.976 489.976
Conta reserva 7.888 7.888 45.988 45.988
Debêntures 1.574.747 N/D 909.204 N/D
Empréstimos 113.845 N/D 454.336 N/D
Financiamentos - “Project Finance” 243.835 N/D 258.945 N/D
Contas a pagar - operações de “hedge” 4.924 5.120 16.425 13.585

N/D: Não disponível


Os valores de mercado informados não refletem mudanças subseqüentes na economia,
tais como taxas de juros e alíquotas de impostos e outras variáveis que possam ter efeito
sobre sua determinação. Os seguintes métodos e premissas foram adotados na
determinação do valor de mercado:
• Disponibilidades e aplicações financeiras vinculadas – Os valores contábeis
informados no balanço patrimonial aproximam-se do valor de mercado em virtude
do curto prazo de vencimento desses instrumentos.
• Debêntures – Não há um volume significativo de transações num mercado
secundário, de forma a caracterizar uma avaliação de mercado.
• Empréstimos – não foi determinado o valor de mercado pelas seguintes razões:
− Não são objeto de transação em nenhum mercado;
− Eventuais antecipações de pagamentos (pré-pagamentos) só podem ser feitos
mediante aprovação do credor, e pelo saldo devedor atualizado, acrescido de taxa
especificada no contrato.
• Financiamentos – Conforme descrito na nota explicativa nº 15, esses
financiamentos são relativos a operações de “Project Finance” (financiamentos do
BNDES, IFC e BID) para os quais não foi determinado o valor de mercado pelas
seguintes razões:

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


− Não há disponibilidade de operações similares no mercado;
− Não são objeto de transação em nenhum mercado;
− Eventuais antecipações de pagamentos (pré-pagamentos) só podem ser feitos
mediante aprovação do credor, e pelo saldo devedor atualizado, acrescido de taxa
especificada no contrato.
• Contas a pagar de operações de “hedge” – O método de mensuração do valor de
mercado foi apurado considerando-se a expectativa de liquidação e as taxas de
mercado vigentes na data do balanço.

22 Cobertura de seguros
A Companhia e suas controladas adotam políticas de contratar cobertura de seguros para os
bens sujeitos a riscos por montantes considerados suficientes para cobrir eventuais sinistros,
considerando a natureza de suas atividades. As premissas de riscos adotadas, dada a sua
natureza, não fazem parte do escopo de uma revisão especial das demonstrações financeiras,
consequentemente não foram revisadas pelos nossos auditores independentes.
As principais coberturas de seguros referem-se a modalidade de todos os riscos (All Risk),
conforme segue:
• Ações de indenização (Responsabilidade Civil);
• Sinistros durante e na execução de serviços de construção (Riscos de Engenharia);
• Sinistros envolvendo bens patrimoniais, e roubo nas praças de pedágio (Riscos
Patrimoniais);
• Acidentes associados às coberturas de engenharia e patrimoniais (Perda de Receita).

Em 30 de setembro de 2007, as coberturas proporcionadas pelas apólices de seguros da


companhia e suas controladas e equiparada a controlada é resumida conforme abaixo:
Responsabilidade Civil - de R$ 15.000 a R$ 60.000
Riscos de Engenharia - de R$ 2.000 a R$ 49.000
Riscos Patrimoniais - de R$ 12.000 a R$ 385.000
Perda de Receita - de um a doze meses de cobertura

23 Remuneração da administração
A remuneração total, inclusive benefícios, dos administradores foi a seguinte:
Controladora Consolidado

30/09/06 10.190 19.268


30/09/07 12.643 22.355

24 Demonstrações dos fluxos de caixa – Controladora e Consolidado (Método


Indireto)

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


a. Demonstrações dos fluxos de caixa - Controladora
2007 2006
3º Trimestre Nove meses 3º Trimestre Nove meses
(reclassificado) (reclassificado) (reclassificado)
Fluxos de caixa das atividades operacionais
Lucro líquido do período 178.969 447.572 121.116 314.526

Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas atividades


operacionais
Depreciação e amortização 1.033 3.093 1.028 2.461
Baixa de ativo imobilizado 5 9 - -
Amortização do ágio 1.007 3.022 1.007 2.257
Juros sobre debêntures, empréstimos e financiamentos circulantes e não circulantes 4.487 13.968 (1.640) (9.387)
Equivalência patrimonial (181.970) (471.820) (122.933) (321.302)
Distribuição de dividendos das controladas 338.259 498.974 36.668 243.119

Variações nos ativos e passivos


(Aumento) diminuição dos ativos
Contas a receber - (11) (4) 160
Contas a receber - Partes relacionadas 10.241 29.641 6.076 20.045
Impostos a recuperar (5.110) (11.215) (2.928) (11.082)
Despesas antecipadas e outras (421) (804) (289) (262)
Aumento (diminuição) dos passivos
Fornecedores (136) (512) 160 (400)
Fornecedores - Partes relacionadas (8) 17 (237) (668)
Obrigações sociais e trabalhistas 841 936 1.023 1.356
Impostos e contribuições a recolher e parcelados e provisão para imposto de renda e
contribuição social 293 289 85 83
Outras contas a pagar 1.612 3.929 1.495 (15.274)

Disponibilidades líquidas geradas nas atividades operacionais 349.102 517.088 40.627 225.632

Fluxos de caixa das atividades de investimentos


Aumento de capital em investida - - (395) (8.293)
Aumento de participação em controladas (368) (368) - -
Aquisição de ativo imobilizado (177) (239) (93) (305)
Constituição de ativo diferido - - - (495)
Ágio em controlada - - - (14.997)

Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de investimentos (545) (607) (488) (24.090)

Fluxos de caixa das atividades de financiamento


Mútuos com partes relacionadas:
Aumento de mútuo com pessoas ligadas - - - (20.000)
Recebimento de mútuo - - 302.104 302.104
Juros (imposto de renda retido na fonte) - - 1.160 3.552
Empréstimos, financiamentos e debêntures:
Pagamentos (9.486) (19.344) (11.996) (25.576)
Dividendos pagos (330.542) (532.093) (253.953) (354.728)

Disponibilidades líquidas (aplicadas) geradas nas atividades de financiamento (340.028) (551.437) 37.315 (94.648)

Demonstração do aumento (redução) das disponibilidades 8.529 (34.956) 77.454 106.894

No início do período 369.518 413.003 189.619 160.179

No fim do período 378.047 378.047 267.073 267.073

Divulgação suplementar às informações dos fluxos de caixa


Caixa pago durante o período
Juros 9.486 19.344 11.996 25.576

b. Demonstrações dos fluxos de caixa - Consolidado


2007 2006

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


3º Trimestre Nove meses 3º Trimestre Nove meses
(reclassificado) (reclassificado) (reclassificado)
Fluxos de caixa das atividades operacionais
Lucro líquido do período 178.969 447.572 121.116 314.526

Ajustes para conciliar o resultado às disponibilidades geradas pelas


atividades operacionais
Imposto de renda e contribuição social diferidos 3.016 (227) (3.988) (6.739)
Apropriação de despesas antecipadas 2.007 6.018 3.268 9.800
Depreciação e amortização 77.280 235.862 83.668 248.852
Baixa de ativo imobilizado 1.577 6.777 4.678 7.540
Baixa ativo diferido - 25 - -
Amortização do ágio 1.007 3.022 1.007 2.257
Variação cambial sobre empréstimos e financiamentos (6.396) (10.416) (5.115) (7.156)
Variação monetária das obrigações com o poder concedente 324 (44) 308 (16)
Juros sobre debêntures, empréstimos e financiamentos circulante e não
circulante 67.591 169.988 50.512 137.308
Resultado da operação de "hedge" 6.949 12.328 43.900 13.995
Provisão de juros sobre contingências fiscais 89 2.418 - -
Juros sobre impostos parcelados 936 3.171 847 3.259
Participação dos minoritários 1.854 6.910 1.304 (4.181)

Variações nos ativos e passivos


(Aumento) diminuição dos ativos
Contas a receber (7.646) 18.922 (3.613) 3.199
Contas a receber - Partes relacionadas (16.103) (5.368) (4.311) (1.182)
Impostos a recuperar (40.135) (98.322) (53.368) (116.454)
Despesa antecipada outorga fixa (23.033) (67.108) - -
Despesas antecipadas e outras (4.076) 20.485 17.573 11.982
Aumento (diminuição) dos passivos
Fornecedores 15.264 9.070 9.524 (1.793)
Fornecedores - Partes relacionadas 416 (3.920) 720 2.516
Obrigações sociais e trabalhistas 4.113 8.938 3.596 7.275
Impostos e contribuições a recolher e parcelados e provisão para
imposto de renda e contribuição social 75.000 196.732 77.197 129.903
Provisão (liquidação) de contingências (2.286) 174 15 1.110
Obrigações com o Poder Concedente (1.535) (25.249) - -
Outras contas a pagar 5.854 4.473 (3.228) (8.931)

Disponibilidades líquidas geradas nas atividades operacionais 341.036 942.231 345.610 747.070

Fluxos de caixa das atividades de investimentos


Aquisição de ativo imobilizado (109.495) (365.410) (118.631) (330.157)
Constituição de ativo diferido (2.742) (5.979) - (495)
Ágio em controlada - - - (14.996)

Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de investimentos (112.237) (371.389) (118.631) (345.648)

Fluxos de caixa das atividades de financiamento


Resgates / (aplicações) - conta reserva 38.080 16.339 (23.460) (12.681)
Liquidação operações "hedge" (18.450) (18.450) (42.335) (48.662)
Empréstimos, financiamentos e debêntures:
Captações 746.951 791.615 822.189 1.165.901
Pagamentos (498.204) (774.494) (577.871) (1.005.272)
Dividendos a pagar - minoritários - - 2 (60)
Dividendos pagos (330.542) (532.093) (253.953) (354.728)
Juros sobre capital próprio pagos a ex-acionistas (4.895) (4.895) - -

Disponibilidades líquidas aplicadas nas atividades de financiamento (67.060) (521.978) (75.428) (255.502)

Demonstração do aumento das disponibilidades 161.739 48.864 151.551 145.920

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04.01 - NOTAS EXPLICATIVAS


No início do período 489.976 602.851 331.911 337.542

No fim do período 651.715 651.715 483.462 483.462

Divulgação suplementar às informações dos fluxos de caixa


Caixa pago durante o período
Juros 120.604 161.259 39.910 108.878
Imposto de renda e contribuição social 8.853 61.389 28.062 107.695

c. Reclassificações
• Demonstração dos Fluxos de Caixa – Controladora: os dividendos pagos pelas
controladas foram reclassificados dos Fluxos de caixa das atividades de
investimento para os Fluxos de caixa das atividades operacionais.
• Demonstração dos Fluxos de Caixa – Consolidado: os pagamentos relativos ao
direito de outorga (outorga fixa e variável) foram reclassificados dos Fluxos de
caixa das atividades de financiamento para os Fluxos de caixa das atividades
operacionais.

09/11/2007 16:40:09 Pág: 51


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05.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE

A Companhia de Concessões Rodoviária (CCR) é uma holding criada para administrar


investimentos em infra-estrutura no país e no exterior. No momento a Companhia mantém
investimentos em concessões rodoviárias e metroviárias no país e no exterior, assim como
em empresas prestadoras de serviços relacionadas às operações. Ver o comentário de
desempenho consolidado.

09/11/2007 16:40:22 Pág: 52


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

06.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2007 4 - 30/06/2007

1 Ativo Total 4.076.263 3.833.664


1.01 Ativo Circulante 1.017.610 833.291
1.01.01 Disponibilidades 651.715 489.976
1.01.01.01 Caixa e Bancos 34.394 24.645
1.01.01.02 Aplicações Fnanceiras 617.321 465.331
1.01.02 Créditos 164.200 178.551
1.01.02.01 Clientes 156.312 132.563
1.01.02.01.01 Contas a Receber 90.695 83.049
1.01.02.01.02 Contas a Receber - Partes Relacionadas 65.617 49.514
1.01.02.02 Créditos Diversos 7.888 45.988
1.01.02.02.01 Aplicações Financeiras Vinculadas 7.888 45.988
1.01.03 Estoques 0 0
1.01.04 Outros 201.695 164.764
1.01.04.01 Impostos a Recuperar 151.893 111.758
1.01.04.02 Despesas Antecipadas e Outras 39.497 42.097
1.01.04.03 IRPJ e CSLL Diferidos 10.305 10.909
1.02 Ativo Não Circulante 3.058.653 3.000.373
1.02.01 Ativo Realizável a Longo Prazo 260.724 235.457
1.02.01.01 Créditos Diversos 169 0
1.02.01.01.01 Contas a Receber 149 0
1.02.01.01.02 Aplicações Financeiras Vinculadas 20 0
1.02.01.02 Créditos com Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.02.01 Com Coligadas e Equiparadas 0 0
1.02.01.02.02 Com Controladas 0 0
1.02.01.02.03 Com Outras Pessoas Ligadas 0 0
1.02.01.03 Outros 260.555 235.457
1.02.01.03.01 IRPJ e CSLL Diferidos 24.412 26.867
1.02.01.03.02 Despesas Antecipadas e Outros 228.490 201.069
1.02.01.03.03 Outras Contas a Receber 7.653 7.521
1.02.02 Ativo Permanente 2.797.929 2.764.916
1.02.02.01 Investimentos 16.281 17.288
1.02.02.01.01 Participações Coligadas/Equiparadas 0 0
1.02.02.01.02 Participações Coligadas/Equiparadas-Ágio 0 0
1.02.02.01.03 Participações em Controladas 0 0
1.02.02.01.04 Participações em Controladas - Ágio 16.281 17.288
1.02.02.01.05 Outros Investimentos 0 0
1.02.02.02 Imobilizado 2.543.488 2.507.317
1.02.02.03 Intangível 0 0
1.02.02.04 Diferido 238.160 240.311

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

06.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2007 4 - 30/06/2007

2 Passivo Total 4.076.263 3.833.664


2.01 Passivo Circulante 672.937 616.679
2.01.01 Empréstimos e Financiamentos 126.742 175.037
2.01.01.01 Empréstimos e Financiamentos 121.818 158.612
2.01.01.02 Contas a Pagar - Operação de "Hedge" 4.924 16.425
2.01.02 Debêntures 177.968 141.856
2.01.03 Fornecedores 107.287 92.023
2.01.04 Impostos, Taxas e Contribuições 81.452 74.180
2.01.04.01 Impostos e Contribuições a Recolher 50.142 46.983
2.01.04.02 Obrigações Sociais e Trabalhistas 31.310 27.197
2.01.05 Dividendos a Pagar 0 0
2.01.06 Provisões 118.897 66.939
2.01.06.01 Imposto de Renda e Contribuição Social 115.029 62.629
2.01.06.02 IRPJ e CSLL Diferidos 1.584 1.627
2.01.06.03 Contingências 2.284 2.683
2.01.07 Dívidas com Pessoas Ligadas 29.625 28.569
2.01.07.01 Fornecedores - Partes Relacionadas 29.625 28.569
2.01.08 Outros 30.966 38.075
2.01.08.01 Obrigações com o Poder Concedente 8.714 8.002
2.01.08.03 Outras Contas a Pagar 22.252 30.073
2.02 Passivo Não Circulante 1.901.536 1.565.476
2.02.01 Passivo Exigível a Longo Prazo 1.901.536 1.565.476
2.02.01.01 Empréstimos e Financiamentos 235.862 554.669
2.02.01.01.01 Empréstimos e Financiamentos 235.862 554.669
2.02.01.02 Debêntures 1.396.779 767.348
2.02.01.03 Provisões 219.017 198.154
2.02.01.03.01 Imposto de Renda e Contribuição Social 168.145 144.935
2.02.01.03.02 IRPJ e CSLL Diferidos 0 0
2.02.01.03.03 Impostos e Contribuições a Recolher 47.307 50.051
2.02.01.03.04 Contingências 3.565 3.168
2.02.01.04 Dívidas com Pessoas Ligadas 1.916 1.916
2.02.01.04.01 Fornecedores - Partes Relacionadas 1.916 1.916
2.02.01.05 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0
2.02.01.06 Outros 47.962 43.389
2.02.01.06.01 Obrigações com o Poder Concedente 11.973 7.356
2.02.01.06.02 Outras Contas a Pagar 35.989 36.033
2.02.02 Resultados de Exercícios Futuros 0 0
2.03 Part. de Acionistas Não Controladores 19.949 18.095
2.04 Patrimônio Líquido 1.481.841 1.633.414
2.04.01 Capital Social Realizado 571.234 571.234
2.04.02 Reservas de Capital 220.527 220.527

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

06.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2007 4 -30/06/2007

2.04.03 Reservas de Reavaliação 0 0


2.04.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.04.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 0 0
2.04.04 Reservas de Lucro 0 0
2.04.04.01 Legal 0 0
2.04.04.02 Estatutária 0 0
2.04.04.03 Para Contingências 0 0
2.04.04.04 De Lucros a Realizar 0 0
2.04.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.04.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.04.04.07 Outras Reservas de Lucro 0 0
2.04.05 Lucros/Prejuízos Acumulados 690.080 841.653
2.04.06 Adiantamento para Futuro Aumento Capital 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

07.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2007 a 30/09/2007 4 - 01/01/2007 a 30/09/2007 5 - 01/07/2006 a 30/09/2006 6 - 01/01/2006 a 30/09/2006

3.01 Receita Bruta de Vendas e/ou Serviços 664.976 1.855.337 593.642 1.704.750
3.02 Deduções da Receita Bruta (47.396) (136.158) (43.597) (127.322)
3.03 Receita Líquida de Vendas e/ou Serviços 617.580 1.719.179 550.045 1.577.428
3.04 Custo de Bens e/ou Serviços Vendidos (235.488) (711.102) (270.957) (793.981)
3.04.01 Depreciação e Amortização (73.667) (225.502) (64.138) (219.527)
3.04.02 Serviços de Terceiros (66.860) (205.641) (76.815) (218.842)
3.04.03 Custo da Outorga (46.155) (133.087) (66.922) (199.741)
3.04.04 Custo com Pessoal (24.087) (71.332) (22.980) (68.355)
3.04.05 Materiais, Equipamentos e Veículos (5.267) (17.219) (6.780) (19.842)
3.04.06 Outros (19.452) (58.321) (33.322) (67.674)
3.05 Resultado Bruto 382.092 1.008.077 279.088 783.447
3.06 Despesas/Receitas Operacionais (118.111) (330.027) (93.238) (303.918)
3.06.01 Com Vendas 0 0 0 0
3.06.02 Gerais e Administrativas (51.680) (175.305) (44.509) (160.899)
3.06.03 Financeiras (66.431) (154.722) (48.729) (143.019)
3.06.03.01 Receitas Financeiras 20.668 60.229 22.181 69.420
3.06.03.01.01 Variação Cambial 0 0 7 7
3.06.03.01.02 Outras Receitas Financeiras 18.788 58.349 27.942 57.448
3.06.03.01.03 Resultado com Operação de "Hedge" 1.880 1.880 (5.768) 11.965
3.06.03.02 Despesas Financeiras (87.099) (214.951) (70.910) (212.439)
3.06.03.02.01 Var. Monet. Obrig. Poder Concedente (323) 45 (308) 15
3.06.03.02.02 Variação Cambial 6.273 10.398 4.887 7.169
3.06.03.02.03 Juros e Outras Despesas Financeiras (84.243) (211.135) (72.010) (188.110)
3.06.03.02.04 Resultado com Operação de "Hedge" (8.806) (14.259) (3.479) (31.513)
3.06.04 Outras Receitas Operacionais 0 0 0 0
3.06.05 Outras Despesas Operacionais 0 0 0 0
3.06.06 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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07.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2007 a 30/09/2007 4 - 01/01/2007 a 30/09/2007 5 - 01/07/2006 a 30/09/2006 6 - 01/01/2006 a 30/09/2006

3.07 Resultado Operacional 263.981 678.050 185.850 479.529


3.08 Resultado Não Operacional (212) (1.620) (1.898) (1.751)
3.08.01 Receitas (212) (1.620) (1.898) (1.751)
3.08.02 Despesas 0 0 0 0
3.09 Resultado Antes Tributação/Participações 263.769 676.430 183.952 477.778
3.10 Provisão para IR e Contribuição Social (79.914) (222.145) (65.528) (166.271)
3.10.01 IRPJ Corrente (58.472) (162.871) (47.871) (121.773)
3.10.02 CSLL Corrente (21.442) (59.274) (17.657) (44.498)
3.11 IR Diferido (3.014) 209 3.987 6.740
3.11.01 IR e Contribuição Social Diferidos (3.014) 209 3.987 6.740
3.12 Participações/Contribuições Estatutárias 0 0 0 0
3.12.01 Participações 0 0 0 0
3.12.02 Contribuições 0 0 0 0
3.13 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.14 Part. de Acionistas Não Controladores (1.872) (6.922) (1.295) (3.721)
3.15 Lucro/Prejuízo do Período 178.969 447.572 121.116 314.526
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Unidades) 403.101.800 403.101.800 403.101.800 403.101.800
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,44398 1,11032 0,30046 0,78026
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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08.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


As informações econômico-financeiras e operacionais a seguir, exceto quando indicado de outra
forma, são apresentadas em base consolidada. As comparações, exceto quando indicado de maneira
diferente, referem-se ao terceiro trimestre de 2007 (3T07) com o terceiro trimestre de 2006 (3T06).

RESUMO ECONÔMICO-FINANCEIRO E OPERACIONAL

Tráfego 3T07 2T07 3T06 9M07 9M06


Veículos equivalentes¹ (unidades em milhares) 142.565 133.574 133.385 406.722 383.834
DRE
Receita Bruta 664.976 599.518 593.642 1.855.337 1.704.750
(-) Tributos 47.396 43.814 43.597 136.158 127.322
Receita Líquida 617.580 555.704 550.045 1.719.179 1.577.428
(-) Custos totais desembolsáveis 206.875 229.653 227.597 641.505 693.838
(=) EBITDA 410.705 326.051 322.448 1.077.674 883.590
Margem EBITDA 66,5% 58,7% 58,6% 62,7% 56,0%
(-) Depreciação/amortização 78.287 82.224 84.602 238.884 251.242
(-) Apropriação de Despesas Antecipadas 2.007 2.005 3.267 6.018 9.800
(=) EBIT 330.411 241.822 234.579 832.772 622.548
Margem EBIT 53,5% 43,5% 42,6% 48,4% 39,5%
(-) Despesas Financeiras Líquidas 66.431 45.067 48.729 154.722 143.019
(-) Resultado Não Operacional 212 154 1.898 1.620 1.751
(-) Part. de Acionistas Não Controladores 1.872 1.822 1.295 6.922 3.721
(=) Resultado Antes dos Impostos 261.897 194.777 182.657 669.508 474.057
(-) IRPF & CSLL Correntes e Diferidos 82.928 72.984 61.541 221.936 159.531
(=) Lucro Líquido 178.969 121.793 121.116 447.572 314.526
Alíquota média de IRPJ & CSLL 31,7% 37,5% 33,7% 33,1% 33,7%
Margem Líquida 29,0% 21,9% 22,0% 26,0% 19,9%
Dívida Líquida e Investimentos
Dívida Líquida² 1.277.728 1.102.946 1.276.278 1.277.728 1.276.278
Investimentos (imobilizado)³ 109.495 161.559 118.631 365.410 330.157
As margens foram calculadas sobre a receita líquida.
¹ Veículo equivalente é o número de eixos tarifados para cada veículo. Trata-se portanto de medida física relativa a volume de tráfego,
independente das tarifas cobradas. Um veículo de passeio equivale a 1 (um) veículo equivalente. Para veículos comerciais, cada eixo
representa um veículo equivalente.
² Dívida líquida é calculada pela diferença entre empréstimos, financiamentos, debêntures, resultado de operações de hedge e dívida com
pessoas ligadas (passivos); contra disponibilidades, conta reserva, resultado líquido de swap e créditos com pessoas ligadas (ativos).
³ Capex (Capital Expenditure) em regime de caixa.

1. Desempenho Operacional Consolidado

No terceiro trimestre de 2007 o lucro líquido da companhia atingiu um montante de R$ 178.969,


47,8% superior ao igual período do ano anterior, em decorrência de fatores de ordem operacional e
financeira, conforme informações abaixo. O lucro líquido acumulado nos nove meses de 2007
também foi superior ao de igual período do ano anterior em 42,3%.

As margens de EBIT, EBITDA e do lucro líquido também evoluíram em relação ao igual período
do ano anterior.

09/11/2007 16:40:31 Pág: 58


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08.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


A receita bruta teve crescimento de 12%, em decorrência principalmente do crescimento de 11,5%
da receita de pedágio, em virtude do aumento de 6,9% no tráfego (veículos equivalentes
bidirecionais) e do ajuste de 4,4% na tarifa ponderada.

Analisando a composição do crescimento do tráfego e da receita bruta, observa-se no quadro abaixo


que todas as concessionárias apresentaram resultados positivos, impulsionadas pelo aquecimento
econômico e clima favorável no período, que gerou tráfego nas férias de julho e no feriado de 7 de
setembro acima do esperado.

Análise das Variações


Participação Δ% Receita Δ% Receita Δ% Receita Δ% Tráfego Δ% Tráfego Δ% Tráfego
% na Receita Bruta Bruta Bruta
Bruta 9M07 9M07/9M06 3T07/3T06 3T07/2T07 3T07/2T07 3T07/3T06 9M07/9M06
AutoBAn 37,5 7,9 12,0 12,7 8,0 7,3 6,7
NovaDutra 26,5 8,5 9,7 9,3 7,2 6,2 4,2
ViaOeste 16,5 8,2 11,8 8,5 3,2 6,9 7,4
Rodonorte 11,7 11,9 14,5 10,5 10,6 10,8 8,4
Ponte 3,8 4,2 6,5 7,3 5,0 3,0 2,3
ViaLagos 2,0 10,4 14,4 10,8 4,5 6,8 3,5
Total 98,0 8,8 12,0 10,9 6,7 6,9 6,0

Veículos Equivalentes Bidirecionais (em milhares)


3T07 2T07 3T06 9M07 9M06
AutoBAn 51.399 47.583 47.895 144.413 135.316
NovaDutra 32.210 30.036 30.319 91.801 88.105
ViaOeste 29.417 28.517 27.527 85.207 79.339
Rodonorte 14.557 13.164 13.136 41.312 38.106
Ponte 13.801 13.142 13.402 40.003 39.115
Lagos 1.182 1.131 1.107 3.987 3.852
Total 142.565 133.574 133.385 406.722 383.834

Dentre os fatores específicos que contribuíram no crescimento do tráfego, estando a maioria deles já
presentes nos trimestres anteriores, observou-se:

(i) AutoBAn, NovaDutra e ViaOeste – crescimento impulsionado basicamente pelo aquecimento


econômico generalizado, com melhoria de desempenho na indústria (automóveis, máquinas
industriais etc.) e no agronegócio (açúcar, álcool, suco da laranja, madeira, frutas etc.).

(ii) Rodonorte – melhora no desempenho do agro-negócio, principalmente na exportação de milho,


soja, açúcar, madeira e importação de fertilizantes;

(iii) Via Lagos – clima muito favorável ao turismo, gerando inclusive crescimento no abastecimento
de produtos de consumo para suportar a demanda gerada na região. Além disso, a queda da ponte
sobre o Rio S. João, na RJ 106, continua gerando redirecionamento de tráfego de veículos
comerciais para a Via Lagos.

09/11/2007 16:40:31 Pág: 59


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08.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


(iv) Ponte – aumento do tráfego de motos, crescimento do volume de veículos comerciais de dois
eixos, gerando melhora no desempenho.

2. Custo Total

A exemplo do primeiro e do segundo trimestre de 2007, o Custo Total diminuiu principalmente


pelas mudanças de estimativas contábeis relativas ao custo da outorga e despesas de depreciação e
amortização, decorrentes da extensão do prazo de concessão da AutoBAn e da ViaOeste, conforme
os Aditivos Modificativos n°16 e 12, celebrados em dezembro de 2006 e que tiveram por objeto
reequilibrar as equações econômico-financeiras dos Contratos de Concessão, oriundas das readequações de
seus cronogramas de investimentos.

A redução do custo total neste trimestre foi de 9% e a da despesa de depreciação e amortização foi
de 7,5%.

Observa-se também redução do custo total em comparação ao segundo trimestre, em virtude do


pagamento de parcela única de remuneração variável anual a todos os funcionários do Sistema
CCR, ocorrida em abril/07.

3. EBITDA

O EBITDA (receitas operacionais líquidas – custos e despesas administrativas + depreciação e


amortização + apropriação de despesas antecipadas da outorga) aumentou 27,4% e a margem
melhorou 7,9 pontos percentuais. O aumento está relacionado com o crescimento do tráfego e a
diminuição dos custos, explicados acima.

4. Despesa Financeira Líquida

A despesa financeira líquida aumentou 36,3%, principalmente em virtude da variação monetária


sobre as debêntures emitidas pelas empresas do Sistema CCR, decorrente da elevação do IGPM no
trimestre de 2,57%, contra 0,84% no mesmo período do ano anterior.

5. Investimentos

Os investimentos em imobilizado totalizaram R$ 109.495 (em regime de caixa), apresentando


decréscimo de 7,7%, em função basicamente do cronograma de cumprimentos de obrigações
contratuais quanto a obras de ampliação, modernização, reformas e recuperações de pavimentos e
obras-de-arte do sistema rodoviário.

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08.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE


6. Dividendos

Em 10 de abril de 2007, a CCR distribuiu dividendos de R$ 0,50 por ação referente ao exercício de
2006, totalizando R$ 201,6 milhões.

No dia 9 de agosto de 2007, foi aprovada a antecipação de distribuição de dividendos relativos ao


ano de 2007, proposta pela diretoria, no valor de R$ 0,82 por ação, totalizando R$ 330,5 milhões,
que foram distribuídos em 31 de agosto de 2007.

Em 2007, o total de dividendos distribuídos foi de R$ 532,1 milhões.

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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Unidades) (Unidades)

01 CONC. DA RODOVIA PRESIDENTE DUTRA S.A. 00.861.626/0001-92 ABERTA CONTROLADA 100,00 26,79
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 128.766.175 128.766.175

02 CONC. SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES SA 02.451.848/0001-62 ABERTA CONTROLADA 100,00 24,80


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 174.999.998 174.999.998

03 CONC. DA RODOVIA DOS LAGOS S.A. 01.612.234/0001-52 FECHADA CONTROLADA 100,00 0,89
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 35.167.995 35.167.995

04 CONC. DA PONTE RIO NITEROI S.A. 00.358.042/0001-07 FECHADA CONTROLADA 100,00 1,93
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 19.421.329 19.421.329

05 RODONORTE C0NC. RODOVIAS INTEGRADAS S.A. 02.221.531/0001-30 ABERTA CONTROLADA 85,92 9,51
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.846.936.430 1.846.936.430

06 PARQUES SERVIÇOS LTDA 03.910.714/0001-25 FECHADA CONTROLADA 85,92 0,05


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 8.592 8.592

07 ACTUA SERVIÇOS COMPARTILHADOS LTDA. 05.397.412/0001-20 FECHADA CONTROLADA 99,90 0,02


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 9.990 9.990

08 ACTUA ASSESSORIA LTDA. 05.410.674/0001-88 FECHADA CONTROLADA 99,90 0,51


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 9.990 9.990

09 ENGELOG CENTRO DE ENGENHARIA LTDA. 05.455.633/0001-08 FECHADA CONTROLADA 99,90 0,16


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 9.990 9.990

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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09.01 - PARTICIPAÇÕES EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS

1- ITEM 2 - RAZÃO SOCIAL DA CONTROLADA/COLIGADA 3 - CNPJ 4 - CLASSIFICAÇÃO 5 - % PARTICIPAÇÃO 6 - % PATRIMÔNIO


NO CAPITAL DA LÍQUIDO DA
INVESTIDA INVESTIDORA
7 - TIPO DE EMPRESA 8 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ATUAL 9 - NÚMERO DE AÇÕES DETIDAS NO TRIMESTRE ANTERIOR
(Unidades) (Unidades)

10 SERVIÇOS E TECNOL. DE PAGAMENTOS S.A 05.699.264/0001-07 FECHADA CONTROLADA 38,25 0,89


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 8.528.832 8.528.832

11 CONC.DE ROD.DO OESTE DE SP-VIAOESTE S.A 02.415.408/0001-50 ABERTA CONTROLADA 100,00 17,07
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 13.976.292.242 13.976.292.242

12 COMPANHIA DE CONCES. RODOVIÁRIAS. MÉXICO . . / - FECHADA CONTROLADA 100,00 -0,10


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1.999.999 1.999.999

13 CONC.DA LINHA 4 DO METRÔ SÃO PAULO S.A 07.682.638/0001-07 FECHADA CONTROLADA 70,53 0,63
EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 63.572.142 63.572.142

14 CCR - USA, LLC. . . / - FECHADA CONTROLADA 100,00 0,02


EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS 1 0

09/11/2007 16:40:36 Pág: 63


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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

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10.01 - CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES

1- ITEM 01
2 - Nº ORDEM 2
3 - Nº REGISTRO NA CVM CVM/SRE/DEB/2005/014
4 - DATA DO REGISTRO CVM 04/04/2005
5 - SÉRIE EMITIDA 1
6 - TIPO DE EMISSÃO SIMPLES
7 - NATUREZA EMISSÃO PARTICULAR
8 - DATA DA EMISSÃO 01/03/2005
9 - DATA DE VENCIMENTO 01/03/2011
10 - ESPÉCIE DA DEBÊNTURE SEM PREFERENCIA
11 - CONDIÇÃO DE REMUNERAÇÃO VIGENTE 105% CDI
12 - PRÊMIO/DESÁGIO

13 - VALOR NOMINAL (Reais)


10.000,00
14 - MONTANTE EMITIDO (Reais Mil) 150.000
15 - Q. TÍTULOS EMITIDOS (UNIDADE) 15.000
16 - TÍTULO CIRCULAÇÃO (UNIDADE) 15.000
17 - TÍTULO TESOURARIA (UNIDADE) 0
18 - TÍTULO RESGATADO (UNIDADE) 0
19 - TÍTULO CONVERTIDO (UNIDADE) 0
20 - TÍTULO A COLOCAR (UNIDADE) 0
21 - DATA DA ÚLTIMA REPACTUAÇÃO

22 - DATA DO PRÓXIMO EVENTO

09/11/2007 16:40:38 Pág: 64


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16.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES

INFORMAÇÕES NÃO REVISADAS PELOS AUDITORES

Composição dos acionistas da Companhia de Concessões Rodoviárias com mais de 5% das ações de cada espécie
e classe, até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % Total %
Camargo Corrêa Investimentos em Infra-Estrutura S.A. 64.393.416 15,97% 64.393.416 15,97%
Andrade Gutierrez Concessões S.A. 66.193.684 16,42% 66.193.684 16,42%
Serveng-Civilsan S.A. Empresas Associadas de Engenharia 72.160.304 17,90% 72.160.304 17,90%
Brisa Participações e Empreendimentos Ltda. 72.160.300 17,90% 72.160.300 17,90%
Outros 128.194.096 31,80% 128.194.096 31,80%
Total 403.101.800 100,00% 403.101.800 100,00%

Composição dos acionistas da Camargo Corrêa Investimentos em Infra-Estrutura S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e
classe,
até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % Total %
Camargo Corrêa S.A. 526.206.811 100,00% 526.206.811 100,00%
Outros 9 0,00% 9 0,00%
Total 526.206.820 100,00% 526.206.820 100,00%

Composição dos acionistas da Camargo Corrêa S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % PN % Total %
Participações Morro Vermelho S.A. 48.937 99,98% 93.099 95,69% 142.036 97,04%
Outros 9 0,02% 4.203 4,31% 4.212 2,96%
Total 48.946 100,00% 97.302 100,00% 146.248 100,00%

Composição dos acionistas da Participações Morro Vermelho S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % PN % Total %
Rosana Camargo de Arruda Botelho 4.882.646 33,33% 0 0,00% 4.882.646 33,33%
Renata de Camargo Nascimento 4.882.646 33,33% 0 0,00% 4.882.646 33,33%
Regina de Camargo P. Oliveira Dias 4.882.644 33,33% 0 0,00% 4.882.644 33,33%
Outros 191 0,00% 0 0,00% 191 0,00%
Total 14.648.127 100,00% 0 0,00% 14.648.127 100,00%

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16.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


Composição dos acionistas da Andrade Gutierrez Concessões S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 08 de outubro de 2007:

Acionistas ON % PN % Total %
Andrade Gutierrez Participações S.A. 43.178.281 77,76% 43.178.494 77,76% 86.356.775 77,76%
IFC - International Finance Corporation 7.532.777 13,57% 7.532.777 13,57% 15.065.554 13,57%
Fundação Atlântico de Seguridade Social 4.806.293 8,66% 4.806.294 8,66% 9.612.587 8,66%
Outros 8.028 0,01% 7.808 0,01% 15.836 0,01%
Total 55.525.379 100,00% 55.525.373 100,00% 111.050.752 100,00%

Composição dos acionistas da Andrade Gutierrez Participações S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 08 de outubro de 2007:

Acionistas ON % PN % Total %
Andrade Gutierrez S.A. 233.761.338 100,00% 467.522.687 100,00% 701.284.025 100,00%
Outros 5 0,00% 0 5 0,00%
Total 233.761.343 100,00% 467.522.687 100,00% 701.284.030 100,00%

Composição dos acionistas da Andrade Gutierrez S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 08 de outubro de 2007:

Acionistas ON % PN % Total %
Administradora Santana Ltda. 238.663.826 33,33% 477.336.173 33,33% 715.999.999 33,33%
Administradora São Miguel Ltda. 238.663.826 33,33% 477.336.173 33,33% 715.999.999 33,33%
Administradora Santo Estevão S/A. 238.663.827 33,33% 477.336.173 33,33% 716.000.000 33,33%
Outros 9 0,00% 0 0,00% 9 0,00%
Total 715.991.488 100,00% 1.432.008.519 100,00% 2.148.000.007 100,00%

Composição dos cotistas da Administradora Santana Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Angela Gutierrez 99.970 33,32%
Cristiana Gutierrez 99.970 33,32%
Espólio de Roberto Gutierrez 99.970 33,32%
Outros 90 0,04%
Total 300.000 100,00%

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Composição dos cotistas da Administradora São Miguel Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Gabriel Donato de Andrade 200 0,00%
Vera Furtado de Andrade 200 0,00%
Travessia Participações Ltda 1.455.200 7,66%
Guvidala Participações Ltda 1.497.200 7,88%
Nadja Participações Ltda 1.404.800 7,40%
Cristália Participações Ltda 1.431.200 7,54%
Água Branca Participações Ltda 1.392.800 7,33%
Verdigris Participações Ltda 1.372.400 7,23%
Marrote Participações Ltda 1.196.000 6,31%
Marília Furtado de Andrade 1.261.200 6,64%
Laura Furtado de Andrade 1.320.000 6,95%
Heloisa Furtado de Andrade 1.320.000 6,95%
Flávio Furtado de Andrade 1.203.600 6,34%
Alvaro Furtado de Andrade 1.376.400 7,25%
Luciana Furtado Andrade 1.368.000 7,20%
Paulo Furtado de Andrade 1.390.800 7,32%
Total 18.990.000 100,00%

Composição dos cotistas da Travessia Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas Cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Paulo Furtado de Andrade 1.455.200 100,00%
Total 1.455.201 100,00%

Composição dos cotistas da Guvidala Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas Cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Álvaro Furtado de Andrade 1.497.200 100,00%
Total 1.497.201 100,00%

Composição dos cotistas da Nadja Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas Cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Luciana Furtado de Andrade 1.404.800 100,00%
Total 1.404.801 100,00%

09/11/2007 16:40:40 Pág: 67


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16.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


Composição dos cotistas da Cristália Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Heloisa Furtado de Andrade 1.431.200 100,00%
Total 1.431.201 100,00%

Composição dos cotistas da Água Branca Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Laura Furtado de Andrade 1.392.800 100,00%
Total 1.392.801 100,00%

Composição dos cotistas da Verdigris Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Marília Furtado de Andrade 1.372.400 100,00%
Total 1.372.401 100,00%

Composição dos cotistas da Morrote Participações Ltda. com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Cotistas cotas %
Gabriel Donato de Andrade 1 0,00%
Flávio Furtado de Andrade 1.196.000 100,00%
Total 1.196.001 100,00%

Composição dos cotistas da Administradora Santo Estevão S/A com mais de 5% de cotas até o nível de pessoa
física, em 08 de outubro de 2007:

Acionistas ações %
Sergio Lins Andrade 4.986.587 99,72%
Outros 13.776 0,28%
Total 5.000.363 100,00%

09/11/2007 16:40:40 Pág: 68


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16.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


Composição dos acionistas da Serveng-Civilsan S.A. Emp. Assoc. de Eng. com mais de 5%, até o nível de pessoa física,
em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % Total %
Soares Penido Part. e Emp. S.A. 42.335.642.664 100,00% 42.335.642.664 100,00%
Outros 3 0,00% 3 0,00%
Total 42.335.642.667 100,00% 42.335.642.667 100,00%

Composição dos acionistas da Soares Penido Part. e Emp. S.A. com mais de 5%, até o nível de pessoa física,
em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % Total %
Thadeu Luciano Marcondes Penido 200.000.000 33,33% 200.000.000 33,33%
Ana Maria Marcondes Penido Sant'Anna 200.000.000 33,33% 200.000.000 33,33%
Rosa Evangelina Marcondes Penido Dalla Vechia 200.000.000 33,33% 200.000.000 33,33%
Total 600.000.000 100,00% 600.000.000 100,00%

Composição dos cotistas da Brisa Participações e Empreendimentos Ltda. com mais de 5% de cotas até o
nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

Cotistas cotas %
Brisa Internacional SGPS S.A. 599.188.237 100,00%
Brisa Autoestradas de Portugal S.A. 1 0,00%
Total 599.188.238 100,00%

Composição dos acionistas da Brisa Internacional SGPS S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

CAPITAL ESTRANGEIRO

Composição dos acionistas da Brisa Autoestradas de Portugal S.A. com mais de 5% das ações de cada espécie e classe,
até o nível de pessoa física, em 30 de setembro de 2007:

CAPITAL ESTRANGEIRO

Ações da Companhia em circulação (free-float)

Após o desdobramento das ações (split em fevereiro de 2006) a quantidade de ações em circulação (free-float)
corresponde a 114.385.368, representando 28,38% do capital da Companhia.

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16.01 - OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES


Quadro indicativo da participação direta e indireta dos acionistas controladores, conselho de administração, conselho fiscal
e diretores da Companhia de Concessões Rodoviárias em 30 de setembro de 2007:

Acionistas ON % Total %

Controladores 286.683.396 71,12% 286.683.396 71,12%


Conselho de Administração 1.985.036 0,49% 1.985.036 0,49%
Conselho Fiscal 0 0% 0 0%
Diretores 48.000 0,01% 48.000 0,01%
Outros (mercado) 114.385.368 28,38% 114.385.368 28,38%
Total 403.101.800 100,00% 403.101.800 100,00%

Quadro indicativo da participação direta e indireta dos acionistas controladores, conselho de administração, conselho fiscal
e diretores da Companhia de Concessões Rodoviárias em 30 de setembro de 2006:

Acionistas ON % Total %
Controladores 286.283.396 71,02% 286.283.396 71,02%
Conselho de Administração 1.984.736 0,49% 1.984.736 0,49%
Conselho Fiscal 100 0% 100 0%
Diretores 48.000 0,01% 48.000 0,01%
Outros (mercado) 114.785.167 28,48% 114.785.167 28,48%
Total 403.101.800 100,00% 403.101.800 100,00%

Cláusula Compromissória

A Companhia está vinculada à arbitragem na Câmara de Arbitragem do Mercado, conforme Cláusula Compromissória
constante do seu estatuto Social.

09/11/2007 16:40:40 Pág: 70


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17.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA


Relatório dos auditores independentes sobre a revisão especial
Ao
Conselho de Administração e aos Acionistas da
Companhia de Concessões Rodoviárias
São Paulo - SP

Efetuamos uma revisão especial das Informações Trimestrais (ITRs) da Companhia de Concessões
Rodoviárias e dessa Companhia e suas controladas (informações consolidadas) referentes ao
período findo 30 de setembro de 2007, compreendendo os balanços patrimoniais, as demonstrações
de resultados, o relatório de desempenho e as informações relevantes, preparados de acordo com as
práticas contábeis adotadas no Brasil e normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários.

Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo IBRACON -
Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o Conselho Federal de
Contabilidade, e consistiu, principalmente, em: (a) indagação e discussão com os administradores
responsáveis pelas áreas contábil, financeira e operacional da Companhia e suas controladas, quanto
aos principais critérios adotados na elaboração das Informações Trimestrais e (b) revisão das
informações e dos eventos subseqüentes que tenham ou possam vir a ter efeitos relevantes sobre a
situação financeira e as operações da Companhia e suas controladas (informações consolidadas).

Com base em nossa revisão especial, não temos conhecimento de qualquer modificação relevante
que deva ser feita nas Informações Trimestrais acima referidas, para que as mesmas estejam de
acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e condizentes com as normas expedidas pela
Comissão de Valores Mobiliários, especificamente aplicáveis à elaboração das Informações
Trimestrais.

Nossa revisão foi conduzida com o objetivo de emitir relatório de revisão especial sobre as
Informações Trimestrais referidas no primeiro parágrafo. As demonstrações dos fluxos de caixa que
estão sendo apresentadas para propiciar informação suplementar sobre a Companhia, não são
requeridas como parte das Informações Trimestrais preparadas de acordo com as práticas contábeis
adotadas no Brasil. As demonstrações dos fluxos de caixa foram submetidas aos mesmos
procedimentos de revisão especial descritos no segundo parágrafo e, com base em nossa revisão
especial, não temos conhecimento de nenhuma modificação relevante que deva ser feita nessas
informações suplementares, para que estas estejam adequadamente apresentadas, em todos os seus
aspectos relevantes, em relação às Informações Trimestrais, referentes ao período findo em 30 de
setembro de 2007, tomada em conjunto.

30 de outubro de 2007

KPMG Auditores Independentes


CRC 2SP014428/O-6

José Luiz Ribeiro de Carvalho


Contador CRC 1SP141128/O-2

09/11/2007 16:40:44 Pág: 71


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EMPRESA COMERCIAL, INDUSTRIAL E OUTRAS

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

01882-1 COMPANHIA DE CONCESSÕES RODOVIÁRIAS 02.846.056/0001-97

ÍNDICE
GRUPO QUADRO DESCRIÇÃO PÁGINA

01 01 IDENTIFICAÇÃO 1
01 02 SEDE 1
01 03 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES (Endereço para Correspondência com a Companhia) 1
01 04 REFERÊNCIA DO ITR 1
01 05 COMPOSIÇÃO DO CAPITAL SOCIAL 2
01 06 CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA 2
01 07 SOCIEDADES NÃO INCLUÍDAS NAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 2
01 08 PROVENTOS EM DINHEIRO 2
01 09 CAPITAL SOCIAL SUBSCRITO E ALTERAÇÕES NO EXERCÍCIO SOCIAL EM CURSO 3
01 10 DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORES 3
02 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO 4
02 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO 5
03 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO 6
04 01 NOTAS EXPLICATIVAS 8
05 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO DA COMPANHIA NO TRIMESTRE 52
06 01 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO 53
06 02 BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO 54
07 01 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO 56
08 01 COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE 58
09 01 PARTICIPAÇÃO EM SOCIEDADES CONTROLADAS E/OU COLIGADAS 62
10 01 CARACTERÍSTICAS DA EMISSÃO PÚBLICA OU PARTICULAR DE DEBÊNTURES 64
16 01 OUTRAS INFORMAÇÕES QUE A COMPANHIA ENTENDA RELEVANTES 65
17 01 RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL 71
CONC. DA RODOVIA PRESIDENTE DUTRA S.A.
CONC. SISTEMA ANHANGUERA-BANDEIRANTES SA
CONC. DA RODOVIA DOS LAGOS S.A.
CONC. DA PONTE RIO NITEROI S.A.
RODONORTE C0NC. RODOVIAS INTEGRADAS S.A.
PARQUES SERVIÇOS LTDA
ACTUA SERVIÇOS COMPARTILHADOS LTDA.
ACTUA ASSESSORIA LTDA.
ENGELOG CENTRO DE ENGENHARIA LTDA.
SERVIÇOS E TECNOL. DE PAGAMENTOS S.A
CONC.DE ROD.DO OESTE DE SP-VIAOESTE S.A
COMPANHIA DE CONCES. RODOVIÁRIAS. MÉXICO
CONC.DA LINHA 4 DO METRÔ SÃO PAULO S.A
CCR - USA, LLC. /71

09/11/2007 16:40:47 Pág: 72