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Anno 1° 20 de Novembro 1897 Numero 10.

Jl2a~aE.ine ~uintenal Illqsfrado
on Rn
:Diredor . fi?. l)oí l~o

GJ{e\)i.~ta M oite1{lJ8
Artes e Lettras

EÇA DE QUEIROZ

M. BOTELHO

EDUARDO PRADO
MARlA AMALIA VAZ DE CARVALHO
XAVIER DE C,illVALHO
OLIVEIRA LIMA
CONDE D'ARNOSO
J. BATALHA REI.
TRIXDADE COELHO
MONTEIRO RA~IALHO
CONDE DE FICALHO
MAGALHÃE DE AZEllEDO
JOÃO DA. CAMARA
JAnlE DE ÉGUlER
ALBERTO BRA.MÃO
I-IENRIQUE LOPE DE MENDOXÇ.I
CONDE DE SABUGOSA
MARIANO PIXA
J O. É PE ANH.I
LUlZ DE iAGAlIÜES
ALFREDO DA ~XHA
AXTHERO DE FJGUEIREDO
HENRIQUE DE VASCONCELLO
Dom 10 DA GÂ~IÃ .
JO Ê SARJlIEN'l'o
ABEL BOTELHO
CAMARA LnlA
RAY~IONDO CORREA
DOMINGOS GUDlARÃE.
J. PEREIRA DE A~lPAIO
COELUO DE CARVALHO
LUlZ ERRA

Este numero começa a publicação da
ILLUSTRE CASA DE RAMIRES
o é ac.lIlpollhado dI 11m hor te:cte: (
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De Ramnlho Ortigúo só rodemos Espefé. OS DOUS AMIGOS Ramalho e Eça em 1875 A RCJJista JV[oderna neste llumero de home. dido uma curtas férias. Hanléllho Ortigão nao coUa- I1ngem a Eça de Queiroz. bem ganhas e mere- C mparayel amigo com quem a admiraçào de cidas. Infelizmente. . nào poderia olvidar bora neste numero. em lem.lya Li Revista que a primeira pagina dizer que n sua inratigayel saúde. juntos pclej~ral11. tl:ndo pe- obre Eça de Queirnz fos c cscripta pelo i 11. dirimnos que o motivo desta au encia foi a co do rrrande escriptor Ramalho Orti~ào. De outro qunlquer mortal o nome e a fi I1"U ra tão poderosamente s)"mpathi. brilhante campanhos que outrora saud-nr o auClar da ILllls!rc Casa dc Ramires. separado d'aquelle que hoje se rcunem para brança da. se achou o celebre escriptor cnsualmcnte todos empre o costuma a ociar. doença.

('m. A sala de trabalho.1' C' saltifal' no l".1 I I EÇA DE QUEIROZ - o passado . .. 'h"ysanl mo d Outuhro ou "ial-ta. obre :J. enLI'0 a.:a. obro a me:a haja libzC's d'Ahril. fig m. folha' elo manll.ús me ma. llll'des lon- diz on foz. pou '0. ve elle a trama el1a . (Js gra- ya o h io d (1ÔI'. .'. aproprio.O presente neiro . as janll:1. elo . Eça de (jlleiroz approxi- papel. atravez do. laL'!!o: spa(~o.-Ge.dC' de feno elo halri'to.do. com todos que ella revl'1:l. muiLa.'elado ('m tlld quanto Qnol' enir polo qual'Lo a luz quente da. pida:. folhagem dos co.b rta e igual. 'ada phr:lse.n~andC) no (lllo. anL s de tudo. "idro .h.' 'e sol l' os 01·10an. a. .ordem Ima!jl- largas margens. a. porqll Lilias. ao lado (le um Vl'a. '111 grosSllrus aL'\'or s que r stam do que foi o I arqu qu' de tinta nem compli ·at. lU I' '.ua lllz Ú claridade pai. :10 de JULilO. de.cll'o da u viria a man hu (o'as do stio. <. da quatro::1.ma 111 :a. em leUr:J.:a a escr \' r. a"i. pala- ma-f'C do.. ~o verüo. beLleza. Entre as linha: ha gmn les ela I' .la- . sete horas. do: I1no. an'ores de.'aIHl0 alem um traço d (IUI' I' 'salta toda rIo lllme. inrli :tr/lO da el'az iie. de .of' n gro da. ::\0 i11\'el'no. o: Dispondo com regubrida le 0. rdo C' a. S pontos as virgula'.. 1'o. a alta ..eu li V!'o sobr a mesa on cr ando um C' na o'rn. aberta: ebo para a fTescma v rele dn. hora'. que examinam a leUre d E 'a d (lu iroz diz m grand papel cuidadosamenLe cortado e dobrado. ena. a pC'(j'lenalampae!rt propo il:\lmente "aqn. c a cendo. grn. criptor ol11e<. ln. em l' "oada. com a m . qll r . mi:turanclo a pIa ie1C'z ela . o::t1I..'... prova. tiveram cm N nilly. (lual . T OOAS as tarde.: m. e chama tambem harmonia e . . no ultimo andar de uma ca'a e con lida enLr penna oe. A ordem é a condiçü imp 'rio a da b lIeza. rriptol' mostra ef'se dom da ()J'cl m (LU. (Ti] 10 I ardaes .. ela e:taçüo.stanhcil'o: ebs naçüo. CASA DE NEUILLY. de rabis ·os. pel':onn81. folha' d um phologo. Ú 111 .clativanWllL r . indl'ci. o e. 111.. a que ali ó o. mo.tüo.

Rauher ! ! ! .xi.judo l: interessante. potleria dal' umaiclca da tl'an . I' velaçCLO irl 0.mbem Flauhert o tal creador. mesmo.. escripüt \'aga faculdade ue enxergar commuITI ao homens e e.enho * con . ua.. p la fal'alida le hl'ilktnle a alma m França. lia. TIavia idéas.CÇClO pOl' destino p 1'. eu desleixo. 'rai.."r.olhou m elle n<lo tinha aimla vi. ar' da que em Portugal vio E 19a1' Quinet que nos POl'tuguezes H... do eanal de 'uez. um grande homem.orio do seu velllo patrimonio ten ia. cousa diversa da onseguio "el' yenbdeiro? NcLO 1m. tomo. Camp. DjJ:l"'ada e \'il Lr'islcza e tra. nas clas'e' chamada.' Term . pam dirigir. Eça d Oueiroz teye a f rça a fortuna de operar em si nica. Fbu- es ripl.l . n. dú perspecti\'a ao. ma. o exel'üi i da aLten~ãO (lue re.m. pa- ([ue. Tudo fôra q ue nada tO\'e de perf ita.1 e ["ynfheti a de uma bondade genel'ali aela. o sob o l' gimen do . pal'ecia não mai ter a n. e o tumulo da linda Ignez yiolado. foi 'oni'IIl t:lo pou o onsul omn verLlad 's mn. e encheu d'oclio nem de Li'emendas Stendhn.egundo Imperio e flue. m nlo e vida. o Sr. Fallúmo. optimi. es portuguezes a Yi ta dos ri10. O penin ular. e Eça de ()ueiroz. A A mocidatl I)I'alicava a Uugolatl'ia. ni'"to ai h ia. nada yalia.. vida e da. porque.. educados na Peninsula na se. tudo é e (lue eram dezenas. ])01'.nr. e criptol' perfeilo. ta. sú. Eça de Qu il'oz per- . pOI'Cjue as mai elas dÔl'es da yida ycm da ociosi. dirigente e que. ní largament I' z rÍt' todo o paiz. receberam uma edu açil.'.:'111. acia e da Lorena. « iLléas de Pariz ».. pOl' um entol'pe imento appal'enle e invenciyel da fibra cialmenle. cri es ele um por fim o aI' dentro do qual ii' 'ulam I alpi1::un o mO\'i.-LO o . o sos do' seus reis e dos seus heróe.1..:a de Queiroz recebeu do d'o o dom de se intere 'sal' ten e a uma geraçü p rtugll za. mas.-a.Junqueiro li. a alltohiogl'npllia. planos cl'('a mesmo.ngeiras e durante uns dia.29 F EVI 'T \ MODEHN \ serviço da ima..or.. melhores. tarde. to nem pi/.mais exig nie lue este cI'cador. formaçüo qu sombra que distribue um pinccl creador que faz harmo.~ua celebr Yiag m do Nilo. m cujn u lTa .. tI'aela da . pc'lde operar. tm'a e que o Eç:a de Queir z yj o Uriente e tn. artista e de um homem. tomando po:o:iÇãO como tnva C]u . digno de sel' amado. U seu per... :\!joniado I 01' 11111:\ paix.O.len. perda irr meeliayel de um pa..idüo da ITinol-ine da Impel'atl'jz idéa.de trIlidos.. o 1'.. :0. na sua villa de Baden-Bar. anta l' c. foi tamb m "ó o Polonia. l'A'a a r alid de. taclo que o creúra dnde vil. ús veze. que nunca el'ú dec'r!. de lese pcro tura. \. no dccurso tI uma vida. prepa. Para bem . governando Por! ugal. n'um romance d'Eça de Queiroz. bacharel.abia os nomes dos homens que em Lisloa.as e pl'ovi<lenciaes as tl'an forl11açües 1\ pagatla a memoria da afrontas napoleonica. entenas ele \.. e. pl'eüi.1.1 como a Via TrinmphaI do espirito humano.d .. i r. porqu foram postos em reI 'v o con· Só uma autohiographia. na Yio Jllal o Ori nt c tam bem F1aubert o vio P SSl- sua extl'aordinaria collabomçüo nas Fw'pns em (rue mamente.. po1'. que. dom (lue nCtO :I: * V::1 i'em a . nflo fültaria a . na gl':\nde viag m elos Se'r . O homens.fore]. tudo Ó razão para Yi\'cl'. tel'ril. insolente para com o T. a 1 morto pam emprc. no secu lo XVr.'LO: animal homem. (2uem o possue . o. Por virtude chl'istan? X. dú perfeição ú obra d'al'Le C'...':\elinn te e a ti va. sem perigo.'es 'a relaç'-LO da.. n'um pi. pelo. 'I'l'eu a idéa' _em a Ç'-LO e sem :o:entimento '. e o portuguez mai. profanados dis- gunda m tade desL scculo.illC I. ci ncioso.a deyC'l' social qll lhe rompetia. na luz ou na escl'ipta.. E ra de cmada a criaçClo lo perdo'lelo. d moelo mllilo deficiente Outl'OS aninl'le da ierm. ~llu('lles P:lI':\ ([ucm. .o persos. .. a p rder elle tudo (' ta:nbcm alTim e 11i\'ers'-LO na e.. .tlo f'1I1gurtLnl \'inham "<'ll1pre a memoria e o gargalhada. portanto.rou-<:e pal'a d . em Afl'ica. 'lS I 1'0pOl'çüe. Jlropria. das idea' ele Pa. . ampl. d clal'ou qu a obra não pre.' tle que valem culton-lhe um pOIlCO la C:l'al1l1e P. saber de donde vinham e parrt onele iam. na . tinha o Lmatismo de Gm'ibaldi. com a perda eh. Lavam nunca ei'tú só.ina\(üo. A mocidacle conspirava. eon tm (luem? contra vio um POYO tri ie pela. ulta do dom inapre i:wel do infere. no YÚCUO. e. a pretexto da que 'amues j ú Yia.lo 111)' tel'io.empenhaI' a parle cl hC'I't.do com povo que se desna. upprir a :o:ua falta. inelignaçü .. dade da a\m:1.leza nacion. da ah rtura. espe. pelas causa' . mo. passava (luasi lOllo o tempo na . de oUÍL'o . I ctualm nte. mutila.. por:ugnez ingenno e im:lgino.jdade. con- p l' acabar. e ignorava alé que. indispensay'l púde ü CI'itica . angulosos ou 'inuosos do caracLer. p I mundo m Cju na c u e pelo eus companheiro en hia-s de em (/lO com a mudalll:a de um mini terio de planeta. ympathia uni\'el'sa1. int l- relip:ião tambel11 acabára. Choravalagri ma. não maior (Iue nm homem ]1óde rC' cher. por um phenomeno talvez unico: o de um que se entendia que a érn da neçüo tinha ncabn. a(.onnag m tem YCl'dad porqu a' ua. tudo. durante ü . ia do talento. avam ellas mesmas Foi ao Egypto. 6ra da gl'n. s pelo mundo e I elos hom n . da sua Ol'ganizuçüo e ([ue. . é o segr do da ven. tUllo csquecitlo. olhou pum o E .. a ias e de Lor-nas sympalllico. a. pirito do !J01l1el'(tl'rl (lue no. 'omo nClO cria.ap nas sahido ela eelucacüooffi'ial.'Onha\·(. 1. Portugal e ta\'a. con"el'. a p!'alica duma. vulgari- interes"e a r('lda el si. e dom (. assistio ú festa fmnceza. na cel' um francez do segundo Imperio. seus monumentos patl'iotico. então. ha\'el' a epil p. reali 011 : a de er ([11 .. . o.8. Di _e·lhe algumas vio.s. inc-I'o ([U m sempre quiz e sempr Pam h m pintai' c preciso bem vel'. como Eça de Qu il'OZ. Lrmhra-me cru Maxim rIu. ainda a... ú margem do . Yibraya e pugna. com xactidüo e amor. e em (lue elle. FIo luet foi para ella. n'um de. recia nae][t dizer mais a es. nem abandonnado. a qn lhe prencli.akand apropria emoçCLo (IUel'el1(lo Eça de lJueiroz r i o que foram os ~ 'lIS conl mpol'a. por fUllCÇfl.. acabam nome de Flauher~.ado na.'-lo ·intC'n. linha' foram lançada.\T'lmide.ussia.s n~tO. mais tarde. foi. E. mo idade. .. Eça de Queiroz te\'e a gl'amle de vantagem de.riz . ua .cionalisava.)'mpatli in i I'I'. elle mC'. patl'iotica.

POI'UIII. I~l'anl. A' o~' PO\'OS. T fund . ma'. e ele geni s naci onae. a palavra l'el'VC tumou-se elllJal' e. fl'D. l~ i to verdade entre o. pinLaram tão bem? ex pli. spóra. hoje o glol'i ore. w('cedida.::. só. 'quivalcnte Uriente que o domina COl1l0 dominou Flaubel't como a pare Cl' e tl'angeiro. pOl'que . inte.. 'omo eSfJucc I' 'ta inirluid:ulf' di> des- lhde Cjue o' lia.z. llou\'c lallilJCl11 a 1'(.'criptol' s de g nio adevinham e o seos quadl'os . lhante no erfeito con guido. ú os po lero.' d :.iam.~ ele PorLu~al.a alguem homcn ele Portugal.em l'e\' laç<1o. u " tino? Tudo é.' Uuumlo as Far)Jas appal'ecel'n. eu.I11. o . mUl1l1 liLLel'al'io. 'toda h lIeza docilidad vig r. a paisagem . as que "('" Em IOl'wgal. c' mpal'Lim nto. ial\)('Jlto.. lá. mais tal'd . J1 iLa. E o genio. EJI' e Eça ele do nu 'ionalismo. nüo s juxLapunlla ao' . peb c!limi 'a lo' janLal' Ú fl'anczn. em toda a parte. teve a 'poca ele I. m ()lO llu II rizonte in mparavel. Organizado como planta '\'igol'o~as '~a lia' (IUC. fJl'Op 1'- mOl'ia do antigo viajante. Co' \·. no silencio da ua genuinament p0l'luguez um c I'Lo I'i<li uI <[U'lnel es. gual' bda no escul'O. aucLol'e. a \'f'Z de Vielol' 11ug'll) j~'L isulada. da ' ua c ncepçüo l'ranCE'za magcstosctl\H'n (' iniciolJ () ':-. obl'e a cobel'ta.t. 1':11. tado . POI'Lugal nüo L v 'L FU1'}Jas mereceriam o premio.Cto da II 'III .::tlleiro novo e ' I'(l 'nt que injuria Quei l' z. da Yida. (lU Illuito mal conll "iam. fIll 'Lma"'llll (.. 1 iam. Ramalho Ortigü e marC e da Indin. . depois da . gl'itava para baixo: Tu egr dos. uma e. li I z ela zinha nr\t'ional tado no beliche. J'idiculo l: apcna' a di' OI1\'eni ncia da.eu Antes. ou um facLo POl'tugu z.' mólde. Em lod:\ a Europa IIlIUv' uma I'cvi\'cscel\eia il\lel\sa m nto do Pal'iz.. lit- citadol' do n. porcm. Púel .' onsen'oulatente. 1ão . porque de. . a 's da E. vendo tão mal. Ji'etl'PflS.' e.lIaCeJH)L <i" !'('nli- mo' 'om '(' id6as <lU t'11l0S. e l'ipLol' s para ([U m hoje. "'CJu Iles dous enfur cia-se ás vezes. para fazer ri I' d' Il'. {Ju 'iroz. cia s e a Jingua ignorada.JII na 'ional.eia:LJIIC'. que paiz t elo I'ia om a annos.'e dizer quc. cála do sociedade inteira lue 'e cle 'at. HEYI TA MODEH A . como as instantaneas ão a' 111 .11111 lou-sc na JlI01'lt-. amparavam I'.'a"a. mais tarde. a sua grandeza. a scena que a ensibilisúl'a.os seus monumcntos e.~mpo. dCI ai da' Furpas. todo. o resulLado ele aUi ude nlml'eiLa elas suas lenrla. omo LanLa. ele liLtel"llura.al. individuo \'rdad ' Clltl'(' mio enorme a quem de. illuminal' as pagina d'Et. .' qlll'l'ia () lIingllcJlI 11I:lis ("JlII- \'eUll at" conl" '. o qu em POl'Lugal cm. '11111 '[Ia q ue o ti " cobridor da belleza da I oesia da I ai 'agem e neLo hal'i'l I' 'la(~0 '.eu velho 'aber de mais luxo.'lnmbra.]) r ln Oriente e o seu innnito de poesia ficamm.mor 11 la al'te portugueza. napoleoni 'o ele lRü7. tl'ui~.r Jl llctl'and ll'( len'u as raiz 's.. o elcftln ·ord. I\ia frallccza foram granel '.:a d' Queiroz Leve o nome e fez a obl'::t. o legislaelor da uu i 'raria e social da 1nglaLel'l'a em POl'tugal. hydl' pica obs UI" 'amo f i porem qu Flaul l't e como foi q lIe Eça de faziam omo a.:e clJama o Lornaralll-s'. d. A gu na fl'anco-pl'us. te á violen ia elo' puxõ da ré I a e r '1)\'('. IhorQs pbotographias. A AlIemanlla vi LOl'i .e. JJÜO p -Ia I' 'onstl'llcr. fl':.traol'<iill:tl'ii> lI('I'('ulal\o I' . I' ielad da. dou.. cada \'e2o mais e fluanto mais sóbe na e. póde. q uc ha um l'Lo Jls ]. homem. POI'Lugal nCIO JII 'S (lua. Inglatel'm d mais. como çõe e cl uma ilJu ão de per. tão sinccram nte. unnulwiad:l e lll'('P:II':. 101' m. a so i . su ' ed u a PorLugal no 11111) 'rio do. ncm sempre chega alguem a t r um a naturalidade. HamalllO OrtigãO ainda tinha o de. 11:1 seducção era. de Queiroz eram franc ze e afrancczadn.. o \'igor a beJlcza da ua ('. c 'tavan elcsal'l'aigadas do ' u f" I . o lU' n'uma placa photogl'aphica (lue. Em ingenuo ab. combate iniciaçüo da celebridade.O mfll\ UllI 'lIlal flo POl'lugal :111 ligo ([ ur' (nLrava no. md .11- 'str::tI1llo.a. dominou Chateaubriand. de mai dinll il'o us a vida do Ol'iente..a de Queiroz e portanto incommoela e gl'Ot 'a de alguem ou da (lue..'. cliff l'e'.. i lo é. na am p I' s mpr na tmn parencia do s u azul. na retina e na me. () CO!'II\O[ olilislllo .ua 'ont ml \a.n. T l1HWelm UII) as m lhOl'es pinturas. ê t<1o que I'e i..tistico.' elas FW']Jrts.'1' pol'luguez. . Ramalho OrtigãO.. pOl'q uú o Jll'ch 'ndia. ingularmente plicaneio a tli . kil metros quadl'::do de territ rio. esl ~'L tã fóm do gasto commum da vida.·tll tiGa. e. e flore ccneia.Üo tinha a gmn le vantag m de er simplc. Eis flue. que IleJlI uusa. ma. tomavam o fa to ou o homem (luival n te ou rI' '5- Para Eça de Queiroz.. os dn. alme. cantllo que ell n'10 sab ainda m ntnl' nem gUI~\l' 'aç<1o está n'uma pala\Ta.'e u n':-LO se faz a obra. de hi toria . 1\'-( pocli'l primeira pha 'e das FClI'jJlIS.'iana e :l de. O. ntü. dorrnind . lla caso' em que pl'im iro.~Lo na iona!. fo.\Ta. e .'onllado dcsl'l'Z-. ani1nal! e a lingua. achavam-nu ]lcI'I'a. 8 11\1'0 A notoriedade ruido a "eio-Ihe ela sua collabol'açüo de dizeI'. só xi"le llU tl'aLado' el uma ellljanr~u d '. poi.Ln ezes.ncez.a porLugueza. tOJ'lJaV'l invcII ·i\'el o al'a. pOl'lugu za. lingua p l'tLlgU ZC1. de PU\'US (111(' l\ill~u('11\ Il\ai.a. cobriram um llucm imitar coul)e-lh '( vcnLIlI'a de ficar r 'duzido a riso no\'o em I orLu:.eitava n'um e f I'ÇO ]lal'a seu aperfeiçoau1 nto al. ncerrado no e treito camarote.' ben para Portugal. . Viam o s u paiz ridi(julo.:i. n1\. HamallJo OI'Ligão fez.' cou. I all'imOlli " '010..00 hL I'ca. O.injul'ia\'C\lJl 1lC l'C1Tas lone 1'icn.'<. " guiam um 111eth d ra hl'i- que vive como nós e c mno co.. de. D'ulli. ganha o nome e depoi. embaraço.a 11 'a\'a llluito [IIl\g . muitas \'ezes... ua luz v lU ele \'ocaçõc.tu anlizad(' poduguez. p di "a.'pl I\d ida > nome por ter uma obra.'l.'emp)' . o conjuncto de al'fjnidaeles.e dizcl'.da til' JlI'(":?U' l\il1a 1'. cada vez mais ama esse palec~I' bem.obrenatural do ponelenteemFrança.'W']XIS) na apr entaç'-Lo omica ela ousas do. esqu cida. l\~LO I odia imitar a lnglal "'J"l. e intel'l'ompendo a .Le ~ apparecem deslumbrantes na Relíquia e a . tan 'ia.. jú CUII :l. 110 encanto do ceu mysterio. E.'.:..'d('I':IIJIU um UIJlor l1luilo \'agu. com o temI ..'eH'.'a amiga . 1Jarreira para '1 inl'lu neia moral. por anno' e tüo hem. o. {J ridi ulo resalla"a ela. havia nessa compal'aç:lo era uma lirfel'ença el' mai. d i.:\ xLraordinaria exprime alguma cousa de t<1o granel . l' sse' aversõcs que constituem o quc . Desll'e Ligia I:L a Fmll~.'os e " f liz l' fIl\ . . invisivel.:a "isão I'csurgent . a pa1<. á e cw'a. Maxime du Camp. c n' rv:wam \'i \'as e. dia .. olhavam para POI'Lugal como para um paiz COII\O os sOl\hu. de no\'o pam . lesá.'igual. lnuito ind 'finido.'emp!' 'U. '.'cobris e um praz 'r novo. '('lllu- do' c stum s popubrc. eternidade. cl iv I' o . di\. A um grande in Lrumento de educa<. ao.CLII imi· lias FW']J'IS. D prczavam a . Houve um Xerxcs quc pl'ometL 'u um pre. pecie de pudor em appli al-a. jú.

' . N'ula eh. Bri.'. porem. de honra e tle amor.l'a.em tudo quanto. a dolorosa desillusão.. atntvez da Yida ingleza.n tCl'essc. partio I ara a e. de uma gmnde dmeza e do lUl1a vaidade insul- genio le Gal'l'ett.' sodo s tl'Afri '0.'orte de inicial' a . ''tem adoç. A l1luda. Por uma disposiç:IO dUCÇãO.s tornea lo.lor e d. desabro hada n'aquella colon ia col. Aconteceu..õe.lmente.l da 1 i con. Foi Eça le ús riquczas litterarias que elie tem prodigalisado em Qn iroz nom ado on.' chins escl'Q. toJo!'. ua pracLica dos homens e das em Neuilly tem sido muito grande. « Pariz capital do mundo )l. humicla e brumosa e O curioso quu coHe ci na medalhas.'avam a.:1va. I I'U d realidad. todos. parallelamente... e ao m S11\0 tempo tüo uma.. Wo viu'ia nos seus 1IlLútO letLrado " 'lspectos. teto De I '70 . 1j do. Gj mo do sn bel' não o levou nem l'orç u :( facil idade da' giosos e a preserl'a<.portuguezes.'onha dll'ysLallisaçüo dava-lhe a limpidez e a força e a solidez Gum \ an ])ycks e Haphaeis perdidos em ald0as igno. o negociante que faz res. ann'lo- o dade.'cia entl10 em Cuba o commercio do. ne. as plantações de a. na sua Secr taría cles obre tape~arias esqu cidas e que alem ela .'- para alie um paraiso. dispon. O fanaLico que r ÚIlC eJi<.'ua signillcação tüo sentidamente geral e humana.'a inf1uencia fóra do circulo da erucli~Clo e dos tão mulLip1a nas .ngeiro nCto chega a da França. COl'l'eu os EstadoFi Unidos o. vigor. podiam-se fazer duas ou tres celebri- o te\' ali o u l)rimeiro encontro com a rara . Ne\\'ca. tinhmi1 o grando defoif'o ·on.'tava chry.' tarde. A Fmnça. Neto foram 1 ostos de ob 'ervação (porque e tijellas da curamica nacional. 'sucar da Ilha. moralista."end l' quadro antigos da Egreja . Cuba nCto tem uma liLtel'atura pondia Illais Ú realidade.'açflo que o cercava. p 10 egoi 'mo.'u1ar já f6ra da influencia amar. ular.uen . ridade do presen te dimínuia um pouco a impressclo da. Ali ele fiel' fl'ancezas n:\o la sua teJ.'obre a cOl1sel'vaçiIo dos velhos monumentos reli.'uas revelações. justamente ne. decrescia rapicla e deplora- ** :j: v. para um penin.1Jha om ial um e crupulo quasi do ntio no cunhal' e no ])Lu'ilar a contra o c l11111er 'io do. A paixeto do documeo to.'. O que vi:). criptos e até ímpre.ado quando tracta dos outros hOl11en . a vulga- nl10 f z bra de artista . porem.' com heroismo. regular. Todas a.' ou que falsifica mesas pre.'ados. chegando e foi Eça de Qu il'oz qu começou uma. del í' do Cuntenal'Ío recta.' d tl":tço e da càr apossou-se 10 'al que lhe r z ul11a va.. o róI das t0m a luz e a paisagem moral pOI'hJgueza·. E. para resistir ao meio e nüo se deformar.' tl lJ . a historia o a litteratma inglezas.'Ia' no theatro. bu andorythmosperdidos.'ta tor- cou.'empre extenuado do calor e da a.'Ta. O hOlllem . uns com ing nuidad . o con 'elhuiro que Em Inglaterl'a escreveo muitos dos seus livro.'- Lorae. que o Con 'uI cido singularJ1lente para comsigo mesmo. tão alargada e uniforme na sua acção .. deca.l'a o Con uI. . em omcio. a mulher qu imita rendas velhas.'cido. da morL ele Ga1'l' tt e do 'il n. qu rui fita. o c01l ccíonador que ajunta pratos em Inglaterra. o Bispo que [az pa. Apprendeu a lin- .'ta terceira tem foito e e. vi.'ul pLl.. 'cu e. om os seus . tes anno. Com os livros quc tem esboçados. mo-das e gra.'cute azulejo' . 'ada naçüo pelas bl'and sr 'ol'dações c1assicas da Historia e daArle.nça para Pariz completou para Eça de Queiroz E~:a li.'a por uma. genero hUI11'Ul0. sahio e . archaico:>.: colxas d' dam::l. 'ob a enorllle rada.'. aspira\'a a viver por si.haram ha quanto . A ó1 oca era da autonomia du impr " i0l1'lnt· o a pai. . o maninco que . que tanto se fi:'CLl. a.ltmnente lucra. finalmente. Gom talento. Grande ou pequena. 110 envolvido na vida ingleza tão difficiJ do comprehender. inglez nellc. o movimento só tem cre. para o lublico que avido in[e1'110s d verdura.solTrimento que eram. . Dep i.'obre o de Camõe.'e refeL'e '].' litteral'ias.' occasiões para tauraI' con!adoL'e' chalJeado.'sos e que fu)'ta ú publicidade.contribuío apenas para desfran- neLJ'<l pelo. A medida qüe cresce esta pro- p rLanto manter e'. .' chin. imitaçüe mai' ou menos conscien teso \.'. gua. tem cres- tiv pa. Demais. 'e vê lembrança cl'aquelle sublimidad s do pas. nou-se critico. SCrey u Eça de (2uoiroz não.' qu foi.iIo d[lS ulfaias o das pratas.ia DU 'en Lim 'nto la vida tlim·ia.' que. a severidade de Eça de Queiroz. na lingua lortugueza. Camõc'. Quei roz d ix u Portugal fJLLando este movl.'. a vêr o que Ó pos. ade vinhal' a Inglater1"a. pOSe delo ele palmeira e orchidea . todo' com amor.'agem trolJical niIo é animada caüa pov .' de r tiro boa .'.' d s Lusíadas e tudo moria de uns negoci s commerciae' que aca. norninalmenL.dos para os tornou-se cada vez mais.' comme1'cío.'co. Teve. O romanci.'ivel salvaL' cezar o porLuguez. « meto das nações lati- m nto COIrlc<.'tlo encal'voada.-oava-lhe jú A lIn\'ana llara ond' foi manebd '01110 con~'ul nüo foi ao. du- elo Ill1pcl'io Colonial. a pouca' horas de distancia. mundo. .grandezas do genio É Ilma estufa v-rdejante que o e tra.ho. ensaista.-. in rI uencia ingleza d sde o mais humild' at'. não t na PI'OI' rl ial do intel'cs.hao movimento naci nalista que Dos Estado' Unidos foi para IuglaLor1'a e achou-se fiGOLl 'em infl. ela exactiüüo saxonia. de uma originalidade e sobretudo.'ubordinado.. )las l).(té hoje judo mudou e. com a intensa viSão t:l. tudo isto . fOl'am as residencias de Eça de Queiroz pergaminho' v lhos. D poi:> de te a to d desi. tol onde Portugal tem Ulll vago Con 'ulado "111 me- vura. inspeccionar e jOl'l1ae' e em revistas.ouviSlos como echos de urna rhetorica flue não 'orre. ma este ac '1'('. porque era do porto gancia sem' ri"'-lo. Ficou perto da França vio-a.di. mai. ao militaI' audacioso flue pe.-ado. O lJrior l'CI'oltado contra aCamara' lue fluee pre 'süo da ciYili.-ignatUl'a para e11os. campa. O sou estyl portuguez d Macúo que elles eram leva. pouco observa das terras onde slá) ma. e 'tac.'tallisado o escriptor e esta o provi ncinno (lue . phrase perfeita. pobre ou rica.:.ga impr "[Lo de um gmnde lo seu SI irito e lJreside a todo o seu traI alho.' annos. tam fazendo obra de patl'iotas verdadeiro repubbca em que a estatura dos homen. o lê em POl~tugal e no Brazil. a raea A proclucçüo do Eça de Queiroz. outro' rante 10llgOS anno.'.ppr hens~lü da ombriagu z das metaphoras. tüo grandes outr'ora. julg'111do hOIl'-. e da propriedade absoluta. sobre Eça de Queiroz . e algun. chronísta de um FJ I' . o po 'ta que tenta revi ver metros que suppre a realidade era Portugal. de uma elo- vi. expandida. ia de Herculano. confóre. tanto para. a.soo REVI TA i\IODERN . tüo forte. na]) . 'e.'tant de uma morte inglol'ia p lo vomito n gro. paleographo que decifra duzento. 'to' de Portugal. e via-a aLi. es e commercio era.

e oc 'upam de :. Eça de Queil'Oz. no apr ço e na dispo. Um elia. em 10 fl'an o '. eria hoje que Eça de Queiroz e 'creveria que Villa não entenda e nã clare a. na conver. d Eça d Ou ir z f breados pelas arvores verdes.emfrancez. ~ o O bem anda por tod os caminh . namento da má cozin. morrendo portanto sem cendente de Anth 1'0 do Qu ntal. é 'impl s. É um deli rio v ira Martin'. onta a . não é um repositorio e teril de datas e de a clareza da ua opiniãO rapi la e nitidamenl l' ita nomes. e facundiD. de creve.. ina ivel. maioria elo phico de Innocencio. uma erudição viva e esse exer i io·. sem nunca em panham na vida e do que e hal ituaram ao en 'll1l dia de sua vida ter visto um Courbet. não mais o lê 'se. ão longas as suas e taçõe em frente aos um celebre cofre de uppo to Capo di Mont . communicada a Eçn de Queiroz por Oli. que depois leva licção muda da vaielade da cou a. fazendo com que Herculano.0 grande homem foi todo indi. não só da vida do.111 italiano. ta . mo o. A voz. materiaes.olação de ter amor e enlhu ia mo p la sua terra. implicidade da ua roupa. que havia na hagag n. a erudição cou a. a lavar. o nos eu roman e . E br a m . ou varridos pelo para LUU Ó pe oço. _ de'Ireso. um volume de Vi tor Hugc.ua os d'amanhan. para fazer e 'se trabalho.. noticia d'aqueUe raro amena.. vidas de 'antos. ao n ven - fol'luna. r. e trangeira e faci!. fal-o em ca a. no ac i Íl11lpa ulad vento frio do inverno. pro a bem incolor torn·lIu-. impren a. porém. é h j m ele to. matadores dos micro. em De vez em quando. no verào. poetas... p dia o auxilio dos amig . O que diria Camillo Castelio Branco que e dão a e sa . .a elle hoje ele ejaria não tel' escópto. E a todos orpreh nel-. É tão rico que póde. .' l'omanc s. açno. sua pro 'a.. anti. 1 ituras ele Eça de Qu ü'oz. quando e te Poeta e tornava Econ - sua lingua.. corregido lutam nte indi IIerent a. m voz alta e d tal mod . a .i'l mas da vida da' massas e dos anonymos. desenha e (l-cam-lhe na memoria com typo. n'aquella littel'atura. Queiroz mais alegre o domingo em que traz para casa ~ . petulancia que indizível da .di 'cu õe tenivei. tão bem omo a. É o sentimento real de largos trechos da vida formulada. quando tem le pÔI' v I'. procura eh Na implicielade da . mo quando evocou a inclyta anecdota um intere . a prot xto de criLico por demai eguro para ter hesitaçõe quando raça latina. c1. v ze. cilmente s podem im ginar. cheio de dos especiali. . horas a concertar. I CJuent A paixão da poesia da hi toria portugueza foi. p cialidade. 'o a mesma extraordinaria habi- escl'iptor em quem empre reconheceu talento mas em lidade com que faz tudo e que se rev la na ua promptidã 'quem sempre vio ou fingio vêr um e 'trangeirado. ta qu 11 Não.c:aber que deixava at!'az de .' d nbo. bio que colonisam.lll'lndo lIe . seclucç6e. fórmas ele\-adas de um mesmo 1'aslaquerísmo. cOIl1]ll'Udo alfarrabi tas e. n5.0 vae a congres '0. soprando por baixo dos arcos da da. decerto. de preferencia. vontade. A sua erudiçãO é. faz d s a leitUl'a. o ge to. uniüo dos povos. gularmente o bacharel pouco instmido n'lUll qua i em. leyou Eça de Queiroz. á. ver.: * * litteraturas ex tica.emsll. ha verso. de uma not ri 'dade do e trangeiri 'mo qu nfurecia Camillo. e entende os pro S O indu triae (e m . E a maior ponto subiria a sua admiração Qua 'i todos os personagens dos. não citado pelo bibliographo.lU . faz o de esp l'O do l'ep0l'lcl's e da nuvem de individuo que. üo dão a (luallU r pomneo. espontan o nalu/·aI. Quando conta. Foi todo enthu ia. 11 lU a almoç. Á veze. Es. an- consolidou. portugueza ou he panholas.l com sobretudo. da humanidade. e diplomacias da poliU a practica do. a expr . 0- perfeição na . 1ais feliz que Balza que. u. Aquell auctor Ü'aduzido m inglez. idade d gra- pa seios pelos cáes do Sena quer estejam elles som.nunca volta elIe para Neuilly sem alguma como preciosidade extraor linaria que um p. ás v z om admiraçclo Real flca na Beira. i\o ha ituaçã ou pr - exa perava Anthero do Quental. reis e do' heróes O eu gosto artl 'tico..'ua narração é a scena me ma qll gnação e desdem quando escreveu o Pol'lugal Contem. pediria hoje semana hlema me mo dos que p am parec r maio arfa tacl de longas visitas aos museus.ha da dona de casa que.co. ll1 Pariz.a slú peninsulares. \. com a alfand ~"'a As tardes dos seus domingos são con agl'adas a longos t1e New-York. amigo votad a dito. quando tinha d n aixar a polir com vernizes anti. A ua intelligencia é por demais clara e o 'eu juizo cultivam o bas-bleuismo internacional. 111 improvisar xtraordinar'is imo. do Innocencio estam ac. littel'Ulura do uI e outras e julga a si mesmo._ua obra. om humana. a tapar os buraco dos bichos. se não creou o patriotismo de Eça de Queiroz. tigo j:mota que tev. .emhepanhol. ii. Uo rapida multi pia.) do o-enial arl MaJ' r e a (lnUl'a. vata. algum livro portuguez. chronicas. a dar uma de mystica. un a t v a fmqu za d pontes e lue o obriga a levantai' a góla do seu gro o bl'ic-à-bmc e. qu pareçam máo . em Pariz. om tenacidade. o. fez vir de Portugal o Diccionario Bibliogra. 10 tra n'i . iml11u- crescentado . i um prodigio o escriptor da Oliveira 1artin. das suas habitua s pr O cupaçõ d al'ti. mo d . É para Eça de tav is.uma vi la e um vig l' <tu c1iCfi- I)'el'aç· elO d'Aviz e a (lo'ma de lumbrante do onde tavel. na ua lo lUente fal idad .'. A paixãO da verdade na obra d'arte tran formou sino y tema de MWldo. II s abendo lue aquelle' volume.' cousas liou. . rito ava- estampa portugueza ou alguns volumes ele velhá. REVI T MODERN 01 que outr'ora foi fazer uma conferencia (que aliá foi E sa intelligen ia faz a admiração d que a 0))1- brilhante) sobre a pintura de Courbet. Este t5. annotados.lê om b a mo tl'ando o volume 1 coberto no. parapeitos do cáe. á grande con. i<. tendo m mão grande part-. portuguez. ua d illu. que duvidava que a imm n. fazcr de te córtes na . EU ent ndia humani tarismo tmn. annos depois. epticos. em holland z. o algari. n. nii vae a jantaI' s Ha na obra ele Eça de Queiroz linhas e capitulos clue litt rarios.qu netO ão está no Innoceucio! eliz 11 triumphante. obras sempre o cofre. á y z ublim não se soube e? Perguntaria. nilo procura os homen' cei hre de h jc n fi sem meelo ele empobrecer.ua vida le Pariz süo-Ihe ab. e recu a-o e. sermões. mi ta. emallemà. ainda hoj. conegido .ão feita.

cujo talento multiforme não é possivel cingir em naria elles estão escriptos! São duas lagrimas myste- poucas palavras . do Padre AmcL1'o. perolas de uma graça antiga em que a belleza e a claridade do céo da Gre- Se contenteI' de peu. mas com que perfeição extraol'di- artista. harmonias que fazem d'elle uma delicia. de intensa manso e humilde de coração.. á tarefa deliciosa para o meu coração. completaria o pL'ogramma : Salammbó. O estylo de Eça que foi sempre muito pessoal. a provém justamente destes contrastes. raros na alma quem sempre amou. de tudo que podesse auxiliar-me n'um trabalho que só p6de ser l'apidissimo e sem valor. n'esta sua Revista. f)NR DntEC'fOR DA Revisia Moclel'na. o palavroso Ul- occasião de se inicial' na sua Revista elo mez de No. Veio com a felicidade serena. exa 'perada. este terror Eça de Queil'oz tem a vida ideal de um artista. las rendi-e obéi/Jantes. fi le Juge. lumbradôras .. mas novas. de certo. 1as. Eça fez os Maias. tão curto o espaço de que eu tamente por ter levado aos derradeiros extremos a idea· deva dispôr no seu bL'ilhante periodico: tM difficil a lidade casta do seu Amor. mettidas em conchas tivel impulso foi escusar-me. deixando a fama jus- tentativa d lançaI' alguma luz n'uma figma já tão in. a inutilidade Chegou-me.quando minhas phrases sinceras. pol'tuglleza. quando a velhice Como est . como costuma eUe sempre dizer. quando falia de ressoa! Que imp0L'tava que cu não soubesse fazer a um bem que lhe succedeu ou de um mal evitado. cio. relê vos de medalha antiga. á sua mesa. como o roubador a quem Deus se dom das cousas e que tem ao me 'mo tempo a subtil compaL'a na E cripturn. zivel pela porta vedada do Sonho. vê pela data da minha carta. porque. ignohil. de iron ia aguda e dolorida. ganado. do seu võe e violencia'. a terna recordaçãO de passa- faHa de algum projecto. por 'um dos contos Ullysses. Eça de Queiroz parece teL'. puhlicou elle dois Cep atlendre chez /oi bien doucement la . dos dias.. como V. estou longe da minha casa. e que sabe alem de tudo communicar com o Invi- Genazareth. a amavel carta de 30 de da perfeição. assen.. tave Flallbert.fez a Bova?'Y e a Tentação. tificada de um mendigo l'ôlo. um gozo de volupia mtellectual ConJcrvel' l' eJprit libre. o typogrnpho Plnntin de crevia o socego delicioso fragmento da mais requintada e ol'iental poe- da sua felicidade e pintava Le Bonheul' de ce nwnde. do furtar áquella felicidade immortal que o Amor de uma grande escriptor portuguez. comprehensão <los estados intimas j que observa com o Aquelle a quem Eça de Queiroz. parecem embeber-se. já retardada. com não menos Outubro em que V. e tem sublimemente es- palhado por Jornaes e Revistas. tão complicada. para quem o lê. amplifica- subtil e ine peL'ado. Pareceu-me. nunca critica do escriptor. sia Biblica. tando· 'e. Gus- ambição. tem ido gradualmente tomanclo fór- Domter /cs paJ/ions. deusa lhe ministrava em cornucopia inexgottavel j e no Acho tão pesada a responsabilidade j tão limitado o outro. como se tratava de um pelo seu genio feito de sensibil idade e geaça. camponez. Eça fez o Crime de seu corpo vier realçaI' a mocidade de seu espirito. na justa homenagem.. nào quiz ver outL. . na sua fatuidade de realismo mais Crú.'ora nas margens do lago de tmnte. 8 ele Novembro de 1897. o mais perfeito e mais sublime dos amantes.. na agitação do observação aguda e terrivel. graças de não acceitar. Não tenho presentes os titulos. me pede para que eu collaboL'e suggestivo poder. Dire JO/1 Chapelet eu cultivaut Jes entes. dade atormentada. atravez das e quecendo de accrescentar: Se Deus quizer . morria. e fez o Sonho da Reliquia. e estranha. veio pagar-lhe a visita nào feita. como sonho e ultima elle compartilha de algun aspectos é. tensamente illuminada. abençoando-a A originalidade caracteristica de Eça de Queil'oz e tendo-se feito pL'imeiro ammnciar pelas GL'iancinha. que vibra com a ernoção mais pene- moço. em phrnse ado- ravel e de uma simplicidade homerica. a inutilidacl. Como este fez a Educaçc10 sentimental e a Eça de QueiL'oz.que o meu primeiro e quasi irresis.do idealismo. orferecida a Eça de Queiroz. do Mysterio. jus- tempo que V. O unico escriptor contemporaneo com quem Hoje. dos meus livros. a meu vê!'. poe. Veio genio que tem a vizão violenta. o. saberá quasi inaccessivel it minha vontade! analysar e decompôr! . Sei que um desses contos proclamava. e Tão ha nihilisnw mais absoluto que o que resalta rara e captivante a peL'sonalidade eminente do grande cl'estes dois contos. Cascae. mas Vi). a Illustre Casa de Ramil'es. lysses não cuidava noite e dia senão nas artes de se vembro o novo L'omance. Contos que são duas maravilhas ao mesmo tempo de EDUARDO PRADO. o seu soberbo e incomparavellivro de EntM. e que s6mente algum desen- pretexto fosse. crapulo. l'iosas de desespero philosophico. o viver no campo e em Portugal. 302 RE\ I TA MODERNA ** Mas. se eu fizesse esse acto de lesa-amizad . Este sonho elle o reali ará. irisando-as de mil cÔL'es des- Régler tous Jes deJJeins Jur UI! Julte modele. e a minha qnente admiração enthusiastica Deu' entrou-lhe em casa. me dá. escusar-me fosse com que de iriada madreperola. que era sobretudo podeooso de ironia ou de sensibili- S'adonner Jans /crupllle à la dévotion. não veio precedido de tl'o. e que cl'este entrelaçamento raro tiram uma rara originalidade. o arguto. Veniam (ld te tamquam {UI· . alguma Alma incurave1mente triste. se o amigo podesse lêr. seculo XVI. ia imaginosa. observaçãO e de phantasia. n'eJpérer n'ell des Gl'allds. que o outro affirmava. Ultimamente. como se lê no soneto em que.}'c avecque JranclllJe a/m!s ambitioll. uma vaidosa preoccupação da minha a Deus. não me * ficaria tranquilla a consciencia.mor!.'1lCnt jorl. Ho pede Invi 'ivel.

Ias escandalosas ou meras fabrica. aúdando. ineffavelmente boa! E hoje como sempre a Bondade é ainda o que mais vale! EÇA DE QUEIROZ MARIA A~IALlA VAZ DE CARVALHO. ta e ele peno aelor. feita com fiel lidade inexce- ou no Crime do Padl'e AmCt1'o. sabem. no PI'imo Bazilio. meus ouvidos o seu etel'llo palmo emquanto escrevo qUlllte da fÓL'ma. fórma . que rara.e romancista desenvolve com lUll e3pirito d independencia o que é mai .senão o primeiro. com feijão branco a. que . attingio á calma i1mocencia que tudo que pretende ter um logar a paL'te na vanguarda d s 1 erdoa : que preparam uma sociedade egualiLaria e Jivr . comprehendeu tamb me' a alta Eça de Queiroz ' uma alma de santo clue.este mar que está cantando e soluçando e rezando cl'~L'te reanima e aquece pelo influxo piritLl'll do l' _ ao . solta-se dos liames naturalistas e lá vai por ahi pura litteratura e preciosidade d'estylo. em França seria opulento.e·lhes empre o mesmo.0 de todo os pr· con itos le irritante como um enigma nas contradições e nas mul. d tempos a nos Maias. e que. longe de excellencia.ão d~s almas. sob as brumas de D'uma ceI' bração superior. pelo contrario. releio um d'aquelles romances. Eu tambem. como a vida que nem sempre tem a intensidade . enão maior en· ceito da ociedade burgueza. qu a r alça. Por humano. n'eIle espontanea e brilhanti - ginal. frouxa. casta e um precur. pelo triste facto vaç. Se os livro de Eça de Queiroz fossem. Ma na obra de Eça de Queiroz ha mais do que sima. querido e tão glorio o. de pen ador inteiramente do eu tempo. ta portuguez deixa no agudeza da vi <10 j a verdade do enredo na apparençia entretanto tran parecer na sua obra. o Gel'?1'tinal çando de admirar a sciencia da ua composiçãO j a por exemplo. insinuada pelo meio. a sonora e viva a aspi~~çãO vasta d'integral liberdade que lhe aninla graça do h~mmoso epitheto.sonhos como o da Reli- v zes encontramos cá fóra em geniaes e 'criptore da ryuia. um raro experimentador e lUll observador ori. Por Ê sem limites a sua bondade porque a todos abranO'e isso nós applaudimos o eu con ciente e dupl csforç é inf1nita a sua indulgencia porque nada o indi.se vê forçado a um exilio cruasi permanente.. portugueza e Brazileira. Todos os da nova geração. a1'llla de combat que pod 111 e cercado. de céo azul e mar divino sOCIal. os amigos d'amanhã! que o conhecem de perto esquecem o artista. a. até á immorali. o grande instrum nto demoli 101' pOl' . o dOCWllento cendo toda a obra com a ua chamma vivificante. e illustração. e não era este sentimento lUlla admiração convencional.. canto. do C1'i'YIte do Pad1'c Ama1'o.. da adolescencia destacar. para só XAVIER DE ARVALUO.n. achando-o ás vezes tres vezes santa da demoli 5. e nalismo da agonísante e de orada ociedade portugueza. senso historico de um allemão . Sem ir até ao fim do seu pen amento como tempos.Eça de Queiroz tem ferido na sua obra todos o precon. yerem n elIe a alma boa.alta logo aos olhos o o deixam des- lumbrados! E como hOJe todo. n'e' nome tã lesde que tudo quiz e soulJe comprehender. que não são propria- tmal celibato do pach'es catholicos. na Reliquia ou nos Maias divel. bem escondido pal'u nàO derosas qualidades d'um suggestivo arti ta que tem desmanchar a impersonalidade voluntaria. evocar sombras e realizaI' . aanaly e ci·ntif1 a lue a o] "a . n'um futuro de libel'lade e de justiça d pertencer a este Portugal. vezes a Fantasia. sões teraria o processos d'annotação philo ophica e de defi. realizal' com con ciencia. com o profundo critica uma intuição d'analysta sociologo. impIe nov l- sador que é ao mesmo tempo um dos primeiros artista. REVISTA MODERNA sos A ironia. n'alguns dos sen romance. lue a anima.1m-se para diante impre. ha theses que o fóra revolver o passado. todos os que o amamos e conhecemos. mais Ulll irmão d'arlllas na obra O pulJlico que o lê admira-o. mas que tentar todos os escriptores que pos uem uma orientação denunciava a forte acção do seu talento. o grande r manci. de gargalhadas. mas aque- 'abido compulsar como I1Ínguem entre nó. na Reliquia. e lit. de disc1]Julos como um mestre. bastante complexa.a de Queiroz não é porem sómente o vaga e vasla do Jacobinislll que r lama a cabeça do rei raro artista (~ue.. se daria o facto de elles serem tres e quatr'o vezes lido .eIS o fI11e . no C1'irne do Padre mente homens de lettra . importunado devem man jar todos aquelles que luctam p la l' no- le admIrações e de homenagens. não da lingua portugueza n'este seculo. clara limpidez do estylo. . descobrimos a Ironia. que sabem de cór paginas seguidas dos dade do adulterio chic. as altas e po.e as largas e magnificas harmonias. Das impress e inteiramente moderna e que empregam na analy. . acclamado. E. mas uma ingenua e sincel'a admi- A critica social no romance d'Eça de Queiroz ainda ração que dirigia-se porventura mais ao lado menos e tá por fazer. mais fundas e mai fundadas. envolta n'essa. não me can- Emilio Zola. im- posta pela suggestão. a elegancia incorruptivel da o esptrlto. Conheço no Brazil pe soas. e. d'arti. Europa contemporanea. do P/'úno B1'azilio. podia deixar de 01'. por tudo missão do escl'iptor que tem o re pito de si m 'mo saber talvez. senão a evoluçãO litteraria do romance. 01' ela humanidade f liz e IiI ertaria tiplici lades dos seus aspectos intellectuaes. deliciam-se em repetil-as. Com a visão clara d'um pen. mas individuos de inteIligencia AmcL?'o e da crendice gl'ote3ca. o E PIRITO REVOLUCIONARIO NA OBRA DE EÇA criamo-nos na sua admiração. desde o ab urdo e anti-na. não ã a joO'ralidad cadu a d'ull1 anti-~Jeri ali 1110 de mIo-drama n ~11 a phra ologia Para mim Eç. como d'um motivo d nitiva conclusão scien ti fica ! opera desenvolvem. Eça d Queir z 'om não um extranho clima. ao convenccio· Maias. Geralmente o publico lettrado não vê no PI'imo Bazilio Sob a copia da realidade. E no emtanto que admiravel estudo para delicado da individualidade do escriptor. encontrando. o sentimento.

da amizade que a grande alma do amigo iãO cat'inh amonte t rn CASA DE NEUILLY sabi lo cultival'naminlw.ç~tO S 1'<. A pequenez d'estes pavilhões ê compensada 1"'1:13 abUD(i. vi II uma noute. flô- re. magro como um Indio e. E um pequeno pavilhão (diz o nosso coIl3horador que presidio li tiragem das photoO'r:lphias) encr:lvado nos terrenos (l rlj:lrdinados d'uI11 outro grande predio que se aluga aos andares. no. como dizia Cadyle. Esta cspccic de construcções é pcculinf :lO subl1rbio E. este tüo imples preito queo s u bello variedade de typo e caracteres todos humano'. o meu reconhecimento p lo muitos rIlomento de gozo litterario que encontrei 111 sua lei tma. e pela absoluta lr:l. Redacç~o ela G((zcta de Portugal. n'esta Revi t:i.l1ario artisto. casa de Ramil·es. no meio de tão Ill'Ltsire '0111. a agilidade aCl'Obatica do e'tylo. não quero e qLúvar-me. . S:m DIRECTOR DA fleoisla Moderna. 304 REVI T MODER A ) ao na.lto e esguio. a publicação. en. nunca amollecida. jun- to das palmas que o ou- tros tecerlo.l0 ynthetico' 0010 o IIarpagão de Moliere ou o Othello CO:-lDE D'r\. alguns coro. seguindo a antiga vullo o. a vi r tambem obscuramente depôr.ser eu um elos 3 ou 4. com effcito. um O director da Revista Modema. onde a etiqueto.'l. sào « si1nples r azedores de liV/'os ».ó n'es- sa forte amizade. littera- riu. ordena que livido como um marftm antigo..O Principe do artistas portugueze mai de 30 annos admir' m o Eça ele Queiroz.' j. . fundamente .I1quillidadt: con h cet'em . InLirno d'Eça de lueiroz ha perto de vinte annos (Santo Deu ~ corno o tempo I a 'sa 1) .não posso descobrir como -. os h - mens de Iettra em e'. .de ha\'er V. A cara. sabido . a pasmosa egmo. as singelas mas immol'l'e lonra. OLlVELR. Faz-me V. em artigos con- sagrado.menLe o. áquelle. encontro mo- tivos de sobejo I am a honra do convite rece- bido_ E. com-ida (n'uma homenao-em re- Ilúntada e culta. Devo sem duvida o seu pedido li circumstancio.\.enceta hoje. POl'tugllezes. d 'hakspeare. direi que nilo será da tragetlio.' ao mais emi- nente dos no 'sos e cri- ptores.\l. a inesperada homo.\ LI.\ meno . (somo' ainda 't?) que ha Eça ele Qu ir z . de me pedir « algu- ma' linhas» 'obre Eça de Queiroz. da Illustre lIa mais de 30 ano . tracliçilo da.'enão p la precios~ par:! um cscriptor.'i- dencia no nosso paiz a enllleirarem-se ao longo da macia' pagina d'e Le numero. t. porque á portas barulhentas da publici- dade as amei um dia. sua midosa bro.'fomeado. amparado pela impecca- yel prosa do grande ro- mancista indo-me juntar àq'Lte/les q'Lte.l\NOSO. Assim folgo de ter uma occasiüo de tri- 1 uta[' ao extraorcii. cimento' do~ fil !los dos Reis a islam O' al- to dignitario.· panhiCl. em Lisboa. velhas càrte . ivel. que o 11'10 de N~lIiJly.lncia de luz c ar.

Os Corvos) eu lia-o. qu . enão ad- miradores em Portugal e no BraziJ. . para HA' VINTE ANNOS empr . problema interessante que u [fel' ç a tudo elo tos de Philippe II de Hesp::lI1ha. um pouco conico. eSCl'ever em francez. mc p6de. por duas sobrancelha' muito preta. grande poeta em verso.. na f6rma do eu espirito e nos seu.. ter estado em (lue todo. pt ell Na Ga::. era então pro. -na Litt ratura do II paiz. pro- fundo e scintil1::mte d sdem idealista por todas a pe oas.do Severo do Espirita Santo.o não er po 'ivel já agora diz I' elo v rela- E lepois d'uma pausa. l' \' I' Eça cl E ta lugubre pessoa em o Eça de Queiroz. e in ultava.O do l'ealism. muito pretos tambem. do hwnoi·is17'l. C[u mai podel'o um nLe innuent s E tadi tas e e. é U111 do.ab por um chapeu alto.ao ver o que por s e tempo se publicava em POl'tugal pen avo. accrescentava : eleÍl'amenLe gl'ande artista lue é o Eça de Ou iroz. na com- pI ta de preoccupação mundana e social do 'eu 20 annos. o admirudOl'.Tem talento . um grande creador 1'anta li o luando lU r. ao m sm tcmpo taml m. Tuelo isto e pa.' cl todas a naçõ com prompto e unanime applauso. é claro. . tornava a lei-o. relia-o. depois do appnrecimcnto do cc Pnmo BUlho )). criptor. a peso 'oas c[ue. hãO de ficar. nas obras do grande E~. por iudo lue é irracionalmente convenci na. te rapaz."olume com r relaç. d Eça d di s de cahello muito preto. sempre: . ellos diLas de e pirito decio ivos do Teixei I'a de \'aSCOl1. entre os primeiro.ela de P01'lugal. o dia.« o S us abutI'es ». dois olhos muito pretos. . de C)'eal' vidcL Ma. e. . timados Litteratos do Paiz. Convivemos então intimamente e fomos muito amigo.leita e~ . de feltm mate. e que todo eUe.o d EÇL d Ou ir z el'am apenas assumpto de chacota : citavam-so sobre O in[01'111al-o' le amo lle é. muito mai vivos e interessantes elo que r almente ão.dizia o Teixeira ele É p na porem . O senhor Diabo. criticas. um ccUos e do evem . de gl'andes lunetas eSCUl'as. pelos seus escriptos tragicos. o d el. BATALIIA R81:. discipulo d Taine. pOl' toda as cou a or1lciae.I el'lnitta-m V. E criptorc..elo. ousassem chame r-me a attençilo para escriptos dos fes- tejados Li I oetas da época. tico . lIa 30 annos o Eça de Queiroz cra.. e manchada por um I ig6ele Oueiroz. com os seu e criptas humori. Quando a Ga~eta de P01'luqal publicava al- o'um f lhetim do Eça ele Queiroz (As men'Wl'ias d'uma (orca. umo. vulto estava completamente vestido de preto e coberto outra nação: que elle é e -n ialment uni 0. Hoje o Eça de Queiroz não tem. como elle proprio lhes chamava. .. m r ..' ou !la maio de 80 almas. no mund . o clom. Queiroz como um Li! terato p rLuo'u z. por dias. c U.. Por annos o Eç::i de Queiroz eleixou de es- crever. qu cu a(lui o Va concellos.. ele milhar d m- E a hilaridade que hoje o Eça ele Queil'oz produz diocres p ssoas do Brazil e ele Portu~al.cetli. bolicos IOl'tuguez s e brazil ·iro.. Podia encher .' em ladeada de melênas OLTO. e se vê no. nas poucas pes- oa que clistrahidamente os olhavam. ontos fantasticos que o Eça de Queil'oz publicava.a mais f6rte e originalfigma de artista que jamai exi tiu em Portugal. e ninguem deu por isso enãO eu.É I ena ser completamerüe doido. . lamente .fuglaterr.-ocada J. HEVI TA 'IODER O'" cavada a clal'O escUl'{). tal\'ez uma novidade para s num 1'0. anele entretanto c revelavam. a . não e Cl'evam os xpan ivo !lyp 1'- Coimbra. gaguejando. in- tol rante. alguns dos mais todos os tempos. luiamente unico. I r V. e . dtLos incom] al'aveis . no u desinteressado. o.. e o Oueiroz e Cl'eves e! Quando o Quei- l' z e~crever' ! . Trinta annos pas aram. e qu d c rto eu já ex. retra. na «linha ». . fixado. E te o lue se não p6de dizer d mais ningu m m n nhumtl. Do Eça de Queiroz deve dizer-' julgo u.E . um como se u ·ou nos fins do seculo XVI. Antiga photographia d'Eça de Queiroz .. for- necem ao bO'enial romancista do naturalJ mo portugnez o seu mais precioso assumpto. têm possuido. que me não cal em.o que na verdade me inquietaria se eu não soubesse que muitos cl'esses admiradores actuaes. qu muito preto. luzindo entre os gl'D soo aro. actuae.

a já estropiado pelos maus caminho da terra.l· como artifice. utras. Travou. isto é. e receu .mol-a llll'ante tres lllez s no jornal . do ultimo trime tre de 18 lt. do eleitore dedicado do enhor Eça. . que eu ainda protestei ti o de Beldemonio..i porta.nào passava vivalma. viu na pergunta uma geral da individualidades.. ou uma . 'e o resultado do plebiscito."otos. que dizia no fU11 de tuna das suas chronicas . Vamos visitar o Oliveira Martins.Ah ! esperem que eu vou.Quem é? o galhardo impugnador do plebi cito.de Dezembro. diante das tul'has gro eiras que correm immediato .SOB REVISTA MODERNA como sabio. que a não tl'anscrevesse. . o senhor Eça de Qu iroz. ou como al'tista. porém. com que o e' 'riptor tem de "e afül'l11D. Queiroz. que ao toque da abra subiam Quebra-Costas de capa .e Beldemonio. luzia todos os dia . Foi e. contemporaneos mais notavei di po to' a av riguar pelo . o que elle dizia: Alto Douro. e se pobre e infeliz Beldemonio. o senhor folha.Eu. Na' -Agua -Fel'l'eas . muito f1ôl'eadas.. os tl'abalbadores esbulba- ci p'llmente em Coimbra. .' cau . Não são elles. porem. a idéa de um plebi cito littcrario. Isto devia ser ahi por Agosto ou Setembl'O. - po ta.e Eça d Queiroz.. finalmente. o nome ele votivas. le cá e do Brazil. aos homen d'espirito eleito. Entretanto. titui lo. exhautora-. que era. feito o apuro. O pI bi cito pegant. ti"cmo. onde só uma p queni ima minoria (uspõe dos elementos cri- tico que poderiam daI' garantia. (lia de ataI. e venho como um romeiro. d'uma desolaçãO soturna e quente. vinha eu da Foz com elo eu' leitores. tendo por impalpavel. d'umajanella que se abriu.creio que era nas Aguas-Fel'l'ea . co1loca assim a sua au to rida le em subserviencia perante a massa anonyma Uma noite.E invectivava: . . eu [llgun. . José Maria. foi o apuramento. dos Cantinhos. nem uma fisga de luz. nem empre amayei. seriam dez horas. ciencia. . e aguardavam. embrulhado n'uma especie de gahão. é que no Ia impossibilidade de entrar logo para o hotel. quundo eu era e tulante. E votava de li 'ta aherta : A pergunta afUxá.. .. üO capazes Pinheiro Chagas e Latino oelho. o tempo. ou quasi todos. '. paquetes. ao hombro.« É n'es e campo (no da w·te) que de\'erüo er rapaz. . .e no dia 2. arl'ojada e original.principalmente n'este uma voz perguntou: ] gar.. .« . pOl'ém. uffTagio . os líbello. n'um "elho e poido volume do Correio nem wn postigo aberto. . em numero de voto . que ainda. Passados instantes. de volta de ziada toda da Luza-Atbena . ão irl'everente dos direitos da critica e o menos nome da Europa até á America. exemplo. as im fOl'tes. que fossem horas de sahir a sebenta . merece registo. e na casa a que nos dirigimos revendo agora. dando ao dois mundos que lhe chamou foi extravagante. o « lemma» . s do Brazil carregaram. mas como disse.e lembrou: qu o jornal era feito por meia duzia de rapazes c8hula'.O Philosopho? Conheço eu e hasta.es a es e tempo mais notaveis . » 'orria. » . É de ouvir seu longo asceti mo d'arte.-.de modo que o d'isolar a sua existencia no sanctuario do Pensamento. está vi to .. e lança o prestigio do seu in a. » o Eça. com escrutineos que lá tinham feito. e os voto chegavam. .. Bel- demonio perguntava a sim: Em oimhra. Mas o Eça insistiu feitas de certa l' plicas. os senhores Ortigão e atraz do seus instinctos ? Por i so eu saio do meu canto Theophilo Bl'aga. o Eça pI bis ilo havia uma boa dó e de blague coimbl'ã.e . m doi ou tl'e. « 1. verifico. Tudo ela 1\ oite.. de serrania tI-an montana. o primeiro da minoria..~--=---- m fÓl'ma. con. Ho'uve uma bulha de ferrolho corrido. terceiro. na redacção que era na rua . e o 'orno esta. griphando .. por punhado de rudes cravos á festa devota do R mancista.e do Brazil. . nã abia. e quando uma redac- VISITA OCTURl A ção.Ma eu não o conheço. poi . veio dos de todas as posses e nimbados unicamente de gloria a ficaI'. com todas as côre. . e o propl'io Oliveira Martins apI a- póde er um oflicio.. ú' TIUNDADE COELHO.por terem .indeciso em qual d'estas UM PLEBISCITO tres divisões seria necessario escolher tres nomes. que era eu que lhe replicava! e bateu. da vida e todas a graças do 'Wl illo. 11 de 1\0vembro. quasi empre. e mai- u cula. ou um lenço de seda enrolado á pressa no pescoço. o exemplo tão ral'o do e I 01' ultimo tambem innocente. tão absolutamente socegado. a Chronica apre' -nta os seus canclidato ond es Teviamo . o candidato dos « novos ». e não houve -pl'imeiro. senhor Eça de Queiroz. do bom sen o da re. segundo. e1 itos O' tres e criptore.'e a si propria. muito sobre amor. rija polemica. por tran cripçóes ahi contra aquella violaçào de domicilio. Mais do que nunca estamos preci 'ado d'atirar 1Jôres Incluin lo todos os . ociedades litteraria reme1tel'am-nos actas _ ~ 4 __ . .. que a es e tempo escrevia no Cm'reio dct Noite que conserva a cabeça erguida no meio da derrocada a' uas « Chronica da apitaI». eu ommentarios. elIe no 01Teio ela Noite) a um publico inteiro. trazer tUll ieléa tinha levantado celeuma. a palavra que vou transcl'eycr. em todo o paiz e pl'in. em que se uppõem capacidade feita para imprimir uma dir ção ao espirito publico.qttaes os l1'es de Portugal? » es ri] tm'es p01·tugue:::. que a língua portugueza irmana.« Então. o 'enhor Eça de alguma com.e. o Impal'cial de oimol'Ct. to não 'ão coi a' que se perguntem (clamava :tvIONTElHO RA)lALI-JO.mas o que eUe Porto estava deserto. ou uma arte. E tabelecido que o escrever chave na fechadura. da rapa.

e tüo realmente grandes ambos. na minha qua- lidúde de intru o. eu a sumpto Vt"4-l~ do momento.-t: faUar-nos do livro que ~r ~~ . bem pro. que ti Quando sahimos das Aguas-Ferreas eram duas horas devo a Eça de Queiroz da manhã. são: o olho negro encovado e hrilhante ob o ref1exo do V. 1\0 reverso (1'este desenho csLi O 9Itlogr:'1:.. (' v-vf-'-d. em companhia do Sr Con. a noite datou a mini...e. accre - centou amavelmente: . sos um do outro. e tava pen ando. cá em haixo. atu- ralmente a conversa des- t.-*-".~. faUando De manhã. para o que vou jantat' com o Oliveira Martin . n'Ul11 gesto lento.. po. mas hoje é impossivel porque pouco vaga. ondulante e penetrante ao mesmo tempo.--. uma casa compt'ida. por occ:l:. como se olhas e para dentro._a alongada ao centro.. e prompta. se lh faz punha objecções ás theorias do Philosopho. que lhe res.ltlccionario então no Porto. . interes. Então demora-se. n'aquelJa ua assimilação subtil e alto fl.aqucJ[e que nó chamávamos « o Philosopho D. o cigarro debaixo do bigode de cabido. lescia eu a escada do de patricios e de plebeus. Com o sociali ta!? exclamou o funccionario. Nada mais intere ante do que o con. em movi.Que e tavas tu a fazer? perguntou o Eça. Era Oliveira Martins era então algul11 tanto suspeito ao como o encontro de uma tropa disciplinaua. como eu me des- culpasse. alem d'i o um excellente homem . com a mes- ma singeleza com que acolhia o velho amigo fc. alem de varias. a". de p'.Quando não tenho com quem conver. e Oliveira Martins veiu a () I" !-. evocando pela podero a imagina- ção as figura e a sce- na: do passado que estu- dava. re- tacto d'aquel1es dois espiritos. e pouco a pouco discutia.' cr-. com um corpo de irre. anguloso e delgado. um dos favores intel1ectuaes.a.mundo official. c.. como se nunca tives e pensado n'outra coisa.. a H is 101'íCL da Republica "omana. .~ l-~ ~ "-'" ~ ---I J. apa. Entrámos no escrip- torio. vida de munições e armamento. elle vivia todo no .-r.tiLmente.conta.rajantanuos sado já pelo thema novo.ho. Ex por à .. e alJi ficámos a conversar tranquiJlamente na pe.i:lo d'ul11n dono da ca a acolhia-me. um hom Jl1 S rio. embebido na historia romana com eUe no dia seguinte. Ia cama. primeira vez. cuando dois pas o. J- enno e crevia. ferteis em recursos.'gl1e. RE\ 1ST MODERNA 307 . ar. e tantes até ao t cto. tão ab olutamente diver. ú. ~l-. a expressão wn .ie d'Arnozo. E. O Eça ou via. E este mentos ine.L. C/V\-~ .ou pal'a as lettras.. Interess=nt~ « croquis )} feito pelo Sr Conde de Ficnlho.. e--:.:_ li. Na porta.. de cylJa e de Mario. Hade vil' jantar migo! Hoje m smo... assignndo « Bernardo» nome do Sr Conde l'Arnozo. quando me en ontrei cal'a a cara com um nhando tudo no ar. com uma me. perados. ante do almoço. que a mim que elle via pela sl.~~ ~ ei>-'-~':::-:.''\-'.Agradeço muito.. A.• 'aLIciou-me com (fu- Lentamente animava.a constante amizade c m gulares.-. Oli- yeira Martins accendeu elle mesmo o eu can- dieiro de trabalho que dava uma luz fraca. Oliveira Martins pediu-me gen- I . ~""'~ I Como sempre.meu hotel. de phantasia sensata.. JZ. levanto- me ás cinco edito-me ás nove. pondia pensadamente. e natw'almente tamb m ao E~.. monoculo. /... VASHNI numbra do abat-joul'. em surpresas. ri'~. E Dois ou tres dia cheio de phrases imprevi tas. O Cosa d'Eça de Queiroz em Bristol. \':sib ao Romancista.7~ Eça de Queiroz.-' . D'e..

a banalidade e o veze lhe ouvi que o eduziria um I asseio ús nossas sentim ntalismo são instituições que gozam do favor t lTa de perpetua primavera verde envolta em ether publico. mir a Eça de Queiroz. lo conte. a Sua. entretanto. este fa ciculo da pas ao vigol'o o e sympathico Ramalho Ortigão. ." ceI' mai ao perto o nobre escriptor. tiva d c 'criptores pOl'Luguezes e brazi!eiros a Eça de p rguntando-Ihes com ancia : Mas.. e o vencedor. viva.que se morrem sem a alcançar) o melhol' symptoma da gloria r un 111 aqLú pam audal-o. e ingrata ao. e theticamcnte. saria. um admirador caloroso. ' em trazer um estudo d'es. parte de fo1'midavel.' livro.1\'ersarios se rendem. nem por i so deve talhas. ·dois valente. xaltar per onagens não menos banaes. a que e póde colher na va ta obm de Eça de Queil'oz. tem um innegavel valor e r~vol tau pela sua irreverencia legiões de de embarga- doclUl1ental: os que o lerem. e em interessantes pagina liram demais. eu fallo d'elle como dos suecc o.-evolucionaria. alem d'is o. a 'umpLo. por proporciona o prazer francamente completo ele expri.30 REVI TA MODERN os louvar. no nieio de todo te Queiroz. A maioria. de licenciados. que diz.perança. pelas dores. cendencia uns pau o perioe1'os. ele conselheiro. contra uma escola que. que po lemos aquella banaes polyanthéas de que tanto se abu 'a pam chamar a phase revolucional'ia e a phase governativa. sobre Ler as condições arti 'ticas que já uma coi a inaudita em Portugal. é pros revel-o como um malvado e 1 la terna Belleza. e latria é tão lido e prezado como na sua pl'opria.. e alliado nas Fct?'- sam nte e completam nte tl"ltada. hom ns como Anthero do Quental e livei1'a Martins. têm nelle aprende na historia. tada . omeça a publicar A lllus. e te é elos que. entrara na quadra do marasmo senil. . elicta iei. A caneil'a dos arti tas como a do e tadista. E trop gam nte arrimada á banalidade palavrosa e ao f Iso pelo Brazil e intere a tambem extremamen te. nece . no as relações. companheiros. eus amigos brazileiro . todos os perigo. no numero em que. legitimamente pre. em nece sidaele de arautos quando Octavio toma o nome de ugusto. e. pelos autographos. a insti- Mesmo. si tempo espaço e tambem a call1lunia..ria. ao contrario. o que falta é espaço e tempo a diatribe é então moeda corrente. como Eça de Queiroz. de toda phae . porém. demo- tima atrav z do seu. campanh iro d lide e defen ores da me. com outros fortes fragmentos. egue-o de longe. tinham energia e antigo e s mpre cre cente. embora graças ao Director da RevistcL Moderna por que me se vi sem sustentados. como em É fina e louvavel a intenção que tem o Director da POI'tugal. jante. correspondes e empre a Revista Mod81'na. e Bonaparte ou paranymphos . embora se não encerrem no' ambi. boa. arra tando-. e vê hoje rodeado {Ol' essa unanimi- que no vae ore recer -.. Mas ella faUa pOl' i mesma.no ardor do combate.jú o a. pujante. poderãO de certo modo conhe· romanticos ! A reacç<1o era. e genero. e as lettms que me interessavam . que. de- arguto e lucido gosto. com um apreço litterario jú Mas. os seus promot()1' . dou ces. a Já vã longe esse dia' de polemicas acerbas e renhi- a que tem votado a exi tencia toda. ferit'am demais. para o muito que haveria a dizer. toda a temp stades.iIlustres nã lOUCOS . . con olidando O' resultado' utei. e de retumbante ou lacrymo os bardo neo- l' trato de Eça de Queiroz. em que toda a producçãO do escriptor fos e minucio. e quando alguem ousa tocal-as. acabará de fixar a ph)'. põem no que cream e d'ac1uella remota lucta n<1o poucO' resultados uteis e a sua propria alma. as fu- t m por cedo que alinhavar peno amente e por condes. Olavo Bilac. Creio bem :que' por momentos.'criptores vivos (muito' do nome con idemvei . ta nova obra-prima. eFle faz o Machado de A sis? lre casa de RU'nú'es. in eparavel da do arti ·ta. como bons apeelrejal-o como um acrilego. da . ? é passiveI pl'ovavel. Quando foi proclamada a Republica no Bmzil. largos e ricos. Que elle começou logo como um agitadol' cidade. á eminencia litteraria. O que elle fez. colhido pela Morte traiçoeira em plena mo. manire Lação tocla a affinidade e toda a semelhança com djyide-se geralmente m duas I hases. e. Machado de Assi . paladinos de lU11a E com egual vontade quanto homens de lettl'a bl'a.. uma coisa e. o gladios. Quanto a mim. a costumes dominantes e fortemente apoiados. sem tel' aliás que mudai' b rba. espantava o. o primeiro im- I rpetuamente azul e luminoso! Os que lá teabalham pulso das ma sa. em outra esphera ele acçüo.' se transformam em clangor d clarins tt'iLlm- largo artigos apparecel'iam. Aqui ninguem na primeira contra elle se de encadeiam toda. já os Cerbel'os cerram as sua triplice gu la . organizando uma homenagem coUec. que é para o e. Eça de Queiroz. grande e fecunda zi1eiro o celebrariam hoje! por que elle na minha ante . que não perde occa ião de andava no collegio.movimento. pacificamente. uma ympathia pe soaI que.essa obra de uma originalidade so. a. em vez d comprimentos cordiaes e bl'eves. entre elles sobresahia o pobre Moniz pois de atl'avessal' uma singularmente agitada phase Barreto. quantas e convencional sentimentali 'mo. ora. já aliás e tudadamai. uma apreciação magi tL'al sobre o insigne romancista . porque elles iam.1estre Eça de Queiroz já. com a competencia injustiça. ainda de ir nimiamente longe'. seu velho amigo. de uma vez por lettrados de de nome. ou pelo men s mbainham cio. A alta intellectualidade do . por que então. Ma o tempo corrige por i nomia do homem. e com taes elementos não ha fugir das ba- embora nova como a . sa ri lU -za variada.r. colheram. samente adversa. foi Revista ~10derna. declarando guerl'a com furio a audacia a id . e outros ainda.o de Napoleão. ó nos seu livros. e a escolha dade de re peito. a tarefa pare- to ele um perpetuo ubjectivi mo. sobretudo pejo recente e perfeitis imo ti mOl'atos . 11uanelo si mesmo os excessos. que a gente Coelho Netto. commetteram talvez Ecluar lo Prado. que tanta gent es. tuições. lhes havia de s r forço- el' meno definitiva. eram moço' e bravo . aggreclido o seu caracter. A propo ito d'is o citarei um caso muito cu- EÇA DE QUEIROZ rio o e engraçado. lU'ros e lamento .as. luctando com um magro doutrina. Eça de Qu iroz. tiram felizl1l nte a uma tal dlll'adqUl'a. de pltUl1itivo' photographia .arte nova.influencia politica. na segunda já os bel'ro ultra- n<1o falta lU. i já era na cido. chegou de ha mlúto á phase gove1'naliva. deixou. . que reacção deixou que lhe vem da longa intilnidade. provocando protestos. e a pedldia tambem. cuie1::mdo qu lá. ma cau. i .18 e pantou onstituem uma regra da ca.

depoi de concluir d sola- encan1<adoramente pittoresco.or. o Primo Bazilio. toda a mIre contados entre a hora d licio a. Como vivem os per ona.. lue a irrev rencia d eu antigo . lO afi ct. d p J11elan holia de voluptuo. na opinião geral. . piedades. de qualquel' animal até. 'como Don Juan. D " Sacllez-le bien j lo mal e t un êlre vi vam! " resto. na nos. feudaes. vive o campo com o eu amplo ilencio. Por m1l11a brados.a\'io erguida ~ montante m punh arrogant s tyrann t ' meche tal corda ou tal outra pOI' detraz do ba tidore. yall e mentida a lenda d 'I homem friam nte impla- hendente fulgurante'. ua conversação.'las re.a de camctel'es. O e o horizonte tambem b m d'e. n~. nsidade rara. o aleO'ria e todas as dÔl'e . o. de verdade. gritam Jth! ou Ui! quando o empl'e7. vive a cidade com os seus rumore canali. comprehenrl . de mage tade e de graça-. elo illu.e a corr l' a toda a v l - vive. ceI'. todas 40 . a? Ou. delicio.dl'ont. um poder do E tado. ei o que é raro chegaram á clausula d toda a de. .:amente en ombi'ado I elas commentario vivo da sua obm.abe eXprillli1' : tivo do eu genio. E. não são devem ter uma int. o obeso. cheio de sonoridade e de colorido. de uma psycho. ha tl'iumphantes m ntira .cript.. é acção que e tá ao alcan ficial. goism .. engendrar e agrupar a' da vel'ga 'ta no' lombo m que 11 a applica.' S"lO outro '. de ternura e d vig. atei' io pirado p r vezes ao que.. illumülado pela clal'idade Ma. Por qu? Uma tal xuJ)erancia le I n 'am nio e d xII' s< Antes de tudo. uma veneranda e E não é uma satyra su. e por \.'l n 'in. ta e fulgurante JOClO da Ega. 'inn gavel cru guia prazer de uma boa mesa alé o prazer da vingança. toda as nobrezas e todas as viJlania . têm a natureza maio va t. Em espirito assim ol'ganizad a emoçõ. da minha vida. E es est 10 magniuco t. queb inimiO'o pouco e crupuloso tentaram ons..'erões da sua ca a de N uilly serão toda a eleO"ancia' e toda' a difformidades..' a gente se agita e e. homens de carne e ridiculo '. eduzem o ouvido pela Lll'monia parte dir i que não Ó pelo) rilh int Ilectu~l e p la e pelo rythmo~"estimulam todo' os outl'O' entic1o. SeI' pae é sempre na ordem da natureza uma vitalidade. por que elle é um extraol'dinario cI'eador Ó pód pr vil' ele 11m t ln] ram nt tt'an b l'Clant· de de typos. . não chegarem tarde ao jantar? perfumado de feno e tomilho.'ado. ' uma arma e bello. pe. in ulta o marido lue imp diu O . ómente. a Madama obe.nã meno in 1 ntes.paixonado. que riem que pensam. um sentimento de ju 'Liça na raiva com lue ell fu tiga. asocieJade chatam nte bU1'gu za. ao passo que. merito muito relativo. el'taçãe. mais plicativas. abem offI'er e gozar. qu movem um braço ou o. .os adversuri . luctador.' qu mais longa que a dos individuos reaes. procul'am te I' a virtude do re pito.. in tinto da combatividade. Elle é um dos que mai. com furia phl'ene i ontra inimigo lU Ih irritam engenhosamente montados. p . e eis o que tem feito Eça de Queiroz. . cluesuppõe apêgo á xi. ele Eça de Queiroz sahiu intacta e' victoriosa. hoje que o carinho dos lindos Hlhi- 'idioma IJortuO"uez nhos )he tem entcl'necido no coração a propria fibra d => . o Carlos e o Ega. Na edade m dia lIe il'ia l' ptar d VI Ira U1na perna.na timo.1-10.por exemplo. 'qu II m par c . c pti 'o. I imprevistos e. divertem-se e brigam. o « douto Topsiu. 01 d aguell ' uoi. e grandem nt . famili. refrescado pelas fonte de uma Queiroz.qnão póde ver m fl'emil' de indignação.bl ii á inanidad prática d lJes~i­ 1'idicula institllição. O seu. um'l vez que os chegou a conhe.tmil' . te •mundo pô m. 9 g mid ltt tl'ag dia. de guerra. u ã sinho.'( da Finlandia. ja m- têm virtudes e vicio. .' pelas verve fa cinadora ela . eu pel'i do smpre.:lr e christan. o mini 'iro que n'uma praia da ormandia.agazalho ho pitaleil'o da sua bondad . .s cabalmcnte de Queiroz se tem arreiçoado a uma doce inf1u n ia "têm provado de quanto é cal az o nosso c1al'o e b Uo. a d Bouleval' 1 H u l11anll . tão ortado de capri ho' ca" 1". Hoj so) I' tud q ue Eça de Eça ele Queil'oz.0 que passa. dolol' a tros. ex. tãO magistralmente qui Ii. julgam Eça d Oueil'oz um .. methodo de ataque po. que deix'l mal' a ind 1 v i om Mas tmnsmittir a vida pela arte.ha hypocl'Í ia " o so.'simi mo como Tartufo.'obre alguns livl'O. expõ a b 1'1'0.adam nt nt la.' cidade da pernas atl'az do amel'íw1l. por lue'l admira [Lo que Ue inspira ao eus amigo nunca entl'll- linguagem vive. 'las de todas a polemicas a obra a gargalhada da fal'ça e tod . fumam e jogam.udo . on paYel'a le 1néc1ecin! logia tão profundamente complicada e tenebro. ' é incompativel om o elle . . a Rachel Cohen e a Mal'ia Eduarda. a Juliana. ' uma arma d fidalgo cavaU ir qu inv. h m claramente quanto ra sidade.. nada seres animados a que uma fÓl'ma supel'iol' dá exi tencia tem decommum com a ironia I' . A 'ua tel'l'iv 1 ironia.~ Os . homen de alma. o Craft. mas em compensa ão o apena typos. ne1'\'o . para rua e 'treita .beira-mar. vêde a v TI ração c J 1 lU e inclina ante a figul'a n bl' e a can m n á ula do póde e1' transcripto no frontispicio de todos o livro' velho Dom fronso da J\'laia! . • toda e.Ibd· p lo imagens vária . p "que Il é limpic[éz diamantina. Vive tudo i' o. o agitado de mord I' uma p 1'110. Quem esquecerá mais. que ha dmeza d'alma. e o recente Jo é Matlúas. e são immortaes como conduz naturalmente á inel'cia. Jaias e pelo castanb il'os . Boj . O facundo e 01 mne con elheil'o Acacio é mesmo. erva. comtudo. t pel'sonagen não são automato ou boneco ele engonço. uma mola social. cumpl'e conh cei-o ue perto.. mas D.'. como eu. peso imismo ahi não chega a lançal'l'aiz . ti !. cr nça. emum. Muito ] itol' " at n lo-se a um xam up 1'- grande acção. pelas "árias en açõe que vão evo. para julgar informadamente a Eça de 'do immen o céo aberto.que ar- amam e odeiam.hamesquinhez . isso tem. mismo a ultima página dos Maias. covarde e grote co Damas . pti de qualquer imbecil. todas as coleras e toda as ~IAGALHÃES UE AZEREDO. encarnação do auciol' em h clionda fOl'l11Ula le moral pradi a: Quand ils 'YI1. de de o bor~ por vezes dema iadó cru I.. Aquelle verso de Victor Hugo: rilo a ju. São homell.encon tra llLlm 111 io amigos.' ».pel cal r affec- cando. REVIST MODER 309 eram as do alphabeto.01'- tantos traços. hum na. eUe a não ignora. ignada pallida l . tre .damente que não vale a pena coner atraz d n nhul11 oO'ens r J vive tambem a paizao'em. recitando ao mesmo tempo narrações edis. e o conselheil'O Acació.

de mi. sem uma riando-se das vanglo. procurando (lue elle é a hondade. mansa. int l. o corações movido. e criar o lago do Othello. . porque no. a. Mal 'aJ em lue. sem duvida. a. que.0 do traços. bat :). meüte confuso. :Mas o espinho da PeJ'ola dos amigos. pro- nuamente ajuizado. e ainda mais.' TãO é felizmente seria do desenho. pelas fadas. o amor pUl'issimo nas entrar vila para em seus alexan li I'inos aquelle jampaneirão d'oil'o. encon. N'este concerto de voze.'sim caminhú- vallela" 'em I he ro. . A. esconden. nas com talento. lar-se para que ou.ão complicadas e sempre razões o SEBA TI RRÃO do mal h<tO de ficar por esclarecer. inge. Nada jJedem ii. até ao ftmdo d'alma sentil-a.1 Martins. E.' dQ . lIefinil-o com aquelle .'. A elIa. na instrumenta- mente compassiv . dl'O. dade. em suas relativas dil11ensóe. imple traço. as mão gl'O. cantando-Ilos Em quantas sce.. valleil'os haJejados Um de 'vi da nor. com que. Guerra Junqueiro.' Alma br:111 a. ticos. 'sim a suavidade da Um typo d'aquel- penumbra. do é simples. a ausencia da f J'tuna no. arte ni:to e.coraçõe correspondente Arnaldo da F o n s e c a ) . tudo ao coração que adevinha. em meio dos clamores e tonteante. sào o::.a. complicação do ql1a- zas criminosa' terna. por' são. seja- Póde uma alma d santo clescrever o mal.lclO pela culpa. o Mephi. porque n~tO havia olhos que vis' m d'ul11a só vez o.'. mas Íl'o hrilhem. em que o racio- É de todos (J. desde Ama lis Nüo discute o mal ele Gaula e Palmei- do. (Photographia do nosso bon "antos. amiga que eelebram os rem. o RETRATO E COLU. çar . JaCtO de Tania e '0ravo antigo. solUÇãO ele ccntinu. conta a ' pantomimas do cir O. mo .rue."oltam para a sombra sem darem de modo a attrahir para si um poucochinho da attenção p lo milagre. em casa do eng .'topheles elo F'U'l(stO. incumbido de recordar ao' únpel"aim'es bulha P01' tao pouco.tu- parente do Sebas.' aza' niti las f'o]Jl' a lama das gigantes. de pon. ção das côres. nem com rim' d'Inglaterra. ú nolt .'. en-. e ainda mais. por miseria' que só iêl-a. cura esconder a mi. 10l'me. por- tial'l'ÜO. c s boas g'u'. tes. até á ra- mal. Todos deficiencia da expres- na vida temo'. é preciso per- se dos seus ontenta. cumI rido o dev r. etc. do publico.' actor do PIU~IO BAZIUO. 1e lephante dom sticado. retratos de T'lborda. sa .eu.' outros.multiplos dote d'um grande espirita e onde cada so- ligencia que 1'0. se nM chega sem lU11 encadeamento d sylloo'ismos. Amige-se e per. 'ão Pertence á seric de retratos d1homens celebres cm que se contam e~sas obras primns que JOÃo DA CAMAr!A.equ l' com a EÇA DE QUIEROZ -.e tude. PELOS BORDALLOS candeados. concentrada no objecto da apotheose. cheios de dó p la 1 sgl'a(. deliran- lina ponta das guias. de 'interessada po. a um typo raro.. ca- dle e a omJJra. No 'acrilicio elevam amizade ás culminancia enigmati 'as do umor. lista s esforça por cantar mais fade do que o' outros. propo itada- da' loucura::.' fallavam directal11 nte ú fantasia n1leiro. ceber-lhe toda a vir- mento . tão firme. tá na contra as frac. · . excitados. iocina. YicLoribso. glo. com O. fervorosos. outr'a fonte nos pel'l11 itLiclo fazer ouvir uma notazinha discordante ele sciencia não tenha sellão a repugn:mcia qu o mal que será como que a reminiscellcia clas 'ica do ilvo do lh ln pira.. evangelica. o D. abatendo-o e. meira Mal'ion De- doa. erl' ardia pelo crim . REVISTA MODERNA As alma' perversas . alma. no contra as complica.MDANO magôam á 'uperficie. trado um ou outro No Sebastiarrão. cinio se perde. Para qua 'i querendo annu. Por is o na definiçãO das monstruosi- o maio ympathico. af1:ligindo. Mais facil era a comp iÇão dos velhos heróes roman- galhadas ingenua . S0l1Z.i- rias d'elle alegrando. les não se cria ape- do-se. ares robustos e paciflcos dades per lôa-se a coufu 5. hU11inosa.

u melhol' da ua phan- ta. Evocaela pC'lo ma- mem de. dad .. vi. I mbl'an- Lemaltre e a pene. n. encontl'a talvez o mpre. I aLtl'ahido POI' arte o culto piedo~o uma inv neiv I f'a - da humilde vel'. nel'Vo"cc. al'- t. como ha at1. junta a um guia a hala c1 Julio dom ele observação Veene. a phank. e alto novato.. D'uma vez.p lho. l'C'gaçaclas.sc. La.enS1Ya. em Pal'iz.lesmo al. aL\'aiçoou-o 11m ele não sei quantos jornaes de Portugal e lo Brazil. d. pares da litteraturn Eniã 111 n os Bourget. onde e 1 z 1 lumbL'anlf' Est:a curiosa lilhogr3pha coloriela.uma coisa maio que porv ntura C'. pl'om- cuidado amente. ..oul'ism. '9-Cltcnce ao famoso « Album de Glorias ».entl'oun'Umpol" I a ant e os Gon. um publico que o segue.'iãO pelos ab l- pouco ainda o. Não.aiu da penna FÔl'a a il11pl' "fl para a viela ephe· dominant qu lh mem do jOl'l1al ou <1 ' I'U gl'Un rl 1'0" ela Revista..00. tou·lh o.] n vola amiga. tI' I. cmmoldul'ad ele g II1ma. á e de evocaçào que Lua. . ua nu- cas e de contos A CARICATURA DE RAPHAEL deI iciosos.. Eça de Queiroz é i. . Eç:l d Qu ir z I - plorayel indu. (digamo tres para nãO humilhar nin. à agaCldade critIca dos eus admimdol'es. nleu. o Loti. ia tIo Seu genio. I to. 1 ço. d aquell eM inh trante ironia d'um qu p lo Y'\ u . e nào man i.. so tudo quanto dizem e i n clu stJ'ial ! talvez n. a! A . . um rel vo cal'iaa- eUe um elos doi. colleccionam tLiatam nt. tudo quanto alça. ú im gen. na Vingem. olho ~U'I' gala- cru proCe am em do.('.e- Stel'l1e.o bri.ulari. d'e. tria!! te' e-.'upel'fJaic ary. u sequecimento cen. .g. flue hoje gloriGca.hindimm- court. a travê.PELOS B0RDALLOS lama. ordenado. Em a l'to p nto. [a lU Lri ie senhores.' Mau. a ompl'i- Emquanto o eus 111 Illal' amiO'o. o reOC'xo d m Idura ntornava guem) e criptore do meu paiz que têm um publico seu. sobl'e ella cintiUaçe duma pol)' hl'omia opul nLa. mai. hoje já raro.'\p JAYME DE EUUIEll.Ma 111 com. . Ma. . u heI" al ao com intelligente e fim ri mundo.o ho. el li iou-Ilte a tenare' de chroni.açào. não deixando per- ce] er nitirlam nte o gl'ote c do cont mos. N'ella e encontram funelida' com rara JehClda~e a leve elegancia elo e pirito francez e a . agar'l'an 1 a c- os Barres. na columnas .1 'a. ma' <I com- ~r~h.annico. publicado pelo eminente artisl3. com a circum 'tancia aggl'uvante ele ser [ormad . que o lê . Trazia t mbem a dade. C'. pensação. mai yibratil . um m n tl'el classifica e . Em ompen. Ia. pau o. Eça d Qu LL' Z nminhava por dez VIgorosa do um bOtl leVai" l m hum.mpanhar '"olumes editado. D i m - sia ondeante d'um ti' akaz. EÇA DE QUEIROZ . abandona ao para fóra d . cal ulada re!!. dando por' v z . lhe. gUla mi- e criptor entre o n ni S L'ipt I' 111 mai iUustres dos O. DI> iEXDONÇA. Lal. a inanidade da . em pLo aacf. go E(~a le Queir z. atomo. 'ta om a h' 1'- m nia. compra ! flEXRIQ I> LOPI>.ó prodigio! . decididamen te.. por in igni- ftcante que seja. que nos remettcu o nosso correspondente Alfredo d~ r-rcsquil3.alt u a rdadc mos. tUl'al.lue o tae que o olho R _Loni avam. lue de. al'r gaçndn. '"(1·lorio. grand mti ta. da . deixam perder um ALl3l!:RTO BRA~I o. cinaçM. In1. hllDlal1" cc. fino litt mi . 111111Wtt)'isia incoml I'e vI .oli. a lucratlva fe- CI1J1clidade . . quanto quizerem. • -ão c ha na- tur za d'arti • ta. RE\ I T 11 DERNA Sit triumpho. tal1ina tinha-s d- repal'em bem. qu jaz III sepulto.

DE TRES RESPOSTAS Ha festa rija. Fui chamado tambem á romaria. Deito. Outros incenso. Opa vermelha. E. Festeiros todos nós elTI Portugal. em honra de São José Maria. Queimam alguns no ar fogo de vista. e trumfa luzidia. Em frente ao nicho do dilecto artista Arcos de buxo tece cada qual. CONDE DE SABUGOSA . Concorro a ella com folar discreto. O adro da « Revista» Empaveza-se alegr~ em arraial. este soneto. É orago da festa um romancista. sem a penna bezuntar d'Hymetto. Em guisa de foguete. em fórma ritual.

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nãO lê . a . de 'de a porta da H tVctne::. . Pela. mais rigol'osamente. pelo raro pod r suggestivo elo seu estylo inimi- ções inutei . entre n' s.. é a quanto e re ume a acanhada visionadas. A época lítte- Qu iroz. àO mel'amente artificiaes.'em Topsiu. exempli ficanelo. melancholia vaga. e como elle ambicionaria amar. nos seus romances. exclusivamente por hnv l' na ido de portuguezes e em lista. encontra n'e se typo desenhado por Queil'Oz O. Id alismo ninguem sab o que.reagir con. da e. na descr. porque. ymbolo do verda. aqui e além. seus quadros um grande accento de realidade e a paIpi- mente traduz. e d'um raro poder de fixação. e qu a trave.poca eminentemente. o tre um qualquer farrapo da sua alma. am os romances de Eça de lencia de phantasia.que o interes. . . nem mulher que mais intelligente e o mai culto. raria que se lhe seguiu. e a m sma incerteza da vida moral e material.. dos d'uma extraordinaria acuidade de visão imaginativa giosa. apezar do seu amante. conclusão: . POI'que nunca se. que liga entre i os povos « homem moderno. melhor lhe conh cia o egredos e o.nenhum outro escriptor. como se tem dito. Ramalho Ortigão e Eça s debate. tem o condãO de fazei' da sua prosa d'artista. deixando um rasto de boa perfumaria delicada espontaneidade e a improvisação. a extel'iorisação gra- ideal do nosso portuguez modemo e mundano. ciencia.. nas Como Balzac.c')m voracidade! E de tod~. do meio aristo rati 'o. é sei' phica da sua alta personalidade. da :Maia' ter o scepti ismo e o lwmoul' do João da Ega j a sociedade portugueza do seu tempo. II occidentaes. entre o pu- tra endo de todo o e criptores do seculo XIX o que blico portuguez. ligeira. que o leva.por mero snobismo intellectual . a O] u- Francillon. que e dispersa. e que desp rtam os romances de Eça de Queiroz. comiudo. tliffel'entes centro da EUl'opa algun c piritos que pr . que n'el1e se ligam tão cara.. a yj va idade de imaginaç'ào. outro elos insofridos arr batamentos do seu coração de.a até á regiõe. . Garrett e Camillo. deu-nos egualmente tres grandes arti - sais-je? . . Muita veze m tenho procurado explicar a razào Não ha homem lllunuano que n es a obra não encon- d'esta e pecie de febre com que a publico portuguez. epria seI'. a Queiroz. contemplativo.. das imagens Gozo e angu tia. ou o Carlos viver. pelos accidentes da sua vida complexa tra e. om Topsius ou singularmente Ú renexào e ao espirita rigol'o 'o e frio .impressionistas todos tres. . n'um ou n'outro livro.a doce sugge tiva do Egypto e de Pale ·tina. appal'ecem m segredado . ma MARIANO PINA.. e que Eça de Oueiroz tão superior. Ó uml1 . n'este escriptor pOl' tanto tempo lidade. em todos os attingil' a cultma de Fl'adique Mende . to é: o que elle de.. eja. t1'e' grandes pro- t mperam nto do arti ta..314 REVIST MODER e cr ve. . Ma' são tudo reac.ha a juntar. de de adencia. en ua. pela palavra. O auctor do P)'i1no Bazilio. n'este se ulo. as vezes tenho chegado sempre á me.Eça ele Queiroz faz como o visconde Reynaldos. filho d'e. ou a cultivai-o. pela sua maravilhosa technica de roman- d vOI'a a no sa ép CD. e no puro scepticismo. de observador. caractel'isada pelo realismo e que fez e crever a ully-Prul'homme o seu livro Que pelo naturalismo. alguma das satisfações do seu orgulho. eu figUl'ino. egualmente emotivos e dando. jal'ia pen ai'. . como elLe de. em toda a sua obra. e depois do visconde d'Alm ida GalTett. assignala o peninsulal'.. um EÇA DE QU'IROZ E A A OBRA claro e.a m ma duvida em que a alma moderna tas da prosa: Oliveira Martins. mundana e co mopolita. que muda por vezes de )'epo'Usal' do aspel'O estudo da Realidade humana. poi.o fundo de ideali. cada ahi não veja indicada uma das muitas lucLa da sua con- novo romance de Eça de Queiroz. quando taçio frem~nte da vida . como .. de analy ta e de critico. Eça de Queiroz tambem talhou em por. ó procUl'a avivai' o e pirito para o gozo matel'ialista da Jo É PE. romances de Eça de Queiroz. riedade artistica e affecti \"D. portanto. o primo Bazilio.entre a mesma élite de leitores .e_nça.. e ningu m Portugal.tudo isto denuncia e me mo fundo de caracter e o me mo cunho rI persona. existencia. cola de madame Bovar. que transparece. que hoje fl'i anti imo. E cada homem culto. .po a. não com intere se.)' ou de Por outt'a parle. attingiu o maior ol'au d'essa Eça de Queiroz. enorme talento e da maestria com que manejava as 1 t. são sempl'e esperado. pa1'- nome. a lei 1'0 dandy e do apaixonado. de quando em quando.. cisto. lin la nóre' de le adencia. de Queiroz. toda a obra d'arte n'lo émais do que uma concepção d mundo exterior. aos vida contemporanea. egundo o O Romantismo produziu. aos livros de sadores : Herculano. tavel e que é. turança. ou. embora de um moelo cultul'a litteruria. e viajar omo o Theodorico. um ou melhante interes. De quando em quando. . todos tres dota- se na consolaçõe ideali ta d'uma profunda fé reli. ta e de tuguez uma especie de Ra tignac.i. essa fina mulhere. do meio burguez. não pertence.. Coloristas. A PROSA DE EÇA DE QUEIROZ A e t attractiv puramente humano e que constitue o segredo do romance. mas consel'va s mpre o t'indo parcL os campos do Sonho. Por isso o.. pelho onde se reproduz ni tielamente a élite da sociedade moderna. a tema sen ibilidaeLe de poeta. sem sab~r onde reside a suprema bemaven.. erfeitos.. ção e de analyse.cada um d'elles se differenceia. resul ta do facto do seu auctol' ser o e 'criptor que em POl'tugal. á nossa litteratura A n . ta civilisação que accusado de não-portuguez. per taram o romances de Camillo. em tanta maneira.devora.. m nt romantica. uas paginas de mestrE'. ta con tante pl'eoccupação de gozo nffiné. SAKHA. a intima solida- m dia con titue a u prema ::I piração do chamado.: suas excep ionalissimas faculdade de obserya- tendem . isto é. amar e a aspecto mais typicos do meio plebeu.'e .

Inai. mais ephe. uma diema com razão chamaria sellsClciolWI. enebria como um vinho capito o. e portanto que u não 10 . uma tran. caI' com fidelidade e sa época e de crever agora. Ligam-no as ten- dencia . 111 oraça. não repl'oduza com o pincel magico do eu sete anllos depoi. toda a escala do grito humano na.ju teza. n' sse mal':l\'ilhoso p L L' cias de polychromias (\·eja·se a descripção de Cartbago de expre saL' Iue. toda a phantasia de traço de Oliveira audar .'tUI11 um'! menos mOl'dente talvez do (rUe em Oliveira Martin.'cend nte. uma .mas que faz illuminuras" esmalte mosaicos em que o pergaminho. separam- n'os inteiramente. obj ctiva Gd li. cheio de de lumbramento de luz e de rutilan. com oiro di- luido. É um illuminadoI'. na. o traço é menos nervoso. dando ú nossa lingua uma pIa ticidade. vinte prehenda. impetuoso. do Goncolll'ts. mais VERDEMILHO CnS:l dos n. facetada e bu.' Jyra . POL' meio do qual \l n . a a i na HislO1'ia da Rep'L~bíica Romana) só nas. palpita como a linha pouco mais contava elo que outros tanto anno. ua ultima. um mosai ta .. é menol' o bl'ilho. sfto menos imprevistos os effeito'.pa.O não ha. q uiute. Eça de Queiroz. escalda duzia de annos de xistencia. de Ramalho. ima. um o MYSTElUO DA E 'TRAD DJ~ CINTnA. á corre 'ção. que o..Ave! Martin.' eralm nt) a mai . uas pa- ginas. vi- mas a nitidez do desenho não se perde no atropel1a. O seu a. dos outros p lo cunho pessoal das sllas faculdades estheticas e dos processos de sua arte. Esta fórma refi na t dos " lias CI11 p rf iç::t. a nmi 11al'l11 11i(I.rniraveLmente o que nunca vira. batendo-. d'uma época. Ó Me ·tre. E <1 uma légua di' linda cidade d'Avcíro. subtilisou. evo- mera. em folhetin " o Mysíej'io d t eslrada rutíla como a luz. de rudeza. Dó. mola. a impre são que no publico de verbo. rilada. ão escre\'e 'om tinta : e creve . espalha perfume como a corolla de inlJ'a.e p cie de endoscopo. amai. mão do poeta (que elJ e vi. ervad I' le cu. Comprehende-. fugitiva.'ensilibidade roz e H. de pagina a pagina" nltrapa. mfim. men10 elas côre " E e por j 'to. e quem e. parencia. . de linhas deshar. em brilho. a começou a publicar.o UI1L certa graça latina. D'esses tl'es il1ustre mestres da Phmse Es- c/'ipta. um certo cárte classico. Anthero. mais requintou.'. " meJante. alada. com pedrarias liquefeitas. é.'. a nàO er pelo que na tradiçãO fLcou a tall'e I eito..btileza e da Li boa can. De facto. Alcançou o ultimos limites da ll. 110 hu- maior pureza de linha.'€'n.' que vào g zaL' o divil10 Eça de Jueiroz tem toda a riqueza de paleta. lu ta obra esmoreceu.'ós d'Eça de Queiroz. o cobre ou a Uuando em fins de Julho d 1 '70. o DiaJ'i de aliei IS pedra parecem ficar embebido de vida. ainda aquelle jornal não compJ ta\'a meia d'tU11a flor. . que fazia a ancia d s ..'aL e venhd iram nte ~11i ter e que.11o pama io.. de Bourget.elegantes do bom go to 'las i o.':1 la. L IZ UE 1AGALUÃE:'. toda prazer de I rem mai um livro teu . Na Il1flOS d l'iti(. A prosa le Ramalho tem uma franca gargalln la da ruça ~l il'oni'l mai . tinha « o dom es 'e e tylo COl11. ivel. na.](Il1 por um:J c!30trndn da quinlll que a ccrcnvn. o que porem.ia I yzantina fun lid n molel s eriçado de dureza'. para empregar uma expre~são. de Eça de (luei malleabilidade. É a ei\('/'ilJÜt 'lrti ti a lltteraria de Oliveira Martins de aríe bCt1'bCt1'Ct.'ionae. ou e sa narrativa. 111 . que conhecia ad. que a reI ortagem ho- preci ão. a.amalho OrtigãO. mai dil'ficil de captar e fixar.brante.. 'em duvida. mai aper- feiçoou.dá todas as impressões e todas as sensações da de edade. A ua pro. faz v I' larido ganha em precivão o que perde em intensidade: as almas atJ'Uvez da pa idade do c rpo. uma mori mo mais a. como elle proprio dizia. nas mü do p. binado com a opnL 11 . monicas. e 'maltador. já con- sagrada. com todas as nurtnces do e 'pectro olar. "da d riso.te V"'111 aqui a lumino idade.' carne . ua arte e ha muitos :111005 deshnbitada. por veze~. mo. do drama e t da a .I r l~nato da pro a POl'tugueza » classificam a fórma do mythico Fradiyue Mende. eI de a do-o e em tonulidades. que eUe não ap. . foi. tornam inconfundiveis a. O seu colorido violento estridente cham. senciou a .eu tempCl'amento litterario' as inf1uen- cia' diversas que inter- vieram na evolução dos seus espiriLo . me. creve . junta ú elegancia. Hoje sepnr. Mas os . o nobre marmol'isl. energico. RE' I T MODER l5 com tudo. d ob. É I em . N'elle. y holog uma ma tem mai' Dexuosidade e mai hal'monia.tas como o fogo.n 111- o seu desenho largo. e calpelo. natureza. e em nUCLnces e gra luan. refresca como a agua. Não ha nuCtnce por mai.

a . " lal'de lanlenLo as humilltações da França. " Par'a e 'e fim.'obre nó mesmo e o nosso rnlJstel'io. joviae. o.'idio de 'telTado e como Franci. mas letles de gala. o leitore meno' precavido do jornal da antiga rua dos até ha poucos annos. e que me mande o mappa da ao. ioneil'o. tú:ias anl1lmcia"a-a por e ta fórma e tupefaci nte : h i de diff1 uldades. da estmda. nlra a boa (' do habitant ~ da capital. h'i.cllayenas de café penetrados Et nunc et empel' pela. de Leiria. palh ia ou pela uI'iosidad . A propria policia se alarmou com o ca. Eça (le Para ajudai' a mystillcação. em rl'onLe de dua. O intel'oss que esla nal'l'ar. a.e am:u'am-no (luanto. ao Oueiroz.lia a esle pl'imeil'a pal'to do seu es ripLo.udo a. dumnte doi longo. melhor e com mai alvoroçado entltu.. a relaç'e litterarias de Na ve pera d omeçar a pLlulicação.' d " A llol'a já adiantada rocebemos hontem um e. sequente::. luanLo po'. fazemos ell1 a no sa follla de domino'o. pela J'lU- cheio 1 I I'i pe ias tragi a .ystére? tcrio : Mil -audades. Toda as vial' o que falta e que e 'peramo' com illl]Jaciencia. melhOl' elo (ll1e Rdnarrlo de 'cl'J'sLal da lmaginar:ão " desfechamós a impl'ovisal' eslo livl'o. Não recebemos alé agol'a a segunda carLa a flUO o 'anonym~ se refere. " tudo como na lettra d'uID evangelho. do m)"'lerio. TI'ata-. não assignada. e crevia Eça. "'U81'l'a quo ahi ha pOli o publicou. . outrem por mim. III u caro EdtHLI'do. Não podemo. o Dim'io in eria. dia de parada de tropa e ele exhibição de toi- \. 2. . u Dim'io ele i\o- Eça de Queil'oz com o Dial'io de I\oticias.. a eguinte estinlUlant local: maçOe que da guerra franco-pru 'siana o Dim'io dava de envolvidam nt : " Publicamos hoje a cada que annunciúmos na folha de Leiria.. cousa. tenebrosos mysterio. se hoj ai nda elte a. mais uma \'ez recordo o nome sempr querido de vagas e conll'adicLorias conje tura. i. e pel'an io a resolução que tomamos com 'rela- como O. no dorningo. tiflcação que assombrou. o da .'sima prometle proseguir. a fórma tos o amamm . que dú al'es do um crime horrivel..' . do ram. cumpli e na my. Aborl'eço-me quo estojo.1'0 Eduardo CoeI ho.o stupenda. dando. ido fiLa para agu- momento. que pactuaram bu 'inado á. eram tres .lO r agir . ciente e voluntaria altou as famílias.cm lo 'u111onlo'.ança in. e quo pareco terom . omul'u' rendida ao :Me 'lre.cl'evo a pedir. ceava de somno ao som de um solu~anle pot-pollrri do Dois Foscaris. ada:lIm d nós com CoeI h pod ria descrever. que. magadol' como prova daquella con.'0111 e"'L-ylo. del'roLa' do '2° im[erio. e cercado de il'cumstanciasverdadeiramcnle "ta é. sisLil'eJn a um a lo gl'avissimo e elo mais faclo.cooperar n sla homenagem de t ma devoção ú r dacção. baixa da. É uma carta. Porqu . mais difncil convenc l-os da til'agom do Dial'io de Noticias o M!/stel'io da Estl'adct de falsidade da narraLiva do que levaI-o. Não re la duvida por acordaI' tudo aq ui 110 a bOI'l'o . -ril-a . Ahi sLá. Em Agosto de 1 70 escrevia-lhe.. onvollo !las. Porque.'cripto por pro- lo: o no "O N/V lerio? My.'eques- Eduardo Coelho.'cola.316 RE\IST MODER A Vi to. o e serie lade om que o jornal lhe concedera a sua publi- meu nome occorreu a luem me indi ·ou. quasi obrigado d'e. ElTectivamente. como a.ão despel'ta. om flagmnte reaJ i dad . o conheceram! htteraria que a reve 'Le. piravam a ompo tura attinentes á minha actual ituação na folha alludi la. n'urn romance tremendo.â. on eguinte de que os con pil'adores. a uma resma d~ p~pel.'ua. sem plano. o primeiro folhetim do A1lJste)'io obr- e. p lo que .alogl'ia e'a sua auc1\L 'ia.ninguem. om o principio d'uma nal'ral.' por' cl3se romance _ «'Paro o quo Li boa ffectivamcnto despel'tou.J'an Duqueza ! ::. acreditar em Cintl'ct o COI11PIOU ainda n'uma edição em livl'O .o . . ai Luras do Dial'io de Noticias. hontem. recolhido. Como nasceu a icléa desse romance. lel'io !. pOl'que lhe e::. ' imprc SelO causada n s eu leitorc. o extincto e insubstituivel director da tl'a~ão noclUl'na do um medico e de um ami. Lisboa. (lia. para nos on- Penso na o'uerl'a : eis a ll1inlla occupar:ão. co I pri. então larguis imo. por cil'cum tancia de erto apena ua urdidura tan ta on lJ. e 'ui tituil-o por esse escriplo. ouLro elll Li 'boa. in.' . ces o -um tanto analogo ao da C1'oi[c ele Bm'nlJ.e do romanc .'il-el EscI'ovo-Jho do mou oxilio adminisLl'ativo. ressanti. n'uma noito de vel'ão no Pa. n'e te extraol'Cli na l'ia. repito. Com i to ó terão a ganhar o ' admiradore. a ]1l'incipio. porem. sumpto cidade j'í. m('ze~.le artigo.'eu para popu lar folha portugueza. quatorze anno>:.ar a cUl'iosidaie e confundir o e piriLo em milllal'e. sem llIetlJollo. todas as nos o nUll1el'O io terr:a-foira pl'Oxima dit'em . com os qua eu tanto me singular. salvar-me. É po . A pessoa fJue nos dirige esta nal'l'ativa inte- I U :1. omo os da. r. Ilviada pelo cOI'I'oio honro d .' suh- vivesse mais do que na memoria e na saudade de quan.'cl'iplo l'oman ista incol1lpar':l\'el.. então com a cmiosidade aguçada pelas in for.' ap[hl. . sem verdad iro pezar. . Tüo maravilho- amenLe vel'osimil se afigumva ella] lo engenho da I to quanto á o'en . TO l1Ianbií. com Eça e Ramalho. um em Leil'L:. de Ja- É o aso de can lar omo na' opera' com icas ue SCl'i b ram-no os auctores na carta prefacio ao ditor do Uys- Quel est donc ce m. e contar como e lhe ha.'el.. e..t.-seio Publico. cm o. '. e paventosam nL olemne em Calafates.em eli- minar o folhetim. o qu~ mais grata' recordaçO s da ua vida le jornalista. e na capital não s fallou de outra cumplicidade com o. por '111. d libel'al. que. Lraçaria este artigo evocador de alguma da nossos lcitol'e . obrigam a não 1 uscar resumil-a e a dal-a na i nlegl'a aos siasmo. mo tempo.~ silnplos " torro Ninguem portanto. " Eduurd Coelho foi. Man de o ll1appa! " Ha. e muita llle que eja longo no eu compte-rendus miliLal'es. e o crime que parece revelaI' no. pai' Jue tendo lido na larga veria tornado.. por medo eu devoro choio de gula. leza da o"\'ande cidade que em torno de nós cabo- EÇA DE Q EIROZ. au tores do JJystel'io. quo gente houve qu deixou ele ir p~\I'a Cintra. e a proposito do a sumpto que me c nna.{L de Julho de 1 70. comtudo. cal'la que ~egue é um documento inedito.' o mais. me.

Ramalho Ol'tio-áo avi adamonLo poqueno conLo . m lulgu- nio Maria Pereira. Cami110 escrevia ácerca do grande.. mandanelo os cla. onso commum. muito. as LI. do rom::m e aliás nua A. .-um maelo eluranLo elois eculo . re~resen- Pequena sa13 (commenta. o !I!f!Jsterio pI'incipal trabalho elo E. papa o Diario de Noticia.40 pagina. Ca. 1 I' humano.í1 11::1 ele ficaI' as iO'nalaelo no de envolvimenLO das bella. moulins as patronas da gl'ammaLica.. Em principias de 18 G. cuja opiniãO ácercn. e '0 do em un. t telUunha-o o Ia t . onde 5 Ii· tando um p'ateo alemtcj:mo e que surprehen~e aquclles que nào sabem que o CJ e d 'i>ortugal tem um admiravcl talento d'artista i e uma lummosa p:lIsagtm do emiDenle paisagista portuguez Carios ReiS.Singularidades de uma rapariga loura andou.u' na sua aclmil'avol o pl'ocio. peo ou do mesmo modo. Lão pOllCO llns elovem pcs.No M!Jsterio ela e traela de intra e. rante das suas pennas pod riam t l' d ixa I doi . escriptores lU o firmaram. . publi ado m lOU1 tins no Dim'io le oticias.'. M. A sala. ico a al'e. cm um d s cou. . J millo Castello-Branco cm uma carta.. 10L' Jnoelelo elou azo a que alguns miliciano.' anelou mal não os aelmittindo om casa. o om quo ollos não commungam. quando o Ji. ao que litterariamente valeu e signiucou nessa importa e"id nl m nt a quem qu L' qu ja.. ligcil'us. L. o nosso colI3borador) muito slmples. D.. de. m li. dado por EI-Rci ao Romanc. um dos mai intere ante do ul1lentos. elo cos a os. OA CASA DE NEUILLY. Jí' lue o publi' MysteJ'io estas palavras que não podiam partir de cri. a Lropa fandanga do que eu fui cabo de e qua. e o E~a tambem não .:a d Quoil'oz na 'Uit ollabol'ar. Iittenu'ia. em flUO para dr·a. . aros ele uhlanos com arromeLtida.. ap na época o de 'Preoccupado trabalho dos doi scintillante~ sei dizer que. abe ler . indigena. . reFormadores. a hei. aspiL'arem homens de I Ltra em um paiz qu qua i n' Foi e. " . (lisci plina elo..anno d p i d cl'itlcos das Fm'pas. . REVI T IODERN 317 respeitá. Por mim. e~agel'ando a I arte do editor que as lançou ao mel' ado. fIa popom ainda.i~L. h 'e talvez es. elc quo talycz o l'OIlHW 'i:La )0. qu ela juv nil quecida. e livl'o quo iniciou a reforma das milicia. i .ist3. Brindes annuae da'luolla folha-o roercI' li! a 1 73. ima bagagom JiLtel'ul'ia. ao. li L I' prop rcionado fi h lho agradeci e li o M!Jsterio da estrada ele Cinb'a. vivacidad dos eu e piritos e do bt'ilh::tnti. A evolução do estylo daLa d'ahi. P . Seja como fUI'. annos depois. Carlos. raro tico mais auctorisado e insuspeito : ntre nó . dis e-o. 41 . auctOl'e amai inv javeI con~agração a (lU "li ilo Acbei-o adll1il'avol pela b"ilhanLe audacias dalinguagell1. pelia que olle/fazem na syntaxe o no . Verdado é que sse i. ainda depoi le lid o r0111an ne a f lha de a 111 I li ima di ntlgação . al'io e f rç . a que estavam embl'yonal'ias no vocabulario mal'a'. ao intelligentissimo editor e meu amigo Anto.' e noh um u~l(tro de S. atiras:::ell1 par elesslls les ALFREDO DA UNIfA.tl'e ecliçõ qu so esgotaram.{aias n m so I'eeol'da . D'ahi o .1' . to fo sem ne O .

Com os que amamos e veneramos é mau. dão ao discurso a graciosa virtude E. na rua. animam o anda- mento das phrases pela estrada batida da prosa encomias· tica. rindo-se do vagalhM hu- que lhe fizeram nas paginas do jornaes e em milhares mano que atravessa o palco. em perfumes simples. ü:anquillamente. descança. porque o enleou: mas á Ambos ligeiros por vezes. Vae e volta.1' ele não pertencerem a ninguem. Jé?'ôme Coignw'd. antes e depois do mestre ou simplesmente tocar-lhe o fato.rue primitiva- na tragedia final. e não a dos que e crevem . E as PARALELLO mesmas idéas refazem a jornada litteraria.grosso talharam pela média das estaturas communs e cem-se os acanthos de largas folhas. em cliíferentes linguas. . a de Queiroz e Anatole Prance sào dois nomes da facilidade. é sereno e claro. ha discursos domingueiros de Como uma lufada de vento que para longe levasse muita vista e grande estylo. natlU'al e logica e tão facil que correntemente vamos Essa outm consagração . alada pOI' vezes.ta é comprehendido e amado. rapazes aos magotes que queriam beijar a mão espreitam . tratando com o escriptor. poderia agradar ao poderoso vicção só comparaveis á certeza e rigor critico dos que criptor. o inconveniente de produzindo. báloiçando. a crestaram as fresclU'as da mocidade .. porventum. que injuriam pela improprie- uma nuvem. na linguagem de cada um. E e ta modelares? foi uma grande homenagem.. diziam-lhe palavras lindas.Maias e consequente insinceridade. como nos . elll IJregas lllal dispostas. attestarão. Hecordem-se de Thais esse marmore feito canto. alem de que a alma da gente nova é fria para o caso é mais melindroso e requer cuidado. no meio de toda a gente ouviria os louvores rasgados dos que o admiram. está na indifferença da sua objectivaç'lo l'ouge em que soluçam desesperos. a prova mais firme de que o roman- HENRIQUE DE VASCONCELLOS. Aqui. outras. cahindo fóra do logar. ou o que se trata de extranho . e por entre perio- Opinions de 1111'. porque..0. aos que vierem. em algazarras de enthu- des lagos onde. a bocca de Dell1ocriLo ha pltrases m II IJannejadas. intumescidos de leituras.filigrana desfiada em mnemonicas das historia de litteraturas nacionaes e 'ses oiro. leiam Quando foi da festa de João de Deus . 'abia- atinava com uma estrophe simples que dissesse áquella mente escriptos. berravam-lhe discursos. nós a quem ventos maus d'aridas A gente preclara que e creveu ante de mim tem a promes. neste fim de Eu queria que 'e fizesse tambem a Eça de Queiroz raça.menos competentes. como uma grande nau. sobre o mesmo assumpto têm exactamente a opinião o. Com ellas vae 10l1ge um critico. que têm sempre o . envolto nas largas Ha certos adjectivos folg?-dos nas cavas e de ampla roda. agradecer: agradecéu pelo córreio. ANTBERO DE FIGUEIREDO... como uma palma . que deliciam apenas. que particularmente se preza nas demo- que no meu espisito se casam. ma entre chjas columnas apparece. pelo mesmo auctor esses trechos mocidade todo o s u commovido agl'adecimento. odiosa justeza das roupas feitas. clizem entre namorados. a rir. os largos nenuphares siasmo. contraria. Estou certo de que até o onde incestuosos amores contorcem-se e epilepsiam-se grande l-lugo recusaria uma apotheose c.a essa foi-lhe facil e sereno nellas manuelinas em que uma vae a fundir-se na outra. A U ICA CONS GRAÇÃO ligeira. essas compressões e deformaçõe classifi- T mplo elegante e branco. como só se pontos que germinam os dois illustres e ·criptores. afouta e incor- recta. maior consagração. porém.818 REVISTA MODERNA O estylo. que não matam. de assentarem a todos com a mesma por um templo helleno da ordem florida de Corintho. no Mandar'im a luminosa paisagem chin za com gran- entl'aram-lhe pela casa dentro. procurem a R&tisse1'ie de la ?'eine Pedauque e face a face. castigada e serem do regimento ou da communa. Taes exercicios de critica são innotentes quando n110 têm auctoridade para dizer o que é bom.. a alta espil'itualidade do mundo uma d'estas homenagens em que todos entram . nem Não parecem escripto. dade. e encontrarão os dos estouvados. Recordem-se da Reliqttia. prata trabalhada a cinze~. Para as necessidaàes fina. formando um só rasgão de luz. que' cativas de um gemo individual pódem ser provisoria- n~lO -mbriagam. Outros. ual s rem impessoaes.n'esse dia.seria classificando mortos e vivos com uma segurança e con- a wlica que.a de toda a gente .a néo-latino. abraçados como duas ja- de bilh 1e de felicitação . Sàll discipli- nadas e commodas. do sonho. Representa-os o meu temperamento vi. mente uteis j para dar-lhe apreço e glorificaI-o é que nãO. ci. qllando os não gela a tinta fria Julgar um homem pelas suas obras parece cousa do tinteiro. retor. mas incomparavelmente mais viva do que esta. enthusiasmo' ruidosos. a que chegaram por analyse e por synthese. estudando os 8eus livros. como no Lys da homenagem. As idéas claras affirmam muito o e tylo. a mesma impressão cracias intellectuaes. A syntaxe. pregas da tunica de philosopho. subtil e ironico. nivelamentos. de Em ambos a mesma nobreza de phrase.. ou como um panno de bocca que corresse. Vejam no Lys ?'ouge a descl'ipçãO de Florença. NA FALTA DE IDEAS CLARAS em lettl'a redonda. Têm. A injuria não está na insufficiencia ou no exces o a emoção terna das coisas atravessa a obra. » gu tiosa feli idade o poeta não tinha palavras. reca- J0110 de Deus ria e chorava j e n'esse momento d'an- pitulem o sonho do « Haposão . que os fabricantes por de columna' ligeiras em cujos capiteis abrem-se e.já tão fortuna de possuir sobre Eça de Queiroz idéas claras e di tante! precisas. mente fo se destinada a Shakespeare. feita com o embaraçoso cuidado que mpana enthusiasmos. em ambos.

seus da sua figura lá se achará contido e medido. E apezar do seu sabio de 'uido da critica primeiro prosador portuguez o que exageradamentl? aigo e por mais affectuo a e singela que seja a 'I'/'wn'i(estaçao sobre o papel nefasto da idéa claras no julgan.'u:btil Fradique 1 neles grandes homens atravez das suas obras. de noite. tentativas de filiaçõe. vinte :-1nn08 e con- a claridade do archote dá primeiro obre o porta-facho. Suppr. n'um tempo em (Iue o pude conhec l' e amar. Tem es a culto e devoçãO. id' as estheticas revelam a eiva irreprimivel. Q claro e . para ornamento do seu espirit e clarões e vivas. p. a tenção do jul. triumphal a que apenas se n)udasse a inscripção das 'eus. fitas. particular a pl:ecari8. to no.e mal xplicad. que ten1 formado a suo. re.' ração incondicional e sincera. exaltada na grandeza de um elos DomclO 'DA GAMA. . O re. Sobra. ções do seu genio nunca me pareceram n essarias- Parallelo . ta e se odioso memento da nossa llliaçM Certamente não se applica ~ presente homenagem ao democl'atica. JLUZO e classificações . medidas. A sala de jantar. renas da dade madura. 'into-me feliz de viver ocios~ e van! Quem as emprehende presume que apro.imido o escravo insultadoI' dos tl'. que o v 'tiram ti idéas larD. graça e conceito do seu di cur '0. admirativo vária.obra lmiuade do publico que sou. templações . por lue almas não cabem em livros. g neroso impulsos' agitaçõe do.iumpho. lllesma se acclama. a em deu a Relíquia de c6r. de explicações U 111 en aio p. muito antigas.. da Normnndia descncatadas l pelo faro arCistico de Ramalho Ortigão n'lun velho « bric·à·brac )} de Pnriz. REVISTA MODER A 319 CASA DE NEUILLY. urro para o demonstrar ao publico.u. s n. .1o maL nt ndiel . Es. o triumphador se esquiva e sóbe a alguma ainda mocidade e memoria e eu faria como o que apren- varanda para contemplar a sua glOl'ia que pas. N'este caso ~Ta aqui ver. como nas marchas triumphae. 'igualm nte frequentemente. Temos annos vem trabalhando para a sua lingua e para o 'eu umas phrases promptas e occasião de as empregar: lue povo com a a siduidade e inceridade de LU m trabalha importa que n'ellas nào caibam trinta allDOS de labor humildemente para Deu . to são variações litterarias sobre miseria a gloria que a turba vil que nos appIaudo a si thema conhecido da glorificaçãO do Mestre. ychologia cede o campo á admi.pelos 'eus acclamaelores. yml)olicamente. antigo'.Jento dos da Revistei Moderna. e Cm que ha a notar como curiosas uma hlicha e nl:lsscira. sem carecei' veitarão ao objecto da sua consideração. Sempre um canto ao contacto do mundo e (lue a não tem po. Pequenina sala (escreve o DOSSO collaborador) singela. louca. alma fecundo da vida de um grande arti 'ta. yntheticas sobre a obra de um homem que ha longos gamento e classificação do escriptor celebrado. ychologico obre Eça le Queiroz. se-me As veze. e é o verdadeir ebria de enthusiasmo. d ll10nstra- retrato .'. E a proci são continúa desapercebida. parcella de livros.. porém mais de o buscar disper o em livros reflectindo de.. Mas nó meio do .

no olhar zorato e inquieto uma ancia febril de apprehensão.. eu ouvia-o faliar empl'e n'aquelia o atormentado e yoaçar da aguia que. e!le ia arrancando de caminho alo'uma o folha esO'uia o de lUna aI'vore. incarnou o no. entrando o portão da lwnta na tilho foi a tl'adiçãO. o periodo cyclico da epopeia. periodo bril hante e renovador cIo quinhentismo.€ 2b7 M b> b . Herculano foi um salutae lampejo ca'a que haI itava em çintra no verüo de 95 : .>=4:. e no EÇA DE QUEIROZ doloroso franzir das palpebeas. depois Gil Vicente synthetisou e viveu na ext l'iorisaçãO cbd e lLl1la volubilidade irrecruieta.:lC? velho ca tanh iros. e em que uma ressicadorasêde a coi a beIla. a sua ampla te. amente. Mas não foi nà la.·a mentalidade. eu nunca o interrompia. mente. mai h\Ul1ana. parando.Eu medievo . e apezar de conhecer bem a tura e da arte. mai caracteristica. e Gal'rett foi a galante esta leaçàO do roman- acloro todo os p . ..rrumes ! tismo. e.'.assim tamb m o Eça appareceu ahinomomento E eu comIreh ndia bem esta adoraçuo no homem dos em que o liberalismo e o criticismo haviam ntre nós l' quinte. vida.ma ' outro que e evola de uma amora\'el infancia c que con tituc um dos mais doce prazeres de ser Pae. Religio... dizia-m~ eIle ~. de de o perfume delicado e brando da came côr de Appareceu o Eça e appareceu o Anthero. A ím como Sá de Miranda c Bernardim abi la phra e latina liudCtces fortuna juvat. chado e rythmico.Leve o Béb' para ca a. acima de tudo. (rue o vigiava: . can ar um pouco do trabalhos agre tes do lil1nanac/t. .. não lhe tocou com um dedo. sem fructo e sem cheiro... o supercilio dôcc e profundo. ta arejada de genio. 1'0. à sombra de ~ c:: ?@4 ie -#- kÃ'. vf . ardida e illuminada fé ao novo ideal norteava e erguia os im. e com uma velha panella ele lab que lhe .. e muito com as da Lucia Lúna. cleu-lh uma pancada na cabeça. com o chatinar na lama. de que mais gó to! A ombra d a lU lle. E um dos perfume. paI' c m-. . tava não era decerto. e viu forçada a cIma LngLln. Este no . upremo . ". Achava que eria um do culminante' e inde tructiveis pacIrõe da littera- uma verdadeira audacia. monoculo entalado e fixo no olho direito. ervia cl tambor. cuja farta cabelleira est ndia sol re nós uma gl'anele calma e uma grande frescura. no 1'ict'L~S de sarcasmo dos seus labios a dolo- rida expressM do phantasi ta que o exteJ'iOl' avassaltou.gem finamente atravessada da ironia.a tl'i te arvore qu nlUlca entiu a voluptuoú- dade de um perfume. o seu andar ao mesmo tempo desman- Do conto publicado na REVISTA. É uma cIa figuras primaciaes da nos. cintillante mais populal'.-tavamo. . adas do Bébé. n'uma attitude ÚIO ameaçadora lue tremi pelas orelha. as im como alta\'::l lie d um a sumpto a outro.320 RE\ I T MODERNA -lo rosa das criança. a sim como o genio de Camõe sobel'bamente e e ·cuíar.· sentados e correu para elle. ta.. que vive só das coi 'as beIlas e para mudado a face ás coisas.. traçando com o aroma dos laranjaes e o de renOvaç[lO agitava toda as classes. . costumavam ir brincar os filh s do o'Fande romanci. viroteio de vontad s e desabrochar de esperanças..Engano-me sempre com e 'tas folha .. ó? 2t-ço/"=~ E atraves ando a quinta para irmo de. . o mento contumaz. até ao perfume violento das flôres que perturba e embriaga. e viranlo-se para a gover- nante. com uma vivaci. O perfume de que elle mai go. Não ha ahi luem o nM conheça. Eça ele Queiroz ergueu-se do banco onde e. com aquelle as imilaram e abrangeram em si a nos'a epoca t')'ova- gl'ande e 'pirito o melhor que tinha a fazer era calar-me cl01'esca. eSse c mo Oil'O derretido :i luz de um beIJo sol.2. a Perfeição. n'ulU unanime al'oma lo sandalo a luminosas e tran 'par nte pagina. De lU1la vez o Béb6 zangou-se com o irmão mais velh . nos vinco' da longa face emaciada. Jo '6 ARmml'O. a mais da ReUqtüa. castanheiro.- Dizia-me eIle uma vez. o d'arru lia Lucia Lima que elle nunca encontrou n'aqnella quinta do ca tanhae .. E religio a. com o .) /:::::. hoje não brinca mai . ne1"'osa. o p rfume ão para elle a parte mais amada da espiritos famintos. eu agudo per- UM AUTOGRAPHO D'EÇA DE QUEIROZ fil inteIligente.. . e Ca.

e que a rudes golpes de analyse louçanias. ados no Pr'úno Bazilio.ro ficou perennalmEmte lucilando. tencem. um lingua. para se dissipa!' em nó. o Rapo o..a . a larga f1gura.. nos as almas. opulento de imagens que São espelhos. para quantos olham e abra- tiM. que.· ou varoni . n'esta ao desvalido viandante dava o seu pãO e o seu vinho. para uma ilha dos Açores deixamos partir. morrer sem um murmurio doce d'ovação esse drall~atur?o . reunem em si toda as quali- Cr'ime do Padre Am. além do Atlantico. Alfredo Mesquita. nem exclusivam nte portugu ze" ma .l1.·. va tidão do territorio onde é lia entendida e onde sã los d'essa maravilhosa panelecta. rio. de conclusães que são I-Ia mezes apenas n'um jornal de lá-bas. para o nosso erro. crever que o admiro. para collaborar. d' ssa clara como formidaveis cupulas audaciosas. Um esclarecendo os cerebro .. moldadas.. em Fr'aelique Nleneles. rigoroso e phantastico. d'apotheose festiva e grandiosa da sua obra. pregllÍças e indifferenças molles do nosso tem- Do fundo da minha humildade. eu levanto-me e tiro o meu a nenhum dos grandes homens de Portugal... da mais imaginosa e bella enrythmia. hak peare da nossa llIstona. cujo genio e civilisação. o Zuzarte. A razão prI~Olpal Sirva-nos esta lição para o futuro de contl'lcta emenda disso está em' que os personagens tão finamente des. que a cheias e felizes da minha vida. marll1ores. portentoso e colossal edil1cio littera. o b • . eu escrevia. conta Eça de e os nossos beijos. uma inilludivel e real necessidade. o certo é lue pou os povo têm tido uma hi . dada a consoladora ventma de assistirem a um expon- CAMARA LIMA. Mas nada e pegar na humaniclade tem produzido. exc pto chapeu áquelle que passa e que. sua obra monumental. havia sid? . b . o doutor Margaride. a sua apparição e manifestação não foram um mente a cliveI' idade de latitudes e de clima. os ventos da peste açoita desapiedadamente as grandes estaturas. fundo do seu casebre. todo em ricos marmores. traçado em largas linhas RAYMUNDO ConRI~A. I uma como um symbolo. aquelle sob uma fórma ostensiva e con- criptos e analy. o Con elheit'o Acacio. etc. nãO imagina talvez o no. e dormente Lisboa dos p!'egões. o immortal auctorda Vielade!Vunalvar'es. João da Camara. ridicula. um los cista ~ cuja leitura elevo muito boas horas. os moços. d . EÇA DE QUEIROZ idealista e pagão. O P/'úno Bazilio é uma biblia. I Mao'alhães de Azeredo. -. 'para sempre er. e me matou uma velha fome e sêde de IdeaL . esse Immenso e Santo Anthero. a fechar um artigo. como um mendigo do peramento de meridionaes neo-arabes. dades más ou ] oas. rinas e do sol. que venha a desapparece!' algum dia da face elo gl bo Por isso todo o bom portuguez' ama. estas ria! linhas: ABEL BOTELHO. com algumas lInhas não sei quantos annos Camillo errou traglCo e esval- ao meno neste numero e pecial que a Revista Modema rado pela vida sem que a clamorosa voz de todos nó consagra'a Eça de Queiroz. Pedido identico ao que me faz o meu illustre o iris dos seus olhos magoados e taciturnos. fazem com que. o bito de applicação. extraorc1inario.almas a parte. por intermedio d? SI'. l'elampaO'o de aleO'ria á noite em astros d'aquella alma. o outro aquecendo Padre Arnaro. S 'e vago receio de abriu sulco no dolorido espanto da nossa alma. do seu genio e do seu caracter. se continüa mero accidente morphologico. contrastando brava- Assim. e por ultimo delxamos agom ar e Oueiroz innull1oros admiradDre. ar na Maias. não esqueçamos . na ReliqtLia. . decada de agonia CeITaI'am os olhos pal'a a vida fos. J)aldaquinado de aladas phantasias. tavel escriptor quanto é festejado o seu nome ~ c~mo Oliveira Martins. a Reliquía são outros tantos inapagaveis versicu. das vu- guidas na ampla serenidade azul da nossa gloriosa histo. como que um estridulo grito de clarim. depois de haver sido n'um dado entre a grandeza de um povo e a diffusibilidade da ua momento. no Ol'ime elo creta. ficou perdumvelmente toria tüo grande como o povo portugu· z e qu tambem constituindo para as geraçães subsequentes um dogma poucas linguas têm hoje uma geographia tão dilatada sagrado e resplendente. Motivo pelo qual a S jam quaes forem as relaçãe' nece 'saria. « AceITada iO'norancia do nosso meio. em Portugal como no Brazil. o eba- manifestaçães intellectuaes. quando p~r toda embargar os passos as nossas rosas! as nossas p. não são typos unicos lo u çam com amor os grandes mestres dominadores do genero. e. REVISTA MODER A campo abstracto. a inveja que como o . e pecie de . em plena America. são lidas e apreciadas as suas obras. Morto para a jocunda luz que as pesadas COr- Trecho ele uma carta : tinas das suas palpebras não deixaram entrar a banhaI' . sem que lhe sahissem a penna só para e. admira e adora essa língua em que tão bellas obras primas tôm ido esse fqrmosissimo. antes scientificamente re. afilada e nervosa do auctor do deil'Os documentos vivos. Que nós. a camll1 10 S~bem ambos que enthusiasta sou eu do grande romaI~­ do suicidio. o Ega e tantos outros. n'uma va ta p-resentaram uma consequencia e vieram corresponder a extensão de muitos milhães de kilometros luaelrado .- victorioso emblema guerreiro. e fato. são tão h 111 omprehendidos lá como aqui. a que os de cá e os de lá per- passado.feito de dizendo-lhe quanto amavam os a sua bra leva 'se um Pariz por outro bom amigo e dIstIncto patrlclO meu. ar.No Brazil especialmente. Por isso a influencia do primeiro foi maio Maias. como o velho Herien não sei porque bemdito acaso João de Deus. v rda- Verbo. do. sobre os escombros fumegantes do mesma e gmnde l' a c. si mesmo O'enio que a desgraça maior ainda tornou. de conceitos que são columnas. de synthese. Os como a portugu za lingua. amadas e mais ou lllenos cultivadas as suas graça dendo no nosso espirito. esp· ctro de amigo D. E basta ás veze' p n. apprehensiva e mais pratica. teve um mais largo am- Taes personagens. já n~e. das maIS mais altos bO'enios e dos mais puros caracteres. para quantos se interessam pelas padre Jegrão. taneo movimento da opiniãO em seu favor. para sempre viva.

m que começa a publicaçüo da novella inti- d ella re ulta aquelle 'eu doce scepticismo. quando menos. xprimir todos o e tados de consciencia. m vez de crear e á força junta. de latino. dois annos. nascido nas bahias doces do Atlanti o. mo ceI' J mI de Barres. com movimento prOl rio e vida orde. brotamo . teria uma acção mais ampla e demolidora. RE I TA MODERN_\ a prim ira oppol'tunida I para promover 'a onsagl'açãO tocaria.. Assim. sr. O que vale o dilettan. mo arli ta. examinando os orações da. poeta e um cI'itico que lo tédio a' pagina luminosas e serena' da sua obra 1 lo eu traI alho con tante é um nobre exemplo á con. o au. ») t ncendo ao claro paiz ela uva loiras e lrovindo da Pouco tempo ""olvido obre a publicaçüo d'e te artigo. cle Eça é ter percol'rido as cinco partes do mundo da visão ti. especialmente reyc ·te I ". Ti ve se elle fé . supremo da '\ ida Integral Livre. cheia de sol. dade da admiravel raça d'amoro o e de poetas d'onde Eça de Queiroz.ilio . apena uma coisa . de obserwlção e Ao admirav I creador d'almas. Almas. semelhante contrarieclade. tOI. o Padre Amaro. metteu em detestaveis condições de saúde pal'a corre - comI Reynaldo. tão requintado e tão ath niense. hoje que o numero da Rev'ista quanto a mim a qualidade dominante do seu genio e Modema. é diminuto ao seu '1'01. a Amelia e a ão Joanei. int re ante e agudo de re to. maior al'ti La da Emopa e do quatro primeiro' escri- pr cio i mo fino e n !'Voso dos Goncourt. de imaginaçüo e I ortugueza que primeiro a i1esal'ticulou.se a E. o caracter de uma con. o Vi . graphar todas gida e collaborada por. a iMo. en ibilidade e a delicadeza de Gar. em seguida. oube bater-se com maior galhardia e depoi de parizien. que onhava gL'avar no 'ymbolos L rno da T ntaçtw pelo seu genio e pelo seu caracter) honram a tel'ra por. os Gouvaninho " o Thomaz ponder por fórma. conveniente ti. com- tão philo.. imal de Bourg t. Tas corôado de 1'0 as brancas e d myrtos. Eça de Qu i- rigidez clas ica a tornou ductil e sonora. Garrett.a é amai. EUe é um Antonio Vieira que á onoridade O genio d6 Eça. tonto ainda e m io leslumbrado recebo ::).. se-hia voluptuariamente cantar o hymno augu to e tuo'U zas n no. mal cllego Ú tumultuo a capital noite "em jú annunciando Alleluia e Redempções. da Reliquia e elos Maias perfeito. creal'ia Mundo. ta tambem. e a .e. como poucos irradiando d'um 1'óco de concepção ynthetica. que fulgidamente exornam o sr. pozesse eUe tonio ::\1obr Ju. Benção caiam sobre os que tivera. O genial romanci ta não sa11iu na E trella da Manhã. agmçüo ao grande roman i. I' tt e a ironia de Tacheray e de Joüo Paulo Richter. 'no m u volume a Geraçc10 Nova. Eça. a bon. - lado e nfto sei na yerdade qu haja a est::t hora na Eurol a per. falta porem e mai modernas camada lusitanas e intitulada ?1 ill'te.. o lortuguezi imo Raposão da Reliquia.. que Por elle Eça muita veze recorda-me o fIno e agudo timbrei em consignaI" a Homenagem ela minha excedente R nano admiração pelos culminantes dotes. a analy e ptores do seu tempo aquelle que. capaz de roz. ta trahe ainda a an e tralidade portugueza d Eça. exag- d'Alencar. noticia que por um commum amigo eu recebem da dos Ventos que outr'ora haviam defrontado o Adamastor· ida de Eça d Queiroz a Portugal coni ú ca a do An. paraisos d'Amanhü. Ha adaptaI" a todo os assumptos. tino de IontalvãO para combinar a hypilotisado como um bardo seu grande olho' e_curo' apotheose a faz r-lhe. Mundo lugueza. tive ensejo de repetir os prote tos d'uma re peitosa Ah! acredita e elle com devoção e a impossibilidade. nada e calma. lhe tirou a analyse. Men caro snr. . Ú sua volta boa n va de que alto. tão inquieto e tão cionaria do CTi1ne.- de Queiroz. na curta categoria dos primeiros em Portugal. uprema do grote. uma e são tambem o escriptore que o egualem e raros os que ascendente. portugu z e acrysolado arLista da nos ::t linguagem. de Flaubert não o prehende-se com que vivo enthusia mo eu desejaria . com os seu livro. Tempestade e ti. que ascendendo das gl'utas ela porem tle Pariz e agora. e conqui tado as India . ele aJ pal'eciJos e ido' o invadiria florindo dos venenos cm primeiro logar. alguns dos repr sentantes das a ensaçõe fixar toda a ci mas.üo mai 1'ecundador'a e larga e a alma r I'mo. e de Pêcuchet Loela a Viela Moderna e todos o. o mai' upremo. vel'Cladeimmente poetica e boa que n'elta bate. É o bom Jorge do P)'úno Ba". suas ruas agita.e a realisal'am.er metali o e amargo como o do auctor da T/ta'is. consideração. uperior a rlue foi um admit'ayel arLi. a doce Maria Eduarrla do Maias. os do mundo. lU11a colmeia d'alma . Entüo Eça ser!:. acende. cujo fervor se não extinguiu. DOMINGOS G 1~[ARÃ8 .m tüo hia d'uma emo". di ri . pel'ança. olym- omo lima cidade ele marmore.' o tempo e.crêr. e' om uma lente le relojoeiro? A obra. culmin:1l1t eminencia la lettra J 01'. a que têm dir ito quatro ou inco grandes espil'ito que. o maior do inco s cul s d li Llera. ao Phidias da prosa estylo. banhal'-no. en ti 1'- El. labareda sagrada. Lamento-me de A ironia do au tor d'e.t egual a Ib en e a Zola. o CarIo . co . doi ou ir . de pensamento e de fórma .o Conselh iro Aca io. cario The dOI'o o mephi top11 lico João ela Ega e a galeria Encontr'a-me a carta crue a sua amabilidade me re·~ . como um Alexandre de 1'0. magniflcente raça elo domadores da.tura na ional. nem o amaz'go pes imi mo elo genial espirito. gerada conflança que me outhorgou. do Bazilio. CUl'sor. p 1'- fiada e risonha indolencia de todo nó. ophica e tão alta emhora. Mas se o romancista não é um Propheta e lilil Pre- Comparado. o nosso 'gl"tllde e IJUÜeru'u romeln 'isLa. que longe tulada i illusb'e casa de Ramú'es.ro do 'rime. maior ainda que 5 e epilel tico e grande e di. teinbrok. Belleza. é para mim o li. no conflicto eterno da inHnite. as e sob um céo eternamente calado e azul. o 1'ra. perfumada pica Athenas regres ·ou vencedor. e nobres eSI i)'itos vão dedicar na illuminaçOe e relampagos propheLicos e a sua obra bclla Revista nIoclel')l(t um numero de consagraçao a Eça teria uma amplirlüo e re 'onancia sem igua'l. o xcedam. nas collU11l1as d'uma revista litteraria. tero olital'io d'uma idéa. Desde 1 5. se maravilhoso Manclctl'im é. ivo genio de Do to'ievsky a sua bella obra revolu- n nhul1l outro inzelador da fórma. vestir todas as idéas.

repta. juelgeel by an English stanelm'd. G. São documentare. uma ameaça. ainda uma vez. Francisco arrelhas. quanelo meu exilio politico me trouxe por terras de Queiroz como um dos mestre de nossa mod rna lin- IIe 1 anho. Refere que têm. no seu thema. 111 unia nos. pl'olixas hOl'as de cal uli e 'ientifica. e d 'aracter E'. na sc na da rixa entl'e parceit'o n Gl'cmio por largo trecho. tente pela fresta de rolant s. 'savam lai. o paiz e impoz-se dominadorament(onde quer que vamenLe usados em nos a.:t . á prova. explicava. nüo n'enerica em ua patria comprehensüo similhalJte.importa. me consignava o quüo. cril 1. i O C1'úne do PaclTe .aro elle.'o de iniqua ogeri. o tlllca. pelo ontrario. que analogo a pecto ela questãO. cuja novella a crime do Pacl1'e d'tmut mpw'iga low'a. . lhe best modem tambem fartos encomios no a' boas-l itras. sem embargo. a dentro do conceito classico.ao qual orgulho.in!:Julw'idadcs de Eça de Queiroz. c mo '1 Queú'o:::. REVISTA M'ODER A 828 poder contribuir idoneamente hoje em prol d'uma idéa Conhecida esta acção exotica das magistraes id açOes qu. o Lope ele Mendonça: ~lemOl'ias de U1n doido. a contra Perez Gal. A fonte. Hoje qu vae C meçar a gui I' .. em hoclierua. alguns que ão risivei. na rua de Trcvi e (tl'azido in.II illustl" casa de prima a P)'inw Ba. alli desde a capital até aos mai re trictos guagem. nos explica o exdu ivi mo da feição brilannica gação.·na. á nos a estalagem de emigrado pelo bom Jo é Barbo a) como soem faz l-o o eu. o clistin to romancista Ricardo Salva. fazer-lhe o tardo reclamo dos pujante francezas e con ervarJUO na liI.~ effeito do e. para o leitol' qu igllol'aa nos. illu tradissimo e el'um fino gosto Pol'lugal e ela RevoluçãO ou. Attento 11 e ouviram a exposição. ele uju O'ante e delicaelo poeta Julien Leclercq. o qual á data. impacientar-se-hia c. e. na preferencia.. alingua. A. ultima maneira.' .o. :Mas o justo effeito foi mai Mas la timo o prejuizo i!'remedia" 1 el quc !TI'. Mendes Leal. . é lue pl'ecisamente pouco antes me interro. do nobre e rude d saGo com que a s u proprio g nio nardim Ribeil'O. . As aptidões supl'emas do ro- o' . o dr.. A paixãO augmentada o velho ondi cipulo da Polyte 'hnica ste pisodio de similhante colloqnio eventual já me re· elo Porto.e absorver. ua analy. a sua prO'a adquiriu uma limpidez uma ele coisas portuguezas se discorria. Ber. alguma reputação as obras de J. e. ele aliv ira Marreca. de Eça de Queiroz. de b'icta r ali aç. t dando.veio a fallar-me d'e' a pro a uI tima. 'a arte que um eximio lexicogl'apbo de Lonclt'es. lIa per 'l. que ill'tiLuiram Eça d via.aqui Lan- . resulta ju1Jilo o ensejo de que s ongratu- se extremara. ahi vocabulo. lo Rio. quando. quando. A mll1ha palavra r suJta de auctol'i 'ada.. m sua con tituida flagrantemente perante o publico. los e Camillo Castello Branco. Gomes Coelho De eguro que Eça de Queiroz ha-de sahir victorio (Julio Diniz). J'ecent mente. Tran. apreciava primacialmente. capitulo esp cinco respeitante á evoluçãO liLteraria por. thetico. novo livl'O lIo 'r. sua naturalidade de dialo- tugueza. da Corwla a !VIadrid. )) do insigne mestre. o nome de Eça de sobriedade expre siva que c1efinitivam nte o inscr vem Queiroz era aliá prestigio amente exhibido na pales. com quanto se perde. no alto e puro ntido do tras. é de considerar. em extasis devotos. natural desgosto convenho n'isso. contente. .f-l1nCt1'0 by Eçct de Qtteú·oz. Mais tarde. E ó lêm como sabem ler. om o Ma o que deixei de dizer então alli. longe e vingou "encer as repul. nas maravilhosas perfeições do do·se : Paus I. intermiL- pa. 'as da ignorancia e do em seu detrimento. de baton. dev rão .ao qual barbaramente chamava.01'.. eterna e inspiradamente primavcril. nüo vinha.n6 liamo. quem fôra e o que repre entava o no so tempos em que sua leitura. Veio-lhe a confusüo de lhe não acudil' o· ' n- ten ' '"tO de to lo aquelle a cuja ingenuidade occ rres. d cripçõe. igne romancista -. eUe as suhmette. omo esse da princ za RaLlazzi a publico culto. sr. o' folhetins mysticos da Gazeta de gara tambem mll inglez. não ob tant . e traduz. d'e. em con equencia : Jc vaus flanquemi cl 's C01'11S riedade d'e te nome tornaria ridicula a desastrada pre. ::lccre centa. ácerca das parLicularidade ela vida litteraria se commentava a saborosa anedo ta ela .. Aqui theticamente expre sivo o titulo elo lyrico desabafo do ha meze ..e por tod?s os titulos. pois que j?. com reali ta conc rdancia. carece. p lo lU con ma vellemente sentimento que a determinava empenhar-. com de 'doiro d'es a perfeita e integra ohra· a publicação regulaI' do l' mance . director ela Revista Mo de1'lla. ç5. Revista o mimo d'uma gl'aça nternecic1a e meiga. c ntros civilisaelo . os perfeiLi imos artigo. o leitor tl traelucçõ. huvosa nuven . Eça de Queil'oz. ús ua qualidade pIa ticas. de alludo já até ao erro gros eiros de erLas ver ü . e ·ta mercê do acurado de Mas a V .' que então era ]uasi anonymo e hoje é l1l11a personalidade o escriptor vem publicando. naipes nos baralho hespanboe" o primiti- no. . eu)he tomasse a attenção. Teixeira de Va concel. « BLtl. traste. em Inglaterra. por a intel- ligente e efficaz iniciativa da publicação do novo I rim r novel. ho til em conceder fóros la someno~ valia a e capam os immensos peculiari mo de perfcita r ali a- gente áparte relegada por um tradicional ciume. desejoso ele suppãe (lue o mono 'yllabo cl'um do. e a gloriosa noto. nas no as ai! c1 ma iac10 feri no volume Notas elo exil'io. conterraneos : Eça de melancholicamente clareava minha tri t za. ou melindrosos ou en rgicos. era yn. I~ãO RCtmiTes. me é eminentemente ympa. tafularia . Arnaldo Gama. de resto. hizarro critico Charles MOI'ice e o chroni ta ele. o nos o idioma prevalece. fresco manancial bl'ota o estylo ubtil e phan ta iad r preoccul aelo com lU11a monographia que andava e tu. litlerarios ela Ga. Toda. porque ao lance tal ntoso contemporaneo aspar de Lemo . mas o dictame do no computo c10.ilio. e desde a serie d'e e supplem :nt eleante ele mim e do meu querido amigo e chefe. nire gente d lingua portugu za.guagem a de ignaçào meritos. raramente mesmo comparavcl hoje m dia.n s naus Alve da Veiga. . n'este ponto de vi La e 'oh em Pariz. c ndeu sua fama os limites da fronteira do inicial elo. em 1893 estampado. alegria discreta d'um fio de outomni 'o sol. sempre que Então agora. de Eça de Queiroz tem ntornado nas J agina d'. e. no mancista : sua afabulação.:. brigõ . lem Lodos os que. vaidosas de seu garbo emelito.eta de Noticias. Kà llia e~ll emprestar-lhe o convincente impeto de que. que se funda no facto de jogarmo com carta' n'e ta hora alta. dós. tumes.rim. onde per. sua descripção de co. actualm nte face de todo um publico. .

sielo unico estimulo e pode. vulsionava em cabriolas imprevistas. que era tudo excentricidade sem conse- Aproveito o gostoso ensejo para me confessar outrosim. o nias sem Deu. para a idealisaçM mesmo tempo em imprecaçães raivosas e em su piros de sentimentos que elles. a bitola das regl'D. cortado. ser incoercivel e infinito. determinaram. admiravel prosador.damente. arranhavam os ouvidos . ua vocaçáo poetica. porem. o admiração da Baixa. a preoccupaçao de alem-tumulo alexandrinos graves a republica luzitana com presidente e sobretudo a inapagavel religiosidade de todos elIes.. por um canto mavioso de João de succedendo-lhe como a Alexandre Herculano . divinisados.ele de Eça ele Queiroz. mais Hou ve um rapido escandalo. - sem e que ás escadas do Caes da Columna fosse ano- jado pelas ondas do Tejo o cartão-album com retrato da mulher amada. soando ao os versejadores. cujoo' versos eoloridÇJs de poeta. um inutilisou na memoria elas gentes a sua magniGcenci'l poeta d'llma grande originalidade. etc. crendo-os genitos immec1iatos le Baudelaire. e o resultado se effectuara quando Guerra Junqueiro. disputavam as glorias de S. 1as a nova corrente de inspiração arrastara desde logo Ê certo. os primeiros cantus gria eu aproveito este ensejo de. que. que accordou para uma resurreiçào e.bl'o do velho Sam. Tudo lhe devo.cheios d'algodão e~l rama. em (Iue venho tmbalhando. l'ompeu a cantar uma voz. erpenteados das scintil1aç{ões dos fogos fatuo flue das podridões irorompem. em charco limoso. estranha.. a minha perseverança n'aquella:s idéas que elIe. Jeronym. quando geral os espiritos da mocidade da sua geraçüo . 'pieitos subalternos julgaram ser-lhe. que pareceu que uma grande revoluçá daquelIes dous grandes dominadores. patria entre surpresos e desdenhosos tentaram applicar por veze.' proprios. Guilherme foi de. Bento e da De V. publicamente. tornou-se o d AnUlem. não tOlllava a serio cadeirinha nos cavallos dos pagens das Xacaras e Solaos nem a. ensual. coitados. era um praguejar da do auctor das FlóTes elo Mal. mas singularmente sinceros e calo. cujo espirito viéra eh Bohemia para se encarnar n'tllll feixesinho de nervos A mu:'a na ional que vinha choteando.como diz o poeta . a sangue e treva e .. bivacando.' tre a o(ferta da tL"ancínha de cabelIo e o beijo do derriço em poetas. que se con- cativa procedencia. que foi a sua voz de poeta.s da gI'Umma- enviar-lhe seus agradecimentos. tam mansinha e tam al1101icicIa pela embaladora Se a voz da gratidão é . que iam surgindo.COlilNehende-se. noite de luar á beira Tejo.uma' raça espiritual inteiramente eliversa frizava pela obscuridade da intenção. nos arraiaes sciencia do movimento que iniciava e foi-se a viajar pelo patuleas com o auctor do Guerrilheú'o.uma das cantilena que a adormecia n'ulll estanguecido sonho mais l'aras e elas mais bellas. tão affectuosamente chama as nossas illusões.o. que chorava e ria nas LUIS SEllRA. deza da sua obra em prosa-ofTuscou e. Ninguem inda- 'entimentaes banalidade' em prosa e verso: ora se canta gou então da verdadeira ílliaçM espiritual do.a gran- Deus ou por um grito vibI'ante do grande Anthero. subtilisara-se. que. um turbilhão de d'Azevedo e Gomes Leal appareceram.324 REVISTA MODERNA Aos leitor portugu zes cumpre penhoradamente estrophes do novo poeta.'. sem commoções. encadear-se no jornal e no livro. embora quasi ninguem hoje lhe saiba dos ver os.'oso auxilio a amiza. emf[uanto esperavam que a ara- J. em espiritualidades lyricas nos canti. no nas suas alminhas se produziam. munhar o meu reconhecimento e de lhe affirmar. paio que Eça de Queiroz publicou versos lYl'icos de Na carreira ingloria. Mas como lhes desde já. ús vezes. . E foi no meio oeste monotono A influencia de'Eça de Queiroz como poeta fôra deci- coaxar de ran. Um' horror de cantoria. PEREIRA DE SAMPA 10.0 e a não eram ~enão o reflexo da sensações indefinidas que poesia 'portugueza evolucionou-se tam rapidamente. á alma. ora se proclama em rufados quando o ideal de amor. soando rythmos endiabrad s e encadeando-se em rimas impre- vístas. quencias para o doce remanso em que elIe. si para si. Pelo. . lhe teste- d'llm poema extraordinario a Tentaçcio ele S. tempo a tempos. pois. que ella nüo falte a esie . montada de dado á luz na melancholica Ovar. se bem que de hwnilde extracção e insignifi-' fosse impossivel ajustaI-a aos pensamentos. de rosos. apena de si va. quando voltou. nunca em vão recqrri nas horas de trabalho ou de lucta Oh filha do desejo! e a bondade do seu coração nunca. em folhetions. quando não caracterisa g. A üeslumbrante claridade do seu espirito EstI"an1I::l appal'ição. . e os corifeus das letiras uma vez. nem tam pouco tinha a con- dos manos Serpas. por assimdizel'. e de oleo d'amenJoas doces da littemtura nacio- nal. tem-me amor li . Egypto e pela Terra-Santa com o Conde de Rezende. de soez jacobinismo. Os meus lh'os endereço tica Barboza e as do psychologo Genuense. eu lado Eça. e inexpel'D. no igual socego provinciano da vida co d'amor de Joào de Deus e nas lumino as syntheses de Leiria. corifeus p la deferente amabilidade do seu convite. sob a influencia ideal e na fórma. conceI'to de saudações ao Mestre. tambem. me desam- Filha da solidão! parou nas horas de amargura. COELHO DE CARVALUO. com lue ale- e no mesmo jornal. ahi 'por 1 66. na inconsciencia de de morbida ternura. nem galleria. Foi na Revoluçcio ele Septenl. Que nos meus sonllOs vejo. gem lhes trouxesse um beijo que nos seus labios toma.

'01 I'la com uma cal ha le dam8.abun lanto. robusta obroviven ia do vcLu~to Paço a a tellad . 'olal' do. atl'avan ada n' a tal'de I'>elo.'iValt I' cott u ·tentando uma tigel/a cheia de cmvos vermelho.' 'ava es e . da Honra de . c o mil'n.'. da . empre a inspiradom da ua rovella. anta 1ren ia.:-.:. 1vIendo. gl'adeadas d ~ 1'1'0. todo o Voea6u/((7'io de Blut au. avi tava. a . <.m . "~.- ~-_. o vel'm lho. o barã de. t mo . em I ilha. pen. sima tOI're de D. a obm. ua adeira le ouro. vera o'eneal aj ·ta.'a . nva n. Ramil'e' desde o fins do secul X. do Pwwrama. Prudencio) ("J Reproducçãointerdict8 em Portugal e Umzi! 42 . uma pouca de hera no cunlJ::ll rachado.::. alpic81a de tinta.'a anliga do pé t rn ndo. [~ nuztr~ {~J1aza dt I~ fCil· amU'tz '" t. I'oçando pela te ·ta n. E d'ahi.' de .' Ramire (com onre. que emel'gia dentre o. na e!ariclad. esquadl'ada e neo-ra.=== varanda. a Torre.'ativo obl' o trabalho. Ramil" . pont da aneta. Gonçalo ~\1 nde. com as funda fre ta. lJ ll.:.doil'o bem cortados no rutilante azul d'Agosto.'. a anLi jui. me. e ao canto. I'ijo volumes da Hi toria Geanolo- giea. limoeiJ'os.. am ia.olto. Gonçalo Mende Ramire. d ·1 - tada.

José I com a filha elo l)l'iof' ue 'acavem. enfl'aquece . se afunda om a náu que . . pendão real de Castella. erviradeteu enhor! ll. m ciscal1o". habito de ll'mão Terceil'O de S. Pl'esidente da Me. pelo lagedo da Arcada.ficando na lenda tl'a. par'a que a pr sença ela adultera nào arcehi 'po de Thessalonica..'im. João \'1 pam o Bmzil. cl'escera o Solar d'Entl'e-Douro e Minho por D.. onde dou Hamil'e' sempl'e ao lado cl'EI-Rei en on- até aos vago enhOl'es que mantinham ca te110 tl'am morte soberba. fechado na . pagem do Guião. paI' linha varonil e. com um lexicon e um Affon o "\. ·tido com o da albal'ran om O' dou!'. Antão d'Almada. .lnta Il'eneia.o moço é armado ca al1eil'O pela' mão' de tmduzindo para vernaculo..rruina lada á muralha. tarda .. espada. não por outro. ora regenerador. Pe]1'O a levadiça erguida. . em cada lance da Hi. til'ad no pateo da Alcaçova. . Mas ei' a I ae de Gonçalo. um LJ'OÇO de bésteil'O'. resi 'lente como elle ás fortLma .guichar an. avô de Gonçalo. No l'ei- vado '. sempre nomeado e honrado I ai' Castel la. embrulhado no seu capotão de bl'iche. Gov mador das Al'mas tucalen e. I< I ancisco.'tol'ia . tl'epa na I rimeil'a esca. egl'itando : « Vai-te. na illeso na batalha. o Deseml al'gaelor. en ostado á sua grande mado. antigo frade eapuchinho. Pe- que' ( om qu m na mesma noite. Balthazar Hamires. com pendão e caldeira. o Fel'não e funda um jornal. D. Reapparecendo om os Bmganças. Em AljLl. a seu il'lnão d'armas. Paulo Ramires. 'a..'aque preside. mette a de Sf. a ele T:wira é nossa! Heal. nega acolhida a EI-Rei D.façanhudo. a bm bacans erriçadas de fun.rius Flaccu '.. com D. estafa Li boa de arJ'ua- a pran hada de cavalleiro.::. e junto do cada\ er do pae tl'e pus"ado Civi . mÓI' da' Alfandega. destroça os Hespan hoes do Conde de urraíae. Conde 'sa de Carrion. que. pil'ata. Ramire. e afünda. . mata o Adiantado-móI' de (raz um bahú cal'f'egado de I cças d'omo qu lhe Galiza. Mai antigo na He panha que o Condado POI'. en ontl'a um 1lendes Ramires.' tão n<?vo. rijamente. como elle. pam recebei' dro II. que COI'I'iam o NOl'te em folgares proezas de glutão no Paço da Bemposla com o e caçada'.l1l'isto sobl'e finas pl'eto " e termina pOI' commandal' uma UI' a do nuvens d'oul'o. e surde nos adal'ves de Egl'eja. e depois das Guerras eu filho. ele em tel'ras d'Entl'e-Domo-e-Minho quando os ba. dado ós brulhou para o levaI" dançando e cantando.·ta Jesu . que o abl'a. em Pl'Ovec1or e Feitol'- ma we a pureza tl'eme do seu solar. já. a cujo fUI'ioso e aos tempo. D. ob os Phi- em 9 7 com Dona Elduara. almu. a sua chalaça. E os Ramil'es entl'oncavam que EI-Rei não vivia. e toma Fuente-Guinal. lippes. que lendes. que Portugal se faz ao mares! E raras são en tão vivia em Lisboa no Hotel Pelicano. lreneia.. Ignacio Ramire. pulsos a e. autl'o O'ue. Diogo Ramire" o Trovado/' ele banlta D.entmnachu. . infindaveis f stas que lhe dec pam as dua"' mãos. 'ollaço de AITonso Henl'i. alcovita os amore. Rei de Leão. Vicente. Venavente.· abala com bal'l' ta. de 'embal' a com D. « Em ti me volta o que n'e1le perdi! )l . valido de D. na fIota de MUl'ad o . vellám a' armas na ças. I'ompe por entre a imilarl'a. Já. gastando as as armada e o combate do ari nte em que e solas pelas escadaria' do Banco Hypothecario e não e force um Ramires .C!. bl'adando ao Me t!'e : .· e viria .. mas não quel'endo mnis vid~ pois ho te do BOI'°·uinhão. nado do I'.lfaltrapiL/w. e. Pec1l'o 110 Mindello M tl'e d'Aviz. arra ·ta uma exi tencia rheumatica em anta por quatl'O virote . Côrte. ao Mu. Paio Pel'e. pOI'ém. jpanha limpidamente a 'ua casa no filho do onde Tun uma acha d'al'l'nns. E a '. era bachal'el for- postado no castel10 de prôa. a obl'a de"\ al. Christovam. . paI' Sancho de POl'tugal! ) Consciencia e Ol'dem. . o a. F rnando e Reino pela 'ua obe 'idade. I amire.n1a senhor de TI'eixedo e de anta Il'eneia que ca ou mourisca e para sempl'e elesapparece! . 'e em. foge para Sevilli. famo'o em todo o deiros.a com a mulhel' d'um V'dol' é de Zamora). Alvaro Ramil'e . no naufragio da tosamente a . talvez amai' genuíno e antigo fidalgo de POI'. ob os limos d'ArzilIa ombatem compõe a empoladas proclamações do Partido. o A/lti-Frade. da varanda c1'Ul11 Convento de 1"1'[\11- de PortLwal. cuja concubina elle acompanhava respei- Per ico. bebem e caçam nas filha de Bermuda o Goltoso.. bl'igão . até que um Ministro do ai o-mal'itima aquelle nobre capitão do Golpho I eino. c mendo talha la do mais e 'forçado la linhagem Lourenço. I'õe feancos de cel'am. Mal'. Gonçalo. aqllelle agigantado ardonho Mende'. em mangas de cami. negoceia em n gl'O". d soito annos. Em Alcacer-I( bil' sua a cendencia. Ral'a' familias oeva' podel'iam [I'uçal' a em silencio e 'em . João IV. ora hi torico. a raça forte alcunha o Cortado/'. com um R no terceiro anno. em que ao fim da lide e mOl're no sel1 'olar da cornada de um boi. I ai' de melan ia. o nomeou GovemadOl' anta Barbara. magniocamente doi Ramir'es. doutol' libeml.e moveI'. Cal los. João V Nuno I umire' brilha na tim.·as. mlll'e pm'a. o mais novo.ua Torl'e. o edo. fl'eil'e de an-Thiago. hirlo tugal. reve te a sua pesada armadura e Civil de Oliveira. amuados. como a nação. esse.. a' suas Leonol' Telles. olhe um ginete solto. fOl'ra a' suas mulas de pl'ata. Na tomada de Tavira OULt'O Hamires. Hamires... Damião. pl'egaelo n'uma CI'UZ de dez ca..326 REVI TA UODERNA el'A. D.a e oluça e murmura: pacole de simon te. em que anta no ÔI'O ve.' aO casa elebrando umptuosa'. suas tel'l'a·.' d'el-r i a velho Ega. os Ramires. e por elIe. appal'ece logo na batalha d'aul'ique da Faz nda que mandám matar a pauladas 101' onde tam1 m avi. cahe derl'ibado o rçmba um aelministl'adol'. um Ramil'es.

'ua heroi iela le. li :companhoil"o de ca. algal'vio o Pmhelro) qu I'efize 'cm á nação Abatida uma m:cIlento. e outl'O « pI emiado» adula. ele papel intitulada' D. da ni- vel'sidade. '1'. ainela pallida ma 'e- gura.(( só. não·. d'um fOI te Renas- -imento Nacional.« com o ale. enterno 'iam. E os companheil'oselc ca a do Pinheil'O. Guiomar. aqu idos por aquolla til'a. cal'amba. tros que 'o oecujJavam das cousa. do cabo 'il1eil'O ao abo de '·:tnta }\IIaria. fundara n'esse invorno um. das gran- d zas ela.. o Pinheil'O. . 'ó na mo idade Aca- demi 'a. pOl'tugueza~.' ele gl'if ho::> e 'itaçõe 'obl'e a Capellas ela Ba- talha.'p to) do despol'tar. Pinheiro Patrio{i. Portugal da alluvião elo 0~'k1l1geirismo f » . Um ela' . 'ol1as. a quem. appareceu um doming . 1 olho' fino' quo facilmente. gIOI'Ü.tolo clamá ra pelos 1 otequin' da Sophia. do pello muit bl'ancn. com onze dol' ele Lente. que. moço amav I de int nhoil'O »).' 'ão. un Patl'ia .1S de POl'tugal! l> Devoeaelo p r e. nos grosso tomos nunca el'antes visi.' bellczas. elo r atar a tradição! de elesatulh. e. tão ince::. e chamma I atl'ioti a. noçà e I n- Mend s Ramll'os se estreara nas Lettras. emanaI'io. tel1ã. pelos q ual'- to::. 'sa idéa. c3eamba.. apLl- tantos um era homem de cacete o [ rças.al'. trazenelo real- men(o estudos recheia- elo. ciganos.. o::. tão anefecido. 'i.. Pinhoiro. 10 sabor e ela intelligen -ia (por Iue dos tre. REVISTA 'IODER A 27 E [ôra just~mente n'esse anno que Gonçalo taelo ele l~ el'llam Lope o d' ZUI'ara. Gonr.alo Mende' I amires. contava a velhissima hi toria da ca.que o 'emanario. ao aI moço. tI eca. da. o ou. appal'- ccndo roalmente aos sab- bado~'. co- meç u a s I' con 'ido- raelo como a aUI'ora.. sontindo n'ella Uma0arl' ira. « a sua I léa ». 'ant-mente e com tão toimoso aI'dol' de Apo.) pa.a. p lo' clau ·tl'O::.. 011" ion ia da . . qua i uma mi. ~e enol'mes oculo' azues. vantado intento (affir- mava sonoramente o Pro. « a nece' iela 1e. » F i cntã qu mao I'avelro chal'nava o « T. a. a e 10i anuo. rado e'mpl'o na batina o n vorniz dos .. loim. . a Tomada el' 01'- ma:: a Embaixada de Tl'i tao da Cunha. amigos entl'e a fumaça elo . o amol'. Ó no a' (' m UPII icava . a e 'quadl'inhar na Biblic. elo..tll'am. omquanto nas guel'ra ele Ultra-mar o castel1ão . mas m todo o paiz.pato. .' - tl'O gu itani ta.

portuguez d'osso e Romance em dou. A Guiomm. da Bretanha ou da Aquitania. a macula no seu nome tão PUl'O. averso a ceias e a noites ermntes.sapparecera a Patria : e os moço. Cavalleil'o c tt p! Elle. LitLeratUla.eit'i. quando a creada e 'baforida renovava VEl\AL : mas lêm aos amigo. mula. sepultum . é uma cas. 328 REVISTA MODERNA barbudo e cingido de feno aLira a acha-d'-armas Homance HistOl'ico. Lambem cre. coI' intenso e pessoal (a ponto de chasquear « a onde foi acclamado. . bella bigodeira negra de S. conhece a já não fervilhava na rua da lVbthematica o cena- tr'uição.. Camaras. beguinos sumido' os Regeneradol'es. Pois não l1a uma riosamente volado a re ·taurar em Portugal o amizade Lradicional... por que a Regenen1ção lhe repre- dentr0 das eugulas. o Bmz Victol'ino e o S. Mas guitanas : mas não alludio mais ao seu gl'ande o Gonçalinho. seus companheil'os foram tres ou quatro rapazes. Gutierres. contm André Cavalleiro.E depois. formado.· trotando em sentava tradicionalmente idéas de conservatismo. ombrio de dizel'es amal'gos. em bacalhoadas tremendas. fundado serios.. e l'etomamm á noite Romanceim d'Amol'. annunciara já com simpli. COl'ôa ".. entre dou' cepo' cobertos Fernam Lopes e l'Azurara. duas l'o. Assignara Ju- ervilhas.. torios. 01'.'e d'alma!. vema ula cit'culava uma 'uffieiente turba de ca. po- rosas. pam os Prépal'a- alfaia' que revelara na D. e o Cavalleil'o emm intimos! Se bem me lembl'o ramento. pal'a lançar. sobr os olho'.:eUo! p : e atravé . tinham um delicioso « fomento rLll'alll..[.e ás porLa' de Jeru alem. GLúomar) como em todas essas historia' do romances 1e Paul Boul'get. folheavam o Diario elas Côa: os nomes dos cavalleil'os. realmen te. logo depois do fmngo com . pensativo. e tresnoitou. o M01i g e politica. então o Centro Regenemdol' da Couraça.. Guio'nar nada que fos'e « só portuguez. sempre affavel.. começou 10 0 '0 a pas 'ear pela Calçada. bem dentm do e"quocera da sua missão d'Arle Historica.. de C01'pO .. mesmo passeando ao lual' no Choupal. Guiomar en heu tl'es paginas da Patria.s volumes: e ou recuam ou . E ai do pagem! ai da habitava ViJla H. palravam da « Ol'ientaçào po.. Reoista elos Dois lv.. entre o esLl'idor da' tellã vaga. na taberna do Po 'sidonio.. nú. Jú no pateo de.. Quando se enfronhar. n'Ull1 ruele feito ele su. só no. Ç3-onçalo voltava dua. que o novo 'Mini ·terio N'esse sabbado. e 'cavá la' no êrmo. emIl'e pensei que você o all1ig' e Alferes-móI' de Sancho 1.eal do Santo Antonio: com elle dama! LOgO os sinos lang ma f-jnaclos. Remal'igues.l. das nos 'as chronicas. entre Ramires . em todas as Hespanhas. temos nas mente só na Paschoa do Quinto-Anno retomou a Lettras um homenzarrão! penna . Froylas. brotando do sólo e da raça 'l! Mas esses que se pl'epamvam pal'a a Poliiica.. ammas e as Agosto. .. até pel::!.. borlão 1· romeim! P lo vilJiúo do Castello. QLlando regressou das ferias pam o Quarto-Almo.. o astellão voILa. accI'esccntava o Pinheir'o. re ahimm no. de capuz escadate. .abol' godo: em cada til'a resoavam bmvamente reles a velha il'l'evel'encia academica pelo' D g- os genuinos « Bolé! LV/elites pela {jorja! Pogem. E real- nosso I a sado. quasi historica. tambem mudado. esteve na casa do Cav::Llleiro. na Gazetta do ParLo. 'orno quem anda re- o paO'em de annelJados cabeJlos . caramba. abaixo do seu C'wallo )) ! E um cl'esses moços cidade um Romance em dois volumes. nedia.. como « o nosso vValtel' botes dOvisivos que atirariam o Sr. como il'mão !. O Pinheiro. no Centro « os dous as garrafas de Collares. pam celebrar a sua entrada na Progl'essista nomeara Governador ci vil de Oli veil'a. iLiva)) e do donho. anti.Iundos. na Biblioth eca esq uadl'i nhavam a' Ch I'on icas de en ·o.Oh Gonçalinho. por aquelle sabei' e-'pecial de tl'Bjes e quando você 'hegou a Coimbl'a. mais barbudo.. dinho a elle. om um oR. . est ve. e. mas. çando pen 'ativamente o queixo) não apparecia Tomou um quarto no Hotel Mondego . Exn ll). co. Pinheiro. D. Inclinado para valJariços com saios alvadio. D. homem . ·so. e se. Gonçalo Mendes Ramires pagou aos duas corre londencias muito amal'gas. aconselha va « o fortaleci mento da auctol'idade da . não dis- nos ::Lnna s da sua ca:::.. d'um ran- mais finos espirito' da Academia uma ceia . e chega- guidade da sua linhagem. Fulgencio.obrinho do Bispo de Olivein. o mell 71wr. Gouçalinbo parecia glo.. recebiam a amores lamentosos passavam n'um solal' de Riba. fl'equentou mal'cava um salutar retmcesso ao sentimento na.. e « uma fOl'Le xpansão colonial! p Depois lhaco do Gonçalinho surde com um estylo robu. desamparados pOI' de pannos de dó . Possuia uma missão . Por tempe. honrado ulo al'dente dos Patriotas. No acLo desse anno levou invemo. de resto.. De sorte que ( omo notou T. onde ional.' zeloso' que da AI açova o verdugo. de luto I elo pae qu mOl'l'era em bmncas a que o vento enlaçava o. farçou o seu a 'sombl'o : blime orgulho de Tru te 'in lo . ·to. rem mais gl'ave.Mende· I amil'es. com o gorro com O' braço.l . A Novella portanto de elegancia culta e de genemsidade. eu . espem.. tado ao machado.. ainda desmanchou alegl'emente esta gl'avidade de boa COI' al'chaica! Lembra até o Bobo. por noite de tlaio e de lua. recebe elJa na sua camara. de todas estas cou 'as contendiam sobl'e os dous Chefes de Governo. considel'avarn como leviandade . Guiomar. com a barba crescida.e os na D. de Cister!. 'ciam rente ás o taco nos bilhal'es da Sophia. E na" den'adeil'as linhas da aquelle Apostolo que os levantava. Depois desce o construindo um mundo. e ovençae.

face... -'la llnel . mos perrava com Santa II' neia: que entl'e a duas negl'o. andava empecendo tel'l'ivelment nos Conselhos do Banco Hypothecario. na cham- ma da sua idéa . atl'avessando o Rocio. onCe.niaes da rua da Mis . Era n'uma abafada noite de Julho. que certo fôro an- nual de dez réis e meia gal- linha.'audou e exclamou : . ~avalleil'os L. nhança só conduzia a mais infol'mação : e que o I'.aJluc1isso. tenas corl'ia muito justamente a ribeira do Coice: Então \'0 ê nao pCI'si ·ti "?. ~11a' até creio que COI inde. mais macilento.. ca. de se mentos do Pal!'i ti '\l1' .dum le ns lar! . Romance que elle annunciara em Coimbra. Encolheu os hombe s..:i- cademado em bezel'l'o.italLum 't. e supplicou Gonçalo Mendes Ramit'e-' que como desculr a. que sobraçava um rolo de papel e um gordo tomo en.. na I'epadição dos Propl'ios a- cionae . rindo. l'esignauGlll1onLe.eccamente que Corinde nào . Gonçalo foi a Li. anlA.. An- e11". oculos mais lal'gos e mais tenebro- 'vs. Mais defecado. .. j unto a Lamego. pa seando ambos em tomo da fonte do Rocio. el'a um animal dete.:. de seten la pagi- nas. u lue ailllla nil .e morte do papá.. então empl'egado no 1inistel'io da Fazenda. os . a .te· lc. trabalhava devoradoramente na creação d'uma Revista quinzenal. mo- E Gonçalo nrugou a face.a. T. Kão p I'maneceu li lá qne em qu:e tõe' de Critica Politica mais vizi. depois da lhe cedes-e para os A. e sobl'e tudo CavaHo. o Pinheiro al'dia todo. . devido ao Abbade de Pl'aga.voltou soffl'egamente ú sua mantivera tã [Jma e tã 'el'vid I'a .:. . o plano da Patl'ia. Acaboú! Pro 'c:J'atinw'c Lu.. como cm Coimbra.al' da falta de intellectualidade de Villa Real calo. i léa.- tavel! O sobl'inho do Bispo . com un. E uma noite. tumado. ao inventario da ca. e. depois de recol'dar a..f1n- naes de Littel'atul'a e de His- toria. atravez da ua Missão.. sobre . 17naes o seu Romance. a quinta do de LU) 110 1.falleci~ vaqueil'as g. Cavalloil'o. com capa azul. ricol'dia. I~ 1'0 -móI' S~tIOS. Eu nunca andei para os vo os o 'eu a\'oenrro TI'u te 'indo Ramil'e-'. E.Bem.. TI' neia! Gonçalo. boa pIa- da! Um anno depois da For- matul'a. . e bal'rou com T. I ara leclal'al' . pega com. oculo' obl'e eU .Sim senhor. CavalleIJ'o. boa pOI' causa da h) potheca da sua quinta de Praga. já ae . a sua clara e rison ha 'ara o Roman e. RE"'\ I T 10 D1ERN 29 " e.Ah! mUl'l11umu o linheiro. idéa "?. Kem c nscntio (IUC GUIl- queix. Pi- nheiro.. Pinheiro.« a l'esul'- reição do sentimento pOl'tu- guez » ! E agora.. alal'gando a proporções condignas da Capital. humiJlmdo perante e 'sa 'bamma que so le Santo Antoni .

mais que aos outros.iubanota ! No você não precisa fazer um gl'osso romance . mais antiga que Llidado piedo'o de o refazel'.. até Conselheiros d'Es- fizel'al1l o Reino.' novos .. Doi' leitões.. 'erio. E no verão vae o um romance muito desenvolvido está na indole no so GonçalÍllho es I'ever uma novelJa 'inha su.. te apagado seculo da impressionado. E os cin o po.. reveladas no momento em que tentava a uma barl'iga.ao menos como se conhece o Xal'ope Pei. Pense você n'isto! E o sogl' do vel'dadeiro cl'esta bol'l'u heira immensa ~ . Você não conhece o HemiquesL. adoptado.'ua l'aça.l"ora. ! folhetim em folhetim. com o no. a que comeu e. que chie! Caramba. e cortada em bOp1 pan11o.. este estudo do Hemiques sobre Patl'ia .. fOl'te elo que jJ7'omette a força humana... de emtim. em que. a raça mais balho. os da India . fl'equen- sentimento nacional! Nó ' estamos immundamente tava o Centro Regenel'ador . entre a sua Carta li ção ao. Esse castello era o seu. masd'uma mundo. dos PoJ'Lugueze " os peores despresavam a lettm cIJl'istã. o das Balsas).lois medio L.militante da Revista. A penna agora. como a espada idade. Abalou. E jal'dim ! No v rão e vel1 'e em AI. hein~ E que todos. . que. l11 Portugal. Pam Portugueze'.' seus defei tos. cammba ! d'IJeroica belleza.. nos seus annos de ociosidade e de quel'el' 'ublime que nada verga. amiguinho! Organizar..marães. 330 HEVISTA MODERNA Trabalha agol'a no v rão. Seu tio Duarte." E o tm- pujança heroica q u revela raça. um poemeto em verso solto. abre simplesmente.. Está claro.. Tambem. Portugal. irmão mOI'l'emm no Salado! Pois b m. 110s.em companhia de EScl'jptOres douto. O re. B. E depois. Gonçalo Mendes! . ]VIas que barriga! Ha l)'ella uma carreira do Parlamento e da Politica!. sobretudo pam os novos. a lit- santo dever. é uma sob I ba imaginação. e mostrar n'elJe.. aracteri ·ticamente no Primeiro de ol'a não podem pagai'.. .'uscital' estes de sua mãe (uma senhora de Guimarães... a composi . de mOl'1'endo do mal de 11ão ser POl'tugLleze .. pal'a o Henriques! <:'am . 'entimento nosso em per. collabOl'ar teratura leva a tudo. nos :seus heróes. a tado : a antiguidade da . GOIlç'. de modo que todos o con he. É um dever. como diz a resurreição archeologica do vi ver medieval. morre por falta de Gonçalinho em Coimlra. a sua certeza na. edifica reinos . com tanto fulgor. toda a Nação.cingaleza. menino. vocês! POI' essa h istal'ia de Portugal saltavam a bravura.' I eCjuenos ! É o que eu chamo reatar ele Santa Il'eneia. que assigDára com dLlas iniciaés a tl'adição . fôra s iencia quo renova do tel'mos sido tão grandes poeta . que chie! É um de qLle restava a negra torre entl'e os limoeiros da . nas pedl'inha' das suas calçadas! Pma esse fim. ruminando a idéa do PatJ'iota. o adoptem . telhados. Poi " amigo.Ceylão . agal'rado ao seu rolo e ao seu torno - t !'al de James. Bento! Só ver- Parou .ondeou o bmço mag1'O. :sem sahil' do seu rijos feito'. pam mostl'al' a velha hel'oicidade menino. a n'um Ministeeio.solar. d qu m você talvez nem saiba. ha urna duvida sobre a Historia ou a Litteratura o reclamo de Por tugal. . niesmo rotundo collete branco. .de Bacharel e o seu Alvará de Delegado. ELl sei que o nos Annae .. vO'ê são uma enfiada de Ramires de toda mires. como a correia dadeiramente a cavallo n'um .. nos seus feitos.. o CastelLo manecermo. gritam para cá. os Allnaes pOI' Dezemb1'O. O Fidalgo da 1'orl'e recolheu para o Bragança.. vai ntes..e publicára no Barelo. assim populal'isada POl' uma histol'ia t!'~ltlição.. Sabia o amigo Gonçalinho oul.D. Basta um conto. Mesmo o Desembal'gadol'. caramba!.. agitando o bmço es- hein'? E conhecido.. Pela oon. você não precisa! Dezembl'o. o . Tonifi a. cem tira' de almaço a atulhar de prosa fOl'te- E os outl' s Ramil'es. n'um ge. o vel'ão nasce Nun' Alval'es no Bom. vulgarisal' Portu. aos bl'amidos sobre bomção n'uma Revista gmve. e emfim a .. re. na dali lade e na ao menos como se adoptou o sabão do Congo.jornal se entm hoje cl'um latego. em todos os 'eus padl'ões e até chapeu de palha na nuca. ·to que envolvia o Rocio. incum bia. antigos Ministros. Lentes elas leza ! . re- .:tdeus! que aindcl hoje tenho de copiai" para É que.e os melhores ignoravam a Patl'ia..... pirito. semanario de Gui- 'acode este chocho con. E você em tl'es mezes resu cita um E que di8bo! nào se trata depecunia. . ele vinte bI ime !".. os ai' hivos da ua raça. fidalgo. E depois feito por você propl'io.Assi m.. que alinhavada com rija linha. de setenta paginas.'eriedade academica do seu a belleza. Sim. o vel'ão Ó o tempo das bellas fortunas e dos da Patria. Ra. se chega a S.' investigações eru- n'uma eia de Natal dois I itõe. o Paço antiquissimo mil'es. É de ra har !. n'essas grandes Academias.alo ainda o avistou. gal. Como ~ Reatando a o Heino. cal'amba! Até enlel'l1ece !. o. porta da Tabacaria Nunes. Nem vel'ão ch ga o Gama á India!. menino. fundava elle os Annaes. um gl'ande renovação social. o de Silve " o de Aljubar. É apenas ditas. Não! porque felizmente já rota.' !. de '1845 a '1850.ão moral dos vetustos Ramil'es. o maio!' a empl'chendcl' n'e. De resto o' Annaes :só apl arecem em ou trinta paginas .' de AI'zilla. a soberba d'alma 'do' Ra- fÓI'a. que todos o amem guio d'Apostolo deante d'um sujeito obeso. Pam Tuelo n'ella o seduziae lhe convinha : asua colla- bel'l'ar ! Pal'a atl'aal' Portugal. Populmisal' POl'tugal. com estr'ondo. as Camõe·.E aos descendentes dos que outl"ora Escolas. .:.quando na Europa.. 'suia a « sua obra )).a Hi 'taria.' a alma façanhuda.não o assustavam . ultimamente. da casa val'õe'. que pasmava. com a nolicia inesperada da suá gmn..

. com delicio'-'a faci.hi.e sacia . da emlic.. como mai ongenel'e om a rudeza reudal a punhal o rancor dos feudo o heroico fallar I dos eu.. ao outro dia 111' UI'OU T.· : mente da noite de Julho. d'um 1 eaJisrno Paço de Santa Il'eneia.'1 e. du- rant inca mez s. as lage pura ! Que o outomno amal'ellece . os re ontros sombrios em que . de trinta I'enclo I aI'a o Ban o H. Ú ca 'a de u 'unhaI Jo. o MOlZge de i tdl'. jogando no campo da tavo. uas carcovas.. lumad 11 i- de ancho I. .mas do HeI' ulanos.. os primeil'Os tio Duarte . o pharol e o balsão . a I-li tol'ia de Hel"ulan .N"alLer . » ]J pois.. .' cqntendas de Affon '0 II e dade de mal'lTIore. o açor negro 'obre campo d'oul'ü ficára tencia a memoria do Ramil'... e·a hacha mettida no. I al'a Ih do" os oblatos lendo á lareim as rida dos trazer da ri a JivI'ar·ja cla. ú aboboda do e 'guio cOl'l'ed I' m que o re el em.L No s u quarto do Bragança abrio a varanda. E annunciou I ao'ina~. 'I ico. fio os de cabellos e barba'.I'cllece . enOl'me. HAi\lrRE. e pI'ecio amente. Bal'rôlo.' T MODERN\ 3' t horta. com o bmzão do~ mais . avoengo que Gonçalo :Mendes Rarnil'es lecidir~ E em quanto se do 1 ia. Bardo.'erl'a. pOI' Gonçalo Mendes Ramire'! . Ramires P01' si. uolime!." COUl'O. a liv ila...'ua. pam e. ensinados pela mamã. de idim O titulo . con teu ção do velh POI'tuo'al. entre os ulmei1'Os.Que lhe paI' ce.' A ca"algaela p. e peelra a peell'a se ai uil'a. tOl'i o .« EI'a n compôl' um Romance moderno.. D lois.~ica (ILle o Barl' I Santo . acabando o chanJto na do ura dOl' que jú. E era um plagi ~ Tão! A quem.d v lta a anta lreneia.. atravez d'uma suave melan holia ou- tomnal. e cuta! O SOlUl' ele D. e as . ca 'ado com 'm inha Pamil'e. lante Ramil'es para o :i\Iosteil'o 1 Lorvãa . com realce e viço.. no Hi t J/'ia Genealogica.'tant s des nterl'OU a' obl'a' de .sa Novella uI'ta e 'obl'ia. anl~estraes sobre a Gonçalo mandou um Cl'ea 1 la ]uinta. o' pagen. que De 'lumbrado. em dous robustos vaI um 5. 1 s da. RE\ 1. positivament . Alferes-mór rnas ula( om oni) avao Pinh il'o). recJtára. . entl'e a folli:.. A Tor'/'e de D.OU a l'elêr o Po - meto do tio Duarte.":. formando um na 'üla alta da Alcaçova".' g I " em Coimbm. a torl'e formidavel d'albal'l'an." E agora lhe servia.'a 1" ma de til a. a pallidez da tarde. pelas veiga do Mondêgo .e antava. ha cill oentn annos. Monge. gl'ande feito de TI'U tesindo M ncl I amil'es - com um 'aber denso.. jrt mal'- das ceias o a clamavam o no. E para o pl'imeil'o numer do Annae a 1 ovei la.a CJ ue e sublimáI a Tmctesindo Ram ires. E Junto á fonte moul'isca. Pinheil'o atil' U os br'1.. Pinh ii' na gueza. hel'dúra do tio Deã da é tod 'o~ v lum. os solarengos de saios de carl'oça. Ranúres!. cinlurões preguea. de tão suave melancholia : da Academia. o avençal lue ni a do I ei l~ ulano . tello de Santa Ireneia... pensava..e poemeto. Em com Gs~e rude e ubJime feito do seu vago villade ProvinciaL. tl'U ção archeologica a reali 'am.ão do~ PI'opI'ios 1'\a ionae'. durante a. ['- lidade. que convinha aos Annaes! ao Patl'iota que.'egmo dileito do qu alie Ramil'es. om uma e.1 debruçado. Com effei to! toda a recons. E"'e volume do Bardo lanunbô. nos monges homens d'al'mas lLle o tio Dual'le de- versos sonoros e lal'gos do titi.. D estudo ricamente colorido da Meia-Edade Portu.'a.. ilencio'sa gmn.. do I ó das . s ai' nem tel'ia amassada d'esmiuçar as hl'oni as. e. o Bobo.ll'a. vel'sos do poema. com romanti o l.o . I 1'- Hamil'es.. lhe a '. volume. . da lagem .tudo apparecia. e jàmais um bastardo lhe pisasse. o é lue é I' atar a tI'adição! cubellos.ln estavam.. : os velhos folios.! Ião h 'itou mai' s duzi lo. • . om C. quan lo os camaradas da Patria e um copo d'agua com bi al'bonal. entre a folllagem Com sapato aviltado.. avós. aqu!la cavalgada le dona" despedido de labios de ferl'ü . e me 'm o Na pallielez ela tal'elc." senrolara. 1'. deza do rio e da lua.'·poth cal'io. om encadernado em marroquim.gem Que o outomno unUI. quem conhe ia h je e . a realidad só lhe I'e.a TORRE DE D. d'almaço sobl'e a ban a.'emanario fJue pel'pa.. E.. desil'manados do Panara/na. Cal'aml a. a im aba 'tecido.. I I' uma n ite d'inv rn . d H b 110'. cc ml11- telJado de anta Ireneia. Ar hivo da casa corno um pergaminho 'de he. não era obl'a indi vidual lo 11111'e. o tio Duarte. E no poemeto . n'umo. .. repa1'Li . o(i. arrollava as cubas de cerveja. d p is de b bel' ao.Valter Scott.' al'a.l. ante ~.ão e pal"a. de resl . A I'e- no. o velho TI ucte indo. á pl'e '.. a jomacla de Vio.". ~ muitas vezes em pequeno Gonçalo Ra. com Duas emanas depoi . tão bella no ({- ro~smo. .'egurav:.~ua palxao de gmndeza pam a aspereza d'uma manhan d D zeml l'O na bal'1JaL'a. tellava a pl'imeil'a linha do conl . .'. regaladamente. os bissima! menino! i. m lima negra loriga de fel'l'ü. indinad aiilda a tran 'portal' O enrêdo todo com a . O Paço acas. . em f1 mda ' do Roman tism d 1 lG 1 am a ua I I'o.. á man im lal iclal'ia da a- das senhoras Infantas. um sombrio lance de altivez feu lal. d Igado ..Tentava na carta) poemeto do tio Duarte! Ainda recordava mesmo todo' o ' cartapa i que ti v " em por ti tu 10« '11[' - certo' lances : o tmão açoutado. lava tl'an I ÔI' a' fól'ma gadJo. e (a CI' .

eSI onjando na testa. que fechou á have. 1'ructesindo. que.332 REVI 'TA MODERN 1'as como el'a então Agosto e a lua rescia. com furor. tão lal'ga. ora n'um reboliço. por sua conta. de omo. que ia elle.o no esvoaçaI' das andorinhas. toda envolta no piai' fino e l 'i 1'[1. Hegodol'. Paris. mostrou no Por fim. com a vou. Gonçalo Casco. bebe leiras de abrida. e. com machi- E já en hemcoHedlamente.'ua equidad . (Continua. dim.. pa hOI'ra.. d'al'mas do Paço de an ta Il'eneia . 'quaclriI.'ó con. com uma pancada rija. n'um tedio immenso da sua obra. enredados Paços de Santa II'eneia. umn volta de confiadas em pOl'la. que um fio lento e turvo. rue du Bouloi (e!. reclamou . no calor e ilencio do dominO'o d'Agosto. que os lal'gos miudamente toda a quinta. com fi' guezia p la sua serieclade e força espantosa..'te calor! .reforçou com uma ca. sob o resplendor dade. e mais vagos que fumos... o suor anciado que c. ele recolheu á banca. lmp. tão no' e ento o dez mil réis! Gonçalo não cedia. cujo areendamento findava em Ou. e..para levantar. batel'am na vamnda labutava.. n'um repeIlão. riscando venemvel da livraI'ia! Enfiado. BI'avaes.4. escandalosas. depois do tmsladar sel'vilmente para uma prosa aguada os há. d'aquelles Lomo do' talhões da hOl'ta. Quando n' ssa tarde (1 bel'l'o". .. com a Ga.Il'm! Estou perfeitamente entupído! É e te elo. com os olhos esquecidos na (Iuarto.97.e o Casco des eu as escada .. e altava á estrada. na sua difficillima 1'Ol'l'e. negTa entre o poda um velho bahú. d p i outra. antiO'o !. que Ihefomecia r el' novecentos e tl'inta mil réis . Eml1m. veio pertmbal" mão ao lavl'adol'. o negro. Quando o Casco. ou no I'evólvel'. lepoi. respeitado em toda a calol'! Ião consigo trabalhar nesta livral'ia. Gon. ainda tremula. » Larga. no domingo. batendo desesperadamente a do quei".'10. logo á entmda da sua 1endes Ramires arremessou o jOl'nal. então. atmyez dos eus bI'ados e dos latidos dos cães. como abandonado á esterili- pam a limpar'.. empurrando a penna esquiva. . Á maneil'êl antiga o Fidalgo apertou a a ITendadIJ por oi to en los mil l'éis.zeta do çalo c!elerminou por fim aproveitai' aquellas sen. arrojou a penna que tão bmço as mar as roxa dos dedos do Relho . Os etel'nospallidos raios!. o seu CI' ado o Bento. 'em relêvo que os mo- le • \111 ta ll'on ia .e era um coçar lento abalou da livraria..e mulher um compadre. correu ao dade que o tl'avàva. Gonçalo Mendes rancol'Osamente.. e tancou .. que cordoveias rijas do pescoco. o um lal'go copo de vinho. rapádo. 'Mas n'essa tar'de a reenfiar sob a mesa os chinellos de mal'l'oquim. arrancou um luas farta til'as. egui u Lima noite em que Gonçalo. Cêdo. esfarellou a tena e pallic10s raios da lua. o volLlme Il'ecioso do f i d spedido da quinta om a mull1'er. a veia POt' emana. omeçáI'a::t tomaI" II'e e qUDtro vezes Mas. ele idim levaI' a renda a novecentos e cincoenta Ainda releu. como entulhada por estes cuidados. repel'correu . ão. .. Desde o Natal o Relho.de repente a Rosa cozinheim demisasse.Yoltou 10g0 ao outro dia.leJ\e aI ranjo r~1 'hava 'eml re aos domingo' com alegl'ia e com excellente.. de cabeça derradeira linha rabiscada e uja: descahida. pallidos raios! . lesafiando a quieta aldeia . désse rijeza e mage... um horror! erto la .'sos d Paço vel'sos lisos do tio Dual'te. decla'rou NovelllJ. tratado la lua heia.Goncalo a aldeia . vêta.. enormes. á banca. com phosphatos. largos! . Depois. ofTereceu E este D. debaixo d'uma mimosa.jádesdeamol'tedopapá. pelo sabeI' moderno. a arca e Bw'clo : o atee. nas! homem de Bravaes.. de Gonçalo. o Jo é Casco.poI'em. E fechando na ga- homem. limoeil'os e o azul. coçando sombl'iamente à nuca. « . . confusos.lhou o cunal e a adega. um chal'Uto nos dentes. n'um domingo. mostrar o que era um torrão rico. qlle eu não aI anho... Tam- contou a oliveira' e a cêpas: e n'um e forço. umas demóras su. acceitou os novecentos e cincoenta eu caseil'O. Por fim. bem este maldito castello. que entrou na cozinha a enxugai' 11:1. nas Fidalgo c1:1 TOI'l'e. de 'cêra a arma á cozinha ora immovel e molle. em que lhe al'famm to las as costellas.to intoleravelmente longa de ferro. aiamnladamenté.. P07'tO. e O'uedelhado. resoantes. atl'Oava a quinta. Então. ft'e' a e noviça in 'pinlçiio do seu tmbalho.'tade senhorial rorn] eu a oTitar ({ Aqui cl'EI-r i contra o Relho! )J úquellas macissas abobodas. ajudado pelo Bardo. empul'ranclo conlm a 1'OI're. va~to I aço de Santa IJ'eneia. cra- m a mulher. litLeratma ou bem admni tl'acção . toda a manhã.. A Rosa. . tão complicado! . o ::'IJanoel Relho.llll'anle Dl1nOS le compostum e ordem se embor.tub 1'0 . • .. amanhar a propri - no ilen io d'uma noite d Agosto.e o lesastl'osamente emperl'ára. aquelle animal d'aquelle ]wopondo ao fidalo. urna pedl'a. que tt'azia a quinta mil rêi . laboriosamente e cavava os fo..) EÇA DE QUEI~OZ. chapeados a IueIla maohan de Ago-. não se póde! Ou bem :i\I[ende Ramir . A 'sim se fechám aql. quando uma desavença com o fundo suspil'o... ao FidalO'o enLado n'um banco de pedra do jar. lhe vejo offe- S[\(Jle' de calor luar e arvoredos. e mi9-asr dentro da tulha e do lagál" que tornavam dos seus avós. horas.. a sacudir e Ramil' s pen. E desde as quatl'o E. O José Ca co voltou ainda Atirou. descorçoado. para rasgar as abóbodasdasala val'apúu.) 590. PAOL DOPONT.o anendar a 1'OI're. a cadeil'a de como. o alagava. E os entre o dedo ... Imm diatamente appareceu um lavrado!' . a mil réi : . Na sala espaçosa e larga.lIão foi mais em (Iue 'pancava a mulher. pallido.

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