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BT Nº.

01 – Diretoria de Recursos Humanos Visto do Diretor


PÁGINA: 1
Data: 09jun09

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

BOLETIM

TÉCNICO
DA

DRH

Número 01

de

09jun09
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PÁGINA: 2
Data: 09jun09

DIRETORIA DE RECURSOS HUMANOS

A Diretoria de Recursos Humanos do Corpo de Bombeiros Militar de Minas


Gerais, considerando o previsto na Resolução nr. 14 de 28 de abril de 2000, iniciará
apartir do mês de junho de 2009, a editar bimestralmente seu Boletim Técnico (BT –
DRH).

Tal publicação visa transmitir orientações técnicas afetas a gerência de


recursos humanos na Corporação, onde buscaremos tratar de forma clara e objetiva
assuntos que carecem de maior esclarecimentos e estabelecimento de rotinas por
parte da administração, visto que estão diretamente ligados a direitos e deveres dos
militares, com o intutito de auxiliar as administrações das diversas Unidades do
CBMMG.

A DRH tem observado durante as supervisões que realiza nas Unidades falhas
que comprometem, não só o serviço administrativo como também a vida de nossos
militares, como por exemplo:

- O retorno, ao serviço ativo de militar que se encontrava aguardando


transferência para a reserva, por indeferimento na contagem de tempo, devido a
incorreção no cômputo do tempo de serviço;

- Indenização por vantagens concedidas indevidamente, por incorreção e


inobservância dos tempos contados para fins da concessão;

- Concessão de quinquenios, transcritos nas fichas formulário, sem constar o


texto apropriado, sem detalhes específicos sobre o tempo contado (tempo de efetivo
serviço, tempo averbado, férias anuais e férias prêmio contadas em dobro e
arredondamento);
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- Divergências e incorreções entre as matérias publicadas e os lançamentos


nos sistemas, fatos que geram percepções indevidas ou atrasos no recebimento de
vantagens e direitos.

Diante desses fatos, nesse primeiro número trataremos de:

 FECHAMENTO DE PASTAS FUNCIONAIS;

 PROMOÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO;

 AUXÍLIO FUNERAL;

 PROBLEMAS MAIS FREQUENTES OCORRIDOS NA INSCRIÇÃO E


MATRÍCULA NOS CURSOS, ESTÁGIOS E EXAMES OFERTADOS PELO
CBMMG;

 SOLICITAÇÃO DE MARGEM CONSIGNÁVEL.

DRH em Belo Horizonte, 09 de junho de 2009.

CLÁUDIO VINÍCIO SERRA TEIXEIRA, CEL BM


DIRETOR DE RECURSOS HUMANOS
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Data: 09jun09

Seção responsável: DRH/1 – Adjuntoria de Administração de Recursos


Humanos

Assunto:
FECHAMENTO DE PASTAS FUNCIONAIS

1. Considerando as várias falhas encontradas quando da conferência das pastas


funcionais dos servidores da Corporação encaminhadas a DRH/1;

2. Considerando a necessidade de retorno das mesmas às suas respectivas


Unidades para correção de erros de toda ordem;

3. Considerando os atrasos desnecessários na preparação e arquivamento dos


documentos nelas contidos e da necessidade de reduzir o lapso de tempo decorrido
entre a data em que os militares se afastam de suas funções, objetivando suas
transferências para a reserva/reforma ou exclusão, e a data de publicação dos atos
administrativos decorrentes;

4. Considerando o impedimento do atendimento de várias solicitações dos próprios


servidores e do Poder Judiciário, uma vez que há necessidade do acesso a toda
documentação contida nas referidas pastas para prestarmos as informações
requeridas;

Relacionamos os principais erros encontrados pela DRH/1, quando da


conferência das pastas funcionais, para servir de orientação à Unidade.

a) Erros na confecção da Certidão de Inteiro Teor (CIT), referentes aos dados


pessoais: nome, data de nascimento, inclusão, etc.;

b) Contradição entre as informações contidas na CIT, Fichas Formulário (FF),


SIGP, extrato de tempo e pasta funcional;

c) O verso da folha deve ser mantido em branco. Caso haja continuação, deverá
ser feito em outra folha;

d) Falta de assinatura do Secretário da Unidade;


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e) Lançamento de portarias referentes a procedimentos administrativos sem as


respectivas soluções;

f) Solução de procedimentos administrativos resultando em enquadramento


disciplinar sem lançá-los na CIT;

g) Falta de encerramento da Certidão;

h) Falta de lançamento de determinados períodos, não havendo lançamentos a


serem feitos não podem simplesmente ser suprimidos da CIT, devendo constar
à expressão “sem registros”. Ex: Janeiro a Dezembro/05 – sem registros. A
simples supressão do mês ou período deixa dúvidas quanto a não haver dados
a serem lançados ou se foi omissão;

i) Falta da carteira de identidade militar nos casos de demissão, falecimento ou


transferência para a reserva não remunerada;

j) Falta das fichas médicas;

k) Falta de Processos Administrativos, a saber:


 Sindicância Sumária;
 Sindicância Regular;
 Conselho de Disciplina/PAD/PADS;
 Atestado de Origem;
 Relatório de IPM;
 Processo instaurado sobre falecimento do militar etc. (em caso de morte
natural ou não decorrente de serviço, se não houver processo, o fato
deverá ser constado na CIT).

l) Falta de pedido de demissão assinado pelo servidor, ato de demissão e ficha


Modelo “E”, encaminhados no original ou cópia autenticada;

m) Documentos de outros servidores encontrados na pasta funcional


encaminhada;
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n) Algumas CIT não constam às publicações referentes a punições lançadas em


Boletins Reservados. Observa-se que a Certidão de Inteiro Teor, como o
próprio nome diz, deve conter toda a vida funcional do servidor, com todas as
publicações e informações a seu respeito;

o) Desconto de licenças médicas e dos dias excedentes aos 90 (noventa) dias no


decurso de 12 meses permitidos pelo EMEMG, no processo de transferência
para a reserva do servidor, que não confere, faltando constar a partir de
quando o militar foi licenciado e até mesmo a publicação;

p) Desconto de férias anuais indevidas (proporcionais) durante as licenças


médicas;

q) Falta de documentos no processo de transferência para a reserva tais como:


Certidões de Nascimento ou Casamento autenticado em cartório, se cópia,
declarações de militar falecido, Termo de Posse autenticado em cartório, no
caso de transferência para a reserva não remunerada ou em razão de posse
em cargo eletivo;

r) Concessão do 6º qüinqüênio e adicional trintenário com a data do afastamento,


devendo ser considerada a data da contagem de tempo, ou a data em que fez
jus;

s) Falta de lançamento, no RHBM, da situação funcional 24 (afastado aguardando


transferência para a reserva), e ainda, com data errada, considerando a
mesma data da contagem, sendo o certo a data posterior à da contagem de
tempo;

t) Cômputo do tempo de serviço, no caso de processo de reforma, até a data do


Laudo de Reforma, sendo o correto até um dia anterior à data do Laudo em
questão;

u) Faltam publicações na CIT e lançamento no RHBM do gozo, cassação,


conversão e utilização para fins de vantagens, das férias anuais e prêmio;
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v) Falta de encerramento das pastas funcionais encaminhadas para fins de


transferência para a reserva.

Orientações Gerais

a) Ao receber a pasta funcional de servidores transferidos de outras Unidades, a


Secretaria/Ajudância da Unidade de destino deve conferi-la, de imediato,
cobrando, daquela, os documentos porventura faltantes;

b) A Certidão de Inteiro Teor/Fé-de-Ofício deverá ser digitada, utilizando-se a


fonte, tipo Arial, tamanho 12, espaço entre linhas de 1,5;

c) Visando melhor controle dos documentos encaminhados, o conteúdo das


pastas funcionais deve constar no ofício de encaminhamento, bem como, o
motivo de sua remessa (transferência para a reserva, demissão, falecimento,
etc.), além disso, cópias das publicações no “Minas Gerais”, referentes ao
servidores do CBMMG, deverão constar em sua respectiva pasta funcional;

d) Em relação aos inativos designados para o serviço ativo, as Unidades devem


abrir uma pasta funcional complementar, remetendo-a a DRH, tão logo seja
este servidor dispensado, fazendo, inclusive, o encerramento, nos moldes das
normas em vigor;

e) As cópias a serem encaminhadas a DRH devem ser autenticadas e de boa


qualidade;

f) Para efeitos das autenticações em documentos de cunho obrigatório nas


pastas funcionais, a fim de prestação de contas junto ao Tribunal de Contas do
Estado, para efeitos de taxação, as cópias poderão ser autenticadas pelo
CBMMG, porém o CBMMG tem que ter a posse do documento original, não
havendo a posse do documento original por parte do CBMMG, a autenticação
deverá ser realizada em cartório.
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Seção responsável: DRH/2 – Adjuntoria de Movimentação, Condecoração e


Promoção

Assunto:
PROMOÇÃO POR TEMPO DE SERVIÇO

Conforme artigo 214 da Lei 5.301/69 - EMEMG, a promoção por tempo de


serviço é devida ao Soldado de 1ª Classe e ao Cabo que tiverem, no mínimo, dez
anos de efetivo serviço na graduação, observando-se o previsto nos artigos 186,
incisos I, II e IV, 187, 194, 198 e 203, incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, IX e parágrafos.

Tempo de efetivo serviço, conforme podemos verificar pelo cotejo do artigo


159, § 2º, inciso I da Lei 5.301/69, é o espaço de tempo contado dia a dia, a partir da
data inicial ou da data de inclusão, deduzindo-se, na apuração, os períodos não
computáveis e desprezados os acréscimos previstos na legislação vigente.

No caso da promoção por tempo de serviço à graduação de Cabo, o tempo de


efetivo serviço será verificado a partir da promoção do militar à graduação de Soldado
de 1ª Classe até a data em que o militar completar dez anos, no mínimo, nesta
graduação.

Para tal mister, deverão ser observados os artigos 160 e 163 da Lei 5.301/69,
onde são definidos quais os períodos serão contados e quais serão descontados do
tempo de efetivo serviço.

Art. 161 - Na contagem de tempo para o efeito de inatividade, computar-se-á o de


licença para tratamento de saúde ou baixa hospitalar que não exceda de 90 (noventa)
dias, no decurso de 12 (doze) meses.

Art. 163 - Não se computará como tempo de serviço:

I - o de licença para tratamento de saúde que exceda de 90 (noventa) dias no decurso


de 12 (doze) meses;

II - o de licença concedida por qualquer outro motivo;

III - o de deserção e o de ausência do quartel por mais de 48 (quarenta) e oito horas;

IV - prisão disciplinar, com prejuízo do serviço;

V - o de prisão preventiva em proc esso de que resulte condenação, e o de


cumprimento de pena criminal, transitada em julgado.
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Após completos dez anos de efetivo serviço, deverão ser verificados os


requisitos de idoneidade moral, aptidão física e conceito, podendo ser A ou B até a
pontuação -24 ou superior, conforme previsto na Lei 5.301/69, artigo 186, incisos I, II
e IV, bem como legislação em vigor.

Nos termos do artigo 187 da Lei 5.301/69, não é computado para fins de
promoção, o tempo de licença para tratar de interesse particular, período de ausência,
extravio, deserção, de privação ou suspensão de exercício de cargo ou função, nos
casos previstos em lei, cumprimento de sentença penal, de prisão ou interdição
judicial ou ainda, o exercício de cargo público civil temporário.

Os candidatos somente serão promovidos se forem julgados aptos em exame


de saúde, nos termos do artigo 194 da Lei 5.301/69, devendo, para tanto, comparecer
à SAS para serem avaliados, obtendo o “apto para promoção” que deverá ser lançado
no sistema de recursos humanos.

Por fim, não será promovido o militar que estiver cumprindo sentença penal ou
preso à disposição da justiça, em deserção, extravio ou ausência, for submetido a
processo administrativo de caráter demissionário, estiver em licença para tratar de
interesse particular, no exercício de cargo público civil temporário, for privado ou
suspenso do exercício de cargo ou função, nos casos previstos em lei, encontrar-se
interdito judicialmente, estiver sub judice, denunciado por crime doloso em qualquer
um dos casos previstos no inciso IX do artigo 203 da Lei 5.301/69.

Art. 209. Aplica-se às promoções de praças por merecimento e por antigüidade o


previsto nos incisos I a VI do caput e nos §§ 2º, 3º e 6º do art. 186, bem como nos arts.
187, 194, 198 e 203 desta Lei.

Art. 203. Não concorrerá à promoção nem será promovido, embora incluído no quadro
de acesso, o Oficial que:

I - estiver cumprindo sentença penal ou preso à disposição da justiça;

II - estiver em deserção, extravio ou ausência;

III - for submetido a processo administrativo de caráter demissionário ou exoneratório;

IV - estiver em licença para tratar de interesse particular, sem vencimento;

V - estiver no exercício de cargo público civil temporário, salvo para promoção por
antigüidade;

VI - for privado ou suspenso do exercício de cargo ou função, nos casos previstos em


lei;
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VII - estiver em caso de interdição judicial;

VIII - for cedido a entidade associativa de militares, salvo para promoção por
antigüidade;

IX - estiver sub judice, denunciado por crime doloso previsto:

a) em lei que comine pena máxima de reclusão superior a dois anos, desconsideradas
as situações de aumento ou diminuição de pena;

b) nos Títulos I e II, nos Capítulos II e III do Título III e nos Títulos IV, V, VII e VIII do
Livro I da Parte Especial do Código Penal Militar;

c) no Livro II da Parte Especial do Código Penal Militar;

d) no Capítulo I do Título I e nos Títulos II, VI e XI da Parte Especial do Código Penal;

e) na Lei de Segurança Nacional.

§ 1º O Oficial incluído no quadro de acesso que for alcançado pelas restrições dos
incisos III e IX e, posteriormente, for declarado sem culpa ou absolvido por sentença
penal transitada em julgado será promovido, a seu requerimento, com direito a
retroação.

§ 2º O Oficial enquadrado nas restrições previstas nos incisos III e IX concorrerá à


promoção, podendo ser incluído no quadro de acesso, sendo promovido se for
declarado sem culpa ou absolvido por sentença transitada em julgado, que produzirá
efeitos retroativos.

§ 3º Não ocorrerá a retroação prevista no § 1º, salvo na promoção pelo critério de


antigüidade, quando a declaração de ausência de culpa ou a absolvição ocorrer por
inexistência de prova suficiente para a aplicação de sanção ou para condenação ou por
prescrição.

§ 4º As restrições do inciso IX não se aplicam a Oficial, nos crimes dolosos contra a


pessoa, quando decorrentes de ação militar legítima, verificada em inquérito regular.

(Artigo com redação dada pelo art. 5º da Lei Complementar 95, de 17/1/2007.)
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Seção responsável: DRH/5 – Adjuntoria de Seguridade Social, Promoção Social


e Eventos

Assunto:
AUXÍLIO FUNERAL

Conforme o art. 38 da Lei Delegada nº. 37 de 13Jan99, o Estado assegurará


sepultamento condigno ao militar, como também se responsabilizará pelo translado
do corpo para qualquer localidade do país.

O auxílio funeral destina-se ao pagamento das despesas do sepultamento do


militar. Equivale a 1 (um) mês de vencimento ou provento, que será pago à pessoa da
família. Entende-se pessoa da família, em ordem de preferência, conforme art. 84 da
Res. 3.507 de 17Set99: I - ao cônjuge sobrevivente; II - aos descendentes; III - aos
ascendentes; IV - aos enteados; V - aos menores sob guarda; VI - aos sogros; VII -
aos parentes colaterais até o 4º grau, inclusive.

Pode-se também indenizar pessoas que não sejam da família, desde que
apresente os comprovantes das despesas e o atestado de óbito, não podendo esta
ultrapassar 1(um) mês de vencimento ou provento.

O processo de despesa de auxílio funeral pago pelo Estado deverá ser


montado conforme o art. 57 da Instrução Técnica Conjunta nº. 02 de 01Jan09:

“Art. 57 - O processo de despesa compor-se-á, basicamente, dos seguintes documentos:

I - Requerimento do representante legal ou de quem custeou as despesas ao Comandante


da Unidade;

II - Cópia do CPF e Carteira de Identidade (autenticada) do representante legal e/ou do


terceiro requerente da indenização;

III - Cópia do Atestado de Óbito (autenticada) do militar;

IV - Cópia xerográfica do demonstrativo de pagamento, vigente à data do óbito;

V - Cópia da certidão de casamento ou de outro documento (autenticada) que comprove ser


dependente legal do falecido;

VI - Dados bancários do requerente;

VII - Nota de Empenho (assinada pelo Chefe da SOFI e Ordenador de Despesa);


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VIII - Nota de Liquidação (assinada pelo Chefe da SOFI e Ordenador de Despesa);

IX - Aviso de Ordem de Pagamento (assinado pelo Chefe da SOFI e Ordenador de


Despesa);

X - Outros documentos:

a. Comprovante de Despesa, quando as despesas com o sepultamento tenham sido


custeadas por pessoa que não seja dependente legal;

b. Comprovante de residência quando não for dependente legal;

c. Justificativa (do Agente de Atividade e homologada pelo Ordenador de Despesa)


esclarecendo o motivo da composição do processo com a cópia do comprovante de
despesa. (ver Art. 55).

XI - Capa do Processo (conforme Anexo “A”).

A B/1 será responsável pela montagem do processo. Ele deverá ser


encaminhado à DRH, que receberá os pedidos de pagamento do auxílio funeral,
emitirá parecer e efetuará o pagamento.

Ainda, conforme art.32 da Lei 10.366 de 28Dez90 do IPSM:

“Art. 32 - Ao executor de funeral de segurado, dependente, pensionista ou natimorto, filho


de segurado, será pago auxílio-funeral no valor correspondente ao gasto efetuado,
observado o limite estabelecido pelo IPSM.”

O pagamento do auxílio - funeral em caso de morte do segurado ou


beneficiário do IPSM reembolsa o responsável pelo pagamento das despesas com o
serviço funeral do segurado do Instituto de Previdência dos Servidores Militares de
Minas Gerais (IPSM) e dos dependentes regularmente inscritos como seu
beneficiário. Para solicitar o auxílio-funeral, o interessado deve se dirigir a uma das
unidades do IPSM, levando a documentação necessária para a prestação do serviço.
O requerimento em formulário padrão pode ser obtido no site do IPSM ou retirado na
própria unidade de atendimento. O IPSM considera como limite máximo do reembolso
o valor equivalente a 75% da remuneração básica de um soldado de primeira classe.
Só terá acesso a esse benefício o segurado que tiver cumprido um período de
carência de 12 contribuições mensais e consecutivas. Essa carência só não será
exigida em caso de falecimento do próprio segurado na execução de sua atividade
militar. Será necessário apresentar a primeira via da nota fiscal quitada da funerária,
com o carimbo “recebemos”, emitida em nome do executor das despesas.
(www.ipsm.mg.gov.br).
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Documentos necessários IPSM:

Requerimento apresentado em rmulário


fo padrão;
1º Via da nota fiscal da funerária quitada, com o carimbo "Recebemos";
Certidão de Óbito do segurado ou de seu beneficiário.

Podemos observar que existem dois tipos de auxílio funeral, um será pago pelo
Estado e o outro será pago pelo IPSM. E independente da causa da morte os
familiares ou terceiros terão direito a ambos, conforme legislação.

Ainda, há o pagamento de auxilio funeral pelas entidades – UMMG e ASPRA -


para os casos dos militares associados.

União dos Militares do Estado de Minas Gerais

http://www.ummg.org.br

Regimento Interno

Art. 29 – O auxílio-funeral é o quantitativo em dinheiro, devido pelo falecimento de


sócio ou dependente, correspondendo a 60 (sessenta) vezes o estipêndio de benefício
de sócio categoria Praça.

§ 1º – O benefício será pago ao sócio ou ao dependente, no seu valor integral, ou, se a


terceiro, no valor da nota fiscal, observado o limite fixado no caput deste artigo.

§ 2º – Em nenhuma hipótese será devido mais de um auxílio-funeral por morte do


mesmo sócio ou dependente, nem será concedido o benefício no caso de natimorto.

§ 3º – São documentos necessários para o recebimento do benefício:

a) cópia autenticada da certidão de óbito;

b) cópia da nota fiscal da funerária, no caso de terceiro;

c) CPF do sócio;

d) CPF do beneficiário;

e) comprovação de união estável, no caso de companheiro (a).

http:/www.aspra.org.br
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Seção responsável: DRH/6 – Adjuntoria de Concursos e Seleção de Recursos


Humanos

Assunto:
PROBLEMAS MAIS FREQUENTES OCORRIDOS NA INSCRIÇÃO E MATRICULA
NOS CURSOS, ESTÁGIOS E EXAMES OFERTADOS PELO CBMMG

A - INSCRIÇÃO:

1 – Falta de leitura de normas constantes na ITRH que regula o processo seletivo e


resolução de ensino;

2 – Militar transferido de Unidade com Treinamento Profissional vencido;

3 – O período de escolinha conta para fins de efetivo serviço;

4 – TAF e TP (Treinamento Profissional) vencidos.

B - MATRÍCULA:

1 – O militar convocado para matrícula deverá continuar preenchendo os requisitos


exigidos para inscrição, em especial, estar apto no Treinamento profissional e apto no
TAF.

2 – A Unidade de origem do militar deixa de publicar em Boletim Interno e lançar no


sistema a Aptidão no TAF e TP do candidato. Desta forma, no momento da matrícula,
a Unidade de Ensino a indefere, porque em consulta ao sistema o militar não
preenche os requisitos exigidos.

ORIENTAÇÕES:

1 - Para estar apto no (TP) Treinamento Profissional, conforme a Resolução nº.


255/2007, o militar deve obter aproveitamento mínimo de 60% na ATP (Avaliação
Técnico Profissional) e no TAF (Teste de Aptidão Física).

2 - A condição de APTO no TP tem validade até a data de realização de nova ATP.


O TAF tem validade de 12 meses, conforme prescrito na Resolução nº. 114/2003.
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3 - A exigência desses requisitos não exclui a inclusão de outros específicos para o


curso previsto no edital do certame.

VOCÊ SABIA?

1 - O Treinamento Profissional (TP) abrange o reforço, a capacitação e a atualização


dos conhecimentos indispensáveis às atividades de bombeiro.

2 - O TP compreende:

a) o Treinamento Técnico em Serviço (TTS),


b) o Treinamento Complementar (TC);
c) e o Treinamento Técnico Específico (TTE).

3 - O militar que não for convocado pela administração para a realização da ATP ou
para o TTE, deverá no prazo de 10 dias da publicação em BI, manifestar-se
formalmente, caso contrário será considerado INAPTO.

4 - O militar que não realizar a ATP por motivo de dispensas, licenças, férias e DSP,
deverá, no prazo de 10 dias, depois de cessado o impedimento, manifestar-se
formalmente, caso contrário será considerado INAPTO até a realização de nova ATP.

5 - Quando o militar for transferido de Unidade e ainda não tiver realizado a ATP,
deverá, no prazo de 10 dias da sua apresentação, manifestar-se formalmente ao seu
chefe direto para fins de submissão à citada avaliação.

FIQUE POR DENTRO:

1 - A Unidade deverá divulgar o (PrAT) Programa Anual de Treinamento à tropa,


efetuando a convocação dos militares para a realização da ATP, de forma modular ou
única, por meio de publicação em Boletim Interno (BI), até 15 dias antes da data
prevista para a sua aplicação.
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2 - Para fins de controle, a Unidade que optar por aplicar a ATP de forma modular
deverá consolidar as atas de aplicação até o mês de novembro do ano especifico,
considerando o militar APTO somente após a realização de todos os módulos.

3 - O militar que realizou, com aproveitamento, curso de formação ou


aperfeiçoamento, será dispensado da ATP no ano de conclusão do curso, sendo
considerado APTO na ATP no respectivo ano.

4 - O militar que tiver realizado com aproveitamento curso de qualificação, com devida
publicação em BI, será dispensado da prova correlata prevista na ATP, sendo
considerado APTO em tal prova no respectivo ano.

5 - Os militares que não obtiverem aproveitamento mínimo de 60% na ATP serão


considerados INAPTOS no TP e serão submetidos ao TTE.

6 - O TTE será aplicado até o mês de novembro do respectivo ano, em conformidade


com o conteúdo previsto no anexo “A” desta resolução, sendo realizado somente no
módulo em que o militar for considerado INAPTO.

7 - Deverá ser publicada em BI a ata constando os militares APTOS e INAPTOS na


ATP e no TTE, se for o caso.

8 - O militar que à época da realização da ATP estiver com dispensa ou licença por
motivo de saúde, devidamente publicado em BI e apresentado cópia à comissão
aplicadora, deverá ser submetido à ATP tão logo cesse o motivo que o impediu de
realizá-la, permanecendo INAPTO enquanto sua situação não se regularizar.

9 - Os militares com dispensa definitiva pela JCS deverão realizar o TTS nas
modalidades às quais não estejam impedidos, não devendo realizar a ATP, sendo
considerados INAPTOS no TP.
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REQUISITOS BÁSICOS PARA INSCRIÇÃO, CONVOCAÇÃO E MATRÍCULA:

1 - Não ter sofrido mais de uma punição, por transgressão disciplinar de natureza
grave nos últimos doze meses;

2 - Estar classificado, no mínimo, no conceito “B”, com até 24 pontos negativos;

3 - Estar APTO no treinamento profissional nos termos da Resolução específica, que


regula as Diretrizes para o Treinamento Profissional do Corpo de Bombeiros Militar
(DTPCBM).

4 - As exigências desses requisitos não excluem a inclusão de outros específicos para


o curso previsto no edital do certame.

FONTE: Resolução nº. 83 de 06SET02

Resolução nº. 255 de 02Jul07


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Seção responsável: SPV – Seção de Processamento de Vencimento


Assunto:

SOLICITAÇÃO DE MARGEM CONSIGNÁVEL

Tem ocorrido com freqüência, por parte dos BMs, a solicitação de margem
consignável via telefone. Esse procedimento é efetuado pelos funcionários da SPV a
qualquer dia do mês. Contudo, vale ressaltar, que entre a formatação (fechamento da
folha para as Unidades) e o processamento do cálculo pela SPV (M06), o valor da
margem deve ser desconsiderado, haja vista que com o cálculo da Folha de
pagamento esse valor pode variar.
Diante dessa situação e para evitar perda de tempo dos militares que desejam
efetuar alguma consignação em sua folha de pagamento, o Cmdo das Unidades
deverá orientar seus comandados de que, a margem não estará disponível entre os
dias 10 e 20 de cada mês, podendo variar de 01 a 02 dias em função de feriados ou
determinações da SEPLAG.

Orientações sobre a consignação em folha de pagamento

a) Quando da “declaração” por parte da Seção de Recursos Humanos


da Unidade, no Anexo para consignação, o responsável pela Seção é quem deve
assinar confirmando os dados. Não será admitida a assinatura de substituto na
condição de “respondendo pelo ou no impedimento”, salvo por ato devidamente
formal.
b) Quando o militar for realizar pesquisa de mercado para consignar
empréstimo financeiro em sua o
f lha de pagamento, esse deve procurar,
preferencialmente, as entidades consignatárias estabelecidas no município onde o
militar reside. Evite contratar empréstimos com agenciadores - “free lance”, salvo se
esse for de sua inteira confiança.

c) Quando da contratação de empréstimo, o consignado (militar) deverá


exigir cópia do contrato. De posse desses deverá tomar conhecimento de seus
direitos e deveres, a fim de se evitar surpresas desagradáveis. Vale lembrar que o
Estado não integra, direta ou indiretamente, qualquer relação de consumo
estabelecida entre consignado e consignatário, limitando-se a acatar a averbação e
processar o desconto das consignações em folha de pagamento.