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Formação eventual SNC – ASPETOS PERTINENTES Joaquim Sant´Ana Fernandes Cristina Gonçalves Apresentação João
Formação eventual
SNC – ASPETOS PERTINENTES
Joaquim Sant´Ana Fernandes
Cristina Gonçalves
Apresentação
João Paulo Marques
Junho/2016
AGENDA • INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS • CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO EM
AGENDA
• INTERPRETAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
• CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO EM
IMPARIDADES
• AS IMPARIDADES E A NCRF 25
• AS IMPARIDADES E A NCRF 4
• AS IMPARIDADES E O DL 98/2015
• AS IMPARIDADES E A PROFISSÃO
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SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE (Artigo 12.º n.º 2 DL 158/2009) Alteração DL 98/2015 Redução substancial
SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE
(Artigo 12.º n.º 2 DL 158/2009)
Alteração DL 98/2015
Redução
substancial
dos
limites
que
dispensam
a
obrigatoriedade
de
inventário permanente.
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SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE (Artigo 9.º n.º 1 do DL 158/2009) Alteração DL 98/2015 Alterados
SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE
(Artigo 9.º n.º 1 do DL 158/2009)
Alteração DL 98/2015
Alterados os limites e categorização das Microentidades (Artigo 9.º n.º 1):
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SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE • DL 44/99 Comissão de Normalização Contabilística • DL 158/2009 •
SISTEMA DE INVENTÁRIO PERMANENTE
• DL 44/99
Comissão de Normalização
Contabilística
• DL 158/2009
• DL 98/2015
Ofício 15161 DSIRC
Ofício Circulado 20193/2016
de 23 de junho
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA Fonte: Fernandes et al. (2013): Relato Financeiro – Interpretação e Análise,
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
Fonte: Fernandes et al. (2013): Relato Financeiro – Interpretação e Análise, Vida Económica, pp. 255
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA • Médio / Longo Prazo: Políticas de Investimento Políticas de
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
• Médio / Longo Prazo:
Políticas de Investimento
Políticas de Financiamento
Distribuição de Resultados
Estrutura e Nível dos Capitais Permanentes (FM)
• Curto Prazo:
Gestão Ativo e Passivo Corrente
Cuidado inventários elevados (prazo de rotação)
Tesouraria apertada
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA Caso 2 – A contribuição dos clientes para o ativo Admita-se
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
Caso 2 – A contribuição dos clientes para o
ativo
Admita-se que a empresa A e B, no mesmo setor de atividade,
a agir na mesma área geográfica, apresentam a seguinte
informação em balanço (modelo ME):
EMPRESA A
EMPRESA B
Ativo não corrente
800
Ativo não corrente
800
Ativo corrente
200
Ativo corrente
200
Inventários
30
Inventários
30
Clientes
170
Clientes
100
Total ativo
1.000
Total ativo
930
Questão: Qual o peso dos clientes no ativo total?
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA % = 100 170 = 1.000 100 = 17% 100 =
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
% =
100
170
=
1.000 100 = 17%
100
=
930 100 = 9,3%
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA Sem mais informação pode-se equacionar nomeadamente as seguintes hipóteses: H1
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
Sem mais informação pode-se equacionar nomeadamente as
seguintes hipóteses:
H1 – A empresa A vendeu mais, logo tem mais dívidas de
clientes a receber
H2 – A empresa B, é mais eficaz nos recebimentos
H3 - A empresa B, reconheceu face à informação disponível,
imparidades, enquanto a empresa A não reconheceu,
apesar de existirem evidências
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA Vamos admitir que se pretendia tirar as dúvidas e nesse sentido
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
Vamos admitir que se pretendia tirar as dúvidas e nesse sentido
analisa-se a DR de ambas.
Como se trata de empresas enquadradas na NC-ME, a rubrica
“Imparidade (perdas/reduções)” evidencia a soma algébrica
das imparidades, e reversões, relativas a dívidas a receber e a
inventários, pelo não é possível através da analise às DF
proceder a uma analise mais “fina”, sobretudo se estas
entidades optaram por não apresentar o anexo.
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UTILIDADE DA INFORMAÇÃO FINANCEIRA Caso a B tenha reconhecido 70 euros em imparidades de clientes.
UTILIDADE DA INFORMAÇÃO
FINANCEIRA
Caso a B tenha reconhecido 70 euros em imparidades de clientes.
A
A,
porque não cumpria
com
o
disposto no CIRC, não
reconheceu 70 de imparidades:
• ambas as empresas têm exatamente a mesma estrutura
financeira
• a informação apresentada e divulgada pela B foi preparada
atendendo, quer a sua relevância, quer à sua fiabilidade
• as DF da A não apresentam as caraterísticas qualitativas da
informação o que conduz que não apresentem uma imagem
verdadeira e apropriada.
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SNC – ASPETOS PERTINENTES CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO E MENSURAÇÃO EM IMPARIDADES NCRF 12 NCRF 8
SNC – ASPETOS PERTINENTES
CRITÉRIOS DE RECONHECIMENTO E
MENSURAÇÃO EM IMPARIDADES
NCRF 12
NCRF 8
NCRF 18
NCRF 22
NCRF 26
NCRF 27
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REFERENCIAIS CONTABILÍSTICOS VERSUS IMPARIDADES • Ativos fixos tangíveis • Ativos intangíveis • Ativos não
REFERENCIAIS CONTABILÍSTICOS
VERSUS IMPARIDADES
• Ativos fixos tangíveis
• Ativos intangíveis
• Ativos não correntes detidos para venda
• Investimentos financeiros
• Propriedades de investimento (ao custo)
NCRF
• Instrumentos financeiros (ao custo ou custo amortizado)
• Inventários
• Ativos biológicos (ao custo)
• Matérias ambientais
• Ativos de exploração e avaliação de recursos minerais
• Ativos fixos tangíveis
• Ativos intangíveis
• Investimentos financeiros
NCRF-PE
• Instrumentos financeiros (ao custo)
• Inventários
• Ativos biológicos (ao custo)
• Matérias ambientais
• Ativos financeiros
NC-ME
• Inventários
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ENQUADRAMENTO IMPARIDADES • Imparidade de ativos • tangíveis • intangíveis NCRF 12 • propriedades de
ENQUADRAMENTO IMPARIDADES
• Imparidade de ativos
• tangíveis
• intangíveis
NCRF 12
• propriedades de investimento (ao custo)
• ativos de exploração e avaliação
• ativos biológicos (ao custo)
• investimentos financeiros (MEP)
NCRF 8
• Ativos não correntes detidos para venda e
unidades operacionais descontinuadas
NCRF 18
• Inventários
NCRF 22
• Subsídios a investimentos
NCRF 26
• Matérias ambientais
NCRF 27
• Instrumentos financeiros
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NCRF 12 NCRF NCRF-PE NC-ME NCRF 12 – Imparidade de ativos Aplica a NCRF 12
NCRF 12
NCRF
NCRF-PE
NC-ME
NCRF 12 –
Imparidade de ativos
Aplica a NCRF 12 por
remissão
---
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NCRF 12 - OBJETIVO • Prescrever os procedimentos que uma entidade deve aplicar para assegurar
NCRF 12 - OBJETIVO
• Prescrever os procedimentos que uma entidade deve
aplicar para assegurar que os seus ativos sejam
escriturados por não mais do que a sua quantia
recuperável. Se este for o caso, o ativo é descrito como
estando com imparidade e a Norma exige que a entidade
reconheça uma perda por imparidade.
• Especificar as circunstâncias em que uma entidade deve
reverter uma perda por imparidade.
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NCRF 12 ImparidadeImparidade == quantiaquantia escrituradaescriturada –– quantiaquantia recuperávrecuperávelel
NCRF 12
ImparidadeImparidade == quantiaquantia escrituradaescriturada –– quantiaquantia recuperávrecuperávelel
Fonte: Fernandes et al. (2015): Contabilidade Financeira Explicada – Manual prático, Vida Económica, pp. 613
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NCRF 12 - CONCEITOS RELEVANTES Custos de alinear Justo valor Quantia escriturada Unidade geradora de
NCRF 12 - CONCEITOS RELEVANTES
Custos de alinear
Justo valor
Quantia escriturada
Unidade geradora de caixa
Valor de uso
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NCRF 12 - ÂMBITO • Ativos intangíveis (NCRF 6) • Ativos fixos tangíveis (NCRF 7)
NCRF 12 - ÂMBITO
• Ativos intangíveis (NCRF 6)
• Ativos fixos tangíveis (NCRF 7)
• Propriedades de investimento mensurados ao custo (NCRF
11)
• Investimentos financeiros mensurados pelo MEP (NCRF 13)
• Ativos biológicos mensurados ao custo (NCRF 17)
• Ativos de exploração e avaliação (NCRF 16)
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NCRF 12 Fontes internas Teste de imparidade (indícios) Fontes externas SNC – ASPETOS PERTINENTES JUNHO/2016
NCRF 12
Fontes
internas
Teste de
imparidade
(indícios)
Fontes
externas
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NCRF 12 RECONHECIMENTO ATIVO NÃO REVALORIZADO ATIVO REVALORIZADO PELA QUANTIA DA IMPARIDADE RESULTADOS 1.º
NCRF 12
RECONHECIMENTO
ATIVO NÃO
REVALORIZADO
ATIVO
REVALORIZADO
PELA QUANTIA DA IMPARIDADE
RESULTADOS
1.º CAPITAIS PRÓPRIOS
2.º RESULTADOS
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NCRF 12 Caso 9 – Quantia escriturada (ativo líquido de imparidade) A XPTO adquiriu um
NCRF 12
Caso 9 – Quantia escriturada (ativo líquido de
imparidade)
A XPTO adquiriu um equipamento por 15.000 €, ao qual
atribuiu uma vida útil de 5 anos. Ao 4.º ano de vida, devido
à evidência de uma diminuição de produtividade do
equipamento, procedeu a um teste de imparidade
concluindo que o valor recuperável desse equipamento não
excedia os 4.500 euros.
Questão: Quais as depreciações de cada período da vida útil,
a perda por imparidade e o respetivo valor líquido do ativo.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE Custo de Anos Depreciação aquisição Perda por Imparidade Valor líquido 1
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
Custo de
Anos
Depreciação
aquisição
Perda por
Imparidade
Valor
líquido
1
15.000
3.000
12.000
2
3.000
9.000
3
3.000
6.000
4
1.500 a)
4.500
2.250 b)
2.250
5
2.250
0
Total
13.500
1.500
(a) Cálculo da perda por imparidade = quantia escriturada – quantia recuperável
= 6.000 – 4.500 = 1.500 euros.
(b) Depreciações após imparidade = Valor recuperável / Vida útil remanescente
= 4.500 / 2 = 2.250
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NCRF 12 Caso 10 – Perda por imparidade A entidade Turismo Florestal, Lda. tem as
NCRF 12
Caso 10 – Perda por imparidade
A entidade Turismo Florestal, Lda. tem as suas instalações
situadas num terreno florestal lindíssimo. Neste verão,
devido a fortes incêndios na região, apesar dos edifícios não
terem sido afetados, toda a envolvente ficou queimada,
desaparecendo consequentemente toda a vegetação.
Após avaliação do valor de mercado deste ativo fixo tangível
constatou-se que, com a degradação do espaço exterior,
perdeu 50.000 € de valor de mercado.
Questão: Contabilize a perda por imparidade.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE - Imparidade acumuladas 43.9.2 – Edifícios e outras construções - Imparidades
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
- Imparidade acumuladas
43.9.2
– Edifícios e outras construções
- Imparidades do período
65.5.2
– Edifícios e outras construções
Contas
N.º
Data
Descrição
Valor
Débito
Crédito
1 31 dez N
Perda por imparidade
65.5.2
43.9.2
50.000
O saldo desta conta
evidencia o máximo que
poderá ser revertido nos
períodos seguintes
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NCRF 12 Caso 11 – Perda por imparidade A entidade Transportes para Todo o Lado,
NCRF 12
Caso 11 – Perda por imparidade
A entidade Transportes para Todo o Lado, Lda. tem
reconhecido 50.000 € na rubrica Equipamento de
Transporte referentes aos veículos destinados ao transporte
de mercadorias. A empresa recebeu uma proposta de
compra dessa frota pela quantia de 45.000 €, valor que
corresponde ao que se obteria numa eventual transação no
mercado destes veículos. Para realizar essa venda, seria
necessário despender 5% a título de comissão de vendas.
Sabendo que o valor residual do ativo é 3.000 e terá um custo
de vender de 150 e que:
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NCRF 12 Caso 11 – Perda por imparidade (continuação) Rubricas N+1 N+2 N+3 N+4 N+5
NCRF 12
Caso 11 – Perda por imparidade (continuação)
Rubricas
N+1
N+2
N+3
N+4
N+5
Recebimentos
de exploração
110.000
95.000
70.000
30.000
Pagamentos
de
95.000
74.000
48.000
33.000
150
exploração
Valor
residual
3.000
do equipamento
Questão:
Contabilize
a
perda
por
imparidade
(considere uma taxa de atualização de 10%).
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE Justo valor menos custos de alienação Rubricas Valor Justo valor Comissões
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
Justo valor menos custos de alienação
Rubricas
Valor
Justo valor
Comissões
45.000
2.250
Quantia
recuperável
pela
42.750
Valor de uso:
venda
Rubricas
N+1
N+2
N+3
N+4
N+5
Recebimentos de exploração
Pagamentos de exploração
Valor residual
110.000
95.000
70.000
30.000
95.000
74.000
48.000
33.000
150
3.000
Fluxo de tesouraria
15.000
21.000
22.000
- 3.000
2.850
Fator de atualização
Taxa 10%
1/1,10 1
1/1,10 2
1/1,10 3
1/1,10 4
1/1,10 5
0,90909
0,82645
0,75131
0,68301
0,62092
Fluxo tesouraria descontado
13.636,4 17.355,4
16.528,9 - 2.049,0
1.769,6
Total fluxo tesouraria descontado 47.241,3 (Quantia recuperável pelo uso)
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE 50.000 42.750 47.241,3 ++ altoalto Imparidade Imparidade = = 50.000 50.000
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
50.000
42.750
47.241,3
++ altoalto
Imparidade
Imparidade
= =
50.000 50.000
– 47.241,3
– 47.241,3
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE - Imparidade acumuladas 43.9.4 – Equipamento de transporte - Imparidades do
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
-
Imparidade acumuladas
43.9.4
– Equipamento de transporte
-
Imparidades do período
65.5.4
– Equipamento de transporte
Contas
N.º
Data
Descrição
Valor
Débito
Crédito
1
31 dez N
Perda por imparidade
65.5.4
43.9.4
2.758,70
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NCRF 12 – REVERSÃO IMPARIDADE Uma entidade deve avaliar à data de cada relato se
NCRF 12 – REVERSÃO IMPARIDADE
Uma entidade deve avaliar
à
data de cada
relato
se
qualquer indicação de que uma perda por imparidade
reconhecida em períodos anteriores relativamente a um
ativo, que não o goodwill, possa já não existir ou possa ter
diminuído.
Se tal indicação existir, uma entidade deve estimar a quantia
recuperável desse ativo e reverter a imparidade.
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NCRF 12 – REVERSÃO IMPARIDADE Uma entidade deve avaliar à data de cada relato se
NCRF 12 – REVERSÃO IMPARIDADE
Uma entidade deve avaliar
à
data de cada
relato
se
qualquer indicação de que uma perda por imparidade
reconhecida em períodos anteriores relativamente a um
ativo, que não o goodwill, possa já não existir ou possa ter
diminuído.
Se tal indicação existir, uma entidade deve estimar a quantia
recuperável desse ativo e reverter a imparidade.
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NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE QE > QR QR AUMENTA • IMPARIDADE (QE –
NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE
QE > QR
QR AUMENTA
• IMPARIDADE
(QE – QR)
• Nova quantia
escritura =
anterior QE - I
• REVERTE
IMPARIDADE
(QR – QE, até ao
máximo da
imparidade
reconhecida)
31/N
31/N+1
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NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE RECONHECIMENTO ATIVO NÃO REVALORIZADO ATIVO REVALORIZADO PELA QUANTIA DA
NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE
RECONHECIMENTO
ATIVO NÃO
REVALORIZADO
ATIVO
REVALORIZADO
PELA QUANTIA DA REVERSÃO
RESULTADOS
1.º RESULTADOS
2.º CAPITAIS PRÓPRIOS
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NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE Caso 12 – Perda por imparidade A entidade X
NCRF 12 – REVERSÃO DE IMPARIDADE
Caso 12 – Perda por imparidade
A entidade X devido a fortes incêndios na região com forte
impacto no seu meio envolvente reconheceu uma perda por
imparidade de 50.000 €. Após o reconhecimento da
imparidade, a quantia escriturada dos edifícios passou a
800.000 €. Após vários anos reconstituiu-se a beleza
natural da envolvente, pelo que a entidade pediu nova
avaliação tendo sido atribuído o valor de 900.000 €.
Questão: Contabilize a reversão da perda por
imparidade.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE - Imparidades acumuladas - Reversão 43.9.2- Edifícios e outras construções 76.2.5.2
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
- Imparidades acumuladas
- Reversão
43.9.2- Edifícios e outras construções
76.2.5.2 - Edifícios e outras construções
Contas
Data
Descrição
Valor
Débito
Crédito
31 dez N Reversão da perda por imparidade
43.9.2
76.2.5.2
50.000
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NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS Art.º 31.º - B - CIRC 1) Podem ser aceites
NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS
Art.º 31.º - B - CIRC
1) Podem ser aceites como gastos fiscais as perdas por
imparidade em ativos não correntes provenientes de causas
anormais comprovadas, designadamente desastres,
fenómenos naturais, inovações técnicas excecionalmente
rápidas ou alterações significativas, com efeito adverso no
contexto legal.
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NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS Art.º 31.º - B - CIRC 2) Para efeitos do
NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS
Art.º 31.º - B - CIRC
2) Para efeitos do disposto no número anterior, o sujeito passivo
deve obter a aceitação da AT, mediante exposição devidamente
fundamentada, a apresentar até ao fim do 1.º mês do período de
tributação seguinte ao da ocorrência dos factos que determinaram
as desvalorizações excecionais, acompanhada de documentação
comprovativa dos mesmos, designadamente da decisão do
competente órgão de gestão que confirme aqueles factos, de
justificação do respetivo montante, bem como da indicação do
destino a dar aos ativos
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CASO 9 Custo de Anos Perda por Imparidade Valor Depreciação aquisição líquido 1 15.000 3.000
CASO 9
Custo de
Anos
Perda por
Imparidade
Valor
Depreciação
aquisição
líquido
1
15.000
3.000
12.000
2
3.000
9.000
3
3.000
6.000
4
1.500
4.500
2.250
2.250
5
2.250
0
Total
13.500
1.500
1 500 00
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NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS Art.º 31.º - B - CIRC 7) As perdas por
NCRF 12 – QUESTÕES FISCAIS
Art.º 31.º - B - CIRC
7) As perdas por imparidade de ativos depreciáveis ou
amortizáveis que não sejam aceites fiscalmente nos termos
dos números anteriores são consideradas como gastos, em
partes iguais, durante o período de vida útil restante desse
ativo
750 00
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL O goodwill resulta da diferença entre o preço
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
O goodwill resulta da diferença entre o preço pago numa
aquisição de ativos e passivos no âmbito de uma
concentração de atividades empresariais
Para testar a imparidade do goodwill adquirido numa
concentração de atividades empresariais, o goodwill deve
ser imputado a um ativo ou grupo de ativos – unidade
geradora de caixa - a partir dos quais se possa estimar os
benefícios esperados da concentração
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL Em rigor não se testa a imparidade do
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
Em rigor não se testa a imparidade do goodwill.
Testa-se
a
recuperabilidade
do
investimento
realizado,
eventualmente repartido por unidades geradoras de caixa.
Haverá imparidade se pela venda,
ou
pelo
uso, não
for
recuperável o investimento realizado.
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL Uma perda por imparidade das unidades geradoras de
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
Uma perda por imparidade das unidades geradoras de caixa à
qual tenha sido imputado goodwill é reconhecida pela
seguinte ordem:
1.º No goodwill associado a uma unidade geradora de caixa
2.º Como um decréscimo do valor dos ativos da unidade
geradora de caixa, numa base pró-rata:
1.º No excedente, quando revalorizados
2.º A diferença em resultados
3.º Se a quantia da perda de imparidade exceder o valor do
ativo, deve ser reconhecido o passivo, se alguma NCRF exigir.
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL Caso 14 – Perda por imparidade (goodwill) De
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
Caso 14 – Perda por imparidade (goodwill)
De uma operação de concentração empresarial, cujo custo
foi de 6.000.000 € resultou o reconhecimento de
1.000.000 € de goodwill. Os ativos adquiridos nessa
concentração constituem uma unidade geradora de caixa.
Feito o teste à imparidade, verificou-se que a quantia
recuperável da unidade geradora de caixa é de 5.900.000
€.
Questão: Contabilize a perda por imparidade.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE Cálculos de apoio: a) Investimento 6.000.000 b) Quantia recuperável 5.900.000 c)
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
Cálculos de apoio:
a) Investimento
6.000.000
b) Quantia recuperável
5.900.000
c) Perda por imparidade (b – c)
(100.000)
d) Imputação da imparidade - dado que existe goodwill,
imputa-se a imparidade, em primeiro lugar, a este ativo.
- Perdas por imparidade acumuladas
- Perdas por imparidades do período
44.9.1 – Goodwill
65.6.1 – Goodwill
Contas
N.º
Descrição
Valor
Débito
Crédito
1 Perda por imparidade
65.6.1
44.9.1
100.000
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL Caso 15 – Perda por imparidade (goodwill) De
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
Caso 15 – Perda por imparidade (goodwill)
De uma operação de concentração empresarial resultou o
reconhecimento de goodwill de 1.000.000 €. Os ativos
(equipamento básico) adquiridos nessa concentração
constituem uma unidade geradora de caixa sendo esta
composta pelo ativo A = 6.000.000 € e ativo B = 4.000.000
€. Feito o teste à imparidade verificou-se que a quantia
recuperável da unidade geradora de caixa é de 9.000.000 €.
Questão: Contabilize a perda por imparidade.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE Cálculos de apoio: Investimento = 1.000.000 + 6.000.000 + 4.000.000 =
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
Cálculos de apoio:
Investimento = 1.000.000 + 6.000.000 + 4.000.000 = 11.000.000 €
Quantia recuperável =
Perda por imparidade =
9.000.000 €
(2.000.000 €)
Imputação da perda por imparidade:
Goodwill
Ativo A (60%)
Ativo B (40%)
1.000.000
600.000 (A + B =1.000.000 600.000/1.000.000 = 60%)
400.000 (A + B =1.000.000 400.000/1.000.000 = 40%)
2.000.000
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE - Perdas por imparidade acumuladas - Perdas por imparidade acumuladas -
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
- Perdas por imparidade acumuladas
- Perdas por imparidade acumuladas
- Perdas por imparidades do período
- Perdas por imparidades do período
43.9.3 – Equipamento básico
44.9.1 - Goodwill
65.5.3 – Equipamento básico
65.6.1 – Goodwill
Contas
N.º
Descrição
Valor
Débito
Crédito
Perda por imparidade goodwill
1
Perda por imparidade equipamento básico
65.6.1
44.9.1
1.000.000
65.5.3
43.9.3
1.000.000
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO GOODWILL Caso 16 – Reversão da perda por imparidade
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO
GOODWILL
Caso 16 – Reversão da perda por imparidade
Considere os dados anteriores. Admita que realizado novo teste
de imparidade, com novos dados do mercado, estimou-se que
a quantia investida (11.000.000 €) seria recuperável.
Questão: Contabilize a reversão da imparidade do
caso anterior.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE - Perdas por imparidade acumuladas - Reversão de perda por imparidade
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
- Perdas por imparidade acumuladas
- Reversão de perda por imparidade
43.9.3 – Equipamento básico
76.2.5.3 – Equipamento básico
Contas
N.º
Data
Descrição
Valor
Débito
Crédito
1 Reversão da perda por imparidade
43.9.3
76.2.5.3
1.000.000
Nota: A imparidade do goodwill não é revertida.
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP Os investimentos em associadas devem ser contabilizados usando
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP
Os
investimentos
em
associadas
devem
ser
contabilizados
usando o MEP (NCRF 13).
41. X Participações em empresas subsidiárias e associadas
Valor de aquisição
Lucros apurados
Aumentos dos capitais próprios
Cobertura de prejuízos
Ajustamentos de transição
Reconhecimento do goodwill negativo
Reversão de perdas por imparidade
(conta 41.9)
Prejuízos
Diminuição dos capitais próprios
Lucros distribuídos
Perdas por imparidade
(conta 41.9)
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP QUANTIA RECUPERÁVEL DOS DOIS O MAIS ALTO Justo
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP
QUANTIA RECUPERÁVEL DOS DOIS O MAIS ALTO
Justo valor menos custo de vender
Valor de uso
• Valor de venda obtido numa transação
entre partes conhecedoras e dispostas
a isso, menos os custos de transação
(taxas, gastos legais e outros custos)
para colocar o ativo em condições de
venda
• A parte do investidor no valor presente
dos futuros fluxos de caixa estimados
que se espera que venham a ser gerados
pela associada, incluindo os fluxos de
caixa das operações da associada e os
proventos da alienação final do
investimento
ou
• O valor presente dos futuros fluxos de
caixa estimados que se espera que
surjam de dividendos a serem recebidos
do investimento e da sua alienação final
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NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP Caso 17 – Perda por imparidade em MEP
NCRF 12 – CASO PARTICULAR DO MEP
Caso 17 – Perda por imparidade em MEP
A Omega, SA detém 20% do capital social da Alfa, SA. Esta
participação foi adquirida por 100.000 € (quantia reconhecida
na respetiva conta 41.4 – Investimentos noutras empresas)
não tendo sido reconhecido GW. No mês anterior um outro
acionista da Alfa vendeu igual participação pela quantia de
80.000 €. Atendendo ao valor desta transação, a sociedade
Omega considera que a quantia máxima recuperável do seu
investimento seria 80.000 €, pelo que entendeu reconhecer a
respetiva imparidade.
Questão: Contabilize a perda por imparidade.
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RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE Cálculos de apoio Perda por imparidade = QE – QR =
RESPOSTA: NCRF e NCRF-PE
Cálculos de apoio
Perda por imparidade
=
QE
QR
= 100.000
80.000 =
20.000,00
- Perdas por imparidade
- Perdas por imparidade do período
41.9 – Perdas por imparidade acumuladas
65.3 – Em investimentos financeiros
Contas
N.º
Descrição
Valor
Débito
Crédito
1 Perda por imparidade
65.3
41.9
20.000
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AINDA O MEP – NCRF 13 E NCRF 15 §§§§46 NCRF 13 Os resultados provenientes
AINDA O MEP – NCRF 13 E NCRF 15
§§§§46 NCRF 13
Os resultados provenientes de transações “ascendentes” e
“descendentes” entre um investidor (incluindo as suas
subsidiárias consolidadas) e uma associada são reconhecidos
nas df’s do investidor somente na medida em que
correspondam aos interesses de outros investidores na
associada não relacionados com o investidor
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AINDA O MEP – NCRF 13 E NCRF 15 §§§§15 NCRF 15 Os resultados provenientes
AINDA O MEP – NCRF 13 E NCRF 15
§§§§15 NCRF 15
Os resultados provenientes de transações intragrupo que sejam
reconhecidos nos ativos, tais como inventários e ativos fixos
tangíveis, são eliminados por inteiro.
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NCRF 8 NCRF NCRF-PE NC-ME NCRF 8 – Ativos não correntes detidos para venda e
NCRF 8
NCRF
NCRF-PE
NC-ME
NCRF 8 – Ativos não correntes
detidos para venda e unidades
operacionais descontinuadas
Não se aplica
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NCRF 8 - OBJETIVO • Prescrever as condições em que se deve reconhecer um ativo
NCRF 8 - OBJETIVO
• Prescrever as condições em que se deve reconhecer um
ativo não corrente como detido para venda e das unidades
operacionais descontinuadas.
• Estabelecer as bases de mensuração, quer inicial, quer
subsequente, para estas rubricas de ativo.
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NCRF 8 – Processo de decisão Fonte: Fernandes et al. (2015): Contabilidade Financeira Explicada –
NCRF 8 – Processo de decisão
Fonte: Fernandes et al. (2015): Contabilidade Financeira Explicada – Manual prático, Vida Económica, pp. 784
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