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SISTEMA DE ENSINO UNILINHARES

DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR

MANUAL PARA ELABORAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DE


TRABALHOS ACADÊMICOS

LINHARES
2004
SISTEMA DE ENSINO UNILINHARES
DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR

MANUAL PARA ELABORAÇÃO E NORMALIZAÇÃO DE


TRABALHOS ACADÊMICOS

2a edição
revista e ampliada

LINHARES
2004
PREFÁCIO

A Unilinhares apresenta o Manual de Normalização de Trabalhos


Acadêmicos, cujo objetivo é estabelecer as diretrizes básicas para a estruturação
e apresentação de trabalhos acadêmicos, técnicos e científicos, além de orientar,
de forma simplificada, os docentes e discentes desta Instituição sobre as normas
técnicas da ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas, com o intuito de
auxiliar na produção de pesquisas e monografias de excelente qualidade
científica.
Informamos que o Manual está ao alcance de toda a comunidade
acadêmica, no site da UNILINHARES e esperamos que contribua positivamente
para o fortalecimento do processo ensino-aprendizagem desta Instituição.

Marinete Bianchi Canzian Baptista


Diretora Geral da Unilinhares
SUMÁRIO

1 ESTRUTURA DO TRABALHO.................................................... 6

1.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS..................................................... 6

1.1.1 Capa.............................................................................................. 6
1.1.2 Folha de Rosto............................................................................. 7
1.1.3 Folha de Aprovação..................................................................... 7
1.1.4 Páginas preliminares opcionais................................................... 7
1.1.4.1 Dedicatória.................................................................................... 7
1.1.4.2 Agradecimento.............................................................................. 7
1.1.4.3 Epígrafe......................................................................................... 7
1.1.5 Resumo em português.................................................................. 8
1.1.6 Resumo em língua estrangeira..................................................... 8
1.1.7 Lista de ilustrações, de tabelas, de abreviaturas e siglas, e lista 8
de símbolos...................................................................................
1.1.8 Sumário........................................................................................ 9

1.2 ELEMENTOS TEXTUAIS............................................................ 9

1.2.1 Introdução..................................................................................... 9
1.2.2 Desenvolvimento........................................................................... 9
1.2.3 Conclusão..................................................................................... 9

1.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS.................................................... 9


1.3.1 Referências................................................................................... 9
1.3.2 Glossário....................................................................................... 10
1.3.3 Apêndices..................................................................................... 10
1.3.4 Anexos.......................................................................................... 10
1.3.5 Índice............................................................................................. 10

2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO........................... 11

2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS........................................................ 11


2.2 Capa............................................................................................. 11
2.3 Folha de Rosto............................................................................... 12
2.4 Folha de Aprovação...................................................................... 13
2.5 Páginas preliminares opcionais.................................................... 13
2.6 Resumo......................................................................................... 13
2.7 Listas de ilustrações, de tabelas, de abreviaturas e siglas, e de 14
símbolos .......................................................................................
2.8 Sumário......................................................................................... 14
2.9 Referências................................................................................... 14
2.10 Paginação..................................................................................... 14
2.11 Numeração progressiva das seções............................................. 14

3 CITAÇÕES.................................................................................... 16

3.1 TIPOS DE CITAÇÕES.................................................................. 16

3.2 SISTEMA DE CHAMADA............................................................. 18

3.2.1 Sistema de chamada autor-data................................................... 18


3.2.2 Sistema de chamada numérico.................................................... 26

4 NOTAS DE RODAPÉ................................................................... 28

5 REFERÊNCIAS............................................................................ 34

5.1 ELEMENTOS E REGRAS GERAIS.............................................. 34

5.1.1 Autoria........................................................................................... 35
5.1.2 Título............................................................................................. 39
5.1.3 Edição........................................................................................... 39
5.1.4 Imprenta........................................................................................ 40
5.1.5 Editora........................................................................................... 41
5.1.6 Data da publicação....................................................................... 42
5.1.7 Descrição física........................................................................... 43
5.1.8 Ilustrações.................................................................................... 44
5.1.9 Notas............................................................................................. 44

5.2 DOCUMENTOS IMPRESSOS E REGISTRADOS....................... 44

5.2.1 Livros............................................................................................. 44
5.2.2 Relatórios...................................................................................... 46
5.2.3 Teses, dissertações, monografias e outros trabalhos 47
acadêmicos...................................................................................
5.2.4 Eventos científicos....................................................................... 47
5.2.5 Publicações periódicas.................................................................. 48
5.2.6 Separatas....................................................................................... 50
5.2.7 Tradução de livros......................................................................... 50
5.2.8 Normas técnicas........................................................................... 51
5.2.9 Documentos legislativos.............................................................. 51
5.2.10 Bíblia............................................................................................. 53
5.2.11 Entrevistas.................................................................................... 54
5.2.12 Projetos de pesquisa.................................................................... 54
5.2.13 Documentos não publicados (obras inéditas).............................. 54
5.2.14 Documentos cartográficos............................................................ 54
5.2.15 Gravações sonoras...................................................................... 55
5.2.16 Filmes e Gravações em cassete.................................................. 56
5.2.17 Fotografias................................................................................... 57
5.2.18 Bula de remédio.......................................................................... 57

5.3 DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES ELETRÔNICAS.................. 57


5.3.1 Arquivo de dados e textos criados no computador....................... 57
5.3.2 Programas computacionais (softwares)........................................ 58
5.3.3 Disquetes...................................................................................... 58
5.3.4 Livros............................................................................................. 58
5.3.5 Eventos científicos........................................................................ 59
5.3.6 Publicações periódicas................................................................. 60
5.3.7 Base de dados.............................................................................. 61
5.3.8 Fontes eletrônicas On-line............................................................ 62

REFERÊNCIAS.......................................................................................... 64

APÊNDICES.............................................................................................. 65
7

1 ESTRUTURA DO TRABALHO

De acordo com a NBR 14724: 2002, um trabalho acadêmico deve corresponder à


seguinte estrutura (APÊNDICES A e B):

Estrutura Elemento Condição


Pré-textuais Capa Obrigatório
Lombada Opcional
Folha de Rosto Obrigatório
Folha de Aprovação Obrigatório
Dedicatória(s), Agradecimento(s) e
Epígrafe Opcionais
Resumo em Português Obrigatório
Resumo em Língua Estrangeira Obrigatório
Lista de Ilustrações, de Tabelas, de
Abreviaturas, de Siglas e de Símbolos Opcionais
Sumário Obrigatório

Textuais Introdução Obrigatório


Desenvolvimento Obrigatório
Conclusão Obrigatório
Pós-textuais Referências Obrigatório
Glossário Opcional
Apêndice(s) Opcional
Anexo(s) Opcional
Índice(s) Opcional

A Folha de Aprovação só será exigida em Monografias, Trabalhos de Conclusão


de Curso, Dissertações e Teses.

1.1 ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS

1.1.1 Capa

Folha inicial do trabalho, apresentada e encadernada conforme o modelo padrão


da UNILINHARES na qual devem constar os seguintes itens (APÊNDICE C):
Nome da Instituição;
Diretoria da Área de Concentração;
Nome do Colegiado de Curso;
Nome(s) do(s) Autor (es);
8

Título do Trabalho e Subtítulo (se houver);


Local da Instituição;
Ano de Entrega.

1.1.2 Folha de Rosto

Contém os elementos essenciais para a identificação do trabalho, na seguinte


ordem (APÊNDICES D e E):
Nome(s) do(s) Autor(es);
Título do Trabalho;
Identificação do Trabalho;
Nome do Orientador;
Local;
Ano de Entrega.

1.1.3 Folha de Aprovação

Deve vir após a Folha de Rosto, contendo (APÊNDICE F):


Nome(s) do(s) Autor(es);
Título do Trabalho e Subtítulo (se houver);
Natureza, Finalidade, Nome da Instituição e Área de Concentração;
Data de Aprovação;
Espaço para a assinatura dos Membros Componentes da Banca Examinadora,
constando a titulação e o nome da Instituição a que pertencem.

1.1.4 Páginas Preliminares Opcionais

São elementos opcionais, apresentados em folhas distintas, seguindo a ordem


proposta (APÊNDICES G, H e I ):

1.1.4.1 Dedicatória

O autor faz homenagens ou dedica seu trabalho a alguém, de maneira sucinta.


9

1.1.4.2 Agradecimento

O autor expressa sua gratidão às pessoas e/ou instituições que, de alguma forma,
colaboraram para a realização do trabalho.

1.1.4.3 Epígrafe

O autor cita algo de autoria alheia que esteja relacionado ao conteúdo do


trabalho.

1.1.5 Resumo em Português

Deverá ser redigido em um único parágrafo, sintetizando o conteúdo do trabalho.


Apresenta os objetivos pretendidos, metodologia e as conclusões do trabalho. A
redação deve ser feita na terceira pessoa do singular com o verbo na voz ativa. O
resumo deve ser composto por uma seqüência ininterrupta de frases concisas e
não por uma enumeração de tópicos. De acordo com a natureza do trabalho,
recomendam-se as seguintes extensões: notas e comunicações breves até 100
palavras; monografias e artigos até 250 palavras; relatórios e teses até 500
palavras ( APÊNDICE J).
De acordo com a NBR 6028: 1990, “As palavras-chave e descritores, quando
empregados no resumo, devem ter destaque especial”.

1.1.6 Resumo em Língua Estrangeira

Elemento obrigatório, redigido em folha própria, que consiste na tradução do


resumo em português para uma língua estrangeira e que deve ser seguido das
palavras-chave referentes ao conteúdo do trabalho (APÊNDICE L).

1.1.7 Lista de Ilustrações, de Tabelas, de Abreviaturas e Siglas, de Símbolos

São elementos opcionais que devem ser listados de acordo com a ordem
apresentada no texto quando o número desses elementos for superior a cinco.
Entende-se por ilustração: desenhos, esquemas, figuras, fluxogramas, fotografias,
gráficos, mapas, organogramas, plantas, quadros, retratos e outros.
10

As listas de ilustrações e de tabelas apresentam as relações desses itens e


devem ser numeradas com algarismos arábicos na ordem em que aparecem no
texto. Os diferentes tipos de ilustrações e tabelas devem ser identificados por sua
denominação específica em listas separadas.
A lista de abreviaturas e siglas deve ser apresentada em ordem alfabética,
seguida das palavras ou expressões correspondentes, e grafada por extenso.
A lista de símbolos deve ser elaborada seguindo a ordem do texto e de acordo
com o correspondente significado (APÊNDICES M, N, O, P, R, S e T).

1.1.8 Sumário

Evidencia a ordem segundo a qual os títulos e subtítulos aparecem no trabalho,


apresentando a numeração das páginas, conforme exemplificado no APÊNDICE
Q.

1.2 ELEMENTOS TEXTUAIS

Parte do trabalho na qual o assunto é disposto dentro de uma seqüência lógica de


raciocínio, com linguagem clara e direta, apresentando três partes distintas: a
INTRODUÇÃO, o DESENVOLVIMENTO e a CONCLUSÃO.

1.2.1 Introdução

Parte inicial do texto na qual são expostos: a delimitação do assunto, os objetivos


da pesquisa, a metodologia e a forma como a idéia foi estruturada pelo(s)
autor(es).
Deve-se escrever a palavra INTRODUÇÃO como título desta parte.

1.2.2 Desenvolvimento

Trata-se do corpo do trabalho no qual o tema é discutido pelo autor. É, portanto,


o espaço do texto referente ao ato de organizar, ordenar as partes, distribuir os
capítulos, os tópicos, os itens e os subitens de acordo com a forma como as
11

idéias foram estruturadas. Não se escreve a palavra DESENVOLVIMENTO como


título desta seção.

1.2.3 Conclusão

De acordo com a NBR 14724: 2002, esse elemento é a “parte final do texto, na
qual se apresentam as conclusões correspondentes aos objetivos ou hipóteses”.
Deve-se escrever a palavra CONCLUSÃO como título desta parte.

1.3 ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS

1.3.1 Referências

Elemento obrigatório no qual, conforme a NBR 6023: 2002 da ABNT, apresenta-


se a relação, em ordem alfabética ou numérica, das obras utilizadas na
elaboração do trabalho.

1.3.2 Glossário

É um elemento opcional, organizado em ordem alfabética, no qual relacionam-se


palavras e expressões de sentido restrito empregadas no texto e acompanhadas
de suas respectivas definições.

1.3.3 Apêndices

Elemento opcional no qual se apresenta um texto ou documento elaborado


pelo(s) próprio(s) autor(es) do trabalho e identificado por letras maiúsculas
consecutivas, travessão, e pelos respectivos títulos. Quando se esgotam todas as
letras do alfabeto, utilizam-se letras maiúsculas duplicadas.
12

1.3.4 Anexos

Elemento opcional que auxilia a compreensão do texto, uma vez que nele deve-
se apresentar o material complementar não elaborado pelo(s) autor(es) do
trabalho. Recomenda-se que os anexos sejam numerados seqüencialmente,
utilizando-se letras maiúsculas consecutivas, travessão, e pelos respectivos
títulos. Quando se esgotam todas as letras do alfabeto, utilizam-se letras
maiúsculas duplicadas.

1.3.5 Índice

Conforme a NBR 6034: 1989, Índice é uma “lista de entradas ordenadas segundo
determinado critério que localiza e remete para as informações contidas num
texto”.
13

2 APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO TRABALHO

2.1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

Os trabalhos devem ser apresentados em papel branco, formato A4


(210x297mm), utilizando-se fonte tipo Arial de tamanho 12 para o texto e fonte de
tamanho 10 para citações de mais de 3 linhas, notas de rodapé, paginação e
legenda de ilustrações e tabelas.
Os parágrafos devem ser iniciados rente à margem esquerda, sem recuo, sendo
separados entre si por espaço maior.
O espaço que separa os títulos das seções deve conter 2 entrelinhas, enquanto o
título da seção posterior deve ser separado da anterior por 3 entrelinhas.
As folhas devem apresentar margens superior e esquerda de 3,0 cm e direita e
inferior de 2,0 cm.
Todos os títulos de capítulos ou de seção primária devem ser iniciados em uma
nova página (mesmo que haja espaço na página anterior) e alinhados à esquerda.
Todo o texto do trabalho deve ser digitado em espaço de 1,5 cm, respeitando-se
as particularidades de cada elemento componente do trabalho.

2.2 CAPA

Apresenta-se o nome da Instituição centralizado, no alto, a 3,0 cm da borda


superior, em letras maiúsculas e destacadas em negrito. Imediatamente a seguir,
separada por um espaço duplo e centralizada, identifica-se a Diretoria da
Instituição.
Logo abaixo, separado por um espaço duplo, também centralizado, apresenta-se
o nome do Colegiado do Curso, em letras maiúsculas e destacadas em negrito.
A seguir, apresenta-se o(s) nome(s) do(s) autor(es), em letras maiúsculas,
centralizado(s), em ordem alfabética e destacado(s) em negrito.
Na seqüência, apresenta-se o título do trabalho, também centralizado, em letras
maiúsculas e destacado em negrito.
A dois espaços acima da margem inferior, é indicado em letras maiúsculas,
centralizado e destacado em negrito, o nome da cidade onde se localiza a
14

instituição responsável pelo trabalho. Na última linha da página, na altura da


margem inferior, é indicado o ano de apresentação, também destacado em
negrito e centralizado. (APÊNDICE C)

2.3 FOLHA DE ROSTO

O(s) nome(s) do(s) autor(es) deve(m) ser apresentado(s) em ordem alfabética,


em letras maiúsculas, em negrito e centralizado(s) a 3,0 cm da borda superior da
folha.
O título do trabalho deve ser apresentado em letras maiúsculas, destacado em
negrito no centro da página e o subtítulo, se houver, precedido do título por dois
pontos.
Alinhada à direita e partindo-se do centro da página, apresenta-se a identificação
do trabalho. A apresentação deve ser feita em letras minúsculas, com exceção
das primeiras letras dos nomes próprios e da disciplina, utilizando-se fonte Arial
10 e espaçamento simples. A Identificação do trabalho informa a natureza do
mesmo (Trabalho Acadêmico, Trabalho de Conclusão de Curso, Monografia,
Dissertação ou Tese), a finalidade, o grau pretendido, a Unidade de Ensino, a
Instituição onde foi apresentado e a área de concentração.
O Nome do Orientador ou Professor da disciplina deve vir logo abaixo e alinhado
à margem direita.
A dois espaços acima da margem inferior é indicado, em letras maiúsculas,
centralizado e destacado em negrito, o nome da cidade onde se localiza a
instituição responsável pelo trabalho.
Na última linha da página, na altura da margem inferior, é indicado o ano de
apresentação, este também destacado em negrito e centralizado. (APÊNDICES D
e E)
Os Trabalhos de Conclusão de Curso, Monografias, Dissertações e Teses,
quando impressos e recomendados pelas bancas examinadoras, deverão conter
a Ficha Catalográfica na parte inferior do verso da Folha de Rosto, de acordo com
a NBR 14724: 2002. A sua elaboração deve ser feita por profissional bibliotecário,
de acordo com o Código de Catalogação Anglo-Americano vigente.
15

2.4 FOLHA DE APROVAÇÃO

Após a Folha de Rosto, apresentar-se-á a Folha de Aprovação, a qual deve


conter o(s) nome(s) do(s) autor(es) em letras maiúsculas, em ordem alfabética,
centralizado(s), em negrito, a partir da margem superior.
A três espaços do(s) nome(s) do(s) autor(es), também em letras maiúsculas,
apresenta-se o título do trabalho, centralizado e destacado em negrito.
A dois espaços do título, apresenta-se a identificação do trabalho, conforme
descrito no item 2.3.
A data de aprovação deve ser apresentada alinhada à direita, em letras
minúsculas, utilizando-se a fonte Arial 10.
O local destinado à assinatura dos membros componentes da Banca
Examinadora deve ser alinhado à direita, constando o nome do
orientador/presidente da banca precedido da sua titulação, bem como seguido
pelo nome da Instituição a que pertence. A seguir, da mesma forma, devem vir os
nomes dos outros componentes da Banca Examinadora. A apresentação deve ser
feita utilizando-se a fonte Arial 10. (APÊNDICE F)

2.5 PÁGINAS PRELIMINARES OPCIONAIS

A apresentação das páginas preliminares opcionais obedece à seguinte


seqüência: Dedicatória, Agradecimentos e Epígrafe. O tamanho do texto e sua
formatação ficam a critério do autor, resguardando-se o senso estético. Somente
aparece o indicativo do título na folha destinada aos agradecimentos.
(APÊNDICES G, H e I)

2.6 RESUMO

Inicia-se com o título centralizado, em letras maiúsculas, e posicionado a três


centímetros da borda superior da folha. Deve-se dar dois espaços após o título
para se iniciar a redação. (APÊNDICE J)
16

Quando se tratar de resumo em língua estrangeira, deve-se dar a mesma


formatação do resumo em língua portuguesa.

2.7 LISTA DE ILUSTRAÇÕES, DE TABELAS, DE ABREVIATURAS E SIGLAS,


DE SÍMBOLOS

Inicia-se com o título centralizado, em letras maiúsculas e em negrito, posicionado


a 3,0 cm da borda superior da folha.
Recomenda-se a elaboração de tais listas quando o número de cada tipo for
superior a cinco.

2.8 SUMÁRIO

Inicia-se com o título centralizado, em letras maiúsculas, e posicionado a 3,0 cm


da borda superior da folha. Após o título, deve-se dar dois espaços para se iniciar
a redação.
A organização e a formatação devem seguir o modelo apresentado no
APÊNDICE Q.

2.9 REFERÊNCIAS

Esta seção se inicia com o título centralizado, em letras maiúsculas e a 3,0 cm da


borda superior da folha. Após o título, deve-se dar dois espaços para se iniciar a
redação. Os autores, instituições ou obras devem ser listados em ordem
alfabética, conforme a seção 5.

2.10 PAGINAÇÃO

A paginação começa a ser contada a partir da Folha de Rosto e numerada a partir


da primeira folha da parte textual (primeira página da introdução). As folhas
17

devem ser numeradas colocando-se o número da página à direita, a dois


centímetros da borda superior.

2.11 NUMERAÇÃO PROGRESSIVA DAS SEÇÕES

A numeração das seções deve obedecer à ordem seguinte:

• Seção Primária

Corresponde às principais divisões do trabalho (capítulos) e serão apresentadas


em letras maiúsculas destacadas em negrito. Toda seção primária deve ter início
em uma nova página, mesmo que haja espaço na página anterior.

• Seção Secundária

Constituída pelas subdivisões da seção primária à qual pertence. Deve ser


apresentada em letras maiúsculas e sem destaque em negrito.

• Seção Terciária

Constituída pelas partes que subdividem a seção secundária (subtítulo). Deve ser
apresentada somente com a inicial da primeira palavra maiúscula e sem destaque
em negrito.

EX:

1 SEÇÃO PRIMÁRIA
1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA
1.1.1 Seção terciária
18

Observações:

Deve-se evitar a subdivisão excessiva das seções. Caso seja necessário o seu
uso, haverá de ser seguida a mesma regra da seção terciária para a quaternária e
a quinária (no máximo).
Não se escrevem as palavras "seção" ou "capítulo" como títulos de uma parte.
19

3. CITAÇÕES

De acordo com a NBR 10520: 2002, a citação é a “menção de uma informação


extraída de outra fonte”. Pode ser uma transcrição ou paráfrase, direta ou indireta,
de fonte escrita ou oral.

3.1 TIPOS DE CITAÇÕES

a) Citação direta ou textual

É a transcrição textual de parte da obra de autor consultado, devendo vir entre


aspas ou destacada graficamente. Caso o texto transcrito já contenha palavras
e/ou expressões entre aspas, estas serão transformadas em aspas simples ou
apóstrofo. A citação direta ou textual pode aparecer como:

• Citação Direta Longa

As citações com mais de três linhas devem ser apresentadas num parágrafo
independente, justificado, com recuo de 4,0 cm da margem esquerda, em espaço
simples, fonte Arial 10 e sem aspas.

Ex.:

Nesta perspectiva concebe-se o conteúdo do status como sendo o conjunto

[...] formado de elementos semelhantes à simpatia pessoal e


identificação, ascendência pessoal e subordinação, domínio e
submissão, e troca de vantagens. Vários, ou mesmo todos esses
elementos estão presentes nos status emparelhados [...]
(CARDOSO; IANNI, 1983, p. 78).

• Citação Direta Curta

A citação de, no máximo, três linhas deve ser inserida no texto e destacada
apenas por aspas duplas.
20

Ex.:

Em momentos de campanha política eleitoral as práticas de trocas se fazem


comuns nos mais diversos recantos do país, pois “uma espécie de obrigação
pode ser balanceada por algum outro benefício [...]” (CARDOSO; IANNI, 1983,
p. 78)

b) Citação livre ou indireta

A citação livre ou indireta ocorre quando se reproduzem idéias e informações do


documento sem, entretanto, transcrever-se as próprias palavras do autor. A
indicação da(s) página(s) consultada(s) é dispensável.

Ex.:

Em um projeto de pesquisa, o problema deve ser apresentado em forma de


pergunta. (GIL, 2000).

ou

Ex.:

Segundo Gil (2000), em um projeto de pesquisa, o problema deve ser


apresentado em forma de pergunta.

c) Citação de Citação

É a menção a um documento cuja referência original não foi utilizada, mas ao


qual se teve acesso através de um outro trabalho. A indicação é feita pelo
sobrenome do autor original, seguida pela expressão: citado por ou apud e pelo
sobrenome do autor, data e página da obra diretamente consultada. Somente o
autor da obra consultada deve ser mencionado nas referências.
21

Ex.:

Segundo Londoño (1991 citado por CASTRO, 1997, p. 38) “[...] com o tempo,
as casas de correção para as crianças infratoras se diferenciam dos asilos de
órfãos e desprotegidos.”

ou

Ex.:

Pode-se afirmar que “[...] com o tempo, as casas de correção para as crianças
infratoras se diferenciam dos asilos de órfãos e desprotegidos.” (LONDOÑO,
1991, apud CASTRO, 1997, p. 38).

3.2 SISTEMA DE CHAMADA

3.2.1 Sistema de Chamada Autor-Data

• Quando a autoria faz parte integrante do texto, menciona-se data e página,


entre parênteses, logo após o sobrenome do autor, o qual deve ser grafado
somente com a letra inicial maiúscula.

Ex.: Autoria de uma obra.

Segundo Gil (2000, p.16) “O problema, num projeto de pesquisa, deve ser
apresentado em forma de pergunta [...]”

Ex.: Autoria de várias obras.

Gil (2000, p. 16), Medeiros (2000, p. 36), Vergara (2003, p. 20) tratam o projeto
de pesquisa [...]
22

• Quando a autoria não fizer parte integrante do texto, esta deve aparecer
entre parênteses no fim da idéia, grafando-se completamente o sobrenome
do autor em letras maiúsculas, seguido da data de publicação e da página.

Ex.: Autoria de uma obra.

“O problema, num projeto de pesquisa, deve ser apresentado em forma de


pergunta [...]” (GIL, 2000, p.16).

Ex.: Autoria de várias obras.

[...] tratam o projeto de pesquisa. (GIL, 2000, p. 16; MEDEIROS, 2000, p. 36;
VERGARA, 2003, p. 20).

• Quando houver coincidência de sobrenomes de autores e data de edição,


acrescentam-se as iniciais de seus prenomes; se mesmo assim existir
coincidência, colocam-se os prenomes por extenso.

Ex.:

(FERREIRA, A., 1973) (FERREIRA, Antonio, 1973)


(FERREIRA, S., 1968) (FERREIRA, Silvio, 1968)

• Quando houver citações de diversos documentos de uma mesma autoria,


publicados no mesmo ano, as mesmas são distinguidas pelo acréscimo de
letras minúsculas, em ordem alfabética, após a data e sem espacejamento.

Ex.:

De acordo com Freire (1992a, p. 78) “A luta pela autonomia da escola não é
antinômica à luta pela escola pública.”

“A educação para a libertação, responsável em face da radicalidade do ser


humano, tem como imperativo ético a desocultação da verdade.” (FREIRE,
• Quando
1992b, p. 92).se tratar de várias obras de uma mesma autoria, publicadas em
23

• No caso de datas anuais diferentes e mencionadas simultaneamente no


texto, cita-se o sobrenome do autor seguido das datas, as quais devem vir
entre parênteses e separadas por vírgula.

Ex.:

Freire (1975, 1992, 1993)

• Quando a autoria de uma obra for de até três autores, todos os


sobrenomes serão citados, observando-se as seguintes particularidades:

- Quando a indicação da fonte consultada estiver inserida na sentença, os


sobrenomes dos autores serão separados por vírgula e os dois últimos serão
conectados pela conjunção e.

Ex.:

De acordo com Silva e Pereira (2001, p. 14) “O processo de desindexação da


economia [...]”

Ex.:

Segundo Batista, Silva e Souza (1999, p. 132) “As manifestações culturais se


dão [...]”

- Quando a indicação da fonte consultada não fizer parte da sentença, os


sobrenomes dos autores serão colocados entre parênteses, grafados em
letras maiúsculas e separados por ponto e vírgula.

Ex.:

“O processo de desindexação da economia [...]” (SILVA; PEREIRA, 2001, p.


14).
24

Ex.:

“As manifestações culturais se dão [...]” (BATISTA; SILVA; SOUZA, 1999, p.


132).

• Citação com mais de três autores

No caso de citação com mais de três autores, a indicação é feita pelo sobrenome
do primeiro autor seguido da expressão latina “et alii” apresentada de forma
abreviada “et al.”, acrescido da data de publicação da obra e da página.

Quando o nome do autor estiver inserido na sentença:

Ex.:
Segundo Bosi et al. (1999, p. 17) “[...] a cultura brasileira [...]”

Quando o nome do autor não estiver inserido na sentença:

Ex.:
“[...] a cultura brasileira [...]” (BOSI et al. 1999, p. 17).

• Quando se tratar de entidades coletivas conhecidas por siglas, deve-se


citar o nome por extenso, acompanhado da sigla na primeira vez que
aparece no texto, seguida da data de publicação e da página e, a partir daí,
usar apenas a sigla.

Ex.:

De acordo com os dados apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e


Estatística – IBGE (2000, p. 18), a população brasileira apresentava [...]

A partir da segunda vez que a sigla aparece no texto:


25

De acordo com os dados apresentados pelo IBGE (2000, p. 20b), a população


estudantil brasileira apresentava [...]

• Quando se faz a citação de trabalhos apresentados em eventos, menciona-


se o nome completo do evento apresentado na ordem direta e grafado com
as iniciais maiúsculas. No fim da citação, entre parênteses, menciona-se o
nome completo do evento grafado com letras maiúsculas e seguido do ano
de publicação.

Os trabalhos apresentados na 1a Semana Acadêmica do Instituto Superior de


Educação “Sagrado Coração”, realizada na cidade de Linhares, em 2004 [...]
(SEMANA ACADÊMICA DO INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO

“SAGRADO CORAÇÃO”, 2004).
• Quando se deseja citar uma obra com autoria desconhecida (documentos

• anônimos) ou conhecida apenas pelo título (como é o caso de periódicos),


a citação é feita da seguinte maneira:

- Quando o título não fizer parte da frase, menciona-se a primeira palavra do


título em letras maiúsculas, seguida por reticências, vírgula, ano de
publicação e página.

Ex.:

“A congada é uma manifestação cultural [...]” (CONGO..., 1977, p. 3).

- Quando, na citação, o título estiver inserido na sentença, este deve


aparecer fora dos parênteses, destacado em itálico e com as letras iniciais
maiúsculas.
26

Ex.:

“De acordo com Congo e Folclores (1977, p. 3), a congada é uma manifestação
cultural [...]”

• Quando se tratar de citações de partes de leis, decretos etc., devem vir


acompanhadas do respectivo número e data.

Ex.:

A Lei Federal no 8069, de 13 de Julho de 1990, regulamentou o ESTATUTO DA


CRIANÇA E DO ADOLESCENTE [...]

• Quando se tratar de documento de autoria de órgão da administração


direta do governo, cuja referência se inicia pelo nome geográfico do país,
Estado ou município, deve-se citar o nome geográfico seguido da data do
documento e da página.

Ex.:

A partir da decisão Majoritária dos Vereadores, o Prefeito Municipal designou


uma comissão para a análise do potencial turístico do município de Linhares
(LINHARES, 1999, p. 12).

• Quando se tratar de uma obra organizada por um ou mais autores com


textos de diferentes autores, procede-se das seguintes maneiras:

- Quando o organizador da obra é também autor do texto, deve-se citar o


sobrenome do organizador (autor), mencionando-se a data e a página
entre parênteses.

Exemplo de organizador e autor do texto:

De acordo com Grinspun (1998, p. 11) “A Orientação Educacional no nosso país


percorreu um longo caminho [...]”
27

- Quando o autor do texto não é o organizador da obra, deve-se citar o


sobrenome do autor, mencionando-se a data e a página entre parênteses:

Exemplo de autor que não é organizador do texto:

Para Villon (1998, p. 97), “A Orientação Educacional viu-se cerceada em seu


trabalho quando mais se intensificou a procura dos culpados pelo fracasso da
• Citação de parte de obra disponível na Internet
educação.”

Para efeito de apresentação de citações colhidas na Internet, segue-se o mesmo


procedimento das citações colhidas em fontes impressas, excetuando-se a
paginação.

Ex.:

A educação à distância tem sido amplamente discutida nos meios acadêmicos.


Segundo Nunes (2000) “A tele educação é mais que a educação via televisão
[...]”

• Citação obtida por meio de canais informais

As informações obtidas de canais informais (conferências, palestras, seminários,


congressos, anotações de aula, entrevista, debates, simpósios e outros eventos)
devem ser indicadas pela expressão informação verbal, entre parênteses. A
autoria e todos os dados disponíveis devem ser informados apenas em nota de
rodapé.

Ex.: No texto:

Os setores com maiores índices de acidentes de trabalho são: prestação de


serviços e construção civil (informação verbal)1.

________________________
1
SILVA, T. Acidentes de trabalho. (Conferência apresentada aos
trabalhadores da Construção Civil Carioca. Rio de Janeiro, 2000).
28

• Documentos anônimos ou de autoria corporativa

No caso de informações obtidas em documentos anônimos ou de autoria


corporativa, as citações podem ser apresentadas, conforme o caso, da seguinte
maneira:

Ex.: Por título


- De acordo com a Enciclopédia de Tecnologia [...] (1972).

Ex.: Por evento


- No Simpósio Internacional Sobre Instalações Hidráulicas [...] (1990).

Ex.:

Por entidades - Conforme os dados do Anuário Estatístico do Brasil (1973), o


número de brasileiros cursando o segundo grau não alcançou os índices
esperados.

ou

O• número de brasileiros cursando o segundo grau não alcançou os índices
esperados (ANUÁRIO ESTATÍSTICO DO BRASIL, 1973).
• Citação de trabalhos não publicados

Na citação de trabalhos não publicados ou de trabalhos em fase de elaboração, o


fato deve ser mencionado entre parênteses, informando-se os dados disponíveis
em notas de rodapé.

Ex.: No texto:

Olhar para Urbes pode dar um prazer especial, por mais comum que possa
ser o panorama (em fase de elaboração)1.
____________________________
1
Urbes, de autoria de Antonio Bezerra Neto, a ser editado pela Editora
Pousada das Letras, 2004.
29

• Tradução em citação

Quando se faz a tradução de parte de um texto de outro autor, deve-se incluir,


após a chamada da citação, a expressão tradução nossa entre parênteses.

Ex.:

“O desenvolvimento da personalidade é um processo submetido a


determinantes que não atuam fora de um sujeito psicológico concreto e de
um espaço interativo de distintos níveis de complexidade e hierarquia [...]”
(REY, 1999, p. 52, tradução nossa).

• Em caso de citações com omissões de palavras

Quando houver supressão de partes intermediárias do texto citado, usam-se


reticências entre colchetes.

Ex.:

“Etapa da pesquisa em que se inicia a aplicação dos instrumentos


elaborados e das técnicas selecionadas [...] que exige do pesquisador
paciência, perseverança e esforço pessoal, além do cuidadoso registro dos
dados e de um bom preparo anterior.” (MARCONI; LAKATOS, 1996, p. 30).

• Em caso de citações em que apareçam acréscimos, explicações ou


comentários, esses são apresentados entre colchetes.

Ex.: “A ciranda [importante manifestação cultural nordestina] é o tipo de


dança praticada [...]” (SILVA, 2002, p. 120).
30

• No caso de citações nas quais aparecem incorreções gramaticais ou


incoerências, faz-se a transcrição literal do texto original seguida da
expressão latina sic, entre parênteses e imediatamente após a palavra ou
expressão incorreta.

Ex.:

“A Câmara Municipal de Linhares acatou a preposição [sic] da emenda


popular [...]” (LINHARES, 1999, p. 13).

• No caso de citação em que autor do trabalho quer enfatizar ou destacar


uma palavra ou trecho de citação direta, usa-se a forma de destaque em
grifo (negrito ou itálico), indicando-se a alteração, após a autoria, através
da expressão “grifo nosso”.

Ex.:

“Etapa da pesquisa em que se inicia a aplicação dos instrumentos


elaborados e das técnicas selecionadas [...] que exige do pesquisador
paciência, perseverança e esforço pessoal, além do cuidadoso registro
dos dados e de um bom preparo anterior.” (MARCONI; LAKATOS, 1996, p.
30, grifo nosso).

3.2.2 Sistema de Chamada Numérico

No sistema de Chamada Numérico, a indicação da fonte é feita por uma


numeração única e consecutiva, em algarismos arábicos, remetendo à lista de
referências no fim do trabalho, do capítulo ou da parte, na mesma ordem que
aparecem no texto. Não se inicia a numeração das citações a cada nova página.
O sistema numérico não deverá ser utilizado quando houver, no texto, notas de
rodapé.
31

A indicação da numeração pode ser feita entre parênteses, alinhada ao texto, ou


situada pouco acima da linha do texto em expoente, após a pontuação que fecha
a citação.

Ex.:

Diz Paulo Freire: “Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na
prática social de que tomamos parte.” (8)

ou

Ex.:

Diz Paulo Freire: “Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na
prática social de que tomamos parte.” 8
32

4 NOTAS DE RODAPÉ

São anotações colocadas no pé da página e indicadas por números. As notas de


rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos ou tecer considerações que não
devem ser incluídas no texto para que não se interrompa a seqüência lógica do
período. Para se fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se algarismos
arábicos, na entrelinha superior, sem parênteses, com numeração consecutiva.
As notas de rodapé se localizam na margem inferior da mesma página onde
ocorre a chamada numérica. São separadas do texto por um traço contínuo de
4,0 cm e digitadas em espaço simples e com caracteres menores (Arial 10) do
que o usado para o texto. Usam-se dois espaços para separar as notas entre si.
Este recurso encontra-se disponível nos diversos editores eletrônicos de texto.

Há dois tipos de notas de rodapé:

• Notas de Referências:

São, em geral, utilizadas para: indicar fontes consultadas, permitindo a


comprovação ou ampliação de conhecimento do leitor; indicar textos relacionados
com as afirmações contidas no trabalho; remeter o leitor a outras partes do
mesmo trabalho ou a outros trabalhos; efetuar comparação de resultados e para
incluir a tradução de citações feitas em língua estrangeira ou indicar a língua
original de citações traduzidas.
Na primeira vez em que uma fonte for indicada nas notas de referências, essa
indicação deverá conter todos os elementos essenciais (autor, título, local, editora
e data). A partir da segunda vez em que uma fonte aparecer indicada em notas de
rodapé, é muito comum o uso de termos, expressões e abreviaturas latinas, tais
como: op. cit. (obra citada), idem (igual à anterior), ibidem (na mesma obra),
passim (aqui e ali) etc., embora as mesmas devam ser evitadas, uma vez que
dificultam a leitura. Em alguns casos, é preferível repetir tantas vezes quantas
forem necessárias as indicações de referência. Essas expressões só podem ser
usadas quando fizerem referência às notas de uma mesma página ou páginas
confrontantes.
33

Ex.:

“Ninguém nasce feito. Vamos nos fazendo aos poucos, na prática social de que
tomamos parte.” 1
___________________
1
FREIRE, Paulo. Política e educação: ensaios. São Paulo: Cortez, 1997.

• Notas Explicativas

As notas explicativas são usadas quando há necessidade de se recorrer a


comentários, explanações, traduções e/ou observações pessoais do autor que
não podem ser incluídos no texto para que não se interrompa a seqüência lógica
do período. Elas devem ser, portanto, breves, sucintas e claras. Concessão de
bolsas e auxílios financeiros para realização de pesquisa, nomes de instituições,
endereços, títulos do autor e outros, são exemplos de notas de rodapé
explicativas. São também usadas para indicar dados relativos à comunicação
pessoal, a trabalhos não publicados e a originais não consultados todavia citados
pelo autor.

Ex.:

“[...] a partir do processo de industrialização, e para atender às necessidades


da indústria nacional nascente, a população brasileira migrou para os grandes
centros urbanos [...]”1
_________________
1
Por “grandes centros urbanos” entende-se aglomerados populacionais nas cidades com
número de habitantes superior a [...]

• Uso de Expressões Latinas

Com exceção da expressão apud, as demais expressões latinas de referência são


usadas sempre em notas de rodapé. São utilizadas para evitar repetições de
fontes citadas anteriormente. Essas expressões devem ser usadas apenas
34

quando se referem às notas de uma mesma folha ou de páginas que se


confrontam. Além daquelas expressões latinas exemplificadas no tópico referente
a NOTAS DE RODAPÉ, destacam-se as seguintes:

• Ibidem ou ibid.

A expressão latina Ibidem ou sua forma abreviada Ibid. significa na mesma obra,
e pode ser usada quando várias citações de uma mesma obra forem feitas,
variando apenas a página e sendo citadas uma imediatamente após a outra.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota


___________________
1
SANCHES VAZQUEZ, Adolfo. Convite à estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1999, p. 11.
2
Ibid., p. 18.
3
Ibid., p. 65.

• Idem ou id.

A expressão latina Idem ou sua forma abreviada Id. significa do mesmo autor.
Pode ser usada em substituição ao nome do autor quando houver utilização de
citações de diferentes obras de mesma autoria apresentadas na mesma folha ou
em páginas confrontantes e sem intercalações de outro autor.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:

__________________
1
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983.
2
Id. Política e educação: ensaios. São Paulo: Cortez, 1997.

• Opus citatum ou opere citato ou op. cit.

A expressão latina Opus citatum (ou opere citato) ou sua forma abreviada op. cit.
significa na obra citada, e pode ser usada após o nome do autor (ou do título,
caso a obra não apresente autoria). Estas expressões são usadas para fazer
35

referência à obra citada anteriormente, na mesma página e quando houver


intercalação de outras notas. Após op. cit., indica-se a página da citação e o
número da nota em que o autor foi citado pela primeira vez.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983,
p. 18.
2
SANCHES VAZQUEZ, Adolfo. Convite à estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1999, p. 11.
3
FREIRE, op. cit., p. 35, nota 1.

• Loco citato ou loc. cit.

Esta expressão latina significa no lugar citado, podendo ser usada para indicar a
mesma página de uma obra já citada, porém com intercalação de outras notas.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983,
p.18.
2
SANCHES VAZQUEZ, Adolfo. Convite à estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1999, p. 11.
3
FREIRE, loc. cit.

• Sequentia ou et seq.

Expressão que significa seguinte ou que se segue e que pode ser usada quando
não se quer citar todas as páginas da obra referenciada quando essas
aparecerem em seqüência.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
FREIRE, Paulo. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1983,
p.18 et seq.
36

• Passim

Expressão que significa aqui e ali e que é utilizada para indicar que as
informações foram retiradas de várias páginas de uma obra referenciada. Indica-
se a página inicial e a final do trecho que contém os conceitos ou informações,
separando-as por um traço.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
SANCHES VAZQUEZ, Adolfo. Convite à estética. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira,
1999, p. 35-62 passim.

• Apud

Expressão que significa citado por. É a única expressão latina de referência que
pode ser empregada tanto nas notas de rodapé, quanto no decorrer do texto.
Emprega-se apud quando se transcrevem palavras ou conceitos de um autor
citados por um terceiro.

- Quando essa expressão aparece no texto:

Ex.:

Segundo Londoño (1991 citado por CASTRO, 1997, p. 39), “[...] com o tempo,
as casas de correção para as crianças infratoras se diferenciam dos asilos de
órfãos e desprotegidos.”

ou

Ex.:

Segundo Londoño (1991 apud CASTRO, 1997, p. 39), “[...] com o tempo, as
casas de correção para as crianças infratoras se diferenciam dos asilos de
órfãos e desprotegidos.”
37

ou

Ex.:

Pode-se afirmar que “[...] com o tempo, as casas de correção para as crianças
infratoras se diferenciam dos asilos de órfãos e desprotegidos.” (LONDOÑO,
1991, p. 133 apud CASTRO, 1997, p. 39).

- Quando essa expressão aparece nas notas de rodapé

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
LONDOÑO, 1991 apud CASTRO, Mônica R. de. Retóricas da rua: educador, criança e
diálogos. Rio de Janeiro: Santa Úrsula, 1997, p. 39.

• Conferere ou Cf.

Expressão que significa conferir ou confrontar. Geralmente, utiliza-se a


forma abreviada Cf. para recomendar a comparação com trabalhos de outros
autores ou com notas do mesmo trabalho.

Ex.: No pé da folha em que aparece a nota:


___________________
1
Cf. CHAUI, Marilena de Souza. Convite à filosofia. 6. ed. São Paulo: Ática, 1997, p. 339-
355.
2
Cf. nota 1 deste capítulo.
38

5 REFERÊNCIAS

A presente seção visa a oferecer subsídios para a elaboração de referências e


está baseada na NBR 6023: 2002 da ABNT e em outras obras especializadas.
Para melhor entendimento, a seção está apresentada em três partes: (1) os
elementos e regras gerais, (2) documentos impressos e registrados, e (3)
documentos e informações eletrônicas.
Referência é um elemento obrigatório que, de acordo com a NBR 6023: 2002, é
definida como: “Conjunto padronizado de elementos descritivos retirados de um
documento que permitem sua identificação individual.”

5.1 ELEMENTOS E REGRAS GERAIS

A referência, conforme a NBR 6023: 2002 da ABNT, é constituída de elementos


essenciais e, quando necessário, acrescida de elementos complementares.
Os elementos essenciais são “informações indispensáveis à identificação do
documento.” (NBR 6023: 2002 da ABNT)
Os elementos essenciais são: autor(es), título, edição, local, editora e data da
publicação.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

Os elementos complementares “São as informações que, acrescentadas aos


elementos essenciais, permitem melhor caracterizar os documentos.” (NBR 6023:
2002 da ABNT)
Os elementos complementares são indicações de outros tipos de
responsabilidade (ilustrador, tradutor, revisor, adaptador, compilador etc.);
informações sobre características físicas do suporte material, subtítulos, número
de páginas e/ou volumes, ilustrações, dimensões, série editorial ou coleção, notas
e ISBN (International Standard Book Numbering), entre outros (NBR 6023: 2002
da ABNT).
39

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003. 323 p.
“Os elementos essenciais e complementares são retirados do próprio documento.

Quando isso não for possível, utilizam-se outras fontes de informação, indicando-
se os dados obtidos entre colchetes”. (NBR 6023: 2002 da ABNT)

Os elementos de referência seguem uma seqüência padronizada e devem ser


transcritos da seguinte maneira:

5.1.1 Autoria

• Um autor
Inicia-se pelo sobrenome do autor, escrito em letras maiúsculas, acompanhado
do(s) prenome(s) somente com as iniciais em letras maiúsculas, seguido(s) de
ponto.

RAMOS, David Fernando.

NESPOLI, Roberto Carlos.

Devido às particularidades dos nomes dos autores, as seguintes regras devem


ser obedecidas:
a) nome estrangeiro deve obedecer a grafia do país/língua de origem.
b) Incluir, após o último sobrenome, o grau de parentesco como JÚNIOR,
FILHO, SOBRINHO, NETO, SEGUNDO.

No texto: Na referência:
ANTONIO BEZERRA NETO BEZERRA NETO, Antonio.

c) No caso de sobrenome composto, entra-se pelo sobrenome composto:

No texto: Na referência:
CAMILO CASTELO BRANCO CASTELO BRANCO, Camilo.
40

d) No caso de sobrenomes precedidos de partículas de, da, e, entra sem a


partícula:

No texto: Na referência:
APARECIDO DJALMA DA SILVA SILVA, Aparecido Djalma da.

• Dois autores
No caso do documento com dois autores, deve-se entrar pelo sobrenome do
primeiro autor seguido do sobrenome do segundo autor, separados por ponto-e-
vírgula.

No documento:
MARGARETE DELAIA SANTANA
MARINETE BIANCHI CANZIAN BAPTISTA

Na referência:
SANTANA, Margarete Delaia; BAPTISTA, Marinete Bianchi Canzian.

• Três ou mais autores

No caso do documento com até três autores, entra-se pelo sobrenome do


primeiro, seguido dos demais, intercalados por ponto-e-vírgula.

No documento:
JOÃO ADORÍS PANDOLFI
APARECIDO DJALMA DA SILVA
DAVID FERNANDO RAMOS

Na referência:
PANDOLFI, João Adorís; SILVA, Aparecido Djalma da; RAMOS, David
Fernando.

No caso de mais de três autores, entra-se pelo sobrenome do primeiro autor


seguido da expressão latina abreviada et al.
41

No documento:
JOÃO ADORÍS PANDOLFI
APARECIDO DJALMA DA SILVA
DAVID FERNANDO RAMOS
RODRIGO OCTÁVIO DE CARVALHO JÚNIOR

Na referência:
PANDOLFI, João Adorís et al.

• Pseudônimos

Nos casos em que a autoria da obra remete a um pseudônimo, a entrada nas


referências deve ocorrer pelo mesmo. No caso de que se conhece o nome da
autoria, mesmo que este assine por pseudônimo, a entrada nas referências deve
ser pelo pseudônimo seguido do nome da autoria entre colchetes.

No documento:
TRISTÃO DE ATHAYDE

Na referência:
ATHAYDE, Tristão [Alceu Amoroso Lima]

• Entidades Coletivas

Quando se tratar de referência a documentos de autoria de órgão da


administração direta do governo, a entrada nas referências dar-se-á pelo nome
geográfico do país, Estado ou município.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura.


LINHARES (ES). Prefeitura Municipal. Secretaria de Obras.

Quando a referência tratar de entidades coletivas representadas por sociedades,


organizações, instituições, entidades de natureza científica, artística ou cultural, a
entrada nas referências dar-se-á pelo nome da própria entidade, seguida da
42

unidade geográfica somente nos casos em que ocorrerem ambigüidades e


coincidências de nomes.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE.


SOCIEDADE PESTALOZZI DE LINHARES.
SOCIEDADE PESTALOZZI DE SÃO MATEUS.

Quando às Entidades coletivas se fizer necessário o acréscimo da indicação de


Unidades Subordinadas, estas são indicadas imediatamente após o nome da
Entidade a que pertencem, grafadas apenas com as letras iniciais maiúsculas.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS. Biblioteca Central.

Quando a Entidade for conhecida por SIGLA, a referência pode ter entrada por
esta, desde que, no texto, o significado da sigla já tenha sido devidamente
explicitado. Recomenda-se manter padrão uniforme no uso de siglas tanto no
texto, quanto na lista de referências.

No texto: Segundo o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e


Extensão Rural...

Na Lista de referências:
INSTITUTO CAPIXABA DE PESQUISA, ASSISTÊNCIA TÉCNICA E
EXTENSÃO RURAL

ou

No texto: Segundo o Incaper...

Na lista de referências:
INCAPER.

• Eventos científicos

Quando a autoria de uma referência for um Evento Científico (congressos,


reuniões, simpósios, conferências e outros similares), a entrada da referência dar-
43

se-á pelo nome do evento seguido da clara indicação do número desse evento
(em algarismos arábicos), do ano de publicação e do local.

No texto:
Considerando os trabalhos apresentados no 14º Encontro Nacional de
Estudantes de Ciências Contábeis [...]

Na lista de Referências:
ENCONTRO NACIONAL DE ESTUDANTES DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS, 14.,
2002, Linhares.

• Coletâneas

No caso da obra ser representada por uma coletânea, deve-se observar na Folha
de Rosto se aparece em destaque o nome de um editor, diretor, compilador,
coordenador ou organizador responsável pela coletânea. Nesse caso, deve-se
dar entrada na lista de referências por esse nome, assinalando, a seguir, a função
abreviada (entre parênteses e com a letra inicial maiúscula). Caso não haja
indicação de responsabilidade, a entrada nas referências deve dar-se pelo título.

BOANERGES, Afrânio (Org.).

• Autoria desconhecida

Quando a obra for de autoria desconhecida, indica-se a primeira palavra do título


em letras maiúsculas, inclusive os artigos definidos e indefinidos.

OS HABITANTES da margem direita do Rio Juruá [...]

5.1.2 Título

No caso de monografias (livros e/ou folhetos, manuais, guias, catálogos,


enciclopédias, dicionários, teses, dissertações etc.), o título deve aparecer tal
como se apresenta no documento citado, destacando-se com grifo (negrito ou
44

itálico). A seguir, menciona-se o subtítulo (quando houver) sem nenhum destaque


e precedido por dois pontos.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas.

5.1.3 Edição

O número da edição deve ser indicado em algarismo arábico, seguido por ponto e
um espaço e pela forma abreviada da palavra edição (ed.). Quando de uma
edição para outra ocorrer inclusão de acréscimos, estes devem ser indicados na
forma abreviada, como, por exemplo: 3. ed. rev.; 5. ed. rev. e aum.; 5. ed. rev. e
atual. 2. ed. reimp.

MEDEIROS, João Bosco. Redação Científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed.

5.1.4 Imprenta

As notas tipográficas conhecidas por imprenta são compostas dos seguintes


elementos: local (cidade), editora e data de publicação.

• Local

Escreve-se o nome do local tal como aparece no documento citado, seguido por
dois pontos.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
45

Quando há coincidência de nomes de cidades (homônimas), acrescenta-se o


nome do Estado ou país.

Ex.:

Santa Maria, RS.


Santa Maria, MA.

Quando, para uma só editora, houver a indicação de mais de um local, deve-se


indicar o primeiro ou o mais destacado:

LIU, B. H. Statistical genomics: linkage, mapping and QTL analysis. New


York: CRC Press, 1998. 611 p.

Nota – Na obra: Boca Raton – London – New York – Washington, D.C.

Quando no documento não aparece o nome da cidade, fazendo-se possível,


entretanto, sua identificação através de outro meio, esta far-se-á entre colchetes:

ANDRADE, Alfredo Sampaio. Criação de codornas. [São Paulo]: Mundo


Agrícola, 1999.

No caso de ser impossível identificar o local onde a obra foi editada, a omissão é
indicada pela abreviatura da expressão latina sine loco [s.l.], entre colchetes.

BERGER, Paulo. Cultura do maracujá. [s.l.]: Paralelas, 1984.

Quando o local da edição coincide com o nome do periódico, não é necessário


repetir o nome do local.
46

5.1.5 Editora

De acordo com a NBR 6023: 2002 da ABNT, “o nome da editora deve ser
indicado tal como figura no documento, abreviando-se os prenomes e suprimindo-
se palavras que designam a natureza jurídica ou comercial, desde que sejam
dispensáveis para a identificação.”

MELO NETO, João Cabral de. Antologia poética. 5. ed. Rio de Janeiro: J.
Olympio, 1979.

Quando na obra figurarem duas editoras, ambas devem ser indicadas com seus
respectivos locais. Caso na publicação figurarem três ou mais editoras, indica-se
apenas a primeira ou a que estiver em destaque.

VIOLANTE, Maria Lúcia Vieira. O dilema do decente malandro: a questão da


identidade do menor – FEBEM. 5. ed. São Paulo: Cortez: Autores Associados,
1989.

ARANTES, Paulo et al. A filosofia e seu ensino. 2. ed. Petrópolis: Vozes; São
Paulo: EDUC, 1996.

A expressão sine nomine deve ser empregada de forma abreviada e entre


colchetes quando a editora não puder ser identificada.

FARINA, Pietro. Crônicas do cotidiano. São Paulo: [s.n.], 1971.

De acordo com a NBR 6023: 2002 da ABNT, “quando o local e o editor não
puderem ser identificados na publicação, utilizam-se ambas as expressões,
abreviadas e entre colchetes [S.l.: s.n.]”.

AMADOR, Ruben. Conselhos a minha filha. [S.l.: s.n.], 1976.


47

5.1.6 Data da publicação

A data da publicação deve ser indicada em algarismos arábicos sem


espaçamento e sem pontuação.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

• Não sendo possível identificar a data de publicação, distribuição, copyright


ou impressão, deve-se registrar a data aproximada entre colchetes
conforme indicado no quadro a seguir.

[1984 ou 1985] um ano ou outro;


[1993?] para data provável;
[1995] data certa, não indicada na obra;
[ca.1994] para data aproximada (ca = cerca de);
[199-] para década certa;
[199-?] para data provável;
[19--] para século certo;
[19--?] para século provável.

5.1.7 Descrição Física

Conforme a NBR 6023: 2002, “Pode-se registrar o número da última página, folha
ou coluna de cada seqüência, respeitando-se a forma encontrada (letras,
algarismos romanos e arábicos)”.

LUCCI, E. A. Viver e aprender: estudos sociais, 3: exemplar do professor. 3.


ed. São Paulo: Saraiva, 1994. 96, 7 p.

JAKUBOVIC, J.; LELLIS, M. Matemática na medida certa, 8. série: livro do


professor. 2. ed. São Paulo: Scipione, 1994. 208, xxi p.
48

• Indica-se o número total de páginas ou folhas, seguida da abreviatura p. ou


f., quando o documento apresentar apenas um volume. Usa-se a
abreviatura p. quando o documento for impresso no anverso e verso. Em
alguns trabalhos, como teses, dissertações, monografias, TCC, que são
impressos somente no anverso, indica-se a abreviatura f.

REIS, Regina Lúcia Paiva Rabello. Caboclo Bernardo: história e cultura na


Barra do Rio Doce. Linhares: Unilinhares, 2003. 170 p.

FIOROT, Meire Andersan. Como aprendem os que ensinam?: aprendizagem


e jogos de regras em uma perspectiva construtivista. 2001. 160f. Dissertação
(Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória,
2001.

• Quando a publicação for apresentada em mais de um volume, indica-se a


quantidade de volumes seguida da abreviatura v.

VAZ, Henrique C. de Lima. Antropologia filosófica. 6. ed. São Paulo: Loyola,


2001. 2 v.

• Quando o número de volumes bibliográficos (ou de texto) diferir do número


de volumes físicos, indica-se primeiro o número de volumes bibliográficos
e, a seguir, a quantidade de volumes físicos.

SAWAYA, Márcia Regina. Dicionário de informática & internet: inglês –


português. São Paulo: Nobel, 1999. 2 v. em 1.

5.1.8 Ilustrações

Indicam-se as ilustrações de qualquer natureza pela forma abreviada il.; e il.


color. quando se tratar de ilustrações coloridas.
49

FERREIRA, Márcio Elias; GRATTAPAGLIA, Dário. Introdução ao uso de


marcadores moleculares em análise genética. 3. ed. Brasília: EMBRAPA-
CENARGEN, 1998. 220 p., il.

AZEVEDO, Basílio Rodrigues. Ribeirinhos do Rio Juruá. Manaus: Castelo,


1975. 76p., il. color.

5.1.9 Notas

Informações complementares, quando necessárias para melhor identificação da


obra, devem ser indicadas no fim da referência, de forma clara, objetiva e
sintética, sem qualquer destaque tipográfico.

CATTANEO, Laercio Francisco. Metodologia científica. Linhares: [s.n.], 2004.


70 p. Notas de aula.

5.2 DOCUMENTOS IMPRESSOS E REGISTRADOS

5.2.1 Livros

• Livros considerados no todo

Chave de referência:
Autoria. Título. Edição. Local: Editora, ano.

Ex.:

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos,


resumos, resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.
50

• Livros – Partes de Livros (Capítulos, Fragmentos ou Volumes)

No caso de referência à parte de uma obra, dá-se entrada normal para a


referência de autoria de parte da obra, seguida do título da parte sem destaque
(negrito). A referenciação da obra na qual se encontra a parte citada segue as
normas de livros, precedida pela palavra In seguida por dois pontos.

Chave de referência:
AUTORIA DA PARTE DA OBRA. Título da parte. In: AUTORIA DA OBRA. Título
da obra. Edição. Local: Editora, ano. Página inicial - página final.

COELHO, Maria Célia Nunes. Impactos ambientais em áreas urbanas: teorias,


conceitos e métodos de pesquisa. In: GUERRA, Antonio José Teixeira;
CUNHA, Sandra Baptista da (Org.). Impactos ambientais urbanos no Brasil.
Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001, p. 19-45.

- Quando há coincidência de autoria, tanto da parte da obra ou do capítulo


quanto do livro, substitui-se o nome do autor por um traço equivalente a cinco
espaços.

GRINSPUN, Mírian Paura Sabrosa. Zippin (Org.). A orientação educacional:


uma perspectiva contextualizada. In: _____. A prática dos orientadores
educacionais. 3. ed. São Paulo: Cortez, 1998. p. 11-33.

• Livros – Verbetes de Enciclopédias e Dicionários

CIENTIFICAR. In: DICIONÁRIO prático da Língua Portuguesa: Aurélio. Rio de


Janeiro: Nova Fronteira, 1993. p. 359.

SONO. In: NOVA enciclopédia Barsa. São Paulo: Encyclopaedia Britannica do


Brasil, 1999. p. 358-359.
51

5.2.2 Relatórios

• Relatórios Oficiais

Inicia-se a referência pelo nome da instituição em letras maiúsculas.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE. Relatório anual de atividades


acadêmicas 2000. Rio Branco, 2001.

- Quando o editor também for o autor do relatório, seu nome não se repete.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE. Relatório anual de atividades


acadêmicas 2000. Rio Branco, 2001.

- No caso de relatórios governamentais, a entrada da referência é dada pela


unidade geográfica seguida pelo nome do chefe do governo e período a que se
refere o relatório.

ESPÍRITO SANTO (Estado). Governador (1999-2002: Ferreira). Relatório do


governador do Estado do Espírito Santo José Ignácio Ferreira na sessão da
Assembléia Legislativa em 10 de março de 2001. Vitória: [s.n.], 2002.

• Relatórios Técnicos

A referência para relatórios técnicos inicia-se pelo sobrenome do autor em letras


maiúsculas.

DESTRO, Deonísio; BRITO, Osmar Rodrigues; MIZUBUTI, Ivone.


Manutenção de Laboratórios. Londrina: UEL – FA, 1983. 39 p. Relatório
técnico.
52

5.2.3 Teses, Dissertações, Monografias e outros Trabalhos Acadêmicos

Chave de referência:
AUTORIA. Título. ano. número de folhas.Tese, Dissertação, Monografia (Grau e
Área) – Unidade de Ensino, Instituição, Local e ano mencionado na folha de
aprovação.

CATTANEO, Laercio Francisco. Avaliação da divergência genética e análise


de gerações em mamoeiro (Carica papaya L.). 2001. 94 f. Tese (Doutorado
em Produção Vegetal) – CCTA, Universidade Estadual do Norte Fluminense,
Campos dos Goytacazes, 2001.

5.2.4 Eventos Científicos

• Eventos científicos referenciados no todo

Publicações de Atas, Anais, Resultados e outras denominações, onde há inclusão


de um conjunto de documentos produzidos em um evento, ocorrem conforme o
modelo a seguir:

Chave de referência:
NOME DO EVENTO, número do evento, ano e Local de realização. Título. Local:
Editora, ano de publicação. Número de páginas ou volume.

SIMPÓSIO DE ECOSSISTEMAS BRASILEIROS, 4, 1998, Águas de Lindóia,


SP. Anais: cerrado, clima, restinga, recuperação, educação ambiental e
outros. Águas de Lindóia, SP: ACIESP: São Paulo, 1998. 442 p.

• Trabalhos apresentados em eventos científicos

Chave de referência:
AUTORIA. Título do trabalho. In: NOME DO EVENTO, número do evento, ano de
realização, Local. Título. Local: Editora, ano de publicação. Página inicial e final.
53

LOYOLLA, Dirlenvalder do N. Pelo sertão, mas por caminhos errados. In:


SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UFOP, N. 08, 2000, Ouro
Preto. Anais do VIII Seminário de Iniciação Científica da UFOP. Ouro
Preto: UFOP, 2000. p. 145-146.

5.2.4 Publicações periódicas

• Periódico considerado no todo

O periódico considerado em sua totalidade refere-se à sua coleção desde o


primeiro até o último fascículo.

Chave de referência:
TÍTULO DO PERIÓDICO. Local: Editor, ano de início-término da publicação.

Ex.:

O CORREIO DA UNESCO. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1973 –


2001. Mensal.

Quando o periódico continua sendo publicado, faz-se a indicação somente do ano


de início da publicação, seguido por hífen.

Ex.:

CROP BREEDING AND APPLIED BIOTECHNOLOGY. Londrina: Brazilian


Society of Plant Breeding, 2001-

Quando tratar-se de periódicos com título genérico (boletim, informativo, anuário e


outros), o nome da entidade responsável é incorporado, ligando-se as partes por
preposição entre colchetes.

Ex.:

• Periódicos
INFORMAÇÕES considerados[da]
AGRONÔMICAS emPOTAFÓS.
parte Piracicaba, 2004.
54

Consideram-se periódicos em parte os fascículos, suplementos e números


especiais.

Chave de referência:
TÍTULO DA PARTE (por extenso). Título do periódico, local, número do volume
e/ou ano, número do fascículo, data. Número total de páginas do fascículo,
suplemento ou número especial. Nota indicativa do tipo de fascículo.

Ex.:

ISTO É férias no Brasil. Isto É, São Paulo, Três, n. 1783, 03 dez. 2003.
Suplemento.

• Artigos de periódicos

Chave de referência:
AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do Periódico, Local de
publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo,
data.
Observação: de acordo com NBR 6032: 2002 da ABNT, o Título do Periódico
pode ser abreviado. Deve-se manter a uniformidade de apresentação de todos os
títulos.

Ex.:

SCOTT, A. J.; KNOTT, M. A. A cluster analysis method for grouping means in


analysis of variance. Biometrics, Washington, v. 30, n. 3, p. 507-512, 1974.

• Artigos de jornais

Chave de referência:
AUTORIA DO ARTIGO. Título do artigo. Título do jornal, Local de publicação,
data (dia, mês, ano). Número ou Título do Caderno, seção, suplemento, página(s)
do artigo referenciado, número de ordem da(s) coluna(s).
55

Ex.:

LEITE, Carlos Henrique Bezerra. Nunca houve a exclusividade. A Gazeta,


Vitória, 05 ago. 2004. Caderno 1, Seção Opinião, p. 3.

5.2.5 Separatas

• Separata de livros

Chave de referência:
AUTORIA. Título da separata. Separata de: AUTORIA. Título do livro. Local:
Editora, ano. Página inicial e final.

Ex.:

MUÑOZ AMATO, Pedro. Planejamento. Rio de Janeiro: FGV, 1955. 55 p.


Separata de: MUÑOZ AMATO, Pedro. Introducción a la administración
pública. México: Fundo de Cultura Econômica, 1995. Cap. 3.

• Separata de periódicos

Chave de referência:
AUTORIA. Título da separata. Separata de: Título do periódico, Local de
publicação, número do volume, número do fascículo, página inicial-final do artigo,
data.

Ex.:

GARCIA, Fernando; SOUZA, Rogério César de; BROLLO, Fernanda.


Conjuntura da construção. Separata de: Conjuntura Econômica, Rio de
Janeiro, ano 1, n. 32, p. 1-30, dez. 2003.
56

5.2.7 Tradução de livros

Chave de referência:
AUTORIA DO DOCUMENTO ORIGINAL. Título. Edição. Tradução de/por: Nome
do tradutor. Local: Editora, ano.

Ex.:

TAYLOR, Frederick Winstow. Princípios de administração científica.


Tradução de Arlindo Vieira Ramos. 7. ed. São Paulo: Atlas, 1990. 134 p.

5.2.8 Normas Técnicas

Chave de referência:
ÓRGÃO NORMALIZADOR. Título, (corresponde ao número da norma): subtítulo.
Local, ano.

Ex.:

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023:


informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.

5.2.9 Documentos legislativos

• Leis e Decretos
Chave de referência:
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Título e número da lei ou decreto,
data. Ementa. Dados da publicação que divulgou o documento.

Ex.:

BRASIL. Decreto no 1.767, de 28 de dezembro de 1995. Altera a


Nomenclatura Comum do MERCOSUL e as alíquotas do Imposto sobre
Importação, e dá outras providências. Lex: coletânea de legislação e
jurisprudência: edição federal, São Paulo, v. 2, 1995.
57

• Acórdãos, Decisões e Sentenças de Cortes ou Tribunais

Chave de referência:
NOME DO PAÍS, ESTADO OU MUNICÍPIO. Nome da corte ou tribunal. Ementa
ou acórdão. Tipo e número do recurso. Partes litigantes (agravo, apelação,
embargo, habeas corpus). Relator: nome. Data. Dados da publicação que
divulgou o acórdão, decisão ou sentença.

Ex.:

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Deferimento de pedido de extradição.


Extradição no 885-4. República Italiana e Aurélio Inserillo. Relator: Ministro
Carlos Velloso. Brasília, 8 out. 2003. Revista Forense, Rio de Janeiro, v. 372,
ano 100, p. 343-346, mar./abr. 2004.

• Pareceres, Resoluções e Indicações

Chave de referência:
AUTORIA (Instituição ou Pessoa). Tipo (parecer, resolução, indicação), número e
data. Ementa. Relator ou consultor: Nome. Dados da publicação que a divulgou.

Ex.:

CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE (Brasil). Resolução no 803, de


10 de outubro de 1996. Lex: coletânea de legislação e jurisprudência, São
Paulo, ano 60, p. 3249-3254, nov./dez. 1996.

5.2.10 Bíblia

• Bíblia considerada no todo

Chave de referência:
BÍBLIA. Língua. Título. Tradução ou versão. Edição. Local: Editora, ano.
58

Ex.:

BÍBLIA. Português. A Bíblia Vida Nova. Tradução de João Ferreira de


Almeida. 4. ed. rev. e atual. São Paulo: Vida Nova, 1980.

• Partes da Bíblia

No caso de referências a passagens da Bíblia, faz-se a inclusão da parte em


questão antes da indicação do idioma, mencionando-se a localização da mesma
(capítulo, versículo) no final.

Ex.:

BÍBLIA, N. T. João. Português. A Bíblia Vida Nova. Tradução de João


Ferreira de Almeida. São Paulo: Vida Nova, 1980. Cap. 21, vers. 12.

5.2.11 Entrevistas

• Entrevistas não Publicadas

Chave de referência:
AUTORIA (entrevistado). Ementa da entrevista. Local, data.

Ex.:

CHANDLER, Leland. Estratégias de controle de pragas do feijoeiro. 1985.


Entrevista concedida ao professor José Maria Vieira. Viçosa, 18 jul. 1985.

• Entrevistas Publicadas

Chave de referência:
AUTORIA (entrevistado). Título da entrevista. Referenciação do documento. Nota
indicativa da entrevista.
59

Ex.:

MITNICK, K. Hacker regenerado. Época, São Paulo, n. 278, p.25-29, 15 set.


2003. Entrevista concedida a Luciana Vicária.

5.2.12 Projetos de Pesquisa

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Local: Instituição, ano, número de páginas. Definição do
projeto.

PATRÍCIO, João Alves (Coord.). Estudo das principais causas da violência


no trânsito na área urbana de Viçosa. UFV – Biblioteca Central, jun/2004.
32 p. (Ministério da Ciência e Tecnologia – PADCT IV. Subprograma SJ,
chamada PIH – 02/2003-03/02) Projeto em andamento.

5.2.13 Documentos não publicados (obras inéditas)

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Nota indicativa da origem do documento (palestra, notas de
aula e outros).

Ex.:

FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS “SAGRADO CORAÇÃO” –


UNILINHARES. Biblioteca Central. Programa de capacitação de usuários.
Apostila do programa de capacitação oferecida pela Biblioteca Central da
UNILINHARES, Linhares, ES, 2004.
60

5.2.14 Documentos Cartográficos

• Mapas

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Local: Editora, ano. Número de unidades físicas: indicação de
cor; altura x largura. Escala.

Ex.:

ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado de Agricultura. Empresa


Capixaba de Pesquisa Agropecuária. Mapa da carta agroclimática do
Espírito Santo. Rio de Janeiro: Prospec, 1986. mapa, color., 72 cm x 1,13 m.
Escala 1: 400.000.

• Atlas

Chave de referência:
AUTORIA (autor e/ou editor). Título do Atlas. Local: Editora, ano.

Ex.:

ESPÍRITO SANTO (Estado). Secretaria de Estado da Educação e Cultura.


Atlas escolar do Espírito Santo. Rio de Janeiro: FAE, 1989. 1 atlas.

• Fotografia Aérea

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Ano. Quantidade e tipo de suporte.

Ex.:

CORRÊA, Gil. Vista aérea de Linhares, ES, 1995. 1995. 1 fotografia.


61

• Imagem de Satélite

Chave de referência:
AUTOR. Título. Local: Editora, Data. Suporte(s). Escala.

Ex.:

INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS. Imagem espacial de


Imperatriz à margem do Rio Tocantins, MA. [19--]. 1 imagem de satélite.

5.2.15 Gravações Sonoras

Chave de referência:
COMPOSITOR(ES) OU INTÉRPRETE(S). Título. Local: Gravadora (ou
equivalente), data e especificação do suporte.

• Discos de Vinil

Ex.:

ENIGMA. Back to the rivers of belief. Rio de Janeiro: EMI-ODEON, c1991.


1 disco sonoro (45 min), 33 1/3 rpm, estéreo, 12 pol.

• Compact Disc (CD)

Chave de referência:
COMPOSITOR(ES) OU INTÉRPRETE(S). Título. Local: Gravadora (ou
equivalente), data e especificação do suporte.

Ex.:

BOSSA NOVA TRIO. Nossa cara. Curitiba, PR: Estúdio Trilhas Urbanas,
1998. 1 CD (31 min), estéreo.
62

5.2.16 Filmes e Gravações em Cassete

• Filmes Cinematográficos

Chave de referência:
TÍTULO DO FILME. Indicação de responsabilidade. Local: Produtora, data.
suporte físico.

Ex.:

O SENHOR DOS ANÉIS: a sociedade do anel. Produção de Barrie M.


Osborne; Fran Walsh; Tim Sanders. Direção de Peter Jackson. São Paulo:
Warner Home Vídeo, 2002. 2 videocassetes (179 min). VHS/NTSC, son.,
dublado, color.

5.2.17 Fotografias

Chave de referência:
AUTOR. Título. Ano. especificação do suporte.

Ex.:

BEZERRA NETO, Antônio. Becos & telhados: uma visão histórico-


antropológica. 2003. 25 fotografias, color., 20 x 30 cm.

5.2.18 Bula de remédio

Chave de referência:
NOME COMERCIAL DO PRODUTO: apresentação. Responsabilidade Técnica.
Local: Laboratório, Data. Bula de remédio.

MASSAGEOL: pomada. Responsável técnico Adriana da Silva Leite. Anápolis,


GO: Neo Química, 2002. Bula de remédio.
63

5.3 DOCUMENTOS E INFORMAÇÕES ELETRÔNICAS

5.3.1 Arquivo de dados e textos criados no computador

Chave de referência:
AUTORIA DO ARQUIVO. Nome do arquivo.extensão. Ementa. Depositário.
Local (dia, mês, ano). Descrição física. Programa gerador.

Ex.:

THIEBAUT, José Tarcísio Lima. Apostila.doc. Campos dos Goytacazes, 21 de


Maio de 2004. Arquivo (870 bytes); disquetes 3 ½ pol. Word for Windows XP.

Ex.:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA. Biblioteca Central. Normas.doc:


normas para utilização do acervo bibliográfico. Biblioteca Central. Viçosa, 08
jun. 1996. Arquivo (740 bytes); disquetes 3 ½ pol. Word for Windows 6.0.

5.3.2 Programas computacionais (Softwares)

Chave de referência:
AUTORIA DO PROGRAMA. Nome do programa e versão. Local, ano. Descrição
física; tipo de suporte. Nota indicativa sobre a aplicação do programa.

Ex.:

MICROSOFT CORPORATION. Windows XP. Version Home. Redmond, Wa, c


1990 - 2002. 1 CD-ROM. Ambiente operacional.
64

5.3.3 Disquetes

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Local, ano. Descrição física do tipo de suporte.

Ex.:

RIO DE JANEIRO. Secretaria de Educação. Coordenadoria de Administração.


Treinamento de professores do ensino fundamental. Rio de Janeiro, 2001.
1 disquete 31/2 pol.

5.3.4 Livros

• Livros considerados no todo

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Local: editora, ano. Descrição do tipo de suporte.

Ex.:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. Catálogo da produção


científica da UFU. Uberlândia, 1999. 1 CD-ROM.

Ex.:

BARTEZ, Pierre Henry. Cozinha francesa. São Paulo: Europa, 2001. 1 CD-
ROM.

• Parte de livros – volumes, capítulos e fragmentos.

Chave de referência:
AUTORIA. Título da parte. In: Título da obra. Local: editora, ano. Descrição do
tipo de suporte.
65

Ex.:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA. A importância da pesquisa no


ensino da medicina. In: CATÁLOGO da produção científica da UFU.
Uberlândia, 1999. 1 CD-ROM.

Ex.:

BARTEZ, Pierre Henry. Temperos para carnes. In: _____. Cozinha francesa.
São Paulo: Europa, 2001. p. 22-23. 1 CD-ROM.

5.3.5 Eventos científicos

• Eventos científicos como um todo

Chave de referência:
Título do evento, número do evento, ano, Local. Título da obra. Local: editora,
ano. descrição do suporte.

Ex.:

FRUTIMAMÃO – REUNIÃO DE PESQUISA DO NORTE/NOROESTE


FLUMINENSE, 1., 2003, Campos do Goytacazes, RJ. Anais... Campos dos
Goytacazes, RJ: UENF, 2003. 1 CD-ROM.

• Trabalhos apresentados em eventos científicos

Chave de referência:
AUTORIA. Título do trabalho. In: Nome do evento, número do evento, ano, local.
Título da seção. Local: editora, ano. Descrição do tipo de suporte.
66

Ex.:

PEREIRA, M. G. et al. Melhoramento genético do mamoeiro (Carica papaya


L.): Desenvolvimento e recomendações de híbridos. In: FRUTIMAMÃO –
REUNIÃO DE PESQUISA DO NORTE/NOROESTE FLUMINENSE, 1., 2003,
Campos do Goytacazes. Melhoramento do mamoeiro e tecnologia de
sementes. Campos dos Goytacazes: UENF, 2003. 1 CD-ROM.

5.3.6 Publicações periódicas

• Publicações periódicas considerando o todo.

Chave de referência:
TÍTULO do periódico. Local: editora. Ano. Descrição do suporte.

Ex.:

REVISTA BRASILEIRA DE CIÊNCIA DO SOLO. Campinas: Sociedade


Brasileira de Ciência do Solo. 1977-1997. 1 CD-ROM.

• Artigos de periódicos

Chave de referência:
AUTORIA. Título. Nome do periódico, Local, volume, página(s), ano. Descrição
do suporte.

Ex.:

BAYER, Cimélio; MIELNICZUK, João. Características químicas do solo


afetadas por métodos de preparo e sistemas de cultura. Revista Brasileira de
Ciência do Solo, Campinas, v. 21, p. 105-112, 1997. 1 CD-ROM.
67

5.3.7 Base de dados

• Base de dados considerada como um todo

Chave de referência:
NOME DA BASE. Local: editor, ano. Descrição do suporte.

Ex.:

PSICODOC 2002: base de dados bibliográficos de psicologia. Madrid: Colégio


Oficial de Psicólogos de Madrid, 2002. 1 CD-ROM.

• Resumo obtido em base de dados

Chave de referência:
AUTORIA. Título do resumo. Fonte, número, página. Base de dados, Local:
editora, ano. Resumo. Descrição do suporte.

Ex.:

SEGARRA, Federico. La gestion de recursos humanos en una empresa


familiar. Capital humano, n. 70, p. 20-25, 1994. Psicodoc 2002: base de dados
bibliográficos de psicologia, Madrid: Colégio Oficial de Psicólogos de Madrid,
2002. Resumo. 1 CD-ROM.

• Artigos consultados em base de dados On-line

Chave de referência:
AUTORIA. Título do artigo. In: Fonte (se for publicado). Volume, número, Local,
mês/ano. Base de dados. Disponível <endereço eletrônico>. Acesso em: data
(dia, mês, ano).

Ex.:

BORGES, Sonia Cristina Vidigal et al. Taxa de detecção do papilomavírus humano


pela captura híbrida II em mulheres com neoplasia intra-epitelial cervical. In: REVISTA
BRASILEIRA DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA. V. 26, n. 2, Rio de Janeiro,
mar. 2004. Base de dados Biblioteca Virtual em Saúde. Disponível em:
<http://bases.bvs.br/public/scripts/php/page_show_main.php?home=true&lang=pt&for
m=simple>. Acesso em: 20 ago. 2004.
68

5.3.8 Fontes eletrônicas On-line

Chave de referência:

AUTORIA. Título. Fonte (se for publicado). Disponível em: <endereço eletrônico>
Acesso em: data (dia, mês, ano).

• Documentos consultados On-line

Ex.:

CASTRO, Alexandre Barros. Código tributário nacional anotado. São Paulo:


Saraiva, 2003. Disponível em: <http://www.saraivajur.com.br/Agregados/index.cfm>.
Acesso em: 23 ago. 2004.

Ex.:

SILVA, Jorge Alberto Quadros de Carvalho. Lei dos juizados especiais cíveis
anotada. São Paulo: Saraiva, 2003. Disponível em:
<http://www.saraivajur.com.br/Agregados/index.cfm>. Acesso em: 23 ago.
2004.

• Publicações periódicas On-line consideradas no todo

Ex.:

REVISTA DE NUTRIÇÃO. Campinas: Puccamp, 2000-. Disponível em:


<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1415527320040001&
lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 20 ago. 2004.

• Artigos de periódicos consultados On-line


69

Ex.:

IULIANO, Bianca Assunção; FRUTUOSO, Maria Fernanda Petroli;


GAMBARDELLA, Ana Maria Dianezi. Anemia em adolescentes segundo
maturação sexual. Revista de Nutrição, Campinas, v. 17 n.1, jan./mar. 2004.
Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1415-
5273&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 20 ago. 2004.

• Artigos de jornais consultados On-line

Ex.:

ZANDONADI, Denise. Norte do Estado vai abastecer o país com gás natural e
de cozinha. A Gazeta, Vitória, ES, 20 ago. 2004. Disponível em:
<http://gazetaonline.globo.com/jornalagazeta>. Acesso em: 20 ago. 2004.

• Eventos científicos consultados On-line

Ex.:

SANTOS, Laila Daniela dos et al. Eficácia da atividade física na manutenção


do desempenho funcional do idoso: revisão da literatura. In: CONGRESSO
BRASILEIRO DE PESQUISA EM FISIOTERAPIA E SUAS APLICAÇÕES, 1.,
2001, São Carlos, SP. Anais eletrônicos... São Carlos, SP: Atlântica, 2001.
Disponível em: <http://www.atlanticaeditora.com.br/pagina.asp?cop=21>.
Acesso em 20 ago. 2004.
70

REFERÊNCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: numeração


progressiva das seções de um documento. Rio de Janeiro, 1989.

_____. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos:


apresentação. Rio de Janeiro 2002.

_____. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de


Janeiro 2002.

_____. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos:


apresentação. Rio de Janeiro 2002.

CERVO, Amado Luiz; BERVIAN, Pedro Alcino. Metodologia científica. 5. ed.


São Paulo: Prentice Hall, 2002.

FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS “SAGRADO CORAÇÃO”. Manual para


elaboração e normalização de trabalhos acadêmicos. Linhares: FACIASC.
2001.

LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de


metodologia científica. 4. ed. ver. e ampl. São Paulo: Atlas, 2001.

MEDEIROS, João Bosco. Redação científica: a prática de fichamentos, resumos,


resenhas. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2003.

SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 22. ed. ver. e


ampl. São Paulo: Cortez, 2002.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO. Biblioteca Central.


Normalização e apresentação de trabalhos científicos e acadêmicos: guia
para alunos, professores e pesquisadores da UFES. 6. ed. rev. e ampl. Vitória: A
Biblioteca, 2002.

_____. Biblioteca Central. Guia para normalização de referências: NBR


6023:2002. 2. ed. Vitória: A Biblioteca, 2002.

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas. Normas para


apresentação de documentos científicos: citações e notas de rodapé. Curitiba:
UFPR, 2000.

_____. Sistema de Bibliotecas. Normas para apresentação de documentos


científicos: referências. Curitiba: UFPR, 2000.
71

APÊNDICES
72

APÊNDICE A
ESTRUTURA DO TRABALHO ACADÊMICO

CONTRA-CAPA

ANEXO

APÊNDICE
REFERÊNCIAS

TEXTO

SUMÁRIO

FOLHA DE ROSTO

CAPA
FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS
“SAGRADO CORAÇÃO”
DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR
CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

ASDRUBAL E. PRADO

ELEMENTOS DE PRÉ-TEXTO
ANÁLISE GENÉTICA
ELEMENTOS DE TEXTO

ELEMENTOS DE PÓS-TEXTO

LINHARES
2004
73

APÊNDICE B

ESTRUTURA DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

CONTRA-CAPA
ÍNDICE
ANEXO
APÊNDICE
GLOSSÁRIO
REFERÊNCIAS

TEXTO
SUMÁRIO
LISTAS
ABSTRACT
RESUMO
EPÍGRAFE
AGRADECIMENTOS
DEDICATÓRIA
FOLHA DE APROVAÇÃO
FOLHA DE ROSTO

CAPA
FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS
“SAGRADO CORAÇÃO”
COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS
BIOLÓGICAS

ASDRUBAL E. PRADO

ANÁLISE GENÉTICA

LINHARES
2004

ELEMENTOS DE PRÉ-TEXTO

ELEMENTOS DE TEXTO

ELEMENTOS DE PÓS-TEXTO
74

APÊNDICE C
MODELO DE CAPA

FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS “SAGRADO CORAÇÃO”


DIRETORIA DE ENSINO SUPERIOR
COORDENAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

ASDRUBAL EMERENCIANO PRADO

ANÁLISE GENÉTICA

LINHARES
2004
75

APÊNDICE D
MODELO DE FOLHA DE ROSTO
TRABALHO ACADÊMICO

ASDRUBAL EMERENCIANO PRADO

ANÁLISE GENÉTICA

Trabalho apresentado como


requisito parcial para aprovação na
disciplina de Genética Básica.

Prof. Juvenal da Silva

LINHARES
2004
76

APÊNDICE E
MODELO DE FOLHA DE ROSTO
TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

ASDRUBAL EMERENCIANO PRADO

ANÁLISE GENÉTICA

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado à Faculdade de
Ciências Aplicadas “Sagrado
Coração” - UNILINHARES, como
requisito parcial para a obtenção
do grau de Bacharel em Ciências
Biológicas.

Orientador: Prof. Juvenal da Silva

LINHARES
2004
77

APÊNDICE F
Modelo de Folha de Aprovação

ASDRUBAL EMERENCIANO PRADO

ANÁLISE GENÉTICA

Trabalho de Conclusão de Curso


apresentado à Faculdade de
Ciências Aplicadas “Sagrado
Coração”, como requisito parcial
para a obtenção do grau de Bacharel
em Ciências Biológicas.

Aprovado em 07 de dezembro de 2004

BANCA EXAMINADORA

_______________________________________
Prof. Juvenal Silva, MSc.
UNILINHARES
Orientador

________________________________________________
Prof. João Mafra Peralta, MSc.
UNILINHARES

_______________________________________________
Prof. Hermenegildo Aroeira Segundo, MSc.
UNILINHARES
78

APÊNDICE G

Modelo de Dedicatória

Aos meus pais Delrene e Plácido


e aos meus irmãos Narciso, Ruth
e Umbelina, dedico.
79

APÊNDICE H

Modelo de Agradecimento

AGRADECIMENTOS

à UNILINHARES, pela oportunidade de realização do Curso


e pelas facilidades concedidadas;
Aos meus familiares pelo apoio financeiro e pelo estímulo e
carinho durante todo o curso.
Ao Prof. Juvenal da Silva pela orientação, dedicação e
amizade.
Ao Prof. Astrogildo Lobo pelas valiosas sugestões.
À todo o pessoal da UNILINHARES pela simpatia e pela
contribuição para a realização do trabalho.
80

APÊNDICE I

Modelo de Epígrafe

“Os fatos são as peças que constituem a


Ciência, mas a Ciência não começa com
os fatos. Ela começa com as observações.”

C.J. Herrick (1978)


81

APÊNDICE J

Modelo de Resumo

RESUMO

O conhecimento da variabilidade genética, da natureza e


da magnitude dos efeitos gênicos que controlam um
determinado caráter é de fundamental importância na
seleção e na predição do comportamento de gerações
segregantes e híbridas de mamoeiros. Os propósitos do
trabalho foram: 1) - Estimar a divergência genética entre 22
genótipos de mamoeiro utilizando marcadores RAPD e
AFLP; e 2) - Avaliar a natureza e quantificar a variabilidade
genética disponível na população segregante, bem como, a
importância relativa dos efeitos gênicos que constituem as
médias, além de estimar parâmetros genéticos baseados
nas médias e variâncias através de experimento
envolvendo os progenitores P1 e P2, as gerações F1 e F2 e
os retrocruzamentos RC1 e RC2. Os 34 iniciadores de
RAPD utilizados geraram 80 locos monomórficos e 75
locos polimórficos. Nas análises, utilizando-se marcadores
AFLP, as 03 combinações de iniciadores utilizados
geraram 64 locos monomórficos e 119 locos polimórficos.
Por meio de análise multivariada utilizando o complemento
aritmético do Índice de Jaccard, e o método hierárquico
UPGMA, os marcadores RAPD permitiram a formação de
dois grupos distintos; por sua vez, o marcador AFLP
mostrou-se mais robusto, possibilitando a formação de sete
grupos, enquanto a integração de marcas RAPD + AFLP
permitiu a formação de 10 grupos de genótipos. Através de
simulações, estimou-se o número ótimo de marcas RAPD,
AFLP e RAPD+AFLP, verificando-se que o número de
fragmentos polimórficos foi suficiente para discriminar s
variabilidade presente.
82

APÊNDICE L

Modelo de Abstract

ABSTRACT

The knowledge of the genetic variability, the nature and


the magnitude of the gene effects involved in the
inheritance of a specific trait is of fundamental
importance on the selection and on the prediction of the
behavior of segregant generation and papaya hibrids.
The purpose of this work was: 1- To estimate the
genetic divergence among 22 papaya genotypes using
RAPD and AFLP markers. 2- To evaluate the nature
and to quantify the available genetic variability in a
segregant population, as well as the relative
importance of the gene effects that constitute the
means, and 3- To estimate genetic parameters based
on the means and on the variances involving
progenitors, F1, F2, BC1 and BC2 generations. The 34
RAPD primers generated 80 monomorphic and 75
polimorphic loci. For another side, the three AFLP
primer combinations yielded 64 monomorphic and 119
polimorphic loci. The multivariate analysis of the RAPD
data, using the arithmetic complement of the Jaccard
index as well as the UPGMA hierarchic method
indicated the formation of only two distinct groups,
while the AFLP data proved to be much more robust,
permitting the formation of seven distinct groups. Also,
when considering the integration of both categories of
markers, RAPD and AFLP, 10 distinct groups of
genotypes were formed. By a simulation analysis, it
was estimated the optimum marker number using
RAPD, AFLP and the integration OF RAPD and AFLP
techniques. In all circumstances, the marker numbers
were adequate
83

APÊNDICE M

Modelo de Lista de Fotografias

LISTA DE FOTOGRAFIAS

Fotografia 1 - Célula somática do mamoeiro.......... 16

Fotografia 2 - Grão de pólen do mamoeiro............. 18

Fotografia 3 - Flor Hermafrodita do mamoeiro........ 19

Fotografia 4 - ........................................................................

Fotografia 5 - ........................................................................

Fotografia 6 - ........................................................................

Fotografia 7 - ........................................................................

Fotografia 8 - .........................................................................
84

APÊNDICE N

Modelo de Lista de Gráficos

LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 1 - Dendrograma de dissimilaridade genética 25

Gráfico 2 - Estimativa do número de marcas RAPD 28

Gráfico 3 - Estimativa do número de marcas AFLP 32

Gráfico 4 - ............................................................................ .......

Gráfico 5 - ............................................................................ .......

Gráfico 6 - ............................................................................ .......

Gráfico 7 - ............................................................................ .......

Gráfico 8 - ............................................................................ .......

Gráfico 9 - ............................................................................ .......


85

APÊNDICE O

Modelo de Lista de Tabelas

LISTA DE TABELAS

Tabela 1 - Coeficientes de dissimilaridade genética.......... 41

Tabela 2 - Resumo da Análise de Variância...................... 53

Tabela 3 - Médias Observadas e Estimadas...................... 62

Tabela 4 - ........................................................................... ....

Tabela 5 - ........................................................................... ....

Tabela 6 - ........................................................................... ....

Tabela 7 - ........................................................................... ....

Tabela 8 - ........................................................................... ....

Tabela 9 - ........................................................................... ....


86

APÊNDICE P

Modelo de Listas de Siglas

LISTA DE SIGLAS

DNA Ácido desoxirribonucleico

cDNA DNA complementar

RAPD Random Amplified Polymorphic DNA

AFLP Amplified Fragment Length Polymorphism

EMS etilmetanossulfanato

F1 Primeira geração filial de um cruzamento

mRNA RNA mensageiro

ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas

UFV Universidade Federal de Viçosa


87

APÊNDICE Q

Modelo de Apresentação do Sumário

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO............................................................. 8
2 REFERENCIAL TEÓRICO........................................... 10
2.1 MARCADORES MOLECULARES............................. 10
2.2.1 Marcadores dominantes........................................ 18
2.2.1.1 Marcadores RAPD............................................... 21
2.2.1.2 Marcadores AFLP................................................ 26
3 METODOLOGIA.......................................................... 30
3.1 MATERIAL GENÉTICO............................................. 30
3.2 ISOLAMENTO DO DNA GENÔMICO....................... 32
3.2.1 Reação de Polimerase em Cadeia (PCR)............. 36
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO................................... 42
4.1 AGRUPAMENTO DOS GENÓTIPOS....................... 44
4.1.1 Método hierárquico UPGMA................................... 46
5 CONCLUSÕES............................................................. 49
REFERÊNCIAS................................................................ 51

54
APÊNDICES......................................................................
58
ANEXOS..........................................................................
88

APÊNDICE R

Modelo de Apresentação de Tabelas

TABELA 1
MÉDIAS OBSERVADAS E ESTIMADAS

ALF ALP
Geração Média estimada Média estimada
Média Média
observada (Yo) ( Ŷ e) observada (Yo) ( Ŷ e)
P1 39,38 4 148,71 150,07
1 49
P2 47,53 50,87 171,46 182,31
F1 59,27 64,36 200,86 209,09
F2 63,66 55,27 199,36 187,64
RC1 52,58 52,93 173,60 179,58
RC2 57,33 57,61 194,04 195,70

FONTE: PRADO, A.E., 2004.


89

APÊNDICE S

Modelo de Apresentação de Ilustrações

1,00
0,98
0,95
0,93
0,90
0,88
Correlação

0,85
0,83
0,80
0,78
0,75
0,73
0,70
0,68
0,65
15 25 35 45 55 65 75 85 95 105 115 125

Número de marcas

Figura 1 - Correlação entre o número de marcas estimadas e o


número total de marcas AFLP.
FONTE: PRADO, A. E., 2004.

APÊNDICE T
90

Modelo de Apresentação de Quadros

CARACTERÍSTICA
PARÂMETRO GENÉTICO
Altura de Altura de Diâmetro
Florescimento Plantas do Caule
2
Variância fenotípica ( σ̂ f ) 252,3882 2204,7427 2,4545
2
Variância genotípica ( σ̂ g ) 216,4831 1741,9202 1,3616
2
Variância aditiva ( σ̂ a ) 156,3112 925,3978 0,7880
2
Variância de dominância ( σ̂ d ) 60,1719 816,5224 0,5736
2
Variância ambiental ( σ̂m ) 35,9050 462,8224 1,0928
2
Herdabilidade no sentido amplo ( ha ) 85,7738 79,0078 55,4751
2
Herdabilidade no sentido restrito ( hr ) 61,9328 41,9730 32,1051

Grau médio de dominância 2/ 0,8774 1,3284 1,2065

QUADRO 1 - ESTIMATIVAS DE VARIÂNCIAS


Fonte: PRADO, A. E., 2004.
91

APÊNDICE U

MODELO DE FORMATAÇÃO DE PÁGINA E DE TEXTO

3cm

2 ESTUDO DA DIVERSIDADE GENÉTICA


⇐ enter
O estudo da diversidade genética, ou das diferenças nas
freqüências alélicas das populações, tem importância
fundamental na escolha de variedades a serem utilizadas
como progenitores, uma vez que a distância genética
entre os genitores é indicativo de expressão heterótica nas
progênies (FALCONER, 1981).
3cm
Outro aspecto da diversidade genética, que é abordado
2cm
por Cruz e Regazzi (1997) e Amaral Júnior e Thiébaut
(1999), refere-se à possibilidade de recuperação de
genótipos superiores nas populações segregantes,
quando são identificadas combinações híbridas de maior
efeito heterótico.
⇐ enter
⇐ enter
2.1 ANÁLISE DE AGRUPAMENTO
⇐ enter
A análise de agrupamento consiste no uso de técnicas
que permitem reunir, por algum critério de classificação,
unidades amostrais em grupos, de maneira que as
unidades sejam similares dentro do grupo e com
heterogeneidade entre os grupos (CRUZ ;REGAZZI, 1997;
MANLY, 1990).
Os métodos de agrupamento podem ser classificados em
hierárquicos ou de otimização. Nos métodos hierárquicos,
se obtém um dendrograma ou fenograma , que expressa...

2cm