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Conceitos de Corrente eletrica

Conceitos de Tensão eletrica


Conceitos de Resistência eletrica
Conceitos de Potência elétrica

1. RESISTOR
2. REOSTATO
3. CAPACITOR
4. INDUTOR
5. RELE & CONTATORES
6. TRANSFORMADORES
7. DIODO
8. TRANSISTOR
9. AMPLIFICADOR OPERACIONAL
10. DISPOSITIVOS DE POTENCIA
( TIRISTORES => SCR, TRIACS)

Matéria e energia
Matéria é qualquer substância sólida, líquida ou gasosa que ocupa lugar no espaço.
Tudo na natureza é composto por matéria, sendo que os elementos que compõem a
substância é que fazem diferir a água do fogo, do aço, do ar, etc.
Energia é basicamente aquilo que consegue realizar um trabalho como: energia
elétrica, energia mecânica, energia luminosa, etc.

Átomo núcleo elétron

Átomo é a menor parte de um elemento que ainda mantém


suas características.
A figura ao lado mostra a configuração de um átomo.
O núcleo é constituído por prótons (possuem carga positiva)
e nêutrons (não possuem carga).
A eletrosfera é constituída por elétrons (possuem carga
negativa) que estão orbitando ao redor do núcleo por causa
da atração que há entre eles.
Magnetismo

O princípio que mantém os elétrons de um átomo girando ao


redor do núcleo é o magnetismo, onde cargas de mesmo sinal se
repelem e cargas de sinais opostos se atraem. Um bom exemplo
do magnetismo são os ímãs, que podem ser visualizados na
figura ao lado, onde pólos iguais se repelem e pólos diferentes se
atraem. Esse mesmo tipo de força existe entre os elétrons e
prótons de um átomo.
Sabemos que o elétron possui carga negativa, e o próton carga
positiva.
Quando o átomo possui a mesma quantidade de prótons e elétrons,
ele estará em equilíbrio, que é a tendência normal de todo átomo.
Quando o átomo possui mais prótons do que elétrons, ele está
positivamente carregado.

Os elétrons que giram mais próximos do núcleo são


fortemente atraídos por este e os elétrons que giram
em camadas mais afastadas do núcleo são atraídos
com menor intensidade, proporcionalmente à distância
entre o elétron e o núcleo. Os elétrons que giram na
camada mais afastada do núcleo podem vir a
desprender-se do átomo.
Eles são os chamados elétrons livres.
Podemos classificar os tipos de materiais existentes de acordo com a facilidade que
estes têm para liberar ou não os elétrons livres:

Condutores são aqueles materiais cujos


átomos liberam facilmente os elétrons livres,
pois a força que os prende ao núcleo é
fraca. Alguns exemplos de condutores:
cobre, alumínio, ouro, prata, etc.

Isolantes são os materiais cujos átomos


têm grande dificuldade para liberar os
elétrons livres, isto é, eles estão fortemente
presos ao núcleo. São exemplos de
isolantes a borracha, o plástico, o vidro, a
madeira, a cortiça, etc.
2. Conceitos básicos de eletricidade
O estudo dos fenômenos elétricos esta associado à diferença da quantidade de
elétrons entre dois meios, os primeiros conhecimentos surgiram com a eletricidade
estática, que surge principalmente pelo atrito em meios isolantes ou isolados como
veículos automotivos, descargas atmosféricas (raios), etc.
A eletricidade estática apesar de normalmente ter pouca potência pode causar danos
em circuitos eletrônicos, ruídos, interferências e centelhas.

CORRENTE ELETRICA

Para entendermos o que seria corrente

RESISTOR

Condutor que dificulta a passagem da corrente elétrica, provocando liberação de


energia em forma de calor.

Resistência Elétrica - Número relacionado ao grau de dificuldade;


Resistor Ôhmico - Tem resistência constante e Temperatura Constante;

Resistor não Ôhmico - Resistência Variável provocado pela variação de calor com o
aumento da temperatura - Variação da Temperatura e Variação da Resistência;

Leis de Ohm:

1º - Em um resistor ôhmico a d.d.p e a corrente elétrica são diretamente proporcionais;


U=R.i
i / U = G G - Condutância, oposto a resistência, pois facilita a passagem de corrente
elétrica;

2º - A resistência elétrica é diretamente proporcional ao comprimento do condutor e


inversamente proporcional a sua carga;
R = § . L / A § - Resistividade - depende do material e da temperatura;
- Variação da Resistividade:
§ = §o (1 + a AO) a - coeficiente de temperatura , AO - Variação de fluxo;
Logo:

R = Ro (1 + a AO)
a > 0 - R aumenta;
AO > 0 - R aumenta;
DIODO DE JUNÇÃO

Se nós doparmos a metade de um cristal puro com impurezas trivalentes e a outra


metade com impurezas pentavalentes, produziremos um diodo de junção ou diodo
semicondutor. o lado do cristal dopado com impurezas trivalentes terá muitas lacunas e
o lado dopado com impurezas pentavalentes terá muitos elétrons livres. Os poucos
elétrons livres vistos no lado P, assim como as poucas lacunas vistas no lado N, são
produzidos termicamente.

Ocorre que os elétrons mais próximos da junção, são atraídos pelas lacunas que estão
mais próximas, conforme mostram as setas na figura acima. Quando o elétron deixa o
átomo para se recombinar com a lacuna, este átomo se transforma em um íon positivo,
pois o mesmo perdeu um elétron. Da mesma forma, o átomo ao qual pertencia a
lacuna, se transforma em um íon negativo. Esta recombinação irá ocorrer com todos os
elétrons e lacunas que estiverem próximos da junção. Cada recombinação, fará
aparecer um par de íons próximos da mesma. Isto resultará em uma coluna de íons
positivos do lado N e um a coluna de íons negativos do lado P.

Chegará um momento que a região próxima à


junção ficará esgotada de elétrons livres e
lacunas e a coluna de íons negativos do lado P,
irá repelir Qualquer elétron que tentar
atravessar a junção em busca de alguma
lacuna, estabelecendo-se assim um equilíbrio.

Não confunda íon com elétron livre ou lacuna. um íon é um átomo que adquiriu carga
elétrica, ou seja, ganhou ou perdeu elétrons. No desenho, o íon negativo está
representado por um sinal de menos com um círculo em volta e o íon positivo, por um
sinal de mais com um círculo em volta.

CAMADA DE DEPLEÇÃO E BARREIRA DE POTENCIAL

As colunas de íons que se formaram próximas à junção, devido a recombinação de


elétrons e lacunas, é chamada de camada de depleção. Existe entre as duas colunas
de íons uma DDP, que é chamada de barreira de potencial. Esta DDP nos diodos de
germânio é de 0,3v e nos de silício é de 0,7v.

DIODO DE JUNÇÃO

Na figura abaixo vemos a estrutura interna de um diodo de junção. O terminal ligado ao


lado P é o anodo (A) e o terminal ligado ao lado N, é o catodo (k). A faixa cinza próxima
a junção é a camada de depleção, que irá se comprimir ou se expandir quando o diodo
for submetido a uma diferença de potencial.

POLARIZAÇÃO DIRETA

Para polarizar um diodo diretamente, temos que submete-lo a uma diferença de


potencial, de forma que o terminal positivo da fonte fique mais próximo do anodo e o
terminal negativo, mais próximo do catodo, como mostra a figura abaixo. Quando isso
ocorre, o terminal positivo da fonte irá repelir as lacunas do lado P e o terminal negativo
irá repelir os elétrons livres do lado N. Esta repulsão provocará a compressão da
camada de depleção e quando a tensão entre os terminais do diodo atingir o valor da
barreira de potencial (0,7 para o silício), ou seja, VT > 0,7, a camada de depleção
estará tão comprimida que permitirá que os elétrons livres da região N atravessem a
mesma e entrem na região P. Uma vez dentro da região P, os elétrons livres descem
da banda de condução para a camada de valência e atravessam a região P como
elétrons de valência, pulando de lacuna em lacuna, até saírem pelo terminal do anodo,
quando seguem para o terminal positivo da fonte, entram na fonte, saem pelo terminal
negativo, entram na região N do diodo pelo terminal do catodo, atravessam a região N
como elétrons livres, cruzam a junção e assim sucessivamente. O que nós acabamos
de descrever é na verdade um fluxo de elétron, ou uma corrente elétrica.

Resumindo, quando o diodo é polarizado


diretamente, e a tensão em seus terminais
atinge o valor da barreira de potencial, o
diodo começa a conduzir corrente, ou seja,
permite que os elétrons cruzem a junção.

Uma vez em condução, a resistência


entre os terminais do diodo é muito
pequena. Isto significa que o diodo se
comporta quase como um curto, por isso
sempre veremos um resistor em série
com o diodo, sua função é limitar a
intensidade de corrente elétrica.

POLARIZAÇÃO REVERSA

Um diodo está polarizado reversamente quando o terminal positivo da fonte está mais
próximo do catodo e o terminal negativo mais próximo do anodo. Quando isso ocorre, o
terminal positivo da fonte irá atrair os elétrons livres da região N e o terminal negativo
irá atrair as lacunas da região P. Isto provocará a expansão da camada de depleção,
dificultando ainda mais a difusão de elétrons livres através da junção, ou seja, o diodo
se comportará como uma chave aberta.

Quando polarizado
reversamente, a resistência
entre os terminais do diodo é
muito alta, por isso que se
costuma dizer que ele se
comporta como uma chave
aberta.
CORRENTE REVERSA

Teoricamente, um diodo polarizado reversamente se comporta como uma chave


aberta, mas na prática circulará pelo diodo uma pequena corrente reversa, devido aos
portadores minoritários produzidos termicamente. A intensidade desta corrente reversa
depende da temperatura e não da tensão aplicada. O datasheet de um diodo 1N4001,
informa que a sua corrente reversa, a uma temperatura de 25ºc, é tipicamente de 50pA
e a 100ºc, é de 1.0µA. Veja como a corrente reversa aumenta com o aumento de
temperatura. Esta corrente reversa é muita das vezes inconveniente e pode prejudicar
o bom funcionamento do circuito. Isso responde porque certos equipamentos
eletrônicos, precisam de salas equipadas com ar condicionado para funcionar.

Um dos motivos do uso em grande escala do silício na confecção de componentes


eletrônicos, é que a corrente reversa nos componentes fabricados com silício é menor
do que nos fabricados com germânio, ou seja, o silício e menos sensível à temperatura.

Existe uma outra componente que contribui para a corrente reversa, que é a corrente
de fuga superficial. devido a impurezas(por exemplo poeiras) localizadas na superfície
do cristal, um trajeto ôhmico pode ser criado, viabilizando a circulação desta corrente
reversa pela superfície do mesmo. Esta componente depende da tensão reversa
aplicada ao diodo. Resumindo, duas componentes contribuem para a corrente reversa,
a dos portadores minoritários, que depende da temperatura e a corrente de fuga
superficial, que depende da tensão reversa aplicada aos terminais do diodo.

Não se preocupe, por hora, com a corrente reversa, normalmente ela é tão pequena,
que na maioria dos casos é desprezada.

TENSÃO DE RUPTURA

Temos que ter cuidado quando vamos polarizar um diodo reversamente, pois existe
um valor de tensão máxima que cada diodo suporta estando polarizado desta forma,
que é a tensão de ruptura. Se a tensão reversa nos terminais do diodo ultrapassa o
valor de ruptura, o mesmo conduz intensamente, danificando-se por excesso de
dissipação de calor. Por exemplo, um 1N4001 suporta no máximo 50v quando
polarizado reversamente.

O motivo desta condução destrutiva na ruptura é um efeito conhecido como avalanche.


quando o diodo está polarizado reversamente, circula pelo mesmo uma pequena
corrente reversa causada pelos portadores minoritários. Um aumento na tensão
reversa pode acelerar estes portadores minoritários, causando choque destes com os
átomos do cristal. Estes choques podem desalojar elétrons de valência, enviando-os
para a banda de condução, somando-se aos portadores minoritários, aumentando
ainda mais o número de elétrons livres e conseqüentemente de choques. o processo
continua até ocorrer um avalanche de elétrons (alta corrente elétrica), que causará a
destruição do diodo.

RETIFICAÇÃO DE MEIA ONDA

RELÉ

Os relés são componentes eletromecânicos capazes de controlar circuitos externos de


grandes correntes a partir de pequenas correntes ou tensões, ou seja, acionando um
relé com uma pilha podemos controlar um motor que esteja ligado em 110 ou 220 volts,
por exemplo.

O funcionamento dos relés é bem simples: quando uma corrente circula pela bobina,
esta cria um campo magnético que atrai um ou uma série de contatos fechando ou
abrindo circuitos. Ao cessar a corrente da bobina o campo magnético também cessa,
fazendo com que os contatos voltem para a posição original.
Os relés podem ter diversas configurações quanto aos seus contatos: podem ter
contatos NA, NF ou ambos, neste caso com um contato comum ou central (C).

Os contatos NA (normalmente aberto) são os que estão abertos enquanto a bobina não
está energizada e que fecham, quando a bobina recebe corrente. Os NF (normalmente
fechado) abrem-se quando a bobina recebe corrente, ao contrário dos NA. O contato
central ou C é o comum, ou seja, quando o contato NA fecha é com o C que se
estabelece a condução e o contrário com o NF.
Explicar as pinagens e passar a numeração
Do pino
85
86
30
87
50
e linha 15

Vantagens
Desvantagens
Varios formatos
Alta imunidade a EMI Baixa expectativa de vida
Alta isolação entre saidas Tempo de atuação longo
Baixo custo Barulho nos contatos
Varios modos de alimentação Chaveamento gera EMI
Baixa resistência Baixa resistência mecânica
Baixa capacitância

O circuito ao lado deve ao acionar um botão


realizar a seguinte função acionar a carga
“LÂMPADA”.
Medir as tensões nos pontos e anotar:

PONTOS
A
B
C
D
E