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A Teologia de Cirilo, by Quarten

140 -> Doutor da Igreja em 28/07/1882

1. Método
 Principal representante do método escolástico entre os PPgu
 Às “provas da Escritura”, já introduzidas anteriormente na argumentação {símbolo}, e
incluiu as “provas dos PP”, embora não tenha sido quem inventou este método, porém
C. o fez cf habilidn e perfeição técnica.

“Em seus escritos (C.) procura resumir, em uma apresentação sistemática, a doutr. Dos PP da
Igreja. O começo de sua controvérsia cf N terminam por convencê-lo que não existe outro
caminho pr 141 vencer a batalha senão conformar a argumentação {símbolo} aos PP como
clemf decisivo em todas as questões { } à ortodoxia”.

A C. {símbolo} se deve {símbolo} em gde parte a introdução da prova de razão que emprega
especialm em seus escritos contra os arians, por exemplo, no Thesaurus.

2. Cristologia

Através de suas obras é possível perceber a evolução de sua Xª. Nas obras Thesourus e nos
Diálogos na Xª não é senão uma repetição de S. Atanásio, formula Lógos-Sarx, sem a menor
importância {símbolo ª} da alma de X: Tanto C, como antes *Tauano, atribuem os sofrim de X a
sua carne -> sem advertir a participação que neles teve a alma. A carne é igualm, o sujeito de
sua realidade e de sua glória.

C. repete a fórmula principal da Xª atamasiana, que constitui a base de toda a X Lógos-sarx: “O
Julo se fez homem, porém não deseende sobre um homem” (Atamario, Contra Arian. 3,30;
Cirilo, Dial. 1).

Neste período não vacila de empregar a expressão “inabitação” pr expressar as relações |.|
Deus e o h em X. Encontramos assim muita frequência os conceitos de “templo” e “moradia”
em suas obras mais antigas quando fala da inabitação do Lógos na carne (Thesaurus 23, 24, 28;
Dial. 5).

Nos anos 429 – 430 C se entrega a uma investigação mais profunda da doutr Xª a fim de
refutar N´. Sua terminologia se fez mais precisa -> e suas ideias mais agudas. Agora ensina que
o Pedro se fez h., mas não assumiu um homem (Ed. 45 ad Suce). [Segue-se frag. Da Ep. 4]

 C. ensina a união hipostática (henósis lxat hipóstasin) entre o Lógos e a carne que
assumiu.
 Afirma cf toda clareza: “Se rechaçamos esta união hipostática como impossível e
inconveniente, caímos no erro de admitir 2 filhos (Ep. 4).

Sustenta que esta união foi uma ( {outra língua} ), ou seja, uma união sem mescla das duas
naturezas, conservando-se as duas sem alteração (cambrio) [frag. Ep. 39].

144 Como a união hipostática não muda as naturezas, na natureza humana existe uma alma
racional, {outra língua} , mesma

2. 255 – 292. cf ACO 1. Comentários o Novo Testamento a) Com. a Jo (PG 73 e 74. Edição de E. b) Com a Lc (PG 77): composta de uma série de 3 homilias – S Luan em grego e alguns gragms. versão latina: PL 48. na qual refuta a obra Contra os Galileus que Juliano Apostata publicou em 363 (PG 76.. 315 – 385. 933 – 1002. que as instituições da Antiga Aliança devem ser compreendidas como prefigurações tipológicas da adoração no espírito (Quasten. Jr. . c) Os doze anátemas (PG 76. 19 – 32) g) Contra Diodorem et Theodorum (fragm/s em gr e sínaco) h) Quod enus sit Christus (PG 75. de caráter pareuético. cf traduç latina de Mario Mercador: PL 48. dedicado a Teodosio II. 3. Ct. 509 – 1064). ou seja. Ez. 9 – 656) b) De saneta et consubstantiali trinitate (PG 75. Dn. Reis. e) Scholia de incariratione Unigentii (fragm/s gr. Edição: PG 68. ACO 1. ACO 1. 7. os eunormianos e a Xª da ex de Antioguia. em qual Cirilo pretende provar com (pelo) 4º EV que o Fº é da mpn substância divina que o pai e que os 2 tem sua própria subsistência pessoal. ordenadas a fim de provar que a lei foi ab-rogada apenas na letra. 219 – 231) f) Adversus nolentes confiteri sanctam Virginem esse Deiparam (PG 76.Elenco de obras de Cirilo de Alexandria A) Obras Exegéticas 1. Salmos. 75 – 90). b) Glaphyra (PG 69. 9-1450) d) Comentário aos Profetas Menores (PG 71 e 72. 1369 – 1412. 1. 1253 – 1361) 3) Contra Juliano: Em favor da samta religião dos cristãos contra os bispos do império Juliano. 9 – 364) e) Fragmentos dos com. composta de comentários a passagem do Pentateuco. 1005 – 1040. 9 – 678): complemento à obra De adratione et culto in spiritu et veritate. Pv. d) Fragmentos de Com a Rm. Ib. I e II Cor. 9 – 756) tendenciosam dogmático-polêmico. 7. conservados nas cadeias (catenal). 1. d) Apologétighs ad imperatorem: após a libertç do cárcere (PG 76. c) Com a Mt (PG 72. Assim ele quer atacar os arianos. 1. 5. 657 – 1124) 3. 33 – 65. 453 – 488. 1133 – 1200): escrito a fim de neutralizar a influência nestoriana na corte constantinopolipme (Quanten. B) Dogmaters Polêmicos 1) Contra os Arians a) Thesaurus de saneta et consubstantiali Trimitate (PG 75. 5. Contra os Nestrianos a) Adversus Nestorii blasphemias (PG 76. 125) . 1. Hb. 131). PG 75. c) Comentário a Isaias (PG 70. 116 – 142 – 165. não no espírito. 9 – 248) b) De recta fide (PG 76. Sehmartz: ACO 1. 365 – 374):peg fregm/s em catenas. 15 – 25). 133 – 1125. 156 homilias numa versão sisíaca so século VI ou VII (Quasten: 128). Comentários sobre o AT a) De adoratione et culta in spiritu et veretate: comentários em forma de diálogo sobre passagens de Petatenco.

e que foi aprovada na 1ª sessão do Conc. 43 – 505. 1.C) Cartas Pascais: 29 cartas para as delebrações da Páscoa de 414 a 442 (PG 77. que é a 2ª das cartas que C. Éfeso. ACO 1. . escreveu a N. 1. 981 – 1116) E) Cartas: Dentre elas se destaca a Carta Dogmática. em 22 de junho de 431. 25 – 8). 401 – 982) D) Homilias (PG 77. posterior m os Concílios de Calcedônia (451) e o II Const (553) {símbolo} a aprovaram (PG 77.