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11/12/2016

Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista

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Ano IX
Dom, 11 de Dezembro de 2016
Numero 227
11/12/2016 Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista search... MSM EDITORIAL COLUNISTAS ARTIGOS MEDIA WATCH TRUEA medicina comunista ESCRITO POR HÉLIO ANGOTTI NETO | 16 JUNHO 2016 ARTIGOS ­ CIÊNCIA O horror e a repressão de uma medicina que se tornou em arma estatal. O Estado ­ enquanto organização de pessoas que naturalmente tende à própria perpetuação e ao aumento do seu poder e de suas funções ­ pode transformar­se num perigoso elemento de totalitarismo numa sociedade. O Estado também pode instrumentalizar todas as instituições e grupos da sociedade para o propósito final de crescer cada vez mais, drenando tudo e todos. Já a medicina, que detém grande autoridade científica e social, pode ser um eficaz instrumento de controle e manipulação da sociedade, para o bem ou para o mal. O médico tem o poder para remover alguém do trabalho, aposentá­lo, abrir seu corpo causando um dano controlado chamado cirurgia, declarar alguém morto e, talvez o mais assombroso, nomear uma doença e determinar parcialmente o futuro de um paciente. Talvez este último seja o mais sutil e poderoso elemento da profissão médica. Quando estamos diante de uma doença claramente identificável, como um carcinoma basocelular na pele de um paciente, não há muito que duvidar. Pode chamá­lo por outro nome, pode tratá­lo de diferentes formas, mas a evolução e as repercussões físicas são bem objetivas e previsíveis. O problema começa quando estamos diante da doença psiquiátrica. Há, obviamente, um espaço muito maior para elementos subjetivos de comportamento que podem alterar radicalmente o prognóstico do paciente, e é justamente aí que um grande perigo pode surgir. A mistura é explosiva. De um lado, um Estado ocupado por perigosos psicopatas[1], sedentos de poder e controle. Do outro, a medicina, capaz de gerar gigantesca influência na sociedade. Una tudo isso a um governo do tipo revolucionário e totalitário[2] e voilá ! A máquina de moer carne humana está pronta. E qualquer um que se oponha poderá ser denominado louco ou doente. A racionalidade por trás de tudo isso é cruel: “nós temos a perfeição encarnada no sistema, qualquer um que avance contra nós é louco e perigoso.” Nenhum regime encarnou tão bem o ideal do totalitarismo político e espiritual – no sentido de domínio sobre a mente do sujeito – do que o Comunismo em suas diversas encarnações. Os maiores crimes contra a vida humana podem simplesmente ser cobertos pela desculpa de que pessoas Navegação Aborto Ambientalismo Ciência Conservadorismo Cultura Desarmamento Desinformação Direito Economia Educação Eleições 2010 Entrevistas Globalismo precisam de tratamento psiquiátrico. Ainda hoje alguns manifestantes e oposicionistas dos regimes de esquerda (Rússia, China e tantos outros) desaparecem da sociedade quando adentram um hospital psiquiátrico para que sejam “tratados”. É uma solução muito cômoda, porque muitas explicações seriam necessárias se simplesmente matassem o indivíduo, certo?[3] Conforme o que o próprio Nikita Khrushchev disse em 1959: “Um crime é um desvio dos padrões geralmente reconhecidos de comportamento, frequentemente causado por problemas mentais. É possível que existam doenças, problemas mentais, entre certas pessoas da sociedade comunista? É evidente que sim. Se é assim, logo existirão ofensas características de pessoas com mentes anormais... Para aqueles que comecem a erigir oposição ao Comunismo de tal forma, nós podemos dizer que... claramente seu estado mental não é normal.” [4] Não é surpresa o intenso trabalho vindo de terras socialistas e comunistas a leste investido na pesquisa dos processos psicológicos e psiquiátricos, muitos buscando a chave de como manipular o comportamento humano. O bom e velho Pavlov, e toda uma hoste de pesquisadores da psicologia social e da manipulação não me deixam mentir. Aliado ao uso da medicina psiquiátrica para fins totalitários, basta misturar a manipulação da cultura conforme os ditames de Antônio Gramsci e de toda a Escola de Frankfurt[5] e teremos o caminho para a escravidão perfeitamente pavimentado. http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 1/3 " id="pdf-obj-0-9" src="pdf-obj-0-9.jpg">
11/12/2016 Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista search... MSM EDITORIAL COLUNISTAS ARTIGOS MEDIA WATCH TRUEA medicina comunista ESCRITO POR HÉLIO ANGOTTI NETO | 16 JUNHO 2016 ARTIGOS ­ CIÊNCIA O horror e a repressão de uma medicina que se tornou em arma estatal. O Estado ­ enquanto organização de pessoas que naturalmente tende à própria perpetuação e ao aumento do seu poder e de suas funções ­ pode transformar­se num perigoso elemento de totalitarismo numa sociedade. O Estado também pode instrumentalizar todas as instituições e grupos da sociedade para o propósito final de crescer cada vez mais, drenando tudo e todos. Já a medicina, que detém grande autoridade científica e social, pode ser um eficaz instrumento de controle e manipulação da sociedade, para o bem ou para o mal. O médico tem o poder para remover alguém do trabalho, aposentá­lo, abrir seu corpo causando um dano controlado chamado cirurgia, declarar alguém morto e, talvez o mais assombroso, nomear uma doença e determinar parcialmente o futuro de um paciente. Talvez este último seja o mais sutil e poderoso elemento da profissão médica. Quando estamos diante de uma doença claramente identificável, como um carcinoma basocelular na pele de um paciente, não há muito que duvidar. Pode chamá­lo por outro nome, pode tratá­lo de diferentes formas, mas a evolução e as repercussões físicas são bem objetivas e previsíveis. O problema começa quando estamos diante da doença psiquiátrica. Há, obviamente, um espaço muito maior para elementos subjetivos de comportamento que podem alterar radicalmente o prognóstico do paciente, e é justamente aí que um grande perigo pode surgir. A mistura é explosiva. De um lado, um Estado ocupado por perigosos psicopatas[1], sedentos de poder e controle. Do outro, a medicina, capaz de gerar gigantesca influência na sociedade. Una tudo isso a um governo do tipo revolucionário e totalitário[2] e voilá ! A máquina de moer carne humana está pronta. E qualquer um que se oponha poderá ser denominado louco ou doente. A racionalidade por trás de tudo isso é cruel: “nós temos a perfeição encarnada no sistema, qualquer um que avance contra nós é louco e perigoso.” Nenhum regime encarnou tão bem o ideal do totalitarismo político e espiritual – no sentido de domínio sobre a mente do sujeito – do que o Comunismo em suas diversas encarnações. Os maiores crimes contra a vida humana podem simplesmente ser cobertos pela desculpa de que pessoas Navegação Aborto Ambientalismo Ciência Conservadorismo Cultura Desarmamento Desinformação Direito Economia Educação Eleições 2010 Entrevistas Globalismo precisam de tratamento psiquiátrico. Ainda hoje alguns manifestantes e oposicionistas dos regimes de esquerda (Rússia, China e tantos outros) desaparecem da sociedade quando adentram um hospital psiquiátrico para que sejam “tratados”. É uma solução muito cômoda, porque muitas explicações seriam necessárias se simplesmente matassem o indivíduo, certo?[3] Conforme o que o próprio Nikita Khrushchev disse em 1959: “Um crime é um desvio dos padrões geralmente reconhecidos de comportamento, frequentemente causado por problemas mentais. É possível que existam doenças, problemas mentais, entre certas pessoas da sociedade comunista? É evidente que sim. Se é assim, logo existirão ofensas características de pessoas com mentes anormais... Para aqueles que comecem a erigir oposição ao Comunismo de tal forma, nós podemos dizer que... claramente seu estado mental não é normal.” [4] Não é surpresa o intenso trabalho vindo de terras socialistas e comunistas a leste investido na pesquisa dos processos psicológicos e psiquiátricos, muitos buscando a chave de como manipular o comportamento humano. O bom e velho Pavlov, e toda uma hoste de pesquisadores da psicologia social e da manipulação não me deixam mentir. Aliado ao uso da medicina psiquiátrica para fins totalitários, basta misturar a manipulação da cultura conforme os ditames de Antônio Gramsci e de toda a Escola de Frankfurt[5] e teremos o caminho para a escravidão perfeitamente pavimentado. http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 1/3 " id="pdf-obj-0-11" src="pdf-obj-0-11.jpg">
11/12/2016 Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista search... MSM EDITORIAL COLUNISTAS ARTIGOS MEDIA WATCH TRUEA medicina comunista ESCRITO POR HÉLIO ANGOTTI NETO | 16 JUNHO 2016 ARTIGOS ­ CIÊNCIA O horror e a repressão de uma medicina que se tornou em arma estatal. O Estado ­ enquanto organização de pessoas que naturalmente tende à própria perpetuação e ao aumento do seu poder e de suas funções ­ pode transformar­se num perigoso elemento de totalitarismo numa sociedade. O Estado também pode instrumentalizar todas as instituições e grupos da sociedade para o propósito final de crescer cada vez mais, drenando tudo e todos. Já a medicina, que detém grande autoridade científica e social, pode ser um eficaz instrumento de controle e manipulação da sociedade, para o bem ou para o mal. O médico tem o poder para remover alguém do trabalho, aposentá­lo, abrir seu corpo causando um dano controlado chamado cirurgia, declarar alguém morto e, talvez o mais assombroso, nomear uma doença e determinar parcialmente o futuro de um paciente. Talvez este último seja o mais sutil e poderoso elemento da profissão médica. Quando estamos diante de uma doença claramente identificável, como um carcinoma basocelular na pele de um paciente, não há muito que duvidar. Pode chamá­lo por outro nome, pode tratá­lo de diferentes formas, mas a evolução e as repercussões físicas são bem objetivas e previsíveis. O problema começa quando estamos diante da doença psiquiátrica. Há, obviamente, um espaço muito maior para elementos subjetivos de comportamento que podem alterar radicalmente o prognóstico do paciente, e é justamente aí que um grande perigo pode surgir. A mistura é explosiva. De um lado, um Estado ocupado por perigosos psicopatas[1], sedentos de poder e controle. Do outro, a medicina, capaz de gerar gigantesca influência na sociedade. Una tudo isso a um governo do tipo revolucionário e totalitário[2] e voilá ! A máquina de moer carne humana está pronta. E qualquer um que se oponha poderá ser denominado louco ou doente. A racionalidade por trás de tudo isso é cruel: “nós temos a perfeição encarnada no sistema, qualquer um que avance contra nós é louco e perigoso.” Nenhum regime encarnou tão bem o ideal do totalitarismo político e espiritual – no sentido de domínio sobre a mente do sujeito – do que o Comunismo em suas diversas encarnações. Os maiores crimes contra a vida humana podem simplesmente ser cobertos pela desculpa de que pessoas Navegação Aborto Ambientalismo Ciência Conservadorismo Cultura Desarmamento Desinformação Direito Economia Educação Eleições 2010 Entrevistas Globalismo precisam de tratamento psiquiátrico. Ainda hoje alguns manifestantes e oposicionistas dos regimes de esquerda (Rússia, China e tantos outros) desaparecem da sociedade quando adentram um hospital psiquiátrico para que sejam “tratados”. É uma solução muito cômoda, porque muitas explicações seriam necessárias se simplesmente matassem o indivíduo, certo?[3] Conforme o que o próprio Nikita Khrushchev disse em 1959: “Um crime é um desvio dos padrões geralmente reconhecidos de comportamento, frequentemente causado por problemas mentais. É possível que existam doenças, problemas mentais, entre certas pessoas da sociedade comunista? É evidente que sim. Se é assim, logo existirão ofensas características de pessoas com mentes anormais... Para aqueles que comecem a erigir oposição ao Comunismo de tal forma, nós podemos dizer que... claramente seu estado mental não é normal.” [4] Não é surpresa o intenso trabalho vindo de terras socialistas e comunistas a leste investido na pesquisa dos processos psicológicos e psiquiátricos, muitos buscando a chave de como manipular o comportamento humano. O bom e velho Pavlov, e toda uma hoste de pesquisadores da psicologia social e da manipulação não me deixam mentir. Aliado ao uso da medicina psiquiátrica para fins totalitários, basta misturar a manipulação da cultura conforme os ditames de Antônio Gramsci e de toda a Escola de Frankfurt[5] e teremos o caminho para a escravidão perfeitamente pavimentado. http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 1/3 " id="pdf-obj-0-13" src="pdf-obj-0-13.jpg">

ESCRITO POR HÉLIO ANGOTTI NETO | 16 JUNHO 2016

ARTIGOS ­ CIÊNCIA

O horror e a repressão de uma medicina que se tornou em arma

estatal.

O Estado ­ enquanto organização de pessoas que naturalmente

tende à própria perpetuação e ao aumento do seu poder e de suas funções ­ pode transformar­se num perigoso elemento de

totalitarismo numa sociedade. O Estado também pode instrumentalizar todas as instituições e grupos da sociedade para o propósito final de crescer cada vez mais, drenando tudo e todos.

Já a medicina, que detém grande autoridade científica e social, pode

ser um eficaz instrumento de controle e manipulação da sociedade, para o bem ou para o mal. O médico tem o poder para remover alguém do trabalho, aposentá­lo, abrir seu corpo causando um dano controlado chamado cirurgia, declarar alguém morto e, talvez o mais assombroso, nomear uma doença e determinar parcialmente o futuro de um paciente. Talvez este último seja o mais sutil e poderoso elemento da profissão médica.

11/12/2016 Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista search... MSM EDITORIAL COLUNISTAS ARTIGOS MEDIA WATCH TRUEA medicina comunista ESCRITO POR HÉLIO ANGOTTI NETO | 16 JUNHO 2016 ARTIGOS ­ CIÊNCIA O horror e a repressão de uma medicina que se tornou em arma estatal. O Estado ­ enquanto organização de pessoas que naturalmente tende à própria perpetuação e ao aumento do seu poder e de suas funções ­ pode transformar­se num perigoso elemento de totalitarismo numa sociedade. O Estado também pode instrumentalizar todas as instituições e grupos da sociedade para o propósito final de crescer cada vez mais, drenando tudo e todos. Já a medicina, que detém grande autoridade científica e social, pode ser um eficaz instrumento de controle e manipulação da sociedade, para o bem ou para o mal. O médico tem o poder para remover alguém do trabalho, aposentá­lo, abrir seu corpo causando um dano controlado chamado cirurgia, declarar alguém morto e, talvez o mais assombroso, nomear uma doença e determinar parcialmente o futuro de um paciente. Talvez este último seja o mais sutil e poderoso elemento da profissão médica. Quando estamos diante de uma doença claramente identificável, como um carcinoma basocelular na pele de um paciente, não há muito que duvidar. Pode chamá­lo por outro nome, pode tratá­lo de diferentes formas, mas a evolução e as repercussões físicas são bem objetivas e previsíveis. O problema começa quando estamos diante da doença psiquiátrica. Há, obviamente, um espaço muito maior para elementos subjetivos de comportamento que podem alterar radicalmente o prognóstico do paciente, e é justamente aí que um grande perigo pode surgir. A mistura é explosiva. De um lado, um Estado ocupado por perigosos psicopatas[1], sedentos de poder e controle. Do outro, a medicina, capaz de gerar gigantesca influência na sociedade. Una tudo isso a um governo do tipo revolucionário e totalitário[2] e voilá ! A máquina de moer carne humana está pronta. E qualquer um que se oponha poderá ser denominado louco ou doente. A racionalidade por trás de tudo isso é cruel: “nós temos a perfeição encarnada no sistema, qualquer um que avance contra nós é louco e perigoso.” Nenhum regime encarnou tão bem o ideal do totalitarismo político e espiritual – no sentido de domínio sobre a mente do sujeito – do que o Comunismo em suas diversas encarnações. Os maiores crimes contra a vida humana podem simplesmente ser cobertos pela desculpa de que pessoas Navegação Aborto Ambientalismo Ciência Conservadorismo Cultura Desarmamento Desinformação Direito Economia Educação Eleições 2010 Entrevistas Globalismo precisam de tratamento psiquiátrico. Ainda hoje alguns manifestantes e oposicionistas dos regimes de esquerda (Rússia, China e tantos outros) desaparecem da sociedade quando adentram um hospital psiquiátrico para que sejam “tratados”. É uma solução muito cômoda, porque muitas explicações seriam necessárias se simplesmente matassem o indivíduo, certo?[3] Conforme o que o próprio Nikita Khrushchev disse em 1959: “Um crime é um desvio dos padrões geralmente reconhecidos de comportamento, frequentemente causado por problemas mentais. É possível que existam doenças, problemas mentais, entre certas pessoas da sociedade comunista? É evidente que sim. Se é assim, logo existirão ofensas características de pessoas com mentes anormais... Para aqueles que comecem a erigir oposição ao Comunismo de tal forma, nós podemos dizer que... claramente seu estado mental não é normal.” [4] Não é surpresa o intenso trabalho vindo de terras socialistas e comunistas a leste investido na pesquisa dos processos psicológicos e psiquiátricos, muitos buscando a chave de como manipular o comportamento humano. O bom e velho Pavlov, e toda uma hoste de pesquisadores da psicologia social e da manipulação não me deixam mentir. Aliado ao uso da medicina psiquiátrica para fins totalitários, basta misturar a manipulação da cultura conforme os ditames de Antônio Gramsci e de toda a Escola de Frankfurt[5] e teremos o caminho para a escravidão perfeitamente pavimentado. http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 1/3 " id="pdf-obj-0-35" src="pdf-obj-0-35.jpg">

Quando estamos diante de uma doença claramente identificável, como um carcinoma basocelular na pele de um paciente, não há muito que duvidar. Pode chamá­lo por outro nome, pode tratá­lo de diferentes formas, mas a evolução e as repercussões físicas são bem objetivas e previsíveis. O problema começa quando estamos diante da doença psiquiátrica. Há, obviamente, um espaço muito maior para elementos subjetivos de comportamento que podem alterar radicalmente o prognóstico do paciente, e é justamente aí que um grande perigo pode surgir.

A mistura é explosiva. De um lado, um Estado ocupado por perigosos psicopatas[1], sedentos de poder e

controle. Do outro, a medicina, capaz de gerar gigantesca influência na sociedade. Una tudo isso a um governo do tipo revolucionário e totalitário[2] e voilá! A máquina de moer carne humana está pronta. E qualquer um que se oponha poderá ser denominado louco ou doente. A racionalidade por trás de tudo isso é cruel: “nós temos a perfeição encarnada no sistema, qualquer um que avance contra nós é louco e perigoso.”

Nenhum regime encarnou tão bem o ideal do totalitarismo político e espiritual – no sentido de domínio sobre a mente do sujeito – do que o Comunismo em suas diversas encarnações.

Os maiores crimes contra a vida humana podem simplesmente ser cobertos pela desculpa de que pessoas

Navegação

precisam de tratamento psiquiátrico. Ainda hoje alguns manifestantes e oposicionistas dos regimes de esquerda (Rússia, China e tantos outros) desaparecem da sociedade quando adentram um hospital psiquiátrico para que sejam “tratados”. É uma solução muito cômoda, porque muitas explicações seriam

necessárias se simplesmente matassem o indivíduo, certo?[3]

Conforme o que o próprio Nikita Khrushchev disse em 1959:

“Um crime é um desvio dos padrões geralmente reconhecidos de comportamento,

frequentemente causado por problemas mentais. É possível que existam doenças, problemas

mentais, entre certas pessoas da sociedade comunista? É evidente que sim. Se é assim, logo

existirão ofensas características de pessoas com mentes

anormais...

Para aqueles que

comecem a erigir oposição ao Comunismo de tal forma, nós podemos dizer

que...

claramente

seu estado mental não é normal.” [4]

Não é surpresa o intenso trabalho vindo de terras socialistas e comunistas a leste investido na pesquisa dos

processos psicológicos e psiquiátricos, muitos buscando a chave de como manipular o comportamento

humano. O bom e velho Pavlov, e toda uma hoste de pesquisadores da psicologia social e da manipulação

não me deixam mentir.

Aliado ao uso da medicina psiquiátrica para fins totalitários, basta misturar a manipulação da cultura conforme

os ditames de Antônio Gramsci e de toda a Escola de Frankfurt[5] e teremos o caminho para a escravidão

perfeitamente pavimentado.

11/12/2016

Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista

E novamente voltamos ao problema da medicina que perdeu sua identidade. Uma vez que a proteção da vida

e da integridade do paciente movida por um compromisso inegociável com a beneficência for trocada por

qualquer outra coisa ou qualquer outra fidelidade, está encerrada a medicina tradicional hipocrática e cristã.

Ao invés de direcionar­se ao paciente como objetivo concreto e imediato da prática médica, o juramento

médico soviético, por exemplo, se direcionava à abstrata humanidade e à sociedade, demonstrando o

predomínio do utilitarismo social contra a beneficência direta ao ser humano. Ao invés de apelar para uma lei

universal, apela­se à moralidade comunista – isso é assustador para qualquer um que tenha lido o mínimo de

história soviética – e à obediência ao Estado. Sem dúvida nenhuma é o juramento que todos os Estados com

tendência totalitarista gostariam de impor aos seus médicos.[6]

Voltando aos dias de hoje, longe no tempo e na geografia, não estranho nem um pouco a insistente atenção

dada aos médicos e à educação – ou deseducação – pelos governos da esquerda radical no Brasil. O

constante desmanche da autoridade médica, substituída é claro pela autoridade ideológica radical que ocupa o

vácuo deixado, e o trabalho de hegemonia cultural sempre presente nas universidades e escolas, onde temos

ideólogos manipuladores aliados aos piores índices educacionais internacionais, deixam bem claro a

tendência entrópica de nossa elite.

A progressiva substituição do perfil médico brasileiro, saindo de uma classe profissional altamente científica e técnica, com padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente, porém quase que completamente destituída de formação política, para uma classe subserviente ao Estado, menos qualificada e muito mais ideologizada, claramente remete a uma intensa medida de engenharia social. Pessoalmente, considero os dois modelos errados e distantes da identidade tradicional da medicina, que deve ansiar por excelência em termos científicos, técnicos e morais, incluindo a política.

Junto com a destruição da identidade médica, atos frontalmente contrários à vida humana ­ e à opinião majoritária do provo brasileiro, diga­se de passagem ­ são cotidianamente instituídos. Prega­se o abortamento voluntário e a eutanásia, por exemplo, e a vida humana deixa de ser sagrada.

11/12/2016 <a href=Governo do PT Humor Internacional América Latina China Estados Unidos Europa Oriente Médio Rússia Movimento Revolucionário Religião Terrorismo Tags América Latina | Argentina | Bolívia | Brasil | Castro | Che Guevara | Chávez | Colômbia | Colômbia. Farc | Cuba | Dilma Rousseff | Direito | Estados Unidos | Europa | FARC | FHC | Farc | Fidel Castro | Folha de S. Paulo | Foro de S. 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Uma vez que a proteção da vida e da integridade do paciente movida por um compromisso inegociável com a beneficência for trocada por qualquer outra coisa ou qualquer outra fidelidade, está encerrada a medicina tradicional hipocrática e cristã. Ao invés de direcionar­se ao paciente como objetivo concreto e imediato da prática médica, o juramento médico soviético, por exemplo, se direcionava à abstrata humanidade e à sociedade, demonstrando o predomínio do utilitarismo social contra a beneficência direta ao ser humano. Ao invés de apelar para uma lei universal, apela­se à moralidade comunista – isso é assustador para qualquer um que tenha lido o mínimo de história soviética – e à obediência ao Estado. Sem dúvida nenhuma é o juramento que todos os Estados com tendência totalitarista gostariam de impor aos seus médicos.[6] Voltando aos dias de hoje, longe no tempo e na geografia, não estranho nem um pouco a insistente atenção dada aos médicos e à educação – ou deseducação – pelos governos da esquerda radical no Brasil. O constante desmanche da autoridade médica, substituída é claro pela autoridade ideológica radical que ocupa o vácuo deixado, e o trabalho de hegemonia cultural sempre presente nas universidades e escolas, onde temos ideólogos manipuladores aliados aos piores índices educacionais internacionais, deixam bem claro a tendência entrópica de nossa elite. A progressiva substituição do perfil médico brasileiro, saindo de uma classe profissional altamente científica e técnica, com padrões de qualidade reconhecidos internacionalmente, porém quase que completamente destituída de formação política, para uma classe subserviente ao Estado, menos qualificada e muito mais ideologizada, claramente remete a uma intensa medida de engenharia social. Pessoalmente, considero os dois modelos errados e distantes da identidade tradicional da medicina, que deve ansiar por excelência em termos científicos, técnicos e morais, incluindo a política. Junto com a destruição da identidade médica, atos frontalmente contrários à vida humana ­ e à opinião majoritária do provo brasileiro, diga­se de passagem ­ são cotidianamente instituídos. Prega­se o abortamento voluntário e a eutanásia, por exemplo, e a vida humana deixa de ser sagrada. C ar t az e d uca ti vo so b re o a b or t o seguro na U n o S ov iéti ca. Realmente sagrado deve ser o Estado ­ esse Leviatã insaciável ­ e a vontade de nossa elite política esquerdista, certo? Não. Certo é o compromisso mais que milenar de nossa Medicina com a vida humana e com o ser humano concreto, de carne e osso, que todos os dias senta­se à frente de seu médico e pede auxílio, socorro e compreensão. Certo é defender a vida humana, pressuposto de qualquer atividade médica. Certo é defender nossa própria identidade moral contra os enxertos desumanos que ideologias monstruosas tentam empurrar à força sobre a sociedade. A boa medicina, de raiz cultural hipocrática e cristã, tem sua própria escala de valores a ser defendida. Notas: [1] LOBACEWSKI, Andrew. Ponerologia Política . Campinas: Vide Editorial, 2015. [2] Na concepção de Olavo de Carvalho, revolução é a concentração de poder mediante a promessa de um futuro melhor, justificando a inversão moral, isto é, desculpando atos imorais para se alcançar um distante fim desejável. [3] VAN NOREN, Robert. Ending political abuse of psychiatry: where we are at and what needs to be done. BJPsych Bulletin (2016), 40, 30­33, doi: 10.1192/pb.bp.114.049494 [4] Ibid .; KNAPP, M. Mental Health Policy and Practice Across Europe : The Future Direction of Mental Health Care. McGraw­Hill, 2007. [5] CARVALHO, Olavo de. A Nova Era e a Revolução Cultural . Campinas: Vide Editorial, 2015. [6] Association of American Ph y sicians and Sur g eons. Com p arison between Oath of Hippocrates and Other Oaths . Internet , http://www.aapsonline.org/ethics/oathcomp.htm Prof. Dr. Hélio Angotti Neto, autor do livro A Morte da Medicina , é coordenador do Curso de Medicina do UNESC, diretor da Mirabilia Medicinæ (Revista internacional em Humanidades Médicas), membro da Comissão de Ensino Médico do CRM­ES, visiting scholar da Global Bioethics Education Initiative do Center for Bioethics and Human Dignity em 2016, membro do Comitê de Ética em Pesquisa do UNESC e criador do Seminário de Filosofia Aplicada à Medicina, SEFAM ­ www.medicinaefilosofia.blogspot.com.br . http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 2/3 " id="pdf-obj-1-269" src="pdf-obj-1-269.jpg">

Cartaz educativo sobre o aborto seguro na Uno Soviética.

Realmente sagrado deve ser o Estado ­ esse Leviatã insaciável ­ e a vontade de nossa elite política esquerdista, certo?

Não. Certo é o compromisso mais que milenar de nossa Medicina com a vida humana e com o ser humano concreto, de carne e osso, que todos os dias senta­se à frente de seu médico e pede auxílio, socorro e compreensão. Certo é defender a vida humana, pressuposto de qualquer atividade médica. Certo é defender nossa própria identidade moral contra os enxertos desumanos que ideologias monstruosas tentam empurrar à força sobre a sociedade.

A boa medicina, de raiz cultural hipocrática e cristã, tem sua própria escala de valores a ser defendida.

Notas:

[1] LOBACEWSKI, Andrew. Ponerologia Política. Campinas: Vide Editorial, 2015. [2] Na concepção de Olavo de Carvalho, revolução é a concentração de poder mediante a promessa de um futuro melhor, justificando a inversão moral, isto é, desculpando atos imorais para se alcançar um distante fim desejável. [3] VAN NOREN, Robert. Ending political abuse of psychiatry: where we are at and what needs to be done. BJPsych Bulletin (2016), 40, 30­33, doi: 10.1192/pb.bp.114.049494 [4] Ibid.; KNAPP, M. Mental Health Policy and Practice Across Europe: The Future Direction of Mental Health Care. McGraw­Hill, 2007. [5] CARVALHO, Olavo de. A Nova Era e a Revolução Cultural. Campinas: Vide Editorial, 2015. [6] Association of American Physicians and Surgeons. Comparison between Oath of Hippocrates and Other Oaths. Internet, http://www.aapsonline.org/ethics/oathcomp.htm

Prof. Dr. Hélio Angotti Neto, autor do livro A Morte da Medicina, é coordenador do Curso de Medicina do UNESC, diretor da Mirabilia Medicinæ (Revista internacional em Humanidades Médicas), membro da Comissão de Ensino Médico do CRM­ES, visiting scholar da Global Bioethics Education Initiative do Center for Bioethics and Human Dignity em 2016, membro do Comitê de Ética em Pesquisa do UNESC e criador do Seminário de Filosofia Aplicada à Medicina, SEFAM ­ www.medicinaefilosofia.blogspot.com.br.

11/12/2016

Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista

11/12/2016 Mídia Sem Máscara ­ A medicina comunista <a href=Tags: cultura | ciência | ideologia | movimento revolucionário | totalitarismo | comunismo | cristianismo | aborto | educação Que Deus salve as A farsa sobre A masculinidade Shortinhos, crianças do ... Abraham Lincoln roubada feminismo e ... O secularismo Por que as As três Machismo e misoginia em ... explícito do ... feministas ... dificuldades dos ... RSS Twitter Copyright © 2016 Mídia Sem Máscara. Todos os direitos reservados. Joomla! é um Software Livre com licença GNU/GPL v2.0 . http://www.midiasemmascara.org/artigos/ciencia/16565­a­medicina­comunista.html 3/3 " id="pdf-obj-2-6" src="pdf-obj-2-6.jpg">

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