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Estudos sobre levitas

Muitas vezes os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de "levitas". Tal costume não é
muito antigo, mas parece que já está se tornando tradição. No Novo Testamento não temos referência a
ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João
4.24). O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com
salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef.5.18-20; Col. 3.16).

De onde então vem o conceito de "levita"? Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento.
Originalmente, "levita" significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó. Os levitas
começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro.
Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um
posicionamento dos israelitas. Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para
servirem somente ao Senhor (Êx.32.26). Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus.
Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares. Embora os
sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos. Então, muitas das vezes em que
se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu
serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem
pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).

Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma
parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o
sentido de louvor, adoração e ações de graças.

Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e
compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23). Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade
musical. Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então
entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas (II Crônicas 5.13; 34.12).

Considerando o paralelo existente entre Israel e a igreja de Jesus Cristo, podemos até utilizar o nome
"levita", embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os
que servem em qualquer ministério podem ser chamados "levitas". O levita é aquele que executa
qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo e não alguém que esteja na igreja
para ser alvo da glória humana.

Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e
tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25.1). Nessa época, surgiu a
maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas.
Através deles o Espírito Santo falava ao povo. Além disso, eram mestres no que realizavam (I Crô.25.7).
E nós? O que somos? Se queremos usar o nome de "levitas" precisamos nos dispor para o serviço e para
caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério.

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Se nós começamos a entender nossa posição estratégica no mundo espiritual,


enquanto servimos com nossos talentos, então o Senhor pode nos usar com
mais ousadia.

Se nossos olhos estão olhando corretamente para o Reino, então passaremos


a dar mais frutos do que amostras de capacidade…

No capítulo 4 de Números encontramos o real significado de “levita”.

Levita é todo aquele apto a servir – (Verso 3)


Não importa o talento que temos, importa que o usemos para servir ao Senhor
e aos irmãos.

Nunca podemos pensar em usar os talentos que o Senhor nos dá para proveito
próprio. Nosso prazer em realizar algo deve sempre estar em último lugar.
Nossa satisfação pessoal não pode ser a motivação para nenhum trabalho no
Reino.
Precisamos sempre ter em mente o objetivo de servir aos outros, servir ao
Reino, e o Senhor cuidará de nós em todas as nossas necessidades.

Um músico que toca na igreja, um cantor que ministra na equipe de vocais,


alguém que ajuda no computador, na montagem do som, ou em qualquer outra
área do ministério de louvor, precisa entender bem esta missão de servir, caso
contrário será um problema no meio da igreja.

Não tocamos porque este é o nosso “hobby”. Se assim o for, não será um culto
a Deus, mas uma atividade humana para satisfação da nossa própria alma.

Certamente que teremos alegria e prazer em tocar, cantar, servir ao Senhor,


mas isso é conseqüência natural da presença do Espírito Santo em nós, nunca
nosso objetivo pessoal, resultante dos nossos empreendimentos.

No ministério de louvor podemos gerar muitos frutos para o Corpo de Cristo.

Podemos auxiliar alguém com os sons que geramos ao tocar. Podemos ajudar
os irmãos a iniciarem uma canção, e afinadamente ministrarem ao Senhor.
Porém estes são os exemplos mais simples. Podemos ser canais do Espírito
Santo de uma forma poderosa para o Seu fluir abençoando muitas vidas.
Podemos ser profetas anunciando a Palavra de Deus em canções…

Os sons que geramos, o serviço que prestamos, traz o ambiente propício ao


mover do Senhor entre nós. – Efésios 5:19 “…enchei-vos do Espírito falando
entre vós com salmos, hinos e cânticos espirituais…”.
Se nós começamos a entender nossa posição estratégica no mundo espiritual,
enquanto servimos com nossos talentos, então o Senhor pode nos usar com
mais ousadia. Se nossos olhos estão olhando corretamente para o Reino,
então passaremos a dar mais frutos do que amostras de capacidade.

O Senhor deseja isso de nós. Ele quer manifestar a Sua glória e tocar vidas.
Para isso conta conosco e nos deu talentos para o fluir do Seu poder.

Deus está despertando em Sua Igreja, a necessidade de mais preparo para os


levitas de todas as áreas, mas de uma forma específica agora, quero falar do
preparo de músicos, cantores e demais auxiliares dos ministérios de louvor e
adoração. O Senhor quer muito mais que talentosos, Ele quer obreiros, servos.

Meu desafio a você é que busque do Pai, em um tempo precioso de adoração e


comunhão espiritual com o Senhor, direcionamento para o seu
desenvolvimento como obreiro do Reino.
Todos os sonhos de um músico, de um cantor, de alguém cheio de talentos,
são conhecidos do Pai. Ele mesmo deseja nos dar o melhor. Porém qualquer
sonho ou projeto pessoal precisa ser substituído por um desejo irreversível de
servir e dar frutos espirituais.

Nossas produções, nossas amostras de talentos, tudo ficará perdido nesta


terra. Somente nosso serviço no Reino permanecerá pela eternidade.

Ore comigo.

Senhor, faça de mim muito mais que um músico ou cantor evangélico. Faça de
mim um servo que gera frutos para o Teu Reino. Não preciso ter meu nome
conhecido, mas quero ter meus frutos conhecidos no Reino.

Senhor, altera meus valores, prioridades e desejos. Dá-me Tua mente, Teus
objetivos, Teus alvos. Faça meu coração pulsar como o Teu, por mais e mais
frutos espirituais no Reino. Desejamos a manifestação da Tua glória.

Amem!
Pr. Sóstenes Mendes