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Etapas da seleção Elevadores de Caneca

1

– Escolha o tipo de elevador e a localização do seu esticador em função das características do material

SELEÇÃO DO ELEVADOR EM FUNÇÃO DO MATERIAL

Tipo

MATERIAL

Tipo

MATERIAL

Elevador

Elevador

SB

acido oxálico, cristais aço, limalha moída açúcar, bruto adubo algodão, caroço debulhado algodão, caroço em farelo algodão, caroço seco com linho algodão, caroço seco sem linho algodão, caroço quebrado em torta algodão, cascas de caroço alume, granuloso alumina alumínio, limalha alumínio, minério alumínio, óxido amêndoas, inteiras amêndoas, quebradas ardósia, britada ½” e abaixo ardósia, massa, 1/8” e abaixo areia, bloco seco areia, bloco úmido areia, de fundição, peneirada areia, de fundição, preparada arroz, bruto arroz, descascado ou polido arroz, farelo arroz, quebrado asfalto, pedaços, ½” e abaixo aveia aveia, laminada baquelite, moída bauxita, britada, 3” e abaixo bentonita, 100 mesh e abaixo bentonita, seca beterraba, açúcar, polpa seca beterraba, açúcar, polpa úmida bicarbonato de sódio bórax, britado borracha, massa (ebonita) cacau, grãos café, grão torrado café, grão verde cal, acima de ½” cal, hidrata cal, massa, 1/8” e abaixo cal, pedaços calcário, pedra agrícola, 1/8” e abaixo

calcário, pedra britada

 

CB

cálcio, óxido capim, semente carbonato de sódio, resíduos leves carbonato de sódio, resíduos pesados carbonato, 3” e abaixo carvão antracitoso, carvão de rio, carvão de pedra, 1/8” e abaixo carvão betuminoso, retirado da mina, fino, 50 mesh e abaixo carvão betuminoso, retirado da mina, fragmentos, ½” e abaixo carvão betuminoso, não limpo, acima de ½” carvão, cinza seca, 3” e abaixo carvão, escória carvão vegetal cascalho, peneirado cascas para curtir, moídas centeio cereais de cervejaria, esgotados secos cereais de cervejaria, esgotados úmidos cereais, farelo cevada cimento, clinquer cimento, Portland coco, seco coco, seco farelos coco, torta seca coco, torta seca, massa cola, massa, 1/8” e abaixo cola, pérola coque, britado, ¼” e abaixo coque, petróleo, calcinado coque, solto cortiça, fina ou granulada, ½” e abaixo cortiça, massa fina dolomita, britada ebonita, britada, ½” e abaixo ervilha, seca escória de fornalha, granulada feijão, grande feijão, seco

 

CB

CB

SB

CC

SB

SC

CC

 

CB

CC

SB

SB

CC

SB

 

SB

 

CB

SB

 
 

CB

SB

CB

(SC) CC

 
 

CB

SB

CB

CC

 

SC

CC

(SB)

CC

(SB)

CB

CB

CB

(SB)

CB

SB

CB

(SB)

CB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

SB

(SC)

CC

SB

SB

CB

SB

SB

CB

SB

SB

CB

SC (CC)

SB

CB

SB

SB

CB

SB

(SC)

 

CB

(SC)

SC

SB

SC

(SB)

SB

(SB)

 

CB

 

CB

CB

CB

CC

(SB)

CB

SB

(SB)

CB

(SB)

CB

SB

CB

SB

CB

CC

SB

CB

SB

CB

SB

CB

SB

CB

CC

   

CB

SB

CB

SC

CC

SB

CB

CB

SELEÇÃO DO ELEVADOR EM FUNÇÃO DO MATERIAL

Tipo

MATERIAL

Tipo

 

MATERIAL

Elevador

Elevador

SC

CC

feldspato, mass, 1/8” e abaixo feldspato, pulverizado, 100 mesh e abaixo ferro fundido, rebarba fluorita fosfato, areia fosfato, rocha fubá fuligem, pelotizada fuligem, pó gelo, quebrado gesso, natural, calcinado gesso natural, britado 1” e abaixo gesso natural, pulverizado grama, semente granito, quebrado ilmenita, minério leite, flocos maltados leite, flocos secos linhaça linhaça, farinha linhaça, torta expelida linhita linho, farelos linho, semente lúpulo, gasto, seco lúpulo, gasto, úmido madeira, cavacos malte, farinha malte, massa seca, 1/8” e abaixo malte, seco malte, úmido ou verde mármore britado, acima de ½” milho, açúcar milho, debulhado milho, farinha milho, germe milho, grão milho, quebrado milho, semente mostarda, semente muriato de potássio nozes, sem casca ossos, farinha ossos, granulados, ½” e abaixo ossos, britados sabão, pérolas ou grãos sabão, flocos sal, seco sal, torta seca, grossa sal, torta seca, britada

SB

sílica, seca, areia soja, farinha soja, flocos brutos soja, inteira soja, massa fria soja, massa quente soja, partida soja, torta, acima de ½” terra, bruta terra, queimada trevo, semente trigo trigo, farinha trigo, germe trigo, grão quebrado trigo, moído vidro, fornada vidro, quebrado – caco xisto, britado, ½” e abaixo xisto, redondo, 1/8” e abaixo

CC

SB

 

SC

(SC) CC

CB

SC

SC

SB

CC

SC

(SC) CC

SB

SB

(SC)

 

CC

SB

**

SB

(SB)

CB

SB

SB

CB

SB

SC

CC

SB

SC

CC

SB

CB

SB

CC

SB

SC

CC

(SB)

SB

(SB)

SB

(SB)

CC

SB

SB

SB

CB

 

(SB)

SC

CC

   

SB

CB

SB

SB

SB

SB

SB

 

SIMBOLOGIA

SB

 

SB

SB

 

CC

SB

SB

– centrífugo de correia

SB

SC

– centrífugo de corrente

SB

CB

– contínuo de correia

SB

CC

– contínuo de corrente

SB

** - consultar a FAÇO ( ) – esticador na cabeceira

SB

SB

 

SB

SC

CC

SB

SB

SB

CB

SB

CB

**

**

(SB)

CB

(SB)

CB

(SB)

CB

2 – Escolha a velocidade adequada das canecas do elevador em funçao do tipo de

elevador, conforme a tabela

Tipo de elevador

Velocidades recomendadas V (m/s)

centrífugo

1,10 – 1,52

contínuo

0,64 – 0,76

3 – Em função da capacidade em (t/h) e do peso específico do material, escolha a série do elevador pela tabela

Classe dos elevadores de correia FAÇO

Capacidade t/h Peso específico (t/m³)

Série Nº

Capacidade m³/h (com as canecas 75% cheias)

0,8

1,2

1,6

6,4

9,6

12,8

E

– 1000

8,0

13,5

20,2

27,0

E

– 2000

16,9

21,1

31,6

42,2

E

– 3000

26,4

32,9

49,4

65,9

E

– 4000

41,2

45,7

68,6

91,5

E

– 5000

57,2

58,6

87,9

117,2

E

– 6000

73,3

4 – Verificação da série do elevador selecionado em função da granulometria do material:

Quando o tamanho máximo do material é superior ao tabelado para a série do elevador escolhido pelo item 3, deve-se escolher nova série pela tabela.

Tamanho máximo do material

Porcentagem de pedaços de tamanho máximo

E – 1000

E – 2000

E – 3000

E – 4000

E – 5000

E – 6000

100%

¾”

¾”

1”

1 ¼”

1

½”

1

¾”

100%

2 ½”

3”

3 ½”

4”

4

½”

4

½”

5 – com a altura de elevação do material (H), calcular a distância entre centros

5 – com a altura de elevação do material (H), calcular a distância entre centros dos tambores (L) pela fórmula:

L = H + M + Q + 0,275

(m)

onde os valores de M e Q encontram-se na tabela Dimensões gerais.

6 – Características dos principais componentes

 

CAIXA

Dimensões

BITO

Largura

da

(C)

Passo

Diâmetro dos

tambores (mm)

(V)

 

Série Nº

Internas A x B

LA

correia

das

Canecas

(

D 1 )

(

D

2

)

Veloc.

(m/s)

RPM

 

(mm)

(pol)

 

(mm)

cabeça

 

E

– 1000

300x 890

12

8

 

330

500

450

 

1,15

44

 

E

– 2000

350x 990

12

10

 

350

500

450

 

1,15

44

 

E

– 3000

400x 1070

10

12

 

400

500

450

 

1,15

44

 

E

– 4000

450x 1220

10

14

 

460

600

450

 

1,3

41

E

– 5000

500x 1220

10

16

 

460

600

450

 

1,3

41

E

- 6000

580x 1220

10

18

 

460

600

450

 

1,3

41

 
   
 
 

Dimensões das canecas

 
 

Série

A

B

 

C

R

BITOLA

PESO

CAPACIDADE (

dm

3

)

(mm)

(mm)

(mm)

(mm)

(Kg)

 

X – X

Y – Y

 

E

– 1000

110

150

 

100

30

12

1,1

 

0,5

 

0,85

E

– 2000

140

200

 

130

30

12

1,9

 

1,3

 

1,9

E

– 3000

160

250

 

150

30

10

3,2

 

2,1

 

3,4

E

– 4000

190

300

 

180

45

10

4,4

 

3,4

 

5,4

E

– 5000

215

350

 

200

45

10

5,6

 

4,7

 

7,5

E

- 6000

215

400

 

200

45

3/16”

11,3

 

6,0

 

9,6

7 – Cálculo da potência do motor

N =

V

P

( H

+

12

D

2

) (HP )

 

75 n

N

= potência necessária ao motor (HP)

V

= velocidade de correia (m/s)

n

= rendimento da motorização

L

= distância entre centros (m)

D

p

2

= diâmetro do tambor do pé (m)

= 1000 g

q

c

C

= peso do material (Kg/m)

onde:

g = peso específico do material (t/m³)

q

c = capacidade de cada caneca (m³)

C

= passo das canecas (m)

Os valores de V,

D

2

, C e

q

c encontram-se tabelados

8 – Dimensões gerais do elevador

Série Nº

 

DIMENSÕES GERAIS (mm)

 

A

B

E

F

G

J

K

M

N

P

Q

R

S

T

U

V

E

– 1000

300

890

150

585

25

320

185

540

508

810

150

150

420

250

460

300

E

– 2000

350

990

369

850

25

350

210

585

548

860

470

470

520

415

595

300

E

– 3000

400

1070

369

850

25

400

235

620

623

900

470

470

520

500

690

300

E

– 4000

450

1220

369

850

75

450

270

700

673

1030

500

500

600

525

845

380

E

– 5000

500

1220

369

862

75

450

295

700

673

1030

500

500

600

550

870

380

E

- 6000

580

1220

369

862

75

450

335

700

748

1030

500

500

650

570

910

380

9 – Verificação da capacidade Q (t/h) do elevador:

Q

=

3600

q

c

V

g

 

C

 

onde:

10 – Cálculo das tensões na correia:

a) Tensão efetiva:

q

c

- capacidade de cada caneca (m³)

V

– velocidade (m/s)

g

- peso específico do material (t/m³)

C

– passo das canecas (m)

Onde:

H

D

q c

= (

H

= ( H + 12 D 2 ) q c g 1000

+ 12

D

2 )

q

c

g

1000

T

e

C

– altura de elevação do material (m)

2

- diâmetro do tambor do pé (m)

- capacidade de cada caneca (m³)

g

- peso específico do material (t/m³)

C

– passo das canecas (m)

b) Tensão máxima da correia:

T 1

= (1 + K ) T

e

(Kg )

Onde:

T

e

= tensão efetiva na correia (Kg)

K = fator devido ao abraçamento da correia no tambor de acionamento

Valores de K para 180º de abraçamento

ESTICADOR

tambor liso

tambor revestido

de parafuso

0,97

0,80

de gravidade

0,64

0,50