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S aúde P ública 500 questões comentadas para Provas e Concursos

Saúde Pública

500 questões comentadas

S aúde P ública 500 questões comentadas para Provas e Concursos
S aúde P ública 500 questões comentadas para Provas e Concursos

para Provas e Concursos

Autores MARCELO GURGEL CARLOS DA SILVA Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública

Autores

Autores MARCELO GURGEL CARLOS DA SILVA Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da
Autores MARCELO GURGEL CARLOS DA SILVA Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da

MARCELO GURGEL CARLOS DA SILVA

Doutor em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da USP. Pós-Doutor em Economia da Saúde pela Universidade de Barcelona-Espanha. Professor titular de Saúde Pública da Universidade Estadual do Ceará (UECE). Professor do Doutorado em Saúde Coletiva AA UECE/UFC/Unifor. Professor do Programa de Pós-Graduação (Mestrado e Doutorado) em Saúde Coletiva da UECE. Fundador e ex-coordenador do Mestrado Acadêmico em Saúde Pública e do Curso de Medicina da UECE. Coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto de Câncer do Ceará. Médico aposentado da Secretaria de Saúde do Estado do Ceará. Membro titular da Academia Cearense de Medicina, da Academia Brasi- leira de Médicos Escritores. Sócio da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores – Regional Ceará e do Instituto do Ceará (Histórico, Geográfico e Antropológico).

Marcelo Gurgel Carlos da Silva Epidemiologia básica Questões 01 Do ponto de vista epidemiológico, a
Marcelo Gurgel Carlos da Silva Epidemiologia básica Questões 01 Do ponto de vista epidemiológico, a

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

Marcelo Gurgel Carlos da Silva Epidemiologia básica Questões 01 Do ponto de vista epidemiológico, a descrição

Epidemiologia básica

Questões

01
01

Do ponto de vista epidemiológico, a descrição de uma doença

significa notadamente:

a) caracterizar os diferentes períodos da doença quando atinge o indivíduo.

b) valiar os recursos que são empregados na assistência aos casos dessa doença.

c) revelar os problemas de saúde-doença em nível coletivo.

d) descrever as características de doenças nos diferentes períodos da história.

e)

identificar o seu agente causal.

02
02

Dentre os diferentes usos da Epidemiologia, propostos por

Morris, incluem-se:

I) diagnosticar a situação da saúde de uma comunidade.

II) identificar possíveis associações causais de doenças.

III) estimar os riscos individuais e as probabilidades de adoecer.

IV) avaliar os serviços de saúde. 03 Desses usos, estão mais vinculados ao planejamento em
IV)
avaliar os serviços de saúde.
03
Desses usos, estão mais vinculados ao planejamento em saúde:
A)
todos (I a IV).

B) somente I, III e IV.

C) somente I, II e IV.

D) somente I e IV.

E) somente III e IV.

Epidemiologia Básica

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19

04
04

“É um conjunto de conceitos, métodos e formas de ação prática

que se aplicam ao conhecimento e transformação do processo saúde-doença na dimensão coletiva ou social”. Essa interpretação corresponde ao propósito da:

A) epidemiologia histórica.

B) epidemiologia analítica.

C) epidemiologia social.

D) epidemiologia descritiva.

E)

epistemiologia marxista.

05
05

Das seguintes afirmações relativas à epidemiologia social,

assinale a FALSA.

A) Seus principais idealizadores e pensadores são autores latino-ameri- canos.

B) Sua visão dialética se posiciona favoravelmente à fatalidade do “natu- ral” e do “tropical”.

C) Dá ênfase ao estudo da estrutura sócio-econômica a fim de explicar o processo saúde-doença de maneira histórica.

D) Tem a epidemiologia como um dos instrumentos de transformação social.

E) Usa conceitos básicos extraídos da sociologia, economia, ciência polí- tica e antropologia médica. 06
E) Usa conceitos básicos extraídos da sociologia, economia, ciência polí-
tica e antropologia médica.
06
Segundo o modelo de Leavell & Clark, no período da
pré-patogênese
podem
ser aplicadas as seguintes medidas

preventivas:

A) promoção da saúde e proteção específica.

B) diagnóstico precoce e tratamento imediato.

C) promoção da saúde e diagnóstico precoce.

D) proteção específica e diagnóstico precoce.

E) promoção da saúde, proteção específica e diagnóstico precoce.

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Marcelo Gurgel Carlos da Silva

06
06

secundária:

Pelo modelo de Leavell & Clark, são medidas de prevenção

A)

B)

C)

a promoção da saúde e a proteção específica.

a proteção específica e o diagnóstico precoce e tratamento imediato.

o diagnóstico precoce e tratamento imediato e a limitação da incapacidade.

a limitação da incapacidade e a reabilitação.

o diagnóstico precoce e tratamento imediato, a limitação da incapaci- dade e a reabilitação.

D)

E)

07
07

“É o intervalo de tempo durante o qual o paciente apresenta

manifestações inespecíficas”. Essa definição se aplica ao período:

A) de incubação.

B) prodrômico.

C) de transmissibilidade.

D) prê-patogênico.

E) patogênico. 08 Com relação à história natural da doença, é INCORRETO afirmar que:
E)
patogênico.
08
Com relação à história natural da doença, é INCORRETO afirmar
que:

A) tem desenvolvimento em dois períodos seqüenciados: o patológico

e o epidemiológico.

B) no período epidemiológico, o interesse é dirigido para as relações sus- cetível-ambiente.

C) no período patológico, interessam as modificações que se passam no organismo vivo.

D) abrange dois domínios interagentes, consecutivos e mutuamente ex- clusivos, que se completam.

E) o meio ambiente é onde ocorrem as pré-condições, enquanto o meio interno é o locus da doença.

Epidemiologia Básica

|

21

09 I.
09
I.

Os estudos de prevalência:

identificam somente aqueles casos que estão vivos e diagnosticáveis na época da avaliação.

II. não incluem nos casos aqueles que já faleceram.

III. incluem os casos que já foram curados.

IV. permitem uma compreensão clara da relação temporal entre um fa- tor causal e uma doença.

Está(ão) correta(s) somente

A) I.

D) I, II e III.

B) II.

E) I, III e IV.

C) I e II.

10
10

”O Serviço de Medicina do Trabalho de uma grande fábrica

realiza um check-up de todos os empregados ao completarem 50 anos de idade. A avaliação dos resultados durante cinco anos de implantação desse programa revelou que de 500 empregados examinados, 100 tinham lesões eletrocardiográficas sugestivas de infarto do miocárdio, ou seja 20%”. A medida acima relatada trata-se de uma taxa de:

A) incidência.

B) prevalência instantânea.

prevalência por período.

C)

D) letalidade.

E) incidência-densidade.

11 A)
11
A)

Representam uma vantagem das taxas ajustadas:

são taxas sintéticas reais.

B) têm cálculo fácil para comparações internacionais.

C) operam com subgrupo homogêneos.

D) são taxas detalhadas, úteis para fins epidemiológicos e de Saúde Pública.

E) as diferenças na composição dos grupos são “removidas”, permitindo comparações sem vícios.

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Marcelo Gurgel Carlos da Silva

12 A)
12
A)

A incidência-densidade é expressa pelo número de casos:

novos dividido pelo número total de pessoas-ano em risco.

B) novos e antigos dividido pelo número total de pessoas-ano em risco

C) novos dividido pelo número total de pessoas em risco por um perío- do específico de tempo

D) novos dividido pelo número de pessoas em risco presentes no início do acompanhamento

E) novos e antigos dividido pelo total de pessoas em risco por um perí- odo específico de tempo.

QUESTõES 13 A 22

A figura abaixo ilustra a ocorrência de 10 casos de uma doença

, J) em um grupo de 100 pessoas seguidas no período de três

(A, B,

anos (2012 a 2014).

2012 2013 2014 o A o B o C o D o E o F
2012
2013
2014
o
A
o
B
o
C
o
D
o
E
o
F
o
G
o
H
o
I
o
J

Nota: FIG. OCORRÊNCIA DA DOENÇA EM 100 PESSOAS SOB RISCO DE 2002 A 2004.

Com base na ilustração e considerando que a doença deixa imunidade permanente aos seus acometidos, responda as questões de 13 a 22.

LEGENDA:

o Início da doença

_ Duração da doença

Epidemiologia Básica

13 A A) 0,40%.
13
A
A) 0,40%.

prevalência da doença no início de 2012 foi:

D) 6,00%.

|

23

B) 4,00%. E) N.R.A. C) 4,17%. 14 A prevalência da doença no início de 2013
B) 4,00%.
E) N.R.A.
C)
4,17%.
14
A
prevalência da doença no início de 2013 foi
A) 4,00%.
D) 9,00%.
B) 6,00%. E) N.R.A. C) 6,38%. 15 A prevalência da doença no final de 2013
B) 6,00%.
E) N.R.A.
C)
6,38%.
15
A
prevalência da doença no final de 2013 foi:
A) 2,00%.
D) 8,00%.
B) 4,00%. E) N.R.A. C) 6,00%. 16 A incidência da doença em 2012 foi: A)
B) 4,00%.
E) N.R.A.
C)
6,00%.
16
A
incidência da doença em 2012 foi:
A) 4,17%.
D) 2,00%

B) 4,00%.

E) N.R.A.

C) 2,08%. 17 Os casos incidentes em 2013 foram: A) C, E, G e J.
C)
2,08%.
17
Os casos incidentes em 2013 foram:
A)
C, E, G e J.
D) G e J.

B) C, E e J.

E) N.R.A.

C) C e E. 18 A incidência da doença em 2013 foi: A) 2,00%. D)
C)
C e E.
18
A
incidência da doença em 2013 foi:
A) 2,00%.
D) 4,26%.
B) 2,17%.
E) N.R.A.

C) 4,00%.

Epidemiologia Básica Epidemiologia básica Respostas 01 (C) A epidemiologia, nos estudos de distribuição das doenças,
Epidemiologia Básica Epidemiologia básica Respostas 01 (C) A epidemiologia, nos estudos de distribuição das doenças,

Epidemiologia Básica

Epidemiologia básica

Respostas

Epidemiologia Básica Epidemiologia básica Respostas 01 (C) A epidemiologia, nos estudos de distribuição das doenças,
01
01

(C) A epidemiologia, nos estudos de distribuição das doenças,

tem por objetivo revelar os problemas de saúde-doença em nível coletivo, possibilitando o detalhamento do perfil epidemiologico da população com vistas à promoção de saúde.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 11-2.

02
02

(B) Morris, classicamente, distinguiu sete usos importantes

da Epidemiologia; desses usos, quatro estavam mais vinculados ao planejamento em saúde, a saber: 1. diagnóstico dos problemas de saúde na comunidade; 2. permite fazer projeções; 3. identificação dos grupos mais vulneráveis; 4. métodos de avaliação (serviços e técnicas).

Ref.: Armijo. Epidemiologia. p. 37-40.

03 (C)
03
(C)

A epidemiologia social dá ênfase ao estudo da estrutura

sócio-econômica a fim de explicar o processo saúde-doença de maneira histórica, mais abrangente, tendo a epidemiologia como um dos instrumentos de transformação social.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 13.

04 (B)
04
(B)

A visão dialética da epidemiologia se posiciona contra a

fatalidade do “natural” e do “tropical”. Os demais enunciados estão de acordo com a base doutrinária da epidemiologia social.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 13.

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Marcelo Gurgel Carlos da Silva

05 (A)
05
(A)

No período pré-patogênico o nível de aplicação das medidas

preventivas, segundo Leavell & Clark, é o da prevenção primária, feita por meio da promoção da saúde e da proteção específica.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 21-2; Leavell & Clark. Medicina Preventiva. p. 147.

06 (C)
06
(C)

Pelo modelo de Leavell & Clark, o diagnóstico precoce e

tratamento imediato e a limitação da incapacidade são medidas preventivas do nível secundário.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 21-2; Leavell & Clark. Medicina Preventiva. p. 21-3.

07
07

(B) O período prodrômico vai desde o aparecimento dos

primeiros sintomas e sinais da doença em causa até que surjam aqueles que lhe são característicos, permitindo o diagnóstico ou, pelo menos, o levantamento de hipóteses diagnósticas em um campo mais restrito.

Ref.: Leser et al. Elementos de Epidemiologia Geral. p. 94.

08 (A)
08
(A)

A história natural da doença, portanto, tem desenvolvimento

em dois períodos seqüenciados: o período epidemiológico e o período patológico. No primeiro, o interesse é dirigido para as relações suscetível-ambiente; no segundo, interessam as modificações que se passam no organismo vivo. Abrange, portanto, dois domínios interagentes, consecutivos e mutuamente exclusivos, que se completam: o meio ambiente, onde ocorrem as pré-condições, e o meio interno, locus da doença, onde se processaria, de forma progressiva, uma série de modificações bioquímicas, fisiológicas e histológicas, próprias de uma determinada enfermidade.

Ref.: Rouquayrol et al. In: Rouquayrol. Epidemiologia & Saúde. 7.ed. p. 13-20.

09 (C)
09
(C)

Os estudos de prevalência identificam somente aqueles

casos que estão vivos e diagnosticáveis na época da avaliação. Os casos prevalentes podem ser um subgrupo viciado de todos os casos

Epidemiologia Básica

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47

porque eles não incluem aqueles que já faleceram ou foram curados. Além disso, estudos de prevalência, comumente, não permitem uma compreensão clara da relação temporal entre um fator causal e uma doença.

Ref.: Fletcher. Epidemiologia Clínica. 4.ed. p. 87-8.

A

prevalência

instantânea

ou

10 (B)
10 (B)

a

freqüência da doença em um“ponto”de tempo dado, independente de quando começaram os casos. O “ponto” no caso em análise é completar 50 anos de idade para se fazer o check-up e as lesões estão presentes nesse momento mas já existiam desde datas indeterminadas.

Ref.: Guerrero et al. Epidemiología. p. 36-51; Lima et al. In: Rouquayrol. Ep- idemiologia & Saúde. 7.ed. p. 36-8.

momentânea

indica

11
11

(E) As taxas brutas são sintéticas e reais e de cálculo fácil para

comparações internacionais. As taxas específicas se aplicam a subgrupos homogêneos e são úteis para fins epidemiológicos e de Saúde Pública. As taxas ajustadas ou padronizadas são afirmações condensadas; nelas, as diferenças na composição dos grupos são “removidas”, a que permite comparação sem vício.

Ref.: Mausner & Bahn. Introdução à Epidemiologia. p. 88.

12
12

(A) “Na tentativa de manter a contribuição de cada sujeito

proporcional ao seu intervalo de seguimento, o denominador de uma medida de incidência-densidade não é as pessoas em risco por um período específico de tempo, mas as pessoas-tempo em risco para o evento. Um indivíduo seguido por 10 anos sem se tornar um caso contribui com 10 pessoas-ano, enquanto que um indivíduo seguido por um ano contribui apenas com 1 pessoa- ano para o denominador. A incidência-densidade é expressa pelo número de casos novos dividido pelo número total de pessoas- ano em risco.”

Ref.: Fletcher et al. Epidemiologia Clínica. 4.ed. p. 89.

Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Questões QUESTõES 1 E 2 Baseado na história abaixo
Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Questões QUESTõES 1 E 2 Baseado na história abaixo

Estatísticas de Saúde

Estatísticas de Saúde

Questões

Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Questões QUESTõES 1 E 2 Baseado na história abaixo relatada,

QUESTõES 1 E 2 Baseado na história abaixo relatada, responda as questões seguintes:

“Pedreiro, 42 anos, estava trabalhando em um andaime, na altura do 3º andar, quando caiu acidentalmente. Foi conduzido ao Hospital de Pronto Socorro, onde se constatou a gravidade do caso, representada por coma neurológico e sinais de hipovolemia. No curso do atendimento de emergência, decorrida cerca de uma hora da admissão, o paciente teve parada cárdio-respiratória irreversível às manobras ressucitatórias. O relatório de autópsia identificou traumatismos múltiplos (crânio, tórax e membros inferiores) e hemotórax à D”.

01 A A)
01
A
A)

causa básica da morte foi:

queda acidental de andaime.

B) politraumatismo.

C) choque hipovolêmico.

D) coma neurológico.

E) hemotórax. 02 A declaração de óbito deve ser assinada por: A) médico do Serviço
E)
hemotórax.
02
A
declaração de óbito deve ser assinada por:
A)
médico do Serviço de Verificação de óbito.

B) médico do Instituto Médico Legal.

C) médico-perito do Ministério do Trabalho.

D) neurologista da equipe médica do Pronto Socorro.

E) médico-socorrista que coordenou o atendimento ao paciente.

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Marcelo Gurgel Carlos da Silva

QUESTõES 3 A 5 “Paciente do sexo masculino, 33 anos, deu entrada em Pronto Socorro com um quadro de abdome agudo. Submetido à laparotomia exploradora, foi identificada e corrigida cirurgicamente uma perfuração duodenal devida a úlcera duodenal. Evoluiu, desfavoravelmente, com manifestação de peritonite, tendo o paciente feito parada cárdiorrespiratória no terceiro dia do pós-operatório. O paciente era portador também de valvulopatia mitral reumática, já tendo apresentado insuficiência respiratória cardíaca congestiva, mantendo-se ultimamente compensado e sob medicação”. Com base nessa história, responda as três questões que se seguem.

03 A A)
03
A
A)

causa básica da morte foi a(o):

peritonite.

D) abdome agudo.

E) valvulopatia mitral reumática.

B) perfuração do duodeno.

C) úlcera duodenal. 04 A causa imediata da morte foi a: A) parada cardiorrespiratória. D)
C)
úlcera duodenal.
04
A
causa imediata da morte foi a:
A)
parada cardiorrespiratória.
D) úlcera duodenal.

B)

C)

peritonite. perfuração do duodeno.

E) valvulopatia mitral reumática.

05
05

No preenchimento da declaração de óbito, a valvulopatia mitral

reumática deve:

A) ser mencionada na parte Ia como causa imediata da morte.

B) ser mencionada na parte Ia como causa básica da morte.

C) figurar na parte II como causa contribuinte da morte.

D) ser omitida, pois não participa da cadeia de eventos que culminou em morte.

E) N.R.A.

QUESTõES 6 A 8 “Paciente do sexo feminino, 48 anos, foi internada em hospital devido a insuficiência cardíaca congestiva, sofrendo parada cárdio-

Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Respostas 01 RESPOSTAS 1 E 2 (A) No caso
Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Respostas 01 RESPOSTAS 1 E 2 (A) No caso

Estatísticas de Saúde

Estatísticas de Saúde

Respostas

Estatísticas de Saúde Estatísticas de Saúde Respostas 01 RESPOSTAS 1 E 2 (A) No caso de
01
01

RESPOSTAS 1 E 2

(A) No caso de mortes violentas (acidentes, suicídios, homicídios),

por definição, a causa básica é a “circunstância do acidente ou violência”. Na questão, a circunstância do acidente, também chamada de causa externa da lesão, foi a “queda acidental de andaime”, enquanto que a conseqüência (politraumatismo, ferimentos etc.) é dita natureza da lesão. Para o propósito de estatísticas de mortalidade segundo causa básica somente interessa causa externa.

Ref.: Laurenti & Melo Jorge. O atestado de óbito. p.30-47.

02
02

(B) Nos casos de mortes violentas, preencher e assinar as

declarações de óbitos são da responsabilidade dos médicos dos Institutos Médico-Legais (IML), após a realização da autópsia, conforme dispõem as leis brasileiras vigentes.

Ref.: Laurenti & Melo Jorge. O atestado de óbito. p.30-47.

03 (C)
03
(C)
04 (B)
04
(B)
05 (C) A
05
(C)
A

RESPOSTAS 3 A 5

úlcera duodenal foi a causa básica, pois inicia a sucessão de eventos

que culminou com a morte do paciente: a perfuração duodenal e

a peritonite, esta última se destacando como a causa imediata da

morte. A afecção cardíaca, embora não tenha relação causal com a

82 |

Marcelo Gurgel Carlos da Silva

úlcera duodenal, influiu certamente para o agravamento do caso ao comprometer o estado geral do paciente, daí porque a valvulopatia mitral reumática deve figurar na parte II, como causa contribuinte dessa morte.

Ref.: Laurenti et al. Estatísticas de saúde. 2.ed. p.66-78; Brasil. Ministério da Saúde. Manual de instrução para preenchimento da declaração de óbito. p.23-31; Bra- sil. Ministério da Saúde. Manual de procedimentos do sistema de informação de mortalidade (SIM).

RESPOSTAS 6 A 8

06 (B)
06
(B)
07 (D)
07
(D)
08 (C) A
08
(C)
A

febre reumática (parte Ic), ocorrida há 36 anos foi quem

desencadeou o processo, ou seja, a causa básica, resultando em seqüela valvular (dupla lesão mitral) (parte Ib), produtora do quadro de insuficiência cardíaca congestiva, a causa terminal de morte (parte Ia). A hipertensão arterial e o diabetes mellitus participaram agravando o quadro clínico, logo, figuram como causas contribuintes

na parte II da declaração de óbito.

Ref.: Laurenti et al. Estatísticas de saúde. 2.ed. p.66-78.

09 (C)
09
(C)
10 (D) A
10
(D)
A

RESPOSTAS 9 E 10

doença de base foi a hipertensão arterial que respondeu

pelo desenvolvimento da insuficiência cardíaca congestiva e da insuficiência renal crônica. O quadro de apendicite figura como intercorrência que, apesar de resolvida cirurgicamente, concorreu para o agravamento da condição cardíaca do paciente, devendo, por conseguinte, ser relacionado na parte II da declaração de óbito.

Ref.: Laurenti et al. Estatísticas de saúde. 2.ed. p.66-78.